<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Sun, 10 May 2026 08:00:03 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Cruzeiro com surto de hantavírus chega este domingo a Tenerife sob forte operação sanitária</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/cruzeiro-com-surto-de-hantavirus-chega-este-domingo-a-tenerife-sob-forte-operacao-sanitaria/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/cruzeiro-com-surto-de-hantavirus-chega-este-domingo-a-tenerife-sob-forte-operacao-sanitaria/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 08:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[hantavírus]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tenerife]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=760717</guid>

					<description><![CDATA[O navio, que partiu da Argentina a 1 de abril e seguia com destino a Cabo Verde, transporta quase 150 passageiros e tripulantes de 23 nacionalidades]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cruzeiro MV Hondius chega este domingo a Tenerife, nas Canárias, depois de um alerta sanitário provocado por um surto de hantavírus a bordo.</p>
<p>O navio, que partiu da Argentina a 1 de abril e seguia com destino a Cabo Verde, transporta quase 150 passageiros e tripulantes de 23 nacionalidades.</p>
<p>As autoridades espanholas confirmaram oito casos de infeção e três mortes associadas ao surto.</p>
<p>A embarcação não deverá atracar diretamente no porto. O plano das autoridades espanholas passa por manter o navio fundeado ao largo de Tenerife e transferir os passageiros sob fortes medidas de segurança sanitária.</p>
<p>A chegada está prevista para o porto de Granadilla, na manhã deste domingo.</p>
<p>Segundo o ministro espanhol da Política Territorial, Ángel Víctor Torres, haverá aviões disponíveis ainda este domingo para iniciar o repatriamento dos passageiros.</p>
<p>“Teremos aviões disponíveis no mesmo dia e poderemos começar a repatriar essas pessoas”, afirmou o governante.</p>
<p><strong>Passageiros seguem para o aeroporto</strong></p>
<p>O plano operacional prevê que os passageiros sejam transportados em pequenas embarcações até ao porto industrial de Granadilla.</p>
<p>Depois, deverão seguir de autocarro para o aeroporto de Tenerife Sul, de onde serão repatriados para os respetivos países.</p>
<p>O governo dos Estados Unidos já anunciou que está a organizar um voo para retirar os cidadãos americanos que seguem a bordo.</p>
<p>“O Departamento de Estado está a organizar um voo de repatriação para facilitar o regresso seguro dos passageiros americanos a bordo deste navio”, afirmou um porta-voz.</p>
<p>Durante esta semana, três passageiros doentes tinham sido retirados do navio ao largo de Cabo Verde, numa operação de emergência que levou à ativação de protocolos sanitários especiais.</p>
<p>Apesar do surto, as autoridades indicam que a maioria dos passageiros a bordo não apresenta sintomas graves.</p>
<p><strong>Preocupação entre habitantes de Tenerife</strong></p>
<p>A chegada do MV Hondius está a gerar inquietação entre habitantes de Tenerife.</p>
<p>Alguns moradores receiam que a operação possa pressionar os serviços de saúde da ilha, numa altura em que os hospitais já enfrentam constrangimentos.</p>
<p>“Tendo em conta que o nosso hospital está sempre lotado, não estamos preparados para enfrentar um problema destes”, afirmou uma residente.</p>
<p>Outros habitantes questionam a decisão de encaminhar o navio para as Canárias, recordando a experiência recente da pandemia de covid-19.</p>
<p>“Porque motivo escolher as Canárias? Não há outros sítios para atracar o barco?”, perguntou outro morador.</p>
<p><strong>OMS afasta cenário de pandemia</strong></p>
<p>Apesar da preocupação, a Organização Mundial de Saúde procura tranquilizar a comunidade internacional.</p>
<p>Maria Van Kerkhove, responsável pelo Departamento de Prevenção e Preparação para Epidemias e Pandemias da OMS, afirmou que novos casos são “possíveis”, mas que o surto deverá manter-se “limitado” se forem aplicadas as medidas de saúde pública adequadas.</p>
<p>“Este não é o início de uma pandemia”, sublinhou.</p>
<p>As autoridades sanitárias espanholas acompanham a situação em coordenação com serviços internacionais de saúde pública.</p>
<p>O trabalho passa pelo isolamento, pela vigilância de sintomas e pelo rastreio dos movimentos dos passageiros que desembarcaram nos últimos dias.</p>
<p><strong>Espanha investiga caso suspeito em Alicante</strong></p>
<p>As autoridades espanholas investigam também um caso suspeito no país.</p>
<p>Uma mulher da província de Alicante apresenta sintomas compatíveis com hantavírus, segundo o secretário de Estado da Saúde espanhol, Javier Padilla.</p>
<p>A mulher terá viajado no mesmo voo que uma passageira que morreu na África do Sul depois de ter estado a bordo do MV Hondius e contraído o vírus.</p>
<p>As autoridades aguardam confirmação laboratorial para determinar se se trata ou não de uma infeção por hantavírus.</p>
<p><strong>O que é o hantavírus?</strong></p>
<p>O hantavírus é uma doença rara, normalmente associada ao contacto com roedores silvestres infetados ou com os seus excrementos.</p>
<p>A transmissão pode ocorrer através da urina, saliva ou fezes de roedores, bem como pela inalação de partículas contaminadas em locais onde exista grande concentração de excrementos.</p>
<p>A doença pode provocar febre, complicações respiratórias graves e, em alguns casos, febres hemorrágicas.</p>
<p>A transmissão entre humanos é considerada pouco frequente, mas a estirpe associada ao vírus dos Andes exige vigilância particular, sobretudo em contextos de contacto próximo e prolongado.</p>
<p>No caso do MV Hondius, o facto de se tratar de um navio de cruzeiro aumenta a preocupação das autoridades, devido ao ambiente fechado, à convivência prolongada entre passageiros e à circulação internacional de pessoas.</p>
<p><strong>Três mortos associados ao surto</strong></p>
<p>As três vítimas mortais associadas ao surto no MV Hondius eram um casal holandês e uma mulher alemã.</p>
<p>O navio ganhou atenção internacional depois da confirmação das mortes e da retirada de passageiros doentes antes da chegada às Canárias.</p>
<p>As autoridades sanitárias procuram agora reconstruir os contactos e deslocações dos passageiros que desembarcaram nos últimos dias, para identificar possíveis infeções ou contactos próximos.</p>
<p>A operação deste domingo em Tenerife será, por isso, decisiva para conter o surto, garantir o repatriamento seguro dos passageiros e responder à preocupação das autoridades locais e internacionais.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/cruzeiro-com-surto-de-hantavirus-chega-este-domingo-a-tenerife-sob-forte-operacao-sanitaria/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760717]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lucro da saudita Aramco sobe mais de 25% para 27.600 ME no 1.º trimestre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-da-saudita-aramco-sobe-mais-de-25-para-27-600-me-no-1-o-trimestre/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-da-saudita-aramco-sobe-mais-de-25-para-27-600-me-no-1-o-trimestre/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 07:58:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/lucro-da-saudita-aramco-sobe-mais-de-25-para-27-600-me-no-1-o-trimestre/</guid>

					<description><![CDATA[A petrolífera saudita Aramco obteve um lucro líquido de 122.008 milhões de riais (cerca de 27.600 milhões de euros) no primeiro trimestre, mais 25,1% do que no mesmo período de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A petrolífera saudita Aramco obteve um lucro líquido de 122.008 milhões de riais (cerca de 27.600 milhões de euros) no primeiro trimestre, mais 25,1% do que no mesmo período de 2025.     </P><br />
<P>Num comunicado publicado na bolsa saudita, a companhia sublinhou que o aumento do lucro líquido se deve a vários fatores, entre os quais se destaca a subida dos preços do petróleo devido à instabilidade geopolítica causada pelo conflito no Irão e pelo encerramento do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Nesse sentido, a maior petrolífera do mundo valorizou a &#8220;resiliência e flexibilidade operacional&#8221; do seu negócio apesar da complicada situação geopolítica.</P><br />
<P>O resultado é explicado por &#8220;um aumento das receitas e outros produtos relacionados com as vendas, compensando parcialmente o aumento dos custos operacionais&#8221;, precisa o grupo, joia da economia saudita e uma das maiores empresas do mundo em termos de capitalização de mercado.</P><br />
<P>A guerra contra o Irão, iniciada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel, levou à reação de bloqueio do Estreito de Ormuz por Teerão, pelo qual normalmente transita um quinto do consumo mundial de hidrocarbonetos, provocando uma queda brusca no abastecimento e uma explosão nos preços.</P><br />
<P>O barril de Brent, referência mundial, valia em média cerca de 100 dólares em março, contra 70 dólares antes das hostilidades, com picos de 120 dólares.</P><br />
<P>O lucro líquido da Aramco tinha sido de 97.543 milhões de riais (22.100 milhões de euros) no primeiro trimestre de 2025.</P><br />
<P>A Aramco, detida maioritariamente pelo Governo saudita, é a principal fonte de financiamento do programa de reformas Vision 2030 do príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, que visa preparar a Arábia Saudita, maior exportadora de petróleo do mundo, para o pós-petróleo.</P><br />
<P>As companhias petrolíferas e de gás europeias também obtiveram lucros recordes no primeiro trimestre, aproveitando a volatilidade dos preços provocada pela guerra no Médio Oriente.</P><br />
<P>Apesar do quase encerramento do estreito de Ormuz, a Aramco conseguiu entregar milhões de barris de petróleo aos mercados todos os dias graças ao seu imenso oleoduto leste-oeste, que conecta as suas instalações energéticas no Golfo aos terminais de exportação no Mar Vermelho.</P><br />
<P>A empresa indicou que &#8220;um aumento significativo da bombagem através do oleoduto leste-oeste para atingir a sua capacidade máxima de sete milhões de barris por dia no primeiro trimestre, apoia as exportações desde a costa oeste do reino&#8221;.</P><br />
<P>Os Estados do Golfo, ricos em hidrocarbonetos, foram duramente atingidos pelos ataques iranianos de represália aos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão. Teerão visou interesses norte-americanos, como também infraestruturas civis, danificando importantes instalações energéticas na região.</P><br />
<P>    </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-da-saudita-aramco-sobe-mais-de-25-para-27-600-me-no-1-o-trimestre/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760849]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Hantavírus. Operação com cruzeiro nas Canárias termina segunda-feira à tarde</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/hantavirus-operacao-com-cruzeiro-nas-canarias-termina-segunda-feira-a-tarde/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/hantavirus-operacao-com-cruzeiro-nas-canarias-termina-segunda-feira-a-tarde/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 07:47:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/hantavirus-operacao-com-cruzeiro-nas-canarias-termina-segunda-feira-a-tarde/</guid>

