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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Metro de Lisboa derrapa para 2027: linha circular soma atrasos, críticas e mais 170 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 08:41:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Expansão chegou a estar prevista para o final de 2023, depois passou para o primeiro trimestre de 2025, mais tarde para o final de 2026 e tem agora como meta o início de 2027]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lisboa deverá ter finalmente a linha circular do Metro operacional no primeiro trimestre de 2027, três anos e meio depois do prazo inicialmente previsto e com um investimento que já subiu para 380 milhões de euros, revela o &#8216;Expresso&#8217;. A obra, que junta duas novas estações a troços das atuais linhas Verde e Amarela, tornou-se um dos exemplos mais visíveis dos atrasos e derrapagens nas grandes obras públicas em Portugal.</p>
<p>A expansão chegou a estar prevista para o final de 2023, depois passou para o primeiro trimestre de 2025, mais tarde para o final de 2026 e tem agora como meta o início de 2027. Fonte oficial do Metro de Lisboa refere que a linha está em execução em várias frentes, com trabalhos de acabamentos no troço Estrela-Santos e nas estações da Estrela e de Santos, além das obras de ligação entre Santos e o Cais do Sodré.</p>
<p>O investimento também cresceu de forma significativa. A previsão inicial apontava para 210 milhões de euros, mas o custo está agora nos 380 milhões, cerca de 80% acima do estimado. O Governo anunciou recentemente um reforço de 48 milhões de euros para permitir a conclusão da empreitada e deixou críticas aos anteriores executivos socialistas pela derrapagem.</p>
<p>Entre as razões apontadas para os atrasos e o aumento dos custos estão a conjuntura geopolítica, com impacto nos preços após a guerra na Ucrânia, dúvidas contratuais com empreiteiros, necessidade de reforço de estudos estruturais, dificuldades no terreno e achados arqueológicos que obrigaram a novas paragens.</p>
<p><strong>Círculo ou laço: a discussão que continua em aberto</strong></p>
<p>A nova linha circular passará a ser integrada na Linha Verde e foi pensada para permitir uma deslocação contínua na zona central da cidade, agregando quase toda a atual Linha Verde e parte da Linha Amarela. O objetivo é atravessar pontos centrais de Lisboa, incluindo zonas como Estrela e Santos, mas o projeto tem sido contestado desde o início.</p>
<p>A principal crítica vem de moradores das zonas que ficarão servidas por uma Linha Amarela mais curta. Na nova configuração, quem hoje tem ligação direta ao centro passará a ter de trocar de comboio no Campo Grande, o que tem alimentado a contestação ao desenho da rede.</p>
<p>A hipótese de a operação funcionar em ‘laço’, permitindo que comboios da Linha Amarela entrassem na circular em alguns períodos de maior movimento, chegou a ser considerada. Para já, foi afastada com o argumento de que custaria mais 10 milhões de euros e provocaria novos atrasos, uma vez que o sistema de sinalização foi desenvolvido para a solução em círculo.</p>
<p>O tema foi discutido recentemente na Assembleia Municipal de Lisboa, que decidiu instar o Governo a clarificar a configuração final. No primeiro ano de exploração, estima-se que a linha circular capte nove milhões de novos passageiros.</p>
<p><strong>Linha Amarela pode chegar a Benfica</strong></p>
<p>A redução da Linha Amarela poderá, no entanto, não ser definitiva. Está em análise a possibilidade de prolongar a linha até à zona de Benfica, com uma futura ligação à Linha de Sintra na estação da Damaia, uma intenção já referida pela Câmara de Lisboa e pelo anterior presidente do Metro, Vítor Santos.</p>
<p>O &#8216;Expresso&#8217; recorda que foram desenvolvidos estudos sobre essa extensão, que também permitiria criar um novo acesso ao Parque de Material e Oficinas da Pontinha, atualmente acessível apenas através da Linha Azul. Numa primeira fase, poderia ser feita a ligação à Linha Azul e, mais tarde, a extensão da Linha Amarela até à Linha de Sintra.</p>
<p>O Metro de Lisboa, porém, mantém prudência. A empresa refere apenas que os estudos sobre o prolongamento da Linha Amarela até Benfica estão numa fase “muito preliminar de análise” e que ainda não existe decisão.</p>
<p><strong>Linha Vermelha depende do Banco Europeu de Investimento</strong></p>
<p>Outro grande projeto em espera é o prolongamento da Linha Vermelha até Alcântara. A linha, que atualmente liga o aeroporto e a zona oriental da cidade a São Sebastião, deverá avançar para ocidente, mas aguarda decisão do Banco Europeu de Investimento sobre a nova estrutura de financiamento.</p>
<p>A consignação da obra deverá ocorrer até ao final deste semestre ou no início do segundo semestre de 2026, com entrada em funcionamento prevista para 2030. O projeto estava inscrito no Plano de Recuperação e Resiliência, com cerca de 75% do financiamento garantido por fundos europeus, mas foi retirado em novembro por não ser possível executar a obra dentro do prazo exigido, até agosto deste ano.</p>
<p>Sem financiamento assegurado, o Metro não pode consignar a empreitada. O Governo garante que a obra será feita e que, no limite, o dinheiro sairá do Orçamento do Estado. A extensão prevista tem cerca de 4,1 quilómetros e quatro novas estações: Campolide/Amoreiras, Campo de Ourique, Infante Santo e Alcântara.</p>
<p>O contrato de construção foi assinado em dezembro de 2023 com o grupo Mota-Engil e a SPIE Batignolles Internacional. O investimento é de 405,4 milhões de euros, mas poderá aumentar devido a alterações associadas à construção de um novo acesso à Ponte 25 de Abril.</p>
<p><strong>Violeta continua sem decisão final</strong></p>
<p>Antes de novas expansões das linhas existentes, Lisboa e a Área Metropolitana continuam à espera da nova Linha Violeta, prevista para os concelhos de Odivelas e Loures. O projeto tem tido um percurso difícil, com um primeiro concurso lançado em março de 2024 em que as propostas foram excluídas por ultrapassarem o preço-base de 450 milhões de euros.</p>
<p>O segundo concurso, lançado em abril de 2025, subiu o preço-base para 600 milhões de euros e acabou por ser vencido pelo consórcio da Mota-Engil. Mas a proposta teve de ser alterada, com a substituição da empresa chinesa CRRC pela polaca PESA como fornecedora do material circulante, depois de a Comissão Europeia ter avançado com uma investigação sobre possíveis subvenções do Estado chinês à CRRC.</p>
<p>A adjudicação está agora dependente da avaliação final do júri do concurso. O Metro de Lisboa afirma que a decisão só será tomada depois do relatório final de análise e avaliação das propostas, incluindo as implicações da decisão europeia.</p>
<p>A Linha Violeta deverá ter cerca de 11,5 quilómetros e 17 estações. Ao contrário de outras expansões, será maioritariamente um metro de superfície, com apenas três estações subterrâneas e duas semienterradas. A conclusão está prevista para 2029, mas o projeto já soma novos meses de atraso e também ficou fora do PRR, devendo depender do BEI e do Orçamento do Estado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772300]]></sapo:autor>
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		<title>Porto Business School lidera capacitação em projeto da OMS para reforço das Unidades Locais de Saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 08:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Business School]]></category>
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					<description><![CDATA[A Porto Business School (PBS) está a liderar uma componente de capacitação no âmbito do projeto IMPULSO, uma iniciativa europeia focada na integração e melhoria dos cuidados de saúde baseados na população através das Unidades Locais de Saúde (ULS).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Porto Business School (PBS) está a liderar uma componente de capacitação no âmbito do projeto IMPULSO, uma iniciativa europeia focada na integração e melhoria dos cuidados de saúde baseados na população através das Unidades Locais de Saúde (ULS).</p>
<p>O projeto é apoiado pela Comissão Europeia (SG REFORM) e liderado pelo World Health Organization Regional Office for Europe, contando com a coordenação da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), do Ministério da Saúde.</p>
<p>No âmbito desta iniciativa, a Porto Business School assume a responsabilidade pelo Milestone 2.1, dedicado à capacitação para o planeamento estratégico e gestão da mudança nas ULS numa perspetiva de saúde populacional, em parceria com a Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade NOVA de Lisboa (ENSP NOVA). O trabalho centra-se no reforço das competências de gestão, desenvolvimento organizacional e transformação estratégica das unidades de saúde.</p>
<p>O programa decorreu entre 25 e 29 de maio e reuniu 45 participantes, entre membros dos conselhos de administração e gestores de 15 ULS. Durante a formação, os participantes trabalharam diretamente sobre os seus próprios contextos organizacionais, aplicando ferramentas de planeamento estratégico, gestão da mudança, melhoria contínua e monitorização de resultados.</p>
<p>No dia 26 de maio teve lugar uma sessão institucional, aberta pelo reitor da Universidade do Porto, António de Sousa Pereira, que juntou representantes institucionais, especialistas e responsáveis das ULS para refletir sobre os desafios da integração de cuidados e da transformação organizacional no Serviço Nacional de Saúde.</p>
<p>Um dos eixos centrais do programa é a componente de formação de formadores, que permitirá replicar o conhecimento adquirido nas ULS e disseminar metodologias por outras unidades. O objetivo é criar um efeito multiplicador e contribuir para a consolidação de capacidade sustentável dentro do sistema de saúde.</p>
<p>A criação e expansão das ULS é considerada um momento crítico de transformação do Serviço Nacional de Saúde, ao promover uma maior articulação entre cuidados de saúde primários e hospitalares, bem como com municípios e comunidades. Neste contexto, o reforço de competências de governação, planeamento e execução surge como determinante para melhorar resultados em saúde, eficiência na utilização de recursos e experiência dos utentes.</p>
<p>“Este projeto traduz muito bem aquilo que a Porto Business School pode aportar à transformação do sistema de saúde: capacidade de gestão, liderança e execução”, afirma Rosário Moreira, coordenadora do projeto e Academic Director do Global Online MBA da PBS. “Ao trabalhar diretamente com as equipas das ULS, ajudamos a transformar prioridades estratégicas em planos concretos, replicáveis e orientados para resultados.”</p>
<p>Também Ricardo Mestre, professor da ENSP NOVA, sublinha que o programa “reforça o papel da ENSP NOVA na consolidação das ULS, apoiando lideranças numa gestão mais integrada e orientada para resultados em saúde da população”.</p>
