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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 25 Jun 2026 06:54:27 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Ébola: República Democrática do Congo eleva número de mortos para 291</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 06:54:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) aumentou o número de mortos para 291 e o de casos confirmados para 1.118, no surto de ébola declarado no leste do país a 15 de maio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) aumentou o número de mortos para 291 e o de casos confirmados para 1.118, no surto de ébola declarado no leste do país a 15 de maio.</P><br />
<P>O anterio balanço apontava para 1.096 infetados e 277 mortes na RDCongo, que é um dos mais pobres do mundo. Outros casos foram detetados no vizinho Uganda e, na quarta-feira, foi registado o primeiro caso positivo em França.</P><br />
<P>Foi a primeira vez que um caso de Ébola é diagnosticado em França, num médico humanitário que regressava de uma missão na RDCongo.</P><br />
<P>No entanto, muitos especialistas consideram provável que a dimensão da epidemia esteja a ser subestimada, uma vez que esta atinge regiões muito remotas e algumas em conflito.</P><br />
<P>De acordo com o boletim divulgado na noite de quarta-feira pelo Ministério da Comunicação e Media da RDCongo, com dados recolhidos até 23 de junho, a taxa de letalidade está atualmente nos 26%.</P><br />
<P>Um total de 408 doentes estão &#8220;em isolamento/hospitalizados&#8221;, e a taxa de rastreio de contactos atingiu os 77,1%, enquanto 122 pessoas recuperaram da doença.</P><br />
<P>&#8220;Os esforços de vigilância, assistência e rastreio de contactos continuam nas áreas afetadas&#8221;, sublinharam as autoridades.</P><br />
<P>O surto foi oficialmente declarado a 15 de maio em Ituri, província fronteiriça com o Uganda e o Sudão do Sul e epicentro da epidemia, mas desde então alastrou às províncias congolesas de Kivu do Norte e Kivu do Sul.</P><br />
<P>A epidemia alastrou também ao Uganda, onde foram detetados 20 casos confirmados, incluindo 15 casos considerados importados da RDCongo, tendo sido registadas duas mortes.</P><br />
<P>O surto corresponde à estirpe Bundibugyo, cuja taxa de letalidade varia entre os 30% e os 50% e para a qual não existe vacina ou tratamento específico autorizado, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), que considera o risco de propagação do surto como elevado na África Subsariana e baixo à escala global.</P><br />
<P>A OMS estima que o vírus tenha começado a circular em Ituri cerca de dois meses antes da declaração do surto e declarou a epidemia, a 17 de maio, uma &#8220;emergência de saúde pública de importância internacional&#8221;.</P><br />
<P>A OMS tinha indicado, em meados de junho, que a transmissão da epidemia está a acelerar na RDCongo, apesar do reforço das medidas de resposta sanitária.</P><br />
<P>Em maio a organização apelou a um cessar-fogo imediato no leste da RDCongo para ajudar a conter a epidemia.</P><br />
<P>Esta é já a terceira pior epidemia de ébola da história registada.</P><br />
<P>O pior surto atingiu a África Ocidental entre 2014 e 2016 e fez cerca de 11 mil mortos e 28 mil infectados.</P><br />
<P>O vírus do Ébola transmite-se por contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e causa febre hemorrágica grave, vómitos, diarreia e hemorragias internas.</P><br />
<P>O Ébola matou mais de 15 mil pessoas em África nos últimos 50 anos. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781384]]></sapo:autor>
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		<title>Governo Regional da Madeira acompanha evolução da situação na Venezuela após sismos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 06:54:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Governo Regional da Madeira manifestou hoje profunda solidariedade para com o povo venezuelano após os dois sismos registados na quarta-feira na Venezuela, onde vive uma grande comunidade madeirense, sublinhando estar a acompanhar a situação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Governo Regional da Madeira manifestou hoje profunda solidariedade para com o povo venezuelano após os dois sismos registados na quarta-feira na Venezuela, onde vive uma grande comunidade madeirense, sublinhando estar a acompanhar a situação.</P><br />
<P>Dois sismos de 7,2 e 7,5 na escala de Richter foram registados na Venezuela, pelas 18:00 de quarta-feira (23:00 em Lisboa), causando até ao momento, segundo a presidente interina do país, Delcy Rodríguez, pelo menos 32 mortos e mais de 700 feridos.</P><br />
<P>&#8220;Perante os dois fortes sismos que atingiram a Venezuela nas últimas horas, causando elevados danos materiais e afetando inúmeras famílias, o Governo Regional da Madeira manifesta a sua mais profunda solidariedade para com o povo venezuelano, em particular com as comunidades mais atingidas por esta tragédia&#8221;, refere Miguel Albuquerque em comunicado.</P><br />
<P>Na nota, Miguel Albuquerque indica que a Região Autónoma da Madeira está a acompanhar &#8220;com grande preocupação a evolução da situação e expressa sentidas condolências às famílias das vítimas, bem como votos de rápida recuperação para todos os feridos e desalojados&#8221;.</P><br />
<P>O Presidente do Governo Regional lembra que a Madeira tem laços históricos, culturais e humanos com a Venezuela, onde reside uma vasta comunidade de origem madeirense.</P><br />
<P>&#8220;Por isso, este acontecimento é sentido de forma particularmente próxima pelo povo madeirense&#8221;, é sublinhado na nota.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento de dor e incerteza, dirigimos uma palavra de coragem às autoridades venezuelanas, às equipas de proteção civil, aos profissionais de saúde, aos voluntários e a todos aqueles que se encontram empenhados no apoio às populações afetadas&#8221;, é referido no comunicado.</P><br />