					<description><![CDATA[A operação nas ilhas Canárias para desembarcar e repatriar mais de 100 pessoas que estão no navio onde houve um surto de hantavírus vai arrancar hoje e prolongar-se até segunda-feira à tarde, disse o Governo espanhol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A operação nas ilhas Canárias para desembarcar e repatriar mais de 100 pessoas que estão no navio onde houve um surto de hantavírus vai arrancar hoje e prolongar-se até segunda-feira à tarde, disse o Governo espanhol.</P><br />
<P>O navio, que esteve de quarentena em Cabo Verde, chegou hoje de madrugada às Canárias e está ancorado no porto de Granadilla, havendo 147 pessoas a bordo, entre passageiros, tripulantes e pessoal médico da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC, na sigla em inglês), segundo a empresa Oceandrive, a dona do cruzeiro.</P><br />
<P>O que está previsto é que desembarquem no arquipélago espanhol das Canárias, em Tenerife, mais de 100 pessoas, que serão repatriadas a partir de um aeroporto desta ilha, em aviões de vários países e da União Europeia (UE).</P><br />
<P>Em declarações hoje aos jornalistas no porto de Granadilla, a ministra da Saúde de Espanha, Mónica García, explicou que o primeiro grupo que vai sair do barco e que será transportado a partir do aeroporto Tenerife Sul é o de cidadãos espanhóis (14 pessoas), que serão levadas para um hospital militar em Madrid.</P><br />
<P>Seguir-se-ão os ocupantes do navio que vão ser repatriados pelos Países Baixos, que têm várias nacionalidades.</P><br />
<P>Também hoje desembarcarão e serão repatriados os nacionais do Canadá, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.</P><br />
<P>O último voo de repatriamento está previsto para segunda-feira à tarde, com destino à Austrália, em que viajarão seis pessoas, de várias nacionalidades, disse a ministra.</P><br />
<P>Deverão manter-se no barco membros da tripulação, que seguirão viagem, previsivelmente na segunda-feira, para levar o paquete até aos Países Baixos, país onde está registada a propriedade do &#8220;MV Hondius&#8221; e de onde é o armador.</P><br />
<P>Depois da ancoragem do navio hoje ao início da manhã, subiu a bordo, por volta das 7:45 locais, uma equipa médica do serviço Saúde Exterior do Governo espanhol, um organismo que tem como missão &#8220;organizar e garantir a prestação de atenção sanitária&#8221; a pessoas em trânsito internacional por Espanha.</P><br />
<P>Após a avaliação dessa equipa médica, deverão começar a ser desembarcadas, em lanchas e outras pequenas embarcações, os ocupantes do &#8220;MV Hondius&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Mónica García, todas as pessoas que estão a bordo estão sem sintomas de doença.</P><br />
<P>O desembarque e repatriamento das pessoas a bordo faz-se em zonas isoladas do porto industrial de Granadilla e do aeroporto Tenerife Sul, sem qualquer contacto com a população local.</P><br />
<P>Está também isolado o percurso de cerca de 10 quilómetros entre o porto e o aeroporto.</P><br />
<P>O transporte neste percurso será feito em veículos militares.</P><br />
<P>O definido é que tripulantes e passageiros só saem do barco quando o avião que os vai repatriar está já preparado para descolar e são levados diretamente à pista do aeroporto.</P><br />
<P>A operação está a ser coordenada por Espanha, pelos Países Baixos, pela OMS e pelo ECDC.</P><br />
<P>A OMS confirmou até agora seis casos de oito suspeitos de infeção com hantavírus em pessoas que viajaram neste barco. Três pessoas morreram e nenhum dos doentes ou suspeitos de estarem infetados estão já a bordo.</P><br />
<P>O barco viajava desde a Argentina até Cabo Verde, pelo Atlântico Sul, e suscitou um alerta sanitário internacional no passado fim de semana.</P><br />
<P>O hantavírus transmite-se geralmente a partir de roedores infetados. A variante detetada no paquete, o hantavírus Andes, é rara e pode transmitir-se de pessoa para pessoa. </P><br />
<P>A OMS considera que o risco atual para a saúde pública causado pelo hantavírus é baixo.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/hantavirus-operacao-com-cruzeiro-nas-canarias-termina-segunda-feira-a-tarde/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760848]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Regulação das responsabilidades parentais: especialista revela o erro que os pais continuam a cometer</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/regulacao-das-responsabilidades-parentais-especialista-revela-o-erro-que-os-pais-continuam-a-cometer/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/regulacao-das-responsabilidades-parentais-especialista-revela-o-erro-que-os-pais-continuam-a-cometer/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 07:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Mafalda Coimbra]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade parentais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759532</guid>

					<description><![CDATA[Advogada Mafalda Coimbra salientou que existe uma ideia muito comum e profundamente enganadora de que, quando há entendimento entre os pais, não é necessário regular as responsabilidades parentais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existe uma ideia muito comum e profundamente enganadora de que, quando há entendimento entre os pais, não é necessário regular as responsabilidades parentais. Durante algum tempo, essa ideia até parece funcionar. As rotinas ajustam-se, as decisões vão sendo tomadas informalmente e a ausência de conflito cria a ilusão de estabilidade. O problema, é que a ausência de conflito não é uma garantia.</p>
<p>Em Portugal, quando os progenitores deixam de viver juntos, a regulação das responsabilidades parentais não é apenas um mecanismo para resolver litígios. É, acima de tudo, um instrumento que define, com precisão, como são tomadas as decisões relevantes na vida da criança, com quem reside, como se organizam os tempos de convívio e de que forma são asseguradas as suas necessidades. E este detalhe, a definição concreta, é exatamente aquilo que falta quando tudo fica entregue a acordos informais.</p>
<p>Segundo a advogada Mafalda Coimbra, os problemas raramente surgem no início. Surgem meses, ou até anos depois, quando uma das partes altera o seu comportamento. Um progenitor que decide mudar de residência. Outro que começa a não cumprir horários. Situações em que decisões escolares ou médicas passam a ser tomadas unilateralmente. E, nesse momento, aquilo que parecia funcionar deixa de ter qualquer base.</p>
<p>“Sem acordo homologado pelo tribunal ou decisão judicial, não existe um título executivo. Isto significa, na prática, que não há um mecanismo imediato para exigir o cumprimento do que foi combinado. E é aqui que muitos se deparam com uma realidade inesperada; aquilo que era “acordo” deixa de ter valor no momento em que deixa de ser respeitado” revela Mafalda Coimbra.</p>
<p>Outro ponto, que raramente é compreendido, prende-se com o conteúdo das responsabilidades parentais. A lei distingue entre atos da vida corrente e decisões de particular importância, sendo estas últimas reservadas ao exercício conjunto. O problema é que, na ausência de regulação concreta, esta distinção torna-se altamente discutível. O que para um progenitor é uma decisão simples, para o outro pode ser uma questão relevante. E, sem enquadramento, o conflito torna-se inevitável.</p>
<p>“Há ainda uma consequência prática que poucas pessoas consideram, que é a dificuldade em atuar rapidamente, quando algo corre mal. Sem regulação, qualquer intervenção exige um primeiro passo: o de pedir ao tribunal que defina aquilo que nunca foi formalizado. E esse tempo, em matérias que envolvem crianças, pode ser determinante” alerta a advogada.</p>
<p>A regulação das responsabilidades parentais não é, por isso, um formalismo. É uma forma de antecipar aquilo que, mais cedo ou mais tarde, tende a surgir. Não porque os pais não queiram cooperar, mas porque as circunstâncias mudam, as relações evoluem e a previsibilidade desaparece.</p>
<p><strong>Então, o que deve ter em conta na regulação parental:</strong></p>
<p>Exercício conjunto das responsabilidades parentais:</p>
<p>Regra geral, ambos os pais partilham as decisões, mesmo que não residam juntos.</p>
<p>Residência do menor:</p>
<p>Pode ser fixada com um dos progenitores (com regime de visitas para o outro) ou guarda partilhada.</p>
<p>Pensão de Alimentos:</p>
<p>É calculada com base na capacidade económica de cada progenitor e nas necessidades da criança, sendo atualizável em cada ano civil.</p>
<p>Acordo ou Litígio:</p>
<p>Se houver acordo, é homologado na Conservatória (mais rápido). Senão, recorre-se ao tribunal.</p>
<p>Alteração da regulação de responsabilidades parentais:</p>
<p>O regime pode ser alterado a qualquer momento se o interesse da criança o justificar (ex: mudança de residência ou incumprimento das responsabilidades parentais por um dos progenitores).</p>
<p>Se está numa situação em que ainda não existe regulação formal ou se o regime atual já não corresponde à realidade, é importante perceber que, adiar esta decisão não elimina o problema. Apenas o transfere para um momento em que, provavelmente, será mais difícil de gerir.</p>
<p>“É precisamente aqui que a consulta jurídica assume um papel determinante, porque não se trata apenas de “regular”. Trata-se de definir, com rigor, um modelo que funcione na prática, que proteja a criança e que permita evitar conflitos futuros. Cada situação familiar tem particularidades próprias, e aquilo que parece simples à primeira vista pode esconder riscos que só uma análise jurídica consegue identificar” conclui Mafalda Coimbra.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/regulacao-das-responsabilidades-parentais-especialista-revela-o-erro-que-os-pais-continuam-a-cometer/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759532]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ex-diretora do WhatsApp no Brasil lança ONG para combater as &#8216;big techs&#8217;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ex-diretora-do-whatsapp-no-brasil-lanca-ong-para-combater-as-big-techs/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ex-diretora-do-whatsapp-no-brasil-lanca-ong-para-combater-as-big-techs/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 07:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/ex-diretora-do-whatsapp-no-brasil-lanca-ong-para-combater-as-big-techs/</guid>

