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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Caixa Geral de Depósitos selecionada para projeto-piloto do Euro Digital liderado pelo BCE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 09:57:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Caixa Geral de Depósitos foi selecionada pelo Banco Central Europeu (BCE) para integrar o projeto-piloto do Euro Digital, uma iniciativa que pretende preparar a futura moeda digital europeia e modernizar o sistema de pagamentos na União Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Caixa Geral de Depósitos foi selecionada pelo Banco Central Europeu (BCE) para integrar o projeto-piloto do Euro Digital, uma iniciativa que pretende preparar a futura moeda digital europeia e modernizar o sistema de pagamentos na União Europeia.</p>
<p>Segundo a instituição financeira, a participação neste projeto representa um reconhecimento da capacidade da Caixa para contribuir para a inovação no setor financeiro, colocando ao serviço dos clientes e da economia portuguesa a experiência e a dimensão do maior banco nacional.</p>
<p>O Euro Digital é uma iniciativa do Eurosistema que pretende complementar o numerário com uma solução de pagamento digital, segura, acessível e eficiente. O objetivo passa por reforçar a soberania europeia na área dos pagamentos, estimular a inovação e responder às crescentes necessidades de digitalização da economia.</p>
<p>No âmbito deste projeto-piloto, a Caixa irá trabalhar em estreita colaboração com o Banco Central Europeu, o Banco de Portugal e os restantes participantes na avaliação de casos de utilização, funcionalidades e modelos operacionais associados ao Euro Digital. O banco pretende, desta forma, contribuir para o desenvolvimento de uma solução ajustada às necessidades dos cidadãos, das empresas e do mercado.</p>
<p>Para a Caixa Geral de Depósitos, a integração neste projeto reforça o compromisso com a transformação digital e com o desenvolvimento de soluções inovadoras que melhorem a experiência dos clientes, ao mesmo tempo que contribuem para a modernização do sistema financeiro nacional e europeu.</p>
<p>A instituição sublinha ainda que continuará a apostar na inovação, na digitalização e no desenvolvimento de soluções de pagamento seguras, simples e convenientes, acompanhando a evolução tecnológica e as novas formas de interação financeira dos seus clientes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788962]]></sapo:autor>
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		<title>Black Cube: agência privada israelita multiplica operações de espionagem na Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 09:45:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa israelita de inteligência privada Black Cube, fundada por antigos oficiais dos serviços de informações de Israel, volta a estar no centro de várias polémicas internacionais, acumulando ligações a quatro casos de elevado impacto na Europa em menos de seis meses.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa israelita de inteligência privada Black Cube, fundada por antigos oficiais dos serviços de informações de Israel, volta a estar no centro de várias polémicas internacionais, acumulando ligações a quatro casos de elevado impacto na Europa em menos de seis meses. Desde alegadas operações de espionagem empresarial e processos judiciais multimilionários até suspeitas de interferência política em eleições e gravações realizadas de forma encoberta, a atividade da empresa tem voltado a atrair a atenção de tribunais, governos e serviços de informações europeus. Paralelamente, os dados financeiros conhecidos apontam para um crescimento contínuo da empresa, tanto em receitas como em dimensão operacional, sugerindo uma expansão das suas atividades no continente.</p>
<p>Segundo o El Confidencial, um dos episódios mais recentes remonta a outubro do ano passado, quando documentos judiciais revelaram pagamentos de até 1,8 milhões de libras num alegado caso de espionagem empresarial entre duas das maiores empresas europeias do setor do jogo. Um mês depois, um juiz do High Court de Londres identificou formalmente a Black Cube como responsável por uma operação encoberta dirigida contra um dos advogados envolvidos num litígio superior a 400 milhões de dólares relacionado com uma alegada fraude em criptomoedas. Já em janeiro deste ano, o Governo de Chipre enfrentou a demissão de um importante conselheiro sénior do Presidente Nikos Christodoulides, após a divulgação de um vídeo gravado secretamente por agentes da empresa. Em março, o então primeiro-ministro esloveno Robert Golob acusou igualmente a agência israelita de interferência nas eleições legislativas realizadas poucos dias depois, classificando a atuação da Black Cube como &#8220;uma ameaça híbrida contra a União Europeia&#8221;.</p>
<p>Criada em 2011 por Dan Zorella e Avi Yanus, ambos antigos oficiais dos serviços de inteligência israelitas e veteranos das Forças de Defesa de Israel, a Black Cube mantém escritórios em Telavive, Londres, Singapura e Madrid. Entre os seus consultores figura também o general reformado Giora Eiland, antigo chefe do Conselho de Segurança Nacional de Israel. A empresa tornou-se conhecida pelas suas operações de inteligência humana, recorrendo frequentemente a identidades falsas, empresas de fachada, infiltrações, gravações encobertas e operações de aproximação a alvos específicos para obter informações sensíveis. Os seus métodos ganharam notoriedade internacional após se saber que o produtor de cinema Harvey Weinstein recorreu aos seus serviços para tentar desacreditar mulheres que o acusavam de assédio e agressão sexual. Após esse escândalo, a empresa afirmou publicamente que deixaria de aceitar casos relacionados com assédio sexual, embora tenha continuado a expandir a sua atividade noutras áreas.</p>
<p>Os documentos empresariais consultados pelo El Confidencial indicam que a Black Cube registou um crescimento significativo nos últimos anos. Em 2018, a empresa empregava apenas 17 trabalhadores. Em Londres, onde está registada como sociedade limitada e onde as contas são públicas, passou de receitas de cerca de 25 milhões de libras em 2023 para aproximadamente 33 milhões em 2025, aumentando igualmente o número de funcionários de 28 para 32 apenas naquele escritório. Responsáveis da empresa admitem um crescimento anual sustentado entre 7% e 10%, referindo que o aumento registado no ano passado terá rondado os 25%. Uma parte substancial da atividade permanece, contudo, impossível de quantificar, uma vez que as operações desenvolvidas a partir de Israel não estão sujeitas às mesmas obrigações de divulgação financeira. Em Espanha, apesar da existência de um escritório em Madrid, a empresa nunca apresentou contas no Registo Comercial.</p>
<p>Além do crescimento financeiro, o jornal refere que também se verificou uma evolução no tipo de operações realizadas. Embora muitas continuem a basear-se em técnicas tradicionais de inteligência humana — como aproximação a alvos, recolha de declarações e gravações encobertas — as ações tornaram-se mais sofisticadas. Um exemplo divulgado em 2024 revelou que agentes da empresa chegaram a criar uma falsa vinha, uma adega e várias empresas fictícias para conquistar a confiança de um investigado apaixonado pelo mundo dos vinhos. Paralelamente, terá ocorrido uma alteração no modelo de negócio, com alguns clientes de elevado património a deixarem de contratar missões pontuais para passarem a celebrar contratos permanentes (retainers), permitindo recorrer aos serviços da empresa em diferentes conflitos, desde espionagem empresarial até processos eleitorais.</p>
<p>Um dos processos mais mediáticos atualmente em curso decorre no High Court de Londres e envolve o empresário mexicano Ricardo Salinas Pliego, presidente do Grupo Salinas. O litígio resulta de uma operação financeira realizada em 2021, quando Salinas procurava obter liquidez para investir cerca de 400 milhões de dólares em Bitcoin através de um empréstimo garantido por ações. Segundo a ação judicial, títulos avaliados em cerca de 416 milhões de dólares foram utilizados como garantia de um empréstimo de 150 milhões de dólares, concedido por uma estrutura apresentada como Astor Asset Management 3. A acusação sustenta, porém, que essa entidade era composta por identidades falsas e sociedades de fachada lideradas por indivíduos com antecedentes por fraude, roubo e falsificação.</p>
<p>De acordo com a acusação, em vez de manterem as ações sob custódia, os alegados financiadores venderam progressivamente os títulos desde 2021, obtendo cerca de 420 milhões de dólares. Apenas cerca de 104 milhões terão sido utilizados para financiar efetivamente o empréstimo concedido, levando Salinas a classificar toda a operação como uma &#8220;fraude perfeita&#8221;. Foi neste contexto que a Black Cube foi contratada para recolher provas contra os responsáveis pela alegada fraude. A empresa organizou um jantar durante o qual um jovem advogado da equipa jurídica adversária, identificado apenas como &#8220;X&#8221;, revelou informações confidenciais sobre a estratégia processual dos seus clientes, acreditando estar perante potenciais clientes. Toda a conversa foi gravada secretamente.</p>
<p>A utilização desse material abriu um novo conflito judicial. Para além da alegada fraude financeira, o tribunal passou também a analisar a admissibilidade de informações obtidas através de uma operação encoberta dirigida contra um advogado da parte contrária. O juiz concluiu que o método utilizado pela Black Cube não era ilegal para efeitos processuais, mas classificou a decisão de recorrer à empresa como &#8220;pouco ética&#8221; e como uma &#8220;ofensa à justiça&#8221;. O tribunal terá agora de decidir se se aplica o chamado princípio da iniquidade, uma exceção que permite levantar o sigilo profissional entre advogado e cliente quando essas comunicações sejam utilizadas para facilitar uma fraude ou outra conduta ilícita. Face à dimensão da documentação recolhida, foi já marcada para novembro uma audiência específica de dois a três dias destinada a decidir que elementos poderão integrar o processo.</p>
