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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Liberais abrem porta a terceiro mandato de Roberta Metsola no Parlamento Europeu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 13:53:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A possibilidade de Roberta Metsola assegurar um terceiro mandato na liderança do Parlamento Europeu ganhou novo impulso depois de o grupo liberal Renew Europe admitir apoiar a sua recandidatura, desde que sejam respeitadas determinadas condições políticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A possibilidade de Roberta Metsola assegurar um terceiro mandato na liderança do Parlamento Europeu ganhou novo impulso depois de o grupo liberal Renew Europe admitir apoiar a sua recandidatura, desde que sejam respeitadas determinadas condições políticas. A posição foi assumida em Estrasburgo pela líder dos liberais europeus, Valérie Hayer, num momento em que começam a intensificar-se os bastidores da disputa pelos principais cargos das instituições europeias.</p>
<p>Segundo o Politico, Valérie Hayer garantiu que o Renew apoiará “um candidato à presidência que mantenha a extrema-direita fora da mesa do Parlamento” e que assegure o funcionamento da coligação centrista entre os principais grupos pró-europeus. A dirigente liberal referia-se ao chamado bureau do Parlamento Europeu, o principal órgão de decisão interna da instituição, composto pela presidência e pelos 14 vice-presidentes. Apesar da abertura demonstrada, o Renew ainda não oficializou qualquer apoio e pretende aguardar pela formalização das candidaturas antes da reorganização intercalar da liderança parlamentar, prevista para daqui a sete meses.</p>
<p>As declarações de Hayer revelam uma posição diferente da assumida pelos socialistas europeus. A líder do grupo S&#038;D, Iratxe García, tem defendido que existe um acordo político que daria aos socialistas o direito de indicar o sucessor de Metsola na presidência da instituição. No entanto, Manfred Weber, líder do Partido Popular Europeu (PPE), já lançou dúvidas sobre a continuidade desse entendimento, enquanto vários eurodeputados admitem que Roberta Metsola já estará a trabalhar discretamente nos bastidores para garantir apoio a uma nova eleição.</p>
<p>A principal preocupação do Renew prende-se com a crescente aproximação do PPE à direita radical em votações parlamentares e na Conferência de Presidentes, um dos órgãos centrais de decisão política do Parlamento Europeu. De acordo com responsáveis liberais citados sob anonimato, o objetivo passa por assegurar que o PPE permanece alinhado com o centro político europeu. Um desses dirigentes considerou mesmo que Metsola “tem sido genuinamente uma boa presidente”, embora tenha criticado declarações anteriores da maltesa sobre a necessidade de “manter as maiorias a funcionar”, entendidas como uma abertura a entendimentos com forças da extrema-direita.</p>
<p>Também o grupo dos Verdes manifestou preocupação com a instabilidade política provocada pelo crescimento das direitas conservadoras e radicais no Parlamento Europeu. A copresidente dos Verdes, Terry Reintke, afirmou que a existência de uma liderança empenhada em garantir “uma maioria estável pró-europeia” será determinante na escolha do próximo presidente da instituição. A sucessão na presidência do Parlamento Europeu promete assim transformar-se numa disputa decisiva sobre o futuro equilíbrio político da União Europeia e sobre o papel das forças de direita no centro das decisões europeias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764825]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Governo está a agir para garantir segurança dos médicos detidos, garante bastonário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 13:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O bastonário da Ordem dos Médicos disse hoje que o Estado português está a agir no sentido de garantir a integridade, segurança e repatriamento dos profissionais que integravam a flotilha e foram detidos pelas autoridades israelitas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O bastonário da Ordem dos Médicos disse hoje que o Estado português está a agir no sentido de garantir a integridade, segurança e repatriamento dos profissionais que integravam a flotilha e foram detidos pelas autoridades israelitas.</P><br />
<P>Carlos Cortes, que falava aos jornalistas na Ordem dos Médicos, disse ter tentado entrar em contacto com os médicos portugueses em causa, que estão inscritos na Ordem dos Médicos, mas não conseguiu.</P><br />
<P>&#8220;Não vou entrar em pormenores, mas sei que está a existir uma intervenção do Estado português no sentido de, muito rapidamente, garantir dois aspetos: a integridade, segurança e a dignidade destes dois médicos e serem repatriados&#8221;, afirmou o bastonário.</P><br />
<P>Os dois médicos portugueses foram detidos pelas autoridades israelitas no âmbito da missão &#8220;Sumud Global Flotilla&#8221;, pois a embarcação onde seguiam, que se deslocava para a Faixa de Gaza, foi intercetada em águas internacionais.</P><br />
<P>Na segunda-feira, o bastonário tinha condenado a detenção dos médicos portugueses pelas autoridades israelitas, sublinhando que estava acompanhar o caso, em articulação com o Ministério dos Negócios Estrangeiros e com o Ministério da Saúde.</P><br />
<P>O Governo português convocou na segunda-feira o embaixador israelita em Lisboa para protestar contra a detenção, &#8220;em violação do direito internacional&#8221;, dos dois médicos portugueses que integravam a flotilha.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764820]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Há uma rã na alface&#8221;: Descoberta insólita em saco de salada surpreende grupo de amigos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 13:34:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
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		<category><![CDATA[salada]]></category>
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					<description><![CDATA[Um agricultor australiano viveu uma situação insólita ao descobrir uma rã viva dentro de um saco de salada comprado horas antes num supermercado, em Esperance, no estado da Austrália Ocidental]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um agricultor australiano viveu uma situação insólita ao descobrir uma rã viva dentro de um saco de salada comprado horas antes num supermercado, em Esperance, no estado da Austrália Ocidental. O episódio aconteceu enquanto Rhys Smoker preparava um jantar de bifes e salada para os colegas de casa, quando reparou num pequeno anfíbio escondido entre as folhas de alface no interior da embalagem selada.</p>
<p>Segundo relatos divulgados pela imprensa internacional, os restantes moradores da casa pensaram inicialmente que tudo não passava de uma brincadeira. Citada pela Associated Press, Laura Jones contou que Rhys Smoker surgiu a dizer: “Há uma rã na alface”, mas ninguém acreditou de imediato. A surpresa confirmou-se quando o agricultor levou o saco para a sala e mostrou o animal aos amigos, provocando uma reação entre gargalhadas e gritos perante a descoberta inesperada.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">A group of housemates had an unexpected lunch guest &#8211; a frog they found hiding inside their bag of grocery store lettuce. </p>
<p>Read more: <a href="https://t.co/K4PaDzMGUv">https://t.co/K4PaDzMGUv</a> <a href="https://t.co/TvvWuiM7yD">pic.twitter.com/TvvWuiM7yD</a></p>
<p>&mdash; ABC News (@ABC) <a href="https://twitter.com/ABC/status/2056702517161922654?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 19, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Longe de gerar alarme, o grupo decidiu encarar a situação com humor. A rã acabou por receber o nome de “Greg” e teve até direito a uma despedida musical antes de ser libertada numa represa próxima da habitação. Billy Le Pine, outro dos moradores, explicou à Australian Broadcasting Corporation que colocaram a tocar a música “Crazy Frog” enquanto levavam o anfíbio para o exterior. A curiosa cena rapidamente ganhou destaque pela natureza invulgar do caso.</p>
<p>A embalagem de alface tinha sido adquirida no mesmo dia num supermercado da cadeia Woolworths, em Esperance. Em comunicado, a empresa classificou o episódio como um caso isolado e garantiu que não existiam relatos semelhantes. A cadeia anunciou ainda que abriu uma investigação junto dos fornecedores para perceber como o animal acabou dentro da embalagem, acrescentando que pediu desculpa aos consumidores afetados e ofereceu um novo saco de salada.</p>
<p>Apesar do espanto provocado pela descoberta, episódios envolvendo animais em supermercados australianos não são totalmente inéditos. Em 2021, um cliente encontrou uma cobra venenosa embrulhada juntamente com alface num supermercado Aldi em Sydney, enquanto, anos antes, uma píton com cerca de três metros foi localizada numa prateleira de uma loja Woolworths na mesma cidade. Ainda assim, o aparecimento de uma pequena rã arborícola viva dentro de uma embalagem de salada voltou agora a surpreender consumidores e funcionários pela raridade da situação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764814]]></sapo:autor>
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		<title>Seguro faz referência aos jornalistas mortos por Israel e elogia vozes que &#8220;estremecem a indiferença&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 13:24:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República elogiou as "vozes que se agigantam e estremecem a indiferença", enquanto há "países e líderes políticos apostados na tragédia", num discurso em que fez referência aos jornalistas mortos pelas forças de Israel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República elogiou as &#8220;vozes que se agigantam e estremecem a indiferença&#8221;, enquanto há &#8220;países e líderes políticos apostados na tragédia&#8221;, num discurso em que fez referência aos jornalistas mortos pelas forças de Israel.</P><br />
