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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Macau lança plataforma de formação para supervisores de seguros lusófonos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 03:33:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo de Macau anunciou o lançamento de uma plataforma de formação online para supervisores de seguros lusófonos, com vista a reforçar o papel da cidade na cooperação financeira entre a China e os países de língua portuguesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo de Macau anunciou o lançamento de uma plataforma de formação online para supervisores de seguros lusófonos, com vista a reforçar o papel da cidade na cooperação financeira entre a China e os países de língua portuguesa.</P><br />
<P>A nova Plataforma de Formação Online da Associação de Supervisores de Seguros Lusófonos (ASEL) permite aos membros da associação participar em ações de formação à distância, facilitando o intercâmbio de conhecimentos e práticas de supervisão, indicou na segunda-feira à noite a Autoridade Monetária de Macau (AMCM).</P><br />
<P>Um supervisor de seguros é uma entidade governamental responsável por fiscalizar, regular e normatizar o mercado de seguros de um país.</P><br />
<P>A AMCM descreveu que a entrada em funcionamento da plataforma online representa &#8220;uma medida concreta para implementar e aprofundar a cooperação em matéria de supervisão financeira&#8221;, manter uma comunicação estreita com as entidades de supervisão dos países lusófonos e explorar novas oportunidades de cooperação no setor dos seguros e noutras áreas financeiras.</P><br />
<P>Em abril, AMCM e a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) assinaram um protocolo de cooperação para a formação de quadros técnicos da ASEL.</P><br />
<P>A ASEL agrega as autoridades de supervisão de seguros e de fundos de pensões dos países e território de língua oficial portuguesa.</P><br />
<P>Na altura, uma formação foi realizada com 18 supervisores da ASEL de Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e Macau, com sessões sobre a aplicação da norma internacional IFRS 17 e conteúdos atuariais ministrados por especialistas da Associação Actuarial Internacional. </P><br />
<P>Os programas incluíram também visitas à vizinha Zona de Cooperação Aprofundada entre Guangdong e Macau, em Hengqin, e a empresas de tecnologia financeira, em Shenzhen e Zhuhai, também no sul da China.</P><br />
<P>&#8220;Na qualidade de membro fundador da ASEL, a AMCM tem promovido o intercâmbio em matéria de supervisão de seguros. No passado, organizou em Macau ações de formação e visitas de estudo em parceria com a ASF, abordando temas como a supervisão tecnológica aplicada aos seguros&#8221;, indicaram as autoridades do território.</P><br />
<P>Segundo a AMCM, estas iniciativas têm permitido aprofundar a compreensão sobre o desenvolvimento económico do interior da China e reforçar o papel de Macau como ponte na cooperação entre Pequim e os países de língua portuguesa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773629]]></sapo:autor>
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		<title>Imigrante da Geórgia morre sob custódia do ICE no estado do Louisiana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 03:12:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um imigrante da Geórgia morreu quando se encontrava sob custódia do serviço de imigração dos Estados Unidos (ICE) no estado do Louisiana, tornando-se no 19.º estrangeiro a falecer num centro de detenção este ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um imigrante da Geórgia morreu quando se encontrava sob custódia do serviço de imigração dos Estados Unidos (ICE) no estado do Louisiana, tornando-se no 19.º estrangeiro a falecer num centro de detenção este ano.</P><br />
<P>Segundo informaram as autoridades esta segunda-feira, Mamuka Artmeladze, de 43 anos, foi encontrado inconsciente na noite de 04 de junho na sua cela no Centro Correcional de Winn no estado do Louisiana, no sul dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Apesar de ter recebido assistência de emergência e de ter sido transportado para um hospital, o imigrante foi declarado morto duas horas depois. Aguardam-se os resultados da autópsia para determinar a causa oficial da morte.</P><br />
<P>A morte de Artmeladze é a segunda em menos de dois meses neste centro correcional, que se encontra sob investigação devido a denúncias de alegada negligência.</P><br />
<P>Artmeladze tinha sido detido pela patrulha fronteiriça dos Estados Unidos em 25 de setembro de 2022 e colocado em liberdade condicional, com a instrução de se apresentar ao ICE no prazo de 60 dias, ordem que não cumpriu.</P><br />
<P>O imigrante foi novamente detido em 05 de fevereiro de 2026 durante uma operação dirigida a condutores de veículos comerciais considerados um risco para a segurança pública, perto do Alabama. </P><br />
<P>O ICE colocou-o sob custódia após determinar que não tinha estatuto legal para permanecer nos Estados Unidos, sublinhou a agência em comunicado.</P><br />
<P>A morte de Artmeladze soma-se à de outros 18 imigrantes sob custódia do ICE este ano. </P><br />
<P>Em 2025, o primeiro ano do segundo mandato do Presidente norte-americano, Donald Trump, 32 pessoas morreram sob custódia do ICE, o número mais elevado em mais de 20 anos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773628]]></sapo:autor>
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		<title>Xi fica alojado junto ao principal monumento político da Coreia do Norte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 02:53:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente chinês está hospedado na Casa de Hóspedes Estatal Kumsusan, um complexo reservado a um reduzido número de líderes estrangeiros e situado junto ao mausoléu onde repousam os corpos embalsamados dos fundadores do regime norte-coreano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente chinês está hospedado na Casa de Hóspedes Estatal Kumsusan, um complexo reservado a um reduzido número de líderes estrangeiros e situado junto ao mausoléu onde repousam os corpos embalsamados dos fundadores do regime norte-coreano.</P><br />
<P>Xi Jinping iniciou na segunda-feira uma visita de dois dias a Pyongyang, a primeira ao país em sete anos e também a sua primeira deslocação ao estrangeiro em 2026. </P><br />
<P>À chegada, foi recebido pelo líder norte-coreano, Kim Jong-un, antes de participar numa cerimónia de boas-vindas na Praça Kim Il-sung.</P><br />
<P>A Casa de Hóspedes Estatal Kumsusan, concluída em 2019, foi utilizada publicamente pela primeira vez durante a anterior visita de Xi à Coreia do Norte, nesse mesmo ano.</P><br />
<P>Antes da construção do complexo, as autoridades norte-coreanas alojavam habitualmente dignitários estrangeiros na Casa de Hóspedes Paekhwawon, inaugurada em 1983. Os antigos presidentes chineses Jiang Zemin e Hu Jintao ficaram hospedados naquele local durante as visitas a Pyongyang, tal como o ex-presidente norte-americano Jimmy Carter.</P><br />
<P>A poucos metros da residência encontra-se o Palácio do Sol Kumsusan, considerado o mais importante local político e simbólico da Coreia do Norte.</P><br />
<P>O edifício serviu originalmente como residência e gabinete de trabalho de Kim Il-sung, fundador do país e avô de Kim Jong-un. Após a sua morte, em 1994, o corpo embalsamado foi colocado no interior do complexo, transformado em memorial.</P><br />
<P>Em 2011, após a morte de Kim Jong-il, pai do atual líder norte-coreano, também o seu corpo foi depositado no local, que passou a designar-se Palácio do Sol Kumsusan.</P><br />
<P>O nome &#8220;Kumsusan&#8221; significa, em coreano, &#8220;montanha bela e preciosa&#8221;. O palácio é referido no preâmbulo da Constituição norte-coreana como um monumento à &#8220;imortalidade&#8221; dos antigos líderes e um símbolo da dignidade nacional.</P><br />
<P>Durante a visita de 2019, Xi Jinping e a mulher, Peng Liyuan, participaram numa cerimónia no recinto do palácio ao lado de Kim Jong-un e da primeira-dama Ri Sol-ju, recebendo homenagens de responsáveis do Partido dos Trabalhadores da Coreia, militares e habitantes de Pyongyang.</P><br />
<P>Segundo o ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, foi a primeira vez que um líder estrangeiro recebeu tal distinção naquele local.</P><br />
