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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Dividendos da Galp arrancam hoje com pagamento de 0,33 euros por ação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 06:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
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		<category><![CDATA[galp]]></category>
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					<description><![CDATA[A Galp inicia esta quinta-feira o pagamento da segunda tranche do dividendo relativo ao exercício de 2025, com os acionistas elegíveis a receberem um valor bruto de 0,33 euros por ação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Galp inicia esta quinta-feira o pagamento da segunda tranche do dividendo relativo ao exercício de 2025, com os acionistas elegíveis a receberem um valor bruto de 0,33 euros por ação. O pagamento surge após aprovação em assembleia-geral realizada a 8 de maio, na qual foi validada uma distribuição total de dividendos de 0,64 euros por título referente aos resultados do ano passado.</p>
<p>A petrolífera já tinha efetuado, em agosto de 2025, um pagamento intercalar de 0,31 euros por ação. Com o montante agora distribuído, fica concluído o dividendo total aprovado para o exercício de 2025. Numa comunicação enviada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a empresa informou que “o montante remanescente do dividendo será pago a partir de 21 de maio de 2026”, recordando que a decisão foi aprovada pelos acionistas na reunião magna deste mês.</p>
<p>O calendário definido pela empresa estabeleceu o dia 19 de maio como “ex-dividend date”, o que significa que as ações adquiridas a partir dessa data já não conferem direito ao recebimento deste dividendo. Já a “record date”, utilizada para determinar quais os acionistas elegíveis para o pagamento, ficou fixada em 20 de maio, sendo o processamento realizado esta quinta-feira.</p>
<p>Os valores líquidos a receber pelos investidores variam de acordo com o enquadramento fiscal aplicável. Para os acionistas particulares sujeitos à taxa liberatória de IRS de 28%, o montante líquido corresponde a 0,2376 euros por ação. No caso das pessoas coletivas, sujeitas a uma taxa de IRC de 25%, o valor líquido ascende a 0,2475 euros por título.</p>
<p>O pagamento será efetuado através da Central de Valores Mobiliários, tendo o Banco Santander Totta como agente pagador responsável pela operação. A Galp sublinhou ainda que a entrada em ex-dividendo implica habitualmente um ajustamento técnico no valor das ações em bolsa, refletindo a distribuição do montante aos acionistas.</p>
<p>A distribuição agora concluída acompanha os resultados financeiros apresentados pela energética portuguesa relativos a 2025. A Galp terminou o último exercício com lucros de 1,15 mil milhões de euros e avançou com uma proposta de aumento de 4% no dividendo distribuído aos investidores, reforçando assim a remuneração acionista face ao ano anterior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765305]]></sapo:autor>
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		<title>Casamentos forçados aparecem pela primeira vez nas estatísticas das CPCJ em 2025 com 54 casos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 06:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão Nacional para os Direitos das Crianças e Jovens (CNDCJ) registou pela primeira vez no ano passado 54 casos de casamentos forçados, mantendo-se a violência doméstica como o principal motivo para aplicar medidas de proteção.</P><br />
<P>Os dados constam do sumário executivo do Relatório de Atividades 2025 das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ), que aponta para uma pressão crescente sobre o sistema de promoção e proteção de crianças e jovens.</P><br />
<P>Segundo o documento, as CPCJ registaram 94.743 processos em 2025, dos quais 60.250 eram novos e 34.493 transitaram de anos anteriores, refletindo uma &#8220;tendência estrutural de crescimento&#8221; de 29% nos últimos quatro anos.</P><br />
<P>As CPCJ receberam 62.204 comunicações de situações de perigo, sendo as forças de segurança e o setor da educação as principais entidades comunicantes. O relatório assinala também um aumento das denúncias anónimas.</P><br />
<P>Entre as tipologias de perigo mais frequentes continuam a destacar-se a negligência e a violência doméstica, seguidas dos comportamentos de perigo e das situações relacionadas com o direito à educação.</P><br />
<P>A negligência incidiu sobretudo na primeira infância, enquanto os comportamentos de perigo registaram maior expressão na adolescência.</P><br />
<P>O relatório refere que os casos de casamento precoce ou forçado surgem &#8220;pela primeira vez&#8221; nas estatísticas nacionais, com 54 situações sinalizadas em 2025.</P><br />
<P>A violência doméstica continua a ser a tipologia de perigo que mais motivou a aplicação de medidas de promoção e proteção, totalizando 6.420 medidas aplicadas.</P><br />
<P>No total, foram aplicadas 32.915 medidas de promoção e proteção, maioritariamente em meio natural de vida. A principal resposta continuou a ser o apoio junto dos pais, representando 85,3% das medidas, seguindo-se o apoio junto de outro familiar, com 7,9%.</P><br />
<P>O acolhimento familiar manteve expressão reduzida, apesar de um aumento face ao ano anterior, passando de 96 para 114 casos. Ainda assim, o número duplicou nos últimos cinco anos, segundo o documento.</P><br />
<P>As CPCJ realizaram 28.379 diagnósticos em 2025 e em 45,3% dos casos houve proposta de aplicação de medida de promoção e proteção.</P><br />
<P>O tempo médio para decisão inicial foi de 18 dias, embora o relatório admita maior pressão sobre o sistema durante o segundo semestre do ano.</P><br />
<P>As medidas cautelares e os procedimentos de urgência continuaram a ser utilizados de forma &#8220;excecional e criteriosa&#8221;. Em 2025 foram aplicadas 654 medidas cautelares e instaurados 266 procedimentos de urgência.</P><br />
<P>O relatório destaca também dificuldades estruturais no funcionamento das CPCJ, sobretudo ao nível dos recursos humanos e da composição das equipas.</P><br />
<P>Em 2025 existiam 3.965 representantes nas CPCJ, cerca de 83,7% do total previsto por lei, mantendo-se em falta 796 membros. Apenas 27% das comissões tinham composição completa.</P><br />
<P>O documento refere que 10 CPCJ funcionaram sem presidente e 13 sem secretário ao longo de 2025, situação que teve impacto na organização e funcionamento das estruturas.</P><br />
<P>Apesar disso, 98,4% das CPCJ cumpriram a periodicidade mínima das reuniões da modalidade restrita e 98,7% tinham regulamentos internos aprovados.</P><br />
<P>Em termos territoriais, o sistema atingiu cobertura total do país, com 315 CPCJ distribuídas pelos 308 concelhos, incluindo múltiplas comissões em Lisboa, Porto, Sintra e Vila Nova de Gaia.</P><br />
<P>A CNDCJ conclui que se mantém um &#8220;predomínio de perigos estruturais&#8221;, como negligência e violência, defendendo a necessidade de respostas preventivas, integradas e articuladas entre instituições.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765457]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>&#8220;No limite da dignidade humana&#8221;: Reformados saem hoje à rua em todo o País em protesto contra políticas do Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 05:45:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O MURPI promove esta quinta-feira um Dia de Indignação e Protesto em vários pontos do país, com tribunas públicas, concentrações e ações de rua destinadas a denunciar aquilo que considera ser a falta de respostas do Governo para os problemas enfrentados pelos reformados, pensionistas e idosos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O MURPI promove esta quinta-feira um Dia de Indignação e Protesto em vários pontos do país, com tribunas públicas, concentrações e ações de rua destinadas a denunciar aquilo que considera ser a falta de respostas do Governo para os problemas enfrentados pelos reformados, pensionistas e idosos. As iniciativas decorrem em cidades como Lisboa, Porto, Coimbra, Braga, Santarém, Évora, Beja, Marinha Grande, São João da Madeira e Benavente, mobilizando associações locais e dirigentes distritais ligados ao movimento.</p>
<p>A principal ação nacional está marcada para as 15h00, junto à escadaria da Assembleia da República, em Lisboa, onde o movimento pretende voltar a pressionar o Governo da AD por aumentos imediatos das reformas e pensões. A presidente da direção do MURPI, Isabel Gomes, acusa o executivo de ser “absolutamente insensível” às dificuldades vividas pelos idosos, afirmando que muitos pensionistas sobrevivem atualmente “no limite da dignidade humana”.</p>
<p>O movimento considera que os aumentos atribuídos às reformas continuam a ser insuficientes perante o agravamento do custo de vida e defende a necessidade de uma atualização intercalar urgente das pensões. Num apelo divulgado para as ações desta quinta-feira, o MURPI sublinha que “nem o Governo se comprometeu com o bónus, nem o bónus resolve a situação”, insistindo na reivindicação de “aumento intercalar para já e sem demoras”.</p>
<p>Entre as principais preocupações identificadas pelo movimento estão o baixo valor das reformas, o aumento dos preços da alimentação, da eletricidade, do gás e dos medicamentos, bem como as dificuldades crescentes no acesso aos cuidados de saúde e aos lares. Segundo o MURPI, muitos idosos enfrentam situações económicas cada vez mais graves e são obrigados a cortar em despesas essenciais para conseguirem sobreviver até ao final do mês.</p>
<p>O movimento alerta também para a falta de médicos de família para milhares de utentes e para os elevados custos associados às estruturas residenciais para idosos e aos serviços de apoio à terceira idade. De acordo com o MURPI, há reformados que estão a abdicar de medicamentos, alimentação equilibrada e outros bens essenciais devido à pressão provocada pelo aumento generalizado do custo de vida.</p>
