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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 11 May 2026 17:16:11 +0000</lastBuildDate>
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		<title>EUA intensificam voos de espionagem sobre Cuba com 25 missões militares desde fevereiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 17:16:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos realizaram pelo menos 25 voos de reconhecimento militar nas imediações de Cuba desde 4 de fevereiro, numa intensificação significativa das operações de vigilância aérea junto à ilha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos realizaram pelo menos 25 voos de reconhecimento militar nas imediações de Cuba desde 4 de fevereiro, numa intensificação significativa das operações de vigilância aérea junto à ilha. A informação resulta de uma análise divulgada pela CNN Internacional, que se baseou em dados de aplicações públicas de rastreio de voos.</p>
<p>De acordo com a cadeia norte-americana, aeronaves e drones da Força Aérea e da Marinha dos EUA efetuaram missões sobretudo nas proximidades de Havana e Santiago de Cuba. Algumas destas operações aproximaram-se a menos de 65 quilómetros da linha costeira cubana, uma distância considerada suficientemente reduzida para configurar recolha ativa de informação.</p>
<p>A maioria das missões terá sido realizada com recurso a aviões de patrulha marítima P-8A Poseidon, concebidos para vigilância e reconhecimento. Em determinados voos foi também utilizado o RC-135V Rivet Joint, especializado em recolha de sinais de inteligência. Estas operações foram acompanhadas por drones de grande altitude MQ-4C Triton, igualmente vocacionados para reconhecimento estratégico.</p>
<p><strong>Aumento súbito e proximidade invulgar</strong><br />
Segundo a análise citada, antes de fevereiro este tipo de aproximações era “extremamente raro”. A frequência e a proximidade das missões recentes surpreenderam analistas, tanto pelo seu carácter repentino como pela visibilidade pública das operações, já que os trajetos puderam ser acompanhados em plataformas como o Flightradar24 ou o ADS-B Exchange, gerando comentários nas redes sociais.</p>
<p>A visibilidade das aeronaves é considerada particularmente relevante porque estes aparelhos dispõem da capacidade técnica para ocultar a sua presença, desligando os transponders. O facto de os voos terem permanecido rastreáveis levanta a hipótese de uma demonstração deliberada de força ou de intenção política.</p>
<p><strong>Contexto de retórica mais agressiva</strong><br />
A intensificação das missões coincide com um endurecimento do discurso do presidente dos EUA, Donald Trump, relativamente a Cuba. Desde que ordenou um bloqueio naval à ilha em fevereiro, o chefe de Estado norte-americano passou a acusar as autoridades de Havana de representarem “um risco” militar para os Estados Unidos.</p>
<p>A CNN sublinha que a correlação entre a retórica presidencial e o aumento de voos de vigilância já foi observada noutros cenários internacionais.</p>
<p><strong>Padrões semelhantes na Venezuela e no Irão</strong><br />
Antes da captura de Nicolás Maduro na Venezuela, verificou-se um padrão semelhante. O primeiro sinal ocorreu a 2 de setembro de 2025, com um ataque no Caribe contra uma embarcação alegadamente usada para tráfico de droga. Trump associou o incidente ao próprio Maduro, acusando-o de “assassinatos em massa, tráfico de droga, tráfico de pessoas” e de “atos de violência e terror”.</p>
<p>Cerca de uma semana depois, começaram a ser registados voos de vigilância ao largo da costa venezuelana. As operações foram interrompidas entre outubro e novembro, retomando-se nos dias que antecederam a operação que culminou com a detenção de Maduro em Caracas na passagem de ano.</p>
<p>Também no caso do Irão foi identificado um padrão idêntico, embora com mobilização muito mais expressiva de meios de inteligência, envolvendo forças norte-americanas e israelitas. Novamente, foram utilizados modelos como o P-8A Poseidon, o RC-135V Rivet Joint e o MQ-4C Triton.</p>
<p>Desde o início de 2025, dezenas de aeronaves e drones norte-americanos com características semelhantes têm sido identificados na zona de guerra da Ucrânia e nas imediações de pontos sensíveis na península da Coreia e na fronteira ocidental da Rússia. De acordo com os dados analisados, estas operações tendem a prolongar-se por vários meses.</p>
<p>Ainda assim, o aumento dos voos junto a Cuba representa um cenário distinto, por envolver áreas onde anteriormente não havia registo deste tipo de destacamento regular.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761329]]></sapo:autor>
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		<title>Autoridades europeias já admitem mais casos de Hantavírus nas próximas semanas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/autoridades-europeias-ja-admitem-mais-casos-de-hantavirus-nas-proximas-semanas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 16:52:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) admitiu esta segunda-feira que mais casos de infeção por hantavírus podem surgir nas próximas semanas entre os ex-passageiros e tripulação do navio onde ocorreu o surto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) admitiu esta segunda-feira que mais casos de infeção por hantavírus podem surgir nas próximas semanas entre os ex-passageiros e tripulação do navio onde ocorreu o surto.</p>
<p>&#8220;Devido às incertezas que ainda persistem e ao longo período de incubação, é possível que assistamos a casos adicionais em ex-passageiros e tripulantes nas próximas semanas&#8221;, afirmou a diretora do centro europeu, Pamela Rendi-Wagner, em comunicado.</p>
<p>Segundo o ECDC, os passageiros e os tripulantes do MV Hondius, o navio de cruzeiro que chegou no domingo às Canárias, continuam a ser retirados para os seus países de origem por motivos médicos em voos não comerciais e todos são considerados de alto risco.</p>
<p>De acordo com as recomendações científicas do ECDC, os passageiros e tripulantes que apresentem sintomas de infeção necessitam de isolamento imediato, testes e cuidados médicos, enquanto os que estão assintomáticos devem permanecer em quarentena e a monitorizar o aparecimento de sintomas até seis semanas.</p>
<p>O centro europeu confirmou ainda que hoje foi reportado um novo caso confirmado em França, uma passageira do navio que desenvolveu sintomas agudos no voo de regresso a França e que se encontra em cuidados intensivos.</p>
<p>Segundo adiantou, a sequenciação genética do vírus “sugere fortemente” que as amostras de passageiros testadas e confirmadas estão ligadas à mesma fonte original de infeção.</p>
<p>“As informações genómicas mostram ainda que o vírus envolvido no surto é semelhante aos vírus dos Andes já conhecidos por circularem na América do Sul e não é uma nova variante”, salientou ainda o centro europeu, que manteve a avaliação de risco como muito baixo para a população em geral.</p>
<p>A Comissão Europeia disse hoje que ativou o Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia, a pedido de Espanha, e realizou no domingo a partir de Tenerife quatro voos de repatriamento de passageiros do navio afetado.</p>
<p>No domingo foram retiradas do navio de cruzeiro e repatriadas 94 pessoas de 19 nacionalidades, numa operação que deve ficar hoje concluída. É previsível que o navio zarpe do arquipélago espanhol ao final da tarde, com parte da tripulação a bordo, rumo ao porto de Roterdão, nos Países Baixos.</p>
<p>A OMS confirmou até agora seis casos de infeção com hantavírus em pessoas que viajaram no cruzeiro MV Hondius, que saiu do sul da Argentina no início de abril. Três pessoas morreram.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761319]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Paciência e disciplina&#8221;: Capitão do MV Hondius agradece comportamento exemplar após surto de hantavírus</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/paciencia-e-disciplina-capitao-do-mv-hondius-agradece-comportamento-exemplar-apos-surto-de-hantavirus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 16:50:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O capitão do MV Hondius, navio de cruzeiro atingido por um surto mortal de hantavírus, deixou esta segunda-feira uma mensagem pública de agradecimento dirigida aos passageiros e à tripulação, sublinhando o comportamento demonstrado ao longo das últimas semanas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O capitão do MV Hondius, navio de cruzeiro atingido por um surto mortal de hantavírus, deixou esta segunda-feira uma mensagem pública de agradecimento dirigida aos passageiros e à tripulação, sublinhando o comportamento demonstrado ao longo das últimas semanas.</p>
<p>Num vídeo divulgado pelo armador Oceanwide Expeditions, Jan Dobrogowski descreveu o período recente como “extremamente desafiantes” para todos os que se encontravam a bordo da embarcação.</p>
<p>O comandante fez questão de enaltecer a atitude dos passageiros e dos membros da tripulação, agradecendo a “paciência, disciplina e simpatia” demonstradas num contexto de elevada tensão sanitária. “Não conseguiria imaginar atravessar estas circunstâncias com um grupo de pessoas melhor, tanto os passageiros como a tripulação”, declarou.</p>
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<p>O navio chegou ao porto de Tenerife na madrugada de domingo, dando início a uma operação coordenada de desembarque, evacuação e repatriamento dos passageiros para os respetivos países de origem. A operação foi acompanhada pelas autoridades de saúde espanholas e pela Organização Mundial da Saúde.</p>