<p>Do lado da Organização Mundial da Saúde, José Cerezo, Health Policy Analyst no WHO European Centre for Primary Health Care, destaca que “a experiência portuguesa é uma das mais ambiciosas no domínio da integração de cuidados de saúde a nível global”, acrescentando que o programa procura desenvolver competências específicas para instituições integradas.</p>
<p>Já Valter Fonseca, Technical Officer no WHO Athens Office on Quality of Care and Patient Safety, sublinha que “um foco em resultados de saúde constitui uma medida promotora da mudança dos cuidados de saúde”.</p>
<p>A formação integra-se num conjunto mais amplo de resultados esperados, que incluem o reforço das capacidades de governação e desenvolvimento organizacional das ULS, a criação de instrumentos de integração de cuidados, o desenvolvimento de métricas de monitorização e melhoria contínua e a otimização de soluções digitais de coordenação assistencial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771065]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsas europeias sem rumo perante contradições sobre paz no Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 08:21:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje mistas, perante as contradições sobre a paz no Irão, com negociações paralisadas segundo Teerão, enquanto o Presidente dos EUA, Donald Trump, diz que um acordo poderia ser alcançado neste fim de semana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias abriram hoje mistas, perante as contradições sobre a paz no Irão, com negociações paralisadas segundo Teerão, enquanto o Presidente dos EUA, Donald Trump, diz que um acordo poderia ser alcançado neste fim de semana.</p>
<p>Cerca das 08:35 em Lisboa, o EuroStoxx 600 baixava 0,22% para 623,08 pontos.</p>
<p>As bolsas de Londres, Frankfurt e Milão desciam 0,23%, 0,38% e 0,13%, enquanto as de Paris e Madrid valorizavam-se 0,03% e 0,23%, respetivamente.</p>
<p>A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de alta da abertura, com o principal índice, o PSI, a subir 0,10% para 8.928,99 pontos, depois de ter terminado num novo máximo desde junho de 2008 em 09 de abril (9.484,93 pontos).</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em agosto, descia 0,39% para 94,68 dólares, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), para entrega em julho, de referência nos EUA, cedia 0,68% para 92,41 dólares.</p>
<p>O gás natural para entrega a um mês no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, subia 0,19% para 48,84 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>A notícia de que Israel e o Líbano tinham chegado a um acordo para prorrogar o cessar-fogo, condicionado a que a milícia pró-iraniana do Hezbollah não atacasse novamente Israel e a &#8220;filtragem&#8221; de que Trump não reiniciaria a guerra contra o Irão a não ser que algum membro do exército dos EUA morresse devido a um ataque de Teerão permitiram na quinta-feira uma queda do petróleo depois de três dias consecutivos de subida.</p>
<p>Trump afirmou que estaria disposto a reunir-se pessoalmente com o líder supremo do Irão, Mojtaba Kameneí, se um acordo for alcançado para pôr fim à guerra e para reabrir o estreito de Ormuz.</p>
<p>Os futuros do Dow Jones e do Nasdaq registam recuos de 0,02% e de 1,32%, respetivamente, depois de na quinta-feira o primeiro ter fechado a subir 1,73 para um novo máximo de sempre e o segundo a descer 0,09%.</p>
<p>Hoje, o departamento de Trabalho dos EUA divulga o relatório de emprego não agrícola do mês de maio e os mercados esperam que a taxa de desemprego tenha permanecido estável em 4,3%.</p>
<p>Na Ásia, o principal índice da bolsa de Tóquio, o Nikkei, caiu hoje 1,31%, o índice de referência da bolsa de Xangai 0,74% e o parque de Shenzhen 2,21%.</p>
<p>O Hang Seng, de Hong Kong, descia 1,16% pouco antes do final da sessão.</p>
<p>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos desce para 3,017%, depois de ter fechado em 3,021% na sessão anterior.</p>
<p>O euro estava em alta e subia 0,16% para 1,1629 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Os metais preciosos estão em baixa, com uma descida de 0,19% no caso do ouro, para 4.465,34 dólares a onça, e um recuo de 1,66% no caso da prata, para 72,67 dólares.</p>
<p>Em relação às criptomoedas, a bitcoin desce 3,42% para 61.401,2 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772306]]></sapo:autor>
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		<title>Federação sindical diz que greve do pessoal não docente ronda os 50%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 08:15:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A adesão à greve do pessoal não docente da Educação ronda, "neste momento" os 50%, sobretudo em estabelecimentos de ensino de Lisboa, Porto e Aveiro, disse à Lusa o dirigente da estrutura sindical que decretou a paralisação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A adesão à greve do pessoal não docente da Educação ronda, &#8220;neste momento&#8221; os 50%, sobretudo em estabelecimentos de ensino de Lisboa, Porto e Aveiro, disse à Lusa o dirigente da estrutura sindical que decretou a paralisação.</p>
<p>Mário Rui Cunha, dirigente da Federação Nacional de Sindicatos Independentes da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (FESINAP), afirmou que &#8220;ainda é cedo&#8221; para apurar números definitivos, mas adiantou ter indicações de que a adesão é de 50%.</p>
<p>O dirigente da FESINAP criticou o que disse ser &#8220;intransigência&#8221; do Ministério da Educação no que diz respeito às reivindicações do pessoal não docente.</p>
<p>&#8220;Estamos a preparar, dependendo da adesão que se venha a verificar hoje, novas greves setoriais, quer nas Instituições Públicas de Solidariedade Social (IPSS) quer em outros estabelecimentos de ensino&#8221;, acrescentou Mário Rui Cunha.</p>
<p>A FESINAP representa os profissionais que exercem atividade no setor da educação e formação profissional que trabalham por conta de outrem, em qualquer estabelecimento dos setores público, privado, social e cooperativo.</p>
<p>Tal inclui o trabalho em creches, ensino pré-escolar, básico, secundário, superior, IPSS, Misericórdias, no continente e nas regiões autónomas.</p>
<p>Para a FESINAP, foram &#8220;gravosas&#8221; as alterações que constam da proposta de lei denominada &#8220;Trabalho XXI&#8221; aprovada em Conselho de Ministros no passado dia 14 de maio.</p>
<p>Segundo a federação sindical, o Governo pretende, entre outras propostas, limitar e condicionar o direito à greve dos trabalhadores não docentes, designadamente na obrigatoriedade da prestação de serviços mínimos, por alteração do artigo 537.º do Código do Trabalho.</p>
<p>Por outro lado, a federação sindical indicou que o Governo não mostrou abertura para a reposição da carreira de Auxiliar de Ação Educativa e frisou que os trabalhadores não docentes que exercem funções em Unidades de Ensino Especializado devem auferir Suplemento de Penosidade.</p>
<p>A FESINAP declarou também que os trabalhadores não docentes devem ser integrados numa tabela remuneratória que tenha em conta a especificidade e o desgaste da profissão, e que &#8220;se impõe&#8221; a recuperação da carreira de Auxiliar de Ação Educativa da Rede Pública.</p>
<p>Entre as reivindicações, a federação sindical independente considera que a estrutura que representa os trabalhadores não deve ser excluída da negociação coletiva e setorial com o Governo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772281]]></sapo:autor>
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		<title>Após decisão sobre Alzheimer de Salgado, advogado exige perícia internacional</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/apos-decisao-sobre-alzheimer-de-salgado-advogado-exige-pericia-internacional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 08:12:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Salgado]]></category>
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					<description><![CDATA[Ricardo Salgado sofre de uma “anomalia psíquica” que o impede de compreender o significado da pena de prisão, aponta relatório de perícia médico-legal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma assistente no processo-crime da derrocada do BES pediu ao coletivo de juízes do Tribunal de Lisboa que ordene uma nova perícia médico-legal a Ricardo Salgado, mas realizada por peritos internacionais, escreve o &#8216;<a href="https://www.jn.pt/justica/artigo/advogado-pede-pericia-internacional-sobre-saude-mental-de-salgado/18091923" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias</a>&#8216;. O requerimento surge na mesma semana em que o tribunal concluiu que o antigo banqueiro sofre de Alzheimer e pode beneficiar da suspensão de uma pena de 13 anos de prisão.</p>
<p>A pena em causa resulta do cúmulo jurídico de condenações aplicadas num processo secundário da Operação Marquês e noutro processo relacionado com o caso EDP. Ao decidir pela suspensão, a juíza Ana Paula Rosa baseou-se num relatório pericial da delegação do Norte do Instituto Nacional de Medicina Legal, o terceiro daquela instituição no mesmo sentido.</p>
<p>Esse relatório concluiu que Ricardo Salgado sofre de uma “anomalia psíquica” que o impede de compreender o significado da pena de prisão. Para a assistente, porém, a relevância do processo justifica uma nova avaliação, desta vez com especialistas estrangeiros.</p>
<p>“Num país onde se criam redes tentaculares e poderes ocultos, essa perícia deverá ter peritos internacionais. O tribunal não deve exigir menos”, defende Varela de Matos, advogado da assistente, citado pelo &#8216;Jornal de Notícias&#8217;.</p>
<p><strong>Advogado diz que já viu “muitos filmes”</strong></p>
<p>A assistente é filha de uma emigrante que, segundo o advogado, “perdeu as suas pequenas economias” devido aos crimes cometidos no universo Espírito Santo. Varela de Matos refere que o relatório do Instituto Nacional de Medicina Legal atesta uma “demência moderada”, mas diz ter observado pessoalmente Ricardo Salgado em várias deslocações ao tribunal.</p>
<p>O advogado relata que, no último ano, a assistente viu o antigo banqueiro a sair do carro acompanhado pela mulher, a caminhar para o tribunal, a identificar-se, a usar o elevador, a dirigir-se à sala de audiências, a aguardar no átrio e a deslocar-se para o banco dos réus.</p>
<p>Varela de Matos descreve ainda que viu o “acompanhado maior” amparado por um ou dois “acompanhantes menores”, numa formulação usada para questionar a forma como Salgado tem surgido no tribunal.</p>
<p>Na última inquirição, acrescenta, esteve sentado a cerca de um metro do banco dos réus e observou, durante “longa meia hora”, as interações entre Ricardo Salgado e a mulher, nomeadamente a forma como esta o “ajudava” a “perceber” as perguntas do coletivo de juízes.</p>
<p><strong>Nova perícia para um processo de grande relevância</strong></p>
