<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 01 Jun 2026 14:27:34 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Noruega e Islândia olham de novo para a UE: pesca, Trump e segurança reabrem debate antigo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/noruega-e-islandia-olham-de-novo-para-a-ue-pesca-trump-e-seguranca-reabrem-debate-antigo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/noruega-e-islandia-olham-de-novo-para-a-ue-pesca-trump-e-seguranca-reabrem-debate-antigo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:25:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Islândia]]></category>
		<category><![CDATA[noruega]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=770613</guid>

					<description><![CDATA[Noruega e Islândia já vivem parcialmente integradas no espaço económico europeu através da Associação Europeia de Livre Comércio, a EFTA, mas nunca aderiram plenamente à União Europeia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Noruega e a Islândia estão a reavaliar a sua relação com a União Europeia, num momento em que a instabilidade geopolítica, as ambições de Donald Trump no Ártico e a crescente pressão sobre a segurança europeia estão a mudar contas que durante décadas pareciam fechadas, escreve o &#8216;El Economista&#8217;.</p>
<p>O debate não é novo. Noruega e Islândia já vivem parcialmente integradas no espaço económico europeu através da Associação Europeia de Livre Comércio, a EFTA, mas nunca aderiram plenamente à União Europeia. Na prática, beneficiam do acesso ao mercado europeu, com menos barreiras comerciais, mas continuam fora das decisões políticas e comerciais tomadas em Bruxelas.</p>
<p>Durante anos, esse equilíbrio foi suficiente. Permitia vender para um dos mercados mais ricos do mundo, manter autonomia nacional e proteger setores considerados estratégicos. Mas o contexto mudou. O ministro dos Negócios Estrangeiros norueguês, Espen Barth Eide, afirmou, em entrevista ao &#8216;Financial Times&#8217;, que o “mundo idílico” vivido pelo país nos últimos 30 anos deu lugar a um “mundo de loucura”, marcado por uma competição mais agressiva entre grandes potências.</p>
<p>Na Islândia, o tema vai regressar às urnas. O país deverá realizar um referendo em agosto para decidir se reabre as negociações de adesão à União Europeia, suspensas depois da crise financeira de 2008-2014.</p>
<p><strong>A pesca continua a ser o grande obstáculo</strong></p>
<p>Apesar do novo ambiente internacional, há um elemento que continua a pesar como há décadas: a pesca.</p>
<p>Na Noruega, o setor foi determinante nos dois referendos sobre a adesão à União Europeia. O país votou contra a entrada em 1972 e voltou a rejeitá-la em 1994. Espen Barth Eide recorda que, em ambos os momentos, “a pesca foi um fator determinante”, juntamente com a agricultura.</p>
<p>A razão é simples. A pesca é o segundo maior setor de exportação da Noruega, apenas atrás dos hidrocarbonetos. Na Islândia, é o principal setor exportador. O mesmo acontece na Gronelândia e nas Ilhas Faroé, territórios árticos onde a relação com Bruxelas é frequentemente vista através da proteção dos recursos marítimos.</p>
<p>A adesão plena à União Europeia implicaria negociar ou aceitar regras comuns sobre quotas, acesso a águas territoriais e política de pescas. Para países cuja economia e identidade política estão fortemente ligadas ao controlo dos mares, esse continua a ser um ponto sensível.</p>
<p><strong>O novo peso da segurança</strong></p>
<p>O que está a mudar é o peso da segurança no debate europeu. Até agora, a questão da adesão era sobretudo económica: acesso ao mercado, comércio, tarifas e capacidade de exportação. Agora, a discussão passou também a incluir defesa, proteção política e capacidade de resposta a pressões externas.</p>
<p>O chefe da diplomacia norueguesa reconhece que a União Europeia está a usar instrumentos que antes pareciam secundários, como política comercial, mecanismos anticoerção, plano de rearme e união aduaneira. “Precisamente as ferramentas a que decidimos não aderir”, afirmou.</p>
<p>Esta constatação tornou-se mais urgente depois das ameaças de Donald Trump sobre a Gronelândia. Em janeiro, o Presidente americano alarmou a Europa ao admitir a possibilidade de recorrer à força caso a Dinamarca não cedesse a soberania sobre a ilha ártica.</p>
<p>A reação europeia foi imediata. Uma coligação de países, incluindo Reino Unido, França e Alemanha, enviou tropas para a Gronelândia para demonstrar apoio à Dinamarca e ao território autónomo. A televisão pública dinamarquesa revelou ainda que Copenhaga se preparou para um eventual confronto com tropas americanas em solo gronelandês e chegou a desenhar uma estratégia de terra queimada.</p>
<p><strong>O Ártico aproxima-se da UE</strong></p>
<p>A retórica de Trump acabou por diminuir depois de o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, lhe prometer uma nova estrutura de segurança. Ainda assim, a inquietação ficou instalada.</p>
<p>De acordo com o &#8216;El Economista&#8217;, a consequência política tem sido visível em vários territórios do Norte da Europa: a Gronelândia estreitou relações com a Dinamarca, as Ilhas Faroé congelaram o processo de independência e a Islândia e a Noruega voltaram a discutir a relação com a União Europeia.</p>
<p>O pano de fundo é a crescente importância estratégica do Ártico. A região concentra recursos naturais, rotas marítimas emergentes e uma localização militar cada vez mais relevante num mundo marcado pela rivalidade entre Estados Unidos, China, Rússia e Europa.</p>
<p>Para países pequenos, ricos e tradicionalmente protegidos pela distância geográfica, a questão deixou de ser apenas comercial. A pergunta passou a ser se faz sentido continuar fora das decisões europeias num momento em que Bruxelas está a reforçar instrumentos de defesa económica, segurança e resposta a ameaças externas.</p>
<p><strong>Entre soberania e proteção</strong></p>
<p>A Noruega e a Islândia continuam longe de uma adesão garantida. Em ambos os países, a resistência interna é forte e a pesca mantém-se como linha vermelha. A entrada plena na UE poderia obrigar a concessões num setor vital para a economia e para a identidade nacional.</p>
<p>Mas a guerra na Ucrânia, a instabilidade transatlântica e as ameaças sobre a Gronelândia alteraram os termos do debate. A integração europeia já não é vista apenas como uma questão de comércio, mas também como uma forma de proteção política num mundo mais hostil.</p>
<p>A dúvida, agora, é se esse novo ambiente será suficiente para ultrapassar o velho obstáculo: o receio de perder controlo sobre o mar, os recursos e a pesca.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/noruega-e-islandia-olham-de-novo-para-a-ue-pesca-trump-e-seguranca-reabrem-debate-antigo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770613]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Combustíveis abaixo do Preço Eficiente: gasolina 1,7 cêntimos e gasóleo 4,9 cêntimos mais baratos, mas ISP sobe</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/combustiveis-abaixo-do-preco-eficiente-gasolina-17-centimos-e-gasoleo-49-centimos-mais-baratos-mas-isp-sobe/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/combustiveis-abaixo-do-preco-eficiente-gasolina-17-centimos-e-gasoleo-49-centimos-mais-baratos-mas-isp-sobe/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:11:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[ERSE]]></category>
		<category><![CDATA[isp]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=770604</guid>

					<description><![CDATA[Antes de impostos, o preço eficiente é de 0,961 euros por litro para a gasolina 95 simples e de 1,063 euros por litro para o gasóleo simples. Depois da carga fiscal, os valores finais ficam nos 1,938 euros por litro na gasolina e nos 1,911 euros por litro no gasóleo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) fixou em 1,938 euros por litro o Preço Eficiente da gasolina 95 simples para a semana de 1 a 7 de junho. No caso do gasóleo simples, o valor eficiente definido pela ERSE é de 1,911 euros por litro.</p>
<p>Antes de impostos, o preço eficiente é de 0,961 euros por litro para a gasolina 95 simples e de 1,063 euros por litro para o gasóleo simples. Depois da carga fiscal, os valores finais ficam nos 1,938 euros por litro na gasolina e nos 1,911 euros por litro no gasóleo.</p>
<p>Face à semana anterior, o preço eficiente registou uma descida de 6,6% na gasolina e de 7,6% no gasóleo. A evolução reflete não apenas a redução semanal das cotações internacionais, que caíram 13,2% no caso da gasolina 95 simples e 11,7% no caso do gasóleo simples, mas também a diminuição do sobrecusto de incorporação de biocombustíveis.</p>
<p>De acordo com a ERSE, a média dos Preços de Venda ao Público anunciados nos pórticos, conforme reportado no Balcão Único da Energia, ficou abaixo do preço eficiente em ambos os combustíveis. No caso da gasolina 95 simples, situou-se 1,7 cêntimos por litro abaixo do valor eficiente. No gasóleo simples, a diferença foi de 4,9 cêntimos por litro.</p>
<p>Em termos relativos, estes desvios correspondem a -0,8% na gasolina e -2,4% no gasóleo. Ou seja, os preços anunciados nos postos ficaram, em média, abaixo do valor eficiente calculado pelo regulador.</p>
<p>Quando são considerados os preços com descontos publicados pela Direção-Geral de Energia e Geologia, a diferença é ainda mais expressiva. A gasolina 95 simples apresentou um desvio de -2,5% face ao preço eficiente, equivalente a menos 5,2 cêntimos por litro. No gasóleo simples, o desvio foi de -5,5%, ou menos 11,2 cêntimos por litro.</p>
<p>A evolução dos preços continua a ser influenciada pela fiscalidade sobre os combustíveis. A Portaria n.º 427-A/2025/1, de 28 de novembro, fixou, com efeitos a 1 de dezembro de 2025, as taxas unitárias do ISP em 0,49752 euros por litro para a gasolina e 0,36160 euros por litro para o gasóleo. Desde então, no âmbito do mecanismo temporário e extraordinário de redução do ISP, estas taxas têm sido revistas semanalmente para acomodar a evolução dos preços e mitigar o impacto da volatilidade dos mercados internacionais no preço final pago pelos consumidores.</p>
<p>A Portaria n.º 242-B/2026/1, de 29 de maio, aplicável a partir de 1 de junho de 2026, procedeu a nova revisão das taxas unitárias do ISP, fixando-as em 0,45534 euros por litro na gasolina sem chumbo e 0,31718 euros por litro no gasóleo rodoviário. Estes valores integram a consignação de serviço rodoviário, correspondente a 0,087 euros por litro na gasolina e 0,111 euros por litro no gasóleo.</p>
<p>Face à semana anterior, esta revisão representa um aumento de cerca de 1,82 cêntimos por litro na gasolina e de 1,91 cêntimos por litro no gasóleo, antes de IVA. Ainda assim, a ERSE assinala que se mantém um alívio fiscal relevante face às taxas de dezembro de 2025: 4,22 cêntimos por litro na gasolina e 4,44 cêntimos por litro no gasóleo.</p>
<p>A estas taxas acresce a taxa de adicionamento sobre as emissões de CO₂, atualizada para 2026 pela Autoridade Tributária, correspondente a 0,15911 euros por litro na gasolina e 0,17334 euros por litro no gasóleo.</p>
<p>O preço eficiente é um valor médio semanal calculado pela ERSE. Resulta da soma de várias componentes, incluindo os preços dos combustíveis nos mercados internacionais de referência, os fretes marítimos, a logística primária, as reservas estratégicas e de segurança do Sistema Petrolífero Nacional, os sobrecustos com a incorporação de biocombustíveis, a componente de retalho e os respetivos impostos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/combustiveis-abaixo-do-preco-eficiente-gasolina-17-centimos-e-gasoleo-49-centimos-mais-baratos-mas-isp-sobe/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770604]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Monção e Melgaço abrem adegas ao público para celebrar o Alvarinho com dois dias de experiências entre vinhas (e é já este fim de semana)</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/moncao-e-melgaco-abrem-adegas-ao-publico-para-celebrar-o-alvarinho-com-dois-dias-de-experiencias-entre-vinhas-e-e-ja-este-fim-de-semana/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/moncao-e-melgaco-abrem-adegas-ao-publico-para-celebrar-o-alvarinho-com-dois-dias-de-experiencias-entre-vinhas-e-e-ja-este-fim-de-semana/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:11:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[melgaço]]></category>
		<category><![CDATA[Monção]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[vinhas]]></category>
		<category><![CDATA[vinho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=770608</guid>

