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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Sindicato da construção defende imigração devido à falta de mão de obra no Canadá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 06:03:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O dirigente do sindicato da construção LiUNA Local 183, Jack Oliveira, defendeu o reforço da imigração para responder à escassez de trabalhadores no Canadá, alertando para o crescimento das reformas, que agrava a falta de mão de obra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O dirigente do sindicato da construção LiUNA Local 183, Jack Oliveira, defendeu o reforço da imigração para responder à escassez de trabalhadores no Canadá, alertando para o crescimento das reformas, que agrava a falta de mão de obra.</P><br />
<P>As declarações foram feitas aos jornalistas durante o Family Day Picnic da LiUNA Local 183, realizado no Downsview Park, em Toronto, encontro anual que decorre este fim de semana e junta milhares de membros do sindicato e respetivas famílias</P><br />
<P>&#8220;Não é demasiado tarde para o Governo fazer alguma coisa. Tem de olhar para a imigração. Precisamos de pessoas que venham trabalhar e pagar impostos&#8221;, afirmou Jack Oliveira.</P><br />
<P>O diretor executivo (&#8220;business manager&#8221;) do LiUNA Local 183, considerou que o envelhecimento da população ativa constitui um dos principais desafios para o mercado de trabalho canadiano.</P><br />
<P>&#8220;Quando assumi a direção do Local 183, há 15 anos, tínhamos cerca de 3.500 membros reformados. Hoje temos aproximadamente 12.500. Não é apenas a falta de trabalhadores; é também o número de pessoas que está a reformar-se&#8221;, disse.</P><br />
<P>Segundo Jack Oliveira, cada trabalhador que abandona o mercado de trabalho exige mais do que uma substituição, devido à perda da experiência acumulada.</P><br />
<P>&#8220;Cada pessoa que se reforma precisa de duas para ocupar o seu lugar: uma pela experiência que leva consigo e outra para executar o trabalho&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O responsável acrescentou que os investimentos previstos em infraestruturas irão aumentar ainda mais a procura de mão de obra.</P><br />
<P>&#8220;Existem milhares de milhões de dólares em projetos de construção e vamos precisar de trabalhadores. O Governo tem de levar este assunto muito a sério&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Questionado sobre o crescimento da organização, Oliveira afirmou que o LiUNA Local 183 conta atualmente com cerca de 75 mil membros e está a preparar-se para continuar a crescer nos próximos anos.</P><br />
<P>&#8220;Não penso no tamanho que o sindicato tem hoje, mas no tamanho que poderá ter no futuro&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Segundo explicou, a organização tem vindo a investir na expansão da rede de instalações, com edifícios em Vaughan, Kingston, Cobourg, Cambridge e Barrie, preparando-se para representar um número crescente de trabalhadores.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a criar uma infraestrutura preparada não apenas para 75 mil membros, mas para 150 mil, se for necessário&#8221;, disse.</P><br />
<P>Oliveira descreveu ainda o encontro anual como um momento dedicado às famílias dos trabalhadores.</P><br />
<P>&#8220;Os nossos membros trabalham muitas horas, muitas vezes aos fins de semana. Este é um dia dedicado às famílias e à união entre todos&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Também presente no evento, o &#8220;premier&#8221; de Ontário, Doug Ford, afirmou que o Governo provincial está a investir 236 mil milhões de dólares canadianos (cerca de 148 mil milhões de euros) em infraestruturas e sublinhou que esses projetos dependem da mão de obra representada pelo LiUNA.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a investir 236 mil milhões de dólares em infraestruturas e precisamos dos membros do LiUNA para construir hospitais, estradas e outros projetos em todo o Ontário&#8221;, afirmou Ford.</P><br />
<P>O LiUNA Local 183 é o maior sindicato local do Labourers&#8217; International Union of North America (LiUNA), representando mais de 70 mil trabalhadores no Ontário, sobretudo nos setores da construção, gestão de resíduos, manutenção de edifícios e saúde, numa área que se estende de Kitchener a Kingston e até à região de Muskoka.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788275]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Estados Unidos anunciam conclusão de ronda de ataques contra alvos iranianos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 04:44:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos anunciaram hoje o fim da última ronda de ataques contra o Irão, lançada esta madrugada em retaliação a um bombardeamento iraniano anterior contra um navio com bandeira cipriota que navegava pelo Estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos anunciaram hoje o fim da última ronda de ataques contra o Irão, lançada esta madrugada em retaliação a um bombardeamento iraniano anterior contra um navio com bandeira cipriota que navegava pelo Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>&#8220;As forças norte-americanas atacaram aproximadamente 140 alvos militares iranianos com munições de precisão lançadas a partir de aviões de combate (baseados em terra e no mar), drones e navios de guerra&#8221;, explicou o Comando Central dos EUA (Centcom) num comunicado.</P><br />
<P>O comando militar afirmou que os alvos incluíram instalações de mísseis e drones do Irão, capacidades navais, depósitos de munições, redes de comunicações e postos de vigilância costeira.</P><br />
<P>Durante a madrugada, os meios de comunicação iranianos noticiaram várias explosões na província de Bushehr, onde se encontra uma central nuclear, e em diversas localidades próximas do Estreito de Ormuz, sem que, até ao momento, tenham surgido informações sobre danos ou vítimas.</P><br />
<P>Teerão, por seu lado, respondeu lançando mísseis e drones contra países do Médio Oriente que acolhem bases norte-americanas, como a Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Koweit, Qatar e Bahrein. Os Emirados Árabes Unidos afirmaram que as suas defesas aéreas estavam a repelir &#8220;ataques com mísseis e drones provenientes do Irão&#8221; e o Qatar denunciou um ataque com mísseis.</P><br />
<P>A nova ronda de ataques contra o Irão foi justificada pelo Centcom ao final da noite de sábádo como resposta ao bombardeamento de um porta-contentores com bandeira cipriota, que provocou um incêndio no navio e danos na sala das máquinas, obrigando à interrupção da viagem. </P><br />
<P>A tripulação do porta-contentores atingido abandonou o navio em chamas, segundo a agência britânica de segurança marítima UKMTO, e um tripulante era dado como desaparecido ao início da madrugada.</P><br />
<P>Segundo a UKMTO, o ataque ocorreu a 9 milhas náuticas (cerca de 17 km) a leste da península de Moussandam, pertencente ao Sultanato de Omã, e provocou um incêndio a bordo. &#8220;A tripulação abandonou o navio e embarcou num bote salva-vidas&#8221;, indicou a agência.</P><br />
<P>Às 19:15, hora local de sábado (23:15 TMG), as forças norte-americanas iniciaram a terceira ofensiva desta semana contra o Irão, por ordem do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou o comando norte-americano em Tampa.</P><br />