<p>As iniciativas previstas para esta quinta-feira incluem tribunas públicas e concentrações em vários pontos do território nacional. Em Lisboa, a ação decorre às 15h00 junto à Assembleia da República. No Porto, a concentração está marcada para as 15h30, junto ao Metro da Trindade. Em Braga, a tribuna pública realiza-se às 15h00 na Praça da Justiça, junto à Segurança Social. Em Coimbra, a ação de protesto começa às 10h30 na Praça 8 de Maio.</p>
<p>Em Santarém, a iniciativa decorre às 11h00 no Largo Cândido dos Reis, junto aos antigos Correios, enquanto em Benavente a tribuna pública está agendada para as 15h00 no Parque 25 de Abril. Já em Évora, o protesto acontece às 10h30 no cruzamento da Rua João de Deus com o Largo Luís de Camões. Em Beja, o movimento promove uma concentração e desfile a partir das 10h00, com percurso entre a Praça da República, o Arco dos Prazeres, a Avenida Miguel Fernandes e as Portas de Mértola.</p>
<p>Na Marinha Grande, distrito de Leiria, a ação está marcada para as 16h00 no Jardim Luís de Camões, enquanto em São João da Madeira a tribuna pública terá lugar às 15h00 no anfiteatro da Avenida Renato Araújo. Segundo o MURPI, todas estas iniciativas pretendem dar visibilidade à situação social vivida por milhares de pensionistas portugueses e pressionar o Governo a avançar com medidas concretas para melhorar as condições de vida da população idosa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765286]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Consumidores apresentam queixa à Comissão Europeia contra Google, Meta e TikTok</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 05:40:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Trinta organizações de consumidores europeias apresentaram hoje uma queixa contra a Google, a Meta e o TikTok junto da Comissão Europeia por "terem falhado" no combate aos anúncios de burlas financeiras que aparecem nestas plataformas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Trinta organizações de consumidores europeias apresentaram hoje uma queixa contra a Google, a Meta e o TikTok junto da Comissão Europeia por &#8220;terem falhado&#8221; no combate aos anúncios de burlas financeiras que aparecem nestas plataformas.</P><br />
<P>A denúncia surge após a análise da política publicitária das empresas tecnológicas em treze países europeus e a deteção de quase 900 anúncios fraudulentos entre dezembro de 2025 e março de 2026, informou a Associação Europeia de Consumidores (BEUC, na sigla em francês), em comunicado.</P><br />
<P>Após tomarem conhecimento destes anúncios, a Google eliminou 60% dos que foram denunciados à empresa, a Meta apagou 43% e o TikTok, 23%, indicou a BEUC, que, juntamente com outras 29 organizações, acusa as empresas de violarem a Lei dos Serviços Digitais (DSA, na sigla inglesa) da UE.</P><br />
<P>&#8220;A Meta, a TikTok e a Google não só não eliminam de forma proativa os anúncios fraudulentos, como também não agem com a suficiente firmeza quando são notificadas sobre este tipo de fraudes&#8221;, afirmou o diretor-geral da BEUC, Agustí Reyna.</P><br />
<P>Por isso, as organizações pedem à Comissão Europeia e às autoridades nacionais, às quais também apresentaram uma denúncia, que investiguem a política publicitária das três empresas e imponham multas se &#8220;continuarem a não cumprir&#8221; as suas obrigações.</P><br />
<P>&#8220;É fundamental exigir responsabilidades à Meta, à TikTok e à Google. Se não tomarem medidas contra os esquemas de fraude financeira que circulam nas suas plataformas, os burlões continuarão a chegar a milhões de consumidores europeus diariamente, colocando as pessoas em risco de perder centenas ou milhares de euros devido à fraude&#8221;, acrescentou Reyna. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765456]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Explicador: Novo &#8216;choque fiscal&#8217; na habitação já entrou em vigor. Veja aqui todas as mudanças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 05:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[choque fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[explicador]]></category>
		<category><![CDATA[habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O diploma define, com elevado grau de detalhe técnico, regras de resolução contratual, transmissão de posição contratual, registo predial, fiscalização, restituição de imposto e isenções fiscais, introduzindo mecanismos de controlo e sanções em caso de incumprimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi publicado <a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/decreto-lei/97-2026-1124493227" target="_blank" rel="noopener">ontem em Diário da República</a> e já se encontra em vigor um novo diploma que estabelece alterações profundas ao regime dos contratos de investimento associados ao arrendamento habitacional, cria um regime de restituição parcial do IVA na construção de habitação própria e permanente e institui o regime simplificado de arrendamento acessível (RSAA).</p>
<p>O diploma define, com elevado grau de detalhe técnico, regras de resolução contratual, transmissão de posição contratual, registo predial, fiscalização, restituição de imposto e isenções fiscais, introduzindo mecanismos de controlo e sanções em caso de incumprimento.</p>
<p>Fique a conhecer, no explicador abaixo, todas as regras e mudanças.</p>
<h5>Contratos de investimento para arrendamento habitacional</h5>
<h6>O que acontece se houver resolução do contrato?</h6>
<p>O artigo 7.º define um regime sancionatório particularmente exigente.</p>
<p>Sempre que haja resolução do contrato de investimento nos termos legalmente previstos, o investidor perde todos os benefícios fiscais atribuídos até à data da notificação da resolução.</p>
<p>Mas não só.</p>
<p>Além da perda dos benefícios, há obrigação de devolução parcial dos montantes correspondentes às seguintes percentagens:</p>
<ul>
<li>100 % dos benefícios, se o incumprimento ocorrer nos primeiros 10 anos de vigência;</li>
<li>50 %, se ocorrer após 10 anos e antes de faltarem cinco anos para o termo do contrato;</li>
<li>30 %, se ocorrer nos últimos cinco anos de vigência.</li>
</ul>
<h6>
Em que prazo têm de ser devolvidos os valores?</h6>
<p>Os montantes devem ser pagos no prazo de 30 dias após a notificação da resolução.</p>
<p>Sobre esses valores incidem juros compensatórios, nos termos do artigo 35.º da Lei Geral Tributária.</p>
<p>Se não houver pagamento voluntário dentro do prazo, segue-se procedimento executivo.</p>
<h5>Transmissão da posição contratual</h5>
<h6>É possível transmitir o contrato de investimento?</h6>
<p>Sim, mas apenas se forem cumpridas cumulativamente três condições:</p>
<p>Os imóveis afetos ou a afetar ao arrendamento habitacional devem ser alienados na totalidade ao transmissário;<br />
O transmissário deve demonstrar que cumpre os requisitos de elegibilidade;<br />
O contrato de transmissão deve incluir a assunção expressa das condições e deveres previstos no CIA e no respetivo anexo.</p>
<p>Esta assunção tem de constar obrigatoriamente do título de transmissão. Caso contrário, o negócio jurídico é nulo.</p>
<h6>Existe obrigação de comunicação prévia?</h6>
<p>Sim.</p>
<p>O signatário do contrato tem de comunicar ao IHRU, I. P., com 20 dias de antecedência, as propostas de alienação, demonstrando que os requisitos estão preenchidos.</p>
<h6>Quem autoriza a transmissão?</h6>
<p>A transmissão só produz efeitos após despacho do membro do Governo responsável pela área da habitação, sob proposta do IHRU, I. P.</p>
<h5>Registo predial obrigatório</h5>
<p>A autorização para transmissão constitui um ónus sujeito a registo predial.</p>
<p>Esse registo:</p>
<p>É promovido gratuitamente pelo IHRU, I. P.;<br />
Caduca no termo da vigência do contrato;<br />
Pode ser cancelado ou reduzido com base em declaração emitida pelo IHRU, I. P.</p>
<h5>
Fiscalização e acompanhamento</h5>
<h6>Quem fiscaliza?</h6>
<p>A fiscalização do cumprimento dos contratos de investimento compete ao IHRU, I. P., sem prejuízo das competências próprias da Autoridade Tributária e Aduaneira.</p>
<h6>Há troca obrigatória de informação?</h6>
<p>Sim.</p>
<p>A Autoridade Tributária deve prestar ao IHRU toda a informação necessária, incluindo:</p>
<ul>
<li>Dados da matriz predial;</li>
<li>Elementos das declarações previstas no Código do IMT;</li>
<li>Dados do Código do Imposto do Selo.</li>
</ul>
<h6>Existe obrigação de relatório anual?</h6>
<p>O investidor tem de enviar ao IHRU um relatório anual da execução do contrato, nos termos a definir por despacho governamental.</p>
<p>Toda a informação deve ser comunicada através de plataforma eletrónica disponibilizada pelo IHRU.</p>
<p>Além disso, para efeitos do Estatuto dos Benefícios Fiscais, o IHRU disponibiliza à Autoridade Tributária os contratos celebrados e respetivos elementos.</p>
<h5>Restituição parcial do IVA na construção de habitação própria</h5>
<h6>Quem pode beneficiar?</h6>
<p>Podem beneficiar pessoas singulares que:</p>
<ul>
<li>Contratem empreitadas de construção fora do exercício de atividade empresarial;</li>
<li>Tenham exigibilidade de IVA até 31 de dezembro de 2032;</li>
<li>Construam imóvel destinado a habitação própria e permanente.</li>
</ul>
<h6>Existem limites patrimoniais?</h6>
<p>Sim.</p>
<p>O valor patrimonial ou o valor de aquisição do terreno acrescido dos custos de construção (sem IVA) não pode exceder os limites máximos definidos no diploma.</p>
<p>São considerados custos de construção:</p>
<ul>
<li>Bens móveis incorporados com caráter permanente;</li>
<li>Equipamentos fixos;</li>
<li>Serviços que valorizem o imóvel.</li>
</ul>
<p>Se o terreno tiver sido adquirido gratuitamente, conta o valor considerado para efeitos de imposto do selo.</p>
<h6>O imóvel tem de ser residência permanente?</h6>
<p>Sim.</p>
<p>Tem de ser afeto a habitação própria e permanente no prazo de seis meses após a emissão do título de utilização.</p>
<p>Essa afetação deve manter-se por pelo menos 12 meses, salvo circunstâncias excecionais previstas no Código do IRS.</p>
<h6>Que despesas são elegíveis?</h6>
