A Universidade da Beira Interior (UBI), da Covilhã, está a desenvolver um novo medicamento para paralisar o efeito degenerativo da doença de Parkinson, que pode também vir a ser experimentado em doentes com Alzheimer ou Esclerose Lateral Amiotrófica, revelou esta segunda-feira a ‘SIC Notícias’.
A nova terapia pretende “desacelerar” a doença após o diagnóstico, não deixando morrer as células que podem manter-se saudáveis: recorde-se que a atual terapia apenas ajuda os doentes a lidar com os sintomas. A primeira fase de testes deverá ocorrer em 2025.
“Nesta área da medicina, é necessário haver uma conjugação de esforços de investigadores para atingir melhores resultados e com um maior impacto a nível do que é a descoberta de algo com valor para o mercado”, revelou o reitor da Universidade da Beira Interior, Mário Raposo.
A universidade da Beira Interior fez uma parceria com a Universidade de Turim, em Itália, para o desenvolvimento do novo fármaco, que foi descrito como uma janela de esperança.














