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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>IATA afasta risco de falta de combustível para aviação na Europa no verão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 07:42:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A IATA não prevê escassez de combustível para aviação na Europa durante o verão, apesar dos alertas anteriores sobre possíveis cancelamentos, mas admite desafios se a crise energética se prolongar e antecipa pressão sobre os preços dos bilhetes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A IATA não prevê escassez de combustível para aviação na Europa durante o verão, apesar dos alertas anteriores sobre possíveis cancelamentos, mas admite desafios se a crise energética se prolongar e antecipa pressão sobre os preços dos bilhetes.</p>
<p>&#8220;Para já, parece que o verão decorrerá sem problemas em termos de acesso ao abastecimento de combustível&#8221;, afirmou à Lusa o vice-presidente regional da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) para a Europa, Rafael Schvartzman.</p>
<p>Em entrevista, o responsável sublinhou que a avaliação atual aponta para &#8220;capacidade suficiente na Europa para o verão&#8221;, ainda que as previsões tenham um horizonte limitado.</p>
<p>&#8220;A previsão ou avaliação é fiável num horizonte de quatro a seis semanas. Por isso, estamos constantemente a avaliar a situação com a nossa equipa, mas também com os fornecedores de combustível&#8221;, explicou.</p>
<p>Em abril, a IATA tinha admitido a possibilidade de cancelamentos na Europa até ao final de maio, caso se agravassem os constrangimentos no abastecimento de combustível de aviação, num contexto de pressão sobre as cadeias internacionais de fornecimento e de incerteza associada ao conflito no Médio Oriente.</p>
<p>Questionado sobre se esse risco se materializou, respondeu que, &#8220;nesta fase&#8221;, a situação melhorou face ao período inicial de maior incerteza.</p>
<p>&#8220;No início dos conflitos no Médio Oriente havia obviamente níveis elevados de incerteza. Há alguns aspetos que, digamos, melhoraram&#8221;, afirmou.</p>
<p>Entre esses aspetos, o responsável apontou a possibilidade de recorrer a combustível de aviação proveniente dos Estados Unidos, onde é usado sobretudo o Jet A, semelhante ao Jet A-1, padrão na maioria das operações internacionais, embora com diferenças técnicas, nomeadamente no ponto de congelação.</p>
<p>&#8220;A EASA [Agência Europeia para a Segurança da Aviação] já emitiu uma nota com informação de segurança, no qual dá orientações sobre a utilização de Jet A-1 proveniente dos EUA&#8221;, disse.</p>
<p>Rafael Schvartzman acrescentou que os Estados Unidos, enquanto exportador, têm capacidade para fornecer combustível a partir da Costa Leste, mas indicou que, tanto quanto sabe, essa solução ainda não foi necessária.</p>
<p>&#8220;Hoje, tanto quanto sei, ainda não houve necessidade de importar Jet A. Mas essa é provavelmente uma variável que está a ser considerada para o futuro&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo o responsável, esta alternativa poderá vir a ser equacionada se as avaliações sucessivas apontarem para maiores dificuldades no abastecimento, sobretudo mais perto do final do ano.</p>
<p>&#8220;Potencialmente no último trimestre do ano, poderá haver alguma escassez&#8221;, admitiu, ressalvando que &#8220;é ainda muito cedo para dizer&#8221; se tal cenário se confirmará.</p>
<p>&#8220;Efetivamente, poderá ser necessário importar algum Jet A para compensar ou para garantir que há combustível suficiente&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Sobre a diferença entre os alertas de abril e a avaliação atual, apontou a existência de reservas obrigatórias na União Europeia e a adaptação de alguns países com capacidade de refinação.</p>
<p>&#8220;Existe na UE uma obrigação de reservas, e isso ajuda, sem dúvida&#8221;, afirmou, referindo que alguns países conseguiram também aumentar os volumes de produção de Jet A-1.</p>
<p>&#8220;Espanha está relativamente bem posicionada em termos de capacidade de refinação&#8221;, exemplificou, acrescentando que essa capacidade pode ajudar a abastecer outros países europeus.</p>
<p>Apesar de afastar, para já, o risco de falta de combustível no verão, a IATA alerta para o impacto do aumento dos custos nos preços das viagens aéreas.</p>
<p>Rafael Schvartzman disse que o combustível, que anteriormente representava cerca de 25% a 30% dos custos operacionais das companhias aéreas, pesa agora mais de 40%.</p>
<p>&#8220;Hoje, estimamos que esse peso esteja acima dos 40%, podendo chegar a 45% ou 46% dos custos operacionais. Portanto, isso terá definitivamente um impacto direto nos preços&#8221;, afirmou.</p>
<p>O responsável reconheceu que parte do aumento pode ser absorvido pelas companhias, nomeadamente através de mecanismos de cobertura de risco (&#8216;hedging&#8217;), mas avisou que o efeito nos bilhetes é inevitável.</p>
<p>&#8220;Isso irá definitivamente afetar os preços dos bilhetes&#8221;, disse, acrescentando que a expectativa é que o impacto seja &#8220;mais prolongado do que de curto prazo&#8221;.</p>
<p>Questionado sobre se os preços já estão a subir, o responsável respondeu: &#8220;Penso que já estão a aumentar. Provavelmente, sim&#8221;.</p>
<p>Além do combustível, a forte procura para o verão está também a pressionar os preços, sobretudo em destinos europeus, segundo Rafael Schvartzman.</p>
<p>&#8220;Em vez de irem para o Extremo Oriente ou fazerem voos de longo curso para a Ásia, muitos estão a decidir ficar dentro da Europa&#8221;, afirmou.</p>
<p>Para os passageiros que já reservaram férias na Europa, Rafael Schvartzman deixou uma mensagem de tranquilidade, embora com apelo à preparação.</p>
<p>&#8220;Eu não estaria preocupado&#8221;, disse. &#8220;Claro que é preciso manter-se bem informado&#8221;, recomendou.</p>
<p>Segundo o vice-presidente regional da IATA, os passageiros devem acompanhar as comunicações das companhias aéreas e dos aeroportos, confirmar o estado dos voos antes de se deslocarem para o aeroporto e preparar-se para terminais mais congestionados nos períodos de maior procura.</p>
<p>O responsável destacou também a necessidade de especial atenção por parte dos passageiros de fora da União Europeia, devido à implementação do novo Sistema de Entrada/Saída da UE, conhecido pela sigla inglesa EES, que substitui os carimbos nos passaportes por registos digitais e pode aumentar os tempos de processamento no controlo de fronteiras.</p>
<p>&#8220;É importante que as autoridades mantenham os passageiros bem informados&#8221;, afirmou, insistindo que, apesar dos desafios de capacidade e fronteiras, não há motivo para &#8220;criar pânico&#8221;, destacando o esforço de companhias aéreas, aeroportos, gestores de tráfego aéreo e autoridades para reduzir o risco de perturbações durante o verão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770869]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Lisboa abre a subir 0,03%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 07:42:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa abriu hoje em terreno positivo, com o índice PSI (Portuguese Stock Index) a subir 0,03%, para 8.963,59 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa abriu hoje em terreno positivo, com o índice PSI (Portuguese Stock Index) a subir 0,03%, para 8.963,59 pontos.</P><br />
<P>Na segunda-feira, a bolsa de Lisboa liderou as quedas na Europa, cujos principais índices fecharam no &#8216;vermelho&#8217;, perdendo 1,27%, para 8.960,94 pontos, com a Teixeira Duarte a recuar mais de 4%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770867]]></sapo:autor>
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		<title>Resiliência das PME portuguesas num contexto de volatilidade permanente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 07:40:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[BNP Paribas Factor Iberia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Luís Augusto, CEO do BNP Paribas Factor Iberia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Num contexto internacional marcado pela inflação, pelo aumento dos custos energéticos, pelas rupturas nas cadeias logísticas e pela instabilidade geopolítica, as pequenas e médias empresas portuguesas têm sido obrigadas a navegar num ambiente de enorme imprevisibilidade. Ainda assim, apesar das dificuldades, as PME nacionais têm demonstrado uma notável capacidade de adaptação e resistência, assumindo-se como um dos pilares da economia portuguesa.</p>
<p>As PME representam praticamente a totalidade do tecido empresarial em Portugal e são responsáveis por uma parte significativa da criação de emprego e da dinâmica económica do país. Contudo, muitas continuam a enfrentar fragilidades estruturais: pequena dimensão, fraca capitalização, elevada dependência do crédito bancário e reduzida capacidade financeira para absorver choques prolongados. Esta vulnerabilidade tornou-se particularmente evidente nos últimos anos, primeiro com a pandemia, depois com a guerra na Ucrânia, a escalada dos custos das matérias-primas e a instabilidade das cadeias de distribuição globais.</p>
<p>Apesar deste enquadramento exigente, muitas PME portuguesas conseguiram sobreviver (e, em alguns casos, crescer) graças à sua flexibilidade operacional. A capacidade de ajustar rapidamente a produção, rever modelos de negócio, adaptar preços, procurar novos fornecedores ou explorar mercados alternativos revelou-se decisiva para enfrentar a volatilidade. Esta agilidade é, aliás, uma das principais vantagens competitivas face a estruturas empresariais mais rígidas.</p>
<p>Neste contexto, a internacionalização assumiu um papel cada vez mais relevante. As empresas que diversificaram mercados e reduziram a dependência do consumo interno mostraram maior capacidade de resistência aos ciclos económicos e aos choques externos. A aposta na exportação e na presença em novos mercados permitiu diluir riscos e aumentar oportunidades de crescimento, especialmente num período em que várias economias procuraram reduzir a dependência de fornecedores asiáticos e encurtar cadeias logísticas. No entanto ainda não temos uma estratégia nacional de internacionalização verdadeiramente ambiciosa. Países como a Holanda ou a Dinamarca, com dimensão comparável, exportam per capita três a quatro vezes mais do que Portugal. A diferença não está nas empresas, está na ausência de uma diplomacia económica agressiva, de acordos comerciais bilaterais estratégicos e de um Estado que abra portas nos mercados onde as PME querem entrar. Portugal pode, neste cenário, afirmar-se como uma alternativa competitiva e segura em determinados setores industriais e de serviços.</p>