<p>Outro dos casos mais sensíveis diz respeito às eleições legislativas realizadas na Eslovénia em março de 2026. Nos dias que antecederam a votação começaram a circular gravações áudio e vídeo que alegadamente relacionavam pessoas próximas do então primeiro-ministro Robert Golob com casos de corrupção, tráfico de influências e utilização indevida de fundos públicos. Posteriormente, os serviços de informações eslovenos (SOVA) confirmaram que vários dirigentes da Black Cube, incluindo o diretor-executivo Dan Zorella e o general reformado Giora Eiland, visitaram o país pelo menos quatro vezes durante os seis meses anteriores às eleições. As autoridades detetaram ainda elementos da empresa junto da sede do Partido Democrático Esloveno (SDS), liderado por Janez Janša, que acabaria por assumir o cargo de primeiro-ministro depois de Golob não conseguir formar Governo, apesar de a diferença eleitoral entre ambos ter sido inferior a um ponto percentual.</p>
<p>Janez Janša reconheceu ter reunido com Giora Eiland, mas negou qualquer contratação ou coordenação de operações com a Black Cube. Ainda assim, o SDS declarou publicamente que &#8220;deveria erguer-se um monumento no centro de Liubliana&#8221; em homenagem aos responsáveis da empresa caso estes tivessem efetivamente descoberto alegados casos de corrupção. Em resposta, Robert Golob classificou a atuação da agência como uma ameaça híbrida dirigida contra uma democracia da União Europeia e pediu à Comissão Europeia e ao Conselho Europeu que investigassem as atividades da Black Cube. O El Confidencial recorda ainda que esta não seria a primeira vez que a empresa é associada a operações politicamente sensíveis no continente, referindo ações realizadas em 2016 contra a procuradora anticorrupção romena Laura Kövesi e operações desenvolvidas durante a campanha eleitoral húngara de 2018, envolvendo organizações da sociedade civil.</p>
<p>Perante as sucessivas polémicas, a Black Cube tem evitado confirmar ou desmentir diretamente as operações que lhe são atribuídas. A posição habitualmente assumida pela empresa consiste em defender que, se uma pessoa admite voluntariamente perante uma câmara estar disposta a participar em atos de corrupção ou noutras práticas ilícitas, a recolha dessas declarações não deve ser interpretada como interferência, mas antes como obtenção legítima de prova. Ainda assim, o número crescente de processos judiciais, investigações oficiais e acusações políticas em que a empresa surge envolvida continua a alimentar o debate sobre os limites legais e éticos da atividade das empresas privadas de inteligência na Europa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788934]]></sapo:autor>
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		<title>Prémios Game Changers distinguem projetos que estão a transformar a gestão de pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 09:44:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De participação livre e gratuita, os prémios procuram reconhecer boas práticas, inovação e liderança em Recursos Humanos, valorizando projetos com impacto real nas organizações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As candidaturas para os <a href="https://premiosgamechangers.galileu.pt/" target="_blank" rel="noopener">Prémios Game Changers</a> já se encontram abertas e decorrem até 30 de setembro, desafiando profissionais e organizações a dar visibilidade a projetos e iniciativas que estejam a marcar a diferença na gestão de pessoas e no futuro do trabalho.</p>
<p>De participação livre e gratuita, os prémios procuram reconhecer boas práticas, inovação e liderança em Recursos Humanos, valorizando projetos com impacto real nas organizações.</p>
<h3>Porquê candidatar-se?</h3>
<p>Além do reconhecimento público, os <a href="https://premiosgamechangers.galileu.pt/" target="_blank" rel="noopener">Prémios Game Changers</a> proporcionam maior visibilidade aos projetos distinguidos, reforçando a credibilidade dos profissionais e organizações envolvidos.</p>
<p>Os finalistas e vencedores beneficiam ainda de divulgação nos canais da <a href="https://galileu.pt/" target="_blank" rel="noopener">GALILEU</a>, recebem um troféu e diploma, um selo digital e têm oportunidade de destaque editorial na <a href="https://galileu.pt/gamechanger/" target="_blank" rel="noopener">revista Game Changer</a>.</p>
<h3>Categorias a concurso</h3>
<p><a href="https://premiosgamechangers.galileu.pt/#categorias" target="_blank" rel="noopener">Os Prémios Game Changers distinguem candidaturas nas seguintes categorias:</a></p>
<ul>
<li><strong>Talento com Impacto</strong>: destinada a profissionais de Recursos Humanos e responsáveis de formação que tenham desenvolvido iniciativas estruturadas de desenvolvimento de pessoas.</li>
<li><strong>Inovação RH</strong>: distingue organizações que implementaram projetos inovadores na gestão de pessoas.</li>
<li><strong>Liderança Transformadora</strong>: dirigida a líderes que tenham promovido iniciativas de transformação em Recursos Humanos ou gestão de pessoas.</li>
<li><strong>DEI Done Right</strong>: reconhece organizações com políticas ou programas estruturados de Diversidade, Equidade e Inclusão.</li>
</ul>
<h3>Como funciona a candidatura?</h3>
<p>O processo é simples:</p>
<ol>
<li><strong>Consulte o formulário.</strong> <a href="https://premiosgamechangers.galileu.pt/assets/formularios_candidaturas_premiosgamechangers.zip" target="_blank" rel="noopener">Descarregue (PDF)</a> ou <a href="https://forms.microsoft.com/e/3t3fGNVrFb" target="_blank" rel="noopener">visualize (online)</a> o formulário.</li>
<li><strong>Prepare a sua candidatura.</strong> Reúna os dados e informação de que irá necessitar.</li>
<li><strong>Escolha o formato e preencha.</strong> Utilize o <a href="https://forms.microsoft.com/e/3t3fGNVrFb" target="_blank" rel="noopener">formulário online</a> ou os <a href="https://premiosgamechangers.galileu.pt/assets/formularios_candidaturas_premiosgamechangers.zip" target="_blank" rel="noopener">PDFs disponibilizados</a>.</li>
<li><strong>Submeta a candidatura até 30 de setembro.</strong> Valide a candidatura e submeta-a, usando o formulário online, ou <a href="mailto:gamechanger@galileu.pt?subject=">enviando o formulário PDF por email</a>.</li>
</ol>
<p>As candidaturas podem ser apresentadas em nome próprio ou de outra pessoa ou organização e serão avaliadas por um painel de especialistas na área da gestão de pessoas, garantindo um processo de seleção rigoroso, transparente e imparcial.</p>
<p>Mais informações e submissão de candidaturas em: <a href="https://premiosgamechangers.galileu.pt/" target="_blank" rel="noopener">https://premiosgamechangers.galileu.pt/</a>.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788942]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Norwegian passa de lucro a prejuízo de 82,4 ME até junho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/norwegian-passa-de-lucro-a-prejuizo-de-824-me-ate-junho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 09:34:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Norwegian registou um prejuízo líquido de 916 milhões de coroas norueguesas (82,4 milhões de euros) até junho, face os 175 milhões de coroas (15,7 milhões de euros) de lucro no período homólogo, informou hoje a companhia aérea.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Norwegian registou um prejuízo líquido de 916 milhões de coroas norueguesas (82,4 milhões de euros) até junho, face os 175 milhões de coroas (15,7 milhões de euros) de lucro no período homólogo, informou hoje a companhia aérea.</p>
<p>A Norwegian registou um volume de negócios de 17.312 milhões de coroas (1.558 milhões de euros) na primeira metade do ano, um aumento de 2,6% em relação ao ano anterior, graças ao aumento do número de passageiros.</p>
<p>O prejuízo operacional líquido (ebit) ascendeu a 824 milhões de coroas (74,1 milhões de euros), contra um ebit positivo de 639 milhões (57,5 milhões de euros) no primeiro semestre de 2025.</p>
<p>A transportadora justificou os resultados negativos com despesas extraordinárias e com o aumento do preço do combustível em consequência do conflito no Médio Oriente.</p>
<p>A Norwegian transportou um total de 13 milhões de passageiros entre janeiro e junho, um aumento de 3,2% relativamente ao período homólogo, o que permitiu à companhia aumentar em 2,6% as receitas com a venda de bilhetes, para 14.510 milhões de coroas (1.306 milhões de euros).</p>
<p>A empresa atribuiu a perda de rentabilidade aos maus resultados obtidos no segundo trimestre, no qual registou um prejuízo operacional líquido de 603 milhões de coroas (54,3 milhões de euros), em comparação com o ebit positivo de 1.250 milhões (112,5 milhões de euros) no mesmo período de 2025.</p>
<p>&#8220;Embora os resultados financeiros deste trimestre tenham sido mais fracos do que o esperado por várias razões, as nossas iniciativas centradas na redução de custos continuam a dar frutos, e os custos, excluindo o combustível, diminuíram 5% em comparação com o ano passado&#8221;, afirmou o presidente executivo (CEO) da Norwegian, Geir Karlsen, citado em comunicado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788947]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro da sueca Ericsson cai 44% para 446 ME no primeiro semestre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-da-sueca-ericsson-cai-44-para-446-me-no-primeiro-semestre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 09:24:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa sueca Ericsson registou um lucro líquido de 4.963 milhões de coroas suecas (cerca de 446 milhões de euros) no primeiro semestre, uma queda de 44% comparativamente a 2025, informou hoje a empresa de telecomunicações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa sueca Ericsson registou um lucro líquido de 4.963 milhões de coroas suecas (cerca de 446 milhões de euros) no primeiro semestre, uma queda de 44% comparativamente a 2025, informou hoje a empresa de telecomunicações.</p>
<p>Entre janeiro e junho, as vendas líquidas da empresa sueca caíram 8% em relação ao mesmo período do ano anterior, para 102.022 milhões de coroas (cerca de 9.180 milhões de euros), prejudicadas pelo efeito negativo das taxas de câmbio e pela queda nas receitas provenientes de licenças de patentes.</p>
<p>O resultado operacional líquido (ebit) no primeiro semestre caiu para 7.362 milhões de coroas (cerca de 662 milhões de euros), uma diminuição de 40% relativamente ao período homólogo.</p>
<p>Segundo a empresa, o resultado foi afetado negativamente pelos encargos de reestruturação, que só neste semestre atingiram os 4.400 milhões de coroas (cerca de 396 milhões de euros).</p>
<p>O presidente executivo (CEO) da empresa, Börje Ekholm, salientou em comunicado que, nos últimos anos, a Ericsson reforçou o portfólio de produtos para tirar partido da próxima onda de conectividade impulsionada pela Inteligência Artificial (IA).</p>
<p>No entanto, alertou para o aumento do custo dos componentes dos equipamentos de telecomunicações provocado pela crescente implantação desta tecnologia.</p>