<P>O Presidente do Governo Regional da Madeira diz ainda esperar que a &#8220;solidariedade, a união e a determinação do povo venezuelano permitam ultrapassar esta difícil provação, com o apoio da comunidade internacional e de todos os que se associam a este sentimento de fraternidade&#8221;.</P><br />
<P>A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, disse numa declaração transmitida pela emissora estatal Venezuelana de Televisión que La Guaira terá sido a região mais afetada e declarou o estado, situado no norte do país sul-americano, perto da capital, como uma &#8220;zona de desastre&#8221;.</P><br />
<P>Rodríguez admitiu que são esperadas mais vítimas mortais, à medida que decorrem os esforços de resgate e salvamento, após os sismos de magnitude 7,5 e 7,2 na escala de Richter, na quarta-feira, com apenas 39 segundos de intervalo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781383]]></sapo:autor>
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		<title>No talho e na peixaria: Podem cobrar-lhe por amanhar o peixe ou cortar a carne?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 06:45:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em alguns setores específicos, os preços são controlados pela respetiva entidade reguladora.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" data-type="ALineParagraphController" data-rendering="Paragraph" data-datasource="{A5009181-EDBD-42D0-9AB1-3F5674F4AA6F}">
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<p>Gosta de trazer do talho a carne picada na hora ou o peru desossado pronto para ir ao forno? E já está a planear pedir na peixaria para dividir em lombos aquele salmão grande que vai servir à família? É certo que, em muitas cadeias de supermercado ou estabelecimentos, este é um tipo de serviço oferecido a quem <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/supermercado/noticias/precos-estao-aumentar-alimentos" target="_blank" rel="noopener">paga pelos alimentos</a>. Mas será que pode ser cobrado?</p>
</div>
</div>
<div class="paragraph" data-type="ALineParagraphController" data-rendering="Paragraph" data-datasource="{41C42374-66FF-476C-89B6-9B95C0A93285}">
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<h2 id="quem-determina-qual-o-preco-do-bem-ou-servico">Quem determina qual o preço do bem ou serviço?</h2>
<p>Em alguns setores específicos, os preços são controlados pela respetiva entidade reguladora. Ou seja, não é o fornecedor do bem ou serviço que os define. É o caso das tarifas do mercado regulado de eletricidade – reguladas pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) – e dos preços dos medicamentos (regulados pelo Infarmed).</p>
<p>Na maioria dos casos, em Portugal, os preços podem ser definidos de forma livre por quem vende o bem ou presta o serviço. Isto significa que são os comerciantes que decidem se e quanto cobram, e podem fazê-lo livremente, desde que o cliente esteja devidamente informado do valor a pagar (através de um preçário, por exemplo) e <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/restaurantes-regras-cobranca-entradas-gelo-copos-agua" target="_blank" rel="noopener">desde que não se trate de uma prática comercial enganosa</a>.</p>
</div>
</div>
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<h2 id="que-servicos-extra-podem-ser-cobrados">Que serviços extra podem ser cobrados?</h2>
<p>De um modo genérico é permitido cobrar um valor adicional por qualquer serviço extra concedido a quem adquire um determinado bem. Veja alguns exemplos.</p>
<ul>
<li>No <strong>talho</strong>: pagar para picar a carne, desossar ou partir em pedaços uma peça, tirar a pele, etc.</li>
<li>Na <strong>frutaria</strong>: pagar para lavar, descascar, cortar e embalar os legumes.</li>
<li>Na <strong>peixaria</strong>: pagar para amanhar o peixe (filetar, cortar em lombos, tirar as espinhas ou a pele, etc.).</li>
<li>Na <strong>florista</strong>: pagar um valor extra por um ramo de flores ornamentado.</li>
<li>Na <strong>lavandaria</strong>: pagar para engomar ou perfumar as peças, repor um botão em falta, etc.</li>
<li>Na <strong>oficina</strong>: pagar pela lavagem e aspiração do carro no final.</li>
<li>Nas <strong>estações de serviço</strong>: pagar para encher os pneus ou repor os níveis de água.</li>
</ul>
<p>Contudo, note que, a menos que exista um contrato prévio ou a prévia comunicação do preço do serviço, os comerciantes têm de indicar de forma clara e antecipada o respetivo preço.</p>
</div>
</div>
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<h2 id="regras-para-a-apresentacao-do-precario">Regras para a apresentação do preçário</h2>
<ol>
<li>A comunicação do custo de um bem ou serviço deve ser feita de <strong>forma clara e transparente</strong>.</li>
<li>O preço deve ser apresentado de forma <strong>visível e fácil de entender</strong>.</li>
<li>Os valores a cobrar indicados devem corresponder ao <strong>custo total a pagar</strong>, incluindo qualquer custo adicional que deva ser contemplado (por exemplo, IVA).</li>
</ol>
</div>
</div>
<div class="paragraph" data-type="ALineParagraphController" data-rendering="Paragraph" data-datasource="{B8245C3E-5FD2-41C4-AC9A-47F97173C51F}">
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<h2 id="cuidados-a-ter-antes-de-pedir-um-servico-extra">Cuidados a ter antes de pedir um serviço extra</h2>
<ol>
<li>Verifique se o valor a pagar engloba ou não o serviço extra pretendido.</li>
<li>Caso o preçário não seja claro, esclareça eventuais dúvidas com o comerciante antes de avançar com o pedido.</li>
<li>Avalie se compensa solicitar o serviço face ao preço apresentado.</li>
</ol>
</div>
</div>
<div class="paragraph" data-type="ALineParagraphController" data-rendering="Paragraph" data-datasource="{D81B5E01-6AEB-440A-9B53-FA6257CB8A60}">
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<h2 id="o-que-fazer-se-o-precario-nao-indicar-o-custo-do-servico">O que fazer se o preçário não indicar o custo do serviço?</h2>
<p>Se tem dúvidas sobre se um determinado serviço (por exemplo, no talho ou na peixaria) está incluído no valor do produto que está a comprar, peça esclarecimentos antes de avançar com a compra. Se lhe for cobrado um valor que não estava previamente indicado, tem várias opções:</p>
