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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Fri, 01 May 2026 06:37:50 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Trabalhar em Lisboa pode valer quase mais três salários por ano face ao interior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 07:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Trabalhar em Portugal continua longe de ser uma realidade uniforme, e a localização geográfica mantém-se como um fator decisivo no salário, nas oportunidades de progressão profissional, na carga horária e até no risco de desemprego prolongado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhar em Portugal continua longe de ser uma realidade uniforme, e a localização geográfica mantém-se como um fator decisivo no salário, nas oportunidades de progressão profissional, na carga horária e até no risco de desemprego prolongado. Essa é a principal conclusão de uma análise divulgada pela Randstad Research no âmbito do Dia do Trabalhador, que traça o retrato de um mercado laboral profundamente marcado por assimetrias regionais e por um país que continua dividido entre diferentes velocidades económicas.</p>
<p>De acordo com comunicado enviado às redações, apesar de Portugal ter registado crescimento do emprego em 2025 — com 5,28 milhões de pessoas empregadas, um aumento de 3,2% face ao ano anterior — persistem desequilíbrios estruturais significativos entre regiões, refletindo diferenças acentuadas na distribuição de talento, especialização económica, rendimentos e acesso a cargos qualificados.</p>
<p><strong>Lisboa lidera em salários, qualificação e cargos de chefia</strong><br />
A principal clivagem identificada no estudo surge entre Lisboa e várias regiões do país. Segundo os dados divulgados, Lisboa é a única região portuguesa onde o salário médio líquido mensal ultrapassa os 1.400 euros, fixando-se nos 1.469 euros. No Algarve, por exemplo, esse valor desce para 1.177 euros líquidos mensais, uma diferença de 292 euros por mês.</p>
<p>No entanto, quando se analisam as remunerações declaradas, o fosso torna-se ainda mais expressivo. Segundo o comunicado, trabalhar em Lisboa pode representar mais 525 euros mensais face ao Baixo Alentejo, com os salários na capital a aproximarem-se dos 1.800 euros, enquanto no interior permanecem abaixo dos 1.300 euros. Na prática, essa diferença salarial anual equivale a quase três salários adicionais.</p>
<p>A superioridade remuneratória da capital está diretamente ligada ao peso da qualificação. Em Lisboa, 37,5% dos trabalhadores desempenham funções especializadas, enquanto 45,8% ocupam quadros superiores ou funções de chefia, números muito acima da média nacional, situada nos 29,5%.</p>
<p>Noutra leitura dos dados do comunicado, quase 42,3% dos profissionais em Lisboa encontram-se em cargos qualificados ou de liderança, valor que mais do que duplica o registado em algumas regiões periféricas, evidenciando a forte concentração de poder de decisão e progressão de carreira na capital.</p>
<p><strong>Açores e Madeira ficam muito abaixo da média nacional em liderança</strong><br />
No extremo oposto surgem os Açores e a Madeira, que apresentam níveis significativamente mais baixos de acesso a cargos de liderança. Segundo a Randstad Research, apenas 1,6% dos trabalhadores açorianos ocupam funções de chefia, enquanto na Madeira esse valor é de 2,0%, ambos claramente abaixo da média nacional de 4,0%.</p>
<p>Também ao nível da qualificação, os Açores registam apenas 18,9% de especialistas, contrastando fortemente com Lisboa. Paralelamente, estas regiões concentram algumas das percentagens mais elevadas de trabalhadores não qualificados: 14,1% nos Açores e 13,9% na Madeira. O Alentejo surge igualmente com um valor elevado, nos 12,0%.</p>
<p><strong>Norte e Centro consolidam-se como motor industrial do país</strong><br />
A análise da Randstad mostra também um país profundamente regionalizado do ponto de vista económico. A nível nacional, a estrutura do emprego continua dominada pelos serviços, mas com fortes especializações territoriais.</p>
<p>Segundo o comunicado, as indústrias transformadoras representam 15,9% do emprego nacional, seguidas pelo comércio (14,6%), saúde (10,1%), educação (8%) e construção (7,1%).</p>
<p>Regionalmente, o Norte e o Centro afirmam-se como o principal eixo industrial português, concentrando respetivamente 32,6% e 29,9% da atividade transformadora. Lisboa (14,3%) e a Península de Setúbal (15,5%) destacam-se pelo peso do comércio e dos serviços, enquanto o Alentejo revela maior dependência da administração pública, responsável por 12,7% do emprego regional.</p>
<p>Já o Algarve (14,6%) e a Madeira (14,2%) mantêm uma forte dependência estrutural do turismo, nomeadamente através do alojamento e restauração, tornando estas economias particularmente expostas à sazonalidade e aos ciclos do setor turístico.</p>
<p><strong>Mais salário significa também mais horas de trabalho</strong><br />
O estudo revela ainda que os rendimentos mais elevados estão associados a maior intensidade laboral. Lisboa lidera novamente neste indicador: 21,5% dos trabalhadores da região ultrapassam as 40 horas semanais de trabalho, refletindo o peso de funções de elevada responsabilidade e maior exigência profissional.</p>
<p>No Norte, 59,1% dos trabalhadores cumprem horários entre 36 e 40 horas semanais, um padrão alinhado com a estrutura industrial da região e com modelos laborais mais rígidos.</p>
<p>Em contraste, Açores, Madeira e Alentejo apresentam maior incidência de horários entre 31 e 35 horas por semana, frequentemente associados ao peso do setor público e a atividades com menor intensidade horária.</p>
<p><strong>Desemprego prolongado continua a marcar várias regiões</strong><br />
Outro dos alertas lançados pela Randstad prende-se com o desemprego de longa duração. Em Portugal, 36,8% da população desempregada encontra-se nessa situação, mas há regiões onde o problema assume maior gravidade.</p>
<p>No Alentejo, a taxa de desemprego de longa duração sobe para 43,5%, enquanto no Norte atinge 41,7%, revelando maiores dificuldades estruturais na reintegração profissional.</p>
<p>Setúbal regista a taxa de desemprego total mais elevada do país, fixando-se nos 8%. Já o Centro apresenta indicadores mais favoráveis, com taxa de desemprego de 5% e incidência de longa duração de 30,8%, abaixo da média nacional.</p>
<p>No Algarve, apesar da forte sazonalidade, o desemprego de longa duração situa-se nos 24,2%, sinalizando maior capacidade de absorção do mercado laboral regional.</p>
<p>Isabel Roseiro, Diretora de Marketing da Randstad Portugal, sublinha que “os dados mostram que o mercado de trabalho em Portugal continua condicionado pela geografia, não apenas em termos de salário, mas também no acesso a funções de decisão e progressão profissional”.</p>
<p>A responsável acrescenta que “este é um desafio estrutural que exige uma visão integrada entre os diversos agentes do mercado e as estratégias empresariais, no sentido de promover a coesão territorial e oportunidades mais equitativas em todo o país”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756797]]></sapo:autor>
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		<title>Acordo Mercosul-União Europeia entra hoje em vigor provisoriamente: Portugal e Brasil antecipam novos investimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 06:45:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta sexta-feira, 1 de maio, marca a entrada em vigor provisória do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, um entendimento negociado ao longo de mais de duas décadas e que agora passa a ter aplicação prática, abrindo uma nova etapa nas relações económicas entre os dois blocos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta sexta-feira, 1 de maio, marca a entrada em vigor provisória do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, um entendimento negociado ao longo de mais de duas décadas e que agora passa a ter aplicação prática, abrindo uma nova etapa nas relações económicas entre os dois blocos.</p>
<p>A promulgação do tratado foi feita ontem pelo presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, que sublinhou o carácter histórico do acordo e a sua dimensão estratégica para a economia do Brasil e da região sul-americana. O processo, que esteve em discussão durante mais de 25 anos, chega agora ao terreno num momento em que as relações comerciais globais atravessam uma fase de reconfiguração.</p>
<p><strong>Montenegro destaca o café como símbolo da relação entre Portugal e Brasil</strong><br />
Em reação à entrada em vigor do acordo, o primeiro-ministro português, Luís Montenegro, sublinhou em declarações ao Público que o momento representa uma oportunidade para aprofundar as relações económicas entre Portugal e o Brasil, com o café a assumir um papel central nesta ligação.</p>
<p>Montenegro descreveu o produto como um dos exemplos mais claros de uma relação já consolidada entre os dois países, mas ainda com espaço de crescimento significativo. Segundo o chefe do Governo português, o café brasileiro continua a ser a principal matéria-prima da indústria cafeeira em Portugal, alimentando cadeias de produção que têm impacto direto nas exportações nacionais.</p>
<p>O primeiro-ministro recordou ainda a recente visita do presidente brasileiro a Lisboa, no Palácio de São Bento, e afirmou que o momento atual abre uma fase de maior intensidade nas trocas comerciais. Para Montenegro, apesar da ligação já existente, o potencial de expansão continua longe de estar esgotado, sobretudo no que diz respeito à presença de produtos portugueses no mercado brasileiro.</p>
<p>A ligação económica entre Portugal e Brasil é ilustrada pelo caso da Delta Cafés, empresa portuguesa que utiliza café em grão proveniente do Brasil como base da sua produção. A empresa registou no último ano um volume de negócios de 650 milhões de euros e anunciou recentemente a expansão da sua unidade industrial em Campo Maior, no Alentejo, o que permitirá duplicar a capacidade produtiva.</p>
<p>Atualmente, a Delta está presente em cerca de 50 países e as exportações representam cerca de 35% da sua faturação anual. A presença no mercado brasileiro é também relevante, com distribuição em vários estados e forte presença em pontos estratégicos como aeroportos.</p>
<p>Para Luís Montenegro, este modelo de relação económica ilustra bem a forma como o acordo entre o Mercosul e a União Europeia pode reforçar cadeias de valor já existentes, permitindo não apenas importar matérias-primas, mas também aumentar a exportação de produtos transformados com origem portuguesa.</p>
<p><strong>Portugal aposta na atração de investimento com foco no interior</strong><br />
O primeiro-ministro destacou ainda que o Governo português está a reforçar políticas de atração de investimento, com especial enfoque no interior do país. Essas políticas incluem incentivos fiscais e mecanismos de redução de custos destinados a captar novos projetos empresariais.</p>
<p>No centro desta estratégia está o Programa de Transformação, Recuperação e Resiliência de Portugal, que prevê a criação de novas zonas empresariais equipadas com infraestruturas essenciais como energia, abastecimento de água e logística. O objetivo é criar condições mais competitivas para a instalação de empresas e para o desenvolvimento industrial fora dos grandes centros urbanos.</p>
