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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Ucrânia: Mais de 50 países denunciam na ONU comportamento &#8220;inaceitável&#8221; da Rússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 20:16:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 50 países, incluindo membros da União Europeia e da NATO, denunciaram hoje na ONU o comportamento "inaceitável" da Rússia, num comunicado lido pela chefe da diplomacia romena após a queda de um drone alegadamente russo na Roménia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 50 países, incluindo membros da União Europeia e da NATO, denunciaram hoje na ONU o comportamento &#8220;inaceitável&#8221; da Rússia, num comunicado lido pela chefe da diplomacia romena após a queda de um drone alegadamente russo na Roménia.</P><br />
<P>&#8220;Faço esta declaração em nome de 56 governos que representam os nossos aliados e parceiros da União Europeia e da NATO, bem como de nações parceiras de todo o mundo, juntos em solidariedade com o meu Governo, da Roménia. Na noite de 28 para 29 de maio, um drone russo que transportava explosivos entrou no espaço aéreo romeno, violando o direito internacional&#8221;, afirmou Oana-Silvia Toiu, na sede da ONU, em Nova Iorque.</P><br />
<P>&#8220;Este último incidente teve um impacto direto na segurança de civis inocentes na Roménia. Tal comportamento é inaceitável perante o direito internacional e deve cessar&#8221;, apelou a ministra, cercada por dezenas de embaixadores, incluindo de Portugal, dos Estados Unidos, França, Ucrânia, entre outros. </P><br />
<P>Os ataques contra civis exigem condenação nos termos mais fortes, onde quer que ocorram, insistiu a governante romena.</P><br />
<P>&#8220;Pela primeira vez, houve feridos entre a população romena. Duas pessoas ficaram feridas e vários moradores precisaram de atendimento médico. O impacto causou um incêndio e danos significativos, forçando a evacuação do prédio&#8221;, disse ainda a ministra, à porta do salão do Conselho de Segurança da ONU.</P><br />
<P>O Governo romeno pediu uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU para abordar precisamente esse incidente.</P><br />
<P>Na reunião, que aconteceu alguns minutos após a declaração proferida pela ministra da Roménia, a diretora da divisão para a Europa e Ásia Central dos Departamentos de Assuntos Políticos e de Consolidação da Paz e de Operações de Paz da ONU, Kayoko Gotoh, frisou que esta não foi a primeira violação relatada do espaço aéreo romeno por um drone armado desde a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia.</P><br />
<P>No entanto, sublinhou que foi a primeira vez que tal incidente resultou em vítimas.</P><br />
<P>De acordo com Gotoh, o incidente de sexta-feira ocorreu na sequência de uma tendência preocupante de incursões de drones nos espaços aéreos e águas territoriais dos países que fazem fronteira com a Ucrânia ou com a Federação Russa.</P><br />
<P>Nos últimos 12 meses, tais incidentes foram reportados pelas autoridades da Moldávia, Letónia, Lituânia, Estónia, Finlândia, Polónia, Cazaquistão e Bielorrússia, bem como em países da região mais vasta, como Bulgária, Grécia e Turquia, assinalou hoje a ONU.</P><br />
<P>&#8220;A perigosa trajetória de escalada e intensificação a que assistimos corre o risco de se descontrolar. O rumo atual precisa de mudar. O risco de erro de cálculo é particularmente perigoso para a segurança das instalações nucleares. Este risco só tem aumentado nos últimos dias&#8221;, alertou ainda a representante da ONU.</P><br />
<P>No passado sábado, a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) foi informada pela Central Nuclear de Zaporijia de que um drone atingiu um edifício de turbinas no local, causando, segundo relatos transmitidos à ONU, um buraco na parede.</P><br />
<P>Este foi o primeiro ataque deste tipo dentro do perímetro da central desde abril de 2024, assinalou hoje Kayoko Gotoh.</P><br />
<P>Já no domingo, a equipa da AIEA no local observou danos no exterior de um edifício de turbinas, referindo que pareciam consistentes com o impacto de um drone.</P><br />
<P>&#8220;Os ataques a instalações nucleares são imprudentes e inaceitáveis. Devem cessar imediatamente para evitar qualquer risco de acidente nuclear&#8221;, apelou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770825]]></sapo:autor>
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		<title>Sete mortos e mais de 800 moçambicanos vítimas de xenofobia na África do Sul &#8211; Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 20:05:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos sete moçambicanos morreram e mais de 800 foram vítimas de ataques xenófobos na África do Sul desde sexta-feira, anunciaram hoje as autoridades, que alertam para o agravamento da situação de segurança no país vizinho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos sete moçambicanos morreram e mais de 800 foram vítimas de ataques xenófobos na África do Sul desde sexta-feira, anunciaram hoje as autoridades, que alertam para o agravamento da situação de segurança no país vizinho.</P><br />
<P>O Gabinete de Informação de Moçambique (Gabimfo) avançou hoje, em comunicado, que pouco mais de 800 moçambicanos residentes na cidade de Mossel Bay, na província sul-africana de Cabo Ocidental, foram, na última sexta-feira, vítimas de acções de xenofobia, um problema recorrente na África do Sul.</P><br />
<P>&#8220;Há a lamentar a morte de sete cidadãos moçambicanos, cinco dos quais por consequência direta dos ataques xenófobos e outros dois como resultado de um acidente de viação, quando viajavam, em viatura particular, de regresso a Moçambique&#8221;, refere-se no documento.</P><br />
<P>Segundo o Gabimfo, só no último sábado, pelo menos 300 moçambicanos regressaram, por meios próprios, a Moçambique e os pouco mais de 500 nacionais que permanecem naquele país encontravam-se albergados, desde então, num local seguro no Cabo Ocidental, estando já a decorrer, a partir de hoje, o processo do seu repatriamento para Moçambique.</P><br />
<P>&#8220;Os referidos compatriotas serão levados aos seus locais de origem, designadamente onde possuem as suas residências. Os cidadãos em causa são oriundos das províncias do Sul de Moçambique &#8211; Gaza, Inhambane, Maputo e Cidade de Maputo &#8211; e da província de Manica, na região centro&#8221;, lê-se no comunicado. </P><br />
<P>À sua chegada à fronteira de Ressano Garcia, na Província de Maputo, os moçambicanos em processo de regresso forçado ao país recebem dois `kits´ alimentares, sendo um para o seu uso imediato e outro para os primeiros 10 dias de restabelecimento nas suas zonas de origem.</P><br />
<P>&#8220;Tendo em conta a volatilidade da situação &#8212; o que inclui a exigência, por parte de grupos anti-imigrantes, no sentido de certos grupos de estrangeiros abandonem aquele país até 30 de junho corrente &#8211;, prevê-se o agravamento do atual quadro, estando o Governo a trabalhar para a necessária mitigação&#8221;, alerta.</P><br />
<P>Face à situação, as autoridades moçambicanas garantem que têm estado, desde a ocorrência dos incidentes, a monitorar a situação, através do Consulado de Moçambique na Cidade do Cabo, que está engajado na prestação de assistência aos cidadãos nacionais afetados. </P><br />
<P>&#8220;De referir que o Governo continuará a fazer o seguimento apropriado, através das suas missões consulares naquele país vizinho, bem assim por intermédio do Instituto Nacional para as Comunidades Moçambicanas no Exterior (INACE) e do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD)&#8221;, conclui-se.</P><br />
<P>O porta-voz do Serviço Nacional de Migração (Senami) de Moçambique tinha dito hoje à Lusa que as autoridades sul-africanas vão deportar cerca de 600 moçambicanos vítimas de atos xenófobos naquele país.</P><br />
<P>&#8220;São cerca de 600 moçambicanos e só chegam amanhã [terça-feira]. São vítimas de xenofobia&#8221;, disse Juca Bata, porta-voz do Senami.</P><br />
<P>Segundo o responsável, os transportes com os moçambicanos partiram hoje por volta das 14:00 da Cidade do Cabo, África do Sul, e chegam a Maputo, em Moçambique, na terça-feira de manhã, através da fronteira de Ressano Garcia, a maior e principal entre os dois países.</P><br />
<P>Na altura, Juca Bata disse que as autoridades não tinham ainda dados sobre moçambicanos feridos ou mortos na África do Sul.</P><br />