<p>É elegível o IVA suportado em empreitadas de construção:</p>
<ul>
<li>À taxa normal;</li>
<li>Com faturas legalmente emitidas;</li>
<li>Comunicadas nos termos legais.</li>
</ul>
<p>Não é elegível a mera aquisição isolada de materiais.</p>
<h6>Como é feito o pedido?</h6>
<p>O pedido:</p>
<ul>
<li>É apresentado exclusivamente por via eletrónica;</li>
<li>No prazo de 12 meses após a emissão do título de utilização;</li>
<li>Deve incluir identificação do imóvel, contratos de empreitada, comprovativo do terreno, faturas e identificação de comproprietários.</li>
</ul>
<p>A Autoridade Tributária tem 150 dias para proceder à restituição.</p>
<h6>Quanto é restituído?</h6>
<p>O montante corresponde à diferença entre:</p>
<ul>
<li>O IVA suportado à taxa normal;</li>
<li>O IVA que resultaria da aplicação da taxa reduzida.</li>
</ul>
<p>O pagamento é feito por transferência bancária para o IBAN registado na base de dados da AT.</p>
<h6>Pode haver devolução do benefício?</h6>
<p>Sim.</p>
<p>Se deixar de se verificar qualquer condição, a AT pode corrigir o montante no prazo de quatro anos, emitindo liquidação adicional.</p>
<h5>Regime simplificado de arrendamento acessível (RSAA)</h5>
<h6>O que é?</h6>
<p>É um regime que:</p>
<ul>
<li>Define requisitos dos contratos de arrendamento acessível;</li>
<li>Estabelece benefícios fiscais;</li>
<li>Regula programas municipais;</li>
<li>Enquadra contratos celebrados por entidades públicas.</li>
<li>Quais os contratos abrangidos?</li>
</ul>
<p>Aplica-se a:</p>
<ul>
<li>Arrendamento habitacional;</li>
<li>Arrendamento para subarrendamento;</li>
<li>Subarrendamento habitacional;</li>
<li>Programas municipais aprovados por municípios ou entidades intermunicipais.</li>
<li>Que finalidades são permitidas?</li>
</ul>
<p>Os contratos podem destinar-se a:</p>
<ul>
<li>Residência permanente;</li>
<li>Residência temporária (em caso de deslocação fiscal para concelho distinto).</li>
</ul>
<p>No caso de parte de habitação, exige-se:</p>
<ul>
<li>Acesso autónomo;</li>
<li>Casa de banho completa;</li>
<li>Cozinha;</li>
<li>Quarto com janela exterior.</li>
</ul>
<h6>Existe limite máximo de renda?</h6>
<p>Sim.</p>
<p>A renda mensal deve ser igual ou inferior a 80 % da mediana de rendas divulgada pelo INE para o concelho.</p>
<p>Os limites são atualizados automaticamente segundo o fator previsto no NRAU.</p>
<p>Não incluem encargos previstos no Código Civil.</p>
<h6>Qual o prazo mínimo dos contratos?</h6>
<ul>
<li>3 anos para residência permanente;</li>
<li>3 meses para residência temporária (renovável).</li>
</ul>
<h6>Qual o regime fiscal?</h6>
<p>Os rendimentos prediais que cumpram os requisitos estão isentos de:</p>
<ul>
<li>IRS;</li>
<li>IRC.</li>
</ul>
<p>Se houver opção pelo englobamento, os rendimentos isentos contam para determinação da taxa aplicável aos restantes rendimentos.</p>
<p>O senhorio deve submeter na plataforma do IHRU:</p>
<ul>
<li>Cópia do contrato;</li>
<li>Comprovativo da comunicação no Portal das Finanças.</li>
</ul>
<p>O IHRU comunica à Autoridade Tributária até final de fevereiro.</p>
<p>A isenção produz efeitos desde a celebração.</p>
<p>Aplica-se igualmente às renovações e mantém-se em caso de transmissão do imóvel.</p>
<h6>O que acontece em caso de incumprimento?</h6>
<p>Há perda dos benefícios fiscais desde o momento do incumprimento.</p>
<p>O contribuinte deve regularizar a diferença de imposto, acrescida de juros compensatórios.</p>
<p>A verificação compete ao IHRU, com audiência prévia dos interessados.</p>
<p>O prazo de caducidade do direito à liquidação suspende-se nos termos da Lei Geral Tributária.</p>
<h6>E os programas municipais?</h6>
<p>Os contratos celebrados no âmbito de programas municipais beneficiam igualmente do regime fiscal, desde que respeitem:</p>
<ul>
<li>Limites máximos de renda;</li>
<li>Prazos mínimos contratuais.</li>
</ul>
<p>O município comunica o programa ao IHRU.</p>
<p>Se não houver compatibilidade, há audiência prévia.</p>
<p>O município pode cumprir obrigações declarativas por conta dos proprietários, com consentimento.</p>
<h5>Arrendamento acessível público</h5>
<p>Entidades públicas podem celebrar contratos ao abrigo do regime, desde que os imóveis não estejam vinculados a arrendamento apoiado.</p>
<p>Estes contratos consideram-se celebrados em modalidade de renda reduzida, quando cumpram os critérios legais aplicáveis.</p>
<p>Podem ainda servir para assegurar transição entre regimes de arrendamento.</p>
<p>As entidades públicas podem estabelecer limites mais exigentes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765222]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Dia de calor, mas desta vez com poeiras de África (e estas vão ser as zonas mais afetadas)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 05:15:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal continental enfrenta esta quinta-feira um episódio de calor intenso acompanhado pela chegada de poeiras provenientes do deserto do Saara, numa situação meteorológica invulgar para o mês de maio e que deverá prolongar-se até ao fim de semana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental enfrenta esta quinta-feira um episódio de calor intenso acompanhado pela chegada de poeiras provenientes do deserto do Saara, numa situação meteorológica invulgar para o mês de maio e que deverá prolongar-se até ao fim de semana. As temperaturas máximas voltam hoje a subir em grande parte do território, com várias regiões a ultrapassarem os 30 graus, enquanto uma vasta nuvem de poeiras africanas deverá degradar temporariamente a qualidade do ar e alterar o aspeto do céu em todo o país.</p>
<p>As previsões são do portal especializado <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/extensa-lingua-de-poeiras-do-saara-invade-portugal-a-partir-de-quinta-21-de-maio-eis-ate-quando-e-zonas-mais-afetadas.html" target="_blank" rel="noopener">Tempo.pt</a>, que aponta para a entrada de uma massa de ar muito quente e seca oriunda do Norte de África, transportada por um fluxo de sul e sudeste. O fenómeno começou a intensificar-se durante a tarde de quarta-feira, mas deverá atingir hoje um dos momentos mais críticos, tanto ao nível do calor como da concentração de partículas em suspensão na atmosfera.</p>
<p>Segundo os modelos meteorológicos divulgados pelo portal, as poeiras saarianas começaram a entrar em território nacional durante a madrugada desta quinta-feira através do Algarve, espalhando-se gradualmente de sul para norte ao longo do dia. A intrusão deverá atingir praticamente todo o território continental, com especial incidência nas regiões do litoral, onde se esperam as concentrações mais elevadas entre esta quinta-feira e sexta-feira.</p>
<p>O episódio está associado a uma configuração atmosférica que favorece o transporte direto de ar tropical continental desde o Norte de África até à Península Ibérica. Essa circulação não só impulsiona o aumento das temperaturas como promove também o levantamento e transporte de grandes quantidades de poeiras do Saara. Como consequência, o céu deverá apresentar tonalidades esbranquiçadas, amareladas e por vezes acastanhadas ou alaranjadas, dependendo da densidade das partículas em suspensão.</p>
<p>Além das alterações visuais, as poeiras poderão provocar uma deterioração temporária da qualidade do ar, sobretudo nas regiões do Sul e Centro. O portal alerta que a qualidade do ar poderá passar de “boa” para “moderada” em várias zonas do país. As partículas em suspensão representam um risco acrescido para pessoas com doenças respiratórias e cardiovasculares, podendo agravar sintomas, desencadear crises de asma e reações alérgicas.</p>
<p>Os especialistas referem ainda que, embora estas poeiras sejam compostas essencialmente por minerais, podem transportar outros elementos potencialmente nocivos, incluindo bactérias, vírus, pólens, fungos, ferro, mercúrio e pesticidas acumulados ao longo do percurso atmosférico desde o deserto africano até à Europa.</p>
<p>Ao nível das temperaturas, a subida deverá continuar esta quinta-feira, com aumentos entre dois e três graus na maioria das regiões. No Nordeste Transmontano e no Douro, a subida poderá atingir os quatro a cinco graus. O Alentejo continua entre as regiões mais quentes do país, com valores previstos entre os 28 e os 33 graus, sobretudo nas zonas do interior. Também várias localidades da região Centro, como Tomar e Sertã, deverão aproximar-se ou ultrapassar os 30 graus.</p>
<p>Apesar do calor generalizado, o litoral oeste deverá manter temperaturas relativamente mais amenas devido à influência atlântica. Ainda assim, as previsões indicam que precisamente as zonas costeiras poderão ser das mais afetadas pela presença das poeiras em suspensão.</p>
<p>De acordo com os mapas meteorológicos citados pelo portal, a área entre Lisboa e o Barlavento Algarvio deverá estar hoje entre as mais expostas ao fenómeno. Já durante a manhã e início da tarde de sexta-feira, o litoral entre a Marinha Grande e Viana do Castelo poderá tornar-se a região mais afetada pela concentração de poeiras africanas.</p>
<p>Os meteorologistas preveem que este corredor atmosférico entre o Norte de África e a Península Ibérica permaneça ativo durante aproximadamente três dias, permitindo o transporte contínuo de poeiras em direção a Portugal e até a vários países do Norte da Europa, incluindo zonas da Escandinávia.</p>
<p>Além da degradação da qualidade do ar, o fenómeno poderá provocar redução da visibilidade e deixar superfícies exteriores cobertas por partículas de pó, sobretudo automóveis, varandas e mobiliário urbano. O portal indica ainda que as concentrações de poeiras deverão começar a diminuir gradualmente a partir da segunda metade de sexta-feira, embora o fenómeno possa persistir até sábado à tarde, especialmente nas regiões situadas a sul do sistema montanhoso Montejunto-Estrela.</p>
