<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 01 Jul 2026 15:57:02 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Aranha venenosa sul-americana detetada no Porto: é o primeiro registo na Península Ibérica</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/aranha-venenosa-sul-americana-detetada-no-porto-e-o-primeiro-registo-na-peninsula-iberica/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/aranha-venenosa-sul-americana-detetada-no-porto-e-o-primeiro-registo-na-peninsula-iberica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:57:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[aranha venenosa]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=784296</guid>

					<description><![CDATA[Apesar da descoberta, os investigadores garantem que não há motivo para alarme, uma vez que se trata de uma espécie discreta, pouco agressiva e com baixa probabilidade de contacto com a população]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma espécie de aranha venenosa originária da América do Sul foi identificada no Porto, no que constitui o primeiro registo confirmado da aranha-reclusa-do-Chile na Península Ibérica. Apesar da descoberta, os investigadores garantem que não há motivo para alarme, uma vez que se trata de uma espécie discreta, pouco agressiva e com baixa probabilidade de contacto com a população.</p>
<p>Segundo a &#8216;Euronews&#8217;, a espécie em causa é a Loxosceles laeta, conhecida como aranha-reclusa-do-Chile. A identificação foi feita por investigadores ligados ao Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto e corresponde ao primeiro registo desta espécie em Portugal e em toda a Península Ibérica.</p>
<p>José Manuel Grosso-Silva, entomólogo do Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto e um dos investigadores envolvidos na descoberta, explicou à &#8216;Euronews&#8217; que a probabilidade de as pessoas se cruzarem com esta aranha ou serem mordidas é reduzida. A espécie tem hábitos reservados, é sobretudo noturna e tende a esconder-se em locais escuros e pouco expostos.</p>
<p>Ainda assim, a mordedura pode ser grave. No estudo assinado pelos biólogos Francisco Gil e José Manuel Grosso-Silva, a espécie é descrita como pouco inclinada a morder, mas com veneno capaz de provocar lesões cutâneas significativas, incluindo necrose. O trabalho científico assinala a Loxosceles laeta como uma espécie exótica sul-americana registada pela primeira vez em Portugal e na Península Ibérica, sendo apenas o terceiro registo confirmado na Europa.</p>
<p>O primeiro exemplar foi encontrado por acaso a 10 de setembro de 2025, quando um macho foi observado numa parede no Campo dos Mártires da Pátria, no Porto. Um segundo exemplar, também macho, foi identificado a 10 de janeiro de 2026, recolhido já morto numa armadilha adesiva que não tinha sido colocada especificamente para capturar esta espécie.</p>
<p>A aranha-reclusa-do-Chile é nativa da região ocidental da América do Sul e pode surgir em países como Chile, Brasil ou Argentina. A sua presença longe do habitat original tem sido associada ao comércio internacional e ao transporte acidental de mercadorias.</p>
<p>Os investigadores ainda não sabem se a espécie está limitada à cidade do Porto ou se já se encontra mais disseminada. Uma das dificuldades está na semelhança com outra aranha venenosa do mesmo género, a Loxosceles rufescens, conhecida como aranha-reclusa-mediterrânica, que existe em Portugal há várias décadas e está amplamente distribuída.</p>
<p>José Manuel Grosso-Silva admite que alguns registos fotográficos atribuídos à aranha-reclusa-mediterrânica possam, na verdade, corresponder à nova espécie agora identificada. A distinção segura entre ambas passa sobretudo pela análise dos pedipalpos dos machos, apêndices localizados na parte frontal do corpo das aranhas e usados em funções sensoriais e reprodutivas.</p>
<p>Visualmente, as duas espécies são muito semelhantes. Têm coloração castanha uniforme, não apresentam padrões vistosos e não constroem as teias tradicionais visíveis em plantas para capturar insetos. Em vez disso, fazem teias em paredes, cantos, fendas e locais mais escondidos, escuros e abrigados.</p>
<p>O risco para a população é considerado baixo, mas não inexistente. As mordeduras de aranhas do género Loxosceles podem causar quadros de gravidade variável, desde lesões ligeiras até situações mais graves. Em casos raros, podem ocorrer complicações sistémicas.</p>
<p>Portugal já tinha registado um caso de loxoscelismo em 2023, síndrome causada pelo veneno destas aranhas, associado à Loxosceles rufescens. O caso, publicado na &#8216;SPMI Case Reports&#8217;, revista científica da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna, envolveu uma mulher de 48 anos mordida num parque urbano, que desenvolveu necrose e outros sintomas, tendo recebido alta hospitalar ao fim de 16 dias, sem sequelas.</p>
<p>A descoberta no Porto insere-se num fenómeno mais amplo: a chegada e fixação de espécies exóticas em Portugal. O aumento do transporte internacional de mercadorias, a introdução de plantas ornamentais, a urbanização, a alteração de habitats e as temperaturas mais elevadas podem favorecer a dispersão de espécies que antes dificilmente sobreviveriam fora das suas regiões de origem.</p>
<p>Há já mais de 300 espécies de insetos de várias regiões do mundo estabelecidas em Portugal, muitas introduzidas involuntariamente através da atividade humana. A vespa-asiática é um dos exemplos mais conhecidos de uma espécie que chegou à Europa por transporte acidental e acabou por se expandir.</p>
<p>Na Europa, a aranha-reclusa-do-Chile já tinha sido registada em 1972 num edifício da Universidade de Helsínquia, na Finlândia, onde terá sobrevivido graças às temperaturas interiores. Mais recentemente, em 2025, a Universidade de Tübingen, na Alemanha, também identificou exemplares desta espécie em instalações da instituição, sublinhando que a aranha é tímida e que as mordeduras são raras.</p>
<p>Para já, os investigadores defendem vigilância, mas não alarmismo. A presença da Loxosceles laeta no Porto é cientificamente relevante por ser o primeiro registo na Península Ibérica, mas o comportamento discreto da espécie torna improvável o contacto frequente com humanos. A evolução da sua presença em Portugal terá, ainda assim, de ser acompanhada nos próximos anos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/aranha-venenosa-sul-americana-detetada-no-porto-e-o-primeiro-registo-na-peninsula-iberica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784296]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Os Simpsons acertaram outra vez? A teoria viral que põe Portugal na final do Mundial&#8217;2026</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/os-simpsons-acertaram-outra-vez-a-teoria-viral-que-poe-portugal-na-final-do-mundial2026/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/os-simpsons-acertaram-outra-vez-a-teoria-viral-que-poe-portugal-na-final-do-mundial2026/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:49:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
		<category><![CDATA[Os Simpsons]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=784284</guid>

					<description><![CDATA[Teoria parte de um episódio da nona temporada, intitulado “The Cartridge Family”. Nele, aparece um anúncio televisivo a promover um jogo de futebol entre México e Portugal para decidir “qual é a maior nação da Terra”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há uma nova teoria viral a circular nas redes sociais: os Simpsons teriam previsto uma final entre Portugal e México no Mundial de 2026. A ideia ganhou força nos últimos dias, alimentada por excertos de um episódio de 1997 e pela velha fama da série norte-americana de “antecipar” acontecimentos reais. Mas, segundo a &#8216;Euronews&#8217;, a alegada previsão não é bem o que parece.</p>
<p>A teoria parte de um episódio da nona temporada, intitulado “The Cartridge Family”. Nele, aparece um anúncio televisivo a promover um jogo de futebol entre México e Portugal para decidir “qual é a maior nação da Terra”. A partir desse excerto, muitos utilizadores nas redes sociais passaram a afirmar que a série teria previsto a final do Mundial de 2026.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">The Simpsons Season 9, Episode 5 literally predicted a Portugal vs Mexico 2026 World Cup Final</p>
<p>The scriptwriters don’t miss. <a href="https://t.co/VvPkvoBr1v">pic.twitter.com/VvPkvoBr1v</a></p>
<p>&mdash; Ohene🚶🏽 (@ik_ohene7) <a href="https://x.com/ik_ohene7/status/2064054364239466821?ref_src=twsrc%5Etfw">June 8, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>O problema é que o episódio não menciona o ano de 2026, nem faz qualquer referência ao Campeonato do Mundo da FIFA. A cena mostra apenas um jogo fictício entre México e Portugal, num contexto humorístico, sem ligação direta a qualquer edição real do torneio.</p>
<p>A &#8216;Euronews&#8217; lembra que esta mesma teoria já circulou antes, durante os Mundiais de 2018 e 2022, sempre associada ao mesmo episódio. A diferença é que, desta vez, ganhou mais força por uma razão simples: o México é um dos países anfitriões do Mundial de 2026, juntamente com os Estados Unidos e o Canadá, e Portugal pode, em teoria, cruzar-se com a seleção mexicana numa fase avançada da competição.</p>
<p>Também não há qualquer referência a Cristiano Ronaldo no episódio, ao contrário do que algumas publicações nas redes sociais têm sugerido. A ausência faz sentido: quando o episódio foi emitido, em 1997, Ronaldo tinha apenas 12 anos.</p>
<p>A fama dos Simpsons como série “profética” não é nova. Ao longo dos anos, fãs têm apontado episódios que parecem antecipar acontecimentos como a presidência de Donald Trump, a compra da 21st Century Fox pela Disney, o escândalo de corrupção na FIFA em 2015 ou debates sobre censura artística. Muitas dessas associações, porém, resultam de coincidências, leituras posteriores ou interpretações retiradas do contexto original.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">This knockout bracket has aligned with the Simpsons&#39; Mexico 🇲🇽 vs Portugal 🇵🇹 final prediction. Both teams are on opposite sides of the bracket. Do you think this is possible?<a href="https://x.com/hashtag/FIFAWorldCup?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#FIFAWorldCup</a> <a href="https://t.co/8fTEzwy5yF">pic.twitter.com/8fTEzwy5yF</a></p>
<p>&mdash; The Foxxy 🦊One (@foxxydammie) <a href="https://x.com/foxxydammie/status/2071175349690319032?ref_src=twsrc%5Etfw">June 28, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>No caso do suposto Portugal-México no Mundial de 2026, o excerto é real, mas a conclusão viral é enganadora. A série mostrou um jogo entre os dois países, mas não previu uma final do Campeonato do Mundo, nem indicou qualquer data.</p>
<p>Há ainda outro detalhe importante: no episódio, o jogo entre México e Portugal é tão aborrecido que o público de Springfield acaba por se revoltar nas bancadas. Nenhum vencedor é mostrado.</p>
<p>A final do Mundial de 2026 está marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em New Jersey, nos Estados Unidos. Se Portugal e México chegarem mesmo a esse jogo, a internet dificilmente deixará passar a coincidência. Mas, por agora, a “previsão” dos Simpsons é apenas mais uma teoria viral sem base real.</p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DZsvp17D3hn/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);">
<div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/DZsvp17D3hn/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener"> </p>
<div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;">
<div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div>
<div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;">
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div>
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div>
</div>
</div>
<div style="padding: 19% 0;"></div>
<div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div>
<div style="padding-top: 8px;">
<div style=" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
<div style="padding: 12.5% 0;"></div>
<div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;">
<div>
<div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div>
<div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div>
<div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div>
</div>
<div style="margin-left: 8px;">
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div>
<div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg)"></div>
</div>
<div style="margin-left: auto;">
<div style=" width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div>
<div style=" background-color: #F4F4F4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div>
<div style=" width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div>
</div>
</div>
<div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;">
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div>
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div>
</div>
<p></a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/DZsvp17D3hn/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por We’re All Primos! (@wereallprimos)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/os-simpsons-acertaram-outra-vez-a-teoria-viral-que-poe-portugal-na-final-do-mundial2026/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784284]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Incêndios: Estado de prontidão da Proteção Civil elevado para nível 3 nos próximos dias</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/incendios-estado-de-prontidao-da-protecao-civil-elevado-para-nivel-3-nos-proximos-dias-governo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/incendios-estado-de-prontidao-da-protecao-civil-elevado-para-nivel-3-nos-proximos-dias-governo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:43:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=784285</guid>