<P>No domingo, o líder da comunidade moçambicana na África do Sul avançou que pelo menos quatro moçambicanos morreram e vários outros ficaram feridos durante confrontos com cidadãos sul-africanos em Mossel Bay.</P><br />
<P>A África do Sul tem registado manifestações e tensões sociais visando migrantes, sendo que, no início do mês, uma marcha contra a imigração culminou em ataques a negócios de estrangeiros na província do Cabo Oriental, no este do país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770822]]></sapo:autor>
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		<title>FMI alerta para riscos no crédito e defende reforço de funcionários no Banco Central do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 19:58:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou hoje para os riscos associados ao crédito pessoal no Brasil e defendeu medidas para enfrentar a escassez de funcionários do Banco Central (BC) brasileiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou hoje para os riscos associados ao crédito pessoal no Brasil e defendeu medidas para enfrentar a escassez de funcionários do Banco Central (BC) brasileiro.</P><br />
<P>Segundo a instituição, a solidez do sistema financeiro foi confirmada pelas conclusões do Programa de Avaliação do Setor Financeiro (FSAP, na sigla em inglês) realizado pelo organismo.</P><br />
<P>&#8220;O setor financeiro continua resiliente, com bancos bem capitalizados e líquidos. É importante manter a vigilância, sobretudo no que diz respeito aos riscos no crédito a pessoas físicas&#8221;, segundo o comunicado.</P><br />
<P>O FMI enviou uma equipa técnica ao Brasil entre os dias 18 e 29 de maio para analisar políticas e perspetivas económicas do país, o que incluiu encontros com autoridades locais. </P><br />
<P>No final de cada missão aos países-membros, o FMI divulga um comunicado com &#8220;constatações preliminares&#8221; e elabora um relatório técnico, ainda a ser aprovado pela Direção Executiva da instituição.</P><br />
<P>A equipa técnica do FMI afirmou hoje que os bancos brasileiros continuam bem capitalizados e com níveis adequados de liquidez, mas, apesar desse cenário, recomendou a manutenção da vigilância sobre potenciais vulnerabilidades no mercado de crédito.</P><br />
<P>A instituição destacou especialmente os riscos relacionados com as operações de crédito pessoal.</P><br />
<P>O último levantamento do Banco Central brasileiro, divulgado no final de abril, aponta que o endividamento das famílias atingiu 49,9%, um recorde na série histórica iniciada em 2006.</P><br />
<P>No relatório, o BC informa ainda que a percentagem do rendimento das famílias brasileiras com dívidas alcançou 29,7%.</P><br />
<P>Mais uma vez, o Banco Central brasileiro voltou a repetir que o cartão de crédito, a linha de crédito mais cara do mercado financeiro, é o vilão do endividamento das pessoas.</P><br />
<P>O juro médio total cobrado pelos bancos no cartão de crédito caiu de 435,9% ao ano em fevereiro para 428,3% em março. </P><br />
<P>Em resposta ao endividamento das famílias e aos seus efeitos na popularidade do Presidente brasileiro, Lula da Silva, o Governo lançou, no início do mês passado, um novo programa de renegociação de dívidas. </P><br />
<P>O fortalecimento dos quadros de funcionários do Banco Central brasileiro também foi destacado no comunicado divulgado hoje pelo corpo técnico do FMI. </P><br />
<P> &#8220;É prioridade reforçar a supervisão do sistema financeiro e do mercado de capitais &#8212; inclusive enfrentando a questão da escassez de pessoal do BCB e fortalecendo a proteção legal dos seus funcionários&#8221;, afirma.</P><br />
<P>A declaração do FMI ocorre depois do BC ter decretado, em novembro passado, a liquidação do Banco Master devido a crise de liquidez e graves violações às normas do Sistema Financeiro Nacional. </P><br />
<P>Um juiz do Tribunal de Contas da União, indicado para o cargo por políticos influentes ligados ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, usou a função para pressionar de forma intimidatória agentes do BC, mas recuou após repercussão negativa do seu comportamento.</P><br />
<P>Pivô da crise, Vorcaro está preso por múltiplos crimes, entre eles corrupção, suborno a agentes públicos, e por financiar milícias digitais para atacar o BC e defender o Master. </P><br />
<P>Dois diretores do Banco Central também foram afastados, suspeitos de receberem imóveis e recursos para favorecerem o Master. </P><br />
<P>O presidente do BC, Gabriel Galípolo, declarou há duas semanas, durante uma audiência no Senado, que o Master não representa risco para o sistema financeiro e comparou o banco a uma equipa da terceira divisão do futebol brasileiro.</P><br />
<P>Na ocasião, Galípolo pediu aos senadores reforço estrutural do BC por estar sem recursos para investir em tecnologia e com um défice de mil funcionários.  </P><br />
<P>&#8220;A gente vai ter que começar a fazer uma gestão de risco dizendo assim: &#8216;Não há cobertor para cobrir tudo. O que é mais sistémico vamos passar a analisar'&#8221;, frisou.</P><br />
<P>O escândalo do Master levou o BC a mudar regras que limitam o uso do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) pelos bancos como estratégia para atrair investidores e captar recursos no mercado financeiro.</P><br />
<P>O banco de Vorcaro prometia altos rendimentos aos investidores, usando o FGC &#8211; espécie de colchão de proteção do sistema financeiro &#8211; como garantia aos investidores em caso de quebra. </P><br />
<P>A liquidação do Master causou prejuízos da ordem dos 52 mil milhões de reais (cerca de 8,89 mil milhões de euros), valor que representa 30% do valor total do FGC para ressarcir os credores.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770820]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Líbano confirma acordo do Hezbollah para cessar-fogo com Israel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 19:51:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A embaixada dos Estados Unidos no Líbano indicou hoje que as autoridades de Beirute receberam a confirmação de que o grupo xiita Hezbollah aceitou uma proposta de Washington para um cessar-fogo com Israel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A embaixada dos Estados Unidos no Líbano indicou hoje que as autoridades de Beirute receberam a confirmação de que o grupo xiita Hezbollah aceitou uma proposta de Washington para um cessar-fogo com Israel.</P><br />
<P>&#8220;As autoridades libanesas receberam a confirmação de que o Hezbollah aceitou a proposta americana para uma cessação mútua dos ataques&#8221;, afirmou um comunicado da embaixada divulgado pela presidência do Líbano, pouco depois do anúncio do líder da Casa Branca, Donald Trump, de que tinha obtido um compromisso de ambas as partes.</P><br />
<P>A representação norte-americana detalhou que o acordo implica a suspensão dos ataques israelitas a Dahieh, nos subúrbios sul de Beirute e um bastião do grupo xiita apoiado pelo Irão, &#8220;em troca do compromisso do Hezbollah de se abster de lançar ataques contra Israel, sendo o cessar-fogo estendido a todo o Líbano&#8221;.</P><br />
<P>O gabinete do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, recusou para já comentar o anúncio desta trégua, segundo o jornal The Times of Israel.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770819]]></sapo:autor>
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		<title>Dois mortos nas praias no primeiro mês da época balnear &#8212; Autoridade Marítima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 19:18:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois mortos, 108 salvamentos e 67 ações de primeiros-socorros nas praias portuguesas é o balanço que a Autoridade Marítima Nacional (AMN) fez do primeiro mês da época balnear de 2026, foi hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Dois mortos, 108 salvamentos e 67 ações de primeiros-socorros nas praias portuguesas é o balanço que a Autoridade Marítima Nacional (AMN) fez do primeiro mês da época balnear de 2026, foi hoje divulgado.</P><br />
<P>Em comunicado, a ANM registou &#8220;entre 01 e 31 de maio, 108 salvamentos, 67 ações de primeiros-socorros e duas vítimas mortais nas praias portuguesas, neste caso uma morte por afogamento e outra por doença súbita, ambas em praia marítima fora da época balnear&#8221;.</P><br />
<P>Um dos acidentes mortais ocorreu em 26 de maio, na Praia do Molhe Leste, em Peniche, no distrito de Leiria, devido a doença súbita numa zona balnear não vigiada pois o dispositivo de vigilância naquela praia decorre entre 01 de junho e 15 de setembro.</P><br />