<p>No entanto, o fim de semana poderá trazer uma mudança significativa no estado do tempo. Segundo as previsões meteorológicas, a aproximação de uma gota fria no sábado poderá originar instabilidade atmosférica, com possibilidade de ocorrência de trovoadas e chuva nas regiões Norte e Centro do país, após vários dias marcados pelo calor intenso e pela presença de poeiras africanas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765312]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bruxelas divulga hoje primeiras previsões económicas após início de guerra do Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 05:14:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia divulga hoje as previsões económicas de primavera, as primeiras desde o início da guerra do Irão causada pelos ataques norte-americanos e israelitas em fevereiro passado, esperando-se um crescimento económico mais lento e maior pressão inflacionista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão Europeia divulga hoje as previsões económicas de primavera, as primeiras desde o início da guerra do Irão causada pelos ataques norte-americanos e israelitas em fevereiro passado, esperando-se um crescimento económico mais lento e maior pressão inflacionista.</P><br />
<P>A divulgação ocorre quando se assinalam quase três meses desde o início do conflito, que impactou o fornecimento de petróleo e gás à União Europeia (UE), altamente dependente de combustíveis fósseis importados e exposta às tensões geopolíticas.</P><br />
<P>As previsões atualizadas deverão refletir uma desaceleração do crescimento económico europeu este ano e no próximo, já afetado pela incerteza global e pela menor procura externa, bem como maior pressão sobre a inflação, sobretudo através da energia e das cadeias de abastecimento.</P><br />
<P>Isto num contexto em que os países da UE têm pouca margem orçamental para responder, dado que esta é a segunda crise energética em quatro anos, e tentam responder a novos desafios ao nível da defesa e segurança.</P><br />
<P>Uma análise de cenários realizada pela Comissão Europeia e divulgada no final de março aponta que, perante uma curta duração da crise energética, o crescimento da UE poderá ficar 0,2 a 0,4 pontos percentuais abaixo do previsto nas previsões económicas de outono, divulgadas em novembro passado.</P><br />
<P>Por seu lado, a inflação poderá subir até um ponto percentual.</P><br />
<P>Se as disrupções no fornecimento de energia forem mais prolongadas ou graves, o impacto será maior, de acordo com Bruxelas, que prevê que o crescimento poderá recuar 0,4 a 0,6 pontos percentuais, e a inflação aumentar entre 1,1 e 1,5 pontos percentuais, tanto em 2026 como em 2027.</P><br />
<P>Os impactos orçamentais serão avaliados nas previsões económicas que serão divulgadas hoje pelo executivo comunitário pelas 10:30 de Lisboa.</P><br />
<P>Numa audição parlamentar no início de abril, o comissário europeu da Economia, Valdis Dombrovskis, defendeu que Portugal pode ter &#8220;alguma margem de manobra&#8221; para lidar com a crise causada pelo conflito no Médio Oriente dada a sua situação orçamental, mas admitiu impactos nos preços dos combustíveis e no poder de compra.</P><br />
<P>O conflito no Médio Oriente começou em 28 de fevereiro de 2026, quando os Estados Unidos e Israel atacaram o Irão, que retaliou com mísseis e drones, bem como com o bloqueio parcial do Estreito de Ormuz, importante rota do petróleo mundial.</P><br />
<P>Tal bloqueio tem vindo a causar forte aumento dos preços de petróleo e gás, volatilidade nos mercados de energia e receios de falta de combustível.</P><br />
<P>Após quase três meses de conflito, o cessar-fogo provisório em vigor trouxe algum alívio, mas a incerteza geopolítica e os impactos devem persistir nos próximos meses.</P><br />
<P>Nas previsões económicas de outono, divulgadas em meados de novembro passado, o executivo comunitário estimou que o Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal avance 2,2% em 2026, mantendo a projeção anterior, e 2,1% em 2027.</P><br />
<P>Na altura, a Comissão Europeia falou numa subida de 1,2% do PIB da zona euro este ano, uma revisão em baixa de dois pontos percentuais, e de 1,4% em 2027.</P><br />
<P>No conjunto da UE, Bruxelas estimou um aumento de 1,4% do PIB em 2026, uma descida relativamente aos 1,5% anteriormente projetados, bem como de 1,5% em 2027.</P><br />
<P>Quanto à inflação, a Comissão Europeia antecipou descidas na zona euro para 2,1% em 2026 e para 2% em 2027.</P><br />
<P>Tendo em conta os 27 Estados-membros da UE, foi projetado que a inflação se situe em 1,9% em 2026 e em 2,2% em 2027, segundo a Comissão Europeia, que previu ainda uma taxa de 2% em Portugal em 2026 e 2027.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765455]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Alemanha propõe associação da Ucrânia à União Europeia antes da adesão formal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 05:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O chanceler alemão Friedrich Merz sugere associar a Ucrânia à União Europeia, na ausência de uma adesão que levará tempo, numa carta dirigida aos líderes da UE, obtida hoje pela agência de notícias France-Presse (AFP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chanceler alemão Friedrich Merz sugere associar a Ucrânia à União Europeia, na ausência de uma adesão que levará tempo, numa carta dirigida aos líderes da UE, obtida hoje pela agência de notícias France-Presse (AFP).</P><br />
<P>&#8220;É evidente que não seremos capazes de concluir o processo de adesão num futuro próximo, tendo em conta os inúmeros obstáculos, bem como as complexidades políticas dos procedimentos de ratificação&#8221;, escreve Merz.</P><br />
<P>Consequentemente, Berlim propõe conceder a Kiev o estatuto de &#8220;membro associado&#8221;, uma &#8220;etapa decisiva&#8221; antes de uma adesão plena e completa.</P><br />
<P>O chefe do Governo alemão esclarece que não se trata de uma forma de &#8220;adesão &#8216;light'&#8221;, de segunda categoria, em resposta a uma Ucrânia que sempre se mostrou reticente face a diferentes ideias que visam fazê-la esperar no caminho da adesão.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reivindica uma &#8220;adesão plena&#8221; à UE, de preferência em 2027.</P><br />
<P>Na carta, dirigida, entre outros, ao presidente do Conselho Europeu, António Costa, e à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, Merz detalha como poderá ser o estatuto de &#8220;membro associado&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o governante alemão, este permitiria à Ucrânia participar em certas reuniões do Conselho Europeu, que reúne os chefes de Estado e de Governo da UE, dispor de um comissário europeu &#8220;associado&#8221;, sem pasta, e de deputados europeus &#8220;associados&#8221;, sem direito de voto.</P><br />
<P>A Ucrânia obteve, em dezembro de 2023, o estatuto de candidato oficial à adesão à UE, mas as negociações de adesão estão paralisadas desde então, devido a um veto da Hungria, então liderada por Viktor Orbán. </P><br />
<P>A vitória de Peter Magyar nas legislativas húngaras de 12 de abril muda a situação, pelo que a Alemanha e a maioria dos outros países da UE esperam que as negociações de adesão arranquem oficialmente, embora já tenham sido realizadas discussões informais com Kiev.</P><br />
<P>As negociações prometem ser longas e árduas, nomeadamente no que diz respeito ao setor agrícola. A Ucrânia é um importante produtor agroalimentar e o seu peso preocupa alguns países, entre os quais a França.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765454]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Especialistas apelam ao fim do estigma na comunicação da obesidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 05:00:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Especialistas e a Associação de Pessoas que Vivem com Obesidade apelam a uma mudança na comunicação sobre a obesidade, alertando que a linguagem e imagens usadas por profissionais de saúde e media podem perpetuar o estigma e discriminação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Especialistas e a Associação de Pessoas que Vivem com Obesidade apelam a uma mudança na comunicação sobre a obesidade, alertando que a linguagem e imagens usadas por profissionais de saúde e media podem perpetuar o estigma e discriminação.</P><br />
<P>Para melhorar a comunicação sobre a doença, a Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade (SPEO), a Associação Portuguesa de Pessoas que Vivem com Obesidade (ADEXO) e a Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil lançaram o guia &#8220;As palavras pesam &#8212; Como falar de obesidade&#8221;.</P><br />
<P>Divulgado a propósito do Dia Nacional da Luta contra a Obesidade, que se assinala no sábado, o documento reúne recomendações dirigidas a profissionais de saúde, instituições académicas, entidades governamentais e comunicação social.</P><br />
<P>O guia defende uma linguagem centrada &#8220;na pessoa, isenta de juízos críticos, atribuições de culpa, rótulos e simplificações&#8221;, privilegiando expressões como &#8220;pessoa que vive com obesidade&#8221; em vez de &#8220;pessoa obesa&#8221;.</P><br />
<P>A obesidade deve ser reconhecida como doença crónica multifatorial e não como resultado de escolhas individuais, devendo também ser valorizado o esforço associado à mudança de comportamentos, mesmo quando os resultados não são imediatos.</P><br />
<P>Segundo o documento, deve ser evitada linguagem pejorativa sobre o tamanho da pessoa, o seu peso ou a sua relação com a comida.</P><br />
<P>Recomenda ainda evitar expressões como &#8220;luta contra a obesidade&#8221; ou &#8220;vencer a obesidade&#8221;, classificações como &#8220;obesidade móbida&#8221; e imagens estereotipadas que retratem pessoas com obesidade como sedentárias, tristes ou pouco saudáveis.</P><br />
<P>O presidente da ADEXO, Carlos Oliveira, criticou, em declarações à agência Lusa, a forma como a obesidade é retratada nos &#8216;media&#8217;.</P><br />
<P>&#8220;O principal problema que existe na comunicação é a forma como a maioria, especialmente os jornalistas, a encaram. Em vez de termos uma comunicação positiva, temos uma comunicação negativa&#8221;, lamentou.</P><br />