<p>Apesar do avanço do processo de repatriamento, 28 passageiros permaneciam ainda a bordo esta segunda-feira. O cruzeiro tinha iniciado a viagem no Atlântico Sul há mais de um mês.</p>
<p>As autoridades de saúde informaram também que o navio deverá seguir posteriormente para os Países Baixos, país sob cuja bandeira opera, transportando 26 membros da tripulação. No destino, a embarcação será alvo de um processo de desinfeção. Entre os tripulantes encontra-se um cidadão português.</p>
<p>A chegada a Tenerife assinala o culminar de uma operação complexa que, até ao momento, permitiu a evacuação e o repatriamento de 94 pessoas para os seus países de residência. O processo decorreu 41 dias após a partida do navio do sul da Argentina e nove dias depois da confirmação do primeiro teste positivo para a infeção viral respiratória.</p>
<p>Desde o início do surto registaram-se três mortes: um casal de nacionalidade neerlandesa e um cidadão alemão.</p>
<p>Recorde-se que a Organização Mundial da Saúde informou esta segunda-feira que estão atualmente reportados nove casos associados ao surto. Desses, sete foram confirmados como sendo provocados pelo vírus Andes, uma variante de hantavírus.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761320]]></sapo:autor>
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		<title>Conselho da UE quer convidar influenciadores digitais para cimeiras e reuniões ministeriais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 16:26:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os influenciadores digitais poderão vir a marcar presença nas próximas cimeiras europeias e em determinadas reuniões ministeriais em Bruxelas, no âmbito de um projeto-piloto promovido pelo Conselho da União Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os influenciadores digitais poderão vir a marcar presença nas próximas cimeiras europeias e em determinadas reuniões ministeriais em Bruxelas, no âmbito de um projeto-piloto promovido pelo Conselho da União Europeia. A iniciativa foi apresentada na semana passada durante uma reunião do grupo de trabalho sobre informação, surpreendendo vários diplomatas presentes.</p>
<p>De acordo com seis diplomatas e funcionários europeus ouvidos pelo Politico, o Conselho propôs que criadores de conteúdos para redes sociais fossem convidados a acompanhar cimeiras de chefes de Estado e de Governo da União Europeia, bem como algumas reuniões ministeriais.</p>
<p>Um responsável do Conselho confirmou a existência do projeto, que deverá arrancar em julho, explicando que o objetivo é “envolver criadores de conteúdos para alcançar novos públicos e informar sobre as atividades do Conselho”. A medida surge num contexto em que figuras políticas europeias, incluindo o francês Jordan Bardella, têm acumulado grandes audiências nas redes sociais.</p>
<p><strong>Acesso condicionado e sem direito a perguntas</strong><br />
Segundo o mesmo responsável, os influenciadores terão acesso a zonas do edifício do Conselho, em Bruxelas, que atualmente estão reservadas a jornalistas acreditados junto das instituições europeias. No entanto, esse acesso será limitado.</p>
<p>“Os criadores de conteúdos serão sempre acompanhados e não serão tratados como meios de comunicação social”, afirmou o funcionário do Conselho, acrescentando que o modelo prevê “cerca de 10 criadores de conteúdos por evento, no máximo, acompanhados por funcionários do Conselho”.</p>
<p>Um diplomata que participou na reunião da semana passada confirmou que está em cima da mesa conceder “algum tipo de acesso ao edifício, à sala de imprensa e à zona de declarações à chegada”, sublinhando, porém, que foi enfatizado que “não poderão fazer perguntas” aos ministros ou líderes europeus. As fontes falaram sob anonimato por não estarem autorizadas a prestar declarações públicas.</p>
<p><strong>Reação morna entre diplomatas</strong><br />
Os detalhes concretos do projeto continuam escassos. Um dos diplomatas indicou que a ideia passará por dar maior visibilidade ao trabalho do Conselho junto do público europeu, através de conteúdos adaptados às redes sociais.</p>
<p>Ainda assim, a receção à proposta foi descrita como “morna” por participantes na reunião. Segundo um diplomata, o ambiente foi semelhante a “a dinâmica clássica em que o ‘boomer’ na sala acha que está a apresentar uma ideia muito inovadora e interessante e os outros acabam por a desmontar com perguntas”.</p>
<p>Um funcionário europeu mostrou-se cético quanto à utilidade prática da medida, afirmando: “Não vejo o valor acrescentado. Não vejo como um TikToker irá compreender o que é o EUCO”, numa referência ao Conselho Europeu. Em tom irónico, sugeriu que talvez produzam um vídeo a “desembalar as conclusões do EUCO”, evocando o formato popular de vídeos de “unboxing”.</p>
<p><strong>Decisão caberá aos Estados-membros</strong><br />
Nem todos, contudo, rejeitam liminarmente a proposta. Um diplomata de um país que apoia o plano indicou que caberá a cada Estado-membro decidir quais os criadores de conteúdos que poderão participar nas iniciativas.</p>
<p>O Conselho da União Europeia não é a primeira instituição europeia a aproximar-se do universo dos influenciadores digitais.</p>
<p><strong>Comissão Europeia e Parlamento já recorreram a influenciadores</strong><br />
A Comissão Europeia tem vindo a abrir espaço a este tipo de colaboração. A presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, reuniu-se por diversas vezes com influenciadores e convidou criadores de conteúdos para o seu discurso anual sobre o Estado da União no ano passado. O executivo comunitário distribuiu também “kits” para influenciadores no âmbito de uma campanha recente.</p>
<p>No Parlamento Europeu, o fenómeno também já se fez sentir. O cipriota Fidias Panayiotou, conhecido influenciador digital, conquistou um lugar nas eleições europeias de 2024 e tem produzido conteúdos nas redes sociais sobre o seu trabalho parlamentar desde então.<br />
<strong><br />
Críticas da imprensa tradicional</strong><br />
A eventual integração de influenciadores nas cimeiras e conferências de imprensa europeias tem, contudo, suscitado críticas por parte de representantes dos meios de comunicação tradicionais.</p>
<p>A International Press Association, que representa jornalistas que acompanham as instituições europeias, alertou para a ausência de regras claras quanto à transparência financeira dos criadores de conteúdos.</p>
<p>“Cliques, visualizações e impressões são excelentes no TikTok e no Instagram. Mas o facto básico mantém-se: influenciadores em conferências de imprensa e cimeiras não terão de divulgar quem lhes paga”, refere a associação em comunicado. Em contraste, sublinha, “não se espera que jornalistas acreditados junto da UE aceitem pagamentos em troca de escrever histórias favoráveis. É algo a que se chama ética jornalística”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761302]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Lisboa fecha em alta com EDP Renováveis a subir mais de 5%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 16:06:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje em alta, com o índice PSI a subir 1,09% para 9.165,76 pontos e a EDP Renováveis a ganhar mais de 5%, numa Europa sem tendência definida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa fechou hoje em alta, com o índice PSI a subir 1,09% para 9.165,76 pontos e a EDP Renováveis a ganhar mais de 5%, numa Europa sem tendência definida. </P><br />
<P>Das 16 cotadas que fazem parte do PSI, 14 subiram e duas desceram.</P><br />
<P>A liderar as subidas ficou a EDP Renováveis, que aumentou 5,09% para 14,67 euros. </P><br />
<P>No resto da Europa, Londres progrediu 0,36% e Frankfurt 0,05%, enquanto Paris cedeu 0,69% e Madrid 0,21%.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761306]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro da NOS sobe 4,7% no 1.º trimestre para 62 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 15:56:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O resultado líquido da NOS subiu 4,7% no primeiro trimestre, face a igual período de 2025, para 62,0 milhões de euros, divulgou hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O resultado líquido da NOS subiu 4,7% no primeiro trimestre, face a igual período de 2025, para 62,0 milhões de euros, divulgou hoje a empresa.</P><br />
<P>Em igual período, a receita consolidada &#8220;atingiu 460,2 milhões de euros, um crescimento de 1,9% com um forte contributo das receitas dos segmentos de TI e de cinema e audiovisuais&#8221;, adianta o grupo liderado por Miguel Almeida.</P><br />
<P>&#8220;Num trimestre impactado pelas tempestades que afetaram grande parte da zona centro do país, as receitas de telecomunicações mantiveram-se em linha com o mesmo período do ano passado, nos 389,8 milhões de euros, com as receitas do segmento empresarial a cresceram 5,5%&#8221;, adianta a NOS.</P><br />
<P>As receitas de TI, ou seja, de tecnologias de informação, &#8220;segmento de negócio da NOS que agrega receitas de TI da NOS e da Claranet Portugal, aumentaram 16,0% para 54,4 milhões de euros face ao primeiro trimestre do ano passado, com as receitas de Serviços e de Equipamentos e Licenças a revelarem crescimento&#8221;.</P><br />
<P>O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) &#8220;melhorou 3,1% face aos primeiros três meses do ano passado para 203,3 milhões de euros, com contributos positivos de todos os segmentos de negócio&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761304]]></sapo:autor>
