Pela segunda vez em 25 anos, uma figura solitária sobe ao palco, com uma enorme bandeira de folha do plátano a ondular numa tela atrás conforme se aproxima do microfone: o cabelo talvez possa ser mais grisalho, mas um quarto de século depois, a mensagem mantém-se: o Canadá não se vai acobardar perante os Estados Unidos – pode ver o vídeo aqui.
“Confundem a nossa modéstia com mansidão, a nossa gentileza com consentimento, a nossa nação como outra estrela na sua bandeira, e o nosso amor por uma poutine picante e cheia de queijo como o amor deles por um Putin picante com queijo”, diz o homem. “Somos perfeitos? Não. Mas não somos o 51º nada.”
Repleto de um patriotismo emocionante, é um remake do famoso anúncio de 2000 da cerveja canadense Molson – que pode ver aqui -, no qual se pode ver um ‘Joe Canadian’ muito entusiasmado com um ‘catálogo’ de estereótipos nacionais. “O Canadá é a segunda maior massa de terra. A primeira nação do hóquei. E a melhor parte da América do Norte.”
Quando foi lançado, o anúncio fez sucesso e entrou para o panteão da cultura popular canadiana. E tem visto um renascimento desde que Donald Trump começou a ameaçar a soberania do Canadá. A sugestão do presidente dos EUA de que o país pode se tornar o 51º estado dos EUA provocou uma onda de fervor patriótico.