<P>António José Seguro discursava na Assembleia da República, na cerimónia de entrega do Prémio Norte-Sul do Conselho da Europa 2025, que distinguiu o islandês Bragi Guðbrandsson, defensor dos direitos da criança, e o jornalista palestiniano Rami Abou Jamous, repórter de guerra.</P><br />
<P>&#8220;É com um prazer dorido que me pronuncio sobre a entrega do Prémio Norte-Sul a Bragi Guðbrandsson e Rami Abou Jamous. Este sentimento estranho deriva, de certa forma, da contradição brutal dos tempos que correm&#8221;, declarou o chefe de Estado.</P><br />
<P>Enquanto, por um lado, há &#8220;países e líderes políticos apostados na tragédia, a propagar o desprezo pelos direitos humanos&#8221; e a negar &#8220;uma civilização assente no humanismo&#8221;, há, por outro lado, &#8220;vozes que se agigantam e estremecem a indiferença&#8221;, apontou.</P><br />
<P>&#8220;Vozes que nos chamam de volta à essência da nossa condição humana, vozes que cuidam. Premiar este alerta ou este grito é, sem dúvida, mais do que um prazer. É um dever e, ao mesmo tempo, um agradecimento&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Ao falar do premiado Rami Abou Jamous, o Presidente da República citou dados do Comité para a Proteção dos Jornalistas segundo os quais, &#8220;no ano passado, dos 129 jornalistas que perderam a vida em todo o mundo enquanto exerciam o seu trabalho, quase metade foram mortos em Gaza&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Segundo a mesma organização, e cito, as Forças de Defesa de Israel foi a entidade governamental que matou mais jornalistas desde que o Comité começou a documentar os casos em 1992&#8221;, referiu o chefe de Estado.</P><br />
<P>No fim da sua intervenção, António José Seguro considerou que o Conselho da Europa e o Centro Norte-Sul podem ser &#8220;uma força motriz capaz de estancar a deriva autocrática que se faz sentir, mesmo em regimes que se dizem democráticos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E é por isso que a atribuição deste prémio tem um duplo sentido e que me permite regressar ao início da minha intervenção. Distinguir as vozes que se agigantam e estremecem a indiferença mundial, as vozes que nos recordam a nossa condição humana, as vozes que cuidam dos mais frágeis e se insurgem contra a violência, distinguir estas vozes é premiar quem o faz, é premiar o sujeito, a ação e também o verbo amar&#8221;, reforçou.</P><br />
<P>&#8220;Aos dois premiados, os meus sinceros parabéns e o voto de que nos voltemos a encontrar cumprindo o sonho: amanhã vai ser melhor&#8221;, concluiu António José Seguro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764815]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Chega acusa Tribunal Constitucional de &#8220;ativismo político&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/chega-acusa-tribunal-constitucional-de-ativismo-politico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 13:20:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Chega acusou hoje o Tribunal Constitucional (TC) de "ativismo político" e desrespeito pela separação de poderes, e lamentou que não tenha considerado "maioria absolutamente reforçada" que aprovou a perda de nacionalidade como sanção acessória.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Chega acusou hoje o Tribunal Constitucional (TC) de &#8220;ativismo político&#8221; e desrespeito pela separação de poderes, e lamentou que não tenha considerado &#8220;maioria absolutamente reforçada&#8221; que aprovou a perda de nacionalidade como sanção acessória.</P><br />
<P>&#8220;Não estamos a dizer que o TC tem que aceitar uma lei que seja inconstitucional, não é isso, mas deve respeitar a separação de poderes. E é aí que nos parece que isso não aconteceu. Estamos, no fundo, perante um ativismo político que nasce no Tribunal Constitucional e que é absolutamente inaceitável, a meu ver, e acho que a ver do Chega&#8221;, afirmou a deputada Cristina Rodrigues.</P><br />
<P>A vice-presidente do Grupo Parlamentar do Chega deixou estas críticas durante as jornadas parlamentares do partido, em Viseu, num painel sobre a revisão constitucional.</P><br />
<P>Referindo-se à declaração de inconstitucionalidade do decreto do parlamento que previa a perda de nacionalidade como sanção acessória pela prática de certos crimes, a parlamentar salientou que este projeto &#8220;foi aprovado com dois terços dos votos na Assembleia da República&#8221;, uma &#8220;maioria que é absolutamente reforçada&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E o TC também não teve qualquer atenção a isso&#8221;, lamentou.</P><br />
<P>A vice-presidente da bancada parlamentar do Chega considerou que a Constituição tem sido utilizada como &#8220;uma ferramenta de bloqueio de propostas legislativas da Assembleia da República&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A esquerda perdeu a maioria na Assembleia da República, mas continua a ter a maioria no TC e nos juízes que ocupam os cargos para os quais são nomeados. E isto tem tido consequências, consequências à vista de todos, principalmente nos últimos tempos&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Cristina Rodrigues argumentou que &#8220;não há nada que impeça na Constituição uma pessoa de perder a nacionalidade&#8221; e que a Lei Fundamental, &#8220;noutros artigos, já prevê uma distinção entre uma nacionalidade que é originária e uma nacionalidade que é adquirida, nomeadamente no caso da eleição para Presidente da República&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Se a Constituição o permite aí, porque é que não há de permitir noutras circunstâncias? E, portanto, aquilo que me parece é que o próprio TC está a extravasar aquelas que são as suas funções na leitura que está a fazer da Constituição da República&#8221;, criticou.</P><br />
<P>A dirigente do Chega considera também que o TC &#8220;alega que a perda de nacionalidade como sanção acessória é uma sanção demasiado grave para os crimes que estão lá elencados&#8221;, passando &#8220;a mensagem subliminar&#8221; que &#8220;acha mais grave a perda administrativa da nacionalidade, ainda para mais de um indivíduo que tem que ter dupla nacionalidade, portanto ele tem uma outra nacionalidade, do que este indivíduo violar, matar, seja criança, seja mulher, seja homem, aquilo que for&#8221;. </P><br />
<P>Para Cristina Rodrigues, isto é da &#8220;maior gravidade&#8221; e &#8220;absolutamente ridículo&#8221;.</P><br />
<P>Também a deputada Vanessa Barata, coordenadora do Chega na Comissão de Assuntos Constitucionais, numa intervenção posterior, acusou o TC de ser uma &#8220;força de bloqueio à vontade do legislador&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764813]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Distinção a Cavaco Silva é também homenagem a Portugal, afirma Durão Barroso</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/distincao-a-cavaco-silva-e-tambem-homenagem-a-portugal-durao-barroso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 13:12:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo primeiro-ministro e presidente da Comissão Europeia José Manuel Durão Barroso considerou hoje que a atribuição da Ordem Europeia do Mérito a Aníbal Cavaco Silva é "extremamente justa" e, de certa forma, "também uma homenagem a Portugal".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Estrasburgo, França, 19 mai 2026 (Lusa) &#8212; O antigo primeiro-ministro e presidente da Comissão Europeia José Manuel Durão Barroso considerou hoje que a atribuição da Ordem Europeia do Mérito a Aníbal Cavaco Silva é &#8220;extremamente justa&#8221; e, de certa forma, &#8220;também uma homenagem a Portugal&#8221;.</P><br />
<P>Durão Barroso, um dos membros do comité de seleção responsável pela nomeação dos membros da Ordem, hoje entregue aos 20 primeiros laureados numa cerimónia no Parlamento Europeu, em Estrasburgo (França), reconheceu estar &#8220;muito feliz&#8221; por o antigo primeiro-ministro e chefe de Estado Cavaco Silva estar entre os primeiros nomeados. </P><br />
<P>&#8220;Faço parte do júri, do comité de seleção que escolheu os primeiros galardoados com esta Ordem Europeia do Mérito, e fiquei muito satisfeito obviamente por termos um português, e um português insigne, como o professor Cavaco Silva, a receber esta condecoração que é muito justa e que, de certa forma, também é uma homenagem a Portugal&#8221;, disse, apontando que o país, &#8220;desde que aderiu à União Europeia (UE), faz agora 40 anos, esteve sempre e quis sempre estar na primeira linha da integração europeia&#8221;.</P><br />
<P>Apontando que pode &#8220;acrescentar algo do ponto de vista pessoal&#8221;, já que fazia parte do governo de Cavaco Silva quando Portugal aderiu à UE, &#8220;no distante ano de 1986&#8221;, tendo testemunhado os primeiros anos de integração, incluindo como secretário de Estado e ministro dos Negócios Estrangeiros, Durão Barroso afirmou que sempre viu em Cavaco &#8220;um grande compromisso com a Europa&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Acho que é uma distinção extremamente justa, que de certa forma também homenageia Portugal, que está no centro da integração europeia. Portugal, através muitos dos seus protagonistas, tem vindo a fazer avançar a sua imagem e a sua contribuição para a UE, e isso só é possível porque em Portugal há um grande apoio à integração europeia&#8221;, reforçou. </P><br />
<P>&#8220;E penso que devíamos estar conscientes disso, porque não é fácil às vezes conciliar aquilo que é o interesse nacional com o interesse mais geral europeu. E eu penso que o professor Cavaco Silva, como o primeiro chefe de governo na altura da nossa integração definiu, digamos assim, um standard, que tem sido seguido em geral pelos diferentes governos do Portugal democrático e devemos congratular-nos com isso&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>O comité de seleção da Ordem, composto pela presidente do Parlamento Europeu, dois vice-presidentes e quatro &#8220;personalidades europeias eminentes&#8221;, entre os quais Durão Barroso, justificou a atribuição da distinção honorífica civil a Cavaco Silva sobretudo pelo papel que o primeiro-ministro português (1985-1995) desempenhou na adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia (CEE), mas também às &#8220;responsabilidades significativas&#8221; assumidas na negociação do Ato Único Europeu e no Tratado de Maastricht.</P><br />