<P>Carlos Oliveira afirmou que, na maioria dos jornais, a cobertura jornalística sobre obesidade recorre a imagens como &#8220;um hambúrguer ou um meio corpo muito gordo&#8221;, o que considera não corresponder à realidade.</P><br />
<P>&#8220;As pessoas com obesidade têm vidas, fazem coisas, não são assim. E é muito importante desmistificar isto e mostrar de forma positiva aquilo que é a vida destas pessoas&#8221;, salientou.</P><br />
<P>O responsável exemplificou que o primeiro contacto de uma pessoa com obesidade com um médico é frequentemente tratado como &#8220;um momento zero&#8221;, mas sublinhou que &#8220;por trás do que se vê está uma vida inteira de luta&#8221;, com tentativas de controlo do peso e recaídas.</P><br />
<P>Carlos Oliveira vincou ainda que a obesidade é uma doença biológica, em que &#8220;a grande maioria dos doentes são resistentes à leptina e não conseguem queimar gordura&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Só queimam gordura em situações extremas. Isto é um problema biológico e não comportamental,&#8221; com o cérebro a induzir a ingestão alimentar para garantir energia e sobrevivência, referiu, questionando: &#8220;Porque é que havemos de afundar ainda mais estas pessoas, pondo as coisas da forma como se põem&#8221;.</P><br />
<P>O presidente da SPEO, José Silva Nunes, acrescentou que persiste na sociedade uma visão que estigmatiza e discrimina a pessoa com obesidade, associando-a à falta de força de vontade, quando se trata de uma doença neurobiológica de base genética, crónica e de &#8220;uma complexidade extrema&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta visão da sociedade intrincada ao longo de décadas tem que ser desconstruída&#8221;, disse, defendendo a importância da comunicação social ajudar a alinhar a narrativa com a evidência científica atual.</P><br />
<P>Para o responsável pelo serviço de endocrinologia, diabetes e metabolismo da ULS São José, em Lisboa, essa mudança deve ocorrer ao nível da linguagem, mas também nas imagens utilizadas.</P><br />
<P>&#8220;Quando se fala de pessoas com obesidade, estas são às vezes ridicularizadas ou alvo de chacota. Só com a ajuda da comunicação social é que nós conseguimos mudar a forma como a sociedade ainda vê a doença obesidade e a pessoa que vive com essa doença&#8221;, salientou.</P><br />
<P>José Silva Nunes defendeu ainda ser necessário atuar junto dos profissionais de saúde, para evitar discursos como &#8220;coma menos e mexa-se mais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quando se mantém a ideia de que a obesidade resulta apenas de falta de força de vontade, está-se a perpetuar desigualdades e estigma&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Segundo dados do Eurostat de 2025, o peso em excesso afeta 38,2% da população adulta em Portugal e a obesidade 17%. </P><br />
<P>Entre crianças dos sete aos nove anos, em 2022, 31,9% apresentava peso em excesso e 13,5% obesidade.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765453]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Colômbia destitui representante diplomático boliviano em Bogotá</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/colombia-destitui-representante-diplomatico-boliviano-em-bogota/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 04:25:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo colombiano destituiu na quarta-feira o encarregado de negócios boliviano em Bogotá, Ariel Percy Molina Pimentel, em resposta à decisão da Bolívia de expulsar a embaixadora colombiana, Elizabeth García, por alegada "ingerência" em assuntos internos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo colombiano destituiu na quarta-feira o encarregado de negócios boliviano em Bogotá, Ariel Percy Molina Pimentel, em resposta à decisão da Bolívia de expulsar a embaixadora colombiana, Elizabeth García, por alegada &#8220;ingerência&#8221; em assuntos internos. </P><br />
<P>O ministério colombiano dos Negócios Estrangeiros indicou num comunicado que &#8220;se viu obrigado a declarar, por reciprocidade, o fim das funções de Ariel Percy Molina Pimentel, encarregado de negócios da Embaixada do Estado Plurinacional da Bolívia na Colômbia&#8221;. </P><br />
<P>O último incidente diplomático entre os dois países começou no último domingo, quando o Presidente colombiano, Gustavo Petro, ao referir-se aos protestos na Bolívia, afirmou que aquele país vive uma &#8220;insurreição popular&#8221; que, na sua opinião, é uma &#8220;resposta à arrogância geopolítica&#8221;.</P><br />
<P>As declarações de Petro referiam-se aos protestos e bloqueios de estradas promovidos por setores camponeses, pela Central Operária Boliviana (COB) e por grupos ligados ao ex-presidente boliviano, Evo Morales, que exigem a demissão do atual Presidente, Rodrigo Paz, no poder há apenas seis meses.</P><br />
<P>Paz afirmou que as declarações de Petro constituem um &#8220;ataque à democracia&#8221;, considerando que o chefe de Estado colombiano tinha preferido &#8220;a sua ideologia, que, ao que parece, carece de conceitos democráticos, em detrimento das relações e do respeito pela democracia das [duas] nações&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A decisão tomada [por La Paz] responde à necessidade de preservar os princípios da soberania, da não ingerência nos assuntos internos e do respeito mútuo entre Estados&#8221;, indicou na quarta-feira o ministério boliviano dos Negócios Estrangeiros num comunicado, no qual esclareceu que a expulsão da embaixadora colombiana &#8220;não constitui uma rutura das relações diplomáticas&#8221; com a Colômbia. </P><br />
<P>Petro reagiu logo na quarta-feira à expulsão da diplomata, considerando que a sua saída se deve ao facto de o Governo de Rodrigo Paz estar a &#8220;cair no extremismo&#8221;.</P><br />
<P>Já o Ministério dos Negócios Estrangeiros colombiano salientou no comunicado que &#8220;não houve, por parte de nenhum funcionário ou membro do Governo nacional, qualquer interesse ou intenção de se intrometer nos assuntos internos da Bolívia&#8221;, e sublinhou o &#8220;compromisso&#8221; de Bogotá &#8220;com os princípios da igualdade soberana; da não intervenção nos assuntos internos dos Estados; da autodeterminação dos povos; da resolução pacífica de controvérsias; e do respeito pela integridade territorial&#8221;. </P><br />
<P>A crise na Bolívia, que começou no início do mês devido a reivindicações salariais, à escassez e má qualidade dos combustíveis e à rejeição de várias reformas, resultou em manifestações, protestos e bloqueios de estradas, com pedidos de demissão contra Rodrigo Paz, sobretudo na capital boliviana, La Paz, e em El Alto, ambas no departamento de La Paz.</P><br />
<P>A situação nas duas cidades é crítica. Os bloqueios mantêm a região parcialmente isolada e provocaram escassez de alimentos, combustíveis e medicamentos, incluindo oxigénio medicinal. Nos mercados populares, os preços duplicaram ou triplicaram, enquanto centenas de pessoas fazem longas filas para conseguir frango ou gasolina.</P><br />
<P>O Governo boliviano criou uma &#8220;ponte aérea&#8221; com o apoio de aviões argentinos para transportar alimentos e bens de primeira necessidade, embora admita que a situação continua a ser difícil. </P><br />
<P>Os Estados Unidos manifestaram já o total apoio ao Governo de Rodrigo Paz. O secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que Washington &#8220;não permitirá que criminosos e traficantes de droga derrubem líderes eleitos democraticamente&#8221;, e o seu número dois, Christopher Landau, descreveu a situação como &#8220;um golpe de Estado em curso&#8221;. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765452]]></sapo:autor>
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		<title>Presidentes de Taiwan e dos Estados Unidos dispostos a dialogar diretamente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 04:13:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os presidentes de Taiwan e Estados Unidos manifestaram disponibilidade para dialogar, um gesto sem precedentes entre líderes em funções de ambos os governos e que poderá pôr em risco a relativa estabilidade das relações entre Washington e Pequim.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os presidentes de Taiwan e Estados Unidos manifestaram disponibilidade para dialogar, um gesto sem precedentes entre líderes em funções de ambos os governos e que poderá pôr em risco a relativa estabilidade das relações entre Washington e Pequim.</P><br />
<P>&#8220;Além de estar comprometido em manter o &#8216;status quo&#8217; estável no estreito de Taiwan, o Presidente [William] Lai também está disposto a iniciar conversações com o Presidente [Donald] Trump&#8221;, indicou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Taiwan num comunicado enviado à agência de notícias EFE.</P><br />
<P>Trump afirmou na quarta-feira que falaria com o Presidente taiwanês, uma semana após a visita a Pequim, na qual disse ter &#8220;falado muito&#8221; sobre a ilha com o homólogo chinês, Xi Jinping.</P><br />
<P>&#8220;Falarei com ele. Falo com toda a gente&#8221;, declarou Trump a jornalistas quando questionado se seria possível dialogar com o dirigente taiwanês, algo que Pequim considera uma linha vermelha.</P><br />
<P>&#8220;Vamos trabalhar nisso, o problema de Taiwan&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Os presidentes dos Estados Unidos e de Taiwan não mantêm comunicações diretas desde que Washington rompeu os laços diplomáticos com Taipé e estabeleceu relações com Pequim em 1979. </P><br />
<P>Trump, que lidera um dos principais aliados militares de Taiwan, advertiu na semana passada os dirigentes da ilha contra qualquer proclamação de independência.</P><br />
<P>&#8220;Não quero que alguém declare a independência e depois esperem que façamos 15 mil quilómetros para ir à guerra&#8221;, disse, segundo um excerto divulgado na sexta-feira pelo canal de televisão Fox News.</P><br />