<p>Também a transformação digital acelerada durante o período pós-pandemia contribuiu para aumentar a capacidade de adaptação das PME. As empresas que investiram em digitalização, automatização de processos e ferramentas tecnológicas conseguiram responder de forma mais eficiente às alterações do mercado. No entanto, esta evolução permanece desigual: as PME mais internacionalizadas e expostas à concorrência global foram, regra geral, as que mais avançaram neste processo, enquanto muitas empresas focadas exclusivamente no mercado doméstico continuam com níveis reduzidos de maturidade digital.</p>
<p>Outra dimensão crítica prende-se com a forte dependência energética de muitos setores, sobretudo da indústria. O aumento dos custos do gás natural, da eletricidade e dos combustíveis teve um impacto direto nas margens operacionais das empresas, agravando os custos de produção e reduzindo competitividade. Ainda assim, esta pressão pode representar também uma oportunidade estratégica. O investimento em eficiência energética, autoconsumo e transição verde pode permitir às PME reduzir custos no médio prazo e reforçar a sua sustentabilidade futura, alinhando-se simultaneamente com as exigências europeias em matéria ambiental.</p>
<p>Mas talvez o maior desafio estrutural para as PME portuguesas seja hoje o fator humano. O envelhecimento da população, a emigração qualificada e a crescente escassez de mão de obra especializada colocam uma pressão significativa sobre as empresas. A dificuldade em atrair e reter talento afeta diretamente a produtividade, a inovação e a capacidade de crescimento. Sem uma aposta séria na qualificação, valorização salarial e criação de condições para fixar profissionais em Portugal, será difícil garantir a competitividade da economia nacional no longo prazo.</p>
<p>Neste contexto, o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) representa uma oportunidade histórica para modernizar o tecido empresarial português. As verbas disponíveis para áreas como digitalização, descarbonização e qualificação podem ter um impacto transformador nas PME. Contudo, persistem dois obstáculos relevantes: a lentidão na execução e a dificuldade de muitas empresas em aceder aos apoios, sobretudo devido à ausência de estruturas técnicas capazes de preparar candidaturas complexas e exigentes. Se estes entraves não forem ultrapassados, Portugal corre o risco de desperdiçar uma oportunidade decisiva para reforçar a competitividade da sua economia.</p>
<p>Nos últimos anos, as PME portuguesas demonstraram uma enorme capacidade de sobrevivência perante sucessivas crises internacionais. Contudo, essa sobrevivência tem sido, em larga medida, baseada na reação e na adaptação constante aos problemas à medida que estes surgem. O verdadeiro desafio passa agora por construir uma estratégia de antecipação: investir em inovação, capitalização, qualificação, eficiência energética e internacionalização, criando empresas mais robustas e preparadas para enfrentar um mundo cada vez mais volátil.</p>
<p>A resiliência das PME portuguesas é inegável. Mas a sua sustentabilidade futura dependerá da capacidade coletiva, empresas, Estado e sistema financeiro, de transformar resistência em competitividade estrutural.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Luís Augusto, CEO do BNP Paribas Factor Iberia]]></sapo:autor>
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		<title>Autoridade alerta para recolha urgente de peluches em forma de coelho da Flying Tiger devido a elevado risco de asfixia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 07:40:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[ARAE]]></category>
		<category><![CDATA[Flying Tiger]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[ARAE precisa que estão em causa os modelos 'Teddy Bunny Pink' e 'Teddy Bunny Blue', com as referências 3065419 e 3065573, respetivamente, e recomenda a "suspensão imediata da sua utilização"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoridade Regional das Atividades Económicas da Madeira (ARAE) alertou esta segunda-feira os consumidores para a &#8220;recolha urgente&#8221; de brinquedos de peluche em forma de coelho, da marca Flying Tiger Copenhagen, devido a um &#8220;risco elevado de asfixia&#8221;.</p>
<p>Em comunicado, a ARAE precisa que estão em causa os modelos &#8216;Teddy Bunny Pink&#8217; e &#8216;Teddy Bunny Blue&#8217;, com as referências 3065419 e 3065573, respetivamente, e recomenda a &#8220;suspensão imediata da sua utilização&#8221;.</p>
<p>A autoridade regional explica que a notificação foi emitida no âmbito do sistema europeu Safety Gate &#8211; Sistema de Alerta Rápido para Produtos Perigosos Não Alimentares, através de comunicação da Direção-Geral do Consumidor (DGC).</p>
<p>De acordo com a ARAE, organismo tutelado pela Secretaria Regional de Economia, foi identificado que as orelhas e pernas dos peluches podem destacar-se durante a utilização, podendo também ocorrer a libertação do enchimento interior, o que representa um &#8220;risco significativo para crianças de tenra idade&#8221;.</p>
<p>&#8220;As pequenas partes e o enchimento libertado podem ser colocados na boca, originando risco de asfixia&#8221;, refere a autoridade regional, solicitando aos consumidores que possuam estes artigos que suspendam de imediato a sua utilização e procedam à devolução em qualquer loja da marca Flying Tiger Copenhagen.</p>
<p>A ARAE adianta que mais informações podem ser consultadas na página oficial de recolhas da marca (https://flyingtiger.com/pt-pt/pages/product-recalls) e na plataforma Safety Gate da Comissão Europeia (https://ec.europa.eu/safety-gate-alerts/screen/webReport/alertDetail/10098923?lang=en).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770874]]></sapo:autor>
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		<title>Inquérito ao INEM de regresso aos votos: comissão decide esta terça-feira se volta a suspender trabalhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 07:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente da CPI, Marta Silva, tinha considerado a pausa “enquadrável”, tendo em conta a necessidade de receber elementos documentais ainda pendentes, mas advertiu que o calendário da comissão não permite prolongamentos sucessivos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A comissão parlamentar de inquérito ao Instituto Nacional de Emergência Médica pode voltar a suspender os trabalhos esta terça-feira, 2 de junho, numa reunião marcada para as 17h00, na Assembleia da República. Em cima da mesa está a votação de uma nova interrupção da atividade da comissão entre 3 e 17 de junho, para aguardar documentação ainda em falta e proceder à convocatória de depoentes.</p>
<p>A possibilidade de nova suspensão surge depois de a comissão já ter interrompido os trabalhos até esta terça-feira. A presidente da CPI, Marta Silva, tinha considerado a pausa “enquadrável”, tendo em conta a necessidade de receber elementos documentais ainda pendentes, mas advertiu que o calendário da comissão não permite prolongamentos sucessivos.</p>
<p>“Mais do que isto” não será possível estender, afirmou Marta Silva, lembrando que o mandato da comissão deverá terminar “mais ou menos, em 25 de julho”.</p>
<p>A reunião desta terça-feira inclui também a apreciação e votação das atas das reuniões de 3 de março e 16 de abril, a discussão de uma diligência instrutória adicional pedida pelo Chega e a análise do requerimento apresentado por Miguel Ângelo Santos, antigo coordenador da delegação regional do Norte do INEM, para que a sua audição decorra sem publicidade.</p>
<p>Antigo responsável do INEM diz ter provas no WhatsApp</p>
<p>Miguel Ângelo Santos deverá ser ouvido no âmbito da comissão depois de ter afirmado possuir provas documentais relacionadas com alegadas instruções para uma greve de zelo que terá dificultado a constituição de escalas no INEM.</p>
<p>Entre os elementos que diz ter na sua posse estão “screenshots” de conversas no WhatsApp. A Iniciativa Liberal defendeu que o antigo responsável deve confirmar presencialmente “essa ameaça” perante os deputados.</p>
<p>A comissão já tinha aprovado, por unanimidade, a audição presencial de Miguel Ângelo Santos, bem como a preservação de todos os metadados associados ao email que continha o pré-aviso de greve de 10 de outubro de 2024.</p>
<p>Audição de antigo chefe de gabinete também em causa</p>
<p>Outro ponto político relevante passou pelo requerimento do Chega para ouvir Jorge Salgueiro Mendes, antigo chefe de gabinete da ministra da Saúde.</p>
<p>O partido pediu que a votação fosse incluída na ordem do dia, alegando que uma eventual suspensão dos trabalhos poderia adiar a decisão. A audição acabou por ser aprovada com votos favoráveis de todos os partidos, exceto do PSD, que se absteve por considerar não ter tido tempo suficiente para analisar o requerimento.</p>
<p>Com a nova reunião desta terça-feira, os deputados deverão decidir se a comissão volta a parar até 17 de junho, numa fase em que ainda faltam documentos e depoentes para completar o trabalho de inquérito.</p>
<p>Comissão investiga greves, escalas e atrasos no socorro</p>
<p>A comissão parlamentar de inquérito foi criada para apurar responsabilidades políticas, técnicas e financeiras relacionadas com a situação do INEM, em particular a atuação do instituto durante as greves dos técnicos de emergência pré-hospitalar, entre 30 de outubro e 4 de novembro de 2024.</p>
<p>Segundo a Inspeção-Geral das Atividades em Saúde, nesse período registaram-se 12 mortes, três das quais associadas a atrasos no socorro.</p>
<p>A CPI, composta por 24 deputados, foi aprovada em julho do ano passado por proposta da Iniciativa Liberal. Além das greves e da constituição de escalas, a comissão pretende analisar a relação entre as tutelas políticas e o INEM desde 2019.</p>
<p>A eventual suspensão até 17 de junho encurta ainda mais a margem temporal da comissão, que deverá terminar os trabalhos em julho. Por isso, a votação desta terça-feira é relevante não apenas do ponto de vista processual, mas também para perceber até que ponto os deputados conseguirão concluir as diligências previstas dentro do prazo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770683]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Nova Rede Empregar junta Gulbenkian, “la Caixa”, IPDJ e IEFP para apoiar jovens fora da escola e do trabalho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nova-rede-empregar-junta-gulbenkian-la-caixa-ipdj-e-iefp-para-apoiar-jovens-fora-da-escola-e-do-trabalho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 07:15:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Empregar]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a criação da Rede Empregar, as entidades envolvidas estimam apoiar o emprego ou a qualificação de mais de 3000 jovens NEET, através de 43 projetos distribuídos por todo o território nacional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três fundações e dois institutos públicos lançam esta terça-feira a Rede Empregar, uma iniciativa destinada a reforçar a qualificação, a integração escolar e a empregabilidade de jovens que não estudam, não trabalham nem frequentam qualquer formação.</p>
