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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Governo prepara reforço da proteção do lobo &#8211; ministra do Ambiente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 20:59:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra do Ambiente disse hoje que o Governo vai apresentar em breve um novo decreto-lei que vai reforçar ainda mais a proteção do lobo-ibérico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ministra do Ambiente disse hoje que o Governo vai apresentar em breve um novo decreto-lei que vai reforçar ainda mais a proteção do lobo-ibérico.</P><br />
<P>O documento foi preparado com o Ministério da Agricultura, disse a ministra, que falava na apresentação hoje em Lisboa do Plano Nacional de Restauro da Natureza (PNRN), um documento que terá de ser entregue a Bruxelas até setembro próximo.</P><br />
<P>Questionada pelos jornalistas no final da apresentação sobre receios de ambientalistas de que a proteção do lobo ibérico possa vir a ser menor a ministra negou e disse que &#8220;podem ficar descansados&#8221;.</P><br />
<P>Na semana passada duas dezenas de organizações ambientalistas alertaram que a proteção do lobo podia estar em causa com alterações propostas pelo Governo ao Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC), e pediram a intervenção da ministra do Ambiente.</P><br />
<P>   O Ministério da Agricultura e Mar propôs alterações ao PEPAC que entram em contradição com a proteção do lobo-ibérico, disseram as 21 organizações num comunicado, apontando que os produtores poderiam continuar a receber financiamentos por prejuízos causados por lobos mesmo se condenados por matarem lobos.</P><br />
<P>&#8220;O PEPAC é um regulamento de um fundo europeu. Um fundo não muda a lei de um país e pela nossa lei o lobo é protegido&#8221;, respondeu a ministra hoje.</P><br />
<P>E acrescentou que houve até da parte do Ministério da Agricultura um pedido do reforço da proteção do lobo. </P><br />
<P>&#8220;Vamos ter um novo decreto-lei que até vai proteger ainda mais o lobo. Um regulamento de um fundo não tem nenhum poder sobre a legislação de um país&#8221;, reforçou Maria da Graça Carvalho.</P><br />
<P>Portugal vai investir até 2030 uma média de 500 milhões de euros por ano em restauro da natureza, tendo identificado necessidades de restauro em todos os setores para os quais são propostas mais de 400 medidas.</P><br />
<P>O PNRN prevê intervenções para restaurar ecossistemas terrestres, marinhos, fluviais, urbanos, agrícolas e florestais. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771445]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Aumentam para 23 as vítimas mortais do ataque russo desta madrugada em Kiev e Dnipro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 20:55:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O total de mortos nas cidades de Kiev e Dnipró, dois dos principais alvos do ataque maciço da Rússia contra a Ucrânia na madrugada de hoje, aumentou para 23, incluindo sete vítimas mortais na capital ucraniana, segundo um último balanço.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O total de mortos nas cidades de Kiev e Dnipró, dois dos principais alvos do ataque maciço da Rússia contra a Ucrânia na madrugada de hoje, aumentou para 23, incluindo sete vítimas mortais na capital ucraniana, segundo um último balanço.</P><br />
<P>No balanço anterior, havia um total de 18 mortos no maior ataque russo contra a Ucrânia nos últimos meses, incluindo uma criança.</P><br />
<P>Segundo os dados mais recentes, agora divulgados, o maior número de mortos foi registado na cidade de Dnipró, uma cidade industrial da zona centro leste da Ucrânia, onde um míssil russo destruiu completamente um edifício de habitação.  </P><br />
<P>Após a conclusão dos trabalhos de buscas, as autoridades regionais divulgaram um balanço final de 16 mortos no ataque contra Dnipró, que deixou também 42 feridos.  </P><br />
<P>O presidente da câmara da cidade, Boris Filátov, disse que os russos utilizaram, no ataque contra aquela cidade, munições de fragmentação para causar o máximo possível de vítimas entre civis, polícias e pessoal dos serviços de emergência destacados.  </P><br />
<P>Outras sete pessoas perderam a vida em Kiev, segundo informou o presidente da câmara de Kiev, Vitali Klichko. </P><br />
<P>Antes de anunciar a sétima vítima mortal, Klichko estimou que o número de feridos na capital ucraniana era de 90, dos quais 52 foram hospitalizados, incluindo duas crianças. </P><br />
<P>Este foi o primeiro grande ataque russo desde que Moscovo anunciou, no final do mês passado, o início iminente de uma campanha aérea contra os centros de decisão do Governo ucraniano em Kiev.</P><br />
<P>Segundo o Ministério da Defesa russo, o alvo eram empresas do complexo militar e industrial ucraniano e infraestruturas críticas em Kiev e outras seis regiões da Ucrânia.</P><br />
<P>De acordo com a força aérea ucraniana, a Rússia utilizou 73 mísseis de vários tipos no ataque, incluindo 33 mísseis balísticos, e 656 drones de longo alcance, um pormenor que Moscovo não confirmou no seu comunicado. </P><br />
<P>Na segunda-feira, o Presidente russo, Vladimir Putin, alertou que, após o ataque ucraniano a uma residência de estudantes em Lugansk, a 22 de maio, no qual 21 pessoas, incluindo menores, foram mortas, a guerra na Ucrânia entrou numa nova fase. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771444]]></sapo:autor>
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		<title>AIEA denuncia ataque deliberado &#8220;extremamente grave&#8221; a central nuclear nos Emirados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 20:47:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A central nuclear de Barakah, nos Emirados Árabes Unidos, foi " deliberadamente" visada no mês passado e os responsáveis pelo ataque procuravam provocar um incidente "extremamente grave", afirmou hoje o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A central nuclear de Barakah, nos Emirados Árabes Unidos, foi &#8221; deliberadamente&#8221; visada no mês passado e os responsáveis pelo ataque procuravam provocar um incidente &#8220;extremamente grave&#8221;, afirmou hoje o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).</P><br />
<P>O ataque com &#8216;drones&#8217;, a 17 de maio, contra uma instalação elétrica da central poderia ter causado a perda de energia externa e o consequente encerramento do reator, um cenário &#8220;extremamente grave&#8221;, disse Rafael Grossi aos jornalistas em Abu Dhabi após uma visita à central de Barakah.</P><br />
<P>&#8220;Isto significa que os responsáveis ??por este ataque sabiam exatamente o que estavam a fazer. Isto é extremamente grave&#8221;, adiantou o responsável da agência das Nações Unidas.</P><br />
<P>Os Emirados Árabes Unidos atribuíram o ataque a milícias iraquianas pró-Irão, numa altura em que Teerão retalia contra os países-vizinhos quando é alvo de ataques pelos Estados Unidos ou Israel, que lançaram uma campanha de bombardeamentos contra o país no final de fevereiro.</P><br />
<P>O responsável da AIEA acrescentou que convocou uma sessão especial do Conselho de Governadores da agência, que está a prestar assistência técnica a Abu Dhabi.</P><br />
<P>Construída por um consórcio sul-coreano liderado pelo fornecedor de energia Kepco, a central nuclear de Barakah, que começou a operar em 2020, satisfaz até 25% das necessidades de eletricidade dos Emirados Árabes Unidos.</P><br />
<P>O incidente ocorreu após várias semanas de ataques com drones e mísseis iranianos durante a guerra no Médio Oriente, que começou a 28 de fevereiro com uma ofensiva israelo-americana contra o Irão.</P><br />
<P>Desde o início do conflito, os Emirados Árabes Unidos foram alvo de mais de 2.800 mísseis e &#8216;drones&#8217;, sofrendo o impacto da retaliação iraniana contra as monarquias do Golfo.</P><br />
<P>&#8220;Vários países da região têm sérias preocupações&#8221;, disse à AFP Grossi, que já visitou o Kuwait e o Qatar e que segue para a Arábia Saudita.</P><br />
<P>O &#8220;pior cenário possível&#8221;, disse o responsável da AIEA, seria um ataque direto à central nuclear de Barakah ou à central nuclear de Bushehr, no Irão, que também foi alvo de ataques durante o conflito, com o risco de fuga radioativa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771443]]></sapo:autor>
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		<title>Ministra do Ambiente estranha acusações da CAP sobre plano de restauro da natureza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 20:37:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, negou hoje que tivesse havido falta de diálogo na preparação do Plano Nacional de Restauro da Natureza (PNRN), como considerou a Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, negou hoje que tivesse havido falta de diálogo na preparação do Plano Nacional de Restauro da Natureza (PNRN), como considerou a Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP).</P><br />