<P>O outro registou-se em 28 de maio, por afogamento, na Praia do Dragão Vermelho, na Costa de Caparica, em Almada, distrito de Setúbal, onde a vigilância balnear também se realiza de 01 de junho até 30 de setembro.</P><br />
<P>A época balnear, a nível nacional, decorre entre 15 de abril e 31 de outubro, mas a maioria dos municípios inicia o período de vigilância a partir de 01 de junho, embora as autarquias sejam livres de começar a época balnear antes ou depois dessa data.</P><br />
<P>Segundo a AMN, além dos dois acidentes mortais em praias marítimas fora da época balnear, em maio não se registaram mais mortes em praias marítimas vigiadas e não vigiadas ou em outras zonas marítimas sem vigilância.</P><br />
<P>Uma vez que &#8220;existe ainda um número significativo de praias que não possuem qualquer sistema de vigilância ou apoio a banhistas&#8221;, a Autoridade Marítima recomendou a frequência de &#8220;praias permanentemente vigiadas&#8221;, &#8220;vigiar permanentemente as crianças&#8221; e &#8220;respeitar a sinalização das bandeiras, das praias e as indicações dos nadadores-salvadores, dos agentes da autoridade&#8221; ou de outros &#8220;elementos que reforçam a vigilância nas praias&#8221;.</P><br />
<P>Os banhistas devem também &#8220;não se expor desnecessariamente ao risco&#8221;, respeitar &#8220;os períodos de digestão e não entrar em águas frias de forma repentina, de forma a evitar choques térmicos abruptos&#8221;, evitar &#8220;as horas de maior exposição solar (11:00-17:00)&#8221; e, &#8220;em caso de emergência, não entrar na água&#8221; e &#8220;chamar o nadador-salvador&#8221; ou ligar o 112.</P><br />
<P>De acordo com a portaria com a identificação das &#8220;águas balneares costeiras e de transição e das águas balneares interiores&#8221;, para 2026, a Agência Portuguesa do Ambiente identificou 671 águas balneares em Portugal, das quais 523 no continente, 88 na região autónoma dos Açores e 60 na Madeira.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770818]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Tarifas de gás natural sobem 6,4% a partir de outubro para famílias no mercado regulado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 19:14:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) aprovou um aumento de 6,4% nas tarifas de gás natural para os consumidores domésticos no mercado regulado, a aplicar no próximo ano gás, entre 01 de outubro de 2026 e 30 de setembro de 2027.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) aprovou um aumento de 6,4% nas tarifas de gás natural para os consumidores domésticos no mercado regulado, a aplicar no próximo ano gás, entre 01 de outubro de 2026 e 30 de setembro de 2027.</P><br />
<P>Em março, a proposta do regulador apontava para um aumento médio de 6,3% nas tarifas de gás natural para o mesmo período.</P><br />
<P>O impacto na fatura do gás natural, incluindo taxas e impostos, será de 0,91 euros por mês para um casal sem filhos e de 1,62 euros por mês para um casal com dois filhos, segundo contas da ERSE.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770817]]></sapo:autor>
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		<title>Instituto quer pressionar Parlamento a debater reforma do sistema eleitoral com iniciativa de cidadãos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 19:03:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Institute of Public Policy -- Lisbon (IPP) tenciona apresentar até ao próximo ano uma iniciativa legislativa de cidadãos para uma reforma profunda do sistema eleitoral português, considerando que obrigaria os partidos a funcionar de forma diferente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Institute of Public Policy &#8212; Lisbon (IPP) tenciona apresentar até ao próximo ano uma iniciativa legislativa de cidadãos para uma reforma profunda do sistema eleitoral português, considerando que obrigaria os partidos a funcionar de forma diferente.</P><br />
<P>A intenção foi anunciada pelo economista e antigo deputado do PS Paulo Trigo Pereira, que coordenou o estudo &#8220;Reformar o Sistema Eleitoral: redesenhar os círculos e mudar o boletim de voto?&#8221;, do Institute of Public Policy &#8212; Lisbon (IPP), e que foi apresentado hoje na Casa do Parlamento, em Lisboa, num evento também promovido pela Associação de Ex-Deputados à Assembleia da República (AEDAR).</P><br />
<P>Este estudo defende uma reforma profunda do sistema eleitoral português, englobando várias propostas como o redesenho dos atuais círculos eleitorais (agregando círculos mais pequenos e dividindo maiores), a criação de um círculo nacional de compensação ou mecanismos que reforcem a escolha direta dos eleitores sobre os candidatos, com o objetivo de colmatar desproporcionalidades de representação entre círculos eleitorais do litoral e interior e os chamados &#8220;votos desperdiçados&#8221;.</P><br />
<P>Perante uma plateia que contou com figuras como o ex-presidente do CDS José Ribeiro e Castro e o ex-ministro socialista  Jorge Lacão, Paulo Trigo Pereira afirmou que, &#8220;se o projeto chegar a bom porto&#8221;, o objetivo é obter as 20 mil assinaturas mínimas necessárias para apresentar ao Parlamento uma iniciativa legislativa de cidadãos durante o próximo ano.</P><br />
<P>De acordo com o economista, o diálogo sobre o tema tem sido reforçado com atuais deputados e ex-deputados, além da organização de iniciativas públicas de debate.</P><br />
<P>Durante a apresentação do seu contributo para o estudo &#8212; no qual, juntamente com Tiago Ricardo, é desenvolvida a ideia de um &#8220;sistema misto de representação proporcional personalizada&#8221;, com círculos uninominais e plurinominais de forma complementar &#8211; Paulo Trigo Pereira considerou que uma reforma do sistema eleitoral atual iria melhorar o funcionamento dos partidos.</P><br />
<P>&#8220;Achamos que a qualidade da democracia não depende só do sistema eleitoral, mas uma mudança obrigava à reformulação do funcionamento dos partidos. Se tivéssemos no Alentejo um único círculo, o funcionamento dos partidos tinha que ser alterado: as distritais de Évora, Beja e Portalegre tinham que começar a falar entre si&#8221;, exemplificou.</P><br />
<P>Trigo Pereira realçou ainda que o relatório engloba visões diferentes e não há uma proposta fechada, com os autores a discordar em alguns pontos.</P><br />
<P>O ex-ministro social-democrata António Capucho, que contribuiu para o estudo, também defendeu o redesenho dos círculos eleitorais bem como a criação de um círculo nacional &#8220;para a reposição da proporcionalidade e o aproveitamento dos &#8216;votos desperdiçados'&#8221;.</P><br />
<P>Capucho lembrou que nos anos 90 empenhou-se num projeto sobre o tema, que acabou chumbado no parlamento, e lamentou que os partidos não tenham tido &#8220;ímpeto reformista nesta matéria de há 28 anos a esta parte&#8221;.</P><br />
<P>O antigo presidente do CDS-PP José Ribeiro e Castro considerou que o sistema político reagiu &#8220;de forma vergonhosa&#8221; à revisão constitucional de 1997 que permitiu a possibilidade de criação de círculos uninominais e lamentou que o debate tenha &#8220;borregado&#8221; na questão sobre a redução do número de deputados. </P><br />
<P>O centrista afirmou que a qualidade de funcionamento dos partidos &#8220;baixou imenso&#8221;, que a representação eleitoral &#8220;está bastante estragada&#8221; e existe um &#8220;problema de doença da democracia que precisa de ser tratada por um fenómeno que encante as pessoas novamente&#8221;.</P><br />
<P>O antigo deputado socialista Jorge Lacão defendeu que uma reforma do sistema eleitoral &#8220;deve servir para garantir e reforçar a legitimidade dos eleitos&#8221;, conferindo mais &#8220;autoridade à representação parlamentar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Coisa que hoje não acontece, porque na maior parte dos casos os eleitos são números perfeitamente substituíveis&#8221;, lamentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770816]]></sapo:autor>
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		<title>Paulo Carmona eleito presidente da Infraestruturas de Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 19:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Infraestruturas de Portugal (IP) informou hoje que Paulo Carmona foi eleito presidente do Conselho de Administração Executivo para o triénio 2026-2028, na sequência da assembleia geral realizada em 22 de maio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Infraestruturas de Portugal (IP) informou hoje que Paulo Carmona foi eleito presidente do Conselho de Administração Executivo para o triénio 2026-2028, na sequência da assembleia geral realizada em 22 de maio.</P><br />