<p>Apesar de dizer ter “as melhores referências”, o advogado afirma que já viu “muitos filmes” e que anda “nisto há muitos anos”. Por isso, considera que, num processo com esta dimensão, o tribunal deve ordenar uma nova perícia médico-legal por especialistas internacionais.</p>
<p>O pedido coloca novamente o estado de saúde de Ricardo Salgado no centro do julgamento da derrocada do BES, um dos processos judiciais mais mediáticos da banca portuguesa. A questão essencial é saber se o antigo banqueiro reúne condições para compreender o alcance das penas que lhe foram aplicadas e das decisões judiciais que ainda possam vir a ser tomadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772297]]></sapo:autor>
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		<title>Caixa negra, seguro reforçado e limite de horas: testes dos carros autónomos chegam a Portugal em 30 dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 08:04:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Realização dos testes ficará sujeita a autorização prévia do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os testes de condução autónoma na via pública vão avançar em Portugal dentro de 30 dias, com regras específicas para veículos, condutores e operadores. O decreto-lei, já promulgado, cria pela primeira vez um regime jurídico próprio para estes ensaios e define novas exigências de segurança, seguro e controlo, revela o &#8216;Jornal de Negócios&#8217;.</p>
<p>A realização dos testes ficará sujeita a autorização prévia do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT). Para obter licença, os operadores terão de cumprir um conjunto de requisitos, incluindo a obrigação de os condutores e supervisores terem habilitação legal para conduzir há pelo menos seis anos.</p>
<p>O diploma também limita o tempo de exercício destas funções. Condutores e operadores não poderão desempenhar esse papel por períodos superiores a três horas por dia, numa tentativa de reduzir riscos associados à fadiga e à supervisão prolongada de sistemas automáticos de condução.</p>
<p><strong>Velocidade e álcool com limites mais apertados</strong></p>
<p>Durante os testes, os veículos autónomos terão de circular abaixo dos limites normais de velocidade. O decreto-lei determina que os limites gerais previstos no Código da Estrada, bem como os limites impostos por sinalização, sejam reduzidos em 20 quilómetros por hora para veículos cujos sistemas estejam em ensaio.</p>
<p>Também as regras relativas ao álcool serão mais restritivas. Os limites de 0,5 gramas por litro e 0,8 gramas por litro de álcool no sangue descem, respetivamente, para 0,2 gramas por litro e 0,5 gramas por litro no caso dos condutores de veículos em teste ou dos operadores responsáveis pela supervisão do sistema automático de condução.</p>
<p>Outra das exigências passa pelo seguro. O Governo decidiu aumentar o valor da cobertura obrigatória de responsabilidade civil automóvel, de forma a garantir a reparação de danos corporais ou materiais causados a terceiros. O capital mínimo obrigatoriamente seguro será quatro vezes superior ao valor previsto no seguro automóvel comum.</p>
<p><strong>Planos de segurança e cibersegurança obrigatórios</strong></p>
<p>As entidades que quiserem testar veículos autónomos terão de apresentar um plano de segurança dos ensaios. Esse documento deverá identificar riscos para os utentes da via, incluindo utilizadores vulneráveis, riscos para a infraestrutura rodoviária e riscos associados à integridade do sistema de condução autónoma.</p>
<p>A cibersegurança também entra no centro das novas regras. O plano terá de prever a proteção do sistema contra intervenção ilegítima de terceiros, incluindo ataques ou manipulações que possam comprometer o funcionamento do veículo.</p>
<p>Sempre que a análise de risco o justificar, os veículos poderão ainda ter de ser visualmente identificados como estando em testes de condução autónoma. O objetivo é garantir que os restantes utentes da estrada sabem que estão perante um veículo em ensaio.</p>
<p><strong>Caixa negra para registar dados dos testes</strong></p>
<p>Os veículos usados nos testes de sistemas automáticos de condução terão de estar equipados com um sistema de registo de dados. Esse sistema deverá permitir saber quando o veículo é ligado e desligado, quem exerce o controlo dinâmico em cada momento, a localização do veículo durante o período de testes e a velocidade a que circula.</p>
<p>O &#8216;Jornal de Negócios&#8217; adianta ainda que as entidades licenciadas terão de enviar relatórios ao IMT no prazo de 10 dias após a conclusão dos testes. Se o período de ensaio for superior a um mês, a comunicação passa a ser mensal.</p>
<p>Esses relatórios deverão incluir acidentes, incidentes graves, incidentes evitados pelo sistema de condução autónoma, intervenções não programadas do condutor ou operador para evitar acidentes e queixas de outros utentes da via sobre o comportamento do veículo em teste.</p>
<p><strong>Governo quer atrair investimento estrangeiro</strong></p>
<p>No diploma, o Governo defende que a condução autónoma poderá ajudar a “democratizar a mobilidade”, promovendo a inclusão de cidadãos impossibilitados de conduzir e abrindo caminho a novas soluções de mobilidade individual e coletiva.</p>
<p>O executivo considera também que estes testes podem contribuir para a otimização do parque automóvel e para avaliar a maturidade das soluções técnicas desenvolvidas por laboratórios de investigação, instituições de ensino superior e empresas dos setores automóvel, das infraestruturas e dos transportes.</p>
<p>Além da dimensão tecnológica, há uma aposta económica. O Governo entende que a realização de testes de sistemas automáticos de condução e de conectividade em Portugal pode criar condições favoráveis à atração de investimento estrangeiro.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772292]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador: Onde está a ser investido o capital em IA em 2026? Especialistas respondem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 08:00:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
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					<description><![CDATA[O ecossistema global de startups está a entrar numa nova fase de maturidade no desenvolvimento de soluções com Inteligência Artificial (IA), num movimento em que a tecnologia deixa de ser apenas uma camada de produtividade para passar a assumir um papel de infraestrutura central nas organizações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ecossistema global de startups está a entrar numa nova fase de maturidade no desenvolvimento de soluções com Inteligência Artificial (IA), num movimento em que a tecnologia deixa de ser apenas uma camada de produtividade para passar a assumir um papel de infraestrutura central nas organizações.</p>
<p>Em vez de ferramentas digitais isoladas, as empresas estão a integrar sistemas de IA diretamente nos seus processos operacionais, alterando a forma como trabalham e tomam decisões. De copilotos a agentes autónomos, de workflows manuais à execução automatizada e de software tradicional a sistemas orientados para resultados, a IA está a evoluir de ferramenta de apoio para um sistema inteligente de execução supervisionado por humanos.</p>
<p>Neste contexto, a Bynd Venture Capital identifica cinco grandes tendências tecnológicas de IA que estão a moldar a nova geração de startups e a captar a atenção dos investidores.</p>
<ol>
<li><strong> Agentes com capacidade de execução operacional</strong></li>
</ol>
<p>Uma das teses emergentes no capital de risco é a ascensão de agentes autónomos capazes de executar tarefas completas, em vez de funcionarem apenas como apoio aos utilizadores. Estes sistemas evoluem de “copilotos” para “operadores de tarefas”, com capacidade para planear, executar e iterar processos de forma automática em áreas como vendas, customer success, marketing ou operações internas.</p>
<p>O foco do investimento desloca-se, assim, para startups que conseguem transformar a IA numa força de trabalho operacional, abrindo espaço para modelos de negócio com escalabilidade e margens semelhantes às do software, mas com execução automatizada de serviços.</p>
<ol start="2">
<li><strong> Orquestração com multi-agentes especializados</strong></li>
</ol>
<p>Outra tendência relevante é a passagem de modelos únicos para sistemas compostos por múltiplos agentes especializados. Neste modelo, cada agente executa tarefas específicas — como investigação, análise de dados, desenvolvimento de software ou validação regulatória — enquanto uma camada de orquestração coordena todo o fluxo de trabalho.</p>
<p>Esta abordagem está a consolidar-se como uma nova camada de software empresarial, com potencial para substituir progressivamente workflows tradicionais baseados em Software como um Serviço (SaaS).</p>
<ol start="3">
<li><strong> IA vertical e foco em contextos específicos</strong></li>
</ol>
<p>O investimento em IA está a afastar-se de soluções horizontais generalistas, num mercado cada vez mais competitivo e saturado. O consenso no capital de risco aponta para uma deslocação do valor para a IA vertical, com soluções profundamente integradas em setores específicos e com acesso a processos operacionais complexos.</p>
<p>Áreas como saúde, jurídico, indústria e cibersegurança destacam-se como segmentos onde a combinação entre modelos fundacionais e contexto especializado gera maior retorno.</p>
<ol start="4">
<li><strong> IA multimodal aplicada ao mundo físico</strong></li>
</ol>
<p>A evolução dos modelos multimodais — capazes de integrar texto, imagem, áudio, vídeo e dados estruturados — está a desbloquear novas aplicações práticas. Esta tecnologia está a expandir a IA para ambientes físicos e operacionais, incluindo atendimento ao cliente, inspeção industrial automatizada, sistemas de design generativo e interfaces baseadas em voz e visão.</p>
<p>O resultado é uma transição progressiva do software exclusivamente digital para sistemas que interagem diretamente com o mundo real.</p>
<ol start="5">
<li><strong> Infraestruturas de IA e governance</strong></li>
</ol>
<p>À medida que a IA se torna parte crítica das infraestruturas empresariais, cresce a importância das camadas de suporte que garantem segurança, transparência e controlo. Ferramentas de observabilidade, compliance, gestão de risco e supervisão humana estão a tornar-se essenciais para a adoção em larga escala, sobretudo em setores regulados.</p>
<p>Nesta camada, a adoção de IA depende não apenas da qualidade dos modelos, mas da capacidade de garantir confiança operacional à escala.</p>