<p>A nova rede junta projetos já existentes, como o “Gulbenkian Empregar”, da Fundação Calouste Gulbenkian, o “Incorpora”, da Fundação “la Caixa”, o “Afirma-te Já”, do Instituto Português do Desporto e Juventude, além do Instituto do Emprego e Formação Profissional e da Fundação BNP Paribas.</p>
<p>O objetivo é criar uma resposta mais articulada para jovens conhecidos como NEET, sigla inglesa para “Not in Employment, Education or Training”, frequentemente designados como jovens “nem-nem”. A rede pretende facilitar a ligação entre estes jovens, projetos de apoio à qualificação e entidades empregadoras.</p>
<p>Com a criação da Rede Empregar, as entidades envolvidas estimam apoiar o emprego ou a qualificação de mais de 3000 jovens NEET, através de 43 projetos distribuídos por todo o território nacional.</p>
<p>Em 2024, 11% dos jovens entre os 15 e os 29 anos residentes na União Europeia não trabalhavam, não estudavam nem frequentavam qualquer formação. Em Portugal, a média era de 8,7%, embora o problema seja mais expressivo entre jovens de contextos socioeconómicos mais desfavorecidos.</p>
<p>A sessão decorre na Fundação Calouste Gulbenkian, com abertura marcada para as 14h00. O programa inclui apresentação de projetos, intervenção da secretária de Estado Adjunta e da Juventude e da Igualdade, Carla Rodrigues, assinatura de um protocolo entre a Fundação Calouste Gulbenkian e o IPDJ, e sessões práticas sobre sustentabilidade estratégica e ligação às empresas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770702]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Junho abre com 141 milhões de euros? Esta noite há megajackpot do Euromilhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 07:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Euromilhões]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Semanalmente são muitos os que fazem as suas apostas no Euromilhões, na esperança de se tornarem os próximos afortunados deste sorteio, realizado às terças e sextas-feiras à noite em Paris]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se maio não foi generoso nos prémios, pode ser que junho lhe traga outra fortuna. Nem de propósito, esta noite anda à roda um jackpot no Euromilhões de 141 milhões de euros, depois de, no último sorteio, o primeiro prémio não ter saído a um apostador. Assim, hoje, à distância de cinco números e duas estrelas, tem a oportunidade de rechear a carteira.</p>
<p>Semanalmente são muitos os que fazem as suas apostas no Euromilhões, na esperança de se tornarem os próximos afortunados deste sorteio, realizado às terças e sextas-feiras à noite em Paris. Com um preço de 2,5 euros por aposta, os jogadores escolhem cinco números e duas estrelas nas apostas simples, ou até 10 números e cinco estrelas nas apostas múltiplas, com o preço a variar consoante o número de apostas realizadas.</p>
<p>As probabilidades de ganhar são ínfimas – uma em 139.838.160. No entanto, um grupo de matemáticos acredita ter encontrado a chave para aumentar essas probabilidades, indica o ’20 Minutos’.</p>
<p><strong>Aumentar as Probabilidades: A Chave Matemática</strong><br />
O Euromilhões segue um formato de lotaria 5/50, onde os jogadores devem escolher cinco números entre 1 e 50. Para calcular as combinações totais possíveis, usa-se a fórmula do coeficiente binomial:</p>
<p>N = 50 números<br />
R = 5 combinações</p>
<p>50C5 = 2.118.760</p>
<p>Isto significa que existem mais de 2 milhões de formas possíveis de combinar os números no Euromilhões. Sem considerar os números, as probabilidades são tão baixas que é mais provável tornar-se presidente do que ganhar o Euromilhões. O primeiro passo é, portanto, reduzir o número de combinações possíveis, onde as matemáticas entram em jogo.</p>
<p>Mark Glickman, professor de estatística na Universidade de Harvard, determinou que a única forma de aumentar as probabilidades de ganhar é comprando mais bilhetes para cada sorteio. Em 2021, explicou à CNBC: “Isto deve-se ao facto de que as probabilidades permanecem as mesmas independentemente dos números escolhidos ou se compras um bilhete para cada sorteio.”</p>
<p><strong>Padrões de Combinação Ideal</strong></p>
<p>Segundo a Lottery Codex, existe um padrão ideal que deve ser seguido para aumentar as probabilidades. A combinação de números ímpares e pares parece ser crucial. A tabela elaborada pela Lottery Codex mostra os padrões completos e as suas probabilidades correspondentes:</p>
<p>Combinação de 3 números ímpares e 2 pares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 3 números pares e 2 ímpares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 1 número ímpar e 4 pares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 1 número par e 4 ímpares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 5 números ímpares e nenhum par: 0,025 probabilidades<br />
Combinação de 5 números pares e nenhum ímpar: 0,025 probabilidades</p>
<p>Apesar das probabilidades extremamente baixas, aplicar estratégias matemáticas pode marginalmente aumentar as chances de ganhar no Euromilhões. Comprando mais bilhetes e utilizando combinações equilibradas de números ímpares e pares, os jogadores podem tentar desafiar as probabilidades. No entanto, é essencial lembrar que, em jogos de azar, não há garantias de vitória.</p>
<p><strong>Os números que saem mais e menos</strong></p>
<p>No caso de nenhum jogador ganhar o jackpot, o prémio máximo passa para o sorteio seguinte. Como um sorteio regular, se não houver vencedores do prémio máximo então o jackpot irá continuar a passar para o seguinte até atingir o prémio máximo ou limite de jackpot. O limite de jackpot aumentou de 230 para 240 milhões de euros em julho de 2022.</p>
<p>Assim, se já está a sonhar com o prémio saiba quais são os números que saíram mais vezes até agora e que lhe podem dar acesso ao jackpot.</p>
<p>De acordo com dados disponibilizados pela Santa Casa da Misericórdia, os números que durante os 16 anos em que o concurso está em vigor saíram mais vezes são: o 44 (222 vezes), o 42 (220 vezes), o 23 (219 vezes), além do 19 (217 vezes) e 29 (216 vezes). Já nas estrelas ‘aposte’ no 3 (386 vezes) e no 2 (384 vezes).</p>
<p>As estatísticas mostram também que se devem evitar os números 22, 33, 46, 40 e 18, que são os que menos saem desde 2004 – mesmo o 41, 43 e 2 são ‘de evitar’. As estrelas a fugir, seguindo o mesmo raciocínio, são o 10, 11 e o 12.</p>
<p>Ao todo, desde a criação do sorteio, já houve 78 portugueses a entrar para o clube dos euromilionários.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770652]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sindicato critica ULS do Alto Ave por proibir férias acordadas a médicos de família</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 06:58:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sindicato dos Médicos do Norte (SMN) denunciou hoje a decisão da Unidade Local de Saúde do Alto Ave de impedir os médicos de família de gozarem férias previamente acordadas para dezembro, que diz resultar da falta de planeamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sindicato dos Médicos do Norte (SMN) denunciou hoje a decisão da Unidade Local de Saúde do Alto Ave de impedir os médicos de família de gozarem férias previamente acordadas para dezembro, que diz resultar da falta de planeamento. </P><br />
<P>&#8220;Trata-se de uma tentativa inaceitável de compensar falhas de planeamento à custa de quem assegura diariamente cuidados de saúde à população&#8221;, considera o SMN, afeto à Federação Nacional dos Médicos (FNAM).</P><br />
<P>Em comunicado, o sindicato explica que a ULS do Alto Ave proibiu os médicos de Medicina Geral e Familiar (MGF) das Unidades de Saúde Familiar (USF) de gozarem férias, que estavam previamente acordadas, entre os dias 19 e 31 de dezembro. </P><br />
<P>Esta decisão, sublinha, surge duas semanas após o anúncio da adesão dos médicos à greve geral de 03 de junho e &#8220;agrava o descontentamento de profissionais&#8221;, já confrontados com a degradação das condições de trabalho e com &#8220;sucessivos ataques aos seus direitos&#8221;. </P><br />
<P>Diz ainda que os médicos de família das USF organizam anualmente os seus períodos de férias de forma articulada, garantindo a continuidade assistencial através dos &#8220;mecanismos de intersubstituição&#8221; e da gestão autónoma das equipas. </P><br />
<P>&#8220;Este modelo tem permitido assegurar cuidados aos utentes mesmo em períodos de maior procura, sem necessidade de medidas arbitrárias ou restrições generalizadas&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>O sindicato recorda que quem assegura diariamente cuidados de saúde a milhares de utentes, como os médicos de família, tem direito ao descanso, à conciliação da vida profissional com a vida familiar e ao respeito pelos compromissos assumidos e considera &#8220;inaceitável&#8221; que se procure fazer recair sobre estes profissionais a responsabilidade por &#8220;falhas resultantes de opções de gestão e da incapacidade de planear atempadamente&#8221; as necessidades dos serviços.</P><br />
<P>Na nota hoje divulgada, o SMN exige a revogação imediata desta medida e insta o Conselho de Administração da ULS Alto Ave e o Ministério da Saúde a travarem uma decisão que dizem penalizar os médicos e colocar em causa a valorização dos profissionais do Serviço Nacional de Saúde.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770865]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Sobe para 11 o número de mortos devido a recentes ataques russos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-sobe-para-11-o-numero-de-mortos-devido-a-recentes-ataques-russos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 06:58:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rússia atacou a Ucrânia com mais de 700 mísseis e drones durante a noite, matando pelo menos 11 pessoas, ferindo dezenas e deixando outras presas sob os escombros, disseram hoje as autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Rússia atacou a Ucrânia com mais de 700 mísseis e drones durante a noite, matando pelo menos 11 pessoas, ferindo dezenas e deixando outras presas sob os escombros, disseram hoje as autoridades.</P><br />
<P>A Rússia lançou 73 mísseis e 656 drones sobre a Ucrânia, de acordo com a força aérea ucraniana, tendo como principais alvos a capital Kiev, a cidade central de Dnipro e as cidades orientais de Poltava, Kharkiv e Zaporizhzhia.</P><br />
<P>As forças de defesa aérea da Ucrânia destruíram e neutralizaram 40 mísseis e 602 drones.</P><br />
<P>Foram registados impactos de 30 mísseis balísticos, três mísseis de cruzeiro e 33 drones em pelo menos 38 locais. Detritos de drones destruídos caíram em 15 locais, informou a força aérea.</P><br />
<P>Pelo menos quatro pessoas morreram em Kiev e 63 ficaram feridas, incluindo três crianças, informou o serviço de emergência estatal da Ucrânia, em comunicado publicado na plataforma de mensagens Telegram.</P><br />
<P>Edifícios residenciais e outras infraestruturas civis foram danificados em oito áreas de Kiev.</P><br />