<ul>
<li>clarifique a situação de imediato;</li>
<li>peça a retificação do valor cobrado, se considerar que houve um erro;</li>
<li>apresente reclamação no <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/cidadania/dicas/livro-reclamacoes-preencher-seguir-queixa" target="_blank" rel="noopener">livro de reclamações</a>;</li>
<li>exponha o caso na <a href="https://www.deco.proteste.pt/reclamar?int_source=decoproteste&amp;int_medium=newsarticle&amp;int_term=&amp;int_content=&amp;int_campaign=reclamar2026" target="_blank" rel="noopener">plataforma Reclamar</a>, da DECO PROteste.</li>
</ul>
</div>
</div>
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<div class="padding--bottom-small padding--top-small section ">
<div class="constrained">
<div id="perguntas-frequentes-sobre-a-cobranca-de-taxas-associadas-a-servicos-extra" class="step-by-step__guide padding--top-medium padding--bottom-medium has-plugin" data-plugin="waypointScroll" data-plugin-settings="#perguntas-frequentes-sobre-a-cobranca-de-taxas-associadas-a-servicos-extra-waypoint-settings">
<h2 id="perguntas-frequentes-sobre-a-cobranca-de-taxas-associadas-a-servicos-extra" class="stronger advice-container">Perguntas frequentes sobre a cobrança de taxas associadas a serviços extra</h2>
<div class="article-paragraph-container__segment-content article-paragraph-container__segment-content--no-margin">
<p>&nbsp;</p>
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<h3 id="collapsibleTrigger-4178" class="no-margin collapsible__head strong block " role="button" aria-expanded="true" aria-controls="collapsibleContent-8872"><i class="icon-chevron-down icon--heavy"></i> É legal cobrar para amanhar peixe?</h3>
<div id="collapsibleContent-8872" class="collapsible__content" role="region" aria-labelledby="collapsibleTrigger-4178">
<p>Sim. A cobrança deste serviço é permitida, desde que seja previamente comunicada ao consumidor. Ainda assim, muitas peixarias já amanham o peixe de forma gratuita a quem o compra no respetivo estabelecimento.</p>
</div>
</div>
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<h3 id="collapsibleTrigger-7519" class="no-margin collapsible__head strong block " role="button" aria-expanded="true" aria-controls="collapsibleContent-10829"><i class="icon-chevron-down icon--heavy"></i> Posso ser obrigado a pagar para arranjar o peixe?</h3>
<div id="collapsibleContent-10829" class="collapsible__content" role="region" aria-labelledby="collapsibleTrigger-7519">
<p>Sim, se o estabelecimento informar previamente (por exemplo, através de um preçário) que o serviço tem um custo associado, pode ter de o pagar.</p>
</div>
</div>
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<h3 id="collapsibleTrigger-2502" class="no-margin collapsible__head strong block " role="button" aria-expanded="true" aria-controls="collapsibleContent-3230"><i class="icon-chevron-down icon--heavy"></i> O talho pode cobrar por arranjar a carne?</h3>
<div id="collapsibleContent-3230" class="collapsible__content" role="region" aria-labelledby="collapsibleTrigger-2502">
<p>Sim. Cabe a cada estabelecimento decidir se cobra ou não pelo serviço. Apesar de ser comum o talhante oferecer-se para cortar ou picar a carne ou desossar uma peça, por exemplo, este serviço pode ser pago. Contudo, o consumidor deve ser informado antecipadamente.</p>
</div>
</div>
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<h3 id="collapsibleTrigger-5044" class="no-margin collapsible__head strong block " role="button" aria-expanded="true" aria-controls="collapsibleContent-10898"><i class="icon-chevron-down icon--heavy"></i> Supermercados são obrigados a prestar o serviço gratuitamente?</h3>
<div id="collapsibleContent-10898" class="collapsible__content" role="region" aria-labelledby="collapsibleTrigger-5044">
<p>Não. Cada estabelecimento é livre de definir se cobra ou não pelos serviços suplementares associados à compra de um bem, seja no talho, na peixaria, ou noutro espaço. Depende da política comercial de cada empresa. Ainda assim, por norma, as grandes superfícies não cobram por estes serviços.</p>
</div>
</div>
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<h3 id="collapsibleTrigger-9718" class="no-margin collapsible__head strong block " role="button" aria-expanded="true" aria-controls="collapsibleContent-7082"><i class="icon-chevron-down icon--heavy"></i> Como saber se um serviço suplementar é pago?</h3>
<div id="collapsibleContent-7082" class="collapsible__content" role="region" aria-labelledby="collapsibleTrigger-9718">
<p>Verifique os preçários e os cartazes informativos ou peça esclarecimentos ao funcionário antes de fazer o pedido.</p>
</div>
</div>
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<h3 id="collapsibleTrigger-8655" class="no-margin collapsible__head strong block " role="button" aria-expanded="true" aria-controls="collapsibleContent-3258"><i class="icon-chevron-down icon--heavy"></i> Posso reclamar se só descobrir que vou pagar depois do serviço prestado?</h3>
<div id="collapsibleContent-3258" class="collapsible__content" role="region" aria-labelledby="collapsibleTrigger-8655">
<p>Sim. Se a informação não tiver sido disponibilizada de forma clara e visível antecipadamente, pode contestar a cobrança e apresentar reclamação.</p>
</div>
</div>
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<h3 id="collapsibleTrigger-5788" class="no-margin collapsible__head strong block " role="button" aria-expanded="true" aria-controls="collapsibleContent-5354"><i class="icon-chevron-down icon--heavy"></i> Pedi para amanhar o peixe, mas não levo a cabeça. Podem cobrar-me a peça inteira?</h3>
<div id="collapsibleContent-5354" class="collapsible__content" role="region" aria-labelledby="collapsibleTrigger-5788">
<p>Sim, o preço por quilograma pode incidir sobre o peixe inteiro. Neste caso, a pesagem deve realizar-se antes de o produto ser amanhado.</p>
</div>
</div>
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<h3 id="collapsibleTrigger-7270" class="no-margin collapsible__head strong block " role="button" aria-expanded="true" aria-controls="collapsibleContent-9715"><i class="icon-chevron-down icon--heavy"></i> Podem cobrar uma taxa extra por fruta ou legumes já lavados e embalados?</h3>
