Um sismo de magnitude 4.7 na escala de Richter foi registado esta segunda-feira, pelas 13h24, na Área Metropolitana de Lisboa. O abalo teve epicentro a cerca de 14 quilómetros a oeste-sudoeste do Seixal e foi sentido com intensidade em vários pontos da região. O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, confirmou que recebeu informações imediatas sobre o evento e destacou que, até ao momento, não há registo de danos significativos.
De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e o Centro Sismológico Euro-Mediterrânico (EMSC), o sismo foi amplamente sentido na Área Metropolitana de Lisboa, incluindo Lisboa e Setúbal. Nas redes sociais e em plataformas de monitorização sísmica, várias pessoas relataram a perceção do abalo, descrevendo-o como breve, mas intenso.
O IPMA esclareceu que, com base nos dados disponíveis, o sismo foi sentido, mas sem indicação inicial de danos materiais ou vítimas. “De acordo com a informação disponível, este sismo foi sentido, devendo em breve ser emitido novo comunicado com informação instrumental e microssísmica atualizada”, referiu o instituto em comunicado, acrescentando que, caso seja necessário, serão emitidas novas informações.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, reagiu ao sismo, revelando que foi informado de imediato pelo primeiro-ministro sobre o evento. “Logo que aconteceu, recebi informação do primeiro-ministro, de imediato, com toda a informação preliminar, e dizia que até aquele momento não havia registo de danos significativos”, declarou o chefe de Estado.
O Presidente acrescentou que as atualizações recebidas posteriormente mantiveram essa indicação. “As informações que chegaram a seguir, até agora, foram nesse sentido”, afirmou.
Marcelo Rebelo de Sousa confirmou ainda que sentiu o sismo em Belém “intensamente”, mas sublinhou que há um fator positivo a retirar deste evento sísmico. “Felizmente há uma boa notícia, pode querer dizer que, ao contrário de outros sismos de que recordo, tem havido mais cuidado na construção”, destacou, sugerindo que os edifícios modernos poderão estar melhor preparados para resistir a tremores de terra.








