Mau tempo: Estação fluvial de Porto Brandão reabriu hoje

A Estação fluvial de Porto Brandão, no concelho de Almada, encerrada desde o dia 11 de fevereiro depois de os acessos rodoviários terem ficado interditados devido ao deslizamento de terras nas arribas, retomou hoje a atividade, anunciou a Transtejo.

Executive Digest com Lusa

A Estação fluvial de Porto Brandão, no concelho de Almada, encerrada desde o dia 11 de fevereiro depois de os acessos rodoviários terem ficado interditados devido ao deslizamento de terras nas arribas, retomou hoje a atividade, anunciou a Transtejo.


A Transtejo é responsável pelas ligações entre o Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão, no distrito de Setúbal, e Lisboa.


“Em virtude da reabertura dos acessos rodoviários a Porto Brandão, por parte das autoridades competentes, a Estação Fluvial de Porto Brandão encontra-se reaberta e em funcionamento”, refere a empresa no seu ‘site’.


A partir de agora, adianta a empresa, encontra-se normalizado o serviço regular nesta ligação fluvial.


No dia 11 de fevereiro, a localidade de Porto Brandão foi evacuada devido ao risco de deslizamento de terras nas arribas, tendo sido interditada a viaturas a única estrada que dá acesso à zona.

Continue a ler após a publicidade

O serviço de transporte de passageiros ficou limitado ao percurso Trafaria — Belém (Lisboa).


Desde o início das várias tempestades que assolaram o território português, no final de janeiro, o concelho de Almada, no distrito de Setúbal, tem registado vários deslizamentos de terras nas arribas da Costa da Caparica e de Porto Brandão.


Um total de 476 pessoas foram retiradas das suas habitações no concelho, das quais 225 estão alojadas pela autarquia, segundo dados oficiais.

Continue a ler após a publicidade

Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.


A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.


As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.


Partilhar

Edição Impressa

Assinar

Newsletter

Subscreva e receba todas as novidades.

A sua informação está protegida. Leia a nossa política de privacidade.