<P>A CAP anunciou hoje que estaria propositadamente ausente da apresentação do PNRN, acusando o Governo de quebra de confiança por não discutir as medidas na comissão de acompanhamento.</P><br />
<P>   &#8220;A CAP entende que a decisão do Governo de avançar com a apresentação pública&#8221; do PNRN &#8220;sem que as medidas nele contidas tenham sido previamente discutidas e apreciadas pela Comissão de Acompanhamento criada para esse efeito é incompreensível e institucionalmente grave&#8221;, defendeu, em comunicado. </P><br />
<P>Questionada pelos jornalistas após a apresentação do documento a ministra disse que achava estranha a posição da CAP, afirmando que foram feitas mais de 50 reuniões a propósito do plano e que a CAP pertence à comissão de acompanhamento e que esteve presente em reuniões, como pode ser verificado nos vídeos dessas reuniões, que são públicos.</P><br />
<P>A ministra disse que a apresentação de hoje foi o resultado dessa primeira fase e que a seguir há uma consulta formal aos vários grupos económicos, como a indústria, a agricultura ou a floresta, e que depois o documento entra em consulta pública formal. </P><br />
<P>&#8220;A CAP esteve presente, acho estranho&#8221;, reforçou a ministra.</P><br />
<P>   Portugal vai investir até 2030 uma média de 500 milhões de euros por ano em restauro da natureza, tendo identificado necessidades de restauro em todos os setores, para os quais são propostas mais de 400 medidas, segundo o documento hoje apresentado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771439]]></sapo:autor>
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		<title>Quase 180 crianças envolvidas na mineração no centro de Moçambique &#8211; Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 20:37:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quase 180 crianças estão envolvidas na mineração artesanal na província moçambicana de Manica, centro do país, avançou hoje fonte oficial, com o Governo a tentar resgatar os menores e reinseri-las no sistema nacional do ensino.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Quase 180 crianças estão envolvidas na mineração artesanal na província moçambicana de Manica, centro do país, avançou hoje fonte oficial, com o Governo a tentar resgatar os menores e reinseri-las no sistema nacional do ensino.</P><br />
<P>Tínhamos uma média de 700 crianças envolvidas, neste momento temos nas atividades mineiras 177 crianças, das quais 111 são do sexo masculino e 66 femininos&#8221;, disse o diretor distrital dos Serviços de Saúde, Mulher e Ação Social, Bartolomeu António, em declarações aos jornalistas, em Manica.</P><br />
<P>Segundo o responsável, as autoridades locais estão a trabalhar com os encarregados educação dos menores para impedir os menores de aderirem à mineração artesanal e retomarem ao ensino.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento estamos a trabalhar juntamente com a PRM [Polícia da República de Moçambique] para sensibilizar a todas as pessoas envolvidas, juntamente com as crianças na mineração, que é o garimpo artesanal e neste momento as equipas têm estado no terreno para sensibilizar e mobilizar para que toda a criança saia, vá à casa para aderir ao ensino, à escola&#8221;, disse Bartolomeu António.</P><br />
<P>E concluiu: &#8220;na verdade, muita criança já não aderia ao ensino, simplesmente estava a aderir à mineração artesanal e neste momento o número tende a descer, porque anteriormente tinha uma média de 700 crianças envolvidas e neste momento feita a contagem encontramos 177 crianças&#8221;.</P><br />
<P>A mineração artesanal em Manica, sobretudo na zona tida como `seis carros´, tem resultado em graves acidentes, com mortes, sendo um dos últimos casos ocorridos em abril, quando pelo menos 11 garimpeiros ilegais morreram após o desabamento de uma mina naquela província.</P><br />
<P>O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, afirmou, em 17 de setembro, que a mineração estava a causar um &#8220;desastre ambiental&#8221; na região, o que levou à suspensão total da atividade.</P><br />
<P>A suspensão das licenças mineiras em Manica ocorreu após o executivo ter apreciado o relatório do comando operativo das Forças de Defesa e Segurança (FDS) que trabalhou naquela província entre 17 e 19 de julho, para avaliar a situação ambiental face à mineração.</P><br />
<P>Já em dezembro, o Governo moçambicano tinha anunciado que as mineradoras tinham 90 dias para repor e estabilizar solos, bem como restaurar os caudais de rios afetados pela mineração. O ministro dos Recursos Minerais e Energia recordou na altura estarem em curso medidas para travar a degradação ambiental devido à exploração mineira.</P><br />
<P>Em maio, o parlamento moçambicano concluiu que a atividade mineira em Manica, centro do país, é desregulada, ilegal em vários pontos e representa um risco sério e contínuo, incluindo pelo uso de substâncias perigosas e com fragilidades na fiscalização.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771438]]></sapo:autor>
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		<title>Reverter perda de biodiversidade dos maiores desafios, diz ministra do Ambiente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 20:33:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, disse hoje que reverter a perda de biodiversidade é, a par da luta contra as alterações climáticas, "um dos maiores desafios" da atualidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, disse hoje que reverter a perda de biodiversidade é, a par da luta contra as alterações climáticas, &#8220;um dos maiores desafios&#8221; da atualidade.</P><br />
<P>A ministra falava em Lisboa na apresentação do Plano Nacional de Restauro da Natureza (PNRN), que irá em breve para consulta pública e que Portugal deve apresentar a Bruxelas até setembro.</P><br />
<P>Maria da Graça Carvalho recordou que em 2024 Portugal votou a favor da lei europeia do restauro da natureza, uma lei que considerou hoje &#8220;fundamental para a Europa e para o país&#8221;.</P><br />
<P>Entre as medidas do PNRN a ministra destacou entre outras o restauro de zonas de proteção especial para a avifauna, a revisão da lei para proteger ainda mais o lobo, ou a criação de uma rede nacional de áreas marinhas protegidas.</P><br />
<P>Afirmando que restaurar a natureza pode criar oportunidades de emprego, pode gerar riqueza e bem-estar e apoiar a luta contra as alterações climáticas, a ministra deu ainda destaque a outra área do Plano, os ecossistemas urbanos, aumentando &#8220;desde já&#8221; os espaços verdes das cidades.</P><br />
<P>Aos jornalistas explicou depois que há 6,5 milhões de euros para cinco projetos piloto em outras tantas cidades, com o maior investimento em Évora, capital europeia da cultura no próximo ano.</P><br />
<P>Investimentos também em Beja, começando com a recuperação do jardim municipal e depois de outros espaços verdes e arborização de percursos entre jardins, em ainda em Leiria, S. João da Madeira e Vila Real de Trás os Montes.</P><br />
<P>Também questionada pelos jornalistas a ministra reafirmou a importância de outro projeto, para o Alentejo, de restauro do montado, que tem como objetivo travar a desertificação.</P><br />
<P>Maria da Graça Carvalho referiu também o objetivo de plantação de três milhões de árvores por ano até 2030 e a criação de uma rede de viveiros. </P><br />
<P>Portugal vai investir até 2030 uma média de 500 milhões de euros por ano em restauro da natureza, tendo identificado necessidades de restauro em todos os setores para os quais são propostas mais de 400 medidas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771436]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump desiste de polémico fundo anti-instrumentalização &#8211; líder republicano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 19:55:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A administração Trump renunciou ao seu fundo de compensação "anti-instrumentalização" para a justiça, que foi recentemente criado e criticado como um "fundo secreto", disse hoje o líder da maioria republicana no Senado norte-americano, John Thune.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A administração Trump renunciou ao seu fundo de compensação &#8220;anti-instrumentalização&#8221; para a justiça, que foi recentemente criado e criticado como um &#8220;fundo secreto&#8221;, disse hoje o líder da maioria republicana no Senado norte-americano, John Thune.</P><br />
<P>Questionado por jornalistas no Congresso sobre se o fundo &#8220;já não estaria em cima da mesa&#8221;, Thune respondeu: &#8220;É correto&#8221;, citando discussões sobre o assunto com o procurador-geral interino Todd Blanche.</P><br />
<P>O senador disse que esperava que o ministro confirmasse isto &#8220;de forma muito clara&#8221; numa audiência hoje à tarde (hora local) perante uma comissão parlamentar.</P><br />
