<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Sun, 09 Aug 2026 08:37:06 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Hong Kong regista recorde de calor com 36,9 °C</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/hong-kong-regista-recorde-de-calor-com-369-c/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/hong-kong-regista-recorde-de-calor-com-369-c/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 08:37:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/hong-kong-regista-recorde-de-calor-com-369-c/</guid>

					<description><![CDATA[Hong Kong registou hoje a temperatura mais elevada desde que existem registos, em 1884, ao atingir 36,9 °C na sede do Observatório Meteorológico, no bairro de Tsim Sha Tsui, cujas medições servem de referência para a cidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hong Kong registou hoje a temperatura mais elevada desde que existem registos, em 1884, ao atingir 36,9 °C na sede do Observatório Meteorológico, no bairro de Tsim Sha Tsui, cujas medições servem de referência para a cidade.</p>
<p>&#8220;Às 15:15 [09:15, hora de Lisboa], a temperatura máxima registada no observatório foi de 36,9 graus, a mais elevada alguma vez registada desde 1884&#8221;, declarou o Observatório de Hong Kong.</p>
<p>Segundo o organismo, este recorde deve-se, em parte, ao tufão Dolphin, que se aproxima da costa oriental da China.</p>
<p>&#8220;À medida que o ciclone tropical Dolphin avança em direção à região de Zhejiang e se dirige para terra, a massa de ar na sua periferia continuará a trazer um tempo extremamente quente ao território, desde hoje até terça-feira, explicou.</p>
<p>O recorde anterior datava de 22 de agosto de 2017, com 36,6 graus antes da passagem do tufão Hato.</p>
<p>O Observatório de Hong Kong utiliza as medições da sua sede em Tsim Sha Tsui para os registos meteorológicos da cidade. No entanto, foram hoje registadas temperaturas superiores, de 37 graus ou mais, noutras zonas.</p>
<p>Segundo o Observatório, foi registada uma temperatura máxima de 39,7 graus em Sheung Shui, um bairro a norte, a mais elevada desde a instalação das estações meteorológicas automáticas na década de 1980.</p>
<p>A agência tinha emitido um &#8220;alerta de calor intenso&#8221;, apelando à população para que evitasse atividades intensas ao ar livre, prevendo-se que o tempo continue &#8220;extremamente quente&#8221; nos próximos dias.</p>
<p>Segundo os cientistas, o aquecimento global provocado pelas atividades humanas torna os episódios de calor extremo mais frequentes e mais graves.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/hong-kong-regista-recorde-de-calor-com-369-c/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799206]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Três mortos e 25 feridos após Rússia abater mais de 150 drones ucranianos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-tres-mortos-e-25-feridos-apos-russia-abater-mais-de-150-drones-ucranianos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-tres-mortos-e-25-feridos-apos-russia-abater-mais-de-150-drones-ucranianos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 08:32:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-tres-mortos-e-25-feridos-apos-russia-abater-mais-de-150-drones-ucranianos/</guid>

					<description><![CDATA[As defesas antiaéreas russas abateram de madrugada 153 drones ucranianos sobre 17 regiões russas, a península anexada da Crimeia e os mares Negro e Azov, provocando três mortos e 25 feridos, informou hoje o Ministério da Defesa da Rússia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As defesas antiaéreas russas abateram de madrugada 153 drones ucranianos sobre 17 regiões russas, a península anexada da Crimeia e os mares Negro e Azov, provocando três mortos e 25 feridos, informou hoje o Ministério da Defesa da Rússia.</p>
<p>&#8220;Durante a noite passada, as defesas antiaéreas intercetaram e destruíram 153 drones ucranianos de asa fixa&#8221;, indicou o comando militar russo nos seus canais no Telegram e no MAX.</p>
<p>&#8220;De acordo com informações atualizadas, morreram três pessoas: uma mulher e dois homens. Ficaram feridas 25 pessoas, incluindo dois menores&#8221;, informou no Telegram o departamento de imprensa do Governo local.</p>
<p>Embora a noite tenha sido relativamente tranquila, a região fronteiriça de Belgorod foi uma das mais afetadas, segundo as autoridades locais.</p>
<p>&#8220;Belgorod voltou a sofrer um ataque maciço dos terroristas de Kiev. Uma criança de quatro anos foi transportada de ambulância para o hospital pediátrico regional com ferimentos provocados por estilhaços no tórax&#8221;, escreveu no Telegram o governador interino da região, Alexandr Shuvayev.</p>
<p>O responsável indicou ainda que, na sequência das explosões provocadas por drones na capital regional, incendiaram-se dois automóveis, quatro edifícios e uma habitação particular, além de edifícios administrativos e sociais.</p>
<p>Segundo Andrei Kravchenko, presidente da câmara de Novorossiysk, cidade situada nas margens do mar Negro, os destroços de drones abatidos caíram sobre duas empresas locais e uma habitação, sem causar vítimas.</p>
<p>As autoridades da região russa da Basquiria informaram, por seu lado, que drones ucranianos tentaram atacar empresas locais em Ufa, a capital regional.</p>
<p>Os destroços de um dos drones abatidos atingiram um edifício em construção, provocando um incêndio, sem causar vítimas.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-tres-mortos-e-25-feridos-apos-russia-abater-mais-de-150-drones-ucranianos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799205]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O mercado emprestou o valor mais alto de sempre no mês em que as regras apertaram</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-mercado-emprestou-o-valor-mais-alto-de-sempre-no-mes-em-que-as-regras-apertaram/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/o-mercado-emprestou-o-valor-mais-alto-de-sempre-no-mes-em-que-as-regras-apertaram/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 08:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[ComparaJá]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Rita Sogalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=798367</guid>

					<description><![CDATA[Por Rita Sogalho, Team Leader de Crédito Habitação do ComparaJá]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O total de crédito à habitação concedido em Portugal chegou aos 116,8 mil milhões de euros no final de junho, o valor mais elevado desde que o Banco de Portugal iniciou a série, em 1979. O crescimento homólogo foi de 10,9%, a maior subida registada desde fevereiro de 2003. Um mês depois, a 1 de agosto, entraram em vigor regras de concessão mais exigentes e os bancos passaram a estimar reduções na concessão entre 5% e 10%.</p>
<p>Estes dois factos não são contraditórios.Quando um regulador anuncia que vai apertar as condições de acesso e dá meses de aviso prévio, a reação previsível do mercado não é abrandar. É acelerar. Quem tinha um processo em cima da mesa fechou-o antes do prazo, quem hesitava deixou de hesitar, e quem estava numa zona cinzenta correu para dentro da janela que estava prestes a fechar. Uma parte do recorde de junho não é procura nova. É procura antecipada, retirada dos meses seguintes e concentrada nos meses anteriores à mudança.</p>
<p>Isto tem consequências práticas para a forma como vamos ler os números do resto do ano. A quebra que aparecer em agosto e setembro vai ser atribuída ao aperto das regras, e em parte será. Mas outra parte será apenas a contrapartida aritmética do pico: os processos que iam acontecer nesses meses já aconteceram. Confundir as duas coisas leva a conclusões erradas sobre a dimensão real do efeito regulatório, e é um erro que se vai cometer bastante nas próximas semanas.</p>
<p>Há uma segunda leitura, menos discutida, que me parece mais importante. O crescimento do stock de crédito não significa que mais famílias compraram casa. Significa que se emprestou mais dinheiro. São coisas diferentes, e a diferença explica-se pelo preço do imóvel: no mercado de crédito habitação que acompanhamos todos os meses, o montante médio financiado subiu em julho para 208.774 euros, novo máximo do ano e mais 7,7% do que há doze meses. O mesmo número de operações com valores unitários mais altos produz exatamente este gráfico. É crescimento de valor, não de acesso.</p>
<p>Daí que o aperto das regras seja mais defensável do que parece à primeira vista. Um mercado que bate recordes de montante concedido enquanto a prestação média do conjunto dos contratos atinge o máximo da série, e sobe há dez meses seguidos, é um mercado onde o esforço das famílias está a crescer mais depressa do que a sua capacidade. Regular a entrada nesse ponto não é travar o acesso à habitação. É evitar que o acesso se faça em condições que só funcionam enquanto tudo correr bem.</p>
<p>O que peço a quem lê isto com preocupação, e são muitos, é que separe o diagnóstico da consequência pessoal. As regras novas reduzem o montante máximo que cada família consegue suportar, mas não alteram o que estava sempre debaixo do nosso controlo: o preço a que se contrata. A dispersão entre a melhor e a pior proposta apresentada ao mesmo cliente continua a ser a maior variável da equação, e é a única que não depende do regulador nem do preço das casas. Num mercado que aperta, essa margem deixa de ser uma vantagem e passa a ser a diferença entre conseguir e não conseguir.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/o-mercado-emprestou-o-valor-mais-alto-de-sempre-no-mes-em-que-as-regras-apertaram/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798367]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Incêndios: Dois fogos em Carrazeda de Ansiães mobilizam 330 operacionais</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/incendios-dois-fogos-em-carrazeda-de-ansiaes-mobilizam-330-operacionais/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/incendios-dois-fogos-em-carrazeda-de-ansiaes-mobilizam-330-operacionais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 08:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/incendios-dois-fogos-em-carrazeda-de-ansiaes-mobilizam-330-operacionais/</guid>