					<description><![CDATA[A sub-região de Monção e Melgaço vai abrir as portas ao público nos dias 6 e 7 de junho para a primeira edição do Monção &#038; Melgaço Open Cellars Edition, uma iniciativa que reúne produtores de vinho, restaurantes, unidades hoteleiras, espaços culturais e empresas de animação turística num programa dedicado ao enoturismo e à valorização do território.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A sub-região de Monção e Melgaço vai abrir as portas ao público nos dias 6 e 7 de junho para a primeira edição do Monção &amp; Melgaço Open Cellars Edition, uma iniciativa que reúne produtores de vinho, restaurantes, unidades hoteleiras, espaços culturais e empresas de animação turística num programa dedicado ao enoturismo e à valorização do território.</p>
<p>Promovido pela Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), em parceria com os municípios de Monção e Melgaço e o Turismo do Porto e Norte de Portugal, o evento contará com a participação de 16 produtores de Vinhos Verdes da sub-região, que durante dois dias vão abrir as suas quintas e adegas para receber visitantes.</p>
<p>O programa inclui provas comentadas, visitas vínicas, harmonizações gastronómicas, workshops sensoriais, sunsets entre vinhas, experiências de natureza e aventura, provas especiais de Alvarinho, atividades culturais e iniciativas ligadas ao artesanato local. Estão ainda previstas propostas de alojamento temáticas para quem pretenda prolongar a experiência.</p>
<p>A maioria das atividades decorre entre as 10h00 e as 19h00. Enquanto algumas iniciativas são de acesso livre e gratuito, outras assumem um formato premium, com lotação limitada e necessidade de inscrição prévia.</p>
<p>A organização destaca que o evento pretende proporcionar uma experiência imersiva no território de Monção e Melgaço, combinando vinho, gastronomia, património e paisagem. Entre o rio Minho, as vinhas em encosta e as aldeias históricas, os visitantes terão oportunidade de conhecer mais de perto a região considerada o berço do Alvarinho.</p>
<p>“Monção e Melgaço é uma sub-Região com história mas que, actualmente, se caracteriza por uma harmoniosa convivência entre tradição e inovação, com quintas familiares históricas, produtores de referência internacional, novas gerações de enólogos e experiências de enoturismo cada vez mais diferenciadoras. Aqui, os Vinhos Verdes da sub-região de Monção &amp; Melgaço vivem-se para além da prova — nas adegas, na paisagem, na mesa e no contacto directo com quem o produz”, afirma Dora Simões, presidente da CVRVV.</p>
<p>O programa completo e as informações sobre reservas podem ser consultados na página oficial do evento.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/moncao-e-melgaco-abrem-adegas-ao-publico-para-celebrar-o-alvarinho-com-dois-dias-de-experiencias-entre-vinhas-e-e-ja-este-fim-de-semana/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770608]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Centros de retorno fora da UE e detenções até dois anos: Bruxelas prepara viragem dura na migração</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/centros-de-retorno-fora-da-ue-e-detencoes-ate-dois-anos-bruxelas-prepara-viragem-dura-na-migracao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/centros-de-retorno-fora-da-ue-e-detencoes-ate-dois-anos-bruxelas-prepara-viragem-dura-na-migracao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:01:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[imigração]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[Regulamento dos Retornos]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=770598</guid>

					<description><![CDATA[O acordo entre os Governos da União Europeia e o Parlamento Europeu deverá ficar fechado esta segunda-feira, em Bruxelas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia prepara-se para aprovar uma nova lei da migração que deverá alargar de forma significativa os poderes dos Estados-membros para expulsar migrantes sem direito a permanecer no bloco. A &#8216;Euronews&#8217; escreve que o Regulamento dos Retornos permitirá criar centros de retorno fora da UE, prolongar detenções e acelerar deportações, numa das viragens mais restritivas da política migratória europeia em décadas.</p>
<p>O acordo entre os Governos da União Europeia e o Parlamento Europeu deverá ficar fechado esta segunda-feira, em Bruxelas. A proposta surge num contexto de pressão política crescente sobre a migração e de avanço de partidos anti-imigração em vários países europeus, apesar de os dados apontarem para uma queda acentuada das chegadas irregulares em 2025 e 2026.</p>
<p>O objetivo declarado é aumentar a taxa de retorno. Atualmente, apenas cerca de 28% dos migrantes com ordem de saída são efetivamente enviados para fora da Europa. A Comissão Europeia defende que é preciso tornar o sistema mais eficaz e garantir que as decisões de expulsão são executadas.</p>
<p>“Vamos garantir que quem não tem direito a permanecer na UE é de facto devolvido”, afirmou Magnus Brunner, comissário europeu dos Assuntos Internos, ao apresentar a proposta.</p>
<p>A mudança reflete uma nova fase da política migratória europeia no segundo mandato de Ursula von der Leyen. Depois de anos centrada na gestão da migração dentro do bloco, Bruxelas passa agora a dar prioridade à remoção de pessoas sem autorização para permanecer em território europeu.</p>
<p><strong>Centros de retorno fora da UE</strong></p>
<p>O ponto mais controverso da nova lei é a possibilidade de os países da UE criarem centros de expulsão fora do bloco. Estes centros poderão funcionar em países terceiros, mediante acordos bilaterais, e servir como locais de trânsito ou como espaços onde migrantes ficarão enquanto aguardam a concretização do retorno.</p>
<p>A medida representa uma mudança relevante face às regras atuais. Hoje, em regra, uma pessoa só pode ser devolvida ao país de origem ou a um país com o qual tenha uma ligação comprovada. Com o novo sistema, essa exigência poderá deixar de existir.</p>
<p>Na prática, os Estados-membros poderão enviar migrantes irregulares para países terceiros sem ligação direta ao seu percurso ou nacionalidade, desde que exista um acordo com esse Estado. Famílias com crianças poderão ser transferidas para estes centros, embora os menores não acompanhados fiquem excluídos.</p>
<p>A ideia tem sido fortemente contestada por organizações de direitos humanos, que alertam para o risco de pessoas ficarem retidas em países onde não têm qualquer ligação e onde poderão dispor de menos garantias legais.</p>
<p>Mais de 250 organizações da sociedade civil apelaram à rejeição do regulamento. Sarah Chander, diretora da Equinox Initiative for Racial Justice, acusou a UE de legitimar “prisões extraterritoriais, perfis raciais e a detenção de crianças como nunca tínhamos visto”.</p>
<p><strong>A ‘era das deportações’</strong></p>
<p>O regulamento tem sido apresentado por setores mais conservadores como uma mudança estrutural na política migratória europeia. “A era das deportações começou”, afirmou Charlie Weimers, eurodeputado conservador sueco e um dos negociadores da lei, quando o Parlamento Europeu aprovou inicialmente a proposta.</p>
<p>Vários Governos europeus defendem que o endurecimento das regras é necessário para recuperar o controlo do sistema migratório e responder à preocupação dos eleitores. A migração deverá continuar a ser um tema central nas próximas eleições em vários países da UE, alimentando partidos como o National Rally, em França, ou o Vox, em Espanha.</p>
<p>A &#8216;Euronews&#8217; recorda que Itália já aplica um modelo semelhante com centros na Albânia, embora os resultados estejam longe das metas iniciais. O plano previa a receção de até 36 mil pessoas por ano, mas os dois centros acolhem atualmente menos de uma centena de migrantes.</p>
<p>Mesmo assim, a ideia continua a ganhar força. Alemanha, Países Baixos, Áustria, Dinamarca e Grécia juntaram-se para identificar potenciais países parceiros para futuros centros de retorno.</p>
<p><strong>Detenções até dois anos e proibições mais longas</strong></p>
<p>A nova lei também deverá aumentar o período máximo de detenção de migrantes irregulares enquanto aguardam retorno. O limite passa dos atuais seis meses para dois anos. Para pessoas consideradas uma ameaça à segurança, poderá não existir limite máximo de duração.</p>
<p>As proibições de entrada na União Europeia também se tornam mais duras. Na maioria dos casos, passam de cinco para dez anos, podendo chegar a proibições vitalícias quando a pessoa for considerada um risco para a segurança.</p>
<p>Outra alteração relevante diz respeito aos recursos judiciais. Atualmente, as expulsões ficam automaticamente suspensas enquanto decorrem impugnações. Com a nova lei, essa suspensão deixará de ser automática, cabendo aos tribunais decidir caso a caso se a ordem de retorno deve ou não ficar suspensa.</p>
<p>O regulamento dará ainda mais poderes às autoridades nacionais para localizar migrantes em situação irregular. Os Estados poderão revistar o “local de residência ou outras instalações relevantes”, uma disposição criticada por ONG, que a comparam a práticas de rusgas migratórias nos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Acordo quase fechado</strong></p>
<p>Os negociadores dos países da União Europeia e do Parlamento Europeu deverão reunir-se às 18 horas, em Bruxelas. Segundo a &#8216;Euronews&#8217;, as duas partes estão alinhadas quanto ao conteúdo da lei e divergiam apenas sobre o calendário de aplicação nas últimas conversações em Estrasburgo.</p>
<p>Depois de alcançado o acordo político, o texto final terá ainda de ser formalmente aprovado pelos eurodeputados e pelos Estados-membros.</p>
<p>Se avançar, o Regulamento dos Retornos marcará uma nova fase na política migratória europeia: menos centrada no acolhimento e mais focada na expulsão, na detenção prolongada e na externalização dos retornos para países fora da União Europeia.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/centros-de-retorno-fora-da-ue-e-detencoes-ate-dois-anos-bruxelas-prepara-viragem-dura-na-migracao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770598]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bial assina protocolo com a Greenvolt e abre a porta a poupanças até 30% na conta da luz</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bial-assina-protocolo-com-a-greenvolt-e-abre-a-porta-a-poupancas-ate-30-na-conta-da-luz/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/bial-assina-protocolo-com-a-greenvolt-e-abre-a-porta-a-poupancas-ate-30-na-conta-da-luz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bial]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades de energia]]></category>
		<category><![CDATA[Greenvolt]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=770582</guid>

					<description><![CDATA[A biofarmacêutica portuguesa Bial assinou um protocolo com a Greenvolt Comunidades que permitirá à empresa e aos seus colaboradores aderirem às Comunidades de Energia promovidas pela empresa de soluções energéticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A biofarmacêutica portuguesa Bial assinou um protocolo com a Greenvolt Comunidades que permitirá à empresa e aos seus colaboradores aderirem às Comunidades de Energia promovidas pela empresa de soluções energéticas.</p>
<p>O acordo visa reforçar o acesso a energia verde e local, tanto nas instalações da farmacêutica como nas habitações dos trabalhadores localizadas em comunidades geridas pela Greenvolt.</p>
<p>A parceria insere-se no âmbito da criação de uma Comunidade de Energia e pretende gerar benefícios ambientais e económicos. Entre as vantagens apontadas está o acesso a eletricidade proveniente de fontes renováveis sem necessidade de investimento em equipamentos próprios, bem como a possibilidade de reduzir a fatura energética em cerca de 30%.</p>
<p>No âmbito deste modelo, o excedente de energia produzido pelos painéis fotovoltaicos da Bial será partilhado com os restantes membros da comunidade energética onde a empresa está inserida. Em sentido inverso, a farmacêutica poderá também beneficiar da energia excedentária gerada por outros produtores integrados nas Comunidades de Energia da Greenvolt.</p>
<p>A iniciativa enquadra-se na estratégia de sustentabilidade da Bial, que tem definido como prioridades a redução das emissões de carbono, o reforço de parcerias para melhorar o acesso aos cuidados de saúde e a promoção da equidade e inclusão. A empresa considera que a integração dos colaboradores neste modelo reforça a sua política de responsabilidade corporativa e contribui para a concretização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.</p>
<p>“Esta parceria demonstra o esforço que temos feito para promover um futuro mais saudável, inclusivo e sustentável. Para a Bial, a sustentabilidade não é apenas uma escolha responsável, mas também uma prioridade. Só assim conseguimos garantir um futuro equilibrado para todos. Integrar os nossos colaboradores neste caminho é fundamental para transformar a sustentabilidade em ação, dentro e fora da empresa”, afirma Miguel Portela, Chief Corporate Officer da Bial.</p>
<p>Já José Queirós de Almeida, CEO da Greenvolt Comunidades, destaca a relevância da colaboração com empresas comprometidas com a transição energética. “É particularmente relevante trabalhar com empresas como a Bial e contribuir para a sua estratégia de sustentabilidade, através de soluções de energia limpa mais competitivas, que criam valor operacional e financeiro, mas que estendem também esse benefício à comunidade e aos colaboradores”, refere.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/bial-assina-protocolo-com-a-greenvolt-e-abre-a-porta-a-poupancas-ate-30-na-conta-da-luz/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770582]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ébola: Ministros da Saúde da UE em reunião extraordinária na sexta-feira para debater medidas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ebola-ministros-da-saude-da-ue-em-reuniao-extraordinaria-na-sexta-feira-para-debater-medidas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ebola-ministros-da-saude-da-ue-em-reuniao-extraordinaria-na-sexta-feira-para-debater-medidas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 13:53:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ébola]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=770556</guid>