<div id="collapsibleContent-9715" class="collapsible__content" role="region" aria-labelledby="collapsibleTrigger-7270">
<p>Não, no caso de embalagens de fruta ou legumes já lavados e embalados, o preço indicado já deve incluir o processamento e a embalagem, ou seja, não pode ser cobrado qualquer valor extra ao indicado no rótulo.</p>
</div>
</div>
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<h3 id="collapsibleTrigger-1738" class="no-margin collapsible__head strong block " role="button" aria-expanded="true" aria-controls="collapsibleContent-9059"><i class="icon-chevron-down icon--heavy"></i> Podem cobrar por terem lavado o carro que deixei a arranjar na oficina?</h3>
<div id="collapsibleContent-9059" class="collapsible__content" role="region" aria-labelledby="collapsibleTrigger-1738">
<p>Só podem fazê-lo se o tiver pedido ou caso tenham comunicado previamente que iriam fazê-lo e qual o custo associado. Em princípio, o serviço não pode ser cobrado se não tiver sido solicitado ou sem o seu aval.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781104]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio encerra com Nikkei a subir 4,61%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-toquio-encerra-com-nikkei-a-subir-461/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 06:38:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio fechou hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a ganhar 4,61% para 72.366,34 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio fechou hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a ganhar 4,61% para 72.366,34 pontos.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, fechou a subir 1,33% para 4.016,47 pontos.</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781382]]></sapo:autor>
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		<title>Parlamento debate hoje proposta do CDS para duplicar dedução em IRS para famílias com três ou mais filhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 06:30:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Parlamento debate esta quinta-feira um projeto-lei do CDS-PP para duplicar a dedução em IRS das famílias com três ou mais filhos e uma recomendação para a criação de uma estratégia para a natalidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Parlamento debate esta quinta-feira um projeto-lei do CDS-PP para duplicar a dedução em IRS das famílias com três ou mais filhos e uma recomendação para a criação de uma estratégia para a natalidade. Estas iniciativas foram apresentadas esta quarta-feira, em conferência de imprensa, pelo líder parlamentar do CDS-PP, que argumentou que é preciso dar resposta “à gravíssima crise de demografia que o país enfrenta”.</p>
<p>“Atualmente, apenas 4% das famílias portuguesas têm três ou mais filhos. Sabemos que existe uma grande diferença entre os filhos que as famílias portuguesas têm e aqueles que gostariam efetivamente de ter e também sabemos que as famílias portuguesas hoje não têm os filhos necessários para a renovação geracional que é necessária”, afirmou Paulo Núncio.</p>
<p>O deputado e vice-presidente do CDS-PP defendeu igualmente que o Estado “tem obrigação” de “criar condições para que as famílias possam ter aproximadamente os filhos que gostariam de ter”. Nesse sentido, o CDS-PP avançou com um projeto de lei para “duplicar o acréscimo à dedução fiscal em IRS a partir do terceiro filho”, pois “é o terceiro filho que faz a diferença relativamente à renovação de gerações”.</p>
<p>“Propomos manter o acréscimo à dedução do segundo filho e duplicar o acréscimo à adoção para o terceiro filho e seguintes. Com esta proposta do CDS, as famílias portuguesas vão passar a poder deduzir 1.200 euros por ano pelo terceiro filho e pelos filhos seguintes”, disse. Paulo Núncio indicou também que a proposta dos centristas é gradual por forma a “assegurar a sustentabilidade das contas públicas”.</p>
<p>“Propomos que a duplicação deste acréscimo para o terceiro filho e seguintes se faça de uma forma gradual, ou seja, 50% já no próximo ano e 100% a partir de 2028. Isto significa que no próximo ano, a dedução pelo terceiro filho e seguintes será de 1.050 euros e que em 2028 será de 1.200 euros”, referiu. Segundo as contas do CDS-PP, esta medida “terá um valor a favor das famílias de cerca de 20 milhões de euros” anuais.</p>
<p>O líder parlamentar do CDS-PP disse igualmente que o PSD “tem conhecimento” desta iniciativa e que a medida “será evidentemente integrada no próximo Orçamento de Estado para entrar em vigor em 2027, e depois em 2028”. Ainda assim, os centristas ainda não têm garantias de que a proposta seja aprovada e Paulo Núncio pediu aos partidos que “sejam sensíveis a esta matéria dada a “gravíssima crise de natalidade que o país enfrenta”.</p>
<p>Este foi o tema que o CDS-PP escolheu debater no único agendamento potestativo do partido nesta sessão legislativa e a proposta já tinha sido anunciada no último congresso dos centristas, em maio. O CDS-PP leva também a este debate um projeto de resolução (sem força de lei) que recomenda ao Governo a criação de uma estratégia nacional para a natalidade.</p>
<p>Paulo Núncio defendeu “incentivos fiscais às famílias com filhos, designadamente no que diz respeito ao IMI familiar, ao ISV e ao IUC” e também “às empresas que criem berçários, creches e jardins de infância para os filhos dos seus funcionários”, além do “reforço da rede de creches a nível nacional, da gratuidade e do aumento das vagas”.</p>
<p>A criação de “benefícios fiscais às empresas que contratem mulheres grávidas, que contratem mães e pais com filhos até três anos, que promovam horários flexíveis e outros incentivos à melhor conciliação entre vida pessoal e vida familiar” são propostas do CDS-PP.</p>