<P>Nos últimos anos, poucos dirigentes estrangeiros passaram pela Casa de Hóspedes Estatal Kumsusan, reflexo do isolamento internacional da Coreia do Norte e do encerramento das fronteiras durante a pandemia da covid-19.</P><br />
<P>Em junho de 2024, o Presidente russo, Vladimir Putin, reuniu-se com Kim Jong-un no complexo. Já em abril deste ano, o ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi, manteve conversações no local com a homóloga norte-coreana, Choe Son-hui.</P><br />
<P>A visita de Xi ocorre menos de um mês depois de encontros separados em Pequim com o Presidente norte-americano, Donald Trump, e com Vladimir Putin.</P><br />
<P>A China continua a ser o principal parceiro económico e político da Coreia do Norte, que permanece sujeita a amplas sanções internacionais devido ao programa de armas nucleares.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773627]]></sapo:autor>
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		<title>Líder norte-coreano considera amizade com China a &#8220;principal tarefa estratégica&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 02:25:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O líder norte-coreano afirmou durante a cimeira realizada em Pyongyang com o Presidente chinês que a amizade com a China constitui a "principal tarefa estratégica" do seu país, informou hoje a agência estatal KCNA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder norte-coreano afirmou durante a cimeira realizada em Pyongyang com o Presidente chinês que a amizade com a China constitui a &#8220;principal tarefa estratégica&#8221; do seu país, informou hoje a agência estatal KCNA.</P><br />
<P>Durante o encontro de segunda-feira, integrado na primeira visita do Presidente chinês, Xi Jinping, à Coreia do Norte em sete anos, os dois líderes concordaram em abrir &#8220;um novo capítulo&#8221; nas relações bilaterais através do reforço dos intercâmbios e da cooperação em áreas como política, economia e cultura, segundo a KCNA.</P><br />
<P>Na segunda-feira, a agência de notícias chinesa Xinhua noticiou que Xi propôs também ao líder norte-coreano, Kim Jong-un, o reforço dos intercâmbios diplomáticos e militares, afirmando que as relações entre os dois países se encontram &#8220;num novo ponto de partida histórico&#8221;.</P><br />
<P>Ao contrário dos comunicados divulgados após o encontro entre ambos em Pequim, em setembro passado, os relatos da Xinhua e da KCNA não fizeram referência específica à situação na Península Coreana.</P><br />
<P>As informações também não mencionam a desnuclearização, os Estados Unidos ou a Coreia do Sul.</P><br />
<P>A KCNA indicou que os dois líderes discutiram o reforço da coordenação e cooperação estratégica entre os dois países perante a &#8220;complexa&#8221; situação política internacional, bem como a defesa da soberania, segurança e interesses de desenvolvimento de ambas as partes.</P><br />
<P>Embora não tenham sido divulgados detalhes sobre a agenda de Xi para o segundo e último dia da visita de Estado, a imprensa sul-coreana especula que o Presidente chinês poderá visitar a Torre da Amizade, monumento erguido para assinalar a participação do Exército de Voluntários do Povo Chinês na Guerra da Coreia (1950-1953), que já tinha visitado durante a deslocação à Coreia do Norte em 2019.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773626]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Brookings Institution vê China como principal beneficiária estratégica da guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 02:10:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Brookings Institution considera que a guerra entre EUA, Israel e Irão beneficiou estrategicamente a China, ao expor limites do poder norte-americano, aprofundar divisões entre Washington e aliados e abrir espaço para Pequim reforçar a influência global.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Brookings Institution considera que a guerra entre EUA, Israel e Irão beneficiou estrategicamente a China, ao expor limites do poder norte-americano, aprofundar divisões entre Washington e aliados e abrir espaço para Pequim reforçar a influência global.</P><br />
<P>Num artigo publicado hoje pelo grupo de reflexão (&#8216;think tank&#8217;) norte-americano, o diretor do Centro John L. Thornton para a China da Brookings, Ryan Hass, argumenta que o conflito confirmou a avaliação de Pequim de que não precisa de enfrentar diretamente Washington para elevar a sua posição na ordem internacional.</P><br />
<P>&#8220;Os Estados Unidos e Israel combateram o Irão, e a China venceu&#8221;, resume Hass, antigo diretor para a China no Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca durante a presidência de Barack Obama.</P><br />
<P>De acordo com o analista, muitos defensores da intervenção militar norte-americana acreditavam que uma derrota do Irão enfraqueceria a rede de parceiros da China e privaria Pequim do acesso a petróleo iraniano com desconto, que representava cerca de 13% das importações chinesas de crude.</P><br />
<P>No entanto, Hass sustenta que os acontecimentos recentes demonstraram o contrário. O investigador cita o historiador Robert Kagan para defender que Teerão poderá sair do conflito mais influente devido à capacidade de afetar a economia mundial através do controlo do estreito de Ormuz, por onde passa uma parte significativa do comércio global de energia.</P><br />
<P>Pequim observa, em simultâneo, os Estados Unidos a desgastarem-se numa nova frente de conflito, enquanto mantém os recursos concentrados naquela que considera a principal disputa geopolítica do século: a liderança tecnológica.</P><br />
<P>&#8220;Para a China, a hegemonia no Golfo Pérsico implicaria mais custos do que benefícios&#8221;, escreve Hass, defendendo que Pequim prefere manter relações com todos os países da região sem assumir responsabilidades sobre a segurança regional.</P><br />
<P>O especialista reconhece que a guerra também acarreta riscos para a China, incluindo perturbações no transporte marítimo através do estreito de Ormuz, preços mais elevados da energia e uma eventual desaceleração económica global.</P><br />
<P>Ainda assim, considera que o balanço estratégico favorece Pequim.</P><br />
<P>A análise destaca que a China já está a ajudar aliados dos Estados Unidos, como a Tailândia e as Filipinas, a suprir carências de combustível para aviação e outras importações energéticas, preenchendo um papel que tradicionalmente era desempenhado por Washington.</P><br />
<P>A médio prazo Pequim poderá beneficiar também da procura crescente por tecnologias de energia renovável, setor em que detém posições dominantes em áreas como painéis solares, turbinas eólicas, veículos elétricos e baterias.</P><br />
<P>Hass considera ainda que a guerra agravou tensões entre os Estados Unidos e aliados na Europa e no Médio Oriente, devido a divergências sobre a legitimidade, condução e consequências do conflito.</P><br />
<P>&#8220;Qualquer enfraquecimento da coesão das alianças reduz a possibilidade de uma resposta coordenada aos avanços chineses&#8221;, escreve.</P><br />
<P>O investigador prevê ainda que Pequim procure explorar politicamente as dificuldades norte-americanas para atingir objetivos estratégicos.</P><br />
<P>Os parceiros asiáticos poderão duvidar agora da disposição dos Estados Unidos para defender Taiwan caso Washington tenha dificuldades em lidar com &#8220;uma potência militar regional de segunda linha&#8221;, como o Irão.</P><br />
<P>O analista considera, no entanto, improvável que a China altere a sua abordagem em relação a Taiwan devido à guerra.</P><br />
<P>&#8220;O objetivo de Pequim é levar a população de Taiwan a aceitar que a melhor garantia de segurança e prosperidade passa pela integração com a China continental&#8221;, defende.</P><br />
<P>O especialista recorda, porém, que o país enfrenta desafios internos significativos, incluindo desemprego jovem elevado, fraca procura interna e níveis crescentes de endividamento.</P><br />
<P>&#8220;A liderança global continuará a ser disputada&#8221;, realça.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773625]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a subir 1,55%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 00:22:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,55% para 65.015,89 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,55% para 65.015,89 pontos, pouco depois da abertura da sessão.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, caía 0,18% para 3.897,75 pontos, às 09:14 locais (01:14 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773624]]></sapo:autor>