<P>A Guarda da Revolução Islâmica do Irão anunciou o encerramento &#8220;até nova ordem&#8221; do Estreito de Ormuz, esclarecendo que disparou tiros de advertência contra o porta-contentores porque o navio navegava por uma &#8220;rota não autorizada&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Na sequência deste incidente e tendo em conta, nomeadamente, a insegurança gerada pela intervenção ilegal de forças estrangeiras, o Estreito de Ormuz será encerrado até nova ordem e até ao fim das intervenções norte-americanas nesta região. Nenhum navio será autorizado a atravessá-lo&#8221;, refere um comunicado divulgado pela Guarda da Revolução Islâmica iraniana.</P><br />
<P>Horas mais tarde, a Guarda da Revolução anunciou que atacou &#8220;uma segunda embarcação infratora&#8221; que transitava pelo Estreito de Ormuz, já depois da onda de ataques dos Estados Unidos contra o país persa.</P><br />
<P>Há alguns dias, Trump anunciou o fim do protocolo do acordo de cessar-fogo em vigor entre ambos os países, na sequência do reinício dos bombardeamentos no Médio Oriente.</P><br />
<P>Os EUA e o Irão assinaram, no passado dia 17 de junho, um memorando de entendimento para pôr fim à guerra, desbloquear o Estreito de Ormuz e iniciar negociações sobre o programa nuclear iraniano. </P><br />
<P>O Estreito de Ormuz é uma das mais importantes rotas marítimas do mundo para o transporte de petróleo e gás natural, ligando o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao oceano Índico, por onde, em tempos de paz, transitava um quinto dos hidrocarbonetos consumidos em todo o mundo, especialmente na Ásia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788274]]></sapo:autor>
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		<title>Livre/Congresso: Reunião magna termina hoje com Mendes Lopes e Jorge Pinto a assumir liderança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 04:05:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O 17.º Congresso do Livre termina hoje, em Sintra, com a eleição dos órgãos nacionais para os próximos dois anos, reunião na qual Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto deverão assumir a liderança bicéfala do partido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O 17.º Congresso do Livre termina hoje, em Sintra, com a eleição dos órgãos nacionais para os próximos dois anos, reunião na qual Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto deverão assumir a liderança bicéfala do partido.</P><br />
<P>De acordo com o programa divulgado, os trabalhos serão retomados no Hockey Club Sintra pelas 10:30, com um discurso da co-porta-voz do Partido Verde Europeu, Vula Tsetsi, família europeia da qual o Livre faz parte. </P><br />
<P>Antes, pelas 09:30, o Livre promove uma homenagem à escritora Maria Gabriela Llansol que, segundo o partido foi a inspiração literária do presente Congresso. O encontro será na rotunda da Volta do Duche, que dá acesso ao centro histórico de Sintra, junto do plátano que Llansol chamou de &#8220;Grande Maior&#8221;. </P><br />
<P>Os trabalhos serão retomados pelas 10:30 no Hockey Club de Sintra para a divulgação dos resultados da votação das 83 moções de caráter específico apresentadas e dos órgãos nacionais do Livre: Assembleia, Grupo de Contacto (direção) e Conselho de Jurisdição.</P><br />
<P>Os trabalhos deverão encerrar com uma intervenção da atual líder Isabel Mendes Lopes e do deputado Jorge Pinto, que se candidatam ao cargo de porta-vozes em dupla pela lista A. </P><br />
<P>Em terceiro lugar nesta lista surge Rui Tavares, principal figura do partido que deixa o cargo de porta-voz após quatro anos, propondo-se a ficar na direção com o &#8220;pelouro da estratégia, comunicação e formação&#8221;.</P><br />
<P>À direção candidatam-se mais duas listas, a S, encabeçada pelo dirigente Rodrigo Brito, e a V, com Tiago Mota a número 1. As duas convergem nas acusações de uma excessiva centralização nas figuras dos porta-vozes e do grupo parlamentar, apelando a uma maior democracia interna e ligação com as bases.</P><br />
<P>Para o Conselho de Jurisdição apresentaram-se duas listas: a A, encabeçada pelo deputado Paulo Muacho e a J, pelo advogado Ricardo Sá Fernandes. No que toca à Assembleia, para a qual serão eleitos 50 membros, foram apresentadas 100 candidaturas individuais.</P><br />
<P>Foram ainda apresentadas 83 moções de caráter específico, com 49 sobre o funcionamento interno do partido e as restantes programáticas.</P><br />
<P>De acordo com fonte oficial do partido, estarão presentes pelo PSD a vice-presidente do partido Inês Palma Ramalho, o deputado Bruno Ventura e o líder da concelhia social-democrata sintrense Vasco Alves.</P><br />
<P>Pelo PS, estará presente o dirigente socialista André Moz Caldas e a vereadora em Sintra, Ana Mendes Godinho, e pela IL André Abrantes Amaral, vice-presidente do partido, e o dirigente Nuno Moller Miranda.</P><br />
<P>Jorge Pires, da comissão Política do Comité Central do PCP, também estará em Sintra, assim como Joana Silva, do PEV &#8212; Partido Ecologista os Verdes.</P><br />
<P>A ex-deputada Joana Mortágua e o dirigente João Curvêlo vão representar o BE, Sílvia Marques o PAN, e Inês Bravo Figueiredo e Diana Tavares o Volt Portugal.</P><br />
<P>Segundo a mesma fonte oficial, o CDS-PP &#8220;não respondeu&#8221;, o JPP não conseguiu estar presente e o Chega não foi convidado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788273]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Argentina vence &#8217;10&#8217; da Suíça no prolongamento e está nas &#8216;meias&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 03:47:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Argentina qualificou-se no sábado para as meias-finais do Mundial de futebol de 2026, ao vencer a Suíça por 3-1, após prolongamento, num encontro disputado em Kansas City, nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Argentina qualificou-se no sábado para as meias-finais do Mundial de futebol de 2026, ao vencer a Suíça por 3-1, após prolongamento, num encontro disputado em Kansas City, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Alexis Mac Allister, aos 10 minutos, Julián Alvarez, aos 112, e Lautaro Martínez, aos 120+1, apontaram os tentos dos campeões em título, enquanto Dan Nodye faturou, aos 67, para os helvéticos, que, aos 72, ficaram com 10, por expulsão de Breel Embolo.</P><br />
<P>Nas meias-finais, em encontro marcado para quarta-feira, em Atlanta, às 15:00 locais (20:00 em Lisboa), a Argentina, que repete 1930, 1986, 1990, 2014 e 2022, vai defrontar a Inglaterra, que venceu a Noruega por 2-1, também no tempo extra.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788272]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Tripulação de porta-contentores atingido por disparos iranianos abandonou o navio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 02:56:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A tripulação do navio porta-contentores atingido por disparos iranianos no Estreito de Ormuz abandonou o navio em chamas, anunciou hoje a agência britânica de segurança marítima UKMTO.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tripulação do navio porta-contentores atingido por disparos iranianos no Estreito de Ormuz abandonou o navio em chamas, anunciou hoje a agência britânica de segurança marítima UKMTO.</P><br />
<P>Segundo a UKMTO, o ataque ocorreu a 9 milhas náuticas (cerca de 17 km) a leste da península de Moussandam, pertencente ao Sultanato de Omã, e provocou um incêndio a bordo. &#8220;A tripulação abandonou o navio e embarcou num bote salva-vidas&#8221;, indicou a agência.</P><br />
