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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Mais poderoso do que Hitler, Mao ou Stalin? Por dentro da corte, das vinganças e das obsessões de Trump na Casa Branca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:22:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Rodeado por um núcleo reduzido de colaboradores que alimentam as suas convicções e raramente o contradizem, o presidente dos Estados Unidos procura agora deixar uma marca histórica impossível de apagar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump regressou à Casa Branca mais desconfiado, vingativo e determinado a exercer o poder sem os limites que encontrou durante o primeiro mandato. Rodeado por um núcleo reduzido de colaboradores que alimentam as suas convicções e raramente o contradizem, o presidente dos Estados Unidos procura agora deixar uma marca histórica impossível de apagar.</p>
<p>É esse o retrato traçado por Maggie Haberman e Jonathan Swan, jornalistas do ‘The New York Times’, no livro ‘Regime Change: Inside the Imperial Presidency of Donald Trump’. A obra acompanha os primeiros 14 meses do segundo mandato e baseia-se em informações recolhidas junto de mais de mil fontes, oficiais e anónimas, além de uma entrevista presencial com o próprio Trump. O livro vendeu mais de 300 mil exemplares na primeira semana.</p>
<p>Segundo o ‘El País’, o ponto de viragem poderá ser encontrado no primeiro dia do regresso de Trump ao Salão Oval, a 20 de janeiro de 2025. Entre as ordens executivas então assinadas esteve o perdão concedido a centenas de apoiantes envolvidos no ataque ao Capitólio, quatro anos antes. Steve Bannon resumiu o momento numa frase: &#8220;Eis o puro Trump.&#8221;</p>
<p>O empresário que chegou quase inesperadamente à presidência em 2017 teria dado lugar a um político mais isolado e movido pelo ressentimento provocado pelos processos judiciais, pelas investigações e pela derrota eleitoral de 2020. No novo mandato, Trump reduziu o círculo de confiança e passou a exigir uma lealdade quase absoluta.</p>
<p>Essa fidelidade inclui a defesa da alegação, nunca provada, de que as eleições de 2020 lhe foram roubadas. Ao contrário do primeiro mandato, em que generais, juristas e altos funcionários procuravam limitar algumas das suas decisões, Trump está agora rodeado por pessoas que o encorajam a avançar.</p>
<p><strong>“Você é a única coisa que importa para mim”</strong></p>
<p>Uma das figuras centrais desta Casa Branca é Natalie Harp, assistente executiva responsável por publicar parte das mensagens de Trump na Truth Social e por preparar conteúdos destinados à conta do presidente.</p>
<p>Conhecida entre os funcionários como a “impressora portátil”, Harp acompanhava Trump nos campos de golfe, transportando um computador, uma pequena impressora e artigos elogiosos que lhe lia em voz alta. Segundo o livro, alimenta o presidente com um fluxo quase permanente de notícias positivas e comentários favoráveis publicados nas redes sociais.</p>
<p>A proximidade ultrapassaria a relação profissional habitual. Haberman e Swan relatam que Harp deixa bilhetes nos espaços privados do presidente. Num deles terá escrito: &#8220;Você é a única coisa que importa para mim.&#8221;</p>
<p>Harp, antiga apresentadora do canal conservador &#8216;One America News Network&#8217;, afirma que Trump lhe salvou a vida ao aprovar legislação que facilitou o acesso a um tratamento experimental contra o cancro. Tornou-se uma das colaboradoras mais devotadas do presidente e uma peça importante da bolha informativa construída à sua volta.</p>
<p><strong>Um Governo ao serviço das queixas do presidente</strong></p>
<p>Stephen Miller é outra das figuras com maior influência. O assessor, conhecido como o “guardião das queixas”, ganhou poder na política migratória, na remoção de obstáculos jurídicos e na ofensiva contra adversários pessoais e políticos de Trump.</p>
<p>O ‘El País’ relata uma reunião na Sala Oval, inicialmente destinada a preparar investigações contra responsáveis da administração de Joe Biden. Durante o encontro, Trump recordou um advogado que tinha confirmado a segurança das eleições de 2020 e perguntou quem era.</p>
<p>Miller encontrou rapidamente o nome e terá desencadeado uma investigação, mesmo sem receber uma ordem explícita do presidente. Para os autores, os recursos do Governo federal foram mobilizados contra um funcionário cujo delito, aos olhos de Trump, consistira em reconhecer a validade da eleição que o afastou do poder.</p>
<p>O episódio ilustra uma das principais teses do livro: a segunda administração transformou instrumentos do Estado em extensões das vontades, ressentimentos e interesses pessoais do presidente.</p>
<p><strong>Trump compara-se aos homens mais poderosos da História</strong></p>
<p>Durante a entrevista concedida aos autores, Trump foi questionado sobre se se considerava o homem mais poderoso da História. A resposta surgiu através de um documento que pediu a Natalie Harp.</p>
<p>“Donald Trump é, sem dúvida, o homem mais poderoso que o planeta já conheceu”, leu o presidente, citando uma lista que dizia ter sido elaborada por um historiador.</p>
<p>Entre as figuras com quem se comparava encontravam-se Adolf Hitler, Mao Tsé-Tung, Josef Stalin, Alexandre, o Grande, Átila, Gengis Khan, Napoleão e vários imperadores romanos.</p>
<p>Trump não estabeleceu distinções morais entre os nomes, alguns responsáveis por genocídios e massacres. Reduziu a comparação à notoriedade, ao alcance e ao exercício de poder, argumentando que nenhum daqueles líderes tinha disposto de uma influência verdadeiramente global.</p>
<p>A origem da lista era menos académica do que Trump inicialmente sugerira. Teria ouvido a teoria durante uma partida de golfe com o antigo jogador Gary Player, que lhe falou de um homem interessado em História. O alegado “historiador presidencial” seria, afinal, um caddie que gostava de ler livros sobre o tema.</p>
<p>Para Jonathan Swan, a obsessão de Trump com estas comparações revela a principal preocupação do segundo mandato. O presidente continua atento às sondagens, às bolsas e às eleições, mas quer sobretudo ser recordado como uma figura histórica.</p>
<p><strong>Pânico com os documentos de Epstein</strong></p>
<p>Outro dos episódios mais reveladores envolve os ficheiros de Jeffrey Epstein, o financista acusado de abuso sexual de menores e de dirigir uma rede de tráfico sexual.</p>
<p>Segundo o livro, a ordem do Congresso para divulgar documentos secretos da investigação causou pânico no círculo presidencial. Susie Wiles, chefe de gabinete, convocou uma reunião na Sala de Situação, habitualmente reservada a crises militares e de segurança nacional.</p>
<p>As sondagens mostravam que o caso estava a prejudicar Trump junto da própria base MAGA. “Este é um problema enorme”, terá reconhecido o vice-presidente, JD Vance.</p>
<p>Os participantes discutiram diferentes possibilidades, incluindo a hipótese de Ghislaine Maxwell, cúmplice de Epstein, testemunhar perante o Congresso em troca de um indulto presidencial. A solução foi considerada politicamente desastrosa pelo responsável pela comunicação da Casa Branca.</p>
<p>Noutra reunião, os assessores passaram horas a discutir se deveria ser publicado um documento com alegações de natureza sexual contra Trump. Um funcionário descreveu como “surreal” o facto de aquele debate decorrer na mesma sala onde Barack Obama acompanhou a operação que matou Osama bin Laden.</p>
<p>Haberman considera falsa a alegação frequente de Trump de que lidera “a administração mais transparente da História”. Pelo contrário, sustenta que o reduzido círculo presidencial se tornou particularmente eficaz a guardar segredos.</p>
<p><strong>“Não sou fã da Ucrânia, exceto pelas mulheres”</strong></p>
<p>O livro recupera também a discussão pública entre Trump e Volodymyr Zelensky na Sala Oval. Depois do encontro, o presidente dos Estados Unidos terá dito aos assessores que o confronto tinha sido “um ótimo programa de televisão”, melhor do que ‘O Aprendiz’, o concurso que o tornou famoso.</p>
<p>Noutra reunião, Trump terá afirmado: “Não sou um grande fã da Ucrânia, exceto pelas mulheres. Elas continuam a ganhar o Miss Universo.&#8221;</p>
<p>A observação é apresentada como exemplo de um presidente que reduz frequentemente decisões diplomáticas e militares a impressões pessoais, episódios televisivos ou referências à sua antiga atividade empresarial.</p>
<p>O livro descreve igualmente a decisão de apoiar um ataque ao Irão, apesar das reservas do vice-presidente e dos serviços de informações. Trump acreditava que a guerra terminaria rapidamente e não se deixou demover pelas avaliações mais pessimistas apresentadas pelos seus assessores.</p>
<p>Haberman e Swan defendem que esta forma de decidir — intuitiva, concentrada e pouco condicionada por instituições — alterou a própria natureza da presidência dos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Vance e Rubio disputam a sucessão</strong></p>
<p>A corrida para suceder a Trump é outro dos temas da obra. Embora o vice-presidente seja tradicionalmente o candidato natural após dois mandatos presidenciais, Trump mantém uma competição entre JD Vance e o secretário de Estado, Marco Rubio.</p>
<p>Durante um jantar na Casa Branca com o magnata Rupert Murdoch, o presidente perguntou-lhe diretamente o que pensava de cada um. Murdoch respondeu que Vance tinha potencial para ser “ótimo”, mas classificou Rubio como “brilhante”.</p>
<p>Trump parece apreciar a incerteza e o conflito entre os dois possíveis sucessores. Ainda assim, a maioria dos elementos do seu círculo acredita que acabará por escolher Vance.</p>
<p>O ambiente interno é descrito como uma corte em que os colaboradores competem por atenção e procuram entreter o presidente. Pete Hegseth, secretário da Defesa, mostrar-lhe-ia vídeos de ataques de drones contra seres humanos, classificados por um funcionário como os “filmes snuff de Hegseth”.</p>
<p><strong>Árvores, ouro e supercola na Sala Oval</strong></p>
<p>Quando Haberman e Swan entrevistaram Trump para concluir o livro, encontraram a secretária presidencial coberta por fotografias de árvores. Apesar de existir uma guerra com impacto crescente na economia mundial, o presidente preferiu falar longamente sobre os bordos e carvalhos que queria plantar nos jardins da Casa Branca.</p>
<p>O interesse pela decoração estende-se ao interior da residência. Trump encheu a Sala Oval de ornamentos dourados e planeou remodelações de grande dimensão, incluindo um salão de baile e um arco triunfal em Washington.</p>