<p>Nesta conferência de imprensa, o líder parlamentar do CDS-PP foi questionado sobre as negociações com vista à viabilização da proposta para a criação da Prestação Social Única e disse apenas que “a negociação está a ocorrer” entre os “dois partidos que compõem a AD e restantes partidos da oposição”, escusando-se a fazer mais comentários.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780995]]></sapo:autor>
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		<title>EUA prometem enviar equipas de busca e ajuda médica e humanitária para Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 06:17:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse que Washington irá "enviar imediatamente equipas de busca e salvamento, recursos médicos e assistência humanitária para a Venezuela", onde dois sismos já causaram 32 mortos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse que Washington irá &#8220;enviar imediatamente equipas de busca e salvamento, recursos médicos e assistência humanitária para a Venezuela&#8221;, onde dois sismos já causaram 32 mortos.</P><br />
<P>Numa mensagem publicada na rede social Facebook, o secretário de Estado norte-americano acrescentou que &#8220;os Estados Unidos estão ao lado do povo venezuelano nestes tempos difíceis&#8221;.</P><br />
<P>A garantia de Marco Rubio surgiu horas depois do Presidente dos EUA, Donald Trump, ter anunciado que o país estava pronto para enviar ajuda à Venezuela, acrescentando que os primeiros relatos sobre as consequências &#8220;não são bons&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os dois grandes sismos que acabaram de atingir o nobre povo da Venezuela são de uma enorme magnitude e deixaram um número devastador de mortos. Os Estados Unidos estão prontos, dispostos e aptos a ajudar!&#8221;, disse Trump, numa mensagem na rede social que detém, a Truth Social.</P><br />
<P>&#8220;Instruí todas as agências do nosso Governo a prepararem-se e a agirem rapidamente. Estaremos lá para os nossos grandes novos amigos. Os primeiros relatos não são bons!&#8221;, concluiu Trump.</P><br />
<P>A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, disse que os dois sismos que atingiram a região central do país causaram pelo menos 32 mortos e mais de 700 feridos.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento, temos relatos de 32 mortes, sem incluir os números que o estado de La Guaira possa fornecer, e mais de 700 feridos que estamos a receber nas urgências dos hospitais públicos e centros de saúde privados&#8221;, declarou Rodríguez, numa declaração transmitida pela emissora estatal Venezolana de Televisión.</P><br />
<P>A chefe de Estado disse que La Guaira terá sido a região mais afetada e declarou o estado, situado no norte do país sul-americano, perto da capital, como uma &#8220;zona de desastre&#8221;.</P><br />
<P>Rodríguez admitiu que são esperadas mais vítimas mortais, à medida que decorrem os esforços de resgate e salvamento, após os sismos de magnitude 7,5 e 7,2 na escala de Richter, na quarta-feira, com apenas 39 segundos de intervalo.</P><br />
<P>A presidente expressou gratidão aos Brasil, Estados Unidos, Panamá, Qatar, Cuba, Nicarágua, Turquia, Jordânia, Barbados, Curaçau, Colômbia, Reino Unido e México, que &#8220;contactaram a Venezuela para oferecer solidariedade e apoio&#8221;.</P><br />
<P>Rodríguez agradeceu ainda à ONU e a organizações financeiras multilaterais, sem especificar quais, que &#8220;já contactaram o Governo venezuelano através de vários canais para expressar a sua solidariedade&#8221;.</P><br />
<P>Nas últimas horas, a Bolívia, El Salvador, Peru e Chile também manifestaram a solidariedade.</P><br />
<P>O Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, manifestou &#8220;preocupação e consternação&#8221; com os efeitos dos sismos e garantiu que está a avaliar medidas para apoiar a nação caribeana.</P><br />
<P>Lula disse que instruiu o Ministério das Relações Exteriores, juntamente com a embaixada brasileira em Caracas, para avaliar a situação na Venezuela.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781381]]></sapo:autor>
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		<title>Tribunal francês decide hoje processo climático contra a TotalEnergies com potencial impacto em toda a Europa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tribunal-frances-decide-hoje-processo-climatico-contra-a-totalenergies-com-potencial-impacto-em-toda-a-europa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 06:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A justiça francesa deverá conhecer esta quinta-feira a decisão num dos processos ambientais mais relevantes alguma vez intentados contra uma grande empresa do setor dos combustíveis fósseis em França.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A justiça francesa deverá conhecer esta quinta-feira a decisão num dos processos ambientais mais relevantes alguma vez intentados contra uma grande empresa do setor dos combustíveis fósseis em França. Em causa está uma ação movida por várias organizações não-governamentais, juntamente com a cidade de Paris e outras autoridades locais, que acusam a TotalEnergies de não cumprir adequadamente as suas obrigações de prevenção dos riscos ambientais associados às alterações climáticas.</p>
<p>O caso é considerado inédito no panorama judicial francês e poderá ter consequências significativas não apenas para a estratégia futura da TotalEnergies, mas também para a forma como as grandes empresas passam a ser responsabilizadas pelos impactos das suas atividades no aquecimento global.</p>
<p>No centro da disputa encontra-se a interpretação da chamada lei do &#8220;dever de vigilância&#8221;, aprovada em França em 2017. A legislação obriga as grandes empresas a identificar, prevenir e mitigar riscos relacionados com direitos humanos, saúde, segurança e ambiente em todas as suas operações, incluindo atividades realizadas através de subsidiárias e fornecedores no estrangeiro.</p>
<p>As associações ambientais e de defesa dos direitos humanos sustentam que esta obrigação deve também abranger os riscos globais associados às alterações climáticas. Por seu lado, a TotalEnergies e o Ministério Público francês têm defendido uma interpretação mais restrita da lei, considerando que esta foi concebida sobretudo para lidar com riscos ambientais mais localizados e concretos.</p>