					<description><![CDATA[O estado de prontidão especial do dispositivo de combate a incêndios deverá será ser ativado para nível alto entre quinta-feira e o fim de semana, anunciou hoje o secretário de Estado da Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado de prontidão especial do dispositivo de combate a incêndios deverá será ser ativado para nível alto entre quinta-feira e o fim de semana, anunciou hoje o secretário de Estado da Proteção Civil.</p>
<p>&#8220;A prontidão vai sendo determinada em função das condições. Nestes dias está em cima da mesa já para amanhã [quinta-feira] ou para depois, para o fim de semana, que o estado de prontidão especial determinado pela ANEPC [Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil] vai elevar para o nível 3&#8221;, disse Rui Rocha no parlamento, no âmbito de uma interpelação ao Governo agendada pelo Livre, sobre a época de incêndios.</p>
<p>A elevação do estado de prontidão especial &#8220;determina um nível de empenhamento diferenciado de todos os operacionais&#8221;, acrescentou Rui Rocha.</p>
<p>O Estado de Prontidão Especial (EPE) de Nível 3 da Proteção Civil é um nível intermédio/alto de alerta que determina o reforço de meios e a prontidão reforçada das equipas de socorro e operacionais para intervenção iminente ou resposta a situações de catástrofe, numa escala com quatro níveis progressivos, segundo informação oficial.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/incendios-estado-de-prontidao-da-protecao-civil-elevado-para-nivel-3-nos-proximos-dias-governo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784285]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Calor: Governo está &#8220;a fazer tudo&#8221; para prevenir e responder a pressão nos serviços públicos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/calor-governo-esta-a-fazer-tudo-para-prevenir-e-responder-a-pressao-nos-servicos-publicos-pm-c-audio-e-video/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/calor-governo-esta-a-fazer-tudo-para-prevenir-e-responder-a-pressao-nos-servicos-publicos-pm-c-audio-e-video/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=784279</guid>

					<description><![CDATA[O primeiro-ministro afirmou hoje que o Governo está "a fazer tudo" para prevenir e, depois, responder ao previsível aumento de pressão nos serviços públicos em consequência da vaga de calor esperada para os próximos dias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro afirmou hoje que o Governo está &#8220;a fazer tudo&#8221; para prevenir e, depois, responder ao previsível aumento de pressão nos serviços públicos em consequência da vaga de calor esperada para os próximos dias.</p>
<p>À margem da cerimónia de apresentação do modelo português de Inteligência Artificial Amália, em Lisboa, Luís Montenegro foi questionado sobre o grau de preparação do país perante os alertas de tempo muito quente.</p>
<p>O primeiro-ministro começou por remeter para as recomendações e alertas já feitos hoje pelas autoridades de saúde, admitindo que esta vaga de calor vai causar &#8220;preocupação, problemas acrescidos e pressão acrescida sobre alguns serviços públicos, em particular os serviços de saúde&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nós estamos a fazer tudo aquilo que está ao nosso alcance para prevenir &#8211; agora mesmo estará a ser enviada uma mensagem da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil para os cidadãos &#8211; e tudo faremos para, em primeiro lugar, prevenir e depois, podermos estar à altura da responsabilidade de acudir àqueles que vierem a ter algum problema e que careçam de uma prestação de cuidados dos nossos serviços públicos, em particular dos serviços de saúde&#8221;, afirmou.</p>
<p>As autoridades de saúde preveem um aumento da mortalidade nos próximos dias, em que está prevista uma onda de calor, com temperaturas máximas que podem chegar aos 44 graus, disse hoje a secretária de Estado da Saúde, Ana Povo.</p>
<p>A governante salientou que esta informação reforça a importância de antecipar medidas de prevenção e de proteção das pessoas em maior risco, como idosos, crianças, grávidas e pessoas com doenças crónicas.</p>
<p>Os distritos de Lisboa e Setúbal vão estar sob aviso vermelho por causa do calor a partir de quinta-feira, estendendo-se na sexta-feira a Coimbra e Leiria, segundo o IPMA.</p>
<p>O aviso vermelho é o mais grave e surge numa altura em que Portugal entra num período de temperaturas elevadas, com máximas que podem chegar aos 44 graus e mínimas entre os 24º e os 28º.</p>
<p>A secretária de Estado da Saúde apelou à população para que acompanhe as recomendações emitidas pela DGS e demais autoridades competentes.</p>
<p>É recomendado à população uma hidratação adequada ao longo do dia, bebendo pelo menos 1,5 litros de água, mesmo sem sede, que evite a exposição solar durante as horas de maior calor, entre as 11:00 e as 17:00, a permanência em ambientes frescos sempre que possível, que feche as persianas durante o dia e areje a casa nas horas de menor calor, o uso de chapéu, roupa leve, larga e de cores claras, a adaptação da atividade física às condições meteorológicas e que contacte atempadamente o SNS24 ou os serviços de saúde perante quaisquer sinais de agravamento do estado de saúde.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/calor-governo-esta-a-fazer-tudo-para-prevenir-e-responder-a-pressao-nos-servicos-publicos-pm-c-audio-e-video/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784279]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Jovem da Feira acusado de instigar massacres no Brasil condenado a seis anos de prisão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-jovem-da-feira-acusado-de-instigar-massacres-no-brasil-condenado-a-seis-anos-de-prisao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-jovem-da-feira-acusado-de-instigar-massacres-no-brasil-condenado-a-seis-anos-de-prisao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:29:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=784278</guid>

					<description><![CDATA[O jovem de 19 anos, residente em Santa Maria da Feira, no distrito de Aveiro, acusado de instigar massacres em escolas no Brasil, incluindo um em que morreu uma adolescente, foi hoje condenado no tribunal local a seis anos de prisão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O jovem de 19 anos, residente em Santa Maria da Feira, no distrito de Aveiro, acusado de instigar massacres em escolas no Brasil, incluindo um em que morreu uma adolescente, foi hoje condenado no tribunal local a seis anos de prisão.</p>
<p>A leitura do acórdão decorreu hoje no Tribunal de Santa Maria da Feira, tendo o coletivo de juízes dado como não provada a grande maioria dos factos imputados pelo Ministério Público (MP) ao arguido.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-jovem-da-feira-acusado-de-instigar-massacres-no-brasil-condenado-a-seis-anos-de-prisao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784278]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Paz no Médio Oriente volta a pesar nos combustíveis? Petróleo desce com sinais positivos entre EUA e Irão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/paz-no-medio-oriente-volta-a-pesar-nos-combustiveis-petroleo-desce-com-sinais-positivos-entre-eua-e-irao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/paz-no-medio-oriente-volta-a-pesar-nos-combustiveis-petroleo-desce-com-sinais-positivos-entre-eua-e-irao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:28:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=784263</guid>