<p>Montenegro sublinhou que esta aposta não se limita à indústria tradicional, abrangendo também setores ligados à inovação, ciência e tecnologia, considerados fundamentais para a nova fase de cooperação internacional. Neste contexto, o Brasil surge como parceiro prioritário, devido às afinidades económicas e ao potencial de integração entre os dois países.</p>
<p><strong>Cooperação tecnológica e presença empresarial brasileira em Portugal</strong><br />
A relação económica entre Portugal e Brasil já se traduz em projetos concretos no setor tecnológico e industrial. Um dos exemplos mais relevantes é a presença da Embraer em Portugal, através da OGMA, em Alverca, onde são produzidos aviões militares do modelo A-29N Super Tucano, destinados a cumprir requisitos da NATO.</p>
<p>Este tipo de cooperação é visto como um sinal da crescente interligação entre os dois países, não apenas ao nível comercial, mas também industrial e tecnológico, reforçando a ideia de Portugal como plataforma de entrada de empresas brasileiras no mercado europeu.</p>
<p><strong>Lula da Silva e o simbolismo político do acordo</strong><br />
A promulgação do acordo pelo presidente brasileiro, realizada ontem em Brasília, foi acompanhada por declarações de forte carga política. Lula da Silva descreveu o processo como tendo sido feito “a ferro, suor e sangue”, criticando a demora nas negociações e apontando dificuldades históricas associadas à assimetria entre blocos económicos.</p>
<p>O presidente brasileiro sublinhou ainda que o acordo representa uma afirmação do multilateralismo e uma resposta a políticas comerciais unilaterais adotadas por outras potências, defendendo que o Brasil deve reforçar a sua posição como ator económico global.</p>
<p>Lula destacou também a necessidade de o país se afirmar em igualdade de condições no comércio internacional, rejeitando uma visão de dependência económica e defendendo uma estratégia de diversificação de parceiros comerciais.</p>
<p>Com a entrada em vigor do acordo Mercosul-União Europeia esta sexta-feira, abre-se um novo enquadramento para o comércio entre os dois blocos, com impacto direto em setores como agricultura, indústria, energia e tecnologia.</p>
<p>Para Portugal, o momento é visto como particularmente relevante devido à sua posição geográfica e histórica como ponte entre a Europa e o Brasil. O Governo antecipa que o novo quadro poderá reforçar exportações, atrair investimento estrangeiro e consolidar cadeias produtivas já existentes.</p>
<p>Embora o impacto imediato dependa da implementação prática do acordo nos próximos meses, tanto Lisboa como Brasília apontam para uma intensificação gradual das relações económicas, com especial destaque para setores estratégicos como o agroalimentar, a indústria transformadora e a inovação tecnológica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756238]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio fecha com Nikkei a ganhar 0,38%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 06:37:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio fechou hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,38% para 59.513,12 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio fechou hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,38% para 59.513,12 pontos.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, também encerrou a sessão a ganhar 0,04% para 3.728,73 pontos.</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757111]]></sapo:autor>
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		<title>Médicos do SNS manifestam-se hoje no Porto contra o colapso do sistema de saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 06:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Serviço Nacional de Saúde (SNS) atravessa uma das fases mais críticas da sua história, marcada por falhas estruturais que afetam diretamente milhões de portugueses.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Serviço Nacional de Saúde (SNS) atravessa uma das fases mais críticas da sua história, marcada por falhas estruturais que afetam diretamente milhões de portugueses. Este Dia Internacional do Trabalhador, 1.º de Maio, será palco de uma manifestação dos médicos do Norte do país, que se concentrarão na Avenida dos Aliados, no Porto, para exigir medidas imediatas que garantam a sustentabilidade do SNS e condições laborais dignas para os profissionais de saúde.</p>
<p>A crise do SNS reflete-se em múltiplos indicadores preocupantes. Mais de 1,6 milhões de utentes não possuem médico de família, o que revela uma deterioração profunda dos cuidados de saúde primários e hospitalares. A situação agrava-se com o aumento das listas de espera para consultas e cirurgias, encerramentos permanentes de serviços de urgência e relatos de partos realizados em ambulâncias, símbolos de uma infraestrutura à beira do colapso.</p>
<p>A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, tem sido alvo de críticas por canalizar recursos públicos para prestadores privados. Em 2025, foram transferidos cerca de 250 milhões de euros para operadores externos, enquanto o Governo promoveu o regresso a Parcerias Público-Privadas e a entrega de hospitais a misericórdias. Estas decisões, segundo os sindicatos, prejudicam sobretudo doentes com patologias complexas, incluindo pacientes oncológicos, pessoas infetadas pelo VIH/Sida e portadores de doenças raras, aumentando a desigualdade no acesso a cuidados de saúde.</p>
<p>O desinvestimento tem contribuído para um aumento do recurso a seguros de saúde privados, já utilizados por cerca de quatro milhões de portugueses, numa consequência direta da fragilização do SNS. Para os médicos, esta tendência representa um sinal alarmante do desvio de serviços públicos essenciais para o sector privado, comprometendo o direito universal à saúde.</p>
<p><strong>Condições de trabalho sob pressão</strong><br />
Paralelamente à crise estrutural, os profissionais de saúde enfrentam alterações laborais que pioram significativamente as condições de trabalho. A reforma laboral em curso permite semanas de trabalho de até 50 horas, a imposição de bancos de horas, aumento da precariedade, horários desregulados e restrições ao exercício de direitos fundamentais como a parentalidade, a contratação coletiva, a greve e a ação sindical.</p>
<p>O Sindicato dos Médicos do Norte sublinha que estas medidas representam uma ameaça não apenas à sustentabilidade do trabalho médico, mas também ao próprio SNS, tornando inviável a prestação de cuidados de saúde seguros e de qualidade. Em comunicado, o sindicato apelou “à participação de todos os profissionais de saúde e à cobertura mediática do protesto, para dar visibilidade a esta grave situação”.</p>
<p><strong>Protesto como exigência de soluções concretas</strong><br />
A concentração prevista para a Avenida dos Aliados servirá como palco de reivindicações concretas: reforço imediato do SNS com equipas completas, vínculos laborais estáveis e dignos, e condições de trabalho justas. Os médicos consideram que só com estas medidas será possível garantir a continuidade e qualidade do serviço público de saúde.</p>
<p>O Dia do Trabalhador assume assim, para a classe médica, um papel simbólico e estratégico: não se trata apenas de um protesto, mas de um alerta ao Governo e à sociedade sobre a urgência de investir no SNS e proteger os profissionais que mantêm o sistema a funcionar em circunstâncias cada vez mais adversas.</p>
<p>Segundo o Sindicato dos Médicos do Norte, “é essencial que a população compreenda que a crise do SNS afeta todos, e que a mobilização dos médicos é uma forma de pressionar por soluções urgentes e estruturais”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756297]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Receitas do jogo em Macau em abril com valor mais baixo dos últimos sete meses</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/receitas-do-jogo-em-macau-em-abril-com-valor-mais-baixo-dos-ultimos-sete-meses/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 06:18:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As receitas do jogo em Macau registaram em abril uma queda de 12%, em termos mensais, alcançando o valor mais baixo dos últimos sete meses, de acordo com dados hoje anunciados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As receitas do jogo em Macau registaram em abril uma queda de 12%, em termos mensais, alcançando o valor mais baixo dos últimos sete meses, de acordo com dados hoje anunciados.</P><br />
<P>Os casinos arrecadaram 19,9 mil milhões de patacas (2,1 mil milhões de euros) em abril, contra 22,6 mil milhões de patacas (2,4 mil milhões de euros) no mês anterior, de acordo com dados da Direção de Inspeção e Coordenação de Jogos (DICJ).</P><br />
<P>Trata-se do valor mais baixo desde setembro de 2025, quando as receitas dos casinos totalizaram 18,3 mil milhões de patacas (1,93 mil milhões de euros).</P><br />
<P>No entanto, em termos homólogos, as receitas cresceram 5,5% &#8211; em abril do ano passado, tinham alcançado 18,9 mil milhões de patacas (1,99 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Em termos de receita bruta acumulada, os primeiros quatro meses deste ano registaram uma subida de 12,1% em relação ao ano anterior, com um total de 85,8 mil milhões de patacas (9,1 mil milhões de euros) contra 76,5 mil milhões de patacas (cerca de 8,1 mil milhões de euros) entre janeiro e abril de 2025. </P><br />
<P>Macau fechou o ano passado com receitas totais de 247,4 mil milhões de patacas (cerca de 26,15 mil milhões de euros), mais 9,1% do que no ano anterior (226,8 mil milhões de patacas ou 24 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Capital mundial do jogo, Macau é o único local na China onde o jogo em casino é legal.</P><br />
<P>Operam no território seis concessionárias, MGM, Galaxy, Venetian, Melco, Wynn e SJM, que renovaram, em dezembro de 2023, o contrato de concessão para os dez anos seguintes e que entrou em vigor a 01 de janeiro de 2024.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757110]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Emirados Árabes Unidos saem hoje da OPEP e da OPEP+</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/emirados-arabes-unidos-saem-hoje-opep-e-da-opep/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 06:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Emirados Árabes Unidos vão retirar-se da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) liderada por Riade e da aliança OPEP+, que também inclui a Rússia, a partir de hoje, anunciou a agência de notícias dos Emirados. Segundo a agência de notícias dos Emirados WAM, a saída dos Emirados da organização deve-se às &#8220;perturbações no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Emirados Árabes Unidos vão retirar-se da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) liderada por Riade e da aliança OPEP+, que também inclui a Rússia, a partir de hoje, anunciou a agência de notícias dos Emirados.</p>
<p>Segundo a agência de notícias dos Emirados WAM, a saída dos Emirados da organização deve-se às &#8220;perturbações no golfo Pérsico e no estreito de Ormuz&#8221;.</p>
