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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Jul 2026 07:42:34 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Avaliação digital avançou em pleno processo de substituição do sistema e ministro autoriza novos gastos de 500 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 07:42:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A correção digital dos exames nacionais arrancou este ano com recurso a sistemas que já tinham substituição anunciada e que acabaram por concentrar sucessivas falhas técnicas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A correção digital dos exames nacionais arrancou este ano com recurso a sistemas que já tinham substituição anunciada e que acabaram por concentrar sucessivas falhas técnicas. Professores classificadores têm relatado dificuldades de acesso, respostas incompletas, folhas de continuação em falta, imagens ilegíveis e classificações que desaparecem da plataforma.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o <a href="https://expresso.pt/educacao/2026-07-09-avaliacao-digital-avancou-em-pleno-processo-de-substituicao-do-sistema-33eab60e" target="_blank" rel="noopener">Expresso</a>, o atual sistema de classificação foi criado em 2018 e recebeu novas adaptações em 2023, através de contratos com a Blat Studio que totalizaram cerca de 50 mil euros. Paralelamente, a plataforma interna usada para preparar as provas digitalizadas também registou problemas que acabaram por afetar o trabalho de milhares de docentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Governo decidiu avançar com a digitalização generalizada apesar de já estar em desenvolvimento uma nova plataforma destinada a substituir várias das ferramentas atualmente utilizadas na avaliação externa. De acordo com o Expresso, o IAVE adjudicou em julho de 2025 à Axians, empresa do grupo Vinci, um contrato de aproximadamente 1,49 milhões de euros financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência.</p>
<p class="isSelectedEnd">A futura plataforma, designada GAEBS, deverá reunir num único sistema áreas como as inscrições, a organização das provas, a classificação, a divulgação dos resultados e a certificação dos percursos escolares. No entanto, a entrada em funcionamento está prevista apenas para 2027 e a solução não participa no atual processo de digitalização dos exames.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Blat afastou responsabilidades pelas operações que têm estado no centro das queixas, sustentando que não controla a digitalização, a submissão dos ficheiros, a gestão dos utilizadores ou a distribuição das respostas pelos professores. Já o Ministério da Educação reconheceu a existência de dificuldades tanto na preparação das provas como na plataforma de classificação.</p>
<p><strong>Ministro autoriza mais 500 mil euros para apoio técnico aos exames</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entretanto, Fernando Alexandre autorizou o Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação, o Eduqa, a realizar despesas até 500 mil euros para apoiar as soluções tecnológicas ligadas à digitalização e classificação das provas nacionais. Segundo o Público, o despacho permite contratar serviços, adquirir equipamentos e recorrer, em situações devidamente justificadas, a consultoria, estudos ou outros trabalhos especializados.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Eduqa passa também a poder renovar contratos já existentes, escolher os procedimentos de contratação e designar os respetivos júris. De acordo com o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/10/sociedade/noticia/ministro-autoriza-novos-gastos-500-mil-euros-classificacao-digital-exames-2181110?utm_source=notifications&amp;utm_medium=web&amp;utm_campaign=2181110" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, todas as decisões tomadas ao abrigo desta autorização terão de ser comunicadas mensalmente ao ministro através de uma listagem dos atos praticados.</p>
<p class="isSelectedEnd">O despacho foi assinado numa altura em que os professores continuam a trabalhar sob forte pressão para concluir as classificações. O ministro indicou que 95% dos exames já tinham sido distribuídos e que 75% das provas entregues aos classificadores estavam corrigidas. O prazo para terminar o processo foi prolongado até 14 de julho, estando a publicação das notas prevista para dia 17.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os docentes, porém, continuam a relatar volumes de trabalho imprevisíveis. Há casos de professores que receberam centenas de novas respostas a poucos dias do prazo, provas com folhas em falta, itens já avaliados por outros classificadores e exercícios de disciplinas que não lecionam. Alguns admitem trabalhar durante os fins de semana e prolongar os horários para evitar consequências para os alunos.</p>
<p>Apesar dos problemas, antigos responsáveis do IAVE e alguns professores reconhecem vantagens na classificação eletrónica, como a redução de tarefas administrativas e a possibilidade de tornar o processo mais uniforme. Ainda assim, consideram que o modelo terá de ser estabilizado e defendem que o caminho deverá passar por provas realizadas diretamente em formato digital, evitando a complexidade de transformar exames em papel em milhares de ficheiros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787804]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador. Funeral de Khamenei marca o fim de uma era no Irão. A próxima pode ser ainda mais dura?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 07:30:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ali Khamenei]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Vazio deixado pelo líder supremo não está a ser preenchido apenas pelo seu sucessor formal. Está também a abrir espaço a uma liderança mais coletiva, mais militarizada e cada vez mais dependente dos Guardas da Revolução]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de cinco dias de cerimónias fúnebres e de novos confrontos com os países que o mataram, o funeral de Ali Khamenei marca o fim de uma era na República Islâmica. Mas, no Irão, o vazio deixado pelo líder supremo não está a ser preenchido apenas pelo seu sucessor formal. Está também a abrir espaço a uma liderança mais coletiva, mais militarizada e cada vez mais dependente dos Guardas da Revolução.</p>
<p>Segundo a &#8216;Newsweek&#8217;, Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei, já é apresentado como novo líder supremo, mas não apareceu no funeral do pai nem foi visto ou ouvido publicamente desde o ataque em que terá ficado ferido e no qual morreram vários membros da família. A ausência alimenta dúvidas sobre a sua real capacidade de exercer o poder, mesmo que, no plano formal, a estrutura do regime continue a funcionar em seu nome.</p>
<p>A primeira ideia a reter é esta: o Irão não parece caminhar para uma rutura imediata. Analistas ouvidos pela publicação admitem que a arquitetura oficial da República Islâmica deverá manter-se, com o poder concentrado no topo do sistema. Ainda assim, nos bastidores, vários centros de influência procuram ganhar margem, entre órgãos do Estado, fações políticas e, sobretudo, os Guardas da Revolução Islâmica.</p>
<p>Mojtaba Khamenei herda uma posição complexa. Tal como o pai em 1989, chega ao cargo com dúvidas sobre a legitimidade religiosa necessária para liderar um sistema construído em torno da figura do jurista islâmico. Mas parte de uma base ainda mais frágil: não tem o mesmo percurso revolucionário de Ali Khamenei, nem a experiência de ter sido presidente durante a guerra Irão-Iraque. A sucessão, feita em contexto de guerra e urgência, pode acelerar uma transformação que já estava em curso: a passagem de uma República Islâmica dominada por clérigos para um regime cada vez mais condicionado pelo aparelho militar.</p>
<p>É aqui que entram os Guardas da Revolução. Para vários especialistas citados pela &#8216;Newsweek&#8217;, a morte de Ali Khamenei reforça o peso do IRGC, que sai do conflito recente com maior capacidade para definir prioridades políticas e estratégicas. Mojtaba e o establishment clerical sabem que a sobrevivência do regime depende, em larga medida, da força dos Guardas da Revolução. O novo líder supremo pode manter o selo religioso e constitucional do poder, mas a máquina que sustenta esse poder parece cada vez mais militar.</p>
<p>A ausência pública de Mojtaba torna o cenário ainda mais invulgar. Um dos analistas compara a situação a uma espécie de “ocultação” política: um líder que existe como figura de autoridade, mas que não aparece, enquanto outros governam em seu nome. De acordo com essa leitura, o Irão estará a ser conduzido por uma liderança coletiva de cinco elementos, incluindo o presidente Masoud Pezeshkian, o presidente do Parlamento, Mohammed Bagher Qalibaf, o chefe do poder judicial, Gholam Hossein Mohseni Ejehi, o comandante dos Guardas da Revolução, Ahmad Vahidi, e um representante não identificado do Exército regular.</p>
<p>Esse modelo não significa necessariamente caos. Pelo contrário, a perceção de ameaça existencial vinda de Israel e dos EUA pode estar a unir fações que, noutro contexto, competiriam de forma mais aberta pelo poder. Ainda assim, há uma mudança importante: se Mojtaba Khamenei continuar ausente ou politicamente enfraquecido, a sua autoridade pode passar a funcionar mais como legitimação formal das decisões de outros do que como comando efetivo.</p>
<p>No plano interno, o novo Irão deverá manter uma linha dura. Mehrzad Boroujerdi, especialista em assuntos políticos e religiosos iranianos, antecipa que Mojtaba Khamenei continuará a abordagem autoritária do pai na política doméstica e tentará reanimar o chamado “Eixo da Resistência”, a rede de aliados e milícias apoiadas por Teerão no Médio Oriente. Mas há uma possível nuance: o novo poder poderá aliviar algumas restrições sociais e culturais, não por convicção liberal, mas por pragmatismo, para reduzir descontentamento e garantir a estabilidade do regime.</p>
<p>Essa distinção é essencial. Qualquer abertura limitada no plano social não significaria, necessariamente, democratização. Seria antes uma válvula de segurança. O regime pode tentar dar algum espaço à sociedade em áreas menos sensíveis, enquanto mantém controlo apertado sobre política, segurança, oposição e política externa.</p>
<p>A grande pergunta, depois do enterro de Ali Khamenei, é que tipo de República Islâmica vai emergir. Há três cenários que se sobrepõem. O primeiro é a continuidade institucional: o regime mantém as regras formais, com Mojtaba no topo. O segundo é a militarização: os Guardas da Revolução ganham poder real na definição da estratégia. O terceiro é uma liderança coletiva informal, em que várias figuras do Estado governam em nome de um líder supremo fragilizado ou ausente.</p>
<p>O contexto externo será decisivo. O conflito em curso com os EUA e Israel continua a moldar a transição. A ameaça de Donald Trump de romper o cessar-fogo, referida pela Newsweek, aumenta a pressão sobre Teerão e reduz o espaço para disputas públicas dentro do regime. Em tempo de guerra, a prioridade da elite iraniana tende a ser a sobrevivência do sistema, não a reforma profunda.</p>
<p>Por isso, o funeral de Ali Khamenei não fecha apenas um capítulo biográfico. Fecha a era de um líder que governou o Irão durante 37 anos e abre uma fase mais opaca, em que o poder pode estar menos visível, mas não necessariamente menos duro. O novo Irão que agora surge pode ter o nome de Mojtaba Khamenei no topo. Mas a força que o sustenta parece cada vez mais vir dos quartéis, dos serviços de segurança e dos homens que controlam a guerra.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787507]]></sapo:autor>