<P>A administração Trump reconheceu na segunda-feira uma decisão judicial que congelou temporariamente o fundo de quase 1,8 mil milhões de dólares (cerca de 1,5 mil milhões de euros), indicando que poderá dispensá-lo.</P><br />
<P>Vários meios de comunicação, incluindo a Bloomberg e a Axios, acreditam que a administração Trump pretende recuar, perante a oposição dos democratas, mas também de eleitos republicanos.</P><br />
<P>&#8220;Este fundo estava aberto a qualquer pessoa que tenha sido vítima de uma instrumentalização da justiça, visada ou perseguida, seja democrata, republicana, conservadora, independente ou outra&#8221;, disse o Departamento de Justiça na segunda-feira numa declaração no X.</P><br />
<P>Expressou o seu &#8220;profundo desacordo&#8221; com a decisão do tribunal, mas garantiu que a &#8220;respeitaria&#8221;.</P><br />
<P>O departamento anunciou a 18 de maio a criação deste fundo para reparar aquilo que a administração Trump apresenta como uma instrumentalização da justiça contra os apoiantes do Presidente sob o seu antecessor democrata Joe Biden.</P><br />
<P>Os democratas denunciaram um &#8220;fundo secreto&#8221; destinado a recompensar os apoiantes de Donald Trump, incluindo pessoas condenadas pelo ataque ao Capitólio a 6 de janeiro de 2021.</P><br />
<P>A criação deste fundo está a ser contestada em tribunal, incluindo por um antigo procurador federal que investigou casos contra participantes do 6 de janeiro de 2021, polícias que defenderam o Capitólio, uma autoridade local ou organizações.</P><br />
<P>Um juiz num tribunal em Alexandria, perto de Washington, deu provimento parcialmente na sexta-feira.</P><br />
<P>Assim, proibiu o governo, até novo aviso, de qualquer ação relativa a este fundo, incluindo alimentá-lo financeiramente ou retirar dinheiro dele, ou examinar pedidos de indemnização, para garantir que nenhuma quantia seja &#8220;irreversivelmente paga&#8221; antes que seja tomada uma decisão.</P><br />
<P>O juiz marcou uma nova audiência para 12 de junho sobre uma possível extensão deste congelamento.</P><br />
<P>O fundo foi criado ao abrigo de um acordo entre o Departamento de Justiça e o Presidente dos EUA, bem como os seus dois filhos mais velhos, numa disputa com as autoridades fiscais (IRS).</P><br />
<P>Em troca de retirar a sua queixa contra o IRS, na qual reivindicou 10 mil milhões de dólares (cerca de 8,56 mil milhões de euros) por fugas de informação nas suas declarações fiscais, Donald Trump também conseguiu que ele, a sua família e as suas empresas beneficiam de imunidade fiscal retroativa, ou seja, que o IRS não poderia contestar as suas declarações fiscais anteriores.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771426]]></sapo:autor>
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		<title>Procurador do Rio de Janeiro critica classificação de grupos criminosos como terroristas pelos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 19:41:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O procurador-geral de Justiça do Ministério Público do estado do Rio de Janeiro disse hoje que a classificação pelos Estados Unidos do Primeiro Comando da Capital e do Comando Vermelho como organizações terroristas deixa a "soberania brasileira muito exposta".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O procurador-geral de Justiça do Ministério Público do estado do Rio de Janeiro disse hoje que a classificação pelos Estados Unidos do Primeiro Comando da Capital e do Comando Vermelho como organizações terroristas deixa a &#8220;soberania brasileira muito exposta&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não muda nada, em termos de enfrentamento real eu penso que não muda nada, mas deixa o Brasil, a soberania brasileira muito exposta, muito vulnerável&#8221;, afirmou à Lusa Antonio José Campos Moreira, à margem do 14.º Fórum de Lisboa, na Aula Magna, que, até quarta-feira, acolhe altos representantes do poder judicial, político e económico brasileiros, mas também de Portugal e outros países.</P><br />
<P>Segundo o magistrado, o Brasil não poderia reconhecer as suas principais fações criminosas como organizações terroristas, uma vez que a legislação brasileira distingue claramente os dois tipos de crime.</P><br />
<P>&#8220;O Brasil não poderia reconhecer como organizações terroristas as suas organizações criminosas, porque no Brasil, pelo princípio da legalidade, há um crime específico de organização criminosa e um outro crime de estrutura típica completamente diferente de organização criminosa terrorista&#8221;, explicou.</P><br />
<P>Sublinhou que, do ponto de vista jurídico e internacional, crime organizado e terrorismo são fenómenos distintos.</P><br />
<P>&#8220;Máfia e crime organizado são uma coisa, terrorismo é outra. Então são coisas que não se confundem&#8221;, frisou, considerando que essa equiparação pode até &#8220;fragilizar as relações entre os Estados e comprometer a efetividade desse combate que tem que ser comum, tem que ser conjunto&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nem os Estados Unidos, com todo o seu poderio, pode sozinho minimizar o problema. Se pudesse, já tinha resolvido o problema do tráfico da América do Sul&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>&#8220;Não é com ações isoladas que se resolve o problema&#8221;, acrescentou, acrescentando que a demora nos mecanismos formais de cooperação pode comprometer investigações e permitir a continuação da atividade criminosa.</P><br />
<P>&#8220;Uma eventual resposta viria completamente fora de tempo e, nesse interregno de tempo, outros crimes continuariam a ser praticados&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Na sexta-feira, o Presidente brasileiro, Lula da Silva, afirmou que o Brasil não aceitará ser tratado como &#8220;republiqueta&#8221;, após os Estados Unidos classificarem o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.</P><br />
<P>Lula da Silva pediu respeito pela soberania brasileira e afirmou que o país não aceitará interferências externas, declarando: &#8220;não brinquem com a soberania desse país&#8221; e &#8220;não brinquem com a nossa democracia&#8221;.</P><br />
<P>O chefe de Estado criticou ainda o senador e pré-candidato presidencial Flávio Bolsonaro, que se reuniu na semana passada, em Washington, com o Presidente dos EUA, Donald Trump, e com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, para tratar da classificação do PCC e do CV.</P><br />
<P>O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou quinta-feira a designação do CV e do PCC como organizações terroristas.</P><br />
<P>A classificação das duas maiores fações criminosas do Brasil como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs, na sigla em inglês) passa a vigorar a partir de 05 de junho, segundo comunicado do secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio.</P><br />
<P>Na mensagem, Rubio afirmou que o CV e o PCC estão entre &#8220;as organizações criminosas mais violentas do Brasil&#8221; e acusou os grupos de comandarem milhares de membros e de promoverem ataques contra polícias, funcionários públicos e civis.</P><br />
<P>Segundo Washington, a atuação das fações &#8220;estende-se muito além das fronteiras do Brasil&#8221;, alcançando outros países da região e também os Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771425]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal &#8220;vai conseguir frear o avanço&#8221; do crime organizado brasileiro &#8212; procurador do Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 19:25:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O procurador-geral de Justiça do Ministério Público do estado do Rio de Janeiro (MPRJ) considerou hoje que Portugal, "como reconheceu desde logo o problema" do crime organizado brasileiro no país, vai "conseguir frear o avanço" destes grupos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O procurador-geral de Justiça do Ministério Público do estado do Rio de Janeiro (MPRJ) considerou hoje que Portugal, &#8220;como reconheceu desde logo o problema&#8221; do crime organizado brasileiro no país, vai &#8220;conseguir frear o avanço&#8221; destes grupos.</P><br />
<P>&#8220;Eu creio que Portugal, como reconheceu desde logo o problema, não fechou os olhos ao problema, eu creio que Portugal vai conseguir frear o avanço&#8221;, disse à Lusa Antonio José Campos Moreira, à margem do 14.º Fórum de Lisboa, na Aula Magna, que, até quarta-feira, acolhe altos representantes do poder judicial, político e económico brasileiros, mas também de Portugal e outros países.</P><br />
<P>O responsável carioca, que alberga no seu estado várias organizações criminosas, entre as quais o Comando Vermelho (CV), garantiu que o diálogo com as autoridades portugueses &#8220;tem sido muito direto e muito objetivo&#8221;.</P><br />
<P>Antonio José Campos Moreira considerou que a influência e a presença do crime organizado em Portugal &#8220;ainda não é algo extremamente preocupante, não é algo que tenha uma dimensão muito grande, mas que já preocupa&#8221;.</P><br />
