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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 27 May 2026 11:43:19 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Parque eólico da Galp no litoral alentejano já não vai avançar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:40:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Odemira informou que a Galp não vai construir um novo parque eólico no Alentejo Litoral, para fornecimento de energia necessária à produção e armazenamento de hidrogénio verde na unidade da empresa em Sines, distrito de Setúbal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Odemira informou que a Galp não vai construir um novo parque eólico no Alentejo Litoral, para fornecimento de energia necessária à produção e armazenamento de hidrogénio verde na unidade da empresa em Sines, distrito de Setúbal.</p>
<p>Segundo a Câmara de Odemira, no distrito de Beja, em nota publicada na sua página na rede social Facebook, &#8220;em reunião com os promotores do Parque Eólico das Cachenas, estes transmitiram a decisão de não avançar com o projeto&#8221;.</p>
<p>A autarquia lembrou que, &#8220;em vários momentos&#8221;, e com sustentação no parecer da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), &#8220;considerou que este projeto não traria quaisquer benefícios práticos para a população, bem pelo contrário&#8221;.</p>
<p>&#8220;Descaracterizaria a paisagem natural e, consequentemente, colocava em causa a atratividade turística numa zona de forte atividade económica ligada ao setor&#8221;, sustentou.</p>
<p>Por isso, acrescentou o município, &#8220;este é um momento importante de afirmação da vontade coletiva no concelho de Odemira e em especial em Vila Nova de Milfontes&#8221;.</p>
<p>A Câmara de Odemira disse ainda que o anúncio do Parque Eólico das Cachenas deu origem a uma petição &#8216;online&#8217; a pedir a sua suspensão, que recolheu 5.595 assinaturas, &#8220;demonstrando, de forma inequívoca, a unanimidade com que a comunidade rejeitou este projeto&#8221;.</p>
<p>O município acrescentou que foi também criado o grupo de trabalho SOS Malhão, &#8220;através de uma plataforma &#8216;online&#8217;, com o objetivo de fornecer e disseminar informação junto dos órgãos de comunicação social, população e salvaguardar os interesses deste território&#8221;.</p>
<p>Idealizado para garantir o fornecimento de energia elétrica renovável necessária à produção e armazenamento de hidrogénio verde na unidade da Galp em Sines, o projeto do Parque Eólico das Cachenas esteve em consulta pública no mês de janeiro.</p>
<p>De acordo com o estudo prévio, consultado então pela agência Lusa, o futuro Parque Eólico das Cachenas consistia numa unidade de produção para autoconsumo e abrangia os territórios de quatro freguesias nos concelhos de Odemira, no distrito de Beja, de Santiago do Cacém e de Sines, no de Setúbal.</p>
<p>O projeto, cujo investimento não era revelado no documento, tinha como objetivo o fornecimento de energia elétrica renovável necessária à produção e armazenamento de hidrogénio verde na Unidade de Produção de Hidrogénio da Galp em Sines.</p>
<p>Denominado por projeto GalpH2Park, ficaria situado numa área adjacente à refinaria na Zona Industrial e Logística de Sines, tendo uma capacidade total instalada de cerca 129,2 megawatts (MW) e uma produção anual estimada de 308 gigawatts (GWh)/ano.</p>
<p>O projeto previa a instalação de 19 aerogeradores, com uma potência unitária de 6,8 MW, correspondendo a uma potência total instalada de 129,2 MW.</p>
<p>Cada aerogerador teria um diâmetro de rotor aproximado de 175 metros e uma altura entre 112 e 119 metros.</p>
<p>O documento que esteve em consulta pública acrescentava que o parque teria um prazo de vida útil de 35 anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768348]]></sapo:autor>
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		<title>Ventura diz que Passos se referia ao Governo quando comparou &#8220;políticos postiços&#8221; a &#8220;prostitutos sem caráter&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:38:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Chega, André Ventura, considerou hoje que o antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho se referia ao Governo quando falou em políticos que se tornam postiços comparando-os a "prostitutos sem caráter".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Chega, André Ventura, considerou hoje que o antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho se referia ao Governo quando falou em políticos que se tornam postiços comparando-os a &#8220;prostitutos sem caráter&#8221;.</p>
<p>&#8220;Penso que é claro que o doutor Pedro Passos Coelho se estava a referir àqueles que governam não a pensar nas próximas gerações, mas a pensar nas próximas eleições. E neste momento só está a governar uma entidade, que é o Governo&#8221;, afirmou.</p>
<p>O líder do Chega falava aos jornalistas no Palácio de Belém, depois de uma audiência de cerca de uma hora com o Presidente da República, António José Seguro.</p>
<p>Na terça-feira, na apresentação de um livro onde esteve também André Ventura, o antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho criticou os políticos que, para tentarem agradar a todos ainda mais do que os populistas, se tornam postiços, comparando-os a &#8220;prostitutos sem caráter&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768341]]></sapo:autor>
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		<title>Banco de Portugal anuncia regras mais exigentes no crédito à habitação</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-banco-de-portugal-anuncia-regras-mais-exigentes-no-credito-a-habitacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:38:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador do Banco de Portugal anunciou hoje que será proposto um 'apertar' de regras no crédito, incluindo uma taxa de esforço mais exigente que os clientes terão de cumprir no crédito à habitação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governador do Banco de Portugal anunciou hoje que será proposto um &#8216;apertar&#8217; de regras no crédito, incluindo uma taxa de esforço mais exigente que os clientes terão de cumprir no crédito à habitação.</p>
<p>Na apresentação do relatório de estabilidade financeira, em Lisboa, Álvaro Santos Pereira disse que o regulador e supervisor bancário vai propor a diminuição da taxa de esforço de 50% para 45%.</p>
<p>Até agora, quando concedem crédito à habitação, os bancos devem garantir que os clientes não gastam mais de 50% do seu rendimento líquido em dívidas e o regulador quer baixar essa proporção, o que significa um apertar da regra de acesso ao financiamento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768340]]></sapo:autor>
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		<title>Fundo do Conselho da Paz de Trump está sem dinheiro apesar de promessas de 17 mil milhões de dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:37:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho da Paz]]></category>
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		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[ fundo criado pelo Banco Mundial para apoiar o Conselho da Paz, a estrutura promovida pelo Presidente norte-americano Donald Trump para supervisionar a reconstrução e governação de Gaza no pós-guerra, ainda não recebeu qualquer financiamento efetivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fundo criado pelo Banco Mundial para apoiar o Conselho da Paz, a estrutura promovida pelo Presidente norte-americano Donald Trump para supervisionar a reconstrução e governação de Gaza no pós-guerra, ainda não recebeu qualquer financiamento efetivo, apesar das promessas internacionais que totalizam cerca de 17 mil milhões de dólares. A revelação foi feita esta quarta-feira pelo Financial Times, que cita quatro fontes próximas do processo.</p>
<p>Segundo o jornal britânico, nenhuma verba foi formalmente depositada no fundo administrado pelo Banco Mundial. “Zero dólares foram depositados”, afirmou uma das fontes citadas pela publicação. Ainda assim, a estrutura criada por Trump terá recebido algumas contribuições através de mecanismos alternativos, nomeadamente por via de uma conta bancária no JPMorgan, utilizada diretamente pelo Conselho da Paz.</p>
<p>Um responsável da organização explicou ao Financial Times que foram criadas “várias opções” para receber financiamento e que, até ao momento, os países e entidades doadoras “optaram por utilizar outros mecanismos”. Ao contrário do fundo do Banco Mundial, a conta do JPMorgan não está sujeita às mesmas obrigações de transparência perante os contribuintes e membros da direção do organismo.</p>