					<description><![CDATA[Os dois incêndios que deflagraram no sábado no concelho de Carrazeda de Ansiães mobilizam hoje 330 operacionais e cinco meios aéreos, estando o de Linhares em resolução e o de Paradela ainda em curso, indicou fonte da Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os dois incêndios que deflagraram no sábado no concelho de Carrazeda de Ansiães mobilizam hoje 330 operacionais e cinco meios aéreos, estando o de Linhares em resolução e o de Paradela ainda em curso, indicou fonte da Proteção Civil.</p>
<p>Fonte do Comando Regional de Emergência e Proteção Civil do Douro disse à Lusa, cerca das 09:00, que os dois incêndios lavram em zona de mato de difícil acesso, não tendo indicação de que ameacem casas.</p>
<p>O incêndio que deflagrou às 13:47 de sábado em Linhares, concelho de Carrazeda de Ansiães (distrito de Bragança), está em resolução e mobiliza quatro meios aéreos, 78 viaturas e 247 operacionais.</p>
<p>Já o que deflagrou ao final da tarde, às 19:57, na aldeia de Paradela, na freguesia de Pombal, também no concelho de Carrazeda de Ansiães, está em curso e mobiliza 83 operacionais, auxiliados por 23 viaturas e um aéreo.</p>
<p>A mesma fonte indicou que estes dois incêndios não estão relacionados.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/incendios-dois-fogos-em-carrazeda-de-ansiaes-mobilizam-330-operacionais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799204]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Volta… ou não Volta? Garrafas e latas sem o símbolo podem continuar à venda: esclareça as dúvidas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/volta-ou-nao-volta-garrafas-e-latas-sem-o-simbolo-podem-continuar-a-venda-esclareca-as-duvidas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/volta-ou-nao-volta-garrafas-e-latas-sem-o-simbolo-podem-continuar-a-venda-esclareca-as-duvidas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 08:15:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[volta]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=798527</guid>

					<description><![CDATA[Agência Portuguesa do Ambiente (APA) alterou as regras e vai permitir que os stocks antigos continuem a ser vendidos até se esgotarem]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Era suposto o período de transição terminar este domingo, mas isso não significa que as garrafas de plástico e latas sem o símbolo Volta desapareçam das lojas, supermercados, cafés e restaurantes na segunda-feira. A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) alterou as regras e vai permitir que os stocks antigos continuem a ser vendidos até se esgotarem.</p>
<p>A decisão esclarece uma das principais dúvidas em torno do Sistema de Depósito e Reembolso (SDR), que começou a funcionar em abril e introduziu o pagamento de um depósito de 10 cêntimos nas embalagens abrangidas. Durante 120 dias, puderam coexistir no mercado embalagens novas, identificadas com o símbolo Volta, e embalagens antigas, sem essa marca.</p>
<p>Esse período termina este domingo. Mas a APA retificou a circular que regulamenta a transição para permitir que distribuidores, grossistas, supermercados, cafés, restaurantes e outros estabelecimentos que vendem diretamente ao consumidor continuem a escoar as embalagens antigas que já têm em stock.</p>
<p>Na prática, a partir de segunda-feira será perfeitamente possível entrar num supermercado ou pedir uma bebida num café e receber uma garrafa ou lata sem o símbolo Volta. Não significa que a embalagem esteja irregular: pode simplesmente pertencer aos stocks colocados no mercado antes da entrada em vigor das novas regras.</p>
<p>Há, porém, uma diferença fundamental. Os produtores e embaladores deixam de poder colocar no mercado nacional novas bebidas acondicionadas nas antigas embalagens sem o símbolo. Segundo as regras agora clarificadas pela APA, os stocks que permaneçam nas mãos destes operadores poderão ser utilizados internamente ou destinados à exportação, desde que cumpram as regras aplicáveis no país de destino.</p>
<p>E o que deve fazer o consumidor quando comprar uma embalagem antiga? Se não tiver o símbolo Volta, não deve colocá-la numa máquina do sistema de reembolso. Depois de utilizada, continua a ter como destino o ecoponto amarelo.</p>
<p>Também não há depósito de 10 cêntimos a pagar. A caução aplica-se às embalagens integradas no SDR e devidamente identificadas. Assim, uma garrafa ou lata antiga sem o símbolo Volta não dá direito ao reembolso dos 10 cêntimos e esse valor não deve ser cobrado no momento da compra.</p>
<p>Nas embalagens abrangidas pelo sistema, as regras são diferentes. Para serem aceites pelas máquinas, devem estar vazias, conservar a forma original e apresentar o símbolo Volta e o código de barras legível. Não precisam de ser lavadas, mas não devem ser esmagadas.</p>
<p>A alteração das regras foi recebida favoravelmente pelo setor da restauração. Em comunicado, a AHRESP considera que a decisão evita que estabelecimentos com bebidas antigas ainda próprias para consumo sejam obrigados a deixar de as comercializar, reduzindo desperdícios e potenciais prejuízos.</p>
<p>Existe ainda outra possibilidade para os stocks abrangidos pela exceção: as embalagens poderão ser doadas a instituições de caráter social ou outras entidades sem fins lucrativos para consumo próprio, de acordo com a clarificação feita pela APA.</p>
<p>O Volta atingiu entretanto a marca dos 100 milhões de embalagens devolvidas nos primeiros meses de funcionamento. Num balanço divulgado em julho, a SDR Portugal indicava uma taxa de recolha de 38% e mais de 2.500 pontos automáticos de devolução, aos quais se juntam locais de recolha manual e dezenas de quiosques.</p>
<p>O arranque também tem provocado problemas. Em algumas cidades foram registados casos de contentores do lixo abertos ou vandalizados por pessoas à procura de embalagens que permitem recuperar os 10 cêntimos. A SDR Portugal reconheceu a necessidade de encontrar respostas com municípios e operadores, mas sustentou que fenómenos semelhantes ocorreram noutros países quando estes sistemas começaram a funcionar.</p>
<p>Portugal tornou-se o 19.º país da União Europeia a adotar um sistema deste género. O objetivo é aumentar a recolha de embalagens para reciclagem e reduzir os resíduos que acabam no lixo indiferenciado ou abandonados no espaço público.</p>
<p>Por isso, a chegada de 10 de agosto não significa o desaparecimento imediato das embalagens antigas. Durante algum tempo, os consumidores poderão encontrar lado a lado garrafas e latas com e sem o símbolo Volta. A regra para não se enganar é simples: se tem o símbolo, há um depósito de 10 cêntimos e a embalagem pode ser devolvida através do sistema; se não tem, não há depósito nem reembolso e, depois de utilizada, deve seguir para o ecoponto amarelo.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/volta-ou-nao-volta-garrafas-e-latas-sem-o-simbolo-podem-continuar-a-venda-esclareca-as-duvidas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798527]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Dados da inflação e negociações com o Irão continuarão a marcar rumo dos mercados</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/dados-da-inflacao-e-negociacoes-com-o-irao-continuarao-a-marcar-rumo-dos-mercados/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/dados-da-inflacao-e-negociacoes-com-o-irao-continuarao-a-marcar-rumo-dos-mercados/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 08:03:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/dados-da-inflacao-e-negociacoes-com-o-irao-continuarao-a-marcar-rumo-dos-mercados/</guid>

					<description><![CDATA[Os dados da inflação dos principais países europeus e dos Estados Unidos, bem como as negociações entre Washington e o Irão, continuarão a marcar o rumo dos mercados, que iniciaram agosto em máximos históricos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os dados da inflação dos principais países europeus e dos Estados Unidos, bem como as negociações entre Washington e o Irão, continuarão a marcar o rumo dos mercados, que iniciaram agosto em máximos históricos.</p>
<p>A evolução ocorre impulsionada pelos resultados empresariais e pelas maiores expectativas de um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão que permita a reabertura do estreito de Ormuz.</p>
<p>Neste contexto, o preço do petróleo Brent, de referência na Europa, passou dos 90 dólares por barril, valor em que encerrou 31 de julho, para cerca de 80 dólares, nível a que é atualmente negociado.</p>
<p>A atenção dos mercados estará, por isso, centrada esta semana nos dados da inflação. Na quarta-feira serão conhecidos os índices de preços no consumidor (IPC) da Alemanha, Itália e Estados Unidos. Um dia depois será a vez de Espanha e, na sexta-feira, de França.</p>
<p>Antes disso, a semana começará com poucos indicadores relevantes, destacando-se na segunda-feira apenas a publicação do relatório mensal do Bundesbank alemão e do índice Sentix de confiança dos investidores da zona euro.</p>
<p>Na terça-feira, os mercados não contarão com a referência da Bolsa do Japão, encerrada devido à celebração do Dia da Montanha, enquanto na quarta-feira serão conhecidos, nos Estados Unidos, os dados semanais do emprego da ADP e o índice Redbook de vendas a retalho.</p>
<p>Na quinta-feira, o Reino Unido divulgará os dados do crescimento económico, da balança comercial e da produção industrial.</p>
<p>Na zona euro serão igualmente conhecidos os dados da produção industrial e das vendas a retalho.</p>
<p>A semana terminará com a publicação, pelo Eurostat, da estimativa rápida do Produto Interno Bruto (PIB) europeu do segundo trimestre, bem como das expectativas de inflação nos Estados Unidos e do índice de confiança dos consumidores da Universidade de Michigan.</p>
<p>Em declarações à EFE, o analista Manuel Pinto destacou que os dados da inflação serão o indicador mais relevante da semana, sobretudo os dos Estados Unidos, que serão conhecidos na quarta-feira.</p>
<p>Em junho, a inflação abrandou nos Estados Unidos mais do que o esperado, num contexto de descida do preço do petróleo, enquanto o mercado antecipava o fim do conflito entre os Estados Unidos e o Irão.</p>
<p>Pinto recorda, contudo, que nas últimas semanas o preço do petróleo voltou a subir, o que poderá colocar os bancos centrais &#8220;entre a espada e a parede&#8221;.</p>
<p>Por outro lado, o analista indicou que, durante a semana, não haverá dados relevantes a nível microeconómico, uma vez que a época de apresentação de resultados empresariais está praticamente a terminar.</p>
<p>Em Espanha, faltam ainda ser conhecidos os resultados da Inditex, enquanto nos Estados Unidos a Nvidia só os divulgará no final deste mês.</p>
<p>Neste sentido, destacou que os resultados empresariais registaram &#8220;crescimentos históricos&#8221;, que &#8220;não se verificavam nos últimos anos&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/dados-da-inflacao-e-negociacoes-com-o-irao-continuarao-a-marcar-rumo-dos-mercados/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799203]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>China prepara-se para a chegada do tufão Dolphin: milhares retirados e centenas de voos já foram cancelados</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/china-prepara-se-para-a-chegada-do-tufao-dolphin-milhares-retirados-e-centenas-de-voos-ja-foram-cancelados/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/china-prepara-se-para-a-chegada-do-tufao-dolphin-milhares-retirados-e-centenas-de-voos-ja-foram-cancelados/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 08:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[mau tempo]]></category>
		<category><![CDATA[tufão Dolphin]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=798739</guid>