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		<title>Câmara de Lisboa recusa &#8220;qualquer responsabilidade&#8221; no cancelamento da Queima das Fitas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 15:51:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O esclarecimento surge depois de a Federação Académica de Lisboa (FAL) ter anunciado o cancelamento da iniciativa estudantil prevista para os dias 15 e 16 de maio no Estádio Universitário de Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara Municipal de Lisboa afirmou esta segunda-feira que não pode ser responsabilizada pela não realização da Queima das Fitas de Lisboa, sublinhando, em comunicado, que “recusa que lhe seja imputada qualquer responsabilidade pela não realização do evento Queima das Fitas, no Estádio Universitário de Lisboa, organizado pela Federação Académica de Lisboa”, acrescentando ter recebido “com surpresa a informação de que o mesmo foi cancelado”.</p>
<p>O esclarecimento surge depois de a Federação Académica de Lisboa (FAL) ter anunciado o cancelamento da iniciativa estudantil prevista para os dias 15 e 16 de maio no Estádio Universitário de Lisboa.</p>
<p>Na nota, a autarquia explica que, por se tratar de “uma zona com recetores sensíveis (entre os quais o Hospital de Santa Maria e edifícios de habitação)”, foi emitida uma Licença Especial de Ruído (LER) que autorizava música até à 1 hora da manhã. Segundo a Câmara, estas condições foram previamente discutidas e aceites pela organização, tendo ficado acordadas numa reunião presencial realizada a 27 de abril.</p>
<p>A posição do município é clara quanto ao enquadramento das restrições: a existência de unidades hospitalares e edifícios residenciais nas imediações impõe limites específicos ao horário de funcionamento de eventos com emissão sonora significativa.</p>
<p><strong>Condicionalismos eram conhecidos desde março</strong><br />
A Câmara Municipal de Lisboa acrescenta ainda que, “desde os primeiros contactos, ainda no decurso do mês de março, sempre foi clara a existência dos referidos condicionalismos”, garantindo que essa informação foi transmitida à organização desde o início do processo.</p>
<p>Mais refere que foi indicado à entidade promotora que, “no caso de pretender um horário mais alargado deveria procurar uma localização alternativa”. Ou seja, segundo a autarquia, a possibilidade de realizar o evento até mais tarde estaria dependente da escolha de outro espaço que não estivesse sujeito às mesmas restrições decorrentes da proximidade a recetores sensíveis.</p>
<p>O cancelamento da Queima das Fitas foi tornado público pela Federação Académica de Lisboa através das redes sociais, a menos de uma semana do início previsto da festa académica. A organização justificou a decisão com “dificuldades e entraves” que teriam comprometido a realização do evento, tendo sido posteriormente referido que a limitação horária até à 01h00 estaria na origem da decisão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761297]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Putin &#8220;nunca esteve tão fraco&#8221;, mas é cedo para falar em negociações, afirma Kallas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 15:44:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A chefe da diplomacia da União Europeia (UE) afirmou hoje que o Presidente russo, Vladimir Putin, "nunca esteve tão fraco", mas considerou que ainda é cedo para se falar em negociações entre o bloco dos 27 e a Rússia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A chefe da diplomacia da União Europeia (UE) afirmou hoje que o Presidente russo, Vladimir Putin, &#8220;nunca esteve tão fraco&#8221;, mas considerou que ainda é cedo para se falar em negociações entre o bloco dos 27 e a Rússia.</P><br />
<P>Em conferência de imprensa no final de uma reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da UE, em Bruxelas, Kaja Kallas foi questionada sobre como é que viu as declarações de Vladimir Putin que, no sábado passado, afirmou que a guerra na Ucrânia &#8220;está a chegar ao fim&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Acho que a leitura geral é que o Putin nunca esteve numa posição tão fraca. [As forças russas] estão a perder muitas vidas no terreno, há um descontentamento crescente na sociedade russa, é por isso que estão a desligar a Internet, para que as pessoas não consigam ver as notícias reais&#8221;, respondeu a Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança.</P><br />
<P>Kaja Kallas defendeu que &#8220;os ataques de longo alcance realizados pela Ucrânia estão a ter um impacto real&#8221; e o &#8220;apoio à guerra de Putin está a diminuir&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tudo isso mostra que o Putin não está assim tão forte, mas isso não quer dizer que estejamos num ponto em que eles queiram genuinamente negociar, porque ainda continuam a apresentar propostas maximalistas&#8221;, referiu.</P><br />
<P>A chefe da diplomacia da UE defendeu que a parada militar de 09 de maio em Moscovo por ocasião do 81.º aniversário da vitória soviética na Segunda Guerra Mundial sobre a Alemanha nazi, que foi mais curta do habitual e na qual não foi exibido equipamento militar, e &#8220;perdas recorde russas no campo de batalha&#8221;, mostram que a &#8220;dinâmica da guerra está a mudar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A Ucrânia está muito melhor do que há um ano. Mas, claro, não há tempo para complacência&#8221;, referiu, salientando que os ministros concordaram em &#8220;desenhar novas sanções para cortar os rendimentos do Kremlin&#8221;.</P><br />
<P>Kallas frisou que os ministros discutiram também a adesão da Ucrânia à UE, afirmando que Kiev fez &#8220;progressos assinaláveis, em circunstâncias muito difíceis&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Há agora um novo ímpeto e devemos utilizá-lo para avançar no caminho da Ucrânia rumo à UE. Isto significa abrirmos todos os capítulos [das negociações de adesão] antes do verão&#8221;, vincou.</P><br />
<P>Para a chefe da diplomacia da UE, &#8220;garantir que a Ucrânia entra na UE não é caridade, é um investimento na segurança&#8221; europeia.</P><br />
<P>&#8220;E a nossa mensagem para o Putin é clara: o futuro europeu da Ucrânia é mais importante para nós do que a destruição da Ucrânia é para a Rússia&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Questionada se admite vir a representar a UE em possíveis negociações de paz com a Rússia, Kaja Kallas recordou que, antes de entrar na política, foi advogada, apontando uma diferença entre os dois setores.</P><br />
<P>&#8220;No setor privado, se fores uma boa advogada ou negociadora, não precisas de te gabar, porque outros reconhecem-no. Mas, na política, é preciso fazê-lo. Como dizia [o ex-presidente dos Estados Unidos] George W. Bush: &#8216;às vezes é preciso fazer a sua própria autopromoção, senão ninguém a faz&#8221;, disse, acrescentando que acha que tem a capacidade para ver &#8220;através das armadilhas que a Rússia está a tentar apresentar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mas não estamos a entrar em qualquer tipo de negociação, não vemos a Rússia a negociar de boa-fé e, primeiro, temos de discutir entre os Estados-membros quais são as concessões que queremos que a Rússia faça&#8221;, referiu, reiterando que essa discussão vai ser feita na reunião informal dos ministros dos Negócios Estrangeiros entre 27 e 28 de maio em Chipre.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761293]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Polícia morre durante operação de emergência com navio infetado por hantavírus em Tenerife</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 15:43:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um agente da Guardia Civil morreu este domingo após sofrer um ataque cardíaco durante a operação montada para acompanhar a chegada do navio de cruzeiro MV Hondius ao porto de Granadilla de Abona, em Tenerife, nas Ilhas Canárias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um agente da Guardia Civil morreu este domingo após sofrer um ataque cardíaco durante a operação montada para acompanhar a chegada do navio de cruzeiro MV Hondius ao porto de Granadilla de Abona, em Tenerife, nas Ilhas Canárias. O oficial, de 62 anos, participava no dispositivo de segurança criado na sequência de um surto confirmado de hantavírus a bordo da embarcação.</p>
<p>O agente colapsou enquanto colaborava no desembarque controlado dos passageiros do MV Hondius, que foi colocado sob protocolos de emergência depois de identificado um foco de hantavírus, uma doença viral rara e potencialmente fatal. O surto já provocou várias mortes e infetou diversos passageiros e membros da tripulação, obrigando à ativação de um complexo plano logístico e sanitário no momento da chegada ao arquipélago espanhol.</p>
<p>A operação decorreu sob forte mobilização policial e médica, dada a necessidade de garantir segurança, controlo sanitário e evacuação organizada dos passageiros. O falecimento do agente ocorreu precisamente neste contexto excecional, marcado por intensa atividade operacional, causando consternação entre colegas e no seio das forças de segurança espanholas. A ministra da Saúde de Espanha, Mónica García, expressou pesar pela morte do oficial, afirmando, numa conferência de imprensa a partir do porto de Granadilla, que gostaria de “expressar as nossas condolências à família, a toda a Guardia Civil”.</p>