<P>Em dezembro, o Governo norte-americano aprovou a segunda venda de armas a Taiwan desde o regresso de Trump ao poder, no valor de 11,1 mil milhões de dólares (10,2 mil milhões de euros), mas o Presidente ainda não tomou a decisão sobre as entregas adicionais solicitadas por Taipé.</P><br />
<P>Trump, que visitou oficialmente Pequim na semana passada, adiantou que falou com o Presidente chinês, Xi Jinping, sobre Taiwan &#8220;durante toda a noite&#8221;, incluindo a eventual venda de armas norte-americanas a Taipé.</P><br />
<P>De acordo com a agência de notícias estatal chinesa Xinhua, Xi terá avisado Trump que a &#8220;má gestão&#8221; da questão pode levar a China e os Estados Unidos a um confronto.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765451]]></sapo:autor>
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		<title>Orçamento do Estado retificativo de Timor-Leste com sete medidas prioritárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 03:40:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A proposta de Orçamento do Estado retificativo para 2026 do Governo de Timor-Leste tem sete medidas prioritárias, que totalizam uma despesa de 271 milhões de dólares (cerca de 233 milhões de euros).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A proposta de Orçamento do Estado retificativo para 2026 do Governo de Timor-Leste tem sete medidas prioritárias, que totalizam uma despesa de 271 milhões de dólares (cerca de 233 milhões de euros).</P><br />
<P>Daquele total, 79 milhões de dólares (67,98 milhões de euros) correspondem a alterações e realocações já realizadas, enquanto 192 milhões de dólares (165,23 milhões de euros) representam o montante submetido a aprovação parlamentar.</P><br />
<P>Dos 192 milhões de dólares, 90,9 milhões (78,22 milhões de euros) são realocações entre entidades e 101,1 milhões de dólares (87 milhões de euros) são provenientes de fontes adicionais de financiamento.</P><br />
<P>A proposta prevê um aumento ao Orçamento Geral do Estado de 101,1 milhões de dólares, passando de 2.291 milhões de dólares (1,97 mil milhões de euros) para 2.392,1 milhões de dólares (2,06 mil milhões de euros).</P><br />
<P>A primeira medida prioritária definida pelo Governo e a que terá a maior fatia da nova despesa será a compra de combustível para a Reserva Nacional, no valor de 174,3 milhões de dólares (149,9 milhões de euros), para garantir sete meses de consumo da Empresa de Eletricidade de Timor-Leste.</P><br />
<P>O Governo justifica a medida como um &#8220;imperativo estratégico&#8221; para garantir a &#8220;segurança energética e a continuidade dos serviços públicos críticos em caso de interrupções no fornecimento ou volatilidade de preços nos mercados internacionais&#8221;.</P><br />
<P>Outra medida prioritária é a dotação de 42 milhões de dólares (36,14 milhões de euros) para subsídios a combustíveis.</P><br />
<P>Daqueles 42 milhões, um milhão de dólares (860 mil euros) será transferido para os municípios, para apoio ao custo do combustível dos tratores, e um milhão será atribuído ao Ministério da Saúde para custos de combustível dos serviços essenciais de saúde.</P><br />
<P>A segurança alimentar é outra medida considerada prioritária pelo Governo, que decidiu alocar cinco milhões de dólares (4,30 milhões de euros) para reforçar a reserva de arroz, base alimentar dos timorenses, do Centro Logístico Nacional.</P><br />
<P>&#8220;Esta medida reflete o compromisso do Governo em apoiar a disponibilidade de alimentos e mitigar o impacto das pressões do mercado nos agregados familiares mais vulneráveis&#8221;, salienta o executivo no documento.</P><br />
<P>Outras três medidas prioritárias do executivo timorense são o recrutamento de 400 cadetes para a Polícia Nacional de Timor-Leste, ao qual atribuiu três milhões de dólares (cerca de 2,5 milhões de euros), dois milhões de dólares (1,7 milhões de euros) para despesas da presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e um montante de 3,9 milhões de dólares (3,3 milhões de euros) para a região administrativa de Oecussi.</P><br />
<P>Por último, o Governo vai atribuir 40,9 milhões de dólares (35,20 milhões de euros) para reforçar a Reserva de Contingência, para &#8220;responder a necessidades de despesas imprevistas durante o ano orçamental, que não podem ser acomodadas nas dotações existentes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O reforço deste fundo é justificado pelo elevado nível de incerteza em 2026, especialmente no que diz respeito aos preços globais dos combustíveis e alimentos, riscos de fornecimento externo e outras necessidades de despesa de emergência&#8221;, acrescenta o executivo timorense.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765450]]></sapo:autor>
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		<title>Governo timorense revê em baixa crescimento económico em 2026 para 4,3%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 03:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo de Timor-Leste revê em baixa a perspetiva de crescimento económico em 2026 para 4,3% na proposta de Orçamento do Estado Retificativo, entregue no parlamento e cujas audiências públicas começaram hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo de Timor-Leste revê em baixa a perspetiva de crescimento económico em 2026 para 4,3% na proposta de Orçamento do Estado Retificativo, entregue no parlamento e cujas audiências públicas começaram hoje.</P><br />
<P>No Orçamento do Estado para 2025, aprovado no final de 2025, o Governo previa um crescimento do produto interno bruto (PIB) de 4,5%.</P><br />
<P>&#8220;Prevê-se que o crescimento modere ligeiramente para 4,3% em 2026, à medida que os preços globais mais elevados dos combustíveis e dos alimentos reduzam os rendimentos reais das famílias, comprimam as margens empresariais e enfraqueçam o investimento&#8221;, pode ler-se na proposta.</P><br />
<P>Dados do executivo timorense indicam também que a inflação média anual em Timor-Leste deverá subir para 2,2% em 2026, um aumento relativamente aos 1,2% registados em 2025, devido a &#8220;novas pressões inflacionistas das importações&#8221;.</P><br />
<P>A alteração proposta pelo Governo aumenta em 101,1 milhões de dólares (cerca de 87 milhões de euros) o Orçamento Geral do Estado, passando de 2,291 mil milhões de dólares (cerca de 1,9 mil milhões de euros) para 2,392 mil milhões de dólares (cerca de 2,06 mil milhões de euros).</P><br />
<P>O ajustamento, segundo as autoridades, visa mitigar o impacto económico do aumento dos preços internacionais dos combustíveis, num contexto de forte dependência de importações, incluindo produtos alimentares, que afeta diretamente os custos de transporte e a inflação doméstica.</P><br />
<P>O Orçamento de Estado Retificativo pretende também fazer face a custos com a presidência timorense da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e a despesas relacionadas com a região administrativa especial de Oecussi.</P><br />
<P>O aumento da despesa será feito sem necessidade de transferências provenientes do Fundo Petrolífero.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765449]]></sapo:autor>
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		<title>Parlamento timorense inicia audições públicas sobre Orçamento Geral do Estado retificativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 03:25:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O parlamento de Timor-Leste iniciou hoje as audiências públicas sobre o Orçamento Geral do Estado retificativo para 2026, que prevê um aumento de despesas para garantir, entre outros, a segurança energética e alimentar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O parlamento de Timor-Leste iniciou hoje as audiências públicas sobre o Orçamento Geral do Estado retificativo para 2026, que prevê um aumento de despesas para garantir, entre outros, a segurança energética e alimentar.</P><br />
<P>A alteração proposta pelo Governo aumenta em 101,1 milhões de dólares (cerca de 87 milhões de euros) o Orçamento Geral do Estado, passando de 2,291 mil milhões de dólares (cerca de 1,9 mil milhões de euros) para 2,392 mil milhões de dólares (cerca de 2,06 mil milhões de euros).</P><br />
<P>O aumento do valor do orçamento não prevê transferências do Fundo Petrolífero, mas do reajustamento das fontes de financiamento do Estado, segundo a proposta do Governo timorense.</P><br />
<P>As audiências públicas vão decorrer até segunda-feira e visam analisar os ajustamentos propostos ao Orçamento Geral do Estado, devido ao atual contexto geopolítico internacional, marcado pela instabilidade nos mercados energéticos devido ao conflito no Médio Oriente.</P><br />
<P>As sessões contam com a participação de membros do Governo e dirigentes da Administração Pública para apresentação e esclarecimento das alterações propostas. </P><br />
<P>A proposta de orçamento retificativo foi submetida ao Parlamento Nacional sexta-feira pelo primeiro-ministro, Xanana Gusmão, com pedido de urgência, justificado com a necessidade de assegurar a capacidade de fornecimento contínuo de combustíveis à população, aos serviços públicos essenciais e aos setores produtivos nacionais.</P><br />
<P>A proposta de Orçamento do Estado retificativo para 2026 deverá começar a ser debatida no parlamento timorense no final deste mês.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765448]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tesla disponibiliza sistema de condução automática na China</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tesla-disponibiliza-sistema-de-conducao-automatica-na-china/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 03:17:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Tesla anunciou hoje que o sistema avançado de condução automática da empresa norte-americana já está disponível na China, um dos seus principais mercados e palco de intensa concorrência entre fabricantes locais e estrangeiros de veículos elétricos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Tesla anunciou hoje que o sistema avançado de condução automática da empresa norte-americana já está disponível na China, um dos seus principais mercados e palco de intensa concorrência entre fabricantes locais e estrangeiros de veículos elétricos.</P><br />