<P>Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a empresa pública indica que o Conselho de Administração Executivo passa ainda a ter como vice-presidentes Rui Miguel Alves de Oliveira Coutinho e Carlos Alberto João Fernandes.</P><br />
<P>Integram ainda o órgão executivo como vogais Ana Rita Baião Matos, Maria Amália Freire de Almeida, Maria Helena Arranhado Carrasco Campos e Alberto Manuel Feio Vasques de Sousa Aroso.</P><br />
<P>No entanto, segundo a IP, Alberto Aroso apresentou, em 25 de maio, uma declaração escrita de &#8220;não aceitação definitiva do cargo&#8221;, com produção de efeitos imediatos.</P><br />
<P>A eleição de Paulo Carmona confirma a sucessão à administração liderada por Miguel Cruz, cujo mandato, relativo ao triénio 2022-2024, se encontrava em gestão corrente há mais de um ano.</P><br />
<P>O nome do gestor já tinha recebido &#8216;luz verde&#8217; da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CReSAP), como tinha sido avançado pelo ECO.</P><br />
<P>Paulo Carmona era até agora diretor-geral da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG). É  licenciado em Administração e Gestão de Empresas pela Universidade Católica Portuguesa e completou formação executiva na mesma instituição, bem como na Kellogg School of Management, da Northwestern University, em Chicago, e na AESE Business School.</P><br />
<P> No percurso profissional, ocupou cargos de direção e administração em várias entidades ligadas à energia, finanças e gestão, tendo sido presidente da Entidade Nacional para o Mercado de Combustíveis, &#8216;chairman&#8217; da National Oil Reserves Agency Association e presidente executivo da Prio Bio em Portugal, Roménia e Brasil.</P><br />
<P>A IP informou também que a Mesa da Assembleia-Geral será presidida por José Manuel de Matos Passos e o Conselho Geral e de Supervisão por Duarte Pitta Ferraz.</P><br />
<P>Este último órgão integra ainda Pedro Fontes Falcão, Alice Maria Vaz Paulos, Teresa Isabel Carvalho Costa e João Pedro Guimarães Gonçalves Pereira.</P><br />
<P>Pedro Fontes Falcão foi designado presidente da Comissão para as Matérias Financeiras, mas o início de funções fica condicionado à autorização do Banco de Portugal, segundo informou empresa no mesmo comunicado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770814]]></sapo:autor>
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		<title>Acionistas da Toyota Caetano aprovam dividendos de 12,2 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:54:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os acionistas da Toyota Caetano aprovaram, em assembleia-geral, (AG) a distribuição de 12,2 milhões de euros em dividendos, segundo comunicado publicado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os acionistas da Toyota Caetano aprovaram, em assembleia-geral, (AG) a distribuição de 12,2 milhões de euros em dividendos, segundo comunicado publicado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).</P><br />
<P>Segundo a nota, &#8220;o montante global de dividendos a atribuir ao capital ascende a 0,35 euros por ação, o que, atendendo ao número de ações emitidas, no total de 35.000.000, perfaz o montante global de 12.250.000,00 euros&#8221;.</P><br />
<P>A AG da Toyota Caetano aprovou ainda os documentos referentes às contas de 2025 e outros pontos, incluindo a venda de um prédio urbano, em São João da Talha, por um preço superior a três milhões de euros.</P><br />
<P>A empresa registou, no ano passado, lucros consolidados de 25,6 milhões de euros, uma queda de 8,9% em relação a 2024, de acordo com o relatório e contas.</P><br />
<P>Já o volume de negócios atingiu 667 milhões de euros, &#8220;registando um crescimento de 1,3% face a 2024, o que evidencia uma evolução positiva da atividade&#8221;, indicou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770813]]></sapo:autor>
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		<title>Nem motor, nem avaria: família de aves transforma Ford F-250 gigante em maternidade e trava entrega</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:45:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[Ford F-250]]></category>
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					<description><![CDATA[Pick-up estava pronta para ser entregue ao novo proprietário quando um funcionário reparou num pequeno monte de palha junto a uma das rodas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma Ford F-250 Super Duty nova, já vendida e pronta para entrega nos Estados Unidos, ficou mais de um mês imobilizada no parque de um concessionário por um motivo improvável: uma família de aves decidiu construir o ninho numa das rodas da carrinha.</p>
<p>A história, contada pela &#8216;L’Automobile Magazine&#8217;, aconteceu num concessionário Ford em Olathe, no Kansas. A pick-up estava pronta para ser entregue ao novo proprietário quando um funcionário reparou num pequeno monte de palha junto a uma das rodas. Ao aproximar-se, percebeu que se tratava de um ninho ocupado por um casal de tordos-americanos, uma espécie protegida nos Estados Unidos.</p>
<p>O que parecia apenas um contratempo curioso acabou por impedir a entrega do veículo. Como a espécie está protegida por lei federal, o ninho não podia ser removido nem perturbado. A F-250, com cerca de três toneladas e seis metros de comprimento, ficou assim obrigada a esperar no parque do concessionário até que as aves deixassem o local.</p>
<p><strong>Uma carrinha gigante transformada em maternidade</strong></p>
<p>A situação começou no início de maio, quando um funcionário do concessionário estava a deslocar veículos para os fotografar e colocar nos anúncios. A F-250 já tinha comprador e aguardava apenas a entrega, mas a descoberta do ninho mudou os planos.</p>
<p>Num primeiro momento, os funcionários decidiram não mexer. Mas a história ganhou outra dimensão quando perceberam que o ninho continha quatro ovos. Depois de procurarem orientação sobre o que fazer, foram informados de que não podiam deslocar o ninho por se tratar de uma espécie protegida.</p>
<p>A solução foi simples, embora pouco habitual num concessionário automóvel: criar um perímetro de segurança à volta da carrinha e guardar as chaves para evitar que alguém a movesse por engano.</p>
<p><strong>Cliente teve de esperar, mas aceitou o atraso</strong></p>
<p>Apesar do incómodo, tanto os funcionários como o cliente terão recebido a situação com bom humor. O comprador da Ford F-250 teve de adiar a entrega da pick-up, mas o caso transformou-se numa pequena atração no concessionário.</p>
<p>Todos os dias, vários funcionários acompanhavam a evolução do ninho e dos quatro ovos azuis. Pouco depois, nasceram quatro crias, que acabaram por receber nomes inspirados no universo automóvel: Lugnut, Axle, Diesel e Turbo.</p>
<p>A partir daí, a carrinha deixou de ser apenas um veículo por entregar e passou a ser uma espécie de cenário improvisado para um documentário da natureza, em pleno parque de uma concessão Ford.</p>
<p><strong>Aves já começaram a voar, mas a Ford ainda espera</strong></p>
<p>Com o passar dos dias, as crias cresceram, ganharam penas e tornaram-se mais ágeis. Na passada quarta-feira, conseguiram finalmente voar pela primeira vez.</p>
<p>Ainda assim, a F-250 não pôde sair de imediato. Enquanto o ninho continuar ocupado, o veículo não deve ser movido. O proprietário terá, por isso, de esperar mais algum tempo antes de levar a carrinha para casa.</p>
<p>A espera, pelo menos, vem com uma história pouco comum para contar. Quando finalmente receber a pick-up, o dono terá também um álbum de fotografias completo da família de aves que viveu durante várias semanas na roda da sua futura Ford.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770503]]></sapo:autor>
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		<title>Sérgio Conceição vê oficializada saída do Al-Ittihad da Arábia Saudita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:44:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O treinador de futebol Sérgio Conceição viu hoje oficializada a sua saída prematura dos sauditas do Al-Ittihad, com os quais tinha contrato até junho de 2028.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O treinador de futebol Sérgio Conceição viu hoje oficializada a sua saída prematura dos sauditas do Al-Ittihad, com os quais tinha contrato até junho de 2028.</P><br />
