<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Sun, 09 Aug 2026 13:50:06 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Irão: Pezeshkian analisa com aiatola Khamenei situação económica e guerra com EUA</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-pezeshkian-analisa-com-aiatola-khamenei-situacao-economica-e-guerra-com-eua/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irao-pezeshkian-analisa-com-aiatola-khamenei-situacao-economica-e-guerra-com-eua/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 13:50:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/irao-pezeshkian-analisa-com-aiatola-khamenei-situacao-economica-e-guerra-com-eua/</guid>

					<description><![CDATA[O Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, reuniu-se com o líder supremo do país, Mojtaba Khamenei, para analisar a situação económica e a guerra com os Estados Unidos, informaram hoje os meios de comunicação social do Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, reuniu-se com o líder supremo do país, Mojtaba Khamenei, para analisar a situação económica e a guerra com os Estados Unidos, informaram hoje os meios de comunicação social do Irão.</p>
<p>O anúncio da reunião surge no meio de especulações sobre o estado de saúde da mais alta autoridade política e religiosa do Irão, que não aparece em público desde que foi nomeado, em março.</p>
<p>A televisão estatal iraniana informou que Pezeshkian se reuniu com Khamenei por ocasião do início do seu terceiro ano à frente do Governo, tendo os dois analisado os problemas do país, incluindo questões como a deterioração da economia, com uma inflação de 88%, e a guerra com os Estados Unidos e Israel.</p>
<p>Khamenei e Pezeshkian trocaram também opiniões sobre as formas de garantir recursos e gerir as despesas &#8220;em riais, divisas e energia&#8221;, bem como sobre a cooperação económica com parceiros estrangeiros.</p>
<p>A informação oficial não precisou quando nem onde ocorreu a reunião e não divulgou imagens do encontro.</p>
<p>Mojtaba Khamenei foi nomeado líder supremo em março, após a morte do pai, Ali Khamenei, em ataques de Israel e dos Estados Unidos no primeiro dia da guerra, a 28 de fevereiro, nos quais morreram também a mulher e outros familiares.</p>
<p>Desde então, não apareceu em público, nem sequer no funeral do pai e antecessor, no início de julho, tendo apenas divulgado comunicados que são lidos por apresentadores na televisão estatal ou partilhados nas redes sociais, o que alimentou rumores e especulações sobre o seu paradeiro e estado de saúde.</p>
<p>Nos últimos dias, vários meios de comunicação israelitas, entre os quais o Canal 14 e o The Jerusalem Post, noticiaram, citando fontes iranianas, que Khamenei se encontra num &#8220;estado muito grave&#8221; desde o bombardeamento israelita que matou o pai.</p>
<p>Os meios de comunicação estatais iranianos divulgaram no sábado um vídeo, sem data, de Khamenei, no qual aparece a dar uma aula religiosa a um grupo de pessoas e que parece ter sido gravado antes da guerra, sem que seja possível obter uma confirmação independente.</p>
<p>A publicação não forneceu pormenores sobre a data em que as imagens foram captadas nem explicou por que razão foram agora divulgadas.</p>
<p>Uma das poucas informações confirmadas foi avançada pelo embaixador iraniano em Chipre, Alireza Salarian, ao diário britânico The Guardian.</p>
<p>&#8220;Sei que ficou ferido no ataque e que se encontra no hospital&#8221;, afirmou Salarian numa entrevista publicada a 11 de março, duas semanas depois do bombardeamento que matou Ali Khamenei e metade da família no seu complexo em Teerão.</p>
<p>Praticamente ao mesmo tempo que foi divulgada a reunião, a agência noticiosa iraniana Mizan, ligada ao poder judicial do país, publicou uma declaração de um dos comandantes dos Basij, a força paramilitar iraniana ao serviço do aiatola, que garantiu que nas próximas horas divulgará imagens do líder supremo &#8220;entre o povo, a passear na rua e reunido com os comandantes das Forças Armadas&#8221;, sem avançar mais pormenores.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/irao-pezeshkian-analisa-com-aiatola-khamenei-situacao-economica-e-guerra-com-eua/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799225]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Confrontos com a polícia no Uíge fizeram 31 feridos, dez graves &#8212; UNITA</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/confrontos-com-a-policia-no-uige-fizeram-31-feridos-dez-graves-unita/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/confrontos-com-a-policia-no-uige-fizeram-31-feridos-dez-graves-unita/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 13:45:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/confrontos-com-a-policia-no-uige-fizeram-31-feridos-dez-graves-unita/</guid>

					<description><![CDATA[Pelo menos 31 pessoas ficaram feridas, dez com gravidade, na sequência da intervenção da polícia junto à sede da UNITA no Uíge, no sábado, disse hoje à Lusa o secretário-geral da JURA, organização juvenil do partido, Nelito Ekuikui.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos 31 pessoas ficaram feridas, dez com gravidade, na sequência da intervenção da polícia junto à sede da UNITA no Uíge, no sábado, disse hoje à Lusa o secretário-geral da JURA, organização juvenil do partido, Nelito Ekuikui.</p>
<p>Os incidentes ocorreram quando a Polícia Nacional cercou a sede provincial do partido, para impedir um ato político no âmbito da IV Reunião Ordinária do Comité Nacional da JURA, para assinalar o 92.º aniversário do fundador da UNITA, Jonas Savimbi.</p>
<p>O secretário-geral da JURA, o braço juvenil da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), afirmou que os feridos com gravidade continuam internados, enquanto os que sofreram ferimentos ligeiros tiveram alta ao longo da noite de sábado.</p>
<p>Segundo Ekuikui, entre os feridos há uma mulher com ferimentos profundos no rosto na sequência de uma queda, mas também casos provocados por disparos, tendo o dirigente referido o uso de munições &#8220;de caçadeira&#8221;.</p>
<p>O responsável relatou que os militantes se encontravam em frente ao secretariado provincial da UNITA quando a polícia começou a disparar gás lacrimogéneo, obrigando-os a refugiar-se no interior da sede.</p>
<p>Descreveu ainda que as forças policiais criaram &#8220;várias barreiras&#8221; e interditaram os acessos, tendo desmobilizado por volta das 21:00 de sábado.</p>
<p>O dirigente adiantou que a direção da UNITA está a regressar a Luanda e que, durante o dia de sábado, o governador provincial do Uíge e o comandante provincial da polícia permaneceram incontactáveis.</p>
<p>Ekuikui referiu que, hoje de manhã, o Comando Provincial da polícia enviou uma escolta para acompanhar a caravana da direção da UNITA, mas que o partido a dispensou por considerá-la desnecessária.</p>
<p>O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, acusou as autoridades locais de criarem um &#8220;estado de guerra&#8221; no Uíge e adiou o ato central, criticando a intolerância política.</p>
<p>A Polícia Nacional justificou a intervenção com a tentativa da UNITA de realizar uma atividade partidária em &#8220;local impróprio&#8221;, junto ao tribunal da comarca, considerando também reprovável o fecho de ruas para atos políticos.</p>
<p>&#8220;Um dos partidos políticos queria realizar o ato defronte aos órgãos de soberania (&#8230;). Automaticamente, acionaram-se as forças para que se impedisse a realização desse ato nesse local&#8221;, afirmou à Televisão Pública de Angola o chefe do departamento de comunicação institucional da polícia no Uíge, superintendente-chefe Luís Freitas Jamba.</p>
<p>O Bloco Democrático e o PRA JÁ Servir Angola, antigos parceiros da UNITA na Frente Patriótica Unida (FPU), repudiaram a atuação policial, exigindo esclarecimentos e a responsabilização dos autores.</p>
<p>Angola aproxima-se de um novo ciclo eleitoral, antecedido, em dezembro, pelo congresso que vai eleger o novo presidente do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), no poder, e tem eleições gerais previstas para 2027. O escrutínio de 2022 foi ganho pelo MPLA, com cerca de 51% dos votos, num resultado contestado pela UNITA, que obteve o melhor resultado de sempre.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/confrontos-com-a-policia-no-uige-fizeram-31-feridos-dez-graves-unita/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799224]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Incêndios: Mais de 160 operacionais combatem incêndio no distrito de Vila Real</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/incendios-mais-de-160-operacionais-combatem-incendio-no-distrito-de-vila-real/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/incendios-mais-de-160-operacionais-combatem-incendio-no-distrito-de-vila-real/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 13:28:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/incendios-mais-de-160-operacionais-combatem-incendio-no-distrito-de-vila-real/</guid>

					<description><![CDATA[Mais de 160 operacionais estão a combater hoje um incêndio em Vila Pouca de Aguiar no distrito de Vila Real, segundo a Autoridade Nacional de Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 160 operacionais estão a combater hoje um incêndio em Vila Pouca de Aguiar no distrito de Vila Real, segundo a Autoridade Nacional de Proteção Civil. </p>
<p>Uma fonte da proteção civil adiantou à Lusa, por volta das 14:10, que o incêndio, que está a ser combatido por 169 operacionais apoiados por 43 viaturas e oito meios aéreos, começou perto das 09:40. </p>
<p>De acordo com a mesma fonte, não existem habitações em risco, mas estão a chegar mais reforços para combater o incêndio, que arde numa área de mato.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/incendios-mais-de-160-operacionais-combatem-incendio-no-distrito-de-vila-real/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799223]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Médio Oriente: Hamas apela aos EUA para pressionarem Netanyahu a aceitar plano de paz</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-hamas-apela-aos-eua-para-pressionarem-netanyahu-a-aceitar-plano-de-paz/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-hamas-apela-aos-eua-para-pressionarem-netanyahu-a-aceitar-plano-de-paz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 13:23:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-hamas-apela-aos-eua-para-pressionarem-netanyahu-a-aceitar-plano-de-paz/</guid>