<p>Entre os poucos montantes já identificados, Marrocos terá contribuído com cerca de 20 milhões de dólares, verba utilizada para financiar o gabinete de Nickolay Mladenov, designado como alto representante para Gaza no pós-guerra, bem como os salários do comité tecnocrático palestiniano criado para administrar o território. Já os Emirados Árabes Unidos terão disponibilizado 100 milhões de dólares destinados à formação de uma nova força policial em Gaza, embora esse financiamento permaneça congelado e o programa ainda não tenha arrancado.</p>
<p>Também o Departamento de Estado norte-americano se comprometeu a redirecionar cerca de 1,2 mil milhões de dólares de programas de ajuda internacional para projetos associados à agenda do Conselho da Paz. No entanto, segundo o Financial Times, essas verbas continuam por executar. Um assessor sénior do Congresso norte-americano afirmou ao jornal que “nenhum desse dinheiro está a ser gerido pelo Conselho da Paz” e acrescentou que o Departamento de Estado não pretende, nesta fase, entregar diretamente esses fundos à estrutura criada por Trump.</p>
<p>Apesar disso, a administração norte-americana estará a estudar a possibilidade de transferir diretamente cerca de 50 milhões de dólares para a organização. Contudo, os fundos continuam bloqueados devido à ausência de mecanismos financeiros e administrativos considerados adequados para gerir dinheiro público norte-americano.</p>
<p>O Departamento de Estado limitou-se a declarar que continua a apoiar “a visão do Presidente” e que está a avaliar “como as autoridades existentes, os programas e a coordenação interagências podem melhor apoiar esses objetivos”.</p>
<p>Entretanto, o próprio Conselho da Paz reconhece que ainda não conseguiu avançar com contratos concretos para reconstrução ou segurança em Gaza. O porta-voz da organização confirmou que já foram lançados alguns concursos preliminares, mas garantiu que nenhum contrato foi ainda adjudicado. Segundo explicou, grande parte do atraso deve-se ao facto de a estrutura ainda não operar efetivamente no terreno, numa altura em que o Hamas continua armado e sem qualquer acordo político definitivo.</p>
<p>O plano originalmente apresentado por Donald Trump previa várias fases para Gaza, incluindo o desarmamento do Hamas, a retirada das forças israelitas e a reconstrução do enclave palestiniano. No entanto, segundo o Financial Times, não houve até agora progressos significativos em nenhuma dessas áreas. Duas fontes envolvidas no planeamento da reconstrução afirmaram mesmo que “nem um único dólar norte-americano” foi ainda utilizado em obras concretas em Gaza.</p>
<p>O académico palestiniano-americano Bishara Bahbah, que participou em contactos entre a administração Trump e o Hamas, afirmou ao Financial Times que o comité tecnocrático palestiniano ainda não iniciou funções em Gaza precisamente devido à ausência de financiamento operacional. Segundo explicou, os responsáveis sabem que, assim que entrarem no território, serão confrontados por milhares de pedidos de ajuda humanitária e social, sem disporem de meios financeiros ou logísticos para responder.</p>
<p>O porta-voz do Conselho da Paz admitiu igualmente que ainda não existe um sistema funcional capaz de gerir o fluxo de bens, serviços e operações previsto no plano. “Não estamos a acumular dinheiro numa conta bancária enquanto adjudicamos contratos para coisas que não podem ser entregues”, afirmou, defendendo que a organização prefere evitar compromissos financeiros antes de existirem condições reais para executar os projetos no terreno.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768324]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>De gravata e descalço: secretário da Saúde dos EUA captura cobras e acaba mordido em vídeo viral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cobras]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Robert F. Kennedy Jr]]></category>
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					<description><![CDATA[Imagens foram divulgadas esta terça-feira e rapidamente começaram a circular pela Internet]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Robert F. Kennedy Jr., secretário da Saúde dos Estados Unidos, voltou a tornar-se viral nas redes sociais depois de publicar um vídeo em que aparece a capturar duas cobras com as próprias mãos no quintal da casa de Mehmet Oz, antigo apresentador de televisão e atual responsável pelos programas públicos de saúde Medicare e Medicaid. O &#8217;20 Minutos&#8217; relata que as imagens foram divulgadas esta terça-feira e rapidamente começaram a circular pela Internet.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Cheryl cheerleads the removal of a pair of Black Racers from Dr Oz&#39;s patio. <a href="https://t.co/A0iiRzOeIF">pic.twitter.com/A0iiRzOeIF</a></p>
<p>&mdash; Robert F. Kennedy Jr (@RobertKennedyJr) <a href="https://twitter.com/RobertKennedyJr/status/2059273262220115998?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 26, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>No vídeo, com cerca de 49 segundos, Kennedy surge de camisa e gravata, mas descalço, a tentar prender os dois répteis num canto do quintal da residência de Oz, na Florida. As cobras são duas cobras-pretas-do-sul, uma espécie não venenosa comum no sudeste dos Estados Unidos e conhecida pela rapidez. Ainda assim, o episódio não ficou sem sobressalto: uma das cobras contorceu-se e mordeu a mão esquerda do secretário, sem causar ferimentos graves.</p>
<p>As imagens mostram Kennedy a segurar os animais pela cauda com a mão direita, enquanto estes tentam libertar-se. Ao fundo, é possível ouvir a mulher do secretário, a atriz Cheryl Hines, a pedir-lhe cuidado. Mehmet Oz, por sua vez, comenta que as cobras estavam a acasalar antes de serem capturadas, detalhe que ajudou a tornar o vídeo ainda mais comentado nas redes sociais.</p>
<p>O episódio foi recebido com uma mistura de espanto, humor e críticas. Especialistas citados pela Associated Press lembraram que as cobras-pretas-do-sul não são perigosas para humanos, mas podem morder em autodefesa se forem manuseadas. Também alertaram que agarrar cobras pela cauda pode provocar stress nos animais e até lesões na coluna.</p>
<p>Este está longe de ser o primeiro episódio insólito envolvendo Kennedy e animais. O caso mais conhecido foi revelado pelo próprio: em 2014, encontrou a carcaça de um filhote de urso numa estrada, colocou-a na sua carrinha com a intenção de a aproveitar mais tarde e acabou por abandoná-la no Central Park, em Nova Iorque, colocando uma bicicleta por cima para simular um atropelamento.</p>
<p>A lista de histórias bizarras não fica por aí. Segundo relatos da família e de biografias recentes, Kennedy terá usado uma motosserra, nos anos 1990, para cortar a cabeça de uma baleia morta que tinha encalhado perto da propriedade da família em Massachusetts, transportando-a depois numa carrinha até Nova Iorque. Mais recentemente, uma biografia referiu ainda que mutilou o pénis de um guaxinim encontrado morto numa estrada em 2001.</p>
<p>O novo vídeo reforça uma faceta pública pouco convencional do secretário da Saúde americano, conhecido tanto pelas polémicas políticas e científicas como por episódios invulgares com animais. Desta vez, porém, foi a imagem de um membro do Governo dos Estados Unidos, de gravata e pés descalços, a ser mordido por uma cobra num quintal da Florida que bastou para incendiar as redes sociais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768292]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>“Portugal tem talento, ótimas startups e empresas familiares, mas falta ligação entre estes mundos”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:27:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Business School]]></category>
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					<description><![CDATA[Porto Business School cria centro para promover crescimento e competitividade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo Centre for Entrepreneurship, Growth &amp; Competitiveness da Porto Business School surge com a missão de aproximar mundos que, apesar de interdependentes, continuam frequentemente desconectados no ecossistema económico português: o empreendedorismo, o crescimento empresarial e a competitividade.</p>
<p>À frente da iniciativa, Diogo Almeida Alves defende uma abordagem integrada, capaz de transformar inovação em escala e ambição em resultados concretos.</p>