<p>A decisão dos Emirados Árabes Unidos (EAU) de se retirar da OPEP a partir de 1 de maio &#8220;reflete uma evolução política alinhada com os fundamentos do mercado a longo prazo&#8221;, afirmou esta terça-feira, 28 de abril, o ministro de Energia e Infraestrutura do país, Suhail bin Mohamed Al Mazrouei.</p>
<p>Numa publicação na sua conta no X, o ministro agradeceu à OPEP e aos países membros pelas &#8220;décadas de cooperação construtiva&#8221; desde que Abu Dhabi se juntou à organização em 1967 e, posteriormente, todo os EAU após sua fundação em 1971.</p>
<p>&#8220;Mantemos o nosso compromisso com a segurança energética, garantindo um fornecimento fiável, responsável e com baixas emissões de carbono, ao mesmo tempo que apoiamos a estabilidade dos mercados globais&#8221;, acrescentou.</p>
<p>A OPEP é composta atualmente por 12 países membros, focados na coordenação da produção e preços. Além dos Emirados Árabes Unidos, os membros são: Arábia Saudita, Irão, Iraque, Kuwait, Venezuela, Argélia, Gabão, Guiné Equatorial, Líbia, Nigéria e República do Congo.</p>
<p>A Casa Branca (presidência norte-americana) anunciou na segunda-feira que estava a analisar uma nova proposta iraniana para desbloquear o estreito de Ormuz, quase paralisado desde o início da guerra no Médio Oriente.</p>
<p> As negociações entre os Estados Unidos e o Irão para terminar o conflito e reabrir totalmente o estreito estratégico não avançaram desde a entrada em vigor do cessar-fogo, em 08 de abril.</p>
<p>O Irão atacou com mísseis e drones os vizinhos do golfo, incluindo o Qatar, em resposta aos ataques norte-americanos e israelitas contra a República Islâmica lançados a 28 de fevereiro.</p>
<p>Teerão visou interesses norte-americanos, mas também diversas infraestruturas, como refinarias de petróleo, complexos de gás e fábricas petroquímicas.</p>
<p>A guerra e o consequente bloqueio do estreito de Ormuz têm causado o receio de uma crise económica global devido ao aumento dos preços do petróleo e do gás natural, bem como do transporte de mercadorias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756295]]></sapo:autor>
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		<title>Trabalhadores da distribuição hoje em greve de 24 horas na defesa de melhores salários e conciliação familiar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 06:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O setor da distribuição assinala esta sexta-feira, 1 de maio, Dia Internacional do Trabalhador, com uma greve nacional de 24 horas convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores do Setor de Serviços (SITESE), numa ação reivindicativa dirigida às empresas filiadas na Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor da distribuição assinala esta sexta-feira, 1 de maio, Dia Internacional do Trabalhador, com uma greve nacional de 24 horas convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores do Setor de Serviços (SITESE), numa ação reivindicativa dirigida às empresas filiadas na Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), estrutura representativa de 220 empresas em Portugal, entre as quais cerca de 60 ligadas ao retalho alimentar.</p>
<p>A paralisação, que arrancou às 00h00 desta sexta-feira e se prolonga até às 24h00, surge num contexto de crescente pressão laboral sentida por milhares de trabalhadores do setor, num universo profissional considerado essencial ao funcionamento diário da economia e ao abastecimento regular da população. A greve volta assim a colocar no centro do debate as condições de trabalho na grande distribuição, nomeadamente ao nível das remunerações, dos horários, da proteção dos direitos laborais e da conciliação entre a vida profissional e a vida familiar.</p>
<p><strong>Protesto nacional coloca pressão sobre empresas da APED</strong><br />
O pré-aviso de greve foi formalmente entregue pelo SITESE, sindicato afeto à UGT, abrangendo os trabalhadores das empresas associadas da APED, organização que congrega uma parte significativa do tecido empresarial da distribuição moderna em Portugal. Entre as empresas representadas encontram-se operadores com forte presença no comércio alimentar, segmento particularmente relevante pela sua dimensão económica e pelo elevado número de trabalhadores envolvidos.</p>
<p>A escolha do 1 de Maio para a paralisação não é casual. Para o sindicato, o Dia Internacional do Trabalhador representa uma data de forte simbolismo laboral e social, funcionando como palco privilegiado para reforçar reivindicações que, segundo sustenta, permanecem sem resposta adequada.</p>
<p>Em comunicado, o SITESE justificou a convocação da greve com quatro grandes eixos reivindicativos: “a defesa do trabalho digno, a necessidade de aumento dos salários, a proteção dos direitos dos trabalhadores e a conciliação entre a vida profissional e familiar”.</p>
<p>Estas exigências refletem preocupações que o sindicato diz serem transversais a grande parte dos profissionais da distribuição, num setor caracterizado por ritmos intensos, horários alargados, forte exigência operacional e níveis elevados de pressão quotidiana.</p>
<p><strong>Sindicato denuncia elevada exigência e pede valorização real</strong><br />
Na posição tornada pública, o SITESE sublinha o peso estratégico dos trabalhadores da distribuição no funcionamento do país, defendendo que a importância económica e social destas funções não tem tido correspondência ao nível da valorização salarial e das condições laborais.</p>
<p>Como refere o sindicato, “os trabalhadores do setor da distribuição desempenham um papel essencial no funcionamento da economia e no abastecimento da população, estando sujeitos a elevados níveis de exigência, horários intensos e pressão constante”.</p>
<p>Perante esta realidade, a estrutura sindical considera que “torna-se urgente uma valorização efetiva das condições de trabalho e das remunerações”, apontando para a necessidade de respostas concretas por parte das empresas do setor relativamente a matérias laborais que têm vindo a motivar sucessivas ações reivindicativas nos últimos anos.</p>
<p>A referência a “valorização efetiva” traduz, na prática, um apelo a medidas tangíveis, e não apenas a compromissos genéricos, particularmente num momento em que a discussão sobre poder de compra, progressão salarial e equilíbrio entre trabalho e vida pessoal assume crescente relevância no debate laboral português.</p>
<p><strong>Greve assume dimensão simbólica e reivindicativa</strong><br />
Além da vertente negocial, o SITESE atribui à paralisação desta sexta-feira uma dimensão fortemente simbólica. Ao escolher o 1 de Maio, o sindicato procura associar a luta concreta dos trabalhadores da distribuição ao significado histórico da data, reforçando a ideia de que os desafios enfrentados por este setor se enquadram numa discussão mais ampla sobre dignidade laboral, reconhecimento profissional e justiça salarial.</p>
<p>Nesse sentido, a estrutura sindical afirma que “a greve de 1 de maio assume, assim, um caráter simbólico e reivindicativo, procurando chamar a atenção para a necessidade de respostas concretas aos problemas sentidos pelos trabalhadores do setor”.</p>
<p>A formulação é clara: mais do que uma paralisação pontual, o protesto pretende funcionar como sinal político e social, pressionando empregadores e responsáveis do setor a reconhecerem a urgência das reivindicações apresentadas.</p>
<p><strong>Mobilização coletiva vista como chave para mudar condições de trabalho</strong><br />
No apelo dirigido aos trabalhadores abrangidos pela greve, o SITESE coloca especial ênfase na importância da participação como instrumento de pressão coletiva. A adesão à paralisação será, do ponto de vista sindical, determinante para medir o grau de insatisfação no setor e para reforçar a capacidade negocial dos trabalhadores perante as empresas.</p>
<p>Por isso, o sindicato “apela à participação dos trabalhadores, sublinhando que a mobilização coletiva é determinante para a defesa dos direitos e para a melhoria das condições de trabalho”.</p>
<p>Esta mensagem procura galvanizar os profissionais da distribuição num momento em que o setor continua a ser um dos pilares da atividade económica nacional, mas onde persistem debates sobre ritmos laborais, remuneração, estabilidade profissional e reconhecimento das funções desempenhadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756241]]></sapo:autor>
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		<title>Maio traz novo &#8216;aperto&#8217; no crédito à habitação: prestação pode subir quase 50 euros. Veja cada caso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 05:45:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As famílias com crédito habitação, que tenham o seu contrato revisto em maio, vão voltar a sentir um agravamento nas suas prestações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As famílias com crédito habitação, que tenham o seu contrato revisto em maio, vão voltar a sentir um agravamento nas suas prestações. Depois de semanas marcadas pela instabilidade provocada pela guerra no Irão, as médias mensais das taxas voltaram a subir nas três maturidades, com impacto direto nos contratos revistos este mês.</p>
<p>A análise é de Nuno Rico, especialista da DECO PROteste, que à &#8216;Executive Digest&#8217; já tinha antecipado no mês passado um agravamento mais expressivo das prestações. Os números agora conhecidos confirmam essa tendência: apesar de as taxas diárias da Euribor terem aliviado ligeiramente face aos picos registados no final de março, as médias mensais continuam mais altas do que antes do início do conflito.</p>
<p>“Temos boas e más notícias”, resume Nuno Rico, especialista da DECO PROteste. A boa notícia é que os valores diários da Euribor sofreram uma ligeira descida em comparação com os valores mais altos atingidos depois do início do conflito”, explica. Segundo o especialista, o pico foi alcançado “nos últimos dias de março” e, desde então, as taxas aliviaram ligeiramente.</p>
<p>Mas esse recuo não chega para impedir novas subidas nas prestações. &#8220;Agora está a estabilizar um pouco, mas em valores mais altos do que existiam anteriormente”, alerta Nuno Rico. A má notícia, acrescenta, é que as médias mensais refletem todo o período de subida registado em março e abril. Daí resulta que vamos ter subidas nas três maturidades e, consequentemente, em todas as prestações”, conclui.</p>
<p><strong>Quanto sobe a prestação em maio?</strong><br />
A subida será sentida nas três maturidades da Euribor, embora com impactos diferentes. Na Euribor a três meses, a média até de abril &#8211; até ao dia 24 &#8211; estava nos 2,177%, o que, na simulação usada pela DECO PROteste, corresponde a uma prestação de cerca de 646 euros. Para quem tiver revisão do contrato este mês, o agravamento será de 12 euros face à revisão anterior.</p>
<p>Na Euribor a seis meses, a taxa média atinge 2,449%, o valor mais alto do último ano. Neste caso, a prestação sobe para cerca de 669 euros, o que representa um aumento de 28 euros desde a última revisão. No mês anterior, o agravamento tinha sido de 18 euros, o que confirma uma aceleração do impacto.</p>
<p>O efeito é mais pesado na Euribor a 12 meses. A média chega aos 2,739%, o valor mais elevado dos últimos 18 meses. A prestação, na simulação da DECO PROteste, passa para cerca de 693 euros, mais 49 euros do que na revisão anterior.</p>