					<description><![CDATA[Expectativa de uma redução da tensão no Médio Oriente está a aliviar os receios de perturbações no abastecimento, sobretudo no Estreito de Ormuz, uma das passagens marítimas mais importantes para o comércio mundial de petróleo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços do petróleo voltaram a cair esta quarta-feira, pressionados pelo otimismo em torno das negociações entre os Estados Unidos e o Irão no Qatar. A expectativa de uma redução da tensão no Médio Oriente está a aliviar os receios de perturbações no abastecimento, sobretudo no Estreito de Ormuz, uma das passagens marítimas mais importantes para o comércio mundial de petróleo.</p>
<p>Segundo a &#8216;Fox News&#8217;, o Brent, referência internacional, recuava 1,1%, para 72,12 dólares por barril, cerca de 61,5 euros, a meio da manhã em Nova Iorque. Já o West Texas Intermediate, referência americana, descia 0,66%, para 69,04 dólares por barril, cerca de 58,9 euros.</p>
<p>A &#8216;Reuters&#8217; apontava, no mesmo dia, para uma queda de 1,30% no Brent, para 72 dólares por barril, e de 0,78% no WTI, para 68,96 dólares, o valor mais baixo desde 27 de fevereiro. A descida surge depois de Donald Trump ter afirmado que os encontros no Qatar estavam a correr bem.</p>
<p>“Estamos a dar-nos muito bem com o Irão”, disse o presidente americano, acrescentando que as reuniões em Doha tinham sido positivas. “No que diz respeito à desnuclearização do Irão, as coisas estão a avançar bem. Tiveram reuniões muito boas e vamos ver”, afirmou Trump, citado pela imprensa americana.</p>
<p>As conversações decorrem de forma indireta. Jared Kushner, genro de Donald Trump, e Steve Witkoff, enviado especial dos Estados Unidos, deslocaram-se a Doha para contactos técnicos sobre o acordo com Teerão. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, os representantes americanos falam com mediadores, e não diretamente com os iranianos, num processo centrado na circulação marítima pelo Estreito de Ormuz e na tentativa de garantir um cessar-fogo duradouro.</p>
<p>A importância do Estreito de Ormuz explica a reação imediata dos mercados. Situada entre Omã e o Irão, esta passagem no Golfo Pérsico é um dos principais “gargalos” energéticos do mundo, por onde circula normalmente cerca de um quinto do petróleo transportado globalmente. Qualquer ameaça à navegação naquela zona tende a fazer subir os preços; qualquer sinal de normalização tende a produzir o efeito inverso.</p>
<p>A tensão agravou-se nos últimos dias, depois de novos confrontos entre os Estados Unidos e o Irão terem colocado em risco uma trégua de 60 dias. Teerão terá disparado contra dois navios comerciais e Washington respondeu com ataques a alvos iranianos, num episódio que reacendeu receios sobre a segurança da navegação no Golfo.</p>
<p>Ainda assim, os investidores parecem estar a privilegiar o cenário de desanuviamento. Ole Hansen, analista do Saxo Bank citado pela &#8216;Reuters&#8217;, afirmou que as negociações no Qatar estão a ser vistas como positivas pelo mercado, permitindo que os preços continuem a recuar. “Há uma possibilidade de vermos preços ainda mais baixos”, disse.</p>
<p>A descida desta quarta-feira surge depois de um mês e de um trimestre particularmente negativos para o crude. O Brent caiu cerca de 21% no mês passado, a maior queda mensal desde março de 2020, segundo a &#8216;Fox News&#8217;. A &#8216;Reuters&#8217; acrescenta que o Brent perdeu cerca de 45 dólares por barril no segundo trimestre, a maior queda trimestral desde a crise financeira global de 2008.</p>
<p>Também o petróleo americano registou uma forte correção. O WTI caiu mais de 20% em junho, naquele que foi o pior desempenho mensal desde o final de 2021, e perdeu cerca de 31 dólares no segundo trimestre, a maior queda trimestral desde 2020, quando a pandemia de covid-19 esmagou a procura mundial de energia.</p>
<p>O alívio nos preços levou analistas a reverem em baixa as previsões para 2026 pela primeira vez desde o início da guerra com o Irão, segundo uma sondagem da &#8216;Reuters&#8217;. A reabertura gradual do Estreito de Ormuz e a recuperação do tráfego de petroleiros reduziram os receios de perturbações prolongadas no abastecimento.</p>
<p>Mas a normalização ainda não está garantida. A ING alertou que os movimentos de petroleiros no Estreito de Ormuz continuam limitados, embora já exista uma ligeira recuperação no tráfego de entrada no Golfo Pérsico. Os estrategas Warren Patterson e Ewa Manthey consideram que, se esta tendência acelerar, poderá tornar-se um obstáculo a uma recuperação dos preços do petróleo.</p>
<p>A &#8216;Reuters&#8217; também sublinha que os dados de tráfego de petroleiros e os custos de transporte podem ser um indicador mais fiável do que os futuros do Brent para perceber se o mercado está realmente a normalizar. Apesar da recuperação parcial, o número de trânsitos semanais permanece abaixo dos níveis anteriores ao conflito, e parte da produção continua condicionada pela incerteza logística.</p>
<p>Outro fator de pressão poderá vir da OPEP+. Segundo fontes citadas pela &#8216;Reuters&#8217;, os países produtores deverão discutir no domingo um novo aumento das metas de produção a partir de agosto, acrescentando oferta num momento em que os preços já estão em queda.</p>
<p>A presidente executiva da Petrobras, Magda Chambriard, disse que os preços do petróleo parecem ter estabilizado numa nova faixa entre 72 e 75 dólares por barril, embora o mercado ainda não esteja totalmente normalizado e o conflito no Médio Oriente continue a criar incerteza.</p>
<p>Para os consumidores, a descida do petróleo pode aliviar a pressão sobre os combustíveis, mas o efeito não é imediato nem automático. O preço final nas bombas depende de vários fatores, incluindo impostos, margens, câmbio euro-dólar, cotações dos produtos refinados e ritmo de transmissão das variações internacionais para o mercado nacional.</p>
<p>Ainda assim, a leitura dos mercados é clara: quanto maior for a perceção de que Washington e Teerão conseguem manter o diálogo e evitar nova escalada no Estreito de Ormuz, menor tende a ser o prémio de risco incorporado no preço do crude. Por agora, a diplomacia está a empurrar o petróleo para baixo.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/paz-no-medio-oriente-volta-a-pesar-nos-combustiveis-petroleo-desce-com-sinais-positivos-entre-eua-e-irao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784263]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Regulador dos seguros instaurou 28 processos de contraordenação em 2025</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/regulador-dos-seguros-instaurou-28-processos-de-contraordenacao-em-2025/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/regulador-dos-seguros-instaurou-28-processos-de-contraordenacao-em-2025/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:20:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=784273</guid>

					<description><![CDATA[A Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) instaurou 28 processos de contraordenação em 2025, acima dos 22 processos de 2024, segundo o Relatório de Regulação e Supervisão da Conduta de Mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) instaurou 28 processos de contraordenação em 2025, acima dos 22 processos de 2024, segundo o Relatório de Regulação e Supervisão da Conduta de Mercado.</p>
<p>&#8220;Em 2025, no exercício das suas competências sancionatórias, a ASF deu início a 57 novos processos com indícios da prática de ilícitos contraordenacionais, tendo procedido ao arquivamento liminar de oito e instaurado 28 novos processos de contraordenação&#8221;, lê-se no relatório.</p>
<p>Sobre as infrações apreciadas, a maioria das decisões tem que ver com incumprimento de regras do regime jurídico da atividade seguradora e resseguradora, do regime do livro de reclamações e do regime de reparação de acidentes de trabalho e de doenças profissionais.</p>
<p>Ainda em 2025, a ASF recebeu 2.945 processos de reclamação, mais 21% face a 2024, emitiu 232 determinações específicas dirigidas a empresas de seguros e a entidades gestoras de fundos de pensões.</p>
<p>Ainda no âmbito das suas atividades, em 2025, o regulador dos seguros realizou 448 ações de supervisão e analisou 856 anúncios publicitários.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/regulador-dos-seguros-instaurou-28-processos-de-contraordenacao-em-2025/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784273]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Governo português decreta um dia de luto nacional a cumprir no domingo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-governo-portugues-decreta-um-dia-de-luto-nacional-a-cumprir-no-domingo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-governo-portugues-decreta-um-dia-de-luto-nacional-a-cumprir-no-domingo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:12:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=784262</guid>

					<description><![CDATA[O primeiro-ministro anunciou hoje que o Governo decretou um dia de luto nacional, a cumprir no próximo domingo, pelas vítimas dos sismos na Venezuela, em particular os cidadãos nacionais e lusodescendentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro anunciou hoje que o Governo decretou um dia de luto nacional, a cumprir no próximo domingo, pelas vítimas dos sismos na Venezuela, em particular os cidadãos nacionais e lusodescendentes.</p>
<p>&#8220;Decidimos no Governo, também já com a partilha com o Presidente da República, determinar o próximo domingo como dia de luto nacional pelas vítimas dos terramotos que ocorreram na Venezuela e, em particular, pelos cidadãos portugueses, e lusodescendentes que perderam a vida e por todos aqueles que sofreram o efeito destas tragédias&#8221;, afirmou Luís Montenegro.</p>
<p>O primeiro-ministro fez este anúncio em breves declarações à comunicação social à margem da cerimónia de apresentação do modelo português de Inteligência Artificial Amália, em Lisboa.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-governo-portugues-decreta-um-dia-de-luto-nacional-a-cumprir-no-domingo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784262]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>SUV, elétricos e franceses: estes são os carros que mais saíram dos stands em 2026</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/suv-eletricos-e-franceses-estes-sao-os-carros-que-mais-sairam-dos-stands-em-2026/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/suv-eletricos-e-franceses-estes-sao-os-carros-que-mais-sairam-dos-stands-em-2026/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:10:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ACAP]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=784255</guid>