<p>Em entrevista à Executive Digest, o diretor do centro sublinha os principais bloqueios ao crescimento em Portugal e na Europa, desde a fragmentação dos mercados à dificuldade em escalar empresas, passando por uma cultura ainda prudente face ao risco. Entre startups e empresas familiares, talento e capital, o objetivo passa por criar pontes e gerar condições para que Portugal possa afirmar-se, de forma consistente, como uma plataforma de competitividade internacional na próxima década.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é que o Center for Entrepreneurship, Growth &amp; Competitiveness pretende mudar de forma concreta no ecossistema português — e o que é que hoje está claramente a falhar?</strong></p>
<p>O que queremos mudar é a tendência de olhar para empreendedorismo, crescimento e competitividade como temas separados.</p>
<p>Portugal tem talento, ótimas startups e empresas familiares, bem como algumas empresas com forte internacionalização. Mas muitas vezes falta ligação entre estes mundos. É importante transformar inovação em crescimento. Transformar crescimento em escala. Alavancar essa escala para desenvolver plataformas de competitividade sustentáveis e duradouras.</p>
<p>O que é preciso desenvolver não é apenas a criação de novas empresas. É a capacidade de as fazer crescer, de ligar capital a ambição, conhecimento a mercado, empresas a talento e políticas públicas a execução.</p>
<p>O Centro nasce precisamente para atuar nesse espaço: o de apoiar organizações na sua jornada de crescimento, com o objetivo de serem mais ambiciosas, mais internacionais e mais competitivas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fala-se de Portugal como “hub de crescimento e competitividade”. O que é que isso significa na prática e em que horizonte temporal isso pode ser realidade?</strong></p>
<p>Significa criar condições reais para que Portugal seja um território onde empresas conseguem nascer, crescer, internacionalizar e competir a partir daqui.</p>
<p>Na prática, isso passa por trabalhar três aspectos de forma integrada: 1) educar, qualificar e requalificar talento; 2) desenvolver um mindset virado para o crescimento e a competividade no tecido empresarial, com parceiros internacionais fortes; e 3) uma maior capacidade de ligar stakeholders: academia, investidores, empreendedores e empresários, setor público e setor privado.</p>
<p>O horizonte temporal tem de ser realista. Não se constrói um hub em poucos anos. Mas a dez anos é possível mudar significativamente a posição de Portugal se formos consistentes: apostando em setores geoestratégicos, apoiando empresas com potencial de escala e criando instrumentos que ajudem a transformar conhecimento e inovação em valor económico e social.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O centro nasce também como resposta às barreiras estruturais da Europa. Quais são, na sua leitura, as três principais fragilidades que estão a travar o crescimento europeu?</strong></p>
<p>A primeira é a fragmentação. A Europa tem talento, ciência, capital e empresas, mas continua demasiado fragmentada em mercados, regulação e ambição.</p>
<p>A segunda é a dificuldade em escalar. Criamos boas empresas, mas demasiadas são pequenas face aos concorrentes americanos ou asiáticos.</p>
<p>A terceira é cultural e estratégica: a Europa tem uma relação ainda demasiado cautelosa com risco, crescimento e velocidade de execução. Temos excelentes diagnósticos, mas muitas vezes faltam decisões mais rápidas, capital mais paciente e maior ambição empresarial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Estamos a perder a corrida global da produtividade para outras regiões ou ainda há espaço para recuperação? O que teria de mudar já?</strong></p>
<p>Estamos claramente sob pressão. A produtividade é talvez o grande desafio estrutural da Europa e também de Portugal, mas ainda há espaço para recuperação. A questão é que não basta falar de inovação. É preciso aplicar tecnologia nos processos, nas empresas, na gestão, na indústria, nos serviços e no setor público.</p>
<p>O que teria de mudar já? Mais adoção de tecnologia, mais formação executiva orientada para decisão, mais escala empresarial, melhor gestão e maior capacidade de transformar investimento em resultados.</p>
<p>A produtividade não melhora por decreto. Melhora quando as empresas tomam melhores decisões, usam melhor tecnologia e competem de forma sustentável em mercados mais exigentes.</p>
<p><strong>O centro posiciona-se como uma plataforma entre setor público, empresas, capital e talento. Na prática, quem é que hoje mais falha nessa ligação em Portugal?</strong></p>
<p>Não colocaria a responsabilidade num único ator. Devemos analisar o tema sob um prisma sistémico. Num mundo tão rápido e incerto, as empresas, por vezes, têm dificuldades de adaptação estratégica. O setor público, muitas vezes, desenha instrumentos sem proximidade suficiente à realidade empresarial. O capital nem sempre chega às fases certas de crescimento. E o talento nem sempre encontra caminhos claros para aplicar conhecimento em projetos de escala.</p>
<p>Portanto diria que mais do que debater o que falha, é importante trabalhar para desenvolver oportunidades. Apostar em arquiteturas de conexão entre stakeholders. É precisamente aí que uma escola de negócios como a Porto Business School e o Centre for Entrepreneurship, Growth &amp; Competitiveness pode e deve ter um papel relevante: aproximar linguagem, prioridades, incentivos e execução.</p>
<ol start="6">
<li>O centro cobre desde startups a empresas familiares. Estes mundos querem realmente o mesmo tipo de apoio ou têm necessidades estruturalmente diferentes?</li>
</ol>
<p>As necessidades são diferentes, mas diria que há algo comum: ambas precisam de ambição, talento, capital e capacidade de execução.</p>
<p>Uma startup precisa muitas vezes de validação, produto, mercado, financiamento e velocidade. Uma empresa familiar pode precisar de sucessão, profissionalização, inovação, internacionalização e novos modelos de crescimento.</p>
<p>Há ainda uma oportunidade interessante: estes mundos podem aprender muito um com o outro. As startups trazem velocidade, tecnologia e experimentação. As empresas familiares trazem resiliência, indústria, mercado e visão de longo prazo. O Centre for Entrepreneurship, Growth &amp; Competitiveness vai criar pontes entre estes universos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Que tipo de outputs concretos podemos esperar deste centro — estudos, indicadores, barómetros — e como é que isso vai influenciar decisões reais de empresas e políticas públicas?</strong></p>
<p>Queremos produzir outputs que ajudem a decidir melhor.</p>
<p>Isso inclui estudos aplicados, barómetros, observatórios, programas executivos, projetos com empresas, fóruns setoriais e iniciativas de ligação entre capital, talento e empresas.</p>
<p>Mas o ponto importante é este: não queremos produzir conhecimento que fique na gaveta. Um barómetro deve ajudar empresas a perceber onde estão face ao mercado. Um observatório deve informar decisões empresariais e políticas públicas. Um estudo deve abrir caminho a programas, projetos e mudanças concretas.</p>
<p>O objetivo do Centro é transformar conhecimento em ação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tendo trabalhado em nove países e em contextos muito distintos, o que é que Portugal continua a não perceber sobre competitividade global?</strong></p>
<p>Por vezes olhamos para a competitividade como uma questão de otimização de custos ou de alavanca de incentivos. Competitividade global é muito mais do que isso. É posicionamento. É escala. É velocidade. É sofisticação. É capacidade de escolher onde queremos competir e onde podemos ser realmente bons.</p>
<p>O mercado português não pode ser a medida da nossa ambição. Aliás, diria mesmo que a (pequena) dimensão do nosso mercado é, na verdade, uma grande vantagem, pelo que podemos olhar para o mercado global como uma oportunidade a explorar, e aprender a pensar desde cedo em escala, em capital, em talento internacional e em diferenciação. Foi muito isso que aprendi ao longo da minha carreira nos 9 países onde vivi e nos mais de 15 onde trabalhei.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Diz-se que o maior bloqueio à competitividade europeia é cultural. Concorda? E como é que se muda uma cultura económica?</strong></p>
<p>Em parte, sim, mas há também barreiras regulatórias, financeiras e estruturais.</p>
<p>A Europa é excelente a proteger, regular e refletir, mas precisa de melhorar a construir, escalar e competir.</p>
<p>Contudo, mudar a cultura económica não se faz apenas com discursos. Faz-se com exemplos, incentivos, educação, capital e exposição internacional.</p>
<p>Faz-se celebrando mais quem cresce, quem arrisca, quem exporta, quem cria emprego qualificado e quem compete globalmente.</p>
<p>A cultura muda quando o sistema começa a recompensar comportamentos de excelência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Em Portugal ainda falta ambição ou falta execução?</strong></p>