					<description><![CDATA[Os ministros da Saúde da União Europeia (UE) vão reunir-se na sexta-feira por videoconferência para debater medidas adicionais de preparação e coordenação relativas ao vírus ébola, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os ministros da Saúde da União Europeia (UE) vão reunir-se na sexta-feira por videoconferência para debater medidas adicionais de preparação e coordenação relativas ao vírus ébola, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>A reunião extraordinária foi convocada pela presidência rotativa do Conselho da UE, atualmente ocupada por Chipre, com fonte oficial a dar hoje conta que a reunião visa &#8220;abordar o recente surto de Ébola na África Central e discutir medidas adicionais de preparação e coordenação entre os Estados-membros&#8221;.</P><br />
<P>O encontro acontece pelas 14:00 de Lisboa, estando ainda prevista uma troca adicional de pontos de vista na próxima reunião regular dos ministros de Saúde da UE, marcada para 16 de junho, na qual será decidida uma ação coordenada.</P><br />
<P>Na semana passada, o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças reforçou o apoio na República Democrática do Congo (RDcongo) e no Uganda devido ao agravamento do surto de Ébola, mas disse considerar muito baixo o risco para a população europeia.</P><br />
<P>Fonte oficial da presidência cipriota indicou que Chipre tem &#8220;acompanhado de perto a situação do Ébola desde o início e tem vindo a planear as suas ações em conformidade&#8221;.</P><br />
<P>Nicósia decidiu ainda ativar o Dispositivo Integrado de Resposta a Crises Políticas, em modo de monitorização, &#8220;para apoiar a troca de informações sobre o surto de ébola, como medida de precaução&#8221;, segundo a informação divulgada em Bruxelas.</P><br />
<P>Esta decisão não constitui uma ativação formal do mecanismo, mas sim um meio de facilitar a partilha de informações.</P><br />
<P>O Dispositivo Integrado de Resposta a Crises Políticas é um mecanismo da UE que facilita a coordenação política entre os Estados-membros em situações de crise, como surtos de doenças, ataques ou outras emergências graves.</P><br />
<P>Funciona como uma plataforma de partilha rápida de informação, avaliação conjunta da situação e apoio à tomada de decisões coordenadas ao nível europeu e pode ser ativado em diferentes níveis &#8212; como agora o de monitorização &#8211;, consoante a gravidade da crise, permitindo uma resposta mais consistente e eficiente entre os países da UE.</P><br />
<P>O ébola é uma doença viral grave e frequentemente fatal que afeta humanos e alguns animais, sendo transmitida principalmente através do contacto direto com fluidos corporais de pessoas infetadas ou com materiais contaminados.</P><br />
<P>Os surtos têm ocorrido sobretudo em países da África Central e Ocidental, onde os sistemas de saúde podem ser mais frágeis, dificultando o controlo rápido da propagação.</P><br />
<P>A agência de saúde pública da União Africana divulgou na quinta-feira 246 mortes suspeitas e 1.077 casos suspeitos registados na RDCongo devido à 17.ª epidemia de Ébola que o país enfrenta desde que o vírus foi detetado pela primeira vez em 1976.</P><br />
<P>Na mesma ocasião, a União Africana assegurou que terá uma vacina contra estirpe Bundibugyo disponível este ano.</P><br />
<P>O vírus também se espalhou para a vizinha Uganda, onde foram detetados nove contágios confirmados, incluindo uma morte por um caso importado de um congolês.</P><br />
<P>A RDCongo, nação vizinha de Angola, é regularmente afetada por surtos e epidemias do vírus Ébola, que se transmite através do contacto direto com sangue ou outros fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, dores musculares, fraqueza, dores de cabeça, irritação da garganta, febre, vómitos, diarreia e hemorragias internas.</P><br />
<P>O Ébola, que causou mais de 15 mil mortes em África nos últimos 50 anos, é menos contagioso do que a covid-19 ou o sarampo.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ebola-ministros-da-saude-da-ue-em-reuniao-extraordinaria-na-sexta-feira-para-debater-medidas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770556]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Vídeo mostra regresso de Israel ao Castelo de Beaufort mais de 25 anos depois</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/video-mostra-regresso-de-israel-ao-castelo-de-beaufort-mais-de-25-anos-depois/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/video-mostra-regresso-de-israel-ao-castelo-de-beaufort-mais-de-25-anos-depois/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 13:48:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Castelo de Beaufort]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Líbano]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=770580</guid>

					<description><![CDATA[Vídeo mostra soldados a avançar por uma passagem parcialmente destruída e a subir os degraus de pedra que dão acesso à entrada do castelo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As Forças de Defesa de Israel divulgaram imagens da entrada de tropas israelitas no Castelo de Beaufort, no sul do Líbano, uma fortificação construída durante as Cruzadas e considerada uma posição de grande valor simbólico e estratégico. O vídeo, citado pelo &#8217;20 Minutos&#8217;, mostra soldados a avançar por uma passagem parcialmente destruída e a subir os degraus de pedra que dão acesso à entrada do castelo.</p>
<p>Nas imagens, os militares entram no local histórico de armas em punho, asseguram a entrada e assumem o controlo da fortificação, situada perto da cidade de Nabatiyeh. A divulgação do vídeo surge após dias de ataques aéreos e combates intensos em aldeias próximas, onde tropas israelitas se confrontaram com elementos do Hezbollah.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">🇮🇱🇱🇧 This is the moment IDF soldiers seized 900-year-old Beaufort Castle in southern Lebanon yesterday.</p>
<p>The castle had previously been used as an IDF base from 1982-2000.</p>
<p>You might think walls built to withstand medieval siege weaponry wouldn&#39;t be useful to modern militaries.… <a href="https://t.co/yGnjzaLTv1">https://t.co/yGnjzaLTv1</a> <a href="https://t.co/PJvEg3CKJg">pic.twitter.com/PJvEg3CKJg</a></p>
<p>&mdash; Mario Nawfal (@MarioNawfal) <a href="https://x.com/MarioNawfal/status/2061439063215784234?ref_src=twsrc%5Etfw">June 1, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A operação marca o regresso de Israel ao Castelo de Beaufort mais de duas décadas depois da retirada do sul do Líbano, em 2000. O local, também conhecido como Qalat al-Shaqif, foi um dos pontos simbólicos da Guerra do Líbano de 1982 e palco de combates entre o Exército israelita e a Organização para a Libertação da Palestina.</p>
<p><strong>Um castelo cruzado no centro da nova ofensiva</strong></p>
<p>O Castelo de Beaufort tem uma importância que vai além do valor histórico. Construído numa posição elevada, sobre um pico rochoso junto à curva do rio Litani, permite observar grande parte do sul do Líbano. Essa localização tornou-o, ao longo de décadas, uma estrutura militarmente relevante para quem controla a região.</p>
<p>A UNESCO declarou a área protegida em 2024, juntamente com outros castelos de Monte Amel, descrevendo o conjunto como um património arquitetónico marcado pelas tradições cruzadas, aiúbidas e mamelucas.</p>
<p>A entrada das tropas israelitas na fortificação foi celebrada pelo ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, que evocou a “Batalha de Beaufort” de 1982 e afirmou que os soldados das Forças de Defesa de Israel, liderados pela Brigada Golani, voltariam a erguer a bandeira israelita no topo do castelo.</p>
<p><strong>Netanyahu fala em consolidar e alargar controlo</strong></p>
<p>A tomada de Beaufort surge no contexto da ofensiva israelita no sul do Líbano, iniciada em março, e é apresentada por Israel como parte da expansão de uma zona de segurança junto à fronteira. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que a captura representa uma mudança na política seguida até agora.</p>
<p>“A captura de Beaufort é um marco crucial e uma mudança radical na política que estamos a seguir”, declarou Netanyahu, acrescentando que deu ordens para consolidar e alargar o controlo israelita sobre áreas dominadas pelo Hezbollah.</p>
<p>Segundo o primeiro-ministro israelita, o objetivo é expandir ao máximo a zona segura criada no sul do Líbano para proteger as comunidades do norte de Israel, afetadas pelos combates com o Hezbollah desde o início da guerra em Gaza, em 2023.</p>
<p>“Estamos a tomar a iniciativa, agindo em todas as frentes: na Síria, em Gaza e agora no Líbano; estamos a estabelecer zonas seguras além das nossas fronteiras para proteger as nossas comunidades”, afirmou Netanyahu.</p>
<p><strong>Avanço pode aproximar-se do rio Zahrani</strong></p>
<p>De acordo com as indicações avançadas, o próximo objetivo do avanço israelita poderá ser a zona do rio Zahrani, cerca de 15 quilómetros a norte do rio Litani. O exército israelita tem emitido ordens de evacuação forçada dirigidas a localidades libanesas situadas entre os dois rios.</p>
<p>As autoridades militares israelitas advertiram a população contra qualquer movimento que possa colocar vidas em perigo. A agência oficial libanesa &#8216;NNA&#8217; indicou, por sua vez, que Deir Zahrani, localidade situada a menos de um quilómetro a sul do rio com o mesmo nome, tem sido alvo de bombardeamentos israelitas intensos desde o início da semana.</p>
<p>A publicação do vídeo do Castelo de Beaufort surge, assim, como uma mensagem militar e simbólica. Israel não apenas mostra a entrada num ponto estratégico do sul do Líbano, como recupera uma imagem ligada à memória da guerra de 1982 e à anterior presença militar israelita na região.</p>
<p>O episódio aumenta a tensão entre Israel e o Hezbollah e reforça a perceção de que a ofensiva israelita no Líbano está a entrar numa nova fase, com a ocupação de posições de elevado valor histórico, estratégico e político.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/video-mostra-regresso-de-israel-ao-castelo-de-beaufort-mais-de-25-anos-depois/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770580]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Teerão suspende todas as negociações com EUA e pede bloqueio total do Ormuz e do Mar Vermelho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-teerao-suspende-todas-as-negociacoes-com-eua-e-pede-bloqueio-total-do-ormuz-e-do-mar-vermelho/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irao-teerao-suspende-todas-as-negociacoes-com-eua-e-pede-bloqueio-total-do-ormuz-e-do-mar-vermelho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 13:35:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=770567</guid>

					<description><![CDATA[De acordo com a agência Tasnim, a equipa de negociações iraniana deixou de interagir com os mediadores americanos, depois do mais recente ataque de Israel ao Líbano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irão suspendeu a troca de mensagens com os Estados Unidos através de mediadores, numa decisão que aumenta a pressão sobre as negociações destinadas a prolongar o cessar-fogo e abrir uma nova fase de diálogo sobre o programa nuclear iraniano. De acordo com a agência iraniana &#8216;Tasnim&#8217;, a equipa de negociação de Teerão interrompeu “as conversas e a troca de textos por meio de intermediários”.</p>
<p>A decisão surge após novos ataques de Israel no Líbano, mas também num contexto de escalada militar no Golfo Pérsico, depois de ataques americanos contra instalações iranianas perto do Estreito de Ormuz e da resposta de Teerão com mísseis contra alvos ligados aos Estados Unidos no Kuwait.</p>
<p>Segundo a &#8216;Tasnim&#8217;, a situação no Líbano é considerada essencial para qualquer cessar-fogo mais amplo. A agência escreve que, para Teerão, o cessar-fogo foi violado “em todas as frentes, incluindo no Líbano”. As autoridades iranianas têm exigido o fim da ofensiva israelita e a retirada completa dos territórios ocupados.</p>
<p>O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmaeil Baghaei, acusou Israel e os Estados Unidos de violarem o cessar-fogo. “Não é apenas o regime sionista que está a violar o cessar-fogo; os Estados Unidos também estão a cometer violações do cessar-fogo na nossa região em larga escala”, afirmou.</p>
<p>Baghaei acrescentou que um cessar-fogo no Líbano é parte integrante de qualquer acordo final para pôr fim à guerra com os Estados Unidos. Segundo a &#8216;Tasnim&#8217;, “não haverá diálogo” até que as posições do Irão e do Hezbollah sejam atendidas.</p>
<p><strong>Ormuz volta ao centro da crise</strong></p>
<p>A escalada coincide com a deterioração da situação no Estreito de Ormuz, uma das passagens marítimas mais sensíveis para o comércio internacional de energia. O Irão terá passado a bloquear completamente o estreito, depois de anteriormente admitir a passagem de alguns navios sob condições definidas por Teerão.</p>
<p>A mesma lógica poderá estender-se ao Estreito de Bab el-Mandeb, que liga o Mar Vermelho ao Golfo de Aden e ao Oceano Índico. Segundo a &#8216;Tasnim&#8217;, essa passagem poderá ser bloqueada pela chamada ‘frente de resistência’, num contexto em que o Irão mantém laços com os houthis no Iémen.</p>
<p>O &#8216;The Washington Post&#8217; noticiou que as forças americanas atacaram, durante o fim de semana, instalações iranianas de radar e centros de comando e controlo de drones em Goruk e na ilha de Qeshm. O Comando Central dos Estados Unidos justificou os ataques como uma ação de “autodefesa”, afirmando que responderam a ações agressivas do Irão, incluindo o abate de um drone MQ-1 americano que operava sobre águas internacionais.</p>
<p>Segundo Washington, os ataques destruíram defesas aéreas iranianas, uma estação de controlo terrestre e dois drones de ataque que representavam ameaças para navios em águas regionais.</p>
<p><strong>Mísseis iranianos intercetados no Kuwait</strong></p>
<p>Em resposta, a Força Aeroespacial da Guarda Revolucionária iraniana afirmou ter atingido a base aérea americana de onde partiu o ataque, garantindo que os “alvos designados foram destruídos”.</p>
<p>O Comando Central dos Estados Unidos anunciou, por sua vez, que as forças americanas intercetaram dois mísseis balísticos iranianos que tinham como alvo militares americanos baseados no Kuwait. “Esses mísseis foram imediatamente neutralizados e nenhum militar americano ficou ferido”, indicou o comando americano.</p>
<p>O exército do Kuwait confirmou atividade de defesa aérea na região. Segundo informações locais, não foram registadas vítimas nem danos, embora a aviação civil tenha sido afetada, com desvios e padrões de espera sobre partes do Golfo Pérsico.</p>
<p><strong>Negociações ficam mais frágeis</strong></p>
<p>Até agora, os ataques intermitentes entre os Estados Unidos e o Irão não tinham feito colapsar formalmente as negociações. As duas partes estavam a trabalhar num memorando de entendimento para prolongar o cessar-fogo por 60 dias e abrir uma nova ronda de conversações sobre o programa nuclear iraniano.</p>
<p>Entre os principais pontos de bloqueio continuam a estar o stock iraniano de urânio altamente enriquecido, a reabertura do Estreito de Ormuz e as garantias exigidas por Washington de que Teerão não procurará desenvolver uma arma nuclear.</p>
<p>As autoridades iranianas acusam, no entanto, os Estados Unidos de prolongarem o processo diplomático com exigências novas ou contraditórias. Baghaei afirmou que Washington está “constantemente a mudar de opinião”, dificultando qualquer entendimento.</p>
<p>A crise envolve ainda o Kuwait, depois de Teerão ter acusado as autoridades kuwaitianas de deterem injustificadamente quatro cidadãos iranianos. O Irão pediu acesso consular e exigiu esclarecimentos. O Kuwait tinha afirmado anteriormente que homens detidos ao tentarem entrar no país por mar admitiram ligações à Guarda Revolucionária e uma missão para se infiltrarem na ilha de Bubiyan.</p>
<p>A suspensão dos contactos com os mediadores americanos não representa, por si só, o fim definitivo da diplomacia. Mas reduz a margem para um acordo e mostra que Teerão está a ligar cada vez mais as negociações com Washington à evolução de três frentes: o Líbano, o Estreito de Ormuz e a presença militar americana no Golfo.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/irao-teerao-suspende-todas-as-negociacoes-com-eua-e-pede-bloqueio-total-do-ormuz-e-do-mar-vermelho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770567]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Médio Oriente: Portugal volta a condenar aumento dos ataques israelitas no Líbano</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-portugal-volta-a-condenar-aumento-dos-ataques-israelitas-no-libano/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-portugal-volta-a-condenar-aumento-dos-ataques-israelitas-no-libano/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 13:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=770564</guid>