<P>Os Estados Unidos lançaram uma nova ronda de ataques contra o Irão, na sequência do bombardeamento do navio porta-contentores com bandeira cipriota, que provocou um incêndio no navio e danos na sala das máquinas, obrigando à interrupção da viagem, segundo o Comando Central dos EUA (Centcom), na rede social X. </P><br />
<P>Às 19:15, hora local de sábado (23:15 TMG), as forças norte-americanas iniciaram a terceira ofensiva contra o Irão desta semana, informou o comando norte-americano em Tampa, por ordem do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.</P><br />
<P>Um membro da tripulação está desaparecido. </P><br />
<P>As forças norte-americanas justificaram o ataque contra a República Islâmica alegando que estão a &#8220;reduzir a sua capacidade&#8221; de atacar outras embarcações no Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Os meios de comunicação iranianos noticiaram explosões em vários pontos do país. Segundo a agência Tasnim, ligada à Guarda da Revolução iraniana, foram registadas entre cinco e seis explosões em várias cidades da província de Bushehr, no sudoeste do país, onde se situa uma central nuclear.</P><br />
<P>Além disso, a agência noticiou três detonações em Sirik, junto ao estreito de Ormuz, e outras três em Bandar Abbas, outra localidade portuária próxima do estreito.</P><br />
<P>Por enquanto, não se conhecem detalhes sobre vítimas ou danos causados pelos ataques.</P><br />
<P>A emissora Al Jazeera, citando vários meios de comunicação iranianos, deu igualmente conta de explosões junto aos portos de Konarak e Chabahar.</P><br />
<P>A Guarda da Revolução Islâmica do Irão anunciou o encerramento &#8220;até nova ordem&#8221; do Estreito de Ormuz, depois de disparar tiros de advertência contra o navio que, segundo as autoridades iranianas, navegava por uma &#8220;rota não autorizada&#8221;.</P><br />
<P>A força militar iraniana afirmou que o navio foi atingido por tiros de advertência e obrigado a parar.</P><br />
<P>&#8220;Na sequência deste incidente e tendo em conta, nomeadamente, a insegurança gerada pela intervenção ilegal de forças estrangeiras, o Estreito de Ormuz será encerrado até nova ordem e até ao fim das intervenções norte-americanas nesta região. Nenhum navio será autorizado a atravessá-lo&#8221;, refere o comunicado.</P><br />
<P>A Guarda da Revolução ameaçou ainda atacar bases militares dos Estados Unidos na região do Golfo e afirmou que qualquer interferência estrangeira para abrir uma &#8220;rota ilegal&#8221; na região receberá uma resposta contundente, segundo a emissora estatal iraniana IRIB.</P><br />
<P>Há alguns dias, Trump anunciou o fim do protocolo do acordo de cessar-fogo em vigor entre ambos os países, na sequência do reinício dos bombardeamentos no Médio Oriente.</P><br />
<P>Os EUA e o Irão assinaram, no passado dia 17 de junho, um memorando de entendimento para pôr fim à guerra, desbloquear o Estreito de Ormuz e iniciar negociações sobre o programa nuclear iraniano. </P><br />
<P>O Estreito de Ormuz é uma das mais importantes rotas marítimas do mundo para o transporte de petróleo e gás natural, ligando o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao oceano Índico, por onde, em tempos de paz, transitava um quinto dos hidrocarbonetos consumidos em todo o mundo, especialmente na Ásia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788271]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: EUA lançam nova ronda de ataques na sequência de incidente no Estreito de Ormuz</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 01:13:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos lançam nova ronda de ataques contra o Irão, depois de Teerão ter bombardeado um navio com bandeira cipriota que navegava pelo Estreito de Ormuz, informou o Comando Central dos EUA (Centcom).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos lançam nova ronda de ataques contra o Irão, depois de Teerão ter bombardeado um navio com bandeira cipriota que navegava pelo Estreito de Ormuz, informou o Comando Central dos EUA (Centcom). </P><br />
<P>Às 19:15, hora local de sábado (23:15 TMG), as forças norte-americanas iniciaram a terceira ofensiva contra o Irão desta semana, informou o comando norte-americano em Tampa.</P><br />
<P>Segundo o Centcom, o Irão atacou um navio porta-contentores com bandeira cipriota, o que provocou um incêndio no navio e danos na sala das máquinas, obrigando à interrupção da viagem. </P><br />
<P>Um membro da tripulação está desaparecido. </P><br />
<P>&#8220;Foi dada ao Irão uma nova oportunidade para demonstrar o cumprimento do memorando de entendimento [de cessar-fogo], depois de ter sido responsabilizado por ataques anteriores contra navios comerciais, mas, mais uma vez, falhou&#8221;, afirmou o comando militar numa mensagem na rede social X. </P><br />
<P>As forças norte-americanas justificaram o ataque contra a República Islâmica alegando que estão a &#8220;reduzir a sua capacidade&#8221; de atacar outras embarcações no Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Os bombardeamentos foram realizados por ordem do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. </P><br />
<P>A Guarda da Revolução Islâmica do Irão anunciou hoje o encerramento &#8220;até nova ordem&#8221; do Estreito de Ormuz, depois de disparar tiros de advertência contra um navio que, segundo as autoridades iranianas, navegava por uma &#8220;rota não autorizada&#8221;.</P><br />
<P>A força militar iraniana afirmou que o navio foi atingido por tiros de advertência e obrigado a parar.</P><br />
<P>&#8220;Na sequência deste incidente e tendo em conta, nomeadamente, a insegurança gerada pela intervenção ilegal de forças estrangeiras, o Estreito de Ormuz será encerrado até nova ordem e até ao fim das intervenções norte-americanas nesta região. Nenhum navio será autorizado a atravessá-lo&#8221;, refere o comunicado.</P><br />
<P>A Guarda da Revolução ameaçou ainda atacar bases militares dos Estados Unidos na região do Golfo e afirmou que qualquer interferência estrangeira para abrir uma &#8220;rota ilegal&#8221; na região receberá uma resposta contundente, segundo a emissora estatal iraniana IRIB.</P><br />
<P>Há alguns dias, Trump anunciou o fim do protocolo do acordo de cessar-fogo em vigor entre ambos os países, na sequência do reinício dos bombardeamentos no Médio Oriente.</P><br />
<P>Os EUA e o Irão assinaram, no passado dia 17 de junho, um memorando de entendimento para pôr fim à guerra, desbloquear o Estreito de Ormuz e iniciar negociações sobre o programa nuclear iraniano. </P><br />
<P>O Estreito de Ormuz é uma das mais importantes rotas marítimas do mundo para o transporte de petróleo e gás natural, ligando o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao oceano Índico, por onde, em tempos de paz, transitava um quinto dos hidrocarbonetos consumidos em todo o mundo, especialmente na Ásia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788270]]></sapo:autor>
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		<title>Ex-futebolista do Benfica Manú morreu na sequência de acidente de viação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 00:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-futebolista Manú, que passou pelo Benfica na época 2006/07, morreu no sábado na sequência de um acidente de viação, confirmou a FC Alverca -- Futebol, SAD em comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ex-futebolista Manú, que passou pelo Benfica na época 2006/07, morreu no sábado na sequência de um acidente de viação, confirmou a FC Alverca &#8212; Futebol, SAD em comunicado.</P><br />