<P>&#8220;O Al Ittihad anuncia a rescisão da relação contratual com o treinador principal da equipa de futebol, Sérgio Conceição, com efeito imediato. A decisão surge na sequência de uma análise e avaliação exaustivas do desempenho da equipa ao longo do período recente, em consonância com os objetivos e aspirações do clube para a próxima fase&#8221;, anunciou o clube.</P><br />
<P>Sérgio Conceição assumiu as rédeas do campeão saudita, mas não conseguiu ir além do quinto lugar no campeonato, sendo que na Liga dos Campeões asiática foi afastado nos quartos de final, pelos japoneses do Machida, que atingiram a final, perdida para o Al Ahli.</P><br />
<P>&#8220;O clube expressa a sua sincera gratidão e apreço ao treinador Sérgio Conceição e aos membros da sua equipa técnica pela dedicação e esforços demonstrados ao longo do seu mandato, desejando-lhes sucesso contínuo nos seus futuros empreendimentos profissionais&#8221;, acrescentou o emblema saudita.</P><br />
<P>Juntamente com o treinador português, que saiu por mutuo acordo, verificou-se igualmente a troca de diretor desportivo, com Ramón Planes a cessar funções, substituído por Franc Carbó.</P><br />
<P>Enquanto vários &#8216;media&#8217; italianos falam de um possível regresso de Conceição ao país, para orientar a Lazio, na qual já jogou, o Al-Ittihad revelou que a sua nova equipa técnica será &#8220;anunciada oportunamente&#8221;.</P><br />
<P>Depois de deixar o FC Porto, com o qual foi campeão em 2018, 2020 e 2022, vencendo ainda quatro edições da Taça de Portugal, três da Supertaça e uma da Taça da Liga, Sérgio Conceição orientou os italianos do AC Milan, e ganhou a Supertaça de Itália de 2024, deixando agora a Arábia Saudita sem troféus.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770812]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSD, PS e Chega ainda não entregaram todos os nomes para eleições de órgãos externos da Assembleia da República</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/psd-ps-e-chega-ainda-nao-entregaram-todos-os-nomes-para-eleicoes-de-orgaos-externos-da-assembleia-da-republica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:33:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O processo de renovação de vários órgãos externos dependentes da Assembleia da República continua incompleto, depois de PSD, PS e Chega não terem entregue dentro do prazo todos os nomes necessários para as eleições agendadas para 12 de junho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O processo de renovação de vários órgãos externos dependentes da Assembleia da República continua incompleto, depois de PSD, PS e Chega não terem entregue dentro do prazo todos os nomes necessários para as eleições agendadas para 12 de junho.</p>
<p>Apesar de os três partidos terem prolongado até à noite da passada sexta-feira as negociações e a apresentação dos candidatos para quatro vagas de juízes-conselheiros do Tribunal Constitucional e para o cargo de provedor de Justiça, continuam por preencher diversas nomeações consideradas essenciais para o funcionamento de vários organismos do Estado.</p>
<p>A informação foi confirmada ao <a href="https://www.publico.pt/2026/06/01/politica/noticia/partidos-falta-nomes-candidatos-eleicoes-parlamento-2176779" target="_blank" rel="noopener">jornal Público</a> pelo gabinete do presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, numa altura em que cresce a pressão para que os partidos concluam rapidamente o processo.</p>
<p><strong>Prazo terminou a 29 de maio</strong><br />
De acordo com a súmula da Conferência de Líderes realizada a 20 de maio, os partidos tinham até 29 de maio para apresentar candidaturas relativas às chamadas &#8220;eleições pendentes para entidades externas&#8221;.</p>
<p>Além das escolhas para o Tribunal Constitucional e para a Provedoria de Justiça, o calendário parlamentar previa igualmente a indicação de nomes para o mecanismo nacional de monitorização da implementação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.</p>
<p>Nesse caso, trata-se da escolha de duas personalidades de reconhecido mérito cuja designação compete ao presidente da Assembleia da República.</p>
<p>Contudo, várias das restantes nomeações continuam sem estar concluídas.</p>
<p><strong>Assunto poderá regressar à Conferência de Líderes</strong><br />
Caso a situação se mantenha nos próximos dias, o tema deverá voltar a ser discutido na reunião da Conferência de Líderes marcada para esta quarta-feira.</p>
<p>José Pedro Aguiar-Branco deverá insistir junto das bancadas parlamentares na necessidade de acelerar a apresentação dos nomes em falta, uma vez que alguns dos candidatos terão ainda de passar por audições parlamentares antes da respetiva eleição.</p>
<p>Essas audições caberão à Comissão de Assuntos Constitucionais, que terá igualmente a responsabilidade de ouvir os candidatos ao Tribunal Constitucional e ao cargo de provedor de Justiça.</p>
<p><strong>Renovação da fiscalização dos serviços de informações continua pendente</strong><br />
Entre os processos mais urgentes encontra-se a renovação do Conselho de Fiscalização do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP).</p>
<p>O mandato dos atuais membros terminou em maio, tornando necessária a eleição de uma nova equipa responsável pela supervisão dos serviços de informações portugueses.</p>
<p>Chegaram ao fim os mandatos de Mário Belo Morgado, antigo secretário de Estado Adjunto e da Justiça em governos do PS, de Constança Urbano de Sousa, ex-ministra da Administração Interna socialista, e de Joaquim da Ponte, antigo deputado e ex-presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo eleito pelo PSD.</p>
<p>A escolha dos novos membros exige uma maioria qualificada de dois terços dos deputados presentes em plenário, o que obriga a entendimentos entre os principais partidos representados na Assembleia da República.</p>
<p><strong>Chega tem de substituir representante na Comissão Nacional de Eleições</strong><br />
Outra das nomeações pendentes envolve a Comissão Nacional de Eleições (CNE).</p>
<p>O Chega terá de apresentar um novo representante para aquele órgão depois da renúncia de Fernando José Silva.</p>
<p>O jurista tinha sido eleito para a CNE em julho do ano passado, mas abandonou o cargo a 19 de maio deste ano.</p>
<p>A decisão surgiu depois de, em abril, também ter sido eleito pela Assembleia da República para integrar o Conselho Superior do Ministério Público.</p>
<p>Embora os dois cargos não fossem legalmente incompatíveis, Fernando José Silva comunicou ao plenário da Comissão Nacional de Eleições, realizado a 28 de abril, que considerava inadequada a acumulação das duas funções, optando por abandonar o lugar na CNE.</p>
<p><strong>Parlamento ainda não indicou representantes para novo órgão da Lusa</strong><br />
As eleições pendentes abrangem igualmente a constituição do novo Conselho Consultivo da Lusa.</p>
<p>A Assembleia da República tem de indicar três representantes para este órgão, cuja missão será acompanhar e avaliar o cumprimento do contrato de prestação do serviço público noticioso pela agência de notícias portuguesa.</p>
<p>O conselho terá ainda competências consultivas relativamente à nomeação da administração e do diretor de informação da agência, emitindo pareceres que, embora não sejam vinculativos, poderão influenciar futuras decisões.</p>
<p><strong>Conselho Nacional de Saúde aguarda renovação há quase um ano</strong><br />
Também permanece por concluir a renovação dos representantes dos utentes no Conselho Nacional de Saúde.</p>
<p>O Parlamento tem de eleger seis membros para este órgão, mas o processo continua por finalizar apesar de o mandato anterior ter terminado em junho do ano passado.</p>
<p>A demora significa que a substituição dos representantes já deveria ter ocorrido há vários meses, aumentando agora a pressão para que a Assembleia resolva simultaneamente um conjunto alargado de processos pendentes.</p>
<p><strong>Nomeações concentram atenções antes das eleições de 12 de junho</strong><br />
Com as eleições para diversos órgãos externos marcadas para 12 de junho, os próximos dias serão decisivos para que os partidos cheguem aos consensos necessários e apresentem os nomes em falta.</p>