<p>&#8220;No segundo trimestre, tomámos medidas para atenuar a inflação dos custos dos componentes. À medida que o impacto se intensificar nos próximos trimestres, continuaremos a implementar medidas internas e ajustes de preços para ajudar a compensar esse efeito&#8221;, afirmou o CEO.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788941]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo testa versão da IA Amália para detetar manipulação, apelos ao medo e ao preconceito em notícias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 09:14:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma variante experimental do modelo de inteligência artificial Amália, desenvolvido por um consórcio de universidades públicas portuguesas com financiamento do Estado, está a ser treinada para identificar técnicas de persuasão em artigos jornalísticos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma variante experimental do modelo de inteligência artificial Amália, desenvolvido por um consórcio de universidades públicas portuguesas com financiamento do Estado, está a ser treinada para identificar técnicas de persuasão em artigos jornalísticos, incluindo recursos como o apelo ao medo, ao preconceito, à autoridade ou a utilização de linguagem considerada &#8220;carregada&#8221;. A funcionalidade integra um projeto de investigação que pretende criar ferramentas de apoio à análise crítica de conteúdos mediáticos e demonstra a capacidade do modelo para ser adaptado a tarefas específicas. No entanto, a iniciativa está também a suscitar reservas quanto ao risco de enviesamento, à reduzida dimensão da amostra utilizada no treino e à possibilidade de os critérios evoluírem em função de futuras orientações políticas.</p>
<p>O site oficial do projeto refere que, &#8220;no domínio dos media, o Amália será aplicado no acesso a informação jornalística de maior qualidade&#8221;, prevendo funcionalidades como a &#8220;identificação e justificação de narrativas dominantes em artigos noticiosos de natureza manipuladora&#8221; e a &#8220;deteção de técnicas de persuasão em conteúdos jornalísticos&#8221;. O Ministério da Reforma do Estado esclareceu à <a href="https://cnnportugal.iol.pt/amalia/inteligencia-artificial/inteligencia-artificial-do-governo-esta-a-ser-treinada-para-dizer-se-noticias-tem-apelo-ao-medo-ou-ao-preconceito/20260714/6a54f0a9d34e511da0b2d01f" target="_blank" rel="noopener">CNN Portugal</a> que estas funcionalidades, embora previstas no contrato inicial celebrado entre a Fundação para a Ciência e a Tecnologia e o consórcio universitário responsável pelo desenvolvimento do Amália, não fazem parte do modelo central, mas antes de um caso de utilização específico desenvolvido pela Universidade do Porto para fins de investigação e experimentação. João Magalhães, coordenador do projeto, rejeita que a ferramenta tenha como objetivo classificar notícias ou órgãos de comunicação social como &#8220;manipuladores&#8221;, explicando que a expressão utilizada no portal do projeto se refere a conteúdos em que a literatura científica identifica um recurso significativo a técnicas de persuasão potencialmente manipuladoras, sobretudo em contextos de desinformação, propaganda ou comunicação altamente polarizada. &#8220;Não estamos, por isso, a referir-nos a uma classificação definitiva nem a emitir um juízo de valor sobre um órgão de comunicação social, um jornalista ou um artigo específico&#8221;, sublinha.</p>
<p>Para desenvolver esta variante, uma equipa de linguistas analisou e anotou 104 notícias em português europeu, identificando exemplos de 23 técnicas de persuasão distintas. Esse conjunto de dados foi depois utilizado para realizar o processo de fine-tuning do modelo, originando uma nova versão do Amália que, segundo João Magalhães, apresenta um desempenho superior ao modelo base na identificação dessas estratégias. Entre as técnicas que a inteligência artificial procura reconhecer encontram-se os apelos a valores, ao medo, ao preconceito, à autoridade e o recurso a linguagem emocionalmente carregada. A ferramenta identifica os excertos onde considera existir uma determinada técnica e indica qual a estratégia detetada, mas o coordenador faz questão de salientar que &#8220;esta funcionalidade não pretende substituir a análise humana nem produzir um veredito sobre a veracidade, a qualidade ou a imparcialidade de uma notícia&#8221;. O responsável admite igualmente que &#8220;qualquer modelo de IA está sujeito a erro&#8221; e recorda que a identificação deste tipo de recursos constitui uma tarefa particularmente exigente, pelo que os resultados devem ser entendidos apenas como apoio à avaliação realizada por pessoas. Para medir a fiabilidade do sistema, o desempenho é testado recorrendo a notícias que não fizeram parte do conjunto utilizado durante o treino, permitindo avaliar a sua capacidade de generalizar o conhecimento adquirido.</p>
<p>Apesar destas garantias, a metodologia adotada levanta reservas entre especialistas. Ouvido pela CNN Portugal, Nuno Mateus-Coelho, especialista em cibersegurança e professor da Universidade Lusófona, considera que a principal fragilidade reside na reduzida dimensão e diversidade do conjunto de dados utilizado. &#8220;O principal problema deste modelo é que ele é permeável àquilo que lhe ensinarmos. Se as pessoas que o treinam são sensíveis a uma determinada inclinação, ele será treinado segundo a visão dessas pessoas, e não segundo uma visão global&#8221;, alerta, defendendo que um universo de cerca de uma centena de notícias é insuficiente para representar a diversidade do ecossistema mediático. O especialista acrescenta ainda que uma ferramenta patrocinada pelo Estado pode ver os seus critérios alterados em função das mudanças políticas, advertindo: &#8220;Amanhã muda o poder político, mudam as chefias dos departamentos e a ferramenta pode passar a ser treinada de outra forma&#8221;. Na sua perspetiva, o verdadeiro risco está em permitir que um grupo reduzido de pessoas defina os critérios que poderão ser posteriormente aplicados a um universo muito mais vasto de conteúdos.</p>
<p>Os responsáveis pelo projeto contrapõem que a variante foi concebida como um instrumento de apoio para analistas, jornalistas, entidades reguladoras e profissionais da comunicação social, nunca devendo constituir o único critério para aceitar, rejeitar ou classificar conteúdos jornalísticos. A investigação decorre em colaboração com jornalistas, investigadores e a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), tendo como objetivo desenvolver ferramentas de apoio à análise crítica dos media. Esta componente integra um projeto mais amplo financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que já recebeu 5,5 milhões de euros e prevê um investimento adicional de 1,5 milhões de euros até 2027. O modelo base do Amália, apresentado pelo Governo como o primeiro grande modelo linguístico aberto desenvolvido em português europeu, deverá servir de base a várias aplicações na Administração Pública, incluindo um assistente virtual para o portal gov.pt. Já esta variante destinada à análise de notícias não será, para já, disponibilizada ao público nem a entidades externas, segundo esclareceu fonte governamental.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788935]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de 550 mil motas e condutores fiscalizados nos últimos sete dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 09:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 550 mil motociclos e condutores foram fiscalizados nos últimos sete dias nos distritos de Faro, Leiria e Setúbal, tendo sido registadas 12.429 infrações rodoviárias, revelam hoje dados da campanha do Plano Nacional de Fiscalização 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 550 mil motociclos e condutores foram fiscalizados nos últimos sete dias nos distritos de Faro, Leiria e Setúbal, tendo sido registadas 12.429 infrações rodoviárias, revelam hoje dados da campanha do Plano Nacional de Fiscalização 2026.</p>
<p>Segundo o balanço da sétima campanha &#8220;Duas Rodas: Agarre-se à Vida&#8221;, que decorreu entre 7 e 13 de julho, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a GNR e a PSP fiscalizaram presencialmente e por radar 550.213 veículos e condutores.</p>
<p>A maioria das 12.429 infrações rodoviárias deveram-se a excesso de velocidade, ausência ou incorreta utilização de capacete, ultrapassagens irregulares, infrações relacionadas com documentos e condições técnicas dos veículos, condução sob o efeito do álcool e utilização indevida do telemóvel durante a condução, referem as forças de segurança em comunicado.</p>
<p>Cumprindo os objetivos da campanha, 500 condutores e passageiros de motociclos e ciclomotores foram alertados para os comportamentos de risco associados à condução, promovendo uma condução mais segura, defensiva e responsável.</p>
<p>Os dados revelam também que, entre os dias 7 e 13 de julho, se registaram 2.771 acidentes, dos quais resultaram 15 vítimas mortais, 60 feridos graves e 909 feridos leves.</p>
<p>Deste total, no Continente, registaram-se 2.624 acidentes, com 15 vítimas mortais, 57 feridos graves e 866 feridos leves.</p>
<p>Relativamente às Regiões Autónomas, verificaram-se 147 acidentes, dos quais resultaram três feridos graves e 43 feridos leves.</p>
<p>Quanto à distribuição por entidade fiscalizadora, sob a jurisdição da GNR registaram-se 1.689 acidentes (61%), 11 vítimas mortais (73%%), 42 feridos graves (70%) e 551 feridos leves (61%).</p>
<p>Já na área de atuação da PSP, verificaram-se 1.082 acidentes (39%), quatro (04) vítimas mortais (27%), 18 feridos graves (30%) e 358 feridos leves (39%).</p>
<p>Relativamente ao período homólogo de 2025, verificaram-se menos 41 acidentes, mais três vítimas mortais, menos dois feridos graves menos 109 feridos leves.</p>
<p>À semelhança de campanhas anteriores, esta ação contou com a participação dos serviços das administrações regionais dos Açores e da Madeira, complementando o trabalho de sensibilização e fiscalização desenvolvido no Continente, adiantam as forças de segurança.</p>
<p>Fazendo um balanço, entre 1 de janeiro de 2023 e 31 de dezembro de 2025, as forças de segurança indicam que foram registados 34.179 acidentes com vítimas que envolveram veículos de duas rodas a motor (ciclomotores ou motociclos), dos quais resultaram 440 vítimas mortais, 3.041 feridos graves e 34.501 feridos leves.</p>
<p>&#8220;A maioria destas vítimas são condutores e passageiros de veículos de duas rodas a motor, mas também estão incluídos nestes valores outros envolvidos nestes acidentes, como peões e ocupantes de outros veículos&#8221;, salientam.</p>