<P>&#8220;A FC Alverca &#8212; Futebol, SAD manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de Manú, antigo jogador do FC Alverca, endereçando as mais sentidas condolências à sua família, amigos e a todos os que com ele partilharam o percurso de vida e de carreira&#8221;, diz o comunicado.</P><br />
<P>O clube ribatejano lembra que &#8220;Emanuel Jesus Bonfim Evaristo representou o FC Alverca, como profissional, ao longo de duas épocas e meia, depois de também ter cumprido o seu último ano de formação ao serviço das camadas jovens do clube&#8221;.</P><br />
<P>O Alverca recorda &#8220;com gratidão&#8221; o contributo de Manú e endereça à família e amigos &#8220;as mais sentidas condolências&#8221;.</P><br />
<P>Por seu lado, o Benfica também reagiu, manifestando, em comunicado publicado no seu site, o seu &#8220;profundo pesar pelo falecimento de Manú, antigo jogador do clube&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Manú representou o Benfica com dedicação e orgulho durante a temporada de 2006/07, onde completou 17 jogos. Neste momento de dor, o Sport Lisboa e Benfica endereça à família, aos amigos e a todos os que com ele privaram as mais sentidas condolência&#8221;, complementam os &#8216;encarnados&#8217;.</P><br />
<P>Além de Benfica e Alverca, Manú, que morreu aos 45 anos, passou, em Portugal, por Lourinhanense, Estrela da Amadora, Marítimo, Vitória de Setúbal, Cartaxo e Vilafranquense, no qual terminou a carreira, em 2018/19.</P><br />
<P>No estrangeiro, representou Modena (Itália), Carpedenolo (Itália), AEK Atenas (Grécia), Legia Varsóvia (Polónia), Beijing Guoan (China), Ermis Aradippou (Chipre) e Pafos (Chipre).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788269]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Inglaterra bate Noruega no tempo extra e está nas meias-finais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 23:54:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Inglaterra qualificou-se no sábado para as meias-finais do Mundial de futebol de 2026, ao vencer a Noruega por 2-1, em encontro realizado em Miami Gardens, nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Inglaterra qualificou-se no sábado para as meias-finais do Mundial de futebol de 2026, ao vencer a Noruega por 2-1, em encontro realizado em Miami Gardens, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Um &#8216;bis&#8217; de Jude Bellingham, aos 45+2 e 93 minutos, selou o triunfo dos &#8216;três leões&#8217;, que repetem 1966, 1990 e 2018, depois de o benfiquista Andreas Schjelderup dar vantagem aos nórdicos, com um grande golo, aos 35.</P><br />
<P>Nas meias-finais, em encontro marcado para quarta-feira, em Atlanta, às 15:00 locais (20:00 em Lisboa), a Inglaterra vai defrontar o vencedor do embate entre a campeã em título Argentina e a Suíça.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788268]]></sapo:autor>
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		<title>Irão anuncia encerramento do Estreito de Ormuz &#8220;até nova ordem&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 23:40:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Guarda Revolucionária do Irão anunciou hoje o encerramento "até nova ordem" do Estreito de Ormuz, depois de disparar tiros de advertência contra um navio que, segundo as autoridades iranianas, navegava por uma "rota não autorizada".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Guarda Revolucionária do Irão anunciou hoje o encerramento &#8220;até nova ordem&#8221; do Estreito de Ormuz, depois de disparar tiros de advertência contra um navio que, segundo as autoridades iranianas, navegava por uma &#8220;rota não autorizada&#8221;.</P><br />
<P>Em comunicado citado pela Agence France Presse (AFP), aquela força militar afirma que o navio foi atingido por tiros de advertência e obrigado a parar.</P><br />
<P>&#8220;Na sequência deste incidente e tendo em conta, nomeadamente, a insegurança gerada pela intervenção ilegal de forças estrangeiras, o Estreito de Ormuz será encerrado até nova ordem e até ao fim das intervenções norte-americanas nesta região. Nenhum navio será autorizado a atravessá-lo&#8221;, refere o comunicado.</P><br />
<P>A Guarda Revolucionária ameaçou ainda atacar bases militares dos Estados Unidos na região do Golfo.</P><br />
<P>O Estreito de Ormuz é uma das mais importantes rotas marítimas do mundo para o transporte de petróleo e gás natural, ligando o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao oceano Índico.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788267]]></sapo:autor>
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		<title>Livre/Congresso: Livre vai insistir em propostas para limitar publicidade a jogo &#8216;online&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 20:32:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A líder parlamentar do Livre, Isabel Mendes Lopes, anunciou hoje que o partido vai voltar a apresentar iniciativas no Parlamento para limitar a publicidade ao jogo e apostas 'online'.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A líder parlamentar do Livre, Isabel Mendes Lopes, anunciou hoje que o partido vai voltar a apresentar iniciativas no Parlamento para limitar a publicidade ao jogo e apostas &#8216;online&#8217;.</P><br />
<P>Numa intervenção no 17.º Congresso do Livre, que decorre até domingo em Sintra, a deputada e porta-voz disse que o partido &#8220;não vai desistir&#8221; de &#8220;regular o jogo, as casas de apostas&#8221; e &#8220;a publicidade predatória&#8221; deste setor.</P><br />
<P>&#8220;Na próxima sessão legislativa vamos voltar a esta questão. Não descansaremos enquanto a publicidade ao jogo não estiver banida do espaço público&#8221;, indicou.</P><br />
<P>Em setembro, o Livre apresentou projetos de lei relacionados com os jogos de sorte e azar, para, por exemplo, proibir a venda de bilhetes de lotarias e de lotaria instantânea (mais conhecidas como &#8220;raspadinhas&#8221;) nos estabelecimentos de saúde ou impor limites à publicidade a jogos e apostas. Estes diplomas acabaram rejeitados pelo Parlamento.</P><br />
<P>Na intervenção perante o congresso, Isabel Mendes Lopes lamentou os votos contra e criticou os restantes partidos.</P><br />
<P>&#8220;Temos obrigação de proteger as pessoas. Não é com propostas pequeninas que o vamos fazer, é enfrentando o lóbi do jogo&#8221;, salientou, defendendo que é preciso &#8220;combate ao jogo &#8216;online&#8217; e a regulação da publicidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É responsabilidade de um país que tem um primeiro-ministro que teve a Solverde como cliente&#8221;, afirmou também.</P><br />
<P>Momentos antes, o porta-voz cessante do Livre, Rui Tavares, subiu ao púlpito para falar sobre a importância do cooperativismo.</P><br />
<P>&#8220;O cooperativismo é uma política pública mas é uma estratégia de crescimento do Livre e devemos apostar nele nos próximos dois anos&#8221;, apelou o fundador do partido, que também alertou para os perigos da Inteligência Artificial.</P><br />
<P>&#8220;Nunca vi na nossa modernidade uma tecnologia tão disruptiva estar tão completamente nas mãos de privados&#8221;, criticou, apelando a uma regulação deste tipo de inteligência através de &#8220;investimento público nacional, europeu e internacional&#8221;.</P><br />
<P>De seguida, o candidato a substituir Tavares, o deputado Jorge Pinto, saiu em defesa da regionalização, considerando-a a grande reforma estrutural que o pais precisa.</P><br />