<p>Nuno Rico sublinha que estes aumentos ainda estão longe dos choques superiores a 100 euros registados durante o anterior ciclo de subida das taxas, mas reconhece que o impacto já é visível. “Não estamos nesses montantes, mas claramente temos aqui já algum impacto nas prestações”, explica.</p>
<p><strong>A guerra já custa 25 a 43 euros por mês</strong><br />
Para perceber o efeito real do conflito no bolso das famílias, a DECO PROteste compara as prestações atuais com o cenário anterior ao início da guerra no Irão. A conclusão é clara: a instabilidade no Médio Oriente já acrescentou dezenas de euros à prestação mensal de muitos créditos habitação.</p>
<p>No caso da Euribor a seis meses, a maturidade mais utilizada nos contratos em Portugal, Nuno Rico estima um agravamento médio de pelo menos 25 euros por mês desde o início do conflito. Este cálculo compara os valores atuais com as médias anteriores à guerra, permitindo isolar o impacto da subida provocada pela instabilidade internacional.</p>
<p>Na Euribor a 12 meses, o efeito é ainda mais expressivo: cerca de 43 euros por mês de agravamento médio. Ou seja, mesmo antes de novas decisões do Banco Central Europeu, a guerra já está a refletir-se diretamente no orçamento das famílias com crédito habitação.</p>
<p>“Estamos a falar de um agravamento médio que as famílias estão a sofrer nestes meses de pelo menos 25 euros por mês, no caso da Euribor a seis meses”, explica Nuno Rico. “No caso da Euribor a 12 meses, estamos a falar de cerca de 43 euros.”</p>
<p><strong>A boa notícia: a Euribor já recuou dos picos</strong><br />
Apesar do agravamento das médias, Nuno Rico identifica um sinal positivo. As taxas diárias da Euribor já desceram ligeiramente face aos níveis máximos registados no final de março, quando os mercados reagiram ao início do conflito.</p>
<p>Essa descida não significa, contudo, um regresso ao cenário anterior à guerra. Significa apenas que a Euribor deixou de subir ao ritmo mais agressivo e entrou numa fase de estabilização em patamares mais elevados.</p>
<p>No caso da Euribor a seis meses, os valores diários estarão cerca de 6% abaixo do pico. Na Euribor a 12 meses, a descida face ao máximo rondará os 8%. Ainda assim, as taxas continuam acima dos níveis registados antes do conflito, o que explica o agravamento das prestações em maio.</p>
<p>O problema está na forma como as prestações são calculadas. A revisão dos contratos usa médias mensais, não apenas valores diários. Como março e abril foram marcados por subidas fortes, a média final continua a refletir esse choque, mesmo com algum alívio nos últimos dias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756310]]></sapo:autor>
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		<title>Assimetria regional limita resposta dos cuidados de saúde primários &#8211; Associação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 05:42:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os cuidados de saúde primários devem ter capacidade para resolver a maioria das situações de doença não urgente, mas faltam médicos para garantir uma resposta efetiva em várias regiões, alertou a Associação dos Médicos de Medicina Geral e Familiar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 01 mai 2026 (Lusa) &#8212; Os cuidados de saúde primários devem ter capacidade para resolver a maioria das situações de doença não urgente, mas faltam médicos para garantir uma resposta efetiva em várias regiões, alertou a Associação dos Médicos de Medicina Geral e Familiar.</P><br />
<P>Nuno Jacinto, que falava à agência Lusa propósito dos três anos da entrada em vigor da medida que permite aos utentes pedir uma autodeclaração de doença, referiu que o SNS 24 encaminha cada vez mais utentes para os cuidados de saúde primários, o que considera positivo, mas sublinhou os entraves causados pela falta de médicos de família.</P><br />
<P>&#8220;É positivo que haja um encaminhamento para os cuidados de saúde primários&#8221; de situações de doença que &#8220;não são nem urgentes nem emergentes&#8221; e que não devem estar a ocupar as urgências hospitalares.</P><br />
<P>Segundo Nuno Jacinto, os cuidados de saúde primários devem ter a capacidade de resolver &#8220;a esmagadora maioria&#8221; das situações de doença aguda e de agudizações de doenças crónicas. No entanto, o problema está na &#8220;assimetria gigante no território&#8221; em termos de resposta por falta de profissionais de saúde.</P><br />
<P>&#8220;Se temos zonas onde a cobertura por médicos de família e por equipas de saúde familiar é quase total e, portanto, com alguma facilidade se acomodam este tipo de pedidos e referenciações do SNS 24, mas também da própria população, que vai percebendo que é ali que deve recorrer, o que é facto é que nas zonas onde não temos profissionais, nomeadamente médicos de família, essa resposta fica logo comprometida&#8221;, salientou.</P><br />
<P>Por isso, não adianta referenciar para os cuidados de saúde primários quando não há um médico para fazer a consulta, quando o utente não tem médico atribuído ou quando a unidade não tem consulta aberta a funcionar por falta de profissionais, sustentou o presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar.</P><br />
<P>Para Nuno Jacinto, o problema de base não está na organização no sistema &#8211; que considera importante para encaminhar este tipo de situações para os cuidados de saúde primários &#8212;, mas na escassez de recursos humanos. &#8220;Esse é o grande problema que continua sem ser resolvido&#8221;, lamentou. </P><br />
<P>Notou ainda que o aumento do número de utentes inscritos no Serviço Nacional de Saúde não tem sido acompanhado por um crescimento proporcional de médicos, o que disse ser uma situação &#8220;preocupante, que gera situações de dificuldade de acesso&#8221;.</P><br />
<P>Questionado sobre o anúncio recente da ministra da Saúde, Ana Paula Martins, relativo à abertura de vagas em todas as zonas onde são necessárias, Nuno Jacinto disse que a medida é positiva e pedida &#8220;há muito&#8221; pela associação, sindicatos e a Ordem dos Médicos.</P><br />
<P>&#8220;Temos que ter todas as vagas disponíveis para que os colegas as possam escolher&#8221;, afirmou, lembrando que a dificuldade de fixação de médico de Medicina Geral e Familiar é um problema antigo.</P><br />
<P>Ainda assim, destacou que a abertura total de vagas pode melhorar o processo de recrutamento. &#8220;Claro que não vamos conseguir captar 900 médicos de família para o SNS, mesmo que abramos essas 900 vagas, mas se captarmos mais 5, 10, 15, 20, o que for, já é obviamente uma medida positiva&#8221;.</P><br />
<P>Segundo dados do portal da transparência do SNS, o número de utentes inscritos nos cuidados de saúde primários aumentou cerca de 680 mil nos últimos 10 anos, ultrapassando os 10,7 milhões no final de fevereiro. </P><br />
<P>Do total de utentes inscritos, 1.592.778 não tinham médico de família.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757109]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>SNS 24 emitiu cerca de 1,5 milhões de autodeclarações de doença em três anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 05:42:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O SNS 24 emitiu cerca de 1,5 milhões de autodeclarações de doença nos primeiros três anos do serviço, correspondendo a cerca de 1.350 declarações por dia, segundo um balanço dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 01 mai 2026 (Lusa) &#8211; O SNS 24 emitiu cerca de 1,5 milhões de autodeclarações de doença nos primeiros três anos do serviço, correspondendo a cerca de 1.350 declarações por dia, segundo um balanço dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS).</P><br />
<P>Desde que a medida entrou em vigor no dia 01 de maio de 2023, perto de 284 mil utentes atingiram o limite de duas baixas até três dias por ano, revelam os dados avançados à agência Lusa.</P><br />
<P>Segundo os dados, O SNS 24 emitiu, entre os dias 1 de maio de 2023 e 31 de março de 2026, 1.424.665 autodeclarações de doença (ADD), sendo os canais digitais, nomeadamente a App e o Portal, os meios preferenciais para pedir a declaração.</P><br />
<P>A evolução mostra um crescimento consistente: Em 2023 (entre 01 de maio e 31 de dezembro) foram emitidas 264.039 ADD, número que subiu para 462.284 em 2024 e para 539.251 em 2025.</P><br />
<P>Já este ano, até ao dia 31 de março, foram passadas 159.091 autodeclarações de doença, uma média de 1.790 declarações por dia.</P><br />
<P>A análise mensal aponta para um maior número de pedidos de baixa no inverno. O mês com mais emissões foi janeiro de 2025 (67.300), seguido de dezembro de 2025 (65.919) e janeiro de 2026 (64.334). </P><br />
<P>Em sentido inverso, o valor mais baixo registou-se em junho de 2023 (25.365), numa fase inicial da medida, e posteriormente em agosto de 2024 (27.463).</P><br />
<P>Os SMPS lembram que &#8220;a autodeclaração de doença foi criada para simplificar o acesso à justificação de ausência por doença ligeira, reduzindo deslocações aos cuidados de saúde primários e libertando recursos do Serviço Nacional de Saúde&#8221;. </P><br />
<P>A medida foi coordenada pela Direção Executiva do SNS, em articulação com o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, com apoio operacional dos SPMS.</P><br />
<P>O presidente da Associação Portuguesa dos Médicos de Medicina Geral e Familiar, Nuno Jacinto, destacou à agência Lusa a importância da medida, afirmando que veio reforçar a autonomia dos utentes na gestão de situações de doença ligeira.</P><br />
<P>&#8220;Continuamos a encarar esta medida como positiva. Já o dizíamos antes de ela ser implementada e dissemo-lo sempre após a sua efetivação&#8221;, comentou, acrescentando: &#8220;É bom que tenhamos a capacidade de responsabilizar os próprios utentes por situações de doença ligeira controláveis em casa, com autocuidados&#8221;, algo que foi aprendido durante a pandemia.</P><br />
<P>Segundo o responsável, a autodeclaração contribui para &#8220;eliminar procedimentos administrativos que eram maioritariamente feitos pelos cuidados de saúde primários&#8221;, uma vez que muitos doentes recorriam ao médico, mesmo já estando melhor, apenas para obter um documento para justificar a ausência no trabalho.</P><br />
<P>   Apesar de estas situações ainda acontecerem, porque as pessoas já atingiram o limite das autodeclarações, ou porque nem se lembraram que tinham este mecanismo disponível ou não quiseram utilizar, os profissionais notam que acontecem com menos frequência.</P><br />
<P>&#8220;Cada consulta que se poupa aqui é uma consulta que fica disponível para uma situação aguda que precise de observação médica, para a vigilância de um doente crónico, de um grupo vulnerável, enfim, para aquele que é o verdadeiro trabalho do médico de família&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Mas, no seu entender, há aspetos que &#8220;podem e devem ser afinados&#8221;, como a associação tem alertado desde o início.</P><br />
<P>   Quando um utente emite uma autodeclaração de doença e, ao fim dos três dias, ainda necessita de manter a baixa, deveria existir um mecanismo de cruzamento de dados que evitasse obrigar o médico a recomeçar o processo desde o início dos sintomas, defendeu.</P><br />