<P>Na região central de Dnipropetrovsk, pelo menos seis pessoas morreram e outras 36 ficaram feridas depois de ataques russos terem atingido a cidade de Dnipro, segundo o serviço de emergência. Um segundo ataque, quando os socorristas chegaram ao local, matou um deles.</P><br />
<P>Em Kharkiv, pelo menos 14 pessoas ficaram feridas e casas, garagens e carros ficaram danificados.</P><br />
<P>Um edifício residencial de dois andares e parte de um bloco de apartamentos de quatro andares foram danificados, com pessoas presas sob os escombros do bloco.</P><br />
<P>Em Kiev, na área de Podilskyi, ocorreram danos parciais nos andares superiores de um edifício de nove andares, deixando pessoas presas sob os escombros.</P><br />
<P>As operações de resgate estavam em curso às primeiras horas da manhã, mesmo com o alerta de ataque aéreo ainda em vigor.</P><br />
<P>No zona de Solomianskyi, também na capital ucraniana, um edifício de 20 andares e outro de 24 andares foram danificados.</P><br />
<P>O exército da Rússia confirmou o lançamento de &#8220;um ataque massivo com armas aéreas, terrestres e marítimas de longo alcance e precisão, incluindo mísseis hipersónicos e drones&#8221;.</P><br />
<P>O ataque teve como alvo &#8220;instalações do complexo industrial militar (&#8230;), infraestruturas de combustível e de transporte ucranianas utilizadas pelo exército ucraniano e campos de aviação militares&#8221;, acrescentou, numa nota publicada na plataforma de mensagens MAX.</P><br />
<P>Moscovo, que bombardeia a Ucrânia quase todas as noites, intensificou os ataques diurnos nos últimos meses, provocando uma resposta de Kiev.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou na sexta-feira que Moscovo estava a preparar &#8220;mais um ataque maciço&#8221; contra a Ucrânia, enquanto a Rússia pediu aos diplomatas estrangeiros que abandonem Kiev.</P><br />
<P>As negociações para pôr fim à ofensiva em grande escala contra a Ucrânia, que matou centenas de milhares de pessoas e criou milhões de refugiados em mais de quatro anos de conflito, estão paradas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770864]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>MNE aponta &#8220;construção de pontes&#8221; como trunfo de Portugal para Conselho de Segurança</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mne-aponta-construcao-de-pontes-como-trunfo-de-portugal-para-conselho-de-seguranca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 06:53:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros mostrou-se confiante quanto às hipóteses de um regresso de Portugal ao Conselho de Segurança da ONU, considerando que o maior ativo português na corrida é a capacidade de posicionar-se como "construtor de pontes".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros mostrou-se confiante quanto às hipóteses de um regresso de Portugal ao Conselho de Segurança da ONU, considerando que o maior ativo português na corrida é a capacidade de posicionar-se como &#8220;construtor de pontes&#8221;.</P><br />
<P> Apesar da forte concorrência da Alemanha e da Áustria, Paulo Rangel disse à Lusa, na segunda-feira, que Portugal está bem posicionado para conquistar um quarto mandato como membro não permanente do Conselho de Segurança e garantiu que a campanha prosseguirá até ao último momento.</P><br />
<P>Questionado sobre os fatores que distinguem a candidatura portuguesa das restantes, o ministro destacou o compromisso de Portugal com o multilateralismo, com o direito internacional e com a Carta das Nações Unidas.</P><br />
<P>Apontou ainda a capacidade do país para atuar como &#8220;construtor de pontes&#8221; entre diferentes regiões do mundo, defendendo que essa reputação diplomática constitui o principal trunfo português junto da comunidade internacional.</P><br />
<P>&#8220;Portugal tem essa agenda completamente defensora do multilateralismo, do direito internacional, da Carta das Nações Unidas, tem um registo muito próprio na sua presença histórica, cultural, em todos os cantos do mundo, se posso dizer assim. Tem também grande capacidade de ser um construtor de pontes&#8221;, afirmou o ministro, na sede da ONU, em Nova Iorque.</P><br />
<P>&#8220;Eu acho que esse que é o nosso maior ativo: é o reconhecimento pela comunidade internacional de que Portugal estabelece pontes. Pontes entre a Europa e as Américas, pontes entre a Europa e África, pontes entre a Europa e a Ásia Central, o Oceano Índico, o Indo-Pacífico, o Extremo Oriente, as Ilhas do Pacífico, as Caraíbas&#8230;em todas elas Portugal tem uma tradição de fazer pontes, de criar relações e julgo que essa reputação que nós temos é talvez o nosso maior ativo&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Portugal concorre ao Conselho de Segurança &#8211; um dos órgãos mais importantes das Nações Unidas, cujo mandato é zelar pela manutenção da paz e da segurança internacional e cujas decisões são vinculativas &#8211; sob o lema &#8220;Prevenção, Parceria, Proteção&#8221;.</P><br />
<P>A eleição para membro não permanente para o biénio 2027/2028 está agendada para a próxima quarta-feira.</P><br />
<P>Portugal tem como adversários diretos a Alemanha e a Áustria, numa disputa pelos dois lugares de membros não permanentes atribuídos ao grupo da Europa Ocidental e Outros Estados.</P><br />
<P>Questionado sobre se um mau resultado representaria uma derrota da diplomacia portuguesa, o ministro recusou-se a admitir esse cenário, elogiando o trabalho realizado pelos diplomatas e por diversas instituições portuguesas ao longo de toda a campanha.</P><br />
<P>&#8220;Não será [uma derrota], com certeza, mas eu não vou pôr sequer essa hipótese. Como político, nunca contamos com as derrotas. E, portanto, até ao fim vamos trabalhar para, justamente, termos a possibilidade e a capacidade de ser eleitos. Há, no entanto, um grande elogio que eu faço a toda a diplomacia portuguesa, aos órgãos de soberania, a imensas instituições, que ao longo destes anos, que foram muitos, mas especialmente nos últimos dois, que são mais decisivos, têm trabalhado incansavelmente para que Portugal possa ser eleito na quarta-feira&#8221;, declarou.</P><br />
<P>A candidatura portuguesa ao Conselho de Segurança foi lançada em 2013, um ano depois de Portugal ter tido assento como membro não-permanente no biénio 2011-2012.</P><br />
<P>O governante salientou ainda que os últimos dias antes da votação são tradicionalmente marcados por alguma volatilidade, pelo que considera essencial manter os esforços até ao momento da eleição.</P><br />
<P>&#8220;Há uma expressão portuguesa que diz que &#8216;até ao lavar dos cestos é vindima&#8217; e, portanto, obviamente que se tem que trabalhar até ao fim. Nos últimos dias há sempre alguma volatilidade e, portanto, temos de estar todos a trabalhar. Isto vale para Portugal, mas também para os outros dois [Alemanha e Áustria]. (&#8230;) Temos visto que cada um está a fazer o melhor que pode para, justamente, conseguir o melhor resultado possível na quarta-feira&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Portugal já foi membro não permanente do Conselho de Segurança da ONU por três vezes: em 1979-1980, 1997-1998 e 2011-2012.</P><br />
<P>O Conselho de Segurança da ONU é composto por 15 membros (cinco permanentes e 10 não permanentes). Cada membro tem um voto, sendo que os cinco membros permanentes &#8211; China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia &#8211; têm também poder de veto.</P><br />
<P>Os membros não permanentes são eleitos para um mandato de dois anos.</P><br />
<P>Portugal pode ser eleito no mesmo ano em que António Guterres termina o segundo mandato de cinco anos como secretário-geral da ONU.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770863]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>FENPROF reúne-se esta tarde com Comissão Europeia para denunciar precariedade e discriminação salarial de professores</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fenprof-reune-se-esta-tarde-com-comissao-europeia-para-denunciar-precariedade-e-discriminacao-salarial-de-professores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 06:45:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[Fenprof]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Reunião realiza-se às 15 horas, no Largo Jean Monnet, em Lisboa, depois de a Comissão Europeia ter tornado público, a 29 de abril, o envio de uma carta de notificação formal a Portugal por violação da Diretiva 1999/70/CE, de 28 de junho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A FENPROF reúne-se esta terça-feira com a Representação da Comissão Europeia em Portugal para expor a situação dos docentes e técnicos especializados contratados pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação, com foco no abuso da contratação a termo e na discriminação salarial no setor público da educação.</p>
<p>A reunião realiza-se às 15 horas, no Largo Jean Monnet, em Lisboa, depois de a Comissão Europeia ter tornado público, a 29 de abril, o envio de uma carta de notificação formal a Portugal por violação da Diretiva 1999/70/CE, de 28 de junho.</p>
<p>Em causa está o facto de, segundo a Comissão Europeia, a legislação portuguesa excluir trabalhadores com contrato a prazo no setor público da progressão na escala salarial, ao contrário do que sucede com trabalhadores com contrato sem termo que desempenham as mesmas funções e estão sujeitos às mesmas avaliações.</p>
<p>A Federação pretende denunciar junto da representação europeia aquilo que considera ser uma situação persistente de abuso da contratação a termo e de discriminação salarial de milhares de professores e técnicos especializados na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário, com especial gravidade no Ensino Profissional.</p>
<p>Na reunião estarão presentes os Secretários-Gerais da FENPROF, acompanhados por membros do Secretariado Nacional responsáveis pelo acompanhamento desta área.</p>
<p><strong>Milhares de professores continuam sem vincular</strong></p>
<p>A FENPROF recorda que, apesar dos mecanismos criados para tentar resolver o problema da precariedade, como a ‘norma-travão’ e a ‘vinculação dinâmica’, continuam por vincular milhares de docentes com vários anos de serviço.</p>
<p>Segundo a Federação, no último concurso havia 11.104 professores com mais de três anos de serviço que ainda não tinham vinculado. Destes, 4.533 tinham mais de 12 anos de serviço.</p>
<p>A estrutura sindical sublinha que estes docentes continuam a auferir salários inferiores aos de colegas pertencentes aos quadros, mesmo quando têm tempo de serviço idêntico e desempenham funções equivalentes.</p>
<p>Para a FENPROF, esta situação traduz uma desigualdade estrutural na carreira docente e confirma a necessidade de corrigir práticas que considera discriminatórias e contrárias ao espírito da Diretiva 1999/70/CE.</p>
<p><strong>Ensino Profissional no centro das preocupações</strong></p>