<P>&#8220;Só assim vamos ter um território que seja mais coeso, um território que sirva às pessoas e que esteja próximo das pessoas. Essa é e tem de ser a nossa grande prioridade&#8221;, sublinhou. </P><br />
<P>O deputado alertou ainda para a importância de transição ecológica, considerando que este tema &#8220;vai definir o futuro do nosso país, até em termos económicos, porque a grande competição com outras economias, como por exemplo a economia chinesa, se está a fazer também ao nível da ecologia&#8221;.</P><br />
<P>Os trabalhos do congresso terminaram pelas 20:50, ao fim de 10 horas de trabalhos, com a presidente da Mesa, Patrícia Gonçalves, a desafiar os congressistas a participarem na Festa da Espiga, organizada pelo partido junto ao pavilhão onde decorre a reunião magna.</P><br />
<P> </P><br />
<P>ARL/FM // SF</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788266]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Livre/Congresso: Livre acusa ministro da Educação de ser &#8220;negacionista do caos dos exames&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 20:04:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A deputada do Livre Filipa Pinto acusou hoje o ministro da Educação de ser "negacionista do caos dos exames" nacionais e pediu a Fernando Alexandre que assuma "as suas responsabilidades políticas".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A deputada do Livre Filipa Pinto acusou hoje o ministro da Educação de ser &#8220;negacionista do caos dos exames&#8221; nacionais e pediu a Fernando Alexandre que assuma &#8220;as suas responsabilidades políticas&#8221;.</P><br />
<P>Numa intervenção durante o 17.º Congresso do Livre, que decorre até domingo Hockey Club de Sintra, Lisboa, a dirigente afirmou que o ministro é &#8220;negacionista do caos dos exames&#8221; e &#8220;não assume a sua ilusão, os seus erros&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mas nós exigimos que assuma as usas responsabilidades políticas, nós exigimos que garanta às famílias, aos estudantes e às escolas a confiança e tranquilidade que merecem da escola pública&#8221;, afirmou, pedindo também &#8220;direção e defesa intransigente da escola pública&#8221;.</P><br />
<P>A deputada recusou que seja uma empresa privada, &#8220;contratada por ajuste direto que diga o que correu mal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós, no Livre, não queremos mais cortes no Ministério da Educação, queremos mais investimento&#8221;, salientou, defendendo que a &#8220;qualidade da escola pública não pode ficar refém de uma política de cortes e fusões&#8221;.</P><br />
<P>Filipa Pinto indicou também que o partido vai continuar &#8220;a propor políticas que defendam educação pública de qualidade, para todos&#8221;, sustentando que, &#8220;sem educação pública&#8221;, o Estado falha &#8220;a toda uma geração&#8221; o &#8220;direito constitucional de garantia de liberdade de oportunidades e uma vida melhor&#8221;</P><br />
<P>A deputada acusou o Governo da AD de ter desmantelado o Ministério da Educação, com o &#8220;aplauso dos liberais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Ministro da Educação gabou-se de cortar em 50% as direções-gerais e os organismos do Ministério e, às cegas, amadoramente, irresponsavelmente, sem testar a robustez de um novo processo de exames, avançou para a digitalização, feita manualmente em Lisboa&#8221;, criticou.</P><br />
<P>Filipa Pinto lamentou que o Governo tenha &#8220;cortado nos professores que durante mais de 20 anos asseguraram a estabilidade e a fiabilidade&#8221; do processo dos exames nacionais e &#8220;culpou diretores, agrupamentos de exames e até famílias impudentes que ousaram marcar férias na altura das férias&#8221;.</P><br />
<P>Numa intervenção momentos depois, a deputada Patrícia Gonçalves, que preside aos trabalhos do congresso, afirmou que o conhecimento &#8220;está no centro do projeto político&#8221; do Livre.</P><br />
<P>A dirigente defendeu que o Livre deve ser &#8220;o partido que apresenta um novo modelo de desenvolvimento para Portugal, assente na convicção de que a maior riqueza são as pessoas e o conhecimento é a principal fonte da capacidade coletiva para construir uma sociedade mais livre, próspera e preparada para o futuro&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788265]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tinha 20 milhões de euros no bolso de uma camisa e quase perdeu tudo por dois dias</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tinha-20-milhoes-de-euros-no-bolso-de-uma-camisa-e-quase-perdeu-tudo-por-dois-dias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 20:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante meses, o prémio permaneceu por reclamar, enquanto as autoridades tentavam localizar o vencedor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Um reformado de 68 anos, de Nova Jérsia, nos Estados Unidos, esteve a dois dias de perder um prémio milionário por se ter esquecido de verificar um boletim de lotaria guardado há cerca de um ano no bolso de uma camisa antiga.</p>
<p class="isSelectedEnd">O homem descobriu que tinha em casa o bilhete vencedor de um sorteio da Loteria de Nova Iorque, premiado com 24,1 milhões de dólares, cerca de 20,5 milhões de euros. O décimo tinha ficado esquecido no armário, juntamente com outros bilhetes que nunca chegou a confirmar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante meses, o prémio permaneceu por reclamar, enquanto as autoridades tentavam localizar o vencedor.</p>
<p class="isSelectedEnd">O caso mudou quando o reformado viu uma notícia na televisão sobre o prémio milionário que continuava sem dono. A informação levou-o a procurar os velhos bilhetes de lotaria que tinha guardados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao conferir os números, percebeu que tinha nas mãos o boletim vencedor. O homem contou que teve dificuldade em acreditar no que estava a ver e que precisou de ir à janela respirar ar fresco para se convencer de que a situação era real.</p>
<p class="isSelectedEnd">O bilhete tinha sido comprado para um sorteio da Loteria de Nova Iorque, mas acabou esquecido sem ser verificado. O próprio admitiu que ia adiando a tarefa, dizendo a si mesmo que confirmaria os números quando tivesse tempo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A descoberta aconteceu apenas dois dias antes do fim do prazo para reclamar o prémio. Se tivesse esperado mais, o reformado teria perdido os 20,5 milhões de euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Comissão de Jogos de Nova Iorque tinha intensificado a procura pelo vencedor e apelado publicamente para que as pessoas verificassem bolsos, porta-luvas e até debaixo das almofadas do sofá.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois de encontrar o décimo, o homem passou pelo processo de verificação e conseguiu reclamar o prémio.</p>
<p class="isSelectedEnd">O reformado, pai de dois filhos e avô de 12 netos, decidiu receber o valor em pagamentos distribuídos ao longo de 26 anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois do susto e da surpresa, admitiu que terá agora de conversar com toda a família para decidir o que fazer com a fortuna.</p>