<p>A chegada do MV Hondius a Tenerife integra a resposta internacional ao surto detetado a bordo, que levou à evacuação dos passageiros e ao seu repatriamento para os respetivos países de origem, sob rigorosos protocolos de saúde pública. As autoridades espanholas descartaram entretanto dois casos suspeitos em território nacional, embora as autoridades internacionais mantenham vigilância perante novos casos confirmados noutros países.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde apelou à prudência, sublinhando, contudo, que se trata de um surto localizado e que a situação não é comparável a um cenário pandémico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761276]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>AIMA esclarece que documentos assinados digitalmente são válidos para pedidos de residência</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/aima-esclarece-que-documentos-assinados-digitalmente-sao-validos-para-pedidos-de-residencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 15:18:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) informou que documentos assinados digitalmente podem ser utilizados nos processos de pedido e renovação de autorização de residência em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) informou que documentos assinados digitalmente podem ser utilizados nos processos de pedido e renovação de autorização de residência em Portugal, numa tentativa de simplificar procedimentos e acelerar a tramitação administrativa.</p>
<p>A agência esclarece que são aceites documentos assinados digitalmente com Cartão de Cidadão, Chave Móvel Digital e Sistema de Certificação de Atributos Profissionais (SCAP), sempre que legalmente admissíveis e quando aplicável ao tipo de processo em causa.</p>
<p>A AIMA sublinha que, “sempre que possível”, os requerentes devem optar pelo envio digital da documentação, uma vez que esta via contribui para uma tramitação mais célere dos pedidos. No entanto, alerta implicitamente para a necessidade de rigor no preenchimento e submissão dos elementos, dado que qualquer falha pode comprometer o andamento do processo.</p>
<p>Nos últimos dias, a agência tem emitido diversos avisos e esclarecimentos dirigidos à comunidade imigrante, numa altura em que se multiplicam as queixas relativas a atrasos e dificuldades operacionais. Há casos de cidadãos estrangeiros que aguardam há mais de quatro anos pela regularização da sua situação documental em Portugal.</p>
<p>Entre os problemas mais frequentemente relatados contam-se trocas de dados pessoais e dificuldades na inserção de informações essenciais para a instrução dos processos, nomeadamente o Número de Identificação Fiscal (NIF) e o Número de Identificação da Segurança Social (NISS).</p>
<p><strong>Renovação de vistos gold exige NIF associado</strong><br />
A AIMA alertou igualmente os titulares de Autorizações de Residência para Investimento (ARI), associadas aos chamados Vistos Gold, que pretendam renovar documentos caducados, para a obrigatoriedade de terem o NIF devidamente associado aos registos dos requerentes. Sem essa informação, os processos não poderão avançar.</p>
<p>Segundo estimativas do próprio organismo, existem pelo menos 50 mil estrangeiros e respetivos familiares titulares de ARI. Estes títulos de residência estão ligados a investimentos realizados em Portugal, no montante mínimo de 500 mil euros.</p>
<p><strong>Portal de renovações e atendimento presencial</strong><br />
Perante as reclamações sobre falhas no acesso ao Portal de Renovações de documentos caducados, a agência decidiu divulgar orientações práticas destinadas a facilitar o contacto dos utilizadores com os serviços.</p>
<p>Para comunicar problemas técnicos ou administrativos, a AIMA indica como via preferencial o Formulário de Contacto disponível no seu portal oficial. Através dessa plataforma, os requerentes podem selecionar o assunto pretendido, incluindo pedidos de marcação para atendimento presencial nos postos da agência.</p>
<p>Caso o imigrante opte por agendar um atendimento presencial, deverá igualmente recorrer ao referido formulário eletrónico para formalizar o pedido.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761275]]></sapo:autor>
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		<title>Suspeito de tentativa de assassínio de Trump declara-se inocente em tribunal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 15:06:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O suspeito de tentar assassinar o Presidente norte-americano, Donald Trump, durante o jantar de correspondentes da Casa Branca declarou-se esta segunda-feira inocente das quatro acusações federais de que é alvo, numa comparência num tribunal de Washington.
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O suspeito de tentar assassinar o Presidente norte-americano, Donald Trump, durante o jantar de correspondentes da Casa Branca declarou-se esta segunda-feira inocente das quatro acusações federais de que é alvo, numa comparência num tribunal de Washington.</p>
<p>Cole Allen, 31 anos, que permanece detido enquanto decorre o processo, é acusado de tentativa de assassinar uma pessoa célebre (magnicídio), crime que pode ser punido com pena de prisão perpétua. É também acusado de dois crimes relacionados com o uso e transporte de armas de fogo e um quarto por agressão a um agente com arma mortal, de acordo com a agência de notícias espanhola EFE.</p>
<p>Allen foi detido em 26 de abril após contornar um controlo de segurança e tentar entrar, armado com uma caçadeira, uma pistola e várias facas, no salão de um hotel de Washington onde decorria o jantar. No evento estavam presentes Donald Trump, a primeira-dama, Melania Trump, o vice-presidente, JD Vance, e o presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, entre outras autoridades.</p>
<p>O suspeito, engenheiro e professor na Califórnia, terá ultrapassado um posto de controlo em corrida e acredita-se que disparou contra um agente antes de ser imobilizado pelas forças de segurança. Minutos antes do incidente, Allen enviou um texto aos familiares em que afirmava que o seu objetivo eram membros da administração de Trump.</p>
<p>A tentativa de entrada no salão onde decorria o evento desencadeou um tiroteio com os agentes de segurança que não causou vítimas, mas obrigou à retirada do Presidente e de membros da administração. Inicialmente, Allen foi acusado de três crimes, mas foi acrescentado um quarto por alegada agressão a um agente, no âmbito de uma acusação revista apresentada pela Procuradoria do Distrito de Columbia perante um grande júri.</p>
<p>Na semana passada, a juíza Zia Faruqui, responsável pelo caso, pediu desculpa a Allen pelas duras condições a que foi submetido na prisão, após ter passado vários dias numa cela de isolamento, apesar das queixas dos advogados de defesa. O ataque foi a terceira tentativa de assassínio contra Donald Trump, 79 anos, em menos de dois anos.</p>
<p>O Presidente republicano foi visado pela primeira vez em julho de 2024, durante um comício de campanha em que foi ferido numa orelha, e meses mais tarde num campo de golfe na Florida. A próxima audiência deste caso está prevista para 29 de junho, de acordo com vários órgãos de comunicação social citados pela agência de notícias France-Presse (AFP).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761267]]></sapo:autor>
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		<title>Voos devem ficar (ainda) mais caros. Bruxelas quer alargar custos de carbono de todos os que partem da UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 14:56:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia está a avaliar a possibilidade de aplicar custos de carbono a todos os voos com partida do seu território, incluindo ligações intercontinentais, numa medida que poderá agravar os encargos das companhias aéreas num contexto de forte subida dos preços dos combustíveis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia está a avaliar a possibilidade de aplicar custos de carbono a todos os voos com partida do seu território, incluindo ligações intercontinentais, numa medida que poderá agravar os encargos das companhias aéreas num contexto de forte subida dos preços dos combustíveis. A proposta surge numa fase particularmente sensível para o setor da aviação e poderá desencadear resistência por parte dos Estados Unidos e de outros parceiros comerciais.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.ft.com/content/3f4a62da-820b-4e40-ad7c-0d10b8efbc30?syn-25a6b1a6=1&amp;fbclid=IwY2xjawRuzO5leHRuA2FlbQIxMABicmlkETFvTzdoNEU2ODZRSDBuYmNuc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHtOK3HixdjKz_hxgffG22liiQV5NPHg35WZ0-PSl9_QJW7M7KKJT53vd3gvK_aem_5oDJaCb2jYlmgwsIyFKEew" target="_blank" rel="noopener">Financial Times</a>, a Comissão Europeia deverá apresentar esta semana a proposta numa reunião com representantes da indústria e organizações não-governamentais, no âmbito de uma revisão mais ampla do Sistema de Comércio de Licenças de Emissão da União Europeia (ETS), o principal instrumento europeu de fixação de um preço para as emissões de dióxido de carbono.</p>
<p><strong>Revisão do sistema europeu de comércio de emissões</strong><br />
O ETS funciona com base num modelo de limite máximo de emissões e comércio de licenças. A União Europeia define um teto decrescente para as emissões de gases com efeito de estufa e obriga as empresas abrangidas a adquirir ou deter licenças correspondentes ao volume de CO₂ emitido. O objetivo é criar um incentivo financeiro à descarbonização e estimular o investimento em tecnologias mais limpas.</p>
<p>Atualmente, o regime abrange apenas os voos realizados dentro do espaço europeu. Isto significa que uma ligação entre Dublin e Paris está sujeita ao pagamento de licenças de carbono, enquanto um voo entre Paris e Nova Iorque permanece isento. Responsáveis europeus defendem que chegou o momento de alargar o sistema aos voos com partida da União, argumentando que os mecanismos alternativos destinados a reduzir as emissões da aviação internacional não produziram resultados satisfatórios.</p>
<p>Um dos responsáveis envolvidos no processo admitiu que a Comissão procurará “defender o que quer fazer e ouvir como a indústria vê a questão”, reconhecendo, contudo, a complexidade política da medida.</p>