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		<title>OpenAI apresenta pedido de entrada em bolsa nos EUA sem data prevista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 23:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A OpenAI, empresa de inteligência artificial (IA) que desenvolveu o assistente ChatGPT, anunciou hoje que apresentou confidencialmente um pedido de entrada em bolsa nos Estados Unidos, sem data prevista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A OpenAI, empresa de inteligência artificial (IA) que desenvolveu o assistente ChatGPT, anunciou hoje que apresentou confidencialmente um pedido de entrada em bolsa nos Estados Unidos, sem data prevista.</P><br />
<P>&#8220;Apresentámos recentemente um pedido confidencial de registo S-1&#8221;, disse a OpenAI num breve comunicado, referindo-se à minuta do documento enviada à Comissão de Valores Mobiliários norte-americana(SEC), em preparação para a oferta pública de venda (OPV).</P><br />
<P>&#8220;Ainda não definimos uma data; pode demorar algum tempo, pois há coisas que queremos fazer que são provavelmente mais fáceis como empresa privada&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>&#8220;Mas é um conjunto complexo de considerações, e isso dá-nos a opção de abrir o capital mais cedo, se essa for, em última análise, a melhor estratégia&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>A empresa, liderada por Sam Altman, tem uma avaliação privada de mais de 850 milhões de dólares (737 milhões de euros), ficando atrás da Anthropic (cerca de 965 mil milhões de dólares) e da SpaceX (cerca de 1,77 biliões de dólares).</P><br />
<P>A OpenAI acompanha assim no mercado de capitais as rivais Anthropic, criadora do assistente Claude, e xAI, que recentemente entrou em bolsa e integrada na empresa aeroespacial SpaceX.</P><br />
<P>O Wall Street Journal noticiou no final de maio que a OpenAI estava a considerar uma OPV em setembro e a preparar a operação com o Goldman Sachs e o Morgan Stanley.</P><br />
<P>A OpenAI foi fundada em 2015 por Sam Altman, Greg Brockman, Elon Musk e outros empreendedores que procuravam avanços na IA e, após o lançamento do ChatGPT em 2022, tornou-se um dos líderes do setor.</P><br />
<P>O ChatGPT tem mais de 900 milhões de utilizadores ativos semanais e procura aumentar a sua capacidade de processamento para transformar o seu &#8216;chatbot&#8217; numa ferramenta de alta produtividade.</P><br />
<P>A OpenAI e Altman obtiveram uma vitória contra Musk em maio, depois de os tribunais norte-americanos terem rejeitado um processo interposto pelo magnata, que os acusava de priorizar o lucro em detrimento do interesse público.</P><br />
<P>As estreias em bolsa de algumas das maiores empresas privadas de IA coincidem com o forte apetite dos investidores pelo setor, impulsionado pela ascensão de gigantes como a Nvidia, a Microsoft, a Alphabet e a Amazon.  </P><br />
<P>A Anthropic informou no final de maio que reuniu 65 mil milhões de dólares em fundos privados, o que eleva a sua valoração para 965 mil milhões. </P><br />
<P>A empresa de IA avançou que está a ter a uma faturação anualizada de 47 mil milhões de dólares, com a venda da tecnologia a pessoas e organizações que usam a Claude para escrever código e outros trabalhos e tarefas pessoais. </P><br />
<P>Todas as três maiores empresas de IA continuam a perder dinheiro, o que está a alimentar receios quanto a uma eventual bolha especulativa na IA. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773622]]></sapo:autor>
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		<title>WhatsApp alarga a todos os utilizadores iOS capacidade de usar duas contas diferentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 23:50:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O WhatsApp disponibilizou a possibilidade de adicionar e gerir uma segunda conta nos smartphones iOS para todos os utilizadores, permitindo aos utilizadores aceder a contas diferentes na mesma aplicação e dispositivo, mantendo as suas conversas organizadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O WhatsApp disponibilizou a possibilidade de adicionar e gerir uma segunda conta nos smartphones iOS para todos os utilizadores, permitindo aos utilizadores aceder a contas diferentes na mesma aplicação e dispositivo, mantendo as suas conversas organizadas.</P><br />
<P>A empresa lançou inicialmente esta funcionalidade para o WhatsApp Business e estendeu-a aos dispositivos Android em agosto de 2023. </P><br />
<P>Depois, após ter iniciado os testes de adoção em dispositivos iOS em janeiro do ano passado, o WhatsApp lançou-a oficialmente para iPhones em março, embora inicialmente apenas disponível para um número limitado de utilizadores.</P><br />
<P>Agora, o WhatsApp começou a disponibilizar o suporte para a utilização de duas contas no mesmo dispositivo iOS a mais utilizadores a nível global, confirmou o portal especializado WaBetaInfo, através da mais recente atualização da aplicação de mensagens para iOS, disponível na App Store.</P><br />
<P>A utilização de duas contas no mesmo iPhone foi implementada para eliminar a necessidade de transportar dois telefones para separar os assuntos pessoais e profissionais. </P><br />
<P>Isto permite a gestão totalmente independente de diferentes conversas e utilizadores, sem a necessidade de um segundo dispositivo ou da utilização do WhatsApp Business, noticiou a agência Europa Press.</P><br />
<P>Oferece ainda notificações separadas e guarda individualmente as definições de cada conta, como opções de privacidade, perfis e gestão de armazenamento.</P><br />
<P>Para registar uma segunda conta no WhatsApp para iOS, os utilizadores devem selecionar a opção &#8220;Adicionar conta&#8221; nas definições da aplicação. Depois, basta introduzir o segundo número de telefone ou digitalizar o código QR da conta aberta noutro dispositivo para a ligar ao iPhone onde pretende utilizá-la.</P><br />
<P>Depois de ambas as contas estarem registadas, os utilizadores podem alternar entre elas selecionando a secção &#8220;Conta&#8221; e tocando em &#8220;Alternar conta&#8221;. Em alternativa, podem alternar premindo e mantendo premido o separador &#8220;Eu&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773620]]></sapo:autor>
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		<title>Investimento global em armas nucleares aumenta 19% para valor recorde de 103 MME em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 23:47:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As nove potências nucleares reconhecidas gastaram um valor recorde de 118,8 mil milhões de dólares (103 mil milhões de euros) em armamento atómico no ano passado, um aumento de 19%, segundo um estudo hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As nove potências nucleares reconhecidas gastaram um valor recorde de 118,8 mil milhões de dólares (103 mil milhões de euros) em armamento atómico no ano passado, um aumento de 19%, segundo um estudo hoje divulgado.</P><br />
<P>O trabalho realizado pela Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares (ICAN), uma coligação de organizações da sociedade civil vencedora do Prémio Nobel da Paz de 2017.</P><br />
<P>A coligação enfatizou que estes gastos alimentam o &#8220;atual cenário geopolítico perigoso&#8221;, no qual é amplamente reconhecido que o risco de utilização de armas nucleares em conflitos é o maior desde o fim da Guerra Fria.</P><br />
<P>&#8220;É inconcebível que estes nove países estejam a gastar milhares de milhões numa falsa promessa de segurança. As armas nucleares não podem ser utilizadas sem causar uma catástrofe&#8221;, alertou Susi Snyder, diretora de programas da ICAN e coautora do estudo, após a publicação do relatório.</P><br />
<P>Os Estados Unidos voltaram a liderar estes gastos, com uma soma superior à de todas as outras grandes potências juntas: 69,2 mil milhões de dólares (60 mil milhões de euros). </P><br />
<P>Segundo a ICAN, este montante seria suficiente para cobrir o atual orçamento das Nações Unidas durante 19 anos, uma organização que enfrenta graves restrições financeiras.</P><br />