					<description><![CDATA[No acumulado do primeiro semestre, foram colocados em circulação 157.943 novos veículos em Portugal, o que representa um aumento de 10,4% face ao mesmo período de 2025]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado automóvel português voltou a crescer em junho. Segundo dados da ACAP — Associação Automóvel de Portugal, foram matriculados 30.317 veículos automóveis no sexto mês de 2026, mais 15% do que no mesmo mês do ano passado.</p>
<p>No acumulado do primeiro semestre, foram colocados em circulação 157.943 novos veículos em Portugal, o que representa um aumento de 10,4% face ao mesmo período de 2025. O crescimento abrangeu as principais categorias do mercado, dos ligeiros de passageiros aos comerciais ligeiros e veículos pesados.</p>
<p>Nos automóveis ligeiros de passageiros, foram matriculadas 26.349 unidades em junho, mais 13,7% do que no mês homólogo. Entre janeiro e junho, este segmento totalizou 137.080 matrículas, uma subida de 10,5% em relação ao primeiro semestre do ano anterior.</p>
<p>O Peugeot 2008 foi o modelo mais vendido em Portugal no primeiro semestre de 2026, com 4.824 unidades matriculadas e uma quota de 3,52% entre os ligeiros de passageiros. O modelo manteve a liderança face a 2025, ano em que tinha registado 4.772 unidades no mesmo período.</p>
<p>Na segunda posição surge o Peugeot 208, com 3.781 unidades matriculadas entre janeiro e junho, equivalente a 2,76% do mercado. O terceiro lugar pertence ao Tesla Model 3, que totalizou 3.715 unidades e reforçou o peso dos modelos elétricos entre os automóveis mais procurados pelos portugueses.</p>
<p>O top 5 do primeiro semestre fica completo com o Citroën C3, que registou 3.652 unidades, e o Dacia Sandero, com 3.158 matrículas. Seguem-se o Dacia Duster, com 2.814 unidades, o Seat Ibiza, com 2.612, o Tesla Model Y, com 2.544, o Toyota Yaris Cross, com 2.457, e o Opel Corsa, com 2.417.</p>
<p>Os dados mostram também a força crescente dos modelos eletrificados. No primeiro semestre de 2026, 74,2% dos ligeiros de passageiros novos matriculados em Portugal eram movidos a energias alternativas, incluindo elétricos, híbridos e híbridos plug-in.</p>
<p>Entre janeiro e junho, os veículos 100% elétricos representaram 25,3% das matrículas de ligeiros de passageiros novos. Em junho, esse peso subiu para 28,7%, aproximando-se de quase três em cada dez automóveis novos vendidos no país.</p>
<p>No conjunto do semestre, os híbridos convencionais representaram 28,4% do mercado de ligeiros de passageiros, os híbridos plug-in chegaram aos 14,3% e os elétricos a bateria atingiram 25,3%. Já os veículos a gasolina ficaram nos 22,1% e os diesel nos 3,7%, confirmando a perda de peso das motorizações tradicionais.</p>
<p>O crescimento não se limitou aos automóveis de passageiros. O mercado de veículos ligeiros de mercadorias registou 3.341 matrículas em junho, mais 22,5% do que no mesmo mês de 2025. No acumulado do semestre, foram matriculadas 16.669 unidades, uma subida de 5,8%.</p>
<p>Também os veículos pesados tiveram um desempenho positivo. Em junho, foram comercializados 627 veículos pesados de passageiros e mercadorias, mais 40,9% face ao mês homólogo. Entre janeiro e junho, esta categoria atingiu 4.194 unidades, o que corresponde a um crescimento de 30,0%.</p>
<p>No conjunto dos ligeiros, que inclui ligeiros de passageiros e ligeiros de mercadorias, foram registadas 29.690 matrículas em junho, mais 14,6% do que um ano antes. No primeiro semestre, o total chegou às 153.749 unidades, uma subida de 10,0%.</p>
<p>A evolução do mercado confirma uma recuperação sólida da procura automóvel em Portugal, ao mesmo tempo que evidencia uma mudança acelerada nas preferências dos consumidores. Os SUV compactos continuam a dominar os lugares cimeiros, mas a presença do Tesla Model 3 e do Tesla Model Y entre os dez modelos mais vendidos mostra que os elétricos já deixaram de ser uma escolha de nicho.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/suv-eletricos-e-franceses-estes-sao-os-carros-que-mais-sairam-dos-stands-em-2026/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784255]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Depois da Venezuela, a Terra voltou a tremer em vários pontos do mundo. Coincidência ou sinal de alerta?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/depois-da-venezuela-a-terra-voltou-a-tremer-em-varios-pontos-do-mundo-coincidencia-ou-sinal-de-alerta/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/depois-da-venezuela-a-terra-voltou-a-tremer-em-varios-pontos-do-mundo-coincidencia-ou-sinal-de-alerta/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:03:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=784222</guid>

					<description><![CDATA[Primeiro, a Venezuela foi atingida por dois sismos devastadores, de magnitude 7,2 e 7,5, com apenas segundos de diferença. Depois, nos dias seguintes, a terra voltou a tremer no Japão, nas Filipinas, no Afeganistão, na China, no México, na Califórnia e até em Portugal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A sucessão impressiona. Primeiro, a Venezuela foi atingida por dois sismos devastadores, de magnitude 7,2 e 7,5, com apenas segundos de diferença. Depois, nos dias seguintes, a terra voltou a tremer no Japão, nas Filipinas, no Afeganistão, na China, no México, na Califórnia e até em Portugal, com abalos sentidos no Algarve e registados ao largo do Porto Santo.</p>
<p>A sequência levantou a pergunta inevitável: estará o planeta a atravessar uma fase anormal de atividade sísmica? Ou estes fenómenos, embora próximos no tempo, não têm relação direta entre si?</p>
<p><strong>Quase 100 sismos fortes numa semana</strong></p>
<p>Segundo a revista &#8216;Newsweek&#8217;, o Serviço Geológico dos Estados Unidos registou 93 sismos de magnitude 4,5 ou superior em todo o mundo entre 19 e 26 de junho, numa semana marcada por forte atividade sísmica global e pelo raro “dupleto” da Venezuela.</p>
<p>O caso venezuelano foi o mais grave e o mais invulgar. A 24 de junho, dois sismos de magnitude 7,2 e 7,5 atingiram o norte do país com 39 segundos de intervalo, perto da costa caribenha e a oeste de Caracas. Os abalos provocaram destruição generalizada, sobretudo em La Guaira e na capital, e o balanço oficial subiu para 1.943 mortos e 10.571 feridos. Estimativas preliminares apontam ainda para dezenas de milhares de edifícios danificados ou destruídos.</p>
<p>O segundo abalo, de magnitude 7,5, foi descrito como o mais forte a atingir a Venezuela em mais de um século. Segundo dados do USGS, é preciso recuar a 1900 para encontrar um sismo mais forte na costa venezuelana, de magnitude estimada em 7,7.</p>
<p><strong>O que torna a Venezuela diferente</strong></p>
<p>O que torna a Venezuela diferente não é apenas a violência dos abalos, mas a forma como ocorreram. A sismóloga Suzan van der Lee, da Northwestern University, explica que dois sismos de magnitude elevada, tão próximos no espaço e no tempo, não são classificados como uma sequência típica de sismo principal e réplica. Como tinham magnitudes próximas, são antes descritos como um “dupleto” sísmico.</p>
<p>Segundo a especialista, os dois sismos venezuelanos estão diretamente relacionados e terão ocorrido no mesmo sistema de falhas ou em falhas próximas, possivelmente com o segundo abalo a ser favorecido por pequenas alterações locais de tensão provocadas pelo primeiro. A causa dominante, porém, é mais profunda: a tensão tectónica acumulada ao longo de anos pelo movimento entre as placas Sul-Americana e das Caraíbas.</p>
<p><strong>Do Japão ao México: a sequência que aumentou o alerta</strong></p>
<p>A partir daí, a sequência global multiplicou-se. No Japão, um forte sismo atingiu o norte do país, ao largo da província de Iwate, provocando abalos intensos e ferindo pelo menos 10 pessoas. A Agência Meteorológica do Japão alertou as populações das zonas mais afetadas para a possibilidade de novos sismos fortes nos dias seguintes, uma vez que, depois de um grande abalo, existe sempre risco de réplicas ou de eventos associados na mesma região.</p>
<p>Nas Filipinas, outro sismo forte, de magnitude 6,5, atingiu a costa sul do país, perto da ilha de Mindanau. Não foi emitido alerta de tsunami e, segundo os relatos iniciais, não havia registo de vítimas ou danos relevantes. Ainda assim, o país continua particularmente exposto, por se encontrar no chamado Anel de Fogo do Pacífico, uma das zonas sísmicas mais ativas do planeta.</p>
<p>No Afeganistão, um sismo de magnitude 6,1 teve epicentro na região de Kush e foi sentido também no Paquistão. O abalo ocorreu a grande profundidade, cerca de 201 quilómetros, o que ajuda a explicar a ausência de danos significativos nos primeiros balanços, apesar de ter sido sentido em cidades como Cabul e em zonas do norte paquistanês.</p>
<p>A China também registou atividade, com um sismo de magnitude superior a 5 na província de Sichuan, uma região com histórico de abalos destrutivos. No México, um sismo de magnitude 6,0 foi registado no Golfo da Califórnia e sentido em várias localidades, incluindo Los Mochis e Culiacán.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a Califórnia foi abalada por um sismo de magnitude 5,6 perto de Redwood Valley, no condado de Mendocino. O abalo causou danos em alguns edifícios e foi seguido por várias réplicas mais fracas. A sismóloga Angela Lux, da Universidade da Califórnia em Berkeley, disse que é natural as pessoas procurarem padrões quando vários sismos fortes ocorrem em poucas horas, mas sublinhou que não há evidência de ligação entre o sismo da Califórnia e os eventos ocorridos noutros pontos do mundo.</p>
<p>“Diria com confiança que [o sismo de Redwood Valley] não teve efeito no sismo da Venezuela”, afirmou Angela Lux, explicando que os sismos podem influenciar atividade sísmica próxima, mas que as distâncias entre estes eventos são demasiado grandes para estabelecer uma relação direta.</p>
<p><strong>Portugal também sentiu a terra tremer</strong></p>
<p>Portugal também entrou nesta sequência de registos, embora em escala muito diferente. No sábado, o IPMA registou um sismo de magnitude 2,4 muito ao largo do Porto Santo, a mais de 250 quilómetros da ilha. No domingo, outro sismo, de magnitude 4,1, foi sentido em Lagos e Portimão, com epicentro a cerca de 70 quilómetros a oeste-sudoeste do Cabo de São Vicente. Não houve registo de danos pessoais ou materiais.</p>
<p><strong>Há ligação entre estes sismos?</strong></p>
<p>Apesar da sucessão, os especialistas insistem numa ideia essencial: sismos distantes não formam, por regra, uma cadeia global. Todos resultam da dinâmica das placas tectónicas, mas isso não significa que um abalo na Venezuela provoque outro no Japão, na Califórnia ou no Algarve.</p>
<p>A própria Suzan van der Lee explica que todos os sismos estão ligados, num sentido amplo, à dinâmica das placas tectónicas e ao interior quente e comprimido da Terra. Mas, em termos práticos, os eventos da Venezuela ocorreram de forma independente dos sismos registados no Japão e na Califórnia.</p>
<p><strong>Há mais sismos ou estamos apenas a vê-los melhor?</strong></p>
<p>A perceção de que “há mais sismos” também pode ser enganadora. O Centro Nacional de Informação Sísmica dos Estados Unidos localiza cerca de 20 mil sismos por ano em todo o mundo, o equivalente a aproximadamente 55 por dia. A maioria é demasiado fraca para ser sentida ou causar danos.</p>
<p>O USGS sublinha ainda que aumentos ou diminuições temporárias da sismicidade fazem parte da flutuação normal das taxas de sismos e não são, por si só, sinal de que esteja iminente um grande terramoto. O catálogo global contém hoje mais registos não necessariamente porque haja mais sismos, mas porque existem mais instrumentos sísmicos e melhor capacidade de deteção.</p>
<p>Ou seja, o planeta não está necessariamente a tremer mais do que antes. Está, muitas vezes, a ser observado com mais precisão e comunicado com maior rapidez. Um abalo que há décadas poderia passar despercebido fora da região afetada é hoje registado, localizado, publicado e partilhado quase em tempo real.</p>
<p><strong>Porque é que a magnitude não conta tudo</strong></p>
<p>Isso não reduz a gravidade dos eventos recentes. Um sismo de magnitude 7,5, como o da Venezuela, é um grande terramoto e pode provocar destruição severa, sobretudo quando ocorre perto de zonas densamente povoadas, com edifícios vulneráveis e serviços de emergência fragilizados. Já sismos de magnitude 5 podem causar danos localizados, enquanto eventos de magnitude 6 ou superior têm potencial para afetar infraestruturas e provocar vítimas, dependendo da profundidade, distância ao epicentro e qualidade da construção.</p>
<p>A comparação histórica ajuda a colocar os números em perspetiva. Os sismos recentes são fortes, mas ficam abaixo dos maiores já registados. O maior terramoto conhecido ocorreu em 1960, no Chile, com magnitude 9,5. Seguiram-se o Grande Sismo do Alasca, em 1964, de magnitude 9,2, o sismo de Sumatra-Andamão, em 2004, de magnitude 9,1, e o Grande Sismo de Tōhoku, no Japão, em 2011, também de magnitude 9,1.</p>
<p>A diferença entre magnitudes não é pequena. A escala é logarítmica: cada aumento de um ponto representa uma libertação de energia muito superior. Por isso, um sismo de magnitude 8 não é apenas “um pouco maior” do que um de magnitude 7; é muitas vezes mais energético e potencialmente mais destrutivo.</p>
<p><strong>O perigo agora está nas réplicas</strong></p>
<p>O maior risco imediato, neste momento, continua concentrado nas zonas já afetadas, sobretudo na Venezuela. As réplicas podem prolongar-se durante dias ou semanas e, mesmo quando têm magnitude inferior à dos abalos principais, podem agravar danos em edifícios já fragilizados e colocar em risco equipas de resgate e populações desalojadas.</p>
<p>A resposta curta à pergunta inicial é, por isso, menos alarmante do que a sequência faz parecer: sim, houve uma semana de forte atividade sísmica; sim, o duplo sismo da Venezuela foi raro e devastador; mas não há evidência de que os abalos registados em pontos distantes do planeta estejam diretamente ligados entre si ou anunciem um grande terramoto global.</p>
<p>A Terra treme todos os dias. O que mudou, em muitos casos, foi a nossa capacidade de a ouvir.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/depois-da-venezuela-a-terra-voltou-a-tremer-em-varios-pontos-do-mundo-coincidencia-ou-sinal-de-alerta/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784222]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Subida de juros em junho resulta da existência de &#8220;circunstâncias perfeitas&#8221;, diz Lagarde</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/subida-de-juros-em-junho-resulta-da-existencia-de-circunstancias-perfeitas-lagarde/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/subida-de-juros-em-junho-resulta-da-existencia-de-circunstancias-perfeitas-lagarde/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:02:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=784252</guid>

