
O regresso da sigla MPS (Mazda Performance Series) não está nos planos da marca de Hiroshima para o futuro. Ainda que tenha apresentado no Salão de Tóquio um coupé desportivo com motor rotativo, o presidente da Mazda, Masamichi Kogai, indicou ao site CarAdvice que a gama de modelos de pretensões mais desportivas para as suas berlinas não irá regressar.
“Não temos planos para [trazer de volta] as versões mais dinâmicas do Mazda3 e doutros modelos”, é citado Kogai, indicando que, por isso mesmo, a aposta estará na criação de um modelo de topo mais desportivo, como o caso de um coupé eventualmente derivado do RX-Vision Concept (na imagem). Recorde-se que durante muito tempo a Mazda teve na sua gama versões desportivas para um segmento mais elevado, como o RX-7 e, posteriormente, o RX-8.
Ainda de acordo com o responsável máximo da Mazda, a criação de outras variantes apenas teria como efeito a dispersão de meios da criação de modelos essenciais, algo que não é desejável tendo em conta o orçamento limitado da marca.
“Como temos recursos limitados, se continuarmos a criar derivações variadas, os recursos que poderemos alocar no modelo de base ou nos modelos fundamentais ficarão mais reduzidos e então não seremos capazes de aperfeiçoar cada um desses modelos”, acrescentou.
Mazda rejeita versões desportivas MPS
O regresso da sigla MPS (Mazda Performance Series) não está nos planos da marca de Hiroshima para o futuro. Ainda que tenha apresentado no Salão de Tóquio um coupé desportivo com motor rotativo, o presidente da Mazda, Masamichi Kogai, indicou ao site CarAdvice que a gama de modelos de pretensões mais desportivas para as suas berlinas não irá regressar. “Não temos planos para [trazer de volta] as versões mais dinâmicas do Mazda3 e doutros modelos”, é citado Kogai, indicando que, por isso mesmo, a aposta estará na criação de um modelo de topo mais desportivo, como o caso de um coupé eventualmente derivado do RX-Vision Concept (na imagem). Recorde-se que durante muito tempo a Mazda teve na sua gama versões desportivas para um segmento mais elevado, como o RX-7 e, posteriormente, o RX-8. Ainda de acordo com o responsável máximo da Mazda, a criação de outras variantes apenas teria como efeito a dispersão de meios da criação de modelos essenciais, algo que não é desejável tendo em conta o orçamento limitado da marca. “Como temos recursos limitados, se continuarmos a criar derivações variadas, os recursos que poderemos alocar no modelo de base ou nos modelos fundamentais ficarão mais reduzidos e…
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