					<description><![CDATA[O Dolphin é o 13.º tufão da temporada de 2026 no Pacífico e chega à costa chinesa depois de um percurso invulgarmente longo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A China está este domingo em alerta para a aproximação do tufão Dolphin, que deverá atingir ou passar muito próximo da costa leste do país entre este domingo e segunda-feira. As províncias de Zhejiang e Fujian encontram-se entre as regiões sob maior vigilância, perante a previsão de ventos fortes e chuva torrencial.</p>
<p>O Dolphin é o 13.º tufão da temporada de 2026 no Pacífico e chega à costa chinesa depois de um percurso invulgarmente longo. O ciclone formou-se a oeste da Linha Internacional de Data e atravessou uma grande extensão do oceano antes de se aproximar da Ásia continental.</p>
<p>Dong Lin, meteorologista-chefe do Centro Meteorológico Nacional da China, salientou que é raro uma tempestade com um percurso tão longo conseguir chegar ao país mantendo esta intensidade. A trajetória exata continua, contudo, envolvida em alguma incerteza.</p>
<p>As previsões divulgadas pelas autoridades chinesas apontavam para uma possível chegada a terra entre Zhejiang e Fujian, depois de o Dolphin atravessar as ilhas Ryukyu, no Japão, e entrar no mar da China Oriental. O Centro Meteorológico Nacional manteve o alerta amarelo, o terceiro mais elevado numa escala de quatro níveis.</p>
<p>Na sexta-feira, quando ainda se encontrava a centenas de quilómetros da costa chinesa, o Dolphin apresentava ventos máximos próximos do centro na ordem dos 150 km/h, segundo dados meteorológicos japoneses. O sistema apresentava também uma pressão central de cerca de 940 hPa e uma extensa área afetada por ventos fortes.</p>
<p>A dimensão do sistema levou as autoridades chinesas a começar os preparativos com vários dias de antecedência. Em Zhejiang foram suspensas ligações marítimas de passageiros, interrompidos trabalhos no mar e ordenado o regresso de embarcações a locais seguros. Mais de 10 mil habitantes de ilhas próximas da costa tinham já sido retirados preventivamente.</p>
<p>As autoridades recorreram também a drones, inteligência artificial e outros sistemas de monitorização para acompanhar a aproximação do ciclone e avaliar riscos em zonas costeiras. Várias províncias reforçaram os mecanismos de resposta de emergência, enquanto pescadores e embarcações foram chamados a regressar aos portos.</p>
<p>Antes de se aproximar da China, o Dolphin afetou o sul do Japão. Mais de cinco mil pessoas receberam ordens de retirada em Kagoshima e mais de 600 voos foram cancelados, afetando dezenas de milhares de passageiros.</p>
<p>Mas a principal preocupação na China não se limita aos ventos. O Dolphin deverá transportar grandes quantidades de humidade e provocar precipitação forte a torrencial em partes do leste do país, sobretudo nas regiões próximas e a norte do ponto onde entrar em terra.</p>
<p>E o impacto poderá prolongar-se para lá da chegada do tufão à costa. Uma das possibilidades estudadas pelos meteorologistas é que, depois de entrar em território chinês, os restos do Dolphin avancem para norte e interajam com uma massa de ar mais frio. Nesse cenário, poderão ocorrer períodos prolongados de chuva intensa no norte e nordeste da China entre 12 e 14 de agosto.</p>
<p>A outra possibilidade é o sistema avançar para oeste depois de tocar terra e permanecer durante dois ou três dias sobre o sul do país. É precisamente esta incerteza sobre aquilo que acontecerá depois da chegada à costa que está a dificultar a previsão dos locais que poderão receber as maiores quantidades de precipitação.</p>
<p>O tufão surge num verão particularmente difícil para várias regiões chinesas. Chuvas torrenciais, inundações e deslizamentos de terra provocaram dezenas de mortes e obrigaram à retirada de centenas de milhares de pessoas em diferentes províncias.</p>
<p>Só na última semana, o Governo chinês disponibilizou centenas de milhões de yuan do fundo central de auxílio a catástrofes para apoiar regiões atingidas por inundações, financiar operações de busca e salvamento, alojar populações retiradas e reparar habitações danificadas.</p>
<p>É neste cenário de solos já saturados e sucessivos episódios de chuva intensa que o Dolphin chega agora à costa. E mesmo depois de perder força sobre terra, a ameaça poderá não desaparecer: a quantidade de humidade transportada pelo sistema significa que a chuva poderá tornar-se o principal perigo muito depois de os ventos do tufão começarem a enfraquecer.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/china-prepara-se-para-a-chegada-do-tufao-dolphin-milhares-retirados-e-centenas-de-voos-ja-foram-cancelados/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798739]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>REPORTAGEM: Amina recebeu o primeiro BI aos 59 anos em campanha que muda a vida de moçambicanas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/reportagem-amina-recebeu-o-primeiro-bi-aos-59-anos-em-campanha-que-muda-a-vida-de-mocambicanas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/reportagem-amina-recebeu-o-primeiro-bi-aos-59-anos-em-campanha-que-muda-a-vida-de-mocambicanas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 07:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/reportagem-amina-recebeu-o-primeiro-bi-aos-59-anos-em-campanha-que-muda-a-vida-de-mocambicanas/</guid>

					<description><![CDATA[Depois de uma vida sem qualquer documento oficial, Amina Agostinho, 59 anos, faz fila em Nampula, norte de Moçambique, para ter o primeiro Bilhete de Identidade, numa campanha que está a mudar a vida de milhares de mulheres.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de uma vida sem qualquer documento oficial, Amina Agostinho, 59 anos, faz fila em Nampula, norte de Moçambique, para ter o primeiro Bilhete de Identidade, numa campanha que está a mudar a vida de milhares de mulheres.</p>
<p>No posto de atendimento de Nampaco, na cidade de Nampula, a fila começa ainda antes do amanhecer. Entre mães com crianças ao colo, idosos apoiados em bengalas e jovens que aguardam pacientemente pela sua vez, destaca-se Amina Agostinho, que nasceu em 1967 e espera, pela primeira vez, ser oficialmente identificada pelo Estado.</p>
<p>Sentada num banco improvisado, segura cuidadosamente o cartão de eleitor. O nervosismo é visível, mas o sorriso denuncia a esperança de quem acredita que a espera está prestes a terminar.</p>
<p>&#8220;Não tinha como tratar. Faltava dinheiro&#8221;, conta à Lusa, explicando que durante toda a vida viveu sem qualquer documento oficial. Apesar disso, fez questão de garantir que os nove filhos fossem registados. &#8220;As crianças já registaram, só faltava eu&#8221;, confessa.</p>
<p>A história de Amina repete-se em muitos dos cidadãos, sobretudo mulheres, que recorrem à campanha de registo de nascimento e emissão gratuita de Bilhetes de Identidade que decorre na província de Nampula desde 01 de junho: o objetivo era alcançar num ano 38.800 pessoas e já atenderam 21.300, o equivalente a 56% da meta estabelecida.</p>
<p>No posto de atendimento de Nampaco, para além dos números, multiplicam-se os relatos de mulheres que, depois de décadas sem qualquer documento de identificação, encontram finalmente uma oportunidade para regularizar a situação civil.</p>
<p>Amina recorda que, há várias décadas, o registo era um processo difícil para quem vivia longe dos serviços públicos e sem recursos para suportar as deslocações.</p>
<p>&#8220;Há muito tempo era difícil alguém registar. Agora sinto-me bem porque também vou registar-me. O Governo pensou também nos mais velhos&#8221;, afirma, enquanto aguardava pela chamada dos técnicos.</p>
<p>A poucos metros encontra-se Belinha Carlos, de 48 anos. Também ela nunca conseguiu regularizar a sua situação documental e atribui essa realidade às dificuldades económicas enfrentadas ao longo da vida.</p>
<p>&#8220;Há muito tempo era difícil. Agora sinto-me bem por conseguir tratar o documento&#8221;, diz à Lusa.</p>
<p>Contudo, o processo revelou um problema inesperado. O nome pelo qual sempre foi conhecida não pode ser usado como oficial, pois o registo não admite diminutivos considerados nomes de uso familiar, tendo agora de ser registada como Bela.</p>
<p>&#8220;Tenho nove filhos e eles foram registados com o nome Belinha. Não sei como é que vai ficar essa situação&#8221;, conta, demonstrando preocupação enquanto procurava esclarecimentos junto dos funcionários.</p>
<p>Apesar da incerteza, Belinha acredita que a campanha representa uma oportunidade única para resolver um problema que carregou durante décadas e espera sair do posto com a situação encaminhada.</p>
<p>Regina Alberto, de 35 anos, assiste a tudo no mesmo local. Aguarda a conclusão do processo para voltar a ter documentos, depois de perder os que possuía há vários anos. Mãe de três filhos, diz que a campanha poupou-lhe despesas que dificilmente conseguiria suportar.</p>
<p>&#8220;Gostei desta campanha porque ajuda muitas pessoas. Agora é mais fácil voltar a ter os documentos&#8221;, afirma.</p>
<p>À medida que os utentes entram e saem, os funcionários procuram responder ao elevado número de pedidos. Muitos chegam para fazer apenas o registo de nascimento, enquanto outros iniciam simultaneamente o processo de emissão do Bilhete de Identidade, uma vez que os dois serviços estão a ser prestados em simultâneo.</p>
<p>O diretor do Serviço Provincial da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Cachimo Raul, defende que a forte adesão registada desde o lançamento da campanha demonstra a necessidade de aproximar os serviços de identificação civil das comunidades.</p>
<p>A campanha decorre em todo o país, após o Governo moçambicano decidir prolongar o período de isenção de pagamento na emissão de documentos essenciais de identificação civil até junho de 2027.</p>
<p>Segundo Cachimo Raul, nos próximos dias terá início uma segunda fase, que prevê a deslocação de brigadas móveis às localidades, com vista a aproximar os serviços das comunidades mais distantes.</p>
<p>As autoridades acreditam que, perante a forte adesão da população, a meta inicial será ultrapassada até ao fim da iniciativa.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/reportagem-amina-recebeu-o-primeiro-bi-aos-59-anos-em-campanha-que-muda-a-vida-de-mocambicanas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799202]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Cerca de 40 concelhos de sete distritos do país em em perigo máximo de incêndio</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/cerca-de-40-concelhos-de-sete-distritos-do-pais-em-em-perigo-maximo-de-incendio/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/cerca-de-40-concelhos-de-sete-distritos-do-pais-em-em-perigo-maximo-de-incendio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 07:01:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/cerca-de-40-concelhos-de-sete-distritos-do-pais-em-em-perigo-maximo-de-incendio/</guid>