					<description><![CDATA[O Governo português voltou hoje a condenar o aumento dos ataques israelitas no Líbano e apelou para que as negociações "possam levar ao respeito integral pelo cessar-fogo".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo português voltou hoje a condenar o aumento dos ataques israelitas no Líbano e apelou para que as negociações &#8220;possam levar ao respeito integral pelo cessar-fogo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Portugal reitera a condenação da intensificação das operações israelitas no Líbano&#8221;, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) num comunicado publicado nas redes sociais.</p>
<p>Na nota, salientou que o ministro Paulo Rangel já tinha defendido, em Beirute, ser &#8220;essencial pôr fim aos ataques e garantir o respeito pelo cessar-fogo&#8221;.</p>
<p>O MNE recordou também que o Governo português &#8220;tem condenado sistematicamente toda a atividade do [grupo xiita pró-iraniano] Hezbollah e elogia a coragem do atual Governo libanês para a enfrentar e lhe pôr termo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Encoraja também que as negociações em curso possam continuar e levar a um respeito integral pelo cessar-fogo&#8221;, referiu ainda.</p>
<p>Portugal, acrescentou, &#8220;apoia as forças armadas libanesas e destaca a importância da missão da Finul, cuja segurança deve ser plenamente assegurada&#8221;, referindo-se à missão de paz das Nações Unidas no Líbano.</p>
<p>Nos últimos dias, as forças armadas israelitas lançaram uma invasão além da chamada &#8220;linha amarela&#8221; (semelhante à estabelecida na Faixa de Gaza) a cerca de 10 quilómetros da fronteira entre Israel e o Líbano, o que gerou novas críticas internacionais e aumentou a pressão diplomática sobre o que já que vários países e organizações internacionais alertaram para o risco de uma maior desestabilização na região.</p>
<p>No domingo, as tropas israelitas tomaram a icónica fortaleza medieval de Beaufort, no sul do Líbano, motivando um pedido da França &#8212; um dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU &#8212; a pedir uma reunião de emergência deste órgão, prevista para esta noite.</p>
<p>A reunião vai acontecer imediatamente após outro encontro de emergência solicitado pela Roménia, na sequência da queda, na sexta-feira, de um drone num edifício em Galati, agendada para as 15:00 (20:00 em Lisboa), avançou a agência de notícias France-Presse (AFP) citando fontes diplomáticas.</p>
<p>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ordenou hoje um ataque contra os arredores de Beirute, alegando que o Hezbollah violou o cessar-fogo em vigor.</p>
<p>Os confrontos entre Israel e o Hezbollah, apoiado pelo Irão, continuam quase diariamente, apesar da trégua em vigor desde 17 de abril.</p>
<p>As hostilidades intensificaram-se no início de março, num contexto de crescentes tensões regionais ligadas ao conflito entre EUA e Israel e o Irão.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-portugal-volta-a-condenar-aumento-dos-ataques-israelitas-no-libano/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770564]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Reconstrução de Gaza exigirá mais de 71 mil milhões de dólares na próxima década, alerta ONU</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/reconstrucao-de-gaza-exigira-mais-de-71-mil-milhoes-de-dolares-na-proxima-decada-alerta-onu/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/reconstrucao-de-gaza-exigira-mais-de-71-mil-milhoes-de-dolares-na-proxima-decada-alerta-onu/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 13:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[hamas]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=770526</guid>

					<description><![CDATA[A reconstrução da Faixa de Gaza após dois anos de conflito exigirá cerca de 71,4 mil milhões de dólares ao longo da próxima década, segundo uma avaliação conjunta das Nações Unidas, da União Europeia e do Banco Mundial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A reconstrução da Faixa de Gaza após dois anos de conflito exigirá cerca de 71,4 mil milhões de dólares ao longo da próxima década, segundo uma avaliação conjunta das Nações Unidas, da União Europeia e do Banco Mundial, divulgada esta segunda-feira e citada pela Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Médio Oriente (UNRWA).</p>
<p>De acordo com o organismo das Nações Unidas, os custos mais urgentes ascendem a 26,3 mil milhões de dólares apenas nos primeiros 18 meses, montante considerado necessário para restabelecer serviços básicos, recuperar infraestruturas essenciais e apoiar a recuperação económica do território palestiniano.</p>
<p>A estimativa consta da avaliação final rápida de danos e necessidades em Gaza, elaborada pelas Nações Unidas, pela União Europeia e pelo Banco Mundial, que analisa os impactos acumulados após 24 meses de conflito.</p>
<p><strong>Infraestruturas sofreram danos superiores a 35 mil milhões de dólares</strong><br />
Segundo os dados apresentados, os danos físicos causados às infraestruturas atingem aproximadamente 35,2 mil milhões de dólares.</p>
<p>Além da destruição material, o relatório estima perdas económicas e sociais na ordem dos 22,7 mil milhões de dólares, evidenciando a profundidade da crise que afetou praticamente todos os setores da sociedade e da economia em Gaza.</p>
<p>A avaliação conclui que os setores mais atingidos foram a habitação, a saúde, a educação, o comércio e a agricultura, áreas consideradas fundamentais para qualquer processo de recuperação sustentável.</p>
<p><strong>Quase 372 mil habitações destruídas ou danificadas</strong><br />
O setor habitacional surge entre os mais afetados pela guerra.</p>
<p>Segundo o relatório, mais de 371.888 unidades habitacionais foram destruídas ou sofreram danos significativos, agravando uma crise humanitária já considerada sem precedentes na região.</p>
<p>As consequências refletem-se diretamente nas condições de vida da população, com mais de 60% dos habitantes da Faixa de Gaza a terem perdido as suas casas durante o conflito.</p>
<p>A destruição generalizada do parque habitacional é apontada como um dos principais desafios para qualquer processo de reconstrução futura.</p>
<p><strong>Sistema de saúde severamente afetado</strong><br />
A área da saúde é igualmente apresentada como uma das mais devastadas.</p>
<p>A avaliação indica que mais de metade dos hospitais existentes em Gaza estão atualmente fora de serviço, comprometendo seriamente a capacidade de resposta médica e hospitalar da região.</p>
<p>A degradação das infraestruturas sanitárias surge num contexto de necessidades crescentes da população, agravadas pelos impactos humanitários acumulados de dois anos de guerra.</p>
<p><strong>Educação praticamente destruída</strong><br />
O relatório revela igualmente uma situação crítica no setor educativo.</p>
<p>Praticamente todas as escolas da Faixa de Gaza sofreram danos ou foram destruídas, comprometendo o acesso à educação de milhares de crianças e jovens.</p>
<p>A destruição das infraestruturas escolares é considerada um dos fatores que mais contribuirão para os desafios de desenvolvimento futuro do território.</p>
<p><strong>Economia encolheu 84%</strong><br />
A devastação não se limita às infraestruturas físicas. A avaliação conjunta conclui que a economia de Gaza sofreu uma contração de 84%, um dos indicadores mais expressivos da profundidade da crise económica gerada pelo conflito.</p>
<p>A destruição de empresas, explorações agrícolas, estabelecimentos comerciais e infraestruturas produtivas contribuiu para uma deterioração generalizada das condições económicas e sociais. Um dos dados mais marcantes do relatório refere-se ao impacto no desenvolvimento humano.</p>
<p>Segundo a avaliação, Gaza registou um retrocesso equivalente a 77 anos de progresso, refletindo a magnitude da destruição e das perdas acumuladas durante os 24 meses de conflito.</p>
<p>As Nações Unidas destacam que os grupos mais vulneráveis foram os mais afetados pela crise, nomeadamente mulheres, crianças, pessoas com deficiência e outras populações em situação de fragilidade social e económica.</p>
<p><strong>Recuperação terá de ser acompanhada por ajuda humanitária</strong><br />
O relatório sublinha que a reconstrução física não poderá ocorrer de forma isolada. Os autores defendem que os esforços de recuperação devem ser acompanhados por operações humanitárias contínuas, permitindo uma transição organizada entre a resposta de emergência e um processo mais amplo de reconstrução e desenvolvimento.</p>
<p>A avaliação salienta ainda que o processo deve ser liderado pelos próprios palestinianos e enquadrado numa solução política baseada no princípio dos dois Estados e nas resoluções relevantes do Conselho de Segurança das Nações Unidas, incluindo a Resolução 2803.</p>
<p>As Nações Unidas e a União Europeia defendem que a concretização de um plano de recuperação sustentável dependerá de várias condições políticas e operacionais.</p>
<p>Entre os requisitos considerados fundamentais encontram-se a manutenção de um cessar-fogo duradouro, o acesso sem restrições à ajuda humanitária e aos serviços essenciais, bem como a liberdade de circulação de pessoas, mercadorias e materiais de construção entre Gaza e a Cisjordânia.</p>
<p>As instituições internacionais consideram igualmente indispensável a existência de um sistema financeiro transparente, mecanismos de governação responsáveis e medidas eficazes para resolver questões relacionadas com os escombros acumulados, engenhos explosivos não detonados, habitação, terrenos e direitos de propriedade.</p>
<p><strong>Reconstrução ligada à criação de um Estado palestiniano</strong><br />
A avaliação conclui que a implementação da Resolução 2803 e do plano global associado não será possível sem uma reconstrução física e institucional abrangente da Faixa de Gaza.</p>
<p>Além da recuperação de edifícios, infraestruturas e serviços públicos, os autores defendem a necessidade de definir um caminho político claro para a criação de um Estado palestiniano em todo o território palestiniano ocupado.</p>
<p>Segundo o relatório, a reconstrução de Gaza não representa apenas um desafio de engenharia, financiamento e assistência humanitária, mas também uma componente essencial de qualquer solução política duradoura para o conflito israelo-palestiniano.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/reconstrucao-de-gaza-exigira-mais-de-71-mil-milhoes-de-dolares-na-proxima-decada-alerta-onu/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770526]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>“A Casa Ferreirinha e o Barca‑Velha são dos melhores exemplos de empreendedorismo no mundo do vinho português”: Joana Pais, Sogrape Prestige</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-casa-ferreirinha-e-o-barca-velha-sao-dos-melhores-exemplos-de-empreendedorismo-no-mundo-do-vinho-portugues-joana-pais-sogrape-prestige/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/a-casa-ferreirinha-e-o-barca-velha-sao-dos-melhores-exemplos-de-empreendedorismo-no-mundo-do-vinho-portugues-joana-pais-sogrape-prestige/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 13:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[sogrape]]></category>
		<category><![CDATA[Sogrape Prestige]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=770452</guid>