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		<title>55,5 milhões de embalagens devolvidas e queixas de caos em Lisboa: o outro lado do sistema Volta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 07:24:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre os números positivos de recolha e as queixas sobre lixo espalhado em Lisboa, o arranque do Volta mostra duas realidades: a adesão dos consumidores ao novo gesto de devolução e os desafios práticos de integrar o sistema no espaço urbano sem agravar problemas de higiene pública.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sistema Volta, criado para incentivar a devolução de garrafas e latas mediante o reembolso de dez cêntimos por embalagem, recolheu 55,5 milhões de embalagens nos primeiros três meses de funcionamento. Mas, em Lisboa, várias juntas de freguesia alertam para um efeito indesejado: contentores remexidos, lixo espalhado na via pública e mais pressão sobre a higiene urbana.</p>
<p>De acordo com o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/10/azul/noticia/sistema-volta-recolheu-555-milhoes-embalagens-tres-meses-2181141" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, entre 10 de abril e 6 de julho foram devolvidas 55,5 milhões de embalagens de bebidas de uso único, incluindo garrafas e latas de plástico, metal e alumínio com capacidade inferior a três litros. Em média, cada transação envolve a devolução de 15 embalagens.</p>
<p>A entidade gestora do Sistema de Depósito e Reembolso, a SDR Portugal, faz um balanço “globalmente muito positivo” do arranque do Volta e interpreta estes números como sinal de adesão crescente dos consumidores. A gestora considera que a devolução das embalagens começa a entrar nas rotinas dos portugueses e que o sistema pode ajudar Portugal a cumprir metas europeias de recolha seletiva e economia circular.</p>
<p><strong>Adesão cresce, mas Lisboa sente efeitos na rua</strong></p>
<p>O retrato positivo da SDR Portugal contrasta com as queixas de várias juntas de freguesia da zona central de Lisboa. Segundo o Público, presidentes de junta confirmam que, em algumas áreas da capital, a procura por embalagens abrangidas pelo Volta tem levado pessoas a remexer contentores e papeleiras, deixando lixo espalhado no espaço público.</p>
<p>O fenómeno está a ser sentido em freguesias como Misericórdia, Santo António e Arroios, onde os autarcas relatam um agravamento da sujidade desde a entrada em funcionamento do sistema, em abril.</p>
<p>Na Misericórdia, freguesia que inclui zonas como Bairro Alto, Bica, Cais do Sodré, Príncipe Real e parte do Chiado, a presidente da junta, Carla Almeida, descreve um cenário diário de contentores revolvidos e resíduos espalhados junto a casas e estabelecimentos comerciais. A autarca afirma que a situação está a criar desconforto entre moradores e comerciantes e a dificultar o trabalho das equipas de higiene urbana.</p>
<p><strong>“Antes e depois” do Volta em algumas zonas da cidade</strong></p>
<p>Em Santo António, freguesia que abrange a Avenida da Liberdade, a Rua de São Bento, o Jardim das Amoreiras e a Colina de Santana, a presidente da junta, Filipa Veiga, também aponta uma mudança clara desde a introdução do Volta.</p>
<p>A autarca afirma que há agora mais pessoas a procurar embalagens nos caixotes do lixo para receber os dez cêntimos de reembolso por unidade. A situação tem motivado muitas reclamações por email, sobretudo em zonas como a Avenida da Liberdade e as ruas de São José e do Passadiço.</p>
<p>Filipa Veiga reconhece que o objetivo ambiental do sistema pode estar a ser cumprido, mas sublinha que há pessoas a verem na recolha de embalagens uma forma de rendimento, sem reporem depois os resíduos nos contentores.</p>
<p><strong>Arroios fala em “caça ao lixo” e alerta para problema social</strong></p>
<p>Em Arroios, João Jaime relata igualmente um agravamento visível da higiene urbana. O presidente da junta descreve pessoas a arrastar sacos pelas ruas e a passar de contentor em contentor à procura de embalagens com valor de reembolso.</p>
<p>O autarca contou ainda ter visto, perto da sede da junta, no Largo do Intendente, uma pessoa dentro de um ecoponto à procura de embalagens. A situação é também descrita por moradores como uma “caça ao lixo” diária, envolvendo pessoas em situação de grande vulnerabilidade social.</p>
<p>Ainda assim, os autarcas sublinham que o fenómeno não envolve apenas pessoas sem-abrigo ou toxicodependentes. Na Misericórdia, Carla Almeida afirma que têm sido observadas pessoas de diferentes estratos sociais a remexer nos contentores, algumas aparentemente a fazê-lo como forma de complementar rendimentos.</p>
<p><strong>Supermercados e máquinas de recolha também sob pressão</strong></p>
<p>O problema não se limita aos contentores na rua. Há relatos de confusão e tensão junto de espaços comerciais onde funcionam máquinas automáticas de recolha, como supermercados.</p>
<p>Em Arroios, João Jaime questiona se o modelo atual é adequado, tendo em conta a entrada constante de sacos com latas e embalagens sujas em estabelecimentos comerciais. O autarca defende que seria necessário encontrar uma solução mais digna, sobretudo numa zona da cidade com forte presença de pessoas em situação de sem-abrigo.</p>
<p>Na Misericórdia, Carla Almeida também recebeu relatos de episódios de violência entre pessoas que procuram embalagens, uma vez que cada unidade passou a ter um valor monetário associado.</p>
<p><strong>Câmara de Lisboa acompanha situação</strong></p>
<p>A Câmara Municipal de Lisboa reconhece estar a acompanhar o fenómeno. Segundo o Público, a autarquia admite ter registo de episódios em várias zonas da cidade, com impactos na higiene urbana provocados por contentores e papeleiras remexidos ou despejados na via pública por pessoas à procura de embalagens abrangidas pelo Volta.</p>
<p>Ainda assim, a câmara enquadra a situação numa fase inicial de implementação do sistema, em que considera expectável existir um período de adaptação por parte da população e dos vários intervenientes.</p>
<p>A autarquia garante que continuará a monitorizar a evolução do problema em articulação com as entidades responsáveis pelo Volta, avaliando a necessidade de medidas para reduzir impactos na higiene urbana e no espaço público. A Câmara de Lisboa afirma ainda que tem reforçado o investimento na fiscalização, incluindo o aumento da equipa de fiscais municipais.</p>
<p><strong>Dúvidas sobre reembolso e embalagens elegíveis</strong></p>
<p>Além das queixas em Lisboa, o arranque do Volta também tem levantado dúvidas entre consumidores. A Deco já tinha alertado, em junho, para falhas de informação no início do sistema e para incertezas sobre o reembolso e eventuais cobranças indevidas.</p>
<p>Segundo a associação de defesa do consumidor, parte da comunicação só chegou de forma mais consistente quando o mecanismo já estava em funcionamento. Isso contribuiu para que alguns consumidores interpretassem o sistema como mais uma taxa ou penalização, e não como um incentivo à reciclagem.</p>
<p>A SDR Portugal admite que ainda existe um período de aprendizagem, à semelhança do que aconteceu noutros países com sistemas semelhantes. As principais dúvidas estão relacionadas com a elegibilidade das embalagens, o processo de devolução e a forma de reembolso do depósito.</p>
<p><strong>Período de transição termina a 9 de agosto</strong></p>
<p>O sistema Volta arrancou a 10 de abril com mais de 2.500 pontos de devolução distribuídos pelo território continental e pelas regiões autónomas. Está atualmente em período de transição até 9 de agosto, fase em que coexistem no mercado embalagens com e sem o símbolo Volta.</p>
<p>Essa coexistência tem alimentado parte da confusão. A recomendação é que os consumidores confirmem se a embalagem tem o símbolo Volta, sobretudo em restaurantes ou outros locais onde possam suspeitar de uma cobrança indevida dos dez cêntimos.</p>
<p>A rede foi entretanto reforçada com quatro quiosques Volta em Albufeira, Barcelos, Ponta Delgada e Funchal. Estas estruturas foram pensadas para zonas urbanas de maior afluência e com forte presença de hotéis, restaurantes e cafés.</p>
<p>A ambição da SDR Portugal é chegar a 50 quiosques distribuídos por 38 municípios, estando ainda prevista a possibilidade de serem anunciadas em breve mais dez estruturas no país.</p>
<p><strong>Aplicações ajudam a localizar pontos de devolução</strong></p>
<p>A SDR Portugal tem também apostado em ferramentas digitais para apoiar o funcionamento do sistema. A aplicação Volta permite verificar se uma embalagem está abrangida, conhecer os critérios de aceitação e encontrar o ponto de devolução mais próximo.</p>
<p>Há ainda a aplicação volta€, pensada para recuperar o valor do depósito nos quiosques e em festivais, com possibilidade de transferir posteriormente o saldo acumulado para a conta bancária do utilizador.</p>
<p>Entre os números positivos de recolha e as queixas sobre lixo espalhado em Lisboa, o arranque do Volta mostra duas realidades em simultâneo: a adesão dos consumidores ao novo gesto de devolução e os desafios práticos de integrar o sistema no espaço urbano sem agravar problemas de higiene pública.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787799]]></sapo:autor>
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		<title>A BYD quer conquistar Portugal dos elétricos aos híbridos plug-in. Pedro Cordeiro explica como</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 07:15:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[Pedro Cordeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[COO falou à 'Executive Digest' para explicar como a marca chinesa quer crescer em Portugal sem pedir licença às marcas tradicionais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante anos, a expressão “carro chinês” carregou mais desconfiança do que desejo. Hoje, a conversa mudou. A BYD entrou em Portugal num momento de aceleração elétrica, ganhou notoriedade em pouco tempo e tornou-se, para muitos condutores, a marca chinesa mais facilmente reconhecível no meio de uma vaga crescente de fabricantes vindos da China.</p>
<p>Mas o desafio já não é apenas ser conhecida. É convencer o mercado de que não veio só vender carros, mas construir uma presença de longo prazo, com produto, rede, assistência e confiança. É neste ponto que Pedro Cordeiro, COO da BYD Portugal, coloca a marca: não como uma promessa exótica, mas como um protagonista da transformação da mobilidade.</p>
<p><strong>“O reconhecimento é consequência do trabalho”</strong></p>
<p>A BYD é hoje, para muitos portugueses, a marca chinesa que todos conseguem identificar. Quando questionado sobre se isso faz da marca uma espécie de “Ronaldo dos carros chineses” em Portugal, Pedro Cordeiro prefere responder sem metáforas, mas reconhece a responsabilidade acrescida.</p>
<p>“Aquilo que podemos afirmar é que a BYD conquistou, num curto espaço de tempo, um elevado nível de reconhecimento junto dos consumidores portugueses, fruto da consistência da sua estratégia e da qualidade da sua oferta”, afirma, à &#8216;Executive Digest&#8217;.</p>
<p>Essa posição, acrescenta, traz exigência. “Não apenas enquanto marca, mas também enquanto um dos protagonistas da transformação da mobilidade. O nosso compromisso é continuar a elevar os padrões da indústria, através da inovação, da qualidade, da segurança e de uma visão de longo prazo para o mercado português. O reconhecimento é uma consequência desse trabalho e não um objetivo em si mesmo.”</p>
<p><strong>O fim do preconceito contra o “carro chinês”</strong></p>