<P>Não quis comentar o caso do membro do grupo criminoso Primeiro Comando da Capital (PCC), conhecido por &#8216;Hulk&#8217;, cuja libertação foi ordenada por ter esgotado a prisão preventiva em Portugal.</P><br />
<P>O homem, conhecido por &#8216;Hulk&#8217;, detido pela Polícia Judiciária (PJ) em novembro do ano passado, avançou com um pedido de proteção internacional na Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) para evitar a extradição para o Brasil, que foi recusado e, posteriormente, recorreu para o Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa.</P><br />
<P>Ainda assim, questionado sobre a importância de leis processuais penais destinadas a casos de membros de organizações criminosas, como existe no Brasil, Antonio José Campos Moreira sublinhou que estas são importantes &#8220;porque a legislação voltada para o crime comum, o crime episódico, não funciona na criminalidade organizada, porque a dinâmica é outra&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As leis, tanto as leis penais, mas principalmente as leis processuais penais, têm que ser compatíveis com a própria essência do crime organizado, não pode ser o processo penal tradicional, clássico. Não funciona&#8221;, observou.</P><br />
<P>A criminalidade organizada, insistiu, &#8220;tem uma velocidade infinitamente maior do que a do Estado no seu enfrentamento&#8221;, sendo, por isso, &#8220;um combate já desigual, à partida&#8221;.</P><br />
<P>Para isso, tem de &#8220;deixar um pouco de lado a burocracia, as formalidades e, principalmente, na fase de investigação, fomentar o compartilhamento de informações, de elementos de inteligência e de elementos de informação de uma forma ágil e desburocratizada&#8221;, sublinhou.</P></p>
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		<title>Tony Carreira, D.A.M.A e Nunca Mates o Mandarim atuam na noite de São João no Porto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 19:24:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As festas de São João, no Porto, vão contar com Tony Carreira, D.A.M.A e Nunca Mates o Mandarim, esperando-se ainda fogo de artifício de 12 minutos à meia-noite, anunciou hoje a Câmara do Porto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As festas de São João, no Porto, vão contar com Tony Carreira, D.A.M.A e Nunca Mates o Mandarim, esperando-se ainda fogo de artifício de 12 minutos à meia-noite, anunciou hoje a Câmara do Porto.</P><br />
<P>De acordo com um comunicado emitido após a apresentação da programação para o São João, que decorreu hoje, as festas vão dividir-se entre a Avenida dos Aliados, o Largo Amor de Perdição, Casa da Música, Ribeira e Palácio de Cristal, com destaque &#8220;para o espetáculo multimédia e de fogo de artifício, às 00:00, que promete encher os céus de Porto e Vila Nova de Gaia com muita luz durante 12 minutos, entre as pontes Luís I e da Arrábida&#8221;, que custará 215 mil euros às duas autarquias.</P><br />
<P>Na Avenida dos Aliados, os Quinta do Bill abrem a noite pelas 22:00 e, após as 00:00, Tony Carreira sobe ao palco, seguindo-se a &#8220;apresentação de Fernando Alvim, em formato DJ Set, ao longo da noite&#8221;, bem como a Dupla Mete Cá Sets, até de madrugada.</P><br />
<P>&#8220;Ainda antes dos concertos, o ecrã instalado nos Aliados irá transmitir, a partir das 18 horas, o jogo de futebol entre Portugal e o Uzbequistão, a contar para o Mundial deste ano&#8221;, refere a Câmara do Porto.</P><br />
<P>Já no Largo do Amor de Perdição, na Cordoaria, &#8220;o destaque vai para os D.A.M.A&#8221;, que apresentam, às 00:20, &#8220;o espetáculo &#8216;Canções Bonitas em PORTOguês&#8217;, cantadas com sotaque do Norte&#8221;, com o mesmo palco a receber antes, às 22:00, os grupo de &#8216;hip hop&#8217; e eletrónica Últimos Românticos e ainda o projeto Noz Pimba atuará &#8220;ao longo de toda a noite&#8221;. </P><br />
<P>Na Casa da Música será instalado o Palco Juventude, onde será apresentado o projeto &#8216;Nunca Mates o Arraial&#8217;, que tem curadoria dos Nunca Mates o Mandarim e contará com um concerto do grupo à meia-noite.</P><br />
<P>Está ainda prevista a atuação do grupo Rapaz Ego, às 22:45, e Cedofeita Takeover às 21:30, havendo ainda espaço para o Bar Dançante dos músicos Mike El Nite e João Não, e um DJ Set do projeto Más Influências, até às 4 horas. </P><br />
<P>&#8220;A comandar esta &#8216;festa&#8217; estarão os apresentadores de serviço: Beatriz Gosta e David Bruno&#8221;, assinala ainda a autarquia.</P><br />
<P>Quanto à Ribeira, estará instalado um palco &#8220;que contará com a atuação dos Karetus, entre as 22:30 e as 23:59, tendo a Ponte Luís I como cenário&#8221;, o que antecede &#8220;o grande espetáculo multimédia e de fogo de artifício, agendado para as 00:00&#8221;, e no dia seguinte, 24 de junho, pelas 18:00, &#8220;a Banda Sinfónica Portuguesa irá apresentar o seu habitual Concerto de São João na Concha Acústica dos Jardins do Palácio de Cristal, com entrada livre&#8221;.</P><br />
<P>Em 19 junho haverá ainda concertos de várias figuras da música popular pelas várias freguesias, como Ana Malhoa em Paranhos, Romana em Lordelo do Ouro, Diapasão em Ramalde, Victor Rodrigues nas Fontainhas, Fusiform na Foz, Marcus em Miragaia e Mónica Sintra em Campanhã.</P><br />
<P>Na véspera de São João, dia 23 às 22:00, os Minhotos Marotos estarão em Lordelo do Ouro, Bandalusa na Foz, Zé Amaro em Campanhã, Jorge Guerreiro nas Fontainhas, Iniciadores em Paranhos, Tiago Neto e Paulo Fragoso em Ramalde, e Ritmo e Alma Show em Miragaia.</P><br />
<P>Em 13 de junho terão também lugar a habitual Arruada de Ranchos e no dia 27 acontecem as habituais Rusgas, &#8220;que trazem às ruas da Baixa e aos Aliados os grupos das sete freguesias e uniões de freguesia da cidade&#8221;.</P><br />
<P>Quanto aos divertimentos, estarão &#8220;em vários locais espalhados pela cidade&#8221;, com destaque para &#8220;carrosséis, zonas de restauração, pipocas e farturas&#8221; nas Fontainhas até 29 de junho, no Jardim do Cálem, em Lordelo do Ouro, de 05 de junho a 05 de julho; e na Avenida de D. Carlos I, na Foz, entre os dias 09 de junho e 05 de julho.</P><br />
<P>No Mercado do Bolhão estará em exposição, de 08 a 28 de junho, a Cascata Comunitária de São João e haverá &#8220;oficinas para toda a família, nos dias &#8216;6, 13, 20 e 27 de junho&#8221;, bem como um Arraial em 20 de junho, com Nel Monteiro e Jorge Lomba.</P><br />
<P>&#8220;As Festas de São João do Porto têm um orçamento global de 800 mil euros&#8221;, segundo a Câmara do Porto.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771420]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo brasileiro indignado com tarifa de 25% dos EUA ameaça reciprocidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 19:20:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo brasileiro manifestou hoje indignação com a decisão preliminar dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, classificando a medida como injustificada e politicamente motivada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo brasileiro manifestou hoje indignação com a decisão preliminar dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, classificando a medida como injustificada e politicamente motivada.</P><br />
<P>Em nota, o executivo criticou as conclusões divulgadas pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) no âmbito da investigação aberta sob a Seção 301 da Lei de Comércio norte-americana.</P><br />
<P>Segundo o Governo, a investigação foi iniciada em julho de 2025 e estaria relacionada com as tentativas de interferência em assuntos internos do Brasil, além de ter sido estimulada por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro.</P><br />
<P>Na nota, o Palácio do Planalto menciona a recente viagem do senador e pré-candidato à Presidência do Brasil Flávio Bolsonaro a Washington e afirma que interesses eleitorais e familiares estariam a prejudicar os esforços diplomáticos realizados entre os dois países.</P><br />
<P>&#8220;É lastimável que todo o trabalho de diálogo e articulação que o Governo brasileiro tem feito, inclusive com envolvimento pessoal dos Presidentes Lula e Trump, seja sabotado por interesses meramente eleitorais e familiares&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>O Palácio do Planalto também rejeitou as alegações que fundamentam a investigação e afirmou que &#8220;não existe justificativa económica&#8221; para a adoção de tarifas contra produtos brasileiros ou contra mecanismos nacionais de pagamento como o Pix.</P><br />
<P>O executivo destacou que os EUA acumulam superávit comercial com o Brasil há vários anos, com saldo favorável aos norte-americanos da ordem dos 424,5 mil milhões de dólares entre 2011 e 2025, o equivalente a 364,6 mil milhões de euros. </P><br />
<P>Acrescenta que 76% das importações provenientes dos Estados Unidos entraram no Brasil sem pagamento de imposto de importação no ano passado.</P><br />