					<description><![CDATA[Em entrevista à Executive Digest, Joana Pais, Head of Prestige Wines Marketing, PR &#038; Hospitality na Sogrape Prestige, explica como a empresa está a reposicionar o seu portefólio de Fine Wines.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O segmento dos vinhos de prestígio está a atravessar uma mudança estrutural, marcada por uma crescente polarização entre volume e valor e por consumidores cada vez mais exigentes na procura de autenticidade, origem e significado. Na Sogrape, esta evolução levou à criação de uma estrutura dedicada aos Consumer Wines e aos Prestige/Fine Wines, reforçando uma abordagem mais estratégica e orientada para a construção de valor a longo prazo.</p>
<p>Em entrevista à Executive Digest, Joana Pais, Head of Prestige Wines Marketing, PR &amp; Hospitality na Sogrape Prestige, explica como a empresa está a reposicionar o seu portefólio de Fine Wines num contexto global em transformação, onde o tempo, a reputação e o legado assumem um papel central. Da gestão de ícones como a Casa Ferreirinha ou o Barca-Velha ao desafio de afirmar Portugal como origem de vinhos de prestígio no mercado internacional, a responsável detalha a estratégia por detrás de um dos segmentos mais exigentes do setor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A Sogrape decidiu estruturar o negócio em dois modelos distintos — Consumer Wines e Prestige/Fine Wines. O que mudou, na prática, na forma de pensar o vinho dentro da organização?</strong></p>
<p>Mais do que uma mudança de paradigma, esta estrutura simboliza uma evolução natural no sentido de dar maior foco estratégico e clareza a um universo que existe há muitos anos na Sogrape.</p>
<p>A criação de um ecossistema de Fine Wines permitiu sistematizar essa ambição e dar-lhe uma lógica própria. Na prática, passámos a trabalhar estes vinhos com um nível de especialização e intencionalidade maior, reforçando critérios como a construção de reputação, a consistência ao longo do tempo e a criação de valor de longo prazo. A qualidade inquestionável é o ponto de partida.</p>
<p>O foco amplia-se para além do vinho em si, integrando de forma mais estruturada as propriedades, enquanto expressão de origem e espaço privilegiado de contacto com o vinho, o legado da família Guedes e a visão dos enólogos como autores, e colocando o tempo como um elemento central na forma como pensamos e desenvolvemos este segmento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Esta separação responde a uma realidade global de mercado. Estamos a assistir a uma “divisão irreversível” entre volume e valor no setor dos vinhos?</strong></p>
<p>Estamos, sem dúvida, a assistir a uma transformação estrutural do mercado — mais do que uma divisão absoluta, é uma polarização crescente.</p>
<p>Por um lado, o consumo global de vinho está em retração em volume, com os consumidores a beber menos, mas a escolher de forma muito mais criteriosa. Por outro, há uma clara valorização de vinhos com maior identidade, origem e diferenciação, refletida no aumento do valor médio por garrafa e na procura por propostas mais distintivas e com maior significado.</p>
<p>Este movimento não significa que o mercado se tenha tornado binário, mas sim que as dinâmicas de crescimento se deslocaram. Hoje, a criação de valor está cada vez mais associada à capacidade de construir significado, reputação e diferenciação ao longo do tempo.</p>
<p>Nesse sentido, mais do que uma rutura irreversível, estamos perante uma mudança consistente e duradoura na forma como o vinho é escolhido, valorizado e consumido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>No segmento de Prestige/Fine Wines, fala-se menos de rotação e mais de reputação e legado. Como se gere um negócio em que o tempo é, ele próprio, um ativo estratégico?</strong></p>
<p>No mundo dos Fine Wines, o tempo não é apenas uma condição, é parte integrante da forma como o valor se constrói, e por isso mesmo, poucas são as decisões orientadas para o curto prazo.</p>
<p>Neste segmento, a gestão faz‑se com uma lógica de continuidade e de construção gradual, desde a viticultura até à forma como os vinhos são posicionados no mercado. O sucesso depende da capacidade de preservar coerência ao longo dos anos, garantir consistência entre colheitas e tomar decisões que protejam a reputação, mesmo quando isso significa abdicar de oportunidades imediatas.</p>
<p>Na prática, isso traduz‑se em escolhas muito criteriosas: na gestão de volumes, na definição de canais e parceiros, e na forma como os vinhos são apresentados e comunicados. O tempo traz profundidade, afirma identidade e consolida reconhecimento, mas exige disciplina, paciência e uma visão muito clara do que se quer construir.</p>
<p>É um modelo que não se esgota no momento da venda: prolonga‑se na forma como os vinhos evoluem, como são guardados, partilhados e revisitados. No fundo, gerir o tempo como ativo é trabalhar para que cada vinho ganhe significado, e esse é o principal motor de valor neste segmento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A Casa Ferreirinha e o Barca-Velha têm estatuto quase mítico. Esse estatuto ajuda ou limita a inovação?</strong></p>
<p>A Casa Ferreirinha e o Barca‑Velha são, em si mesmos, dos melhores exemplos de empreendedorismo no mundo do vinho português.</p>
<p>O Barca‑Velha nasce num contexto em que o Douro estava quase exclusivamente vocacionado para o Vinho do Porto e representa, desde logo, uma visão disruptiva para a época, tanto na ambição de criar um grande tinto de mesa como nas próprias escolhas de vinificação.</p>
<p>Esse espírito fundador mantém‑se hoje como referência. Mais do que limitar a inovação, cria uma responsabilidade clara: a de continuar a interpretar a natureza e o lugar com exigência, respeitando o legado, mas mantendo a ambição de evoluir.</p>
<p>No fundo, a inovação nestes vinhos não se faz por rutura, mas por aprofundamento, numa lógica de longo prazo, onde cada decisão contribui para reforçar a consistência e a relevância do que já foi construído.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Há espaço para reinterpretação de ícones sem quebrar a sua aura de raridade?</strong></p>
<p>Há sempre espaço para reinterpretação, mas nunca à custa da identidade, e sempre com enorme rigor e consciência.</p>
<p>Nos grandes ícones, evoluir não é romper, é aprofundar, garantindo que cada ajuste respeita o que torna o vinho único e preserva a confiança construída ao longo do tempo. Até porque, a aura de raridade não resulta apenas da escassez, mas sobretudo da consistência e da credibilidade conquistadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O portefólio de Prestige inclui marcas como Herdade do Peso, Quinta dos Carvalhais ou Quinta de Azevedo. O que une marcas tão distintas numa mesma estratégia de “fine wines”?</strong></p>
<p>Acrescentaria ainda Quinta da Romeyra!</p>
<p>O que une estas marcas não é a sua expressão, que é naturalmente distinta, mas a forma como são pensadas.</p>
<p>Todas partilham uma mesma abordagem: partem da origem, de uma propriedade concreta, de um terroir e de uma história própria. São vinhos que se constroem a partir do lugar, e não apenas do produto.</p>
<p>A partir daí, existe uma coerência no modo como são trabalhadas ao longo de toda a cadeia de valor, da viticultura à enologia, mas também na forma como são posicionadas, distribuídas e comunicadas.</p>
<p>Dentro deste enquadramento comum, cada marca mantém total liberdade na sua interpretação, seja na identidade do Alentejo, do Dão, do Minho ou de Bucelas, ou no estilo dos vinhos, permitindo que o portefólio seja, ao mesmo tempo, coerente e diverso.</p>
<p>No fundo, o que as une não é um perfil, mas um referencial: uma forma exigente de pensar o vinho, centrada na origem, no tempo e na construção de valor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O consumidor mais jovem consome menos vinho, mas procura mais significado. Como é que isso está a influenciar a forma como comunicam e posicionam os Fine Wines?</strong></p>
<p>Perante um consumidor que consome menos, mas escolhe melhor, a comunicação torna-se necessariamente mais exigente: deixa de estar centrada no produto e passa a ser mais profunda e contextual, ancorada na origem, nas pessoas, no processo e na história por detrás de cada vinho.</p>
<p>Isso traduz-se, por um lado, numa comunicação mais seletiva e menos massificada, orientada para interlocutores que valorizam esse nível de detalhe. Por outro, numa maior importância dos momentos de contacto direto, nomeadamente através das nossas propriedades e projetos de enoturismo, onde o vinho pode ser descoberto com tempo, contexto e profundidade.</p>
<p>No fundo, mais do que procurar visibilidade, procuramos relevância, criando ligações mais significativas e duradouras com quem se revê neste universo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referem 2025 como um ano de consolidação e 2026 como ano de aceleração. O que está a mudar exatamente neste ciclo de crescimento?</strong></p>
<p>2025 foi, sobretudo, um ano de alinhamento e consolidação das bases, ao nível do portefólio, da equipa, das prioridades e da forma de trabalhar o segmento de Fine Wines.</p>
<p>Esse trabalho permitiu clarificar o posicionamento de cada marca, reforçar a coerência do portefólio e introduzir uma maior disciplina na forma como gerimos variáveis críticas como preços, distribuição e comunicação.</p>
<p>O que muda em 2026 é que entramos numa fase de maior execução e ambição: com estas bases mais sólidas, passamos a acelerar aquilo que verdadeiramente cria valor — o reforço da notoriedade das marcas, a sua presença nos canais certos e a capacidade de construir relevância junto de públicos mais exigentes.</p>
<p>Na prática, isso traduz-se numa abordagem mais focada e seletiva: maior precisão na escolha de parceiros e mercados, mais consistência na ativação das marcas e uma ligação mais forte entre produto, comunicação e experiência.</p>
<p>No fundo, se 2025 foi o ano de estruturar e afinar o modelo, 2026 é o ano de o escalar, com mais confiança, mais consistência e maior impacto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Em mercados como Reino Unido, Suíça ou Brasil, o que define hoje um “vinho de prestígio português” aos olhos do consumidor internacional?</strong></p>
<p>Há uma mudança clara em curso. O interesse internacional por Portugal tem vindo a crescer de forma consistente também muito impulsionado pelo turismo e isso está a gerar uma nova curiosidade e atenção em relação aos vinhos portugueses.</p>
<p>No entanto, quando falamos de prestígio e de ícones, ainda estamos numa fase de afirmação. Em muitos mercados, a referência continua a estar muito concentrada em casos emblemáticos como o Barca-Velha, o que mostra que existe reconhecimento, mas ainda pouco alargado.</p>
<p>O desafio, e também a oportunidade, é precisamente esse: trabalhar o posicionamento de Portugal de forma mais transversal enquanto origem de grandes vinhos. Isso implica atuar em várias dimensões em simultâneo — da distribuição ao preço, passando pela forma como comunicamos, pelos contextos em que os vinhos aparecem e pelos interlocutores com quem construímos essa reputação.</p>
<p>A qualidade está lá, e o reconhecimento internacional começa a acompanhar. O próximo passo é consolidar essa perceção, para que Portugal deixe de ser visto apenas como uma origem de grande relação qualidade-preço e consiga a afirmar-se, de forma consistente, como um país capaz de criar alguns dos grandes vinhos do mundo.</p>
<p>Também aqui há uma evolução importante a fazer: hoje, a perceção internacional ainda está muito associada ao Douro, e uma parte do caminho passa por dar visibilidade a outras origens e expressões, reforçando a diversidade e a profundidade do país enquanto território de Fine Wines.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>No meio de tanta transformação, qual é o maior risco: banalizar o prestígio ou não o saber escalar?</strong></p>
<p>Mais do que um risco de banalização, que não vemos como imediato, o verdadeiro desafio é garantir que o prestígio que construímos ganha a escala e a projeção que merece.</p>
<p>Temos hoje um portefólio com profundidade e legitimidade — no Douro, por exemplo, vamos do Vinha Grande ao Barca-Velha — e uma base sólida de qualidade e reconhecimento. O passo seguinte é levar esse valor mais longe: dar-lhe mais visibilidade internacional e traduzi-lo numa presença mais consistente nos mercados certos.</p>
<p>Isso exige capacidade de projeção, estar onde importa, com os parceiros certos, no contexto certo, e uma maior ambição na forma como afirmamos este segmento.</p>
<p>No fundo, não se trata de construir mais prestígio, mas de o fazer chegar mais longe e às pessoas certas.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/a-casa-ferreirinha-e-o-barca-velha-sao-dos-melhores-exemplos-de-empreendedorismo-no-mundo-do-vinho-portugues-joana-pais-sogrape-prestige/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770452]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Colisão entre dois ligeiros obriga ao corte da A25 em Albergaria-a-Velha</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/colisao-entre-dois-ligeiros-obriga-ao-corte-da-a25-em-albergaria-a-velha/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/colisao-entre-dois-ligeiros-obriga-ao-corte-da-a25-em-albergaria-a-velha/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[A25]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=770534</guid>

					<description><![CDATA[Uma colisão entre duas viaturas ligeiras obrigou hoje ao corte da autoestrada A25 no sentido oeste-este, na zona de Albergaria-a-Velha, no distrito de Aveiro, informaram a GNR e a Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma colisão entre duas viaturas ligeiras obrigou hoje ao corte da autoestrada A25 no sentido oeste-este, na zona de Albergaria-a-Velha, no distrito de Aveiro, informaram a GNR e a Proteção Civil.</P><br />
<P>Segundo fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Aveiro, o alerta para o acidente foi dado cerca das 13:12.</P><br />
<P>Pelas 13:50, a mesma fonte indicou que estavam duas vítimas encarceradas e que os bombeiros ainda permaneciam no local.</P><br />
<P>Fonte da GNR disse à Lusa que o trânsito está cortado ao quilómetro 28 da A25, no sentido Aveiro-Espanha, devendo os condutores sair no nó de Sobreiro para a A1.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/colisao-entre-dois-ligeiros-obriga-ao-corte-da-a25-em-albergaria-a-velha/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770534]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Putin usa duplos? Vídeo divulgado pelo Kremlin volta a alimentar especulações</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/putin-usa-duplos-video-divulgado-pelo-kremlin-volta-a-alimentar-especulacoes/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/putin-usa-duplos-video-divulgado-pelo-kremlin-volta-a-alimentar-especulacoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:51:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=770517</guid>