<P>O atual comité de seleção, nomeado pela mesa da assembleia por um período de quatro anos, é composto pela presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, as vice-presidentes Ewa Kopacz e Sophie Wilmès, e as &#8220;personalidades europeias eminentes&#8221; Michel Barnier, José Manuel Barroso, Josep Borrell e Enrico Letta.</P><br />
<P></P><br />
<P>*** A agência Lusa viajou a convite do Parlamento Europeu ***</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764812]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Fogo fora de controlo no sul da Califórnia força evacuação de mais de 29 mil pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 13:08:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
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					<description><![CDATA[Serviço Meteorológico Nacional dos Estados Unidos indicou que os ventos de Santa Ana, extremamente secos, deverão mudar de direção ao final da tarde. Essa alteração poderá facilitar o trabalho dos bombeiros e ajudar a travar a propagação do fogo, embora a situação continue dependente da intensidade do vento e das condições no terreno]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um incêndio florestal de rápida propagação obrigou à retirada imediata de mais de 29 mil pessoas no sul da Califórnia, nos Estados Unidos, depois de as chamas terem deflagrado na passada segunda-feira na zona de Simi Valley, a cerca de 64 quilómetros a noroeste de Los Angeles, avança o &#8216;El Mundo&#8217;.</p>
<p>O fogo, designado Sandy, começou pouco antes das 11 horas locais (19 horas em Lisboa), e consumiu em poucas horas cerca de 324 hectares, de acordo com o Departamento de Silvicultura e Proteção contra Incêndios da Califórnia, CAL-Fire. A rápida progressão das chamas foi alimentada pelos fortes ventos de Santa Ana, conhecidos por agravarem incêndios florestais na região devido ao seu caráter quente e seco.</p>
<p>As autoridades emitiram ordens de evacuação obrigatória para uma ampla área de Simi Valley e alertas de risco para zonas da cidade vizinha de Thousand Oaks, no condado de Ventura. Mais de 200 bombeiros foram mobilizados para combater o incêndio, que continuava fora de controlo.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">🚨 UPDATE: Sandy Fire in Simi Valley 🚨The <a href="https://twitter.com/hashtag/SandyFire?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#SandyFire</a> has rapidly grown to ~1,364 acres with 0% containment after breaking out Monday near Sandy Ave. Driven by 30 mph Santa Ana winds, the blaze is pushing east toward Bell and Box Canyons. <a href="https://t.co/TpLdbjKqQJ">pic.twitter.com/TpLdbjKqQJ</a></p>
<p>&mdash; Incas Productions (@IncasProd) <a href="https://twitter.com/IncasProd/status/2056613814271889900?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 19, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> </p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/BreakingNews?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#BreakingNews</a>: Evacuations have been ordered due to a fast-moving brush fire burning in Simi Valley Monday morning. <a href="https://twitter.com/hashtag/sandyfire?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#sandyfire</a> <a href="https://t.co/StPl2Q6Rh1">pic.twitter.com/StPl2Q6Rh1</a></p>
<p>&mdash; KTLA (@KTLA) <a href="https://twitter.com/KTLA/status/2056437133569929680?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 18, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>De acordo com uma estimativa citada pelo &#8216;El Mundo&#8217;, mais de 29 mil pessoas estão abrangidas por ordens de evacuação obrigatória, enquanto outras 13.115 se encontram sob alerta de risco. As autoridades acompanham a evolução das condições meteorológicas, numa tentativa de antecipar a direção das chamas e proteger as zonas residenciais ameaçadas.</p>
<p>O Serviço Meteorológico Nacional dos Estados Unidos indicou que os ventos de Santa Ana, extremamente secos, deverão mudar de direção ao final da tarde. Essa alteração poderá facilitar o trabalho dos bombeiros e ajudar a travar a propagação do fogo, embora a situação continue dependente da intensidade do vento e das condições no terreno.</p>
<p>O incêndio volta a colocar a costa oeste americana em alerta, numa altura em que permanecem vivos os receios de repetição dos fogos devastadores que atingiram o condado de Los Angeles em janeiro de 2025. Essa vaga de incêndios começou a 7 de janeiro e demorou mais de três semanas a ser totalmente controlada.</p>
<p>A tragédia de 2025 provocou pelo menos 31 mortos, levou à retirada de cerca de 150 mil pessoas e destruiu mais de 16 mil estruturas. Foi considerada uma das catástrofes naturais mais dispendiosas da história dos Estados Unidos.</p>
<p>Ainda não há indicação de vítimas no incêndio Sandy, mas a dimensão das evacuações mostra a preocupação das autoridades com a velocidade de progressão das chamas. A prioridade mantém-se na retirada preventiva da população, na proteção de habitações e na tentativa de conter o fogo antes que chegue a zonas mais densamente habitadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764805]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia alerta: Putin pode anunciar mobilização em massa depois das eleições para a Duma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 12:59:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[mobilização geral]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
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					<description><![CDATA[Possibilidade foi levantada por Pavlo Palisa, brigadeiro-general e vice-chefe do gabinete presidencial ucraniano, em entrevista ao canal ucraniano '24 Kanal']]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ucrânia não exclui que Vladimir Putin possa anunciar uma campanha nacional de mobilização depois das próximas eleições para a Duma, a câmara baixa do Parlamento russo, avança o &#8216;Kyiv Post&#8217;. O alerta surge num momento em que Moscovo enfrenta perdas elevadas no campo de batalha e dificuldades crescentes em manter o número de efetivos apenas através do recrutamento voluntário.</p>
<p>A possibilidade foi levantada por Pavlo Palisa, brigadeiro-general e vice-chefe do gabinete presidencial ucraniano, em entrevista ao canal ucraniano &#8217;24 Kanal&#8217;. Questionado sobre se o Kremlin poderia avançar para uma mobilização em larga escala depois da votação, Palisa respondeu que esse cenário é possível.</p>
<p>“Muito possivelmente. Não excluímos esse desenvolvimento”, afirmou o responsável ucraniano.</p>
<p>Palisa acrescentou que Kiev já está a avaliar como deverá reagir caso Moscovo decida escalar os esforços de mobilização. “Não excluímos essa possibilidade e reagiremos em conformidade”, disse, sem detalhar eventuais medidas de resposta.</p>
<p>As próximas eleições legislativas russas estão previstas para setembro de 2026, num contexto em que o Kremlin procurará renovar a composição da Duma sem assumir, antes da votação, decisões potencialmente impopulares. Analistas têm apontado que novas vagas de mobilização comportam riscos políticos para o regime, sobretudo pela memória da mobilização parcial decretada em setembro de 2022, que provocou protestos e levou centenas de milhares de russos a abandonar o país.</p>
<p>Até agora, Moscovo tem evitado anunciar uma nova mobilização aberta, preferindo recorrer ao que responsáveis ucranianos descrevem como mecanismos de “mobilização escondida”. Segundo Kiev, autoridades regionais e municipais russas terão recebido instruções para preparar listas de “voluntários” destinados ao envio para a guerra na Ucrânia, numa altura em que os governos locais são pressionados a cumprir quotas de recrutamento.</p>
<p>O alerta de Palisa surge depois de Volodymyr Zelensky ter afirmado, a 28 de abril, que os serviços de informação ucranianos tinham obtido documentos internos do Estado-Maior russo que apontariam para dificuldades de Moscovo em cumprir os objetivos definidos pelo Kremlin. O presidente ucraniano disse ainda que a liderança russa continua a preparar novas operações ofensivas e a procurar mais efetivos para sustentar a guerra.</p>
<p>“A tarefa da Ucrânia é aumentar ainda mais as perdas russas”, afirmou Zelensky, citado pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;, defendendo que a pressão militar sobre as forças russas deve aumentar para limitar a capacidade de Moscovo de lançar novas ofensivas.</p>
<p>Segundo o presidente ucraniano, Kiev pretende intensificar as operações com drones ao longo da linha da frente e continuar a pressionar por sanções contra os setores russos das armas e do petróleo. A estratégia passa por aumentar o custo militar e económico da guerra para o Kremlin, num momento em que a Rússia procura preservar capacidade ofensiva.</p>
<p>A questão da mobilização é particularmente sensível para Putin. A mobilização parcial de 2022 foi uma das medidas internas mais controversas desde o início da invasão em larga escala da Ucrânia, em fevereiro desse ano, e expôs o impacto direto da guerra sobre a sociedade russa.</p>
<p>Desde então, o Kremlin tem procurado compensar perdas com incentivos financeiros, recrutamento regional, contratos militares e outras formas menos visíveis de captação de efetivos. A hipótese de uma mobilização nacional, porém, significaria admitir uma necessidade mais ampla de homens para a frente de combate.</p>