<P>&#8220;Esta é uma questão que continua sem ser resolvida, aparentemente por uma exigência ou uma dificuldade por parte dos sistemas da segurança social, mas isso não afeta a justiça da medida e o facto de considerarmos que ela é positiva e que se deve manter&#8221;, realçou Nuno Jacinto.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757108]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugal é o 5.º país da UE com carga horária semanal mais elevada &#8212; Pordata</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 05:34:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal é o quinto país da UE com a carga horária semanal mais elevada, numa média de 39,7 horas por semana, só ultrapassado pela Grécia, Polónia, Roménia e Bulgária, indica uma análise da Pordata.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal é o quinto país da UE com a carga horária semanal mais elevada, numa média de 39,7 horas por semana, só ultrapassado pela Grécia, Polónia, Roménia e Bulgária, indica uma análise da Pordata.</P><br />
<P>Enquanto a média no conjunto dos 27 países da União Europeia (EU) foi de 37 horas de trabalho por semana em 2025, Portugal registou uma média de 39,7 horas, &#8220;uma das mais elevadas da União Europeia&#8221;, sintetiza a Pordata num retrato estatístico publicado a propósito do Dia do Trabalhador, que hoje se assinala.</P><br />
<P>Portugal é apenas ultrapassado pela Grécia (uma média de 41 horas de trabalho semanal), Polónia (40 horas), Roménia (40 horas) e Bulgária (39,9 horas), segundo as estatísticas da Pordata.</P><br />
<P>Os dados complicados pela Pordata, da Fundação Francisco Manuel dos Santos, baseiam-se em estatísticas do Eurostat de 2025 e dizem respeito ao universo da população empregada dos 15 aos 64 anos.</P><br />
<P>A Pordata diz que &#8220;países com maior prevalência de trabalho a tempo parcial, como os Países Baixos, Dinamarca ou a Alemanha, registam cargas horárias médias significativamente mais baixas&#8221;.</P><br />
<P>Entre o leque dos cinco países com números mais baixos, a média é inferior a 36 horas. Nos Países Baixos está em 31,5 horas semanais, na Dinamarca nas 33,6 horas, na Alemanha nas 34,8, na Irlanda nas 35,7 e na Finlândia nas 35,8.</P><br />
<P>Dos cerca de 208 milhões de trabalhadores da União Europeia &#8212; 111 milhões homens e 97 milhões mulheres &#8211;, mais de cinco milhões estão no mercado laboral português.</P><br />
<P>Portugal é um dos países &#8220;com mais contratos temporários entre os jovens e com níveis salariais abaixo da média europeia, mas também com uma das mais elevadas taxas de emprego&#8221; entre os jovens dos 25 aos 29 anos, enquadra a Pordata.</P><br />
<P>O estudo mostra ainda que o salário médio ajustado a tempo completo era, em 2024, de 2.068,2 euros em Portugal, o que compara com 3.317,3 euros na média dos 27 países da UE.</P><br />
<P>O salário mínimo nacional, que foi de 870 euros brutos em 2025 e subiu para 920 euros em 2026, correspondia a 1.015 euros em termos mensualizados em 2025 (quando contabilizados 14 meses por ano, a soma dos 12 meses reguladores, mais o subsídio de férias e natal).</P><br />
<P>Na UE, quase 13% dos trabalhadores por conta de outrem (cerca de 23 milhões) têm contratos temporários&#8221;, enquanto em Portugal a percentagem está nos 15,1%, o que o mete no grupo de cinco países com valores mais altos, tal como os Países Baixos, Polónia, França e Espanha.</P><br />
<P>&#8220;Entre os jovens, a precariedade é particularmente elevada&#8221;, refere a Pordata, indicando que na UE &#8220;o trabalho temporário é a realidade de um em cada três, dos cerca de 36 milhões de jovens trabalhadores&#8221; e que Portugal &#8220;é o quarto país com mais trabalho precário entre os jovens&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quase quatro em cada 10 trabalhadores, com menos de 30 anos, têm contratos temporários. Acima de Portugal estão a Polónia (39,1%), a França (39,2%) e os Países Baixos (51,1%)&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>&#8220;Na UE, 19,2% dos trabalhadores estrangeiros tinham emprego temporário, em 2025, face a 12% entre os nacionais de cada país. Portugal está entre os países com maior diferença na percentagem de trabalho temporário, por nacionalidade, com quase 34% de estrangeiros e quase 14% de trabalhadores nacionais&#8221;, acrescenta a Pordata.</P><br />
<P>As estatísticas indicam que na UE, onde 18,8% dos trabalhadores exercem atividade a tempo parcial, &#8220;há uma grande variabilidade entre países&#8221; neste indicador, com Portugal a apresentar &#8220;uma das proporções mais baixas (8,1%), em contraste com países como os Países Baixos, com 43,8%&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Na UE, o trabalho a tempo parcial é particularmente prevalente entre as mulheres (29,1% face a 9,8% entre os homens) &#8212; embora em Portugal essa diferença de género seja menos acentuada (10,4% vs 5,9%) &#8212; e entre os trabalhadores com menos de 25 anos (34,7%)&#8221;, dizem ainda.</P><br />
<P>Portugal &#8220;apresenta um valor alinhado com o padrão europeu&#8221; na proporção de trabalhadores que exercem atividade por conta própria. A média europeia está em 13,7% e em Portugal nos 14,7%.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757107]]></sapo:autor>
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		<title>Dia do Trabalhador: CGTP avança para nova fase de luta e vai anunciar hoje greve geral nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 05:30:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Este 1.º de Maio, Dia do Trabalhador, surge como um momento de forte tensão social e política em Portugal, com a CGTP a mobilizar trabalhadores em todo o país para uma jornada de protesto que promete marcar uma nova escalada no confronto com o Governo.

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										<content:encoded><![CDATA[<p>Este 1.º de Maio, Dia do Trabalhador, surge como um momento de forte tensão social e política em Portugal, com a CGTP a mobilizar trabalhadores em todo o país para uma jornada de protesto que promete marcar uma nova escalada no confronto com o Governo. Sob o lema da rejeição frontal ao pacote de revisão da legislação laboral, a central sindical apresenta as comemorações desta sexta-feira não apenas como um ato simbólico, mas como uma demonstração de força organizada que poderá culminar no anúncio oficial de uma nova greve geral nacional.</p>
<p>A expectativa em torno desta jornada é elevada. Depois de semanas de contestação crescente, de manifestações de rua e de um endurecimento claro da retórica sindical, a CGTP entra neste Dia do Trabalhador com um discurso de rutura e com a convicção de que o ciclo de mobilização está longe de terminar. Pelo contrário: a central sindical considera que está apenas a entrar numa nova fase.</p>
<p>No centro do conflito está o chamado pacote laboral do Governo, uma revisão profunda da legislação do trabalho que contempla mais de uma centena de alterações ao Código do Trabalho e que tem sido apresentada pelo Executivo como uma modernização estrutural do mercado laboral. Para a CGTP, porém, trata-se de uma ofensiva direta contra direitos conquistados ao longo de décadas.</p>
<p>No final da mais recente reunião do Conselho Nacional da central sindical, o secretário-geral, Tiago Oliveira, deixou claro que a posição da estrutura não sofreu qualquer alteração e que a contestação irá intensificar-se. Segundo afirmou, “vamos ter um grande 1.º de Maio para exigir a retirada do pacote laboral”, frase que sintetiza a linha política da CGTP para esta jornada.</p>
<p>A central considera que, apesar de meses de contactos institucionais e de aquilo que Tiago Oliveira classificou como um período de “suposta discussão”, o essencial da proposta governamental permanece intacto. Na leitura da CGTP, “nada muda” relativamente às linhas estruturais do diploma.</p>
<p><strong>Uma acusação frontal ao conteúdo da reforma laboral</strong><br />
A crítica sindical é abrangente e particularmente dura. A CGTP acusa o Governo de promover um modelo de relações laborais mais favorável às entidades patronais e mais penalizador para quem trabalha.</p>
<p>Segundo Tiago Oliveira, a proposta assenta em pilares que a central rejeita totalmente: “o aumento e a normalização da precariedade; o banco de horas com 150 horas de trabalho extraordinário não pago aos trabalhadores; o outsourcing; a facilitação dos despedimentos; o ataque à greve e à liberdade sindical; o ataque aos direitos de paternidade e maternidade; e a ilusão do pagamento em duodécimos do subsídio de Natal e de férias.”</p>
<p>Na leitura da CGTP, não está em causa uma mera revisão técnica do quadro legal. O que está em causa, defende, é uma alteração profunda do equilíbrio de forças entre capital e trabalho, com redução de garantias laborais e enfraquecimento dos mecanismos de proteção dos trabalhadores.</p>
<p>É precisamente essa convicção que explica o endurecimento da resposta sindical.</p>
<p><strong>Da manifestação à greve geral</strong><br />
A manifestação nacional de 17 de abril, que levou milhares de pessoas às ruas, é vista internamente pela central como um ponto de viragem. A CGTP considera que essa mobilização demonstrou que existe disponibilidade no terreno para formas mais intensas de luta.</p>
<p>Tiago Oliveira sublinhou precisamente isso ao afirmar que essa jornada “mostrou a disponibilidade dos trabalhadores para a luta”, reforçando a leitura de que há base social para avançar para novos protestos de maior dimensão.</p>
<p>Foi nesse contexto que o Conselho Nacional discutiu formalmente a possibilidade de convocar uma nova greve geral — cenário que ganha agora força e que poderá ser oficialmente anunciado neste próprio 1.º de Maio.</p>
<p>Em cima da mesa está uma paralisação nacional no início de junho, apontando-se o dia 2 como data provável. A confirmar-se, será um dos maiores testes políticos e sociais ao Governo desde o início da legislatura e uma das maiores mobilizações laborais dos últimos anos.</p>
<p>A intenção da CGTP é clara: transformar a contestação ao pacote laboral numa frente nacional de conflito social capaz de forçar o recuo do Executivo.</p>
<p><strong>Concertação Social sob ataque</strong><br />
Outro dos eixos centrais da ofensiva discursiva da CGTP é o ataque ao funcionamento da Concertação Social.</p>
<p>Tiago Oliveira foi particularmente incisivo ao afirmar que “a Concertação Social existe apenas com um objetivo que é colocar no Governo a possibilidade de legitimar as medidas que quer ver aprovadas na Assembleia da República.”</p>
<p>Na visão da central sindical, o mecanismo deixou de ser um verdadeiro espaço de negociação e converteu-se numa estrutura formal de validação política.</p>
<p>O dirigente sindical defendeu que esse fórum “devia servir, de facto, como local onde as diversas estruturas lá presentes pudessem contribuir de forma a melhorar as condições de vida de quem trabalha”, mas acusa o Executivo de ter seguido outro caminho.</p>
<p>A acusação é pesada. Segundo Tiago Oliveira, “este Governo fugiu à discussão com a CGTP ao longo destes meses”, optando por contactos paralelos e apenas remetendo posteriormente as conclusões para o espaço formal da Concertação Social, num processo que descreve como mera formalização de decisões já tomadas.</p>