<p>O Ensino Profissional é uma das áreas em que a Federação identifica maior gravidade. Em 2023/2024, este segmento abrangia 112.266 alunos, perto de 40% dos estudantes do ensino secundário.</p>
<p>A FENPROF afirma que são milhares os professores e técnicos especializados contratados como técnicos especializados neste setor. Num levantamento realizado pela Federação, três em cada quatro docentes contratados nesta condição eram sucessivamente contratados pelo MECI há mais de quatro anos.</p>
<p>Segundo a estrutura sindical, estes profissionais são remunerados por escalão abaixo da remuneração docente e não têm acesso à carreira docente, apesar de desempenharem funções essenciais no sistema educativo.</p>
<p>A Federação defende que esta situação deve ser corrigida de imediato, através da valorização destes profissionais e da integração plena do Ensino Profissional no sistema educativo.</p>
<p><strong>Pressão laboral e desigualdades nas escolas</strong></p>
<p>Além da contratação a termo e da discriminação salarial, a FENPROF pretende levar à reunião outras preocupações relacionadas com as condições de trabalho nas escolas.</p>
<p>A Federação aponta a manutenção de horários de trabalho excessivos e desregulados, a imposição que considera ilegal da reposição de aulas não dadas, incluindo por motivo de doença ou exercício do direito à greve, o prolongamento indevido das atividades letivas e de avaliação e a intensificação da pressão burocrática e administrativa sobre os docentes.</p>
<p>Para a FENPROF, estas situações agravam as desigualdades existentes nas condições de trabalho e na progressão salarial, e reforçam a necessidade de uma resposta política e jurídica mais robusta.</p>
<p>A Federação reafirma ainda a necessidade de uma aposta efetiva na Escola Pública, com investimento público estável, valorização pedagógica e respeito pelos profissionais da educação.</p>
<p>No final da reunião, a FENPROF manifesta disponibilidade para prestar declarações aos órgãos de comunicação social sobre o conteúdo do encontro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770657]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio encerra com Nikkei a cair 0,3%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 06:37:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio fechou hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 0,3% para 66.734,24 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio fechou hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 0,3% para 66.734,24 pontos.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, fechou também a cair 0,42% para 3.924,24 pontos.</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770862]]></sapo:autor>
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		<title>Polícias de Portugal, Espanha e Gibraltar debatem em Lisboa salários e condições de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 06:30:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Encontro é promovido pelo Sindicato Nacional da Polícia, pela Associação Sindical dos Funcionários da Investigação Criminal e pelo Sindicato dos Polícias Portugueses, contando com a presença de várias organizações sindicais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sindicatos de polícia de Portugal, Espanha e Gibraltar reúnem-se esta terça-feira em Lisboa para o 1º Encontro Ibérico de Sindicatos de Polícia, uma iniciativa que pretende reforçar o diálogo institucional e a cooperação entre estruturas representativas das forças policiais dos três países.</p>
<p>O encontro é promovido pelo Sindicato Nacional da Polícia, pela Associação Sindical dos Funcionários da Investigação Criminal e pelo Sindicato dos Polícias Portugueses, contando com a presença de várias organizações sindicais.</p>
<p>A reunião decorre no Edifício da Direção Nacional da Polícia Judiciária, na rua Gomes Freire, entre as 10h15 e as 17h30.</p>
<p>Em cima da mesa estarão temas como as condições de trabalho, o envelhecimento do efetivo policial, a carga horária excessiva e o impacto destes fatores na vida familiar dos profissionais.</p>
<p>A valorização salarial e profissional será outro dos pontos em debate, num contexto em que as estruturas sindicais têm vindo a alertar para desgaste operacional e necessidade de maior reconhecimento das carreiras.</p>
<p>A iniciativa pretende ainda reforçar laços de cooperação entre sindicatos policiais de Portugal, Espanha e Gibraltar, criando um espaço de partilha sobre desafios comuns nas forças de segurança.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770694]]></sapo:autor>
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		<title>Índia e Estados Unidos perto de um acordo comercial &#8211; ministro indiano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 06:28:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro do Comércio indiano, Piyush Goyal, disse que a Índia e os Estados Unidos estão perto de assinar a primeira parte do acordo de comércio livre que têm vindo a negociar há meses.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro do Comércio indiano, Piyush Goyal, disse que a Índia e os Estados Unidos estão perto de assinar a primeira parte do acordo de comércio livre que têm vindo a negociar há meses.</P><br />
<P>&#8220;Podemos dizer que 99% das questões foram resolvidas&#8221;, disse Goyal aos jornalistas, na segunda-feira, no dia em que mais uma delegação norte-americana chegou a Nova Deli para três dias de negociações.</P><br />
<P>&#8220;Estou confiante de que conseguiremos concluir e assinar a primeira parte deste acordo bilateral&#8221;, continuou o ministro, especificando que &#8220;apenas alguns detalhes menores, como vírgulas e pontos&#8221;, ainda precisam de ser adicionados ao texto.</P><br />
<P>Em 24 de maio, a Índia e os Estados Unidos discutiram, em Nova Deli, na Índia, a conclusão do acordo comercial para alcançar um pacto bilateral.</P><br />
<P>Nova Deli e Washington têm vindo a negociar um acordo comercial bilateral há meses, no meio de uma guerra tarifária e de sanções norte-americanas contra os compradores de petróleo russo.</P><br />
<P>As tensões comerciais foram parcialmente amenizadas pela redução para 10% das tarifas recíprocas, em fevereiro, resultado de um acordo no qual Nova Deli se comprometeu a comprar 500 mil milhões de dólares em produtos norte-americanos.</P><br />
<P>No entanto, as discussões foram interrompidas desde a decisão do Supremo Tribunal dos Estados Unidos de declarar ilegal o aumento das tarifas imposto pelo Presidente Donald Trump.</P><br />
<P>Em resposta, Trump decretou um novo aumento unilateral de 10% das tarifas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770861]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador: Sindicatos esperam paralisação &#8220;ainda maior&#8221; do que em dezembro. O que motiva a greve geral de amanhã?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 06:15:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Em antecipação á grave geral desta quarta-feira, a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) mostra-se confiante numa forte mobilização dos trabalhadores e acredita que a paralisação poderá mesmo superar a adesão registada na greve geral de 11 de dezembro do ano passado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em antecipação á grave geral desta quarta-feira, a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) mostra-se confiante numa forte mobilização dos trabalhadores e acredita que a paralisação poderá mesmo superar a adesão registada na greve geral de 11 de dezembro do ano passado. Para a central sindical, a luta assume um objetivo claro: impedir a aprovação do pacote de alterações à legislação laboral promovido pelo Governo.</p>
<p>As expectativas dos sindicatos mantêm-se elevadas numa fase final de mobilização que tem sido marcada por plenários, contactos com trabalhadores e ações de sensibilização em vários setores de atividade. A CGTP considera que a contestação ao chamado programa “Trabalho XXI” está a crescer e acredita que essa insatisfação se refletirá na adesão à greve.</p>
<p>O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, rejeita as críticas de que a greve seja prematura ou extemporânea, defendendo que a resposta tem de acontecer antes de as alterações legislativas serem aprovadas.</p>
<p>“Temos que procurar responsabilizar o Governo, porque é ele que é o grande responsável deste processo e temos que responsabilizar os partidos com assento na Assembleia da República porque serão eles que irão discutir o pacote laboral na Assembleia da República”, afirmou em entrevista à agência Lusa.</p>
<p>O dirigente sindical sustenta que a estratégia passa por travar o diploma desde já, recusando a ideia de esperar pela votação parlamentar para intensificar a contestação.</p>
<p>“Temos que derrotar já o pacote laboral”, defendeu, acrescentando que isso só será possível através do envolvimento direto dos trabalhadores e da transferência do debate para a esfera pública.</p>
<p>Na mesma entrevista, Tiago Oliveira considerou que uma greve geral exige uma preparação prolongada e justificou a antecipação da luta com a necessidade de evitar que as alterações avancem sem contestação significativa.</p>
<p>“O pior que podíamos fazer era deixar perpetuar no tempo algo indefinido para depois de ser concretizado, irmos a correr atrás do prejuízo”, afirmou.</p>
<p>Apesar de a União Geral de Trabalhadores (UGT) não aderir à paralisação desta quarta-feira, a CGTP mantém a convicção de que o protesto terá uma dimensão nacional relevante. Questionado sobre a ausência da outra central sindical, Tiago Oliveira evitou críticas diretas, mas deixou um aviso.</p>
<p>“Cada um, no final, irá ser responsabilizado pelo caminho que decidiu seguir”, declarou.</p>
<p>O líder da CGTP sublinha que o objetivo comum das duas centrais continua a ser o mesmo: impedir a concretização da reforma laboral. A diferença reside nos métodos escolhidos para o alcançar.</p>
<p>Sindicatos dos transportes antecipam paralisação muito expressiva</p>
<p><strong>Também os sindicatos dos transportes preveem uma adesão significativa.</strong><br />
Em entrevista à Executive Digest, o coordenador nacional da Fectrans, José Manuel Oliveira, afirmou que os sinais recolhidos em plenários e contactos realizados em empresas de todo o país apontam para uma participação muito elevada.</p>
<p>“Tudo nos leva a crer que teremos uma greve com uma grande participação, nunca inferior àquilo que foi o do dia 11 de dezembro, em alguns sítios, até com alargamentos de maiores adesões do que a última greve geral.”</p>
<p>Segundo o dirigente sindical, os transportes deverão assumir um papel central na visibilidade da paralisação.</p>
<p>“Creio que este setor, e em particular o setor de transportes, terá, de facto, uma grande visibilidade nesta paralisação.”</p>
<p>José Manuel Oliveira admite mesmo que várias empresas possam registar interrupções quase totais da atividade.</p>
<p>“Admitimos que não havendo uma paralisação praticamente total ela será muito significativa, ficando com uma atividade muito reduzida no próximo dia 3.”</p>