					<description><![CDATA[O Hamas apelou hoje a Washington para que pressione o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, a rever a rejeição, anunciada pouco antes, do mais recente roteiro norte-americano destinado a lançar a segunda fase do plano de paz para Gaza.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Hamas apelou hoje a Washington para que pressione o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, a rever a rejeição, anunciada pouco antes, do mais recente roteiro norte-americano destinado a lançar a segunda fase do plano de paz para Gaza.</p>
<p>&#8220;Esperamos que os mediadores e o garante norte-americano pressionem Netanyahu e o seu Governo para que respeitem o roteiro e não impeçam o processo por razões de política interna ou eleitoral&#8221;, afirmou um responsável do movimento à agência noticiosa France-Presse (AFP).</p>
<p>Netanyahu afirmou hoje que &#8220;Israel rejeita&#8221; o mais recente roteiro de paz apresentado por Washington, aceite pelo Hamas, e condicionou qualquer retirada israelita a um desarmamento real do movimento islâmico.</p>
<p>&#8220;Israel rejeita o documento de 15 pontos&#8221; apresentado no final de julho pelo &#8220;Conselho de Paz&#8221; de Donald Trump, afirmou Netanyahu durante uma reunião do executivo.</p>
<p>Netanyahu insistiu que as forças armadas israelitas &#8220;não farão qualquer retirada&#8221; do território palestiniano enquanto o Hamas não for verdadeiramente desarmado&#8221;.</p>
<p>&#8220;As Forças de Defesa de Israel não efetuarão qualquer retirada até ao desarmamento do Hamas. E quando digo &#8216;desarmamento do Hamas&#8217;, refiro-me tanto às armas pesadas como às ligeiras: todas as armas&#8221;, afirmou Netanyahu num vídeo publicado nas redes sociais.</p>
<p>O primeiro-ministro israelita afirmou que o seu Governo está a dialogar com a parte norte-americana depois de ter rejeitado o acordo, que tinha sido aceite pelo Hamas e por outras milícias palestinianas armadas.</p>
<p>&#8220;Eles têm ideias; algumas são aceitáveis para nós e outras não, e sabemos como nos manter firmes perante estas questões&#8221;, argumentou.</p>
<p>&#8220;A existência de Israel e a segurança de todos os cidadãos de Israel não estão sujeitas a negociação. Mantemo-nos firmes nestes interesses&#8221;, frisou Netanyahu, acrescentando que as tropas israelitas continuarão a impedir as &#8220;ameaças&#8221; existentes contra Israel e os seus cidadãos.</p>
<p>Netanyahu reiterou que, enquanto for primeiro-ministro, não haverá um Estado palestiniano.</p>
<p>&#8220;Nem em Gaza nem na Judeia e Samaria (Cisjordânia). Nem &#8216;Fataquistão&#8217; nem &#8216;Hamastão'&#8221;, afirmou, numa referência ao partido do Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, a Fatah, e ao Hamas.</p>
<p>As declarações surgem depois de o diretor-geral do Conselho de Paz para Gaza, o diplomata búlgaro Nickolay Mladenov, ter confirmado que o Governo israelita, através do gabinete de segurança presidido por Netanyahu, tinha dado &#8220;luz verde&#8221; à entrada em Gaza da Força Internacional de Estabilização, a missão de paz organizada pelo próprio Trump.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-hamas-apela-aos-eua-para-pressionarem-netanyahu-a-aceitar-plano-de-paz/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799222]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PRA JA solidariza-se com a UNITA e critica atuação da polícia no Uíge</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pra-ja-solidariza-se-com-a-unita-e-critica-atuacao-da-policia-no-uige/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/pra-ja-solidariza-se-com-a-unita-e-critica-atuacao-da-policia-no-uige/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 13:14:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/pra-ja-solidariza-se-com-a-unita-e-critica-atuacao-da-policia-no-uige/</guid>

					<description><![CDATA[O PRA JA Servir Angola manifestou hoje "total solidariedade" à UNITA e considerou preocupante a atuação da polícia no Uíge, que no sábado impediu um comício do maior partido da oposição em homenagem ao fundador Jonas Savimbi.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PRA JA Servir Angola manifestou hoje &#8220;total solidariedade&#8221; à UNITA e considerou preocupante a atuação da polícia no Uíge, que no sábado impediu um comício do maior partido da oposição em homenagem ao fundador Jonas Savimbi.</p>
<p>&#8220;O PRA-JA Servir Angola acompanha com preocupação os atos de intolerância política registados na província do Uíge, que culminaram, no último sábado, com uma atuação da Polícia Nacional que consideramos preocupante e que merece a nossa atenção&#8221;, refere o partido, sublinhando que a iniciativa havia sido previamente comunicada à Polícia Nacional e às autoridades locais.</p>
<p>&#8220;Apesar disso, no momento da realização do ato, a Polícia impediu a sua concretização&#8221;, diz o PRA-JÁ, num comunicado em que expressa &#8220;total solidariedade à UNITA, aos seus dirigentes, militantes, simpatizantes e a todos os cidadãos afetados pelos acontecimentos registados no Uíge.</p>
<p>O partido de Abel Chivukuvuku defendeu que a Polícia Nacional deve atuar como &#8220;uma verdadeira polícia republicana, ao serviço de todos os angolanos e acima das disputas partidárias&#8221;, protegendo tanto quem apoia o poder como quem faz oposição.</p>
<p>Sustentou ainda que, num Estado de direito, a polícia &#8220;não deve impedir uma atividade política simplesmente porque ela pertence a uma força da oposição&#8221; e que o recurso à força deve ser excecional e proporcional.</p>
<p>O PRA JÁ apelou igualmente às autoridades nacionais e locais para garantirem &#8220;tratamento igual a todas as forças políticas&#8221; para que situações como esta &#8220;não se repitam&#8221;, e instou os partidos e cidadãos à serenidade, evitando confrontos.</p>
<p>Os incidentes ocorreram na sexta-feira, quando a Polícia Nacional barrou as ruas de acesso e tomou medidas para impedir a receção do líder da UNITA à chegada à cidade, e no sábado, quando cercou a sede provincial do partido, onde estava previsto o ato político no âmbito da IV Reunião Ordinária do Comité Nacional da JURA, a organização juvenil da UNITA, para assinalar o 92.º aniversário do fundador do partido.</p>
<p>Segundo o relato à Lusa do secretário-geral da JURA, Nelito Ekuikui &#8212; que disse ter sido alvo de um atentado &#8212;, a polícia começou por volta do meio-dia a disparar gás lacrimogéneo e &#8220;balas reais&#8221;, registando-se vários feridos.</p>
<p>O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, acusou as autoridades locais de criarem um &#8220;estado de guerra&#8221; no Uíge e acabou por adiar o ato central do principal partido da oposição angolana.</p>
<p>A Polícia Nacional justificou a intervenção com a tentativa da UNITA de realizar uma atividade partidária em &#8220;local impróprio&#8221;, junto ao tribunal da comarca, considerando também reprovável o fecho de ruas para atos políticos.</p>
<p>&#8220;Um dos partidos políticos queria realizar o ato defronte aos órgãos de soberania (&#8230;). Automaticamente, acionaram-se as forças para que se impedisse a realização desse ato nesse local&#8221;, afirmou à Televisão Pública de Angola o chefe do departamento de comunicação institucional da polícia no Uíge, superintendente-chefe Luís Freitas Jamba.</p>
<p>Também o Bloco Democrático (BD) repudiou a atuação policial, num outro comunicado, exigindo uma investigação transparente e a responsabilização dos autores.</p>
<p>A agência Lusa contactou o Governo Provincial do Uíge, que não se pronunciou até ao momento, não tendo sido possível obter também esclarecimentos adicionais por parte da polícia.</p>
<p>Angola aproxima-se de um novo ciclo eleitoral, antecedido, em dezembro, pelo congresso que vai eleger o novo presidente do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), no poder, e tem eleições gerais previstas para 2027.</p>
<p>O PRA JA e o BD foram parceiros da UNITA na Frente Patriótica Unida (FPU), plataforma política da oposição criada em outubro de 2021 e que concorreu às eleições gerais de 2022 sob a liderança de Adalberto Costa Júnior.</p>
<p>O PRA JA, legalizado como partido em outubro de 2024, anunciou em maio de 2025 a saída da plataforma para concorrer isoladamente em 2027.</p>
<p>O escrutínio de 2022 foi ganho pelo MPLA, com cerca de 51% dos votos, num resultado contestado pela UNITA, que obteve o melhor resultado de sempre nas últimas eleições, conquistando as províncias de Luanda, Zaire e Cabinda.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/pra-ja-solidariza-se-com-a-unita-e-critica-atuacao-da-policia-no-uige/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799221]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Trocar o avião pelo comboio pode poupar até 140 minutos nestas rotas europeias</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/trocar-o-aviao-pelo-comboio-pode-poupar-ate-140-minutos-nestas-rotas-europeias/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/trocar-o-aviao-pelo-comboio-pode-poupar-ate-140-minutos-nestas-rotas-europeias/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 13:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=798909</guid>