<P>&#8220;Oito dos dez principais produtos importados dos Estados Unidos pelo Brasil tiveram tarifa efetiva zero, incluindo petróleo e derivados, aeronaves, gás natural e carvão&#8221;, afirma, ao lembrar que a alíquota média efetivamente cobrada foi de 3,1%.</P><br />
<P>Brasília argumentou ainda que as medidas unilaterais adotadas por Washington têm provocado impactos negativos sobre a economia brasileira, afetando investimentos, empregos e rendimento.</P><br />
<P>O Governo observou que a participação dos Estados Unidos nas exportações brasileiras caiu para 9,4% no primeiro trimestre de 2026, o menor nível da série histórica.</P><br />
<P>Apesar das críticas, o executivo informou que as negociações comerciais entre os dois países continuam em curso com o objetivo de alcançar uma solução antes da conclusão da investigação da USTR, prevista para 15 de julho.</P><br />
<P>O Governo afirmou que manterá o diálogo com o setor privado e procurará evitar a entrada em vigor das tarifas anunciadas pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>Realça que o Brasil poderá recorrer aos mecanismos previstos na Lei de Reciprocidade Económica, aprovada pelo Congresso Nacional, caso considere que as medidas adotadas por Washington violam normas do comércio internacional.</P><br />
<P>Por fim, o Governo declarou esperar que as recomendações preliminares não sejam transformadas em tarifas definitivas, mas garantiu que adotará medidas para proteger a economia brasileira caso as restrições sejam efetivamente implementadas.</P><br />
<P>O Palácio do Planalto termina dizendo: &#8220;É preciso estar atento aos traidores da pátria e trabalhar em defesa da nossa soberania e dos interesses do povo brasileiro&#8221;.</P><br />
<P>Antes, ao comentar a decisão dos EUA, Lula da Silva chamou Flávio Bolsonaro de &#8220;traidor da pátria&#8221; e de &#8220;imbecil&#8221;. </P><br />
<P>Flávio Bolsonaro, por sua vez, declarou hoje, em entrevista, que não pediu &#8220;expressamente&#8221; para Trump taxar o Brasil durante a reunião que tiveram na Casa Branca, na semana passada.  </P><br />
<P>Lula, por sua vez, recuperou a publicação de Flávio Bolsonaro nas redes sociais, no ano passado, em que celebrou o primeiro &#8220;tarifaço&#8221; imposto por Trump ao Brasil, e acusou o adversário de mentiroso.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771418]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Concessionários do Algarve alertam que chapéus-de-sol em frente aos apoios de praia constituem &#8220;perigo&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 19:16:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação dos Concessionários da Orla Marítima do Algarve (AISCOMA) contestou hoje o esclarecimento da APA de que os banhistas podem colocar chapéus-de-sol em frente às concessões de praia, defendendo que tal "pode pôr em causa a segurança".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Associação dos Concessionários da Orla Marítima do Algarve (AISCOMA) contestou hoje o esclarecimento da APA de que os banhistas podem colocar chapéus-de-sol em frente às concessões de praia, defendendo que tal &#8220;pode pôr em causa a segurança&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O que não está certo, no nosso entendimento, é a população em geral colocar os guarda-sóis em frente das concessões [&#8230;], porque é uma área que deve estar livre, é uma área que os nadadores-salvadores, se houver uma situação qualquer, [&#8230;] deve estar livre para poderem atuar em devidas condições e não pôr ninguém em perigo&#8221;, afirmou o presidente da AISCOMA, Artur Simão, em declarações à agência Lusa.</P><br />
<P>Em causa está o esclarecimento da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) sobre a ocupação de áreas não concessionadas nas praias balneares, informando que os banhistas podem colocar chapéus-de-sol em frente às concessões de praia, que são áreas de uso privado que &#8220;não podem exceder 30% da área útil da praia, nem 50% da frente de praia&#8221;.</P><br />
<P>No esclarecimento técnico divulgado hoje, a APA reforçou que, &#8220;em Portugal, as praias são espaços de utilização pública e de acesso livre&#8221;.</P><br />
<P>Em representação dos concessionários da Orla Marítima do Algarve, Artur Simão disse que &#8220;está tudo certo&#8221; quanto ao que está definido em relação aos apoios balneários, mas manifestou preocupações relativas à permissão de colocação de chapéus-de-sol em frente às concessões de praia.</P><br />
<P>&#8220;Achamos que não está certo, porque nunca foi assim, e penso que é muito popular, é muito popular dizer que &#8216;sim senhor, que as pessoas podem pôr os guarda-sóis à frente das concessões&#8217;, mas depois, na prática, pode trazer alguns aborrecimentos e pode pôr em causa a segurança das pessoas&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Por outro lado, o presidente da AISCOMA realçou que há praias que este ano estão &#8220;desassoreadas&#8221;, inclusive no Algarve, e o que acontece é que as pessoas, &#8220;muitas vezes&#8221;, colocam os chapéus na areia molhada e, se vier um vento forte, podem ferir os outros banhistas.</P><br />
<P>Artur Simão defendeu que em toda a zona à frente das praias &#8220;as pessoas devem circular livremente&#8221;, sublinhando que os nadadores-salvadores também precisam de espaço para atuarem, inclusive com motas de água: &#8220;É preciso tudo estar livre, toda a frente da praia, para que circulem e que não esteja em causa a segurança das pessoas.&#8221;</P><br />
<P>&#8220;Sabemos que o espaço é público, mas o que é certo é que toda a frente da praia deve estar livre. Deve estar livre para que haja circulação, quer de pessoas que andem a pé e que não estão para estar sentadas, quer para os nadadores-salvadores circularem ali livremente e que não estejam a passar por cima de guarda-sóis e, numa situação qualquer de emergência, que ponha tudo em perigo e tudo em causa&#8221;, reforçou.</P><br />
<P>Indicando que a ocupação de áreas do domínio público marítimo por concessionários é permitida quando existe uma licença válida, a APA sublinhou que essas áreas estão sujeitas aos limites, condições e obrigações definidas nas respetivas licenças, consoante as características morfológicas de cada praia, os instrumentos de gestão territorial e as determinações das autoridades.</P><br />
<P>No esclarecimento técnico sobre a ocupação de áreas do domínio público marítimo nas praias balneares, a APA refere que os Planos de Ordenamento da Orla Costeira e os Regulamentos de Gestão das Praias Marítimas em vigor estabelecem limites para a ocupação das praias por apoios balneares, &#8220;garantindo o equilíbrio entre o uso privado e o uso público&#8221;, sendo que estas ocupações &#8220;não podem exceder 30% da área útil da praia nem 50% da frente de praia&#8221;.</P><br />
<P>Assim, &#8220;as áreas não abrangidas por licença ou concessão mantêm-se disponíveis para uso público, podendo ser livremente utilizadas pelos utentes, nomeadamente para a colocação de chapéus de praia, para-ventos ou outros equipamentos balneares particulares&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771417]]></sapo:autor>
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		<title>Mini do século XXI faz 25 anos: o pequeno premium que ninguém consegue destronar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 19:15:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em 1994, o Grupo BMW comprou as marcas e empresas do Rover Group, conglomerado britânico que detinha, entre outras, a Mini]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Mini acaba de celebrar 25 anos desde o renascimento moderno que o transformou num dos casos mais duradouros de sucesso entre os automóveis inspirados pela nostalgia, escreve o &#8216;El Economista&#8217;. Depois do Volkswagen Carocha e do Fiat 500, nenhum modelo conseguiu manter durante tanto tempo o estatuto de ícone reinventado como o pequeno urbano da marca britânica, relançado sob o comando do Grupo BMW.</p>
<p>A história do Mini moderno começou antes da chegada ao mercado. Em 1994, o Grupo BMW comprou as marcas e empresas do Rover Group, conglomerado britânico que detinha, entre outras, a Mini. Anos mais tarde, a BMW acabaria por se desfazer de várias dessas marcas, como Land Rover, MG, Rover e Sterling, mas manteve a Mini.</p>
<p>Foi uma decisão que viria a revelar-se decisiva. Após 41 anos de produção ininterrupta do modelo original, a segunda geração do Mini surgia como uma aposta arriscada: um carro pequeno, com preço elevado para o seu tamanho, mas com design distintivo, qualidade interior e uma condução suficientemente diferente para criar uma nova categoria.</p>
<p><strong>O pequeno carro caro que criou um segmento</strong></p>
<p>O novo Mini foi desenvolvido nas instalações do Grupo BMW em Munique, sem que tivessem surgido imagens antes da apresentação. O primeiro vislumbre chegou em 1999, sob a forma de concept car. O modelo final seria revelado no Salão Automóvel de Paris, em 2000, gerando grande expectativa.</p>