<p>Na sua formulação mais dura, o secretário-geral foi ainda mais longe, afirmando: “Isto demonstra que este Governo, ao contrário do que disse e que tem tentado dizer, é um Governo profundamente antidemocrático.”</p>
<p><strong>Custo de vida entra no centro da contestação</strong><br />
A batalha contra o pacote laboral está também a ser ligada a uma narrativa mais ampla sobre perda de poder de compra e degradação das condições de vida.</p>
<p>A CGTP acusa o Governo de inação perante a subida do custo do cabaz alimentar, dos combustíveis e da habitação, num contexto internacional marcado pela guerra entre Estados Unidos, Israel e Irão e pelos impactos económicos associados ao bloqueio do estreito de Ormuz.</p>
<p>Tiago Oliveira considera que há um contraste cada vez maior entre os lucros acumulados por grandes grupos económicos e a pressão sentida por quem vive do salário.</p>
<p>Enquanto petrolíferas e grande distribuição continuam, segundo a central, a registar resultados muito elevados, os trabalhadores enfrentam uma erosão acelerada do rendimento disponível.</p>
<p>Daí a pergunta que lançou publicamente: “Como é possível não haver uma decisão política para travar isto?”</p>
<p>Para a CGTP, a resposta passa por uma mudança profunda de orientação económica e por uma “valorização salarial que permita uma justa distribuição da riqueza produzida.”</p>
<p><strong>Um 1.º de Maio com peso político</strong><br />
Mais do que uma data simbólica do calendário sindical, este 1.º de Maio assume um peso político particular.</p>
<p>A CGTP pretende fazer desta sexta-feira um momento de demonstração de músculo organizativo, pressão pública e afirmação de liderança na contestação social.</p>
<p>A mensagem que sai da central é inequívoca: “O pacote laboral está rejeitado, temos que o derrotar.”</p>
<p>Essa frase resume o estado atual da relação entre a maior central sindical portuguesa e o Executivo.</p>
<p>Se o anúncio de uma nova greve geral avançar hoje, Portugal entrará numa nova fase de tensão laboral, com junho a desenhar-se como o próximo grande palco de confronto entre Governo, patrões e trabalhadores.</p>
<p>Para já, a CGTP quer fazer deste Dia do Trabalhador uma afirmação coletiva de resistência — e um aviso claro de que a luta, longe de abrandar, está a ganhar dimensão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756303]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>1.º de Maio: CGTP e UGT esperam milhares nas iniciativas de Norte a Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 05:24:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A CGTP e a UGT esperam hoje a adesão de milhares de trabalhadores às iniciativas que têm agendadas em todo o país e preparam o anúncio de novas formas de luta, com a greve geral em cima da mesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A CGTP e a UGT esperam hoje a adesão de milhares de trabalhadores às iniciativas que têm agendadas em todo o país e preparam o anúncio de novas formas de luta, com a greve geral em cima da mesa. </P><br />
<P>Para assinalar o 1.º de Maio as duas centrais têm dezenas de iniciativas previstas de Norte a Sul do país, desde intervenções político-sindicais, &#8216;workshops&#8217;, corridas e momentos sindicais. </P><br />
<P>&#8220;Temos mais de 33 iniciativas em todas as regiões do país, que vão contar com milhares de trabalhadores e têm objetivos concretos, que são denunciar as dificuldades com que os trabalhadores se deparam, a brutalidade do aumento do custo de vida, do cabaz alimentar dos preços dos combustíveis e falta de resposta e a inércia do Governo perante isto&#8221;, adiantou à Lusa o secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira. </P><br />
<P>A intersindical garantiu que os trabalhadores vão também lutar pela &#8220;derrota do pacote laboral&#8221; e antecipou &#8220;ruas, praças e avenidas repletas de trabalhadores&#8221;, dando seguimento aos últimos nove meses de luta. </P><br />
<P>Tiago Oliveira avançou ainda que a CGTP vai apresentar aos trabalhadores um conjunto de formas de luta e não descartou a possibilidade de convocar uma nova greve geral. </P><br />
<P>&#8220;Aquilo que a CGTP esteve a discutir no seu conselho nacional é que perante a dimensão do ataque, maior terá de ser a resposta. A CGTP vai colocar diante dos trabalhadores este objetivo de continuar a luta&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>Questionado se vão avançar com a marcação de uma greve geral, Tiago Oliveira disse apenas que essa será uma das formas de luta em cima da mesa, tal como esteve ao longo dos últimos meses. </P><br />
<P>Entre as comemorações encontram-se a tradicional corrida do Dia do Trabalhador, com partida e chegada no Estádio 1.º de Maio. </P><br />
<P>A partir das 14:40, haverá um desfile entre o Martim Moniz e a Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa, onde será promovido um comício sindical, que terá como orador principal Tiago Oliveira.</P><br />
<P>Já na Avenida dos Aliados, no Porto, haverá uma manifestação, a partir das 15:00, e está prevista a intervenção do coordenador da União de Sindicatos do Porto e membro da Comissão Executiva da CGTP, Filipe Pereira. </P><br />
<P>No Porto, na Avenida dos Aliados, a partir das 15:00, haverá uma manifestação, onde intervirá Filipe Pereira, coordenador da União de Sindicatos do Porto e membro da Comissão Executiva da CGTP-IN.</P><br />
<P>Por sua vez, a UGT vai assinalar do 1.º de Maio com um conjunto de iniciativas no Centro Desportivo Nacional do Jamor, em Oeiras.  </P><br />
<P>Em declarações à Lusa, o secretário-geral adjunto da UGT, Sérgio Monte, adiantou que as comemorações têm início, pelas 10:30, com a realização da corrida UGT, que contará &#8220;com larguíssimas centenas de participantes&#8221;.  </P><br />
<P>Durante a tarde, além de atuações de tunas académicas e de ranchos folclóricos, decorrem as intervenções político-sindicais do presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, da presidente da UGT, Lucinda Dâmaso, e do secretário-geral da central sindical, Mário Mourão. O dia termina com as atuações musicais de Quim Barreiros e de Buzz Killers. </P><br />
<P>&#8220;Este ano não me atrevo a dar um número de adesão. Acho que a participação vai ser muito superior porque estamos a viver um momento um bocado conturbado e, pelos contactos que temos tido de trabalhadores não sindicalizados, é natural que tenhamos muito mais gente&#8221;, apontou Sérgio Monte. </P><br />
<P>O secretário-geral adjunto da UGT sublinhou que o 1.º de Maio &#8220;é sempre um dia de festa, mas também de luta&#8221;, em que as centrais sindicais apresentam as suas propostas e reivindicações. </P><br />
<P>Contudo, este ano tem uma especial relevância devido às negociações em torno do pacote laboral. </P><br />
<P>&#8220;Estamos a pensar reiterar a nossa proposta que foi entregue e que o Governo conhece bem. É uma proposta de alteração ao Código de Trabalho. Há matérias que constam da nossa resolução em que pouco ou nada se evoluiu e estão a condicionar o acordo&#8221;, apontou. </P><br />
<P>Entre os pontos enumerados na resolução da UGT estão a manutenção da reintrodução do banco de horas individual, a não aplicação de convenções coletivas aos trabalhadores em &#8216;outsourcing&#8217;, a manutenção da generalização dos serviços mínimos da greve e das restrições à atividade sindical. </P><br />
<P>Em 23 de abril, a ministra do Trabalho instou a UGT, que chumbou a última versão do pacote laboral, a &#8220;mostrar que quer efetivamente uma aproximação&#8221; e disse que vai convocar uma reunião de Concertação Social para 07 de maio para encerrar o processo negocial. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757106]]></sapo:autor>
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		<title>Tempo instável marca arranque do mês de maio com sol intermitente e chuvas dispersas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 05:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O mês de maio em Portugal inicia-se com um padrão meteorológico caracterizado por instabilidade moderada e temperaturas acima da média, segundo os dados mais recentes do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mês de maio em Portugal inicia-se com um padrão meteorológico caracterizado por instabilidade moderada e temperaturas acima da média, segundo os dados mais recentes do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Entre esta sexta-feira, 1 de maio, e a segunda quinzena do mês, o país deverá experienciar uma mistura típica da primavera, onde aguaceiros e trovoadas se alternam com períodos de sol.</p>
<p>O boletim sazonal do IPMA refere que, &#8220;na temperatura média mensal do ar prevê-se anomalia positiva e na precipitação total mensal sem sinal significativo&#8221;, indicando que o mês poderá registar temperaturas ligeiramente superiores ao habitual, apesar da persistente instabilidade.</p>
<p>O Dia do Trabalhador apresenta-se com céu parcialmente nublado em grande parte do território continental. A probabilidade de chuva é reduzida em relação a quinta-feira, 30 de abril, embora alguns aguaceiros pontuais ainda possam ocorrer, sobretudo nas regiões Norte e Centro. As temperaturas máximas no Sul e interior do país devem rondar os 22 ºC, enquanto no litoral norte os valores serão mais baixos. O vento será fraco, sem representar risco significativo para deslocações ou atividades ao ar livre.</p>
<p>Este perfil meteorológico sugere que a sexta-feira será o dia mais favorável do fim de semana prolongado para atividades externas, embora se recomende manter planos alternativos devido à possibilidade de chuviscos dispersos.</p>
<p><strong>Sábado e domingo: regressa a instabilidade</strong><br />
O fim de semana traz nova intensificação da instabilidade atmosférica. No sábado, 2 de maio, prevê-se céu muito nublado com aguaceiros, inicialmente nas regiões a norte do Tejo, que poderão estender-se ao Sul ao longo da tarde. A precipitação será de baixa intensidade, mas persistente, o que exige cautela na planificação de eventos ao ar livre.</p>
<p>No domingo, 3 de maio, as temperaturas devem subir de forma mais evidente, acompanhando a anomalia positiva prevista pelo IPMA. Apesar disso, a instabilidade residual poderá gerar precipitação dispersa, especialmente nas regiões serranas.</p>
<p><strong>Impacto geográfico: norte e centro mais afetados</strong><br />
A recomendação do IPMA é que as atividades ao ar livre sejam planeadas de acordo com a localização geográfica. No Algarve e no Baixo Alentejo, o tempo será predominantemente seco, permitindo passeios curtos mesmo com nuvens. Já no Norte e Centro, a presença de aguaceiros intermitentes sugere optar por programas em espaços cobertos, como atividades culturais ou gastronómicas.</p>
<p>As temperaturas máximas estarão em trajetória de subida, mas o sol raramente se fará sentir de forma plena. O vento deverá manter-se calmo, não condicionando significativamente a mobilidade ou atividades externas.</p>
<p><strong>Maio 2026: tendência para calor e trovoadas</strong><br />