<p>Para Kiev, o calendário eleitoral russo pode ser determinante. A leitura ucraniana é que Putin poderá evitar medidas mais impopulares antes da votação para a Duma, mas poderá ter maior margem política para agir depois das eleições, caso o esforço militar russo continue a exigir mais soldados.</p>
<p>O &#8216;Kyiv Post&#8217; sublinha que a possibilidade não é apresentada como uma certeza, mas como um cenário que as autoridades ucranianas já estão a considerar. Num conflito que entrou no quarto ano, a mobilização russa continua a ser um dos indicadores mais relevantes para medir a capacidade de Moscovo de prolongar e intensificar a guerra.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764798]]></sapo:autor>
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		<title>Trump tenta em segredo aumentar controlo sobre a Gronelândia: as exigências que assustam as autoridades locais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 12:53:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Gronelândia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Altos responsáveis da Administração Trump realizaram, nos últimos quatro meses, várias reuniões à porta fechada com negociadores da Gronelândia e da Dinamarca, país responsável pela política externa da ilha semiautónoma. As conversações começaram depois de Trump ter ameaçado anexar a Gronelândia, provocando uma crise diplomática internacional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades da Gronelândia e da Dinamarca estão cada vez mais preocupadas com o interesse do presidente americano, Donald Trump, em aumentar a influência dos EUA sobre a ilha através da expansão militar e de um eventual controlo sobre investimentos estrangeiros, noticia o &#8216;The Independent&#8217;, citando informações avançadas pelo &#8216;New York Times&#8217;.</p>
<p>De acordo com a imprensa americana, altos responsáveis da Administração Trump realizaram, nos últimos quatro meses, várias reuniões à porta fechada com negociadores da Gronelândia e da Dinamarca, país responsável pela política externa da ilha semiautónoma. As conversações começaram depois de Trump ter ameaçado anexar a Gronelândia, provocando uma crise diplomática internacional.</p>
<p>A posição da ilha no Círculo Polar Ártico torna a Gronelândia especialmente relevante para Washington. Para os EUA, o território é estratégico por permitir reforçar a presença militar americana no Ártico, acompanhar rotas de navegação cada vez mais importantes e aceder a recursos naturais.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, uma das propostas que mais desconforto gerou em Nuuk e Copenhaga passaria por permitir que os Estados Unidos aprovassem ou rejeitassem acordos de investimento estrangeiro na Gronelândia, com o objetivo de bloquear a entrada de países como a China ou a Rússia em áreas consideradas sensíveis.</p>
<p>Um responsável da Casa Branca citado pelo jornal confirmou que a Administração Trump está envolvida em conversações diplomáticas de alto nível com a Gronelândia e a Dinamarca sobre questões de segurança nacional na ilha, acrescentando que as discussões estão a evoluir positivamente.</p>
<p>As negociações terão decorrido ao longo de cerca de cinco reuniões em Washington, nas quais responsáveis do Departamento de Estado apresentaram o desejo de Trump de alcançar um acordo antes de o presidente voltar a concentrar atenções na Gronelândia, depois da guerra com o Irão.</p>
<p>Entre as mudanças em discussão estará também a alteração de um acordo de longa duração que permite a permanência de tropas americanas na Gronelândia mesmo que a ilha venha a tornar-se independente da Dinamarca. Outras propostas incluem a expansão da presença militar dos EUA e a possibilidade de Washington explorar recursos naturais localizados sob o gelo gronelandês.</p>
<p>A &#8216;Associated Press&#8217; noticiou que o primeiro-ministro da Gronelândia, Jens-Frederik Nielsen, recebeu esta semana Jeff Landry, governador republicano da Louisiana e enviado especial de Trump para o Ártico, numa reunião descrita como positiva, mas marcada por uma mensagem clara de Nuuk: a autodeterminação da Gronelândia não está em causa.</p>
<p>“O povo da Gronelândia não está à venda. A autodeterminação da Gronelândia não é algo negociável”, afirmou Nielsen, em declarações citadas pela &#8216;Associated Press&#8217;.</p>
<p>A &#8216;Reuters&#8217; avançou igualmente que o Governo da Gronelândia reconhece progressos nas negociações com os Estados Unidos, mas mantém a posição de que qualquer forma de compra ou anexação é inaceitável. A agência recorda que os EUA já têm presença militar na ilha, através da base espacial de Pituffik, mas pretendem reforçar a sua posição estratégica no território.</p>
<p>A tensão surge num momento em que o Ártico ganha importância crescente na disputa entre grandes potências. O degelo, a abertura de novas rotas marítimas e a procura por minerais críticos transformaram a Gronelândia num ponto central da competição entre Estados Unidos, China e Rússia.</p>
<p>Pipaluk Lynge, deputada no parlamento gronelandês, já tinha alertado que os responsáveis locais receiam que Trump não abandone facilmente os seus objetivos sobre a ilha. “É muito importante que nós, na Gronelândia, expressemos o nosso desejo de sermos uma nação soberana, o nosso desejo de sermos independentes e de sermos respeitados”, afirmou, em declarações citadas pelo &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>O primeiro-ministro gronelandês admitiu que a ilha está aberta a cooperar com Washington dentro do quadro existente, nomeadamente em matéria de segurança e defesa, mas deixou claro que essa cooperação não significa aceitar maior controlo americano sobre decisões internas ou sobre o futuro político do território.</p>
<p>Jeff Landry, enviado especial de Trump, disse aos meios de comunicação locais que viajou para a Gronelândia para “construir relações, observar, ouvir, aprender” e avaliar oportunidades para expandir a relação entre Gronelândia, Estados Unidos e Dinamarca.</p>
<p>Apesar disso, a mensagem de Nuuk mantém-se firme. A Gronelândia quer reforçar a cooperação com aliados, mas não aceita que a sua soberania seja tratada como moeda de troca. Para Copenhaga, a situação é igualmente delicada: a Dinamarca continua responsável pela política externa da ilha, mas a Gronelândia tem autonomia interna e aspirações independentistas que tornam qualquer negociação sobre o seu futuro particularmente sensível.</p>
<p>As conversações ainda não resultaram num acordo final. Mas a disputa confirma que a Gronelândia voltou ao centro da política externa americana e que, para Trump, a ilha é muito mais do que um território remoto do Ártico: é uma peça estratégica na disputa por segurança, recursos naturais e influência global.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764794]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>G7 reafirma compromisso com cooperação multilateral</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/g7-reafirma-compromisso-com-cooperacao-multilateral/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 12:48:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os ministros e banqueiros centrais dos países do G7 reafirmaram hoje "o compromisso com uma cooperação multilateral" para enfrentar os riscos que pesam sobre a economia mundial devido ao impacto da guerra, à desaceleração do crescimento e às pressões inflacionistas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os ministros e banqueiros centrais dos países do G7 reafirmaram hoje &#8220;o compromisso com uma cooperação multilateral&#8221; para enfrentar os riscos que pesam sobre a economia mundial devido ao impacto da guerra, à desaceleração do crescimento e às pressões inflacionistas.    </P><br />
<P>Reunidos em Paris sob presidência francesa, os responsáveis económicos das principais economias industrializadas advertiram num comunicado conjunto que a incerteza global aumentou como consequência do conflito no Médio Oriente, especialmente pelos efeitos nas cadeias de fornecimento de energia, alimentos e fertilizantes.</P><br />
<P>&#8220;O crescimento e a inflação estão expostos a riscos crescentes&#8221;, assinalaram os ministros e governadores de bancos centrais do G7 (Estados Unidos, Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Canadá e Japão) que defenderam a necessidade de respostas coordenadas e temporárias para proteger a atividade económica, reforçar a segurança económica e limitar o impacto sobre os países mais vulneráveis. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764795]]></sapo:autor>
	</item>
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		<title>&#8220;Completamente inventadas&#8221;: China nega que Xi tenha dito a Trump que Putin se iria arrepender da invasão da Ucrânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 12:44:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
		<category><![CDATA[Xi Jinping]]></category>
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					<description><![CDATA[Reação surgiu depois de uma notícia do 'Financial Times' ter atribuído essas declarações ao líder chinês, poucas horas antes da chegada de Putin à capital chinesa para uma cimeira de dois dias com Xi Jinping]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A China negou que o presidente Xi Jinping tenha dito a Donald Trump que Vladimir Putin se arrependeria da invasão da Ucrânia, durante conversações alargadas realizadas em Pequim na semana passada, noticia o &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>A reação surgiu depois de uma notícia do &#8216;Financial Times&#8217; ter atribuído essas declarações ao líder chinês, poucas horas antes da chegada de Putin à capital chinesa para uma cimeira de dois dias com Xi Jinping.</p>
<p>Questionado sobre a alegada conversa, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Guo Jiakun, rejeitou categoricamente o relato.</p>