<P>Os Estados Unidos registaram também o maior aumento das despesas, de 22%, seguidos pelo Paquistão (18%) e pelo Reino Unido (17%).</P><br />
<P>Em segundo lugar em termos absolutos ficou a China, com gastos em armas nucleares de 13,5 mil milhões de dólares (11,7 mil milhões de euros), seguida pelo Reino Unido, que, com 12,6 mil milhões de dólares (10,9 mil milhões de euros), ultrapassou a Rússia (9,5 mil milhões de dólares, ou 8,2 mil milhões de euros) em 2025.</P><br />
<P>Seguem-se a França (7,7 mil milhões de dólares, ou 6,7 mil milhões de euros), a Índia (2,8 mil milhões de dólares, ou 2,4 mil milhões de euros), o Paquistão (1,5 mil milhões de dólares, ou 1,3 mil milhões de euros), Israel (1,2 mil milhões de dólares, ou 1.000 milhões de euros) e a Coreia do Norte (656 milhões de dólares, ou 568 milhões de euros), segundo dados da ICAN.</P><br />
<P>A coligação que promove o Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares realçou que a perspetiva a longo prazo não mostra sinais de redução destas despesas, com potências como os Estados Unidos, a França e o Reino Unido empenhadas em programas de rearmamento que, em alguns casos, se estendem até ao século XXII.</P><br />
<P>&#8220;Os nove Estados planeiam manter e modernizar as suas forças nucleares durante décadas, desviando milhares de milhões de dólares das reais necessidades da humanidade&#8221;, salientou Alicia Sanders-Zakre, diretora de políticas da ICAN e coautora do relatório.</P><br />
<P>A coligação calculou que, por exemplo, os gastos diários em arsenais nucleares poderiam tirar dois milhões de pessoas da insegurança alimentar.</P><br />
<P>O relatório aponta ainda que o setor privado lucrou pelo menos 38 mil milhões de dólares em contratos de armas nucleares, com a lista de beneficiários encabeçada pelas empresas norte-americanas Honeywell (5,27 mil milhões de dólares), Lockheed Martin (4,509 mil milhões de dólares), Fluor (3,842 mil milhões de dólares) e Northrop Grumman (3,166 mil milhões de dólares).</P><br />
<P>Na lista constam também multinacionais bem conhecidas de outros setores, como o consórcio europeu Airbus (783 milhões de dólares em receitas relacionadas com armas nucleares), a empresa norte-americana Boeing (635 milhões de dólares) e a britânica Rolls-Royce (1,557 mil milhões de dólares). </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773619]]></sapo:autor>
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		<title>Governo Trump vai cobrar 650 euros por entrevistas de visto aceleradas em embaixadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 23:27:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Departamento de Estado norte-americano vai oferecer um serviço acelerado "premium" para estrangeiros que solicitam vistos de negócios ou de turismo para os Estados Unidos, que custará 750 dólares (650 euros).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Departamento de Estado norte-americano vai oferecer um serviço acelerado &#8220;premium&#8221; para estrangeiros que solicitam vistos de negócios ou de turismo para os Estados Unidos, que custará 750 dólares (650 euros).</P><br />
<P>Num aviso a ser publicado no Diário Oficial Federal esta semana, o departamento divulgará um programa piloto que permitirá aos requerentes de visto pagar 750 dólares &#8212; além da taxa inicial de 185 dólares &#8211; para agendar uma entrevista até 10 dias após o pagamento em embaixadas e consulados selecionados.</P><br />
<P>O programa-piloto vai funcionar de 01 de julho a 31 de dezembro, de acordo com documentos internos obtidos pela Associated Press e por um funcionário do Departamento de Estado, que falou sob anonimato.</P><br />
<P>A medida é uma possível tentativa de amenizar as condições impostas pelo governo de Donald Trump para dificultar as entradas no país. </P><br />
<P>O executivo intensificou o controlo sobre a maioria das formas de imigração, exigindo o pagamento de cauções de até 15.000 dólares para o processamento de vistos em alguns países, principalmente africanos, e a verificação de historial pessoal, incluindo contas de redes sociais.</P><br />
<P>As novas exigências levaram a atrasos no processamento de vistos em todo o mundo, gerando queixas.</P><br />
<P>O tempo de espera para entrevistas de visto para cidadãos de países que não fazem parte do Programa de Isenção de Vistos, como é o caso de Portugal, pode ser de vários meses, ou até mais. </P><br />
<P>O pagamento da taxa do &#8220;serviço adicional premium opcional&#8221; não garante a emissão do visto.</P><br />
<P>As embaixadas e consulados que irão oferecer o serviço expresso serão anunciados antes da entrada em vigor do programa, a partir de 01 de julho, e que poderá ser prolongado consoante a procura.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773618]]></sapo:autor>
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		<title>Apple tenta novamente a sua sorte na IA com a ajuda do seu rival Google</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 23:08:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Apple revelou segunda-feira a reformulação do seu assistente Siri transformado em inteligência artificial (IA) conversacional, mas apoiado na tecnologia do seu rival Google, dois anos depois do fracasso de uma primeira tentativa interna.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Apple revelou segunda-feira a reformulação do seu assistente Siri transformado em inteligência artificial (IA) conversacional, mas apoiado na tecnologia do seu rival Google, dois anos depois do fracasso de uma primeira tentativa interna.</P><br />
<P>Previsto para o outono, exceto na China e na Europa por questões regulamentares, o assistente da Apple, renomeado SiriAI, permitirá delegar a redação de emails, pesquisar através das aplicações ou deixar a ferramenta interpretar o que aparece no ecrã.</P><br />
<P>O assistente, que necessita de dispositivos recentes com chips Apple, baseia-se numa adaptação própria dos modelos Gemini do Google, aumentando a dependência do gigante de Cupertino em relação ao seu vizinho em Mountain View.</P><br />
<P>A Apple, que fez da privacidade dos dados um argumento comercial central, ao contrário do Google, insistiu várias vezes na apresentação baseada no facto de estas funções IA funcionarem apenas no seu ecossistema seguro.</P><br />
<P>A apresentação de hoje, como de costume pré-gravada, marcou a última aparição do chefe da Apple, Tim Cook, na abertura da conferência anual de criadores (WWDC): &#8220;foi a honra de uma vida&#8221;, declarou no final aquele que cederá a direção geral a partir de 01 de setembro a John Ternus, responsável pela engenharia de hardware. </P><br />
<P>Alguns minutos antes da transmissão da &#8220;keynote&#8221;, Tim Cook veio saudar uma última vez a comunidade de criadores reunida na Apple Park, enxugando uma lágrima sob uma salva de aplausos, conforme constatou um jornalista da agência de notícias francesa AFP. </P><br />
<P>Há dois anos, durante a mesma conferência, Tim Cook tinha anunciado que a Apple estava a alcançar um marco importante para integrar massivamente a IA generativa, acompanhando o frenesim que tomou conta do setor desde o lançamento do ChatGPT. </P><br />
<P>Mas, o lançamento nunca ocorreu. A tão esperada reformulação do assistente de voz Siri, elogiado nos anúncios do grupo, nunca se concretizou, custando à Apple uma ação coletiva de clientes americanos, que a empresa aceitou pagar este ano, de 250 milhões de dólares (216,8 milhões de euros).  </P><br />
<P>O atraso da Apple na corrida à IA não é um obstáculo para muitos analistas. Com mais de 2,5 mil milhões de dispositivos ativos, a Apple poderia sair-se bem quando os usos de IA para o público em geral chegarem à sua maturidade. </P><br />
<P>&#8220;A Apple está a fazer uma enorme aposta na IA: não ter de gastar centenas de mil milhões por ano em infraestruturas de IA (&#8230;) para colher os frutos&#8221;, escreve John Gruber, comentador muito seguido. </P><br />
<P>&#8220;A IA é uma tecnologia incrivelmente poderosa, capaz de moldar a sociedade a fundo&#8221;, declarou o responsável pelo software da Apple, Craig Federighi, no vídeo. </P><br />
<P>&#8220;No entanto, alguns parecem avançar de cabeça baixa, como se estivessem a perseguir a IA pela IA, sem real consideração pelas pessoas&#8221;, acrescentou, ao apoiar esta nova estratégia. </P><br />