<p><strong>Setor dividido e risco de retaliação</strong><br />
O alargamento do ETS à aviação internacional é considerado altamente controverso. Companhias de curto curso, como a Ryanair e a easyJet, têm criticado o sistema atual, alegando que este incentiva os consumidores a escolher destinos fora da União Europeia. Segundo estas empresas, a conjugação das regras relativas ao mercado de carbono e aos combustíveis sustentáveis pode tornar férias na Turquia significativamente mais baratas do que destinos como a Grécia.</p>
<p>Já as transportadoras com forte presença em rotas de longo curso, como a British Airways e a Air France, deverão opor-se a um eventual agravamento dos custos nas ligações intercontinentais, que representam a maior fatia dos seus lucros.</p>
<p>A conjuntura agrava a sensibilidade do tema. Desde o início do conflito no Médio Oriente, os preços do combustível para aviação duplicaram, pressionando as margens das companhias aéreas. Paralelamente, vários operadores têm feito lóbi junto das autoridades europeias para aliviar algumas das exigências regulatórias impostas ao setor.</p>
<p>Apesar de a União Europeia ter aprovado, há mais de uma década, legislação que permitiria integrar os voos de saída no ETS, a aplicação dessa medida foi sucessivamente adiada perante a forte oposição dos Estados Unidos e de outros países. O debate ganha agora novo fôlego à medida que a atual extensão temporária do regime se aproxima do fim, no final do ano.</p>
<p>Um responsável europeu reconheceu as implicações geopolíticas da decisão, sublinhando que, embora a União esteja a agir dentro das suas competências, está consciente das “sensibilidades geopolíticas” envolvidas e de que “não será fácil”.</p>
<p><strong>Impacto financeiro e receitas potenciais</strong><br />
De acordo com dados do centro de reflexão ambiental Transport &amp; Environment, a aviação representa cerca de 3% das emissões globais de CO₂ relacionadas com energia. No entanto, na Europa, as emissões do setor aumentaram 30% desde a criação do ETS em 2005, ao passo que noutros setores económicos se verificou uma redução.</p>
<p>Atualmente, o sistema acrescenta cerca de 7 euros ao preço médio de um bilhete para voos dentro da União Europeia. Caso o regime fosse alargado a todos os voos com partida do bloco, o custo adicional médio poderia ascender a 45 euros por bilhete. As receitas combinadas para a União Europeia e para os Estados-membros poderiam atingir 17 mil milhões de euros até 2030.</p>
<p>Organizações ambientalistas defendem há muito esta extensão, argumentando que permitiria gerar receitas significativas e acelerar a transição energética num setor cuja descarbonização tem avançado lentamente.</p>
<p><strong>Alternativas internacionais e limites do modelo atual</strong><br />
Fora da União Europeia, vigora um mecanismo internacional de compensação de emissões, conhecido como Carbon Offsetting and Reduction Scheme for International Aviation (Corsia). Contudo, este sistema baseia-se na adesão voluntária dos governos e não conta com o respaldo formal de países como os Estados Unidos, a Índia ou a China.</p>
<p>O modelo assenta sobretudo na aquisição de créditos de carbono internacionais, considerados por responsáveis europeus como insuficientes para garantir reduções efetivas e estruturais das emissões. Embora as companhias aéreas estejam dispostas a investir milhares de milhões de dólares nesses créditos, estes continuam a ser substancialmente mais baratos do que as licenças do ETS, em parte devido à incerteza associada à contabilidade das emissões fora de regimes regulatórios mais exigentes.</p>
<p>Nesse contexto, um dos responsáveis europeus defendeu que, se grandes economias não aplicam o sistema internacional, existe um “argumento político sensato” para que as companhias aéreas não contribuam apenas pelas emissões geradas dentro da Europa, mas também pelas provenientes dos voos com partida do território europeu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761250]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Absolvido ex-diretor de clube de Gondomar acusado de recrutar jogadores ilegais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 14:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um antigo diretor desportivo do clube de futebol São Pedro da Cova, em Gondomar, que estava acusado de recrutar 11 atletas estrangeiros sem processo de legalização na época 2018/2019, foi hoje absolvido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um antigo diretor desportivo do clube de futebol São Pedro da Cova, em Gondomar, que estava acusado de recrutar 11 atletas estrangeiros sem processo de legalização na época 2018/2019, foi hoje absolvido. </P><br />
<P>Durante a leitura do acórdão no Tribunal São João Novo, no Porto, a presidente do coletivo de juízes referiu que as provas não foram suficientes para provar os casos, tendo o tribunal de decidir em função de provas concretas. </P><br />
<P>&#8220;Uma coisa é a convicção do tribunal, outra é o que se prova&#8221;, apontou a magistrada. </P><br />
<P>À saída do tribunal, e em declarações aos jornalistas, Vitor Catão assumiu estar aliviado. </P><br />
<P>&#8220;Estou aliviado, sou um cidadão fantástico e o futebol deve muito ao Vitor Catão&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>Além deste ex-diretor desportivo, o processo envolvia ainda um antigo treinador do clube, Armando Santos, que foi condenado a um ano e seis meses de prisão, pena suspensa por dois anos. </P><br />
<P>Quanto a este arguido, o tribunal conseguiu provar que teve uma participação ativa na contratação ilegal de um jogador.</P><br />
<P>O coletivo de juízes entendeu que este ex-treinador agiu com dolo. </P><br />
<P>A acusação do Ministério Público (MP) defendia que os arguidos &#8220;recrutaram e inscreveram 11 atletas de nacionalidade brasileira que, até ao fim da época e saída do clube, não foram titulares de qualquer visto ou título válido que os habilitasse a permanecer ou exercer qualquer atividade em território português&#8221;.</P><br />
<P>O MP considerava ainda que os arguidos prometeram aos atletas a sua legalização, o que nunca fizeram, e alojaram os jovens em divisões do clube onde pernoitaram em beliches ou nas suas próprias casas.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761252]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Explicador. Urânio, sanções e Estreito de Ormuz: os três bloqueios que impedem acordo entre Trump e o Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 14:26:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente americano classificou a resposta iraniana como “totalmente inaceitável”, numa mensagem publicada nas redes sociais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump rejeitou a mais recente proposta de paz apresentada por Teerão, reduzindo as expectativas de que o conflito entre os Estados Unidos, Israel e o Irão, que dura há dez semanas, possa estar perto do fim.</p>
<p>De acordo com o ‘The Independent’, o presidente americano classificou a resposta iraniana como “totalmente inaceitável”, numa mensagem publicada nas redes sociais.</p>
<p>“I don’t like it — TOTALLY UNACCEPTABLE”, escreveu Trump, pondo fim a uma semana de diplomacia cautelosa em torno de uma nova tentativa para encerrar a guerra.</p>
<p>A proposta iraniana foi enviada este domingo ao Paquistão, que tem desempenhado o papel de mediador.</p>
<p>O documento centra-se em três exigências principais: o fim dos bloqueios no Estreito de Ormuz, o levantamento das sanções americanas e a criação de garantias para pôr termo à guerra de forma permanente.</p>
<p>O Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano manteve esta segunda-feira que as exigências de Teerão são “generosas” e “legítimas”, sem dar sinais de recuo perante a reação de Trump.</p>
<p>A tensão já teve reflexos nos mercados.</p>
<p>O receio de uma reabertura mais intensa do conflito fez o preço do petróleo aproximar-se dos 100 dólares por barril, cerca de 85 euros.</p>
<p><strong>O que propõe o Irão?</strong></p>
<p>A resposta iraniana surge depois de os Estados Unidos terem apresentado, segundo relatos citados pelo jornal britânico, um plano de 14 pontos para terminar a guerra e abrir um período negocial de 30 dias.</p>
<p>Teerão exige, antes de mais, o fim da guerra em todas as frentes.</p>
<p>A prioridade é o Líbano, onde Israel continua em confronto com o Hezbollah, grupo apoiado pelo Irão.</p>
<p>O Irão quer também o fim do bloqueio americano que está a apertar o tráfego marítimo de entrada e saída dos portos iranianos.</p>
<p>Segundo as estimativas citadas, esse bloqueio custa à economia iraniana cerca de 435 milhões de dólares por semana, aproximadamente 370 milhões de euros.</p>
<p>Além disso, Teerão reclama compensações pelos danos da guerra, o levantamento das sanções americanas e a libertação de ativos iranianos congelados em bancos internacionais.</p>
<p>“A nossa exigência é legítima: exigir o fim da guerra, o levantamento do bloqueio e da pirataria dos EUA, e a libertação dos ativos iranianos que foram injustamente congelados em bancos devido à pressão americana”, afirmou Esmaeil Baghaei, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano.</p>
<p>Baghaei acrescentou que a passagem segura pelo Estreito de Ormuz e a segurança regional, incluindo no Líbano, fazem parte de uma proposta “generosa e responsável”.</p>
<p><strong>Porque é que Trump rejeitou?</strong></p>
<p>A reação de Trump foi imediata e dura.</p>
<p>O presidente americano rejeitou a resposta iraniana e voltou a colocar pressão sobre Teerão, depois de já ter ameaçado, na semana passada, bombardear o Irão a um “nível e intensidade muito superiores” caso o país não aceitasse os termos propostos.</p>