<p>“As informações que mencionou não correspondem aos factos e são completamente inventadas”, afirmou o porta-voz, citado pelo &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>De acordo com os relatos, Xi teria feito os comentários durante reuniões entre as delegações dos Estados Unidos e da China, em Pequim. Nessas conversações, Trump terá sugerido que os três líderes — dos EUA, China e Rússia — deveriam cooperar contra o Tribunal Penal Internacional.</p>
<p>A negação de Pequim surge num momento particularmente sensível das relações entre China, Rússia e Estados Unidos. A visita de Putin à China pretende reforçar a coordenação estratégica entre Moscovo e Pequim, numa altura em que a guerra na Ucrânia continua a condicionar a diplomacia internacional e a relação da Rússia com o Ocidente.</p>
<p>Antes da chegada a Pequim, Putin afirmou que a Rússia e a China estão preparadas para se apoiar mutuamente em várias matérias, incluindo a unidade nacional e a proteção da soberania.</p>
<p>A cimeira deverá incluir também discussões sobre energia, nomeadamente o projeto do gasoduto Força da Sibéria 2. Segundo o Kremlin, a infraestrutura poderá, no futuro, transportar até mais 50 mil milhões de metros cúbicos de gás por ano dos campos do Ártico russo para a China, através da Mongólia.</p>
<p>O projeto é estratégico para Moscovo, que procura reforçar as exportações energéticas para a Ásia depois da quebra nas relações com a Europa. Para Pequim, a ligação poderá representar uma fonte adicional de abastecimento energético, num quadro de crescente proximidade económica e política com a Rússia.</p>
<p>Apesar da negação chinesa, a polémica expõe a delicadeza do equilíbrio diplomático de Pequim. A China tem mantido uma relação próxima com Moscovo, mas procura simultaneamente preservar margem de manobra nas relações com Washington e evitar ser apresentada como parte direta no conflito na Ucrânia.</p>
<p>A chegada de Putin a Pequim, imediatamente após a divulgação e desmentido da alegada conversa entre Xi e Trump, reforça a atenção internacional sobre os sinais públicos e privados da relação entre os três líderes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764780]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Operação Marquês: Advogado admite entrega de 10 mil euros a motorista de Sócrates</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/operacao-marques-advogado-admite-entrega-de-10-mil-euros-a-motorista-de-socrates/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 12:32:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um advogado acusado no processo Operação Marquês confirmou hoje que entregou 10 mil euros ao motorista de José Sócrates a pedido do alegado testa-de-ferro do antigo primeiro-ministro, mas garantiu nunca ter sentido estar a cometer crimes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um advogado acusado no processo Operação Marquês confirmou hoje que entregou 10 mil euros ao motorista de José Sócrates a pedido do alegado testa-de-ferro do antigo primeiro-ministro, mas garantiu nunca ter sentido estar a cometer crimes.</p>
<p>Gonçalo Trindade Ferreira, de 50 anos, trabalhou há mais de uma década para uma empresa de Carlos Santos Silva &#8211; considerado pelo Ministério Público um dos testas-de-ferro de José Sócrates &#8211; e responde por três crimes de branqueamento de capitais: dois por ter tratado da documentação da compra de casas na Grande Lisboa e em Paris (França), negócios alegadamente usados para fazer chegar dinheiro à esfera do ex-governante, e um relativo a 200 mil euros guardados num cofre bancário.</p>
<p>Interrogado hoje no julgamento da Operação Marquês, em Lisboa, o advogado atestou a existência do cofre com 200 mil euros, ressalvando que o montante era de Carlos Santos Silva e funcionava como fundo de maneio para despesas que fossem necessárias nas empresas do engenheiro.</p>
<p>&#8220;Este valor não foi entregue de uma vez só. Na altura, estávamos um bocadinho antes do colapso do BES [Banco Espírito Santo] e tínhamos muitos trabalhadores espalhados pelo Brasil, pela Argélia, pela Venezuela. Tínhamos muitas obras. E o engenheiro [Carlos Santos Silva] disse-me que eu era a pessoa que tinha ligação com muitos funcionários e se eu queria guardar alguma quantia para o caso de ser necessário&#8221;, explicou.</p>
<p>Numa ocasião, porém, acabou por levar um envelope com 10 mil euros ao então motorista de José Sócrates, que não tinha qualquer ligação profissional ao empresário para o qual prestava serviços.</p>
<p>&#8220;A única vez que [o dinheiro] me veio parar às mãos foram os 10 mil euros para o João Perna. [Carlos Santos Silva] não disse o que estava lá dentro, mas era o envelope que entregara e deixara naquela manhã&#8221;, contou.</p>
<p>O advogado acrescentou que entregou também envelopes à ex-mulher do chefe de Governo entre 2005 e 2011, que acreditou conterem documentação e não dinheiro.</p>
<p>Para o Ministério Público, as quantias pertenceriam na realidade a José Sócrates e não a Carlos Santos Silva e resultariam de atos de corrupção.</p>
<p>Hoje, Gonçalo Trindade Ferreira assegurou ainda que tudo o que fez no âmbito dos negócios das casas da Grande Lisboa e de Paris foram na condição de advogado, incluindo a redação de um contrato de arrendamento na capital francesa com efeitos retroativos, em que o senhorio era Carlos Santos Silva e o inquilino José Sócrates.</p>
<p>&#8220;Em momento algum senti que estava a cometer o que quer que seja. Estava a cumprir o meu dever&#8221;, afirmou, insistindo que só conheceu o antigo primeiro-ministro na véspera de ser detido, em novembro de 2014, e que, na altura, &#8220;era miúdo&#8221; e &#8220;estava deslumbrado de poder sair de manhã de Lisboa para ir a Paris para ir fazer uma visita&#8221;.</p>
<p>José Sócrates, de 68 anos, Carlos Santos Silva, de 67, João Perna, de 56, Sofia Fava, da mesma idade, e Gonçalo Trindade Ferreira são cinco dos 21 arguidos no processo, que têm, em geral, negado a prática dos 117 crimes económico-financeiros que globalmente lhes são imputados.</p>
<p>O ex-governante socialista responde, entre outros crimes, por três corrupção, por ter, alegadamente, recebido dinheiro para beneficiar o grupo Lena, o Grupo Espírito Santo (GES) e o &#8216;resort&#8217; algarvio de Vale do Lobo.</p>
<p>O julgamento começou em 03 de julho de 2025 no Tribunal Central Criminal de Lisboa e os ilícitos terão sido praticados entre 2005 e 2014.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764791]]></sapo:autor>
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		<title>O seu próximo carro vai vigiar se está distraído: novas regras europeias chegam em julho. O que está em causa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 12:19:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Medida faz parte do Regulamento Geral de Segurança aprovado pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho da União Europeia, no âmbito da estratégia europeia de redução da sinistralidade rodoviária e da meta de alcançar “zero mortes” nas estradas até 2050]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de julho, os veículos novos matriculados na União Europeia terão de incorporar um conjunto alargado de sistemas obrigatórios de segurança, incluindo tecnologias capazes de monitorizar o comportamento do condutor, detetar distrações e registar dados do veículo antes, durante e depois de um acidente, avança o &#8216;HuffPost&#8217;.</p>
<p>A medida faz parte do Regulamento Geral de Segurança aprovado pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho da União Europeia, no âmbito da estratégia europeia de redução da sinistralidade rodoviária e da meta de alcançar “zero mortes” nas estradas até 2050.</p>
<p>Algumas destas tecnologias já eram obrigatórias desde 2024 para novos modelos homologados, mas 7 de julho de 2026 marcará uma nova fase. A partir dessa data, nenhum carro novo poderá ser matriculado na União Europeia se não integrar todos os sistemas avançados de segurança previstos na regulamentação.</p>
<p>Uma das principais novidades será o sistema avançado de alerta de distração do condutor, conhecido pela sigla ADDW. Na prática, estes sistemas recorrem a câmaras interiores, sensores e algoritmos para analisar a atenção do condutor, incluindo a direção do olhar ou o tempo durante o qual desvia os olhos da estrada.</p>
<p>Quando o veículo deteta uma distração prolongada, pode ativar alertas sonoros e visuais para chamar a atenção do condutor para o risco. O objetivo é reduzir acidentes associados a falhas humanas, distrações ou perda de atenção ao volante.</p>
<p>As regras europeias preveem, contudo, limites ao tratamento de dados. Estes sistemas terão de respeitar a privacidade dos ocupantes, não poderão recorrer a reconhecimento facial e não deverão armazenar dados pessoais de forma permanente ou reter informação considerada desnecessária sobre o condutor.</p>
<p>A UE justifica o reforço tecnológico com o peso do erro humano na sinistralidade rodoviária. De acordo com os dados citados pelo &#8216;HuffPost&#8217;, cerca de 95% dos acidentes estão associados a erro humano, distrações ou falhas na condução. Em 2024, quase 19.800 pessoas morreram nas estradas europeias e mais de 100 mil ficaram gravemente feridas.</p>
<p>Outra alteração relevante será a generalização do Registador de Dados de Incidentes, conhecido como EDR ou ‘caixa preta’. Este dispositivo registará parâmetros do veículo imediatamente antes, durante e depois de um acidente, permitindo uma reconstrução técnica mais rigorosa.</p>
<p>Entre os dados recolhidos poderão estar a velocidade do veículo, a travagem, a posição do volante, a inclinação do carro e a ativação dos sistemas de segurança. A finalidade é apoiar investigações de acidentes e melhorar a análise das causas de colisões, mas as regras europeias determinam que os dados devem ser anonimizados e protegidos contra utilizações indevidas.</p>
<p>Os veículos novos terão ainda de incluir uma interface preparada para a instalação de alcoolímetros antiarranque, conhecidos como ‘Alcolock’. Isto não significa que todos os carros passem a trazer um alcoolímetro de série, mas sim que terão de sair de fábrica tecnicamente preparados para o receber, caso um Estado-membro decida impor esse sistema em determinados contextos.</p>