					<description><![CDATA[Viajar de avião continua a ser uma escolha óbvia para muitas deslocações de curta e média distância na Europa, mas há percursos em que o comboio consegue levar os passageiros ao destino mais depressa quando se considera o tempo total da viagem.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Viajar de avião continua a ser uma escolha óbvia para muitas deslocações de curta e média distância na Europa, mas há percursos em que o comboio consegue levar os passageiros ao destino mais depressa quando se considera o tempo total da viagem.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma análise da plataforma de reservas Omio comparou 25 ligações populares entre cidades europeias, tendo em conta não apenas a duração do voo, mas também as deslocações de e para os aeroportos, os controlos de segurança, o embarque, a recolha de bagagem e o percurso final até ao centro das cidades.</p>
<p class="isSelectedEnd">O estudo incluiu ainda os preços dos bilhetes para viagens em agosto de 2026 e concluiu que, em várias rotas, o comboio é simultaneamente mais rápido e mais barato.</p>
<p><strong>Bruxelas-Paris é a ligação onde o comboio mais ganha tempo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A maior diferença identificada pela Omio surge entre Bruxelas e Paris.</p>
<p class="isSelectedEnd">De avião, a viagem total pode chegar aos 265 minutos e custar 209 euros. De comboio, o percurso demora cerca de 125 minutos e tem um preço de 34 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na prática, viajar de comboio permite poupar 140 minutos nesta ligação.</p>
<p><strong>Frankfurt-Colónia: diferença superior a duas horas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre Frankfurt e Colónia, o tempo total associado à viagem de avião é de 195 minutos.</p>
<p class="isSelectedEnd">De comboio, o mesmo percurso pode ser feito em 63 minutos, por 32 euros, o que representa uma poupança de 132 minutos.</p>
<p><strong>Madrid-Valência também favorece claramente o comboio</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Em Espanha, uma deslocação de Madrid para Valência demora cerca de 240 minutos quando feita de avião, contando com todas as etapas associadas à viagem, e custa 69 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">De comboio, o percurso fica concluído em cerca de 130 minutos e o preço indicado é de 16 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A diferença chega aos 110 minutos.</p>
<p><strong>Milão-Florença: comboio poupa 100 minutos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre Milão e Florença, o tempo total de avião é de cerca de 240 minutos, com um preço de 197 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O comboio demora aproximadamente 140 minutos e pode custar 27 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A vantagem ferroviária é de 100 minutos.</p>
<p><strong>Londres-Paris também é mais rápida por ferrovia</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A ligação entre Londres e Paris é outro dos casos em que o comboio supera o avião em tempo total de viagem.</p>
<p class="isSelectedEnd">A deslocação aérea demora cerca de 255 minutos e tem um preço indicado de 115 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">De comboio, a viagem demora 156 minutos, embora seja mais cara neste caso, com um valor de 196 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, a vantagem em tempo chega aos 99 minutos.</p>
<p><strong>Roma-Florença poupa quase uma hora e 40 minutos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre Roma e Florença, a viagem aérea totaliza cerca de 205 minutos e custa 131 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O comboio faz o mesmo percurso em 108 minutos, por 28 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A diferença é de 97 minutos.</p>
<p><strong>Madrid-Barcelona: menos 87 minutos de comboio</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A ligação Madrid-Barcelona também surge entre as rotas onde o comboio é mais competitivo.</p>
<p class="isSelectedEnd">De avião, o tempo total é de 240 minutos, com um preço de 49 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">De comboio, a viagem dura cerca de 153 minutos e custa 28 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A diferença entre os dois meios de transporte é de 87 minutos.</p>
<p><strong>Paris-Lyon: vantagem de 86 minutos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A deslocação entre Paris e Lyon demora cerca de 218 minutos de avião, com um preço indicado de 104 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">De comboio, o percurso pode ser feito em 132 minutos e por 47 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A poupança de tempo chega aos 86 minutos.</p>
<p><strong>Londres-Bruxelas é mais rápida de comboio, mas mais cara</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre Londres e Bruxelas, a viagem aérea demora cerca de 208 minutos e custa 134 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">De comboio, são necessários aproximadamente 125 minutos, mas o preço sobe para 230 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Neste caso, o comboio permite poupar 83 minutos, apesar de implicar um custo superior.</p>
<p><strong>Madrid-Sevilha fecha a lista das dez rotas mais rápidas por ferrovia</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na ligação entre Madrid e Sevilha, a duração total da viagem de avião é de 250 minutos e o preço indicado é de 36,96 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">De comboio, o percurso demora 170 minutos e pode custar 10,51 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A diferença é de 80 minutos a favor da ferrovia.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Omio refere ainda que as pesquisas por “férias em Sevilha” aumentaram 90% no último ano, enquanto também cresceu o interesse por pesquisas relacionadas com comboios entre Madrid e Sevilha.</p>
<p>No conjunto, os dados mostram que, em várias das principais ligações entre cidades europeias, a vantagem tradicionalmente associada ao avião desaparece quando é considerado todo o tempo necessário entre a saída e a chegada ao destino.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/trocar-o-aviao-pelo-comboio-pode-poupar-ate-140-minutos-nestas-rotas-europeias/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798909]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Incêndios: Em resolução os dois fogos que começaram sábado em Carrazeda de Ansiães</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/incendios-em-resolucao-os-dois-fogos-que-comecaram-sabado-em-carrazeda-de-ansiaes/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/incendios-em-resolucao-os-dois-fogos-que-comecaram-sabado-em-carrazeda-de-ansiaes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 12:54:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/incendios-em-resolucao-os-dois-fogos-que-comecaram-sabado-em-carrazeda-de-ansiaes/</guid>

					<description><![CDATA[Os dois incêndios que deflagraram no sábado no concelho de Carrazeda de Ansiães, no distrito de Bragança, ainda mobilizam mais de 259 operacionais, mas entraram em resolução, indicou fonte da Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os dois incêndios que deflagraram no sábado no concelho de Carrazeda de Ansiães, no distrito de Bragança, ainda mobilizam mais de 259 operacionais, mas entraram em resolução, indicou fonte da Proteção Civil.</p>
<p>Fonte do Comando Regional de Emergência e Proteção Civil do Douro disse à Lusa, cerca das 13:30, que os dois incêndios que lavram em zona de mato de difícil acesso &#8220;entraram em fase de resolução&#8221;.</p>
<p>O incêndio que deflagrou às 13:47 de sábado em Linhares, concelho de Carrazeda de Ansiães (distrito de Bragança), mobiliza dois meios aéreos, 59 viaturas e 188 operacionais.</p>
<p>Já o que deflagrou ao final da tarde, às 19:57, na aldeia de Paradela, na freguesia de Pombal, também no concelho de Carrazeda de Ansiães, mobiliza 81 operacionais, auxiliados por 27 viaturas.</p>
<p>À Lusa, a mesma fonte indicou, cerca das 09:00, que estes dois incêndios não estão relacionados.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/incendios-em-resolucao-os-dois-fogos-que-comecaram-sabado-em-carrazeda-de-ansiaes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799220]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ataque com drone provoca fuga de água na maior central de dessalinização do oeste da Líbia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ataque-com-drone-provoca-fuga-de-agua-na-maior-central-de-dessalinizacao-do-oeste-da-libia/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ataque-com-drone-provoca-fuga-de-agua-na-maior-central-de-dessalinizacao-do-oeste-da-libia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 12:51:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/ataque-com-drone-provoca-fuga-de-agua-na-maior-central-de-dessalinizacao-do-oeste-da-libia/</guid>

					<description><![CDATA[A central de dessalinização de Zawiya, a maior do oeste da Líbia, foi atacada hoje com um drone de origem desconhecida, provocando uma fuga de água e danos nas condutas de transporte, informou a empresa nas redes sociais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A central de dessalinização de Zawiya, a maior do oeste da Líbia, foi atacada hoje com um drone de origem desconhecida, provocando uma fuga de água e danos nas condutas de transporte, informou a empresa nas redes sociais.</p>
<p>O ataque, que não causou vítimas, ocorreu apenas 24 horas depois de a refinaria de Zawiya &#8212; a maior do país, com uma capacidade de produção de 120 mil barris por dia &#8212; ter sido atingida também por um drone, segundo informou sábado a empresa estatal num comunicado.</p>
<p>Os dois ataques ocorrem num contexto de confrontos constantes entre milícias do oeste do país dividido &#8212; próximas do Governo de Unidade Nacional (GUN), liderado por Abdelhamid Dbeiba &#8211;, sobretudo em zonas próximas da capital, Trípoli, sendo Zawiya um dos principais alvos.</p>
<p>Os membros do Conselho Municipal da localidade renovaram hoje o apelo feito na véspera, após o ataque à refinaria, para a abertura de uma investigação urgente &#8220;para identificar os autores morais e os diretamente envolvidos nos acontecimentos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Exigimos a abertura de uma investigação urgente sobre as circunstâncias do incidente, a identificação da origem do drone e da entidade responsável pela sua operação, bem como o apuramento de todas as circunstâncias e pormenores relacionados com o sucedido&#8221;, afirmaram após o ataque à refinaria, pedido que reiteraram depois do ataque à central de dessalinização.</p>
<p>Apelaram também a que seja determinada a responsabilidade legal por ambos os acontecimentos e que sejam entregues às autoridades judiciais todas as pessoas cuja participação seja comprovada de forma direta ou indireta, sem exceções ou imunidades.</p>
<p>Os membros do Conselho Municipal da localidade solicitaram ainda a adoção de medidas de segurança para proteger as instalações petrolíferas e as infraestruturas vitais situadas no município de Zawiya, uma zona particularmente afetada por combates entre milícias e confrontos entre grupos criminosos.</p>
<p>Neste sentido, responsabilizaram as autoridades do GUN pela proteção das instalações públicas e instaram-nas a não permitir que se transformem em zonas abertas a qualquer manifestação armada, uma situação que prejudica os seus trabalhadores e as zonas residenciais circundantes.</p>
<p>A Líbia vive num estado permanente de alerta, tanto devido aos confrontos entre milícias como às manifestações populares, sobretudo no oeste, onde os participantes exigem o fim da divisão e da prolongada crise que afeta o país há mais de uma década.</p>
<p>Desde 2014, após o fracasso das eleições legislativas, a Líbia encontra-se mergulhada numa profunda crise, com episódios recorrentes de violência e uma divisão institucional entre o GUN, que controla o oeste, e o leste, tutelado pelo marechal Khalifa Haftar.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ataque-com-drone-provoca-fuga-de-agua-na-maior-central-de-dessalinizacao-do-oeste-da-libia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799219]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Revitalização da Serra da Estrela é &#8220;promessa por cumprir há demasiado tempo&#8221; &#8211; PR</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/revitalizacao-da-serra-da-estrela-e-promessa-por-cumprir-ha-demasiado-tempo-pr/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/revitalizacao-da-serra-da-estrela-e-promessa-por-cumprir-ha-demasiado-tempo-pr/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 12:46:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/revitalizacao-da-serra-da-estrela-e-promessa-por-cumprir-ha-demasiado-tempo-pr/</guid>