<p>“Estamos a entrar numa fase em que a IA deixa de funcionar apenas como uma ferramenta de apoio e passa a assumir um papel ativo na execução operacional das empresas. Isso está a mudar profundamente a forma como as startups são construídas e onde o capital de risco está a ser investido”, afirma Tomás Penaguião, partner da Bynd Venture Capital.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771053]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Da urgência política à negociação parlamentar: pacote laboral pode derrapar para 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 07:57:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[reforma laboral]]></category>
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					<description><![CDATA[Diploma será discutido e votado rapidamente ou entrará numa especialidade longa, com audições e propostas de alteração?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta de lei do Governo sobre o pacote laboral já tem debate marcado para 18 de junho, mas a forma como o processo foi colocado na agenda parlamentar está a levantar dúvidas sobre a estratégia do executivo e do PSD. O &#8216;Público&#8217; escreve que a pressão para que o assunto fosse tratado em plenário em cerca de meia hora abriu a questão central: o diploma será discutido e votado rapidamente ou entrará numa especialidade longa, com audições e propostas de alteração?</p>
<p>Essa decisão pode fazer toda a diferença no calendário político. Se o PSD e o Governo quiserem acelerar, o objetivo poderá passar por tentar fechar o processo até ao último plenário antes das férias parlamentares, marcado para 17 de julho. Se optarem por uma discussão aprofundada, com grupo de trabalho, parceiros sociais, especialistas e consulta pública, a conclusão poderá arrastar-se até ao início de 2027.</p>
<p>A dúvida surge num momento em que o Governo não tem garantia de aprovação. O PS já sinalizou voto contra e o Chega também ameaçou chumbar a proposta, depois de André Ventura ter colocado a redução da idade da reforma como condição para ajudar o executivo a aprovar o pacote laboral.</p>
<p><strong>Chega tenta ligar pacote laboral às pensões</strong></p>
<p>Na semana passada, André Ventura apresentou um conjunto de propostas para reformar o sistema de pensões, a que chamou “Lei Centeno”. Entre as medidas está a possibilidade de qualquer contribuinte se reformar ao fim de 40 anos de descontos, independentemente da idade, ou aos 65 anos. Atualmente, a idade normal de acesso à reforma está fixada nos 66 anos e nove meses.</p>
<p>Esse posicionamento abre uma nova frente política para o Governo. A revisão laboral pode acabar cruzada com outras negociações, incluindo a revisão constitucional, num período em que PSD e Chega deverão estar em conversas mais ativas. O risco, para o executivo, é que os dois temas passem a funcionar como moeda de troca entre partidos.</p>
<p>Dentro do PSD, não haverá consenso claro sobre o caminho a seguir, segundo o jornal diário. Há deputados que defendem que o partido deve manter disponibilidade negocial, sobretudo porque o voto contra do PS parece garantido e porque não é certo até onde André Ventura irá manter a ameaça de chumbo. Mas também há quem considere que o Governo já fez o trabalho de concertação social que lhe competia e que cabe agora ao Parlamento decidir com celeridade.</p>
<p><strong>A saída possível: especialidade sem votação</strong></p>
<p>Com PS e Chega a ameaçarem votar contra, o Governo pode recorrer a uma solução já usada recentemente na lei do retorno: pedir que o diploma baixe à especialidade sem votação na generalidade. Essa via permitiria manter a proposta viva no Parlamento sem obrigar, para já, a uma contagem de votos que poderia ser desfavorável.</p>
<p>A partir daí, a escolha passa a ser política e tática. Uma discussão rápida permitiria tentar aprovar as alterações antes da pausa parlamentar. Uma discussão longa implicaria a criação de um grupo de trabalho na Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão, à semelhança do processo seguido na última revisão laboral, ainda durante o Governo socialista de António Costa.</p>
<p>Nesse cenário, seria necessário ouvir confederações patronais, centrais sindicais e especialistas indicados pelos partidos, recolher contributos em consulta pública, fixar prazos para propostas de alteração e fazer votações na especialidade. O calendário parlamentar também não ajuda: há congressos partidários, jornadas parlamentares e o debate do estado da nação antes das férias.</p>
<p>Depois, os trabalhos retomam em meados de setembro e, em outubro, chega à Assembleia da República a proposta de Orçamento do Estado para 2027, que ocupará grande parte da agenda até ao final de novembro. Restariam apenas algumas semanas em dezembro para recuperar processos pendentes.</p>
<p><strong>O precedente da Agenda do Trabalho Digno</strong></p>
<p>A comparação com a Agenda do Trabalho Digno mostra como uma revisão laboral pode demorar meses. Em 2022, a proposta da então ministra Ana Mendes Godinho entrou na Assembleia da República no início de junho e foi discutida e votada na generalidade um mês depois.</p>
<p>Nessa altura, o PS tinha maioria absoluta e aprovou o diploma apenas com os seus votos. PSD, Chega, Bloco, PAN e Livre abstiveram-se, enquanto IL e PCP votaram contra. Mas o processo na especialidade prolongou-se entre junho de 2022 e fevereiro de 2023.</p>
<p>O diploma do Governo e outros 14 projetos da esquerda foram remetidos para um grupo de trabalho dedicado às alterações à legislação laboral. Só em fevereiro de 2023 é que o texto final foi aprovado em votação final global, novamente apenas com o voto favorável do PS.</p>
<p>A diferença agora é que o Governo não tem maioria absoluta e depende de equilíbrios parlamentares mais frágeis. Por isso, a velocidade do processo pode ser tão importante como o conteúdo da proposta: avançar depressa pode evitar negociações difíceis, mas também aumenta o risco de choque parlamentar; discutir mais tempo pode abrir espaço a compromissos, mas também deixar o pacote laboral preso no Parlamento até 2027.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772284]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sustentabilidade: Da intenção à evidência</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sustentabilidade-da-intencao-a-evidencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Silva Gil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 07:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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		<category><![CDATA[Vicaima]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Filipe Ferreira, Chief Sustainability Officer do Grupo Vicaima e Administrador da Vicaima Indústria]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os anos, por ocasião do Dia Mundial do Ambiente, multiplicam-se compromissos e apelos à ação. É natural que assim seja. A sustentabilidade ambiental tornou-se uma das grandes responsabilidades do nosso tempo e já não pertence apenas ao domínio dos especialistas, dos reguladores ou das organizações internacionais. Está hoje presente nas decisões das empresas, nas escolhas dos consumidores, nas prioridades dos investidores e no escrutínio da sociedade.</p>
<p>Mas há uma pergunta que se tornou inevitável: o que mudou, de facto?</p>
<p>Durante demasiado tempo, a sustentabilidade empresarial viveu de declarações de intenção. Falou-se de ambição, de compromisso, de neutralidade carbónica, de economia circular, de eficiência energética e de transição verde. Muitas dessas expressões continuam a ser necessárias, mas deixaram de ser suficientes. O desafio atual já não é apenas comunicar uma intenção. É demonstrar, com consistência, como essa intenção se traduz em decisões, processos e resultados.</p>
<p>Esta mudança é saudável. A sustentabilidade não deve ser um exercício de imagem, nem uma linguagem paralela à gestão. Deve ser uma disciplina de gestão. E, como qualquer disciplina de gestão, exige método, indicadores, acompanhamento e capacidade de correção. Não para alimentar uma lógica de auto-congratulação, mas para permitir que as organizações compreendam onde estão, que impacto têm e que caminho precisam de percorrer.</p>
<p>Medir não resolve tudo. Mas sem medir é difícil melhorar com seriedade.</p>
<p>A evolução das regras europeias de reporte de sustentabilidade veio reforçar esta exigência, ao pedir maior comparabilidade, rastreabilidade e coerência na informação divulgada. Ainda assim, o essencial ultrapassa a obrigação regulatória. Uma organização que não conhece bem os seus consumos, emissões, resíduos, matérias-primas, perdas ou oportunidades de valorização dificilmente conseguirá tomar boas decisões ambientais. Pode comunicar melhor, mas não necessariamente agir melhor.</p>
<p>Na realidade industrial, esta evidência torna-se particularmente clara. A redução do impacto ambiental raramente resulta de uma medida isolada. Depende, quase sempre, da combinação entre eficiência energética, melhoria de processos, valorização de subprodutos, alteração progressiva do mix energético, melhor utilização de recursos e envolvimento das equipas. Só uma monitorização consistente permite perceber o peso de cada medida e distinguir uma melhoria estrutural de um efeito pontual.</p>
<p>A redução das emissões de gases com efeito de estufa é um bom exemplo. Uma descida num indicador pode resultar de menor consumo energético, de uma fonte de energia diferente, de alterações no volume de produção ou de melhorias concretas no processo produtivo. Sem contexto, o número impressiona pouco. Com método, torna-se conhecimento. E é esse conhecimento que permite decidir melhor.</p>
<p>O mesmo acontece com outros indicadores ambientais. A percentagem de resíduos valorizados, a origem das matérias-primas, o consumo específico de energia, a eficiência dos equipamentos ou a incorporação de fontes renováveis só têm verdadeiro valor quando são acompanhados com critérios estáveis e interpretados ao longo do tempo. Um indicador isolado pode servir uma apresentação. Uma série consistente de indicadores pode orientar uma estratégia.</p>
<p>Por isso, talvez seja tempo de olharmos para a sustentabilidade com menos ansiedade comunicacional e mais disciplina operacional. Menos intenções genéricas, mais evidências. Menos frases de ocasião, mais critérios. Menos destaque para o que se promete, mais atenção ao que se executa, mede e melhora.</p>
<p>Isto não significa reduzir a sustentabilidade a números. Seria um erro. A sustentabilidade envolve cultura, liderança, pessoas, comunidades e visão de longo prazo. Mas também seria um erro ignorar que, sem indicadores credíveis, a ambição se torna difusa. Os dados não substituem o propósito, mas ajudam a testar a sua consistência.</p>
<p>O Dia Mundial do Ambiente deve ser mais do que uma data simbólica. Deve ser uma oportunidade para reforçar uma ideia simples: as organizações serão cada vez mais avaliadas não apenas pelo que dizem defender, mas pelo modo como demonstram o progresso que conseguem gerar. A confiança constrói-se assim, com transparência, continuidade e capacidade de reconhecer tanto os avanços como o que ainda falta fazer.</p>