<p>A decisão do tribunal poderá assim clarificar se a legislação francesa pode ser utilizada para obrigar grandes grupos empresariais a alterar profundamente os seus modelos de negócio com o objetivo de contribuir para o cumprimento das metas climáticas internacionais.</p>
<p><strong>ONG acusam empresa de manter aposta nos combustíveis fósseis</strong><br />
A ação judicial foi apresentada por uma coligação composta pelas organizações Notre Affaire à Tous, Sherpa, France Nature Environnement e Amnistia Internacional França, contando ainda com o apoio institucional da cidade de Paris.</p>
<p>Os autores da ação argumentam que a TotalEnergies continua a investir fortemente em novos projetos de exploração e produção de petróleo e gás natural, contrariando os objetivos estabelecidos pelo Acordo de Paris para limitar o aumento da temperatura média global a 1,5 graus Celsius acima dos níveis pré-industriais.</p>
<p>Entre os exemplos apontados pelas organizações estão projetos desenvolvidos em países como Uganda e Moçambique, bem como aquilo que consideram ser um investimento insuficiente em energias renováveis.</p>
<p>Théa Bounfour, da organização Sherpa, afirmou anteriormente que a TotalEnergies tem uma &#8220;responsabilidade histórica&#8221; no que respeita às alterações climáticas, argumentando que o grupo continua a figurar entre as empresas que mais investem na exploração e desenvolvimento de novos projetos de combustíveis fósseis com elevadas emissões de gases com efeito de estufa e impactos relevantes na biodiversidade e nas comunidades locais.</p>
<p><strong>Reduções exigidas incluem petróleo e gás até 2030</strong><br />
As organizações requerem que o tribunal imponha à TotalEnergies uma mudança substancial da sua estratégia energética.</p>
<p>Entre as medidas pretendidas está a suspensão de novos projetos de petróleo e gás, bem como uma redução significativa da produção até ao final da década.</p>
<p>Os autores da ação defendem uma diminuição de 37% na produção petrolífera e de 25% na produção de gás até 2030, metas que consideram compatíveis com os compromissos internacionais assumidos no combate às alterações climáticas.</p>
<p>Segundo os promotores do processo, apenas uma transformação profunda da atividade da empresa permitirá alinhar o grupo com os objetivos climáticos globais.</p>
<p><strong>TotalEnergies rejeita acusações</strong><br />
A empresa francesa contesta integralmente as alegações apresentadas.</p>
<p>A TotalEnergies argumenta que não pode ser responsabilizada isoladamente por um fenómeno global complexo como as alterações climáticas, que resulta da interação entre sistemas energéticos, decisões governamentais e padrões de consumo em todo o mundo.</p>
<p>Embora reconheça o seu papel enquanto produtora de hidrocarbonetos, o grupo sustenta que uma parte substancial das emissões associadas aos combustíveis fósseis ocorre durante a sua utilização pelos consumidores finais, não podendo essa responsabilidade ser atribuída exclusivamente ao produtor.</p>
<p>A empresa tem ainda defendido que já está a desenvolver iniciativas de transição energética e investimentos em tecnologias de baixo carbono.</p>
<p><strong>Ministério Público adotou posição invulgar</strong><br />
Um dos aspetos mais marcantes deste processo foi a intervenção do Ministério Público francês, situação pouco comum num litígio desta natureza.</p>
<p>A posição assumida pelos procuradores foi favorável a uma interpretação mais limitada da lei do dever de vigilância, alertando para as dificuldades práticas de impor obrigações ambientais demasiado abrangentes às empresas através deste mecanismo legal.</p>
<p>Esta leitura foi fortemente criticada pelas organizações autoras da ação.</p>
<p>O advogado François de Cambiaire, que representa a coligação de associações, chegou a afirmar que a posição adotada poderia refletir a proteção de determinados interesses, sublinhando a relevância e sensibilidade do caso.</p>
<p><strong>Decisão poderá criar precedente internacional</strong><br />
O processo já se arrasta há vários anos e ultrapassou diversas etapas processuais importantes.</p>
<p>Em 2024, um tribunal de recurso considerou a ação admissível, permitindo que o caso avançasse para julgamento. Embora alguns participantes internacionais tenham sido afastados do processo, a cidade de Paris manteve-se como uma das principais entidades envolvidas.</p>
<p>Ao longo da tramitação judicial, vários responsáveis municipais compararam a batalha legal a um confronto entre &#8220;David e Golias&#8221;, ilustrando a diferença de dimensão entre os autores da ação e uma das maiores multinacionais energéticas do mundo.</p>
<p>Caso o tribunal decida a favor dos queixosos, a sentença poderá obrigar a TotalEnergies a rever significativamente a sua estratégia empresarial e estabelecer um precedente jurídico relevante para futuras ações climáticas contra grandes empresas de diferentes setores económicos.</p>
<p>Especialistas consideram que uma decisão favorável às organizações ambientais poderá influenciar não apenas o setor energético, mas também áreas como os transportes, a indústria transformadora e outras atividades com elevada pegada carbónica.</p>
<p><strong>Veredicto surge em momento de debate europeu</strong><br />
A expectativa em torno da decisão é particularmente elevada numa altura em que o debate sobre a responsabilidade ambiental das empresas continua a ganhar destaque em toda a Europa.</p>
<p>O caso surge também num contexto em que a União Europeia decidiu recentemente adiar para 2029 a aplicação de parte da legislação comunitária relacionada com o dever de diligência empresarial em matéria de sustentabilidade.</p>
<p>Independentemente do sentido da decisão, o veredicto esperado para esta quinta-feira é encarado como um momento potencialmente decisivo para o futuro da litigância climática em França e poderá servir de referência para processos semelhantes noutros países.</p>