<p>Mas Trump também enfrenta pressão interna.</p>
<p>Nos Estados Unidos, aumentam os apelos para reduzir o envolvimento no conflito e para que qualquer continuação dos ataques seja submetida a aprovação do Congresso.</p>
<p>Essa tensão política ajuda a explicar a dificuldade da negociação.</p>
<p>Trump quer mostrar força perante Teerão, mas também precisa de evitar que a guerra se transforme num conflito prolongado, caro e politicamente arriscado.</p>
<p><strong>O programa nuclear continua no centro do impasse</strong></p>
<p>O programa nuclear iraniano é o problema de fundo das negociações.</p>
<p>Antes do início do conflito, a 28 de fevereiro, o Irão tinha aceitado converter o urânio enriquecido existente em combustível e comprometer-se a nunca manter material nuclear necessário para produzir uma bomba, segundo mediadores de Omã.</p>
<p>Dez semanas depois, as exigências mudaram.</p>
<p>A proposta americana mais recente prevê uma moratória temporária no enriquecimento de urânio, permitindo apenas enriquecimento limitado para fins civis depois de vários anos, segundo relatos citados pelo ‘The Independent’.</p>
<p>O plano dos Estados Unidos inclui também inspeções rápidas da agência nuclear da ONU a instalações iranianas.</p>
<p>Washington quer ainda que Teerão abandone instalações subterrâneas e transfira todo o urânio enriquecido para fora do país.</p>
<p>Em troca, os Estados Unidos admitem levantar sanções e libertar milhares de milhões de dólares em fundos iranianos congelados no estrangeiro.</p>
<p>O problema é a ordem dos passos.</p>
<p>Washington quer garantias nucleares fortes antes de aliviar a pressão.</p>
<p>Teerão quer sanções levantadas, fundos libertados e compensações antes de aceitar novas conversações detalhadas.</p>
<p><strong>O Estreito de Ormuz é outro ponto crítico</strong></p>
<p>O Estreito de Ormuz voltou a estar no centro da crise.</p>
<p>Apesar de a guerra no Médio Oriente estar formalmente sob uma trégua, os últimos dias foram marcados por novos confrontos naquela zona estratégica.</p>
<p>Irão e Estados Unidos mantêm bloqueios marítimos como forma de pressão.</p>
<p>Teerão acusa Washington de bloqueio e “pirataria” na via marítima, enquanto a Marinha americana continua a limitar o acesso de navios e petroleiros ligados ao Irão.</p>
<p>A proposta americana, pelo contrário, insiste na abertura total do Estreito de Ormuz à navegação comercial internacional.</p>
<p>Washington quer também o fim do bloqueio iraniano naquela passagem marítima.</p>
<p>O Estreito de Ormuz é uma das rotas mais importantes do mundo para o comércio de energia.</p>
<p>Qualquer perturbação prolongada pode pressionar os preços do petróleo, encarecer transportes e aumentar a instabilidade económica global.</p>
<p><strong>O que diz o direito internacional?</strong></p>
<p>A Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar estabelece que os países que fazem fronteira com estreitos internacionais não podem exigir pagamentos apenas para permitir a passagem.</p>
<p>A questão é relevante porque o Irão insiste na soberania e no controlo sobre o Estreito de Ormuz.</p>
<p>Os Estados Unidos defendem que a via deve permanecer aberta à navegação comercial.</p>
<p>Uma das hipóteses discutidas passaria por uma desescalada gradual durante os 30 dias de negociação.</p>
<p>Nesse cenário, as forças presentes na região do Golfo seriam parcialmente retiradas enquanto os diplomatas tratariam dos temas mais difíceis.</p>
<p><strong>O Líbano também bloqueia o acordo</strong></p>
<p>A proposta iraniana dá especial atenção ao Líbano.</p>
<p>Teerão quer que o fim da guerra inclua todas as frentes, sobretudo o sul do Líbano, onde o Hezbollah continua em confronto com Israel.</p>
<p>Os combates prosseguem apesar de um cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos, anunciado a 16 de abril.</p>
<p>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, já deixou claro que um eventual fim das hostilidades com o Irão não significaria necessariamente o fim da guerra no Líbano.</p>
<p>Numa entrevista ao programa ‘60 Minutes’, emitida no fim de semana, Netanyahu afirmou que ainda há “mais trabalho a fazer”.</p>
<p>O líder israelita referia-se à remoção de urânio enriquecido do Irão, ao desmantelamento de instalações de enriquecimento, aos aliados regionais de Teerão e às capacidades iranianas em mísseis balísticos.</p>
<p><strong>Porque é que é tão difícil chegar a acordo?</strong></p>
<p>Há três bloqueios principais.</p>
<p>O primeiro é nuclear.</p>
<p>Washington quer garantias duras sobre o enriquecimento de urânio, inspeções internacionais e retirada de material sensível.</p>
<p>Teerão quer preservar capacidade nuclear civil e obter benefícios económicos antes de aceitar novas limitações.</p>
<p>O segundo bloqueio é económico.</p>
<p>O Irão exige o fim das sanções, a libertação de ativos congelados e compensações pelos danos provocados pela guerra.</p>
<p>Os Estados Unidos admitem aliviar sanções, mas querem usar esse alívio como moeda de troca.</p>
<p>O terceiro bloqueio é geopolítico.</p>
<p>O Estreito de Ormuz, o Líbano, o Hezbollah, os mísseis iranianos e a influência regional de Teerão tornam o acordo muito mais amplo do que um simples cessar-fogo bilateral.</p>
<p>É por isso que a resposta iraniana foi recebida em Washington como insuficiente, apesar de Teerão a apresentar como uma proposta “responsável” para a segurança regional.</p>
<p><strong>O que pode acontecer agora?</strong></p>
<p>A guerra não parece perto de uma solução imediata.</p>
<p>Trump rejeitou a proposta iraniana, mas enfrenta pressão interna para evitar uma escalada prolongada.</p>
<p>O Irão, por sua vez, não dá sinais de recuar nas exigências sobre sanções, bloqueios, compensações e garantias regionais.</p>
<p>Enquanto isso, o Estreito de Ormuz continua sob tensão, os combates no Líbano persistem e o preço do petróleo permanece vulnerável a qualquer novo incidente.</p>
<p>O resultado é um impasse perigoso.</p>
<p>Há canais diplomáticos abertos, mas os temas em cima da mesa são demasiado sensíveis para permitir uma saída rápida.</p>
<p>Para já, urânio, sanções e Ormuz continuam a ser as três palavras que explicam porque é que a paz ainda não chegou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761236]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>EDP anuncia parceria com o Pingo Doce com nova estratégia de poupança para as famílias portuguesas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 14:23:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A EDP Comercial e o Pingo Doce anunciaram uma parceria estratégica que pretende responder à crescente pressão sobre o orçamento das famílias, permitindo transformar parte da fatura de energia em saldo para compras em supermercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EDP Comercial e o Pingo Doce anunciaram uma parceria estratégica que pretende responder à crescente pressão sobre o orçamento das famílias, permitindo transformar parte da fatura de energia em saldo para compras em supermercado.</p>
<p>Deste esta segunda-feira, os clientes residenciais da EDP passam a receber 10% do valor da fatura de energia em saldo na aplicação O Meu Pingo Doce, até um máximo de 10 euros por mês. O benefício será atribuído automaticamente após uma única adesão e sem obrigatoriedade de adesão ao débito direto ou à fatura eletrónica.</p>
<p>A iniciativa junta duas das maiores marcas presentes no quotidiano dos consumidores portugueses e surge numa altura em que a poupança continua a assumir um papel central nas decisões das famílias. O objetivo, segundo as empresas, passa por criar uma solução simples e previsível, capaz de gerar impacto direto no orçamento mensal.</p>
<p>“A parceria com o Pingo Doce traduz a nossa ambição de criar valor concreto para os clientes e reforçar uma relação de confiança construída ao longo do tempo”, afirma Vera Pinto Pereira, salientando que a energética quer posicionar-se “mais do que como fornecedora de energia”.</p>
<p>Também Isabel Ferreira Pinto sublinha que a iniciativa reforça o compromisso da retalhista com a poupança das famílias, através de “uma solução simples, automática e com benefícios claros”.</p>
<p>A adesão pode ser feita através de qualquer canal da EDP Comercial — lojas, site, app, agentes ou contacto telefónico — mediante associação do número de cliente da app O Meu Pingo Doce. O saldo será creditado automaticamente todos os meses na aplicação do retalhista.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761239]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: CinemaCity Leiria reabre a 21 de maio após mais de três meses fechado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 14:13:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O complexo CinemaCity Leiria vai reabrir a 21 de maio, mais de três meses depois do encerramento, na sequência das inundações provocadas pelo mau tempo no concelho de Leiria, anunciou hoje a New Lineo Cinemas (NLC) de Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O complexo CinemaCity Leiria vai reabrir a 21 de maio, mais de três meses depois do encerramento, na sequência das inundações provocadas pelo mau tempo no concelho de Leiria, anunciou hoje a New Lineo Cinemas (NLC) de Portugal.</p>
<p>Em comunicado, a exibidora salienta que a reabertura marca &#8220;não só o regresso da atividade ao complexo, mas também o regresso do cinema à cidade de Leiria&#8221;, onde atualmente é a única empresa que exibe cinema do circuito comercial, no concelho e também no distrito.</p>
<p>&#8220;Após mais de três meses de encerramento temporário, na sequência das inundações provocadas pelas depressões que afetaram a região no início do ano, o Cinema City concluiu os trabalhos necessários, estando novamente reunidas as condições de segurança e conforto para receber os espetadores&#8221;, garante o CinemaCity.</p>