<p>A sétima das 11 campanhas previstas no Plano Nacional de Fiscalização (PNF 2026) teve divulgação nos meios de comunicação digital e integrou cinco ações presenciais de sensibilização, promovidas pela ANSR, realizadas em simultâneo com operações de fiscalização da GNR e da PSP, em locais onde se registam níveis mais elevados de sinistralidade, envolvendo veículos de duas rodas a motor.</p>
<p>As campanhas inseridas nos Planos Nacionais de Fiscalização são promovidas, anualmente, desde 2020, pela ANSR, pela GNR e pela PSP, com temáticas definidas de acordo com as recomendações europeias.</p>
<p>Segundo as autoridades, até ao final do ano, realizar-se-ão mais seis campanhas PNF 2026, integrando ações de sensibilização e de fiscalização.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788936]]></sapo:autor>
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		<title>Aguiar-Branco dá sequência a queixa da IL contra Ventura por entrar e filmar nas suas salas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 09:05:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Assembleia da República deu sequência a uma queixa apresentada pela Iniciativa Liberal contra o presidente do Chega, que terá entrado e filmado sem autorização nos espaços reservados da bancada dos liberais no Parlamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Assembleia da República deu sequência a uma queixa apresentada pela Iniciativa Liberal contra o presidente do Chega, que terá entrado e filmado sem autorização nos espaços reservados da bancada dos liberais no Parlamento.</P><br />
<P>No seu despacho, ao qual a agência Lusa hoje teve acesso, José Pedro Aguiar-Branco remete para a Comissão Parlamentar de Transparência e Estatuto dos Deputados a queixa apresentada pela IL contra André Ventura.</P><br />
<P>Solicita, também, que este assunto seja incluído na ordem de trabalhos da próxima reunião da conferência de líderes, na quarta-feira.</P><br />
<P>Para o presidente da Assembleia da República, &#8220;à luz da factualidade relatada e do enquadramento jurídico aplicável, a denúncia apresentada&#8221; pela IL &#8220;suscita, de forma fundada, dúvidas quanto à compatibilidade da conduta imputada ao senhor deputado André Ventura com os deveres parlamentares de respeito pela dignidade da Assembleia da República&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A alegada entrada não autorizada num espaço reservado ao Grupo Parlamentar da Iniciativa Liberal, acompanhada da captação e divulgação de imagens no seu interior, bem como a instrumentalização dessas imagens para sustentar e divulgar a ideia de que os deputados dos grupos parlamentares visados estariam em incumprimento das respetivas funções, justificam a abertura de um inquérito pela Comissão Parlamentar de Transparência e Estatuto dos Deputados, no âmbito das competências que o (&#8230;) Estatuto dos Deputados lhe confere&#8221;, sustentou José Pedro Aguiar-Branco.</P><br />
<P>Esta queixa da IL surgiu na sequência da divulgação nas redes sociais de um vídeo protagonizado por André Ventura, gravado no interior das instalações da Assembleia da República.</P><br />
<P>A bancada da IL alegou que o presidente do Chega terá entrado, &#8220;sem o seu conhecimento, autorização ou consentimento, na sala que lhe está reservada no andar nobre do Palácio de São Bento, aí procedendo à captação de imagens posteriormente divulgadas nas redes sociais para fins de comunicação política e partidária&#8221;.</P><br />
<P>No início do vídeo, André Ventura afirma que &#8220;o país está um caos&#8221; e que, sendo uma sexta-feira, pretende mostrar &#8220;o que está a acontecer no Parlamento&#8221;. Coloca então a questão de se saber &#8220;quem está a trabalhar no Parlamento&#8221; nessa sexta-feira à tarde.</P><br />
<P>Dirige-se depois às portas gerais de acesso às instalações dos grupos parlamentares da IL, do PSD, do PS e do Livre. Bate às respetivas portas e, perante a ausência de resposta, filma o interior dos espaços, procurando evidenciar que neles não se encontraria ninguém.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo que profere as seguintes afirmações&#8221;: &#8220;Zero, ninguém a trabalhar&#8221;. Comenta, também, que &#8220;estes já trabalham pouco&#8221;, ou &#8220;parece que estes não trabalham há 100 anos&#8221; e, ainda, &#8220;estes gostam pouco de trabalhar&#8221;.</P><br />
<P>Ora, de acordo com o presidente da Assembleia da República, este episódio coloca-se &#8220;em dois planos distintamente relevantes: a alegada entrada, sem autorização, num espaço reservado a outro Grupo Parlamentar, acompanhada da captação e divulgação de imagens no seu interior para fins de comunicação política e partidária; e o da instrumentalização das imagens captadas para sustentar e divulgar a afirmação de que os deputados dos grupos parlamentares visados não se encontravam a trabalhar e estariam em incumprimento das respetivas funções&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tal atuação é suscetível de afetar a autonomia, a reserva e as condições de funcionamento do Grupo Parlamentar da IL, bem como de revelar uma utilização das instalações parlamentares incompatível com as regras aplicáveis e com as exigências de urbanidade, respeito mútuo e lealdade institucional que devem presidir às relações entre deputados e grupos parlamentares&#8221;, adverte-se.</P><br />
<P>Por outro lado, acrescenta-se, &#8220;a utilização de espaços afetos a outro Grupo Parlamentar para a produção de conteúdos de comunicação política ou partidária, sem o respetivo conhecimento ou consentimento, é também suscetível de comprometer as condições de confiança e de respeito mútuo indispensáveis ao regular funcionamento da instituição parlamentar&#8221;.</P><br />
<P>A conduta do presidente do Chega, por isso, segundo o despacho, é suscetível de colocar em causa os deveres de &#8220;respeito pela dignidade da Assembleia da República e pelos demais deputados&#8221;, a utilização responsável dos recursos e instalações disponibilizados no âmbito do mandato, e, igualmente, a &#8220;urbanidade, lealdade institucional e preservação do prestígio da instituição parlamentar&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788931]]></sapo:autor>
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		<title>Seis mil casos em três anos: PSP alerta para aumento de burlas com casas de férias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 09:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia de Segurança Pública (PSP) reforçou o alerta para o risco de burlas relacionadas com o falso arrendamento de casas de férias, numa altura em que o período de verão faz disparar a procura por alojamentos e as reservas atingem o pico anual. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia de Segurança Pública (PSP) reforçou o alerta para o risco de burlas relacionadas com o falso arrendamento de casas de férias, numa altura em que o período de verão faz disparar a procura por alojamentos e as reservas atingem o pico anual. Nos últimos três anos, a PSP registou 4.553 crimes desta natureza, aos quais se somam mais 1.487 ocorrências registadas pela Guarda Nacional Republicana (GNR) apenas nos últimos dois anos, elevando para mais de seis mil o número de casos conhecidos pelas forças de segurança. O objetivo das autoridades passa por sensibilizar os consumidores para a adoção de comportamentos preventivos, evitando perdas financeiras que, em muitos casos, ascendem a milhares de euros e deixam as vítimas sem alojamento para as férias.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/mais-de-6000-burlas-com-casas-de-ferias-em-tres-anos-deixam-policias-em-alerta" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã (CM)</a>, os dados da PSP revelam uma estabilização deste tipo de criminalidade, embora os números continuem elevados. Em 2023 foram registados 1.542 crimes de burla por falso arrendamento de casas de férias, seguindo-se 1.511 em 2024 e 1.500 em 2025. Só desde o início de 2026 já foram contabilizadas mais 325 ocorrências. Já a GNR recebeu 762 denúncias em 2024 e outras 725 em 2025, mantendo igualmente um volume elevado de casos. Durante este período, a GNR deteve três suspeitos associados a este tipo de atividade criminosa.</p>
<p>A distribuição geográfica das ocorrências demonstra que o fenómeno está disseminado por praticamente todo o território nacional, embora algumas zonas concentrem um maior número de casos. De acordo com os dados mais recentes da GNR, o distrito de Faro lidera a lista, com 153 burlas, correspondendo a cerca de 21% do total nacional. Seguem-se Setúbal, com 91 ocorrências, Lisboa, com 86, Braga e Porto, ambos com 72 casos, Aveiro com 46, Leiria com 41, Santarém com 38, Castelo Branco com 21 e Viseu com 20. O Algarve, um dos principais destinos turísticos do país durante o verão, continua assim a destacar-se entre as regiões mais afetadas por esquemas de falsos arrendamentos.</p>
<p>Perante este cenário, a PSP elaborou um conjunto de recomendações para ajudar os consumidores a identificar e evitar possíveis fraudes durante o processo de reserva e pagamento de alojamentos para férias. Paralelamente, o Centro Nacional de Cibersegurança encontra-se, há vários anos, a trabalhar em parceria com plataformas de arrendamento temporário na identificação e mitigação de tentativas de fraude, com especial incidência nos métodos de pagamento e no desenvolvimento de mecanismos que dificultem a transferência de dinheiro para criminosos.</p>
<p>A dimensão do fenómeno continua a refletir-se também na atividade judicial e no impacto financeiro das burlas. Atualmente, um grupo de 20 pessoas está a ser julgado no Porto por alegadamente ter burlado 143 vítimas através de falsos arrendamentos de casas de férias, num esquema que terá permitido obter cerca de 150 mil euros. Além disso, segundo dados da PSP relativos a 2023, este tipo de criminalidade provocou prejuízos superiores a 1,75 milhões de euros, um valor que, de acordo com as autoridades, se tem mantido relativamente estável nos dois anos seguintes, reforçando a necessidade de cuidados acrescidos por parte de quem procura alojamento para as férias de verão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788917]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSI em baixa com BCP a cair mais de 1,5%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/psi-em-baixa-com-bcp-a-cair-mais-de-15/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 08:39:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com o BCP a cair 1,59% para 1,02 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>	A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com o BCP a cair 1,59% para 1,02 euros. </P><br />