<p>Para as organizações ambientalistas, está em causa a definição do grau de responsabilidade que empresas de grande dimensão devem assumir perante a crise climática. Para a TotalEnergies, o processo representa um teste jurídico importante à forma como os tribunais interpretam os limites das obrigações ambientais impostas ao setor privado.</p>
<p>Com a decisão prestes a ser conhecida, todas as atenções estarão voltadas para o tribunal de Paris, num caso que poderá marcar um novo capítulo na relação entre justiça, ambiente e responsabilidade empresarial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781026]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Rei Carlos III quebra tradição centenária e revela pela primeira vez rendimentos e quanto paga ao fisco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 06:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Rei Carlos III prepara-se para dar esta quinta-feira um passo inédito na história recente da monarquia britânica ao tornar públicos os detalhes da sua declaração fiscal pessoal relativa ao ano fiscal de 2024-2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rei Carlos III prepara-se para dar esta quinta-feira um passo inédito na história recente da monarquia britânica ao tornar públicos os detalhes da sua declaração fiscal pessoal relativa ao ano fiscal de 2024-2025.</p>
<p>A divulgação integra as contas financeiras anuais da Casa Real britânica e transformará Carlos III no primeiro monarca do Reino Unido da era moderna a revelar oficialmente quanto pagou em impostos enquanto soberano.</p>
<p>Segundo o Palácio de Buckingham, a decisão partiu do próprio rei e enquadra-se num esforço de modernização da instituição, assente em princípios de maior transparência e prestação de contas perante os cidadãos.</p>
<p>A publicação dos dados fiscais surge também numa altura em que a gestão financeira da família real continua a ser alvo de escrutínio público e político, particularmente após as polémicas que envolveram Andrew Mountbatten-Windsor, mais conhecido como príncipe André.</p>
<p><strong>Uma decisão pessoal de Carlos III</strong><br />
Fontes do Palácio de Buckingham indicam que a inclusão da informação fiscal nas contas anuais da monarquia resultou de uma escolha pessoal de Carlos III.</p>
<p>A partir deste ano, o valor dos impostos pagos pelo monarca passará a integrar regularmente a documentação financeira divulgada ao público.</p>
<p>Um porta-voz do Palácio explicou que a iniciativa faz parte de uma estratégia mais ampla de modernização da instituição.</p>
<p>“Para simplificar, continuamos a modernizar-nos e a evoluir”, afirmou o representante da Casa Real, acrescentando que existe um compromisso para a publicação anual da informação fiscal do soberano.</p>
<p>A mesma fonte sublinhou ainda que o objetivo passa por promover uma maior compreensão pública da responsabilidade financeira da monarquia.</p>
<p><strong>O que será revelado</strong><br />
Os dados divulgados esta quinta-feira deverão incluir os impostos pagos por Carlos III durante o exercício fiscal de 2024-2025.</p>
<p>A informação abrangerá rendimentos provenientes de várias fontes privadas do monarca, incluindo os lucros do Ducado de Lancaster, investimentos pessoais e receitas geradas por propriedades privadas da família real, como Sandringham e Balmoral.</p>
<p>O Ducado de Lancaster constitui uma das principais fontes de rendimento privado do soberano britânico.</p>
<p>Trata-se de um vasto património imobiliário que inclui propriedades no norte de Inglaterra e imóveis localizados em zonas centrais de Londres.</p>
<p>Segundo os dados mais recentes, os lucros anuais do ducado rondaram os 24 milhões de libras.</p>
<p>Pela primeira vez, o público poderá conhecer o montante total de impostos pagos sobre estes rendimentos.</p>
<p><strong>Monarca não é obrigado a pagar determinados impostos</strong><br />
Embora a divulgação seja apresentada como um passo histórico, importa salientar que os monarcas britânicos beneficiam de um regime fiscal especial.</p>
<p>O soberano não está legalmente obrigado a pagar imposto sobre o rendimento, imposto sobre heranças recebidas de um monarca anterior nem imposto sobre mais-valias em determinadas circunstâncias.</p>
<p>Ainda assim, Carlos III paga voluntariamente imposto sobre o rendimento e imposto sobre eventuais mais-valias obtidas através da venda de ativos privados.</p>
<p>Quando ainda era príncipe de Gales, o atual rei já tornava públicos os valores dos impostos que pagava sobre os seus rendimentos pessoais.</p>
<p>A novidade agora reside no facto de essa prática passar a ocorrer enquanto chefe de Estado e de forma integrada nas contas oficiais da monarquia.</p>
<p><strong>Transparência reforçada após polémicas recentes</strong><br />
A decisão surge num contexto de crescente pressão para uma maior transparência relativamente às finanças da família real.</p>
<p>Nos últimos anos, vários setores da sociedade britânica, incluindo deputados, defenderam uma supervisão mais rigorosa dos assuntos financeiros relacionados com a monarquia.</p>
<p>Grande parte desse debate intensificou-se após as controvérsias associadas ao príncipe André.</p>
<p>Segundo observadores citados pela imprensa britânica, a decisão de Carlos III parece refletir uma tentativa de responder às expectativas da opinião pública relativamente à prestação de contas das instituições.</p>
<p><strong>Relatório financeiro mais abrangente</strong><br />
A divulgação dos impostos do rei será acompanhada pela publicação do relatório financeiro anual da Casa Real.</p>
<p>O documento deverá apresentar uma visão mais detalhada sobre o funcionamento financeiro da monarquia britânica.</p>
<p>Um porta-voz do Palácio de Buckingham afirmou que o objetivo é explicar os vários componentes das finanças reais de forma mais clara e acessível.</p>
<p>“O nosso objetivo é explicar todos os elementos das finanças reais de uma forma que aumente ainda mais a clareza e a acessibilidade”, afirmou.</p>
<p><strong>Subvenção pública da monarquia continua sob análise</strong><br />