<p>Segundo a informação divulgada, a reabertura representa &#8220;um momento particularmente significativo para a New Lineo Cinemas de Portugal, mas também para a comunidade local, que volta a poder usufruir da experiência de cinema na cidade e a acompanhar as principais estreias cinematográficas&#8221;.</p>
<p>Citado no comunicado, o CEO da NLC Portugal, Eyal Edery considera a reabertura do CinemaCity Leiria &#8220;um momento muito importante&#8221;.</p>
<p>&#8220;Sabemos a importância que este espaço tem para a comunidade local e estamos muito satisfeitos por poder voltar a receber os espetadores e devolver o cinema à cidade, após um período particularmente desafiante&#8221;.</p>
<p>Sem divulgar os custos da intervenção necessária para recuperar o complexo, a NLC agradece &#8220;o empenho, dedicação e resiliência demonstrados pela equipa do CinemaCity Leiria ao longo de todo o processo de recuperação, fundamentais para tornar esta reabertura possível&#8221;.</p>
<p>Sobre o serviço de exibição de cinema, a empresa compromete-se a &#8220;continuar a proporcionar experiências de cinema de qualidade à comunidade&#8221;.</p>
<p>A partir de 21 de maio, o CinemaCity Leiria reabre com &#8220;uma programação diversificada&#8221;, pensada para &#8220;voltar a receber os amantes de cinema da região e acompanhar as principais estreias de cinema&#8221;.</p>
<p>O CinemaCity Leiria encerrou no dia 28 de janeiro, na sequência dos estragos provocados pela depressão Kristin no centro comercial NorteSul, onde está instalado.</p>
<p>A situação agravou-se com a depressão Leonardo, no dia 04 de fevereiro, cujas intensas chuvas provocaram uma inundação na zona envolvente, afetando todas as sete salas de cinema que integram o complexo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761237]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: UE sanciona 16 cidadãos e sete entidades russas por sequestro de crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 14:08:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[sançoes]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia (UE) impôs hoje sanções a 16 cidadãos e sete entidades russas pelo sequestro de crianças ucranianas, acusando-os de violarem o direito internacional e tentarem "comprometer a preservação das gerações futuras".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia (UE) impôs hoje sanções a 16 cidadãos e sete entidades russas pelo sequestro de crianças ucranianas, acusando-os de violarem o direito internacional e tentarem &#8220;comprometer a preservação das gerações futuras&#8221;.</p>
<p>As sanções foram aprovadas durante a reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros dos 27 da UE, em Bruxelas, no mesmo dia em que se realiza na capital belga uma reunião da Coligação Internacional para o Regresso das Crianças Ucranianas.</p>
<p>Em comunicado, o Conselho da UE referiu que estas sanções visam responsáveis &#8220;por ações que minam ou ameaçam a integridade territorial, a soberania e a independência da Ucrânia&#8221;.</p>
<p>&#8220;A decisão visa os responsáveis por deportações sistemáticas e ilegais, transferência e assimilação forçada &#8212; incluindo doutrinação e educação militarizada &#8212; de menores ucranianos, bem como pela sua adoção ilegal e transferência para a Federação Russa&#8221;, indicou a mesma nota informativa.</p>
<p>O Conselho da UE destacou que, desde o início da guerra na Ucrânia em fevereiro de 2022, se estima que a Rússia deportou &#8220;quase 20.500 crianças ucranianas&#8221;, salientando que isso constitui uma &#8220;violação grave do direito internacional&#8221; e &#8220;dos direitos fundamentais das crianças&#8221;.</p>
<p>Essas deportações visam também &#8220;apagar a identidade ucraniana e comprometer a preservação das gerações futuras&#8221;, acrescentou a instituição.</p>
<p>Entre as entidades visadas nestas sanções, estão instituições ligadas ao Ministério da Educação russo, como a Scarlet Sails, Smena ou o centro Orlyonok.</p>
<p>Estas instituições &#8220;organizam, em coordenação com as autoridades ocupantes, programas para as crianças ucranianas nos quais são sujeitas a doutrinação pró-russa, incluindo através de eventos patrióticos, educação ideológica e atividades com orientação militar&#8221;, especificou o Conselho da UE.</p>
<p>A lista de sancionados inclui ainda &#8220;oficiais e políticos de territórios ilegalmente ocupados pela Rússia, assim como vários chefes de acampamentos juvenis e de clubes e organizações patrióticas e militares&#8221;.</p>
<p>&#8220;Todos eles são responsáveis por promover a educação patriótica e militar entre os jovens através da doutrinação ideológica, exposição à cultura militar russa, treino paramilitar e participação em eventos que glorificam a guerra de agressão da Rússia&#8221;, afirmou ainda o Conselho da UE.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761218]]></sapo:autor>
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		<title>A guerra está a virar? Ucrânia ganha terreno, Rússia perde fôlego e analistas falam em “ponto de inflexão”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 14:06:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[O simbolismo dessa pressão foi visível a 9 de maio, durante a parada do Dia da Vitória em Moscovo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pela primeira vez desde o início da invasão russa em larga escala, em 2022, a iniciativa no campo de batalha parece estar a deslocar-se a favor da Ucrânia.</p>
<p>A avaliação é feita por analistas citados pelo ‘The Economist’ e recuperada pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;, num momento em que Moscovo enfrenta dificuldades crescentes na frente, perdas elevadas e ataques ucranianos cada vez mais eficazes contra alvos situados muito para lá das linhas de combate.</p>
<p>O simbolismo dessa pressão foi visível a 9 de maio, durante a parada do Dia da Vitória em Moscovo.</p>
<p>Ao contrário de anos anteriores, o desfile russo decorreu sem grande presença de equipamento militar pesado, num sinal interpretado como reflexo do desgaste da capacidade militar russa.</p>
<p><strong>Ofensiva russa da primavera falha objetivos</strong></p>
<p>No terreno, a esperada ofensiva russa da primavera ficou aquém das expectativas.</p>
<p>Em abril, as forças russas registaram uma perda territorial líquida pela primeira vez desde agosto de 2024, quando a Ucrânia lançou operações na região russa de Kursk.</p>
<p>Com base em estimativas assentes em dados do Institute for the Study of War, Moscovo terá perdido o controlo de cerca de 113 quilómetros quadrados no último mês.</p>
<p>Os analistas atribuem estes ganhos ucranianos a uma combinação de contra-ataques localizados, ataques de média distância mais precisos e perturbações nas comunicações e na logística russas.</p>
<p>“De forma geral, parece um ponto de inflexão na guerra”, afirmou Lawrence Freedman, professor emérito do King’s College London, ao ‘The Economist’.</p>
<p>O especialista avisou, porém, que novos fracassos russos poderão provocar colapsos mais amplos em alguns setores da frente.</p>
<p><strong>Rússia perde cerca de 35 mil militares por mês</strong></p>
<p>O desgaste humano continua a ser um dos maiores problemas de Moscovo.</p>
<p>As estimativas citadas apontam para perdas russas de cerca de 35 mil militares por mês, um ritmo superior à capacidade de recrutamento.</p>
<p>Desde o início da invasão em 2022, as baixas russas, entre mortos e feridos, estarão próximas de 1,4 milhões, de acordo com estimativas ucranianas.</p>
<p>Outro sinal preocupante para Moscovo é a deterioração da relação entre mortos e feridos.</p>
<p>Autoridades ucranianas, incluindo o presidente Volodymyr Zelensky, têm sugerido que as forças russas poderão estar agora a perder quase dois soldados mortos por cada ferido, uma proporção muito mais desfavorável do que em fases anteriores da guerra.</p>
<p><strong>Drones FPV estão a transformar o campo de batalha</strong></p>
<p>Analistas militares associam esta evolução ao peso crescente dos drones de visão em primeira pessoa, conhecidos como FPV.</p>
<p>Estes drones já poderão ser responsáveis por até 80% das baixas no campo de batalha.</p>
<p>Muitos são guiados por cabos de fibra ótica e reforçados com inteligência artificial, o que os torna mais difíceis de detetar e mais eficazes contra tropas, posições avançadas e operações de evacuação.</p>
<p>“Eles simplesmente deixam os feridos no campo de batalha”, afirmou Seth Jones, do Center for Strategic and International Studies, ao ‘The Economist’.</p>
<p>A guerra de drones está também a alterar a retaguarda imediata.</p>
<p>Uma “zona de morte” que pode estender-se até 20 quilómetros está a dificultar a logística russa, limitando os movimentos de colunas militares e complicando o reabastecimento das unidades em avanço.</p>
<p><strong>Ucrânia ataca cada vez mais longe dentro da Rússia</strong></p>
<p>Ao mesmo tempo, Kiev está a alargar a sua capacidade de ataque contra alvos em território russo.</p>
<p>Drones de médio alcance, capazes de atingir infraestruturas entre 50 e 300 quilómetros, e sistemas de longo alcance, com alcance até 2.000 quilómetros, têm sido usados contra instalações petrolíferas, aeródromos e centros militares.</p>
<p>Em março, a Ucrânia terá ultrapassado a Rússia no número de ataques com drones de longo alcance.</p>
<p>Estas operações colocam até 70% da população russa dentro de potencial alcance, acrescentando pressão psicológica aos danos económicos.</p>
<p>Os ataques contra infraestruturas energéticas já terão obrigado a cortes temporários de produção de até 400 mil barris por dia.</p>