					<description><![CDATA[O Presidente da República lembrou hoje que a revitalização do Parque Natural da Serra da Estrela é uma promessa que "se arrasta há demasiado tempo", desde o incêndio que em agosto de 2022 "durou mais de duas semanas".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República lembrou hoje que a revitalização do Parque Natural da Serra da Estrela é uma promessa que &#8220;se arrasta há demasiado tempo&#8221;, desde o incêndio que em agosto de 2022 &#8220;durou mais de duas semanas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Quatro anos depois, essa promessa continua por cumprir. Quase nada foi investido dos 155 milhões de euros anunciados. Ora, quando se assinala meio século do Parque Natural da Serra da Estrela, em vez do passa-culpas, o que se exige são passos concretos para revitalizar e proteger este património natural&#8221;, alertou António José Seguro.</p>
<p>Na Guarda para as comemorações dos 150 anos da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Egitanienses, o chefe de Estado defendeu que a Serra da Estrela, &#8220;que é também um dos principais ativos desta região do interior de Portugal, merece mais do que promessas&#8221;.</p>
<p>No seu discurso, o Presidente da República reiterou que tem transmitido &#8220;a necessidade de melhorarmos a prevenção e a capacidade de resposta&#8221; no combate aos incêndios.</p>
<p>&#8220;O relatório da Comissão Técnica Independente, que avaliou os incêndios de agosto do ano passado e foi revelado há poucos dias, vai no mesmo sentido. E aponta algo ainda mais preocupante: muito ficou por fazer depois dos relatórios anteriores, dos incêndios de 2017. E essas falhas reduziram a nossa capacidade de resposta aos grandes incêndios do ano passado&#8221;.</p>
<p>Por isso, António José Seguro considerou que &#8220;é urgente evitar que as medidas propostas fiquem na gaveta, adiadas &#8216;sine die'&#8221;.</p>
<p>&#8220;As intempéries, as vagas de calor, os sismos, a frequência de incêndios devastadores, em Portugal e noutras geografias, clamam por uma ação atempada, mobilizadora e cientificamente fundamentada. E clamam por uma observação atenta da Presidência da República sobre a proteção e a segurança das comunidades, à qual tenho dedicado uma parte significativa do meu trabalho&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/revitalizacao-da-serra-da-estrela-e-promessa-por-cumprir-ha-demasiado-tempo-pr/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799218]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Papa Leão XIV apela à abertura de corredores humanitários no Sudão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/papa-leao-xiv-apela-a-abertura-de-corredores-humanitarios-no-sudao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/papa-leao-xiv-apela-a-abertura-de-corredores-humanitarios-no-sudao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 12:25:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/papa-leao-xiv-apela-a-abertura-de-corredores-humanitarios-no-sudao/</guid>

					<description><![CDATA[O Papa Leão XIV apelou hoje à abertura de corredores humanitários para os civis no Sudão, país assolado por um conflito que, desde 2023, provocou dezenas de milhares de mortos e o deslocamento de milhões de pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Papa Leão XIV apelou hoje à abertura de corredores humanitários para os civis no Sudão, país assolado por um conflito que, desde 2023, provocou dezenas de milhares de mortos e o deslocamento de milhões de pessoas.</p>
<p>O Sumo Pontífice afirmou estar a acompanhar &#8220;com preocupação a situação trágica no Sudão, em particular na cidade de El Obeid&#8221;, a maior cidade da região do Cordofão do Sul, que tem sido alvo de intensos ataques com drones nas últimas semanas.</p>
<p>Estes ataques levaram a ONU a lançar um &#8220;alerta vermelho&#8221;, perante a dimensão da &#8220;catástrofe&#8221; que ali está a ocorrer.</p>
<p>O conflito entre o exército e as forças paramilitares de Apoio Rápido (FSR) eclodiu em abril de 2023 e provocou desde então dezenas de milhares de mortos.</p>
<p>&#8220;Ao expressar a minha proximidade espiritual com toda a população do país, renovo o meu apelo às autoridades para garantirem corredores humanitários para a população civil&#8221;, declarou Leão XIV no final da oração do Angelus.</p>
<p>&#8220;Ao mesmo tempo, exorto a comunidade internacional a apoiar os esforços destinados a estabelecer um cessar-fogo imediato&#8221;, acrescentou o chefe da Igreja Católica.</p>
<p>&#8220;Rezemos para que o Senhor apoie os que sofrem, converta o coração daqueles que semeiam a violência e conceda a paz tão aguardada&#8221;, prosseguiu.</p>
<p>O recurso a drones tornou-se uma característica cada vez mais marcante do conflito nos últimos meses.</p>
<p>Segundo as Nações Unidas, mais de 1.000 civis foram mortos em ataques deste tipo durante os primeiros cinco meses do ano.</p>
<p>A ONU alertou por várias vezes que os avanços das FSR em El Obeid e em toda a região do Cordofão poderão conduzir a atrocidades de grande escala.</p>
<p>O conflito provocou o deslocamento de milhões de pessoas e desencadeou aquela que as Nações Unidas descrevem como a mais grave crise alimentar do mundo.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/papa-leao-xiv-apela-a-abertura-de-corredores-humanitarios-no-sudao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799217]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Extraditado para a Irlanda alegado líder do grupo criminoso Kinahan</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/extraditado-para-a-irlanda-alegado-lider-do-grupo-criminoso-kinahan/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/extraditado-para-a-irlanda-alegado-lider-do-grupo-criminoso-kinahan/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 12:02:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/extraditado-para-a-irlanda-alegado-lider-do-grupo-criminoso-kinahan/</guid>

					<description><![CDATA[O alegado líder do grupo criminoso Kinahan, organização que se de dedica ao tráfico de droga em vários países do mundo, é hoje extraditado para a Irlanda desde os Emirados Árabes Unidos, onde está detido desde abril.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O alegado líder do grupo criminoso Kinahan, organização que se de dedica ao tráfico de droga em vários países do mundo, é hoje extraditado para a Irlanda desde os Emirados Árabes Unidos, onde está detido desde abril.</p>
<p>Daniel Kinahan, de 49 anos, chegará hoje ao aeródromo de Casement, a sudoeste de Dublin, a bordo de um avião do Governo irlandês e sob escolta policial, sendo depois presente ao Tribunal Penal Especial (SCC, na sigla em inglês) acusado de liderar uma organização criminosa.</p>
<p>Um forte dispositivo de segurança, com agentes da polícia irlandesa, das forças armadas e do serviço prisional irlandês, foi mobilizado para receber Kinahan, que será posteriormente transferido para a prisão de segurança máxima de Portlaoise, no centro da ilha, numa carrinha de escolta blindada e à prova de bala.</p>
<p>Daniel Kinahan foi detido no Dubai, onde residia há uma década, pelas autoridades dos Emirados Árabes Unidos a 17 de abril na sequência de um mandado de detenção emitido pela justiça irlandesa.</p>
<p>No final de julho, Kinahan viu fracassar o seu último recurso para evitar a extradição dos Emirados Árabes Unidos para Irlanda, onde nasceu.</p>
<p>O Grupo Criminoso Organizado Kinahan (KOCG, na sigla em inglês), que surgiu na década de 90 na Irlanda, é considerado o cartel mais poderoso da ilha e um dos maiores do mundo, com presença em mais de 20 países, estendendo-se pela Europa, Médio Oriente, América do Sul e Ásia.</p>
<p>Embora o cartel tenha sido fundado por Christopher Vincent Kinahan, o pai, Daniel é considerado o verdadeiro chefe operacional do grupo, estando envolvido em crimes relacionados com drogas, incluindo homicídios ou branqueamento internacional de capitais, bem como numa guerra entre gangues na Irlanda.</p>
<p>Em 2022, o Governo dos Estados Unidos chegou a oferecer uma recompensa de até cinco milhões de dólares pela captura dos líderes dos Kinahan, entre os quais Daniel.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/extraditado-para-a-irlanda-alegado-lider-do-grupo-criminoso-kinahan/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799216]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Trocar Veneza por Gante e Saint-Tropez por Cascais? Conheça os melhores “dupes” de viagem</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/trocar-veneza-por-gante-e-saint-tropez-por-cascais-conheca-os-melhores-dupes-de-viagem/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/trocar-veneza-por-gante-e-saint-tropez-por-cascais-conheca-os-melhores-dupes-de-viagem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 12:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=798950</guid>

