Mark Zuckerberg esperou até Novembro para, pela primeira vez em 2020, vender parte da sua participação no Facebook. Segundo adianta a edição norte-americana da revista Forbes, o líder de uma das maiores tecnológicas do Mundo submeteu quatro documentos junto da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) referentes à venda de acções no valor de 17,8 milhões de dólares (cerca de 15 milhoes de euros).
Recorde-se que desde 2015 que Mark Zuckerberg tem vendido acções do Facebook de forma bastante regular, com a maioria do montante conquistado a ter como destino a Chan Zuckerberg Initiative, organização filantrópica fundada em parceria com a mulher Priscilla Chan.
Foi também em 2015 que ambos se comprometeram a abdicar de 99% das suas acções no Facebook ao longo da sua vida, resultando nas transacções periódicas a que o mercado se foi habituando. Este ano, porém, foi preciso chegar ao 11.º mês para que a primeira venda fosse revelada.
De acordo com a Forbes, as acções no valor de 17,8 milhões de dólares foram vendidas entre os dias 5 e 9 de Novembro, sendo que aproximadamente 1,8 milhões de dólares (1,5 milhões de euros) correspondem a acções que Mark Zuckerberg detinha directamente.
A Forbes estima que desde que o Facebook entrou em bolsa, em 2012, o seu fundador terá amealhado cerca de 1,3 mil milhões de dólares (1,1 mil milhões de euros) através da venda de acções.