<P>O grupo apresentou também longamente o reforço do controlo parental, no momento em que os gigantes americanos da tecnologia enfrentam uma pressão crescente da sociedade civil em relação à proteção de menores. </P><br />
<P>Apesar da ausência de uma oferta de IA competitiva, a ação da Apple desafiou amplamente a gravidade nos últimos dois anos. </P><br />
<P>A sua capitalização supera os 4.000 mil milhões de dólares, estando entre as três maiores do mundo, atrás da Nvidia e próxima do Google. </P><br />
<P>No trimestre encerrado em março, a Apple registou um lucro líquido de quase 30 mil milhões de dólares (+19%), impulsionado por vendas massivas do iPhone 17. </P><br />
<P>As dificuldades do grupo em desenvolver as suas ferramentas de IA de forma autónoma contrastam com a sua cultura de controlo total, desde os chips caseiros até aos softwares. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773616]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Médio Oriente: Israel interceta &#8220;alvo aéreo suspeito&#8221; proveniente do Iémen</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-israel-interceta-alvo-aereo-suspeito-proveniente-do-iemen/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 22:41:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Exército israelita adiantou hoje à noite que intercetou no sul do país um "alvo aéreo suspeito" proveniente do Iémen, sem registo de feridos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Exército israelita adiantou hoje à noite que intercetou no sul do país um &#8220;alvo aéreo suspeito&#8221; proveniente do Iémen, sem registo de feridos.</P><br />
<P>&#8220;Um alvo aéreo suspeito vindo do Iémen foi intercetado. O incidente está encerrado. Não há registo de feridos&#8221;, referiram as forças israelitas (IDF, na sigla em inglês), especificando que a interceção ocorreu na região de Eilat.</P><br />
<P>Pouco depois, também na rede social Telegram, as IDF reportaram toques das sirenes às 23:56 (21:56 em Lisboa) e 00:08 (22:08 em Lisboa), devido &#8220;à infiltração de uma aeronave hostil em várias zonas do norte de Israel&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Foi identificado um alvo aéreo suspeito. O incidente foi encerrado. Não houve registo de feridos&#8221;, pode ler-se.</P><br />
<P>Frequentemente regista-se o lançamento de mísseis a partir do território dos rebeldes Huthis, que controlam vastas zonas do noroeste do Iémen, incluindo a capital, Sana.</P><br />
<P>Os Huthis afirmaram hoje que os ataques do movimento xiita pró-iraniano contra Israel constituem uma forma de dissuasão para pôr fim à guerra no Médio Oriente e à impunidade do Estado judeu.</P><br />
<P>Os rebeldes Huthis elogiaram também no seu Parlamento &#8220;a operação heroica levada a cabo pela República Islâmica do Irão&#8221; na noite de domingo, em resposta ao ataque israelita contra os subúrbios meridionais de Beirute, no Líbano, uma ação que teve lugar no domingo apesar do acordo de cessar-fogo alcançado na semana passada.</P><br />
<P>Além disso, o Parlamento dos Huthis denunciou &#8220;o silêncio e a inação persistentes dos países árabes e da comunidade internacional face à agressão e à arrogância de Israel, que só podem ser dissuadidas pela força&#8221;.</P><br />
<P>Teerão lançou mísseis contra território israelita entre domingo e hoje, alegando estar a responder a um ataque aéreo israelita contra posições do Hezbollah nos subúrbios do sul de Beirute.</P><br />
<P>Os disparos iranianos levaram Israel a realizar novos ataques em retaliação, alimentando receios de uma escalada regional e colocando sob pressão a trégua alcançada há dois meses.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773615]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Ataques israelitas no sul do Líbano deixam14 mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 22:20:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataques israelitas hoje no sul do Líbano deixaram 14 mortos e 20 feridos, segundo as autoridades locais e a Cruz Vermelha, e Israel promete continuar a visar o Hezbollah pró iraniano, apesar das ameaças de represálias de Teerão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Ataques israelitas hoje no sul do Líbano deixaram 14 mortos e 20 feridos, segundo as autoridades locais e a Cruz Vermelha, e Israel promete continuar a visar o Hezbollah pró iraniano, apesar das ameaças de represálias de Teerão.</P><br />
<P>&#8220;O ataque do inimigo israelita ao amanhecer de hoje à aldeia de Zifta, na região de Nabatiyé&#8221;, fez sete mortos, tal como foi noticiado na altura, incluindo &#8220;uma criança síria e uma mulher, e oito feridos, incluindo duas mulheres&#8221;, anunciou o ministério libanês da Saúde num comunicado.</P><br />
<P>Ao anoitecer, o mesmo ministério indicou que um ataque a Tiro tinha causado cinco mortos e oito feridos. </P><br />
<P>&#8220;Uma incursão do inimigo israelita na cidade de Tiro, perto do centro da Cruz Vermelha, fez cinco mártires e oito feridos, dos quais quatro são socorristas da Cruz Vermelha&#8221;, precisou o ministério num comunicado. </P><br />
<P>Outro ataque durante a noite matou duas pessoas, uma das quais uma criança, e feriu dez pessoas em Marwanieh, no sul, segundo a mesma fonte.</P><br />
<P>Antes, o exército israelita tinha lançado um apelo à retirada das populações numa zona de Tiro.</P><br />
<P>Hoje, os ataques israelitas atingiram mais de quinze localidades no sul do Líbano, nomeadamente em Tiro, segundo a Agência Nacional de Informação Libanesa (ANI, oficial).       Um dos ataques &#8220;alvo um carro (&#8230;) perto de um edifício da Cruz Vermelha Libanesa&#8221; nesta cidade costeira, segundo a mesma fonte. </P><br />
<P>Quatro socorristas ficaram feridos neste ataque, alvejados por estilhaços de vidro, foram hospitalizados, segundo a Cruz Vermelha. </P><br />
<P>Um fotógrafo da agência de notícias francesa AFP viu uma espessa coluna de fumo erguer-se de uma estrada costeira da cidade. </P><br />
<P>O Hezbollah reivindicou por sua vez novos ataques contra forças israelitas no sul do Líbano, mas não contra o norte de Israel. </P><br />
<P>Por seu lado, o exército israelita afirmou que três projéteis tinham sido disparados do Líbano &#8220;em direção a militares israelitas em operação no sul do Líbano&#8221;, e que um projétil adicional &#8220;caiu perto das tropas&#8221; sem causar feridos. </P><br />
<P>Hoje, ao meio-dia, após ataques recíprocos desde a noite anterior entre o Irão e Israel, o comando das forças armadas iranianas anunciou &#8220;a cessação da operação&#8221;, qualificada de &#8220;resposta severa&#8221; a Israel. </P><br />
<P>Mas, advertiu que &#8220;no caso de continuar a agressão e as hostilidades, incluindo no sul do Líbano, serão realizadas ações muito mais severas e repressivas do que antes&#8221;. </P><br />
<P>O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, respondeu que o seu país &#8220;continuará a agir contra o Hezbollah&#8221;. E prometeu que &#8220;qualquer tentativa iraniana de estabelecer uma ligação entre o Líbano e o Irão com o objetivo de atacar Israel receberá uma resposta em grande força&#8221;. </P><br />
<P>Teerão insiste em tratar ao mesmo tempo o conflito entre Israel e o Hezbollah, e o mais amplo no Médio Oriente, enquanto os Estados Unidos desejam gerir o dossier libanês numa fase posterior. </P><br />
<P>Israel tinha realizado, no domingo, um ataque à periferia sul de Beirute, reduto do Hezbollah, que provocou duas mortes, como resposta aos disparos dirigidos para o seu território, após ter avisado que atacaria Beirute, em caso de ataques do Hezbollah contra o seu território. </P><br />
<P>Tratava-se dos primeiros ataques à periferia sul da capital desde um novo acordo de cessar-fogo anunciado na quarta-feira, após uma quarta sessão de negociações entre o Líbano e Israel em Washington. </P><br />
<P>Uma trégua anterior tinha sido anunciada a 17 de abril sem nunca ter sido respeitada. </P><br />