<p>Temos pessoas muito ambiciosas e empresas extraordinárias. Contudo, enquanto sistema, temos potencial para fazer melhor. Muitas empresas querem crescer, mas precisam de apoio na organização e preparação para escalar.</p>
<p>E a execução é o grande teste. Estratégia sem execução é uma ideia. Ambição sem execução é intenção.</p>
<p>O desafio é criar condições para que mais empresas passem da intenção à prática: com melhor gestão, melhor acesso a capital, melhor talento, mais internacionalização e maior disciplina de execução.</p>
<p>E é nesta interseção, traduzindo a importância de um ecossistema de ação, que o novo Centre for Entrepreneurship, Growth &amp; Competitiveness da Porto Business School se posiciona.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768326]]></sapo:autor>
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		<title>Ébola: Canadá suspende emissão de documentos de viagem para residentes de vários países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:22:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Canadá anunciou a suspensão da emissão de documentos de viagem para residentes na República Democrática do Congo (RDCongo), Uganda e Sudão do Sul devido ao surto de ébola.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Canadá anunciou a suspensão da emissão de documentos de viagem para residentes na República Democrática do Congo (RDCongo), Uganda e Sudão do Sul devido ao surto de ébola.</P><br />
<P>Esta suspensão inclui o cancelamento de vistos temporários e pedidos de residência permanente previamente aprovados.</P><br />
<P>A Agência de Saúde Pública do Canadá, ligada ao Departamento de Saúde e Serviços Humanos, declarou que estas &#8220;ações decisivas&#8221; em resposta ao surto de Ébola incluem &#8220;a implementação de medidas temporárias nas fronteiras para reduzir o risco de entrada e propagação do vírus no Canadá&#8221;.</P><br />
<P>Em um comunicado, a agência explicou que as autoridades &#8220;suspenderão a emissão de documentos de imigração para os residentes de países que apresentem um risco elevado ou muito elevado devido ao surto de ébola&#8221;, uma medida que estará em vigor durante 90 dias a partir de hoje. </P><br />
<P>&#8220;Isto significa que mesmo aqueles que já possuem um visto de residência temporária, uma autorização de viagem eletrónica ou um visto de residência permanente aprovados não poderão viajar para o Canadá enquanto os seus documentos de imigração estiverem suspensos&#8221;, indicou a agência de saúde canadiana, antes de referir que, durante este período, &#8220;a tomada de decisão sobre os pedidos destes documentos apresentados por residentes destes países&#8221; também está suspensa.</P><br />
<P>A agência acrescentou que será implementada uma medida adicional, em vigor entre 30 de maio e 29 de agosto, exigindo que os canadianos e estrangeiros que cheguem ao país depois de terem estado na República Democrática do Congo, Uganda ou Sudão do Sul nos últimos 21 dias cumpram uma quarentena de 21 dias, mesmo que não apresentem sintomas compatíveis com o Ébola.</P><br />
<P>Otava explicou que está a &#8220;adotar uma postura de precaução devido à gravidade do surto de ébola e à situação internacional&#8221;, incluindo o facto de o país ser um dos três &#8212; juntamente com os Estados Unidos e o México &#8212; que vão receber o Campeonato do Mundo de futebol da FIFA nas próximas semanas.</P><br />
<P>O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou na segunda-feira que o surto de ébola &#8220;vai piorar antes de melhorar&#8221;. </P><br />
<P>A OMS declarou em 17 de maio uma Emergência de Saúde Pública de Âmbito Internacional, o segundo nível mais elevado, mas determinou que o surto &#8220;não preenche os critérios para uma emergência pandémica&#8221;.</P><br />
<P>A epidemia já conta com mais de 900 casos suspeitos e 220 mortes suspeitas, mas a organização alertou para a possibilidade de &#8220;um surto potencialmente muito maior do que o que está a ser detetado atualmente&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768186]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Guerra constitui o principal risco para a estabilidade financeira, alerta BCE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:20:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Central Europeu (BCE) considera que o conflito no Irão é o principal risco para a estabilidade financeira da zona euro, alertando que países altamente endividados poderão enfrentar um agravamento dos prémios de risco caso aumentem a despesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco Central Europeu (BCE) considera que o conflito no Irão é o principal risco para a estabilidade financeira da zona euro, alertando que países altamente endividados poderão enfrentar um agravamento dos prémios de risco caso aumentem a despesa.</P><br />
<P>O BCE afirmou no Relatório de Estabilidade Financeira, publicado hoje, que &#8220;as perspetivas para a estabilidade financeira da zona euro estão a ser moldadas pelo &#8216;stress&#8217; geoeconómico e pelas interrupções no abastecimento energético&#8221;.</P><br />
<P>A entidade monetária destacou no relatório semestral que ainda se desconhece a gravidade e a duração das consequências.</P><br />
<P>O vice-presidente do BCE, Luis de Guindos, afirmou ao apresentar o relatório que &#8220;o atual impacto na oferta energética coloca riscos de subida para a inflação e de descida para o crescimento económico&#8221;.</P><br />
<P>Também poderá aumentar a volatilidade do mercado e por à prova a capacidade de reembolso da dívida, uma vez que os custos financeiros aumentam num contexto de crescimento económico mais fraco, acrescentou Luis de Guindos na sua última conferência de imprensa como vice-presidente do BCE, uma vez que o seu mandato de oito anos termina a 31 de maio.</P><br />
<P>O sistema financeiro global e a economia real entraram em 2026 com uma resistência significativa, mas o impacto geoeconómico da guerra no Médio Oriente põe à prova essa resistência, segundo o BCE.</P><br />
<P>Além disso, a incerteza sobre o comércio global e a cooperação internacional amplificam o &#8216;stress&#8217; geoeconómico, apesar dos mercados financeiros estarem a ajustar-se.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, os prémios de risco das obrigações corporativas são baixos em todo o mundo, pelo que o preço é &#8220;vulnerável a um nível invulgarmente elevado de incerteza geopolítica e política&#8221;, segundo o BCE.  </P><br />
<P>A confiança nos mercados financeiros poderá deteriorar-se, porque os riscos relacionados com os acontecimentos geopolíticos, orçamentais e macrofinanceiros parecem subestimados.</P><br />
<P>Outra das consequências que a guerra no Irão pode desencadear é um aumento dos prémios de risco da dívida soberana de alguns países altamente endividados, uma vez que a expansão orçamental no novo contexto geopolítico pode exercer uma pressão adicional sobre as finanças públicas, advertiu o BCE.</P><br />
<P>Os bancos da zona euro têm lidado bem com a atual incerteza, acrescentou o BCE, porque têm &#8220;uma rentabilidade sólida e amplas reservas de capital e liquidez&#8221;.</P><br />
<P>No entanto, se as condições do mercado se tornarem mais voláteis, poderão surgir riscos de liquidez e de financiamento devido ao sistema bancário paralelo.</P><br />
<P>&#8220;A qualidade dos ativos dos bancos também poderá deteriorar-se se as condições macrofinanceiras se agravarem significativamente em resultado da guerra no Médio Oriente, embora as suas exposições diretas à região sejam limitadas e concentradas em poucos bancos&#8221;, segundo o BCE.  </P><br />
<P>Um conflito prolongado pode ter efeitos negativos nas empresas de setores sensíveis ao comércio, à energia e às taxas de juro, o que, por sua vez, pode deteriorar as condições do mercado de trabalho e exercer pressão sobre o custo de vida das famílias.</P><br />
<P>O banco salientou também que &#8220;os riscos para a cibersegurança e as ameaças híbridas às infraestruturas críticas estão a aumentar neste contexto geopolítico complexo&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768198]]></sapo:autor>
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		<title>PSI em baixa com Galp e EDP a descerem mais de 2%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/psi-em-baixa-com-galp-e-edp-a-descerem-mais-de-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:20:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[PSI]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com a Galp e a EDP a liderarem as quedas e a descerem 2,10% para 18,87 euros e 2,03% para 4,35 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com a Galp e a EDP a liderarem as quedas e a descerem 2,10% para 18,87 euros e 2,03% para 4,35 euros.</p>