O modelo europeu atualizado indica que maio de 2026 deverá registar temperaturas acima da média em grande parte do território continental, especialmente no interior e nas zonas raianas, com desvios de 0,5 a 1,5 ºC. As regiões costeiras, incluindo Lisboa, Setúbal e Algarve, e os arquipélagos dos Açores e Madeira, poderão experienciar arrefecimento temporário, devido ao efeito termorregulador do Atlântico.</p>
<p>As trovoadas, fenómenos típicos de maio, devem manter-se frequentes, originadas pelo contraste entre o calor à superfície e o ar frio em altitude. Estes episódios podem ser acompanhados por aguaceiros fortes, granizo e rajadas de vento, com maior incidência na primeira quinzena do mês.</p>
<p>A precipitação nesta época é altamente irregular: enquanto num ponto pode não chover, apenas alguns quilómetros de distância podem ocorrer aguaceiros intensos. Esta variabilidade torna essencial a consulta diária das previsões antes de qualquer deslocação ou atividade ao ar livre.</p>
<p>Entre 4 e 11 de maio, prevê-se precipitação acima da média em Portugal continental, Madeira e alguns Açores, com anomalias particularmente acentuadas no interior Centro e arquipélago madeirense (+10 a +30 mm). A segunda metade do mês tende a estabilizar, com predominância de altas pressões e redução significativa da chuva, indicando um final de maio mais seco e estável.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756300]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Novo vídeo mostra acusado de tentativa de homicídio de Trump a disparar contra agente</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/novo-video-mostra-acusado-de-tentativa-de-homicidio-de-trump-a-disparar-contra-agente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 05:09:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Procuradoria de Washington divulgou um novo vídeo que mostra Cole Allen, acusado de tentar assassinar o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no sábado passado, a disparar contra um agente do Serviço Secreto antes de ser detido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Procuradoria de Washington divulgou um novo vídeo que mostra Cole Allen, acusado de tentar assassinar o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no sábado passado, a disparar contra um agente do Serviço Secreto antes de ser detido. </P><br />
<P>&#8220;Estamos a publicar o vídeo já apresentado ao Tribunal Distrital dos Estados Unidos que mostra Cole Allen a disparar contra um agente do Serviço Secreto dos Estados Unidos&#8221;, afirmou na quinta-feira a procuradora Jeanine Pirro numa publicação acompanhada pelas imagens na rede social X. </P><br />
<P>As imagens partilhadas pela procuradora também mostram Allen no dia anterior ao ataque, a rondar a área onde se realizou o jantar de Donald Trump com os correspondentes na Casa Branca.</P><br />
<P>Allen, um professor da Califórnia de 31 anos, esteve presente na quinta-feira numa audiência de cerca de 15 minutos, na qual comunicou à juíza Moxila Upadhyaya que desiste de contestar a permanência na prisão, uma medida cautelar solicitada pela procuradoria.</P><br />
<P>Os advogados do arguido solicitaram à juíza que alterasse as condições de detenção de Allen, que permanece encarcerado o dia todo numa cela de isolamento, uma medida que consideram excessiva. </P><br />
<P>A magistrada, no entanto, respondeu que não tem autoridade sobre este assunto.</P><br />
<P>Allen enfrenta uma acusação por tentativa de homicídio de Trump, um crime que pode levar à prisão perpétua, e outras duas relacionadas com o transporte e uso de armas, embora a procuradoria tenha anunciado, na quinta-feira, que planeia apresentar &#8220;muitas mais&#8221; acusações contra o homem.</P><br />
<P>O acusado procurou entrar armado no salão do hotel onde decorria o jantar, com a presença de Trump e a primeira dama, Melania Trump, vários membros do Governo, o presidente da Câmara dos Representantes e cerca de dois mil convidados. </P><br />
<P>Segundo a acusação da procuradoria, pelas 20:30 (hora local), Allen contornou, a correr, o arco metálico de controlo de segurança, dirigiu-se para as escadas que davam acesso à sala do jantar e disparou uma arma. </P><br />
<P>Agentes do Serviço Secreto responderam com cinco disparos e Allen, sem ter sido atingido, caiu no chão, onde foi dominado. </P><br />
<P>O incidente não causou vítimas, se bem que os disparos tenham provocado a retirada de Trump.</P><br />
<P>O acusado deixou várias mensagens eletrónicas antes do ataque em que detalhava que o seu objetivo era Trump, a quem chamou &#8220;pedófilo, violador e traidor&#8221;.</P><br />
<P>Segundo documentos judiciais, Allen planificou o ataque durante semanas e viajou de comboio, desde a Califórnia, estando armado e para evitar os controlos de segurança dos aeroportos. </P><br />
<P>Além disso, reservou duas noites no hotel onde se realizava o jantar para poder entrar nas instalações como hóspede, que eram os únicos que podiam aceder ao hotel na ocasião.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757105]]></sapo:autor>
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		<title>Presidente de Timor-Leste pede aumento do emprego formal e proteção social para todos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 04:24:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente de Timor-Leste, José Ramos-Horta, apelou hoje para o aumento do emprego formal e da proteção social, a promoção do trabalho digno e o princípio de salário igual para funções iguais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente de Timor-Leste, José Ramos-Horta, apelou hoje para o aumento do emprego formal e da proteção social, a promoção do trabalho digno e o princípio de salário igual para funções iguais.</P><br />
<P>&#8220;Apelo ao Governo, aos empregadores e aos parceiros sociais para trabalharem em conjunto, com atenção às nossas realidades nacionais e às tendências globais. Isto significa expandir o emprego formal e a proteção social para todos&#8221;, disse José Ramos-Horta, numa mensagem por ocasião do Dia Mundial do Trabalhador.</P><br />
<P>O chefe de Estado defendeu também o reforço do diálogo social para promover &#8220;trabalho digno nos locais de trabalho&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Devemos fazer cumprir as normas de segurança e saúde no trabalho, mesmo perante novos riscos climáticos e tecnológicos, e assegurar o cumprimento rigoroso do Código do Trabalho e do princípio de salário igual para trabalho igual, sem qualquer tipo de discriminação&#8221;, salientou o também prémio Nobel da Paz.</P><br />
<P>Na mensagem, o Presidente timorense felicitou todos os trabalhadores, porque são quem constrói todos os dias Timor-Leste.</P><br />
<P>O vice-primeiro-ministro timorense e ministro Coordenador dos Assuntos Sociais de Timor-Leste, Mariano Assanami Sabino, anunciou quinta-feira que vai ser submetida uma proposta ao Conselho de Ministros para aumentar o salário mínimo no país.</P><br />
<P>O anúncio foi feito após um encontro com a Secretaria de Estado da Formação Profissional e Emprego e o presidente da Câmara de Comércio e Indústria de Timor-Leste, Jorge Serrano.</P><br />
<P>&#8220;Vai ser apresentado o esboço da proposta de lei do salário mínimo para o valor entre 154 e 160 dólares [valor entre os 131 e os 136 euros], sobre o qual o Conselho de Ministros tomará uma decisão em breve&#8221;, afirmou o vice-primeiro-ministro no final do encontro, no Palácio do Governo.</P><br />
<P>O salário mínimo em Timor-Leste é de 115 dólares (cerca de 98 euros).</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757104]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Companhias aéreas do Japão aumentam sobretaxas devido a custo do petróleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 04:16:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As duas maiores companhias aéreas do Japão começaram hoje a aplicar sobretaxas de combustível mais elevadas, devido ao aumento do preço do petróleo, na sequência da guerra no Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As duas maiores companhias aéreas do Japão começaram hoje a aplicar sobretaxas de combustível mais elevadas, devido ao aumento do preço do petróleo, na sequência da guerra no Irão.</P><br />
<P>A All Nippon Airways (ANA) e a Japan Airlines (JAL) começaram já a impor as sobretaxas que inicialmente estavam previstas para junho, mas que foram antecipadas em resposta à volatilidade do mercado, indicaram em comunicados no final de abril.</P><br />
<P>No caso dos voos da ANA, nas rotas que ligam o arquipélago à Europa, América do Norte, Médio Oriente e Oceânia, a sobretaxa representa um aumento de 75,55%, passando dos 31.900 ienes (173 euros), aplicados até agora, para os atuais 56 mil ienes (303 euros).</P><br />
<P>No que diz respeito à JAL, o aumento da sobretaxa de combustível nestas rotas para 56 mil ienes representa um aumento de 93,1% em relação ao preço anterior, uma percentagem semelhante à anunciada para outros destinos como Tailândia ou Índia.</P><br />
<P>As companhias aéreas japonesas juntaram-se assim a outras da Ásia, um continente fortemente dependente das importações de petróleo da região afetada pelo conflito.</P><br />
<P>A China registou um forte aumento das sobretaxas de combustível desde abril. Nesse mês, as companhias sul-coreanas anunciaram que começariam a aplicar o nível mais elevado de sobretaxas de combustível.</P><br />
<P>A Indonésia anunciou, por sua vez, no início de abril, um aumento de 28% na sobretaxa de combustível para aviões devido à guerra no Irão, além de declarar que permitiria às companhias aéreas aumentar o preço dos bilhetes nacionais em até 13%.</P><br />
<P>De acordo com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), o combustível representa até 30% dos custos operacionais das companhias aéreas, pelo que as flutuações significativas nos preços internacionais do petróleo as afetam substancialmente. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757103]]></sapo:autor>
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		<title>Confrontos em cidade australiana após detenção de suspeito de homicídio de criança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 03:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Confrontos violentos eclodiram perto de um hospital na cidade de Alice Springs, centro da Austrália, após a admissão do suspeito de assassinar uma menina de cinco anos da comunidade aborígene, indicou hoje a polícia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Confrontos violentos eclodiram perto de um hospital na cidade de Alice Springs, centro da Austrália, após a admissão do suspeito de assassinar uma menina de cinco anos da comunidade aborígene, indicou hoje a polícia.</P><br />
<P>Dois polícias, dois paramédicos e um bombeiro ficaram feridos durante os confrontos, declararam as autoridades policiais.</P><br />
<P>Imagens divulgadas pelos meios de comunicação social locais mostraram uma carrinha da polícia em chamas e uma multidão a gritar contra polícias armados, com gás lacrimogéneo a ser usado.</P><br />
<P>A violência ocorreu esta madrugada após a descoberta, a sul de Alice Springs, do corpo de uma menina, que as autoridades acreditam ser o de uma criança desaparecida, Kumanjayi Little Baby, de acordo com o nome comunicado pelos pais.</P><br />
