O banco liderado por Miguel Maya apresentou à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), esta segunda-feira, a proposta de distribuição extraordinária de mil euros aos colaboradores, visando compensar a redução temporária de salário de que foram alvo entre junho de 2014 e junho de 2017, sendo que, no total, esta medida terá um valor máximo de 5,281 milhões de euros.
Sob esta medida estão os funcionários que não foram compensados em 2019 e que se mantém em funções na data de pagamento da remuneração correspondente a junho de 2020.
Tendo já anunciado que não vai dividir dividendos, destaque ainda para a proposta de uma dotação de 13,9 milhões para reserva legal e de pouco mais de 120 milhões para resultados transitados, sendo que, em 2019, registou lucros individuais de cerca de 139 milhões de euros.
O banco informou ainda o regulador da data e moldes da realização da próxima assembleia geral. Está convocada para dia 20 de maio, pelas 14h30 e decorrerá, ao que tudo indica, com o apoio dos meios telemáticos.
Mas a assembleia-geral poderá ser realizada presencialmente, se até às 24 horas do dia 10 de maio, o presidente da mesa considerar que existem condições adequadas.
“Caso o senhor presidente da mesa da assembleia considera, até às 24 horas do dia 10 de maio de 2020, estarem reunidas as condições adequadas para realização, com segurança de reunião presencial, a assembleia-geral realizar-se-à nas instalações do banco, sitas no Taguspark, Avenida Professor Doutro Cavaco Silva, Edifício 8, em Porto Salvo”, às 14h30.