					<description><![CDATA[A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, defendeu hoje que a subida de juros na reunião de junho ocorreu porque existiam as "circunstâncias de política monetária perfeitas para o fazer", nomeadamente perspetivas de inflação elevada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, defendeu hoje que a subida de juros na reunião de junho ocorreu porque existiam as &#8220;circunstâncias de política monetária perfeitas para o fazer&#8221;, nomeadamente perspetivas de inflação elevada.</p>
<p>Os indicadores apontavam para uma previsão de inflação alta, a inflação subjacente com tendência alta e um regresso à meta de 2% apenas no fim de 2028, pelo que era &#8220;uma decisão óbvia e foi tão óbvia que foi unânime no conselho&#8221;, disse, num painel no Fórum BCE, a decorrer em Sintra.</p>
<p>Lagarde sinalizou que desistiram de fazer &#8220;forward guidance&#8221;, ou seja, orientações futuras para comunicar ao mercado as expectativas para a economia, apontando que se tem algum arrependimento é de ter estado vinculada a isso.</p>
<p>&#8220;O que fazemos é informar os participantes do mercado e especialistas financeiros sobre como chegamos à nossa postura de política monetária&#8221;, explicou, avançando quais são os indicadores que seguem com mais atenção.</p>
<p>Na reunião de 11 de junho, quando o BCE decidiu subir os juros em 25 pontos base, os governadores olharam &#8220;para a previsão de inflação, para os últimos dados financeiros e económicos&#8221;, bem como para os riscos, enquanto parte da avaliação.</p>
<p>No que diz respeito aos riscos, em alta para inflação e em baixa para crescimento, a responsável considerou que &#8220;estão mais equilibrados do que há umas semanas&#8221;.</p>
<p>Lagarde destacou ainda a rapidez das mudanças como um dos fatores que o BCE tem de estar atento e preparado, apontando que, por exemplo, o preço do petróleo caiu para 72 dólares o barril quando estava a 120 dólares em março.</p>
<p>O Fórum é um evento anual organizado pelo Banco Central Europeu e realizado em Sintra, que reúne governadores de bancos centrais, académicos e representantes do mercado financeiro.</p>
<p>Este ano, tem como tema &#8220;Moldar o futuro da Europa: inovação, crescimento e estabilidade&#8221; e decorre de 29 de junho a 01 de julho.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/subida-de-juros-em-junho-resulta-da-existencia-de-circunstancias-perfeitas-lagarde/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784252]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Onda de calor pode aumentar mortalidade &#8220;a partir do terceiro ou quarto dia&#8221;, alerta especialista</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/onda-de-calor-pode-aumentar-mortalidade-a-partir-do-terceiro-ou-quarto-dia-alerta-especialista/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/onda-de-calor-pode-aumentar-mortalidade-a-partir-do-terceiro-ou-quarto-dia-alerta-especialista/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 14:39:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=784246</guid>

					<description><![CDATA[O alerta é deixado por Bernardo Gomes, presidente da Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública, que descreve a atual onda de calor como uma “minimaratona” e não como um episódio curto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A persistência das temperaturas elevadas em Portugal poderá ter impacto na mortalidade nos próximos dias, sobretudo se o calor extremo se mantiver durante vários dias consecutivos. O alerta é deixado por Bernardo Gomes, presidente da Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública, que descreve a atual onda de calor como uma “minimaratona” e não como um episódio curto.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a Renascença, Portugal atravessa um período prolongado de calor intenso, com temperaturas que podem chegar aos 44 ºC e noites em que os termómetros dificilmente deverão descer abaixo dos 20 ºC em grande parte do território.</p>
<p class="isSelectedEnd">A situação levou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera a colocar os distritos de Lisboa, Setúbal, Coimbra e Leiria sob aviso vermelho nos próximos dias.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Impacto pode surgir após vários dias de calor</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Bernardo Gomes admite que os efeitos na saúde podem não ser imediatos, mas tendem a agravar-se com a duração do episódio.</p>
<p class="isSelectedEnd">“É provável termos um sinal estatístico no sentido de algum excesso de mortalidade a partir do momento em que entramos pelo terceiro, quarto, quinto dia de calor sucessivo”, afirmou à Renascença.</p>
<p class="isSelectedEnd">O médico sublinha que este cenário é expectável em períodos prolongados de calor extremo, sobretudo num país envelhecido, com problemas de pobreza energética e muitas habitações pouco preparadas para proteger os residentes de temperaturas muito elevadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Não poderemos dramatizar, mas é o que se espera. O que devemos tentar fazer é minimizar”, defende.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Idosos, doentes crónicos e crianças entre os mais vulneráveis</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O presidente da Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública afasta, ainda assim, um cenário semelhante ao registado na onda de calor em França. Bernardo Gomes diz não esperar um impacto exagerado, mas considera natural que exista algum efeito estatístico na mortalidade, tendo em conta o envelhecimento da população e as condições existentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os grupos mais vulneráveis incluem idosos, doentes crónicos, crianças e pessoas que vivem em casas mal preparadas para temperaturas extremas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O risco é agravado pelo facto de o calor se prolongar durante vários dias, dificultando o arrefecimento das casas e também dos organismos humanos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Comunicação das autoridades tem melhorado</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Bernardo Gomes considera positiva a forma como as autoridades têm comunicado os riscos associados ao calor extremo.</p>
<p class="isSelectedEnd">“A comunicação relativamente a isto tem sido melhorada, até porque há necessidade. Estamos a passar por um período em que o risco destas circunstâncias vai aumentar”, afirmou.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para o médico, a existência de um momento formal de comunicação ao país é importante porque mostra “a seriedade daquilo que está em causa”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, alerta que a resposta não pode ficar limitada à transmissão de recomendações gerais nem à abertura pontual de espaços climatizados.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Locais climatizados podem fazer diferença</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A estratégia apresentada pelo Governo prevê, entre outras medidas, a existência de pelo menos um local de abrigo climatizado para acolher populações mais vulneráveis, como idosos e doentes crónicos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Bernardo Gomes considera positiva a existência destes espaços, mas lembra que a resposta deve estar preparada localmente e não pode depender apenas de um único local por território.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Duas horas por dia de proteção térmica em indivíduos mais vulneráveis podem fazer toda a diferença, até uma questão de vida ou morte nestes dias prolongados, porque fazem com que o organismo consiga descansar”, explicou.</p>
<p class="isSelectedEnd">No entanto, o médico sublinha que esta solução não é nova e deveria estar prevista nos planos de contingência face às temperaturas extremas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Resposta exige articulação local</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Renascença, Bernardo Gomes alerta ainda para a necessidade de articulação entre unidades locais de saúde, municípios, proteção civil e instituições locais.</p>
<p class="isSelectedEnd">O médico recorda que as unidades locais de saúde abrangem vários concelhos e não conseguem, sozinhas, assegurar toda a resposta necessária.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Se houver necessidade de mobilizar pessoas vulneráveis para locais climatizados, não é a unidade local de saúde que vai fazer isso sozinha”, afirmou.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Bernardo Gomes, a proteção dos grupos mais frágeis depende de uma resposta coordenada no terreno, com capacidade para identificar e acompanhar pessoas em risco.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>“Não vai ser um sprint”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O principal perigo desta onda de calor não está apenas nos picos de temperatura, mas na duração do episódio, defende o presidente da Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Isto não vai ser um sprint. Vai ser uma minimaratona de alguns dias”, resumiu.</p>
<p class="isSelectedEnd">Bernardo Gomes recomenda que os próximos dias sejam planeados com cuidado. Entre as medidas prioritárias estão evitar a exposição solar entre o fim da manhã e o final da tarde, reforçar a hidratação, adaptar horários de trabalho e atividades físicas, proteger idosos, crianças e doentes crónicos e ter cuidados especiais em viagens.</p>
<p>Com temperaturas muito elevadas durante o dia e noites tropicais em grande parte do país, o alerta centra-se na persistência do calor e na necessidade de prevenir os efeitos acumulados no organismo.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/onda-de-calor-pode-aumentar-mortalidade-a-partir-do-terceiro-ou-quarto-dia-alerta-especialista/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784246]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Fed vai seguir um novo percurso e continuar a ser independente, diz Presidente</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fed-vai-seguir-um-novo-percurso-e-continuar-a-ser-independente-presidente/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/fed-vai-seguir-um-novo-percurso-e-continuar-a-ser-independente-presidente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 14:21:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=784245</guid>