					<description><![CDATA[Cerca de 40 concelhos dos distritos de Bragança, Viseu, Guarda, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro estão hoje em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 40 concelhos dos distritos de Bragança, Viseu, Guarda, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro estão hoje em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
<p>O IPMA colocou também em perigo muito elevado de incêndio cerca de 90 concelhos dos distritos de Vila Real, Bragança, Porto, Aveiro, Viseu, Guarda, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Santarém, Portalegre, Évora, Beja e Faro.</p>
<p>Sob perigo elevado de incêndio estão 65 concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Vila Real, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Viseu, Leiria, Santarém, Lisboa, Setúbal, Portalegre, Évora, Beja e Faro.</p>
<p>O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.</p>
<p>O IPMA prevê para hoje no continente céu pouco nublado ou limpo, apresentando períodos de maior nebulosidade até ao meio da manhã, com possibilidade de ocorrência de precipitação fraca no litoral Norte e Centro até ao meio da manhã.   O vento soprará fraco a moderado, por vezes forte na faixa costeira ocidental a sul do Cabo Raso durante a tarde.</p>
<p>   As previsões apontam também para a possibilidade de formação de neblina ou nevoeiro matinal em alguns locais, em especial do Norte e Centro e uma pequena descida de temperatura.</p>
<p>As temperaturas máximas vão oscilar entre os 24 graus Celsius em Viana do Castelo e os 34 em Castelo Branco, Évora e Beja.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/cerca-de-40-concelhos-de-sete-distritos-do-pais-em-em-perigo-maximo-de-incendio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799201]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Madeira tem capacidade tecnológica para começar a investigar o mar profundo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/madeira-tem-capacidade-tecnologica-para-comecar-a-investigar-o-mar-profundo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/madeira-tem-capacidade-tecnologica-para-comecar-a-investigar-o-mar-profundo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 07:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/madeira-tem-capacidade-tecnologica-para-comecar-a-investigar-o-mar-profundo/</guid>

					<description><![CDATA[O programa de monitorização da biodiversidade marinha da Madeira (BioMa) inclui atualmente mergulhos até aos 30 metros de profundidade, mas o próximo desafio é mergulhar mais fundo e trazer novas descobertas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O programa de monitorização da biodiversidade marinha da Madeira (BioMa) inclui atualmente mergulhos até aos 30 metros de profundidade, mas o próximo desafio é mergulhar mais fundo e trazer novas descobertas. </p>
<p>Em entrevista à agência Lusa, o investigador Pedro Neves, do Observatório Oceânico da Madeira, destacou que a região &#8220;está dotada de uma capacidade tecnológica muito superior a outras regiões&#8221; que vai permitir realizar investigações científicas numa área do mar ainda muito desconhecida. </p>
<p>Atualmente, a monitorização marinha é feita, desde 2016, com mergulhos recorrentes em 19 locais da Madeira e do Porto Santo, a cerca de 30 metros de profundidade.</p>
<p>No entanto, sublinhou o biólogo marinho, com os equipamentos tecnológicos adquiridos recentemente, como o veículo operado remotamente (ROV) e os veículos autónomos, será possível conhecer o que até hoje não era possível nas zonas mais profundas.</p>
<p>&#8220;Há muita coisa ainda que nós só agora é que começamos a observar e que nos próximos anos de certeza que vai começar a dar resultados e informações muito interessantes&#8221;, assinalou.</p>
<p>Pedro Neves adiantou que o trabalho nestes &#8216;habitats&#8217; profundos está ainda numa fase inicial, de teste e operacionalização de instrumentos tecnológicos complexos, mas disse ter &#8220;grandes expectativas&#8221; em relação aos resultados futuros. </p>
<p>&#8220;Todos os mergulhos que nós fazemos com o veículo operado remotamente e todas as missões que fazemos com os veículos autónomos trazem-nos informação nova porque nós não sabíamos nada. Qualquer coisa que venha nova é uma informação útil&#8221;, referiu. </p>
<p>&#8220;Tenho a certeza de que vamos ficar a conhecer muito mais e muito melhor os &#8216;habitats&#8217; e as comunidades que nós temos aqui na Madeira&#8221;, sublinhou o investigador.</p>
<p>As descobertas feitas atualmente são esporádicas e feitas de forma informal, uma vez que não existiam meios para conhecer o mar profundo.</p>
<p>&#8220;A coleção, por exemplo, do Museu de História Natural está cheia de coisas dessas. Um peixe que foi apanhado por um senhor, não sei onde, uma vez e que nunca mais ninguém viu&#8221;, apontou Pedro Neves.</p>
<p>&#8220;Nós sabemos que existe muita coisa que não conhecemos&#8221;, salientou o investigador, reforçando que agora é preciso &#8220;ir mais vezes a outros sítios, mais fundo, a outros &#8216;habitats&#8217;, para tentar perceber o que é que existe&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/madeira-tem-capacidade-tecnologica-para-comecar-a-investigar-o-mar-profundo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799200]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Pedidos de remoção de ninhos de andorinha e licenças emitidas aumentam entre 2024 e 2025</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pedidos-de-remocao-de-ninhos-de-andorinha-e-licencas-emitidas-aumentam-entre-2024-e-2025/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/pedidos-de-remocao-de-ninhos-de-andorinha-e-licencas-emitidas-aumentam-entre-2024-e-2025/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 06:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/pedidos-de-remocao-de-ninhos-de-andorinha-e-licencas-emitidas-aumentam-entre-2024-e-2025/</guid>

					<description><![CDATA[Os pedidos ao Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) para remoção de ninhos de andorinhas aumentaram entre 2024 e 2025, assim como as licenças emitidas, e dos 680 dos 745 pedidos submetidos nestes dois anos foram licenciados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os pedidos ao Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) para remoção de ninhos de andorinhas aumentaram entre 2024 e 2025, assim como as licenças emitidas, e dos 680 dos 745 pedidos submetidos nestes dois anos foram licenciados.</p>
<p>O ICNF recebe regularmente pedidos de remoção de ninhos de andorinhas construídos em infraestruturas humanas.</p>
<p>No ano passado foram recebidos 397 pedidos, a maioria oriundos das regiões do Alentejo (200), de Lisboa e Vale do Tejo (68) e do Centro (62).</p>
<p>Em 2025, o instituto emitiu 371 licenças, deixando de fora 30 pedidos de remoção (nas regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Algarve), mas aprovando o total de pedidos do Alentejo (200) e do Norte (nove).</p>
<p>Estes números representam um aumento face a 2024, quando o ICNF recebeu 348 pedidos de remoção de ninhos de andorinha e licenciou 309, não dando luz verde a 39 pedidos.</p>
<p>A destruição de ninhos de espécies de aves que ocorrem naturalmente em estado selvagem no território nacional é proibida em Portugal, desde 1999, quer durante o período reprodutor quer após a partida das aves, mas o ICNF pode levantar a proibição em situações excecionais prevista na lei.</p>
<p>A licença emitida só pode ser dada a pedidos devidamente fundamentados e enquadrados nas exceções legais previstas, designadamente situações relacionadas com saúde pública, segurança ou obras de reabilitação de edifícios.</p>
<p>Espécies como a andorinha-das-chaminés e a andorinha-dos-beirais utilizam edifícios e outras estruturas de origem humana como locais de nidificação, construindo os ninhos em beirais, varandas e fachadas abrigadas.</p>
<p>Na época de nidificação, essa presença provoca a acumulação de dejetos nas áreas situadas sob os ninhos, causando incómodo e a necessidade acrescida de limpeza.</p>
<p>Além disso, as andorinhas são fiéis aos locais de reprodução, regressando regularmente aos mesmos locais em anos sucessivos.</p>
<p>Para reduzir os impactos associados à presença dos ninhos, o ICNF recomenda medidas preventivas e de minimização, como a instalação de pequenas plataformas ou prateleiras sob os ninhos, que evitem sujidade direta sobre pavimentos, janelas ou entradas de edifícios.</p>
<p>As andorinhas desempenham um importante papel ecológico, sanitário e agrícola, através do controlo natural de insetos como moscas ou mosquitos, muitos dos quais associados à transmissão de doenças ou a impactos negativos na agricultura.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/pedidos-de-remocao-de-ninhos-de-andorinha-e-licencas-emitidas-aumentam-entre-2024-e-2025/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799199]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Cortes de luz até seis horas este domingo: estas são as zonas afetadas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/cortes-de-luz-ate-seis-horas-este-domingo-estas-sao-as-zonas-afetadas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/cortes-de-luz-ate-seis-horas-este-domingo-estas-sao-as-zonas-afetadas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 06:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=799185</guid>