<p>Numa manhã, a porta-voz Karoline Leavitt encontrou-o com um tubo de supercola nas mãos, a tentar fixar pessoalmente aplicações douradas à lareira de mármore do Salão Oval.</p>
<p>O episódio não surpreendeu os colaboradores. Haberman e Swan escrevem que todos sabiam que Trump confiava mais no próprio gosto estético do que no trabalho de qualquer decorador.</p>
<p>A imagem resume o retrato construído pelo livro: um presidente que concentra decisões políticas, militares e decorativas, rodeado por um pequeno grupo de colaboradores e convencido de que só a sua vontade importa.</p>
<p>“Sofri um impeachment ilegal, fui alvo de processos e fui praticamente assassinado. Mas venci a eleição com uma margem esmagadora. Ninguém mais conseguiria”, afirmou Trump aos jornalistas.</p>
<p>No final da entrevista, deixou aquela que talvez seja a frase que melhor sintetiza a sua visão sobre o poder e o legado: “Basicamente, eu venço todas as vezes. Eu ganho sempre.”</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789286]]></sapo:autor>
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		<title>Lucros da Parpública sobem 19,4% em 2025 para 233,4 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:04:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Parpública registou, em 2025, lucros atribuíveis a detentores de capital consolidados de 233,4 milhões de euros, um aumento de 19,4% em termos homólogos, adiantou, num comunicado hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Parpública registou, em 2025, lucros atribuíveis a detentores de capital consolidados de 233,4 milhões de euros, um aumento de 19,4% em termos homólogos, adiantou, num comunicado hoje divulgado.</P><br />
<P>De acordo com a nota, a empresa gestora das participações do Estado registou um volume de negócios consolidado de 1.368,9 milhões de euros, um crescimento de 10,4%, enquanto o EBITDA (resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) consolidado atingiu 579,3 milhões de euros, correspondendo a um acréscimo de 2,3% face a 2024.</P><br />
<P>&#8220;A solidez financeira do grupo manteve-se robusta, com o ativo total consolidado a atingir 10.817,3 milhões de euros, o passivo total a fixar-se em 4.351,1 milhões de euros e o capital próprio consolidado a ascender a 6.466,1 milhões de euros&#8221;, destacou.</P><br />
<P>Por sua vez, os rácios de autonomia financeira e de solvabilidade situaram-se, respetivamente, em 56% e 140%.</P><br />
<P>Já no que diz respeito às contas individuais da holding, &#8220;o resultado líquido atingiu 53,5 milhões de euros, superior em 8,7 milhões de euros ao registado em 2024, beneficiando do aumento dos dividendos recebidos e da redução do impacto das imparidades&#8221;. Já o volume de negócios ascendeu a 69,1 milhões de euros, refletindo um crescimento de 17,7% face a 2024. </P><br />
<P>No seu relatório e contas, divulgado no &#8216;site&#8217; da empresa, a Parpública revelou ainda que vai entregar 13,3 milhões de euros em dividendos ao Estado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789276]]></sapo:autor>
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		<title>Telefonema de Trump e castigo suspenso: Infantino alvo de queixa por alegada interferência no Mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:02:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
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		<category><![CDATA[Gianni Infantino]]></category>
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		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Organização de direitos humanos FairSquare acusa o presidente da FIFA de ter demonstrado repetidamente apoio político ao presidente dos Estados Unidos, comportamento que poderá contrariar a Carta Olímpica e o Código de Ética do Comité Olímpico Internacional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Gianni Infantino enfrenta uma queixa formal junto do Comité Olímpico Internacional por alegadas violações das regras de neutralidade política na relação mantida com Donald Trump. O caso mais recente envolve a controversa suspensão do castigo aplicado ao avançado dos Estados Unidos Folarin Balogun durante o Mundial.</p>
<p>Segundo o ‘The Independent’, a organização de direitos humanos FairSquare acusa o presidente da FIFA de ter demonstrado repetidamente apoio político ao presidente dos Estados Unidos, comportamento que poderá contrariar a Carta Olímpica e o Código de Ética do Comité Olímpico Internacional.</p>
<p>Infantino é membro do Comité Olímpico Internacional desde 2020 e, nessa qualidade, está obrigado a agir de forma independente de interesses políticos e comerciais. A FairSquare identificou cinco alegadas violações claras das regras de neutralidade e pediu uma investigação a outros dois episódios que considera particularmente graves.</p>
<p>O principal foco da polémica é o caso de Folarin Balogun. O avançado americano tinha recebido um jogo de suspensão, mas a Comissão Disciplinar da FIFA decidiu suspender o castigo, permitindo-lhe disputar os oitavos de final do Mundial contra a Bélgica.</p>
<p>A decisão foi tomada depois de um telefonema entre Trump e Infantino, embora o dirigente suíço tenha sempre defendido que os órgãos disciplinares da FIFA atuam de forma independente.</p>
<p>De acordo com informações citadas pelo ‘The Independent’, Mohammad Al Kamali, presidente da Comissão Disciplinar, terá decidido sozinho suspender a pena de Balogun. A atuação contrastaria com outros processos disciplinares conhecidos, nos quais o responsável não tomou decisões sem a participação dos restantes membros.</p>
<p>A FIFA confirmou oficialmente que a suspensão do cartão vermelho permitiu ao avançado dos Estados Unidos estar disponível para o encontro com a Bélgica, mas não apresentou publicamente uma explicação detalhada para a alteração da sanção.</p>
<p>A ausência de esclarecimentos alimentou críticas devido ao tratamento dado a outros jogadores durante o mesmo Mundial.</p>
<p>O defesa inglês Jarell Quansah foi suspenso por dois jogos depois de ter sido expulso na vitória da Inglaterra sobre o México. O castigo impediu-o de voltar a jogar antes da final, caso a seleção inglesa consiga chegar ao encontro decisivo.</p>
<p>A França tentou igualmente contestar um cartão amarelo mostrado a Michael Olise no encontro dos oitavos de final contra o Paraguai, mas o recurso não foi aceite.</p>
<p>Para a FairSquare, estas diferenças justificam que o Comité Olímpico Internacional investigue se existiu pressão política no caso de Balogun e se Infantino permitiu que essa interferência influenciasse a aplicação das regras da FIFA.</p>
<p>A organização sublinha, contudo, que a queixa não prova que Trump tenha determinado a decisão disciplinar. O documento apresenta aquilo que classifica como indícios suficientes para justificar uma investigação independente.</p>
<p>A FairSquare acusa também Infantino de ter oferecido apoio político público a Trump em várias ocasiões. Entre os episódios mencionados está uma mensagem publicada depois da tomada de posse do presidente dos Estados Unidos, na qual o dirigente da FIFA utilizou uma adaptação da expressão política “Make America Great Again”.</p>
<p>A queixa sustenta que este tipo de declaração ultrapassa o relacionamento institucional esperado entre o presidente da FIFA e o chefe de Estado de um dos países anfitriões do Mundial.</p>
<p>Outro dos casos que a organização pede ao Comité Olímpico Internacional para investigar está relacionado com a promoção, por Infantino, de uma plataforma digital dirigida aos adeptos do Mundial. Segundo a denúncia, o site poderá ter integrado uma operação de recolha de dados associada a entidades ligadas a Trump.</p>
<p>A organização já tinha apresentado, em dezembro de 2025, uma queixa semelhante à Comissão de Ética da FIFA. O órgão confirmou a receção do documento, mas não forneceu mais informações sobre a eventual abertura de um processo.</p>
<p>A Federação Norueguesa de Futebol pediu, a 1 de junho, que as acusações fossem analisadas de acordo com as regras de boa governação. Mais tarde, a 29 de junho, 50 eurodeputados enviaram uma carta à FIFA exigindo uma resposta às alegações.</p>
<p>Os parlamentares consideraram que o processo poderia servir para a FIFA demonstrar compromisso com a neutralidade política, a transparência e a responsabilização.</p>
<p>A queixa ao Comité Olímpico Internacional aumenta a pressão sobre Infantino porque este organismo pode aplicar sanções aos seus membros quando considera que violaram o juramento ou prejudicaram os interesses e a reputação do movimento olímpico.</p>
<p>Ao tornar-se membro, Infantino comprometeu-se a respeitar a Carta Olímpica, cumprir o Código de Ética e agir independentemente de interesses políticos. As regras do Comité Olímpico Internacional permitem, em casos extremos, a expulsão de um membro que tenha violado essas obrigações.</p>
<p>Tanto a FIFA como o Comité Olímpico Internacional foram contactados pelo ‘The Independent’, mas não tinham respondido às acusações no momento da publicação.</p>
<p>O processo coloca agora duas questões no centro da polémica: se a relação próxima entre Infantino e Trump ultrapassou os limites institucionais e se um telefonema político poderá ter influenciado uma decisão disciplinar durante o Mundial.</p>
<p>Até que exista uma investigação ou uma explicação da FIFA, a ligação entre a chamada de Trump e a suspensão de Balogun permanece uma suspeita levantada pela FairSquare — mas suficiente para levar o presidente do futebol mundial perante as regras de ética do movimento olímpico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789279]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Kuwait diz estar a intercetar &#8220;mísseis e drones hostis&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:37:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Kuwait]]></category>
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					<description><![CDATA[O Kuwait anunciou hoje estar a intercetar "mísseis e drones hostis", sem especificar a origem do ataque, ainda que na segunda-feira o país tenha sido alvo de bombardeamentos do Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Kuwait anunciou hoje estar a intercetar &#8220;mísseis e drones hostis&#8221;, sem especificar a origem do ataque, ainda que na segunda-feira o país tenha sido alvo de bombardeamentos do Irão.</P><br />
<P>&#8220;As Forças Armadas estão atualmente a enfrentar ataques com mísseis e drones hostis&#8221;, indicaram as autoridades militares do Kuwait em comunicado, acrescentando que os sons de explosões que se podem escutar sobre o território &#8220;são o resultado dos abates efetuados pelos sistemas de defesa aérea&#8221;.</P><br />