<P>&#8220;Todos mantinham a esperança de que houvesse outro desfecho para este caso&#8221;, declarou hoje de manhã Martin Dole, comissário da polícia do Território do Norte, à emissora pública ABC.</P><br />
<P>&#8220;Por isso, quando fizemos esta descoberta ontem [quinta-feira], foi absolutamente devastador para todas as pessoas envolvidas, não apenas para os polícias, mas para toda a comunidade&#8221;, disse.</P><br />
<P>A criança desapareceu de um acampamento de uma comunidade local, desencadeando vastas operações de busca.</P><br />
<P>Algumas horas após a descoberta do corpo, a polícia anunciou ter identificado um suspeito, Jefferson Lewis.</P><br />
<P>O homem dirigiu-se então à comunidade indígena e foi espancado até ficar inconsciente, disse Dole.</P><br />
<P>Centenas de &#8220;pessoas enfurecidas&#8221; reuniram-se depois em frente ao hospital e tentaram entrar, sem sucesso, prosseguiu o responsável.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757102]]></sapo:autor>
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		<title>Organizados quase dois mil protestos na Venezuela no primeiro trimestre &#8211; relatório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 03:07:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Observatório Venezuelano de Conflitos Sociais (OVCS) registou 1.926 manifestações durante o primeiro trimestre de 2026, relacionadas com reivindicações económicas e sociais e com a defesa dos direitos civis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Observatório Venezuelano de Conflitos Sociais (OVCS) registou 1.926 manifestações durante o primeiro trimestre de 2026, relacionadas com reivindicações económicas e sociais e com a defesa dos direitos civis.</P><br />
<P>Os quase dois mil protestos registados entre janeiro e março de 2026 representam um aumento de 144% em comparação com os 788 registados durante o período homólogo, de acordo com o relatório &#8220;Conflituosidade Social no Primeiro Trimestre de 2026&#8221;.</P><br />
<P>Este período, explica-se no documento, esteve marcado pelo impacto político e geopolítico derivado da captura. em 03 de janeiro, do líder venezuelano Nicolás Maduro e da mulher, Cília Flores, em Caracas, por militares norte-americanos.</P><br />
<P>&#8220;Este facto constituiu um acontecimento sem precedentes na história política recente do país, provocando uma reconfiguração imediata das dinâmicas de poder e da tensão social&#8221;, explica-se.</P><br />
<P>Em janeiro de 2026 o OVCS registou 622 manifestações, 550 delas relacionadas com os direitos civis e políticos (88% do total), com destaque para as reivindicações relacionadas com a justiça, a liberdade e a participação política.</P><br />
<P>&#8220;Na sequência dos anúncios oficiais sobre os processos de libertação de presos políticos, na primeira semana de janeiro, realizou-se uma intensa jornada de manifestações e vigílias em frente a centros de detenção e instituições públicas, para exigir a libertação total de todos os presos políticos e o respeito pelo devido processo legal&#8221;, ainda de acordo com o relatório.</P><br />
<P>Em fevereiro, o OVCS documentou 599 manifestações, 71% relacionadas com os direitos civis e políticos, destacando-se a realização de 85 vigílias e pelo menos 12 greves de fome, protagonizadas principalmente por mulheres.</P><br />
<P>Os protestos de fevereiro refletiram a determinação dos venezuelanos em dar visibilidade à situação das pessoas privadas de liberdade e exigir respostas concretas por parte das autoridades.</P><br />
<P>Além disso, após a promulgação da Lei de Amnistia, familiares dos presos e a sociedade civil exigiram a sua aplicação ampla e sem exclusões, condenando a criminalização do protesto e as detenções relacionadas com o exercício dos direitos fundamentais.</P><br />
<P>Em março, os protestos registados pelo OVCS, aumentaram para 705, 64% deles por direitos económicos, sociais, culturais e ambientais.</P><br />
<P>&#8220;Os trabalhadores exigiram aumentos salariais, pensões dignas e a recuperação do poder de compra. Sindicalistas e trabalhadores de diversos setores condenaram a política de bónus [subsídio] salarial e exigiram a revogação da diretiva Onapre [norma que determina o orçamento público disponível e as quotas a aplicar], identificada como um mecanismo que tem agravado a precarização laboral&#8221;, explica-se ainda.</P><br />
<P>Os protestos de março coincidiram com manifestações relacionadas com o direito à justiça, lideradas por familiares de presos políticos, que exigem o fim da perseguição política e o respeito pelas garantias judiciais.</P><br />
<P>Segundo o OVCS, os direitos civis e políticos &#8220;consolidaram-se como o principal eixo da conflitualidade social na Venezuela, estando presentes em 1.228 manifestações, o que representa 64% do total dos protestos documentados&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;No contexto político atual, a cidadania dá destaque à defesa das liberdades fundamentais, ao acesso à justiça e ao restabelecimento das garantias democráticas, em resposta a um ambiente caracterizado pela persistência de restrições ao espaço cívico, práticas de controlo social e tutela internacional&#8221;, refere-se no documento.</P><br />
<P>O estado venezuelano de Miranda liderou o índice total de protestos, com 264 manifestações, seguido pelo Distrito Capital (260), Bolívar (152), Anzoátegui (141) e Sucre (141).</P><br />
<P>Em contrapartida, os estados com menos manifestações foram Guárico (14), Amazonas (13) e Apure (19).</P><br />
<P>&#8220;Esta menor incidência não implica ausência de conflitos, reflete cautela face à repressão, a menor cobertura mediática e fragilidades nas redes organizativas locais&#8221;, precisa-s no documento.</P><br />
<P>Sobre a modalidade de protesto mais frequente, o OVCS diz ter sido a concentração em 1.180 casos, seguida por vigílias (272), marchas (141) e o bloqueio de ruas ou avenidas (71).</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757101]]></sapo:autor>
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		<title>Cabo Verde/Eleições: Primeiro-ministro abre campanha a pedir &#8220;mais um mandato&#8221; para &#8220;consolidar ganhos&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 02:13:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente do Movimento para a Democracia (MpD), Ulisses Correia e Silva, disse na quinta-feira que se recandidata a um terceiro mandato como primeiro-ministro de Cabo Verde para "consolidar" os resultados da governação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Praia, 01 mai 2026 (Lusa) &#8212; O presidente do Movimento para a Democracia (MpD), Ulisses Correia e Silva, disse na quinta-feira que se recandidata a um terceiro mandato como primeiro-ministro de Cabo Verde para &#8220;consolidar&#8221; os resultados da governação.</P><br />
<P>No comício de abertura da campanha para as legislativas de 17 de maio, realizado no bairro de Achada Santo António, na capital, Praia, o líder do MpD pediu &#8220;mais um mandato para consolidar os ganhos conseguidos até agora, porque quem aprende a atravessar o mar bravo está mais bem preparado&#8221;.</P><br />
<P>O &#8220;mar bravo&#8221; foram dificuldades como a pandemia de covid-19, apesar das quais &#8220;Cabo Verde está melhor&#8221;, referiu, justificando-se com indicadores de crescimento económico e credibilidade internacional, com repercussão social interna.</P><br />
<P>Ulisses Correia e Silva, 63 anos, natural da Praia (ilha de Santiago), subiu ao palco pelas 22:20 (00:20 de hoje em Portugal) e durante cerca de uma hora fez um balanço de &#8220;um Cabo Verde positivo&#8221; que, apesar dos problemas, &#8220;está na moda&#8221; a nível internacional e que &#8220;a oposição não quer ver e cujos resultados menospreza&#8221;.</P><br />
<P>O candidato referiu que tem pela frente um adversário &#8220;que não garante estabilidade&#8221;, questionando se permite &#8220;dormir descansado com a nossa democracia&#8221;, numa alusão a Francisco Carvalho, presidente da Câmara da Praia e líder do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) &#8212; e que minutos antes tinha terminado o seu comício de abertura de campanha, noutro ponto da cidade.</P><br />
<P>&#8220;Uma coisa que nós não prometemos é que o ensino superior seja de graça: o nosso compromisso é aumentarmos as bolsas de estudo e a sua quantidade, porque queremos ter mais jovens com ensino superior&#8221; a par da construção de residências universitárias, disse, reagindo a uma das promessas do candidato da oposição.</P><br />
<P>As dificuldades nos transportes interilhas têm sido outro tema de debate, com o líder do PAICV a prometer ligações de barco a 500 escudos (4,5 euros) e de avião a 5.000 escudos (45 euros), mas o MpD questiona a proposta.</P><br />
<P>&#8220;Querem preços que põem a companhia no chão e que não viabilizam transportes&#8221;, perguntou, durante o comício, deixando a resposta: &#8220;nós queremos preços justos, viáveis, não de populismo, mas de realidade e com mais barcos e aviões para fazer ligações&#8221;, disse Ulisses Correia e Silva.</P><br />
<P>O líder do MpD acusou ainda Francisco Carvalho de ter transformado a Câmara da Praia num instrumento de combate ao Governo.</P><br />
<P>No discurso de recandidatura, defendeu os indicadores de crescimento económico, aceleração do crescimento turístico e ganhos sociais, na saúde, educação e empreendedorismo, com criação de instrumentos que promovem &#8220;uma mudança de atitude&#8221; e permitem à população &#8220;acreditar&#8221; em novas oportunidades.</P><br />
<P>Numa última metáfora, comparou os 10 anos de governação ao percurso de um carro que arrancou e cuja caixa de velocidades só deve aceitar mudanças mais altas, não pode voltar à primeira, &#8220;nem engatar marcha atrás&#8221;.</P><br />
<P>O discurso de Ulisses Correia e Silva foi precedido por uma intervenção de Joana Rosa, atual ministra da Justiça, que o descreveu como &#8220;o bom capitão&#8221; em defesa da estabilidade como recurso valioso do país que &#8220;não tem ouro nem petróleo&#8221;.</P><br />
<P>Também antes, Eurico Monteiro, outro quadro do partido e atual ministro da Promoção do Investimento, apontou o dedo a quem &#8220;promete tudo quase de graça&#8221; &#8212; numa crítica ao candidato do PAICV &#8212; considerando que se trata de &#8220;isco para o voto&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Cabo Verde para a Frente&#8221; é o lema do MpD para a campanha que arrancou na quinta-feira e decorre até 15 de maio.</P><br />
<P>O MpD e o PAICV alternam-se no poder em Cabo Verde desde 1991 e detêm atualmente 38 e 30 deputados na Assembleia Nacional, respetivamente, enquanto a União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID) tem quatro e ambiciona quebrar a tradição de maiorias absolutas.</P><br />
<P>Sem representação parlamentar, o Partido Popular (PP) e o Pessoas Trabalho e Solidariedade (PTS) concorrem em seis dos 13 círculos eleitorais.</P><br />
<P>Segundo a Comissão Nacional de Eleições (CNE), foram validadas 48 listas de deputados de cinco partidos.</P><br />
<P>A ilha de Santiago elege 33 dos 72 deputados, cabendo outros 33 às restantes ilhas e seis à diáspora.</P><br />
<P>O número de eleitores deverá crescer cerca de 7% face a 2021, para cerca de 419.700 inscritos.</P><br />
<P></P></p>
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