<p>A sustentabilidade entrou numa fase mais exigente. Menos centrada na proclamação e mais centrada na prova. Menos dependente da narrativa e mais dependente da execução. Esse caminho pode ser mais difícil, mas é também mais sério.</p>
<p>Porque, no fim, a sustentabilidade não se afirma pelo que uma organização promete. Afirma-se pelo que consegue demonstrar, aprender e melhorar.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[Filipe Ferreira, Chief Sustainability Officer do Grupo Vicaima e Administrador da Vicaima Indústria]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Paralisação do pessoal não docente fecha escolas dois dias depois da greve geral</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/paralisacao-do-pessoal-nao-docente-fecha-escolas-dois-dias-depois-da-greve-geral/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 07:49:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[Fesinap]]></category>
		<category><![CDATA[greve]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal não docente]]></category>
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					<description><![CDATA[Paralisação abrange assistentes operacionais e técnicos, incluindo trabalhadores que asseguram a abertura das escolas, o funcionamento das secretarias e outros serviços essenciais ao dia a dia dos estabelecimentos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apenas dois dias depois da greve geral que levou ao encerramento de várias escolas, há nova paralisação no setor da educação. A greve desta sexta-feira, convocada pela Federação Nacional de Sindicatos Independentes da Administração Pública e Entidades com fins Públicos (FESINAP), está a afetar trabalhadores não docentes de creches, escolas, misericórdias e instituições com atividades de apoio à família, noticia a &#8216;RTP&#8217;.</p>
<p>Logo pelas 8 horas, a &#8216;Antena 1&#8217; apurou que uma escola em Matosinhos tinha o portão fechado, com a habitual folha A4 a avisar os pais de que, por motivos de greve, não existiam condições para o estabelecimento funcionar. À mesma hora, a &#8216;RTP&#8217; confirmou situação semelhante numa escola em Oeiras, enquanto um jardim de infância em Vila Nova de Gaia também se encontrava encerrado.</p>
<p>A paralisação abrange assistentes operacionais e técnicos, incluindo trabalhadores que asseguram a abertura das escolas, o funcionamento das secretarias e outros serviços essenciais ao dia a dia dos estabelecimentos. A greve pode também levar ao encerramento de cantinas, o que fará com que algumas escolas funcionem apenas durante a manhã.</p>
<p><strong>Reivindicações vão da carreira ao suplemento de risco</strong></p>
<p>No pré-aviso entregue a 17 de maio, a FESINAP defende a atribuição do suplemento de penosidade aos trabalhadores não docentes que exercem funções em unidades de ensino especializado. A federação contesta ainda as alterações à lei laboral propostas pelo Governo.</p>
<p>O presidente da FESINAP, Mário Rui, alertou para os impactos da greve, sobretudo por surgir poucos dias depois de uma paralisação geral. Em declarações à Antena 1, o dirigente sindical apontou várias reivindicações, entre elas a devolução da carreira do técnico auxiliar de educação.</p>
<p>A federação reclama também um subsídio de risco para os trabalhadores que acompanham crianças com necessidades especiais ao longo de todo o dia de trabalho, bem como o cumprimento integral do acordo coletivo de trabalho nas Instituições Particulares de Solidariedade Social.</p>
<p><strong>Dez mil trabalhadores representados</strong></p>
<p>A FESINAP representa cerca de dez mil trabalhadores. A paralisação desta sexta-feira junta-se, assim, a uma semana marcada por forte contestação laboral, com impacto direto no funcionamento das escolas e na organização das famílias.</p>
<p>A principal consequência para os pais é imediata: escolas fechadas logo de manhã, serviços administrativos condicionados e possibilidade de cantinas encerradas. Em alguns casos, isso pode significar que os alunos não tenham aulas durante todo o dia ou que os estabelecimentos só consigam funcionar parcialmente.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772280]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Alguém ‘queimou’ 107 bitcoins e atirou 6,7 milhões de euros para um buraco negro digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 07:45:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[No mundo das criptomoedas, onde cada movimento fica registado publicamente, há poucas operações capazes de gerar tantas perguntas com tão poucas respostas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="99" data-end="485">Uma das operações mais invulgares da história das criptomoedas ficou registada esta semana na blockchain da bitcoin: 107 bitcoins, avaliados em cerca de 6,7 milhões de euros, foram enviados para uma morada considerada um ‘poço sem saída’ digital. A operação, descrita pelo El Confidencial, deixou a comunidade cripto a tentar perceber quem poderia abdicar de uma fortuna desta dimensão.</p>
<p data-start="487" data-end="871">O envio foi feito a partir de cinco moradas diferentes, todas com fundos parados desde abril de 2014. Depois das transações, as cinco carteiras ficaram com saldo zero. A coincidência temporal chamou a atenção dos observadores, uma vez que todos os movimentos entraram no mesmo bloco, o que sugere que podem ter sido executados pela mesma entidade ou através do mesmo processo técnico.</p>
<p data-start="873" data-end="1139">A morada de destino foi a 1111111111111111111114oLvT2. Apesar de parecer uma morada normal de bitcoin, é conhecida por funcionar como uma ‘burn address’, ou seja, um endereço para onde os fundos podem ser enviados, mas de onde, na prática, não podem ser recuperados.</p>
<p data-start="1141" data-end="1168"><strong>O que é uma ‘burn address’?</strong></p>
<p data-start="1170" data-end="1484">As chamadas ‘burn addresses’ são moradas assumidas como destinos sem retorno. Para voltar a movimentar as moedas enviadas para estes endereços, seria necessário quebrar pressupostos criptográficos fundamentais ou encontrar uma colisão extremamente improvável. Na prática, os 107 bitcoins são considerados perdidos.</p>
<p data-start="1486" data-end="1802">A morada usada nesta operação não era desconhecida. Desde 2010, recebeu mais de 385 mil saídas e nunca gastou nenhuma. Antes deste envio, acumulava cerca de 700 bitcoins. Com a nova transferência, o saldo ultrapassou os 807 bitcoins, reforçando o seu estatuto como um dos grandes cemitérios digitais da rede bitcoin.</p>
<p data-start="1804" data-end="2179">Queimar bitcoin não é uma ideia nova no universo das criptomoedas. Alguns projetos já usaram mecanismos de ‘proof-of-burn’ para demonstrar a destruição de fundos e emitir outros ativos digitais. O Counterparty, por exemplo, recorreu em 2014 a uma morada diferente para criar os seus XCP. Ainda assim, a bitcoin não tem uma função específica para retirar moedas de circulação.</p>
<p data-start="2181" data-end="2224"><strong>Erro técnico, gesto simbólico ou algo mais?</strong></p>
<p data-start="2226" data-end="2539">A ausência de explicação pública abriu caminho a várias hipóteses. Há quem considere que a operação pode ter resultado de um erro durante a recuperação de uma carteira, de uma falha na geração de moradas de troco ou até de um sistema automatizado que interpretou mal uma referência técnica ligada ao Counterparty.</p>
<p data-start="2541" data-end="2722">O El Confidencial refere também que a Galaxy Research considerou pouco provável tratar-se de uma manobra fiscal, uma vez que as moedas vinham de 2014 e a sua valorização é evidente.</p>
<p data-start="2724" data-end="2954">Outras teorias apontam para a destruição de fundos ilícitos, uma decisão tomada sob coação, motivações religiosas ou uma ação puramente simbólica. Para já, ninguém reclamou a autoria da operação e o mistério continua por resolver.</p>
<p data-start="2956" data-end="3240">O que torna este caso tão raro é a dimensão do valor destruído e o facto de as carteiras estarem inativas há mais de uma década. No mundo das criptomoedas, onde cada movimento fica registado publicamente, há poucas operações capazes de gerar tantas perguntas com tão poucas respostas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772132]]></sapo:autor>
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		<title>Seis detidos junto ao Parlamento são hoje presentes a tribunal após confrontos com a PSP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 07:44:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[greve Geral]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[PSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Seis detidos são cinco homens e uma mulher. Os cinco que permanecem detidos, quatro homens com 22, 24, 26 e 34 anos e uma mulher de 26, são suspeitos da prática do crime de resistência e coação sobre funcionário]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os seis detidos junto à Assembleia da República, em Lisboa, após os confrontos registados no final da manifestação da CGTP em dia de greve geral, vão ser presentes a tribunal esta sexta-feira, indicou esta sexta-feira o &#8216;Correio da Manhã&#8217;.</p>
<p>De acordo com Sérgio Soares, subintendente da Polícia de Segurança Pública e diretor do gabinete de imprensa e relações públicas, cinco cidadãos continuam detidos e um foi libertado, tendo ficado notificado para comparecer no Campus da Justiça, em Lisboa.</p>
<p>Os seis detidos são cinco homens e uma mulher. Os cinco que permanecem detidos, quatro homens com 22, 24, 26 e 34 anos e uma mulher de 26, são suspeitos da prática do crime de resistência e coação sobre funcionário. O sexto cidadão, entretanto libertado, é suspeito de crime de dano.</p>
<p><strong>Confrontos após manifestação da CGTP</strong></p>
<p>Os incidentes ocorreram na quarta-feira ao final do dia, junto ao Parlamento, depois de terminada a manifestação da Intersindical que assinalou a greve geral convocada pela CGTP-IN. Segundo as autoridades, a manifestação decorreu com normalidade e terminou cerca das 16h15.</p>
<p>O responsável pelo Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, superintendente Resende da Silva, explicou que os confrontos não estarão relacionados diretamente com a organização da manifestação. Depois do final do protesto, os elementos da PSP ficaram no local a desimpedir as ruas em frente à Assembleia da República e zonas adjacentes.</p>
<p>Por volta das 18 horas, um grupo de dezenas de jovens voltou a colocar barreiras metálicas que tinham sido retiradas pela polícia, numa tentativa de cortar o trânsito naquela zona. A PSP refere que alguns permaneceram sentados no chão, insultaram agentes, arremessaram garrafas e incendiaram caixotes do lixo.</p>
<p><strong>PSP usou bastonadas e Governo defende atuação policial</strong></p>