<p>O caso tornou-se exemplo de como um simples descuido quase custou um prémio milionário: durante quase um ano, o bilhete vencedor esteve guardado no bolso de uma camisa antiga, a poucos dias de deixar de ter validade.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787413]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O Aston Martin tinha licença para acelerar. Para atravessar uma estrada inundada, nem por isso&#8230;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-aston-martin-tinha-licenca-para-acelerar-para-atravessar-uma-estrada-inundada-nem-por-isso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 19:15:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Aston Martin]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Há carros que parecem feitos para quase tudo — velocidade, curvas, imagem, som e algum teatro. Mas uma estrada inundada não costuma estar na lista]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há carros que parecem feitos para quase tudo — velocidade, curvas, imagem, som e algum teatro. Mas uma estrada inundada não costuma estar na lista. Um condutor britânico aprendeu isso da forma mais cara, depois de tentar atravessar uma zona alagada ao volante de um Aston Martin Vantage.</p>
<p>Segundo a &#8216;Carscoops&#8217;, o caso aconteceu no Reino Unido e rapidamente ganhou atenção online. O condutor terá avaliado mal a profundidade da água e avançou com o desportivo pela estrada inundada. O resultado foi previsível: o Vantage ficou parado a meio da travessia, com o motor desligado e fortes suspeitas de danos provocados pela entrada de água.</p>
<p>A história ficou ainda mais viral porque o carro envolvido não era propriamente um utilitário preparado para enfrentar mau tempo. O Aston Martin Vantage é um desportivo baixo, com motor V8 biturbo de origem AMG, feito para estrada aberta e condução rápida, não para funcionar como barco improvisado.</p>
<p>A &#8216;Road &#038; Track&#8217; refere que a água teria cerca de 30 centímetros, bastante acima da distância ao solo do Vantage, que é de apenas 94 milímetros. Nas imagens divulgadas, o carro entra devagar na água, mas acaba por ficar imobilizado antes de conseguir sair do outro lado.</p>
<p>O risco, nestes casos, é conhecido como hydrolock. Quando a água entra no motor, os cilindros podem tentar comprimir um líquido que, ao contrário do ar, não é compressível. O resultado pode ser grave: componentes internos danificados e uma reparação potencialmente muito cara.</p>
<p>O próprio condutor terá admitido, depois do incidente, que a água “não parecia tão funda”. É uma frase que ajuda a explicar muitos episódios semelhantes: a profundidade de uma estrada inundada é difícil de avaliar a partir do volante, sobretudo quando a água cobre o piso e esconde buracos, valas ou desníveis.</p>
<p>A internet, naturalmente, não perdoou. O condutor foi rapidamente apelidado de “James Pond”, numa brincadeira com James Bond e com a ligação histórica da Aston Martin ao espião britânico. Mas, ao contrário dos carros de cinema, este Vantage não vinha equipado com gadgets anfíbios.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Poor chap hasn’t had a good week.</p>
<p>Best caption wins!! <a href="https://t.co/k8SC7Y7yfk">pic.twitter.com/k8SC7Y7yfk</a></p>
<p>&mdash; Lawrence Whittaker (@ListerLawrence) <a href="https://x.com/ListerLawrence/status/2070775318164430851?ref_src=twsrc%5Etfw">June 27, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>O caso serve de lembrete útil para qualquer condutor, mesmo sem um desportivo de luxo. Estradas inundadas não devem ser atravessadas quando não há certeza sobre a profundidade ou o estado do piso. Basta pouca água para afetar travões, eletrónica ou motor — e, em carros baixos, a margem de erro é ainda menor.</p>
<p>No fim, o Vantage ficou transformado numa lição de condução defensiva com carro de sonho: potência e preço não substituem bom senso. E, por vezes, a manobra mais inteligente é mesmo dar meia-volta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787213]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Número de mortos aumenta para 4.333 e há 19 mil desalojados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 18:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, atualizou hoje o número de mortes provocadas pelos sismos de 24 de junho para 4.333, havendo ainda 315 corpos por identificar e 19 mil pessoas desalojadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, atualizou hoje o número de mortes provocadas pelos sismos de 24 de junho para 4.333, havendo ainda 315 corpos por identificar e 19 mil pessoas desalojadas.</P><br />
<P>&#8220;O número de venezuelanos e venezuelanas que faleceram em consequência do impacto direto dos terríveis sismos de 24 de junho ascende a 4.333&#8221;, declarou Rodríguez numa conferência de imprensa citada pela agência espanhola de notícias, a Efe.</P><br />
<P>Até sexta-feira, &#8220;havia 315 pessoas não identificadas, que não foi possível identificar porque não foram reconhecidas nem, ao recolher as impressões digitais, conseguimos associá-las a um documento de identificação; isso representa 7% do total de falecidos», afirmou Rodríguez, atualizando o balanço anterior de 4.118 mortos.</P><br />
<P>Os dois sismos ocorreram com um intervalo de 39 segundos e afetaram principalmente a capital, Caracas, e o estado vizinho de La Guaira, onde acampamentos improvisados acolhem refugiados em estádios, praças públicas e passeios.</P><br />
<P>No encontro com os jornalistas, Rodriguez afirmou que há mais de 19 mil pessoas a viver em acampamentos porque ficaram sem as suas casas e explicou que o governo não indica um número oficial de desaparecidos para não alimentar &#8220;especulações&#8221;, mas a ONU estimou, dois dias depois da tragédia, que há cerca de 50 mil pessoas desaparecidas.</P><br />
<P>Entre os 4.333 mortos e 16.740 feridos há 110 mortos portugueses e 55 desaparecidos. </P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela. </P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788264]]></sapo:autor>
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		<title>Jesse Derry reforça Sporting por empréstimo do Chelsea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 18:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O futebolista inglês Jesse Derry é o quinto reforço do Sporting para 2026/27, chegando a Alvalade por empréstimo dos ingleses do Chelsea, anunciaram hoje os dois clubes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O futebolista inglês Jesse Derry é o quinto reforço do Sporting para 2026/27, chegando a Alvalade por empréstimo dos ingleses do Chelsea, anunciaram hoje os dois clubes.</P><br />
<P>&#8220;O Sporting Clube de Portugal chegou a acordo com o Chelsea FC para a cedência de Jesse Derry à equipa principal de futebol. Com 19 anos, o extremo inglês, capaz de atuar em ambos os corredores, chega a Alvalade por empréstimo, válido para a temporada 2026/2027&#8221;, lê-se no comunicado dos &#8216;leões&#8217;.</P><br />
<P>O avançado, de 19 anos, é internacional jovem por Inglaterra e está no Chelsea desde a temporada passada, depois de ter feito a formação no Crystal Palace, e chegou a fazer a estreia pela equipa principal em 2025/26.</P><br />
<P>Antes de emprestar Jesse Derry ao Sporting, o Chelsea renovou na terça-feira o contrato com o avançado, que fica ligado aos &#8216;blues&#8217; até 2032.</P></p>
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		<title>De baixa após um AVC, foi seguida por detetives e despedida por caminhar e ir às compras. Empresa terá de pagar-lhe 5.000 euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 18:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[direito laboral]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