<P>Até ao momento não foram divulgadas informações sobre o alvo destes ataques nem sobre a origem.</P><br />
<P>Além de ser visado por Teerão em ataques como represália pelos bombardeamentos norte-americanos, o Kuwait também tem sido alvo de ataques por parte de milícias pró-iranianas do Iraque, em apoio ao Irão.</P><br />
<P>Durante as últimas 24 horas, o Irão já lançou ataques contra dois navios dos Emirados Árabes Unidos que navegavam pelo estreito de Ormuz, causando a morte de um tripulante e oito feridos, e disparou mísseis e drones contra alvos dos Estados Unidos no Bahrein, no Kuwait e na Jordânia, na terceira noite consecutiva de ataques cruzados entre Washington e Teerão. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789266]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Novo Nissan LEAF recupera estatuto de referência e é eleito Carro do Ano de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:32:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nissan LEAF conquistou três distinções nos 'New Car Awards' de 2026, incluindo o título de Carro do Ano. A terceira geração do modelo elétrico foi também eleita o melhor compacto para empresas e o elétrico acessível do ano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo Nissan LEAF conquistou três distinções nos &#8216;New Car Awards&#8217; de 2026, incluindo o título de Carro do Ano. A terceira geração do modelo elétrico foi também eleita o melhor compacto para empresas e o elétrico acessível do ano.</p>
<p>O júri destacou a combinação entre autonomia, preço, conforto e eficiência. O novo LEAF anuncia até 622 quilómetros de autonomia no ciclo WLTP e está disponível com baterias de 52 kWh ou 75 kWh.</p>
<p>A distinção junta-se a outros prémios já recebidos pelo modelo no Reino Unido e internacionalmente, incluindo o título de Carro do Ano atribuído pelo jornal britânico ‘The Sun’ e a vitória absoluta nos Women’s Worldwide Car of the Year 2026.</p>
<p>O Nissan LEAF recebeu ainda o prémio de melhor compacto nessa competição internacional e foi distinguido com o título de escolha do editor nos &#8216;Autotrader Drivers’ Choice Awards&#8217;.</p>
<p>A autonomia e o custo de utilização foram apontados como argumentos particularmente relevantes para empresas e clientes de frotas, contribuindo para a vitória na categoria de melhor compacto empresarial.</p>
<p>Richard Ingram, editor-adjunto da ‘Auto Express’, considera que os concorrentes não conseguem superar a combinação entre a autonomia elevada e o preço competitivo oferecida pelo modelo.</p>
<p>O responsável destacou igualmente o equilíbrio entre desempenho e eficiência, a qualidade de condução, a precisão do comportamento em estrada e a organização do habitáculo.</p>
<p>“Se acrescentarmos uma qualidade de condução de gama alta, uma condução precisa e um interior que oferece espaço e uma disposição impressionantes, envoltos num design dinâmico, a vitória é amplamente merecida”, afirmou.</p>
<p>O novo LEAF foi concebido e é fabricado no Reino Unido, na unidade industrial da Nissan em Sunderland, responsável pela produção das três gerações do modelo.</p>
<p>James Taylor, diretor-geral da Nissan Motor GB, classificou os três prémios como um reconhecimento do trabalho desenvolvido para transformar a terceira geração no LEAF mais avançado até à data.</p>
<p>O responsável destacou ainda o papel da equipa da fábrica de Sunderland, que produziu as diferentes gerações do automóvel elétrico desde o lançamento do primeiro modelo.</p>
<p>Além da autonomia de até 622 quilómetros, o novo Nissan LEAF inclui um habitáculo mais espaçoso e tecnologias como os serviços Google integrados.</p>
<p>O modelo dispõe também das funções Vehicle-to-Grid e Vehicle-to-Load. A primeira permite utilizar a bateria para fornecer energia à rede elétrica, enquanto a segunda possibilita alimentar equipamentos externos diretamente a partir do automóvel.</p>
<p>Em Portugal, o novo Nissan LEAF está disponível nas versões Engage, Advance e Evolve. Os preços começam nos 29.990 euros, acrescidos de IVA, incluindo três anos de manutenção.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789264]]></sapo:autor>
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		<title>Notas dos exames por um fio: professores ganham mais 12 horas para concluir correções</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:23:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Alexandre]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[professores]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida aumenta as dúvidas sobre a capacidade de cumprir o calendário, que já tinha sido revisto, com a divulgação das classificações a passar de 14 para 17 de julho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação terá prolongado até ao meio-dia desta quarta-feira o prazo concedido a alguns professores para concluírem a classificação dos exames nacionais, numa corrida contra o tempo para garantir a divulgação das notas na sexta-feira.</p>
<p>Segundo a &#8216;CNN Portugal&#8217;, ainda durante a tarde de terça-feira havia docentes a receber cem ou mais itens para corrigir, apesar de faltarem poucas horas para terminar o prazo oficial. O alargamento representa mais 12 horas para finalizar um processo já marcado por atrasos, falhas técnicas e sucessivas alterações.</p>
<p>A medida aumenta as dúvidas sobre a capacidade de cumprir o calendário, que já tinha sido revisto, com a divulgação das classificações a passar de 14 para 17 de julho. Para chegar a essa data, o Ministério depende agora de um último esforço intensivo dos professores classificadores.</p>
<p>O movimento SOS Escola Pública denunciou igualmente que alguns docentes foram convocados apenas nas últimas horas, enquanto outros continuavam a receber novos itens ou enfrentavam dificuldades de acesso à plataforma de classificação eletrónica.</p>
<p>A tensão aumentou com a notícia da saída de Salomé Augusto Branco do cargo de vice-presidente da Agência para a Gestão do Sistema Educativo. A demissão foi noticiada pela RTP, sem que tenham sido inicialmente reveladas as razões da decisão.</p>
<p>O Ministério da Educação afastou qualquer ligação entre a saída e os problemas dos exames. Segundo a tutela, Salomé Branco pediu a exoneração a 8 de julho, com efeitos a partir do dia 10, e não teve qualquer participação na preparação ou implementação da classificação eletrónica, responsabilidade atribuída ao Júri Nacional de Exames e ao Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789254]]></sapo:autor>
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		<title>Ventura quer falar com Seguro sobre &#8220;regular funcionamento do Governo&#8221; e &#8220;falta de coordenação&#8221; do PM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:15:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[André Ventura]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Chega afirmou hoje que pretende falar com o Presidente da República, numa audiência marcada para quarta-feira, sobre o "regular funcionamento do Governo" e acusou o primeiro-ministro de "falta de coordenação brutal".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Chega afirmou hoje que pretende falar com o Presidente da República, numa audiência marcada para quarta-feira, sobre o &#8220;regular funcionamento do Governo&#8221; e acusou o primeiro-ministro de &#8220;falta de coordenação brutal&#8221;.</P><br />
<P>Minutos antes de uma conferência de imprensa convocada pelo partido Chega para o parlamento, a assessoria informou que a audiência solicitada &#8220;com caráter de urgência&#8221; ao Presidente da República vai realizar-se na quarta-feira, às 17:30.</P><br />
<P>A audiência foi requerida na sequência da denúncia do Chega de que o presidente do partido, André Ventura, foi ameaçado verbalmente pelo ministro da Administração Interna no último debate quinzenal, acusação negada por Luís Neves.</P><br />
<P>&#8220;O partido reafirmará junto do senhor Presidente da República a gravidade da situação e a necessidade de assegurar o pleno respeito pelos princípios do Estado de Direito, pelo regular funcionamento das instituições democráticas, pela fiscalização democrática e pela liberdade de atuação da oposição&#8221;, referiu o partido.</P><br />
<P>Questionado sobre se entende que está em causa o regular funcionamento das instituições &#8211; que constitui fundamento constitucional para o Presidente da República demitir o Governo -, André Ventura não respondeu diretamente, preferindo remeter para o final da audiência essa avaliação e que iniciativas irá tomar o partido.</P><br />
<P>&#8220;O primeiro-ministro deve pedir ao ministro da Administração Interna esclarecimentos sobre o que está a acontecer, não deve ter nem receio nem hesitação de o fazer. Se eu fosse primeiro-ministro era o que faria de forma imediata&#8221;, disse, acrescentando que essas ameaças &#8220;são reais e efetivas&#8221;.</P><br />
<P>André Ventura disse ver &#8220;com muita, muita preocupação o estado atual em que o Governo se encontra, não só devido aos vários casos que envolvem os vários ministros, mas porque, a somar a todos eles, há uma falta de coordenação brutal&#8221; por parte do primeiro-ministro.</P><br />
<P>&#8220;Este primeiro-ministro habituou-se a aparecer quando lhe interessa e a desaparecer quando não quer tocar nos assuntos. Habituou-se a estar presente para situações simbólicas e a não estar presente quando o país precisa de coordenação e precisa de decisão&#8221;, criticou.</P><br />
<P>O líder do Chega considerou que Luis Montenegro &#8220;não conseguirá por muito mais tempo esconder-se da situação e das situações dos seus ministros&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Acho que não conseguirá por muito mais tempo ficar sem assumir a autoridade que tem que assumir enquanto primeiro-ministro e que não tem assumido neste caso&#8221;, afirmou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789247]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Lisboa fecha em queda com Galp a liderar perdas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:14:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje em queda, de 0,08%, para 9.126,85 pontos, em contraciclo com o resto da Europa, e com a Galp a liderar as perdas, recuando 2,22%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa fechou hoje em queda, de 0,08%, para 9.126,85 pontos, em contraciclo com o resto da Europa, e com a Galp a liderar as perdas, recuando 2,22%.</P><br />