					<description><![CDATA[Um vídeo divulgado pelo Kremlin voltou a alimentar uma das teorias mais persistentes em torno do presidente russo, Vladimir Putin: a alegada utilização de duplos para representar o chefe de Estado em determinadas ocasiões públicas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um vídeo divulgado pelo Kremlin voltou a alimentar uma das teorias mais persistentes em torno do presidente russo, Vladimir Putin: a alegada utilização de duplos para representar o chefe de Estado em determinadas ocasiões públicas.</p>
<p>As especulações surgiram depois da divulgação, na passada quarta-feira, de imagens de uma reunião entre Putin e o vice-primeiro-ministro russo, Dmitry Patrushev. Um detalhe aparentemente insignificante da conversa foi suficiente para desencadear uma nova vaga de comentários nas redes sociais e entre observadores da política russa.</p>
<p>No vídeo, Patrushev parece dirigir-se ao presidente utilizando uma expressão que vários utilizadores da internet interpretaram como um nome diferente de Vladimir Vladimirovich, a forma tradicional de tratamento utilizada para se dirigir ao líder russo.</p>
<p>A partir daí, multiplicaram-se as teorias segundo as quais o responsável governamental teria cometido um deslize involuntário e utilizado o nome verdadeiro de um alegado sósia de Putin.</p>
<p><strong>O momento que desencadeou a polémica</strong><br />
As imagens mostram Dmitry Patrushev durante uma reunião oficial no Kremlin. Em determinado momento, o governante pronuncia uma expressão pouco clara e aparentemente arrastada, que alguns internautas interpretaram como &#8220;Pal Laich&#8221;.</p>
<p>Rapidamente surgiram especulações online sugerindo que se trataria de uma forma abreviada de &#8220;Pavel Nikolaevich&#8221;, nome que, segundo algumas teorias sem provas, pertenceria a um dos alegados duplos utilizados pelo presidente russo.</p>
<p>Contudo, a transcrição oficial divulgada pelo Kremlin apresenta uma versão diferente, indicando que Patrushev se dirigiu ao chefe de Estado utilizando a expressão &#8220;Vladimir Vladimirovich&#8221;, o primeiro nome e patronímico do presidente.</p>
<p>Na cultura russa, o uso do patronímico constitui uma forma comum e respeitosa de tratamento formal.</p>
<p><strong>Especialistas não veem prova de utilização de um duplo</strong><br />
Apesar da repercussão do vídeo, especialistas ouvidos pelo jornal britânico The i Paper consideram que as imagens não constituem uma prova credível da existência de um duplo naquele encontro específico.</p>
<p>Mark Galeotti, investigador especializado em assuntos de segurança russa e conhecedor da língua russa, considera que o episódio resulta provavelmente apenas de uma pronúncia pouco clara.</p>
<p>Segundo explicou, &#8220;Vladimir Vladimirovich&#8221; é uma expressão relativamente longa e complexa, sendo perfeitamente normal que seja pronunciada de forma abreviada ou pouco perceptível numa conversa.</p>
<p>Além disso, Galeotti considera extremamente improvável que Dmitry Patrushev conhecesse sequer a identidade de um eventual duplo presidencial, caso este existisse.</p>
<p>Também Keir Giles, autor de obras sobre a Rússia contemporânea, admite que Patrushev possa ter utilizado um nome incorreto, mas questiona a própria lógica da teoria.</p>
<p>Segundo o especialista, se estivesse efetivamente perante um duplo, dificilmente utilizaria um patronímico, uma forma de tratamento reservada a figuras hierarquicamente superiores e associada ao respeito institucional.</p>
<p>Na sua análise, tudo o que se pode afirmar com certeza é que o vice-primeiro-ministro parece ter utilizado uma expressão diferente da esperada, enquanto a enorme reação gerada resulta sobretudo da longa tradição de rumores em torno do presidente russo.</p>
<p><strong>Porque é que os rumores persistem há tantos anos</strong><br />
As especulações sobre alegados duplos de Vladimir Putin não são novas.</p>
<p>Ao longo de vários anos, tornaram-se uma presença constante na internet e até mesmo na cultura popular russa.</p>
<p>Segundo Keir Giles, a teoria tornou-se tão difundida que chegou a ser alvo de programas humorísticos numa época em que os meios de comunicação russos ainda gozavam de maior liberdade editorial.</p>
<p>A discussão ganhou novo impulso em 2022 quando o então chefe dos serviços de informações militares da Ucrânia, Kyrylo Budanov, afirmou que Putin utilizaria três duplos diferentes, todos submetidos a cirurgias estéticas para aumentar a semelhança com o líder russo.</p>
<p>Na altura, Budanov chegou mesmo a questionar publicamente se o verdadeiro Putin continuava vivo.</p>
<p>As declarações nunca foram acompanhadas de provas verificáveis, mas ajudaram a reforçar uma narrativa que continua a circular regularmente.</p>
<p><strong>Ex-chefe do MI6 também admitiu essa possibilidade</strong><br />
A teoria ganhou ainda mais visibilidade este ano quando Richard Dearlove, ex-responsável máximo dos serviços secretos britânicos, declarou ao jornal britânico The Sun que a utilização de duplos constituiria uma medida de segurança praticamente normal para um dirigente com o perfil de Putin.</p>
<p>Ainda assim, especialistas reconhecem que confirmar ou desmentir definitivamente estas alegações é extremamente difícil.</p>
<p>O elevado grau de secretismo que caracteriza os serviços de segurança russos impede qualquer verificação independente fiável.</p>
<p>Por essa razão, muitos analistas consideram que a existência de duplos não pode ser confirmada, mas também não pode ser totalmente excluída.</p>
<p><strong>Casos em que especialistas admitem a possibilidade</strong><br />
Mark Galeotti considera que existem algumas situações específicas em que a utilização de um sósia seria plausível.</p>
<p>Como exemplo, recorda uma deslocação realizada por Putin em 2023 à cidade ucraniana ocupada de Mariupol, durante a qual surgiram imagens do presidente a conduzir um automóvel aparentemente comum e a conversar com residentes locais.</p>
<p>Na opinião do especialista, operações deste tipo podem envolver riscos de segurança suficientemente elevados para justificar medidas extraordinárias.</p>
<p>Contudo, rejeita a ideia de que exista uma extensa rede de duplos utilizados regularmente em todas as aparições públicas do presidente.</p>
<p>Segundo explica, a maioria dos compromissos oficiais de Putin envolve reuniões diplomáticas, encontros com chefes de Estado ou conferências de imprensa, cenários nos quais seria muito mais difícil recorrer a um substituto sem levantar suspeitas.</p>
<p><strong>Segurança reforçada e clima de crescente desconfiança</strong><br />
Independentemente da existência de duplos, existe consenso entre especialistas sobre um ponto: Vladimir Putin vive há muito tempo sob medidas de segurança excecionalmente rigorosas.</p>
<p>Uma investigação da Radio Free Europe divulgada no ano passado concluiu que o presidente utiliza três gabinetes praticamente idênticos em diferentes pontos do país para dificultar a localização dos seus movimentos.</p>
<p>Também o antigo agente da estrutura de proteção presidencial russa, Vitaly Brizhaty, afirmou anteriormente que apenas um número muito reduzido de elementos da segurança conhece os planos de deslocação do presidente.</p>
<p>Segundo esse antigo responsável, Putin utiliza regularmente colunas de veículos de engodo para ocultar os seus movimentos reais.</p>
<p><strong>Temores de golpe e receios de atentados</strong><br />
Os rumores sobre duplos ressurgem numa altura em que vários relatos apontam para um ambiente de crescente tensão em torno da segurança do líder russo.</p>
<p>Recentemente, alguns meios de comunicação divulgaram referências a um alegado relatório de uma agência europeia de informações que descrevia um estado de alerta elevado no Kremlin devido ao receio de um possível golpe contra Putin.</p>
<p>Segundo esses relatos, o presidente russo estaria particularmente preocupado com a possibilidade de ataques com drones organizados por membros da própria elite política russa.</p>
<p>Contudo, Mark Galeotti alerta que a autenticidade desse documento não foi verificada de forma independente e admite que a sua divulgação possa fazer parte de operações destinadas a semear suspeitas e desconfiança dentro dos círculos próximos do Kremlin.</p>
<p><strong>Guerra na Ucrânia aumenta a pressão sobre Moscovo</strong><br />
Os especialistas consideram, porém, que existem razões objetivas para um reforço das preocupações de segurança.</p>
<p>A prolongada guerra na Ucrânia, os problemas económicos internos, as restrições crescentes ao acesso à internet na Rússia e o aumento dos ataques com drones contra infraestruturas energéticas russas estão a contribuir para um ambiente de maior pressão sobre o regime.</p>
<p>Keir Giles considera que Putin tem razões concretas para se mostrar especialmente cauteloso.</p>
<p>O analista recorda os repetidos esforços russos para atingir o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, ao longo do conflito e argumenta que Moscovo poderá recear uma resposta semelhante.</p>
<p>Na sua opinião, seria perfeitamente natural que os responsáveis russos considerassem a possibilidade de tentativas de retaliação.</p>
<p>Além disso, observa que a Ucrânia já não se encontra numa posição meramente defensiva e tem demonstrado capacidade para causar danos significativos em território russo através de ataques regulares.</p>
<p><strong>Um mistério sem resposta definitiva</strong><br />
Mais de duas décadas após a chegada de Vladimir Putin ao poder, a questão dos alegados duplos continua sem uma resposta conclusiva.</p>
<p>O episódio mais recente envolvendo Dmitry Patrushev parece estar longe de constituir uma prova definitiva da existência de sósias presidenciais. No entanto, voltou a demonstrar como qualquer detalhe relacionado com a segurança do líder russo é suficiente para reacender especulações que persistem há anos.</p>
<p>Num contexto marcado pela guerra na Ucrânia, pelo secretismo das estruturas de segurança russas e por um ambiente político cada vez mais fechado, os rumores sobre possíveis duplos de Putin continuam a alimentar debates dentro e fora da Rússia.</p>
<p>E embora os especialistas considerem que muitas das teorias que circulam online são exageradas, poucos descartam totalmente a possibilidade de que, em circunstâncias específicas e por razões de segurança, o Kremlin possa recorrer a medidas extraordinárias para proteger um dos líderes mais visados e protegidos do mundo.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/putin-usa-duplos-video-divulgado-pelo-kremlin-volta-a-alimentar-especulacoes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770517]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Banco de Fomento convicto de que candidatura ibérica vencerá &#8216;gigafábrica&#8217; da IA</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/banco-de-fomento-convicto-de-que-candidatura-iberica-vencera-gigafabrica-da-ia/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/banco-de-fomento-convicto-de-que-candidatura-iberica-vencera-gigafabrica-da-ia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:46:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=770522</guid>

					<description><![CDATA[O presidente do Banco Português de Fomento (BPF) disse hoje estar confiante de que a candidatura conjunta de Portugal e Espanha será uma das vencedoras do concurso da União Europeia para criação de gigafábricas de inteligência artificial (IA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Banco Português de Fomento (BPF) disse hoje estar confiante de que a candidatura conjunta de Portugal e Espanha será uma das vencedoras do concurso da União Europeia para criação de gigafábricas de inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>&#8220;Estamos convictos de que Portugal e Espanha vencerão a &#8216;gigafactory&#8217; europeia&#8221;, disse Gonçalo Regalado em conferência de imprensa, em Lisboa.</P><br />
<P>Questionado pelos jornalistas, Regalado afirmou que o projeto prevê Sines como polo principal da gigafábrica em Portugal.</P><br />
<P>Quanto ao investimento, a candidatura prevê seis mil milhões de euros do lado de Portugal e seis mil milhões de euros de Espanha. </P><br />
<P>A candidatura inicial de Portugal à gigafábrica de IA era individual, mas já este ano Portugal e Espanha acordaram apresentar uma candidatura final conjunta para o desenvolvimento de uma gigafábrica europeia de IA.</P><br />
<P>Ao todo são cinco gigafábricas (&#8216;gigafactories&#8217;) que serão financiadas pela Comissão Europeia. São centros de dados e computação para treinar modelos de IA.</P><br />
<P>A equipa de gestão do BPF apresentou hoje, em Lisboa, as contas de impactos e resultados de 2025 e primeiros meses de 2026.</P><br />
<P>Segundo a informação, o BPF apoiou, desde início de 2025, mais de 30 mil empresas com mais de 10 mil milhões de euros, através de diversos instrumentos financeiros, segundo a informação hoje divulgada em conferência de imprensa.</P><br />
<P>Desde início de 2025 e até final de maio, o BPF concedeu 8.600 milhões de euros em garantias, 1.100 milhões de euros em subvenções, 750 milhões de euros em capital e 400 milhões de euros em crédito direto a empresas.</P><br />
<P>No total, o financiamento total ascendeu a 10.750 milhões de euros e dirigiu-se a cerca de 32 mil empresas.</P><br />
<P>O grupo Banco Português de Fomento (100% detido pelo Estado português) foi criado com o objetivo de promover a modernização das empresas e o desenvolvimento económico do país, financiando investimentos com empréstimos e participando em projetos como acionista. </P><br />
<P>O banco já existia há anos mas com pouca atividade, tendo sido relançado pelo Governo em 2025.</P><br />
<P>Desde então, o banco tem vindo a aumentar a sua atividade e o presidente do BPF, Gonçalo Regalado, disse hoje que o objetivo é que aumente mais e que é para isso que vai ser reforçado o seu capital com mais 1,5 mil milhões de euros até 2030.</P><br />
<P>Segundo Regalado, o objetivo do aumento de capital é que o banco tenha recursos para mobilizar 30 mil milhões de euros em financiamento, cerca de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) português.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/banco-de-fomento-convicto-de-que-candidatura-iberica-vencera-gigafabrica-da-ia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770522]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Acidente/Elevador: Carris está a trabalhar para sair por cima de processo que &#8220;machuca muito&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/acidente-elevador-carris-esta-a-trabalhar-para-sair-por-cima-de-processo-que-machuca-muito/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/acidente-elevador-carris-esta-a-trabalhar-para-sair-por-cima-de-processo-que-machuca-muito/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:43:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=770521</guid>