					<description><![CDATA[Várias zonas de Portugal vão ter interrupções programadas no fornecimento de eletricidade este domingo, 9 de agosto. Os cortes de luz estão relacionados com trabalhos de manutenção na rede da E-REDES e, em algumas localidades, poderão prolongar-se durante várias horas. De acordo com a informação disponibilizada pela E-REDES, as interrupções são necessárias para garantir a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Várias zonas de Portugal vão ter interrupções programadas no fornecimento de eletricidade este domingo, 9 de agosto. Os cortes de luz estão relacionados com trabalhos de manutenção na rede da E-REDES e, em algumas localidades, poderão prolongar-se durante várias horas.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a informação disponibilizada pela E-REDES, as interrupções são necessárias para garantir a manutenção e a segurança da rede elétrica. A empresa explica que estes trabalhos são realizados quando não existem alternativas que permitam manter o fornecimento de eletricidade durante as intervenções.</p>
<p><strong>Onde vão ocorrer os cortes de luz este domingo?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os concelhos com interrupções de eletricidade previstas para este domingo estão Olhão, Seia, Cuba e Lisboa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em <strong>Olhão, no Algarve</strong>, estão previstos cortes em dezenas de códigos postais entre as <strong>07:00 e as 11:00</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já em <strong>Seia, no distrito da Guarda</strong>, várias zonas deverão ficar sem fornecimento de eletricidade entre as <strong>06:00 e as 11:00</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também no concelho de <strong>Cuba, no distrito de Beja</strong>, estão programadas interrupções entre as <strong>06:00 e as 11:00</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na <strong>cidade de Lisboa</strong>, a zona do <strong>Lumiar</strong> terá um corte previsto entre as <strong>05:00 e as 11:00</strong>, podendo a interrupção prolongar-se por cerca de seis horas.</p>
<p><strong>Cortes de eletricidade podem durar até seis horas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A duração das interrupções varia de acordo com a zona abrangida pelos trabalhos da E-REDES.</p>
<p class="isSelectedEnd">No Lumiar, em Lisboa, está previsto o período de interrupção mais longo, entre as 05:00 e as 11:00. Em Olhão, os trabalhos deverão afetar o fornecimento durante cerca de quatro horas, enquanto em Seia e Cuba as interrupções poderão prolongar-se por aproximadamente cinco horas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A E-REDES alerta, contudo, que o fornecimento de eletricidade poderá ser restabelecido antes da hora inicialmente prevista. Durante os trabalhos também poderão ser realizados ensaios técnicos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por razões de segurança, a empresa recomenda que todas as instalações sejam consideradas permanentemente em tensão.</p>
<p><strong>E-REDES aconselha a confirmar o código postal</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A informação relativa aos cortes de luz é disponibilizada por código postal e pode sofrer alterações. Por esse motivo, a E-REDES aconselha os clientes a confirmarem previamente a situação da sua zona.</p>
<p class="isSelectedEnd">A empresa alerta ainda que o mapa e a tabela com os trabalhos programados podem apresentar alterações ou omissões pontuais, sendo a informação atualizada regularmente.</p>
<p>A lista completa dos cortes de luz agendados pode ser consultada na <a href="https://e-redes.opendatasoft.com/explore/dataset/network-scheduling-work/dashboard/?flg=pt-pt" target="_blank" rel="noopener">plataforma</a> disponibilizada pela E-REDES.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/cortes-de-luz-ate-seis-horas-este-domingo-estas-sao-as-zonas-afetadas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799185]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismos: Embaixador afasta cenário de regresso massivo de portugueses a Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismos-embaixador-afasta-cenario-de-regresso-massivo-de-portugueses-a-portugal/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismos-embaixador-afasta-cenario-de-regresso-massivo-de-portugueses-a-portugal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 05:50:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismos-embaixador-afasta-cenario-de-regresso-massivo-de-portugueses-a-portugal/</guid>

					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O embaixador português Frederico Silva, afastou este sábado o cenário de um regresso massivo de portugueses a Portugal, admitindo, no entanto, que houve &#8220;um número muito pequeno&#8221; de repatriamentos, após o duplo sismo que em junho abalou o país.</p>
<p>&#8220;O estado de ânimo é de tristeza, de choque, mas de determinação de continuar a viver neste belo país, que de facto acolheu os portugueses desde há décadas, há séculos até, de forma exemplar, integrando-os plenamente. Aqueles que perderam [o modo de vida], querem reconstruir, os seus modos de vida, o seu contexto de família e de vida, aqui na Venezuela&#8221;, disse à agência Lusa.</p>
<p>O diplomata esteve presente este sábado numa iniciativa promovida pela Embaixada de Portugal em Caracas em Naiguatá, La Guaira, de apoio social, cultural e educativo a afetados pelo duplo sismo.</p>
<p>Questionado sobre se já ocorreram alguns repatriamentos, o embaixador explicou que foi &#8220;um número muito, muito pequeno&#8221; porque, como explicou, a comunidade &#8220;portuguesa, lusodescendente, está profundamente integrada na sociedade venezuelana&#8221;, </p>
<p>&#8220;Aquilo pelo que lutam, aqueles que necessitam, é de reconstruir o seu modo de vida na Venezuela&#8221;, apontou.</p>
<p>&#8220;Naturalmente, que Portugal estará sempre disposto, caso a caso, como é, aliás, uma linha permanente, em analisar e apoiar pedidos de repatriação, mas não há qualquer tendência, maciça ou significativa nesse sentido, muito pelo contrário, a comunidade portuguesa pretende ficar, continuar a sua epopeia de vida neste país, tão bem-sucedida ao longo de tanto tempo&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Frederico Silva explicou ainda que a representação de Portugal na Venezuela, a Embaixada e os consulados-gerais, estão &#8220;a trabalhar muito ativamente e de forma muito determinada, em primeiro ter um conhecimento detalhado de qual o impacto, de facto, na vida das pessoas, da comunidade, em termos de habitação, em termos de modos de vida&#8221;.</p>
<p>&#8220;Temos esse trabalho praticamente completo. Estamos [também] em contacto regular com as autoridades venezuelanas, que ao mais alto nível, já nos disseram, estar perfeitamente disponíveis para apoiar de forma ainda mais significativa, especial, a comunidade portuguesa. Estamos a trabalhar nesse sentido para que os nossos compatriotas que foram afetados severamente possam ter a prazo soluções que lhes permitam, com mais facilidade, reconstruir as suas vidas&#8221;, disse.</p>
<p>Por outro lado, explicou que gostava de transmitir &#8220;uma palavra de esperança&#8221;, e &#8220;lembrar à comunidade que a herança, o legado que tem&#8221; na Venezuela é &#8220;brilhante&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nos sete estados que já visitei recolhi, genuinamente, impressões de enorme apreço pelo aporte, pelo contributo da nossa comunidade ao desenvolvimento deste país, pela forma genuína, forte e sincera, com que se integraram na sociedade venezuelana. Esse capital é de tal forma precioso, e vai continuar&#8221;, disse.</p>
<p>O diplomata frisou ainda que da parte das entidades portuguesas, em Portugal e na Venezuela, há o compromisso de dar o máximo para fazer tudo aquilo que seja possível fazer para melhorar as estruturas de vida da comunidade, sejam elas quais forem e em que matéria for.</p>
<p>Frederico Silva explicou ainda que a comunidade lusa tem sofrido muito pelos efeitos dos terramotos, a nível económico e social, a nível de emprego e de modo de vida, descrevendo o que Portugal tem vindo a fazer desde o início da crise, com o envio de missões de resgate, de missões de engenheiros, de ajuda humanitária, a Embaixada preparou um programa de eventos relacionados com a questão moral, a questão mental.</p>
<p>&#8220;A ideia é criar momentos junto das comunidades mais afetadas, em que, através da arte, da cultura, da educação, da gastronomia, da convivialidade, contribuir para que a nível das almas e dos espíritos haja algum alívio. Sobretudo das crianças e dos jovens&#8221;, disse, vincando que o programa conta com o apoio de muitas entidades e organizações luso-venezuelanas.</p>
<p>Na Venezuela residem oficialmente aproximadamente 600.000 portugueses, número que a própria comunidade diz estar aquém da realidade, insistindo que são perto de 1,2 milhões, menos que os 1,5 milhões que existiam no país há uns cinco anos.</p>
<p>O número de portugueses e lusodescendentes mortos no duplo sismo que atingiu a Venezuela a 24 de junho atingiu os 138, indicou o mais recente balanço do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.</p>
<p>Dos portugueses e lusodescendentes mortos, 109 adultos e 29 menores, 118 tinham também a nacionalidade venezuelana.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismos-embaixador-afasta-cenario-de-regresso-massivo-de-portugueses-a-portugal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799198]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Egito deve juntar-se à Árabia Saudita, Turquia e Paquistão em acordo de defesa mútua &#8211; ministro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/egito-deve-juntar-se-a-arabia-saudita-turquia-e-paquistao-em-acordo-de-defesa-mutua-ministro/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/egito-deve-juntar-se-a-arabia-saudita-turquia-e-paquistao-em-acordo-de-defesa-mutua-ministro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 05:27:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/egito-deve-juntar-se-a-arabia-saudita-turquia-e-paquistao-em-acordo-de-defesa-mutua-ministro/</guid>