<p>O &#8216;Correio da Manhã&#8217; escreve que, depois de vários avisos da PSP relacionados com possíveis crimes de desobediência, resistência e coação, os confrontos se mantiveram. A intervenção policial acabou por incluir bastonadas, levando os manifestantes a dispersar pelas ruas próximas.</p>
<p>A situação ficou mais tranquila por volta das 19 horas, embora a PSP tenha permanecido no local enquanto eram removidos caixotes queimados e outros detritos.</p>
<p>O Ministério da Administração Interna manifestou &#8220;total confiança&#8221; na PSP, considerando que a atuação policial foi &#8220;ponderada, profissional e responsável&#8221;. Também o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, condenou &#8220;comportamentos inaceitáveis de alguns&#8221; junto ao Parlamento, mas fez questão de distinguir esses episódios da organização da manifestação.</p>
<p>Leitão Amaro sublinhou ainda que o Governo respeita &#8220;integralmente&#8221; o direito à greve, bem como o direito ao trabalho de quem trabalhou nesse dia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772266]]></sapo:autor>
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		<title>Que tal nunca mais precisar de fazer ponte? Esta noite andam à roda 159 milhões de euros no Euromilhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 07:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Euromilhões]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Semanalmente são muitos os que fazem as suas apostas no Euromilhões, na esperança de se tornarem os próximos afortunados deste sorteio, realizado às terças e sextas-feiras à noite em Paris]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vai fazer ponte esta sexta-feira? Que tal arriscar poder fazer ponte sempre que quiser? Esta noite anda à roda um jackpot no Euromilhões de 159 milhões de euros, depois de, no último sorteio, o primeiro prémio não ter saído a um apostador. Assim, hoje, à distância de cinco números e duas estrelas, tem a oportunidade de rechear a carteira.</p>
<p>Semanalmente são muitos os que fazem as suas apostas no Euromilhões, na esperança de se tornarem os próximos afortunados deste sorteio, realizado às terças e sextas-feiras à noite em Paris. Com um preço de 2,5 euros por aposta, os jogadores escolhem cinco números e duas estrelas nas apostas simples, ou até 10 números e cinco estrelas nas apostas múltiplas, com o preço a variar consoante o número de apostas realizadas.</p>
<p>As probabilidades de ganhar são ínfimas – uma em 139.838.160. No entanto, um grupo de matemáticos acredita ter encontrado a chave para aumentar essas probabilidades, indica o ’20 Minutos’.</p>
<p><strong>Aumentar as Probabilidades: A Chave Matemática</strong><br />
O Euromilhões segue um formato de lotaria 5/50, onde os jogadores devem escolher cinco números entre 1 e 50. Para calcular as combinações totais possíveis, usa-se a fórmula do coeficiente binomial:</p>
<p>N = 50 números<br />
R = 5 combinações</p>
<p>50C5 = 2.118.760</p>
<p>Isto significa que existem mais de 2 milhões de formas possíveis de combinar os números no Euromilhões. Sem considerar os números, as probabilidades são tão baixas que é mais provável tornar-se presidente do que ganhar o Euromilhões. O primeiro passo é, portanto, reduzir o número de combinações possíveis, onde as matemáticas entram em jogo.</p>
<p>Mark Glickman, professor de estatística na Universidade de Harvard, determinou que a única forma de aumentar as probabilidades de ganhar é comprando mais bilhetes para cada sorteio. Em 2021, explicou à CNBC: “Isto deve-se ao facto de que as probabilidades permanecem as mesmas independentemente dos números escolhidos ou se compras um bilhete para cada sorteio.”</p>
<p><strong>Padrões de Combinação Ideal</strong></p>
<p>Segundo a Lottery Codex, existe um padrão ideal que deve ser seguido para aumentar as probabilidades. A combinação de números ímpares e pares parece ser crucial. A tabela elaborada pela Lottery Codex mostra os padrões completos e as suas probabilidades correspondentes:</p>
<p>Combinação de 3 números ímpares e 2 pares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 3 números pares e 2 ímpares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 1 número ímpar e 4 pares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 1 número par e 4 ímpares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 5 números ímpares e nenhum par: 0,025 probabilidades<br />
Combinação de 5 números pares e nenhum ímpar: 0,025 probabilidades</p>
<p>Apesar das probabilidades extremamente baixas, aplicar estratégias matemáticas pode marginalmente aumentar as chances de ganhar no Euromilhões. Comprando mais bilhetes e utilizando combinações equilibradas de números ímpares e pares, os jogadores podem tentar desafiar as probabilidades. No entanto, é essencial lembrar que, em jogos de azar, não há garantias de vitória.</p>
<p><strong>Os números que saem mais e menos</strong></p>
<p>No caso de nenhum jogador ganhar o jackpot, o prémio máximo passa para o sorteio seguinte. Como um sorteio regular, se não houver vencedores do prémio máximo então o jackpot irá continuar a passar para o seguinte até atingir o prémio máximo ou limite de jackpot. O limite de jackpot aumentou de 230 para 240 milhões de euros em julho de 2022.</p>
<p>Assim, se já está a sonhar com o prémio saiba quais são os números que saíram mais vezes até agora e que lhe podem dar acesso ao jackpot.</p>
<p>De acordo com dados disponibilizados pela Santa Casa da Misericórdia, os números que durante os 16 anos em que o concurso está em vigor saíram mais vezes são: o 44 (222 vezes), o 42 (220 vezes), o 23 (219 vezes), além do 19 (217 vezes) e 29 (216 vezes). Já nas estrelas ‘aposte’ no 3 (386 vezes) e no 2 (384 vezes).</p>
<p>As estatísticas mostram também que se devem evitar os números 22, 33, 46, 40 e 18, que são os que menos saem desde 2004 – mesmo o 41, 43 e 2 são ‘de evitar’. As estrelas a fugir, seguindo o mesmo raciocínio, são o 10, 11 e o 12.</p>
<p>Ao todo, desde a criação do sorteio, já houve 78 portugueses a entrar para o clube dos euromilionários.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771735]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Voar na China fica ligeiramente mais barato: companhias cortam hoje sobretaxa de combustível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 07:15:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[setor da aviação internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta é a terceira revisão das sobretaxas domésticas em 2026 e a primeira descida do ano, após aumentos aplicados em abril e maio, quando a pressão dos combustíveis levou as taxas a subirem de forma acentuada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As companhias aéreas chinesas vão reduzir as sobretaxas de combustível nos voos domésticos para bilhetes vendidos a partir desta sexta-feira, numa descida que alivia ligeiramente o custo das viagens internas na China. A medida, confirmada por companhias como a Air China e noticiada pela &#8216;Xinhua&#8217; e pela &#8216;Reuters&#8217;, aplica-se às rotas dentro da China continental.</p>
<p>A nova sobretaxa passa para 80 yuan, cerca de 10,18 euros, por segmento em rotas até 800 quilómetros, e para 150 yuan, cerca de 19,08 euros, nas ligações mais longas. A &#8216;Reuters&#8217; tinha já avançado que companhias como a 9 Air e a Shandong Airlines iriam baixar estes valores, seguindo uma prática habitual no mercado chinês, onde as transportadoras tendem a rever estas taxas em conjunto.</p>
<p>Face aos valores atualmente em vigor, a descida será de 10 yuan, cerca de 1,27 euros, nas rotas até 800 quilómetros, e de 20 yuan, cerca de 2,54 euros, nas viagens mais longas. Os bebés ficam isentos da sobretaxa, enquanto crianças, militares com deficiência e polícias com deficiência terão direito a um desconto de 50%.</p>
<p>A redução surge depois de várias subidas ao longo deste ano. O &#8216;China Daily&#8217; refere que esta é a terceira revisão das sobretaxas domésticas em 2026 e a primeira descida do ano, após aumentos aplicados em abril e maio, quando a pressão dos combustíveis levou as taxas a subirem de forma acentuada.</p>
<p>Apesar de limitada, a medida pode tornar os bilhetes domésticos ligeiramente menos pesados para os passageiros, sobretudo em viagens com várias etapas. Para as companhias, a decisão sinaliza algum alívio nos custos do combustível de aviação, mas o setor continua pressionado por margens apertadas, concorrência intensa e volatilidade nos preços da energia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771850]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Família pediu para não politizar, mas morte de Henry Nowak já alimenta discurso anti-imigração na Europa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/familia-pediu-para-nao-politizar-mas-morte-de-henry-nowak-ja-alimenta-discurso-anti-imigracao-na-europa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 07:10:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A reação ultrapassou a Europa. Um agregador de notícias de direita radical no Japão, o Hoshu-Sokuhou, publicou um artigo sobre o ataque, enquadrando-o como exemplo do alegado fracasso do multiculturalismo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="118" data-end="598">O homicídio de Henry Nowak, jovem de 18 anos morto à facada em Southampton, está a ser explorado por figuras da extrema-direita europeia e por movimentos populistas internacionais, apesar dos apelos da família para que o caso não seja usado para fins políticos. A peça do The Guardian relata que políticos da Polónia, França e Espanha centraram a reação em raça e imigração, usando imagens dos últimos momentos de vida do jovem para sustentar mensagens contra o multiculturalismo.</p>
<p data-start="600" data-end="922">Nowak foi esfaqueado cinco vezes por Vickrum Digwa, cidadão britânico de 23 anos, que acabou condenado a prisão perpétua, com pena mínima de 21 anos. As imagens da polícia mostram o jovem algemado enquanto estava a morrer, depois de o agressor ter mentido às autoridades, alegando que tinha sido alvo de insultos racistas.</p>
<p data-start="924" data-end="1245">A família de Henry Nowak pediu que a morte não fosse instrumentalizada politicamente e que o debate se concentrasse no combate à criminalidade com facas. Ainda assim, várias figuras da direita radical europeia usaram o caso para acusar o Reino Unido de insegurança, degradação social e falhanço das políticas migratórias.</p>
<p data-start="1247" data-end="1305"><strong>Políticos polacos falam em ataques contra cidadãos polacos</strong></p>
<p data-start="1307" data-end="1635">Marta Czech, membro da formação de extrema-direita Confederação da Coroa Polaca, foi questionada sobre o assassino de Nowak durante uma reunião de ativistas em Hammersmith, no oeste de Londres. A política apelou à defesa dos polacos no país e no estrangeiro, afirmando que era necessário unir forças contra este tipo de ataques.</p>