<P>	Cerca das 09:10 em Lisboa, o PSI baixava 0,40% para 9.097,11 pontos, com 12 empresas a descer, três a subir e uma a manter a cotação (EDP Renováveis em 13,87 euros).    </P><br />
<P>  	Às ações do BCP seguiam-se as da Jerónimo Martins e Teixeira Duarte, que desciam 1,22% para 16,26 euros, 1,14% para 5,66 euros e 0,92% para 0,92 euros.         </P><br />
<P>	A Altri, Mota-Engil e REN também se desvalorizavam, designadamente 0,64% para 4,66 euros, 0,58% para 4,48 euros e 0,54% para 3,66 euros.</P><br />
<P>	A Semapa e a Sonae cediam 0,49% para 20,3 euros e para 0,47% para 2,12 euros, e as outras três empresas que desciam de cotação eram a Navigator (-0,44% para 3,14 euros), Corticeira Amorim (-0,31% para 6,35 euros) e a NOS (-0,16% para 4,97 euros). </P><br />
<P>	Em sentido contrário, a Galp, Ibersol e EDP avançavam 0,70% para 20 euros, 0,44% para 9,14 euros e 0,35% para 4,53 euros, respetivamente. </P><br />
<P>	Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em baixa, focadas de novo no conflito no Médio Oriente e no preço do petróleo, que continua a subir, ao que se junta o dado de inflação e a apresentação de resultados nos EUA.</P><br />
<P>	O euro valoriza-se 0,08% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1390 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</P><br />
<P>	No início da sessão, o preço do petróleo continua a subir seguindo a tendência de segunda-feira ao intensificar-se o conflito entre os EUA e o Irão.</P><br />
<P>	O Irão lançou hoje novos ataques contra a Jordânia e o Bahrein, sem vítimas mortais confirmadas até agora, em resposta à última ofensiva dos Estados Unidos contra o país persa, que durou cerca de cinco horas e atingiu sistemas de defesa de Teerão.</P><br />
<P>	Assim, o preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, avança 2,76% para 85,66 dólares. </P><br />
<P>	Quanto aos futuros dos índices norte-americanos, registam uma descida de 0,24% para o Dow Jones e uma subida de 0,45% para o Nasdaq.</P><br />
<P>	Nos EUA, hoje começa a temporada de publicação de resultados trimestrais em Wall Street com os grandes bancos norte-americanos, JPMorgan Chase, Bank of America, Goldman Sachs, Wells Fargo e Citigroup, enquanto no âmbito macroeconómico, a principal referência será a publicação da inflação homóloga de junho nos EUA, depois de ter disparado 4,2% em maio, o nível mais alto desde abril de 2023, impulsionado pelo aumento dos preços da energia devido à guerra no Irão.	</P><br />
<P>	Além disso, o novo presidente do Fed, Kevin Warsh, comparecerá perante o Comité de Serviços Financeiros da Câmara dos Representantes para apresentar o Relatório Semestral de Política Monetária e na Europa, também se espera uma comparecência da presidente do BCE, Christine Lagarde.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788922]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bolsas europeias em baixa focadas no Médio Oriente e outros indicadores</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsas-europeias-em-baixa-focadas-no-medio-oriente-e-outros-indicadores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 08:37:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje em baixa, focadas de novo no conflito no Médio Oriente e no preço do petróleo, que continua a subir, ao que se junta o dado de inflação e a apresentação de resultados nos EUA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As principais bolsas europeias abriram hoje em baixa, focadas de novo no conflito no Médio Oriente e no preço do petróleo, que continua a subir, ao que se junta o dado de inflação e a apresentação de resultados nos EUA.</P><br />
<P>Às 08:45 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a cair 0,57% para 637,36 pontos.                                                                                            </P><br />
<P>As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt recuavam 0,29%, 0,83% e 0,56%, bem como as de Madrid e Milão, que baixavam 0,99% e 0,54%, respetivamente. </P><br />
<P>A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de baixa da abertura, com o principal índice, o PSI, a descer 0,42% para 9.095,33 pontos.</P><br />
<P>O euro valoriza-se 0,08% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1390 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</P><br />
<P>No início da sessão, o preço do petróleo continua a subir seguindo a tendência de segunda-feira ao intensificar-se o conflito entre os EUA e o Irão.</P><br />
<P>O Irão lançou hoje novos ataques contra a Jordânia e o Bahrein, sem vítimas mortais confirmadas até agora, em resposta à última ofensiva dos Estados Unidos contra o país persa, que durou cerca de cinco horas e atingiu sistemas de defesa de Teerão.</P><br />
<P>A nova ofensiva norte-americana ocorreu depois de Trump ter anunciado a restauração do bloqueio naval contra o Irão e assegurou que Washington assumirá o papel de &#8220;guardiã do estreito de Ormuz&#8221;, uma das rotas marítimas mais importantes para o comércio energético mundial.</P><br />
<P>Assim, o preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, avança 2,76% para 85,66 dólares, e o do West Texas Intermediate (WTI), para entrega em agosto, de referência nos Estados Unidos da América (EUA), avança 2,73% para 80,23 dólares.</P><br />
<P>O gás natural para entrega em agosto no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, subia 2,77% para 52,695 euros por megawatt-hora (MWh).</P><br />
<P>Na Ásia, o índice Nikkei da bolsa de Tóquio fechou com uma alta de 0,74%, enquanto o mercado de Xangai subiu 1,36%, o de Shenzhen 2,77% e o Hang Seng de Hong Kong 0,66%.</P><br />
<P>Quanto aos futuros dos índices norte-americanos, registam uma descida de 0,24% para o Dow Jones e uma subida de 0,45% para o Nasdaq, depois de ambos terem descido na segunda-feira 0,26% e 1,55%, respetivamente. </P><br />
<P>Nos EUA, hoje começa a temporada de publicação de resultados trimestrais em Wall Street dos grandes bancos norte-americanos, JPMorgan Chase, Bank of America, Goldman Sachs, Wells Fargo e Citigroup.</P><br />
<P> Será também publicada a inflação homóloga de junho nos EUA, depois de ter disparado 4,2% em maio, o nível mais alto desde abril de 2023, impulsionado pelo aumento dos preços da energia devido à guerra no Irão.</P><br />
<P>O novo presidente do Fed, Kevin Warsh, vai comparecer perante o Comité de Serviços Financeiros da Câmara dos Representantes para apresentar o Relatório Semestral de Política Monetária, enquanto na Europa, também se espera uma comparecência da presidente do BCE, Christine Lagarde.</P><br />
<P>Por sua vez, o preço do ouro cede 0,66% e a onça está a ser negociada a 4.028,94 dólares, enquanto a onça de prata sobe 0,83% para 58,1339 dólares. </P><br />
<P>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos avança para 3,135%, depois de ter fechado em 3,107% na sessão anterior.</P><br />
<P>A bitcoin sobe 0,74% para 62.607 dólares. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788921]]></sapo:autor>
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		<title>Linha do Norte interrompida devido a atropelamento de cavalos em Riachos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 08:37:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A circulação ferroviária na Linha do Norte estava às 09:20 de hoje interrompida entre Riachos e Mato Miranda, no distrito de Santarém, devido ao atropelamento de três cavalos, disse à Lusa fonte da Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A circulação ferroviária na Linha do Norte estava às 09:20 de hoje interrompida entre Riachos e Mato Miranda, no distrito de Santarém, devido ao atropelamento de três cavalos, disse à Lusa fonte da Proteção Civil.</P><br />
<P>Fonte do Comando Sub-Regional do Médio Tejo adiantou que o atropelamento dos três cavalos se deu às 08:42 naquela linha que liga Lisboa ao Porto, numa zona de campo perto da estação ferroviária de Riachos, concelho de Torres Novas.</P><br />
<P>Às 09:30 estavam no local 17 operacionais, com o apoio de cinco veículos.</P><br />
<P>A CP &#8211; Comboios de Portugal informou na rede social Facebook que o serviço ferroviário está interrompido entre Riachos e Mato Miranda (concelho da Golegã) devido a &#8220;um incidente na via&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788920]]></sapo:autor>
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		<title>Sonae Arauco reduz emissões operacionais em mais de metade desde 2019 e aumenta peso das renováveis para 74%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sonae-arauco-reduz-emissoes-operacionais-em-mais-de-metade-desde-2019-e-aumenta-peso-das-renovaveis-para-74/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 08:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[emissões]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sonae Arauco]]></category>
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					<description><![CDATA[A Sonae Arauco reduziu em 43% as suas emissões totais de gases com efeito de estufa (GEE) desde 2019, ano de referência da empresa, e em 4% face a 2024, de acordo com o Relatório de Sustentabilidade divulgado esta terça-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sonae Arauco reduziu em 43% as suas emissões totais de gases com efeito de estufa (GEE) desde 2019, ano de referência da empresa, e em 4% face a 2024, de acordo com o Relatório de Sustentabilidade divulgado esta terça-feira.</p>
<p>A empresa destaca ainda uma redução de 52,5% nas emissões de âmbito 1 e 2, diretamente associadas às suas operações, colocando-se, segundo a própria, para além de metade do percurso necessário para alcançar a neutralidade carbónica até 2040.</p>
<p>Só em 2025, as emissões operacionais (âmbitos 1 e 2) diminuíram 7% em comparação com o ano anterior, resultado que a empresa atribui aos investimentos realizados em eficiência energética, eletrificação de equipamentos e processos industriais, aumento da utilização de energias renováveis e iniciativas de economia circular.</p>
<p>&#8220;As emissões das nossas operações já foram reduzidas em mais de metade face a 2019, demonstrando que é possível conciliar competitividade industrial e descarbonização&#8221;, afirma Cristian Knollseisen, CFO da Sonae Arauco. O responsável considera que este desempenho reforça o compromisso da empresa com a inovação, a competitividade e a criação de valor sustentável, em linha com o objetivo de neutralidade carbónica nas operações próprias até 2040.</p>