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		<category><![CDATA[justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[Mulher estava de baixa desde maio de 2023, depois de ter sofrido um acidente vascular cerebral provocado por uma trombose]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estar de baixa médica não significa, necessariamente, ficar fechado em casa sem poder fazer qualquer tarefa do dia a dia. Foi essa a leitura feita por um tribunal espanhol num caso que envolveu uma trabalhadora despedida enquanto recuperava de um AVC.</p>
<p>Segundo o &#8216;HuffPost&#8217;, a mulher estava de baixa desde maio de 2023, depois de ter sofrido um acidente vascular cerebral provocado por uma trombose. A empresa acabou por avançar para o despedimento disciplinar em junho de 2025, depois de recorrer a relatórios de detetives privados que a observaram durante vários dias.</p>
<p>O que os investigadores registaram foram atividades comuns: acompanhar uma criança até à paragem do autocarro, conduzir, ir a centros comerciais, caminhar, beber em bares ou tratar de assuntos no serviço de emprego. Para a empresa, essas imagens mostravam uma conduta incompatível com a baixa médica e justificavam a acusação de fraude, deslealdade e quebra da boa-fé contratual.</p>
<p>A trabalhadora contestou o despedimento. Defendeu que a vigilância violava a sua privacidade e alegou que as atividades observadas não provavam qualquer simulação da doença. O tribunal rejeitou a ideia de que os detetives tivessem invadido a sua intimidade, por entender que a vigilância decorreu em espaços públicos e de forma limitada. Mas, no essencial, deu razão à trabalhadora.</p>
<p>Para o Tribunal Social n.º 3 da Corunha, aquilo que foi filmado não demonstrava esforço físico, stress ou comportamento incompatível com a recuperação de um AVC. Pelo contrário, eram atos normais de uma pessoa que, mesmo doente, continuava a realizar pequenas tarefas da vida quotidiana.</p>
<p>A decisão sublinha uma distinção importante: estar incapacitado para trabalhar não é o mesmo que estar impedido de sair de casa. Uma baixa médica pode significar que a pessoa não está apta para regressar ao posto de trabalho, mas não que tenha de viver em repouso absoluto ou suspender todas as rotinas.</p>
<p>No caso desta trabalhadora, o tribunal considerou que a empresa não conseguiu provar qualquer incumprimento grave que justificasse o despedimento. As deslocações, compras ou caminhadas observadas não foram suficientes para concluir que a baixa era falsa ou que a recuperação estava a ser prejudicada.</p>
<p>A mulher já tinha recebido alta médica em julho de 2025, depois de o Instituto Nacional da Segurança Social espanhol ter recusado a reforma por incapacidade permanente. Ainda assim, mantinha sintomas como insónia e nervosismo, num processo de recuperação que o tribunal não considerou incompatível com as tarefas registadas pelos detetives.</p>
<p>A sentença declarou o despedimento nulo, por entender que a decisão da empresa esteve ligada à situação de doença da trabalhadora. A empresa foi condenada a reintegrá-la, pagar os salários em atraso e atribuir uma indemnização adicional de 5.000 euros por danos morais.</p>
<p>A decisão ainda pode ser alvo de recurso, mas deixa uma mensagem clara: uma baixa médica não transforma uma pessoa num prisioneiro da própria casa. Recuperar também pode passar por tentar manter alguma normalidade — ir à rua, tratar de assuntos, acompanhar uma criança ou simplesmente continuar a viver.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787188]]></sapo:autor>
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		<title>Livre/Congresso: Divergências sobre a rede de autarcas do partido aquecem trabalhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 17:44:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os trabalhos do 17.º Congresso do Livre ficaram esta tarde marcados por divergências sobre o funcionamento da rede de autarcas do partido, além de apelos para uma maior autonomia dos núcleos territoriais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os trabalhos do 17.º Congresso do Livre ficaram esta tarde marcados por divergências sobre o funcionamento da rede de autarcas do partido, além de apelos para uma maior autonomia dos núcleos territoriais.</P><br />
<P>Depois de uma manhã marcada pelos discursos de Rui Tavares, e dos candidatos à direção do Livre Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto, a discussão das moções de caráter específico decorreram ao longo de três horas, num ambiente morno, sem grandes divergências, até à intervenção de Martim Freitas.</P><br />
<P>O membro do partido subiu ao púlpito para apelar ao voto contra duas moções: uma que propõe a criação da &#8220;Rede GEI &#8212; Género, Emancipação, Interseccionalidade&#8221; no partido, e outra de uma Linha de Contacto, Acolhimento e Solidariedade Ativa do Livre, intitulada CASA, para apoiar pessoas que sejam alvo de discurso de ódio.</P><br />
<P>Martim Freitas alertou que o partido cria estruturas e depois não lhes dá continuidade, dando como exemplo a rede de autarcas, criada em outubro &#8220;mas que ainda não está a funcionar&#8221;, avisando: &#8220;Não chega plantar a semente&#8221;.</P><br />
<P>Esta intervenção levou a que quatro dirigentes do núcleo duro do partido pedissem a palavra.</P><br />
<P>Safaa Dib foi a primeira a classificar esta crítica como &#8220;injusta e descabelada&#8221;, admitindo que a rede ainda não está a funcionar em pleno mas &#8220;ainda está a dar os primeiros passos&#8221;.</P><br />
<P>A dirigente Joana Alves Pereira, autarca em Lisboa, subiu ainda mais o tom: &#8220;É preciso ter muito cuidado quando se abre a boca para falar, não é só vim aqui mandar umas bocas&#8221;.</P><br />
<P>O deputado Paulo Muacho defendeu que o Livre &#8220;está a crescer e precisa de responder aos problemas&#8221; que encontra.</P><br />
<P>Defendendo que é preciso &#8220;melhorar o que está mal&#8221;, o parlamentar apelou a um trabalho conjunto: &#8220;Não é uns fazerem e outros ficarem a criticar&#8221;.</P><br />
<P>Também o dirigente Tomás Cardoso Pereira, que substituiu Isabel Mendes Lopes no Parlamento durante um mês, sustentou que a rede de autarcas &#8220;precisa de uma dinamização maior, mas para construir este projeto não vale só ficar no protesto&#8221;.</P><br />
<P>O chefe de gabinete do Livre na Assembleia da República assinalou que &#8220;construir coisas demora tempo, dá trabalho, e é preciso empenho&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Enquanto autarca, conto contigo Martim&#8221;, apelou.</P><br />
<P> </P><br />
<P>ARL/FM // SF</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788262]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Wimbledon: Linda Noskova bate Karolina Muchova e conquista primeiro Grand Slam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 17:40:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A tenista checa Linda Noskova conquistou hoje o seu primeiro título do Grand Slam, depois de derrotar em três sets a compatriota Karolina Muchova na final de Wimbledon.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tenista checa Linda Noskova conquistou hoje o seu primeiro título do Grand Slam, depois de derrotar em três sets a compatriota Karolina Muchova na final de Wimbledon.</P><br />
<P>Na sua primeira final de um &#8216;major&#8217;, Linda Noskova, 12.ª tenista do mundo, venceu Karolina Muchova (nona), por 6-2, 5-7 e 6-3, em duas horas e 28 minutos.</P><br />