<p>Alguns países europeus já utilizam estes dispositivos em casos específicos, nomeadamente para condutores reincidentes em infrações relacionadas com álcool ou em determinadas frotas profissionais.</p>
<p>O pacote de segurança inclui ainda outras tecnologias que já começaram a chegar progressivamente aos veículos novos, como assistente inteligente de velocidade, deteção de marcha-atrás, sistemas de manutenção na faixa, travagem automática de emergência, controlo inteligente da pressão dos pneus e deteção de sonolência.</p>
<p>Para a indústria automóvel, a nova regulamentação representa uma mudança relevante no desenho dos sistemas eletrónicos e de assistência à condução. Bruxelas quer que estas tecnologias deixem de ser opcionais associadas sobretudo a modelos mais caros e passem a integrar o equipamento de série dos carros novos.</p>
<p>A estratégia europeia assenta na ideia de que a segurança rodoviária dependerá cada vez mais de veículos automatizados, conectados e capazes de intervir antes de um acidente acontecer. Para os condutores, isso significa carros mais atentos ao comportamento de quem vai ao volante, mas também mais dados, mais sensores e uma nova relação entre segurança, privacidade e tecnologia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764785]]></sapo:autor>
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		<title>Ordem quer redimensionar listas de utentes e recrutamento de médicos permanente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 12:11:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Medidas fazem parte das 18 propostas que a Ordem dos Médicos vai na sexta-feira entregar ao Ministério da Saúde e que foram hoje apresentadas em conferência de imprensa, pelo bastonário dos médicos, Carlos Cortes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ordem dos Médicos quer redimensionar as listas de utentes, criar com urgência um registo de saúde único e que o recrutamento seja permanente e flexível para atrair mais médicos de família para o Serviço Nacional de Saúde.</p>
<p>Estas medidas fazem parte das 18 propostas que a Ordem dos Médicos vai na sexta-feira entregar ao Ministério da Saúde e que foram hoje apresentadas em conferência de imprensa, pelo bastonário dos médicos, Carlos Cortes.</p>
<p>O documento com as 18 medidas, arrumadas em três eixos &#8212; Acesso universal e equitativo; Valorização do médico de família e Governação eficaz e liderança clínica &#8212; sugere ainda a desburocratização do sistema, eliminando a intervenção médica obrigatória em atos administrativos de baixo valor clínico.</p>
<p>&#8220;Entre 20% a 30% do tempo dos médicos de família não é dedicado aos seus utentes, mas sim a burocracia completamente desnecessária, que podia ser tratada por outros profissionais, nomeadamente na área do secretariado clínico&#8221;, disse Carlos Cortes, em declarações aos jornalistas na Ordem dos Médicos, numa conferência de imprensa em que também assinalou o Dia Mundial do Médico de Família.</p>
<p>Ladeado pela presidente do colégio da especialidade de Medicina Geral e Familiar , Paula Broeiro, o bastonário sublinhou que este &#8220;documento estratégico do consenso&#8221; com as propostas para aumentar a atratividade de médicos de família &#8220;é dinâmico&#8221; e será entregue também na Assembleia da República e na Presidência da República.</p>
<p>&#8220;Neste momento, já temos 18 medidas, poderão ser acrescentadas mais porque ainda vamos continuar a reunião, mas para o Ministério da Saúde ter aqui instrumentos muito concretos para poder aplicar no terreno&#8221;, disse o bastonário.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764770]]></sapo:autor>
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		<title>Proposta de lei de revisão da lei laboral deu entrada na AR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 12:10:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A proposta de lei do Governo de revisão da legislação laboral deu hoje entrada no 'site' da Assembleia da República, depois de ter sido aprovada em Conselho de Ministros na quinta-feira passada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A proposta de lei do Governo de revisão da legislação laboral deu hoje entrada no &#8216;site&#8217; da Assembleia da República, depois de ter sido aprovada em Conselho de Ministros na quinta-feira passada. </P><br />
<P>No documento, que conta com cerca de 80 páginas, o Governo começa por expor os motivos que levaram à decisão de avançar com alterações ao Código do Trabalho, referindo que a atual legislação está &#8220;a ancorada nos modelos tradicionais de trabalho&#8221; e  &#8220;experimenta dificuldades perante os desafios do trabalho na era digital&#8221;. </P><br />
<P>O executivo liderado por Luís Montenegro salienta que a revisão da legislação laboral era um dos compromissos assumidos no acordo tripartido de valorização salarial e o crescimento económico para 2025-2028, assinado em outubro de 2024 e que &#8220;a prossecução&#8221; dos objetivos estabelecidos no programa do Governo &#8220;passa pela revisão da legislação laboral&#8221;.</P><br />
<P>A proposta de lei que deu entrada hoje no parlamento integra ainda &#8220;a transposição parcial da Diretiva (UE) 2024/2831 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 23 de outubro de 2024, relativa à melhoria das condições de trabalho em plataformas digitais&#8221;, nota ainda o Governo, defendendo que esta transposição permite a &#8220;melhoria das condições de trabalho e a proteção dos dados pessoais no trabalho em plataformas digitais&#8221;. </P><br />
<P>A proposta de lei do Governo aprovada em Conselho de Ministros na passada quinta-feira contempla &#8220;mais de 50 alterações&#8221; ao anteprojeto inicial, das quais 12 provenientes da UGT, disse então a ministra do Trabalho.</P></p>
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		<title>Ébola: OMS alerta que epidemia pode prolongar-se na RD Congo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 12:07:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou hoje que a epidemia de Ébola na República Democrática do Congo (RDCongo) pode prolongar-se, anunciando que está a analisar quais as vacinas e tratamentos a ser utilizados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou hoje que a epidemia de Ébola na República Democrática do Congo (RDCongo) pode prolongar-se, anunciando que está a analisar quais as vacinas e tratamentos a ser utilizados. </P><br />
<P>&#8220;Não creio que esta epidemia termine dentro de dois meses. A dimensão da epidemia dependerá da rapidez da nossa resposta, da nossa capacidade de travar rapidamente a transmissão. Não dispomos de vacina e, por isso, temos de contar com a cooperação da população&#8221;, declarou a representante da OMS, Anne Ancia.</P><br />
<P>Segundo Anne Ancia, a organização está a analisar quais são as vacinas ou tratamentos disponíveis a utilizar, num momento em que se registam mais de 100 mortes suspeitas de terem sido causadas pelo Ébola. </P><br />
<P>A OMS declarou que este surto da febre hemorrágica altamente contagiosa constitui uma emergência de saúde pública internacional e convocou hoje um comité de emergência.</P><br />
<P>Este comité deverá formular recomendações para fazer face à epidemia, relativamente à qual o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, se mostrou &#8220;profundamente preocupado&#8221; com a sua amplitude e rapidez.</P><br />
<P>Não existe qualquer vacina nem tratamento contra a nova estirpe Bundibugyo do vírus do Ébola, responsável pela última epidemia da doença que matou mais de 15.000 pessoas em África nos últimos 50 anos.</P><br />
<P>As vacinas só estão disponíveis para a estirpe Zaire, identificada em 1976.</P><br />
<P>Ancia afirmou que, por enquanto, os especialistas internacionais consideram que as vacinas para a estirpe Zaire &#8220;não podem ser utilizadas no âmbito da resposta atual&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É claro que é necessário realizar muito mais estudos a este nível e penso que iremos, de facto, discutir muito em breve as possibilidades de realizar ensaios clínicos&#8221;, acrescentou a representante.</P><br />
<P>O Presidente congolês, Félix Tshisekedi, apelou hoje à população para que &#8220;mantenha a calma&#8221; face à propagação do vírus e instruiu o &#8220;Governo a aplicar imediatamente todas as medidas necessárias para reforçar a resposta sanitária&#8221;.</P><br />
<P>O Ébola na RDCongo, país vizinho de Angola, já causou 131 mortos e 513 casos suspeitos, segundo os dados mais recentes das autoridades congolesas. </P><br />
<P>Uma morte foi reportada na vizinha Uganda e um caso foi confirmado no Sudão do Sul, que também faz fronteira com a RDCongo.</P><br />
<P>A RDCongo é regularmente afetada por epidemias do vírus Ébola, que se transmite através do contacto direto com sangue ou outros fluidos corporais de pessoas infetadas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, dores musculares, fraqueza, dores de cabeça, irritação da garganta, febre, vómitos, diarreia e hemorragias internas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Ensaio. Hyundai Ioniq 5: o SUV elétrico que redefine o equilíbrio entre design, engenharia e a inteligência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Farromba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 12:05:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[SUV crossover compacto do segmento D foi construído sobre uma plataforma dedicada para este fim]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há automóveis  que evoluem e há outros que redefinem paradigmas; o Ioniq 5 pertence claramente a esta última, não por rutura absoluta mas pela forma cirúrgica como aperfeiçoou uma base já consagrada e a transforma num dos elétricos mais completos da atualidade.</p>
