Medidas vão vigorar durante um mês e serão revistas daqui a 15 dias, diz Costa

As novas medidas hoje anunciadas para o novo Estado de Emergência vão vigorar durante um mês, sendo posteriormente revistas daqui a 15 dias, o que não significa que sejam aliviadas. Na conferência de imprensa depois do Conselho de Ministros, o responsável falou sobre esta questão.

«Lei obriga a que as medidas sejam revistas de 15 em 15 dias e os resultados só são visíveis com um prazo de duas a três semanas. Seria iludir os portugueses dizer que as medidas serão aliviadas dentro de 15 dias, devemos esperar que estas medidas estejam implementadas no horizonte de um mês», afirmou.

Hoje foi o dia em que o Governo anunciou um regresso ao confinamento de abril e março, mantendo-se uma situação muito semelhante, apenas com uma diferença: as escolas mantém-se abertas, algo que não aconteceu no primeiro confinamento.

Assim, haverá novo dever de recolhimento obrigatório em Portugal, que entra em vigor à meia noite da próxima sexta-feira, dia 15 de Janeiro. António Costa deixou claro que as novidades deverão apontar a um horizonte de um mês, abrangendo, por isso, pelo menos parte de Fevereiro.

«Cada um de nós deve ficar em casa. As exceções existem porque não deixaremos de ir à mercearia fazer as compras de que necessitamos. Não deixaremos de poder ir trabalhar, mas a regra é essencial: é ficar em casa.», afirmou.

Para além das escolas, uma outra exceção diz respeito às eleições presidenciais de dia 24 de Janeiro, de modo a garantir o exercício deste direito dos portugueses.

Recorde o que pode (ou não) fazer neste novo Estado de Emergência:

 

 

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