<p>Além da escolha dos novos juízes-conselheiros do Tribunal Constitucional e do futuro provedor de Justiça, continuam por resolver nomeações com impacto direto na fiscalização dos serviços de informações, na supervisão do processo eleitoral, no acompanhamento da atividade da Lusa e na representação dos utentes no Conselho Nacional de Saúde.</p>
<p>A expectativa centra-se agora na reunião da Conferência de Líderes desta quarta-feira, onde o presidente da Assembleia da República deverá voltar a alertar para a necessidade de concluir rapidamente um processo que continua longe de estar fechado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770801]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Issa Doumbia contratado pelo Sporting ao Veneza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:32:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O médio italiano Issa Doumbia foi contratado pelo Sporting ao Veneza, anunciaram hoje os dois clubes de futebol, tendo assinado um contrato de cinco épocas com os 'leões', até 2031.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O médio italiano Issa Doumbia foi contratado pelo Sporting ao Veneza, anunciaram hoje os dois clubes de futebol, tendo assinado um contrato de cinco épocas com os &#8216;leões&#8217;, até 2031.</P><br />
<P>Em comunicado divulgado no seu site oficial, o Sporting informou que o jogador ficará com uma cláusula de rescisão de 80 milhões de (ME), mas não divulgou os valores envolvidos no negócio com o emblema transalpino, que, segundo a comunicação social portuguesa, rondam os 20 ME fixos, mais seis ME em variáveis.</P><br />
<P>Doumbia, de 22 anos, fez toda a carreira em Itália e alinhou pelo Veneza nas últimas duas épocas, ao contabilizar 10 golos e cinco assistências em 63 jogos, tendo contribuído em 2025/26 para a subida do clube da região do Véneto à Serie A, um ano depois da despromoção ao segundo escalão.</P><br />
<P>Nascido em Itália, mas com ascendência costa-marfinense, o médio completou a formação e estreou-se a nível sénior pelo AlbinoLeffe, sendo que representou a seleção transalpina no Europeu de sub-21, em 2025.</P><br />
<P>Doumbia é o terceiro reforço oficializado para 2026/27 pelo Sporting, cujo meio-campo já tinha recebido o uruguaio Rodrigo Zalazar, proveniente do Sporting de Braga por 30 ME fixos, na contratação mais cara da história &#8216;leonina&#8217;, e o brasileiro Pedro Lima, adquirido ao AVS, que desceu à II Liga.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770808]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Estágio de Portugal arranca com 23 e sem bicampeões europeus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:26:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal arrancou hoje o estágio para o Mundial2026 de futebol com um treino em que o selecionador Roberto Martínez contou com 23 jogadores e em que os recentes bicampeões pelo Paris Saint-Germain foram os únicos ausentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal arrancou hoje o estágio para o Mundial2026 de futebol com um treino em que o selecionador Roberto Martínez contou com 23 jogadores e em que os recentes bicampeões pelo Paris Saint-Germain foram os únicos ausentes.</P><br />
<P>Com já era esperado, Nuno Mendes, Vitinha, João Neves e Gonçalo Ramos falharam a primeira sessão de trabalho, devido à participação na final da Liga dos Campeões, e foram mesmo os únicos que não marcaram presença no relvado principal da Cidade do Futebol, em Oeiras.</P><br />
<P>Os quatro jogadores juntam-se à seleção nacional no sábado.</P><br />
<P>Martínez contou, assim, com 23 jogadores no relvado, incluindo o capitão Cristiano Ronaldo, com os quatro guarda-redes, como é habitual, a trabalharem à parte dos jogadores de campo durante os primeiros 15 minutos da sessão, aberta à comunicação social.</P><br />
<P>Com os termómetros a rondarem os 30 graus, os jogadores fizeram os habituais exercícios de aquecimento, perante Martínez e também o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Pedro Proença, e restantes membros da estrutura diretiva do organismo.</P><br />
<P>Para já, o estágio segue a &#8216;meio gás&#8217;, já que os jogadores têm a opção de pernoitar fora da Cidade do Futebol, situação que se irá manter até quarta-feira.</P><br />
<P>Na preparação para o próximo Campeonato do Mundo, o nono da sua história, sétimo seguido, Portugal vai realizar dois particulares, primeiro em 06 de junho com o Chile, no Estadio Nacional, em Oeiras, e depois com a Nigéria, em 10 de junho, em Leiria.</P><br />
<P>Depois de viajar no dia 12 de junho para Palm Beach, em Miami, na Florida, onde vai &#8216;montar&#8217; o seu centro de estágio, a seleção nacional vai disputar o Grupo K e tem estreia marcada para 17 de junho, frente à República Democrática do Congo, em Houston, numa partida com início agendado para as 12:00 locais (18:00 em Lisboa).</P><br />
<P>Segue-se o estreante Uzbequistão em 23 de junho, também em Houston e igualmente com início agendado para as 12:00 locais (18:00 em Lisboa), ficando o grupo fechado em 27 de junho, com Portugal a defrontar a Colômbia em Miami, num jogo que começa às 19:30 (00:30 de 28 de junho).</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro de sempre com 48 seleções, vai decorrer de 11 de junho a 19 de julho, nos Estados Unidos, no Canadá e no México.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770806]]></sapo:autor>
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		<title>Ministro diz que governos não podem fazer &#8220;política da terra queimada&#8221; e quer construção mais forte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:19:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro das Infraestruturas disse hoje, em Lisboa, que a construção deve aproveitar o ciclo de investimentos que está a decorrer e apelou aos próximos governos para que não "façam política de terra queimada".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro das Infraestruturas disse hoje, em Lisboa, que a construção deve aproveitar o ciclo de investimentos que está a decorrer e apelou aos próximos governos para que não &#8220;façam política de terra queimada&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Não se pode deixar a solução sempre nas costas dos políticos. Este setor de mãos dadas é mais forte. O Governo está a dar as oportunidades. Cabe ao setor ter um ganho de causa neste ciclo de investimentos&#8221;, afirmou Miguel Pinto Luz.</P><br />
<P>O governante, que falava na apresentação pública da Fundação da Construção, disse ser um objetivo que, após este ciclo de investimento, as empresas sejam mais saudáveis e que tenham incorporado mais talento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770804]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>FMI defende ajuste fiscal mais ambicioso para reduzir dívida pública brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:19:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou hoje que reformas fiscais significativas serão necessárias para colocar a dívida pública brasileira numa trajetória "firmemente decrescente", apesar da recuperação económica prevista para este ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou hoje que reformas fiscais significativas serão necessárias para colocar a dívida pública brasileira numa trajetória &#8220;firmemente decrescente&#8221;, apesar da recuperação económica prevista para este ano.</P><br />
<P>A equipa técnica do FMI avaliou que as medidas adotadas pelas autoridades melhoraram a posição fiscal do país, mas considerou necessário um esforço adicional.</P><br />
<P>O FMI enviou uma equipa técnica ao Brasil entre os dias 18 e 29 de maio para analisar políticas e perspetivas económicas do país, o que incluiu encontros com autoridades locais. </P><br />
<P>No final de cada missão aos países-membros, o FMI divulga um comunicado com &#8220;constatações preliminares&#8221; e elabora um relatório técnico, ainda a ser aprovado pela Direção Executiva da instituição.</P><br />
<P>Os dados mais recentes do Governo brasileiro apontam que a dívida pública subiu em abril para o patamar de 80,06% do Produto Interno Bruto (PIB), o que representa 10,44 biliões de reais (1,78 biliões de euros).</P><br />
<P>Segundo o corpo técnico do FMI, poupar receitas extraordinárias do petróleo e avançar com reformas para enfrentar a rigidez dos gastos e diminuir as reduções fiscais fortaleceria a sustentabilidade das contas públicas.</P><br />
<P>O FMI argumentou que essas medidas ajudariam a reduzir os custos da dívida pública e criariam espaço para investimentos considerados prioritários.</P><br />