<P>Noskova, que tinha como melhor resultado em Grand Slams os quartos de final no Open da Austrália em 2024, tornou-se a terceira checa a vencer Wimbledon nos últimos quatro anos, enquanto Muchova voltou a perder a final de um &#8216;major&#8217;, como tinha acontecido em 2023 em Roland Garros.</P></p>
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		<title>Sánchez visita segunda-feira zona do incêndio em Almería que causou 12 mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 17:29:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, visita na segunda-feira a zona do incêndio de Los Gallardos, em Almería, que causou 12 mortos e pelo menos 20 desaparecidos, informaram fontes governamentais à Europa Press.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, visita na segunda-feira a zona do incêndio de Los Gallardos, em Almería, que causou 12 mortos e pelo menos 20 desaparecidos, informaram fontes governamentais à Europa Press.</P><br />
<P>Devido à deslocação, Sánchez adiou para quarta-feira a cerimónia institucional de demolição da vedação de La Línea de la Concepción, em Cádis, inicialmente prevista para segunda-feira.</P><br />
<P>O ministro da Presidência, Justiça e Relações com o Parlamento, Félix Bolaños, visitou hoje o posto de comando avançado instalado em Turre, a partir do qual são coordenadas as operações de combate ao incêndio, que já consumiu cerca de 6.600 hectares.</P><br />
<P>Bolaños destacou a coordenação entre as várias administrações envolvidas e a violência do incêndio, que, segundo estimativas dos especialistas, &#8220;poderá ter avançado 100 metros por minuto&#8221;. </P><br />
<P>O governante considerou que o incêndio apresenta uma &#8220;gravidade nunca antes conhecida&#8221;, como &#8220;consequência da emergência climática que o mundo enfrenta&#8221;.</P><br />
<P>Acompanhado pela secretária-geral da Proteção Civil e Emergências do Ministério do Interior, Virginia Barcones, Bolaños permaneceu durante mais de uma hora no posto de comando avançado.</P><br />
<P>O ministro salientou que as condições de temperatura, vento e humidade permitem passar de uma estratégia defensiva para o combate direto às chamas, com o objetivo de estabilizar o incêndio.</P><br />
<P>Além das 12 vítimas mortais, 18 pessoas receberam assistência hospitalar devido ao incêndio, cinco das quais em estado grave, segundo fontes do Governo regional da Andaluzia citadas pela Europa Press.</P><br />
<P>Sete pessoas estão a ser assistidas no Hospital Universitário Torrecárdenas, uma das quais se encontra em estado grave, na unidade de cuidados intensivos.</P><br />
<P>Outros quatro doentes permanecem internados na Unidade de Grandes Queimados do Hospital Universitário Virgen del Rocío, em Sevilha.</P><br />
<P>O Hospital de La Inmaculada, em Huércal-Overa, prestou assistência aos restantes 11 pacientes, cuja evolução clínica continua a ser acompanhada.</P><br />
<P>O Instituto de Medicina Legal de Almería concluiu as autópsias às 12 vítimas mortais, estando agora a ser analisadas amostras de ADN para proceder à identificação dos corpos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788260]]></sapo:autor>
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		<title>Confiança, coordenação e comunicação clara: o “segredo português” na resposta à pandemia da Covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 17:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Pandemia da Covid-19 foi a mesma, mas a resposta dos países esteve longe de ser igual. França, Portugal e Brasil enfrentaram o mesmo vírus com modelos de governação muito diferentes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pandemia da Covid-19 foi a mesma, mas a resposta dos países esteve longe de ser igual. França, Portugal e Brasil enfrentaram o mesmo vírus com modelos de governação muito diferentes — e essa diferença ajuda a perceber porque é que algumas respostas pareceram mais coerentes, outras mais rígidas e outras mais fragmentadas.</p>
<p>Num artigo publicado no &#8216;The Conversation&#8217;, Oumaima Omari Harake, investigadora em ciências de gestão na Universidade de Poitiers, compara os três casos e parte de uma ideia simples: numa crise sanitária, não basta ter hospitais, profissionais ou tecnologia. A forma como o sistema é organizado, comunica, decide e se adapta pode ser tão importante como os recursos disponíveis.</p>
<p>Em França, a resposta assentou num comando fortemente centralizado. O Estado e as agências nacionais tiveram um papel dominante, com decisões uniformes para todo o território e recurso a indicadores produzidos por entidades como a Santé publique France. Essa estratégia permitiu agir rapidamente e manter uma linha nacional coerente, mas também expôs fragilidades: dificuldade em adaptar decisões às realidades locais, tensão nos hospitais, sobrecarga de profissionais e críticas de autarcas e responsáveis de saúde sobre a distância entre Paris e o terreno.</p>
<p>Portugal surge na análise com um retrato diferente. O país destacou-se por uma coordenação institucional mais estável, uma comunicação pública mais clara e um nível elevado de confiança dos cidadãos nas instituições. Essa confiança foi particularmente visível na adesão à vacinação e na avaliação positiva da task force responsável pelo processo, frequentemente apontada como um dos exemplos de organização e eficácia durante a crise.</p>
<p>A autora sublinha que o caso português mostra a importância da confiança na ação pública. Quando os cidadãos consideram credível a informação dada pelas autoridades e percebem coerência nas decisões, a adesão às medidas sanitárias tende a ser maior. Em Portugal, essa combinação entre coordenação, comunicação e confiança ajudou a reforçar a resposta, mesmo num contexto de grande incerteza.</p>
<p>O Brasil aparece como o contraste mais evidente. A gestão da pandemia foi marcada por forte fragmentação política, tensões entre o governo federal, os estados e os municípios, e respostas muito desiguais no território. Essa divisão prejudicou a coordenação, enfraqueceu a mensagem pública e contribuiu para uma crise mais instável, com perda de confiança nas instituições e maior dificuldade em aplicar medidas consistentes.</p>
<p>Apesar das diferenças entre os três países, há uma conclusão comum: muito do que funcionou aconteceu no terreno. Profissionais de saúde, equipas locais e comunidades tiveram de improvisar soluções, reorganizar serviços e adaptar regras gerais às condições concretas de cada território. Em Portugal, as áreas dedicadas à Covid-19 nos cuidados de saúde primários ajudaram a separar circuitos de atendimento e a ajustar a resposta às capacidades locais.</p>
<p>A principal lição é que uma crise sanitária não se gere apenas por decreto nem apenas com meios técnicos. Precisa de coordenação entre níveis de poder, comunicação clara, confiança pública e margem para que quem está no terreno adapte as orientações à realidade. A pandemia mostrou que os sistemas mais resilientes são os que conseguem decidir, aprender e corrigir em tempo real.</p>
<p>No fim, a comparação entre França, Portugal e Brasil deixa uma mensagem útil para futuras crises: a eficácia depende menos de fórmulas rígidas e mais da capacidade de articular comando nacional com inteligência local. Portugal, neste retrato, aparece como exemplo de como a confiança pode ser uma ferramenta de saúde pública tão relevante como qualquer outra.</p>
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