<p>Cerca das 09:30 em Lisboa, o PSI mantinha a tendência da abertura e baixava 0,58% para 9.142,32 pontos, com sete empresas a descer, oito a subir e uma a manter a cotação (NOS em 5,23 euros).</p>
<p>Às ações da Galp e da EDP seguiam-se as da EDP Renováveis, REN e Teixeira Duarte, que desciam 1,73% para 14,21 euros, 1,25% para 3,55 euros e 1,11% para 0,44 euros.</p>
<p>A Mota-Engil e Ibersol baixavam 0,33% para 4,83 euros e 0,17% para 11,66 euros.</p>
<p>Em sentido contrário, os CTT, Semapa e Jerónimo Martins avançavam 0,89% para 6,20 euros, 0,85% para 23,70 euros e 0,75% para 18,74 euros.</p>
<p>A Navigator, BCP e Sonae subiam 0,47% para 3,41 euros, 0,39% para 0,99 euros e 0,21% para 1,89 euros.</p>
<p>As outras duas empresas que se valorizavam eram a Altri (0,20% para 4,94 euros) e a Corticeira Amorim (0,15% para 6,61 euros).</p>
<p>Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em alta, com o petróleo a cair, enquanto não há avanços sobre as negociações entre Teerão e Washington para chegar a um acordo de paz e para a reabertura do estreito de Ormuz.</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em julho, descia 2,14% para 97,45 dólares.</p>
<p>Os futuros do Dow Jones e do Nasdaq registam avanços de 0,24% e de 0,14%, respetivamente.</p>
<p>Na agenda do dia, destaca-se na Europa a publicação do Relatório de Estabilidade Financeira do BCE, os pedidos de emprego, a confiança do consumidor e o registo de automóveis em França.</p>
<p>Este último indicador também será publicado na Alemanha e em Itália.</p>
<p>O euro estava em alta e subia 0,12% para 1,1645 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768197]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: ministro diz que 40% das candidaturas a apoio à recuperação de casas estão resolvidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:19:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Economia e da Coesão Territorial disse hoje que cerca de 40% dos processos para apoio à recuperação de habitações afetadas pelas tempestades estão resolvidos, tendo já sido pagas 9.237 candidaturas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Economia e da Coesão Territorial disse hoje que cerca de 40% dos processos para apoio à recuperação de habitações afetadas pelas tempestades estão resolvidos, tendo já sido pagas 9.237 candidaturas.</p>
<p>Numa audição no parlamento, Manuel Castro Almeida fez um balanço das medidas destinadas para responder ao mau tempo que afetou o país entre janeiro e fevereiro, indicando que no que diz respeito ao apoio de até 10 mil euros para a recuperação de habitações, houve 35.900 candidaturas, das quais foram pagas 9.237.</p>
<p>Cerca de 4.700 candidaturas foram indeferidas, pelo que estão resolvidos &#8211; pagos ou indeferidos &#8211; 13.965 processos, ou seja cerca de 40%, indicou o ministro.</p>
<p>Quanto aos apoios para as empresas, Castro Almeida indicou que existiram 9.000 candidaturas e foram aprovados 1.550 milhões de euros de linhas de crédito para as empresas das regiões afetadas pelas calamidades.</p>
<p>Já 5.400 trabalhadores foram abrangidos pelo regime de &#8216;lay-off&#8217; simplificado, enquanto o regime de incentivos à manutenção de postos de trabalho beneficiou 2.934 trabalhadores e o regime de isenção de descontos para a Segurança Social beneficiou 15 mil trabalhadores.</p>
<p>O ministro falava numa audição a requerimento do Chega para &#8220;esclarecer os atrasos e bloqueios no processo de reconstrução de habitações após as tempestades&#8221; e a requerimento do PS para &#8220;esclarecimento da situação e identificação de soluções que permitam reforçar a cooperação institucional e acelerar a concretização dos apoios às populações [&#8230;] tendo em conta o impacto social e económico das recentes intempéries&#8221;.</p>
<p>Pelo menos 19 pessoas morreram em Portugal entre o final de janeiro e o início de março na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que fizeram também várias centenas de feridos, desalojados e deslocados. Mais de metades das mortes foram registadas em trabalhos de recuperação.</p>
<p>Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, sobretudo nas regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos superiores a cinco mil milhões de euros.</p>
<p>MES/RCS // JNM</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768317]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsas europeias em alta com petróleo a cair</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsas-europeias-em-alta-com-petroleo-a-cair/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:19:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, com o petróleo a cair, enquanto não há avanços sobre as negociações entre Teerão e Washington para chegar a um acordo de paz e para a reabertura do estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, com o petróleo a cair, enquanto não há avanços sobre as negociações entre Teerão e Washington para chegar a um acordo de paz e para a reabertura do estreito de Ormuz. </P><br />
<P>Cerca das 08:40 em Lisboa, o EuroStoxx 600 avançava 0,30% para 629,94 pontos.                      </P><br />
<P>As bolsas de Paris e Frankfurt subiam 0,51% e 0,63%, enquanto as de Madrid e Milão avançavam 0,47% e 0,30%, respetivamente.</P><br />
<P>Londres era a exceção, já que caía 0,08%. </P><br />
<P>A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de baixa da abertura, com o principal índice, o PSI, a recuar 0,66% para 9.134,95 pontos, depois de ter terminado num novo máximo desde junho de 2008 em 09 de abril (9.484,93 pontos). </P><br />
<P>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em julho, descia 2,14% para 97,45 dólares, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em julho, de referência nos EUA, baixava 2,71% para 91,35 dólares.</P><br />
<P>O gás natural para entrega em junho no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, baixava 2,36% para 46,35 euros por megawatt-hora (MWh).</P><br />
<P>Na terça-feira, os índices bolsistas de Nova Iorque terminaram mistos, com o Dow Jones a cair 0,23% e o Nasdaq a subir 1,19% para um novo máximo de sempre.   </P><br />
<P>Os futuros do Dow Jones e do Nasdaq registam avanços de 0,24% e de 0,14%, respetivamente. </P><br />
<P>Na Ásia, o índice Nikkei da bolsa de Tóquio fechou com uma subida de 0,11%, a bolsa de Xangai caiu 1,25% e a de Shenzhen 0,88%. O Hang Seng de Hong Kong baixava 1,12% pouco antes do final da sessão. </P><br />
<P>Na agenda do dia, destaca-se na Europa a publicação do Relatório de Estabilidade Financeira do BCE, os pedidos de emprego, a confiança do consumidor e o registo de automóveis em França. </P><br />
<P>Este último indicador também será publicado na Alemanha e em Itália. </P><br />
<P>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos recuava para 2,960%, depois de ter fechado em 2,978% na sessão anterior.</P><br />
<P>O euro estava em alta e subia 0,12% para 1,1645 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt.</P><br />
<P>Os metais preciosos estão em baixa, com uma descida de 0,56% no caso do ouro, para 4.482,52 dólares a onça, e um recuo de 2,53% no caso da prata, para 74,96 dólares.</P><br />
<P>Em relação às criptomoedas, a bitcoin baixa 0,41% para 75.693, 90 dólares. </P></p>
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		<item>
		<title>BCE alerta que estabilidade dos mercados na zona euro pode ser afetada por correção brusca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:16:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os mercados financeiros da zona euro continuam a evoluir num contexto "ordenado", mas permanecem expostos a uma possível "correção brusca" caso os cenários atualmente muito favoráveis venham a ser desmentidos, alertou hoje o Banco Central Europeu (BCE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os mercados financeiros da zona euro continuam a evoluir num contexto &#8220;ordenado&#8221;, mas permanecem expostos a uma possível &#8220;correção brusca&#8221; caso os cenários atualmente muito favoráveis venham a ser desmentidos, alertou hoje o Banco Central Europeu (BCE).</p>
<p>A evolução recente das condições nos mercados da dívida pública e privada &#8220;manteve-se ordenada&#8221;, com diferenças contidas entre as taxas de juro, embora esta situação esconda fragilidades num contexto geopolítico e orçamental incerto, alertou o vice-presidente do BCE, Luis de Guindos, durante a apresentação do relatório semestral da instituição sobre a estabilidade financeira.</p>
<p>Os rendimentos das obrigações estão atualmente a subir na zona euro, refletindo o aumento dos prémios exigidos pelos investidores e o regresso dos receios inflacionistas, uma evolução que acentua a pressão sobre as finanças.</p>