<P>Das 16 cotadas que integram o índice PSI, nove desceram, cinco subiram e a Altri e a Mota-Engil mantiveram-se inalteradas, em 4,69 euros e 4,51 euros, respetivamente. </P><br />
<P>As principais praças europeias fecharam hoje &#8216;no verde&#8217;, com Londres a avançar 0,30%, Paris 0,03%, Frankfurt 0,13%, Madrid 0,11% e Milão 0,10%.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789248]]></sapo:autor>
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		<title>A taxa de 20% durou menos de um dia: Trump muda de planos para o Estreito de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:12:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente dos Estados Unidos anunciou que procurará obter acordos comerciais e de investimento com os países do Golfo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump desistiu de cobrar uma taxa de 20% sobre toda a carga transportada através do Estreito de Ormuz, menos de um dia depois de ter apresentado o plano como forma de compensar os Estados Unidos pela proteção militar da passagem marítima.</p>
<p><iframe src="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump/116918941071241802/embed" class="truthsocial-embed" style="max-width: 100%; border: 0" width="600" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><script src="https://truthsocial.com/embed.js" async="async"></script></p>
<p>Em alternativa, o presidente dos Estados Unidos anunciou que procurará obter acordos comerciais e de investimento com os países do Golfo. A mudança foi comunicada menos de cinco horas antes da hora prevista para a entrada em vigor da polémica cobrança.</p>
<p>“Com base em conversas altamente produtivas com a liderança do Médio Oriente, decidi substituir a taxa de reembolso de 20% dos Estados Unidos por acordos comerciais e de investimento que os diversos Estados do Golfo farão com os Estados Unidos”, escreveu Trump na Truth Social, citado pela &#8216;Reuters&#8217;.</p>
<p>O presidente não identificou os países envolvidos, nem revelou o valor ou os termos dos investimentos alegadamente acordados. Limitou-se a garantir que os compromissos serão significativos e mais vantajosos no longo prazo do que a cobrança direta sobre a carga.</p>
<p>O Estreito de Ormuz continuará aberto ao tráfego comercial internacional, segundo Trump, mas os navios associados ao Irão, aos seus portos ou às suas mercadorias permanecerão sujeitos ao bloqueio americano.</p>
<p><strong>Uma “portagem” que durou poucas horas</strong></p>
<p>A proposta tinha sido apresentada esta segunda-feira, depois de Teerão anunciar o encerramento do estreito e as forças dos EUA iniciarem uma nova vaga de ataques contra o Irão.</p>
<p>Trump declarou então que Washington assumiria o papel de “guardião” de Ormuz e receberia 20% sobre toda a carga transportada, para recuperar os custos de manter a rota aberta e proteger os navios.</p>
<p>A decisão provocou dúvidas imediatas entre governos, empresas de transporte marítimo e organizações internacionais, tanto pela dimensão da taxa como pela ausência de explicações sobre a forma como seria calculada e cobrada.</p>
<p>Antes da guerra, cerca de um quinto do petróleo e do gás transportados no mundo passava diariamente pelo Estreito de Ormuz. Segundo os cálculos citados pela &#8216;Reuters&#8217;, uma cobrança de 20% poderia render aos Estados Unidos cerca de 240 milhões de dólares por dia, aproximadamente 210 milhões de euros.</p>
<p>A Organização Marítima Internacional, agência das Nações Unidas responsável pela navegação, manifestou-se contra a aplicação de taxas obrigatórias em estreitos utilizados pelo comércio internacional.</p>
<p>A organização considerou que não existia fundamento jurídico para transformar uma passagem marítima internacional numa via sujeita a portagem unilateral.</p>
<p><strong>Petróleo alivia após o recuo</strong></p>
<p>Os preços do petróleo reduziram parte dos ganhos depois de Trump anunciar que abandonaria a cobrança. Os mercados tinham reagido inicialmente com fortes subidas ao agravamento dos combates e ao risco de perturbação numa das principais rotas energéticas mundiais.</p>
<p>A ameaça da taxa, os ataques a navios e o restabelecimento do bloqueio americano à navegação iraniana tinham levado o petróleo a subir mais de 9% e a superar os 80 dólares por barril.</p>
<p>Mesmo com o recuo, o risco para o abastecimento permanece elevado. As forças americanas realizaram ataques contra alvos iranianos pela terceira noite consecutiva, enquanto Teerão respondeu com ofensivas contra posições militares dos EUA e dos seus aliados na região.</p>
<p>O Irão afirmou ter atacado uma base do Exército americano na Jordânia com mísseis balísticos. As autoridades jordanas disseram ter intercetado quatro projéteis.</p>
<p>O Bahrain, onde se encontra uma importante base naval dos Estados Unidos, anunciou igualmente ter repelido um ataque aéreo iraniano. Foram ouvidas explosões em Manama, a capital do país.</p>
<p><strong>Guerra ameaça acordo alcançado em junho</strong></p>
<p>A nova escalada colocou em causa o memorando de entendimento assinado em junho, que deveria suspender os combates, reabrir o Estreito de Ormuz e criar um período de 60 dias para negociações sobre o programa nuclear iraniano.</p>
<p>O entendimento não resolveu, contudo, a disputa fundamental sobre quem controla a passagem e em que condições os navios podem utilizá-la.</p>
<p>Trump já tinha previsto a possibilidade de uma cobrança americana. A 20 de junho, declarou que não haveria portagens durante ou depois da trégua, exceto se as negociações fracassassem e os Estados Unidos decidissem impor uma taxa.</p>
<p>Com a retoma dos ataques, Washington restabeleceu o bloqueio aos portos e à navegação iranianos. Trump argumentou que o Irão tinha violado o acordo ao voltar a ameaçar e atacar embarcações comerciais.</p>
<p>A substituição da taxa por investimentos dos países do Golfo representa um recuo na forma, mas não na estratégia. Os Estados Unidos continuam a pretender controlar a segurança da passagem, afastar o Irão do tráfego marítimo e fazer com que os aliados regionais contribuam financeiramente para a operação.</p>
<p>Em vez de cobrar diretamente a cada navio, Trump procura agora transformar a proteção de Ormuz em acordos económicos mais amplos com as monarquias do Golfo.</p>
<p>Falta saber que compromissos foram realmente assumidos, quanto dinheiro estará envolvido e se os países da região aceitaram pagar, através de investimento nos Estados Unidos, por uma missão militar que Washington apresenta como essencial para a segurança do comércio mundial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789244]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia faz história com primeiro ataque anfíbio realizado apenas por drones</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-faz-historia-com-primeiro-ataque-anfibio-realizado-apenas-por-drones/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:57:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Incursão na península de Kinburn, no sul da Ucrânia, é apresentada como a primeira operação anfíbia conhecida em condições de guerra realizada exclusivamente através de sistemas não tripulados nos domínios marítimo, terrestre e aéreo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um drone naval ucraniano atravessou o mar transportando um robô terrestre armado, aproximou-se de uma praia controlada pela Rússia e deixou-o avançar sozinho para atacar uma posição inimiga. No ar, outro aparelho acompanhava a operação. Nenhum soldado precisou de desembarcar.</p>
<p>A incursão na península de Kinburn, no sul da Ucrânia, é apresentada como a primeira operação anfíbia conhecida em condições de guerra realizada exclusivamente através de sistemas não tripulados nos domínios marítimo, terrestre e aéreo.</p>
<p>Segundo o ‘Naval News’, a missão terá sido executada pela 123ª Brigada de Defesa Territorial ucraniana contra posições russas na estreita faixa de terra situada entre o estuário do Dniepre e o mar Negro.</p>
<p>As imagens divulgadas pela unidade mostram uma embarcação de superfície não tripulada a aproximar-se da costa com um veículo terrestre sobre a plataforma. Quando chega à praia, baixa as rampas e permite que o robô armado avance para terra.</p>
<p>Depois de sair da embarcação, o veículo procura proteção entre a vegetação próxima. O drone naval afasta-se de seguida, enquanto um aparelho aéreo permanece sobre a zona para observar a progressão e transmitir imagens aos operadores.</p>
<p><strong>Um robô armado desembarcado por outro robô</strong></p>
<p>O veículo terrestre parece ser um modelo ucraniano Rys, desenvolvido pela Roboneers. A plataforma surge equipada com uma metralhadora de calibre 7,62 milímetros, embora a identificação exata não tenha sido confirmada oficialmente pela brigada.</p>
<p>A empresa ucraniana DevDroid confirmou que o módulo de combate remoto Wolly 7.62 foi utilizado na missão. O sistema foi instalado no robô terrestre transportado até à costa pela embarcação não tripulada.</p>
<p>Já em posição, o veículo terrestre é visto a disparar pelo menos três vezes contra um alvo situado a alguma distância. Parte dos projéteis parece atingir a areia diante da posição, o que poderá indicar que o sistema estava a operar próximo do alcance máximo da arma.</p>
<p>Não foram divulgadas imagens do alvo atingido, nem informações sobre eventuais danos ou baixas. Também não é possível confirmar se a posição estava ocupada por militares russos no momento dos disparos.</p>
<p>O vídeo não mostra igualmente se o robô terrestre foi posteriormente recuperado por outra embarcação ou se permaneceu na península depois de cumprir a missão.</p>
<p>Por isso, não é ainda claro se a incursão teve como objetivo destruir uma posição concreta, testar as defesas russas ou demonstrar uma capacidade que poderá ser utilizada em operações de maior dimensão.</p>
<p><strong>Primeira operação conhecida deste género</strong></p>
<p>O ‘Naval News’ descreve a missão como a primeira incursão anfíbia totalmente não tripulada conhecida em contexto de guerra. O mar foi usado para transportar o equipamento, a plataforma terrestre executou a ação armada e o drone aéreo assegurou a observação.</p>
<p>A operação não foi, porém, completamente autónoma. Os diferentes sistemas terão sido controlados à distância por operadores ucranianos, pelo que a novidade está na ausência de militares no local e na integração de máquinas que atuaram em diferentes ambientes.</p>