<P>Desde o início, a 02 de março, da nova guerra no Líbano entre o Hezbollah pró-iraniano e Israel, os ataques israelitas provocaram mais de 3.600 mortes, segundo as autoridades.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773614]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Justiça italiana investiga Ben Gvir por capturar ativistas da flotilha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 21:58:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A procuradoria de Roma está a investigar o ministro da Segurança Interna israelita, Itamar Ben Gvir, por suspeita de captura de ativistas da flotilha humanitária Global Sumud, intercetada em águas internacionais pelas forças israelitas quando se dirigia para Gaza.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A procuradoria de Roma está a investigar o ministro da Segurança Interna israelita, Itamar Ben Gvir, por suspeita de captura de ativistas da flotilha humanitária Global Sumud, intercetada em águas internacionais pelas forças israelitas quando se dirigia para Gaza.</P><br />
<P>A decisão da justiça da capital italiana foi tomada após uma queixa apresentada pelos próprios ativistas, quando regressaram de Israel, para onde foram levados contra a sua vontade. </P><br />
<P>Os ativistas alegam, em concreto, ter sido raptados e sujeitos a tortura.</P><br />
<P>A investigação considera possíveis crimes de tortura, sequestro, danos resultantes de naufrágio e roubo.</P><br />
<P>O Ministério Público e os Carabinieri já recolheram depoimentos de vários participantes na missão de solidariedade pró-Palestina, tendo sido também anexado ao processo um vídeo publicado nas redes sociais pelo próprio Ben Gvir, que mostra o ministro a caminhar entre os ativistas algemados e ajoelhados no porto de Ashdod, enquanto goza com estes.</P><br />
<P>Ben Gvir afirmou que não se sente intimidado pela investigação em Itália.</P><br />
<P>&#8220;Israel não é saco de pancada para um bando de mentirosos e simpatizantes do terrorismo que inventam mentiras contra os nossos combatentes&#8221;, frisou, citado pelo jornal &#8220;The Times of Israel&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não me vão intimidar com este tipo de investigação. Continuarei firme, orgulhoso, ao lado dos nossos combatentes&#8221;, acrescentou o também líder do partido de extrema-direita Poder Judaico.</P><br />
<P>Os ativistas relataram ter sido sujeitos a choques elétricos, balas de borracha, assédio e agressões sexuais. Denunciaram também abusos físicos e psicológicos.</P><br />
<P>Pelo menos 35 pessoas sofreram fraturas nas costelas e foram registadas doze queixas de agressão sexual. </P><br />
<P>A maioria das embarcações da Flotilha Global Sumud partiu da Sicília em 26 de abril, após a sua partida inicial de Barcelona, e foi travada pelas forças israelitas na noite de 29 de abril perto da ilha grega de Creta, em águas internacionais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773613]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha sem rumo mas a regressar aos valores tecnológicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 21:29:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje sem rumo, com os investidores a regressarem aos valores tecnológicos, depois de uma onda de vendas na segunda metade da semana passada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje sem rumo, com os investidores a regressarem aos valores tecnológicos, depois de uma onda de vendas na segunda metade da semana passada. </P><br />
<P>Os resultados da sessão indicam que o índice tecnológico Nasdaq progrediu 0,86% e o alargado S&amp;P500 avançou 0,30%, enquanto o seletivo Dow Jones Industrial Average recuou 0,16%.</P><br />
<P>&#8220;Parecia lógico assistir-se hoje a algumas compras a bom preço, depois do fecho muito mau na sexta-feira&#8221;, comentou Steve Sosnick, da Interactive Brokers, em declarações à AFP.</P><br />
<P>Os valores ligados à inteligência artificial (IA), particularmente castigados na semana passada, foram hoje os mais procurados. </P><br />
<P>A Nvidia, primeira capitalização bolsista mundial, avançou 1,73% e voltou a passar o limiar simbólico dos cinco biliões (milhão de milhões) de dólares. </P><br />
<P>Outros grandes nomes do setor também viveram um dia bom, como Intel (+11,19%), AMD (+5,14%), Micron (+9,87%) ou Qualcomm (+0,85%).</P><br />
<P>&#8220;São essencialmente os setores da tecnologia e da energia que fizeram hoje o mercado subir&#8221;, avançou Sosnick.</P><br />
<P>&#8220;Constata-se uma diminuição da atividade no resto do mercado&#8221;, salientaram os analistas da Briefing.com, o que explica a retração do Dow Jones, integrado por valores mais tradicionais.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, os investidores estiveram atentos à geopolítica, como o anúncio de uma paragem das hostilidades entre Israel e Irão, depois dos ataques recíprocos durante o fim de semana.  </P><br />
<P>Donald Trump, que não tem escondido as suas divergências com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, deu mesmo um murro na mesa. </P><br />
<P>&#8220;Os investidores estão convencidos que Trump não quer continuar com esta guerra&#8221;, disse John Kilduff, da Again Capital, à AFP.</P><br />
<P>&#8220;Mas é evidente que ainda existem operações relacionadas que continuam (&#8230;). É um vai-e-vem constante&#8221;, acrescentou. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773611]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Zelensky conversou com enviados dos EUA para reativar negociações de paz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 21:14:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, falou hoje por telefone com os enviados norte-americanos, Steve Witkoff e Jared Kushner, num esforço para reativar as negociações e encontrar uma solução para a guerra com a Rússia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, falou hoje por telefone com os enviados norte-americanos, Steve Witkoff e Jared Kushner, num esforço para reativar as negociações e encontrar uma solução para a guerra com a Rússia.</P><br />
<P>&#8220;Estou grato pela sua disponibilidade em trabalhar o mais ativamente possível nas próximas semanas para revitalizar a diplomacia com o objetivo de pôr fim à guerra da Rússia contra a Ucrânia&#8221;, frisou Zelensky nas suas redes sociais após a chamada telefónica.</P><br />
<P>&#8220;Entendemos que a atenção mundial está focada na situação em torno do Irão. Mas o nosso objetivo comum de paz na Europa continua na agenda&#8221;, frisou ainda, acrescentando que teve esta conversa &#8220;muito positiva&#8221; durante uma escala na Moldova.</P><br />
<P>Zelensky referiu que foram discutidas &#8220;as perspetivas no contexto da cimeira do G7 (prevista para meados de junho em França) e de outros acontecimentos em junho&#8221;, especificando que forneceu aos seus interlocutores informações sobre as intenções de Moscovo.</P><br />
<P>O líder ucraniano mencionou repetidamente a possibilidade de uma visita dos dois enviados a Kiev, a primeira desde o início da invasão russa em grande escala, em fevereiro de 2022.</P><br />
<P>No início de junho, Zelensky lamentou que a organização desta visita estivesse a demorar &#8220;demasiado tempo&#8221;, ao mesmo tempo que reconhecia que o Irão era, naquele momento, o &#8220;problema número um&#8221; de Washington.</P><br />
<P>Nos últimos meses, várias rondas de negociações sob os auspícios dos Estados Unidos não conseguiram aproximar Kiev e Moscovo de um acordo, com o processo a ficar cada vez mais emperrado à medida que a atenção de Washington se voltava para o Irão.</P><br />
<P>Na semana passada, Volodymyr Zelensky propôs um encontro bilateral com o seu homólogo russo, Vladimir Putin, para negociar uma saída para o conflito.</P><br />
<P>Mas Putin rejeitou a ideia, exigindo um acordo final antes de qualquer reunião.</P><br />
<P>Moscovo exige concessões políticas e territoriais à Ucrânia, incluindo uma retirada total da região de Donetsk (leste). Kiev rejeita estas exigências, considerando-as equivalentes à capitulação.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773610]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: PR entrega bandeira de Portugal à comitiva para ser usada na final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 21:02:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República, António José Seguro, entregou hoje uma bandeira nacional à seleção portuguesa de futebol, para que esta a possa utilizar após a final do Mundial2026, manifestando esperança de que se sagre campeã.</P><br />
<P>&#8220;O país acredita em vós. Façam-nos sonhar e tragam para Portugal a taça que nos falta. Vamos todos torcer por vocês. Acredito que, com o vosso entusiasmo, força, fibra, talento e trabalho, isso é possível. Entrego hoje, simbolicamente, a bandeira nacional, para que todos a possam transportar no dia 19 de julho. Será o sinal que conseguimos e que o sonho se tornou realidade e são de novo os campeões, mas, desta vez, campeões do mundo&#8221;, afirmou, numa cerimónia na Cidade do Futebol.</P><br />