					<description><![CDATA[A ex-diretora do Whatsapp no Brasil Daniela da Silva lançou a ONG CTRL+Z para denunciar as 'big techs' e mudar a relação de medo que, segundo afirmou à Lusa, os utilizadores têm das gigantes da Internet.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Brasília, 10 mai 2026 (Lusa) &#8211; A ex-diretora do Whatsapp no Brasil Daniela da Silva lançou a ONG CTRL+Z para denunciar as &#8216;big techs&#8217; e mudar a relação de medo que, segundo afirmou à Lusa, os utilizadores têm das gigantes da Internet.</P><br />
<P>A organização pretende receber denúncias, investigar casos e mover ações judiciais contra empresas como X, Meta &#8211; dona do Facebook, Instagram e Whatsapp &#8211; e Google, com o objetivo de responsabilizar as plataformas pelos danos causados aos utilizadores.</P><br />
<P>&#8220;Eu acho que a gente tem uma missão muito importante de romper com o sentimento de apatia, de impotência que as pessoas têm em relação às &#8216;big techs'&#8221;, afirmou Daniela da Silva em entrevista à Lusa.</P><br />
<P>A diretora-executiva da CTRL+Z acrescentou que &#8220;são as empresas que têm de ter medo das pessoas e não as pessoas terem medo das empresas&#8221;, defendendo maior pressão pública e jurídica sobre o setor tecnológico.</P><br />
<P>O nome da organização faz referência ao atalho de teclado utilizado para desfazer ações no computador e, segundo o sítio web oficial, a CTRL+Z pretende &#8220;enfrentar o modelo de operação&#8221; das grandes empresas tecnológicas.</P><br />
<P>Entre os projetos lançados está o &#8220;Vaza Big Tech&#8221;, que permite a trabalhadores das empresas partilharem informações e denúncias de forma anónima, e o &#8220;Arquivo de Danos Digitais&#8221;, destinado a recolher relatos de utilizadores afetados por plataformas digitais.</P><br />
<P>A organização atua em parceria com escritórios de advocacia no Brasil para analisar denúncias e avaliar possíveis ações judiciais com apoio jurídico gratuito, utilizando mecanismos previstos na legislação brasileira de defesa do consumidor.</P><br />
<P>Segundo Daniela da Silva, utilizadores com contas suspensas, perfis falsos, invasões informáticas ou conteúdos nocivos não removidos pelas plataformas poderão recorrer à organização em busca de apoio jurídico e orientação de forma gratuita. </P><br />
<P>A antiga diretora de Políticas Públicas do Whatsapp deixou a Meta em janeiro de 2025, após cerca de um ano na empresa, alegando discordância com mudanças anunciadas por Mark Zuckerberg na condução da companhia.</P><br />
<P>As alterações incluíram, segundo descreveu, o fim de programas de verificação de notícias, maior circulação de conteúdos políticos e mudanças na moderação de temas relacionados com imigração e género.</P><br />
<P>Essas ações da Meta, conta, levaram-na a crer que não conseguiria mais realizar um trabalho de &#8220;política pública racional&#8221; e &#8220;baseado em diálogo&#8221; que tornasse, na sua avaliação, &#8220;as plataformas melhores&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Eu senti que para mim seria importante jogar numa posição diferente, que, se eu quisesse ver plataformas digitais melhores, eu ia ter de fazer isso por fora da Meta, atuando por fora e não por dentro&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Antes da Meta, ela trabalhou quase uma década na Open Society Foundations, uma organização filantrópica privada global.</P><br />
<P>Segundo conta, após um período &#8220;de um ano de gestação&#8221;, junto de outros amigos e em conversas com diferentes pessoas da sociedade civil que já atuavam no confronto às &#8216;big techs&#8217;, a CTRL+Z foi fundada em abril deste ano.</P><br />
<P>A diretora-executiva defendeu que a sociedade civil pode atuar como &#8220;anteparo&#8221; ao poder económico e político das &#8216;big techs&#8217;, que descreveu como as empresas mais poderosas da história do capitalismo contemporâneo.</P><br />
<P>Daniela da Silva classificou ainda como &#8216;tecnofascismo&#8217; a aproximação das plataformas digitais a movimentos de extrema-direita autoritária e alertou para o papel das tecnologias na disseminação de discursos extremistas.</P><br />
<P>Segundo afirmou, o Brasil tornou-se um polo geopolítico relevante no debate internacional sobre governança digital e regulação das plataformas, devido ao histórico do país no embate às grandes empresas tecnológicas.</P><br />
<P>&#8220;São as empresas mais poderosas do mundo, um nível de acumulação de capital nunca visto antes na história do capitalismo e a gente precisa que existam anteparos para todo esse poderio&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Daniela da Silva ressalta que as &#8216;big techs&#8217; criaram a ilusão de que são inevitáveis e o seu modelo de negócios é o único sustentável, mas ela, com a sua experiência interna, sabe que essas são &#8220;decisões tomadas por pessoas comuns&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A verdade que, tendo trabalhado por dentro, ficou muito claro para mim que essas são decisões tomadas por pessoas comuns, muitas vezes pouco informadas a respeito dos países onde as suas empresas atuam&#8221;, observou.</P><br />
<P>Segundo afirmou, essas decisões podem ser tomadas de forma diferente, mas deve haver &#8220;muita pressão pública&#8221; para que isso aconteça e &#8220;essa pressão&#8221; a deixa motivada. </P><br />
<P>Daniela da Silva, de 40 anos, acrescentou que outra motivação para criar a organização está relacionada com a filha de nove anos e com a preocupação sobre educação digital, tempo de ecrã e conteúdos consumidos por crianças e adolescentes.</P><br />
<P>&#8220;Essas tecnologias são omnipresentes, então vão entrar na vida das nossas crianças e dos nossos adolescentes de alguma maneira e a gente, como sociedade, tem de fazer um pacto para que elas sejam melhores&#8221;, afirmou, considerando-se uma otimista.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ex-diretora-do-whatsapp-no-brasil-lanca-ong-para-combater-as-big-techs/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760846]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ir à praia: dicas para usufruir da época balnear de forma segura</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ir-a-praia-dicas-para-usufruir-da-epoca-balnear-de-forma-segura/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ir-a-praia-dicas-para-usufruir-da-epoca-balnear-de-forma-segura/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 07:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[praias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=760161</guid>

					<description><![CDATA[Em 2026, de acordo com um comunicado do Ministério do Ambiente e da Energia, foram identificadas um total de 671 águas balneares, 512 das quais costeiras ou de transição e 159 interiores]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A época balnear já começou em algumas praias do país, lembrou a DECO PROteste, nomeadamente no concelho de Cascais e em algumas praias da Região Autónoma da Madeira. No resto do país abrirá progressivamente: a 15 de maio no Algarve, a 1 de junho em 137 praias da região do Tejo e Oeste e do sul, e a 13 de junho na maioria das praias do Norte e do Centro.</p>
<p>Nas águas interiores, o arranque distribui-se entre junho e julho, prolongando-se até 31 de outubro. Além das precauções habituais com o sol, as correntes, as arribas e as picadas de peixe-aranha ou de alforreca, é preciso saber se a praia tem vigilância e assistência aos banhistas.</p>
<p>Em 2026, de acordo com um comunicado do Ministério do Ambiente e da Energia, foram identificadas um total de 671 águas balneares, 512 das quais costeiras ou de transição e 159 interiores, o que representa uma ligeira redução face às 673 de 2025. </p>
<p>Depois de um inverno marcado por temporais severos, que provocaram erosão costeira, perda de sedimentos, redução do areal e danos em infraestruturas e acessos, especialmente nas regiões Centro e Norte, algumas praias tiveram de ser alvo de intervenções urgentes para repor condições de segurança, estabilizar arribas, recuperar acessos e reforçar os areais.</p>
<p><strong>Praias com vigilância: como encontrar </strong></p>
<p>Privilegie praias vigiadas e identificadas, com águas balneares reconhecidas, e com assistência de nadadores-salvadores. Para encontrar informações sobre uma determinada praia, nomeadamente a qualidade e a temperatura da água, as horas das marés ou o equipamento de apoio disponível, pode usar a plataforma Info Água, da Agência Portuguesa do Ambiente (APA). Pode também recorrer à informação disponibilizada pela Autoridade Marítima Nacional.</p>
<p>Lembre-se de que as praias que não sejam qualificadas como praias de banhos não oferecem garantias em termos de segurança e assistência a banhistas. Ainda assim, isso não significa que a segurança nesses locais não possa ser garantida, com caráter excecional, pelas câmaras municipais ou pelas entidades gestoras de espaços costeiros e fluviais, através da presença de nadadores-salvadores.</p>
<p><strong>Nadar apenas quando a bandeira é verde</strong></p>
<p>Nas idas à praia, é importante que respeite sempre as indicações dadas pelas bandeiras antes de entrar no mar.</p>
<p>Se a bandeira for verde, poderá tomar banho e nadar. Com bandeira amarela, deverá ser mais cauteloso. Pode entrar na água, mas não nadar. A bandeira vermelha proíbe a entrada na água. Se encontrar uma bandeira em xadrez, a praia está temporariamente sem vigilância. Já as bandeiras listadas a amarelo e vermelho delimitam uma zona mais segura para banhos.</p>
<p><strong>438 praias com Bandeira Azul de Norte a Sul do país</strong></p>
<p>A bandeira azul é um símbolo de qualidade ambiental atribuído anualmente. Para receberem esta distinção, as praias devem cumprir determinados critérios:</p>
<p>informação e educação ambiental;<br />
qualidade da água;<br />
gestão ambiental;<br />
equipamentos, segurança e serviços.<br />
Este ano, já foram atribuídas 438 bandeiras azuis. No entanto, poderão existir alterações ao longo da época balnear, uma vez que a APA vai realizar análises contínuas.</p>
<p><strong>Praias de uso limitado ou com uso suspenso</strong></p>
<p>As informações sobre as praias de banhos são atualizadas com frequência durante toda a época balnear.</p>
<p>Uma praia é classificada “de uso limitado” quando, em situação de preia mar média, a maior parte do areal fica ocupada pela área de risco das arribas. A área de risco é a que seria afetada por resíduos de rochas ou queda de blocos se houvesse um desmoronamento. A erosão e o recuo da extensão dos areais têm causado problemas em diversas praias, que requerem um enchimento quase constante de areia.</p>
<p>A sinalização de todas as zonas costeiras com situações de risco para os utentes é obrigatória. A informação relativa às faixas de risco identificadas deve ser disponibilizada junto da população, com recurso a painéis informativos por praia com o respetivo mapa. A qualquer momento, a informação deve ser atualizada em função das circunstâncias climatéricas e da avaliação feita pelas autoridades competentes. As áreas de risco devem ser sinalizadas no local como zonas de perigo ou zonas interditas.</p>
<p>Os utentes das praias e demais zonas da orla costeira devem manter-se afastados das zonas assinaladas como &#8220;zonas de perigo&#8221; e respeitar, no caso das arribas e sempre que possível, a distância correspondente a uma vez e meia a altura da arriba ou outra distância que seja fixada para o local, devido ao risco de desmoronamentos ou quedas de blocos. Não pode transpor as barreiras de proteção, se existirem.</p>
<p>Os sinais devem ser afixados no local acima da arriba.</p>
<p>A sinalização deve estar também junto aos acessos às praias.</p>
<p>Se não respeitar os sinais, arrisca-se a uma coima entre 30 e 100 euros. </p>
<p>Nas praias com classificação “uso suspenso” estão temporariamente interrompidos os banhos de mar, a utilização do areal, o acesso e até simples passeios. A interrupção normalmente é provocada por situações que afetam a segurança dos utentes, a saúde pública ou o equilíbrio biofísico. Esta classificação deve estar indicada também na sinalização junto aos acessos.</p>
<p><strong>Evitar acidentes na praia e coimas</strong></p>
<p>Os nadadores-salvadores devem auxiliar e advertir os utentes das praias para situações que constituam risco para a saúde ou integridade física. Compete-lhes ainda, no caso de permanência dos utentes em zona interdita após advertência para abandonar o local, comunicar de imediato aos órgãos locais da Direção-Geral da Autoridade Marítima, que pode proceder ao levantamento do respetivo auto de notícia.</p>
<p>Se suspeitar da qualidade ou das condições da água ou do areal, reporte a situação ao nadador-salvador. Em caso de emergência, ligue o 112 ou contacte o Centro de Operações Marítimas (através do número 214 401 919) ou qualquer Comando Local da Polícia Marítima.</p>
<p>Se permanecer nas zonas interditas ou as usar para qualquer fim ou atividade (incluindo atravessar, circular apé ou aceder a outro local), arrisca-se a uma coima entre 30 e 100 euros. O mesmo acontece caso transponha as barreiras de proteção.</p>
<p>O valor da coima pode duplicar se permanecer no local após ter sido alertado por um nadador-salvador para a situação de perigo ou se houver transgressão das regras por um adulto acompanhado por uma criança com menos de 13 anos. A destruição, danificação, deslocação ou remoção da sinalética ou das barreiras de proteção existentes nas praias e demais zonas da orla costeira poderá implicar o pagamento de uma coima de 250 a 1000 euros.</p>
<p>A circulação e o estacionamento de veículos motorizados, nomeadamente automóveis, motociclos, ciclomotores, triciclos e quadriciclos, nas praias, dunas e arribas, fora dos locais estabelecidos para o efeito, também são puníveis com coima, que pode variar entre 250 e 2500 euros.</p>
<p><strong>Ouvir música em colunas pode dar penalizações</strong></p>
<p>Se ouvir música em colunas portáteis ou fizer alguma atividade que possa gerar ruído enquanto está na praia, incomodando os restantes banhistas, poderá ser sancionado. De acordo com a lei quadro das contra ordenações ambientais, a coima por provocar ruído na praia pode variar entre 200 e 4000 euros, para pessoas singulares.</p>
<p>Se estiver a ser incomodado por música alta na praia, pode tentar chegar a um consenso com os outros banhistas ou pedir ao nadador-salvador que contacte a Polícia Marítima, a autoridade responsável pela fiscalização do cumprimento destas e de outras regras.</p>
<p><strong>Jogar futebol ou raquetes fora das zonas demarcadas pode custar-lhe 550 euros</strong></p>
<p>Se é adepto das atividades desportivas no areal, também deverá ter alguns cuidados. É que, de acordo com a lei, as atividades desportivas, como os jogos de raquetes ou de futebol, estão interditas fora das áreas terrestres ou aquáticas expressamente demarcadas.</p>
<p>Se optar por fazer alguma destas atividades junto à linha de água ou no meio dos demais banhistas, pode ser surpreendido com uma coima que pode atingir os 550 euros.</p>
<p><strong>Animais na praia só em zonas autorizadas</strong></p>
<p>A permanência e a circulação de animais nas praias é, regra geral, proibida, salvo nas zonas autorizadas. Por isso, antes de levar o seu animal de companhia à praia, verifique se há sinalética que indique tratar-se de uma praia em que a permanência e a circulação de animais no areal está interdita, uma vez que o incumprimento pode implicar a aplicação de coimas que podem atingir os 550 euros.</p>
<p>Se a presença de animais for permitida, não se esqueça de levar trela ou outro dispositivo de retenção, o documento de identificação do animal de companhia (DIAC), sacos para os dejetos, comida e água.</p>
<p><strong>Denuncie condicionamentos indevidos no acesso</strong></p>
<p>Se tentar aceder a uma praia e encontrar obstáculos, como o condicionamento indevido ao acesso, a colocação de barreiras nos caminhos públicos ou a limitação de zonas de estacionamento públicas por parte de empreendimentos turísticos, saiba que, em Portugal, as praias são públicas, pelo que o acesso não lhe pode ser vedado em qualquer circunstância.</p>
<p>Caso se depare com uma destas situações, pode denunciar às autoridades, nomeadamente à PSP, à GNR, através da linha SOS Ambiente e Território, pelo telefone 808 200 520, ou à Polícia Marítima, através do e-mail dgam@amn.pt ou do telefone 213 255 400. As denúncias podem, ainda, ser feitas diretamente à Autoridade Marítima Nacional, através de formulário online, ou à Agência Portuguesa do Ambiente, através do seu canal de denúncias. Junte todas as evidências possíveis para comprovar a situação invocada, nomeadamente fotografias dos avisos escritos, das eventuais barreiras ou da sinalética, ou mesmo o contacto de possíveis testemunhas. A exposição escrita deve ser tão detalhada quanto possível. Além disso, pode ainda apresentar uma queixa através da plataforma Reclamar, da DECO PROteste.</p>
<p><strong>Especulação de preços pode ser denunciada</strong></p>
<p>Em 2025, uma fiscalização levada a cabo pela Agência Portuguesa do Ambiente detetou várias práticas comerciais nas praias que podem configurar especulação, nomeadamente preços elevados no aluguer de toldos de praia e nos bens e serviços vendidos junto ao mar. Também nestas situações pode denunciar. Se detetar alguma situação que possa indiciar a manipulação artificial dos preços, como a alteração dos mesmos para aumentar o lucro ilegítimo, faça chegar a sua queixa à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE). </p>
<p>Tenha, no entanto, em conta que a mera cobrança de preços mais altos em comparação com outros locais equivalentes não configura automaticamente especulação. Esteja, sobretudo, atento aos seus direitos enquanto consumidor, nomeadamente no que diz respeito à cobrança de taxas suplementares ou por gelo nas bebidas, às regras aplicáveis às gorjetas, à disponibilização de água gratuita aos clientes ou à exibição obrigatória do preçário.</p>
<p><strong>Vai à praia? Siga estas dicas</strong></p>
<p>Evite a exposição solar nas horas de maior calor.</p>
<p>Antes de sair de casa, verifique toda a informação relevante sobre a praia onde pretende ir. A plataforma Info Água permite saber detalhes como os dados de classificação anual de cada água balnear, as principais características (tipo de água balnear, existência do galardão bandeira azul e praia acessível, existência de obras e risco de erosão das arribas) e os serviços existentes – restaurantes, apoio balnear, nadador-salvador, existência de cadeira anfíbia, entre outros.<br />
Caso se desloque de carro, estacione-o apenas nos parques e zonas de estacionamento sem objetos de valor à vista, e siga as recomendações indicadas no local, caso existam.</p>
<p>Nade sempre paralelamente à linha de água e evite nadar para fora de pé.</p>
<p>Lembre-se de que os equipamentos suscetíveis de ferir o direito ao descanso dos demais, tais como colunas de som, só são permitidos em eventos devidamente autorizados. Caso contrário, corre o risco de pagar uma multa.</p>
<p>Zele pela segurança dos equipamentos que transportar, sob pena de responder por eventuais danos, que o objeto possa causar.</p>
<p>Cumpra todas as recomendações do nadador-salvador.</p>
<p>Não deixe lixo na praia.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ir-a-praia-dicas-para-usufruir-da-epoca-balnear-de-forma-segura/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760161]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Cabo Verde organiza festival internacional de dança para nova geração de artistas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/cabo-verde-organiza-festival-internacional-de-danca-para-nova-geracao-de-artistas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/cabo-verde-organiza-festival-internacional-de-danca-para-nova-geracao-de-artistas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 06:51:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/cabo-verde-organiza-festival-internacional-de-danca-para-nova-geracao-de-artistas/</guid>