<P>Na conta oficial da rede X, a Tesla afirmou que o serviço está acessível numa lista de países e territórios que inclui, além da China, Estados Unidos, Canadá, México, Porto Rico, Austrália, Nova Zelândia, Coreia do Sul, Países Baixos e Lituânia.</P><br />
<P>O anúncio representa um novo passo nos planos da Tesla para introduzir no mercado chinês a sua tecnologia Full Self-Driving (FSD) de &#8220;condução totalmente autónoma&#8221;, embora, por enquanto, seja apresentada como uma função supervisionada que requer a atenção do condutor.</P><br />
<P>O presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, manteve nos últimos anos contactos com as autoridades chinesas para avançar na autorização destas funções, um tema sensível devido às exigências locais em matéria de segurança de dados, mapas e privacidade.</P><br />
<P>Em abril de 2024, durante uma visita surpresa a Pequim, Musk reuniu-se com altos responsáveis chineses, incluindo o primeiro-ministro, Li Qiang, tendo a Tesla alcançado um acordo com a gigante digital Baidu para obter licenças de navegação e mapas, considerado então um passo crucial para o lançamento das funções avançadas de assistência à condução na China.</P><br />
<P>O anúncio surge também uma semana depois de Musk ter estado em Pequim como parte da delegação empresarial que acompanhou o Presidente norte-americano, Donald Trump, na visita de Estado à China e na reunião principal com o Presidente chinês, Xi Jinping.</P><br />
<P>A Tesla procura reforçar a posição na China, após as vendas de veículos fabricados no país asiático terem aumentado em abril 35,96% em termos homólogos, segundo dados da Associação Chinesa de Automóveis de Passageiros.</P><br />
<P>A empresa enfrenta um mercado cada vez mais competitivo, com fabricantes locais como BYD, Xpeng, Nio e Xiaomi, depois de a BYD ter ultrapassado a Tesla como maior produtora mundial de elétricos e de o setor chinês ter sido arrastado para uma guerra de preços.</P><br />
<P>O lançamento ocorre também num momento de maior escrutínio regulatório sobre a condução autónoma na China. </P><br />
<P>No final de março, mais de uma centena de robotáxis do serviço Apollo Go, da Baidu, ficaram subitamente imobilizados nas ruas de Wuhan, cidade no centro do país, devido a um &#8220;erro de sistema&#8221;, deixando passageiros temporariamente retidos e perturbando o trânsito, embora sem acidentes ou feridos.</P><br />
<P>Segundo a Bloomberg, após esse incidente, as autoridades chinesas suspenderam a concessão de novas licenças para veículos autónomos, medida que impede as empresas do setor de acrescentar novos robotáxis às suas frotas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765447]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Operação internacional deteta 690 ME em fraudes, a maioria em Hong Kong</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 02:31:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Hong Kong concentrou grande parte das perdas detetadas por uma operação internacional, realizada em dez jurisdições e que detetou 752 milhões de dólares norte-americanos (690 milhões de euros) em fraudes, noticiou hoje um jornal da região chinesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Hong Kong concentrou grande parte das perdas detetadas por uma operação internacional, realizada em dez jurisdições e que detetou 752 milhões de dólares norte-americanos (690 milhões de euros) em fraudes, noticiou hoje um jornal da região chinesa.</P><br />
<P>Conduzida entre 10 de março e 07 de maio com a participação de 3.200 agentes, a operação investigou 138 mil casos ligados a burlas de investimento, compras online, ofertas falsas de emprego e esquemas telefónicos, tendo realizado 3.018 detenções e intercetado cerca de 161 milhões de dólares em fundos alegadamente ilícitos, de acordo com o jornal South China Morning Post.</P><br />
<P>Em Hong Kong, a polícia deteve 870 pessoas, com idades entre os 13 e 83 anos, e bloqueou 539 milhões de dólares de Hong Kong (68,8 milhões de dólares norte-americanos/63 milhões de euros), referiu o jornal em língua inglesa, que cita dados divulgados pela polícia na quarta-feira.</P><br />
<P>As perdas atribuídas a fraudes cometidas na cidade ascenderam a 319 milhões de dólares norte-americanos (293 milhões de euros), equivalentes a 42% do total identificado na operação.</P><br />
<P>Embora o número de processos tenha sido inferior ao registado na Indonésia ou na Tailândia, a antiga colónia britânica apresentou a perda média por caso mais elevada, com 429.919 dólares norte-americanos (395 mil euros), e conseguiu recuperar cerca de 21% do dinheiro desviado, de acordo com os dados das autoridades policiais.</P><br />
<P>A investigação internacional enquadrou-se na plataforma Frontier+, integrada por Austrália, Brunei, Canadá, Indonésia, Macau, Malásia, Maldivas, Singapura, Coreia do Sul, Tailândia e Hong Kong.</P><br />
<P>No total, os agentes congelaram 101.989 contas bancárias, incluindo mais de 43 mil na Indonésia e cerca de 28 mil na Coreia do Sul. Em Hong Kong, foram analisados 742 processos e bloqueadas 202 contas. </P><br />
<P>O caso de maior dimensão envolveu uma empresa de Singapura que perdeu 36 milhões de dólares (33 milhões de euros) após a invasão de uma conta numa aplicação de mensagens.</P><br />
<P>O dinheiro foi transferido para várias contas em Singapura e Hong Kong, e quase metade convertido em &#8216;stablecoins&#8217;, um tipo de criptomoeda, antes de ser distribuído por múltiplas carteiras virtuais. A ação conjunta permitiu intercetar 20 milhões de dólares (18,4 milhões de euros) nesse caso.</P><br />
<P>As autoridades alertaram ainda para o uso crescente de plataformas de ativos virtuais no branqueamento de capitais e defenderam o reforço da troca de informações entre países, ainda segundo o jornal South China Morning Post.</P><br />
<P>Em paralelo, Hong Kong registou no primeiro trimestre de 2026 um total de 9.427 burlas, menos 0,6% do que no mesmo período do ano passado, mas com perdas 18,6% superiores, atingindo 236,2 milhões de dólares (217 milhões de euros). Houve um aumento de 17% nas fraudes de investimento dirigidas a pessoas idosas.</P><br />
<P>As jurisdições envolvidas na operação conjunta, juntamente com a Austrália, faziam parte da plataforma transfronteiriça de combate a fraudes chamada Frontier+, formada em outubro de 2024.</P><br />
<P>As autoridades sublinharam que a cooperação regional permitiu seguir o rasto do dinheiro com maior rapidez e apontaram que a Frontier+ vai procurar incorporar novos parceiros para aumentar a eficácia das futuras investigações. </P><br />
<P>O objetivo é fechar rotas de fuga transfronteiriça, acelerar a congelamento de ativos e responder à deslocação de fundos criminosos para bancos digitais e mercados de criptomoedas, cada vez mais usados pelas redes de fraude.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765446]]></sapo:autor>
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		<title>Cuba condena acusação de Estados Unidos contra Raúl Castro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 01:15:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo de Cuba condenou a acusação dos Estados Unidos contra o ex-presidente cubano Raúl Castro relativamente ao ataque a duas avionetas pelas forças da ilha que causou quatro mortos há trinta anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo de Cuba condenou a acusação dos Estados Unidos contra o ex-presidente cubano Raúl Castro relativamente ao ataque a duas avionetas pelas forças da ilha que causou quatro mortos há trinta anos.</P><br />
<P>&#8220;O Governo dos Estados Unidos carece de legitimidade e jurisdição para levar a cabo esta ação. Trata-se de um ato desprezível e infame de provocação política, que assenta na manipulação desonesta do incidente que levou ao derrube sobre o espaço aéreo cubano, em fevereiro de 1996&#8221;, apontou o Governo de Cuba numa declaração divulgada na quarta-feira.</P><br />
<P>Havana assinalou ainda que Washington &#8220;omite, entre outros detalhes, as múltiplas denúncias formais apresentadas por Cuba naquele período junto do Departamento de Estado, da Administração Federal de Aviação dos EUA e da Organização da Aviação Civil Internacional, sobre as mais de 25 violações graves e deliberadas do espaço aéreo&#8221; da ilha por parte da organização anti-castrista Hermanos al Rescate, sediada em Miami.</P><br />
<P>A resposta cubana &#8220;constituiu um ato de legítima defesa, amparado pela Carta das Nações Unidas, pela Convenção de Chicago sobre Aviação Civil Internacional de 1944 e pelos princípios de soberania aérea e proporcionalidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os Estados Unidos, que foram vítimas do uso da aviação civil para fins terroristas, não permitem nem permitiriam a violação hostil e provocadora de aeronaves estrangeiras sobre o seu território e atuariam, como já demonstraram, com recurso à força&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O Governo cubano considerou ainda de &#8220;grande cinismo&#8221; que &#8220;formule esta acusação o mesmo Governo que assassinou cerca de 200 pessoas e destruiu 57 embarcações em águas internacionais das Caraíbas e do Pacífico, longe do território dos Estados Unidos, com o uso desproporcionado da força militar, por supostos vínculos com operações de narcotráfico nunca demonstrados&#8221;.</P><br />
<P>As autoridades da ilha classificaram igualmente como ilegítima a acusação contra &#8220;o líder da Revolução Cubana&#8221; &#8212; Raúl Castro &#8211;, atribuindo-a a &#8220;tentativas desesperadas de elementos anti-cubanos de construir uma narrativa fraudulenta&#8221; contra a ilha mediante o reforço de &#8220;medidas coercivas unilaterais&#8221;, bem como o bloqueio energético aplicado desde janeiro e as ameaças de agressão armada.</P><br />