<p>A chegada ao mercado aconteceu já no século XXI e trouxe uma ideia que hoje parece comum, mas que na altura era menos óbvia: um citadino pequeno podia ser também um produto premium. O preço era elevado para as dimensões, mas o Mini compensava com personalidade, qualidade percebida, possibilidades de personalização e uma condução mais desportiva do que a maioria dos rivais urbanos.</p>
<p>A pintura bicolor, atualmente presente em muitos modelos de diferentes marcas, era então um dos elementos visuais mais distintivos. O design recuperava a herança do Mini clássico, mas adaptava-a a um automóvel moderno, mais seguro, mais refinado e pensado para um público disposto a pagar por diferenciação.</p>
<p><strong>Condução desportiva e personalização como assinatura</strong></p>
<p>Se o desenho foi o primeiro grande chamariz, a condução ajudou a consolidar o modelo. O Mini moderno manteve como um dos seus principais argumentos a agilidade em estrada, uma sensação desportiva e direta que continuou a alimentar a ligação emocional ao modelo.</p>
<p>Ao longo destes 25 anos, o carro construiu também uma identidade assente na personalização. Cores, tejadilhos contrastantes, interiores específicos, versões especiais e colaborações com nomes da moda ajudaram a reforçar a imagem de objeto de estilo, não apenas de meio de transporte.</p>
<p>O &#8216;El Economista&#8217; recorda que estilistas como Versace, Gianfranco Ferré, Roberto Cavalli, Missoni e Paul Smith estiveram entre os nomes que ‘vestiram’ o Mini, reforçando a ligação do modelo ao design, à moda e à cultura urbana.</p>
<p><strong>Quatro gerações e muitas carroçarias</strong></p>
<p>Em 25 anos, o Mini passou por quatro gerações e multiplicou versões. Ao modelo de três portas juntaram-se variantes de cinco portas, Roadster, Coupé, Clubman, Clubvan, Paceman e Cabriolet.</p>
<p>A marca explorou diferentes formatos sem perder o eixo central do produto: um carro urbano premium, compacto, reconhecível e com forte margem para expressão individual. Até a criação de um descapotável de quatro lugares num automóvel tão pequeno foi vista como uma conquista técnica e comercial.</p>
<p>As versões John Cooper Works acrescentaram uma camada de desportividade mais extrema, aproximando o Mini da competição e reforçando a ideia de que o modelo não vivia apenas da estética. Essa vertente continua a ser uma das bases da sua reputação.</p>
<p><strong>Do motor a combustão ao elétrico</strong></p>
<p>Hoje, o Mini elétrico convive com as versões a combustão, numa transição que tenta preservar a identidade do modelo enquanto responde às novas exigências do mercado automóvel. A eletrificação acrescenta um novo capítulo a uma história que começou com a reinvenção de um ícone britânico por um grupo alemão.</p>
<p>A longevidade do Mini moderno destaca-se ainda mais quando comparada com outros modelos recuperados por nostalgia. O Fusca moderno teve um arranque forte, mas a produção terminou em 2019 devido às vendas mais baixas. O Fiat 500, lançado em 2007, continua em produção, mas ainda não igualou a duração do Mini moderno no mercado.</p>
<p>Vinte e cinco anos depois, o Mini continua a ocupar o trono do urbano premium. Pequeno no tamanho, caro para o segmento e imediatamente reconhecível, conseguiu aquilo que muitos tentaram e poucos alcançaram: transformar memória, design e condução num produto de sucesso prolongado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771102]]></sapo:autor>
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		<title>Parlamentares defendem aproveitamento do potencial gerado pelos países da CPLP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 19:02:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Deputados dos países lusófonos defenderam hoje, em Maputo, a transformação das potencialidades da CPLP em oportunidades para desenvolver as comunidades, desde logo na energia, tirando partido da estabilidade destes países.</P><br />
<P>&#8220;As matérias energéticas são elas um constrangimento ao desenvolvimento dos países da CPLP, mas também são uma grande oportunidade porque aqui nós somos produtores de fontes de energia&#8221;, afirmou o líder da delegação do parlamento português na Assembleia Parlamentar da Comunidade de Países da Língua Portuguesa (AP-CPLP), o deputado socialista Luís Moreira Testa.</P><br />
<P>Representantes de cada parlamento membro da AP-CPLP estiveram reunidos nos últimos dias em Maputo e hoje tiveram um encontro com a Fundação para a Competitividade Empresarial (Fundec) moçambicana.</P><br />
<P>O objetivo foi discutir as perspetivas de crescimento económico do país africano, tendo o parlamentar português sublinhado a importância para os países da CPLP dos recursos energéticos, que precisam de ser transformados em oportunidades.</P><br />
<P>&#8220;Temos que transformar aquilo que tem sido um constrangimento de desenvolvimento a outras áreas da economia, numa oportunidade para que essas mesmas áreas se possam desenvolver na nossa comunidade, tendo acesso a energia mais barata e de forma a que o seu fornecimento seja mais contínuo&#8221;, defendeu Luís Testa.</P><br />
<P>O representante afirmou levar, após o encontro, uma mensagem &#8220;muito positiva&#8221; para a economia da CPLP, considerando que estes países estão &#8220;absolutamente sintonizados&#8221;, incluindo com as delegações parlamentares, com vista a tornarem a comunidade economicamente &#8220;robusta&#8221; para servir as populações que a compõem com &#8220;desenvolvimento, progresso e futuro&#8221;.</P><br />
<P>O representante destacou &#8220;estabilidade no comportamento&#8221; dos países da CPLP face aos conflitos que afetam o mundo, com destaque para a guerra no Médio Oriente, considerando-os &#8220;um exemplo à escala global&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Têm tido uma estabilidade no seu comportamento, no seu posicionamento, também para servir de farol àquilo que são os comportamentos políticos à escala global. Eu acho que nós temos que aprofundar o trabalho que tem sido desenvolvido. Temos que aprofundar o exemplo que temos sido para o contexto internacional e estaremos obviamente também disponíveis para estudar as melhores formas de traduzir aquilo que é o exemplo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa naquilo que é o comportamento de outros&#8221;, concluiu o deputado português.</P><br />
<P>Já o deputado da bancada parlamentar da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo, partido no poder desde 1975) Feliz Silva considerou &#8220;extremamente importante&#8221; que os parlamentos da CPLP comecem a participar &#8220;ativamente na vida económica&#8221; dos Estados que representam, aprovando leis e políticas que impulsionem o desenvolvimento.</P><br />
<P>&#8220;Sabemos que os nossos países estão numa economia global, não estão isentos dos choques externos. Nós temos que nos fortificar como instituições, mas também a Assembleia Parlamentar da CPLP tem que começar também a pensar em aspetos de agenda económica dos seus países&#8221;, disse Feliz Silva.</P><br />
<P>O deputado moçambicano avançou que foi discutida na reunião a necessidade de se aprovar uma política de mobilidade empresarial e do setor privado no espaço da CPLP, considerando que pode impulsionar o desenvolvimento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771416]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Trump nega suspensão de negociações com Teerão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 19:00:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, negou hoje que tenha havido uma suspensão das negociações com o Irão devido à ofensiva israelita no Líbano e indicou que as conversações continuam.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, negou hoje que tenha havido uma suspensão das negociações com o Irão devido à ofensiva israelita no Líbano e indicou que as conversações continuam.</P><br />
<P>&#8220;A notícia falsa de que a República Islâmica do Irão e os Estados Unidos deixaram de se falar há alguns dias é falsa e errónea. As conversas entre nós estão em curso, incluindo as de há quatro, três, dois e um dia, e hoje&#8221;, disse o líder norte-americano na rede Truth Social. </P><br />
<P>A agência de notícias Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária iraniana, indicou na segunda-feira que Teerão interrompeu as conversações de paz em retaliação pelos ataques israelitas contra o seu aliado Hezbollah no Líbano.</P><br />
<P>Trump afirmou na altura que Teerão não o tinha informado sobre qualquer suspensão dos contactos, mas também disse que não se importaria que as negociações fossem paradas.</P><br />
<P>Já hoje, as agências Fars e Tasnim noticiaram que o Irão interrompeu as comunicações com os mediadores sobre a prorrogação do cessar-fogo, em vigor desde 08 de abril, na guerra iniciada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra a República Islâmica.</P><br />