<P>Foi com este mote que António José Seguro visitou a comitiva que vai disputar o Campeonato do Mundo, numa organização tripartida entre Estados Unidos da América, Canadá e México, que arranca na quinta-feira e termina em 19 de julho. </P><br />
<P>&#8220;Joguem uns pelos outros, trabalhem uns pelos outros, joguem e trabalhem em memória do nosso Diogo Jota também. Quero que saibam que, mais importante do que tudo, está a alegria e o orgulho de vestir a camisola das &#8216;quinas'&#8221;, apelou.</P><br />
<P>O Presidente da República lembrou que, a torcer, vão estar todos os portugueses que vivem no país, os portugueses que vivem &#8220;espalhados pelo mundo&#8221; e ainda muitos que, não sendo portugueses, &#8220;se identificam com o espírito e entusiasmo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Num torneio desta dimensão, também se passa por muitas dificuldades e muitas exigências, mas é aí que se mostra a fibra e a alma de ser português. Nessa altura, estarão milhões de pessoas em todos os cantos do mundo a torcer por vós e a dar-vos o máximo apoio&#8221;, frisou o Chefe de Estado, eleito em março deste ano.</P><br />
<P>Pelas mãos do capitão Cristiano Ronaldo, António José Seguro recebeu também a camisola oficial da equipa das &#8216;quinas&#8217;, personalizada com o seu nome, além de um busto com essa mesma camisola representada, entregue pelo presidente da Federação Portuguesa Futebol (FPF), Pedro Proença.</P><br />
<P>&#8220;A seleção nacional parte em breve para um desafio de enorme exigência, mas fá-lo com a confiança de saber que leva consigo o apoio de todo o país. O exemplo, dedicação e espírito ao serviço público de vossa excelência é uma inspiração para a nossa seleção. Tal como no exercício das mais altas funções de Estado, também o futebol se exige de amor, compromisso e sentido de missão&#8221;, salientou Proença.</P><br />
<P>O presidente da FPF apontou o significado e a importância do futebol na vida coletiva, sendo um espaço de &#8220;identidade, coesão e esperança&#8221;, e espera que a seleção corresponda às expectativas depositadas.</P><br />
<P>No final da cerimónia, o Presidente da República e o líder da FPF juntaram-se ao selecionador Roberto Martínez e a todos os 27 futebolistas convocados para uma fotografia oficial e para juntos entoarem o hino oficial do país, A Portuguesa.</P><br />
<P>&#8220;A sua presença aqui representa a união de todos os portugueses à volta da nossa equipa e dá-nos ainda mais força para os desafios que temos pela frente. A nossa seleção vai dar tudo por Portugal e vai entrar em campo com a responsabilidade de levar os sonhos de milhões de portugueses&#8221;, disse o selecionador de Portugal, o espanhol Roberto Martínez, na qualidade de porta-voz de toda a comitiva lusa.</P><br />
<P>Portugal viaja na sexta-feira rumo a Palm Beach, em Miami, na Florida, onde vai &#8216;montar&#8217; o seu centro de estágio, iniciando a prova inserido no Grupo K, tendo a estreia marcada para 17 de junho frente à República Democrática do Congo, em Houston, numa partida com início agendado para as 12:00 locais (18:00 horas de Lisboa).</P><br />
<P>Segue-se o estreante Uzbequistão, em 23 de junho, também em Houston e igualmente com início agendado para as 12:00 (18:00), ficando o grupo fechado em 27 de junho, com Portugal a defrontar a Colômbia, em Miami, num jogo que começa às 19:30 (00:30 de 28 de junho).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773609]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Trump instou Netanyahu a ter &#8220;muito cuidado&#8221; para não ficar sozinho na guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 20:50:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, avisou o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, numa conversa recente, que poderá ficar "sozinho contra o Irão muito em breve" se não tiver "muito cuidado".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, avisou o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, numa conversa recente, que poderá ficar &#8220;sozinho contra o Irão muito em breve&#8221; se não tiver &#8220;muito cuidado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Deve ter muito cuidado com o que faz, porque pode acabar sozinho contra o Irão muito em breve&#8221;, disse Trump, segundo o próprio Presidente norte-americano em declarações a Barak Ravid, do Canal 12 de Israel.</P><br />
<P>Trump pediu a Netanyahu que não respondesse ao ataque com mísseis iranianos na noite de domingo, mas Israel decidiu retaliar na mesma e só informou Washington à última hora. </P><br />
<P>&#8220;Já estavam a caminho do Irão. Consegui reduzir o alcance do ataque&#8221;, explicou Trump.</P><br />
<P>Além disso, Trump revelou que cinco países da região do Golfo Pérsico que participam no processo de negociação pediram a sua ajuda para evitar uma escalada.</P><br />
<P>Por fim, segundo Trump, o Irão transmitiu a mensagem de que &#8220;não iria realizar mais ataques contra Israel&#8221; e pediu aos Estados Unidos que pressionassem Israel para cessar os ataques. </P><br />
<P>&#8220;Liguei ao &#8216;Bibi&#8217; (Netanyahu) e fi-lo parar&#8221;, apontou o republicano.</P><br />
<P>Trump insistiu ainda que um acordo vantajoso com o Irão está próximo e que Teerão deseja assiná-lo.</P><br />
<P>As Forças Armadas do Irão anunciaram hoje o fim dos seus ataques contra Israel, após o lançamento de mísseis em resposta ao bombardeamento levado a cabo no domingo pelo exército israelita contra a capital do Líbano, Beirute, embora tenham prometido &#8220;medidas muito mais duras e esmagadoras&#8221; se Israel &#8220;continuar as suas agressões&#8221;, também em território libanês.</P><br />
<P>O Irão defende que o Líbano deve ser abrangido pelo cessar-fogo e ameaçou responder contra a ofensiva israelita no sul do Líbano contra o movimento xiita Hezbollah.</P><br />
<P>Contudo, Israel afirmou que vai prosseguir com os seus ataques no Líbano.</P><br />
<P>Teerão lançou mísseis contra território israelita entre domingo e hoje, alegando estar a responder a um ataque aéreo israelita contra posições do Hezbollah nos subúrbios do sul de Beirute.</P><br />
<P>Os disparos iranianos levaram Israel a realizar novos ataques em retaliação, alimentando receios de uma escalada regional e colocando sob pressão a trégua alcançada há dois meses.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773608]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Livro reúne 108 vozes para &#8220;elevar o debate&#8221; sobre habitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 20:17:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O livro &#8220;108 vozes pela habitação&#8221;, hoje lançado na Feira do Livro de Lisboa, pretende &#8220;elevar o debate&#8221; sobre &#8220;um tema que mobiliza o país&#8221;.</P><br />
<P>A secretária de Estado da Habitação fez a apresentação da coletânea, editada pela Oficina do Livro/Leya e coordenada pelo Iscte Executive Education. </P><br />
<P>&#8220;É muito importante elevar o debate da habitação&#8221;, saudou Patrícia Gonçalves Costa, também ela autora de um dos 108 textos, destacando o pensamento &#8220;plural&#8221; e &#8220;informado&#8221; do livro.</P><br />
<P>Reunir 108 vozes pela habitação &#8220;é um claro sinal de que a habitação deixou de ser apenas um tema setorial de uma política pública, ela é, acima de tudo, um reflexo de uma coesão territorial (&#8230;) e pode e deve vir a ser um sinal de competitividade do nosso país também (&#8230;) da qualidade da nossa democracia&#8221;, realçou.</P><br />
<P>Entre os autores dos textos que fazem as mais de 700 páginas do livro há pessoas de &#8220;diversos quadrantes, diversas áreas, quer empresariais, quer de formação&#8221;, apontou à Lusa Ana Maria Simões, da comissão executiva do Iscte Executive Education, recordando que as &#8220;vozes&#8221; são uma coleção que o instituto tem desenvolvido sobre vários temas que considera relevantes.</P><br />
<P>&#8220;Nesta fase achámos que seria toda a relevância olhar para a habitação, não só através dos olhos das pessoas que trabalham e que se envolvem na temática da habitação, mas também pelos olhos da sociedade civil e das pessoas que de alguma forma também se sentem na pele ou têm algo a dizer sobre os problemas da habitação&#8221;, justificou.</P><br />