					<description><![CDATA[O presidente da Reserva Federal (Fed) dos EUA, Kevin Warsh, disse hoje que o banco central norte-americano vai seguir um novo percurso, mas garantiu que a Fed vai continuar a ser independente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Reserva Federal (Fed) dos EUA, Kevin Warsh, disse hoje que o banco central norte-americano vai seguir um novo percurso, mas garantiu que a Fed vai continuar a ser independente.</p>
<p>Numa intervenção num painel no Fórum BCE, em Sintra, o responsável sinalizou que começaram discussões na Fed com &#8220;mente aberta&#8221; para pensar sobre política monetária, assegurando que vão &#8220;ter um novo percurso para melhores decisões e fazer melhor&#8221;.</p>
<p>Para estas mudanças, foram criados grupos de trabalho, sendo que Warsh não adiantou quem os irá liderar, remetendo para a próxima semana o anúncio sobre composição, &#8220;pessoas com experiência, incluindo de fora dos EUA&#8221;.</p>
<p>Sobre a sua postura na política monetária, Kevin Warsh apontou que as expectativas de inflação caíram, os riscos de inflação caíram, se há pessoas e mercados financeiros que &#8220;acharam que este banco ia estar confortável com um objetivo de inflação acima de 2% vão ficar desapontados&#8221;.</p>
<p>Questionado sobre as pressões do Presidente dos EUA, Donald Trump, que exigiu várias vezes um corte nos juros, Warsh assegurou que a Fed tem sido um banco central independente por muito tempo, &#8220;vai ser agora e não vai ver mudanças nisso&#8221;.</p>
<p>Quanto à decisão para a reunião de julho, o presidente da Fed apontou que há muitos dados que vão receber e espera ter uma &#8220;boa discussão familiar&#8221;, sinalizando que quando o comité chegar à sala vai &#8220;fechar a porta e ter um bom debate&#8221;.</p>
<p>Na reunião de junho, que marcou a estreia de Kevin Warsh à frente da instituição, a Fed decidiu manter as taxas de juro no intervalo entre 3,50% e 3,75%.</p>
<p>O Fórum é um evento anual organizado pelo Banco Central Europeu e realizado em Sintra, que reúne governadores de bancos centrais, académicos e representantes do mercado financeiro.</p>
<p>Este ano, tem como tema &#8220;Moldar o futuro da Europa: inovação, crescimento e estabilidade&#8221; e decorre de 29 de junho a 01 de julho.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/fed-vai-seguir-um-novo-percurso-e-continuar-a-ser-independente-presidente/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784245]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Governo venezuelano agradece solidariedade e rápida resposta de Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-governo-venezuelano-agradece-solidariedade-e-rapida-resposta-de-portugal/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-governo-venezuelano-agradece-solidariedade-e-rapida-resposta-de-portugal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 14:13:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=784240</guid>

					<description><![CDATA[ A Venezuela agradeceu hoje a solidariedade e rápida resposta de Portugal, que enviou ajuda humanitária e uma equipa de salvamento, parte da qual trabalha, desde as 11:00 de segunda-feira (locais), no resgate de um sobrevivente em La Guaira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Venezuela agradeceu hoje a solidariedade e rápida resposta de Portugal, que enviou ajuda humanitária e uma equipa de salvamento, parte da qual trabalha, desde as 11:00 de segunda-feira (locais), no resgate de um sobrevivente em La Guaira.</p>
<p>&#8220;Nestas horas, precisamente no meio de um processo de resgate de uma pessoa que ainda se encontra viva, (&#8230;) agradecer especialmente o apoio de Portugal nestes momentos difíceis para o povo venezuelano&#8221;, disse à Lusa o vice-ministro das Relações Exteriores para a Europa e América do Norte.</p>
<p>Oliver Blanco explicou que, assim que aconteceu o duplo sismo, o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal contactou o Governo &#8220;para manifestar o interesse em enviar um grupo de quase 70 pessoas que têm estado lado a lado com as autoridades venezuelanas responsáveis pela resposta a esta situação e com as do resto do mundo, juntamente com já 30 países, para gerar fé e esperança e prestar assistência ao povo venezuelano nestes momentos de tanto sofrimento e de tantas dificuldades&#8221;.</p>
<p>&#8220;Portugal também enviou ajuda humanitária, aproximadamente 17 toneladas e, mais uma vez, não podemos deixar de agradecer ao Governo de Portugal, à equipa de resgate de Lisboa e a todos os grupos de intervenção que se deslocaram à Venezuela de forma praticamente imediata, o que reafirma, além disso, os laços de fraternidade e solidariedade entre os nossos países&#8221;, disse.</p>
<p>O vice-ministro venezuelano sublinhou que as autoridades locais estão conscientes também da solidariedade da comunidade lusa local.</p>
<p>&#8220;Em horas difíceis para os nossos povos, sabemos que também a comunidade portuguesa está muito integrada na Venezuela. Historicamente, tem feito parte da construção do país e, hoje, está connosco a recolher os escombros e a estender-nos as mãos num momento comovente e difícil para todos os venezuelanos&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Sete operacionais portugueses estão envolvidos, desde segunda-feira, no resgate de um segurança de um estabelecimento comercial em Playa Grande, La Guaira.</p>
<p>A missão integra elementos da GNR, Proteção Civil, Bombeiros Sapadores de Lisboa e Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).</p>
<p>Salvar este homem, seis dias depois dos sismos, é &#8220;um milagre&#8221;, resumiu à Lusa o porta-voz da missão da Costa Rica, Ricardo Árias.</p>
<p>A equipa costa-riquenha detetou, no domingo, que havia um sobrevivente no local, mas foi graças a um &#8220;sensor de alta tecnologia&#8221; dos portugueses que foi possível identificar &#8220;com precisão&#8221; a sua localização sob os escombros.</p>
<p>&#8220;Isso deu-nos ímpeto e vontade para continuar a trabalhar&#8221;, comentou, afirmando que os operacionais se sentem &#8220;honrados por trabalhar lado a lado com muita gente&#8221;.</p>
<p>Árias destacou o &#8220;trabalho importante&#8221; com Portugal, que &#8220;trouxe um impulso, quando muitos já tinham descartado a possibilidade de retirar&#8221; o sobrevivente.</p>
<p>O representante da equipa da Costa Rica também relatou que o homem &#8220;está bem&#8221;, &#8220;já se hidratou&#8221; e &#8220;fala muito bem&#8221;.</p>
<p>&#8220;Já estamos perto de o poder retirar&#8221;, garantiu.</p>
<p>Na operação, além de Portugal, participam ainda equipas de resgate da Venezuela, Costa Rica, El Salvador e México, entre outras.</p>
<p>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 1.943 mortos e 10.571 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</p>
<p>Entre os mortos, há pelo menos 71 portugueses e lusodescendentes, e outros 71 estão desaparecidos ou incontactáveis.</p>
<p>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</p>
<p>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</p>
<p>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-governo-venezuelano-agradece-solidariedade-e-rapida-resposta-de-portugal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784240]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Governo está a rever abono e alarga pagamento automático a mais famílias</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/governo-esta-a-rever-abono-e-alarga-pagamento-automatico-a-mais-familias/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/governo-esta-a-rever-abono-e-alarga-pagamento-automatico-a-mais-familias/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 14:07:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=784231</guid>