					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros turco previu este sábado que o Egito se junte "na próxima etapa" ao pacto de defesa mútua assinado recentemente entre a Arábia Saudita, o Paquistão e a Turquia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro dos Negócios Estrangeiros turco previu este sábado que o Egito se junte &#8220;na próxima etapa&#8221; ao pacto de defesa mútua assinado recentemente entre a Arábia Saudita, o Paquistão e a Turquia.</p>
<p>&#8220;O Egito já é o nosso parceiro natural em todas as questões. Penso que, na próxima etapa, o Egito estará também connosco no seio da aliança&#8221;, declarou Hakan Fidan numa entrevista à agência pública Anadolu.</p>
<p>&#8220;Segundo a visão do nosso Presidente, não nos devemos limitar a três países. Devemos expandir-nos e, se necessário, reunir todos os países sob este mesmo teto&#8221;, assegurou.</p>
<p>Fidan garantiu no decorrer da mesma entrevista que outros países tinham manifestado interesse em juntar-se ao acordo. Contudo, segundo o próprio, os membros fundadores devem debater a forma como o alargamento deve ser gerido. Acrescentou que alguns países que desejam aderir pediram para não ser nomeados.</p>
<p>&#8220;É importante retomarmos mais o controlo da nossa região, porque as potências hegemónicas externas não resolvem os problemas da região, exacerbam-nos&#8221;, declarou igualmente Hakan Fidan, sem especificar de a que países se referia.</p>
<p>Enquanto a guerra no Médio Oriente se arrasta, o acordo assinado na sexta-feira em Meca vincula a Arábia Saudita, o Paquistão e a Turquia &#8212;  países de maioria sunita &#8212; através de uma cláusula de defesa mútua ao estilo da NATO.</p>
<p>O chefe da diplomacia turca, indicou que o acordo estava em preparação há mais de dois anos e garantiu que &#8220;a aliança não terá diferendos com nenhum país desde que não seja atacada&#8221;.</p>
<p>Fidan sublinhou que o objetivo do acordo entre estes três aliados estratégicos de Washington &#8220;não é tanto enviar uma mensagem ao mundo exterior, mas sim que os países signatários se comprometam a não constituir uma ameaça à segurança dos outros&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Ao mesmo tempo, reiterou, que o acordo não entra em &#8220;conflito&#8221; com os compromissos da Turquia perante a NATO.</p>
<p>&#8220;Não somos, aliás, os primeiros a agir assim&#8221;, disse, recordando que &#8220;os Estados Unidos concluíram acordos semelhantes com numerosos países fora da NATO, incluindo Israel&#8221;.</p>
<p>Mantendo de longa data uma cooperação militar com o Paquistão, com o qual tinha assinado um acordo de defesa mútua em setembro de 2025, a Arábia Saudita aproximou-se da Turquia ao longo da guerra, após anos de relações tensas.</p>
<p>Ancara tem investido fortemente no desenvolvimento da indústria de armamento e, nos últimos anos, expandiu as suas capacidades de defesa através de projetos conjuntos com diversos países europeus, incluindo Espanha e Itália. </p>
<p>   Os principais clientes das empresas turcas são o Paquistão e os Emirados Árabes Unidos, enquanto a Arábia Saudita, o terceiro maior importador de armas do mundo nos últimos cinco anos, se abastece sobretudo nos Estados Unidos, França e Espanha.</p>
<p>   Após a assinatura do acordo de defesa, a Arábia Saudita salientou que o entendimento não procura criar um &#8220;eixo militar&#8221; ou &#8220;sectário&#8221; nem tem &#8220;ambições nucleares&#8221;, em pleno conflito alargado no Médio Oriente desde a ofensiva militar israelo-americana, em 28 de fevereiro, contra o Irão.</p>
<p>O acordo surge numa fase em que a Arábia Saudita enfrenta ataques de milícias iraquianas e dos rebeldes Huthis do Iémen, grupos xiitas integrados na rede de alianças (o chamado &#8220;eixo de resistência&#8221;) liderada pelo Irão, no quadro do conflito entre os Estados Unidos e Israel contra Teerão. </p>
<p>O reino árabe, principal exportador de petróleo da região, enfrenta não só interrupções no tráfego marítimo no estreito de Ormuz, como também no mar Vermelho, a principal via de escoamento das suas remessas de crude.   </p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/egito-deve-juntar-se-a-arabia-saudita-turquia-e-paquistao-em-acordo-de-defesa-mutua-ministro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799197]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>China em alerta máximo com aproximação de tufão Dolphin ao leste do país</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/china-em-alerta-maximo-com-aproximacao-de-tufao-dolphin-ao-leste-do-pais/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/china-em-alerta-maximo-com-aproximacao-de-tufao-dolphin-ao-leste-do-pais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 04:33:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/china-em-alerta-maximo-com-aproximacao-de-tufao-dolphin-ao-leste-do-pais/</guid>

					<description><![CDATA[As autoridades chinesas emitiram hoje um alerta vermelho, o nível mais elevado, perante a chegada do tufão Dolphin, que deverá atingir as zonas costeiras das províncias de Zhejiang (leste) e Fujian (sudeste) entre a tarde de hoje e a madrugada de segunda-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades chinesas emitiram hoje um alerta vermelho, o nível mais elevado, perante a chegada do tufão Dolphin, que deverá atingir as zonas costeiras das províncias de Zhejiang (leste) e Fujian (sudeste) entre a tarde de hoje e a madrugada de segunda-feira.</p>
<p>Por volta das 10:00 hora local (03:00, hora de Lisboa), o tufão Dolphin encontrava-se a cerca de 215 quilómetros a leste da cidade costeira de Wenzhou, em Zhejiang, com ventos superiores a 160 quilómetros por hora, e prevê-se que se desloque em direção a oeste ao longo de hoje a uma velocidade entre 20 e 25 quilómetros por hora, indicou o Centro Meteorológico Nacional (NMC) do país asiático.</p>
<p>O mesmo organismo declarou o alerta por ventos fortes em várias partes do leste do país, com especial incidência na foz do rio Yangtzé, e por chuvas torrenciais nas duas províncias mencionadas, na megalópole oriental de Xangai (leste) e nas regiões próximas das prvíncias de Jiangxi, Anhui e Jiangsu.</p>
<p>Em algumas zonas do centro e do leste de Zhejiang registar-se-ão chuvas &#8220;extremamente torrenciais&#8221;, entre 250 e 500 milímetros de chuva, advertiu o NMC.</p>
<p>A agência de notícias oficial Xinhua informou nas últimas horas que quase 99.000 pessoas foram recolocadas em Fujian até ao final da tarde deste sábado, tendo sido decretado o cancelamento de rotas de ferry e o regresso dos barcos de pesca ao porto.</p>
<p>Por sua vez, o jornal estatal Global Times acrescenta que na zona costeira de Xangai, fustigada já por ventos fortes e chuvas intensas, as autoridades planeiam fazer o mesmo com cerca de 103.000 residentes, contando com centenas de abrigos temporários já preparados.</p>
<p>A cidade, um dos principais pontos de entrada na China graças aos seus dois aeroportos internacionais, suspendeu centenas de voos, 60% do total até à noite deste sábado, e previa anular mais de um milhar ao longo do dia de hoje.</p>
<p>Os dois aeroportos de Xangai cancelaram mais de 1.300 voos e as autoridades recolocaram já cerca de 300 mil pessoas nas regiões circundantes.</p>
<p>Na província de Zhejiang, onde o Governo provincial também declarou o seu nível máximo de alerta, poderá ser ordenada a suspensão de atividades em grupo ao ar livre, das aulas ou até do trabalho e do transporte, aponta a informação.</p>
<p>Perante as chuvas intensas, foram mobilizadas equipas de monitorização em múltiplas zonas das regiões afetadas devido aos riscos de inundações relâmpago ou derrocadas de terra.</p>
<p>O chefe de previsões meteorológicas do NMC, Xu Yinglong, assegurou que o Dolphin, o décimo terceiro tufão do ano, poderá trazer ventos mais fortes e chuvas mais intensas do que o Bavi, que atingiu o país em julho.</p>
<p>O tufão, que cruzou na sexta-feira as ilhas Ryukyu no sul do Japão, aproxima-se num verão marcado na China por chuvas torrenciais, enxurradas, derrocadas e ciclones que deixaram dezenas de mortos e levaram à evacuação preventiva de centenas de milhares de pessoas em várias províncias.</p>
<p>A tempestade atingiu no sábado o norte de Taiwan, incluindo a capital, Taipé, provocando chuvas intensas, e com algumas companhias aéreas taiwanesas a cancelaram voos marcados para a China hoje.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/china-em-alerta-maximo-com-aproximacao-de-tufao-dolphin-ao-leste-do-pais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799196]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismos: Portugueses estão a precisar de apoio económico e cuidados de saúde mental &#8212; AMI</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismos-portugueses-estao-a-precisar-de-apoio-economico-e-cuidados-de-saude-mental-ami/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismos-portugueses-estao-a-precisar-de-apoio-economico-e-cuidados-de-saude-mental-ami/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 04:04:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismos-portugueses-estao-a-precisar-de-apoio-economico-e-cuidados-de-saude-mental-ami/</guid>