<p>A 123ª Brigada classificou a missão como uma nova forma de combinar sistemas terrestres e navais, permitindo entregar equipamento armado em áreas onde o risco para os soldados seria particularmente elevado.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Last week, Ukrainian forces conducted a completely unmanned amphibious landing on the Kinburn Spit, the first of its kind. </p>
<p>Seen here, a Ukrainian drone landing craft drops off a UGV to attack Russian positions along the beach. <a href="https://t.co/Dn5uui08I4">pic.twitter.com/Dn5uui08I4</a></p>
<p>&mdash; OSINTtechnical (@Osinttechnical) <a href="https://x.com/Osinttechnical/status/2076706679807193538?ref_src=twsrc%5Etfw">July 13, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Até agora, os drones navais ucranianos ficaram sobretudo conhecidos pelos ataques contra navios russos, instalações portuárias e infraestruturas no mar Negro. Nesta operação, a embarcação funcionou como uma pequena lancha de desembarque para outro robô.</p>
<p><strong>Porque é importante a península de Kinburn?</strong></p>
<p>A península de Kinburn está ocupada pelas forças russas desde 2022 e tem importância estratégica por se situar junto à entrada marítima do estuário do Dniepre.</p>
<p>A presença russa naquela zona ajuda a condicionar o acesso ao porto de Mykolaiv e permite vigiar parte da costa controlada pela Ucrânia. Recuperar a península poderia ser um primeiro passo para tentar reabrir essa passagem marítima.</p>
<p>A região tem sido alvo de crescente pressão ucraniana. As forças de Kiev têm atacado posições, vias de abastecimento e meios logísticos russos no sul do país, procurando dificultar a chegada de combustível, munições e alimentos às unidades destacadas na península.</p>
<p>Movimentos partidários ucranianos alegaram recentemente que algumas forças russas abandonaram posições no norte e no oeste de Kinburn devido a problemas de abastecimento. Essa informação não foi confirmada de forma independente.</p>
<p>A incursão robótica poderá ter servido para verificar até que ponto as defesas russas permanecem operacionais, obrigar os militares a revelar posições ou preparar futuras ações ucranianas na zona.</p>
<p><strong>Uma alternativa aos desembarques tradicionais</strong></p>
<p>As operações anfíbias convencionais estão entre as mais arriscadas numa guerra. Os navios aproximam-se lentamente da costa, os soldados ficam expostos durante o desembarque e a força invasora tem de garantir rapidamente uma cabeça de ponte.</p>
<p>O desenvolvimento de drones navais e aéreos tornou essas operações ainda mais perigosas. Embarcações de desembarque podem ser detetadas e atacadas antes de chegarem à praia, enquanto as tropas ficam vulneráveis a pequenos drones explosivos depois de alcançarem terra.</p>
<p>A experiência ucraniana sugere, contudo, que as mesmas tecnologias que ameaçam um desembarque podem também ser utilizadas para o tornar possível.</p>
<p>Robôs terrestres podem ser enviados primeiro para reconhecer a costa, identificar posições, colocar sensores, transportar explosivos ou abrir fogo contra as defesas. Só depois, caso existam condições, avançariam forças humanas.</p>
<p>Uma embarcação não tripulada pode ainda aceitar riscos que seriam considerados excessivos para um navio com militares a bordo. Caso seja destruída, perde-se equipamento, mas não fica uma unidade cercada ou ferida numa praia inimiga.</p>
<p><strong>Um conceito ainda por provar</strong></p>
<p>A operação em Kinburn representa uma demonstração importante, mas está longe de provar que grandes desembarques possam ser realizados desta forma.</p>
<p>O sistema poderá enfrentar dificuldades provocadas por interferências eletrónicas, perda das comunicações, obstáculos físicos, fogo inimigo ou problemas na coordenação entre as diferentes plataformas.</p>
<p>Também falta demonstrar que a Ucrânia consegue lançar vários veículos terrestres ao mesmo tempo, manter o seu abastecimento e transformar uma incursão limitada numa operação capaz de conquistar e conservar território.</p>
<p>Ainda assim, a missão abre uma nova possibilidade no campo de batalha. Em vez de enviar soldados para a fase mais perigosa do desembarque, Kiev colocou uma máquina armada numa praia controlada pela Rússia — transportada por outra máquina e observada por uma terceira.</p>
<p>A guerra na Ucrânia já transformou drones baratos em armas capazes de destruir carros de combate, navios e infraestruturas estratégicas. Agora, a península de Kinburn poderá ter mostrado o passo seguinte: robôs que atravessam o mar para colocar outros robôs em combate.</p>
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		<title>Fábrica da Tabaqueira em Sintra reduz consumo de água para metade em apenas seis anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:41:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A fábrica da Tabaqueira, em Sintra, reduziu o consumo específico de água em 48,3% desde 2019, ano em que obteve pela primeira vez a certificação da Alliance for Water Stewardship (AWS), distinção internacional que reconhece boas práticas na gestão sustentável da água.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A fábrica da Tabaqueira, em Sintra, reduziu o consumo específico de água em 48,3% desde 2019, ano em que obteve pela primeira vez a certificação da Alliance for Water Stewardship (AWS), distinção internacional que reconhece boas práticas na gestão sustentável da água.</p>
<p>Segundo a empresa, a unidade industrial foi a primeira fábrica em Portugal a receber esta certificação e tem renovado o reconhecimento de forma consecutiva desde então.</p>
<p>Em 2025, a Tabaqueira conseguiu reduzir em mais 1% o consumo específico de água, apesar de o consumo absoluto ter aumentado 8,15%, refletindo o crescimento da produção fabril. A empresa explica que este resultado foi possível graças à implementação de medidas de eficiência que reduziram a quantidade de água necessária tanto nos processos produtivos como em atividades de apoio, como a produção de vapor, os sistemas de climatização, as águas quentes sanitárias, as lavagens e a cantina.</p>
<p>No mesmo período, a estação de tratamento de águas residuais (ETAR) da fábrica tratou cerca de 27 mil metros cúbicos de água. A empresa acrescenta que realiza uma monitorização diária da qualidade da água utilizada nas instalações, bem como das descargas efetuadas na Ribeira do Marmelo.</p>
<p>A estratégia da unidade está alinhada com os objetivos globais da Philip Morris International (PMI), que pretende poupar 25 milhões de metros cúbicos de água até 2033, um volume equivalente à capacidade de cerca de 10 mil piscinas olímpicas.</p>
<p>Pedro Santos, Sustainability Manufacturing Manager da Tabaqueira, afirma que &#8220;a Tabaqueira tem vindo a investir em soluções que potenciem uma gestão sustentável da água&#8221;, mas reconhece que &#8220;o principal desafio&#8221; passa por continuar a melhorar a eficiência hídrica em paralelo com a expansão da atividade industrial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789231]]></sapo:autor>
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		<title>Supremo confirma que processo de ex-CEO da TAP será julgado em tribunal cível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:38:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ex-CEO disse que "a decisão do Supremo Tribunal de Justiça confirma definitivamente que o Tribunal Central Cível de Lisboa é o tribunal competente para apreciar esta ação, reconhecendo que o litígio decorre de uma relação de natureza societária e não administrativa"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal de Justiça confirmou hoje que o processo interposto pela antiga presidente executiva (CEO) Christine Ourmières-Widener contra a TAP deve ser julgado pelo Tribunal Central Cível de Lisboa, adiantou a gestora, numa declaração à Lusa.</p>
<p>A ex-CEO disse que &#8220;a decisão do Supremo Tribunal de Justiça confirma definitivamente que o Tribunal Central Cível de Lisboa é o tribunal competente para apreciar esta ação, reconhecendo que o litígio decorre de uma relação de natureza societária e não administrativa&#8221;.</p>
<p>Assim, &#8220;com esta decisão, fica encerrada uma longa discussão processual e o processo pode, finalmente, avançar para a apreciação do seu mérito&#8221;.</p>
<p>De acordo com Christine Ourmières-Widener, desde o início, &#8220;o objetivo sempre foi que os factos fossem apreciados de forma independente e imparcial pelo tribunal competente&#8221;, com a ex-CEO a defender que existe &#8220;plena confiança de que a justiça portuguesa fará uma apreciação rigorosa dos factos e do direito&#8221;.</p>
<p>&#8220;Como já tive oportunidade de afirmar, continuo disponível para uma solução justa e equilibrada que permita encerrar este processo. Não sendo esse o caminho, aguardarei com serenidade que o Tribunal Central Cível de Lisboa aprecie o mérito da ação&#8221;, referiu.</p>
<p>Em fevereiro, o Tribunal da Relação de Lisboa tinha confirmado que o processo interposto por Christine Ourmières-Widener contra a TAP devia ser julgado no tribunal cível, rejeitando o recurso da companhia aérea sobre a competência do tribunal.</p>
<p>Em causa está a ação interposta por Christine Ourmières-Widener, que contesta a exoneração por justa causa anunciada em março de 2023 pelo Governo, na sequência do parecer da Inspeção-Geral de Finanças sobre a indemnização de 500 mil euros paga a Alexandra Reis.</p>
<p>A defesa da TAP sustentava que o litígio deveria ser apreciado pelos tribunais administrativos, por envolver a destituição de uma gestora pública, argumento que já tinha sido afastado em primeira instância, pela Relação e agora pelo Supremo.</p>
<p>O processo avançará assim para julgamento no tribunal cível, onde será apreciado o pedido de indemnização de 5,9 milhões de euros apresentado pela antiga presidente executiva, valor que é contestado pela companhia aérea.</p>
<p>Os cálculos da gestora incluem os montantes que considera ter direito até ao final do contrato (em 2025) e prémios de desempenho após ter levado a TAP a alcançar lucros em 2022 &#8211; o que já não acontecia há cinco anos -, e ter antecipado em quase três anos as metas estabelecidas no plano de reestruturação acordado com Bruxelas.</p>
<p>Além disso, inclui uma parcela por ter sido destituída sem o cumprimento do pré-aviso de 180 dias e por danos reputacionais.</p>
<p>Já as contas da TAP, conhecidas na argumentação da defesa em janeiro de 2024, apontam para a soma total de 432 mil euros.</p>