<p>Durante muito tempo, a origem chinesa foi vista como fragilidade. Hoje, a BYD quer discutir tecnologia, eficiência, segurança e custo total de utilização com marcas europeias históricas. Para Pedro Cordeiro, a mudança não aconteceu apenas no produto. Aconteceu também no olhar dos consumidores.</p>
<p>“A evolução mais relevante verificou-se na maturidade tecnológica e industrial dos fabricantes de novas energias, com particular destaque para empresas como a BYD, que hoje operam com um elevado nível de integração vertical e capacidade de desenvolvimento próprio em áreas críticas como baterias, sistemas elétricos e arquitetura eletrónica”, explica.</p>
<p>Ao mesmo tempo, diz, o mercado europeu tornou-se mais aberto à comparação objetiva. “A decisão de compra é hoje fortemente influenciada por critérios como eficiência, tecnologia, segurança e custo total de utilização. Essa evolução tem permitido que a avaliação das marcas seja cada vez mais baseada no produto e menos em perceções de origem.”</p>
<p><strong>Elétricos, sim — mas os híbridos plug-in entraram no jogo</strong></p>
<p>A BYD chegou à Europa associada ao carro 100% elétrico, mas está agora a reforçar a aposta nos híbridos plug-in. A marca chama-lhes Super Híbridos Plug-in DM-i e vê neles uma ponte entre dois mundos: a condução elétrica no dia a dia e a autonomia alargada para quem ainda não quer depender totalmente da rede de carregamento.</p>
<p>Pergunta: A BYD chegou à Europa como promessa elétrica, mas está cada vez mais a atacar também com híbridos plug-in. Isto é pragmatismo comercial ou é o reconhecimento de que a transição 100% elétrica está a avançar mais devagar do que se previa?</p>
<p>Resposta: “A estratégia da BYD mantém-se inalterada: liderar a transição para a mobilidade eletrificada. O que fazemos é adaptar a nossa oferta à realidade de cada mercado e às diferentes necessidades dos consumidores.</p>
<p>Em Portugal, tal como noutros mercados europeus, verificamos que a adoção da mobilidade elétrica evolui a ritmos distintos, influenciada por fatores como a infraestrutura de carregamento, os padrões de utilização ou as necessidades de cada cliente. Nesse contexto, a tecnologia Super Híbrida Plug-in DM-i assume-se como uma solução complementar aos veículos 100% elétricos, permitindo acelerar a eletrificação sem comprometer a flexibilidade de utilização.”</p>
<p>Essa estratégia já se traduz numa gama cada vez mais ampla. O novo BYD DOLPHIN G DM-i aponta ao segmento B, com até 105 quilómetros de autonomia em modo 100% elétrico e mais de 1.000 quilómetros de autonomia combinada. O ATTO 2 DM-i dirige-se a quem prefere um SUV compacto, enquanto o SEAL U DM-i, o SEAL 6 DM-i e o SEAL 6 DM-i Touring procuram famílias e clientes que valorizam espaço, conforto e longas distâncias.</p>
<p><strong>O Dolphin G DM-i quer ser pequeno por fora e grande na autonomia</strong></p>
<p>O DOLPHIN G DM-i surge como um modelo-chave para a BYD em Portugal. É compacto, mas promete autonomia de carro grande. É híbrido plug-in, mas tenta convencer quem quer fazer a maioria dos percursos em modo elétrico. E chega a um segmento onde preço, eficiência e confiança contam tanto como imagem ou tecnologia.</p>
<p>Pergunta: O novo DOLPHIN G DM-i chega num mercado muito competitivo. Quais são as três características que mais o distinguem para o cliente português?</p>
<p>Resposta: “O BYD DOLPHIN G DM-i introduz uma proposta diferenciadora no segmento B europeu, sobretudo pela forma como combina eficiência, tecnologia e versatilidade num formato compacto.</p>
<p>Em primeiro lugar, a eficiência da tecnologia DM 5.0, que otimiza a interação entre motor elétrico e motor térmico, resultando num consumo ponderado de cerca de 1,4 l/100 km em utilização combinada.</p>
<p>Em segundo lugar, a autonomia elétrica até 105 km, que permite realizar a maioria das deslocações diárias em modo exclusivamente elétrico, sem comprometer a flexibilidade em viagens longas.</p>
<p>Por último, a autonomia total até 1.040 km, que posiciona o modelo como uma solução particularmente versátil dentro do segmento dos compactos, respondendo a diferentes padrões de mobilidade.”</p>
<p>A resposta mostra bem o posicionamento da BYD: não vender apenas a ideia de eletrificação, mas uma promessa de uso simples. Em Portugal, onde o preço dos combustíveis, o custo total de utilização e a rede de carregamento pesam na decisão, a marca sabe que muitos clientes ainda querem a segurança psicológica de uma autonomia longa. A tecnologia DM-i é a forma encontrada para responder a essa hesitação sem abandonar a narrativa elétrica.</p>
<p><strong>A vantagem de fazer tudo em casa</strong></p>
<p>Outro trunfo que a BYD repete com frequência é a integração vertical. A marca desenvolve internamente componentes críticos como baterias, motores elétricos, semicondutores, sistemas de gestão térmica e arquitetura eletrónica. No discurso corporativo, isto é uma vantagem industrial. Para o cliente, Pedro Cordeiro traduz em benefícios concretos.</p>
<p>“A integração vertical é um dos principais fatores diferenciadores da BYD e faz parte do ADN da marca enquanto empresa tecnológica”, afirma. Ao controlar uma parte relevante da cadeia de valor, a marca consegue, diz, garantir “maior consistência na qualidade e na integração entre todos os sistemas do veículo”.</p>
<p>Na prática, esta abordagem permite acelerar a inovação, reduzir dependências de fornecedores externos, melhorar a eficiência produtiva e reforçar a disponibilidade de produto. Para o cliente, resume Pedro Cordeiro, significa “tecnologia desenvolvida de raiz pela própria marca, elevada qualidade de integração entre os diferentes componentes, inovação contínua e uma relação muito competitiva entre equipamento, desempenho, eficiência e custo total de utilização”.</p>
<p><strong>Portugal não se conquista só pelo preço</strong></p>
<p>Portugal é um mercado pequeno, mas muito atento ao preço, aos incentivos e aos custos de utilização. Ainda assim, Pedro Cordeiro rejeita a ideia de que a estratégia da BYD passe apenas por competir pelo preço.</p>
<p>“A estratégia da BYD em Portugal assenta numa abordagem equilibrada entre tecnologia, acessibilidade e construção de uma rede de suporte robusta”, explica. “Num mercado particularmente sensível ao custo total de utilização, o foco não está apenas no preço de aquisição, mas na proposta global do veículo, que inclui eficiência energética, autonomia, nível de equipamento e experiência de utilização.”</p>
<p>A ambição, diz, é consolidar uma presença sustentável, apoiada em produto tecnologicamente avançado e numa estrutura comercial e de pós-venda capaz de acompanhar o crescimento da marca.</p>
<p><strong>O verdadeiro teste começa depois da venda</strong></p>
<p>O crescimento rápido de uma marca automóvel traz dúvidas conhecidas: assistência, peças, tempos de espera, valor residual e capacidade da rede. A BYD sabe que este é o ponto onde uma marca nova ganha ou perde confiança.</p>
<p>Pergunta: O crescimento rápido também traz riscos: assistência, peças, tempos de espera, valor residual e confiança no pós-venda. Como é que a BYD quer convencer os portugueses de que não está apenas a vender carros, mas a construir uma presença de longo prazo no país?</p>
<p>Resposta: “A confiança no setor automóvel constrói-se através da continuidade operacional e da consistência da experiência do cliente.</p>
<p>A BYD tem vindo a reforçar a sua estrutura em Portugal ao nível da rede de concessionários oficiais, da capacitação técnica dos parceiros e da disponibilização de serviços de assistência e pós-venda.</p>
<p>Num modelo de mobilidade cada vez mais tecnológico, a relação com o cliente estende-se muito para além do momento da compra. O compromisso da BYD está precisamente em garantir que essa relação assenta em estabilidade, previsibilidade e suporte contínuo ao longo do ciclo de vida do veículo.”</p>
<p>É talvez a resposta mais importante da entrevista, porque toca no tema que separa crescimento rápido de consolidação real. Uma marca pode entrar no mercado com bons preços, boa tecnologia e curiosidade mediática. Mas só se torna uma referência quando consegue dar resposta depois da venda.</p>
<p><strong>Veio vender carros ou construir uma marca?</strong></p>
<p>Pedro Cordeiro enquadra a ambição nacional na estratégia global da BYD, centrada na liderança da mobilidade de novas energias. O crescimento em volume é assumido como consequência possível, mas não como o único objetivo.</p>
<p>“O projeto da BYD em Portugal insere-se na estratégia global da marca de liderança na mobilidade de novas energias”, afirma. A ambição passa por desempenhar “um papel relevante na democratização do acesso a tecnologias eletrificadas”, com modelos como o DOLPHIN G DM-i a servirem de exemplo dessa abordagem.</p>
<p>“O crescimento em volume será uma consequência natural da aceitação do produto e da maturação do mercado, mas o foco principal está na consolidação de uma presença consistente, tecnológica e de longo prazo”, acrescenta.</p>
<p>A frase ajuda a perceber o momento da BYD. A marca já não quer ser apresentada apenas como a maior novidade chinesa do mercado. Quer disputar o centro da conversa automóvel: tecnologia, eficiência, eletrificação, preço, rede e confiança.</p>
<p>Em Portugal, a BYD tem agora uma missão dupla. Por um lado, aproveitar o crescimento da procura por soluções eletrificadas. Por outro, provar que consegue acompanhar esse crescimento com estrutura, serviço e consistência. O DOLPHIN G DM-i será um dos primeiros testes desta nova fase: compacto, eletrificado, com autonomia longa e pensado para clientes que ainda querem flexibilidade.</p>
<p>A BYD não quer ser apenas a marca chinesa que todos reconhecem. Quer ser a marca que os portugueses colocam na lista quando pensam no próximo carro. E isso, no setor automóvel, é uma diferença muito maior do que parece.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787482]]></sapo:autor>
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		<title>Livre reúne congresso em Sintra para escolher direção e abrir ciclo pós-Rui Tavares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Reunião magna decorre até domingo, no Hockey Club de Sintra, embora este primeiro dia seja exclusivamente online]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Livre realiza, a partir desta sexta-feira, o seu 17º Congresso, em Sintra, num encontro que deverá marcar uma nova fase interna depois da saída de Rui Tavares do cargo de porta-voz. A reunião magna decorre até domingo, no Hockey Club de Sintra, embora este primeiro dia seja exclusivamente online, segundo a informação oficial do partido.</p>
<p>O congresso arranca presencialmente no sábado e vai eleger os órgãos nacionais para os próximos dois anos, incluindo o Grupo de Contacto, a direção do partido. Em disputa estarão três listas: uma associada à atual direção e duas críticas da estratégia seguida nos últimos anos.</p>
<p>A lista A é encabeçada por Isabel Mendes Lopes, atual porta-voz e líder parlamentar, tendo como número dois Jorge Pinto, deputado e antigo candidato presidencial. Ambos se propõem assumir o cargo de porta-voz em dupla. Rui Tavares, que deixa a liderança, mantém-se na lista, surgindo em terceiro lugar, segundo noticiou a Lusa.</p>
<p>A moção da lista A defende que o Livre deve deixar de ser visto apenas como partido de influência e passar a afirmar-se como força com ambição de governação. No texto estratégico, os proponentes sublinham que o partido é hoje a quinta força política no parlamento e o maior partido à esquerda do PS, considerando que o crescimento eleitoral dos últimos anos deve ser convertido em capacidade de governar.</p>