<p>O SUV crossover compacto do segmento D foi construído sobre uma plataforma dedicada para este fim! Mas classificá-lo assim pode parecer redutor, pois, na prática, se olharmos para a distância entre eixos este  oferece uma habitabilidade do segmento claramente superior.</p>
<p>Pela mão criativa do designer da marca, o Ioniq 5 não segue tendências; ele cria a sua própria e, se na geração anterior eu não me sentia muito confortável com a imagem futurista, nesta considero que a imagem estilística foi apurada cirurgicamente e o carro torna-se bastante elegante e sofisticado.</p>
<p>Foi inspirado no concept car, com linhas geométricas minimalistas, linguagem Parametric Pixel que é exclusiva,  um capô de peça única e uma silheta crossover com proporções, diria, retrofuturistas.</p>
<p>E por isso o 5 continua a provocar reações, não pelo excesso, mas pela sua pureza do design! Percebe-se que é um produto global com estratégia industrial distribuída, que a engenharia se mantém coreana, com o desenvolvimento centrada nas equipas de mobilidade da Hyundai; uma vantagem clara na consistência do produto.</p>
<p>O Ioniq 5 evoluiu bastante; hoje possui arquitetura de 800 volts, carregamento superrápido &#8211; cerca de 350 km em 18 minutos &#8211;  e há uma distribuição muito mais otimizada das massas. O 5 que conduzo tem a bateria de 84 kWh e uma autonomia superior a 600km (na prática fará uns 500).</p>
<p>Percebe-se que a direção é precisa e filtrada e que a suspensão foi afinada para absorver irregularidades; sente-se mesmo uma melhor filtragem! Não tenta ser um desportivo, e isso é um elogio, pois  a entrega de potência é linear, previsível e silenciosa, mas sobretudo nota-se uma robustez que, neste mercado às vezes não é fácil de encontrar em termos de habitáculo.</p>
<p>Por falar nele é muito mais tradicional que o exterior, com uma consola central deslizante, bancos reclináveis tipo lounge, dois ecrãs integrados de 12,3 polegadas e apostaram muito no que começa a ser obrigatório na indústria: a aposta em materiais reciclados e ecoprocessados, num design diria que minimalista e simples.</p>
<p>Percebe-se também, e esta é uma grande diferença face ao modelo anterior, a ergonomia foi superiormente refinada, retornando também aos botões físicos e, desta vez, numa disposição bastante diferente, toda concentrada num único local e muito bem conseguida.</p>
<p>Em termos de sistemas de AI evoluiu com este novo cockpit digital, com as habituais atualizações OTA e o carro continua a ter o que já é óbvio em quase todos: o planeamento inteligente das rotas. Também este modelo não usa Marketing AI mas sim AI funcional, e o que pretendo dizer com isto é que ele faz uma gestão energética inteligente, o planeamento do carregamento é adaptativo e os sistemas ADAS  têm uma evolução preditiva em vez de reativa.</p>
<p>Destaco talvez a estrutura em aço de alta resistência, claramente um upgrade enorme na perceção de qualidade consistente. Ele não tem apenas bom aspeto, sente-se sólido. O eixo traseiro, por exemplo, recebeu melhorias acústicas importantes precisamente para reduzir o ruído em baixa frequência, a rigidez estrutural foi reforçada para minimizar as vibrações na direção e a arquitetura que foi desenvolvida para este modelo permite uma redistribuição espacial interna única que a aproxima de um salão sobre rodas.</p>
<p>Em termos de público alvo, voltamos a destacar todos aqueles profissionais urbanos com consciência tecnológica, os early adopters da mobilidade elétrica e famílias que valorizam o espaço e conforto.</p>
<p>Não é um automóvel emocional mas racional e é isso que o torna bastante bom. Em termos de preços começa nos 45.000 até à versão mais equipada que fica perto dos 59000€.</p>
<p>A autonomia não só é consistente com a informação oficial como é surpreendente que deixamos de ter o pavor da autonomia.</p>
<p>Em resumo, o Hyundai superou as minhas expectativas iniciais porque a melhoria face à geração anterior é enorme, o que não significa que o outro produto fosse abaixo da média. Não, de todo! Mas o refinamento que foi feito é absolutamente considerável até mesmo nos bancos se sente a diferença desse conforto mas também nos materiais suaves ao toque, na sensação de solidez e robustez mas também no automóvel bastante confortável e bastante intuitivo.</p>

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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_763900]]></sapo:autor>
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		<title>Reino Unido avisado por Bruxelas: Regresso à União Europeia será sem privilégios nem exceções</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 11:53:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Reino Unido poderá ser recebido de forma favorável caso decida regressar à União Europeia, mas dificilmente voltará a beneficiar das condições especiais que teve durante décadas enquanto Estado-membro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Reino Unido poderá ser recebido de forma favorável caso decida regressar à União Europeia, mas dificilmente voltará a beneficiar das condições especiais que teve durante décadas enquanto Estado-membro. O aviso é deixado por antigos responsáveis europeus envolvidos nas negociações do Brexit, que consideram improvável qualquer novo acordo “à medida” para Londres, defendendo que uma eventual reintegração teria de acontecer nos mesmos moldes aplicados aos restantes países da União.</p>
<p>Segundo o jornal britânico The Guardian, vários veteranos das negociações do Brexit acreditam que os Estados-membros europeus manteriam uma postura “acolhedora”, mas simultaneamente “pragmática e firme”, perante uma eventual candidatura britânica. Georg Riekeles, antigo conselheiro da task force europeia para o Brexit, afirmou que existe uma necessidade estratégica de cooperação entre Bruxelas e Londres, sobretudo perante o atual contexto internacional, mas rejeitou a possibilidade de regressar ao modelo de “excecionalismo britânico” que marcou a permanência do Reino Unido no bloco europeu. “O preço da reentrada seria uma adesão em condições normais”, sustentou.</p>
<p>Durante os 47 anos em que integrou a União Europeia, o Reino Unido conseguiu negociar um estatuto considerado único dentro do projeto europeu, mantendo isenções em áreas centrais como a moeda única e o espaço Schengen, além de obter um mecanismo de compensação financeira nas contribuições para o orçamento comunitário. Sandro Gozi, antigo ministro dos Assuntos Europeus de Itália e atual eurodeputado, considerou que esse modelo “desapareceu” e avisou que futuras negociações teriam de abordar todas as exigências aplicadas a qualquer país candidato, incluindo a adesão ao euro e à livre circulação no espaço Schengen.</p>
<p>O debate sobre um eventual regresso britânico à UE ganhou novo fôlego após declarações recentes de dirigentes trabalhistas. Wes Streeting defendeu durante o fim de semana que o Reino Unido deveria voltar à União Europeia no futuro, enquanto Andy Burnham, presidente da câmara de Greater Manchester e potencial candidato à liderança trabalhista, já admitiu anteriormente desejar ver o país novamente integrado no bloco europeu ainda durante a sua vida. Ainda assim, Burnham esclareceu entretanto que não avançaria com esse objetivo a curto prazo caso chegasse ao cargo de primeiro-ministro.</p>
<p>Para os antigos responsáveis europeus, o contexto geopolítico atual alterou profundamente a relação entre Londres e Bruxelas. Georg Riekeles argumentou que “o mundo do Brexit desapareceu”, apontando para a pressão exercida pelo militarismo russo, pela competição económica chinesa e pela política externa dos Estados Unidos sob Donald Trump. O antigo responsável europeu defendeu que Reino Unido e União Europeia pertencem hoje ao “mesmo espaço estratégico”, mas alertou que Bruxelas só avançaria seriamente com um processo de reentrada caso existisse um consenso nacional sólido e duradouro em território britânico.</p>
<p>Além da possibilidade de adesão plena, responsáveis europeus admitem soluções intermédias para reforçar a cooperação entre ambas as partes. Sandro Gozi referiu, por exemplo, a hipótese de o Reino Unido se associar ao mercado único europeu ou participar num futuro conselho europeu de segurança e defesa. Ainda assim, frisou que caberá ao próprio Reino Unido decidir claramente qual o caminho que pretende seguir. Também o ministro dos Negócios Estrangeiros da Polónia, Radosław Sikorski, já tinha alertado este mês que Londres não deve esperar recuperar a antiga “adesão à la carte”, defendendo que as elites britânicas precisam de aceitar que maiores benefícios europeus implicam igualmente maior partilha de soberania.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764742]]></sapo:autor>
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		<title>“A economia da IA favorece escala e investimento, o que tende a concentrar mercado em poucos grandes players”, diz especialista em Direito da Concorrência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 11:49:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Concorrência]]></category>
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		<category><![CDATA[Especialista]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Para compreender os desafios que a IA coloca aos mercados e aos reguladores, a Executive Digest falou com Sílvia Bessa Venda, professora de Direito da Universidade Portucalense e especialista em Direito da Concorrência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Inteligência Artificial está a redesenhar rapidamente as dinâmicas da economia digital, levantando novas questões sobre poder de mercado, concorrência e regulação.</p>
<p>À medida que os grandes operadores tecnológicos reforçam o controlo sobre dados, infraestruturas e capacidade computacional, cresce o debate sobre o risco de concentração excessiva e sobre a eficácia dos instrumentos regulatórios existentes na Europa.</p>