<p data-start="1637" data-end="1893">O pai de Henry Nowak será de ascendência polaca, de acordo com o The Guardian. Essa ligação foi usada por dirigentes polacos da direita radical para apresentar o caso como um símbolo de ameaça aos interesses e à segurança dos cidadãos polacos fora do país.</p>
<p data-start="1895" data-end="2315">Ewa Zajączkowska-Hernik, eurodeputada polaca ligada ao grupo de Viktor Orbán, descreveu Digwa como “um indiano”, apesar de este ser cidadão britânico, e atribuiu o caso à imigração em massa. Numa publicação no Facebook, defendeu que a história simbolizava a descida do Reino Unido “às profundezas da terra”, associando o crime àquilo que considera serem os efeitos da “propaganda de esquerda” e do politicamente correto.</p>
<p data-start="2317" data-end="2351"><strong>Zemmour e Abascal entram no debate</strong></p>
<p data-start="2353" data-end="2678">Em França, Éric Zemmour também comentou o caso. O político da extrema-direita francesa afirmou que o homicídio de Henry Nowak era uma metáfora do que estaria a acontecer no Ocidente, defendendo que o “nativo” é tratado como suspeito enquanto o agressor imigrante é protegido pelaquilo que chamou a “religião do antirracismo”.</p>
<p data-start="2680" data-end="2957">Zemmour já tinha organizado protestos em França após a violação e homicídio de Lola Daviet, de 12 anos, em 2022, apesar da oposição da família da vítima. Agora, voltou a usar um crime violento para enquadrar uma mensagem política centrada na imigração e na identidade europeia.</p>
<p data-start="2959" data-end="3289">Em Espanha, Santiago Abascal, líder do Vox, escreveu na rede social X que “o povo britânico arde de raiva” perante a morte de Nowak. O dirigente acusou os meios de comunicação tradicionais de silêncio e responsabilizou aquilo que chamou “elites globalistas” pelas atrocidades que, na sua leitura, se repetem diariamente na Europa.</p>
<p data-start="3291" data-end="3336"><strong>Caso também chegou à direita radical japonesa</strong></p>
<p data-start="3338" data-end="3543">A reação ultrapassou a Europa. Um agregador de notícias de direita radical no Japão, o Hoshu-Sokuhou, publicou um artigo sobre o ataque, enquadrando-o como exemplo do alegado fracasso do multiculturalismo.</p>
<p data-start="3545" data-end="3758">O texto citado pelo The Guardian concluiu que o caso demonstraria uma perda de foco da polícia, acusada de privilegiar considerações políticas e raciais em vez do dever fundamental de proteger a vida dos cidadãos.</p>
<p data-start="3760" data-end="4103">No Reino Unido, Nigel Farage, líder do Reform UK, sugeriu que a reação pública deveria ser de “raiva pura e fria” perante a atuação da polícia. Durante uma intervenção no Parlamento britânico, Farage voltou a associar o episódio à ideia de policiamento a duas velocidades, citando orientações antirracistas emitidas por responsáveis policiais.</p>
<p data-start="4105" data-end="4140"><strong>Keir Starmer critica apelos à raiva</strong></p>
<p data-start="4142" data-end="4401">O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, pareceu criticar os comentários de Farage na Câmara dos Comuns, defendendo que este era um momento para “trabalho sério, não raiva”. Starmer afirmou ainda que não havia justificação para mais violência ou desordem.</p>
<p data-start="4403" data-end="4648">O caso já tinha provocado tensão em Southampton, onde se registaram distúrbios após o homicídio. A reação política intensificou o debate sobre segurança, imigração, policiamento e instrumentalização de crimes violentos por movimentos populistas.</p>
<p data-start="4650" data-end="4715"><strong>Ex-polícia obrigada a fugir após acusação falsa nas redes sociais</strong></p>
<p data-start="4717" data-end="5008">A onda de desinformação em torno do caso atingiu também uma antiga agente da polícia. Christi Hill, que serviu como polícia durante 12 anos, foi obrigada a procurar um espaço seguro depois de ter sido falsamente acusada online de estar envolvida na detenção de Nowak enquanto este agonizava.</p>
<p data-start="5010" data-end="5268">A antiga agente criticou as redes sociais e plataformas de inteligência artificial, incluindo o Grok, de Elon Musk, por terem ajudado a espalhar a alegação falsa de que ela era uma das agentes que algemou o jovem depois de este ter sido esfaqueado por Digwa.</p>
<p data-start="5270" data-end="5646">O procurador-geral britânico recebeu entretanto vários pedidos para rever a pena aplicada a Digwa ao abrigo do mecanismo que permite contestar sentenças consideradas demasiado brandas. Para já, o caso continua a alimentar um debate político que a família da vítima tentou evitar desde o início: o uso de um homicídio para aprofundar divisões sobre raça, imigração e segurança.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772144]]></sapo:autor>
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		<title>Ébola: Ministros da Saúde da UE em reunião extraordinária esta sexta-feira para debater medidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 07:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ébola]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Reunião extraordinária foi convocada pela presidência rotativa do Conselho da UE, atualmente ocupada por Chipre]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os ministros da Saúde da União Europeia (UE) vão reunir-se esta sexta-feira por videoconferência para debater medidas adicionais de preparação e coordenação relativas ao vírus ébola.</p>
<p>A reunião extraordinária foi convocada pela presidência rotativa do Conselho da UE, atualmente ocupada por Chipre, com fonte oficial a dar conta que a reunião visa &#8220;abordar o recente surto de Ébola na África Central e discutir medidas adicionais de preparação e coordenação entre os Estados-membros&#8221;.</p>
<p>O encontro acontece pelas 14 horas de Lisboa, estando ainda prevista uma troca adicional de pontos de vista na próxima reunião regular dos ministros de Saúde da UE, marcada para 16 de junho, na qual será decidida uma ação coordenada.</p>
<p>Na semana passada, o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças reforçou o apoio na República Democrática do Congo (RDcongo) e no Uganda devido ao agravamento do surto de Ébola, mas disse considerar muito baixo o risco para a população europeia.</p>
<p>Fonte oficial da presidência cipriota indicou que Chipre tem &#8220;acompanhado de perto a situação do Ébola desde o início e tem vindo a planear as suas ações em conformidade&#8221;.</p>
<p>Nicósia decidiu ainda ativar o Dispositivo Integrado de Resposta a Crises Políticas, em modo de monitorização, &#8220;para apoiar a troca de informações sobre o surto de ébola, como medida de precaução&#8221;, segundo a informação divulgada em Bruxelas.</p>
<p>Esta decisão não constitui uma ativação formal do mecanismo, mas sim um meio de facilitar a partilha de informações.</p>
<p>O Dispositivo Integrado de Resposta a Crises Políticas é um mecanismo da UE que facilita a coordenação política entre os Estados-membros em situações de crise, como surtos de doenças, ataques ou outras emergências graves.</p>
<p>Funciona como uma plataforma de partilha rápida de informação, avaliação conjunta da situação e apoio à tomada de decisões coordenadas ao nível europeu e pode ser ativado em diferentes níveis &#8212; como agora o de monitorização &#8211;, consoante a gravidade da crise, permitindo uma resposta mais consistente e eficiente entre os países da UE.</p>
<p>O ébola é uma doença viral grave e frequentemente fatal que afeta humanos e alguns animais, sendo transmitida principalmente através do contacto direto com fluidos corporais de pessoas infetadas ou com materiais contaminados.</p>
<p>Os surtos têm ocorrido sobretudo em países da África Central e Ocidental, onde os sistemas de saúde podem ser mais frágeis, dificultando o controlo rápido da propagação.</p>
<p>A agência de saúde pública da União Africana divulgou na quinta-feira 246 mortes suspeitas e 1.077 casos suspeitos registados na RDCongo devido à 17.ª epidemia de Ébola que o país enfrenta desde que o vírus foi detetado pela primeira vez em 1976.</p>
<p>Na mesma ocasião, a União Africana assegurou que terá uma vacina contra estirpe Bundibugyo disponível este ano.</p>
<p>O vírus também se espalhou para a vizinha Uganda, onde foram detetados nove contágios confirmados, incluindo uma morte por um caso importado de um congolês.</p>
<p>A RDCongo, nação vizinha de Angola, é regularmente afetada por surtos e epidemias do vírus Ébola, que se transmite através do contacto direto com sangue ou outros fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, dores musculares, fraqueza, dores de cabeça, irritação da garganta, febre, vómitos, diarreia e hemorragias internas.</p>
<p>O Ébola, que causou mais de 15 mil mortes em África nos últimos 50 anos, é menos contagioso do que a covid-19 ou o sarampo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770576]]></sapo:autor>
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		<title>Termina hoje o prazo dado pelo trabalhadores da Lusa para o Conselho de Administração revogar o Acordo de Empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 06:45:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Lusa]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Trabalhadores da agência de notícias afirmam terem sido confrontados com a denúncia do AE “depois de meses de boa-fé” e acrescentam que, para negociar um novo AE, não seria necessário renunciar o atual, mas apresentar uma proposta de revisão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho de Administração da Lusa tem até esta sexta-feira para revogar a denúncia do Acordo de Empresa. A decisão foi tomada por unanimidade e aclamação num plenário que reuniu hoje mais de 150 trabalhadores, na sede, em Lisboa, e por meios telemáticos, tendo a administração lamentado ter visto negado o seu pedido para intervenção no plenário.</p>
<p>“Os trabalhadores da Lusa reunidos em plenário, em 2 de junho de 2026 [hoje] condenam a hostil denúncia do Acordo de Empresa (AE) por parte do Conselho de Administração [CA] e a recusa de negociação de aumentos salariais em 2026, aplicando a atualização por ato administrativo”, lê-se na resolução do plenário dos trabalhadores.</p>
<p>Segundo este documento, os trabalhadores da agência de notícias afirmam terem sido confrontados com a denúncia do AE “depois de meses de boa-fé” e acrescentam que, para negociar um novo AE, não seria necessário renunciar o atual, mas apresentar uma proposta de revisão.</p>
<p>Assim, acusam o CA de ter feito uma “chantagem inaceitável sobre os trabalhadores” e garantiram que este é o maior ataque aos seus direitos “de que há memória”.</p>