<p>A atual direção propõe aproveitar os próximos anos, sem eleições legislativas previstas, para consolidar a implantação do partido, reforçar os núcleos locais e preparar o ciclo eleitoral de 2029. A moção aponta ainda para a necessidade de formar quadros, desenvolver competências internas e promover uma reflexão sobre o modelo de primárias e a sua adequação a cada ato eleitoral.</p>
<p>No plano político, a lista A coloca a extrema-direita entre os principais alvos e critica o Governo por, no entender dos subscritores, ter transformado o “não é não” ao Chega num “veremos caso a caso”. A moção acusa ainda o PS de não clarificar a sua posição e aponta para um alinhamento crescente entre IL, Chega e opções estratégicas do executivo, o que, defende, aumenta a responsabilidade do Livre como força de oposição.</p>
<p>A lista S, liderada por Rodrigo Brito, parte de uma leitura diferente. Embora reconheça o resultado positivo das últimas legislativas, alerta que esse crescimento não está garantido e pede reflexão sobre outros momentos eleitorais menos conseguidos, como as europeias, a candidatura presidencial apoiada pelo Livre e a prestação autárquica.</p>
<p>Esta moção dedica particular atenção à democracia interna. Critica aquilo que considera ser um problema de liderança e contesta a existência de um sistema de porta-vozes que, na sua leitura, não está previsto nos estatutos. A lista S defende uma participação mais ampla dos membros e acusa a direção de um fechamento que empobrece o debate, reduz a transparência e fragiliza a legitimidade das decisões.</p>
<p>A terceira candidatura, a lista V, associada à corrente “Livretária”, é encabeçada por Tiago Mota. Esta corrente volta a apresentar-se ao congresso depois de um mandato marcado por críticas internas à direção. João Manso, que integrava este espaço político, demitiu-se em março da direção, acusando Rui Tavares e Isabel Mendes Lopes de decisões unilaterais.</p>
<p>A lista V acusa a atual direção de concentrar poder e de hierarquizar processos políticos, defendendo mais horizontalidade, transparência e respeito pelos princípios fundadores do partido. Entre as críticas mais duras está a acusação de gestão financeira opaca, com referência à orçamentação de 50 mil euros em multas em 2025 e à alegada falta de apresentação atempada dos orçamentos.</p>
<p>O congresso surge, por isso, num momento de viragem para o Livre. Depois de anos de crescimento parlamentar, o partido discute agora se quer preparar-se para governar, como propõe a lista da continuidade, ou se deve antes recentrar-se numa reforma interna mais profunda, como defendem as candidaturas críticas.</p>
<p>Mais do que uma troca de nomes, a reunião de Sintra deverá funcionar como teste à capacidade do Livre para gerir a nova escala política que conquistou. Entre a ambição de governação, a sucessão de Rui Tavares e as críticas à concentração de poder, o partido entra no congresso com uma pergunta central: como crescer sem perder a identidade que o distinguiu desde a fundação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784364]]></sapo:autor>
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		<title>Os 12 trunfos de Jorge Jesus: novo selecionador é apresentado no dia em que Portugal celebra o Euro&#8217;2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 06:45:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo técnico do Al Nassr sucede a Roberto Martínez, que deixou o cargo imediatamente após a derrota com Espanha, por 1-0, nos oitavos de final do Campeonato do Mundo. A eliminação abriu caminho ao fim do ciclo do treinador espanhol e ao início da “era Jorge Jesus” na equipa das quinas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Jorge Jesus é o novo selecionador nacional. O treinador português, de 71 anos, assinou contrato com a Federação Portuguesa de Futebol válido por quatro anos, até 2030, e deverá ser apresentado esta sexta-feira, às 15h00, precisamente no dia em que se assinala o 10.º aniversário da conquista inédita do Europeu de 2016, em França.</p>
<p>O antigo técnico do Al Nassr sucede a Roberto Martínez, que deixou o cargo imediatamente após a derrota com Espanha, por 1-0, nos oitavos de final do Campeonato do Mundo. A eliminação abriu caminho ao fim do ciclo do treinador espanhol e ao início da “era Jorge Jesus” na equipa das quinas.</p>
<p>Livre desde maio, depois de deixar o Al Nassr, clube pelo qual se sagrou campeão saudita com Cristiano Ronaldo e João Félix no plantel, Jesus assume pela primeira vez na carreira o comando de uma seleção. O percurso como treinador começou em 1989/90, no Amora, e passou por clubes como Felgueiras, União da Madeira, Estrela da Amadora, Vitória de Setúbal, Vitória de Guimarães, Moreirense, União de Leiria, Belenenses, Sporting de Braga, Benfica, Sporting, Al Hilal, Flamengo e Fenerbahçe.</p>
<p>O contrato até 2030 coloca o novo selecionador perante um ciclo longo e exigente: Liga das Nações, Euro 2028 e Mundial 2030, competição que Portugal organizará em conjunto com Espanha e Marrocos. Para Jesus, trata-se também da concretização de uma ambição antiga, já várias vezes assumida ao longo da carreira.</p>
<p>A missão imediata será dar uma nova identidade à Seleção. Durante o Mundial, Bernardo Silva lamentou que Portugal não tivesse uma forma de jogar tão reconhecível como outras seleções, como Espanha ou Alemanha. Jesus quer precisamente preencher essa lacuna e criar uma ideia mais clara, mais agressiva e mais ofensiva para a equipa nacional.</p>
<p>Ao contrário do que marcou muitas das suas passagens por clubes, a Seleção não deverá partir de um 4x4x2 clássico. A ideia passa por reinventar o 4x2x3x1 usado com frequência nos últimos anos, tornando-o mais ofensivo do que aquele que se viu durante o ciclo de Roberto Martínez. A continuidade desse modelo pode também facilitar a ligação com os sub-21, onde Luís Freire tem recorrido ao 4x2x3x1, alternando-o com o 4x3x3.</p>
<p>Jesus terá, porém, um desafio que nunca enfrentou da mesma forma em clubes: pouco tempo de treino. Conhecido pela intensidade com que vive as sessões, pela repetição de movimentos e pela obsessão com o detalhe tático, o treinador terá agora de condensar ideias em períodos curtos de preparação antes dos jogos internacionais.</p>
<p>É aqui que entram os seus 12 trunfos. Dos 26 jogadores levados por Roberto Martínez ao Mundial, 11 já foram treinados por Jorge Jesus em algum momento da carreira. A eles junta-se João Palhinha, nome habitual nas contas da Seleção, que também conhece bem os métodos do técnico. Esta base poderá ajudar a acelerar a adaptação do grupo às novas exigências.</p>
<p>O foco inicial deverá estar na organização defensiva. Embora seja associado a equipas ofensivas, Jesus costuma construir a partir do posicionamento sem bola, procurando dar equilíbrio para que laterais, médios e avançados possam assumir mais riscos no ataque. Essa preocupação ajuda a explicar o interesse em integrar na equipa técnica um antigo defesa de referência da Seleção, com Ricardo Carvalho e Pepe entre os nomes avaliados.</p>
<p>A estreia deverá acontecer na Liga das Nações, no final de setembro, com jogos frente a País de Gales, Noruega e Dinamarca. Serão os primeiros testes de uma equipa que terá pouco tempo para assimilar novas ideias, mas que parte com vários jogadores já familiarizados com a forma de trabalhar do novo selecionador.</p>
<p>A médio prazo, o maior desafio será preparar duas seleções dentro da mesma Seleção. Parte da atual base ainda deverá chegar em condições ao Euro 2028, mas o Mundial 2030 exigirá renovação. Cristiano Ronaldo já anunciou que não voltará a disputar um Campeonato do Mundo, enquanto jogadores como José Sá, Rui Silva, Nélson Semedo, João Cancelo, Bernardo Silva e Bruno Fernandes chegarão a 2030 numa fase mais avançada da carreira.</p>
<p>A idade não significa, por si só, afastamento, mas obriga a preparar alternativas. Jesus terá de gerir a competitividade imediata e, ao mesmo tempo, abrir espaço a uma nova geração. Ao longo da carreira, nunca teve receio de lançar jovens e trabalhar talento em crescimento. Na Seleção, terá ainda uma vantagem que nunca teve nos clubes: nenhum rival poderá comprar-lhe os melhores jogadores.</p>
<p>A apresentação desta sexta-feira terá, por isso, um peso simbólico especial. Dez anos depois da maior conquista da história da Seleção, com Fernando Santos no banco e Portugal campeão europeu em Paris, a FPF inicia um novo ciclo com outro treinador português. Jorge Jesus chega para ganhar, mas também para tentar deixar uma marca: dar à equipa das quinas uma identidade própria antes do Mundial que Portugal ajudará a organizar em 2030.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787521]]></sapo:autor>
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		<title>Empresa Teixeira Couto vence concurso público para iluminações de Natal de Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 06:43:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa Iluminações Teixeira Couto foi a vencedora do concurso público para a conceção, produção, instalação, manutenção e desmontagem das iluminações e decoração de Natal de Lisboa em 2026, anunciou hoje a Associação Turismo de Lisboa (ATL).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa Iluminações Teixeira Couto foi a vencedora do concurso público para a conceção, produção, instalação, manutenção e desmontagem das iluminações e decoração de Natal de Lisboa em 2026, anunciou hoje a Associação Turismo de Lisboa (ATL).</P><br />
<P>Em comunicado, a ATL refere que a proposta da empresa, no valor de 556 mil euros, foi escolhida entre duas candidaturas apresentadas ao concurso público, ficando abaixo do procedimento, fixado em 609 mil euros.</P><br />
<P>De acordo com a associação, a seleção da Teixeira Couto resultou da aplicação dos critérios definidos no concurso para a prestação de serviços de conceção, produção, instalação, exploração assistida, manutenção e desmontagem da iluminação e decoração natalícia da capital.</P><br />
<P>Com sede em Mouriz, no concelho de Paredes, distrito do Porto, a Iluminações Teixeira Couto é uma empresa portuguesa especializada em iluminações festivas e natalícias, com mais de 50 anos de atividade.</P><br />
<P>Este é o primeiro ano em que a ATL organiza a iluminação de Natal em Lisboa.</P><br />
<P>Até aqui era responsabilidade da União de Associações de Comércio e Serviços (UACS), através de um protocolo estabelecido com o município lisboeta, que se desfez depois de, em março, a presidente da UACS, Carla Salsinha, e o ex-secretário-geral da Câmara de Lisboa, Alberto Laplaine Guimarães, terem sido constituídos arguidos no âmbito da operação Lúmen, da Polícia Judiciária (PJ), por suspeitas de corrupção ativa e passiva, participação económica em negócio, abuso de poder e associação criminosa, relacionados com o fornecimento e a instalação de iluminações festivas.</P><br />
<P>No início de maio, a Câmara de Lisboa aprovou transferir 750 mil euros do Fundo de Desenvolvimento Turístico para a ATL instalar as iluminações de Natal na cidade este ano.</P><br />
<P>Questionada na altura pela Lusa, a UACS disse que &#8220;respeita a decisão da Câmara de Lisboa relativamente ao modelo definido para as iluminações de Natal de 2026, tratando-se de uma opção que cabe exclusivamente à autarquia&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787793]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Cerca de 43 milhões de pessoas terão participado nas cerimónias fúnebres de Khamenei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 06:36:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre 41 e 43 milhões de pessoas participaram nos sete dias de cerimónias fúnebres do ex-líder supremo do Irão, Ali Khamenei, em cinco cidades do Irão e Iraque, culminando na quinta-feira com o enterro em Mashad.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Entre 41 e 43 milhões de pessoas participaram nos sete dias de cerimónias fúnebres do ex-líder supremo do Irão, Ali Khamenei, em cinco cidades do Irão e Iraque, culminando na quinta-feira com o enterro em Mashad.</P><br />