<p>Para a Fectrans, a greve constitui também um instrumento de pressão política destinado a influenciar o debate parlamentar em torno da revisão da legislação laboral.</p>
<p>“Nós, aliás, é essa motivação que temos e, de facto, há confiança de que isso é possível”, afirmou, referindo-se à possibilidade de o pacote laboral acabar por ser rejeitado.</p>
<p>O responsável acrescentou que os sindicatos pretendem manter a luta até conseguirem travar aquilo que classificam como uma alteração profunda das relações laborais em Portugal.</p>
<p>“Esta luta continuará até, de facto, derrotarmos estes objetivos do Governo, que é um processo muito significativo nas relações de trabalho em Portugal.”</p>
<p><strong>Governo admite impacto económico da greve</strong><br />
Do lado do Executivo, o ministro da Economia reconheceu que a paralisação poderá ter consequências na atividade económica.</p>
<p>“Se as pessoas não trabalham, não há produção e o PIB ressente-se. Esperemos que não tenha grande influência, mas a verdade é que é um direito e temos que respeitar”, afirmou.</p>
<p>Enquanto decorrem os últimos preparativos para a greve, vários setores já antecipam perturbações relevantes.</p>
<p>Na educação, algumas escolas poderão encerrar. Na saúde, embora existam serviços mínimos assegurados, os sindicatos alertam para o possível cancelamento de atividade programada.</p>
<p>Nos transportes, prevê-se uma das maiores afetações. O Metro do Porto deverá operar apenas duas linhas, enquanto o Metropolitano de Lisboa não deverá circular até à manhã de 4 de junho. Também o setor ferroviário prevê constrangimentos significativos.</p>
<p><strong>O que está em causa no pacote laboral que motiva a greve?</strong><br />
A greve geral surge como resposta à proposta de revisão da legislação laboral apresentada pelo Governo de Luís Montenegro, designada “Trabalho XXI”.</p>
<p>O diploma, aprovado em Conselho de Ministros e entretanto entregue na Assembleia da República, contempla mais de uma centena de alterações ao Código do Trabalho e a legislação conexa.</p>
<p>Após mais de nove meses de negociações, o processo terminou sem acordo em Concertação Social, levando a CGTP a avançar para uma nova greve geral.</p>
<p>Entre as medidas mais contestadas pelos sindicatos encontra-se o alargamento dos serviços mínimos em caso de greve. O Governo pretende incluir novos setores considerados essenciais, abrangendo serviços de apoio a idosos, pessoas com deficiência, doentes e crianças institucionalizadas.</p>
<p>Outra das críticas incide sobre as novas regras relativas à atividade sindical. Nas empresas sem trabalhadores sindicalizados, os sindicatos passariam a ter limitações acrescidas na realização de reuniões e na divulgação de informação sindical.</p>
<p><strong>Contratos a prazo mais longos e mais situações de contratação precária</strong><br />
A proposta prevê aumentar a duração máxima dos contratos a termo certo de dois para três anos e dos contratos a termo incerto de quatro para cinco anos.</p>
<p>Além disso, alarga os casos em que será possível recorrer a contratos a prazo, incluindo situações como novas atividades empresariais, contratação de desempregados de longa duração, trabalhadores sem experiência anterior em contratos sem termo e reformados.</p>
<p>O diploma elimina igualmente algumas limitações às renovações dos contratos a termo, facilitando a sua utilização por períodos mais prolongados.</p>
<p><strong>Regresso do banco de horas individual</strong><br />
Uma das medidas mais polémicas é a reintrodução do chamado banco de horas individual, agora designado “banco de horas por acordo”.</p>
<p>O mecanismo permitirá aumentar o horário normal até duas horas por dia e atingir 50 horas semanais, podendo acumular até 150 horas anuais.</p>
<p>Para os sindicatos, esta alteração representa um retrocesso nos direitos laborais e uma flexibilização excessiva dos horários de trabalho.</p>
<p><strong>Alterações ao despedimento e ao outsourcing</strong><br />
O pacote laboral introduz também mudanças profundas nos regimes de despedimento.</p>
<p>Uma das alterações prevê que empresas de pequena, média e grande dimensão possam pedir aos tribunais a exclusão da reintegração de trabalhadores despedidos ilicitamente, alegando prejuízos para o funcionamento da empresa.</p>
<p>O Governo pretende ainda eliminar restrições atualmente existentes ao recurso ao outsourcing após despedimentos coletivos ou por extinção de posto de trabalho.</p>
<p>Outra medida prevê que trabalhadores possam voltar a renunciar a créditos laborais devidos após despedimento, desde que exista declaração formalmente validada.</p>
<p><strong>Teletrabalho, independentes e trabalho suplementar</strong><br />
O diploma altera igualmente as regras do teletrabalho, tornando mais simples para as empresas recusarem pedidos apresentados pelos trabalhadores.</p>
<p>No caso dos trabalhadores independentes economicamente dependentes, a percentagem de rendimentos obtidos junto de um único cliente passará de 50% para 80%, reduzindo o universo de profissionais abrangidos por esse estatuto.</p>
<p>Também o trabalho suplementar poderá ser alargado, passando o limite anual de 200 para 300 horas através de contratação coletiva.</p>
<p><strong>Mudanças na parentalidade dividem parceiros sociais</strong><br />
As alterações propostas abrangem igualmente os regimes de parentalidade.</p>
<p>O Governo prevê que a licença parental possa atingir 180 dias pagos a 100%, mas apenas quando os últimos 60 dias forem divididos de forma igual entre ambos os progenitores.</p>
<p>A licença exclusiva do pai manterá os 28 dias obrigatórios, mas passará a exigir que 14 sejam gozados consecutivamente após o nascimento.</p>
<p>O pacote inclui ainda alterações nas regras de amamentação, no luto gestacional, no horário flexível para trabalhadores com responsabilidades familiares e na possibilidade de implementação da jornada contínua no setor privado.</p>
<p><strong>CGTP exige retirada integral da proposta</strong><br />
Perante o conjunto das alterações previstas, a CGTP mantém uma posição de total rejeição.</p>
<p>A central sindical considera que o diploma representa um retrocesso nos direitos dos trabalhadores e insiste que o único resultado aceitável é a retirada integral da proposta.</p>
<p>Tiago Oliveira continua a acreditar que a pressão social poderá influenciar o processo político, quer junto dos partidos com representação parlamentar, quer através de um eventual veto presidencial caso o diploma venha a ser aprovado.</p>
<p>Com a discussão parlamentar ainda sem data marcada, a greve geral de 3 de junho é encarada pelos sindicatos como uma demonstração de força destinada a condicionar o futuro da reforma laboral e a tentar impedir que as alterações avancem para a fase final de aprovação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770553]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Universidades ligadas ao Exército chinês procuraram acesso a chips avançados da Nvidia &#8212; Bloomberg</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 06:04:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos sete universidades chinesas ligadas ao setor militar procuraram obter acesso aos avançados processadores H200 da Nvidia, apesar dos controlos norte-americanos à exportação de tecnologia para a China, revelou hoje a agência Bloomberg.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos sete universidades chinesas ligadas ao setor militar procuraram obter acesso aos avançados processadores H200 da Nvidia, apesar dos controlos norte-americanos à exportação de tecnologia para a China, revelou hoje a agência Bloomberg.</P><br />
<P>Segundo uma investigação da agência de notícias, baseada em registos de contratação pública e documentos universitários, várias instituições chinesas tentaram adquirir os processadores H200 através de intermediários ou alugar capacidade de computação baseada nesses &#8216;chips&#8217;.</P><br />
<P>Esta última modalidade permitiria utilizar remotamente os processadores sem necessidade de importar fisicamente o equipamento para a China.</P><br />
<P>Entre as entidades identificadas figuram a Universidade Beihang e a Universidade Politécnica do Noroeste, integrantes dos chamados &#8220;Sete Filhos da Defesa Nacional&#8221;, um grupo de universidades estreitamente ligado ao desenvolvimento de tecnologias militares chinesas e sujeito a restrições comerciais impostas pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>A Bloomberg refere não ter encontrado provas de violações dos controlos de exportação norte-americanos nem evidências de que as universidades tenham conseguido obter os H200, mas considera que o interesse demonstrado evidencia a importância que os processadores da Nvidia continuam a ter para a investigação avançada em inteligência artificial.</P><br />
<P>Segundo a investigação, mais de 25 universidades e laboratórios chineses associados aos setores militar e da defesa utilizam ou tentaram obter gerações anteriores de processadores da Nvidia, incluindo os modelos A100, A800, H100 e H20.</P><br />
<P>A Nvidia rejeitou que esta situação indique qualquer dependência militar chinesa da sua tecnologia.</P><br />
<P>Um porta-voz da empresa classificou como &#8220;absurda&#8221; a ideia de que o Exército de Libertação Popular dependa de &#8220;algumas dezenas de GPU usadas&#8221;, acrescentando que a China dispõe de semicondutores nacionais suficientes para aplicações militares.</P><br />
<P>A embaixada chinesa em Washington reiterou a oposição de Pequim à &#8220;politização&#8221; e à &#8220;instrumentalização&#8221; das questões tecnológicas e económicas, defendendo a cooperação mutuamente benéfica entre a China e os Estados Unidos.</P><br />
<P>O caso ilustra as dificuldades enfrentadas por Washington para impedir que tecnologia norte-americana seja utilizada por instituições ligadas ao aparelho militar chinês, sobretudo após o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter autorizado a venda de chips H200 a determinados compradores chineses previamente verificados.</P><br />
<P>A Bloomberg destaca ainda que algumas universidades recorreram a contratos de aluguer de capacidade computacional para aceder remotamente aos processadores, uma prática que vários especialistas consideram uma potencial lacuna nos atuais controlos de exportação dos Estados Unidos.</P><br />
<P>A investigação surge poucos dias após a procuradoria de Taiwan suspeitar que servidores equipados com processadores avançados da Nvidia terão sido introduzidos ilegalmente na China após passagem pelo Japão, num caso ainda sob investigação.</P><br />