<P>No último mês, Hezbollah e Israel têm continuado os ataques aéreos e confrontos terrestres no sul do Líbano, apesar do cessar-fogo em vigor desde 17 de abril, acordado pelas autoridades libanesas e israelitas, mas que não era reconhecido pelo Hezbollah. </P><br />
<P>Na segunda-feira, Donald Trump anunciou ter obtido garantias do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e de Hezbollah de que os dois lados iram suspender os confrontos.</P><br />
<P>No entanto, Netanyahu afirmou em seguida que atacará Beirute se o seu país voltar a ser visado pelo Hezbollah, ao mesmo tempo que indicou que &#8220;as Forças de Defesa de Israel continuarão a operar como planeado no sul do Líbano&#8221;.</P><br />
<P>Esta reação levou Trump, de acordo com o jornal digital Axios, a destratar o primeiro-ministro israelita, numa conversa por telefone, em que o chamou &#8220;doido&#8221; e questionou: O que raio estás a fazer?&#8221;</P><br />
<P>Israel e Hezbollah prosseguiram hoje os confrontos no sul do Líbano, apesar das garantias do Presidente norte-americano e do pronunciamento do líder israelita, que não impediu porém que delegações de Israel e do Líbano voltassem hoje à mesa de negociações em Washington.</P><br />
<P>Estados Unidos e Irão realizaram uma única ronda de negociações formal, com mediação do Paquistão em Islamabad, em 11 e 12 de abril, que não produziu resultados.</P><br />
<P>Desde então, as partes têm mantido o diálogo indireto através de mediadores, centrado na reabertura do tráfego marítimo no estreito de Ormuz, sob ameaça militar de Teerão desde o início da guerra, e no bloqueio naval imposto por Trump aos portos iranianos, além da crise no Líbano. </P><br />
<P>Os outros temas essenciais das conversações incluem o programa de enriquecimento de urânio e de produção de mísseis de longo alcance do Irão, bem como o apoio a grupos armados no Médio Oriente, incluindo o Hezbollah, a par do descongelamento de ativos iranianos no estrangeiro e levantamento de sanções internacionais a Teerão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771415]]></sapo:autor>
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		<title>Apagão: NOS diz que serviços prestados pela empresa não foram causa das falhas no SIRESP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 18:52:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A NOS esclareceu que os serviços prestados pela empresa não foram a causa das falhas no SIRESP, razão pela qual não pode ser penalizada ou ter recebido comunicação formal de intenção nesse sentido, e que os contratos foram cumpridos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A NOS esclareceu que os serviços prestados pela empresa não foram a causa das falhas no SIRESP, razão pela qual não pode ser penalizada ou ter recebido comunicação formal de intenção nesse sentido, e que os contratos foram cumpridos.</P><br />
<P>Em comunicado divulgado hoje, a NOS recorda que presta à rede SIRESP &#8211; Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal &#8220;serviços de transmissão terrestre e de redundância via satélite, ao abrigo de contratos celebrados, os quais foram integralmente cumpridos&#8221;.</P><br />
<P>Enquanto prestador de serviços, &#8220;a NOS não tem &#8212; nem nunca teve &#8212; qualquer intervenção no desenho, na arquitetura ou nas decisões operacionais da rede SIRESP&#8221;, sendo que &#8220;essas responsabilidades são, exclusivamente, da SIRESP S.A., entidade gestora da rede&#8221;. </P><br />
<P>No que respeita os serviços prestados pela NOS, &#8220;podemos afirmar que estes não foram a causa das falhas no SIRESP&#8221;, prossegue, adiantando que &#8220;essa é a razão para a NOS não poder ser penalizada e não ter recebido qualquer penalidade ou comunicação formal de intenção nesse sentido&#8221;.</P><br />
<P>A NOS &#8220;tem estado e continuará disponível para apresentar os dados técnicos que suportam esta posição às entidades competentes e para colaborar no cabal esclarecimento dos factos, bem como na melhoria da rede SIRESP&#8221;.</P><br />
<P>A SIC Notícias &#8216;online&#8217; noticiou hoje que o SIRESP exige 343 mil euros de penalizações aos fornecedores responsáveis pelas falhas de serviço que aconteceram no dia do apagão geral, a 28 de abril de 2025.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771413]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Paulo Azevedo detém 6,6 milhões de ações da Sonae após compra de títulos por Migracom</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 18:44:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A sociedade Migracom, dominada por Paulo Azevedo, presidente do Conselho de Administração da Sonae, comprou 244.261 ações da empresa da Maia, passando a ser imputáveis ao gestor 6,6 milhões de ações, segundo um comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A sociedade Migracom, dominada por Paulo Azevedo, presidente do Conselho de Administração da Sonae, comprou 244.261 ações da empresa da Maia, passando a ser imputáveis ao gestor 6,6 milhões de ações, segundo um comunicado.</P><br />
<P>Na nota, divulgada na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Sonae informou que &#8220;a Migracom, SA, dominada por Duarte Paulo Teixeira de Azevedo, presidente do Conselho de Administração da Sonae e membro do Conselho de Administração da Migracom, SA&#8221; informou &#8220;ter adquirido, nos dias 27, 28 e 29 de maio de 2026, 244.261 ações da Sonae, a um preço médio ponderado de 1,9037 euros&#8221;.</P><br />
<P>Assim, após esta transação, a Migracom passa &#8220;a deter diretamente 5.030.242 ações da Sonae, participação imputável a Duarte Paulo Teixeira de Azevedo&#8221;.  </P><br />
<P>Paralelamente, &#8220;considerando igualmente as 1.650.067 ações por si diretamente detidas, passam a ser imputáveis a Duarte Paulo Teixeira de Azevedo, direta e indiretamente, 6.680.309 ações representativas do capital social e dos direitos de voto da sociedade&#8221;.</P><br />
<P>A Sonae fechou hoje a sessão na bolsa de Lisboa a subir menos de 1%, para 1,86 euros.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771412]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Execução da Lei de Programação Militar desce para 52% em 2025 mas é a maior em termos absolutos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 18:26:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A execução da Lei de Programação Militar (LPM) em 2025 foi de 52%, ligeiramente inferior à do ano anterior, mas é a maior de sempre em termos absolutos, correspondendo a cerca de 699 milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A execução da Lei de Programação Militar (LPM) em 2025 foi de 52%, ligeiramente inferior à do ano anterior, mas é a maior de sempre em termos absolutos, correspondendo a cerca de 699 milhões de euros.</P><br />
<P>De acordo com um relatório da Direção-Geral de Armamento e Património da Defesa Nacional, coordenado pelo núcleo de acompanhamento da execução da LPM, ao qual a Lusa teve acesso, e que será debatido na quarta-feira na comissão parlamentar de Defesa, a LPM &#8220;registou em 2025 uma execução financeira global de 699,566 milhões de euros, correspondente a 52% da dotação corrigida&#8221;.</P><br />
<P>O relatório realça que este valor representa, &#8220;ainda assim, o valor mais elevado de sempre em termos de execução global da LPM&#8221;.</P><br />
<P>Em 2024, de acordo com um relatório semelhante apresentado anualmente à Assembleia da República então elaborado pela Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional, a LPM registou uma execução de 55%, correspondente a cerca de 388 milhões, e no ano anterior a taxa de execução foi de 64%, correspondente a 372 milhões.</P><br />
<P>Em 2025, a dotação total (que inclui receitas próprias e de impostos acumuladas ao longo do ano) correspondeu a 1.352,453 milhões de euros e foi reforçada em 651 milhões, registando um acréscimo face a 2024 de 92,8%.</P><br />
<P>Este aumento, explica-se no texto, resultou &#8220;em grande medida, da execução das receitas provenientes de impostos, que totalizaram 530,427 milhões&#8221;. Já as receitas próprias fixaram-se nos 169,138 milhões.</P><br />
<P>No ano passado, continua o relatório, a execução da LPM foi influenciada &#8220;por fatores positivos, nomeadamente a implementação de medidas de flexibilização, a isenção de cativações legais e a aprovação da maior parte da transição de saldos no primeiro semestre&#8221;. </P><br />
<P>Quanto a &#8220;fatores negativos&#8221;, é mencionada &#8220;a ausência de receitas provenientes da rentabilização de imóveis&#8221;. Na revisão da LPM em 2023, uma das novidades foi ter ficado estabelecido que parte do financiamento da lei teria que ser feita através da rentabilização de imóveis, &#8220;quando estas receitas não estejam afetas à execução da Lei de Infraestruturas Militares (LIM)&#8221;.</P><br />