<P>A agência noticiosa Fars, ligada à Guarda da Revolução Islâmica iraniana, estimou &#8220;que o número total de participantes se situou entre 41 e 43 milhões, aproximadamente&#8221;, uma estimativa a que chegou utilizando o que classificou como dados de &#8220;fontes oficiais&#8221;.</P><br />
<P>As fontes incluem estatísticas dos transportes públicos, número de telefones ativos na mesquita de Mosala, em Teerão &#8212; onde o caixão permaneceu durante dois dias &#8212; e ao longo do percurso do cortejo fúnebre na capital, bem como o volume da multidão nessa procissão na capital, somado ao registado em Qom e na cidade santa de Mashad, entre outros.</P><br />
<P>No vizinho Iraque, estima-se que mais de 10 milhões de pessoas tenham participado na quarta-feira no cortejo fúnebre de Khamenei nas províncias de Najaf e Karbala, de acordo com um comunicado do gabinete do primeiro-ministro iraquiano, Ali al Zaidi, que classificou os números como &#8220;estatísticas preliminares&#8221;.</P><br />
<P>As autoridades iranianas não divulgaram dados oficiais sobre a participação do público nas cerimónias que reuniram multidões, mas ao longo dos diferentes dias uma multidão imensa reuniu-se para dar o último adeus ao líder religioso.</P><br />
<P>Khamenei foi morto no primeiro dia da guerra desencadeada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão, a 28 de fevereiro, depois de ter governado o país durante mais de 36 anos com mão de ferro.</P><br />
<P>Os cortejos fúnebres incluíram, além do caixão de Khamenei, os de quatro familiares mortos no mesmo ataque, entre os quais a neta de 14 meses e a esposa do filho e sucessor, Mojtaba Khamenei, que não compareceu aos funerais.</P><br />
<P>A nova máxima autoridade política e religiosa da República Islâmica não foi vista em público nem em vídeo desde a nomeação, em 08 de março.</P><br />
<P>Com estes funerais em grande escala, a República Islâmica procura projetar poder, unidade e reafirmar-se após a guerra, depois de um contexto de descontentamento público devido à má situação económica do país, que provocou extensos protestos populares em janeiro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787792]]></sapo:autor>
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		<title>Sexta-feira, 29? Este é número de milhões que andam esta noite à roda no Euromilhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 06:30:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Euromilhões]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje, à distância de cinco números e duas estrelas, tem a oportunidade de rechear a carteira]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sexta-feira de 29 milhões de euros, uma &#8216;folga&#8217; no seu orçamento bem desejada. Teste a sua pontaria no Euromilhões uma vez que estão em jogo 29 milhões de euros no sorteio de hoje, depois de, no último sorteio, não ter saído o primeiro prémio a qualquer apostador. Assim, hoje, à distância de cinco números e duas estrelas, tem a oportunidade de rechear a carteira.</p>
<p>Semanalmente são muitos os que fazem as suas apostas no Euromilhões, na esperança de se tornarem os próximos afortunados deste sorteio, realizado às terças e sextas-feiras à noite em Paris. Com um preço de 2,5 euros por aposta, os jogadores escolhem cinco números e duas estrelas nas apostas simples, ou até 10 números e cinco estrelas nas apostas múltiplas, com o preço a variar consoante o número de apostas realizadas.</p>
<p>As probabilidades de ganhar são ínfimas – uma em 139.838.160. No entanto, um grupo de matemáticos acredita ter encontrado a chave para aumentar essas probabilidades, indica o ’20 Minutos’.</p>
<p><strong>Aumentar as Probabilidades: A Chave Matemática</strong></p>
<p>O Euromilhões segue um formato de lotaria 5/50, onde os jogadores devem escolher cinco números entre 1 e 50. Para calcular as combinações totais possíveis, usa-se a fórmula do coeficiente binomial:</p>
<p>N = 50 números<br />
R = 5 combinações</p>
<p>50C5 = 2.118.760</p>
<p>Isto significa que existem mais de 2 milhões de formas possíveis de combinar os números no Euromilhões. Sem considerar os números, as probabilidades são tão baixas que é mais provável tornar-se presidente do que ganhar o Euromilhões. O primeiro passo é, portanto, reduzir o número de combinações possíveis, onde as matemáticas entram em jogo.</p>
<p>Mark Glickman, professor de estatística na Universidade de Harvard, determinou que a única forma de aumentar as probabilidades de ganhar é comprando mais bilhetes para cada sorteio. Em 2021, explicou à CNBC: “Isto deve-se ao facto de que as probabilidades permanecem as mesmas independentemente dos números escolhidos ou se compras um bilhete para cada sorteio.”</p>
<p><strong>Padrões de Combinação Ideal</strong></p>
<p>Segundo a Lottery Codex, existe um padrão ideal que deve ser seguido para aumentar as probabilidades. A combinação de números ímpares e pares parece ser crucial. A tabela elaborada pela Lottery Codex mostra os padrões completos e as suas probabilidades correspondentes:</p>
<p>Combinação de 3 números ímpares e 2 pares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 3 números pares e 2 ímpares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 1 número ímpar e 4 pares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 1 número par e 4 ímpares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 5 números ímpares e nenhum par: 0,025 probabilidades<br />
Combinação de 5 números pares e nenhum ímpar: 0,025 probabilidades</p>
<p>Apesar das probabilidades extremamente baixas, aplicar estratégias matemáticas pode marginalmente aumentar as chances de ganhar no Euromilhões. Comprando mais bilhetes e utilizando combinações equilibradas de números ímpares e pares, os jogadores podem tentar desafiar as probabilidades. No entanto, é essencial lembrar que, em jogos de azar, não há garantias de vitória.</p>
<p><strong>Os números que saem mais e menos</strong></p>
<p>No caso de nenhum jogador ganhar o jackpot, o prémio máximo passa para o sorteio seguinte. Como um sorteio regular, se não houver vencedores do prémio máximo então o jackpot irá continuar a passar para o seguinte até atingir o prémio máximo ou limite de jackpot. O limite de jackpot aumentou de 230 para 240 milhões de euros em julho de 2022.</p>
<p>Assim, se já está a sonhar com o prémio saiba quais são os números que saíram mais vezes até agora e que lhe podem dar acesso ao jackpot.</p>
<p>De acordo com dados disponibilizados pela Santa Casa da Misericórdia, os números que durante os 16 anos em que o concurso está em vigor saíram mais vezes são: o 44 (224 vezes), o 42 (222 vezes), o 23 (221 vezes), além do 19 e 29 (217 vezes). Já nas estrelas ‘aposte’ no 3 (390 vezes) e no 2 (385 vezes).</p>
<p>As estatísticas mostram também que se devem evitar os números 22, 33, 46, 40 e 18, que são os que menos saem desde 2004 – mesmo o 41, 43 e 2 são ‘de evitar’. As estrelas a fugir, seguindo o mesmo raciocínio, são o 10, 11 e o 12.</p>
<p>Ao todo, desde a criação do sorteio, já houve 78 portugueses a entrar para o clube dos euromilionários.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787340]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Redução do capital da Novabase para 37 milhões executada hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 06:15:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[acionistas]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Novabase]]></category>
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					<description><![CDATA[A Novabase vai executar hoje um aumento do seu capital social, seguido de uma redução para 37 milhões de euros para libertar capital, foi comunicado ao mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 class="article_title"></h1>
<div class="centro">
<article class="main_article  " data-mg-article-url="https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/novabase-reducao-do-capital-para-37-milhoes-sera-efetuada-a-10-de-julho">
<div class="main_text">
<div class="col_partilhas">
<p>A Novabase vai executar hoje um aumento do seu capital social, seguido de uma redução para 37 milhões de euros para libertar capital, foi comunicado ao mercado.</p>
</div>
<div class="texto paywall">
<p class="">Na assembleia-geral de acionistas de 22 de maio, os acionistas da Novabase aprovaram esta operação.</p>
<p class="">A Novabase informou, num comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), que, em 10 de julho, vai executar &#8220;o aumento e redução do capital social&#8221;, em conformidade com o que foi decidido na assembleia-geral de acionistas.</p>
<p class="">Numa nota enviada, na altura, ao mercado foi comunicada a decisão de aumentar o capital social da empresa de 1.152.569,19 euros para 52.633.933,01 euros, por incorporação do montante de 51.481.423,82 euros da reserva de prémios de emissão.</p>
<p><span id="mid_article" data-gtm-vis-recent-on-screen30762652_846="18801" data-gtm-vis-first-on-screen30762652_846="18801" data-gtm-vis-total-visible-time30762652_846="100" data-gtm-vis-has-fired30762652_846="1"></span></p>
<p class="">Este aumento ocorre mediante a subida do preço das ações representativas do capital para 1,37 euros.</p>
<p class="">Em seguida, foi deliberada uma redução do capital social da empresa para 37.266.403,81 euros, uma operação destinada à &#8220;libertação do excesso de capital&#8221;.</p>
<p class="">Para isso, o valor das ações foi reduzido para 0,97 euros.</p>
<p class="">Segundo o comunicado, também hoje vai ser pago aos acionistas o montante bruto de 0,40 euros, correspondente à redução de capital.</p>
</div>
</div>
</article>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787586]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>ARTE diz que não é sua responsabilidade abrir candidaturas ao prémio salarial pago pelo fisco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 06:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE), que disponibiliza a plataforma de inscrições para o prémio salarial, diz que não é sua responsabilidade abrir as candidaturas ao incentivo, cujo formulário de 2025 e 2026 continua indisponível.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE), que disponibiliza a plataforma de inscrições para o prémio salarial, diz que não é sua responsabilidade abrir as candidaturas ao incentivo, cujo formulário de 2025 e 2026 continua indisponível.</P><br />
<P>Questionada pela Lusa sobre o porquê de as candidaturas na página gov.pt não terem sido abertas nem no ano passado nem este ano até maio, como previsto nas regras do prémio, fonte oficial deste instituto público esclareceu que a ordem de abertura &#8220;não é uma competência da responsabilidade da ARTE&#8221;.</P><br />
<P>O prémio salarial de valorização das qualificações foi criado em dezembro de 2023 pelo último Governo do PS de António Costa, como forma de devolver as propinas aos jovens trabalhadores até aos 35 anos, em reconhecimento pela conclusão da licenciatura ou do mestrado.</P><br />
<P>Até ao momento, só houve um período de candidaturas, em 2024. Os jovens em condições de se candidatarem em 2025 e 2026 ainda não puderam submeter o pedido.</P><br />
<P>O tema voltou ao debate público quando, na semana passada, o PS conseguiu fazer aprovar, na generalidade, um projeto de lei que força o Estado a pagar o incentivo destes dois anos.</P><br />