<P>&#8220;Poupar receitas extraordinárias relacionadas ao petróleo simultaneamente às políticas focalizadas e temporárias de alívio aos efeitos do choque externo, bem como mobilizar receitas e enfrentar a rigidez nos gastos fortaleceriam a sustentabilidade da dívida pública&#8221;, informou o FMI em comunicado. </P><br />
<P>O FMI avaliou que a economia brasileira continua a demonstrar &#8220;notável resiliência diante de múltiplos choques&#8221;, incluindo os impactos da guerra no Médio Oriente sobre os preços globais da energia.</P><br />
<P>Segundo a instituição, o Brasil está relativamente protegido do aumetnto do preço do petróleo por ser exportador líquido da &#8216;commodity&#8217; e por contar com uma matriz elétrica amplamente baseada em fontes renováveis.</P><br />
<P>A entidade observou que o crescimento económico desacelerou em 2025 em consequência da política monetária restritiva e da redução do impulso fiscal, fatores que contribuíram para a desaceleração da inflação.</P><br />
<P>Os técnicos afirmaram que indicadores recentes apontam para uma retoma da atividade económica no início de 2026.</P><br />
<P>O FMI projeta que o crescimento brasileiro se fortaleça gradualmente até atingir cerca de 2,5% no médio prazo.</P><br />
<P>A instituição observou que a inflação recuou até o início deste ano, mas voltou a acelerar recentemente devido ao aumento dos preços globais da energia.</P><br />
<P>Segundo as projeções do organismo, a inflação deverá subir no curto prazo antes de convergir para a meta oficial de 3% até meados de 2028.</P><br />
<P>O FMI considerou apropriada a redução das taxas de juros promovida pelo Banco Central do Brasil nos últimos meses.</P><br />
<P>&#8220;Convém manter flexibilidade sobre o ritmo e momento dos próximos movimentos da política monetária, devido à elevada incerteza em torno da guerra no Oriente Médio e às novas pressões inflacionárias&#8221;, aconselha.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770803]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Negociações continuam e a um &#8220;ritmo acelerado&#8221; &#8211; Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:12:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano afirmou hoje que as negociações com o Irão continuam e a um "ritmo acelerado", após Teerão ter afirmado que iria retirar-se das negociações devido aos ataques de Israel ao Líbano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano afirmou hoje que as negociações com o Irão continuam e a um &#8220;ritmo acelerado&#8221;, após Teerão ter afirmado que iria retirar-se das negociações devido aos ataques de Israel ao Líbano.</P><br />
<P>&#8220;As negociações com a República Islâmica do Irão prosseguem a um ritmo acelerado&#8221;, escreveu Donald Trump na sua rede social Truth Social.</P><br />
<P>Momentos antes, Trump tinha afirmado que não tinha sido informado sobre a suspensão das negociações pelo Irão, anunciada anteriormente pelos meios de comunicação iranianos em resposta aos contínuos ataques do Exército israelita contra o Líbano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770802]]></sapo:autor>
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		<title>Suspeitas de corrupção: Albânia investiga projeto turístico de cunhado de Trump em área protegida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:10:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades anticorrupção da Albânia abriram uma investigação relacionada com um controverso projeto turístico associado a Jared Kushner, genro do presidente norte-americano Donald Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades anticorrupção da Albânia abriram uma investigação relacionada com um controverso projeto turístico associado a Jared Kushner, genro do presidente norte-americano Donald Trump, numa altura em que aumentam os protestos de cidadãos e organizações ambientalistas contra o empreendimento planeado para uma das zonas costeiras mais sensíveis do país.</p>
<p>A investigação está a ser conduzida pela Procuradoria Especial contra a Corrupção e o Crime Organizado da Albânia (SPAK), que confirmou ter iniciado diligências para apurar alterações ao estatuto de proteção ambiental e à propriedade de terrenos ocorridas em 2024, decisões que abriram caminho ao desenvolvimento turístico da área.</p>
<p>No centro da controvérsia está um projeto promovido pela empresa de investimento Affinity Partners, liderada por Jared Kushner, que prevê a construção de um vasto complexo turístico de luxo na ilha de Sazan e em várias centenas de hectares da paisagem protegida de Vjosa-Narta, no sul da Albânia.</p>
<p><strong>Área protegida alberga espécies sensíveis</strong><br />
A ilha de Sazan, localizada no Mar Adriático, encontra-se desabitada e integra uma região considerada ambientalmente sensível.</p>
<p>O projeto inclui também áreas inseridas na paisagem protegida de Vjosa-Narta, uma importante zona húmida costeira que serve de habitat a várias espécies protegidas, incluindo flamingos, focas e locais de nidificação de tartarugas marinhas.</p>
<p>A decisão de permitir o desenvolvimento turístico naquela região tem sido alvo de forte contestação por parte de movimentos cívicos e organizações ambientalistas, que acusam o Governo de colocar em risco um património natural de elevado valor ecológico.</p>
<p>A SPAK confirmou a abertura da investigação na segunda-feira, embora não tenha divulgado mais detalhes sobre o processo.</p>
<p><strong>Projeto prevê complexo turístico de grande dimensão</strong><br />
Em agosto de 2024, Jared Kushner anunciou planos para transformar a área num destino turístico de luxo através da Affinity Partners.</p>
<p>No início de 2026, Kushner visitou o local acompanhado pela mulher, Ivanka Trump, reforçando o interesse da empresa no desenvolvimento do empreendimento.</p>
<p>Numa entrevista recente, o primeiro-ministro albanês, Edi Rama, confirmou que continuam em curso negociações entre o Governo e Kushner sobre o projeto.</p>
<p>Segundo as informações divulgadas, o complexo poderá incluir cerca de 10 mil quartos de hotel, transformando-se num dos maiores investimentos turísticos da região.</p>
<p>Nem Jared Kushner nem a Affinity Partners responderam aos pedidos de comentário sobre a investigação em curso.</p>
<p><strong>Questões sobre negócios e influência política</strong><br />
A polémica surge também devido ao papel desempenhado por Kushner na administração norte-americana.</p>
<p>Além de liderar a Affinity Partners e gerir um vasto portefólio imobiliário avaliado em milhares de milhões de dólares, Kushner exerce funções como enviado especial de Donald Trump para a paz e participa em negociações diplomáticas relacionadas com Gaza, o Irão e a guerra na Ucrânia.</p>
<p>Esta acumulação de responsabilidades políticas e empresariais tem levado alguns críticos a questionarem possíveis conflitos de interesses e a relação entre os seus investimentos privados e as suas funções diplomáticas.</p>
<p><strong>Primeiro-ministro rejeita críticas</strong><br />
Perante o aumento da contestação, o primeiro-ministro albanês, Edi Rama, procurou defender o projeto e afastar as acusações de impacto ambiental.</p>
<p>Falando no parlamento albanês, o chefe do Governo afirmou que o empreendimento não invade qualquer reserva natural protegida.</p>
<p>Rama acrescentou que a proposta final ainda não foi formalmente apresentada e que o estudo de impacto ambiental continua por concluir.</p>
<p>“O meu objetivo é transformar a Albânia num país que seja um destino invejado na região, e este projeto faz parte desse esforço”, declarou o primeiro-ministro.</p>
<p><strong>Protestos intensificam-se no sul do país</strong><br />
A oposição ao empreendimento ganhou nova dimensão nas últimas semanas.</p>
<p>Os protestos começaram a intensificar-se no final de maio, depois de os promotores do projeto terem instalado grandes vedações encimadas por arame farpado na zona de Zvernec, no sul da Albânia.</p>
<p>Segundo os manifestantes, essas estruturas impediram o acesso de residentes e turistas à praia, alimentando a revolta popular.</p>
<p>Na noite de domingo, centenas de cidadãos e representantes de várias organizações ambientalistas concentraram-se junto a edifícios governamentais para exigir o cancelamento do projeto.</p>
<p>Entre as reivindicações apresentadas estavam a preservação da área protegida, o fim do desenvolvimento urbanístico previsto para a região e até a demissão do primeiro-ministro.</p>
