O terreno, onde a associação Zero denunciou estarem depositadas, há duas décadas, cerca de 30 mil toneladas de escória de alumínio chegou a pertencer à Pluripar, do empresário Emídio Catum, um dos principais devedores do BPN. Mas, em 2017, abriu bancarrota, revela o “Correio da Manhã” (CM).
O actual proprietário é o banco BCP. Foi o próprio banco privado que o admitiu ao “CM”. Porém, «não sabíamos de nada ali. Estamos agora a analisar o caso para defender os nossos interesses», esclareceu.
A Zero acredita que as 30 mil toneladas de resíduos alegadamente tóxicos são provenientes da Metalimex, empresa instalada em Setúbal nos anos 80 e que importou da Suíça 42 mil toneladas de escória de alumínio.
Do lado da autarquia, a presidente Maria das Dores Meira assegurou que «não possui qualquer evidência sobre a perigosidade destes materiais, no seu todo ou em parte, pelo que não podemos afirmar que existam ali quaisquer resíduos perigosos, nem o contrário».












