Putin planeia testar o míssil balístico do Juízo Final sobre o Polo Sul: ‘Satan 2’ será colocado em serviço de combate em dezembro

Vladimir Putin deverá testar o maior míssil balístico do mundo através de um voo pelo Polo Sul, segundo revelou esta segunda-feira o tabloide britânico ‘Daily Mail’: o presidente russo está determinado a flexibilizar a sua força nuclear para o Ocidente e pretende colocar uma arma nuclear intercontinental de 208 toneladas – o RS-28 Sarmat, também conhecido como ‘Satan 2’ – em serviço de combate no próximo mês.

No entanto, o “imparável” míssil do Juízo Final, tão alto como uma torre de 14 andares, ainda não foi devidamente testado. De acordo com a agências de notícias estatal da Rússia, a ‘TASS’, “mesmo um LCI (testes de desenvolvimento de voo) truncado, e assumindo que todos os lançamentos sejam bem-sucedidos, exigiria vários lançamentos, incluindo através do Polo Sul”.

O lançamento do míssil deverá provocar um profundo alarme no Ocidente, enquanto Putin se prepara para lançar um foguete concebido para ser a derradeira arma de ataque nuclear contra países da NATO, mas que até ao momento teve apenas um voo de teste bem-sucedido através da Rússia, em abril de 2022.

“O primeiro regimento Sarmat, composto por um posto de comando e vários lançadores de silos, entrará em serviço de combate como parte da formação de mísseis Uzhur das Forças Estratégicas de Mísseis em dezembro deste ano”, revelou fonte da Defesa da Rússia.

O regimento já está em “serviço de combate experimental” na região de Krasnoyarsk, na Sibéria, revelou outra fonte. No entanto, a primeira fonte admitiu que os testes do míssil de quinta geração de Putin estão atrasados e “ainda não foram concluídos”.

O míssil hipersónico foi projetado para atingir o Ocidente, sobrevoando os Polos Norte ou Sul, tornando impossível travar o ataque com as atuais defesas aéreas.

O complexo Sarmat-Satan-2 deverá substituir o míssil Voevoda – ou Satan – que está em serviço desde a década de 1980. O míssil R-36M2 Voevoda foi testado nada menos do que 17 vezes na Guerra Fria antes de ser colocado em serviço de combate.

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