					<description><![CDATA[A empresa Holafly elaborou um ranking de alternativas a alguns dos destinos turísticos mais populares do mundo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Veneza, Lago de Como, Saint-Tropez, Quioto ou Bali estão entre os destinos que muitos viajantes gostariam de visitar pelo menos uma vez. O problema é que alguns destes locais enfrentam cada vez mais pressão turística, preços elevados e multidões difíceis de evitar, sobretudo durante a época alta.</p>
<p class="isSelectedEnd">É neste contexto que têm ganho espaço os chamados “destination dupes”: destinos alternativos que oferecem uma experiência semelhante à de locais muito procurados, mas com menos visitantes e, em muitos casos, custos mais baixos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ideia é simples: encontrar cidades, ilhas ou regiões que partilhem características visuais, culturais ou naturais com destinos famosos, permitindo ao viajante descobrir uma alternativa menos saturada.</p>
<p><strong>Ranking compara semelhança, preços e pressão turística</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A empresa Holafly elaborou um ranking de alternativas a alguns dos destinos turísticos mais populares do mundo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Cada par foi avaliado com base na semelhança visual e cultural, na diferença entre os preços médios dos hotéis durante a época alta, na pressão turística, na facilidade de acesso e no interesse registado nas redes sociais e nas pesquisas online.</p>
<p class="isSelectedEnd">Todas as alternativas escolhidas ficam num país diferente do destino original e o ranking limita a duas o número de opções provenientes da mesma nação.</p>
<p class="isSelectedEnd">O objetivo é destacar locais capazes de proporcionar uma experiência semelhante, mas com melhor relação qualidade-preço, menos multidões e maior margem para descobrir destinos ainda fora dos circuitos turísticos mais saturados.</p>
<p><strong>Gante surge como alternativa a Veneza</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A melhor alternativa do ranking é Gante, na Bélgica, apresentada como substituta de Veneza.</p>
<p class="isSelectedEnd">A cidade belga reúne canais medievais e arquitetura histórica, oferecendo alguns dos elementos visuais associados à cidade italiana sem a mesma concentração de visitantes em locais como a ponte de Rialto.</p>
<p><strong>Banff em vez de Aspen</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Em segundo lugar aparece Banff, no Canadá, como alternativa a Aspen, nos Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ambos os destinos estão ligados às Montanhas Rochosas e ao turismo de inverno, incluindo a prática de esqui.</p>
<p class="isSelectedEnd">A diferença está sobretudo nos preços, já que a popularidade de Aspen entre visitantes ricos e famosos contribuiu para tornar o destino particularmente caro.</p>
<p><strong>Jeonju substitui Quioto</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A terceira posição pertence a Jeonju, na Coreia do Sul, apresentada como alternativa a Quioto, no Japão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Jeonju é possível visitar arquitetura tradicional na aldeia hanok, conhecer o santuário Gyeonggijeon e explorar a história do período dos Três Reinos no Museu Nacional de Jeonju.</p>
<p class="isSelectedEnd">A cidade tem ainda uma forte componente gastronómica por ser considerada o berço do bibimbap.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quioto, por seu lado, está entre os destinos japoneses mais pressionados pelo excesso de turismo, numa altura em que o Japão aumentou recentemente em cinco vezes as taxas dos vistos numa tentativa de responder ao crescimento das visitas.</p>
<p><strong>Cascais aparece como alternativa a Saint-Tropez</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Portugal também surge entre as dez melhores alternativas do ranking.</p>
<p class="isSelectedEnd">Cascais ocupa a quinta posição e é apresentada como substituta de Saint-Tropez, em França.</p>
<p class="isSelectedEnd">A comparação coloca o destino português entre as opções para quem procura uma experiência costeira semelhante à da Riviera Francesa, mas fora de um dos locais mais conhecidos e concorridos do Mediterrâneo.</p>
<p><strong>Budva em vez de Ibiza</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na quarta posição surge Budva, no Montenegro, como alternativa a Ibiza.</p>
<p class="isSelectedEnd">A lista aponta ainda para o Lago Ohrid, na Macedónia do Norte, como opção para quem procura uma experiência semelhante à do Lago de Como, em Itália.</p>
<p><strong>Alternativas chegam às Caraíbas e à Ásia</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Las Terrenas, na República Dominicana, aparece como alternativa a Tulum, no México.</p>
<p class="isSelectedEnd">Menton, em França, é indicada como substituta da Costa Amalfitana, enquanto Ciudad Perdida, na Colômbia, surge como alternativa a Machu Picchu, no Peru.</p>
<p class="isSelectedEnd">A fechar o grupo das dez melhores escolhas está Siargao, nas Filipinas, apresentada como opção para quem procura uma alternativa a Bali, na Indonésia.</p>
<p>O ranking procura, assim, responder a uma tendência crescente no turismo: trocar destinos extremamente populares por locais com características semelhantes, mas menos sujeitos às consequências do excesso de visitantes.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/trocar-veneza-por-gante-e-saint-tropez-por-cascais-conheca-os-melhores-dupes-de-viagem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798950]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>URGENTE: Médio Oriente: Israel rejeita plano norte-americano para Gaza aceite pelo Hamas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-medio-oriente-israel-rejeita-plano-norte-americano-para-gaza-aceite-pelo-hamas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-medio-oriente-israel-rejeita-plano-norte-americano-para-gaza-aceite-pelo-hamas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 11:43:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/urgente-medio-oriente-israel-rejeita-plano-norte-americano-para-gaza-aceite-pelo-hamas/</guid>

					<description><![CDATA[O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou hoje que "Israel rejeita" o mais recente roteiro de paz apresentado por Washington, aceite pelo Hamas, e condicionou qualquer retirada israelita a um desarmamento "real" do movimento islâmico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou hoje que &#8220;Israel rejeita&#8221; o mais recente roteiro de paz apresentado por Washington, aceite pelo Hamas, e condicionou qualquer retirada israelita a um desarmamento &#8220;real&#8221; do movimento islâmico.</p>
<p>&#8220;Israel rejeita o documento de 15 pontos&#8221; apresentado no final de julho pelo &#8220;Conselho de Paz&#8221; de Donald Trump, afirmou Netanyahu durante uma reunião do executivo.</p>
<p>Netanyahu insistiu que as forças armadas israelitas &#8220;não farão qualquer retirada&#8221; do território palestiniano enquanto o Hamas não for verdadeiramente desarmado&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-medio-oriente-israel-rejeita-plano-norte-americano-para-gaza-aceite-pelo-hamas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799215]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Incêndio florestal no oeste do Canadá obrigou à retirade de 20.000 pessoas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/incendio-florestal-no-oeste-do-canada-obrigou-a-retirade-de-20-000-pessoas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/incendio-florestal-no-oeste-do-canada-obrigou-a-retirade-de-20-000-pessoas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 10:41:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/incendio-florestal-no-oeste-do-canada-obrigou-a-retirade-de-20-000-pessoas/</guid>

					<description><![CDATA[Um incêndio florestal de grandes proporções que deflagrou na sexta-feira à noite em Bald Range, no sul da Colúmbia Britânica, já devastou mais de 10.000 hectares e obrigou à retirada de mais de 20.000 pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um incêndio florestal de grandes proporções que deflagrou na sexta-feira à noite em Bald Range, no sul da Colúmbia Britânica, já devastou mais de 10.000 hectares e obrigou à retirada de mais de 20.000 pessoas.</p>
<p>As autoridades canadianas declararam, no sábado, o estado de emergência na província ocidental da Colúmbia Britânica, onde os ventos intensificaram o incêndio de Bald Range, perto do lago Okanagan, que se alastrou rapidamente, afetando as populações dos vales circundantes.</p>
<p>Os bombeiros da província registaram hoje de manhã 102 incêndios florestais ativos, dos quais quase metade parece estar fora de controlo.</p>
<p>&#8220;Nas últimas 24 horas, observou-se uma propagação extrema dos incêndios no sul da Colúmbia Britânica devido às condições persistentes de calor e seca&#8221;, afirmaram os bombeiros.</p>
<p>As operações de intervenção de emergência foram dificultadas por &#8220;uma intensidade extrema dos incêndios associada a uma visibilidade muito reduzida&#8221;, acrescentaram.</p>
<p>A Real Polícia Montada do Canadá declarou estar &#8220;a conduzir uma investigação&#8221; sobre uma possível morte comunicada por um morador de Meadow Valley.</p>
<p>As autoridades ainda não divulgaram qualquer balanço relativo às vítimas e aos danos.</p>
<p>Segundo a CTV News, mais de 50 pessoas tiveram de ser retiradas por via aérea da localidade de Faulder.</p>
<p>&#8220;Sabemos que houve perdas significativas de casas e bens. Sabemos também que algumas pessoas ficaram encurraladas, uma vez que as condições mudaram muito rapidamente&#8221;, afirmou no sábado o primeiro-ministro da Colúmbia Britânica, David Eby, citado em comunicado.</p>
<p>Segundo o primeiro-ministro, &#8220;estão a decorrer evacuações aéreas para as pessoas que ficaram isoladas&#8221; devido ao incêndio.</p>
<p>O incêndio foi sinalizado pela primeira vez na noite de sexta-feira e Eby alertou, no sábado, que &#8220;continua extremamente ativo e que subsistem desafios significativos&#8221;.</p>
<p>A ministra provincial da Gestão de Situações de Emergência e da Preparação para as Alterações Climáticas, Kelly Greene, declarou o estado de emergência.</p>
<p>As últimas três épocas de incêndios estiveram entre as mais destrutivas de sempre registadas no Canadá, um país vasto que está a aquecer duas vezes mais depressa do que o resto do planeta.</p>
<p>O primeiro-ministro canadiano Mark Carney elogiou na rede social X os bombeiros do país que trabalham &#8220;incansavelmente para garantir a segurança dos cidadãos&#8221;, sublinhando que &#8220;o Governo federal está pronto para ajudar e apoiar o Governo da Colúmbia Britânica nestes esforços&#8221;. </p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/incendio-florestal-no-oeste-do-canada-obrigou-a-retirade-de-20-000-pessoas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799214]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Teerão insiste que só negociará quando Washington deixar de violar memorando de junho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-teerao-insiste-que-so-negociara-quando-washington-deixar-de-violar-memorando-de-junho/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irao-teerao-insiste-que-so-negociara-quando-washington-deixar-de-violar-memorando-de-junho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 10:37:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/irao-teerao-insiste-que-so-negociara-quando-washington-deixar-de-violar-memorando-de-junho/</guid>