<P>Na resposta à Lusa, a ARTE não esclareceu qual é a entidade responsável por determinar a abertura das inscrições, embora o site gov.pt, sob sua gestão, indique que o serviço de disponibilização das candidaturas &#8220;é da responsabilidade da entidade Autoridade Tributária e Aduaneira&#8221;.</P><br />
<P>O gabinete do ministro das Finanças continua sem explicar à Lusa a razão pela qual não deu ordem de abertura das inscrições relativamente aos prémios de 2025 e 2026. Também o gabinete do ministro da Reforma do Estado, que tutela a ARTE, não respondeu.</P><br />
<P>A ARTE é a entidade do Estado que assegura a interoperabilidade de sistemas tecnológicos no setor público e, de acordo com a portaria que regula a devolução das propinas, esta é pedida pelos trabalhadores através de um &#8220;formulário eletrónico no portal ePortugal&#8221; (antecessor do gov.pt).</P><br />
<P>Por sua vez, a Direção-Geral do Ensino Superior (DGES) é a entidade responsável por verificar se um jovem candidato concluiu a licenciatura e o mestrado, cabendo à Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) verificar se um trabalhador cumpre outros critérios de atribuição &#8212; designadamente não ser beneficiário do IRS Jovem &#8212; e pagar o prémio todos os anos até à devolução das propinas estar concluída.</P><br />
<P>Quando o Governo do PS criou o incentivo, era possível um jovem receber o prémio e, simultaneamente, beneficiar do IRS Jovem (uma redução do imposto durante os primeiros anos de trabalho).</P><br />
<P>Entretanto, o Governo de Luís Montenegro (PSD/CDS-PP) acrescentou uma nova regra ao decreto original deste regime, colocando como condição de acesso não beneficiar do IRS Jovem.</P><br />
<P>Em 2025, esta regra ainda não existia, uma vez que a alteração só foi feita no final de maio de 2026, com a publicação do decreto de execução orçamental, através do qual o executivo alterou o decreto original.</P><br />
<P>Em 02 de julho, com os votos favoráveis do PS, Chega, Livre, BE, PAN e JPP, o parlamento aprovou na generalidade um projeto da bancada socialista que obriga o Estado a pagar o prémio de 2025 e 2026, e que assegura que o valor é acumulável com o IRS Jovem.</P><br />
<P>A proposta prevê que os jovens &#8220;que não puderam apresentar requerimento por inexistência ou indisponibilidade do formulário&#8221; em 2025 e 2026 mantêm esse direito, sendo abertas candidaturas, a título excecional, até 30 de setembro deste ano.</P><br />
<P>O incentivo é atribuído pelo número de anos de trabalho correspondente ao ciclo de estudos concluído pelo estudante. No caso de uma licenciatura, o prémio é de 697 euros e, no do mestrado, de 1.500 euros (num mestrado integrado, os anos correspondentes à licenciatura dão direito a 697 euros e os referentes ao mestrado aos mesmos 1.500 euros).</P><br />
<P></P><br />
<P>JF/PCT // JNM</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787791]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Empresas têxteis têm até hoje para participar na consulta da UE sobre o Passaporte Digital do Produto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 06:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Passaporte Digital do Produto]]></category>
		<category><![CDATA[têxteis]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[As empresas do setor têxtil e do vestuário têm até hoje, 10 de julho, para participar na consulta pública promovida pela Comissão Europeia sobre os futuros requisitos de informação e desempenho aplicáveis ao vestuário, no âmbito do Regulamento de Conceção Ecológica dos Produtos Sustentáveis (ESPR).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="779" data-end="1207">As empresas do setor têxtil e do vestuário têm até hoje, 10 de julho, para participar na consulta pública promovida pela Comissão Europeia sobre os futuros requisitos de informação e desempenho aplicáveis ao vestuário, no âmbito do Regulamento de Conceção Ecológica dos Produtos Sustentáveis (ESPR). Entre os principais temas em discussão está o desenvolvimento do Passaporte Digital do Produto (Digital Product Passport – DPP).</p>
<p data-start="1209" data-end="1518">O inquérito, disponível na plataforma EUSurvey e apoiado pelo estudo do Joint Research Centre (JRC) sobre o conteúdo do DPP para produtos de vestuário, pretende recolher contributos que irão sustentar a avaliação de impacto e poderão servir de base à preparação de um futuro ato delegado da Comissão Europeia.</p>
<p data-start="1520" data-end="1974">Em análise estão aspetos com impacto direto na atividade das empresas, incluindo os diferentes casos de utilização do Passaporte Digital do Produto, os dados que deverão ser disponibilizados, os níveis de acesso à informação e a respetiva granularidade — ao nível do modelo, lote ou artigo. A consulta aborda ainda o suporte tecnológico a utilizar, como códigos QR ou etiquetas RFID, bem como os custos e benefícios associados à implementação do sistema.</p>
<p data-start="1976" data-end="2447">A Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP) apela à participação das empresas, sobretudo das pequenas e médias empresas (PME), considerando essencial que os contributos reflitam a realidade do setor. Entre os aspetos que considera prioritários estão os custos efetivos de implementação, as dependências existentes na cadeia de fornecimento, o grau de maturidade digital das empresas, a viabilidade técnica das soluções e a proteção de informação comercial sensível.</p>
<p data-start="2449" data-end="2759" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Embora a obrigação legal recaia sobre as entidades que colocam o produto final no mercado, a ATP lembra que uma parte significativa da informação necessária para o Passaporte Digital do Produto é gerada ao longo da cadeia de valor, defendendo, por isso, a participação de toda a fileira nesta consulta pública.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787587]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Moçambique/Ataques: TotalEnergies reforça sistema com 120 câmaras e vedação de alta segurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 06:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A TotalEnergies está a reforçar as infraestruturas de segurança do projeto Mozambique LNG, em Palma, Cabo Delgado, com a instalação prevista de 120 câmaras de vigilância, 28 mini-subestações, 30 quilómetros de fibra ótica e um anel elétrico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A TotalEnergies está a reforçar as infraestruturas de segurança do projeto Mozambique LNG, em Palma, Cabo Delgado, com a instalação prevista de 120 câmaras de vigilância, 28 mini-subestações, 30 quilómetros de fibra ótica e um anel elétrico.</P><br />
<P>A iniciativa integra um conjunto de medidas destinadas à proteção da vedação de alta segurança das instalações do megaprojeto de Gás Natural Liquefeito (GNL), localizado numa província que desde outubro de 2017 enfrenta uma insurgência armada responsável por mais de 6.600 mortos e 1,1 milhão de deslocados.</P><br />
<P>De acordo com dados de um concurso lançado pelo consórcio da Área 1, o sistema abrangerá uma vedação equipada com videovigilância permanente, iluminação perimetral, controlo de acessos e um sistema eletrónico integrado de gestão de segurança destinado a monitorizar toda a área do complexo industrial.</P><br />
<P>Além das aproximadamente 120 câmaras de vigilância, está prevista a instalação de uma rede local dedicada ao sistema CCTV, incluindo cerca de 100 unidades exteriores equipadas, bem como um &#8216;backbone&#8217; de fibra ótica com aproximadamente 30 quilómetros de cabo monomodo de 48 fibras.</P><br />
<P>O projeto contempla igualmente a construção de 28 mini-subestações, a instalação de um anel elétrico de 11 kV com cerca de 30 quilómetros de extensão e toda a infraestrutura necessária para garantir energia e comunicações ao sistema de segurança.</P><br />
<P>As obras incluem ainda abertura de valas, fundações, engenharia, construção, pré-comissionamento e comissionamento dos equipamentos.</P><br />
<P>Para concretizar este plano, a TotalEnergies lançou uma manifestação de interesse dirigida a empresas interessadas no fornecimento, instalação e manutenção do sistema completo de vigilância e segurança, admitindo a subcontratação de parte dos trabalhos sob responsabilidade do proponente principal.</P><br />
<P>O reforço das infraestruturas de proteção surge numa fase de retoma &#8211; desde janeiro último &#8211; do projeto Mozambique LNG, após a suspensão em abril de 2021, quando a TotalEnergies acionou a cláusula de força maior na sequência dos ataques armados à vila de Palma. </P><br />
<P>Entretanto, com a retoma do projeto, a multinacional francesa apenas prevê o acesso ao local, onde estima a criação de 10 mil empregos, por via área ou marítima, por motivos de segurança.</P><br />
<P>Em março deste ano, o presidente da TotalEnergies, Patrick Pouyanné, afirmou, em Bruxelas, que estão reunidas as condições de segurança para a continuação do empreendimento. &#8220;A segurança está boa hoje. Vamos continuar a trabalhar&#8221;, declarou então, assegurando que o projeto &#8220;nunca mais vai parar&#8221;.</P><br />
<P>Pouyanné sublinhou ainda que a empresa está empenhada em avançar com a construção daquele que classificou como o maior investimento da TotalEnergies em África.</P><br />
<P>A retoma formal das obras foi assinalada em 29 de janeiro, data em que o Presidente moçambicano, Daniel Chapo, que visitou o local com Patrick Pouyanné, classificou o reinício do projeto como um símbolo de &#8220;resiliência, coragem e determinação&#8221;, afirmando tratar-se de um dos mais importantes investimentos para a economia moçambicana.</P><br />
<P>Avaliado em cerca de 20 mil milhões de dólares (17,5 mil milhões de euros), o projeto Mozambique LNG prevê produzir 13 milhões de toneladas de gás natural liquefeito por ano (mtpa) a partir das reservas da bacia do Rovuma, ao largo da província de Cabo Delgado.</P><br />
<P>Moçambique tem três megaprojetos de desenvolvimento aprovados para exploração das reservas de GNL da bacia do Rovuma, classificadas entre as maiores do mundo, ao largo de Cabo Delgado, incluindo este da TotalEnergies e outro da ExxonMobil (18 mtpa), de 30 mil milhões de dólares (26,1 mil milhões de euros), que aguarda decisão final de investimento em Afungi.</P><br />
<P>Soma-se o da italina Eni, que já produz desde 2022 cerca de sete mtpa, a partir da plataforma flutuante Coral Sul, que será duplicada a partir de 2028 com a plataforma Coral Norte, num investimento de 7,2 mil milhões de dólares (6,2 mil milhões de euros), com a petrolífera já a estudar uma terceira unidade.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787790]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Menos calor, mas mais instabilidade: fim de semana traz trovoadas e poeiras do Saara</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/menos-calor-mas-mais-instabilidade-fim-de-semana-traz-trovoadas-e-poeiras-do-saara/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 05:45:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de vários dias de calor intenso, Portugal continental entra na sexta-feira numa fase de transição]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de vários dias de calor intenso, Portugal continental entra na sexta-feira numa fase de transição. As temperaturas descem de forma mais evidente no litoral e tornam-se menos extremas no interior, mas a atmosfera ficará mais instável, sobretudo nas regiões do Norte e Centro. Ao mesmo tempo, uma intrusão de poeiras do Saara deverá marcar o fim de semana, embora sem sinais de um episódio intenso.</p>