					<description><![CDATA[Cabo Verde vai organizar, de segunda a sábado (11 a 16 de maio), o Festival Kontornu de dança e artes performativas, que, além de espetáculos, inclui residências para uma nova geração de artistas e programadores culturais, anunciou a organização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cabo Verde vai organizar, de segunda a sábado (11 a 16 de maio), o Festival Kontornu de dança e artes performativas, que, além de espetáculos, inclui residências para uma nova geração de artistas e programadores culturais, anunciou a organização.</P><br />
<P>&#8220;Como novidade desta edição, surge o Kontornu Dance Camp, uma residência artística que reúne jovens bailarinos de diferentes partes do mundo&#8221;, no Estádio Nacional, na capital, Praia, como forma de &#8220;investir na próxima geração de artistas&#8221;, anunciou a organização, em comunicado.</P><br />
<P>Na sua quarta edição, o Festival Kontornu vai reunir cerca de 80 participantes de países como Portugal, Brasil, Espanha e Senegal num programa que inclui espetáculos de dança contemporânea, danças urbanas, teatro e circo.</P><br />
<P>Além da cidade da Praia, haverá atividades na vizinha Cidade Velha e o encerramento vai decorrer na ponta norte da ilha de Santiago, no Tarrafal, com o Kontornu Dance Battle, dedicado a danças urbanas, atividade realizada em parceria com o Festival IUFA (Açores).</P><br />
<P>O programa inclui ainda o Kopano &#8212; Encontro Internacional de Programadores, que reúne profissionais das artes para promover &#8220;cooperação e circulação artística&#8221;.</P><br />
<P>A edição de 2026 presta homenagem à coreógrafa cabo-verdiana Marlene Monteiro Freitas, destacando o seu percurso internacional.</P><br />
<P>&#8220;A sua abordagem radical, inventiva e profundamente autoral inspira novas gerações de artistas e reforça a importância da experimentação estética&#8221;, justificou a organização.</P><br />
<P>O programa associa-se também à campanha &#8220;Menos Álcool, Mais Vida&#8221;, que completa 10 anos e promove a redução do consumo de álcool entre jovens.</P><br />
<P>O festival Kontornu nasceu como iniciativa do artista cabo-verdiano Djam Neguin com o objetivo de dinamizar a arte da dança no arquipélago e promover o intercâmbio entre artistas locais e internacionais.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/cabo-verde-organiza-festival-internacional-de-danca-para-nova-geracao-de-artistas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760845]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Hantavírus: Cruxeiro MV Hondius dá entrada no porto de Granadilla, em Tenerife</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/hantavirus-cruxeiro-mv-hondius-da-entrada-no-porto-de-granadilla-em-tenerife/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/hantavirus-cruxeiro-mv-hondius-da-entrada-no-porto-de-granadilla-em-tenerife/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 05:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/hantavirus-cruxeiro-mv-hondius-da-entrada-no-porto-de-granadilla-em-tenerife/</guid>

					<description><![CDATA[O navio de cruzeiro MV Hondius, no qual se registou um surto de hantavírus, entrou pelas 06:00 (hora local e em Lisboa) no porto de Granadilla de Abona, onde permanecerá ancorado até que os passageiros sejam desembarcados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O navio de cruzeiro MV Hondius, no qual se registou um surto de hantavírus, entrou pelas 06:00 (hora local e em Lisboa) no porto de Granadilla de Abona, onde permanecerá ancorado até que os passageiros sejam desembarcados. </P><br />
<P>A entrada do navio foi precedida por uma lancha do porto e o cruzeiro foi seguido por um rebocador, que o estão a ajudar nas manobras de entrada e ancoragem no porto &#8211; e não atracagem, para que sejam evitada a contaminação em terra.</P><br />
<P>Assim que o MV Hondius estiver ancorado e já com a luz do sol, terá início a operação de desembarque dos passageiros e o seu transporte para o aeroporto de Tenerife Sul, a 10 quilómetros do porto.</P><br />
<P>Os primeiros a desembarcar, segundo explicou ontem a ministra da Saúde, Mónica García, serão os 14 espanhóis que viajam no navio e que serão recebidos por um avião militar espanhol na pista de aterragem do aeroporto Tenerife Sul para serem transportados para Madrid, onde ficarão em quarentena no Hospital Gómez Ulla. </P><br />
<P>Após os espanhóis, o desembarque dos passageiros será feito por nacionalidades e em grupos de cinco pessoas e já se encontram na ilha todos os aviões que os transportarão para os respetivos locais de origem, com exceção de dois que chegarão durante este domingo. </P><br />
<P>A operação deverá prolongar-se até segunda-feira, o que suscitou a rejeição do Governo das Canárias, cujo presidente, Fernando Clavijo, afirmou que o acordo previa que a operação durasse 12 horas e terminasse no final da tarde deste domingo. </P><br />
<P>Perante a recusa do Governo das Canárias e da Autoridade Portuária de Tenerife em permitir que o navio ancorasse no porto de Granadilla, foi a Direção-Geral da Marinha Mercante que emitiu uma resolução para ordenar a sua entrada na doca do porto. </P><br />
<P>A resolução foi pela diretora-geral da Marinha Mercante, Ana Núñez Velasco, e justificada em face a um risco combinado de segurança marítima e à &#8220;necessidade de assistência médica a bordo&#8221;, em coordenação com diferentes organismos do Estado, segundo informaram os meios de comunicação locais de Tenerife.</P><br />
<P>O primeiro ponto da resolução impõe o acolhimento do navio, seja através de ancoragem controlada ou de atracação direta, dependendo da decisão das autoridades responsáveis pela operação sanitária.</P><br />
<P>Está previsto que os mais de 100 passageiros que seguem a bordo comecem a desembarcar pelas 08:00 mais de 100 pessoas, que serão repatriadas a partir de um aeroporto da ilha, em aviões de vários países e da União Europeia (UE). </P><br />
<P>Após o desembarque, cada grupo será transferido imediatamente para o avião que lhe foi destinado para seguir para os países de origem.</P><br />
<P>Devem manter-se no navio 43 membros da tripulação, que seguirão viagem na segunda-feira até aos Países Baixos, país onde está registada a propriedade do MV Hondius e de onde é o armador.</P><br />
<P>A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou no sábado que considera todas as pessoas a bordo do cruzeiro onde foi detetado um surto de hantavírus como &#8220;contactos de alto risco&#8221;, devendo ser submetidas a acompanhamento durante 42 dias. </P><br />
<P>A OMS elevou para seis os casos confirmados de hantavírus ligados ao navio de cruzeiro onde foram registadas três mortes, enquanto o líder da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afastou o cenário de &#8220;uma nova covid&#8221;, sublinhando que &#8220;o risco atual para a saúde pública&#8221; se mantém &#8220;baixo&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/hantavirus-cruxeiro-mv-hondius-da-entrada-no-porto-de-granadilla-em-tenerife/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760844]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>REPORTAGEM: Amolador do Bolhão com candidatura aceite na Rede Nacional do Património Cultural Imaterial (C/VÍDEO, ÁUDIO E FOTOS)</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/reportagem-amolador-do-bolhao-com-candidatura-aceite-na-rede-nacional-do-patrimonio-cultural-imaterial-c-video-audio-e-fotos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/reportagem-amolador-do-bolhao-com-candidatura-aceite-na-rede-nacional-do-patrimonio-cultural-imaterial-c-video-audio-e-fotos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 04:02:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/reportagem-amolador-do-bolhao-com-candidatura-aceite-na-rede-nacional-do-patrimonio-cultural-imaterial-c-video-audio-e-fotos/</guid>