					<description><![CDATA[O Irão reafirmou hoje que não mantém negociações com os Estados Unidos e que não está disposto a retomá-las enquanto Washington continuar a violar o memorando de entendimento alcançado em junho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irão reafirmou hoje que não mantém negociações com os Estados Unidos e que não está disposto a retomá-las enquanto Washington continuar a violar o memorando de entendimento alcançado em junho.</p>
<p>&#8220;Neste momento não temos qualquer negociação com os Estados Unidos&#8221;, afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, em declarações aos jornalistas, insistindo na ideia que perdura desde quinta-feira.</p>
<p>&#8220;Enquanto não terminarem as violações do memorando de entendimento por parte dos Estados Unidos e Washington não compensar aquilo que violou, do nosso ponto de vista não existe possibilidade de retomar as negociações&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Ainda assim, Araghchi, citado pela agência noticiosa Tasnim, associada à Guarda Revolucionária (o exército ideológico do Irão), afirmou que os mediadores &#8220;continuam a tentar encontrar novamente formas de iniciar negociações&#8221;.</p>
<p>O chefe da diplomacia iraniana referiu-se também às conversações com Omã destinadas a estabelecer uma nova rota marítima, que se encontram na fase final.</p>
<p>O ministro voltou a lembrar que o eventual acordo entre Teerão e Mascate não significaria, por si só, a reabertura do estreito de Ormuz.</p>
<p>&#8220;Isto não significa que o estreito de Ormuz vá ser aberto. O acordo pode ser alcançado, mas a reabertura do estreito de Ormuz está condicionada ao cumprimento de uma série de requisitos&#8221;, ireiterou.</p>
<p>O ministro explicou que os especialistas estão a trabalhar na definição das novas rotas marítimas e que o acordo com Omã estabelecerá os percursos que deverão ser utilizados depois de cumpridas as condições necessárias para a reabertura do estreito ao tráfego marítimo.</p>
<p>No sábado, o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano, Mohamad Baqer Zolgadr, apresentou uma lista de seis exigências que, segundo afirmou, os Estados Unidos devem cumprir antes de Teerão proceder à reabertura do tráfego marítimo no estreito de Ormuz, entre as quais o fim do bloqueio naval, o levantamento das sanções, a libertação dos ativos iranianos congelados e o pagamento de indemnizações de guerra.</p>
<p>O alto responsável da segurança iraniana exigiu ainda o fim das ameaças contra o Irão, a suspensão das operações militares contra o país e os seus aliados regionais no Líbano, Palestina, Iémen e Iraque, bem como a retirada das forças militares norte-americanas estacionadas em torno da República Islâmica.</p>
<p>O Irão anunciou em meados de julho um novo encerramento do estreito de Ormuz, por onde transitava, antes da guerra, 20% do petróleo mundial.</p>
<p>No contexto dos ataques cruzados com os Estados Unidos, Washington respondeu restabelecendo o bloqueio naval aos portos e navios iranianos, o que paralisou as negociações entre as duas partes no âmbito do memorando de entendimento para a paz assinado em 17 de junho.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/irao-teerao-insiste-que-so-negociara-quando-washington-deixar-de-violar-memorando-de-junho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799213]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>&#8216;Rentrées&#8217; partidárias começam na sexta-feira em ano de cinquentenário do Pontal e do Avante!</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/rentrees-partidarias-comecam-na-sexta-feira-em-ano-de-cinquentenario-do-pontal-e-do-avante/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/rentrees-partidarias-comecam-na-sexta-feira-em-ano-de-cinquentenario-do-pontal-e-do-avante/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 10:27:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/rentrees-partidarias-comecam-na-sexta-feira-em-ano-de-cinquentenario-do-pontal-e-do-avante/</guid>

					<description><![CDATA[Os partidos começam na sexta-feira a retomar a atividade política, num regresso marcado pelos 50 anos das festas do Pontal e do Avante!, a preferência pelo Algarve e a presença de nomes do PS na 'rentrée' do BE.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os partidos começam na sexta-feira a retomar a atividade política, num regresso marcado pelos 50 anos das festas do Pontal e do Avante!, a preferência pelo Algarve e a presença de nomes do PS na &#8216;rentrée&#8217; do BE.</p>
<p>Depois de semanas praticamente sem atividade parlamentar, nas quais se intrometeu apenas uma reunião extraordinária da Comissão Permanente do Parlamento sobre educação, aproxima-se o início de um novo ciclo político, com o PSD a dar, já na próxima sexta-feira, o arranque a uma sequência de &#8216;rentrées&#8217; partidárias que deverá prolongar-se até meados de setembro.</p>
<p>O PSD assinala o recomeço dos trabalhos, como habitualmente, com a Festa do Pontal &#8211; que completa 50 anos este ano &#8211; marcada para 14 de agosto no Calçadão de Quarteira, no Algarve. </p>
<p>O partido tem também já agendada a Universidade de Verão, iniciativa de formação política de jovens que decorrerá entre 24 e 30 de agosto, em Castelo de Vide, distrito de Portalegre.</p>
<p>Ambos os eventos contarão com a presença do primeiro-ministro e presidente do partido, Luís Montenegro, que no ano passado foi criticado pela presença no Pontal enquanto o país atravessava um período crítico de incêndios.</p>
<p>O PS regressa mais cedo do que o habitual aos trabalhos, a 16 de agosto, dois dias depois da Festa do Pontal, também no Algarve. Os socialistas, disse fonte oficial do partido à Lusa, realizam a sua &#8216;rentrée&#8217; em Olhão, num arraial popular.</p>
<p>Sobre o facto de o arranque do novo ciclo do PS ser mais cedo do que o habitual &#8211; as &#8216;rentrées&#8217; socialistas costumam ser nos inícios de setembro -, fonte oficial do partido disse à Lusa que nunca houve uma &#8220;data fixa&#8221; e que a sua realização &#8220;sempre foi ajustada à agenda política do partido&#8221;.</p>
<p>Igualmente no Algarve estará a IL, que, à Lusa, adianta apenas que tem o recomeço dos trabalhos marcados para 29 de agosto, num evento cujos detalhes não são ainda conhecidos.</p>
<p>O PCP recomeça os trabalhos, como manda a tradição, com a Festa do Avante! nos dias 04, 05 e 06 de setembro. Este ano, a festa na Quinta da Atalaia, no Seixal (distrito de Setúbal), chega à sua 50.ª edição, e contará com concertos de artistas como Carolina Deslandes, Carlão, Pedro Jóia, Ney Matogrosso e António Zambujo.</p>
<p>O festival termina com o tradicional comício de encerramento com um discurso do secretário-geral do partido, Paulo Raimundo, intervindo também a dirigente da JCP Inês Castro e o diretor do jornal &#8220;Avante!&#8221;, Manuel Rodrigues.</p>
<p>O Livre organiza mais uma edição de &#8220;Os Setembristas&#8221; no fim de semana de 12 e 13 de setembro, no Porto, mas não adianta, para já, mais pormenores sobre o programa do evento que conta habitualmente com palestras e painéis de debate com várias figuras da esquerda nacional.</p>
<p>A &#8216;rentrée&#8217; do Bloco de Esquerda decorrerá no também habitual Fórum Socialismo, no último fim de semana de agosto, nos dias 29 e 30.</p>
<p>Este evento, organizado pelo BE e o grupo parlamentar europeu The Left, tem no programa a participação do atual líder, José Manuel Pureza, bem como de Fernando Rosas, Francisco Louçã e Mariana Mortágua.</p>
<p>Participarão também as socialistas Isabel Moreira, num painel sobre os 50 da Assembleia Constituinte, e Alexandra Leitão, num debate sobre os desafios da esquerda em que intervirá também a bloquista Marisa Matias.</p>
<p>O CDS-PP disse à Lusa que a sua &#8216;rentrée&#8217; será no dia 19 de setembro no distrito de Aveiro, sem dar mais detalhes.</p>
<p>O PAN adianta apenas que retomará os trabalhos na primeira quinzena de setembro, no distrito de Lisboa, e que a &#8216;rentrée&#8217; incidirá sobre temas como a redução do IVA para a saúde e alimentação animal, defesa dos direitos das mulheres e criança, e transição climática.</p>
<p>O Juntos Pelo Povo (JPP) organiza a &#8220;Festa do Povo&#8221;, no Funchal, a 05 de setemebro, que conta no programa com atuação musicais e discursos do secretário-geral Élvio Sousa e de Lina Pereira, presidente do partido.</p>
<p>A Lusa contactou todos os partidos com assento parlamentar e só não obteve resposta do Chega.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/rentrees-partidarias-comecam-na-sexta-feira-em-ano-de-cinquentenario-do-pontal-e-do-avante/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799212]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>UDIPSS Braga fala em risco de perda de verbas do PRR por atrasos do Estado</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/udipss-braga-fala-em-risco-de-perda-de-verbas-do-prr-por-atrasos-do-estado/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/udipss-braga-fala-em-risco-de-perda-de-verbas-do-prr-por-atrasos-do-estado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 09:49:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/udipss-braga-fala-em-risco-de-perda-de-verbas-do-prr-por-atrasos-do-estado/</guid>