<p>Neste contexto, o Direito da Concorrência assume um papel cada vez mais central — mas também mais complexo — na tentativa de equilibrar inovação, competição e proteção dos consumidores. Para compreender os desafios que a IA coloca aos mercados e aos reguladores, a Executive Digest falou com Sílvia Bessa Venda, p<span data-olk-copy-source="MessageBody">rofessora de Direito da Universidade Portucalense e </span>especialista em Direito da Concorrência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que distingue os desafios concorrenciais da IA face aos das big tech tradicionais?</strong></p>
<p>Os desafios não são inteiramente novos, mas tornam se mais intensos e sofisticados. Nos últimos anos, o Direito da Concorrência passou a olhar menos para comportamentos isolados das big tech e mais para o seu poder estrutural de mercado, em especial o controlo de infraestruturas digitais essenciais.</p>
<p>A AI reforça esta lógica e acrescenta uma camada: o potencial de redução da concorrência efetiva através de mecanismos automáticos de coordenação. Sistemas baseados em IA podem aprender e ajustar estratégias de forma contínua, diminuindo a incerteza estratégica entre empresas e facilitando formas de colusão tácita, difíceis de detetar e de enquadrar nos conceitos de acordo ou concertação.</p>
<p>Quem controla dados, modelos, cloud e capacidade computacional pode, assim, distorcer a concorrência de forma mais rápida, opaca e persistente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A IA deve ser vista como um mercado autónomo ou como uma camada transversal a vários mercados?</strong></p>
<p>Sobretudo como uma camada transversal. Tal como as plataformas digitais moldaram vários mercados ao controlar search, app stores ou publicidade online, a IA funciona como uma infraestrutura horizontal que atravessa múltiplos mercados e amplifica posições dominantes já existentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A concentração de dados, talento e capacidade computacional em empresas como a OpenAI, a Microsoft ou a Google pode criar novas barreiras à entrada?</strong></p>
<p>Sim. Este tipo de concentração é precisamente o foco atual da enforcement concorrencial: não apenas práticas de exclusão explícitas, mas situações em que poucos operadores controlam os inputs essenciais para competir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Estamos a caminhar para um oligopólio global da Inteligência Artificial?</strong></p>
<p>Existe esse risco. A economia da IA favorece escala e investimento intensivo, o que tende a concentrar o mercado em poucos grandes players capazes de controlar infraestruturas críticas e definir padrões tecnológicos. Neste contexto, a concorrência pode tornar‑se menos dinâmica, mesmo sem estratégias anticompetitivas explícitas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O quadro europeu, com instrumentos como o Digital Markets Act e o Digital Services Act, está preparado para lidar com a IA?</strong></p>
<p>Apenas em parte. O DMA atua sobre o poder económico estrutural, impondo obrigações a grandes plataformas (gatekeepers) que controlam infraestruturas digitais essenciais, como motores de busca, sistemas operativos, cloud ou publicidade online. No entanto, a IA não é atualmente qualificada como um “core platform service” autónomo, pelo que a sua relevância só é captada quando integrada em serviços já designados.</p>
<p>O DSA tem um enfoque distinto, centrando‑se nos riscos sistémicos associados às plataformas online, como impactos sobre direitos fundamentais, desinformação ou manipulação algorítmica. Exige, por isso, avaliações sobre o papel dos sistemas algorítmicos, incluindo os baseados em IA. Ainda assim, ambos os instrumentos foram desenhados sobretudo para plataformas digitais tradicionais e não captam plenamente as especificidades económicas e técnicas da IA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O futuro AI Act será suficiente para prevenir distorções de concorrência ou chega “tarde demais”?</strong></p>
<p>O AI Act é um passo importante porque regula a própria tecnologia de IA, independentemente de quem a desenvolve ou utiliza, mas não é um instrumento de concorrência. Foca se na governação, segurança e direitos fundamentais, procurando mitigar riscos como erosão da autonomia individual ou impactos desproporcionais sobre grupos vulneráveis. A prevenção de distorções concorrenciais continuará a depender do Direito da Concorrência e da vigilância sobre a forma como a IA é utilizada para reforçar posições dominantes, criar barreiras à entrada ou facilitar práticas colusivas. O verdadeiro desafio estará, portanto, na articulação eficaz entre estes regimes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Que riscos concretos podem surgir para os consumidores com a concentração no mercado da IA?</strong></p>
<p>Menor escolha, preços mais elevados a médio prazo e menos inovação. Acrescem riscos associados a decisões automatizadas pouco transparentes, resultados cada vez mais homogéneos e discriminação algorítmica difícil de detetar, o que torna mais complexa a defesa efetiva dos direitos dos consumidores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pequenas e médias empresas estão em risco de ficar excluídas desta nova economia?</strong></p>
<p>Sim, sobretudo se o acesso à IA depender de um número reduzido de infraestruturas controladas por grandes operadores. As PMEs podem tornar‑se tecnologicamente dependentes, com menor capacidade para inovar, diferenciar‑se ou competir em condições equitativas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O acesso aberto (open source) pode ser um contrapeso real ao poder das grandes tecnológicas?</strong></p>
<p>Pode funcionar como um fator de equilíbrio, mas não é suficiente por si só. O open source reduz dependência tecnológica, mas não elimina assimetrias no acesso a dados ou capacidade computacional, que continuam a concentrar poder económico e influência competitiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como imagina o mercado da IA daqui a 5 a 10 anos?</strong></p>
<p>Um mercado mais regulado, mas ainda concentrado. O grande desafio será garantir que a IA continua a impulsionar inovação e ganhos de eficiência, sem sacrificar a concorrência efetiva, a liberdade de escolha e os benefícios concretos para empresas e consumidores.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764743]]></sapo:autor>
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		<title>Teerão endurece posição sobre Ormuz e diz que estreito “permanecerá para sempre” sob controlo iraniano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 11:47:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Responsável iraniano classificou o estreito como uma “alavanca económica, política e militar abrangente”, numa altura em que a passagem estratégica continua no centro da crise internacional provocada pela guerra]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Estreito de Ormuz “permanecerá para sempre na posse e sob a administração” de Teerão, afirmou Ebrahim Azizi, presidente da comissão de segurança nacional do Parlamento iraniano, em declarações divulgadas pela agência estatal &#8216;ISNA&#8217; e citadas pela &#8216;Sky News&#8217;.</p>
<p>O responsável iraniano classificou o estreito como uma “alavanca económica, política e militar abrangente”, numa altura em que a passagem estratégica continua no centro da crise internacional provocada pela guerra. A posição de Teerão reforça a leitura de que o Irão vê Ormuz não apenas como uma rota marítima, mas como um instrumento de pressão geopolítica.</p>
<p>O Estreito de Ormuz é uma das passagens energéticas mais importantes do mundo. Por esta rota circula cerca de 20% do petróleo e do gás natural liquefeito a nível global, o que transforma qualquer interrupção na navegação num risco imediato para os mercados de energia, para os preços dos combustíveis e para cadeias de abastecimento internacionais.</p>
<p>No início da guerra, o Irão bloqueou o estreito, levando posteriormente os Estados Unidos a avançarem com o seu próprio bloqueio naval em resposta. Apesar de o Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano garantir que foram tomadas medidas para restabelecer o fluxo de navios, grande parte das embarcações continua retida na região, mantendo a pressão sobre o comércio internacional.</p>
<p>A pressão diplomática ocidental tem aumentado, com o Reino Unido a defender a reabertura plena da navegação. A ministra britânica dos Negócios Estrangeiros, Yvette Cooper, já tinha apelado à retoma total do transporte marítimo através do Estreito de Ormuz, alertando para o impacto económico global da continuação das restrições.</p>
<p>A preocupação não se limita ao petróleo e ao gás. Cooper avisou que o mundo está a “caminhar sonâmbulo para uma crise alimentar global” caso o bloqueio se prolongue, devido ao impacto sobre o transporte de fertilizantes e outros bens essenciais. O &#8216;The Guardian&#8217; noticiou esta terça-feira que a chefe da diplomacia britânica pediu medidas urgentes para libertar o fornecimento de fertilizantes e evitar uma nova escalada nos preços alimentares.</p>
<p>A crise em Ormuz tem também mobilizado uma coligação internacional mais ampla. Mais de 40 países participaram recentemente em discussões sobre formas de pressionar Teerão a reabrir a passagem, incluindo medidas diplomáticas, económicas e eventuais mecanismos para garantir corredores humanitários e comerciais.</p>
<p>A declaração de Ebrahim Azizi indica, contudo, que o Irão não pretende abdicar facilmente do controlo político sobre o estreito. Ao apresentar Ormuz como uma ferramenta económica, militar e estratégica, Teerão sinaliza que a reabertura total da passagem poderá depender não apenas de condições operacionais, mas também de negociações mais amplas sobre segurança regional, sanções e liberdade de navegação.</p>
<p>Para os mercados internacionais, o risco continua elevado. Enquanto a circulação de navios não for normalizada, a crise no Estreito de Ormuz deverá manter pressão sobre energia, transportes, fertilizantes e alimentos, com consequências que podem ir muito além do Médio Oriente.</p>
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