					<description><![CDATA[*** Cecília Malheiro (Texto), Estela Silva (Fotos) e André Sá (Vídeo), da Agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviços vídeo e áudio disponíveis em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>*** Cecília Malheiro (Texto), Estela Silva (Fotos) e André Sá (Vídeo), da Agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>(REPETIÇÃO) Porto, 10 mai 2026 (Lusa) &#8211; A profissão de amolador está em vias de extinção, mas André, o amolador do Mercado do Bolhão, no Porto, candidatou o ofício à Rede Nacional do Património Cultural Imaterial e a resposta positiva chegou há uma semana.</P><br />
<P>Quando André, o amolador do Mercado do Bolhão, veste o seu avental castanho, sopra uma melodia na flauta e lança faíscas da cor do fogo a magia acontece e os turistas amontoam-se para fotografar e filmar o artesão a afiar facas e tesouras. </P><br />
<P>&#8220;Há coisa de uma semana tive essa notícia&#8221; de ser aceite a candidatura para a Rede Nacional do Património Cultural e Imaterial, avança à agência Lusa André Fernandes, 37 anos, o amolador do Bolhão, que começou a encantar-se aos 10 anos de idade pela magia das faíscas cor de laranja que saltavam da mó pelas mãos de seu pai, quando este afiava as facas e as tesouras no antigo Mercado do Bolhão.</P><br />
<P>A ideia de candidatar a profissão de amolador à Rede Nacional do Património Cultural Imaterial foi de Susana Monteiro, a sua mulher. &#8220;Eu assumi e agarrei também essa vontade. (&#8230;) A minha profissão está em vias de extinção e eu quero deixar uma marca (&#8230;) e pode dar incentivo a quem quiser continuar&#8221;, explica André Fernandes, enquanto afia uma tesoura e vai lançado as faíscas mágicas que convidam os turistas a observar a sua arte.</P><br />
<P>Yan, uma criança de 11 anos, natural do Recife, no Brasil, come uma carambola (fruta estrela), enquanto tenta compreender o que é que o artesão está a fazer, pois admite que nunca tinha visto nada igual.</P><br />
<P>&#8220;É uma profissão que já se encontra em vias de extinção, sou a terceira geração a exercer este ofício, começou pelo meu avô, pelo meu pai e estou cá eu agora a dar continuidade a este bonito ofício que é ser o amolador&#8221;, conta André Fernandes.</P><br />
<P>Susana Monteiro, a mentora da ideia de lançar a candidatura da profissão de amolador a Património Cultural Imaterial, explica que entrar na Rede Nacional do Património Cultural Imaterial pode ajudar a manter a tradição e a expandir a arte do amolador, até criando um museu na cidade.</P><br />
<P>&#8220;A nossa vontade era deixar este legado para os nossos filhos e honrar aquilo que o pai e o avó do André fizeram. Nós fazemos o serviço para a comunidade e isto é memória portuense que sempre existiu aqui na nossa cidade invicta&#8221;, refere Susana Monteiro, acrescentando que o &#8220;grande objetivo era ganhar asas e poder ir lá fora mostrar as tradições portuenses&#8221;.</P><br />
<P>O amolador é uma profissão tradicional portuguesa que está em vias de extinção. Antigamente, os amoladores percorriam de bicicleta as vilas e cidades do país, anunciando a sua chegada com um som agudo e melancólico a partir duma pequena flauta de pan. O objetivo era alertar os moradores que podiam trazer as facas, tesouras ou outros utensílios de corte para afiar. </P><br />
<P>Atualmente, o som da flauta continua a ser escutado no Mercado do Bolhão, quando André Fernandes quer avisar que vão saltar faíscas. Só que, agora, o amolador não está em cima de uma bicicleta, mas em pé, à frente da sua banca, localizada na rua do Paraíso do Mercado do Bolhão, onde também se podem comprar facas e canivetes artesanais da autoria de &#8220;André, o amolador&#8221;, uma marca registada e certificada.</P><br />
<P>Na banca de André, o amolador, afiam-se tesouras pequenas e grandes, tesouras de alfaiate, tesouras da poda, tesouras de jardim, facas de legumes, facas de presunto, facas de chef, facas de pão, cutelos, machados e alicates e manicure, e até lâminas do robot de cozinha Bimby. Também se consertam guarda-chuvas de todo o país e até do estrangeiro. O último veio de França. A mulher assegura que André é o único amolador do mundo que afia facas, tesouras e conserta guarda-chuvas. </P><br />
<P>Na banca há uma tabela a indicar que afiar uma tesoura de relva custa 6,5 euros e que afiar um alicate de manicure custa 3,70 euros. Uma tesoura de tamanho pequeno custa 1,25 euro, uma faca de legumes custa 0,65 cêntimos e uma faca de presunto fica a cortar à profissional por 1,25 euros. Na compra de uma faca ou canivete, há a oferta de uma gravação.</P><br />
<P>As pessoas que quiserem ter a experiência de &#8220;meter a mão na massa&#8221; e aprender o ofício de criar a sua própria faca podem-no fazer na oficina de André, onde o artesão ensina a conceber uma faca artesanal. André recorda que recentemente passaram por lá turistas de Porto Rico e do Japão.</P><br />
<P>Quem entrar no interior da banca do amolador no Mercado do Bolhão descobre uma espécie de linha do tempo, organizado numa sequência cronológica com alguns dos momentos da família de amoladores, como o avô em entrevista ao jornal Comércio do Porto em 1985 a revelar que já trabalhava à porta do Bolhão há 40 anos, ou o pai de motorizada por vários locais de Portugal como restaurantes à beira da Estrada Nacional.</P><br />
<P>André Fernandes deu continuidade à profissão do pai em 2007, abandonando a profissão de padeiro e pasteleiro. A marca &#8220;André, o amolador&#8221; nasce em 2020, ano em que se lança a fazer a sua própria cutelaria. Este ano, André Fernandes candidatou a profissão de amolador à Rede Nacional do Património Cultural Imaterial para eviatr o risco de extinção e a candidatura foi aceite.</P><br />
<P>Miriam, a filha de 11 anos, e Frederico, com 5 anos, podem vir a ser a quarta geração de amoladores da família. </P><br />
<P>&#8220;Eu gostaria, mas quero é que eles sejam felizes e que sigam os seus sonhos&#8221;, afirmou André Fernandes.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/reportagem-amolador-do-bolhao-com-candidatura-aceite-na-rede-nacional-do-patrimonio-cultural-imaterial-c-video-audio-e-fotos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760843]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Companhias aéreas sul-coreanos suspendem mais de 900 voos com subida do crude</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-companhias-aereas-sul-coreanos-suspendem-mais-de-900-voos-com-subida-do-crude/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irao-companhias-aereas-sul-coreanos-suspendem-mais-de-900-voos-com-subida-do-crude/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 03:57:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/irao-companhias-aereas-sul-coreanos-suspendem-mais-de-900-voos-com-subida-do-crude/</guid>

					<description><![CDATA[As companhias aéreas sul-coreanas cancelaram mais de 900 voos devido ao aumento do preço do combustível provocado pelo conflito no Médio Oriente, com a maioria dos cortes a concentrar-se nas companhias de baixo custo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As companhias aéreas sul-coreanas cancelaram mais de 900 voos devido ao aumento do preço do combustível provocado pelo conflito no Médio Oriente, com a maioria dos cortes a concentrar-se nas companhias de baixo custo.</P><br />
<P>As companhias aéreas low-cost, como a Jeju Air e a Jin Air, cancelaram 900 voos de ida e volta, incluindo várias rotas para o Sudeste Asiático, informaram hoje fontes do setor citadas pela agência de notícias local Yonhap.</P><br />
<P>A Asiana Airlines, a segunda maior companhia aérea do país, também cancelou 27 voos de ida e volta em seis rotas, incluindo Phnom Penh e Istambul, até julho, informou a agência.</P><br />
<P>A Korean Air, a principal companhia aérea sul-coreana, não comunicou, por enquanto, cortes nas operações, embora se encontre desde abril sob um sistema de gestão de emergência e esteja a &#8220;acompanhar de perto&#8221; a situação.</P><br />
<P>As fontes alertaram que o número poderá aumentar, uma vez que algumas companhias ainda não fecharam os seus calendários de junho. </P><br />
<P>O ajuste surge depois de, no mês passado, as companhias aéreas sul-coreanas terem anunciado que, em maio, iriam aumentar para o nível máximo a sobretaxa de combustível, devido ao aumento do Platts Singapore Average (MOPS), o indicador de referência, de acordo com fontes do setor citadas pela agência sul-coreana.</P><br />
<P>O aumento do nível 18, aplicado em abril, para o nível 33, aplicado em maio, representa o maior aumento mensal desde que o sistema atual foi introduzido em 2016.</P><br />
<P>O MOPS registou uma média de 214,71 dólares por barril entre 16 de março e 15 de abril, ultrapassando em 2,5 vezes o preço de há dois meses.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/irao-companhias-aereas-sul-coreanos-suspendem-mais-de-900-voos-com-subida-do-crude/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760842]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Hantavírus: Diretor da OMS em Tenerife tenta tranquilizar residentes e afasta cenário de &#8220;outro Covid&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/hantavirus-diretor-da-oms-em-tenerife-tenta-tranquilizar-residentes-e-afasta-cenario-de-outro-covid/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/hantavirus-diretor-da-oms-em-tenerife-tenta-tranquilizar-residentes-e-afasta-cenario-de-outro-covid/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 00:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/hantavirus-diretor-da-oms-em-tenerife-tenta-tranquilizar-residentes-e-afasta-cenario-de-outro-covid/</guid>