<p>A mudança está associada à aproximação de uma depressão isolada em altitude, também conhecida como gota fria, que se deverá formar entre sexta-feira e sábado e atravessar a Península Ibérica. O fenómeno não deverá provocar uma alteração radical do estado do tempo em Portugal continental, mas será suficiente para aumentar a nebulosidade, favorecer aguaceiros e trovoadas dispersas e alterar a circulação atmosférica nos níveis médios.</p>
<p>Esta sexta-feira, o contraste entre litoral e interior continuará a ser evidente. Junto à costa oeste, o fluxo de origem marítima deverá manter o ambiente mais fresco e húmido, com neblinas, nevoeiros ou nuvens baixas durante a manhã. Poderão ocorrer chuviscos pontuais no litoral e em zonas a oeste das principais serras do Norte e Centro.</p>
<p>Ao longo do dia, o sol deverá ganhar espaço em boa parte do território, mas o interior continuará mais quente. As máximas deverão variar, em termos gerais, entre 22 e 26 ºC no litoral e entre 30 e 36 ºC no interior, podendo atingir localmente valores superiores em alguns pontos mais quentes. Ainda assim, as temperaturas acima dos 34 ºC serão menos frequentes do que nos dias anteriores.</p>
<p>A maior atenção estará virada para o Nordeste Transmontano. O distrito de Bragança, sobretudo junto à fronteira com Espanha, apresenta maior potencial para aguaceiros, trovoadas e descargas elétricas durante a tarde, em particular entre as 14h e as 19h. Vila Real, Guarda e Viseu também poderão registar fenómenos dispersos, associados à instabilidade em altitude.</p>
<p>No sábado, o alívio térmico deverá tornar-se mais claro. No Sul, as capitais de distrito já não deverão ultrapassar, em muitos casos, os 30 ºC, enquanto o interior Norte deverá continuar a concentrar os valores mais elevados. O calor não desaparece, mas perde intensidade e torna-se mais suportável em várias regiões.</p>
<p>A instabilidade, porém, não fica totalmente resolvida. Durante a tarde de sábado, poderão voltar a formar-se nuvens de evolução, com risco de aguaceiros e trovoadas dispersas, sobretudo no interior Norte e Centro. Como é habitual neste tipo de episódios, a localização exata das células convectivas será difícil de antecipar com grande antecedência, pelo que a previsão deverá ser acompanhada nas horas anteriores.</p>
<p>Além das trovoadas, o fim de semana deverá trazer poeiras do Saara. A circulação associada à depressão em altitude deverá favorecer o transporte de partículas minerais do Norte de África para a Península Ibérica, com efeitos mais evidentes entre sábado e domingo. A concentração prevista deverá ser fraca a moderada e mais notada no interior.</p>
<p>Estas poeiras poderão deixar o céu mais esbranquiçado, reduzir pontualmente a visibilidade e depositar-se em carros, varandas e outras superfícies expostas. Não se espera, para já, um episódio intenso ou generalizado, mas a evolução dependerá da posição final da depressão e da intensidade do fluxo atmosférico.</p>
<p>No início da próxima semana, o reforço da circulação de oeste deverá ajudar a dispersar gradualmente as poeiras e a consolidar um ambiente mais fresco, sobretudo no litoral e nas regiões Norte e Centro. Até lá, o país terá um fim de semana menos sufocante, mas não totalmente tranquilo: menos calor, alguma nebulosidade, risco localizado de trovoadas e uma nova passagem de poeiras africanas.</p>
<p>Nos arquipélagos, a sexta-feira também terá algumas alterações. Nos Açores, o céu deverá apresentar períodos de maior nebulosidade, com abertas e possibilidade de aguaceiros fracos e ocasionais, sobretudo de manhã. Na Madeira, uma frente fraca poderá trazer mais nuvens e alguma chuva fraca ou chuvisco a partir da tarde, especialmente nas vertentes expostas e nas zonas montanhosas, embora o Funchal e Porto Santo devam escapar aos efeitos mais relevantes.</p>
<p>Apesar da descida das temperaturas, o risco de incêndio continuará elevado em várias zonas e o índice ultravioleta manter-se-á em níveis muito altos. A recomendação continua a ser a mesma: evitar exposição solar nas horas de maior calor, reforçar a hidratação e acompanhar a previsão local, sobretudo em zonas onde possam ocorrer trovoadas.</p>
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		<title>MP da Bolívia pede informações a Espanha e Peru sobre caso Zapatero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 05:24:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público (MP) da Bolívia solicitou à Espanha e ao Peru informações sobre o caso que envolve o ex-primeiro-ministro espanhol José Luis Zapatero, numa investigação sobre corrupção, informou o procurador-geral, Roger Mariaca.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério Público (MP) da Bolívia solicitou à Espanha e ao Peru informações sobre o caso que envolve o ex-primeiro-ministro espanhol José Luis Zapatero, numa investigação sobre corrupção, informou o procurador-geral, Roger Mariaca.</P><br />
<P>Numa conferência de imprensa realizada na quinta-feira, Mariaca explicou que o Ministério Público boliviano enviou ao Ministério dos Negócios Estrangeiros da Bolívia &#8220;dois pedidos de cooperação jurídica internacional em matéria penal&#8221; dirigidos à Espanha e ao Peru, relacionados com a atuação de Rodríguez Zapatero no país.</P><br />
<P>O procurador-geral referiu que foi solicitada à Espanha &#8220;documentação&#8221; e ao Peru informações relativas à alegada participação de Zapatero num esquema tráfico de influências em benefício do grupo peruano Gloria, e que os resultados serão partilhados assim que as respostas forem recebidas.</P><br />
<P>Mariaca salientou que o pedido de informações a ambos os países segue uma via &#8220;totalmente distinta&#8221; da investigação penal que, há alguns dias, foi aberta pelo Ministério Público Departamental da região sul de Chuquisaca neste caso, com o objetivo de apurar se houve abuso de influência e outros crimes.</P><br />
<P>No final de junho, foi divulgado um relatório da Unidade de Crimes Económicos e Financeiros (UDEF) da Polícia Nacional de Espanha, que sustenta que Rodríguez Zapatero participou numa &#8220;dinâmica de intermediação e influências&#8221; com autoridades da Bolívia, com o objetivo de &#8220;beneficiar os interesses&#8221; do Grupo Gloria, &#8220;mediante uma contrapartida económica de 200.000 euros&#8221;.</P><br />
<P>O relatório inclui conversas na rede WhatsApp entre Zapatero e a secretária, Gertrudis Alcázar, bem como várias agendas do ex-chefe do Governo espanhol, que serviram para sustentar a última acusação do caso Plus Ultra, no qual está a ser investigado pelo possível recebimento de comissões pela sua influência no resgate dessa companhia aérea.</P><br />
<P>No relatório, aparecem figuras de destaque do Governo da Bolívia entre 2020 e 2025, incluindo o ex-presidente Luis Arce (2020-2025) e três dos seus ministros, entre outros.</P><br />
<P>O caso na Bolívia relaciona-se com a Sociedad Boliviana de Cemento (Soboce), envolvida numa disputa judicial, desde 2010, com a empresa estatal Fábrica Nacional de Cementos (Fancesa) pela posse de ações que permitiriam à primeira empresa expandir fábricas regionais, o que foi denunciado pela segunda como um caso de alegada concorrência desleal.</P><br />
<P>Desde 2014, o caso envolveu também o grupo peruano Gloria, atual acionista maioritário da Soboce, que reclama uma indemnização pela reversão dessas ações e mantém litígios contra o Estado boliviano.</P><br />
<P>O ex-presidente Arce, que se encontra em prisão preventiva desde dezembro de 2025 por um caso de alegada corrupção, negou estar envolvido &#8220;em qualquer caso de tráfico de influências&#8221; a favor da Soboce.</P><br />
<P>Recentemente, após a divulgação do relatório da UDEF, o Supremo Tribunal de Justiça da Bolívia (TSJ) confirmou uma sentença de 2025 que obriga a Soboce a pagar à Fancesa uma indemnização de mais de 74,4 milhões de dólares (65 milhões de euros).</P><br />
<P>Na semana passada, o Grupo Gloria admitiu ter pago 200.000 euros a Rodríguez Zapatero para que este intercedesse junto das autoridades da Bolívia relativamente à indemnização a pagar à Soboce, e defendeu a sua contratação, negando que tivesse fins ilícitos ou que constituísse uma interferência na justiça boliviana.</P></p>
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		<title>Presidente eleita do Peru quer restabelecer relações diplomáticas com México</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 05:01:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente eleita do Peru, Keiko Fujimori, afirmou na quinta-feira ter "a intenção" de restabelecer as relações diplomáticas com o México, suspensas desde novembro de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente eleita do Peru, Keiko Fujimori, afirmou na quinta-feira ter &#8220;a intenção&#8221; de restabelecer as relações diplomáticas com o México, suspensas desde novembro de 2025.</P><br />
<P>O Peru tinha rompido relações devido à decisão do Governo mexicano de conceder asilo político à ex-primeira-ministra peruana Betssy Chávez, uma iniciativa considerada por Lima como uma ingerência nos assuntos internos peruanos.</P><br />
<P>Chávez, refugiada desde novembro de 2025 na residência da embaixada do México em Lima, foi alvo de um processo judicial no México por alegado papel na tentativa de golpe de Estado de dezembro de 2022 do ex-presidente Pedro Castillo. Desde então, aguarda um salvo-conduto das autoridades peruanas para poder sair do país.</P><br />
<P>&#8220;Tenho toda a intenção de restabelecer as relações entre o Peru e o México&#8221;, afirmou Keiko Fujimori na quinta-feira, no final de um evento público em Lima, sem dar mais detalhes.</P><br />
<P>A líder conservadora foi oficialmente declarada presidente eleita do Peru e sucederá ao presidente interino José Maria Balcazar em 28 de julho.</P><br />
<P>A Presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, declarou na quarta-feira que ainda não tinha conversado com Keiko Fujimori.</P><br />
<P>&#8220;Vamos esperar&#8221;, afirmou Sheinbaum, em resposta a perguntas sobre a líder peruana, durante uma conferência de imprensa. O Peru &#8220;rompeu relações. Por que motivo? Porque manifestámos a opinião de que o presidente Castillo se encontra detido ilegalmente&#8221;, recordou a chefe de Estado mexicana.</P><br />
<P>As relações entre o Peru e o México começaram a deteriorar-se após a destituição do presidente peruano Pedro Castillo em 2022, altura em que o México concedeu asilo à sua família.</P><br />
<P>Pedro Castillo foi condenado a mais de onze anos de prisão por rebelião, na sequência da tentativa frustrada de dissolver o Parlamento em 2022. O ex-sindicalista encontra-se detido desde dezembro de 2022 numa prisão especial da polícia, perto de Lima.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787788]]></sapo:autor>
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		<title>Novo álbum dos The Rolling Stones &#8220;Foreign Tongues&#8221; é hoje editado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 04:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo álbum dos The Rolling Stones, "Foreign Tongues", que inclui temas originais e versões de canções de Amy Winehouse e Chuck Berry, é hoje editado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O novo álbum dos The Rolling Stones, &#8220;Foreign Tongues&#8221;, que inclui temas originais e versões de canções de Amy Winehouse e Chuck Berry, é hoje editado.</P><br />
<P>Composto por 14 temas, o novo álbum de estúdio dos The Rolling Stones inclui 12 temas originais, uma versão de &#8220;You Know I&#8217;m No Good&#8221;, de Amy Winehouse, e uma outra de &#8220;Beautiful Delilah&#8221;, de Chuck Berry, tema que encerra o disco e que é &#8220;uma homenagem a uma das influências mais duradouras dos Stones&#8221;, refere a editora Universal Music Portugal, em comunicado.</P><br />