<p>“Em vez de promover um processo negocial sério e leal, como vinha prometendo, a postura encetada pelo Conselho de Administração objetivamente acaba com a paz social na empresa. A única alternativa para o regresso de alguma paz social na Lusa é a administração voltar atrás nesta postura”, avisam.</p>
<p>Assim, os trabalhadores exigem que o CA liderado por Joaquim Carreira revogue a denúncia do AE, que um futuro acordo seja negociado de forma autónoma, ou seja, sem o constrangimento da denúncia do atual, bem como a separação da negociação do aumento salarial – que faz parte do caderno reivindicativo de 2026 – da negociação do AE.</p>
<p>Assim, querem negociar o aumento salarial e só depois um novo AE.</p>
<p>Os trabalhadores deram até esta sexta-feira como prazo para que o Conselho de Administração responda a estas reivindicações.</p>
<p>Num comunicado enviado aos trabalhadores após o plenário, o CA da Lusa, que para além de Joaquim Carreira é composta por Ana Alves e Luís Ferreira Lopes, lamentou que os órgãos Representativos dos Trabalhadores (ORT) tenham rejeitado o seu pedido para intervir na reunião desta tarde.</p>
<p>“Impedir uma das partes (neste caso, o emissor) de transmitir a sua mensagem significa, na prática, tentar filtrar informação e criar ruído ou distorção no canal para que a mensagem não chegue ao recetor nas devidas condições. Registado”, alertou.</p>
<p>A administração da Lusa disse ainda esperar ter a oportunidade de expor a sua fundamentação para a proposta de alteração do AE e reiterou estar de boa-fé “para criar melhores condições laborais”.</p>
<p>Em 28 de maio, o CA denunciou formalmente o AE, conforme adiantaram os sindicatos, acusando a gestão de querer condicionar as negociações salariais.</p>
<p>Num comunicado, divulgado na altura, o Sindicato dos Jornalistas (SJ), o Sindicato dos Trabalhadores do Setor de Serviços (Sitese) e o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Centro-Sul e Regiões Autónomas (Site CSRA) indicaram que o CA confirmou a decisão do Governo em proceder a uma atualização salarial de 56,58 euros mensais em 2026, com retroativos a 01 de janeiro.</p>
<p>“O CA disse estar disponível para fazer um aumento salarial em 2026 de 70 euros (isto é, 13,42 euros acima dos 56,58 euros agora processados), mas condiciona esse aumento adicional à assinatura do novo AE, que poderá levar vários anos a negociar, tendo em conta a grande complexidade do processo, por envolver várias matérias laborais estruturantes e difíceis de negociar”, destacaram as estruturas sindicais.</p>
<p>No mesmo dia, o CA confirmou a apresentação de “um novo AE, que substitua o atual, considerado desatualizado e cuja redação se iniciou em 2006, tendo entrado em vigor em 2009”, tendo ainda partilhado a informação com a Comissão de Trabalhadores, noutra reunião.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771846]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Troca de ataques entre Israel e Hezbollah causa um morto e 14 feridos no Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 06:39:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pessoa morreu e pelo menos 14 ficaram feridas em ataques israelitas contra o sul do Líbano, informou hoje a imprensa oficial, após uma troca de tiros entre Israel e a milícia xiita Hezbollah.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma pessoa morreu e pelo menos 14 ficaram feridas em ataques israelitas contra o sul do Líbano, informou hoje a imprensa oficial, após uma troca de tiros entre Israel e a milícia xiita Hezbollah.</P><br />
<P>No distrito de Nabatieh, no sul do país, um ataque levado a cabo durante a madrugada por &#8220;aviões de guerra inimigos&#8221; contra um edifício na cidade de Doueir fez um morto e um ferido, enquanto ao amanhecer, um drone atacou uma motorizada e feriu uma pessoa, informou a Agência Nacional de Notícias (NNA, na sigla em inglês) libanesa.</P><br />
<P>Anteriormente, a NNA tinha noticiado que outro &#8220;ataque aéreo inimigo&#8221;, com pelo quatro mísseis, feriu 12 civis e destruiu um edifício bancário perto do Hospital Jabal Amel, na cidade de Tiro.</P><br />
<P>Simultaneamente, houve relatos de bombardeamentos de artilharia contra a cidade de Deir Amas, também na região de Tiro.</P><br />
<P>Além disso, foram relatados bombardeamentos &#8220;nas proximidades de Burj Qalawiya e na área em redor de Deir Kifa ao amanhecer&#8221;, acrescentou a agência.</P><br />
<P>O Hezbollah e Israel trocaram ataques, apesar do cessar-fogo acordado na terça-feira, em Washington, entre Israel e o Líbano. O cessar-fogo estava condicionado pelo fim dos ataques e operações do movimento xiita no sul do Líbano.</P><br />
<P>O Hezbollah anunciou em comunicado que, às primeiras horas da manhã, atacou uma concentração de veículos e soldados israelitas com um míssil de precisão perto do Castelo de Beaufort, no sul do Líbano, a norte do rio Litani.</P><br />
<P>O movimento disse que o ataque surgiu &#8220;em resposta à violação do cessar-fogo pelo inimigo israelita e aos ataques contra aldeias no sul do Líbano&#8221;.</P><br />
<P>O líder do Hezbollah rejeitou na quinta-feira o mais recente acordo de cessar-fogo alcançado entre Israel e o Governo libanês, exigindo a retirada israelita.</P><br />
<P>Numa declaração escrita, lida no canal de televisão do movimento Al-Manar, Naim Qassem afirmou que a exigência do acordo para que os combatentes do Hezbollah abandonem o sul do Líbano sob fogo equivaleria a uma &#8220;rendição, derrota e à concretização dos objetivos do inimigo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O que nos preocupa é o fim da agressão, o cessar-fogo e a retirada de Israel&#8221;, afirmou, acrescentando que o movimento não assume &#8220;qualquer compromisso com qualquer parte para deixar de resistir enquanto houver ocupação&#8221;.</P><br />
<P>Israel e Líbano acordaram na quarta-feira renovar o cessar-fogo e criar várias zonas de segurança &#8220;piloto&#8221; dentro do Líbano, nas quais os militantes do Hezbollah estariam proibidos de permanecer.  </P><br />
<P>Num comunicado conjunto divulgado após uma quarta ronda de negociações mediadas pelos EUA no Departamento de Estado, os dois lados afirmaram que o cessar-fogo &#8220;está condicionado à cessação completa de fogo do Hezbollah e à retirada de todos os operacionais do Hezbollah&#8221; das áreas a sul do rio Litani.</P><br />
<P>Porém, não é claro, para já, como serão estabelecidas as zonas de segurança, mas o acordo prevê que o exército libanês assuma o controlo total dessas áreas.</P><br />
<P>&#8220;O cessar-fogo deve ser global (&#8230;) e sem liberdade para o inimigo matar no Líbano&#8221;, declarou Naim Qassem, sublinhando que não haverá segurança para o norte de Israel sem segurança para as aldeias do sul do Líbano.</P><br />
<P>Do lado israelita, o ministro da Defesa reafirmou na quinta-feira a ameaça de atacar Beirute se sofrer ataques do grupo libanês Hezbollah, apoiado pelo Irão, e avisou que o acordo de cessar-fogo no Líbano prevê a continuação das operações israelitas no sul.</P><br />
<P>Por sua vez, o Presidente libanês, Joseph Aoun, afirmou que o acordo constitui &#8220;a última oportunidade para alcançar um cessar-fogo global e definitivo&#8221;, numa altura em que ainda aguardava resposta do Hezbollah.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772263]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>China e Taiwan protagonizam novo confronto marítimo junto ao atol de Pratas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 06:39:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As guardas costeiras da China e de Taiwan envolveram-se hoje num novo incidente marítimo no mar do Sul da China, junto ao atol de Pratas, administrado por Taipé e reclamado por Pequim, informaram as autoridades taiwanesas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As guardas costeiras da China e de Taiwan envolveram-se hoje num novo incidente marítimo no mar do Sul da China, junto ao atol de Pratas, administrado por Taipé e reclamado por Pequim, informaram as autoridades taiwanesas.</P><br />
<P>Em comunicado, a Administração da Guarda Costeira de Taiwan (CGA) indicou que uma das suas embarcações avistou às 07:32 (00:32, em Lisboa) o navio chinês 3501, da guarda costeira da China, a nordeste do atol, aproximando-se de imediato para navegar em paralelo.</P><br />
<P>Segundo a CGA, a embarcação chinesa acelerou deliberadamente de cinco para nove nós e efetuou uma manobra brusca para entrar em águas classificadas por Taiwan como restritas, sem atender à segurança da patrulheira taiwanesa.</P><br />
<P>As autoridades indicaram que os dois navios permaneceram frente a frente durante várias horas.</P><br />
<P>Durante o incidente, a guarda costeira taiwanesa emitiu vários avisos por rádio, alertando a embarcação chinesa de que tinha entrado &#8220;sem autorização&#8221; em águas sob jurisdição de Taipé e de que as suas ações afetavam &#8220;a ordem e a segurança&#8221; da zona.</P><br />
<P>Segundo a transcrição divulgada pela CGA, os guardas costeiros taiwaneses advertiram ainda que &#8220;a paz no Estreito de Taiwan é crucial para a estabilidade da economia mundial e para a indústria tecnológica&#8221; e que, em caso de conflito, a China enfrentaria sanções internacionais.</P><br />
<P>O episódio ocorre menos de duas semanas após um incidente semelhante envolvendo o mesmo navio chinês, entre 23 e 24 de maio.</P><br />
<P>A CGA acusou Pequim de assediar regularmente as águas em redor de Pratas, conhecido em mandarim como Dongsha, para criar a &#8220;falsa aparência&#8221; de que exerce jurisdição sobre a área.</P><br />
<P>&#8220;O organismo tem a determinação de defender a soberania das águas nacionais e a capacidade de manter a paz, adotando todas as medidas necessárias para travar as ações irracionais da China&#8221;, refere o comunicado.</P><br />
<P>O atol de Pratas é um dos territórios controlados por Taiwan no mar do Sul da China, cujas águas são reivindicadas quase na totalidade por Pequim e por onde passa cerca de um terço do comércio marítimo mundial.</P><br />
<P>No início deste ano, o Exército chinês realizou exercícios com veículos aéreos não tripulados (&#8220;drones&#8221;) no espaço aéreo sobre Pratas, uma ação que o Governo taiwanês classificou como &#8220;altamente provocadora&#8221; e &#8220;irresponsável&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772262]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio encerra com Nikkei a cair 1,31%</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 06:34:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio fechou hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 1,31% para 66.588,12 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio fechou hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 1,31% para 66.588,12 pontos.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, fechou também a cair 0,07% para 3.949,09 pontos.</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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