					<description><![CDATA[O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) tentou tranquilizar os residentes da ilha espanhola de Tenerife, onde devem desembarcar hoje os passageiros do navio cruzeiro afetado por casos de hantavírus, dizendo que o vírus não é "outro Covid".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) tentou tranquilizar os residentes da ilha espanhola de Tenerife, onde devem desembarcar hoje os passageiros do navio cruzeiro afetado por casos de hantavírus, dizendo que o vírus não é &#8220;outro Covid&#8221;.</P><br />
<P>Tedros Adhanom Ghebreyesus chegou sábado à ilha espanhola onde o &#8220;MV Hondius&#8221;, com bandeira neerlandesa, com mais de 140 passageiros e tripulantes a bordo, deve chegar esta madrugada.</P><br />
<P>&#8220;Sei que estão preocupados. Sei que, quando ouvem a palavra &#8216;surto&#8217; e veem um navio navegar em direção às vossas costas, surgem memórias que nenhum de nós colocou completamente de lado. A dor de 2020 ainda é real, e não a desvalorizo por um único momento,&#8221; disse o líder da OMS numa declaração ao povo de Tenerife.</P><br />
<P>&#8220;Mas preciso que me ouçam claramente: Isto não é outro Covid. O risco atual do hantavírus para a saúde pública continua baixo. Os meus colegas e eu dissemos isto de forma inequívoca, e digo-o novamente a vocês agora&#8221;, acrescentou Tedros.</P><br />
<P>A OMS, as autoridades espanholas e a empresa de cruzeiros Oceanwide Expeditions disseram que ninguém a bordo do &#8220;MV Hondius&#8221; está atualmente com sintomas do vírus.</P><br />
<P>O diretor-geral da OMS, juntamente com a ministra da Saúde de Espanha, Mónica García, e o ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, chegaram à ilha no sábado para coordenar o desembarque dos passageiros e de alguns membros da tripulação.</P><br />
<P>Estão no navio cruzeiro &#8220;MV Hondius&#8221;, que esteve de quarentena em Cabo Verde, 147 pessoas, de 23 nacionalidades, incluindo passageiros, tripulação e pessoal médico da OMS e do Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC, na sigla em inglês).</P><br />
<P>   Desembarcarão mais de 100 pessoas, que serão repatriadas a partir de um aeroporto da ilha de Tenerife, em aviões de vários países e da União Europeia (UE), devendo manter-se no barco 43 membros da tripulação, que seguirão viagem, na segunda-feira, para levar o paquete até aos Países Baixos, país onde está registada a propriedade do &#8220;MV Hondius&#8221; e de onde é o armador.</P><br />
<P>Está programado que o navio chegue ao porto de Granadilla, Tenerife, hoje às 05:30 (mesma hora em Lisboa) e espera-se que comecem a desembarcar em grupos controlados a partir das 08:00, segundo a empresa de cruzeiros. </P><br />
<P>Após o desembarque, cada grupo será transferido imediatamente para o avião que lhe foi destinado para seguirem para os países de origem.</P><br />
<P>A OMS adiantou no sábado que oito casos relacionados com o surto foram reportados até sexta-feira passada, dos quais seis foram confirmados como infeções com a variante dos Andes do hantavírus &#8211; a única estirpe da qual foi documentada a transmissão de pessoa para pessoa &#8211; e também houve três mortes (duas confirmadas e uma provável).</P><br />
<P>Outros quatro pacientes permanecem hospitalizados e as investigações prosseguem para determinar a origem exata do surto.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/hantavirus-diretor-da-oms-em-tenerife-tenta-tranquilizar-residentes-e-afasta-cenario-de-outro-covid/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760841]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Médio Oriente: Chefe da diplomacia dos EUA discutiu segurança com PM do Qatar</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-chefe-da-diplomacia-dos-eua-discutiu-seguranca-com-pm-do-qatar/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-chefe-da-diplomacia-dos-eua-discutiu-seguranca-com-pm-do-qatar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 23:03:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-chefe-da-diplomacia-dos-eua-discutiu-seguranca-com-pm-do-qatar/</guid>

					<description><![CDATA[O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, discutiu as "ameaças" e a segurança no Médio Oriente num encontro com o primeiro-ministro do Qatar, Xeque Mohammed bin Abdulrahmane al-Thani, relatou hoje o Departamento de Estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, discutiu as &#8220;ameaças&#8221; e a segurança no Médio Oriente num encontro com o primeiro-ministro do Qatar, Xeque Mohammed bin Abdulrahmane al-Thani, relatou hoje o Departamento de Estado.</P><br />
<P>Os dois governantes mencionaram &#8220;o apoio norte-americano à defesa do Qatar e a importância de uma estreita coordenação para repelir ameaças e promover a estabilidade e segurança no Médio Oriente&#8221;, referiu a diplomacia norte-americana num comunicado que não menciona expressamente a guerra com o Irão.</P><br />
<P>O primeiro-ministro do Qatar, que é também ministro dos Negócios Estrangeiros deste Estado do Golfo, tinha-se reunido na sexta-feira em Washington com o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance.</P><br />
<P>Este Estado do Golfo tem frequentemente servido de intermediário para os Estados Unidos no Médio Oriente, nomeadamente com o grupo extremista palestiniano Hamas quando se tratou de negociar um cessar-fogo com Israel na Faixa de Gaza. </P><br />
<P>Desde o início da guerra lançada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão a 28 de fevereiro, este, como outros aliados de Washington na região, têm sido atingidos pelas represálias de Teerão.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-chefe-da-diplomacia-dos-eua-discutiu-seguranca-com-pm-do-qatar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760840]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Benfica sagra-se pentacampeão nacional feminino de andebol</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/benfica-sagra-se-pentacampeao-nacional-feminino-de-andebol/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/benfica-sagra-se-pentacampeao-nacional-feminino-de-andebol/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 22:31:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/benfica-sagra-se-pentacampeao-nacional-feminino-de-andebol/</guid>

					<description><![CDATA[O Benfica sagrou-se hoje pentacampeão nacional feminino de andebol, ao vencer em casa do Almeida Garrett por 36-29, em encontro da sexta jornada do Grupo A da fase final do campeonato nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Benfica sagrou-se hoje pentacampeão nacional feminino de andebol, ao vencer em casa do Almeida Garrett por 36-29, em encontro da sexta jornada do Grupo A da fase final do campeonato nacional.</P><br />
<P>A equipa &#8216;encarnada&#8217;, que ao intervalo vencia já por 15-7, garante uma vaga para a EHF European League, ficando ainda uma vaga em disputa para o segundo classificado do campeonato nacional, bem como as restantes vagas europeias no Grupo A, enquanto ficou também fechada a descida do CS Madeira e do Colégio de Gaia.</P><br />
<P>Com este título, o Benfica chega aos 12 troféus de campeão nacional, ficando destacado no segundo posto, em palmarés liderado pelo Madeira SAD, com 15 vitórias, enquanto o Sports Madeira é o terceiro mais titulado, com quatro triunfos.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/benfica-sagra-se-pentacampeao-nacional-feminino-de-andebol/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760839]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Associação FÉNIX preocupada com &#8220;agravamento da degradação operacional&#8221; do INEM</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/associacao-fenix-preocupada-com-agravamento-da-degradacao-operacional-do-inem/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/associacao-fenix-preocupada-com-agravamento-da-degradacao-operacional-do-inem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 21:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/associacao-fenix-preocupada-com-agravamento-da-degradacao-operacional-do-inem/</guid>

					<description><![CDATA[A Fénix -- Associação Nacional de Bombeiros e Agentes de Proteção Civil manifestou-se hoje, em comunicado, preocupada com o "processo de degradação institucional e operacional do Instituto Nacional de Emergência Médica" (INEM).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Fénix &#8212; Associação Nacional de Bombeiros e Agentes de Proteção Civil manifestou-se hoje, em comunicado, preocupada com o &#8220;processo de degradação institucional e operacional do Instituto Nacional de Emergência Médica&#8221; (INEM).    </P><br />
<P>Para esta associação, o INEM encontra-se &#8220;fragilizado há vários anos&#8221; e com uma &#8220;incapacidade persistente para cumprir, de forma eficaz, as suas obrigações legais e constitucionais no âmbito da emergência médica&#8221;. </P><br />
<P>Na quinta-feira, o Conselho de Ministros aprovou quatro diplomas na área da saúde, nomeadamente a nova lei orgânica do INEM e os novos regimes de trabalho para médicos tarefeiros e de horas extraordinárias nas urgências.</P><br />
<P>No comunicado, a Fénix lembra que a situação motivou &#8220;sucessivas intervenções de entidades de fiscalização e controlo, desde a IGAS [Inspeção-Geral das Atividades em Saúde] à IGF [Inspeção-Geral de Finanças], culminando na constituição de uma Comissão Parlamentar de Inquérito ainda em curso&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Não obstante a gravidade das conclusões conhecidas e a recente nomeação do novo Conselho Diretivo, o INEM continua a evidenciar sinais de retrocesso estrutural e estratégico, colocando em causa a robustez, credibilidade e sustentabilidade do que deveria ser um Serviço Médico de Emergência, mas que é a prestação de socorro de má qualidade&#8221;, considera a associação.</P><br />
<P>Por outro lado, diz rejeitar &#8220;qualquer processo de reforma conduzido à margem do rigor técnico, científico e operacional, bem como qualquer tentativa de exclusão de estruturas representativas que não se revejam num modelo fragilizado, desarticulado e desprovido de visão estratégica&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Portugal necessita de uma reforma séria, transparente e sustentada de um Serviço Médico de Emergência, construído com todos os agentes do setor, respeitando a experiência acumulada no terreno, a qualificação dos agentes e, acima de tudo, o interesse público&#8221;, defende.</P><br />
<P>Também hoje o Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) alertou para &#8220;os riscos imediatos&#8221; da nova lei orgânica do INEM, considerando que poderá traduzir-se numa &#8220;redução grave da capacidade de resposta da emergência médica&#8221;, e um &#8220;sério retrocesso&#8221; no país.</P><br />
<P>Para o STEPH, em causa estará a afetação das cerca de 54 Ambulâncias de Emergência Médica (AEM) do INEM &#8211; atualmente tripuladas por aproximadamente 550 técnicos de emergência pré-hospitalar &#8211; sobretudo ao transporte inter-hospitalar de doentes, &#8220;deixando estes meios de assegurar, prioritariamente, o socorro de emergência às populações&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Esta alteração suscita preocupações muito sérias, desde logo porque não existem, atualmente, alternativas equivalentes no sistema, nem em quantidade nem em qualidade&#8221;, refere o sindicado, sublinhando que &#8220;muitas regiões do país já enfrentam tempos de resposta superiores aos padrões internacionalmente recomendados&#8221; e &#8220;a retirada destes meios agravará inevitavelmente as assimetrias existentes, deixando vastas zonas do território nacional ainda mais desprotegidas&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/associacao-fenix-preocupada-com-agravamento-da-degradacao-operacional-do-inem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760838]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Rali de Portugal: Federação Internacional multa ACP em 15 mil euros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/rali-de-portugal-federacao-internacional-multa-acp-em-15-mil-euros/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/rali-de-portugal-federacao-internacional-multa-acp-em-15-mil-euros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 20:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/rali-de-portugal-federacao-internacional-multa-acp-em-15-mil-euros/</guid>