<P>A acusação contra Castro, de 94 anos e irmão mais novo de Fidel Castro (1926-2016), surgiu numa altura de crescente pressão da Administração do Presidente dos EUA, Donald Trump, contra o Governo cubano, que inclui um bloqueio petrolífero imposto há cinco meses e uma ampliação das sanções económicas contra a ilha.</P><br />
<P>Trump impôs um bloqueio petrolífero à ilha, reforçou as ameaças de &#8220;tomar o controlo&#8221; do país e ampliou as sanções contra a liderança cubana e o conglomerado empresarial militar Gaesa, responsável por cerca de 40% do produto interno bruto (PIB) da ilha, segundo as estimativas mais conservadoras.</P><br />
<P>Estas ações, somadas à captura em janeiro em Caracas do líder venezuelano Nicolás Maduro, aliado fundamental de Cuba, aprofundaram a crise económica e humanitária que a ilha enfrenta, desabastecida de crude e com problemas energéticos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765445]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a ganhar 0,95%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 00:05:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em terreno positivo, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,95% para 60.373,26 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em terreno positivo, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,95% para 60.373,26 pontos, pouco depois da abertura da sessão.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, ganhava 0,73% para 3.819,25 pontos, às 09:03 locais (01:03 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<title>Praias, centros comerciais e zonas turísticas: os conselhos da GNR para evitar furtos no carro este verão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 20:45:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[GNR sublinha que este tipo de furto ocorre sobretudo em zonas de maior densidade populacional e junto à orla costeira, aproveitando períodos de lazer, deslocações de férias e maior presença de turistas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A aproximação da época estival está a levar a Guarda Nacional Republicana a reforçar os alertas sobre furtos no interior de veículos, um crime que tende a aumentar nos períodos de férias, lazer e maior afluência turística. Apesar de em 2025 se ter registado uma descida de 7,6% no número de ocorrências face ao ano anterior, a GNR aumentou a resposta operacional e registou uma subida de 160% nas detenções por este tipo de ilícito.</p>
<p>De acordo com os dados divulgados pela Guarda, foram registados 5.667 crimes em 2025, menos 470 do que em 2024. Os distritos com maior volume de ocorrências foram Porto, com 1.440 crimes, Setúbal, com 722, Lisboa, com 691, e Faro, com 629. Setúbal foi também o distrito com maior subida homóloga.</p>
<p>A GNR sublinha que este tipo de furto ocorre sobretudo em zonas de maior densidade populacional e junto à orla costeira, aproveitando períodos de lazer, deslocações de férias e maior presença de turistas. Entre os locais mais visados estão parques de estacionamento de praias, centros comerciais, palácios e museus.</p>
<p>A evolução mensal das ocorrências mostra uma ligação clara aos períodos de maior mobilidade. Em 2024, o crime acompanhou momentos como o Carnaval e o período entre a segunda quinzena de junho e setembro, tendo ainda registado um pico em outubro, mês que foi particularmente quente a nível global e europeu, segundo o IPMA.</p>
<p>Em 2025, para além do período de verão, destacaram-se também janeiro, maio e dezembro. A GNR associa janeiro e dezembro às festividades de Natal e Ano Novo, enquanto maio, considerado um mês especialmente quente a nível global e em Portugal continental, poderá ter antecipado a época balnear e aumentado os momentos de lazer ao ar livre.</p>
<p>A Guarda lembra que muitos destes furtos são crimes de oportunidade, facilitados pela presença de objetos visíveis no interior dos veículos. Malas, computadores, telemóveis, tablets, carteiras, mochilas ou outros bens deixados à vista podem ser suficientes para atrair a atenção dos assaltantes.</p>
<p>Entre os principais conselhos, a GNR recomenda que os condutores tranquem sempre o veículo, confirmem se janelas, vidros e tetos de abrir estão fechados, mesmo em ausências curtas, e evitem deixar objetos visíveis do exterior. Caso seja necessário guardar bens na bagageira, a indicação é fazê-lo antes de chegar ao local de estacionamento, para não revelar onde estão guardados.</p>
<p>A GNR aconselha ainda a estacionar em locais iluminados, movimentados ou com vigilância, ativar o alarme do veículo e, sempre que possível, usar aplicações de localização em equipamentos eletrónicos.</p>
<p>Caso o condutor encontre sinais de arrombamento, a recomendação é não mexer no local para evitar a contaminação de vestígios úteis à investigação. A ocorrência deve ser comunicada às autoridades com o máximo de informação possível, incluindo local, descrição dos bens furtados, suspeitos ou veículos estranhos avistados. Fotografias e descrições detalhadas dos objetos roubados podem ser determinantes para uma eventual recuperação.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="pt" dir="ltr">⚠️ TENHA CUIDADO! 🚨 <a href="https://twitter.com/hashtag/guardanacionalrepublicana?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#guardanacionalrepublicana</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/humanaproximaedeconfianca?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#humanaproximaedeconfianca</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/furto?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#furto</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/interiordeveiculos?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#interiordeveiculos</a> <a href="https://t.co/yZjf6YIzsL">pic.twitter.com/yZjf6YIzsL</a></p>
<p>&mdash; GNR &#8211; Guarda Nacional Republicana (@GNRepublicana) <a href="https://twitter.com/GNRepublicana/status/2057004716609982508?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 20, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765257]]></sapo:autor>
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		<title>O Ferrari que mais ninguém pode comprar: HC25 é um roadster único feito à medida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 20:15:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Modelo, apresentado no Circuit of the Americas, nos Estados Unidos, foi desenvolvido pela divisão Special Projects da marca italiana e parte da base do F8 Spider]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ferrari revelou um dos seus projetos mais exclusivos: o HC25, um roadster criado à medida para um único cliente e do qual só existirá uma unidade em todo o mundo. O modelo, apresentado no Circuit of the Americas, nos Estados Unidos, foi desenvolvido pela divisão Special Projects da marca italiana e parte da base do F8 Spider, mas com uma interpretação profundamente diferente em design e identidade, avança a &#8216;Supercar Blondie&#8217;.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="ja" dir="ltr">新型フェラーリのワンオフモデル Ferrari HC25、デビュー。<a href="https://twitter.com/hashtag/FerrariHC25?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#FerrariHC25</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/FerrariOneOff?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#FerrariOneOff</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Ferrari?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#Ferrari</a> <a href="https://t.co/dyJTdmxI2v">pic.twitter.com/dyJTdmxI2v</a></p>
<p>&mdash; Ferrari Japan (@FerrariJPN) <a href="https://twitter.com/FerrariJPN/status/2055292306555908159?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 15, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>O resultado é um automóvel pensado como ponte entre o passado e o presente da Ferrari. De um lado, está a plataforma V8 do F8 Spider; do outro, uma linguagem visual mais próxima dos modelos recentes e futuristas da marca, como o 12Cilindri e o F80. A própria Ferrari descreve o HC25 como um “roadster redefinido”, expressão que ajuda a perceber a ambição do projeto.</p>
<p>O processo de criação demorou dois anos e foi feito de acordo com os desejos do proprietário, cuja identidade não foi revelada. Ao contrário de um modelo de produção em série, o HC25 foi concebido como peça única, com componentes desenvolvidos especificamente para este exemplar.</p>
<p>Visualmente, o modelo destaca-se pela pintura Moonlight Gray, de acabamento mate, e por faróis criados exclusivamente para o HC25. O desenho mantém elementos reconhecíveis da Ferrari, mas afasta-se o suficiente da base original para parecer quase um protótipo de futuro tornado realidade.</p>
<p>Debaixo da carroçaria está o motor V8 biturbo de 3,9 litros herdado do F8 Spider, com 710 cv de potência. O HC25 acelera dos 0 aos 100 km/h em cerca de 2,9 segundos e atinge uma velocidade máxima de 211 milhas por hora, o equivalente a cerca de 340 km/h. Os modos de condução mantêm a configuração do F8 Spider, incluindo Sport e Race.</p>
<p>A Ferrari não divulgou o preço do HC25, algo habitual neste tipo de projetos feitos por encomenda. Ainda assim, tratando-se de um exemplar único, criado pela divisão mais exclusiva da marca e com desenvolvimento personalizado ao longo de dois anos, o valor deverá ficar muito acima do de um Ferrari de produção convencional.</p>
<p>O HC25 junta-se a uma longa lista de modelos one-off da Ferrari, automóveis criados para clientes específicos e que funcionam tanto como demonstração técnica como expressão máxima de personalização. Neste caso, a marca procurou criar um carro que fosse imediatamente reconhecível como Ferrari, mas impossível de confundir com qualquer outro.</p>
<p>Mais do que um novo superdesportivo, o HC25 é uma declaração de exclusividade. Um Ferrari que não se compra num concessionário, não se encomenda em catálogo e não terá réplica: existe apenas porque um cliente pôde imaginar algo diferente e a marca aceitou transformá-lo em realidade.</p>

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