<P>Os textos assumem essencialmente o formato de opinião, &#8220;não são textos de natureza científica&#8221;, pois o livro está &#8220;virado para um público alargado&#8221;, situou. </P><br />
<P>As 108 vozes foram algumas das muitas que responderam ao apelo por contributos, acrescentou José Crespo de Carvalho, coordenador da coletânea salientando que a habitação &#8220;é um tema que mobiliza o país&#8221;.</P><br />
<P>Os textos abordam a oferta, a procura, a regulação, os consumidores. &#8220;Queremos afastar uma discussão técnica da discussão política&#8221;, realçou, reconhecendo que a habitação tem &#8220;um cunho político, como é óbvio&#8221;.</P><br />
<P>Para tal, a obra reúne &#8220;pessoas que estejam em lugares que possam tecnicamente contribuir para soluções e não necessariamente tornar isto apenas um debate político no sentido convencional&#8221;, identifica.</P><br />
<P>A secretária de Estado da Habitação apontou a necessidade de &#8220;perceber quais são os erros, para conseguirmos construir diferente&#8221;, mas &#8220;sem diabolizar nada do que está feito no passado&#8221; e mantendo &#8220;o que está bem feito&#8221;.</P><br />
<P>Assinalando que Portugal foi respondendo, em matéria de habitação, &#8220;em situações recorrentes de emergências sociais&#8221;, Patrícia Gonçalves Costa considerou que isso explica &#8220;esta forma de legislar [que] acaba por ser fragmentada&#8221;, assente em &#8220;políticas públicas desgarradas e medidas avulso que em nada contribuem para um equilíbrio e a sustentabilidade&#8221;.</P><br />
<P>Além disso, &#8220;faltou o planeamento&#8221; e &#8220;houve incapacidade de criar escala de ação&#8221; e de envolver todos.</P><br />
<P>&#8220;A habitação não é um problema isolado, nem nunca foi, a habitação faz-se de uma mescla de várias dimensões da economia, da mobilidade, dos transportes, da tecnologia, da política pública e do nosso território e das nossas pessoas&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>A secretária de Estado elencou as medidas do atual Governo para responder à crise habitacional, referindo, nomeadamente, que foram identificados 14 imóveis devolutos do Estado &#8211; o que levou uma pessoa que assistia à sessão a questionar, em voz alta, &#8220;só?&#8221;.</P><br />
<P>Esses imóveis poderão &#8220;previsivelmente&#8221; resultar em &#8220;cinco mil casas para habitação acessível, em que o promotor celebra com o Estado o contrato de concessão e nesse período ele constrói a resposta e a renda para a habitação acessível&#8221;, detalhou Patrícia Gonçalves Costa, acrescentando que, &#8220;entre 2024 e 2025, foram transferidos 74 imóveis do Estado para 48 autarquias, num investimento de 62 milhões&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Estado está a fazer o seu papel naquilo que é a cedência do património devoluto. (&#8230;) O aumento da resposta pública é fundamental, porque, quando o mercado falha, o público não pode falhar&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>No texto que escreveu para o livro, a governante defende que só se vai &#8220;conseguir ultrapassar esta crise habitacional com qualidade (&#8230;) em toda a cadeia de produção&#8221; da habitação. </P><br />
<P>&#8220;O nosso parque público é demasiado estigmatizado, é demasiado codificado, temos uma arquitetura com grandes deficiências, materiais de construção mais pobres, falta de integração territorial&#8221;, constatou, defendendo &#8220;uma oferta com mais qualidade, com mais integração urbanística&#8221;.</P><br />
<P>Hoje em dia &#8211; observou -, &#8220;quem procura casa pública já não é aquela família historicamente carenciada, o perfil mudou&#8221;, são os jovens, os seniores, as famílias monoparentais, a classe média.</P><br />
<P>&#8220;Esta evolução precisa de uma resposta diferenciada, precisa de novas formas de habitar&#8221;, defendeu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773607]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: ONU alerta que conflito está a intensificar-se e avizinha-se escalada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 20:04:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ONU alertou hoje que a guerra entre a Rússia e a Ucrânia está a intensificar-se e que se avizinha uma escalada ainda maior, apelando às partes para que retomem o caminho da diplomacia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ONU alertou hoje que a guerra entre a Rússia e a Ucrânia está a intensificar-se e que se avizinha uma escalada ainda maior, apelando às partes para que retomem o caminho da diplomacia.</P><br />
<P>De acordo com a subsecretária-geral da ONU para Assuntos Políticos e de Consolidação da Paz, Rosemary DiCarlo, a &#8220;Ucrânia continua a melhorar a sua capacidade de prejudicar os esforços logísticos da Rússia, enquanto as forças russas exploram a sua considerável capacidade de lançar ataques com mísseis e drones de longo alcance em todo o território ucraniano&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não há sinais de que [o conflito] vá diminuir&#8221;, frisou DiCarlo numa reunião do Conselho de Segurança da ONU convocada a pedido da Ucrânia.</P><br />
<P>A representante das Nações Unidas sublinhou que a guerra na Ucrânia está atualmente mais mortífera do que em qualquer outro momento desde o início da invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia, em 2022.</P><br />
<P>&#8220;Cada ano subsequente da guerra registou mais civis mortos do que o anterior. Entretanto, em toda a região, crescem as preocupações com o risco de uma escalada ainda maior. De forma alarmante, os últimos meses testemunharam alguns dos ataques aéreos mais extensos da guerra&#8221;, recordou, fazendo referência ao ataque lançado por Moscovo no início do mês e que foi um dos maiores bombardeamentos com mísseis e drones registados na Ucrânia, destruindo casas, instalações médicas, infraestruturas energéticas e outros bens civis essenciais.</P><br />
<P>Embora o Gabinete do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) ainda esteja a verificar os dados, os números preliminares indicam que as baixas civis em maio passado ultrapassaram as registadas em abril, avançou hoje DiCarlo.</P><br />
<P>Desde o início da invasão em grande escala, a ONU confirmou a morte de 15.850 civis, incluindo 791 crianças, na Ucrânia. Outros 44.809,incluindo 2.752 crianças, ficaram feridos.</P><br />
<P>&#8220;Os números reais são provavelmente significativamente mais elevados&#8221;, sublinhou a organização.</P><br />
<P>Ao saudar a recente troca de prisioneiros de guerra entre Kiev e Moscovo na semana passada, Rosemary DiCarlo instou hoje a que sejam tomadas medidas adicionais para o regresso imediato de todas as crianças ucranianas deportadas e transferidas à força pela Rússia.</P><br />
<P>No entanto, a subsecretária-geral frisou que a guerra está agora numa &#8220;fase perigosa e avizinha-se uma escalada ainda maior&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As partes devem retomar o caminho da diplomacia. Ainda não é tarde para retomar o diálogo e as negociações de boa-fé. A segurança e a estabilidade a longo prazo da Europa dependem de esforços diplomáticos concertados e inclusivos para pôr fim a esta guerra&#8221;, insistiu, defendendo um cessar-fogo imediato, pleno e incondicional.</P><br />
<P>Na mesma reunião, o representante do gabinete de Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU, Indrika Ratwatte, indicou que, entre a passada sexta-feira e as primeiras horas de hoje, pelo menos 30 civis foram mortos e mais de 200 ficaram feridos em toda a Ucrânia, incluindo crianças.</P><br />
<P>Ratwatte destacou que a escala e a intensidade dos ataques aos grandes centros estão a aumentar, levando a guerra ainda mais para as zonas urbanas populosas.</P><br />
<P>Ainda de acordo com Ratwatte, a Ucrânia continua a ser uma das maiores crises humanitárias do mundo, com 10,8 milhões de pessoas a necessitarem de assistência humanitária.</P><br />
<P>&#8220;No entanto, recebemos menos de metade do financiamento necessário para as alcançar&#8221;, lamentou, pedindo o financiamento necessário para que as organizações humanitárias se mantenham presentes onde as necessidades são maiores.</P></p>
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