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		<title>Venezuela/Sismo: Sobe para 117 o número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:37:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho causou a morte a 117 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o mais recente balanço avançado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho causou a morte a 117 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o mais recente balanço avançado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.</p>
<p>Entre os 117 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, dos quais 95 eram adultos e 22 menores, 100 tinham também a nacionalidade venezuelana.</p>
<p>O MNE português referiu ainda que continuam desaparecidos 51 cidadãos portugueses, menos dois do que os 53 contabilizados na segunda-feira.</p>
<p>O anterior balanço indicava 116 portugueses e lusodescendentes mortos.</p>
<p>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</p>
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		<title>Agredido com violência no local de trabalho em Espinho: autarca do Chega hospitalizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:31:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Agressão ocorreu esta segunda-feira, em circunstâncias que continuam a ser investigadas pela PSP de Espinho. O desentendimento terá começado por motivos considerados fúteis]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um autarca do município de Espinho, eleito pelo Chega, foi violentamente agredido na cabeça durante uma discussão no respetivo local de trabalho. A vítima, de 47 anos, teve de ser transportada para o hospital.</p>
<p>Segundo o ‘Correio da Manhã’, a agressão ocorreu esta segunda-feira, em circunstâncias que continuam a ser investigadas pela PSP de Espinho. O desentendimento terá começado por motivos considerados fúteis.</p>
<p>O suspeito, um homem com cerca de 30 anos, já foi identificado pelas autoridades. Está em causa a suspeita da prática de um crime de ofensa à integridade física.</p>
<p>A publicação adianta que o ataque incidiu sobretudo na zona da cabeça do autarca. A gravidade concreta das lesões e as circunstâncias que antecederam a agressão não foram divulgadas.</p>
<p>A vítima foi assistida pelos bombeiros do concelho de Espinho e transportada para o Hospital de Vila Nova de Gaia.</p>
<p>A PSP prossegue as diligências para esclarecer o motivo da discussão, a sequência dos acontecimentos e a eventual responsabilidade criminal do suspeito.</p>
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		<title>Parece que se caminha sobre o céu: veja as imagens do lago chinês onde a terra desaparece ao pôr do sol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:26:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lago Salgado de Chaka, na província chinesa de Qinghai, tornou-se conhecido como o “espelho do céu” devido à capacidade da sua superfície rasa e cristalina para refletir a paisagem]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há lugares onde a paisagem parece desafiar as regras da perspetiva. No noroeste da China, um lago salgado transforma-se, quando reúne as condições certas, num enorme espelho natural onde o céu, as nuvens e as montanhas surgem duplicados — e os visitantes parecem caminhar sobre o horizonte.</p>
<p>O Lago Salgado de Chaka, na província chinesa de Qinghai, tornou-se conhecido como o “espelho do céu” devido à capacidade da sua superfície rasa e cristalina para refletir a paisagem. O lago situa-se no condado de Ulan, na extremidade oriental da bacia de Qaidam.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="ja" dir="ltr">青海海西，茶卡盐湖落日熔金，水天一色。<a href="https://x.com/hashtag/%E5%A4%A7%E7%BE%8E%E4%B8%AD%E5%9B%BD?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#大美中国</a> Molten golden sunset shimmers over Chaka Salt Lake in Qinghai. <a href="https://t.co/UuoFZufGcr">pic.twitter.com/UuoFZufGcr</a></p>
<p>&mdash; katie (@katie90243402) <a href="https://x.com/katie90243402/status/2076845875444449766?ref_src=twsrc%5Etfw">July 14, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">A time-lapse video records the gorgeous beauty of China’s mirror of the sky—Chaka Salt Lake in NW China’s Qinghai, where water meets the sky. <a href="https://t.co/fx6EZdzAWQ">pic.twitter.com/fx6EZdzAWQ</a></p>
<p>&mdash; People&#39;s Daily, China (@PDChina) <a href="https://x.com/PDChina/status/1184076454994182144?ref_src=twsrc%5Etfw">October 15, 2019</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Segundo o ‘El Mundo’, o efeito é particularmente intenso ao nascer e ao pôr do sol, quando a luz incide sobre a combinação de água e sal e torna difícil perceber onde termina a superfície e começa o céu.</p>
<p>Com uma área próxima dos 105 quilómetros quadrados e situado a cerca de 3.060 metros de altitude, Chaka estende-se por uma paisagem ampla, branca e quase sem referências visuais. Essa ausência de elementos ajuda a criar a ilusão de um espaço infinito.</p>
<p><strong>Caminhar por cima das nuvens</strong></p>
<p>O fenómeno resulta da fina camada de água que cobre o leito salgado. Quando o vento é fraco e a superfície permanece tranquila, o lago funciona como um enorme espelho, refletindo com nitidez as nuvens, a luz e as montanhas envolventes.</p>
<p>Em determinadas zonas autorizadas, os visitantes podem entrar na parte rasa do lago, habitualmente com proteção adequada nos pés. É esse contacto direto com a superfície que produz algumas das imagens mais conhecidas de Chaka: pessoas aparentemente suspensas entre dois céus.</p>
<p>O ‘El Mundo’ destaca precisamente esta possibilidade de caminhar sobre a água como um dos principais atrativos do local. A pouca profundidade e a camada de sal permitem explorar parte da paisagem sem recorrer a embarcações, embora o acesso esteja condicionado às áreas preparadas para turismo.</p>
<p>O nome “Chaka” significa “lago de sal” em tibetano. A região foi, em tempos remotos, uma zona de mar pouco profundo, antes de os movimentos geológicos que formaram o planalto Qinghai-Tibete deixarem água acumulada em depressões interiores. A evaporação prolongada favoreceu depois a formação dos lagos salinos da bacia de Qaidam.</p>
<p><strong>Um paraíso para fotografias — quando o tempo ajuda</strong></p>
<p>Apesar da fama, o efeito de espelho não está garantido todos os dias. Chuva intensa, vento, água turva ou uma camada demasiado seca podem reduzir a qualidade do reflexo.</p>
<p>Quando as condições são favoráveis, porém, a brancura do sal e a transparência da água criam uma paisagem minimalista, procurada por fotógrafos e viajantes. A zona turística é classificada como atração nacional de nível AAAA e integra alguns dos circuitos mais populares da província de Qinghai.</p>
<p>O local preserva ainda marcas da atividade salineira. Uma antiga linha ferroviária, originalmente usada para transportar sal, foi adaptada ao turismo e leva os visitantes até zonas mais interiores da paisagem.</p>
<p><strong>Beleza traz também pressão</strong></p>
<p>A popularidade do “espelho do céu” transformou Chaka num importante destino turístico, mas aumentou também a pressão sobre um ecossistema salino sensível.</p>
<p>A conservação exige limitar o acesso às áreas mais frágeis, controlar resíduos e conciliar a exploração turística com a proteção da água, dos organismos adaptados à elevada salinidade e das aves migratórias que utilizam a região.</p>
<p>É esse equilíbrio que determinará se o lago continuará a oferecer o mesmo espetáculo: uma superfície onde o mundo parece perder o chão e, durante alguns instantes, caminhar sobre a água se confunde com caminhar entre as nuvens.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789193]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo prepara novo regime geral das taxas sem fazer uma rutura, indica Miranda Sarmento</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:07:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Joaquim Miranda Sarmento]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo vai apresentar uma proposta legislativa para criar um novo regime geral das taxas, para regular e organizar o atual enquadramento fiscal, sem fazer uma rutura, afirmou hoje o ministro das Finanças.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo vai apresentar uma proposta legislativa para criar um novo regime geral das taxas, para regular e organizar o atual enquadramento fiscal, sem fazer uma rutura, afirmou hoje o ministro das Finanças.</p>
<p>A iniciativa vai ser elaborada a partir do relatório da comissão para a elaboração do regime geral das taxas da administração pública, presidida pela juíza conselheira do Supremo Tribunal Administrativo Suzana Tavares da Silva, anunciou o ministro, durante a apresentação do documento, no Ministério das Finanças.</p>
<p>O objetivo da reforma passa por garantir que &#8220;cada taxa tem uma justificação clara, que assenta numa contraprestação efetiva, que é calculada com base em critérios transparentes e objetivos, e que respeita os direitos dos contribuintes&#8221;, elencou o ministro.</p>
<p>Miranda Sarmento explicou que este é &#8220;o espírito desta reforma&#8221;, que pretende ser &#8220;um instrumento de regulação e de organização, não um instrumento de rutura&#8221;.</p>
<p>Começando por referir o que a reforma não prevê &#8211; que &#8220;não se propõe uma revolução nos conceitos tributários, nem no modo como o Estado cobra taxas, nem se pretende inviabilizar o funcionamento dos serviços&#8221; -, Miranda Sarmento passou a elencar o que estará previsto na reforma.</p>
<p>A iniciativa pretende que &#8220;todos os regulamentos de taxas passem a oferecer a princípios comuns, a uma metodologia própria e comum e a garantias para quem paga estas taxas&#8221;, disse.</p>
<p>Para o ministro das Finanças, colocar o Estado &#8220;ao serviço das pessoas e das empresas&#8221;, tornando-o &#8220;mais simples, mais eficiente e mais transparente&#8221;, também &#8220;passa pela forma como o Estado define e cobra as suas taxas&#8221;.</p>
<p>Depois do governante, também a presidente da comissão repetiu que o grupo de trabalho não pretendeu apresentar um &#8220;qualquer instrumento de rutura&#8221;, mas regular o enquadramento em vigor a partir da definição de &#8220;taxa&#8221; que há muito está estabelecido no ordenamento jurídico.</p>
<p>O sistema fiscal português é composto por impostos, taxas e contribuições financeiras a favor das entidades públicas.</p>
<p>O trabalho da comissão centrou-se nas taxas, esclareceu Suzana Tavares da Silva.</p>
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		<item>