<P>Atualmente a empresa cotada mais valiosa do mundo, a Nvidia registou um lucro líquido de 58,3 mil milhões de dólares (cerca de 50 mil milhões de euros) no primeiro trimestre do seu exercício fiscal e alertou recentemente que não prevê receitas provenientes de centros de dados na China devido às restrições impostas por Washington à exportação de semicondutores avançados.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770859]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Transportes, saúde, educação, autarquias&#8230;: Tudo o que vai fechar, parar ou funcionar com limitações na greve geral de amanhã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 06:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A greve geral convocada pela CGTP para esta quarta-feira, deverá provocar perturbações significativas em vários setores da atividade económica e dos serviços públicos, com impacto esperado nos transportes, saúde, educação, administração pública, telecomunicações, comércio, indústria e comunicação social.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A greve geral convocada pela CGTP para esta quarta-feira, deverá provocar perturbações significativas em vários setores da atividade económica e dos serviços públicos, com impacto esperado nos transportes, saúde, educação, administração pública, telecomunicações, comércio, indústria e comunicação social.</p>
<p>A paralisação foi anunciada pela central sindical no Dia do Trabalhador, a 1 de maio, como forma de contestação à proposta de revisão da legislação laboral aprovada pelo Governo em Conselho de Ministros e que ainda terá de ser discutida e votada na Assembleia da República.</p>
<p>Ao longo das últimas semanas, dezenas de sindicatos e federações sindicais anunciaram a adesão à iniciativa, levando a CGTP a antecipar uma participação alargada em todo o país.</p>
<p>O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, tem defendido a necessidade de uma &#8220;luta em convergência&#8221; para travar aquilo que considera ser um ataque aos direitos dos trabalhadores. Já a UGT optou por não aderir à paralisação, entendendo que o momento mais adequado para uma mobilização nacional deverá ocorrer quando a proposta for debatida no Parlamento.</p>
<p><strong>Transportes públicos</strong><br />
Os transportes serão um dos setores mais afetados pela greve geral.</p>
<p>A Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (Fectrans) anunciou a adesão ao protesto e mobilizou trabalhadores de praticamente todas as empresas do setor.</p>
<p>Os pré-avisos de greve abrangem trabalhadores da CP – Comboios de Portugal, Metropolitano de Lisboa, Carris, Carristur, Transtejo/Soflusa, Fertagus, Metro do Porto, Metro Mondego e STCP.</p>
<p>Na CP já foram definidos serviços mínimos, mas a empresa alertou para fortes constrangimentos na circulação ferroviária entre os dias 2 e 4 de junho.</p>
<p>No Metropolitano de Lisboa, a paralisação deverá provocar a suspensão da circulação dos comboios entre as 23h00 de terça-feira, 2 de junho, e todo o dia 3 de junho. A reposição gradual do serviço está prevista para as 06h30 de 4 de junho.</p>
<p>A Carris também enfrentará limitações. O Tribunal Arbitral determinou serviços mínimos, garantindo o funcionamento de várias carreiras essenciais em metade do regime habitual. Algumas linhas terão circulação integral nos períodos de maior procura, nomeadamente entre as 06h00 e as 09h00 e entre as 16h00 e as 19h00.</p>
<p>Os transportes fluviais da Transtejo/Soflusa e os operadores suburbanos também poderão registar interrupções e atrasos significativos.</p>
<p><strong>Aviação e aeroportos</strong><br />
O setor da aviação será igualmente afetado.</p>
<p>O Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) e o Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos (Sitava) aderiram à greve, prevendo-se constrangimentos em centenas de voos.</p>
<p>Segundo estimativas sindicais, poderão ser afetadas cerca de 500 ligações aéreas.</p>
<p>Além da TAP, poderão registar-se perturbações nas operações de companhias como a SATA, Ryanair e easyJet.</p>
<p>Apesar disso, foram estabelecidos vários serviços mínimos para garantir ligações consideradas essenciais.</p>
<p>No caso da TAP, estarão assegurados voos para os Açores, Madeira, Angola, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, França, Luxemburgo, Alemanha e Itália.</p>
<p>Os passageiros afetados por cancelamentos poderão solicitar remarcações e compensações previstas na legislação aplicável.</p>
<p><strong>Saúde</strong><br />
Os serviços de saúde também deverão enfrentar constrangimentos significativos.</p>
<p>A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) confirmou a adesão dos médicos dos setores público, privado e social à greve geral.</p>
<p>A estrutura sindical considera que a revisão laboral poderá traduzir-se em horários mais extensos, aumento da precariedade e redução de direitos laborais.</p>
<p>Também o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) aderiu à paralisação.</p>
<p>A greve dos enfermeiros decorrerá entre as 00h00 e as 24h00 de 3 de junho, podendo produzir efeitos logo no turno da noite anterior.</p>
<p>Serão assegurados serviços mínimos, sobretudo nas áreas consideradas críticas.</p>
<p>Ao protesto juntam-se ainda os técnicos de emergência pré-hospitalar representados pelo STEPH.</p>
<p>Nos hospitais e clínicas privadas, vários trabalhadores manifestaram igualmente apoio à greve, sobretudo devido a reivindicações relacionadas com salários, horários e contratação coletiva.</p>
<p><strong>Escolas e ensino básico e secundário</strong><br />
A educação é outro dos setores onde se prevê uma adesão expressiva.</p>
<p>A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) entregou um pré-aviso de greve e apelou à participação dos docentes.</p>
<p>A paralisação acontece numa altura particularmente sensível do calendário escolar, coincidindo com a realização das provas de Português do 6.º ano.</p>
<p>O ministro da Educação, Fernando Alexandre, garantiu que as provas deverão decorrer normalmente, assegurando que será criada uma nova oportunidade para os alunos que eventualmente venham a ser afetados pela greve.</p>
<p>Além da Fenprof, o STOP convocou iniciativas de protesto ligadas à mobilização dos profissionais da educação.</p>
<p>A greve poderá provocar encerramento de escolas, suspensão de atividades letivas e dificuldades no funcionamento de serviços administrativos e de apoio.</p>
<p><strong>Ensino superior e investigação</strong><br />
O impacto da greve estende-se às universidades, institutos politécnicos e centros de investigação.</p>
<p>O Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESup) apresentou um pré-aviso de greve abrangendo docentes, investigadores e trabalhadores de instituições de ensino superior públicas.</p>
<p>A paralisação poderá afetar aulas, exames, atividades laboratoriais e serviços académicos.</p>
<p><strong>Administração pública</strong><br />
Os trabalhadores da administração pública também foram chamados a aderir à greve.</p>
<p>A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública apelou à participação dos funcionários públicos, defendendo aumentos salariais intercalares e a valorização dos serviços públicos.</p>
<p>Espera-se impacto em diversos organismos da administração central e local.</p>
<p><strong>Autarquias e serviços municipais</strong><br />
Os serviços municipais poderão sofrer perturbações relevantes.</p>
<p>O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) confirmou a adesão dos trabalhadores das autarquias e do setor empresarial local.</p>
<p>Entre os serviços potencialmente afetados encontram-se atendimento ao público, manutenção urbana, espaços verdes, obras municipais e recolha de resíduos.</p>
<p>Em Lisboa, o Sindicato dos Trabalhadores do Município apelou à participação dos funcionários da Câmara Municipal, juntas de freguesia e empresas municipais.</p>
<p><strong>Higiene urbana</strong><br />
A recolha de lixo e outros serviços de higiene urbana poderão sofrer atrasos ou interrupções em vários concelhos.</p>
<p>A adesão de trabalhadores municipais ao protesto poderá afetar operações de limpeza urbana, recolha de resíduos e manutenção do espaço público.</p>
<p><strong>Agência para a Integração, Migrações e Asilo</strong><br />
A situação poderá ser particularmente sensível na Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA).</p>
<p>O Sindicato dos Técnicos de Migração convocou uma greve de quatro dias, abrangendo os dias 1, 2, 3 e 5 de junho.</p>
<p>A paralisação poderá provocar atrasos adicionais em processos de regularização, renovações documentais e atendimento aos utentes.</p>
<p><strong>Telecomunicações e call centers</strong><br />
Os serviços de telecomunicações também deverão sentir os efeitos da greve.</p>
<p>O Sindicato Nacional dos Trabalhadores das Telecomunicações e Audiovisual (Sinttav) prevê uma adesão significativa entre trabalhadores de call centers e empresas de telecomunicações.</p>
<p>O Sindicato dos Trabalhadores de Telecomunicações e Comunicação Audiovisual (STT) emitiu igualmente um pré-aviso de greve que abrange trabalhadores efetivos, subcontratados, temporários e prestadores de serviços.</p>
<p>Os consumidores poderão enfrentar tempos de espera mais longos em linhas de apoio ao cliente e atendimento técnico.</p>
<p><strong>Comércio, escritórios e serviços</strong><br />
O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) confirmou a adesão à greve geral.</p>
<p>A paralisação poderá afetar estabelecimentos comerciais, centros logísticos, serviços administrativos e empresas de prestação de serviços em várias regiões do país.</p>
<p><strong>Indústria e Autoeuropa</strong><br />
Os trabalhadores do Parque Industrial da Autoeuropa aprovaram por unanimidade o apoio à greve geral.</p>
<p>A paralisação poderá ter impacto na produção industrial associada à fábrica e às empresas fornecedoras instaladas no complexo industrial de Palmela.</p>
<p>Também a Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro (Feviccom) aderiu ao protesto, o que poderá provocar constrangimentos em obras e unidades industriais.</p>
<p><strong>Hotelaria, turismo e restauração</strong><br />
A Federação dos Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal (Fesaht) confirmou igualmente a participação na greve.</p>
<p>O setor poderá enfrentar perturbações em hotéis, restaurantes, unidades turísticas e empresas ligadas à alimentação.</p>
<p><strong>Arquitetura e atividades técnicas</strong><br />
O Sindicato dos Trabalhadores em Arquitetura (Sintarq) aderiu à paralisação, considerando que a proposta de revisão laboral representa um retrocesso nos direitos dos trabalhadores.</p>
<p><strong>Comunicação social</strong><br />
Os profissionais da comunicação social também foram chamados à greve.</p>
<p>O Sindicato dos Jornalistas apelou à participação dos trabalhadores dos meios de comunicação, argumentando que a proposta laboral poderá agravar situações de precariedade já existentes no setor.</p>
<p>Dependendo da adesão, poderão verificar-se limitações em redações, serviços de produção e operações técnicas.</p>
<p><strong>Cultura</strong><br />
Embora nem todas as entidades culturais tenham formalizado adesões, vários equipamentos culturais poderão registar constrangimentos.</p>