<p>Zelensky afirmou recentemente que estes ataques custaram a Moscovo 7 mil milhões de dólares, cerca de 6,5 mil milhões de euros, em receitas petrolíferas perdidas este ano.</p>
<p><strong>Moscovo ainda resiste, mas acumula sinais de desgaste</strong></p>
<p>Apesar dos reveses, a dimensão militar, territorial e económica da Rússia continua a dar a Moscovo capacidade para prolongar a guerra.</p>
<p>Mas os sinais de pressão acumulam-se.</p>
<p>A defesa aérea russa está cada vez mais sobrecarregada, abrindo falhas na proteção de infraestruturas críticas.</p>
<p>“A realidade é que estão a ter dificuldades na frente e pouca coisa lhes está a correr bem”, afirmou Lawrence Freedman.</p>
<p>A questão decisiva será perceber se esta tendência se mantém nos próximos meses.</p>
<p>Muito dependerá da capacidade da Rússia para se adaptar à vantagem ucraniana nos drones ou para lançar uma nova ofensiva com impacto real.</p>
<p><strong>“Se estiver a fazer um briefing a Putin, o cenário é bastante sombrio”</strong></p>
<p>Para já, segundo a análise citada pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;, a trajetória da guerra sugere que Kiev está a ganhar vantagem.</p>
<p>“É difícil ver como as coisas podem melhorar para a Rússia. Se estiver a fazer um briefing a Putin, o cenário é bastante sombrio”, afirmou Seth Jones.</p>
<p>A mudança não significa que a guerra esteja perto de terminar, nem que a Rússia tenha perdido capacidade ofensiva.</p>
<p>Mas indica que Moscovo enfrenta uma fase particularmente difícil, marcada por perdas humanas elevadas, menor capacidade de avanço e ataques ucranianos cada vez mais profundos.</p>
<p><strong>Putin fala em fim da guerra, mas mantém exigências</strong></p>
<p>A 9 de maio, Vladimir Putin afirmou que a guerra na Ucrânia está “a caminhar para o fim” e mostrou abertura a conversações com a Europa.</p>
<p>A declaração marcou uma mudança de tom face à postura mais dura adotada por Moscovo nos últimos meses.</p>
<p>Ainda assim, essa abertura continua rodeada de dúvidas.</p>
<p>A escolha de um antigo líder europeu pró-Kremlin como possível intermediário e as exigências maximalistas feitas por assessores russos sobre o Donbass levantam reservas sobre a disponibilidade real de Moscovo para dar passos concretos no sentido de terminar a invasão.</p>
<p>Para já, a guerra continua sem desfecho claro.</p>
<p>Mas os sinais acumulados na frente, nas perdas humanas, na logística e nos ataques em profundidade sugerem que a Rússia atravessa uma das fases mais difíceis desde o início da invasão em larga escala.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761222]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Iscte revela novo retrato de Portugal na Europa com dados sobre saúde, emprego e educação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 13:57:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Iscte – Instituto Universitário de Lisboa lançou o “Atlas de Portugal na Europa”, uma nova plataforma interativa desenvolvida para assinalar os 40 anos da adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia (CEE), celebrados este ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Iscte – Instituto Universitário de Lisboa lançou o “Atlas de Portugal na Europa”, uma nova plataforma interativa desenvolvida para assinalar os 40 anos da adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia (CEE), celebrados este ano.</p>
<p>Coordenado pelo IPPS-Iscte, em parceria com o Colabor, o projeto reúne indicadores comparativos sobre os países europeus em áreas como saúde, justiça, emprego, educação, habitação, ambiente ou mobilidade.</p>
<p>Disponível online através da plataforma Atlas de Portugal na Europa, o Atlas permite comparar dados de Portugal com os restantes países europeus e também com a média da União Europeia, oferecendo uma perspetiva detalhada da evolução do país nas últimas quatro décadas.</p>
<p>Segundo Isabel Flores, diretora executiva do IPPS-Iscte, a principal diferenciação da plataforma está na combinação entre análise estatística, contexto político e enfoque em políticas públicas. “A originalidade deste Atlas está em ser simultaneamente um instrumento de análise comparada, um observatório eleitoral e uma ferramenta de política pública, tudo com uma perspetiva nacional muito clara”, afirma.</p>
<p>A plataforma está organizada em três grandes secções. A primeira disponibiliza indicadores por país em diferentes áreas socioeconómicas. A segunda permite comparar países e regiões europeias, incluindo agrupamentos geopolíticos como Mediterrâneo, Escandinávia, Báltico ou Balcãs. Já a terceira secção é dedicada aos resultados eleitorais europeus desde 1986, analisando a evolução das diferentes famílias políticas no continente.</p>
<p>O Atlas integra ainda uma componente considerada inédita pelos responsáveis do projeto: a fusão entre indicadores socioeconómicos e dados eleitorais históricos, incluindo a filiação dos partidos nas famílias políticas europeias, como o PPE, S&amp;D ou Renew Europe. De acordo com Isabel Flores, esta abordagem distingue a ferramenta de plataformas como o Eurostat ou o OECD.Stat, que apresentam exclusivamente dados estatísticos sem interação com o contexto político.</p>
<p>A diretora executiva do IPPS-Iscte destaca também o posicionamento assumido pela plataforma. “Não é um atlas europeu genérico, tem um ponto de vista declarado”, refere, acrescentando que o utilizador é convidado a interpretar os dados “a partir de Portugal”, criando uma narrativa analítica em vez de apenas um repositório de informação.</p>
<p>Entre os indicadores disponíveis encontram-se também métricas menos habituais, como o impacto das transferências sociais na redução da pobreza ou a desigualdade no valor das pensões entre mulheres e homens, numa lógica focada na análise de políticas públicas e na qualidade dos serviços prestados nos vários países europeus.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761225]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>França aperta cerco ao hantavírus: passageiros de cruzeiro podem ficar até 42 dias em isolamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 13:52:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[hantavírus]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Mulher fazia parte de um grupo de cinco passageiros franceses evacuado este domingo do navio de cruzeiro que esteve no centro do surto e que atracou em Tenerife, nas Ilhas Canárias, em Espanha]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>França impôs novas medidas de contenção para tentar travar a propagação do hantavírus, depois de uma passageira francesa repatriada de um cruzeiro atingido por um surto ter testado positivo.</p>
<p>De acordo com o &#8216;POLITICO&#8217;, o caso foi confirmado esta segunda-feira pela ministra da Saúde francesa, Stéphanie Rist.</p>
<p>A mulher fazia parte de um grupo de cinco passageiros franceses evacuado este domingo do navio de cruzeiro que esteve no centro do surto e que atracou em Tenerife, nas Ilhas Canárias, em Espanha.</p>
<p>Segundo o jornal francês ‘Le Figaro’, a passageira começou a sentir-se mal durante o voo de repatriamento, na noite deste domingo.</p>
<p>Os cinco passageiros franceses estão agora em isolamento em Paris e deverão ser novamente testados.</p>
<p><strong>Isolamento pode chegar aos 42 dias</strong></p>
<p>As autoridades francesas aprovaram um decreto que permite impor isolamento até 42 dias aos passageiros repatriados do cruzeiro.</p>
<p>A medida pode também abranger pessoas que tenham estado em contacto com esses passageiros ou com outros casos considerados de “risco grave de infeção”.</p>
<p>O objetivo é limitar o risco de novas cadeias de transmissão, numa fase em que vários países estão a repatriar cidadãos que se encontravam a bordo do navio afetado pelo surto.</p>
<p><strong>Caso positivo também nos Estados Unidos</strong></p>
<p>Nos Estados Unidos, um dos 17 cidadãos americanos repatriados também testou positivo para hantavírus.</p>
<p>Outro cidadão americano apresenta sintomas, confirmou no domingo o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA.</p>
<p>As autoridades de saúde continuam a acompanhar os passageiros evacuados e os contactos considerados de risco.</p>
<p><strong>União Europeia acompanha evacuação</strong></p>
<p>A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, agradeceu a Espanha e às restantes autoridades envolvidas pela rápida autorização de desembarque dos passageiros em Tenerife.</p>
<p>A responsável afirmou que Bruxelas está a trabalhar “em estreita colaboração” com as agências de saúde para apoiar a evacuação dos passageiros.</p>
<p>A bordo do navio estavam 77 pessoas da Europa, segundo um comunicado da operadora holandesa Oceanwide Expeditions, divulgado a 4 de maio e citado pelo &#8216;POLITICO&#8217;.</p>
<p><strong>OMS admite mais casos, mas afasta cenário semelhante à Covid-19</strong></p>
<p>A Organização Mundial da Saúde já tinha avisado que poderiam surgir mais casos confirmados, à medida que as autoridades sanitárias testam passageiros e pessoas que estiveram em contacto com eles.</p>
<p>Ainda assim, a OMS procurou acalmar receios de que o surto represente um risco sanitário comparável ao da Covid-19.</p>
<p>O hantavírus é normalmente transmitido por ratos infetados.</p>
<p>A variante envolvida neste surto, o subtipo Andes, é a única conhecida por poder ser transmitida entre humanos.</p>
<p>Três pessoas que estavam a bordo do navio morreram depois de contraírem o vírus.</p>
<p>O surto continua a ser acompanhado de perto pelas autoridades de saúde europeias, numa operação que combina repatriamentos, testagem e medidas de isolamento para tentar impedir novas cadeias de transmissão.</p>
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