					<description><![CDATA[A União Distrital das Instituições Particulares de Solidariedade Social de Braga (UDIPSS Braga) alertou para o risco de várias IPSS perderem financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) por atrasos que diz não serem imputáveis às instituições.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Distrital das Instituições Particulares de Solidariedade Social de Braga (UDIPSS Braga) alertou para o risco de várias IPSS perderem financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) por atrasos que diz não serem imputáveis às instituições.</p>
<p>Numa carta aberta enviada ao Presidente da República, ao primeiro-ministro e a vários membros do Governo, a UDIPSS Braga manifesta &#8220;profunda preocupação&#8221; perante a situação em que se encontram diversas IPSS que estão a executar investimentos financiados pelo PRR.</p>
<p>&#8220;Está em causa uma situação que exige uma resposta política urgente. Não apenas porque várias IPSS correm o risco de perder financiamento por atrasos que não provocaram, mas também porque, paralelamente, se encontram agora confrontadas com uma interpretação fiscal que as obriga a suportar encargos adicionais de IVA [Imposto de Valor Acrescentado] precisamente sobre os investimentos que estão a realizar em benefício das populações&#8221;, refere, considerando que em causa estão &#8220;duas penalizações sobre as mesmas instituições&#8221;.</p>
<p>&#8220;De um lado, o risco de perda de financiamento por atrasos que, em larga medida, lhes são alheios. Do outro, a obrigação de encontrar recursos próprios adicionais para suportar IVA sobre investimentos sociais de milhões de euros&#8221;, sublinha.</p>
<p>A UDIPSS lembra que em causa está a construção de creches, estruturas residenciais para pessoas idosas, centros de atividades e capacitação para a inclusão, lares residenciais, serviços de apoio domiciliário e outros equipamentos e revela que, na sequência de um levantamento realizado junto das suas associadas, só na sua área de intervenção identificou cinco projetos de investimento ainda em execução.</p>
<p>Os cinco projetos, acrescenta, representam um investimento global próximo dos 11,9 milhões de euros, dos quais cerca de 6,1 milhões de euros correspondem a financiamento PRR.</p>
<p>&#8220;Estes investimentos abrangem diretamente 388 utentes e destinam-se ao reforço de respostas sociais nas áreas da infância, envelhecimento, deficiência e apoio às famílias. Apesar de as empreitadas apresentarem níveis de execução entre 50% e 95%, todas as instituições identificam o mesmo problema: existe um sério risco de perda do financiamento, se não forem prorrogados os respetivos prazos de execução&#8221;, alerta.</p>
<p>Reiterando que os constrangimentos verificados são, na sua esmagadora maioria, externos às instituições, a UDIPSS diz que &#8220;foram reportadas situações de incumprimento grave de empreiteiros, que obrigaram à resolução de contratos e à repetição de procedimentos de contratação pública&#8221;.</p>
<p>Somam-se &#8220;sucessivos atrasos das empresas de construção, demora na apreciação de processos administrativos, candidaturas suspensas durante meses enquanto aguardavam decisões jurídicas, dificuldades no fornecimento de materiais, atrasos nas ligações às redes de energia, erros de conceção dos projetos, trabalhos arqueológicos não previstos, e outras condicionantes de natureza técnica, administrativa e legal&#8221;.</p>
<p>&#8220;Na verdade, existem empreiteiros com alvarás que ganharam concurso para além da sua capacidade, que falharam nas suas obras e que veem o seu alvará sem qualquer fiscalização ou sanção, mantendo-se no mercado como se nada fosse, em face da inexistência de fiscalização. São circunstâncias que as IPSS não criaram, que não dominam e que não têm poder para resolver&#8221;, descreve.</p>
<p>E lança a pergunta: &#8220;Como pode o Estado exigir às IPSS o cumprimento absoluto de prazos quando os próprios organismos públicos demoram meses a emitir pareceres, aprovar alterações, conceder licenciamentos, autorizar adendas ou assegurar ligações indispensáveis à conclusão das obras?&#8221;.</p>
<p>Segundo a UDIPSS Braga &#8220;em diversos casos, as próprias candidaturas apenas obtiveram aprovação alguns meses antes da data-limite de execução&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/udipss-braga-fala-em-risco-de-perda-de-verbas-do-prr-por-atrasos-do-estado/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799211]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Rússia ataca duas refinarias na região ucraniana de Sumi</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-russia-ataca-duas-refinarias-na-regiao-ucraniana-de-sumi/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-russia-ataca-duas-refinarias-na-regiao-ucraniana-de-sumi/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 09:42:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-russia-ataca-duas-refinarias-na-regiao-ucraniana-de-sumi/</guid>

					<description><![CDATA[O Exército russo atacou duas refinarias na região ucraniana de Sumi, no norte do país, onde as forças russas tentam criar uma zona de segurança, indicou hoje o Ministério da Defesa da Rússia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Exército russo atacou duas refinarias na região ucraniana de Sumi, no norte do país, onde as forças russas tentam criar uma zona de segurança, indicou hoje o Ministério da Defesa da Rússia.</p>
<p>&#8220;Os drones de ataque Gueran [versão russa dos Shahed iranianos] destruíram refinarias no distrito de Okhtyrka, na região de Sumi], indicou o comando militar russo, que também deu conta hoje de ataques contra Kharkiv e Odessa numa nota divulgada pela agência russa TASS, em que não foram reportadas vítimas.</p>
<p>O Ministério da Defesa afirmou que &#8220;os repetidos ataques de precisão contra refinarias, depósitos de combustível, postos de abastecimento e infraestruturas ferroviárias prejudicam a logística do exército ucraniano&#8221;.</p>
<p>O comando militar russo indicou que, na região oriental de Kharkiv, onde também procura criar uma faixa de segurança, drones russos atacaram armazéns com &#8220;drones de vários tipos, componentes de drones e equipamento radioeletrónico&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os ataques foram realizados nas proximidades das localidades de Savintsi, Sidki, Barvinkove e Volokhiv Yar&#8221;, precisou no canal no Telegram, onde publicou um vídeo do ataque.</p>
<p>Além disso, o Ministério da Defesa garantiu que continua a atacar infraestruturas portuárias ucranianas e navios no mar Negro, indicando que no porto de Odessa foram destruídos depósitos de lubrificantes e material militar, bem como um complexo portuário de transbordo.</p>
<p>No porto de Chornomorsk foram também destruídos depósitos de lubrificantes e material militar, enquanto nas localidades de Beliari e Nove Beliari, 27 quilómetros a nordeste de Odessa, foram atacados depósitos de combustível destinado ao Exército ucraniano.</p>
<p>Tanto a Rússia como a Ucrânia lançam ataques contra as respetivas retaguardas, com o objetivo de danificar a logística inimiga.</p>
<p>Nas últimas semanas, a Ucrânia lançou uma campanha de ataques contra a gigante do comércio eletrónico Wildberries, conhecida como a &#8220;Amazon russa&#8221;, destruindo cerca de 20 centros logísticos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-russia-ataca-duas-refinarias-na-regiao-ucraniana-de-sumi/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799210]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PONTOS ESSENCIAIS: Migrações: Das concertinas aos centros de retorno ou como a Europa endureceu a política migratória</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pontos-essenciais-migracoes-das-concertinas-aos-centros-de-retorno-ou-como-a-europa-endureceu-a-politica-migratoria/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/pontos-essenciais-migracoes-das-concertinas-aos-centros-de-retorno-ou-como-a-europa-endureceu-a-politica-migratoria/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 09:40:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/pontos-essenciais-migracoes-das-concertinas-aos-centros-de-retorno-ou-como-a-europa-endureceu-a-politica-migratoria/</guid>

