O presidente da Câmara Municipal de Lisboa Carlos Moedas vai apresentar esta sexta-feira o plano de redução de custos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que prevê uma redução do custo dos palcos para o evento.
O palco-altar principal, a ser construído no Parque Tejo, e que gerou grande polémica por estar orçamentado em mais de 5 milhões de euros, vai passar a ter um custo total de 2,9 milhões de euros, segundo o Correio da Manhã.
As entidades envolvidas na organização chegaram também a acordo de que será a Igreja a pagar o palco que será instalado no Parque Eduardo VII, e que inicialmente estava orçamentado para ter um custo entre 1,5 e 2 milhões de euros.
O acordo surge depois de duas semanas de reuniões entre a autarquia lisboeta, a Igreja e a Mota-Engil, empresa a cargo da construção do altar-palco que tanta polémica tem gerado nas últimas semanas, e outras entidades.
O palco no Parque Eduardo VII chegou a estar posto em causa, mas vai mesmo avançar, sendo que será neste espaço que decorrerá a cerimónia de boas-vindas ao Papa Francisco, bem como a missa de abertura e a Via Sacra.
As explicações de moedas sobre o plano já com os custos reduzidos vão ser dadas a partir das 12h30, nos Paços do Concelho.