					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Assistência Médica Internacional (AMI) indicou à Lusa ter identificado portugueses e luso-venezuelanos a precisar de apoio económico e cuidados de saúde mental, em La Guaira, a região mais afetada pelo duplo sismo que em junho abalou a Venezuela.</p>
<p>&#8220;Há uma comunidade portuguesa, e luso-venezuelana, com muitas necessidades económicas e de apoio financeiro, mas também de suporte de saúde mental&#8221;, disse à Lusa este sábado o coordenador de projetos e representante da AMI na Venezuela, durante uma iniciativa promovida pela Embaixada de Portugal em Caracas em Naiguatá, La Guaira, de apoio social, cultural e educativo a afetados pelo duplo sismo.</p>
<p>&#8220;É muito importante realçar também que essa população está com abertura para falar com psicólogos (&#8230;) Nós temos conseguido efetivamente chegar, aproximar-nos da comunidade e ganhar a confiança para que as pessoas estejam connosco&#8221;, apontou Daniel Viegas Rocha.</p>
<p>O coordenador explicou que a AMI chegou à Venezuela a 09 de julho, para fazer o levantamento, identificar quais eram as maiores necessidades da população e em menos de uma semana avançou com um projeto de intervenção na área de saúde mental e suporte psicossocial.</p>
<p>&#8220;Há muitas necessidades (&#8230;) o terramoto foi uma cereja no topo do bolo de vários traumas ao longo dos anos, das décadas. Muita membros da comunidade portuguesa, como a comunidade venezuelana, perdeu muita coisa [nas enchentes] de 1999. Então há um trauma contínuo e muitas pessoas acabam por sentir-se um pouco desamparadas&#8221;, apontou.</p>
<p>Rocha indicou ter ouvido relatos de luso-venezuelanos que se dizem sentir venezuelanos, mas às vezes não totalmente, e que por isso muitas vezes sentem não ter apoio. Como também não se sentem totalmente portugueses, dizem também sentir falta de apoio pelo lado português.</p>
<p>Questionado sobre o alerta de várias ONG sobre a existência de situações depressivas e tentativas de suicídio, explicou que relativamente a portugueses não conseguia dar dados concretos.</p>
<p>&#8220;Mas, efetivamente, é notório e já nos chegou (&#8230;) há cerca duas semanas nós estávamos aqui nesta praça quando chegou uma mãe com um filho adolescente numa mota. Ao chegarem o filho fugiu e nós fomos tentar falar com ele. Era uma criança que já se tinha tentado suicidar duas vezes&#8221;, disse.</p>
<p>O coordenador relatou também que uma representante da Cruz Vermelha lhe disse ter &#8220;uma estimativa de mais de 60 pessoas&#8221; que tinham tomado a própria vida em La Guaira.</p>
<p>&#8220;É mesmo muito importante e fulcral ter a noção que a saúde mental é uma necessidade&#8221;, apontou Rocha.</p>
<p>&#8220;E isso é um dos grandes riscos quando se trata de doações. Muitas pessoas olham para os donativos como algo material e só gostam de dar donativos a algo que se constrói, a algo que é visível. E a saúde mental é ingrata nesse aspeto. Nós não conseguimos tirar uma foto do impacto que temos na vida de alguém. Por isso é muito difícil de chegar e conseguir convencer um grupo de pessoas, uma entidade financiadora de que é necessário&#8221;, disse.</p>
<p>Rocha explicou que a intervenção local da AMI terá lugar até final de agosto, mas que a organização gostaria de dar continuidade ao trabalho que está a ser feito.</p>
<p>&#8220;Queremos ficar, queremos continuar a dar uma resposta, mas só dependemos, efetivamente, de doações para que o projeto continue a ter o impacto que teve. Nós em três semanas já conseguimos ter mais de mil participações nas nossas atividades. É um número muito significativo&#8221;, disse.</p>
<p>Aos portugueses e luso-venezuelanos deixou a mensagem de que existem instituições portuguesas que querem continuar a apoiar, sem distinção da nacionalidade.</p>
<p>&#8220;A AMI está aqui para dar o apoio que pode, dentro das suas limitações, às necessidades, principalmente, de suporte psicossocial nas áreas afetadas como Naiguatá e Caraballeda&#8221;, disse.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismos-portugueses-estao-a-precisar-de-apoio-economico-e-cuidados-de-saude-mental-ami/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799195]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Cientistas chineses sugerem usar cães robôs para auxiliar astronautas na Lua</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/cientistas-chineses-sugerem-usar-caes-robos-para-auxiliar-astronautas-na-lua/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/cientistas-chineses-sugerem-usar-caes-robos-para-auxiliar-astronautas-na-lua/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 03:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/cientistas-chineses-sugerem-usar-caes-robos-para-auxiliar-astronautas-na-lua/</guid>

					<description><![CDATA[Cães robôs poderão ajudar a patrulhar estações de investigação na Lua, detetando perigos e ajudando astronautas na procura de rochas de elevado valor científico, segundo um plano desenvolvido por investigadores ligados ao projeto da base lunar chinesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cães robôs poderão ajudar a patrulhar estações de investigação na Lua, detetando perigos e ajudando astronautas na procura de rochas de elevado valor científico, segundo um plano desenvolvido por investigadores ligados ao projeto da base lunar chinesa.</p>
<p>Segundo o jornal South China Morning Post, cientistas da Academia de Tecnologia Espacial da China sugerem num estudo que três astronautas poderiam trabalhar em estreita colaboração com tecnologia inteligente, com um astronauta a direcionar dois cães robóticos durante a exploração da superfície lunar, enquanto outro recolheria amostras de rocha e realizaria trabalhos científicos.</p>
<p>Um terceiro elemento permaneceria no interior de um veículo pressurizado, do tamanho de uma carrinha, coordenando a missão e controlando outros robôs conforme necessário.</p>
<p>&#8220;A China está a estender a fronteira dos voos espaciais humanos da órbita terrestre para a Lua&#8221;, escreveram os autores na revista Chinese Space Science and Technology, sublinhando que a futura exploração lunar dependerá de &#8220;tomadas de decisão lideradas por astronautas e da execução do trabalho por robôs autónomos&#8221;.</p>
<p>Em particular, os robôs poderão desempenhar um papel central na extração de recursos lunares e na preparação do satélite natural para a fixação humana a longo prazo, desde a recolha de gelo e mineração de minerais, até à conversão de tubos de lava em habitats e à construção com materiais locais.</p>
<p>Iriam igualmente assumir tarefas de rotina, como patrulhas e inspeções diárias, regulação de ar e temperatura, limpeza de espaços habitacionais, manutenção de plantas e preparação de refeições, podendo inclusive conversar com os astronautas, fazendo-lhes companhia e ajudando a aliviar o desgaste psicológico de viver num ambiente isolado.</p>
<p>Contudo, os investigadores reconhecem que persistem grandes desafios antes que humanos e robôs possam trabalhar lado a lado na Lua, pois ao contrário do planeta Terra, onde a inteligência artificial pode ser treinada com grandes volumes de dados reais, os robôs lunares terão de aprender num ambiente com escassos exemplos práticos e sem margem para erro.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a Lua carece da infraestrutura digital existente na Terra, o que significa que os futuros exploradores teriam de construir novos sistemas de comunicação e navegação de raiz antes que humanos e robôs possam operar em conjunto a longas distâncias.</p>
<p>O plano surge num momento em que a China avança com o projeto da Estação Internacional de Investigação Lunar, um posto avançado de longo prazo perto do polo sul da Lua, desenvolvido em parceria com a Rússia e outros parceiros internacionais. O país tem como objetivo colocar astronautas na Lua antes de 2030.</p>
<p>Uma versão básica da estação de investigação deverá estar concluída até 2035, permitindo experiências regulares e a utilização inicial de recursos, prevendo-se a sua expansão para um complexo maior, com uma estação na órbita lunar, até 2045. </p>
<p>A China prepara também o lançamento da missão não tripulada Chang&#8217;e-7 para procurar gelo de água no polo sul lunar, um recurso essencial para sustentar a futura presença humana na base.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/cientistas-chineses-sugerem-usar-caes-robos-para-auxiliar-astronautas-na-lua/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799194]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Inflação na China abranda pelo terceiro mês consecutivo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/inflacao-na-china-abranda-pelo-terceiro-mes-consecutivo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/inflacao-na-china-abranda-pelo-terceiro-mes-consecutivo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 03:14:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/inflacao-na-china-abranda-pelo-terceiro-mes-consecutivo/</guid>

					<description><![CDATA[A inflação na China abrandou para 0,5% em junho, o terceiro mês consecutivo de desaceleração e um valor abaixo das previsões dos analistas, mostram dados oficiais hoje divulgados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A inflação na China abrandou para 0,5% em junho, o terceiro mês consecutivo de desaceleração e um valor abaixo das previsões dos analistas, mostram dados oficiais hoje divulgados.</p>
<p>O índice de preços ao consumidor (IPC), principal indicador da inflação na China, aumentou 0,5% em termos homólogos em julho, segundo dados oficiais publicados hoje pelo Gabinete Nacional de Estatísticas (GNE) da China, um valor abaixo do esperado pelos analistas, que previam uma travagem menos acentuada a rondar os 0,8%.</p>
<p>Numa comparação com o mês anterior, o IPC moderou o seu decréscimo de 0,3% para 0,1%, mas os especialistas esperavam uma recuperação de cerca de 0,2%.</p>
<p>O estatístico do GNE, Dong Lijuan, atribuiu a maior parte desta evolução às flutuações dos preços internacionais do crude, que se traduziram numa descida de 10,7% entre junho e julho nos preços da gasolina na China, após as subidas provocadas pelo conflito no Médio Oriente.</p>
<p>O perito governamental apontou também para a queda dos preços dos ovos, frutas e legumes, &#8220;significativamente abaixo da sua média sazonal&#8221;; para a procura de eletrónica impulsionada pelo auge da inteligência artificial (IA), refletida nos custos de tablets ou computadores; e para subidas habituais de verão, como as comissões de agências de viagens, hotéis ou bilhetes de avião.</p>
<p>Na comparação homóloga, a gasolina continua a subir, embora &#8220;apenas&#8221; 1%, 16 pontos percentuais abaixo da leitura anterior, e o preço dos ovos permanece quase 18% acima do nível registado há um ano.</p>
<p>A instituição também tornou público o índice de preços no produtor (IPP), que mede os preços industriais, e que aumentou 3,5% em termos homólogos em julho, menos 0,6 pontos do que no mês anterior.</p>
<p>Em junho, os preços industriais tinham batido, pelo terceiro mês consecutivo, a sua marca mais alta desde julho de 2022, após quase três anos e meio ancorados na deflação.</p>
<p>Mais uma vez, segundo o Ministério, a guerra no Irão foi determinante, com subidas homólogas significativas nos custos de extração de petróleo e gás (+3,2%); no processamento de crude, carvão e outros combustíveis (+8,2%); e na produção de produtos químicos e seus derivados (+9,1%), bem como nos setores dedicados aos metais não ferrosos, quer na mineração e processamento (+22,6%), quer na fundição e laminagem (+20,2%), após o disparar dos preços internacionais do alumínio.</p>
<p>Em todo o caso, Dong destaca que todos esses setores abrandaram o aumento dos seus preços em comparação com a marca anterior e que, de facto, caíram em termos intermensuais até 11,8%, no caso da extração de petróleo.</p>
<p>Entre junho e julho, os preços industriais caíram 0,7%, encadeando o segundo mês consecutivo de descidas, após terem saído dessa tendência entre agosto de 2025 e maio de 2026.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/inflacao-na-china-abranda-pelo-terceiro-mes-consecutivo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799193]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Pentágono pressiona indústria de Defesa a acelerar produção perante escassez de munições</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-pentagono-pressiona-industria-de-defesa-a-acelerar-producao-perante-escassez-de-municoes/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irao-pentagono-pressiona-industria-de-defesa-a-acelerar-producao-perante-escassez-de-municoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 02:44:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/irao-pentagono-pressiona-industria-de-defesa-a-acelerar-producao-perante-escassez-de-municoes/</guid>