<P>O álbum &#8220;ganhou forma em menos de um mês nos Metropolis Studios, no oeste de Londres, reunindo Mick Jagger, Keith Richards e Ronnie Wood com o produtor Andrew Watt, vencedor de um Grammy, que também assinou a produção de &#8216;Hackney Diamonds&#8217; [o anterior álbum do grupo, editado em 2023]&#8221;,</P><br />
<P>Mick Jagger partilhou ter &#8220;adorado as sessões de gravação em Londres, nos Metropolis&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Foram semanas muito intensas a gravar &#8216;Foreign Tongues&#8217;. Tínhamos 14 excelentes temas e trabalhámos o mais depressa possível. Gosto muito daquele estúdio porque não é demasiado grande e conseguimos sentir a paixão de toda a gente&#8221;, referiu, citado pela editora.</P><br />
<P>Já Keith Richards afirmou que o novo álbum &#8220;tem uma continuidade natural em relação a &#8216;Hackney Diamonds'&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Foi ótimo voltar a trabalhar em Londres e sentir novamente toda a energia da cidade à nossa volta. Foi um mês de trabalho intenso e focado. Para mim, tudo se resume ao prazer de fazer música. Sinto-me privilegiado por poder continuar a fazê-lo e espero que assim seja durante muitos anos&#8221;, disse, também citado no comunicado.</P><br />
<P>Ronnie Wood falou num &#8220;ambiente no estúdio extremamente criativo&#8221;, acrescentando que &#8220;toda a banda esteve em grande forma durante todo o processo&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Muitas vezes conseguimos a gravação certa logo à primeira tentativa. Espero que todos gostem do álbum&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>&#8220;Foreign Tongues&#8221; conta com a colaboração de Darryl Jones, Matt Clifford e Steve Jordan, &#8220;parceiros de longa data da banda&#8221;, bem como &#8220;uma participação especial de Charlie Watts no intenso &#8216;Hit Me In The Head&#8217;, registada numa das suas últimas sessões de gravação antes do seu falecimento, em 2021&#8221;. </P><br />
<P>A lista de convidados inclui ainda Steve Winwood, Paul McCartney, Robert Smith, vocalista dos The Cure, e Chad Smith, baterista dos Red Hot Chili Peppers.</P><br />
<P>A capa do álbum é um retrato, uma pintura do artista norte-americano Nathaniel Mary Quinn, composto por parte dos rostos dos três músicos dos Rolling Stones: Mick Jagger, Ronnie Wood e Keith Richards.</P><br />
<P>A direção de arte e o design do novo álbum é da responsabilidade do &#8216;designer&#8217; português Bráulio Amado, em parceria com o inglês Mat Maitland.</P><br />
<P>Bráulio Amado, nascido em Almada em 1987, vive em Nova Iorque desde 2011.</P><br />
<P>O trabalho do artista visual inclui cartazes, capas de álbuns, ilustrações para jornais e revistas, como o New York Times ou a Wired, vídeos e &#8220;outras coisas&#8221;, como t-shirts, rótulos de vinho, &#8216;websites&#8217;, meias ou toalhas, segundo informação disponível no &#8216;site&#8217; oficial do &#8216;designer&#8217; e ilustrador.</P><br />
<P>Bráulio Amado esteve nomeado para os prémios norte-americanos de música Grammy pelo trabalho gráfico do álbum &#8220;Balloonerism&#8221;, de Mac Miller, desenvolvido com o artista interdisciplinar norte-americano Alim Smith.</P><br />
<P>Bráulio Amado já criou capas de álbuns e &#8216;singles&#8217; para artistas como Frank Ocean, André 3000, Róisín Murphy, Xinobi, Rex Orange County, D&#8217;Alva, Washed Out e Moullinex.</P><br />
<P>Formados em Londres em 1962, os The Rolling Stones mantêm uma das carreiras mais bem-sucedidas do rock, com clássicos como &#8220;(I Can&#8217;t Get No) Satisfaction&#8221;, &#8220;Paint It Black&#8221; e &#8220;Start Me Up&#8221;, além de 14 álbuns e oito singles número um no Reino Unido.</P><br />
<P>Após a morte do baterista Charlie Watts em 2021, aos 80 anos, Steve Jordan juntou-se ao grupo, que faz parte do &#8220;Rock and Roll Hall of Fame&#8221; desde 1989.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787787]]></sapo:autor>
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		<title>Jorge Jesus vai ser apresentado como novo selecionador de Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 04:14:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O treinador Jorge Jesus vai ser hoje apresentado como novo selecionador português de futebol, assinando um contrato até 2030, numa cerimónia que vai acontecer após a oficialização, às 15:00, na Cidade de Futebol, em Oeiras.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O treinador Jorge Jesus vai ser hoje apresentado como novo selecionador português de futebol, assinando um contrato até 2030, numa cerimónia que vai acontecer após a oficialização, às 15:00, na Cidade de Futebol, em Oeiras.</P><br />
<P>Jorge Jesus, de 71 anos, vai suceder ao espanhol Roberto Martínez, que deixou o cargo imediatamente após a derrota com Espanha (1-0), que ditou a eliminação da equipa das &#8216;quinas&#8217; do Mundial2026, nos oitavos de final.</P><br />
<P>O português estava livre desde que deixou o Al Nassr em maio, após conquistar pela segunda vez o título de campeão saudita &#8212; reeditando o feito conseguido em 2023/24 pelo Al Hilal &#8211; com um plantel no qual pontificavam os internacionais lusos Cristiano Ronaldo e João Félix.</P><br />
<P>Nos quase 40 anos de carreira como treinador, que se iniciou em 1989/90, no Amora, então na III Divisão, esta será a primeira vez que Jorge Jesus irá assumir a liderança de uma seleção.</P><br />
<P>Neste percurso, orientou Felgueiras, União da Madeira, Estrela da Amadora, Vitória de Setúbal, Vitória de Guimarães, Moreirense, União de Leiria, Belenenses, Sporting de Braga, Benfica, Sporting, Al Hilal, Flamengo e Fenerbahçe.</P><br />
<P>Jesus conquistou uma Taça Libertadores, no comando técnico do Flamengo, além do Brasileirão, depois de se ter sagrado campeão português três vezes, pelo Benfica, entre outros troféus como uma Taça de Portugal, seis Taças da Liga, uma no Sporting, duas Supertaças Cândido de Oliveira e uma Taça da Turquia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787786]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Espanha e Bélgica defrontam-se no segundo jogo dos &#8216;quartos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 04:06:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Espanha, 'carrasca' de Portugal, e a Bélgica, que eliminou os coanfitriões Estados Unidos, defrontam-se hoje no segundo encontro dos quartos de final do Mundial de futebol de 2026, em Inglewood, nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Espanha, &#8216;carrasca&#8217; de Portugal, e a Bélgica, que eliminou os coanfitriões Estados Unidos, defrontam-se hoje no segundo encontro dos quartos de final do Mundial de futebol de 2026, em Inglewood, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>A formação espanhola chega a esta fase da prova ainda sem golos sofridos (9-0), num trajeto iniciado com um empate a zero com Cabo Verde e que tem, para já, com último momento o 1-0 à formação das &#8216;quinas&#8217; nos oitavos de final.</P><br />
<P>Um golo do suplente Mikel Merino, já nos descontos, aos 90+1 minutos, selou o triunfo dos espanhóis, que procuram a segunda presença de sempre nas &#8216;meias&#8217;, depois de 2010, quando superaram a Alemanha por 1-0, rumo à primeira e única vitória no Mundial.</P><br />
<P>Nessa edição, os espanhóis conseguiram o seu único triunfo nos quartos de final, vencendo por 1-0 o Paraguai, num jogo em que o então benfiquista Oscar Cardozo falhou um penálti. Caíram nas restantes, em 1934, 1986, 1994 e 2002.</P><br />
<P>Por seu lado, a Bélgica surge nos &#8216;quartos&#8217; muito moralizada, depois de um marcante 4-1 aos Estados Unidos, num jogo marcado pela forma como a FIFA despenalizou Folarin Bolagun, que foi expulso nos &#8217;16 avos&#8217; e não deveria ter jogado.</P><br />
<P>Os belgas, que começaram com dois empates (1-1 com o Egito e 0-0 com o Irão), também bateram a Nova Zelândia, por 5-1, a fechar a fase de grupos, e eliminaram, nos &#8217;16 avos&#8217; o Senegal, por 3-2, no tempo extra, num jogo em que perdiam por 2-0 aos 85 minutos.</P><br />
<P>A Bélgica já esteve por duas vezes nas meias-finais, perdendo com Argentina (0-2 em 1986) e França (0-1 em 2018), sendo que, na primeira ocasião, eliminou a Espanha nos &#8216;quartos&#8217;, no desempate por penáltis (5-4), após 1-1 nos 120 minutos.</P><br />
<P>Os &#8216;diabos vermelhos&#8217; também estiveram nos quartos de final em 2014 (0-1 com a Argentina) e 2018 (2-1 ao Brasil), esta última sob o comando do espanhol Roberto Martínez, ex-selecionador de Portugal.</P><br />
<P>Nas meias-finais, em encontro marcado para terça-feira, em Arlington, às 14:00 locais (20:00 em Lisboa), o vencedor do embate entre a Espanha e a Bélgica vai defrontar a França, que bateu Marrocos por 2-0.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787785]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tufão Bavi provoca cortes de energia e cancelamento de voos no sul do Japão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 03:40:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades japonesas informaram hoje que se registaram cortes de energia e cancelamentos de voos na prefeitura de Okinawa, à medida que se aproxima o "grande e muito forte" tufão Bavi.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades japonesas informaram hoje que se registaram cortes de energia e cancelamentos de voos na prefeitura de Okinawa, à medida que se aproxima o &#8220;grande e muito forte&#8221; tufão Bavi.</P><br />
<P>O vice-porta-voz do Governo, Masanao Ozaki, explicou hoje em conferência de imprensa que se registaram cortes de energia em cerca de cinquenta residências em Okinawa, depois de terem sido emitidos alertas para ventos de furacão e ondas gigantes, embora, por enquanto, não tenham recebido informações sobre vítimas, danos em habitações ou cortes de água.</P><br />
<P>O Bavi deverá atingir terra na madrugada deste sábado nas ilhas japonesas.</P><br />
<P>Ozaki apelou a uma &#8220;vigilância extrema&#8221; face aos ventos fortes, deslizamentos de terra e inundações, ao mesmo tempo que confirmou que o Governo está a colaborar com as autoridades locais para implementar medidas preventivas, recolher informações sobre danos e realizar tarefas de resposta a emergências.</P><br />
<P>O Bavi, que avança com rajadas de vento superiores a duzentos quilómetros por hora, encontrava-se esta manhã a sul da prefeitura de Okinawa, no mar das Filipinas. </P><br />
<P>Este fenómeno, que é o nono tufão deste ano na terminologia japonesa, está classificado na categoria de &#8220;violento&#8221; devido aos seus ventos fortes.</P><br />
<P>Segundo a estação japonesa de televisão NHK, o tufão já obrigou ao cancelamento de mais de 270 voos, a maioria da companhia aérea All Nippon Airways (ANA), com origem ou destino no aeroporto de Naha, capital de Okinawa, o que se estima que afete 12.800 pessoas.</P><br />
<P>Além disso, prevê-se que as ilhas Sakishima sejam atingidas por ventos suficientemente fortes para provocar o colapso de algumas habitações, informa a NHK.</P><br />
<P>A tempestade tropical seguirá depois em direção a Taiwan e à China continental, de acordo com as previsões. Durante o dia de quinta-feira, as autoridades chinesas elevaram o nível de resposta de emergência face ao avanço do Bavi, enquanto as autoridades de Taiwan emitiram um alerta marítimo.</P><br />
<P>Os tufões são recorrentes no Japão, bem como nas Filipinas, no sudeste da China e em Taiwan durante a época de verão e outono, quando as águas quentes do Oceano Pacífico favorecem a formação de ciclones que, por vezes, provocam danos significativos e perturbações nos transportes e nas atividades económicas.</P></p>
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