					<description><![CDATA[O presidente da Carris afirmou hoje que a empresa está a trabalhar para sair por cima, após o acidente do elevador da Glória, que "machuca muito" a marca, e reiterou uma total cooperação com as autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Carris afirmou hoje que a empresa está a trabalhar para sair por cima, após o acidente do elevador da Glória, que &#8220;machuca muito&#8221; a marca, e reiterou uma total cooperação com as autoridades.</P><br />
<P>&#8220;Esse é o nosso esforço, é trabalhar muito para que a Carris saia por cima de um processo que machuca muito uma marca com a identidade como a Carris tem na cidade de Lisboa&#8221;, afirmou Rui Lopo em declarações aos jornalistas à margem da cerimónia de apresentação de 15 novos autocarros elétricos, em Monsanto, referindo-se ao acidente do elevador da Glória, em setembro de 2025, que causou 16 mortes.</P><br />
<P>Rui Lopo assumiu a presidência do Conselho de Administração (CA) da transportadora Carris após o anterior CA ter renunciado aos cargos, na sequência das conclusões do relatório preliminar do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF), que apontou falhas e omissões na manutenção do ascensor e a falta de formação dos funcionários e de supervisão dos trabalhos efetuados pela empresa prestadora do serviço.</P><br />
<P>Questionado sobre as buscas que a Polícia Judiciária (PJ) levou a cabo na sede da Carris, em Santo Amaro, na sexta-feira, o presidente da Carris disse não saber mais detalhes além do que foi tornado público, realçando que o processo está em segredo de justiça e reiterando a colaboração regular da empresa com as autoridades.</P><br />
<P>&#8220;Ainda bem que se está a trabalhar para apurar a realidade daquilo que possa ter acontecido e só depois, na posse da informação técnica e tudo aquilo que se possa apurar, é que nós comentaremos&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Na sexta-feira, a PJ realizou uma operação de buscas relacionadas com a tragédia do elevador da Glória, cujo descarrilamento, em setembro de 2025, provocou 16 mortes e mais de 20 feridos, entre portugueses e estrangeiros de várias nacionalidades.</P><br />
<P>De acordo com a CNN, que avançou a notícia, estão a ser investigados crimes de homicídio por negligência e violação de regras de segurança, e os visados são responsáveis da Carris e da empresa MAIN, que estava subcontratada para fazer a manutenção do elevador.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/acidente-elevador-carris-esta-a-trabalhar-para-sair-por-cima-de-processo-que-machuca-muito/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770521]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Queixas ao Banco de Portugal passam para Livro de Reclamações Eletrónico</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/queixas-ao-banco-de-portugal-passam-para-livro-de-reclamacoes-eletronico/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/queixas-ao-banco-de-portugal-passam-para-livro-de-reclamacoes-eletronico/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:38:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=770520</guid>

					<description><![CDATA[O Banco de Portugal (BdP) decidiu simplificar a apresentação de reclamações, descontinuando o formulário que existia no Portal do Cliente Bancário e passando a utilizar o Livro de Reclamações Eletrónico, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco de Portugal (BdP) decidiu simplificar a apresentação de reclamações, descontinuando o formulário que existia no Portal do Cliente Bancário e passando a utilizar o Livro de Reclamações Eletrónico, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>Em comunicado, o BdP explica que o objetivo da mudança é &#8220;tornar a análise de reclamações dos clientes bancários mais simples e mais célere&#8221; para os clientes que queiram apresentar reclamações por via digital contra entidades supervisionadas pelo banco central.</P><br />
<P>O Livro de Reclamações Eletrónico &#8220;permite um tratamento mais célere das reclamações, porque encaminha automaticamente as reclamações para as entidades reclamadas e prevê prazos de resposta mais curtos&#8221;, indica o BdP.</P><br />
<P>Apesar desta alteração, os clientes &#8220;poderão continuar a apresentar reclamações diretamente ao Banco de Portugal por via postal ou nos respetivos postos de atendimento&#8221;, bem como utilizar o livro de reclamações em papel da entidade da qual pretendam reclamar, sendo que o BdP irá analisar as queixas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/queixas-ao-banco-de-portugal-passam-para-livro-de-reclamacoes-eletronico/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770520]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Montenegro defende que Portugal tem &#8220;cada vez mais a obrigação&#8221; de não depender de fundos europeus</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/montenegro-defende-que-portugal-tem-cada-vez-mais-a-obrigacao-de-nao-depender-de-fundos-europeus/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/montenegro-defende-que-portugal-tem-cada-vez-mais-a-obrigacao-de-nao-depender-de-fundos-europeus/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:33:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=770518</guid>

					<description><![CDATA[O primeiro-ministro defendeu hoje que Portugal tem "cada vez mais a obrigação" de se "colocar acima da necessidade" de estar "permanentemente à espera de fundos europeus", alertando que o novo quadro de financiamento europeu "é já ali".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro defendeu hoje que Portugal tem &#8220;cada vez mais a obrigação&#8221; de se &#8220;colocar acima da necessidade&#8221; de estar &#8220;permanentemente à espera de fundos europeus&#8221;, alertando que o novo quadro de financiamento europeu &#8220;é já ali&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós, Portugal, temos cada vez mais a obrigação de, não desperdiçando e descurando as políticas de coesão, nos colocarmos acima da necessidade de estarmos permanentemente à espera de fundos [europeus]} para podermos desenvolver-nos, para podermos financiar o nosso investimento&#8221;, afirmou Luis Montenegro, no Porto, para assinalar a passagem do Instituto Politécnico do Porto a Universidade Técnica do Porto. </P><br />
<P>O chefe de Governo, que à chegada tinha à sua espera cerca de 20 manifestantes contra o pacote laboral, alertou que se está a &#8220;discutir neste momento na União Europeia as diretrizes do próximo Quadro de Financiamento plurianual&#8221;, o quadriénio 2028-2032: &#8220;Estamos a meio do ano de 2026.O ano de 2028, onde este quadro financeiro vai começar, é já ali, é já ali&#8221;, alertou. </P><br />
<P>Sobre o próximo quadro de financiamento da União Europeia, Luis Montenegro indicou que &#8220;está muito vocacionado para a economia, para a competitividade, para os fatores de competitividade e para premiar (&#8230;), financiar os projetos com maior distinção, com excelência&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Não há nenhum país que tenha alguma garantia à partida de nesse plano poder ser, mais ou menos, bafejado com capacidade financeira&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Por isso, avisou, o país, empresas e instituições vão ter que &#8220;comprovadamente apresentar projetos credíveis, projetos que acrescentam, que inovam, que levam mais longe a capacidade de a Europa se poder afirmar no plano económico e no plano comercial&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E é aqui que entram as nossas instituições de Ensino Superior e as nossas empresas, na forma como devem colaborar para apresentar projetos válidos à escala europeia e na forma como devem cooperar com projetos pela Europa fora&#8221;, disse.</P><br />
<P>&#8220;Nós temos de preparar os projetos já, para podermos estar habilitados, no primeiro dia, a ombrear com outros países europeus, ou em colaboração e cooperação com eles e com as suas instituições, para termos projetos de excelência, de vanguarda de mérito, para podermos estar, também, aí, na linha da frente do desenvolvimento&#8221;, apontou. </P><br />
<P>O primeiro-ministro lembrou ainda que desde 1986 que não era criada uma Universidade em Portugal, a última tinha sido a Universidade da Madeira. </P><br />
<P>&#8220;Esta é a altura de nós darmos ao Ensino Superior em Portugal uma nova lufada de criação de valor, de criação de escala, de criação de capacidade&#8221;.</P><br />
<P>A criação da Universidade Técnica do Porto foi aprovada em Conselho de Ministros no dia 21 de maio, juntamente com a criação da Universidade de Leiria e do Oeste, ambas institutos politécnicos. </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/montenegro-defende-que-portugal-tem-cada-vez-mais-a-obrigacao-de-nao-depender-de-fundos-europeus/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770518]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Pete Hegseth e a &#8220;guerra interna&#8221;: o pensamento do secretário da Defesa que está a moldar a nova América</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pete-hegseth-e-a-guerra-interna-o-pensamento-do-secretario-da-defesa-que-esta-a-moldar-a-nova-america/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/pete-hegseth-e-a-guerra-interna-o-pensamento-do-secretario-da-defesa-que-esta-a-moldar-a-nova-america/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:32:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=770502</guid>

					<description><![CDATA[Os Estados Unidos atravessam um período de profunda transformação política, militar e ideológica sob a Administração do presidente Donald Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos atravessam um período de profunda transformação política, militar e ideológica sob a Administração do presidente Donald Trump. Entre os protagonistas dessa mudança encontra-se o secretário da Defesa, Pete Hegseth, cuja visão para o país e para as forças armadas ganhou particular relevância desde a sua chegada ao Pentágono.</p>
<p>Grande parte dessa visão encontra-se condensada em The War on Warriors: Behind the Betrayal of the Men Who Keep Us Free, o livro publicado por Hegseth poucos meses antes de assumir a liderança do Departamento da Defesa. A obra, segundo a análise publicada pelo El Confidencial, funciona como uma espécie de manifesto ideológico que ajuda a compreender a direção seguida pela atual política de defesa norte-americana e a forma como o secretário interpreta os desafios enfrentados pelos Estados Unidos.</p>
<p>A reflexão sobre o pensamento de Hegseth surge num momento em que Washington tem vindo a adotar uma série de medidas que apontam para um reforço significativo da sua capacidade militar.</p>
<p>Entre elas encontra-se a proposta de aumentar o orçamento da Defesa para 1,5 biliões de dólares, representando uma subida próxima dos 50% face aos níveis atuais. A iniciativa surge numa altura em que a dívida pública norte-americana ultrapassa o valor do Produto Interno Bruto, uma situação que não se verificava desde o período imediatamente posterior à Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Paralelamente, o Pentágono solicitou a grandes grupos industriais, incluindo fabricantes automóveis como a Ford e a General Motors, a adaptação de parte das suas capacidades produtivas para o fabrico de munições e outros equipamentos militares, numa estratégia que recorda os programas de mobilização industrial da década de 1940.</p>
<p>Outra medida destacada é a alteração do sistema de registo para eventual recrutamento militar. A partir de dezembro, todos os homens entre os 18 e os 26 anos passarão a ser automaticamente incluídos na base de dados das forças armadas, eliminando a necessidade de inscrição voluntária que existia até agora.</p>
<p><strong>Acusações de politização das forças armadas</strong><br />
O artigo aponta igualmente para um processo de crescente politização da estrutura militar norte-americana.</p>
<p>Entre os exemplos referidos estão o afastamento de 24 generais e almirantes, a redução das ligações institucionais entre as forças armadas e universidades de elite e o enfraquecimento de mecanismos internos destinados a garantir o cumprimento das normas internacionais sobre conflitos armados previstas nas Convenções de Genebra.</p>
<p>Segundo a análise, estas medidas inserem-se numa estratégia mais ampla de alinhamento das instituições militares com a visão política do movimento liderado por Donald Trump.</p>
<p>Ao mesmo tempo, é destacada a redução do peso da diplomacia norte-americana. Dos 195 cargos de embaixador dos Estados Unidos espalhados pelo mundo, 115 permanecem vagos, numa altura em que Washington privilegia cada vez mais demonstrações de força nas relações internacionais.</p>
<p><strong>A ideia do “inimigo interno”</strong><br />
É neste contexto que o livro de Pete Hegseth assume especial importância.</p>
<p>Antigo comandante de pelotão da Guarda Nacional no Iraque, instrutor de contrainsurgência no Afeganistão e apresentador da cadeia televisiva Fox News, Hegseth sustenta que os Estados Unidos enfrentam simultaneamente uma ameaça externa e uma ameaça interna.</p>
<p>Na sua interpretação, o país terá sido capturado por uma ideologia que descreve como “marxista radical”, responsável por corroer os valores cristãos e republicanos que considera fundamentais para a identidade norte-americana.</p>
<p>Ao longo do livro, estabelece uma distinção clara entre os “inimigos externos”, categoria onde inclui organizações jihadistas e o Partido Comunista Chinês, e os “inimigos internos”, expressão utilizada para designar a esquerda norte-americana.</p>
<p>Para Hegseth, ambas as ameaças fazem parte da mesma batalha.</p>
<p><strong>Da guerra externa à “guerra civil fria”</strong><br />
Segundo o secretário da Defesa, os Estados Unidos vivem atualmente uma espécie de “guerra civil fria”.</p>
<p>No livro, acusa movimentos como Antifa, Black Lives Matter e grupos pró-palestinianos de terem contribuído para a degradação da ordem social em várias cidades norte-americanas.</p>
<p>Referindo-se a locais como Portland, Chicago, Mineápolis, Seattle, Nova Iorque e São Francisco, Hegseth escreve que estes movimentos procuraram criar versões domésticas dos cenários de conflito que conheceu durante o serviço militar no Iraque.</p>
<p>A crítica estende-se muito além dos grupos radicais. Na definição apresentada pelo autor, a chamada “esquerda radical” inclui figuras políticas como Barack Obama e Joe Biden, jornalistas dos meios de comunicação tradicionais, professores universitários, funcionários públicos e até alguns oficiais superiores das forças armadas.</p>
<p>Entre os exemplos citados por Hegseth encontram-se Wesley Clark e Mark Milley, ambos apresentados como representantes de uma elite militar afastada dos valores que o autor considera essenciais.</p>
<p><strong>O dever de defender a Constituição</strong><br />
Um dos argumentos centrais do livro assenta na interpretação do juramento prestado pelos militares norte-americanos.</p>
<p>Segundo Hegseth, as forças armadas comprometem-se a defender a Constituição dos Estados Unidos contra todos os inimigos, sejam eles estrangeiros ou domésticos.</p>
<p>É neste contexto que o autor afirma explicitamente que considera os marxistas como inimigos da nação.</p>
<p>A partir dessa premissa, defende que os patriotas norte-americanos não podem limitar-se a combater ameaças externas, devendo também enfrentar aqueles que, na sua visão, colocam em risco os fundamentos ideológicos do país.</p>
<p><strong>Críticas à política identitária</strong><br />
Outro dos temas centrais da obra é a rejeição das políticas identitárias que ganharam destaque na sociedade norte-americana durante a década passada.</p>
<p>Hegseth apresenta-se como defensor de uma visão “cega à cor da pele”, considerando que o exército representa um exemplo de integração bem-sucedida.</p>
<p>O secretário da Defesa elogia a dessegregação das forças armadas e destaca a participação de militares afro-americanos em todos os grandes conflitos da história dos Estados Unidos.</p>
<p>Ao recordar as suas próprias experiências militares, descreve unidades compostas por pessoas de múltiplas origens raciais, unificadas pelo uso do mesmo uniforme e pelo cumprimento da mesma missão.</p>
<p><strong>Mulheres nas forças armadas</strong><br />
Entre as posições mais polémicas defendidas por Hegseth encontra-se a oposição à presença de mulheres em unidades de combate.</p>
<p>No livro, argumenta que homens e mulheres possuem características distintas e que a integração feminina nas forças de combate pode afetar a eficácia operacional.</p>
<p>Segundo a sua perspetiva, as mulheres são naturalmente vocacionadas para a maternidade e desempenham um papel diferente na sociedade, razão pela qual considera inadequada a sua participação em determinadas funções militares.</p>
<p>Estas posições têm sido alvo de forte contestação por parte de críticos que as consideram incompatíveis com os princípios modernos de igualdade de género.</p>
<p><strong>O episódio dos tatuagens e as acusações de extremismo</strong><br />
Hegseth admite que parte da motivação para escrever o livro teve origem numa experiência pessoal.</p>
<p>Em janeiro de 2021, após o ataque ao Capitólio por apoiantes de Donald Trump, o então membro da Guarda Nacional foi afastado das operações de segurança associadas à tomada de posse de Joe Biden.</p>
<p>A decisão surgiu depois de um colega ter alertado os superiores para a existência de tatuagens consideradas extremistas.</p>
<p>Entre elas encontrava-se a expressão latina Deus Vult (“Deus o quer”), associada historicamente às Cruzadas e posteriormente adotada por alguns grupos da extrema-direita norte-americana.</p>
<p>Hegseth interpreta esse episódio como um exemplo daquilo que considera ser a marginalização de americanos conservadores e cristãos dentro das próprias instituições do país.</p>
<p><strong>Nacionalismo cristão e influência religiosa</strong><br />
O artigo destaca ainda a ligação do secretário da Defesa ao movimento do nacionalismo cristão.</p>
<p>Hegseth integra a Comunhão de Igrejas Evangélicas Reformadas (CREC), uma organização religiosa influente em determinados círculos conservadores dos Estados Unidos.</p>
<p>Já enquanto secretário da Defesa, partilhou conteúdos da organização nas redes sociais e convidou um dos seus fundadores, o pastor Douglas Wilson, para dirigir uma cerimónia religiosa no Pentágono.</p>
<p>Wilson defende posições fortemente conservadoras, incluindo a oposição ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, restrições à presença pública do Islão e a criação de uma república explicitamente cristã baseada em princípios bíblicos.</p>
<p><strong>A história bíblica de Gedeão como modelo político</strong><br />
Nos capítulos finais do livro, Hegseth recorre à figura bíblica de Gedeão para explicar a sua visão sobre os desafios contemporâneos enfrentados pelos Estados Unidos.</p>
<p>O secretário da Defesa recorda a narrativa do Antigo Testamento em que Gedeão lidera um pequeno exército israelita contra os midianitas, alcançando uma vitória considerada improvável.</p>
<p>Contudo, para Hegseth, a principal lição da história não está na derrota do inimigo externo.</p>
<p>O autor enfatiza que, antes de enfrentar os adversários estrangeiros, Gedeão teve de combater aqueles que, dentro da própria comunidade israelita, tinham abandonado a fé e passado a venerar outros deuses.</p>
<p>Essa leitura serve de metáfora para a situação atual dos Estados Unidos, onde o secretário da Defesa considera que a batalha pela identidade nacional começa dentro de casa.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/pete-hegseth-e-a-guerra-interna-o-pensamento-do-secretario-da-defesa-que-esta-a-moldar-a-nova-america/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770502]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Governo reconhece alguns motivos que levaram à greve dos trabalhadores da AIMA</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/governo-reconhece-alguns-motivos-que-levaram-a-greve-dos-trabalhadores-da-aima/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/governo-reconhece-alguns-motivos-que-levaram-a-greve-dos-trabalhadores-da-aima/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:31:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=770513</guid>