<p>Os investidores apostam, no entanto, na desaceleração da tensão geopolítica, no controlo da inflação e na ausência de recessão na zona euro.</p>
<p>&#8220;No entanto, tudo isto pode mudar&#8221;, advertiu Luis de Guindos.</p>
<p>As valorizações dos ativos continuam &#8220;elevadas em relação aos padrões históricos&#8221;, mas isso &#8220;deixa os mercados vulneráveis a uma correção brutal&#8221;, insistiu o vice-presidente do BCE, sublinhando a resiliência do sistema bancário europeu face aos choques da última década.</p>
<p>Pandemia, guerra na Ucrânia, tensões no setor energético, crise dos bancos regionais norte-americanos ou ainda a falência do Credit Suisse: estes choques não causaram &#8220;qualquer incidente grave em termos de estabilidade financeira na zona euro&#8221;, sublinhou.</p>
<p>Ainda assim, a guerra no Médio Oriente &#8220;pode aumentar a volatilidade dos mercados e complicar o serviço da dívida, num contexto de custos de financiamento em alta e de crescimento mais fraco&#8221;, explicou Luis de Guindos.</p>
<p>Para o vice-presidente, &#8220;a margem de manobra orçamental é limitada na Europa&#8221;, numa altura em que os Estados já têm de financiar a transição energética, aumentar as despesas com a defesa e tentar limitar o impacto do atual choque energético nas famílias e empresas.</p>
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		<title>Avaliação bancária da habitação bate novo recorde de 2.174 euros/m2 em abril, revela INE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:16:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O valor mediano de avaliação bancária na habitação atingiu em abril um novo máximo histórico de 2.174 euros por metro quadrado, mais 23 euros do que em março e 16,5% acima do mesmo mês de 2025, divulgou o INE.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O valor mediano de avaliação bancária na habitação atingiu em abril um novo máximo histórico de 2.174 euros por metro quadrado, mais 23 euros do que em março e 16,5% acima do mesmo mês de 2025, divulgou o INE.</P><br />
<P>Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), o aumento homólogo de 16,5% do valor mediano da avaliação bancária &#8211; realizada no âmbito de pedidos de crédito para a aquisição de habitação &#8211; foi idêntico ao registado em março, enquanto a variação em cadeia se fixou nos 1,1% (+23 euros).</P><br />
<P>A Região Autónoma dos Açores apresentou o aumento mais expressivo face ao mês anterior (4,1%), não se tendo registado qualquer descida.</P><br />
<P>Já em comparação com abril de 2025, a variação mais acentuada foi na Península de Setúbal (24,0%), não tendo ocorrido qualquer redução.</P><br />
<P>Para o apuramento do valor mediano de avaliação bancária de abril de 2026 foram consideradas 34.483 avaliações (21.518 apartamentos e 12.965 moradias), menos 3,6% que no período homólogo. Face a março, realizaram-se mais 1.644 avaliações bancárias, o que corresponde a um acréscimo de 5,0%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768261]]></sapo:autor>
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		<title>Ébola: OMS apela a cessar-fogo imediato no leste da RDCongo para conter epidemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:15:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ébola]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde (OMS) apelou hoje a um "cessar-fogo imediato" de todas as partes em conflito no leste da República Democrática do Congo (RDCongo) para se tentar conter a epidemia do Ébola.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Organização Mundial da Saúde (OMS) apelou hoje a um &#8220;cessar-fogo imediato&#8221; de todas as partes em conflito no leste da República Democrática do Congo (RDCongo) para se tentar conter a epidemia do Ébola.</P><br />
<P>Os casos suspeitos ou confirmados de Ébola na República Democrática do Congo (RDCongo) &#8211; que faz fronteira com Angola &#8211; ascendem a mais de 900, com cerca de 220 mortes, segundo a OMS.</P><br />
<P>&#8220;Não podemos gerar confiança nas comunidades nem isolar os doentes enquanto caem bombas&#8221;, afirmou na sua conta oficial da rede social X o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, que deverá começar a coordenar operações de avaliação e resposta ao surto na mesma RDCongo.</P><br />
<P>Tedros pediu ao exército e às milícias que permitam um acesso seguro e sustentado para as equipas médicas nas zonas afetadas, principalmente nas províncias de Ituri, Quivu do Sul e Quivu do Norte, e que &#8220;a sobrevivência humana seja priorizada acima de qualquer outra coisa&#8221;.</P><br />
<P>O diretor-geral da OMS, recordou que os confrontos na zona &#8211; onde operam milícias como os rebeldes do grupo armado Movimento 23 de Março (M23), alegadamente apoiado, segundo a RDCongo, pela vizinha Ruanda, ou as islamistas Forças Democráticas Aliadas -, provocam deslocamentos massivos, com o risco de que pessoas que estiveram em contacto com doentes de Ébola cheguem a campos sobrelotados. </P><br />
<P>A violência também pode dificultar as medidas de contenção, e os ataques contra instalações de saúde &#8220;tornam quase impossível rastrear os casos e os seus contactos&#8221;, lamentou o responsável máximo da OMS. </P><br />
<P>Tudo isto faz com que o leste da RDCongo &#8220;enfrente uma colisão catastrófica entre doença e conflito&#8221;, enquanto o surto de Ébola &#8220;avança mais rápido do que a resposta sanitária&#8221;, admitiu. </P><br />
<P>A RDCongo, nação vizinha de Angola, é regularmente afetada por surtos e epidemias do vírus Ébola, que se transmite através do contacto direto com sangue ou outros fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, dores musculares, fraqueza, dores de cabeça, irritação da garganta, febre, vómitos, diarreia e hemorragias internas.</P><br />
<P>A atual epidemia corresponde a uma nova estirpe do Ébola, cujo vírus pertence à variante Ébola Bundibugyo, para a qual não existem tratamentos ou vacinas específicos e com uma taxa de letalidade que varia entre 30% e 50%, segundo a OMS.</P><br />
<P>Neste sentido, é menos letal do que a mais conhecida variante Ébola Zaire, com taxas de mortalidade entre 60% e 90% em surtos anteriores, e para a qual existem vacinas e tratamentos.  </P><br />
<P>O Ébola provoca uma febre hemorrágica mortal, mas o vírus, que causou mais de 15 mil mortes em África nos últimos 50 anos, é menos contagioso do que a covid-19 ou o sarampo.</P><br />
<P>Na ausência de vacina e de tratamento aprovado contra a estirpe Bundibugyo do vírus, responsável pela epidemia atual, as diretrizes de contenção assentam essencialmente no cumprimento das medidas de prevenção sanitária e na deteção rápida dos casos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768287]]></sapo:autor>
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		<title>Tribunal da Relação manda libertar alegado membro do PCC por falha na lei portuguesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal da Relação de Lisboa ordenou esta quarta-feira a libertação de Ygor Daniel Zago, conhecido pelo alias “Hulk”, um cidadão brasileiro apontado pelas autoridades do Brasil como um importante elemento ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das maiores organizações criminosas da América do Sul.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal da Relação de Lisboa ordenou esta quarta-feira a libertação de Ygor Daniel Zago, conhecido pelo alias “Hulk”, um cidadão brasileiro apontado pelas autoridades do Brasil como um importante elemento ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das maiores organizações criminosas da América do Sul. O suspeito encontrava-se detido desde novembro de 2025 ao abrigo de um mandado de captura internacional, mas acabou por beneficiar de um vazio legal relacionado com os prazos da prisão preventiva em processos de extradição.</p>
<p>Segundo avançou o Correio da Manhã, a decisão do Tribunal da Relação de Lisboa resultou de um impasse jurídico criado após Ygor Zago ter apresentado um pedido de asilo junto da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), pouco depois de ter sido colocado em prisão preventiva. Apesar de o pedido ter sido recusado pela AIMA, o cidadão brasileiro interpôs recurso para o Tribunal Administrativo, processo que ainda não teve decisão final.</p>
