“No próximo ano, a tecnologia assumirá uma responsabilidade ainda maior no apoio às pessoas”, afirma o CEO da Opensoft

A Inteligência Artificial, a acessibilidade digital, a interoperabilidade entre sistemas e a segurança vão marcar a evolução do setor tecnológico em 2026, segundo a Opensoft.

André Manuel Mendes
Dezembro 15, 2025
10:21

A Inteligência Artificial, a acessibilidade digital, a interoperabilidade entre sistemas e a segurança vão marcar a evolução do setor tecnológico em 2026, segundo a Opensoft.

De acordo com a Opensoft, o próximo ano será marcado por uma aposta reforçada em soluções mais consistentes, inclusivas e seguras, refletindo o caminho de modernização que Portugal tem vindo a consolidar.

Rui Cruz, CEO da Opensoft, sublinha que: “No próximo ano, a tecnologia assumirá uma responsabilidade ainda maior no apoio às pessoas. A Inteligência Artificial, a acessibilidade digital, a interoperabilidade e a segurança não são meros conceitos abstratos. São o compromisso claro de colocar a tecnologia ao serviço do cidadão, o que garante o rigor e a transparência das soluções implementadas e determina tanto um valor efetivo como um impacto positivo em prol do interesse coletivo.”

A Inteligência Artificial deverá continuar a ser um pilar central da transformação digital, com a evolução para plataformas nativas de IA e modelos especializados capazes de apoiar o desenvolvimento, a operação e a tomada de decisão. Para a Opensoft, a prioridade passará por aplicar esta tecnologia de forma responsável e onde gere valor concreto, assegurando que os resultados são sempre validados por especialistas. Em paralelo, a acessibilidade digital ganhará maior relevância, sobretudo nos serviços públicos, com interfaces mais intuitivas, linguagem clara e processos simplificados, de forma a garantir que qualquer utilizador consegue interagir de forma autónoma e eficaz.

A interoperabilidade entre sistemas é outra das áreas críticas identificadas para 2026, permitindo uma comunicação mais eficiente entre plataformas públicas e privadas, reduzindo burocracias e evitando redundâncias. Por fim, a segurança e a confiança digital manter-se-ão no centro da agenda tecnológica, com uma aposta reforçada na proteção de dados, na privacidade por design e na prevenção de ciberameaças, particularmente em serviços com impacto direto na vida dos cidadãos.

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