A 10ª edição do Rock in Rio Lisboa está a ser marcada por várias reclamações – além dos casos de Sónia Tavares e Bárbara Guimarães, o número de queixas disparou 97%, relata o ‘Portal da Queixa’.
A ‘cidade do rock’, localizada agora no Parque Tejo, abriu portas no passado fim de semana, mas parece que nem tudo está a correr bem e os relatos de insatisfação acumulam-se. Este ano, a edição ainda não terminou e o número de reclamações relacionadas com o Rock in Rio Lisboa já ultrapassou em 97% as queixas geradas na edição de 2022.
Entre os principais motivos de reclamação destacam-se: problemas com os bilhetes, a motivar 32,8% das ocorrências. Já a falta de organização soma 15,5% das queixas, onde são relatados problemas para aceder ao recinto do evento, sobrelotação, filas, etc.
Na origem de 8,6% dos casos registados está a má qualidade do som e 6,9% refere-se à alimentação, onde são denunciados casos de alimentos e água retidos na entrada do evento, falta de comida e valores abusivos.
Os dados analisados indicam ainda que 69% das reclamações publicadas foram dirigidas à produtora do Rock in Rio Lisboa, enquanto 31% foram contra as bilheteiras online See Tickets e Ticketline.
No entanto, segundo revelam os baixos indicadores de performance no Portal da Queixa, a entidade produtora Rock in Rio Lisboa não tem dado resposta aos problemas que lhe são expostos. O Índice de Satisfação atual é fraco, pois está pontuado pelos consumidores em 35,4 (em 100), a Taxa de Resposta é de 2,7% e a Taxa de Solução é de 20%.