					<description><![CDATA[O Governo vai alargar o pagamento automático do abono de família a famílias monoparentais, estrangeiros e pais separados, anunciou hoje a secretária de Estado da Segurança Social, no âmbito da revisão da prestação como medida de combate à pobreza.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo vai alargar o pagamento automático do abono de família a famílias monoparentais, estrangeiros e pais separados, anunciou hoje a secretária de Estado da Segurança Social, no âmbito da revisão da prestação como medida de combate à pobreza.</p>
<p>No decorrer da audição regimental na Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão, na qual a equipa da ministra Maria do Rosário Palma Ramalho esteve a ser ouvida, a secretária de Estado da Segurança Social explicou que o Governo está a &#8220;trabalhar numa revisão mais estrutural de todo o regime do abono de família&#8221;.</p>
<p>&#8220;É uma medida que inscrevemos na Estratégia Nacional de Luta contra a Pobreza, e que pretende também uma avaliação da eficácia desta medida de apoio social na proteção das crianças em situações de carência&#8221;, adiantou Susana Filipa Lima.</p>
<p>Adiantou também que o Governo pretende alargar o pagamento automático do abono de família a grupos de famílias que até agora estavam excluídas desse automatismo.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas, a secretária de Estado explicou que o abono de família já é atribuído de forma automática a &#8220;um conjunto alargado de agregados&#8221;.</p>
<p>&#8220;O que vamos fazer é alargar esta atribuição automática a grupos de famílias que estão atualmente excluídos deste automatismo. Que grupos é que são estes? Famílias monoparentais, famílias estrangeiras, quinto escalão do abono e pais separados&#8221;, revelou Susana Filipa Lima.</p>
<p>A secretária de Estado não explicou, no entanto, o motivo por que as famílias do quinto escalão de rendimentos também passam a ser abrangidas pelo automatismo na atribuição se atualmente estão excluídas do acesso a esta prestação social.</p>
<p>O abono de família é pago às famílias dos 1.º, 2.º, 3.º e 4.º escalões de rendimentos, em diferentes valores.</p>
<p>Susana Lima adiantou que estas situações estavam, até agora, de fora do automatismo de atribuição por causa das suas especificidades e complexidades, o que requer que a sua inclusão no sistema tenha de ser feita &#8220;com algum cuidado&#8221;.</p>
<p>&#8220;Estamos a trabalhar para que durante este semestre, portanto, até ao final deste ano, tenhamos esta atribuição automática do abono de família também para estes grupos&#8221;, disse ainda a secretária de Estado.</p>
<p>SV/JMF // CMP</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/governo-esta-a-rever-abono-e-alarga-pagamento-automatico-a-mais-familias/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784231]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mãe no Governo, pai na banca e filha na direção do PSD: o retrato dos Palma Ramalho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mae-no-governo-pai-na-banca-e-filha-na-direcao-do-psd-o-retrato-dos-palma-ramalho/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/mae-no-governo-pai-na-banca-e-filha-na-direcao-do-psd-o-retrato-dos-palma-ramalho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 14:06:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=784228</guid>

					<description><![CDATA[A entrada de Maria do Rosário Palma Ramalho no Governo colocou uma das famílias mais influentes de Lisboa sob maior escrutínio público.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A entrada de Maria do Rosário Palma Ramalho no Governo colocou uma das famílias mais influentes de Lisboa sob maior escrutínio público. A ministra do Trabalho e da Segurança Social chegou à política depois de uma carreira académica consolidada no Direito; o marido, António Ramalho, saiu da gestão executiva do Novo Banco, mas mantém presença em várias empresas e instituições financeiras; e a filha mais velha, Inês Palma Ramalho, é advogada na área da regulação financeira e vice-presidente do PSD.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a <a href="https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/mae-ministra-pai-ex-banqueiro-filha-advogada-e-vice-do-psd-o-trio-palma-ramalho" target="_blank" rel="noopener">Sábado</a>, os três ocupam posições relevantes em áreas que se cruzam com frequência: política, banca, regulação, advocacia de negócios, academia e setor social. O retrato é o de uma família com carreiras autónomas, mas instalada em círculos de decisão próximos do poder.</p>
<p class="isSelectedEnd">Essa proximidade tem sido acompanhada por uma preocupação recorrente: evitar situações que possam ser lidas como conflitos de interesse ou favorecimento. A revista descreve vários episódios em que os Palma Ramalho procuraram afastar potenciais cruzamentos entre vida familiar, funções públicas e atividade profissional.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Cuidados com conflitos de interesse</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O cuidado vem de longe. Quando Inês Palma Ramalho entrou na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde a mãe era professora catedrática, as duas combinaram horários para não se cruzarem nos corredores nem nas aulas. Maria do Rosário acabou por dar aulas à noite durante cinco anos, enquanto a filha frequentava o horário diurno.</p>
<p class="isSelectedEnd">Anos mais tarde, já com a mãe no Governo, Inês pediu no PSD para deixar de acompanhar a área laboral, precisamente a pasta em que Maria do Rosário Palma Ramalho tinha em mãos a reforma das leis do trabalho.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também António Ramalho deu um passo atrás num cargo institucional. O antigo presidente executivo do Novo Banco renunciou ao lugar de administrador da Cruz Vermelha Portuguesa, cuja atividade social é parcialmente tutelada pelo Ministério liderado pela mulher.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Sábado, esta atenção à perceção pública faz parte de um código não escrito da família, agora mais exposta por ter três dos seus elementos em posições de influência.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Da academia para o Governo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Maria do Rosário Palma Ramalho, de 65 anos, deixou temporariamente a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa para integrar os Governos da AD como ministra do Trabalho e da Segurança Social.</p>
<p class="isSelectedEnd">A sua entrada na política é descrita por pessoas próximas como uma decisão tomada em lógica de serviço. O perfil, porém, não é o de uma política profissional. Fontes ouvidas pela Sábado falam de uma jurista que “corta a direito”, com uma postura técnica e pouco dada ao marketing político.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esse estilo ficou visível no dossiê da reforma laboral. A ministra não conseguiu levar o pacote a bom porto, mas mantém que não desistiu do objetivo. Durante as negociações com a UGT e outros parceiros sociais, uma fonte presente nas reuniões descreveu a sua postura como mais próxima de uma professora de Direito do que de uma negociadora experiente.</p>
<p class="isSelectedEnd">A própria ministra tem insistido que o Governo não abdica de reformar a legislação laboral.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Respeitada na universidade, discutida na política</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na política, Rosário Palma Ramalho tem sido uma figura divisiva. Algumas das medidas mais liberais que defende contribuíram para a sua impopularidade, embora a combatividade tenha sido bem recebida no congresso do PSD.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na academia, o retrato é diferente. Um professor da Faculdade de Direito de Lisboa, politicamente distante da ministra, disse à Sábado que está nos “antípodas” ideológicos, mas que a respeita como professora e gosta dela humanamente. Descreveu-a como uma pessoa de “direita moderada com consciência social” e uma “professora de mão-cheia”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na Faculdade de Direito, Maria do Rosário integrou uma corrente mais moderada, entre uma ala interna muito conservadora e outra mais à esquerda. Fontes da faculdade recordam que defendeu docentes que eram alvo da corrente conservadora e que interveio em momentos de tensão interna.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Sábado refere ainda que três fontes ouvidas pela revista sublinham que a atual ministra nunca interveio para proteger a filha, apesar de Inês ter seguido também percurso académico na faculdade antes de sair para a advocacia e a política.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Inês Palma Ramalho entre a advocacia e o PSD</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Inês Palma Ramalho, de 40 anos, é advogada de regulação financeira na Pérez-Llorca e foi reconduzida como vice-presidente do PSD. No partido, é vista como uma figura com futuro político.</p>
<p class="isSelectedEnd">A própria não fecha a porta a uma eventual entrada num Governo, mas sublinha que essa decisão pertence sempre ao primeiro-ministro. Também deixa uma linha clara: nunca aceitaria integrar um Executivo onde estivesse a mãe ou outro elemento da família.</p>
<p class="isSelectedEnd">O percurso político começou cedo, na associação académica e na JSD. Depois do curso, enquanto estagiava na Uría, conheceu Carlos Moedas numa apresentação no gabinete de estudos da JSD. Pouco depois, foi chamada para a ESAME, a estrutura criada no Governo PSD/CDS para acompanhar a relação com a troika.</p>
<p class="isSelectedEnd">Tinha 25 anos e ficou três anos na estrutura, seguindo matérias ligadas à Justiça, aos reguladores e à execução do memorando. Mais tarde entrou por concurso no Departamento de Supervisão Prudencial do Banco de Portugal e, depois de ano e meio, passou para a advocacia privada.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Do gabinete de estudos à vice-presidência do PSD</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O regresso de Inês Palma Ramalho ao centro da vida partidária aconteceu em 2019, quando Pedro Duarte a chamou para ajudar na moção estratégica de Luís Montenegro à liderança do PSD.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois trabalhou na moção de Paulo Rangel, em 2021, e voltou a participar na candidatura de Luís Montenegro no ano seguinte. Foi então integrada na direção do partido e chegou à vice-presidência.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fontes políticas descrevem-na como competitiva e determinada. Uma delas resume-a como alguém que não gosta de perder “nem ao berlinde”. A proximidade no contacto e a forma como lida com a pressão são traços que, segundo a Sábado, partilha com o pai.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>António Ramalho depois do Novo Banco</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">António Palma Ramalho, também de 65 anos, fez carreira no setor financeiro desde jovem. Licenciado em Direito, entrou no setor aos 23 anos e, aos 29, já era diretor no banco Sotto Mayor, integrado no universo Champalimaud.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao longo da carreira alternou entre banca e empresas públicas, em ciclos políticos ligados ao PSD. Mas foi a presidência executiva do Novo Banco que mais o expôs mediaticamente.</p>
<p class="isSelectedEnd">A reestruturação da instituição, criada após a queda do BES, foi financiada em grande parte por um mecanismo contingente suportado pelo Fundo de Resolução com empréstimos dos contribuintes. A venda de ativos com desconto gerou polémica política e levou o Ministério Público a abrir uma investigação. António Ramalho não é arguido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois de sair do Novo Banco, em 2022, deixou a gestão executiva, mas manteve uma agenda profissional intensa.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Cinco posições não executivas e várias ligações</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">António Ramalho é hoje presidente do conselho de administração da Lusoponte, consultor do Banco de Fomento, presidente de um fundo de investimento, formador de executivos na Católica do Porto, conselheiro na Alvarez &amp; Marsal Portugal e conferencista.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este ano deverá ainda encaixar uma mais-valia superior a sete milhões de euros com um investimento proposto como incentivo pela Lone Star, acionista do Novo Banco.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proximidade entre a atividade financeira de António Ramalho e a área profissional da filha, ligada à regulação financeira e à advocacia de negócios, é outro ponto que a família diz gerir com cautela. Inês Palma Ramalho afirma que nunca trabalhou como advogada para o pai e que, em quase 20 anos de carreira, só este ano estiveram juntos num painel de congresso para falar sobre o mesmo tema.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Uma família instalada na roda do poder</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O caso Palma Ramalho mostra três percursos diferentes, mas com pontos de contacto evidentes. Maria do Rosário passou da academia para o Governo; António Ramalho saiu da banca executiva para cargos de administração, consultoria e formação; e Inês Palma Ramalho combina advocacia de regulação financeira com uma posição de topo no PSD.</p>
<p class="isSelectedEnd">No centro está uma rede familiar com acesso a vários espaços de influência e uma preocupação assumida em evitar cruzamentos diretos entre funções públicas, atividade partidária e interesses profissionais.</p>
<p>O resultado é o retrato de uma família cuja relevância já não se mede apenas por um cargo isolado, mas pela presença simultânea em várias zonas sensíveis do poder político, económico e jurídico.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/mae-no-governo-pai-na-banca-e-filha-na-direcao-do-psd-o-retrato-dos-palma-ramalho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784228]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Comércio digital na OCDE cresce 35% em 10 anos e representa 26% em 2024</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/comercio-digital-na-ocde-cresce-35-em-10-anos-e-representa-26-em-2024/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/comercio-digital-na-ocde-cresce-35-em-10-anos-e-representa-26-em-2024/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 13:45:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=784225</guid>