<p>De acordo com uma nota divulgada pelo Tribunal da Relação de Lisboa, a legislação portuguesa determina que a existência de um processo de asilo suspende os procedimentos de entrega no âmbito da extradição até haver uma decisão definitiva sobre o pedido de proteção internacional. No entanto, a lei não prevê que o prazo máximo da prisão preventiva fique igualmente suspenso enquanto decorre esse processo. Perante este vazio legal e seguindo jurisprudência já adotada pelo Supremo Tribunal de Justiça, o tribunal concluiu que o arguido “não pode permanecer detido por mais tempo do que aquele que a lei prevê para o processo de extradição”.</p>
<p>A decisão acabou por impedir a extradição imediata de Ygor Zago para o Brasil, ao mesmo tempo que esgotava o prazo máximo da medida de coação. O alegado traficante saiu em liberdade na segunda-feira, embora sujeito a várias restrições impostas pelas autoridades portuguesas, entre as quais a entrega do passaporte, a proibição de abandonar o território nacional e a obrigação de apresentações diárias na PSP de Cascais, zona onde reside em Portugal.</p>
<p>Conhecido no meio criminal pelo cognome “Hulk”, Ygor Daniel Zago está referenciado pela justiça brasileira como um dos principais operadores internacionais do PCC. Em 2014, foi condenado a 29 anos de prisão pelo envolvimento num esquema de tráfico internacional de droga entre o Primeiro Comando da Capital e redes criminosas dos Balcãs. As autoridades brasileiras suspeitam ainda que terá desempenhado um papel central na lavagem de dinheiro relacionada com o chamado esquema do “metanol”, uma fraude multimilionária ligada ao mercado dos combustíveis no Brasil, através da adulteração de gasolina com substâncias químicas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768271]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia avisa Bielorrússia: “Os primeiros 500 alvos já foram identificados”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:12:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Aleksandr Lukashenko]]></category>
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		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Ucrânia elevou o tom perante a Bielorrússia, numa altura em que cresce em Kiev o receio de que Minsk possa envolver-se de forma mais direta na guerra lançada pela Rússia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ucrânia elevou o tom perante a Bielorrússia, numa altura em que cresce em Kiev o receio de que Minsk possa envolver-se de forma mais direta na guerra lançada pela Rússia. O comandante das Forças de Sistemas Não Tripulados ucranianas, Robert Brovdi, afirmou que os militares já identificaram “500 potenciais alvos” em território bielorrusso e deixou um aviso direto a Aleksandr Lukashenko.</p>
<p>“Os primeiros 500 alvos já foram identificados. Um conselho gratuito e bem prático: não se metam no caminho da Ucrânia”, escreveu Brovdi, conhecido pelo indicativo militar “Magyar”, numa publicação no &#8216;Facebook&#8217; citada pela &#8216;Euronews&#8217;.</p>
<p>A declaração surge num momento de tensão acrescida entre Kiev e Minsk. Brovdi respondeu também às ameaças do ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, que afirmou que Moscovo planeia “ataques sistemáticos a alvos em Kiev”. O comandante ucraniano salientou ainda que nove das 13 refinarias russas terão deixado de funcionar após ataques de drones ucranianos e de forças sob o seu comando.</p>
<p>A preocupação ucraniana centra-se no possível aprofundamento do envolvimento da Bielorrússia na guerra russa contra a Ucrânia. Embora Minsk seja um aliado próximo de Moscovo desde o início da invasão em grande escala, Kiev teme que o território bielorrusso possa voltar a ser usado para aumentar a pressão militar sobre o norte da Ucrânia.</p>
<p>O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reuniu-se esta terça-feira, em Kiev, com Sviatlana Tsikhanouskaya, líder no exílio da oposição bielorrussa. O encontro aconteceu poucos dias depois de Lukashenko ter sugerido uma reunião com Zelensky, em Kiev ou em Minsk.</p>
<p>Zelensky respondeu com ironia à proposta do líder bielorrusso. “Lukashenko disse que é altura de os presidentes da Ucrânia e da Bielorrússia se encontrarem e, eis que aparece Sviatlana Tsikhanouskaya”, afirmou o presidente ucraniano, troçando abertamente da possibilidade de um encontro com o aliado de Vladimir Putin.</p>
<p>Na mesma intervenção, Zelensky procurou distinguir o regime de Minsk da população bielorrussa. “Valorizamos todas as manifestações de apoio dos bielorrussos a uma Ucrânia livre e sabemos que chegará o dia em que as relações de boa vizinhança entre os nossos Estados serão restabelecidas, com base na verdadeira independência tanto da Ucrânia como da Bielorrússia em relação a Moscovo”, declarou.</p>
<p>“A Ucrânia nunca representou uma ameaça para a Bielorrússia”, sublinhou Zelensky, agradecendo aos bielorrussos que estão ao lado de Kiev “numa altura em que se decide o futuro” da independência ucraniana e da independência dos países que fazem fronteira com a Rússia.</p>
<p>Na semana passada, o presidente ucraniano já tinha avisado que Kiev está preparada para tomar medidas “preventivas” contra Moscovo e contra a liderança bielorrussa se forem detetadas ameaças militares ao norte do país. O alerta surgiu num contexto de exercícios nucleares russo-bielorrussos e de tensões com membros europeus da NATO, depois de incursões de drones no Báltico.</p>
<p>Durante uma visita a Slavutych, cidade situada a cerca de 50 quilómetros da fronteira com a Bielorrússia, Zelensky afirmou que a “liderança de facto da Bielorrússia” deve compreender que haverá consequências se forem tomadas ações agressivas contra a Ucrânia e contra o povo ucraniano.</p>
<p>As suspeitas de Kiev não são recentes. No início de abril, Zelensky afirmou que relatórios militares ucranianos indicavam a construção de estradas na Bielorrússia em direção à fronteira ucraniana e a instalação de posições de artilharia junto à Ucrânia. Para Kiev, estes sinais aumentam o risco de uma nova frente de pressão a norte, mesmo que Minsk continue a evitar uma entrada direta e formal no conflito.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768282]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ex-presidente da BP contesta a &#8220;versão falsa&#8221; em torno da demissão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:08:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-presidente da BP, Albert Manifold, contestou hoje a "versão falsa" em torno da sua demissão, anunciada na terça-feira pela empresa britânica, tendo a imprensa referido um comportamento agressivo e autoritário com os colegas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-presidente da BP, Albert Manifold, contestou hoje a &#8220;versão falsa&#8221; em torno da sua demissão, anunciada na terça-feira pela empresa britânica, tendo a imprensa referido um comportamento agressivo e autoritário com os colegas.</p>
<p>&#8220;Contesto totalmente a descrição que é feita da minha conduta e não deixarei que uma narrativa falsa se imponha sem resposta&#8221;, afirmou Albert Manifold, numa mensagem divulgada pelo Financial Times.</p>
<p>A BP anunciou na terça-feira a saída, com efeito imediato, de Albert Manifold, após uma votação unânime do Conselho de Administração, devido a &#8220;graves preocupações&#8221; relacionadas com a governação e a &#8220;conduta&#8221;.</p>
<p>Embora não tenham sido divulgados detalhes das acusações, segundo o Financial Times, Manifold era considerado &#8220;demasiado agressivo&#8221;.</p>
<p>O jornal referiu também tensões com a diretora-geral, Meg O&#8217;Neill, cuja autoridade Albert Manifold teria tentado contestar.</p>
<p>&#8220;Fui afastado sem aviso prévio e sem explicação&#8221;, lamentou o ex-presidente da BP na mensagem que divulgou.</p>
<p>&#8220;Durante o meu mandato como presidente, trabalhei para impulsionar uma mudança real na BP, reduzindo custos, questionando os excessos e exigindo padrões mais elevados da organização&#8221;, acrescentou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768288]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tem um Peugeot 308? Há uma campanha de recolha por risco de ferimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:01:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Peugeot]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[recall]]></category>
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					<description><![CDATA[Aviso foi feito no âmbito do Safety Gate, o sistema europeu de alerta rápido para produtos perigosos não alimentares]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Direção-Geral do Consumidor emitiu um alerta sobre uma campanha de recolha de automóveis ligeiros de passageiros Peugeot 308, devido a um possível risco de ferimentos associado aos cintos de segurança da segunda fila de bancos. O aviso foi feito no âmbito do Safety Gate, o sistema europeu de alerta rápido para produtos perigosos não alimentares.</p>