					<description><![CDATA[A FIA aplicou uma reprimenda e uma multa de 15.000 euros, com pena suspensa até ao final de 2027, à organização do Rali de Portugal, devido aos incidentes com os veículos de segurança na sexta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A FIA aplicou uma reprimenda e uma multa de 15.000 euros, com pena suspensa até ao final de 2027, à organização do Rali de Portugal, devido aos incidentes com os veículos de segurança na sexta-feira.</P><br />
<P>Em comunicado, o Colégio de Comissários da Federação Internacional do Automóvel (FIA) considera que aconteceram &#8220;atos inseguros e falha na adoção de medidas razoáveis, resultando assim numa situação insegura (Artigo 12.2.1.h do Código Desportivo Internacional da FIA 2026)&#8221;.</P><br />
<P>Em causa, a entrada em pista, no sétimo setor seletivo, de um reboque da organização, a cargo do Automóvel Club de Portugal (ACP), quando os pilotos disputavam já o troço Arganil 2, bem como a entrada, no mesmo troço, poucos minutos depois, de um segundo veículo de segurança, também ligado à organização.</P><br />
<P>No mesmo comunicado, lê-se que &#8220;o Diretor de Prova explicou que foi apurado que um veículo de assistência/reboque se dirigia para recolher um concorrente que tinha desistido do rali&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;O condutor introduziu as coordenadas GPS e o sistema de navegação encaminhou-o pela SS7. O condutor do camião desconhecia que tinha entrado numa especial de classificação que se encontrava a decorrer. Ainda assim, o camião conseguiu ultrapassar várias barreiras que assinalavam a especial&#8221;, lê-se na descrição dos factos.</P><br />
<P>Os comissários dizem ainda que, &#8220;como o camião saiu rapidamente para uma estrada secundária e a situação foi controlada, a classificativa não foi interrompida&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Aproximadamente 35 minutos depois, um segundo veículo, pertencente à mesma empresa do camião de assistência e alegadamente a caminho para o auxiliar, também ultrapassou as barreiras e entrou na SS7 à frente do carro n.º 21. A especial foi então imediatamente interrompida com bandeira vermelha por razões de segurança&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>O Diretor de Prova e o representante da organização &#8220;apresentaram desculpas pelos incidentes ocorridos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Declararam que a Organização tinha estabelecido acordos com a autoridade civil competente para garantir a segurança e o corte de estradas nas classificativas do rali. Confirmaram ainda que a investigação às circunstâncias deste incidente continua em curso&#8221;, adianta o mesmo documento.</P><br />
<P>O Diretor de Prova confirmou igualmente que, &#8220;em nenhum momento, a entrada destes veículos na classificativa foi comunicada ao Controlo do Rali&#8221;.</P><br />
<P>A FIA adverte que &#8220;é imperativo que os oficiais responsáveis pela gestão de uma classificativa (quer sejam comissários, quer prestadores de serviços contratados) estejam conscientes de que estão vinculados ao protocolo acordado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Isto implica não apenas impedir o acesso de veículos não autorizados, mas também o dever de comunicar imediatamente ao Controlo do Rali qualquer entrada de veículos na classificativa, sempre que as especiais estejam encerradas e em disputa. Essas comunicações constituem um dos aspetos mais importantes da segurança num rali, uma vez que são a única forma de garantir que os concorrentes possam ser avisados atempadamente de quaisquer perigos imprevistos&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>A FIA lembra ainda que &#8220;não obstante a organização ter acordos com uma entidade terceira para a gestão do encerramento das estradas das classificativas, continua responsável pelos oficiais que nomeia e o Diretor de Prova mantém a responsabilidade de conduzir o evento de acordo com os regulamentos aplicáveis, devendo assegurar que os oficiais estejam nos seus postos e disponham da informação necessária para desempenhar as suas funções&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os Comissários Desportivos consideram que a falta de comunicação da entrada dos veículos na classificativa constituiu atos inseguros que conduziram a uma situação insegura, configurando, assim, uma infração ao Artigo 12.2.1.h do Código Desportivo Internacional da FIA 2026&#8221;, sublinha ainda o documento.</P><br />
<P>Por essas razões, a FIA decidiu aplicar uma reprimenda à organização do ACP, bem como uma multa de 15 mil euros, suspensa até 31 de dezembro de 2027.</P><br />
<P>Foi ainda decidido requerer &#8220;de forma formal à organização que implemente melhorias na edição&#8221; deste ano para evitar mais problemas de segurança.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/rali-de-portugal-federacao-internacional-multa-acp-em-15-mil-euros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760837]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>CEO da Inditex revela a fórmula secreta do sucesso da Zara: (m+c+s+p)·v</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ceo-da-inditex-revela-a-formula-secreta-do-sucesso-da-zara-mcsp%c2%b7v/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ceo-da-inditex-revela-a-formula-secreta-do-sucesso-da-zara-mcsp%c2%b7v/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 20:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[fórmula]]></category>
		<category><![CDATA[Inditex]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Óscar García Maceiras]]></category>
		<category><![CDATA[Sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[Zara]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=757801</guid>

					<description><![CDATA[O modelo assenta numa combinação estratégica de quatro pilares essenciais e um fator multiplicador: os valores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O CEO da Inditex, Óscar García Maceiras, revelou recentemente aquilo que descreve como a base do sucesso da Zara: uma fórmula simples, mas estratégica — (m + c + s + p) · v. A apresentação foi feita numa conferência em Madrid, integrada nas comemorações dos 50 anos da marca.</p>
<p>Segundo o Expansión, esta fórmula resume décadas de crescimento de um dos maiores grupos de moda do mundo, que em 2024 atingiu receitas superiores a 38 mil milhões de euros e lucros de quase 6 mil milhões.</p>
<p>A Zara nasceu em 1975, após a criação de uma pequena oficina têxtil por Amancio Ortega em 1963. Desde então, a empresa evoluiu para um gigante global, com presença em milhares de lojas e um forte investimento na digitalização e internacionalização.</p>
<p>Hoje, sob a liderança de Marta Ortega, o grupo continua a reinventar-se, mantendo uma ligação forte às suas origens.</p>
<p><strong>Moda: democratizar o estilo</strong></p>
<p>O primeiro elemento da fórmula &#8211; “m” de moda &#8211; reflete a missão inicial da Zara: tornar a moda acessível a todos. A empresa aposta numa abordagem quase artesanal, com centenas de designers e modelistas, aliada a uma produção global eficiente.</p>
<p>Cerca de metade da produção é feita em proximidade, nomeadamente em Espanha, Portugal, Marrocos e Turquia. Esta estratégia permite ajustar rapidamente as coleções às preferências dos consumidores, algo que diferencia a marca no setor.</p>
<p><strong>Cliente: obsessão pela experiência</strong></p>
<p>O “c” representa o cliente, colocado no centro de toda a estratégia. A Inditex garante entregas frequentes e rápidas, com envios para lojas até duas vezes por semana.</p>
<p>Mais do que rapidez, o foco está na precisão e na experiência. Segundo o Expansión, a empresa tem investido em novos conceitos, como espaços híbridos e até cafetarias dentro das lojas, para tornar cada visita mais atrativa e diferenciadora.</p>
<p><strong>Sustentabilidade: compromisso a longo prazo</strong></p>
<p>A sustentabilidade, representada pelo “s”, é outro pilar essencial. A Inditex compromete-se a reduzir significativamente as emissões da sua cadeia de valor até 2030 e atingir a neutralidade carbónica até 2040.</p>
<p>A estratégia assenta em três eixos: circularidade, inovação e colaboração. A empresa defende que a transformação do setor exige esforços conjuntos e soluções partilhadas.</p>
<p><strong>Pessoas: o motor do crescimento</strong></p>
<p>O “p” refere-se às pessoas. Com mais de 160 mil colaboradores em todo o mundo, a Inditex aposta na valorização interna, oferecendo condições competitivas e oportunidades de progressão.</p>
<p>A cultura organizacional é marcada por uma forte ligação entre equipas jovens e altamente comprometidas com os objetivos da empresa.</p>
<p><strong>Valores: o verdadeiro multiplicador</strong></p>
<p>A fórmula termina com um multiplicador &#8211; “v” de valores. Para Óscar García Maceiras, este é o elemento que potencia todos os outros.</p>
<p>Entre os principais valores destacam-se a humildade, num setor onde o sucesso é sempre temporário; a prudência, face à volatilidade do mercado; e a ambição, que tem permitido à empresa crescer a partir de uma base local até se tornar num líder global.</p>
<p>Segundo o Expansión, a Inditex pretende continuar a evoluir como empresa de moda centrada no cliente, reforçando a inovação e a experiência de compra. O grupo acredita que a moda do futuro não pode ser apenas um produto, tem de ser uma experiência completa.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ceo-da-inditex-revela-a-formula-secreta-do-sucesso-da-zara-mcsp%c2%b7v/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757801]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Putin disposto a reunir-se com Zelensky e afirma que guerra &#8220;está a chegar ao fim&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-putin-disposto-a-reunir-se-com-zelensky-e-afirma-que-guerra-esta-a-chegar-ao-fim/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-putin-disposto-a-reunir-se-com-zelensky-e-afirma-que-guerra-esta-a-chegar-ao-fim/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 19:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-putin-disposto-a-reunir-se-com-zelensky-e-afirma-que-guerra-esta-a-chegar-ao-fim/</guid>

					<description><![CDATA[O Presidente russo, Vladimir Putin, afirmou hoje que a guerra na Ucrânia "está a chegar ao fim", criticando os países ocidentais pelo seu apoio a Kiev, manifestando ainda disponibilidade para encontrar-se com o homólogo ucraniano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente russo, Vladimir Putin, afirmou hoje que a guerra na Ucrânia &#8220;está a chegar ao fim&#8221;, criticando os países ocidentais pelo seu apoio a Kiev, manifestando ainda disponibilidade para encontrar-se com o homólogo ucraniano. </P><br />
<P>&#8220;Começaram a intensificar o confronto com a Rússia, que continua até hoje. Acho que isto está a chegar ao fim, mas a situação continua grave&#8221;, respondeu Putin a uma questão sobre se a ajuda ocidental à Ucrânia estava a ir longe demais.</P><br />
<P>Nas mesmas declarações a jornalistas, o Presidente da Rússia disse estar disposto a reunir-se com o seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, num terceiro país, embora tenha colocado como condição que haja sobre a mesa um acordo definitivo de paz para pôr fim ao conflito com Kiev.</P><br />
<P>&#8220;Seria possível reunir num terceiro país, mas apenas se se alcançar um acordo definitivo sobre um tratado de paz, que deverá ser desenhado com uma perspetiva a longo prazo&#8221;, declarou à imprensa, segundo a agência de notícias russa TASS, citada por outras agências internacionais.</P><br />
<P>Putin falou também sobre a troca de prisioneiros anunciada na sexta-feira pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmando que a Rússia ainda não recebeu qualquer proposta da Ucrânia.</P><br />
<P>&#8220;Contamos com a parte ucraniana para responder à proposta feita pelo Presidente dos Estados Unidos. Infelizmente, até hoje ainda não recebemos qualquer proposta&#8221;, afirmou.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-putin-disposto-a-reunir-se-com-zelensky-e-afirma-que-guerra-esta-a-chegar-ao-fim/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760836]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mais de 100 pessoas adoeceram com norovírus num cruzeiro nas Bahamas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-100-pessoas-adoeceram-com-norovirus-num-cruzeiro-nas-bahamas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-100-pessoas-adoeceram-com-norovirus-num-cruzeiro-nas-bahamas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 19:36:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-100-pessoas-adoeceram-com-norovirus-num-cruzeiro-nas-bahamas/</guid>

					<description><![CDATA[Mais de 100 pessoas estão doentes com um norovírus, um germe que causa gastroenterite aguda, a bordo de um cruzeiro que partiu da Florida, nos Estados Unidos, na semana passada e que regressará segunda-feira a este estado norte-americano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 100 pessoas estão doentes com um norovírus, um germe que causa gastroenterite aguda, a bordo de um cruzeiro que partiu da Florida, nos Estados Unidos, na semana passada e que regressará segunda-feira a este estado norte-americano.        </P><br />
<P>Um total de 102 passageiros e 13 membros da tripulação do cruzeiro &#8220;Caribbean Princess&#8221;, que se encontra a navegar perto das Bahamas, relataram estar doentes com o vírus que provoca vómitos e diarreia, indicaram os Centros de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) num comunicado.</P><br />
<P>Para conter o surto, a tripulação do navio intensificou as medidas de &#8220;limpeza e desinfeção&#8221;, isolou as pessoas infetadas e consultou as autoridades sanitárias sobre os procedimentos de &#8220;limpeza&#8221; e de notificação dos casos, conforme detalhado no comunicado.</P><br />
<P>O cruzeiro tem chegada prevista a Port Canaveral, nos arredores de Orlando, na segunda-feira, dia 11 de maio, de acordo com o portal de acompanhamento de cruzeiros CruiseMapper.</P><br />
<P>A bordo do navio viajam um total de 3.116 passageiros, pelo que o surto atual afeta 3% dos viajantes.</P><br />
<P>O norovírus é a principal causa de surtos de diarreia e vómitos nos Estados Unidos, segundo o CDC, e propagar-se através do contacto direto com outras pessoas infetadas, consumo de alimentos e bebidas contaminadas com o vírus, e tocando em superfícies contaminadas.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-100-pessoas-adoeceram-com-norovirus-num-cruzeiro-nas-bahamas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760835]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>50 coisas que os portugueses faziam em 1976 e que hoje seriam um escândalo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/50-coisas-que-os-portugueses-faziam-em-1976-e-que-hoje-seriam-um-escandalo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/50-coisas-que-os-portugueses-faziam-em-1976-e-que-hoje-seriam-um-escandalo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 19:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[1976]]></category>
		<category><![CDATA[absurdas]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[passado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=757806</guid>

