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A MINI vai-se reinventando gradualmente e após a sua incursão em universos inóspitos, como o dos roadsters, SUVs compactos e, mais recentemente, modelos de cinco portas, a irreverente marca britânica aplica uma dose de racionalidade à sua gama com a nova geração do Clubman.
Ao contrário da geração anterior, cuja aparência ficava a meio caminho entre uma carrinha e um compacto de cinco portas – com a curiosidade de contar com uma pequena porta de abertura ‘suicida’ no lado direito –, o novo Clubman assume-se como uma carrinha convencional, com quatro portas laterais, promovendo dessa forma maior versatilidade.
Em relação ao modelo de cinco portas, o novo Clubman é ligeiramente maior, sendo 27 cm mais comprido, 9 cm mais largo e 10 cm mais longo na distância entre eixos, apresentando igualmente cinco lugares no interior.
Esteticamente não existe grande margem para confusão, com a dianteira a revelar inspiração óbvia nas mais recentes versões da MINI, destacando-se os grandes faróis ovais em plano inclinado e a grelha mais ampla. A grande diferença está do pilar B para trás, sobretudo ao nível dos portões traseiros, os quais integram os farolins. No interior, o objectivo foi dotar o Clubman de mais conforto e luxo, adoptando um desenho mais evoluído e painel de instrumentos colocado à frente do condutor.
Também novo é o sistema de infoentretenimento, com funcionalidades de conectividade ampliadas e ecrã táctil no meio do aro situado na consola central. Relevante é também a maior amplitude na mala, naquela que é a sua grande mais-valia, com 360 litros de capacidade. Com o rebatimento dos bancos traseiros em proporção 40:20:40, a capacidade amplia-se para os 1250 litros.
Para marcar o seu próprio cunho distintivo, mantém as portas duplas para acesso à bagageira, naquele que é um traço característico da gama Clubman. Em termos técnicos, este novo modelo recorre à mesma plataforma da variante de cinco portas e do novo BMW Série 2 Active Tourer, garantindo assim qualidades dinâmicas elevadas.
O lançamento no mercado será feito com três variantes de motorizações: 1.5 TwinPower Turbo de três cilindros com 136 cv e 230 Nm de binário máximo (Cooper Clubman), 2.0 TwinPower Turbo de quatro cilindros com 192 cv e 300 Nm de binário máximo (Cooper S Clubman) e, por fim, uma versão com motor 2.0 TwinPower Diesel com 150 cv e 330 Nm de binário máximo (Cooper D Clubman).
Em termos de eficiência, o MINI Clubman assume consumos combinados entre os 4,1 l/100 km (para a versão Diesel) e os 6,2 l/100 km para a versão com motor a gasolina Cooper S Clubman. Já as emissões cifram-se em valores entre os 109 g/km e os 144 g/km de CO2.
A entrega da potência faz-se às rodas dianteiras por intermédio de uma caixa manual de seis velocidades, havendo como opção uma caixa automática Steptronic de oito relações, uma estreia na MINI, para os modelos Cooper S e Cooper D. De notar ainda a possibilidade de equipar o Cooper D Clubman com caixa Steptronic de oito velocidades com configuração desportiva e o Cooper Clubman com caixa Steptronic de seis relações.
A marca promete condução similar à de um kart e conforto de rolamento elevado graças à nova tecnologia de suspensão, incluindo configuração traseira ‘multilink’ optimizada para este modelo, mas também à direcção com assistência electromecânica e construção do chassis mais evoluída. O Controlo Dinâmico de Estabilidade (DSC) com Controlo de Tracção Dinâmico integrado (DTC) surge de série, assim como o Diferencial autoblocante (EDLC) com tecnologia de controlo de performance. Opcionais são a suspensão desportiva e o sistema de Controlo Dinâmico de Amortecimento. As jantes de liga leva podem ir até às 19 polegadas.
A marca integra ainda modos de condução específicos para esta versão, destacando-se os modos Sport (que acentua a vertente desportiva) e Green (mais ecológico, permitindo em conjunção com a caixa Steptronic a função de ‘roda livre’ para poupar combustível). A vertente de segurança também não foi descurada, com o novo Clubman a surgir com head-up display, assistente de estacionamento, câmara traseira, cruise control adaptativo e alerta de obstáculo na frente com função de travagem inicial automática.
A personalização é outra das apostas da marca britânica inserida no grupo BMW, prometendo uma enorme série de equipamentos e tecnologias para tornar cada MINI Clubman verdadeiramente único.
MINI Clubman ganha aparência mais racional
[easingslider id=”17021″] A MINI vai-se reinventando gradualmente e após a sua incursão em universos inóspitos, como o dos roadsters, SUVs compactos e, mais recentemente, modelos de cinco portas, a irreverente marca britânica aplica uma dose de racionalidade à sua gama com a nova geração do Clubman. Ao contrário da geração anterior, cuja aparência ficava a meio caminho entre uma carrinha e um compacto de cinco portas – com a curiosidade de contar com uma pequena porta de abertura ‘suicida’ no lado direito –, o novo Clubman assume-se como uma carrinha convencional, com quatro portas laterais, promovendo dessa forma maior versatilidade. Em relação ao modelo de cinco portas, o novo Clubman é ligeiramente maior, sendo 27 cm mais comprido, 9 cm mais largo e 10 cm mais longo na distância entre eixos, apresentando igualmente cinco lugares no interior. Esteticamente não existe grande margem para confusão, com a dianteira a revelar inspiração óbvia nas mais recentes versões da MINI, destacando-se os grandes faróis ovais em plano inclinado e a grelha mais ampla. A grande diferença está do pilar B para trás, sobretudo ao nível dos portões traseiros, os quais integram os farolins. No interior, o objectivo foi dotar o Clubman de mais…
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