		<title>CCILC abre portas da China a startups portuguesas com competição de 25 milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:03:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa (CCILC) e a Portugal-Hong Kong Chamber of Commerce and Industry (PHKCCI), em parceria com a Algarve Evolution, vão apresentar no próximo dia 21 de julho, em Faro, a International Sci-Tech Innovation Competition for China and Portuguese - and Spanish - Speaking Countries, uma competição internacional que disponibiliza cerca de 25 milhões de euros em prémios.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa (CCILC) e a Portugal-Hong Kong Chamber of Commerce and Industry (PHKCCI), em parceria com a Algarve Evolution, vão apresentar no próximo dia 21 de julho, em Faro, a International Sci-Tech Innovation Competition for China and Portuguese &#8211; and Spanish &#8211; Speaking Countries, uma competição internacional que disponibiliza cerca de 25 milhões de euros em prémios.</p>
<p>A sessão de apresentação decorrerá entre as 10h00 e as 11h00, no UALG TEC CAMPUS, da Universidade do Algarve, e destina-se a startups, scaleups, empresas tecnológicas, universidades, centros de investigação e outras entidades do ecossistema de inovação interessadas em explorar oportunidades de internacionalização para o mercado chinês.</p>
<p>Durante o evento serão apresentados os principais detalhes da competição, incluindo o processo de candidatura, os critérios de elegibilidade e os prémios disponíveis, que serão distribuídos por 100 projetos vencedores. A organização irá também dar a conhecer as oportunidades de acesso ao ecossistema de inovação da Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau, através do corredor de inovação Hengqin-Macau.</p>
<p>Além do financiamento, os projetos selecionados poderão beneficiar do acesso a mais de 50 fundos de investimento e investidores estratégicos da região, bem como de apoio à instalação e entrada no mercado chinês, integração em redes de inovação e indústria e acompanhamento ao longo do processo de internacionalização e crescimento naquele mercado.</p>
<p>O programa inclui ainda a participação de uma representante do Hengqin Economic Development Bureau, que apresentará as oportunidades oferecidas pela iniciativa, seguindo-se uma sessão de esclarecimento de dúvidas e networking entre os participantes.</p>
<p>A participação é gratuita, mediante inscrição prévia.</p>
<p>A International Sci-Tech Innovation Competition for China and Portuguese- and Spanish-Speaking Countries integra uma iniciativa de cooperação entre a China e os países de língua portuguesa e espanhola, com o objetivo de promover a inovação, o investimento e a internacionalização de empresas. A competição pretende identificar projetos com elevado potencial de crescimento e facilitar o seu acesso ao mercado chinês através de financiamento, parcerias estratégicas e apoio especializado.</p>
<p>Os projetos que pretendam candidatar-se à competição através da rede da CCILC deverão utilizar o código de convite &#8220;CCILC&#8221; no formulário oficial de candidatura.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789177]]></sapo:autor>
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		<title>Crimeia era o grande troféu de Putin. Agora pode tornar-se o seu maior problema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:56:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Crimeia]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
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					<description><![CDATA[Ucrânia intensificou os ataques contra pontes, estradas, linhas ferroviárias, depósitos de combustível e infraestruturas energéticas, numa campanha destinada a isolar a península e enfraquecer a presença militar russa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante mais de uma década, a Rússia procurou convencer os habitantes da Crimeia de que a península ocupada era intocável. Moscovo encheu o território de bases militares, integrou-o na economia russa e transformou-o numa plataforma para projetar poder sobre o mar Negro e abastecer as forças que combatem no sul da Ucrânia.</p>
<p>Essa imagem de segurança está agora a desfazer-se. A Ucrânia intensificou os ataques contra pontes, estradas, linhas ferroviárias, depósitos de combustível e infraestruturas energéticas, numa campanha destinada a isolar a península e enfraquecer a presença militar russa.</p>
<p>Segundo o ‘POLITICO’, a Crimeia, apresentada por Vladimir Putin como uma das maiores conquistas do seu projeto imperial, está a passar de ativo estratégico a vulnerabilidade militar e política.</p>
<p>“Crimeia é especial”, dizia a mãe de Oleksandra, uma ucraniana que deixou a península em 2014 devido à pressão dos serviços de segurança russos. Nem mesmo os mísseis lançados a partir daquele território contra Kiev a convenceram de que a guerra poderia chegar à sua porta.</p>
<p>Semanas antes do agravamento da situação, Oleksandra avisou os pais para armazenarem alimentos, medicamentos e outros bens essenciais. A mãe não levou o alerta a sério: acreditava que nem a Rússia nem a Ucrânia colocariam verdadeiramente a Crimeia em risco.</p>
<p>Hoje, os cerca de 2,5 milhões de habitantes da península enfrentam cortes de eletricidade e água, falhas nas comunicações, escassez de combustível e perturbações graves nos transportes.</p>
<p>As vendas de gasolina a particulares chegaram a ser suspensas, enquanto as autoridades instaladas por Moscovo admitiram que o abastecimento continuaria sob forte pressão. Os ataques ucranianos contra infraestruturas energéticas e rotas logísticas provocaram apagões e obrigaram à adoção de restrições no consumo.</p>
<p><strong>A retaguarda segura deixou de existir</strong></p>
<p>A Rússia anexou ilegalmente a Crimeia em 2014 e transformou a antiga região turística numa enorme base militar. A península tornou-se uma retaguarda relativamente protegida, a partir da qual Moscovo abasteceu as tropas no sul da Ucrânia e lançou ataques sobre cidades ucranianas.</p>
<p>Foi também a partir da Crimeia que as forças russas avançaram rapidamente sobre partes das regiões de Kherson e Zaporíjia, durante a invasão em grande escala iniciada em 2022.</p>
<p>Durante anos, os habitantes permaneceram relativamente afastados das consequências mais duras da guerra. Essa situação mudou com o aumento do alcance e da eficácia dos drones ucranianos.</p>
<p>Kiev está agora a atacar não apenas bases, sistemas de defesa aérea e depósitos de munições, mas também as ligações necessárias para transportar combustível, equipamento e soldados.</p>
<p>Pontes rodoviárias e ferroviárias que ligam a Crimeia ao território ocupado no sul da Ucrânia foram atingidas repetidamente. Pelo menos uma terá sido destruída e várias outras ficaram severamente danificadas, segundo informações citadas por meios ucranianos.</p>
<p>A pressão chegou também à ponte de Kerch, construída pela Rússia sem autorização da Ucrânia e que liga a península ao território russo. Os sucessivos alertas e encerramentos temporários provocaram filas de milhares de veículos, numa altura em que várias ligações ferroviárias foram interrompidas ou reduzidas.</p>
<p>No final de junho, cerca de 2.500 viaturas aguardavam para atravessar a ponte depois de esta ter permanecido fechada durante várias horas devido a alertas de drones.</p>
<p><strong>Crimeia pode obrigar Rússia a desviar forças</strong></p>
<p>A estratégia ucraniana passa por tornar a manutenção da Crimeia cada vez mais cara e difícil. Ao atacar as linhas de abastecimento, Kiev pretende reduzir a capacidade das forças russas no sul e obrigar Moscovo a deslocar sistemas de defesa aérea e outros recursos de diferentes zonas da frente.</p>
<p>“Queremos destruir a presença militar russa na Crimeia e penso que vamos consegui-lo”, afirmou ao ‘POLITICO’ Andriy Zagorodnyuk, antigo ministro da Defesa ucraniano e presidente do centro de estudos Centre for Defence Strategies.</p>
<p>A Ucrânia beneficia atualmente de uma vantagem no uso de drones de médio alcance, capazes de atingir infraestruturas logísticas com custos inferiores aos dos mísseis tradicionais.</p>
<p>Os ataques contra as redes elétricas intensificaram-se no início de julho. As forças ucranianas afirmaram ter realizado dezenas de ofensivas contra instalações energéticas, incluindo subestações que servem Simferopol e outras cidades da península.</p>
<p>As operações estenderam-se também ao mar de Azov, onde drones ucranianos atingiram navios, petroleiros e ferries utilizados para abastecer os territórios ocupados. A ofensiva levou a Rússia a suspender parte do tráfego marítimo e prejudicou outra das rotas que sustentam a Crimeia.</p>
<p>O objetivo não é apenas militar. Kiev procura também demonstrar aos habitantes da Crimeia e à população russa que Moscovo já não consegue garantir a segurança e o nível de vida prometidos após a anexação.</p>
<p><strong>A “chave dourada” das ambições de Putin</strong></p>
<p>A Crimeia tem uma importância pessoal e política particular para Vladimir Putin. A anexação fez disparar a popularidade do presidente russo e tornou-se um símbolo central da narrativa nacionalista do Kremlin.</p>
<p>“Crimeia é a chave dourada para as ambições imperiais da Rússia”, afirmou Illya Pavlenko, antigo dirigente dos serviços de informações militares ucranianos.</p>
<p>Perder o controlo efetivo da península, ou ser incapaz de proteger os seus habitantes e infraestruturas, representaria um golpe direto na imagem de Putin e na justificação apresentada para a guerra.</p>
<p>A Crimeia é igualmente fundamental para as operações russas no mar Negro. O porto de Sebastopol serviu durante anos como centro da Frota do Mar Negro e como plataforma logística para operações militares fora da Ucrânia, incluindo a intervenção russa na Síria.</p>
<p>A campanha ucraniana já obrigou Moscovo a afastar parte dos navios e dos equipamentos militares das instalações mais vulneráveis. Agora, Kiev procura degradar também as restantes rotas de abastecimento e manutenção.</p>
<p><strong>O preço pago pela população</strong></p>
<p>A estratégia tem, inevitavelmente, consequências para os civis. Muitos dos habitantes da Crimeia são cidadãos ucranianos que permaneceram no território depois de 2014, incluindo tártaros da Crimeia, uma comunidade sujeita a forte repressão pelas autoridades russas.</p>
<p>A estes juntaram-se milhares de cidadãos russos incentivados por Moscovo a mudar-se para a península durante os anos de ocupação.</p>