<p>Também as emissões de âmbito 3, associadas à cadeia de valor, registaram uma evolução positiva. Em 2025, caíram 2,5% face ao ano anterior e cerca de 40% em comparação com 2019.</p>
<p>No plano energético, a Sonae Arauco aumentou o peso das fontes renováveis para 74% do consumo energético total em 2025, mais cinco pontos percentuais do que no ano anterior. A empresa atribui esta evolução ao reforço da produção própria de energia, nomeadamente através de projetos fotovoltaicos, à contratação de eletricidade renovável certificada através de contratos de aquisição de energia (PPA) e à eletrificação de frotas, empilhadores e outros equipamentos.</p>
<p>A empresa mantém como meta reduzir, pelo menos, 58,8% das emissões das operações próprias até 2033, tendo como referência 2019, e alcançar a neutralidade carbónica até 2040. Paralelamente, compromete-se a atingir o objetivo de <em>net-zero</em> em toda a cadeia de valor até 2050, alinhando a sua estratégia com os objetivos climáticos europeus e com o Acordo de Paris.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788867]]></sapo:autor>
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		<title>Imigrantes passam a receber número da Segurança Social automaticamente na AIMA</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/imigrantes-passam-a-receber-numero-da-seguranca-social-automaticamente-na-aima/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 08:25:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os imigrantes que iniciem o processo de regularização na Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) passarão, a partir do final de julho, a receber automaticamente o Número de Identificação da Segurança Social (NISS).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os imigrantes que iniciem o processo de regularização na Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) passarão, a partir do final de julho, a receber automaticamente o Número de Identificação da Segurança Social (NISS), deixando de ser necessário deslocarem-se posteriormente a um balcão da Segurança Social para o obter. A medida integra o programa de transformação digital da Segurança Social, em desenvolvimento desde 2025, e pretende simplificar procedimentos, reduzir a burocracia e diminuir a pressão sobre os serviços presenciais, permitindo que a atribuição do NISS seja feita em tempo real durante o atendimento na AIMA.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/14/economia/noticia/atribuicao-numero-seguranca-social-imigrantes-passa-automatica-2181165" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, a solução resulta da criação de uma ligação informática entre a AIMA e a Segurança Social. Luís Farrajota, presidente do Instituto de Informática da Segurança Social, explicou que, até agora, os imigrantes que recorriam à AIMA para regularizar a sua situação eram encaminhados para diferentes organismos para obterem documentos como o NISS e o Número de Identificação Fiscal (NIF). &#8220;Quando o &#8216;cliente&#8217; chega à AIMA para se regularizar, atualmente a AIMA diz que precisa do NISS e do NIF e manda as pessoas bater à porta dos diversos organismos. O que fizemos foi criar uma ligação entre os dois serviços, o que permite à agência introduzir a identificação da pessoa e nós atribuímos-lhe o NISS em tempo real, sem que a pessoa tenha que ir à Segurança Social&#8221;, afirmou o responsável. A importância da medida é ilustrada pelos números de 2025, ano em que cerca de 250 mil pessoas se deslocaram aos balcões da Segurança Social para pedir o NISS e tiveram de regressar posteriormente para o levantar, contribuindo para a sobrecarga do atendimento presencial.</p>
<p>A atribuição automática do NISS faz parte de uma estratégia mais ampla de modernização dos serviços da Segurança Social, cujo objetivo passa por transferir um número crescente de procedimentos para os canais digitais e telefónicos, reduzindo a necessidade de atendimento presencial. Nesse âmbito, foi também disponibilizado, desde o início deste mês, um novo canal de contacto através do WhatsApp. Nesta fase inicial, a funcionalidade permite apenas efetuar marcações para atendimento presencial, telefónico ou por videochamada. Contudo, numa segunda etapa, este canal deverá evoluir para um verdadeiro meio de interação com os cidadãos, permitindo receber declarações e realizar a troca de documentos diretamente com a Segurança Social.</p>
<p>Outra das novidades implementadas é a ferramenta &#8220;Declarações a Pedido&#8221;, já disponível no portal e na aplicação da Segurança Social. Esta funcionalidade permite que entidades como bancos, autarquias ou outros organismos públicos tenham acesso a declarações relativas a um cidadão, desde que exista autorização expressa do próprio. O utilizador pode selecionar quais as entidades autorizadas, quais os documentos que pretende disponibilizar, definir o período de validade dessa autorização e revogar, a qualquer momento, qualquer permissão concedida, mantendo assim o controlo sobre a partilha dos seus dados.</p>
<p>Com estas medidas, a Segurança Social pretende tornar os seus serviços mais rápidos, eficientes e acessíveis, recorrendo à digitalização para reduzir deslocações desnecessárias, simplificar processos administrativos e responder de forma mais ágil às necessidades dos cidadãos, sem abdicar do princípio de que o acesso aos dados pessoais continua sempre dependente da autorização e do controlo do respetivo titular.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788897]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Supremo manda Estado indemnizar arguido absolvido no caso Tancos em 50 mil euros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/supremo-manda-estado-indemnizar-arguido-absolvido-no-caso-tancos-em-50-mil-euros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 08:15:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) determinou que o Estado terá de indemnizar em 50 mil euros Gabriel Moreira, um dos arguidos do processo relacionado com o furto de armamento dos paióis militares de Tancos, que permaneceu privado da liberdade durante dois anos, cinco meses e cinco dias antes de ser absolvido em julgamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) determinou que o Estado terá de indemnizar em 50 mil euros Gabriel Moreira, um dos arguidos do processo relacionado com o furto de armamento dos paióis militares de Tancos, que permaneceu privado da liberdade durante dois anos, cinco meses e cinco dias antes de ser absolvido em julgamento. Acusado pelo Ministério Público de integrar o grupo responsável pelo assalto ocorrido em junho de 2017 e de crimes que incluíam terrorismo, associação criminosa, tráfico e mediação de armas, tráfico de droga, furto e detenção de armas, Gabriel Moreira acabou ilibado, após o tribunal concluir que não existia prova suficiente da sua participação nos factos. A decisão agora proferida pelo Supremo reverte o entendimento da Relação de Lisboa, que, em 2025, lhe negara o direito a qualquer compensação.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.jn.pt/justica/artigo/estado-paga-50-mil-euros-a-arguido-de-tancos-que-esteve-dois-anos-e-meio-preso-e-acabou-absolvido/18105800" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias (JN)</a>, o acórdão do Supremo, datado de 9 de julho, conclui que um arguido absolvido não tem de demonstrar positivamente a sua inocência para ter direito a ser indemnizado pelos prejuízos resultantes da prisão preventiva e da posterior obrigação de permanência na habitação. As juízas conselheiras Ana Paula Lobo, Isabel Salgado e Catarina Serra consideram que o próprio acórdão criminal demonstra que &#8220;quem praticou os crimes constantes da acusação foram pessoas diversas do autor&#8221;, entendimento suficiente para preencher os requisitos previstos no Código de Processo Penal. O Supremo rejeita, assim, a interpretação seguida pela Relação de Lisboa, que sustentava que a absolvição assentara apenas na aplicação do princípio in dubio pro reo — segundo o qual, na dúvida, a decisão deve favorecer o arguido — e que, por isso, não ficara demonstrado que Gabriel Moreira fosse inocente. No acórdão, as magistradas recordam jurisprudência anterior ao afirmar que &#8220;raramente no processo-crime se consegue mais que a absolvição por falta de prova&#8221; e sublinham que &#8220;o réu não tem de provar que está inocente, a acusação é que tem de provar que é culpado&#8221;, concluindo ainda que &#8220;não existem uns réus mais inocentes que outros&#8221; consoante o fundamento da absolvição.</p>
<p>Gabriel Moreira foi detido em dezembro de 2018, cerca de um ano e meio após o furto de armamento e explosivos dos paióis militares de Tancos. Durante o julgamento, o coletivo de juízes concluiu que apenas estava demonstrado que era amigo de alguns dos arguidos posteriormente condenados e que jogava póquer com eles, considerando igualmente que as declarações do coarguido que o incriminava tinham sido desmentidas e nunca encontraram confirmação através de outros meios de prova. Dos 23 arguidos levados a julgamento neste processo, 12 acabaram absolvidos, entre eles Gabriel Moreira e o antigo ministro da Defesa, Azeredo Lopes, que foi ilibado das acusações de denegação de justiça, prevaricação, favorecimento pessoal praticado por funcionário e abuso de poder.</p>
<p>Depois da absolvição, Gabriel Moreira avançou com uma ação contra o Estado, reclamando uma indemnização superior a 82 mil euros pelos danos sofridos durante os 29 meses em que esteve privado da liberdade. O tribunal de primeira instância reconheceu o seu direito e fixou a compensação em 50 mil euros, decisão posteriormente anulada pela Relação de Lisboa, que entendia que a absolvição, por si só, não bastava para fundamentar o pedido indemnizatório. Com o acórdão agora proferido, o Supremo restabelece essa decisão e reafirma que a Constituição e o regime legal da indemnização por prisão preventiva não exigem que um arguido absolvido faça prova adicional da sua inocência para ser compensado pelos prejuízos decorrentes da privação da liberdade.</p>