<p>Em Lisboa, trabalhadores ligados ao Teatro Nacional D. Maria II participam em iniciativas integradas na greve, enquanto espaços geridos pela EGEAC poderão também sentir impactos decorrentes da paralisação.</p>
<p><strong>Uma das maiores mobilizações laborais dos últimos anos</strong><br />
Com adesões confirmadas em dezenas de organizações sindicais e abrangendo setores estratégicos da economia e dos serviços públicos, a greve geral de 3 de junho deverá assumir-se como uma das maiores jornadas de protesto laboral dos últimos anos em Portugal.</p>
<p>Os maiores impactos deverão concentrar-se nos transportes, saúde, educação, administração pública e aviação, mas os efeitos poderão estender-se a praticamente todas as áreas da atividade económica, refletindo a dimensão da contestação à revisão da legislação laboral atualmente em discussão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770642]]></sapo:autor>
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		<title>Governo lança hoje concurso de três milhões para garantir distribuição de jornais no interior: o que está em causa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 05:45:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[jornais]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Concurso, previsto no Plano de Ação para a Comunicação Social, terá um valor anual de um milhão de euros e será dividido em dois lotes: um para as regiões Norte e Centro e outro para Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo vai lançar na terça-feira um concurso público internacional de três milhões de euros para assegurar a distribuição diária de jornais em papel nos territórios de baixa densidade nos próximos três anos, adiantou à Lusa fonte do Governo.</p>
<p>O concurso, previsto no Plano de Ação para a Comunicação Social, terá um valor anual de um milhão de euros e será dividido em dois lotes: um para as regiões Norte e Centro e outro para Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve.</p>
<p>O Governo pretende, com este modelo, incentivar a entrada de novos operadores e promover a concorrência no sector da distribuição, através de uma medida destinada a garantir a chegada regular das publicações a todo o território continental e a evitar “desertos noticiosos”.</p>
<p>O executivo justificou a intervenção pública com a quebra das vendas em banca e a diminuição da população no interior do país, fatores que têm afetado a sustentabilidade da distribuição diária de jornais e têm conduzido à concentração da atividade num único operador.</p>
<p>De acordo com o Governo, a preparação do concurso foi “especialmente complexa” devido à existência de um único incumbente no mercado e a “problemas sérios” na informação partilhada por esse operador, situação que este “veio a reconhecer”.</p>
<p>O modelo de apoio assenta em dois pilares: o financiamento direto da distribuição através deste concurso e um apoio ao funcionamento de pontos de venda em territórios de baixa densidade, em parceria com os municípios.</p>
<p>Para este efeito, está em discussão um acordo-modelo entre a Portugal MediaLab e a Associação Nacional de Municípios Portugueses.</p>
<p>O apoio financeiro foi calculado com base nos custos da atividade, diferenças territoriais e evolução de despesas como combustíveis e salários.</p>
<p>Neste sentido, o concurso prevê o apoio à distribuição em 96 municípios de baixa densidade, com níveis de comparticipação diferenciados consoante a população e a densidade populacional de cada concelho, sendo que recebem maior comparticipação (125%) os 26 municípios portugueses com população inferior a cinco mil habitantes e menos de 18 pessoas por quilómetro quadrado.</p>
<p>Entre as obrigações do futuro adjudicatário está a garantia de pelo menos um ponto de venda em cada concelho do continente, o transporte não discriminatório de diferentes jornais e a prestação mensal de informação detalhada sobre vendas, custos e pontos de venda.</p>
<p>O aviso e o caderno de encargos do concurso serão publicados no dia 2 de Junho em &#8216;Diário da República&#8217; e no &#8216;Jornal Oficial&#8217; da União Europeia, estando prevista a apresentação de propostas durante 60 dias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770677]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pequim destina 12,2 mil milhões de euros a apoios à natalidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 05:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo chinês anunciou hoje a atribuição de 99,9 mil milhões de yuan (12,2 mil milhões de euros) para financiar em 2026 subsídios à natalidade, numa tentativa de travar o declínio demográfico e incentivar os nascimentos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo chinês anunciou hoje a atribuição de 99,9 mil milhões de yuan (12,2 mil milhões de euros) para financiar em 2026 subsídios à natalidade, numa tentativa de travar o declínio demográfico e incentivar os nascimentos.</P><br />
<P>O Ministério das Finanças da China informou que a verba representa um aumento de 10,6% face a 2025 e destina-se a apoiar o sistema nacional de subsídios à infância, através do qual as administrações locais atribuem apoios às famílias elegíveis.</P><br />
<P>Segundo um comunicado divulgado pelo ministério, a distribuição das ajudas previstas para 2026 está a decorrer de forma &#8220;estável e ordenada&#8221;, cabendo às autoridades de saúde a análise dos pedidos e a atribuição dos apoios.</P><br />
<P>O ministério assegurou ainda que continuará a trabalhar com a Comissão Nacional de Saúde para garantir a aplicação do programa, reforçar a fiscalização dos fundos e contribuir para a construção de uma &#8220;sociedade favorável à natalidade&#8221;.</P><br />
<P>Pequim suportará cerca de 90% do esforço financeiro total, uma vez que os 99,9 mil milhões de yuan atribuídos pelo Governo central representam a maior parte dos cerca de 110 mil milhões de yuan (13,4 mil milhões de euros) previstos para o programa em 2026.</P><br />
<P>A medida integra um conjunto de políticas destinadas a travar a quebra da população chinesa.</P><br />
<P>Em julho de 2025, as autoridades anunciaram um sistema nacional de subsídios à infância que prevê o pagamento de 3.600 yuan anuais (cerca de 430 euros) por cada criança com menos de três anos.</P><br />
<P>A China registou em 2022, 2023, 2024 e 2025 os primeiros quatro anos consecutivos de redução populacional desde o início da década de 1960.</P><br />
<P>Embora os nascimentos tenham aumentado ligeiramente em 2024, fenómeno parcialmente atribuído ao Ano do Dragão e a gravidezes adiadas durante a pandemia, os dados de 2025 voltaram a mostrar uma diminuição.</P><br />
<P>Nos últimos meses, Pequim acelerou outras medidas de apoio às famílias, incluindo a gratuitidade do último ano do pré-escolar, o reforço da rede de creches e planos para reduzir ou comparticipar os custos do parto através do seguro de maternidade.</P><br />
<P>As medidas surgem num contexto de baixa taxa de fecundidade, rápido envelhecimento da população e crescente relutância dos jovens chineses em casar e ter filhos, devido aos elevados custos da habitação, educação e cuidados infantis.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770858]]></sapo:autor>
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		<title>Ricardo Salgado conhece hoje decisão sobre pena única nos processos EDP e Operação Marquês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 05:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[caso EDP]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Marquês]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Salgado]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministério Público defendeu uma pena única entre 10 e 11 anos de prisão, mas com execução suspensa devido ao estado de saúde do antigo presidente do Banco Espírito Santo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Central Criminal de Lisboa deverá decidir esta terça-feira o cúmulo jurídico das penas aplicadas a Ricardo Salgado nos processos que resultaram do caso EDP e da Operação Marquês, depois de o Ministério Público ter defendido uma pena única entre 10 e 11 anos de prisão, mas com execução suspensa devido ao estado de saúde do antigo presidente do Banco Espírito Santo.</p>
<p>Em causa estão duas condenações já aplicadas ao ex-banqueiro. No processo resultante do chamado caso EDP, Ricardo Salgado foi condenado, em 2024, a seis anos e três meses de prisão por ter corrompido o antigo ministro Manuel Pinho, para que este beneficiasse o Grupo Espírito Santo em processos urbanísticos, entre outros. No processo separado da Operação Marquês, foi condenado, em 2022, a oito anos de prisão por abuso de confiança, por ter desviado, em 2011, 10,7 milhões de euros do GES.</p>
<p>A audiência para determinar o cúmulo jurídico decorreu a 26 de maio, no Campus da Justiça, em Lisboa. Nessa sessão, o procurador Rui Batista defendeu que a pena única deverá ser fixada em 11 anos de prisão, mas sustentou que o cumprimento efetivo em meio prisional deve ser suspenso, por considerar que o atual estado clínico de Ricardo Salgado torna incompatível a execução da pena.</p>
<p>O Ministério Público baseou a sua posição numa perícia médico-legal do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, datada de 11 de maio, que concluiu que o antigo banqueiro, de 81 anos e doente de Alzheimer, está incapaz de compreender o significado e a finalidade de uma pena de prisão. O relatório admite que Salgado possa manter uma perceção muito genérica da existência de um processo judicial, mas apenas como “replicação mecânica”, sem verdadeira consciência da relação entre os factos praticados, a condenação aplicada e o motivo da punição.</p>
<p>Durante a audiência, Rui Batista afirmou que “seria um ato inútil condenar alguém a uma pena que não entende” e defendeu que obrigar Ricardo Salgado a cumprir prisão seria contrário ao princípio da dignidade da pessoa humana. Para o Ministério Público, bastaria que o ex-banqueiro apresentasse relatórios médicos semestrais ao tribunal durante o período de suspensão da pena.</p>
<p>A perícia descreve ainda um quadro de forte degradação cognitiva e motora. Segundo o relatório, Ricardo Salgado não estará em condições de gerir autonomamente o quotidiano num estabelecimento prisional, necessitando de apoio para várias atividades diárias, incluindo alimentação, higiene pessoal, escolha de roupa, deslocações e administração de medicação.</p>
<p>O perito concluiu também que não existem atualmente indícios de perigosidade criminal relativamente a crimes económico-financeiros, considerando “muito improvável” que o antigo líder do BES volte a praticar ilícitos desta natureza devido ao seu estado cognitivo.</p>
<p>Apesar da decisão sobre o cúmulo jurídico destas duas condenações, Ricardo Salgado continua a responder noutros processos judiciais, incluindo o megaprocesso BES/GES e a Operação Marquês, embora tenha sido dispensado de comparecer presencialmente nas audiências devido à sua condição clínica.</p>
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