Nove em cada dez empresas entendem que as reformas ficais mais relevantes para apoiar famílias e negócios na resposta à pandemia serão as que tiverem lugar em sede de IRS, segundo o estudo de opinião da consultora EY, realizado em setembto, tendo mais de metade das respostas origem em grandes empresas, revela o Dinheiro Vivo.
“Praticamente sete em cada dez defendem a redução de taxas no IRS, com um universo menor – a rondar os seis em cada dez – pela mudança nos intervalos de rendimento aos quais se aplicam as taxas progressivas. A revisão das tabelas de retenção na fonte, que asseguraria um impacto mais imediato de qualquer medida de alívio, só surge depois. É prioridade para cerca de metade dos que responderam ao inquérito”, escreve a publicação económica do Global Media Group.
Dos atuais sete patamares de imposto sobre os rendimentos, o Governo já fez saber, na semana passada, que está a ponderar mexer no terceiro e sexto escalões, referente a rendimentos anuais entre os 10 mil e 20 mil euros, e entre os 36 mil e os 80 mil euros, respetivamente. Apesar do alívio da carga fiscal, o impacto dessa alteração sobre os salários e pensões ao longo dos meses dependerá do ajuste nas tabelas de retenção na fonte, avançou há 15 dias o ‘Público’.