<p>Os protestos deverão prosseguir nos próximos dias. Está prevista uma nova manifestação em Tirana, bem como outra ação de contestação junto da área do projeto, perto da cidade costeira de Vlora, a 6 de junho.</p>
<p><strong>Confrontos levam a detenções e sanções</strong><br />
A tensão aumentou após a divulgação de imagens captadas durante os protestos de sábado.</p>
<p>Os vídeos mostram alegadamente seguranças privados a agredir um manifestante e a arrastá-lo por uma encosta, ao mesmo tempo que ameaçavam outros participantes que tentavam remover as vedações e impedir o avanço das obras.</p>
<p>Na sequência do incidente, as autoridades albanesas revogaram as licenças de duas empresas de segurança privada envolvidas na operação.</p>
<p>Um dos seguranças foi detido e colocado em prisão preventiva.</p>
<p>Ao mesmo tempo, cerca de 15 manifestantes foram formalmente acusados pelas autoridades, enquanto o responsável policial local foi afastado das suas funções.</p>
<p><strong>SPAK mantém elevado nível de confiança pública</strong><br />
A investigação está a ser conduzida pela SPAK, organismo criado em 2019 no âmbito da profunda reforma judicial promovida pela Albânia com apoio da União Europeia e dos Estados Unidos.</p>
<p>A estrutura opera de forma independente do sistema judicial tradicional e tem conduzido investigações contra altos responsáveis políticos de diferentes quadrantes partidários.</p>
<p>Segundo várias sondagens independentes, a SPAK é atualmente considerada a instituição mais confiável do país.</p>
<p><strong>Processo surge em momento decisivo para adesão à União Europeia</strong><br />
A polémica acontece numa fase particularmente importante para a Albânia no plano internacional.</p>
<p>O país estabeleceu como objetivo aderir à União Europeia até 2030 e já abriu todos os capítulos de negociação do processo de adesão.</p>
<p>Ainda esta semana, os líderes dos 27 Estados-membros da União Europeia deverão reunir-se em Montenegro com representantes dos Balcãs Ocidentais, incluindo o primeiro-ministro Edi Rama, para discutir o alargamento do bloco europeu.</p>
<p>O escrutínio internacional sobre questões relacionadas com o Estado de direito, a proteção ambiental e a transparência institucional poderá, por isso, ganhar ainda maior relevância nos próximos meses.</p>
<p>Esta não é a primeira vez que um investimento da Affinity Partners enfrenta dificuldades na região dos Balcãs.</p>
<p>Em 2025, a empresa abandonou um grande projeto imobiliário na Sérvia após controvérsias públicas e investigações conduzidas pelas autoridades anticorrupção locais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770796]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Trump diz ter acordo de Israel e Hezbollah para suspensão de confrontos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:04:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, disse hoje ter obtido um compromisso do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e do grupo xiita libanês Hezbollah para cessarem os confrontos, depois de contactar com ambos os lados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, disse hoje ter obtido um compromisso do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e do grupo xiita libanês Hezbollah para cessarem os confrontos, depois de contactar com ambos os lados.</P><br />
<P> Trump afirmou na rede Truth Social que teve uma conversa &#8220;muito boa&#8221; com o Hezbollah através de intermediários, e que o grupo libanês apoiado pelo Irão &#8220;cessará completamente o fogo&#8221; contra Israel&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Israel não os atacará e eles não atacarão Israel&#8221;, declarou o líder norte-americano, que disse ter obtido também a garantia de Netanyahu de que as tropas israelitas não chegarão à capital do Líbano.</P><br />
<P>&#8220;Tive uma conversa muito produtiva com o primeiro-ministro israelita &#8216;Bibi&#8217; Netanyahu e não haverá tropas a caminho de Beirute, e as tropas que estavam a caminho já estão a regressar&#8221;, relatou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770795]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Trump afirma que &#8220;não haverá problema&#8221; se Teerão suspender negociações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:54:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano negou hoje ter sido informado sobre a suspensão das negociações pelo Irão e disse que se tal acontecer "não haverá problema", após Teerão se ter oposto aos bombardeamentos de Israel contra o Líbano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano negou hoje ter sido informado sobre a suspensão das negociações pelo Irão e disse que se tal acontecer &#8220;não haverá problema&#8221;, após Teerão se ter oposto aos bombardeamentos de Israel contra o Líbano.</P><br />
<P>&#8220;É algo lógico, porque são melhores negociadores do que combatentes. Mas não nos informaram sobre isso&#8221;, disse Donald Trump numa entrevista telefónica à emissora de televisão norte-americana NBC News.</P><br />
<P>Trump disse que mesmo que Teerão tivesse abandonado a mesa de negociações &#8220;não haveria problema nenhum&#8221;.</P><br />
<P>O líder republicano considerou que as partes &#8220;falaram demais&#8221;, pelo que &#8220;manter o silêncio seria muito bom&#8221;, embora tenha assegurado em seguida que esta falta de comunicação não significa que os Estados Unidos vão &#8220;começar a lançar bombas por todo o lado&#8221;.</P><br />
<P>Donald Trump defendeu o bloqueio aos portos iranianos que impôs após Teerão ter fechado o estreito de Ormuz, na sequência do início dos ataques israelo-americanos, a 28 de fevereiro.</P><br />
<P>&#8220;Manteremos o bloqueio&#8221;, assegurou, antes de reiterar que pode &#8220;esperar todo o tempo que [as autoridades iranianas] quiserem&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estão a perder uma fortuna&#8221;, acrescentou Trump.</P><br />
<P>As palavras de Trump surgem momentos depois de Teerão ter suspendido as negociações com Washington para o cessar-fogo, em resposta aos contínuos ataques do Exército israelita contra o Líbano, segundo os media iranianos.</P><br />
<P>A equipa de negociação iraniana tomou a decisão de suspender &#8220;o diálogo e a troca de mensagens através de intermediários&#8221; com o Governo norte-americano, alegando que o acordo de cessar-fogo pactuado inclui território libanês e, por conseguinte, que os ataques de Israel contra o país vizinho violaram a trégua, segundo divulgou a agência noticiosa oficial iraniana Tasnim.</P><br />
<P>Assim, as autoridades iranianas assinalaram que não haverá mais conversações até que seja garantida a cessação das operações das Forças de Defesa de Israel contra o Líbano e a retirada total das tropas israelitas das zonas ocupadas neste país, acrescentou a Tasnim.</P><br />
<P>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ordenou hoje às tropas que lançassem novos bombardeamentos contra a capital libanesa, Beirute.</P><br />
<P>Em resposta, a Guarda Revolucionária iraniana ameaçou atacar Israel em resposta à campanha militar levada a cabo pelo Estado judaico no Líbano e na Faixa de Gaza.</P><br />
<P>&#8220;O Irão considera que ultrapassar as linhas vermelhas no Líbano e em Gaza equivale a uma guerra direta&#8221; e, &#8220;em resposta, está determinado a conduzir operações defensivas&#8221; e a &#8220;abrir novas frentes&#8221;, declarou o exército ideológico, numa referência às operações militares israelitas nos territórios palestinianos e à ofensiva no país vizinho.</P><br />
<P>Teerão ameaçou bloquear completamente o estreito de Ormuz e ativar outras frentes, incluindo o estreito de Bab al-Mandeb &#8212; que liga o Mar Vermelho ao Golfo de Áden e constitui um ponto estratégico para o transporte marítimo, uma vez que canaliza o tráfego para o Canal do Suez &#8212; também em retaliação.</P><br />
<P>Estas novas tensões surgem no meio das negociações entre os Estados Unidos e o Irão para pôr fim à guerra.</P><br />
<P>No final da semana passada, foi noticiado que Teerão e Washington tinham chegado a um acordo preliminar, que aguardava apenas a aprovação de Donald Trump, mas os meios de comunicação norte-americanos afirmaram posteriormente que o republicano solicitou a alteração de algumas disposições do rascunho.</P><br />
<P>No meio destas negociações, o Irão e os Estados Unidos voltaram a trocar ataques esta madrugada, com o bombardeamento norte-americano a Goruk e à ilha de Qeshm e a resposta iraniana contra a base de onde partiu o ataque.</P></p>
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