					<description><![CDATA[O secretário de Estado da Imigração mostrou-se hoje compreensivo com alguns dos motivos da greve dos trabalhadores da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), mas recusou a criação de uma carreira especial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário de Estado da Imigração mostrou-se hoje compreensivo com alguns dos motivos da greve dos trabalhadores da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), mas recusou a criação de uma carreira especial.</P><br />
<P>&#8220;A nossa vontade é a mesma da dos trabalhadores, de ter uma AIMA mais forte que seja um serviço de referência na administração portuguesa&#8221;, afirmou o secretário de Estado Adjunto e da Presidência e Imigração, em declarações aos jornalistas numa reação à greve de quatro dias iniciada hoje.</P><br />
<P>À margem da conferência &#8220;O novo Pacto em matéria de Migração e Asilo da União Europeia&#8221;, Rui Armindo Freitas disse que o Governo recebeu a AIMA &#8220;há dois anos, com falta de dimensão e de condições&#8221; e que desde então tem vindo a desenvolver medidas, que vão ao encontro de algumas das reivindicações dos trabalhadores.</P><br />
<P>No entanto, existe um ponto de discórdia: a criação de uma carreira específica, que é um dos principais motivos que levou o Sindicato dos Técnicos de Migração a marcar quatro dias de greve. </P><br />
<P>&#8220;O sindicato tem uma determinada interpretação. A AIMA tem um serviço devidamente organizado e é dentro desse enquadramento que está a trabalhar e que tem tido sucesso, ainda que com constrangimentos que lamentamos, mas fruto de explosão de procura de serviços&#8221;, disse.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas saudou o trabalho dos funcionários da AIMA, lembrando que no ano passado realizaram cerca de 800 mil atendimentos administrativos, mais de 300 mil atendimentos informativos, e atenderam &#8220;mais de um milhão de chamadas telefónicas&#8221;.</P><br />
<P>Sobre a falta de pessoal, lembrou o processo de reestruturação em curso, que levou à abertura de &#8220;vários concursos&#8221;, estando &#8220;cada vez mais reforçada&#8221;: O quadro de pessoal já &#8220;aumentou 10%&#8221; e este ano deverá voltar a ser reforçado, prometeu.</P><br />
<P>&#8220;Este é um caminho que se vai fazendo de uma estrutura recebida há dois anos com falta de dimensão e de condições e que está a ser trabalhada todos os dias&#8221; para se tornar &#8220;um serviço de referência na Administração Pública portuguesa&#8221;, disse à margem da conferência na Universidade Autónoma de Lisboa.</P><br />
<P>A greve iniciada hoje irá continuar nos dias 2, 3 e 5 de junho por melhores condições de trabalho e de funcionamento dos serviços, &#8220;incapazes de dar uma resposta célere aos processos de regularização&#8221;, explicou à Lusa a presidente do Sindicato dos Técnicos de Migração, Manuela Niza.</P><br />
<P>O panorama traçado pela sindicalista é de serviços onde faltam funcionários e os que ainda ali trabalham estão &#8220;esgotados e desmotivados&#8221;.  </P><br />
<P>Além disso, acrescentou, as condições de trabalho &#8220;são miseráveis&#8221;: Há postos de atendimento &#8220;sem água para disponibilizar aos utentes ou funcionários&#8221;; outros postos onde &#8220;se morre de frio e de calor&#8221;; postos com os &#8220;tetos a cair&#8221; e outros onde faltam computadores para trabalhar.</P><br />
<P>Sobre a falta de computadores, o secretário de Estado disse que &#8220;está em curso também um grande investimento de informatização&#8221;.</P><br />
<P>O sindicato pede também uma formação inicial de dois meses, no mínimo, para quem chega pela primeira vez à AIMA, para estar preparado para lidar com as situações e para que &#8220;não haja situações completamente desumanas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Somos um instituto público e o que nós queremos é uma agência que funcione e não nos faça morrer de vergonha pelos casos que aparecem na comunicação social e que são resultado da falta de formação e gestão desta casa&#8221;, acusou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/governo-reconhece-alguns-motivos-que-levaram-a-greve-dos-trabalhadores-da-aima/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770513]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Grupo português Petrotec compra britânica Premier Forecourts &#038; Construction</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/grupo-portugues-petrotec-compra-britanica-premier-forecourts-construction/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/grupo-portugues-petrotec-compra-britanica-premier-forecourts-construction/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:25:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=770511</guid>

					<description><![CDATA[O grupo português Petrotec anunciou hoje a aquisição total da britânica Premier Forecourts &#38; Construction, elevando para 45 milhões de euros a faturação consolidada no Reino Unido, onde passa a ter mais de 200 trabalhadores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo português Petrotec anunciou hoje a aquisição total da britânica Premier Forecourts &amp; Construction, elevando para 45 milhões de euros a faturação consolidada no Reino Unido, onde passa a ter mais de 200 trabalhadores.</p>
<p>&#8220;O investimento, concretizado através da Petroassist UK &#8212; filial do grupo especializada em serviços de engenharia, assistência e manutenção no Reino Unido &#8211;, representa um passo estratégico fundamental para a consolidação da pegada industrial e de serviços da multinacional portuguesa num dos mercados mais exigentes e regulados da Europa&#8221;, refere em comunicado a Petrotec, que reclama a liderança europeia em soluções integradas para o abastecimento e carregamento de energia.</p>
<p>Com esta integração, cujo valor não foi divulgado, o Grupo Petrotec projeta que a sua operação consolidada no Reino Unido passe a representar um volume de negócios anual de cerca de 45 milhões de euros.</p>
<p>Até agora, a atividade da Petroassist UK centrava-se sobretudo na instalação, assistência técnica e manutenção multimarca para grandes redes de estações de serviço e retalho alimentar, tendo como clientes de referência a Tesco, Asda, Sainsbury&#8217;s, MFG, BP e Vinci.</p>
<p>Com a incorporação da Premier Forecourts &amp; Construction, o portefólio do grupo passa a integrar &#8220;competências críticas e abrangentes&#8221; de engenharia civil, instalações elétricas (&#8216;pipe fitting&#8217; e &#8216;electrical works&#8217;) e gestão integral de projetos (&#8216;turnkey delivery&#8217;).</p>
<p>Segundo salienta a empresa portuguesa, esta complementaridade permite-lhe &#8220;ascender a contratos de maior dimensão e complexidade, atuar como um fornecedor integral (&#8216;one-stop shop&#8217;) e potenciar o &#8216;cross-selling&#8217; na sua vasta base de clientes no Reino Unido&#8221;.</p>
<p>A Petrotec destaca ainda a relevância desta aquisição no plano da sustentabilidade, ao permitir acelerar a capacidade para implementar projetos ligados à mobilidade elétrica e infraestruturas EV (veículos elétricos).</p>
<p>Adicionalmente, possibilitará &#8220;sinergias diretas com outras marcas do universo do grupo&#8221;, como a Hellonext (especializada no desenvolvimento e fabrico de equipamentos e soluções para a transição energética, com foco principal na mobilidade elétrica e sistemas de hidrogénio verde) e a Neertec (projetos integrados de energia sustentável).</p>
<p>Para os próximos dois a três anos, as metas do Grupo Petrotec para o mercado britânico apontam para um crescimento anual consolidado superior a 10%, &#8220;sustentado pela expansão da oferta de serviços especializados e pela forte aceleração em projetos ligados à transição energética&#8221;.</p>
<p>Citado no comunicado, o presidente executivo (CEO) do Grupo Petrotec, Nuno Cabral, afirma que esta aquisição representa &#8220;mais um importante passo na estratégia de expansão e consolidação internacional&#8221; da empresa num dos &#8220;mercados mais exigentes, regulados e competitivos da Europa&#8221;.</p>
<p>Já Bruno Teixeira, &#8216;managing director&#8217; da Petroassist UK, aponta a importância do negócio na estratégia de longo prazo do Grupo Petrotec para fortalecer a sua presença no mercado do Reino Unido e expandir a sua plataforma de serviços de suporte à mobilidade.</p>
<p>&#8220;Esta parceria alarga também as nossas competências tanto na infraestrutura tradicional de retalho de combustível, como nas soluções de carregamento elétrico&#8221;, indica.</p>
<p>De acordo com a Petrotec, a Premier Forecourts &amp; Construction manterá a sua identidade operacional.</p>
<p>Fundado em 1983 e com sede em Guimarães, o Grupo Petrotec apresenta-se como &#8220;um dos poucos fabricantes mundiais que cobre toda a cadeia de valor da mobilidade energética, desde os combustíveis líquidos ao carregamento elétrico e abastecimento de hidrogénio&#8221;.</p>
<p>Com uma estrutura acionista 100% portuguesa e uma faturação global superior a 100 milhões de euros, o grupo conta com mais de 1.500 colaboradores, filiais em nove países (Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Itália, Roménia, Angola, Moçambique e África do Sul) e cinco unidades industriais em três continentes.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/grupo-portugues-petrotec-compra-britanica-premier-forecourts-construction/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770511]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