					<description><![CDATA[Fumar em consultórios médicos, trabalhar sem contrato ou viajar sem cinto de segurança eram situações comuns há 50 anos. Hoje, seriam impensáveis. Esta mudança reflete uma transformação estrutural da sociedade ao longo de meio século.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo dos últimos 50 anos, a sociedade sofreu transformações profundas que mudaram por completo a forma como se vive, trabalha e convive. Pequenos gestos do quotidiano ajudam a perceber essa evolução: hábitos que eram considerados normais em 1976 são hoje, em muitos casos, inaceitáveis ou simplesmente impossíveis.</p>
<p>Práticas como fumar em consultórios médicos, circular de mota sem capacete ou recorrer a castigos físicos nas escolas eram comuns há meio século. Hoje, essas situações são amplamente rejeitadas, refletindo mudanças sociais, legais e culturais significativas.</p>
<p>Em 1976, Portugal vivia um contexto muito diferente do atual. Basta olhar para os comportamentos do dia a dia para perceber como o país evoluiu em áreas como a saúde, o trabalho, a educação ou a igualdade social.</p>
<p>Muitas das mudanças devem-se a avanços legislativos, maior consciencialização social e também ao impacto da tecnologia e da globalização. Outras refletem uma transformação mais profunda nos valores da sociedade.</p>
<p data-cly-pid="11"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​e prejudiciais à saúde:</span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="12"><span dir="auto">Fumar no consultório médico, na sala de aula, no transporte público e dentro de bares.</span></li>
<li data-cly-pid="13"><span dir="auto">Beber água de qualquer torneira, mangueira ou fonte, sem parar para pensar se era potável.</span></li>
<li data-cly-pid="14"><span dir="auto">Comprar alimentos em mercados de rua ou em locais de higiene duvidosa.</span></li>
<li data-cly-pid="15"><span dir="auto">Tratar problemas de saúde mental como algo vergonhoso ou insano.</span></li>
<li data-cly-pid="16"><span dir="auto">Consumir álcool em bares sendo menor de idade sem que lhe perguntem quantos anos tem.</span></li>
<li data-cly-pid="17"><span dir="auto">Conviver com doenças crónicas sem acompanhamento frequente.</span></li>
</ol>
<p data-cly-pid="18"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​no trabalho:</span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="19"><span dir="auto">Trabalhar com menos de 16 anos de idade.</span></li>
<li data-cly-pid="20"><span dir="auto">Trabalhar sem contrato ou direitos trabalhistas.</span></li>
<li data-cly-pid="21"><span dir="auto">Trabalhar todos os dias da semana.</span></li>
<li data-cly-pid="22"><span dir="auto">Muitas mulheres paravam de trabalhar quando se casavam ou tinham filhos.</span></li>
<li data-cly-pid="23"><span dir="auto">Desenvolver toda a sua carreira profissional na mesma empresa.</span></li>
<li data-cly-pid="24"><span dir="auto">Receber salários em dinheiro. </span></li>
<li data-cly-pid="25"><span dir="auto">Guardar o salário em envelopes em casa.</span></li>
<li data-cly-pid="26"><span dir="auto">Trabalhar em jornadas de 12 horas regularmente.</span></li>
<li data-cly-pid="27"><span dir="auto">Trabalhar sem condições de segurança adequadas.</span></li>
<li data-cly-pid="28"><span dir="auto">Sofrer acidentes de trabalho sem que haja relatórios ou inspeções.</span></li>
<li data-cly-pid="29"><span dir="auto">Ir trabalhar quando um membro da família faleceu ou quando os filhos nascem.</span></li>
</ol>
<p data-cly-pid="30"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​na estrada: </span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="31"><span dir="auto">Não usar cinto de segurança no carro.</span></li>
<li data-cly-pid="32"><span dir="auto">Não usar capacete ao andar de mota.</span></li>
<li data-cly-pid="33"><span dir="auto">Viajar com cinco ou seis pessoas nos bancos traseiros.</span></li>
<li data-cly-pid="34"><span dir="auto">Carregar um bebé no colo nos bancos da frente.</span></li>
<li data-cly-pid="35"><span dir="auto">Dirigir após consumir álcool era algo muito mais normalizado. </span></li>
<li data-cly-pid="36"><span dir="auto">Conduzir carros que nunca tinham sido inspecionados.</span></li>
<li data-cly-pid="37"><span dir="auto">Ver várias pessoas a andar numa mota.</span></li>
<li data-cly-pid="38"><span dir="auto">Conduzir à noite em estradas sem iluminação.</span></li>
</ol>
<p data-cly-pid="39"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​no ambiente familiar e pessoal:</span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="40"><span dir="auto">Deixar crianças sozinhas o dia todo, em casa ou na rua.</span></li>
<li data-cly-pid="41"><span dir="auto">Castigo físico de crianças.</span></li>
<li data-cly-pid="42"><span dir="auto">Mandar uma criança comprar tabaco ou álcool.</span></li>
<li data-cly-pid="43"><span dir="auto">As brincavam em campos abertos sem qualquer tipo de segurança.</span></li>
<li data-cly-pid="44"><span dir="auto">Considerar a violência de género como uma simples discussão entre casais.</span></li>
<li data-cly-pid="45"><span dir="auto">Piadas sexistas, racistas e homofóbicas eram muito mais comuns.</span></li>
<li data-cly-pid="46"><span dir="auto">Resolver conflitos familiares através de gritos ou até mesmo violência física.</span></li>
<li data-cly-pid="47"><span dir="auto">Escrever cartas.</span></li>
<li data-cly-pid="48"><span dir="auto">Memorizar vários números de telefone.</span></li>
<li data-cly-pid="49"><span dir="auto">Prestar serviço militar. </span></li>
</ol>
<p data-cly-pid="50"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​no mundo da educação:</span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="51"><span dir="auto">Os professores batiam nas crianças.</span></li>
<li data-cly-pid="52"><span dir="auto">Alta presença da religião católica na educação pública.</span></li>
<li data-cly-pid="53"><span dir="auto">Abandono escolar precoce devido a dificuldades financeiras.</span></li>
<li data-cly-pid="54"><span dir="auto">As universidades eram praticamente inacessíveis a mulheres e muitas famílias.</span></li>
<li data-cly-pid="55"><span dir="auto">Caminhar vários quilómetros até à escola ou faculdade. </span></li>
<li data-cly-pid="56"><span dir="auto">Sentir muito frio ou muito calor na sala de aula.</span></li>
<li data-cly-pid="57"><span dir="auto">Não receber apoio para determinadas necessidades educacionais.</span></li>
<li data-cly-pid="58"><span dir="auto">Não receber educação sexual.</span></li>
</ol>
<p data-cly-pid="59"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​no lazer e no consumo:</span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="60"><span dir="auto">Haver dois únicos canais de televisão disponíveis.</span></li>
<li data-cly-pid="61"><span dir="auto">Ver conteúdo que ainda está censurado.</span></li>
<li data-cly-pid="62"><span dir="auto">Viajar para a aldeia todos os verões era a única opção.</span></li>
<li data-cly-pid="63"><span dir="auto">Considerar o bar como o único elemento de socialização.</span></li>
<li data-cly-pid="64"><span dir="auto">Utilizar uma câmera sem a possibilidade de ver o resultado até dias depois.</span></li>
<li data-cly-pid="65"><span dir="auto">Ouvir música apenas quando passava na TV ou no rádio.</span></li>
<li data-cly-pid="66"><span dir="auto">Pagar sempre em dinheiro.</span></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitos destes hábitos desapareceram graças à evolução da sociedade, à melhoria das condições de vida e ao reforço de direitos fundamentais. O progresso na igualdade de género e na luta contra o racismo e a homofobia é particularmente significativo.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/50-coisas-que-os-portugueses-faziam-em-1976-e-que-hoje-seriam-um-escandalo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757806]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Recluso foge da cadeia de Ponta Delgada mas foi capturado 40 minutos depois</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/recluso-foge-da-cadeia-de-ponta-delgada-mas-foi-capturado-40-minutos-depois/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/recluso-foge-da-cadeia-de-ponta-delgada-mas-foi-capturado-40-minutos-depois/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 18:50:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/recluso-foge-da-cadeia-de-ponta-delgada-mas-foi-capturado-40-minutos-depois/</guid>

					<description><![CDATA[Um recluso, de 34 anos, evadiu-se hoje à tarde da cadeia de Ponta Delgada, nos Açores, mas acabou por ser capturado 40 minutos depois, numa casa nas imediações, segundo o Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um recluso, de 34 anos, evadiu-se hoje à tarde da cadeia de Ponta Delgada, nos Açores, mas acabou por ser capturado 40 minutos depois, numa casa nas imediações, segundo o Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP). </P><br />
<P>A mesma fonte adiantou que três reclusos, conhecendo a falta de segurança e o estado de degradação da rede da cadeia, aproveitaram a hora de pátio para fugir, sendo que apenas um conseguiu chegar à rua, tendo um outro ficado ferido e o restante abortado a fuga após disparos de um guarda.</P><br />
<P>O recluso que conseguiu fugir pela rede degradada, e que estava a cumprir pena por tráfico de droga, foi capturado pela guarda prisional cerca de 40 minutos depois, numa casa degradada próxima do estabelecimento prisional, acrescentou à Lusa o presidente do SNCGP.</P><br />
<P>Frederico Morais disse que, ao aperceber-se da fuga, cerca das 16:00, um guarda prisional fez vários disparos de aviso para o ar, tendo um dos reclusos abortado a fuga por receio e outro, que se encontrava na zona do arame farpado feito ferimentos (cortes) nos pés e caído para o chão, durante a confusão que se gerou.</P><br />
<P>Apenas o recluso que já se encontrava em cima do muro conseguiu fugir.</P><br />
<P>Frederico Morais disse à Lusa que o sindicato &#8220;está farto de alertar&#8221; para a carência de guardas e para a falta de condições de segurança da cadeia de Ponta Delgada, mas que o assunto tem sido ignorado pela direção do estabelecimento e nada foi feito para colmatar a situação enquanto a programada nova cadeia não for construída. </P><br />
<P>O presidente do sindicato adiantou que já foram realizados vários plenários naquela cadeia para alertar para a falta de condições dos reclusos e para a insegurança das instalações, sobretudo das redes, mas que nada foi feito nem pela gestão do estabelecimento, nem pela Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP).</P><br />
<P>No entendimento do sindicato, a diretora do Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada e a sua equipa não têm condições para continuar a dirigir a cadeia, mas que o problema fica à consideração da DGRSP.</P><br />
<P>O sindicalista deu como exemplo o facto de o adjunto da direção dar aulas de ioga aos reclusos no pátio sem a presença de qualquer guarda.</P><br />
<P>Frederico Morais disse ainda que há naquela cadeia 64 guardas para os vários turnos e 153 reclusos, existindo apenas um chefe principal e um adjunto para comandar as operações.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/recluso-foge-da-cadeia-de-ponta-delgada-mas-foi-capturado-40-minutos-depois/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760834]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