					<description><![CDATA[O comércio digital cresceu 35,3% na OCDE na última década e passou a representar quase 26% do comércio total em 2024, segundo um relatório divulgado hoje pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O comércio digital cresceu 35,3% na OCDE na última década e passou a representar quase 26% do comércio total em 2024, segundo um relatório divulgado hoje pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE).</p>
<p>Na informação divulgada, a organização explicou que o comércio digital cresceu 35,3% em dez anos na OCDE e passou a representar quase 26% do comércio total em 2024, sobretudo devido ao impulso dos serviços prestados por via eletrónica, que dispararam durante a pandemia da Covid-19 e que, após um recuo posterior, voltam a recuperar.</p>
<p>Neste sentido, o comércio efetuado por via eletrónica &#8211; tanto de produtos e serviços materiais como digitais &#8211; registou um crescimento menos acentuado nesses dez anos (de 26,6%), mas mais linear, representando 12,7% em 2024.</p>
<p>Os produtos e serviços digitais fornecidos por via eletrónica representaram 13,2% em 2024, após terem registado um forte aumento em 2020, com a pandemia de coronavírus que obrigou muitas pessoas a ficar em casa durante os confinamentos (nesse ano, chegaram a representar 13,2% do comércio total, contra 10,5% em 2019) e um recuo nos dois anos seguintes.</p>
<p>O peso do comércio digital varia significativamente de um país para outro na OCDE, uma vez que, em 2023 (o último ano para o qual existem dados comparativos), representava até 55,2% no Reino Unido, 43,6% na Suécia ou 34,5% na Hungria, contra apenas 10,1% na Noruega, 14,1% na Itália ou 14,5% na Grécia.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/comercio-digital-na-ocde-cresce-35-em-10-anos-e-representa-26-em-2024/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784225]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mundial2026: Luís Montenegro vai a Toronto ver jogo Portugal-Croácia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mundial2026-luis-montenegro-vai-a-toronto-ver-jogo-portugal-croacia/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/mundial2026-luis-montenegro-vai-a-toronto-ver-jogo-portugal-croacia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 13:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=784224</guid>

					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, vai assistir ao jogo da seleção nacional de futebol contra a Croácia, que se disputa na quinta-feira em Toronto, Canadá, uma partida dos 16 avos de final do Mundial de 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, vai assistir ao jogo da seleção nacional de futebol contra a Croácia, que se disputa na quinta-feira em Toronto, Canadá, uma partida dos 16 avos de final do Mundial de 2026.</p>
<p>O anúncio foi feito pelo gabinete do chefe do Governo, em comunicado.</p>
<p>Na fase de grupos, Portugal terminou o Grupo K na segunda posição, atrás da Colômbia, e vai agora enfrentar a Croácia nos 16 avos de final, num jogo agendado para quinta-feira, pelas 19:00 locais (00:00 de sexta-feira em Lisboa), no Estádio BMO Field, em Toronto, no Canadá.</p>
<p>Luís Montenegro já assistiu ao segundo jogo da seleção na fase de grupos em Houston, nos Estados Unidos da América, contra o Uzbequistão, que Portugal ganhou por 5-0.</p>
<p>O presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, esteve no jogo de estreia de Portugal no Mundial de 2026, frente à República Democrática do Congo, que terminou 1-1, realizado também Houston, enquanto o Presidente da República, António José Seguro, marcou presença no terceiro jogo da seleção, contra a Colômbia, que terminou empatado a zero e realizou-se em Miami, também nos Estados Unidos.</p>
<p>O Campeonato do Mundo de Futebol de 2026, o primeiro com 48 seleções, começou em 11 de junho e vai decorrer até 19 de julho, dia da final, com jogos nos Estados Unidos da América, no México e no Canadá.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/mundial2026-luis-montenegro-vai-a-toronto-ver-jogo-portugal-croacia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784224]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Sobe para 71 o número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-sobe-para-71-o-numero-de-portugueses-e-lusodescendentes-mortos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-sobe-para-71-o-numero-de-portugueses-e-lusodescendentes-mortos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 13:34:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=784214</guid>

					<description><![CDATA[O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos de quarta-feira na Venezuela subiu para 71, havendo ainda 71 desaparecidos, segundo o mais recente balanço divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos de quarta-feira na Venezuela subiu para 71, havendo ainda 71 desaparecidos, segundo o mais recente balanço divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>De acordo com o MNE, entre os 71 mortos, 61 dos quais tinham também nacionalidade venezuelana, estão 11 crianças e 60 adultos.</P><br />
<P>O anterior balanço dava conta de 68 portugueses e lusodescendentes entre as vítimas mortais do duplo sismo que atingiu a Venezuela no dia 24.</P><br />
<P>O duplo sismo que atingiu a Venezuela na passada quarta-feira provocou 1.943 mortos e 10.571 feridos, segundo o último balanço oficial hoje divulgado pelas autoridades venezuelanas.</P><br />
<P>Os dados oficiais indicam também acima de 15 mil desalojados, informou o presidente do parlamento, Jorge Rodríguez, atualizando o último balanço de vítimas, que era de 1.719 mortos e 5.034 feridos.</P><br />
<P>De acordo com as autoridades, 6.461 pessoas foram resgatadas desde o início das operações de socorro.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-sobe-para-71-o-numero-de-portugueses-e-lusodescendentes-mortos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784214]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Caso choca os EUA. Menino de 7 anos morreu com 116 quilos: pais acusados de homicídio e abuso infantil</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/caso-choca-os-eua-menino-de-7-anos-morreu-com-116-quilos-pais-acusados-de-homicidio-e-abuso-infantil/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/caso-choca-os-eua-menino-de-7-anos-morreu-com-116-quilos-pais-acusados-de-homicidio-e-abuso-infantil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 13:32:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=784213</guid>

					<description><![CDATA[Damien e Jessica O’Brien foram acusados no condado de Genesee de homicídio em segundo grau, tortura e várias acusações de abuso infantil. Se forem condenados, podem enfrentar uma pena de prisão perpétua]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os pais de um menino de sete anos, que morreu no Michigan, nos Estados Unidos, com 116 quilos, foram acusados de homicídio, tortura e abuso infantil, avançou o &#8216;ABC&#8217;, citando as autoridades locais. O caso envolve Casper O’Brien, uma criança de Flint Township que morreu em novembro de 2025 depois de os serviços de emergência terem sido chamados à casa da família.</p>
<p>Segundo o &#8216;ABC&#8217;, Damien e Jessica O’Brien foram acusados no condado de Genesee de homicídio em segundo grau, tortura e várias acusações de abuso infantil. Se forem condenados, podem enfrentar uma pena de prisão perpétua.</p>
<p>Casper O’Brien morreu depois de os paramédicos terem respondido a uma chamada para o 911 por dificuldades respiratórias. Quando chegaram à habitação, encontraram a criança em sofrimento médico. O menino acabou por morrer após ser transportado para o hospital, segundo relatos de meios locais citados pela imprensa americana.</p>
<p>De acordo com o relatório da autópsia, a causa da morte foi cardiomiopatia dilatada, uma doença em que as câmaras do coração ficam dilatadas e enfraquecidas, dificultando o bombeamento do sangue. No caso de Casper, as autoridades associaram a condição à obesidade grave.</p>
<p>A criança media cerca de 1,28 metros e pesava o equivalente a aproximadamente 116 quilos, quando morreu. O seu índice de massa corporal era de 71,7, um valor muito acima do esperado para uma criança da mesma idade, segundo os dados divulgados no processo.</p>
<p>As autoridades afirmam que Casper tinha autismo não verbal, não estava matriculado em nenhuma escola e recebia acompanhamento médico insuficiente. A última consulta conhecida com um pediatra terá ocorrido em fevereiro de 2024, quando já pesava cerca de 47 quilos. Nessa altura, foi encaminhado para um endocrinologista pediátrico, mas, segundo a acusação, essa consulta nunca chegou a acontecer.</p>
<p>O procurador do condado de Genesee, David Leyton, disse que os pais alimentavam a criança de forma inadequada e que o menino “não estava a receber a nutrição de que precisava”. O responsável descreveu o caso como um exemplo de negligência extrema, com consequências fatais.</p>
<p>Segundo documentos judiciais citados pela &#8216;CNN&#8217; e pela imprensa local, os procuradores alegam ainda que a negligência dos pais contribuiu para problemas físicos graves, incluindo úlceras de pressão, erupções cutâneas e outros sinais de deterioração do estado de saúde da criança.</p>
<p>O caso não envolve apenas Casper. As autoridades acusam também os pais de abuso infantil em relação a uma filha de cinco anos. Quando os investigadores chegaram à casa da família, encontraram a menina suja, com o cabelo emaranhado e também com obesidade mórbida, de acordo com documentos judiciais citados por meios americanos.</p>
<p>A habitação foi descrita pelas autoridades como estando em más condições, com lixo acumulado e sinais de negligência. A menor foi retirada da casa e colocada sob proteção das autoridades.</p>
<p>Os pais permanecem acusados, mas ainda não foram julgados. A defesa mantém a presunção de inocência, enquanto o processo segue nos tribunais do Michigan. O caso volta a colocar em discussão os limites legais da negligência parental quando problemas de saúde graves, falta de acompanhamento médico e ausência de escolarização se acumulam até uma morte.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/caso-choca-os-eua-menino-de-7-anos-morreu-com-116-quilos-pais-acusados-de-homicidio-e-abuso-infantil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784213]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