					<description><![CDATA[Em 2015, a Comissão Europeia pediu a Espanha que procurasse "alternativas" às concertinas nas vedações de Ceuta e Melilla e advertia que a vigilância das fronteiras deveria ser "proporcional e respeitar os direitos fundamentais".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2015, a Comissão Europeia pediu a Espanha que procurasse &#8220;alternativas&#8221; às concertinas nas vedações de Ceuta e Melilla e advertia que a vigilância das fronteiras deveria ser &#8220;proporcional e respeitar os direitos fundamentais&#8221;.</p>
<p>Hoje, a União Europeia (UE) debate centros de retorno de migrantes em países terceiros e abre a porta ao reforço das suas fronteiras externas com mais meios &#8220;físicos, tecnológicos e humanos&#8221;.</p>
<p>Entre as duas imagens medeia uma década marcada pela crise dos refugiados de 2015, pela instrumentalização dos fluxos migratórios por países terceiros, pelo questionamento do espaço Schengen, pela ascensão das forças de direita e extrema-direita e por uma progressiva mudança da política europeia no sentido de um maior controlo, da aceleração dos retornos e da cooperação com os países de origem e de trânsito.</p>
<p> </p>
<p>*** Ceuta volta a colocar debate no centro das atenções da UE ***</p>
<p> </p>
<p>O episódio ocorrido em Ceuta, com a entrada de dezenas de milhares de pessoas provenientes de Marrocos, voltou a colocar este debate em primeiro plano e levou Bruxelas a exigir a aplicação &#8220;plena&#8221; das novas políticas migratórias e a &#8220;reforçar a resposta comum&#8221; através de uma maior vigilância e de melhores sistemas de prevenção.</p>
<p>&#8220;A Europa nunca teve tanto controlo sobre a migração irregular como agora&#8221;, defendeu esta semana o comissário europeu para os Assuntos Internos, Magnus Brunner, que, apesar disso, advertiu que as imagens da tragédia humanitária, que causou pelo menos 141 mortos, dados de organizações não-governamentais como a Caminando Fronteras ou a Associação Marroquina dos Direitos Humanos, obrigam a retirar &#8220;as lições certas&#8221;.</p>
<p>Para o executivo comunitário, essas lições passam por acelerar as devoluções, reforçar o papel da Frontex e estreitar a cooperação com países terceiros, ao mesmo tempo que são reforçados os mecanismos destinados a detetar campanhas de desinformação ou movimentos migratórios coordenados.</p>
<p>Uma mudança que, explica à Europa Press a investigadora do Real Instituto Elcano Carmen González, não pode ser entendida sem ter em conta os &#8220;conflitos interestatais&#8221; provocados desde 2015 pela gestão dos requerentes de asilo, que evidenciaram &#8220;profundas diferenças&#8221; entre os Estados-membros e se transformaram numa &#8220;ameaça existencial&#8221; à livre circulação devido à ausência de regras comuns.</p>
<p>A essa fratura interna juntaram-se depois &#8220;dois choques importantes&#8221; que, segundo a investigadora, &#8220;alteraram a forma como as sociedades europeias percecionavam as chegadas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Em 2021, Marrocos incentivou a entrada de milhares de pessoas em Ceuta, no auge de uma crise diplomática com Espanha, e a Bielorrússia facilitou a chegada de migrantes à Polónia, Lituânia e Letónia, em retaliação pelas sanções europeias&#8221;, lembra.</p>
<p>Os movimentos migratórios acrescentaram assim uma dimensão de segurança a um debate até então centrado nas políticas de acolhimento e, após quase uma década de negociações, a UE aprovou finalmente, em 2024, o Pacto sobre Migração e Asilo, em aplicação desde junho deste ano e que estabelece, entre outras medidas, controlos e procedimentos acelerados nas fronteiras externas e um mecanismo de solidariedade.</p>
<p> </p>
<p>*** Os centros de retorno ***</p>
<p> </p>
<p>A transformação pode também ser observada no debate sobre as barreiras físicas. Durante anos, Bruxelas recusou financiar através do orçamento comunitário muros ou vedações construídos pelos países europeus nas fronteiras externas, apesar dos pedidos de vários governos, embora disponibilizasse fundos europeus para vigilância, equipamento ou infraestruturas complementares.</p>
<p>A mudança mais evidente ocorreu, contudo, no domínio dos retornos. A nova legislação europeia aprovada pelo Parlamento Europeu em junho permite enviar pessoas com uma decisão definitiva de expulsão para centros situados em países terceiros com os quais podem nem sequer ter qualquer ligação, desde que exista um acordo e sejam cumpridas determinadas garantias.</p>
<p>&#8220;A legalização destes centros fora da UE torna a nossa política de retorno mais desumanizada do que nunca. Ali, as pessoas não têm nome: são identificadas através de números e são regularmente denunciadas tentativas de suicídio. Não têm noção do dia nem da hora e também não sabem quando poderão sair&#8221;, afirmou à Europa Press a eurodeputada espanhola de Os Verdes Mélissa Camara.</p>
<p>O presidente da Comissão das Liberdades Civis do Parlamento Europeu e eurodeputado do Partido Popular Europeu (PPE), Javier Zarzalejos, rejeita, pelo contrário, que estes dispositivos permitam falar numa externalização da política migratória europeia e considera-os apenas &#8220;mais um instrumento&#8221;, sujeito a acordos com Estados que deverão respeitar o direito da União e os direitos fundamentais.</p>
<p> </p>
<p>*** A viragem política da Europa ***</p>
<p> </p>
<p>A evolução legislativa ocorreu em paralelo com uma transformação do cenário político europeu, num contexto em que a imigração passou a condicionar o debate público, as coligações governamentais e os programas políticos num número crescente de Estados-membros.</p>
<p>González identifica assim as eleições europeias de junho de 2024 como outro marco importante, com o avanço das forças conservadoras e de extrema-direita e o recuo de socialistas, liberais e verdes, que deixou um Parlamento Europeu &#8220;muito mais favorável a dar prioridade a políticas restritivas&#8221;.</p>
<p>A investigadora salienta, contudo, que o fenómeno não afeta apenas os partidos conservadores, uma vez que, na última década, também formações históricas como os sociais-democratas da Alemanha, Suécia ou Dinamarca endureceram as suas posições perante a deslocação de parte dos seus eleitorados para posições anti-imigração.</p>
<p>&#8220;A imigração deixou de ser uma questão relativamente marginal na vida política de alguns Estados europeus para se tornar num tema central&#8221;, explica González, que enquadra a evolução comunitária num &#8220;espírito dos tempos cada vez mais restritivo&#8221; que &#8220;se estende para além das fronteiras europeias&#8221;.</p>
<p>Camara, contudo, centra particularmente as críticas no PPE e em parte dos liberais do Renew, a quem acusa de terem optado por &#8220;construir maiorias alternativas com a extrema-direita&#8221; desde as últimas eleições europeias, para aprovar medidas migratórias que anteriormente dificilmente teriam encontrado apoio.</p>
<p>&#8220;Durante as negociações sobre o Regulamento de Retorno, a extrema-direita participou diretamente na negociação dos compromissos. Estava sentada à mesa das negociações e impôs algumas das suas linhas vermelhas. Isto teria sido impensável há alguns anos&#8221;, sublinha.</p>
<p>Zarzalejos, por seu lado, nega que a sua família política tenha assumido a agenda da extrema-direita e defende que medidas como o novo sistema de retornos procuram responder a problemas que &#8220;existem e preocupam os cidadãos&#8221;, bem como evitar a perceção de que os governos estão &#8220;a ser ultrapassados&#8221; pelos fluxos migratórios.</p>
<p> </p>
<p>*** Schengen e os controlos internos ***</p>
<p> </p>
<p>Em paralelo, a UE enfrenta outro paradoxo: enquanto reclama maior controlo do seu perímetro, países como França, Alemanha ou Áustria voltaram a introduzir controlos dentro de um espaço concebido para eliminar as barreiras entre os seus membros, apesar de o Código das Fronteiras Schengen os considerar uma medida &#8220;excecional e temporária&#8221; face a &#8220;ameaças graves à ordem pública ou à segurança nacional&#8221;.</p>
<p>Em junho, a Comissão deu, pela primeira vez, um passo formal para pedir a nove países a &#8220;eliminação progressiva e o levantamento gradual&#8221; destas medidas e reclamou a sua substituição por &#8220;alternativas e medidas atenuantes&#8221;, como uma maior cooperação policial, verificações não sistemáticas ou novas ferramentas tecnológicas.</p>
<p>Agora, a crise de Ceuta voltou a pôr essas regras à prova, depois de Itália ter decidido estabelecer controlos aos viajantes provenientes de Espanha, apesar de Madrid sustentar que praticamente todos os migrantes regressaram a Marrocos e de Bruxelas confirmar que não se registaram deslocações para o resto do continente.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/pontos-essenciais-migracoes-das-concertinas-aos-centros-de-retorno-ou-como-a-europa-endureceu-a-politica-migratoria/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799209]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bloco Democrático exige responsabilização por repressão policial contra a UNITA</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bloco-democratico-exige-responsabilizacao-por-repressao-policial-contra-a-unita/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/bloco-democratico-exige-responsabilizacao-por-repressao-policial-contra-a-unita/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 09:34:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/bloco-democratico-exige-responsabilizacao-por-repressao-policial-contra-a-unita/</guid>

					<description><![CDATA[O Bloco Democrático exigiu hoje uma investigação transparente à intervenção da polícia angolana no Uíge contra militantes UNITA, que classificou como "brutal repressão" e apelou à responsabilização dos autores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Bloco Democrático exigiu hoje uma investigação transparente à intervenção da polícia angolana no Uíge contra militantes UNITA, que classificou como &#8220;brutal repressão&#8221; e apelou à responsabilização dos autores.</p>
<p>Num comunicado, a Comissão Política Permanente do partido afirmou que a repressão fez &#8220;cerca de dezenas de feridos graves&#8221;, vítimas de disparos com &#8220;balas reais&#8221;, bastonadas e gás lacrimogéneo, denunciando o que classificou como um &#8220;estado de sítio não declarado&#8221; que impediu a circulação de pessoas e a atividade comercial na cidade.</p>
<p>O partido exigiu o esclarecimento imediato das circunstâncias que levaram à restrição das atividades da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) e do seu braço juvenil, a JURA, uma investigação transparente aos alegados disparos e ferimentos e a responsabilização dos eventuais autores &#8220;nos termos da lei&#8221;.</p>
<p>O BD condenou ainda qualquer uso &#8220;desproporcional&#8221; da força, defendeu a liberdade de imprensa &#8212; repudiando atos de intimidação ao trabalho dos jornalistas no local &#8212; e apelou às autoridades provinciais e nacionais para garantirem a neutralidade das instituições públicas perante todos os partidos.</p>
<p>A Comissão Política Permanente exortou também cidadãos e forças políticas à serenidade, para evitar atos de violência que agravem a situação, e apelou à criação de um sistema de comunicação entre dirigentes partidários que permita desanuviar rapidamente episódios de intolerância política.</p>
<p>O BD referiu ainda que, dias antes, militantes da juventude do Movimento Popular de Libertação de Angola (no poder) se deslocaram ao acampamento da JURA, no município do Negage, &#8220;num ato de provocação&#8221; e defendeu que o Estado indemnize os cidadãos afetados.</p>
<p>O partido responsabilizou o executivo pela situação, considerando a Polícia Nacional &#8220;apenas o braço armado&#8221;, e sustentou que os factos indiciam &#8220;uma tentativa do poder criar instabilidade no país&#8221; para condicionar as eleições gerais de 2027 e criar &#8220;um quadro de intervenção militar&#8221; que impeça o voto.</p>
<p>Os incidentes ocorreram na sexta-feira, quando a Polícia Nacional barrou as ruas de acesso e tomou medidas para impedir a receção do líder da UNITA à chegada à cidade, e no sábado, quando foi cercada a sede provincial do partido da oposição angolana onde estava previsto um ato político do maior partido da oposição.</p>
<p>Segundo o relato à Lusa do secretário-geral da JURA, Nelito Ekuikui &#8212; que disse ter sido alvo de um atentado &#8212;, a polícia começou por volta do meio-dia a disparar gás lacrimogéneo e &#8220;balas reais&#8221;, registando-se pelo menos dois feridos.</p>
<p>O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, que se encontrava na cidade desde sexta-feira, acusou as autoridades locais de criarem um &#8220;estado de guerra&#8221; no Uíge e acabou por adiar o ato central, que pretendia assinalar o 92.º aniversário do fundador da UNITA, Jonas Savimbi, e teria como principal orador Costa Júnior.</p>
<p>A Polícia Nacional justificou a intervenção com a tentativa da UNITA de realizar uma atividade partidária em &#8220;local impróprio&#8221;, junto ao tribunal da comarca, considerando também reprovável o fecho de ruas para atos políticos.</p>
<p>Angola aproxima de um novo ciclo eleitoral, antecedido, em dezembro, pelo congresso que vai eleger o novo presidente do MPLA, e tem eleições gerais previstas para 2027.</p>
<p>O Bloco Democrático foi parceiro da UNITA na Frente Patriótica Unida (FPU), plataforma política da oposição criada em outubro de 2021 e que concorreu às eleições gerais de 2022 sob a liderança de Adalberto Costa Júnior.</p>
<p>Além do BD, a plataforma incluía o PRA JÁ Servir Angola, de Abel Chivukuvuku, que anunciou a saída da FPU em maio de 2025, após a sua legalização como partido, para concorrer isoladamente em 2027.</p>
<p>O escrutínio de 2022 foi ganho pelo MPLA, com cerca de 51% dos votos, num resultado contestado pela UNITA, que obteve o melhor resultado de sempre.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/bloco-democratico-exige-responsabilizacao-por-repressao-policial-contra-a-unita/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799208]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