					<description><![CDATA[O Departamento de Defesa dos Estados Unidos (Pentágono) está a pressionar a indústria de armamento do país a acelerar a produção, de maneira a restabelecer o seu arsenal de munições reduzido pela guerra com o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Departamento de Defesa dos Estados Unidos (Pentágono) está a pressionar a indústria de armamento do país a acelerar a produção, de maneira a restabelecer o seu arsenal de munições reduzido pela guerra com o Irão.</p>
<p>O porta-voz do Pentágono Sean Parnell, afirmou num comunicado no sábado que o Departamento estava ativamente focado em impulsionar a aquisição de munições para fornecer &#8220;as armas&#8221; de que o Exército dos Estados Unidos precisa &#8220;ao ritmo que a ameaça exige&#8221;. </p>
<p>Parnell confirmou os esforços do Pentágono na última semana para acelerar significativamente a produção de armas, mas insistiu que isso fazia parte de um esforço de modernização mais amplo, anterior ao conflito que dura há cinco meses.</p>
<p>O vice-secretário norte-americano da Defesa, Steve Feinberg, escreveu na quarta-feira a líderes da indústria, concedendo-lhes no máximo 21 dias para apresentar planos para &#8220;promover calendários de entrega significativamente mais rápidos e agressivos e/ou o aumento da produção de capacidades críticas&#8221;, de acordo com um memorando obtido pelo jornal The Washington Post.</p>
<p>&#8220;Ciclos de desenvolvimento de vários anos não são aceitáveis&#8221;, escreveu Feinberg. &#8220;Temos de acelerar dramaticamente os calendários dos nossos programas e expandir a nossa capacidade de produção agora.&#8221;</p>
<p>O memorando surge num momento em que os combates recentes com o Irão consumiram ainda mais os arsenais já reduzidos de intercetores de mísseis avançados dos Exército norte-americano, o que pode colocar as tropas americanas em maior risco caso as hostilidades recomecem, segundo uma nova análise.</p>
<p>De acordo com o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês), um  &#8216;think tank&#8217; (grupo de reflexão) de Washington, a diminuição dos inventários de intercetores Patriot e THAAD pode forçar os EUA e os seus aliados do Médio Oriente a assumir mais riscos para conservar essas defesas aéreas.</p>
<p>O Centro referiu que as forças norte-americanas poderão lançar menos mísseis contra drones e mísseis iranianos que se aproximem, aumentando a probabilidade de um deles conseguir passar.</p>
<p>Nos últimos dias, o Presidente norte-americano, Donald Trump, reagiu com irritação aos relatos públicos de uma escassez de munições, publicando na sua rede social Truth Social no sábado que os EUA dispõem de &#8220;quantidades massivas&#8221; de munições, e que &#8220;grandes quantidades estão a ser fabricadas e enviadas para os EUA conforme necessário&#8221;.</p>
<p>No sábado, Parnell confirmou que o memorando, que procura uma escalada rápida na produção de armas, é &#8220;real&#8221;, acrescentando que este &#8220;irá informar o orçamento do ano fiscal de 2028 submetido ao Congresso para financiamento, e é inteiramente coerente com o nosso esforço contínuo para reconstruir a base industrial de defesa&#8221;.</p>
<p>Um projeto de lei sobre despesas de defesa está atualmente estagnado no Congresso, com os legisladores indignados com a ação militar de Trump contra o Irão e a resistirem ao pedido da Casa Branca para aumentar substancialmente o orçamento do Pentágono para 1,5 biliões de dólares (1,37 biliões de euros), em comparação com os cerca de 900 mil milhões (825 mil milhões de euros) do ano passado.</p>
<p>O número de mísseis intercetores Patriot caiu de 2.330 antes da guerra para 1.030 quando o cessar-fogo de abril entrou em vigor, estimou o CSIS no mês passado. Após os combates recentes, estima-se agora que o stock esteja entre 759 e 827, uma diminuição de pelo menos 65% em relação ao período anterior ao início do conflito.</p>
<p>O número de intercetores THAAD caiu de 452 antes da guerra para entre 232 e 262 no início do cessar-fogo de abril, indicou o CSIS. Os EUA conseguiram reabastecer parte do inventário para entre 234 e 278 intercetores. Contudo, o stock continua pelo menos 38% menor do que era antes do conflito.</p>
<p>As Forças Armadas dos Estados Unidos anunciaram também esta semana estar a abrir campos de testes a empresas privadas que desenvolvem mísseis, drones e outras armas, esperando conseguir comprá-las mais rapidamente para utilização no campo de batalha.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/irao-pentagono-pressiona-industria-de-defesa-a-acelerar-producao-perante-escassez-de-municoes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799192]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sete pessoas acusadas por assassinato de candidato à presidência do Equador</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sete-pessoas-acusadas-por-assassinato-de-candidato-a-presidencia-do-equador/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/sete-pessoas-acusadas-por-assassinato-de-candidato-a-presidencia-do-equador/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 02:19:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/sete-pessoas-acusadas-por-assassinato-de-candidato-a-presidencia-do-equador/</guid>

					<description><![CDATA[O Ministério Público do Equador acusou formalmente no sábado sete pessoas suspeitas de envolvimento na morte do candidato à presidência Fernando Villavicencio em 2023, incluindo dois antigos políticos, um empresário, e vários membros de um grupo criminoso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público do Equador acusou formalmente no sábado sete pessoas suspeitas de envolvimento na morte do candidato à presidência Fernando Villavicencio em 2023, incluindo dois antigos políticos, um empresário, e vários membros de um grupo criminoso.</p>
<p>Fernando Villavicencio, crítico do ex-presidente socialista Rafael Correa (2007-2017), foi abatido a tiro a 09 de agosto de 2023 por um assassino contratado colombiano em Quito, uma semana antes das eleições presenciais. O atirador foi morto por seguranças.</p>
<p>No sábado à noite, o Ministério Público anunciou na rede social X que acusou sete pessoas &#8220;pela alegada participação no delito de assassínio&#8221;.</p>
<p>Entre as sete pessoas acusadas figuram o empresário Xavier Jordán, o ex-ministro do Interior José Serrano, o ex-deputado Ronny Aleaga, bem como o principal líder do grupo criminoso &#8216;Los Lobos&#8217;, Wilmer Chavarría, conhecido como &#8216;Pipo&#8217;, além de três outras pessoas ligadas a esta organização.</p>
<p>O Ministério Público pediu que a ordem de prisão preventiva fosse mantida contra os sete e solicitou às autoridades a emissão de uma difusão vermelha através da Interpol contra quatro deles que residem no estrangeiro.</p>
<p>No início de julho, o Ministério Público já tinha anunciado as acusações contra as sete pessoas mencionadas.</p>
<p>Jordán, que reside nos Estados Unidos, é suspeito de ter &#8220;financiado e planeado&#8221; o assassínio, enquanto Serrano, ex-ministro do Interior sob a presidência de Rafael Correa, encontra-se atualmente num centro de controlo migratório nos Estados Unidos. O antigo político é suspeito de ter fornecido informações &#8220;sensíveis&#8221; ao grupo &#8216;Los Lobos&#8217; relativamente às deslocações do candidato Villavicencio.</p>
<p>Por seu lado, Aleaga é suspeito de ter coordenado &#8220;as ações com vista a concretizar o assassínio&#8221;, enquanto &#8216;Pipo&#8217;, que enfrenta em Espanha um processo de extradição para o Equador, terá planeado o homicídio em troca de um milhão de dólares (864.950 euros).</p>
<p>Cinco pessoas ligadas ao homicídio foram condenadas em 2024 a penas de até 34 anos de prisão, enquanto seis homens de nacionalidade colombiana, alegadamente associados a este caso, foram assassinados na prisão.</p>
<p>Antes de se lançar na política, Fernando Villavicencio era jornalista e investigava casos de corrupção que envolviam o Governo de Rafael Correa. As suas investigações anticorrupção também tinham implicado o acusado Xavier Jordán.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/sete-pessoas-acusadas-por-assassinato-de-candidato-a-presidencia-do-equador/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799191]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