<p>Em causa está a possibilidade de rutura da ancoragem superior dos cintos de segurança nos lugares traseiros. Segundo o alerta, no pior dos cenários, essa falha pode limitar a capacidade do retrator para conter o passageiro em caso de acidente, aumentando o risco de ferimentos.</p>
<p>A campanha abrange veículos Peugeot 308 produzidos entre 12 de outubro de 2015 e 1 de dezembro de 2019. Os automóveis identificados têm a homologação CE e22007/460405*04,*06-*09,*11-*13,*15-*26. O código da campanha de recolha é MWL.</p>
<p>O alerta indica ainda que estes veículos não cumprem os requisitos do regulamento relativo à homologação e fiscalização do mercado dos veículos a motor, reboques, sistemas, componentes e unidades técnicas. A Alemanha surge como país notificador e França como país de origem do produto.</p>
<p>No mercado alemão, foi adotada a recolha do veículo junto dos utilizadores finais. Em Portugal, a Direção-Geral do Consumidor, enquanto ponto de contacto nacional do Safety Gate, recebe estas notificações e encaminha-as para as autoridades de fiscalização competentes, que podem decidir medidas como retirada do mercado, proibição de comercialização ou outras ações de segurança.</p>
<p>Os proprietários de Peugeot 308 produzidos no período abrangido devem confirmar se o veículo está incluído na campanha e acompanhar as indicações da marca ou das autoridades competentes. O alerta está identificado no Safety Gate com o número SR/02874/25.</p>
<p>A falha incide sobre um elemento crítico de segurança: os cintos da segunda fila, usados habitualmente por passageiros adultos ou crianças. Embora o aviso não indique acidentes concretos associados ao defeito, o risco descrito justifica a campanha de recolha, precisamente por poder afetar a proteção dos ocupantes em caso de colisão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768278]]></sapo:autor>
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		<title>Calor recorde na Europa tem “marca das alterações climáticas”: o que podemos esperar deste verão?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 10:58:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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					<description><![CDATA[Temperaturas recorde registadas em maio em vários países europeus estão a deixar especialistas em alerta para o verão de 2026, com avisos sobre ondas de calor mais frequentes, secas, incêndios florestais e cidades pouco preparadas para proteger a população]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As temperaturas recorde registadas em maio em vários países europeus estão a deixar especialistas em alerta para o verão de 2026, com avisos sobre ondas de calor mais frequentes, secas, incêndios florestais e cidades pouco preparadas para proteger a população. A &#8216;Euronews Earth&#8217; relata que grande parte da Europa foi atingida por uma “poderosa” cúpula de calor, com valores muito acima do normal para esta altura do ano.</p>
<p>Em França, a Météo France anunciou novos máximos mensais em mais de 350 estações meteorológicas, com a temperatura mais elevada, 37,1 ºC, registada perto de Hossegor, junto a Biarritz. No Reino Unido, o recorde do dia mais quente de maio foi batido pelo segundo dia consecutivo, com temperaturas em zonas de Londres a ultrapassarem os 35 ºC.</p>
<p>As anomalias não se limitaram a França e Reino Unido. Segundo o serviço de previsão meteorológica WFY24, dezenas de capitais europeias registaram temperaturas muito acima dos valores habituais para maio. Londres apresentou a maior diferença, com mais de 16 ºC acima da média, enquanto Paris ficou 14 ºC acima, Berlim 11 ºC, e Lisboa e Madrid 10 ºC.</p>
<p>Os meteorologistas associam este episódio a uma cúpula de calor, fenómeno que aprisiona ar quente sobre uma região e impede a sua dispersão. Mas os especialistas sublinham que este tipo de situação está a tornar-se mais frequente e intenso devido ao aquecimento global provocado pela atividade humana.</p>
<p>“Este calor recorde tem a marca das alterações climáticas por todo o lado”, afirmou Friederike Otto, professora de Ciências do Clima no Imperial College London. A especialista lembra que temperaturas deste nível eram antes excecionais mesmo no pico do verão, considerando “absolutamente surpreendente” ver 35 ºC no Reino Unido durante a primavera.</p>
<p>Otto avisa que os recordes de temperatura vão continuar enquanto não houver cortes significativos nas emissões globais e enquanto os países não alcançarem a neutralidade carbónica. “O clima em que vivemos hoje já não é aquele em que crescemos e os nossos edifícios e infraestruturas estão dramaticamente despreparados para o que aí vem”, acrescentou.</p>
<p>As previsões para o verão de 2026 também não são tranquilizadoras. O Serviço de Alterações Climáticas Copernicus e o Centro Europeu de Previsão do Tempo a Médio Prazo antecipam temperaturas sazonais acima da média em todas as regiões, com o sinal mais forte no sudeste da Europa. O leste do continente poderá ainda enfrentar precipitação abaixo do normal.</p>
<p>Ioanna Vergini, fundadora do WFY24, afirmou à &#8216;Euronews Earth&#8217; que a Europa deve preparar-se para episódios combinados de calor e seca no sul, “um arco de incêndios florestais de Portugal à Grécia” e, depois, cheias repentinas no outono. A especialista recorda que, por cada aumento de 1 ºC na temperatura do ar, a atmosfera consegue reter cerca de 7% mais humidade, o que pode tornar a precipitação mais intensa e concentrada.</p>
<p>O sul da Europa continua a ser apontado como a zona mais vulnerável, mas Vergini alerta que a Europa central e oriental está a aquecer mais depressa e está menos adaptada a dias acima dos 35 ºC. O problema é especialmente grave nas cidades, onde o betão e o asfalto acumulam calor e agravam o chamado efeito de ilha de calor urbana. “É nas cidades que as pessoas morrem”, avisou.</p>
<p>Várias cidades europeias estão a tentar adaptar-se. Espanha tem uma das maiores redes de abrigos climáticos do mundo, com espaços públicos onde a população pode encontrar sombra, água, lugares sentados e ar condicionado. Só Barcelona conta já com cerca de 400 abrigos climáticos em bibliotecas, museus, pavilhões desportivos e centros comerciais.</p>
<p>Paris também tem avançado com medidas para reduzir o calor urbano. Desde 2020, foram removidos mais de 6.000 lugares de estacionamento e 1,3 hectares de asfalto para tornar as ruas mais verdes. A capital francesa plantou ainda mais de 100 mil árvores desde 2020, numa estratégia destinada a criar sombra, melhorar a qualidade do ar e reduzir a retenção de calor.</p>
<p>Para os especialistas, a resposta ao calor extremo não pode depender apenas de medidas de emergência. Vergini recomenda que os cidadãos acompanhem os avisos meteorológicos, verifiquem se os vizinhos idosos estão bem e não confiem nas noites para recuperar do calor diurno. As chamadas noites tropicais, quando a temperatura não desce abaixo dos 25 ºC, já se tornaram rotina no sul da Europa e aumentam o stress térmico no organismo.</p>
<p>A mensagem central é clara: o calor extremo deixou de ser um episódio isolado de verão e passou a ser uma ameaça estrutural para a saúde, as cidades, as infraestruturas e a gestão do território europeu. Para Portugal, situado no arco de risco entre calor, seca e incêndios, o aviso é particularmente direto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768263]]></sapo:autor>
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		<title>Cinco pessoas encontradas com vida após uma semana presas presas em gruta no Laos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 10:56:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cinco das sete pessoas presas há cerca de uma semana numa gruta no Laos sobreviveram, incluindo à enchente das águas no local, anunciaram hoje as equipas de resgate do Laos e da Tailândia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cinco das sete pessoas presas há cerca de uma semana numa gruta no Laos sobreviveram, incluindo à enchente das águas no local, anunciaram hoje as equipas de resgate do Laos e da Tailândia.</p>
<p>&#8220;Encontrámos cinco pessoas vivas e em segurança. Ainda estamos em buscas por outras duas&#8221;, lê-se numa mensagem nas redes sociais de uma associação de socorro e mergulho do Laos.</p>
<p>O socorrista tailandês Kengkach Bangkawong também publicou um vídeo no qual afirmou: &#8220;alcançámos nosso objetivo às 16:30. Encontrámos cinco pessoas e estamos à procurando das outras duas&#8221;.</p>
<p>Ao todo, estão envolvidas cerca de 100 pessoas nas operações de resgate, incluindo o mergulhador especializado finlandês Mikko Paasi, na região de Xaysomboun, a nordeste da capital do Laos, Vienciana.</p>
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