<p>A falta de combustível já afetou os transportes públicos, o abastecimento de lojas e as deslocações particulares. Os preços aumentaram e a época turística, essencial para parte da economia local, foi fortemente prejudicada.</p>
<p>Com várias rotas danificadas e a ponte de Kerch sujeita a encerramentos frequentes, abandonar a península tornou-se também mais difícil.</p>
<p>Refat Chubarov, líder do Mejlis dos Tártaros da Crimeia, aconselhou a população a preparar reservas de alimentos e medicamentos, a afastar-se de instalações militares russas e a identificar locais onde possa procurar abrigo.</p>
<p>“Não sabemos como isto vai acabar”, reconheceu.</p>
<p>Alguns habitantes conservam a esperança de que a campanha termine com o regresso da península ao controlo ucraniano. Outros receiam que essa possibilidade implique uma escalada ainda mais violenta.</p>
<p><strong>“Estamos a criar as nossas próprias cartas”</strong></p>
<p>A posição da Crimeia esteve durante anos no centro das discussões sobre um eventual acordo de paz. Alguns parceiros de Kiev admitiram que a Ucrânia poderia ser pressionada a aceitar o controlo russo da península como parte de uma solução negociada.</p>
<p>Donald Trump chegou a afirmar que a Ucrânia não tinha “cartas” suficientes para impor as suas condições.</p>
<p>Para Pavlenko, a nova campanha procura precisamente alterar esse equilíbrio. “Agora estamos a criar as nossas próprias cartas”, declarou ao ‘POLITICO’.</p>
<p>A pressão militar deverá servir para reforçar a posição diplomática de Kiev e impedir que a Crimeia seja excluída de futuras negociações.</p>
<p>“A Crimeia não pode ser recuperada apenas através de meios militares”, reconheceu o antigo responsável dos serviços secretos. “Estamos agora a aplicar pressão militar para dar aos nossos diplomatas a oportunidade de se sentarem à mesa e dizerem: ‘Não vamos deixar a Crimeia de fora’.”</p>
<p>A janela de oportunidade poderá, contudo, ser curta. Zagorodnyuk estima que a Ucrânia poderá dispor de cerca de um ano antes de a Rússia conseguir copiar ou neutralizar algumas das vantagens tecnológicas atualmente exploradas por Kiev.</p>
<p>A campanha poderá criar condições para recuperar território no sul ou obrigar Moscovo a negociar a partir de uma posição menos confortável. Isso não significa que uma libertação da Crimeia esteja iminente.</p>
<p>“Acredito que a libertação da Crimeia é possível”, afirmou Zagorodnyuk. “Mas não num futuro imediato.”</p>
<p>Por enquanto, a Ucrânia está a tentar provar que a península não é intocável. O território que Putin apresentou como a grande confirmação do regresso da Rússia ao estatuto de potência tornou-se um lugar sem combustível suficiente, com eletricidade intermitente e rotas de abastecimento sob ataque.</p>
<p>A Crimeia continua a ser um dos ativos mais importantes de Moscovo. Mas é precisamente essa importância que agora a transforma num dos pontos onde a Rússia tem mais a perder.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789166]]></sapo:autor>
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		<title>Valor controlado na fiscalização prévia sobe 18% num total de 13.600 M€ em 2025, aponta TdC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:42:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[tribunal de contas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Contas (TdC) analisou 1.848 processos em fiscalização prévia, incluindo a especial, em 2025, registando um aumento homólogo de 18% no volume financeiro controlado para 13,6 mil milhões de euros, segundo o relatório divulgado hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Tribunal de Contas (TdC) analisou 1.848 processos em fiscalização prévia, incluindo a especial, em 2025, registando um aumento homólogo de 18% no volume financeiro controlado para 13,6 mil milhões de euros, segundo o relatório divulgado hoje.</P><br />
<P>Deram entrada 4.245 processos, mais 21% face a 2024, e foram &#8220;objeto de decisão 1.848 processos, envolvendo 547 entidades públicas e correspondentes a 13.601 milhões de euros&#8221;, lê-se no documento, que destaca que a &#8220;intervenção do Tribunal permitiu identificar e corrigir ilegalidades associadas sobretudo à contratação pública, ao financiamento e realização da despesa, ao endividamento e às cláusulas contratuais&#8221;.</P><br />
<P>O TdC devolveu 2.541 processos para esclarecimentos ou junção de documentos em falta, &#8220;promovendo a regularização&#8221;, antes da decisão final.</P><br />
<P>Em comunicado, salienta-se o aumento da relevância da fiscalização prévia, expresso no aumento do volume financeiro controlado (18%), bem como o aumento significativo do número de contas verificadas (21%) e o &#8220;acréscimo, muito expressivo, do tratamento das participações, exposições, queixas e denúncias recebidas (56,2%)&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o Relatório Anual de Atividades e Contas de 2025, &#8220;foram concedidos vistos ou decisões de procedência em 1.772 processos, tendo sido recusados 21 vistos e proferida uma decisão de improcedência em fiscalização prévia especial&#8221;.</P><br />
<P>Além disso, foram remetidos 54 processos para eventual apuramento de responsabilidades financeiras.</P><br />
<P>O TdC defende que as 1.552 recomendações formuladas contribuíram para o &#8220;reforço da fundamentação das decisões, da qualidade dos procedimentos e da sustentabilidade financeira da contratação pública&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os impactos financeiros são particularmente relevantes: além de evitar a celebração de contratos e o endividamento em situações de ilegalidade, a intervenção do Tribunal contribuiu para evitar ou reduzir despesa pública num montante global de 159,4 milhões de euros, resultante de cancelamentos de processos, correções contratuais e redução de encargos financeiros&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>Na contratação pública, as principais irregularidades ocorrem na escolha do procedimento de contratação com especial incidência no ajuste direto em preterição do concurso público.</P><br />
<P>Já nas regras de realização de despesa, &#8220;as ilegalidades incidem maioritariamente na falta de cabimento orçamental, garantindo que há disponibilidade financeira para a despesa, e do número de compromisso, que assegura que as entidades públicas só assumem despesa que podem pagar, na produção de efeitos materiais antes do visto do Tribunal de Contas e na falta de prestação de contas&#8221;, indica o tribunal.</P><br />
<P>A presidente do TdC, Filipa Urbano Calvão, defende, na nota de apresentação do Relatório, que &#8220;o ano de 2025 ficou marcado por um contexto particularmente exigente para o controlo financeiro público&#8221;, salientando que &#8220;a crescente complexidade da gestão dos recursos públicos, a execução de investimentos financiados por fundos europeus e a manutenção dos enquadramentos normativos de isenção de fiscalização prévia colocaram novos desafios à atividade do Tribunal de Contas&#8221;.</P><br />
<P>Recorde-se que o Governo avançou com uma proposta de lei sobre a nova organização e processo do TdC, que permitirá às autarquias e serviços públicos dispensar de visto prévio contratos acima de 10 milhões de euros, desde que tenham mecanismos de controlo internos que incluam auditorias periódicas.</P><br />
<P>Segundo o texto, os contratos públicos até 10 milhões de euros não precisam de ser sujeitos a um processo de fiscalização prévia.</P><br />
<P>Quando estiverem em causa valores acima desse patamar, as entidades que celebram os contratos &#8211; como autarquias, Estado, serviços públicos e regiões autónomas &#8211; podem optar por não submetê-los ao crivo prévio do tribunal, desde que &#8220;disponham de sistemas de decisão e controlo interno, devidamente acreditados por despacho do membro do Governo responsável pela área das finanças, mediante parecer da Inspeção-Geral de Finanças&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789162]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Hovione conclui investimento de 40 M€ em nova linha de produção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:34:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Hovione]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel Castro Almeida]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Hovione concluiu um investimento superior a 40 milhões de euros com a abertura de uma nova linha de produção no centro de desenvolvimento e produção de comprimidos em Loures, reforçando a sua capacidade para exportar medicamentos complexos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Hovione concluiu um investimento superior a 40 milhões de euros com a abertura de uma nova linha de produção no centro de desenvolvimento e produção de comprimidos em Loures, reforçando a sua capacidade para exportar medicamentos complexos.</P><br />
<P>O investimento na área produtiva, hoje inaugurada com a presença do ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, vai adicionar 50 novos postos de trabalho qualificados ao &#8216;campus&#8217; da Hovione em Loures, a principal unidade industrial, científica e tecnológica do grupo que emprega já cerca de 1.250 trabalhadores.</P><br />
<P>Em comunicado, a Hovione avança que a nova linha de produção equipada com tecnologia de última geração vai permitir ajustar os volumes de produção &#8220;às necessidades de cada projeto&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A nova unidade de produção por lotes representa agora a etapa seguinte no desenvolvimento deste centro, alargando a capacidade da empresa para acompanhar diferentes tipos de medicamentos e escalas de produção&#8221;, acrescenta a nota de imprensa. </P><br />
<P>Com este investimento, que acrescenta em 25% a área produtiva, o &#8216;campus&#8217; de Loures sai reforçado como &#8220;principal centro industrial, científico e tecnológico da rede global da Hovione, que inclui entre os seus clientes 19 das 20 maiores empresas farmacêuticas do mundo&#8221;.</P><br />
<P>Em 2022, a Hovione tinha já investido numa linha de nova geração dedicada à produção contínua de comprimidos em Loures.</P><br />
<P>O grupo químico e farmacêutico Hovione foi fundado há mais de seis décadas em Portugal por Ivan Villax e Diane Villax. Tem quatro fábricas nos EUA, Portugal, Irlanda e China e laboratórios de desenvolvimento em Lisboa, Portugal e Nova Jersey (EUA), empregando mais de 2.600 trabalhadores. </P><br />
<P>A maior parte da produção da Hovione é exportada para o exterior, com os EUA como principal destino. </P></p>
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