<p>O caso Tancos remonta ao furto de armamento e explosivos ocorrido em 28 de junho de 2017, divulgado pelo Exército no dia seguinte. Parte do material roubado viria a ser recuperada em outubro desse ano, na Chamusca, distrito de Santarém, numa operação que envolveu a Polícia Judiciária Militar e a GNR de Loulé. O processo conheceu vários desenvolvimentos judiciais ao longo dos anos, incluindo a anulação, em fevereiro de 2023, do primeiro acórdão pelo Tribunal da Relação de Évora, devido à omissão de pronúncia e à invalidação de parte da prova assente em metadados, obrigando o Tribunal de Santarém a reformular a decisão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788904]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Incêndios: Pacto Climático pede aos municípios que protejam populações dos efeitos dos fogos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 08:15:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os embaixadores do Pacto Climático Europeu pediram hoje à Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) para mobilizarem as Câmaras a tomarem medidas que protejam as populações dos efeitos dos incêndios na saúde ao longo do verão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os embaixadores do Pacto Climático Europeu pediram hoje à Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) para mobilizarem as Câmaras a tomarem medidas que protejam as populações dos efeitos dos incêndios na saúde ao longo do verão.</P><br />
<P>&#8220;Os embaixadores do Pacto em Portugal apelam à ANMP para que as Câmaras Municipais se assumam como a primeira linha de proteção das populações dos efeitos dos incêndios. Os incêndios provocam crises respiratórias, agravam doenças cardiovasculares e deixam marcas profundas na saúde mental das populações&#8221;, alertaram.</P><br />
<P>O apelo, dirigido ao presidente da ANMP, Pedro Pimpão, surgiu no âmbito das comemorações do Dia Europeu das Vítimas da Crise Climática, assinalado na quarta-feira, e que contará com apresentação oficial na sessão pública &#8220;Saúde e Clima: do Apelo à Ação&#8221;, organizada pelo Pacto Climático Europeu, a Comunidade Lidera e a Câmara Municipal de Matosinhos, liderada por Luísa Salgueiro, que presidiu à ANMP no mandato anterior.</P><br />
<P>Em comunicado enviado à agência Lusa, a embaixadora do Pacto Climático Europeu e especialista em políticas para o desenvolvimento sustentável, Luísa Barateiro, afirmou que &#8220;Portugal é um dos países europeus mais vulneráveis aos incêndios florestais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Com as alterações climáticas a intensificarem os períodos de seca e as ondas de calor, a intervenção dos municípios é crucial para defender os portugueses de uma ameaça estrutural ao seu território, às comunidades e à saúde pública&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>Entre as medidas propostas pelos embaixadores do Pacto Climático Europeu está a identificação e acompanhamento das populações mais vulneráveis, o reforço dos planos municipais de saúde com protocolos específicos para exposição ao fumo, a retirada de doentes crónicos e apoio psicossocial pós-incêndio, bem como uma maior articulação com o sistema nacional de saúde.</P><br />
<P>Segundo o embaixador do Pacto Climático Europeu e médico especialista em Saúde Pública, José Chen, é fundamental sensibilizar autarcas e a sociedade civil para a importância da prevenção, do ordenamento do território e da articulação intersetorial para proteger a saúde do impacto das alterações climáticas.</P><br />
<P>&#8220;Os impactos dos incêndios vão muito além da destruição paisagística: o fumo provoca crises respiratórias agudas, agrava doenças cardiovasculares, contamina recursos hídricos e deixa marcas profundas na saúde mental das populações expostas, em particular nas comunidades rurais e em grupos mais vulneráveis&#8221;, indicou.</P><br />
<P>No apelo, os embaixadores do Pacto Climático Europeu reconheceram o &#8220;papel insubstituível&#8221; das autarquias na construção de territórios mais resilientes, uma vez que &#8220;é nos municípios que se tomam as principais decisões de prevenção e de proteção das populações&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A adaptação climática em Portugal está demasiado lenta, desarticulada e, sobretudo, profundamente desigual: as autarquias têm de assumir um papel de maior responsabilidade e protagonismo na adaptação dos territórios e dos serviços públicos à realidade dos incêndios que, todos os anos, assola o país&#8221;, concluiu Luísa Barateiro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788913]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exportações chinesas reforçam presença global com aposta em inovação e adaptação aos mercados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 08:11:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A capacidade de adaptação às necessidades dos consumidores, a competitividade dos preços e a crescente oferta de soluções integradas têm contribuído para o reforço da presença dos produtos chineses nos mercados internacionais, segundo dados recentes sobre o comércio externo da China.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A capacidade de adaptação às necessidades dos consumidores, a competitividade dos preços e a crescente oferta de soluções integradas têm contribuído para o reforço da presença dos produtos chineses nos mercados internacionais, segundo dados recentes sobre o comércio externo da China.</strong></p>
<p>Os equipamentos de refrigeração produzidos na China ganharam destaque este verão em vários países europeus, numa altura em que sucessivas ondas de calor aumentaram a procura por soluções de arrefecimento. Entre os produtos mais procurados encontram-se aparelhos de ar condicionado portáteis, ventiladores de utilização pessoal e outros equipamentos concebidos para responder a necessidades específicas dos consumidores.</p>
<p>Dados divulgados pelas autoridades chinesas indicam que, nos primeiros cinco meses do ano, as exportações de aparelhos de ar condicionado para países da Europa Ocidental, como França, Países Baixos e Bélgica, mais do que duplicaram face ao mesmo período do ano anterior. Em junho, as vendas destes equipamentos para o mercado europeu registaram um crescimento de 72,8% em comparação com o mesmo mês de 2025.</p>
<p>Segundo analistas do setor, uma das razões para este desempenho está relacionada com a capacidade das empresas chinesas de adaptar os seus produtos às características dos diferentes mercados. No caso europeu, foram desenvolvidos equipamentos portáteis que dispensam obras ou instalação especializada, respondendo às restrições existentes em muitos edifícios antigos.</p>
<p>A inovação, a competitividade e a capacidade de resposta rápida são apontadas como fatores que ajudam a explicar o crescimento da presença dos produtos chineses no mercado global. Além dos equipamentos de consumo, a indústria chinesa tem vindo a reforçar a sua posição em setores de maior valor acrescentado, incluindo a robótica, a automação e as tecnologias digitais.</p>
<p>No setor da robótica, por exemplo, fabricantes chineses têm aumentado a sua quota de mercado internacional, apoiados em soluções tecnologicamente avançadas e custos competitivos. De acordo com o setor, muitos destes equipamentos apresentam níveis de desempenho comparáveis aos dos principais concorrentes internacionais.</p>
<p>Outra tendência destacada é a crescente integração de serviços associados aos produtos exportados. Em áreas como a maquinaria pesada e os equipamentos industriais, as empresas chinesas disponibilizam cada vez mais serviços complementares, incluindo monitorização remota, manutenção preventiva e sistemas de diagnóstico técnico.</p>
<p>A estratégia de internacionalização da indústria chinesa tem igualmente passado pela oferta de soluções tecnológicas adaptadas às necessidades de diferentes regiões. Entre os exemplos referidos encontram-se a utilização de drones na agricultura, projetos de infraestrutura digital em países africanos e tecnologias ligadas à transição energética.</p>
<p>Alguns estudos apontam ainda para o impacto das importações chinesas na evolução dos preços internacionais. Um relatório do Banco Central Europeu estima que um aumento das importações provenientes da China poderá contribuir para a redução dos custos médios de aquisição de determinados produtos no mercado europeu.</p>
<p>Por outro lado, organismos internacionais sublinham o papel crescente da China nas cadeias globais de valor. Dados da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) indicam que o número de países em desenvolvimento entre os principais centros comerciais mundiais aumentou significativamente nas últimas décadas, num contexto de maior integração económica internacional.</p>
<p>A evolução da indústria chinesa reflete uma transformação gradual do modelo de exportação do país, que procura combinar produção industrial, serviços especializados e soluções tecnológicas, reforçando a sua presença nos mercados internacionais e a sua participação nas cadeias globais de abastecimento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788903]]></sapo:autor>
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		<title>Hospitalização domiciliária evitou 3.880 dias de internamentos no Hospital de Cascais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 08:01:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A unidade de hospitalização domiciliária (UHD) do Hospital de Cascais permitiu evitar 3.880 dias de internamentos convencionais na unidade de saúde este ano, libertando camas para responder a doentes com necessidades mais agudas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A unidade de hospitalização domiciliária (UHD) do Hospital de Cascais permitiu evitar 3.880 dias de internamentos convencionais na unidade de saúde este ano, libertando camas para responder a doentes com necessidades mais agudas.</p>
<p>Os dados foram avançados hoje à Lusa pelo hospital gerido em regime de Parceria Público-Privada (PPP) pelo grupo Ribera, que iniciou a hospitalização domiciliária em 2024 com cinco camas, tem atualmente 35 e pretende atingir as 45 no final deste ano.</p>
<p>&#8220;Os 3.880 dias de internamento hospitalar evitados em 2026 são equivalentes a mais de um milhão de euros de poupança potencial. Cada dia evitado é um recurso libertado para quem tem necessidades mais agudas&#8221;, salientou a unidade de saúde inaugurada em 2010.</p>
<p>Até junho deste ano, a UHD já realizou mais de 500 altas hospitalares, com supervisão clínica contínua, o que &#8220;contribui para uma recuperação mais rápida e maior nível de satisfação&#8221; dos utentes, referiu ainda o Hospital de Cascais, realçando que este modelo de internamento domiciliário permite aumentar a capacidade de internamento disponível, reduzir custos de ocupação hospitalar e manter a qualidade dos cuidados.</p>
<p>Segundo os dados disponibilizados, nos primeiros seis meses deste ano, a UHD registou um crescimento direto de 16% de altas, face ao mesmo período de 2025, e mais de 80% das admissões provêm diretamente do serviço de urgência, o que permite uma melhor gestão da capacidade de internamento do hospital.</p>