<P>O relatório também identifica como fatores negativos a &#8220;data tardia de atribuição dos reforços destinados ao cumprimento dos 2%de investimento em Defesa no montante total de 520 milhões&#8221;, que só foram disponibilizados no segundo semestre do ano, bem como a &#8220;complexidade dos procedimentos de contratação&#8221; e o continuar do conflito na Ucrânia, com &#8220;impacto direto na economia mundial&#8221;.</P><br />
<P>No total, em 2025, foram executados 90 projetos: 29 decorrem como planeado, &#8220;à semelhança do ano anterior&#8221;, 54 apresentam atrasos, mais três do que em 2024, e sete mantêm &#8220;atrasos no caminho crítico&#8221; (dois nos serviços centrais, dois no EMGFA, um na Marinha e dois na Força Aérea).</P><br />
<P>A categoria com maior percentagem de execução foram os &#8220;Serviços Centrais&#8221; com 82% (260 milhões executados), seguidos da Força Aérea, que executou 75% (169 milhões), o Exército com 38% (110 milhões), o Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) com 36% (18 milhões) e a Marinha com 30% (140 milhões).</P><br />
<P>Numa análise comparativa dos últimos 20 anos, o relatório indica que em 2010 registou-se a taxa de execução mais elevada da LPM, 89%, e a mais baixa foi em 2007, e correspondeu a 50%.</P><br />
<P>A Lei de Programação Militar estabelece o investimento público em meios e equipamentos para as Forças Armadas e o Governo prevê revê-la este ano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771411]]></sapo:autor>
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		<title>EDP Renováveis regista aumento de capital de 43 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 18:10:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A EDP Renováveis (EDPR) anunciou hoje que o seu aumento de capital, decidido em assembleia-geral, já foi registado com o valor nominal de 43 milhões de euros, foi comunicado ao mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A EDP Renováveis (EDPR) anunciou hoje que o seu aumento de capital, decidido em assembleia-geral, já foi registado com o valor nominal de 43 milhões de euros, foi comunicado ao mercado. </P><br />
<P>&#8220;A EDPR informa que, nesta data, a escritura relativa ao aumento de capital social da sociedade [&#8230;] foi registada no Registo Comercial de Astúrias, no valor nominal de 43.329.245 euros&#8221;, lê-se no comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).  </P><br />
<P>Este aumento de capital vai ser executado mediante a emissão de 8.665.849 ações ordinárias da sociedade, com o valor nominal de cinco euros cada. </P><br />
<P>Conforme detalhou, aproximadamente 92,3% dos direitos de incorporação emitidos no âmbito do programa de dividendos foram convertidos em ações e, consequentemente, participaram no aumento de capital social. </P><br />
<P>Após este aumento, o capital social da EDPR passa a ser de 5.298.494.825 euros.</P><br />
<P>Na sessão de hoje da bolsa, as ações da EDPR subiram 0,35% para 14,25 euros. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771410]]></sapo:autor>
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		<title>Papa Leão XIV faz história e nomeia a primeira &#8220;ministra&#8221; leiga do Vaticano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 18:08:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Papa Leão XIV deu um novo passo no processo de renovação das estruturas da Santa Sé ao nomear a mexicana Montserrat Alvarado como prefeita do Dicastério para a Comunicação, tornando-a a primeira mulher leiga a assumir sozinha a liderança de um dos principais organismos governativos do Vaticano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Papa Leão XIV deu um novo passo no processo de renovação das estruturas da Santa Sé ao nomear a mexicana Montserrat Alvarado como perfeita do Dicastério para a Comunicação, tornando-a a primeira mulher leiga a assumir sozinha a liderança de um dos principais organismos governativos do Vaticano.</p>
<p>O anúncio foi feito esta terça-feira pela Sala de Imprensa da Santa Sé e representa um marco na história da Igreja Católica. Embora já existam mulheres em posições de destaque na administração vaticana, Alvarado será a primeira leiga a dirigir, de forma autónoma, um dicastério — estrutura equivalente aos ministérios da Cúria Romana.</p>
<p>A responsável substituirá o italiano Paolo Ruffini, atual prefeito do organismo, e tomará posse a 1 de novembro. Apesar de não ser a única mulher a desempenhar funções de perfeita no Vaticano, será a primeira a fazê-lo sem a presença de um cardeal ou outro responsável a partilhar a liderança do respetivo organismo.</p>
<p>A nomeação surge poucos dias depois de Leão XIV ter defendido, na sua primeira encíclica, a necessidade de impor “restrições éticas” à inteligência artificial e de travar aquilo que classificou como uma “dinâmica desumanizante” associada ao desenvolvimento tecnológico. A escolha de Alvarado é vista como mais um sinal da intenção do novo pontífice de prosseguir reformas estruturais dentro da Igreja.</p>
<p><strong>Uma carreira construída nos media católicos internacionais</strong><br />
Conhecida internacionalmente como Montse Alvarado, a futura perfeita da Comunicação do Vaticano desempenha desde 2023 os cargos de presidente e diretora de operações da EWTN News, uma das maiores organizações de comunicação católica do mundo.</p>
<p>Nas suas funções atuais, supervisiona plataformas mediáticas globais que produzem conteúdos em inglês, espanhol, alemão, francês, português, árabe e italiano, alcançando milhões de pessoas em vários continentes.</p>
<p>O jornal norte-americano Wall Street Journal chegou a descrevê-la como uma defensora da liberdade religiosa que esteve “na linha da frente das guerras culturais dos Estados Unidos”, sublinhando o papel que desempenhou em debates públicos sobre religião, sociedade e valores culturais.</p>
<p>Natural da Cidade do México, Alvarado apresenta-se frequentemente como uma “católica latina orgulhosa”. Possui uma licenciatura em Ciência Política pela Florida International University e um mestrado obtido na George Washington University.</p>
<p><strong>Defesa da liberdade religiosa e intervenção pública</strong><br />
Antes de ingressar na EWTN, iniciou a sua carreira na Becket Fund for Religious Liberty, uma organização sem fins lucrativos dedicada à defesa da liberdade religiosa nos Estados Unidos.</p>
<p>Durante esse período, integrou equipas jurídicas que participaram em diversos processos junto do Supreme Court of the United States. Segundo a sua biografia oficial, o grupo obteve doze vitórias naquele tribunal em casos relacionados com as Little Sisters of the Poor, reclusos muçulmanos condenados à pena de morte e instituições de solidariedade social, entre outros.</p>
<p>Alvarado destacou-se também como criadora e apresentadora do programa “EWTN News in Depth”, um espaço semanal de análise dedicado à atualidade da Igreja Católica, à política e à cultura sob uma perspetiva católica.</p>
<p>Ao longo dos anos, participou em múltiplas iniciativas ligadas à chamada nova evangelização, abordando temas como a liberdade de expressão, o papel das mulheres na Igreja e a integração de comunidades marginalizadas na sociedade.</p>
<p>Além do espanhol e do inglês, fala fluentemente francês. A sua biografia refere ainda que é intérprete de jazz e de música clássica.</p>
<p><strong>Reforma da comunicação da Santa Sé ganha novo impulso</strong><br />
A escolha de Montserrat Alvarado é interpretada como uma continuação do processo de reforma dos meios de comunicação do Vaticano, uma prioridade já identificada pelos cardeais durante reuniões recentes com o Papa Leão XIV.</p>
<p>O Dicastério para a Comunicação foi criado pelo Papa Francisco em 2015, no âmbito da reforma da Cúria Romana. O organismo concentra a supervisão de praticamente todo o sistema mediático da Santa Sé.</p>
<p>Sob a sua tutela encontram-se estruturas como Vatican News, Rádio Vaticano, L&#8217;Osservatore Romano, Vatican Media, a Sala de Imprensa da Santa Sé, a editora vaticana, a tipografia oficial e a filmoteca do Vaticano.</p>
<p><strong>Nova &#8216;ministra&#8217; promete servir o pontificado de Leão XIV</strong><br />
Num comunicado divulgado após a sua nomeação, Alvarado afirmou ter recebido a decisão com surpresa, mas também com sentido de missão.</p>
<p>“Embora esta nomeação tenha sido inesperada, acolho-a com o sincero desejo de servir o Santo Padre no início do seu pontificado”, declarou.</p>
<p>A futura reponsável agradeceu ainda o trabalho desenvolvido por Paolo Ruffini e manifestou vontade de prosseguir o projeto iniciado pelo seu antecessor.</p>
<p>“Estou grata a Paolo Ruffini pela sua liderança nos últimos anos e espero continuar, com amizade e esperança, o importante trabalho de fortalecer o Dicastério para que continue a servir a Igreja em Roma e noutras partes do mundo, comunicando Cristo ao mundo”, afirmou.</p>
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