<p>&#8220;A expansão e resultados clínicos positivos da hospitalização domiciliária demonstram que é possível fazer o tratamento dos doentes com a mesma qualidade clínica, mas em ambiente mais favorável, com recurso a tecnologia para monitorização do doente e análise de dados garantindo também maior eficiência para o sistema&#8221;, considerou José Bento, presidente do conselho de administração do Hospital de Cascais.</p>
<p>A demora média em internamento domiciliário é menor do que no internamento convencional, com maior conforto e qualidade clínica equivalente, referiu ainda o hospital, ao considerar que, do ponto de vista clínico, a capacidade de acompanhar utentes em fase aguda no seu ambiente familiar, com uma resposta imediata no caso de intercorrências, &#8220;representa avanço significativo&#8221;.</p>
<p>A hospitalização domiciliária é uma modalidade de internamento relativamente recente, que presta cuidados a doentes que, precisando de estar internados, podem fazê-lo no seu domicílio.</p>
<p>A redução do risco de infeções hospitalares dos doentes a ser uma das mais-valias do modelo.</p>
<p>Este modelo de internamento está também generalizado no Serviço Nacional de Saúde, que em 2024 contava com uma capacidade instalada de 366 camas, tendo avaliado 28.103 utentes e internado 11.500 doentes nos seus próprios domicílios.</p>
<p>Com uma demora média de internamento de 9,3 dias, os dados oficiais do SNS estimam que esta modalidade permitiu evitar 107.041 internamentos convencionais nos hospitais públicos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788898]]></sapo:autor>
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		<title>Da banca ao business analytics: FEP alarga oferta de formação executiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 08:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[FEP]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Executiva]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Faculdade de Economia e Gestão da Universidade do Porto (FEP) reforçou a sua oferta de formação avançada para profissionais, com novos Mestrados Executivos e Cursos Avançados destinados a responder às crescentes necessidades de qualificação e especialização das organizações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Faculdade de Economia e Gestão da Universidade do Porto (FEP) reforçou a sua oferta de formação avançada para profissionais, com novos Mestrados Executivos e Cursos Avançados destinados a responder às crescentes necessidades de qualificação e especialização das organizações.</p>
<p>A nova oferta surge num contexto de transformação acelerada do mercado de trabalho e da evolução tecnológica, apostando em programas que conjugam rigor académico, ligação à prática empresarial e formatos flexíveis, alinhados com as melhores práticas internacionais.</p>
<p>&#8220;Num contexto de transformação acelerada das organizações, a qualificação ao longo da vida assume-se como um instrumento central de competitividade. Com esta oferta, a FEP reforça o seu compromisso com o desenvolvimento de profissionais preparados para liderar em ambientes complexos e em constante mudança&#8221;, afirma Óscar Afonso, diretor da FEP, em comunicado.</p>
<p>Os Mestrados Executivos têm a duração de um ano letivo e destinam-se a profissionais com pelo menos cinco anos de experiência. Os programas incluem uma componente letiva avançada e um projeto final aplicado a um contexto real, estando disponíveis nas áreas de Administração Hospitalar, Banca, Instrumentos e Mercados Financeiros, Business Analytics, Economia e Políticas Públicas e Finanças e Gestão de Operações de Retalho.</p>
<p>Já os Cursos Avançados correspondem à componente letiva destes mestrados, têm a duração de um semestre e destinam-se a profissionais com mais de três anos de experiência que pretendam desenvolver ou atualizar competências específicas. Não conferem grau académico nem incluem projeto final, representando um investimento equivalente a 70% da propina de um Mestrado Executivo. A oferta inclui ainda o novo programa de Alta Performance Organizacional, disponível exclusivamente neste formato.</p>
<p>As candidaturas para ambas as modalidades decorrem até 24 de agosto, sendo que os Cursos Avançados beneficiam de um desconto de 10% nas propinas para matrículas formalizadas até 15 de agosto.</p>
<p>A FEP destaca ainda a possibilidade de as empresas recorrerem ao Fundo de Compensação do Trabalho (FCT) para financiar estas formações executivas certificadas, desde que sejam cumpridos os procedimentos legais e obtida a validação das entidades competentes.</p>
<p>Para Óscar Afonso, a formação contínua constitui um fator determinante para a competitividade empresarial. &#8220;A qualificação contínua é determinante não apenas para a progressão dos profissionais, mas também para a sustentabilidade e competitividade das organizações. O investimento em formação avançada traduz-se diretamente na capacidade de adaptação e inovação das empresas&#8221;, sublinha.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788712]]></sapo:autor>
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		<title>Lista portuguesa de paraísos fiscais vai mudar: Governo propõe entrada da Rússia e do Vietname</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 07:56:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Governo entregou na Assembleia da República um pedido de autorização legislativa para rever a lista portuguesa de paraísos fiscais, com o objetivo de a aproximar da lista de jurisdições não cooperantes para efeitos fiscais da União Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Governo entregou na Assembleia da República um pedido de autorização legislativa para rever a lista portuguesa de paraísos fiscais, com o objetivo de a aproximar da lista de jurisdições não cooperantes para efeitos fiscais da União Europeia. A alteração deverá traduzir-se na entrada da Rússia e do Vietname na lista nacional, que atualmente inclui 77 países, territórios e regiões com regimes de tributação privilegiada, enquanto a lista europeia conta apenas com 10 jurisdições. A iniciativa prevê ainda a revisão dos critérios utilizados para classificar um território como paraíso fiscal, podendo abrir caminho, numa fase posterior, à saída de algumas jurisdições atualmente abrangidas, embora o Executivo não tenha ainda identificado quais poderão ser excluídas.</p>
<p>De acordo com o <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/paraisos-fiscais-governo-pede-autorizacao-para-rever-lista-russia-e-vietname-deverao-entrar" target="_blank" rel="noopener">Negócios</a>, a proposta pretende assegurar que todas as jurisdições classificadas pela União Europeia como não cooperantes para efeitos fiscais passem automaticamente a integrar a lista portuguesa. Atualmente, oito das dez jurisdições da lista europeia já constam da lista nacional, faltando apenas a Rússia, incluída pela UE em fevereiro de 2023 por incumprimento dos compromissos assumidos em matéria de boa governação fiscal e cooperação internacional, e o Vietname, adicionado em fevereiro deste ano devido a deficiências ao nível da transparência fiscal e da troca de informações, apesar de não ser considerado um paraíso fiscal no sentido tradicional. O pedido de autorização legislativa e o projeto de decreto-lei que o acompanha não esclarecem, contudo, que países poderão sair da lista portuguesa, remetendo essa decisão para uma futura portaria do ministro das Finanças.</p>
<p>Além do alinhamento com os critérios europeus, o Governo pretende alterar a Lei Geral Tributária e atualizar os critérios que determinam a inclusão de uma jurisdição na lista de paraísos fiscais. À inexistência de um imposto sobre as sociedades equivalente a, pelo menos, 60% da taxa portuguesa, junta-se agora a ausência de um imposto complementar nacional qualificado, em conformidade com as regras da tributação mínima global. Passam igualmente a ser considerados fatores de risco a existência de regras de determinação da matéria coletável que permitam situações de dupla não tributação ou múltiplas deduções fiscais, bem como a concessão de benefícios fiscais mais favoráveis do que os existentes em Portugal, mesmo quando não exista atividade económica real ou substância económica adequada. A avaliação passará ainda a considerar as classificações da União Europeia e de organismos internacionais em que Portugal participa, como o Fórum Global sobre Transparência e Troca de Informações para Efeitos Fiscais, o Fórum sobre Práticas Fiscais Prejudiciais e o Grupo de Ação Financeira.</p>
<p>A revisão poderá também conduzir, no futuro, à remoção de algumas jurisdições que permanecem na lista portuguesa, apesar de já terem sido retiradas da lista europeia. É o caso dos Emirados Árabes Unidos, do Bahrain, de Barbados, das Fiji, de Samoa e de Trindade e Tobago, entre outras. Recorde-se que a lista europeia, criada em dezembro de 2017 com 17 jurisdições, é atualizada duas vezes por ano e sofreu nova revisão em fevereiro de 2026, quando foram acrescentados o Vietname e as Ilhas Turcas e Caicos, ao mesmo tempo que Fiji, Samoa e Trindade e Tobago deixaram de ser consideradas jurisdições não cooperantes. A próxima atualização está prevista para outubro de 2026 e, caso a proposta do Governo seja aprovada, as alterações europeias passarão também a refletir-se na lista portuguesa. Em Portugal, a última revisão ocorreu em setembro de 2025, tendo então sido retirados Hong Kong, o Principado do Liechtenstein e a República Oriental do Uruguai, com efeitos desde 1 de janeiro de 2026.</p>
<p>A presença de uma jurisdição na lista portuguesa de paraísos fiscais tem consequências relevantes para particulares e empresas. As instituições financeiras são obrigadas a comunicar anualmente à Autoridade Tributária todas as transferências realizadas para estes territórios, cujos dados são posteriormente divulgados no Portal das Finanças. Os números mais recentes indicam que, em 2025, foram transferidos 9.403,3 milhões de euros para estas jurisdições, um aumento de 16,4% face ao ano anterior, através de 18.244 ordenantes, dos quais 9.629 eram pessoas singulares e 8.615 empresas ou outras pessoas coletivas. Além disso, a inclusão na lista implica um agravamento da tributação em vários impostos, incluindo uma taxa de IMI de 7,5%, IMT fixado em 10% e retenções na fonte em IRC de 35%, em vez dos habituais 25%, pelo que uma eventual revisão da lista poderá alterar significativamente o enquadramento fiscal das entidades e contribuintes com ligações económicas a estas jurisdições.</p>
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