Os dados fiscais de Carlos III serão publicados juntamente com os números relativos ao Sovereign Grant, o mecanismo através do qual o Estado britânico financia oficialmente a atividade da Casa Real.</p>
<p>Esta verba cobre despesas relacionadas com funcionários, manutenção de edifícios históricos, deslocações oficiais e outras atividades institucionais.</p>
<p>Atualmente, o Sovereign Grant atingiu um valor recorde de 137,9 milhões de libras.</p>
<p>Parte desse aumento resultou de um reforço temporário destinado às obras de renovação do Palácio de Buckingham.</p>
<p>Desde a sua criação, em 2012, o financiamento nunca sofreu reduções.</p>
<p>No entanto, uma revisão atualmente conduzida pelo Tesouro britânico, pelo gabinete do primeiro-ministro e pela própria Casa Real poderá conduzir à primeira diminuição da subvenção desde a sua implementação.</p>
<p>Os deputados britânicos deverão ainda ter oportunidade de debater o tema quando a legislação correspondente voltar a ser analisada no Parlamento.</p>
<p><strong>Investigação parlamentar aumenta escrutínio sobre património real</strong><br />
A pressão sobre as finanças da monarquia não se limita ao financiamento público.</p>
<p>Durante este ano, a Comissão de Contas Públicas do Parlamento britânico deverá realizar uma investigação dedicada às propriedades e contratos de arrendamento associados ao Crown Estate, o património imobiliário ligado à Coroa.</p>
<p>Um relatório preliminar elaborado pelo National Audit Office revelou recentemente que as princesas Beatrice e Eugenie, filhas do príncipe André e que não desempenham funções oficiais como membros ativos da família real, residiam em imóveis localizados nos palácios de St James&#8217;s e Kensington.</p>
<p>Segundo as informações conhecidas, as rendas dessas propriedades eram suportadas por Carlos III através dos seus rendimentos privados.</p>
<p><strong>Monarquia procura adaptar-se às exigências atuais</strong><br />
O Palácio de Buckingham sustenta que já existe supervisão parlamentar sobre a utilização do Sovereign Grant.</p>
<p>Contudo, considera que a divulgação voluntária da informação fiscal pessoal do rei representa um passo adicional no reforço da transparência.</p>
<p>Segundo a Casa Real, a medida está alinhada com as prioridades de serviço público da instituição e pretende reforçar a confiança dos cidadãos numa monarquia que procura adaptar-se às exigências de uma sociedade cada vez mais atenta à utilização de recursos públicos e privados.</p>
<p>Com a publicação prevista para esta quinta-feira, Carlos III prepara-se para abrir uma nova página na relação entre a Coroa britânica e a transparência financeira, num gesto sem precedentes para um monarca em funções na era moderna.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781024]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sánchez promete continuar a luta para anular votos dos peruanos no estrangeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 05:50:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O candidato de esquerda Roberto Sánchez declarou que vai recorrer para a comissão eleitoral do Peru da rejeição do pedido para anular os votos no estrangeiro da segunda volta das presidenciais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O candidato de esquerda Roberto Sánchez declarou que vai recorrer para a comissão eleitoral do Peru da rejeição do pedido para anular os votos no estrangeiro da segunda volta das presidenciais.</P><br />
<P>Na terça-feira, um júri eleitoral especial do Peru rejeitou, por improcedente, o pedido de Roberto Sánchez para anular os votos das mesas sob responsabilidade das repartições consulares na África, América do Norte, América Central e Caribe, América do Sul, Ásia e Médio Oriente, Europa e Oceânia.</P><br />
<P>Na quarta-feira, Roberto Sánchez denunciou o que chamou de &#8220;fraude em curso&#8221; e afirmou que não reconhecerá a adversária Keiko Fujimori (direita) como vencedora da segunda volta das eleições.</P><br />
<P>Fujimori lidera com uma vantagem de mais de 44.000 votos, num universo superior a 19 milhões de sufrágios contabilizados. Restam 131 atas por apurar, representando cerca de 39.300 votos, número insuficiente para que Sánchez consiga recuperar.</P><br />
<P>&#8220;Temos os nossos motivos, e há magistrados que apoiam a nossa versão, porque não fomos nós que provocámos esta grave irregularidade&#8221;, disse Sánchez.</P><br />
<P>Segundo afirmou, irregularidades administrativas e na conservação do material eleitoral teriam afetado o sufrágio fora do país, que representa cerca de 300 mil votos e beneficiou amplamente a sua rival.</P><br />
<P>De acordo com Sánchez, excluindo os votos emitidos fora do território nacional, teria uma vantagem de cerca de 25 mil votos sobre Keiko Fujimori.</P><br />
<P>Fujimori afirmou que espera que a comissão eleitoral proclame oficialmente os resultados nos próximos dias para que possa começar a formar governo e preparar as primeiras medidas da nova administração.</P><br />
<P>&#8220;É importante que recebamos a proclamação oficial dos órgãos eleitorais nos próximos dias&#8221;, disse a candidata.</P><br />
<P>A líder do partido Força Popular declarou compreender como Sánchez se sente, pois já passou pela mesma situação por três vezes, tendo sido derrotada na segunda volta das eleições presidenciais por Ollanta Humala (2011), Pedro Pablo Kuczynski (2016) e Pedro Castillo (2021), os dois últimos por uma margem de apenas 40 mil votos.</P><br />
<P>Entretanto, a missão de observação eleitoral da Organização dos Estados Americanos (OEA) no Peru reiterou na quarta-feira que não observou qualquer irregularidade na contagem dos votos da segunda volta das eleições presidenciais, nem dentro nem fora do país andino.</P><br />
<P>A OEA especificou que o grupo de trabalho esteve presente em todo o território nacional e em quatro cidades no estrangeiro, e que, com 99,86% das urnas apuradas, &#8220;não identificou qualquer irregularidade, nem a nível nacional nem no estrangeiro, que tenha alterado a vontade de milhões de peruanos expressa nas urnas no dia 07 de junho&#8221;.</P><br />
<P>Também uma missão da União Europeia considerou que a segunda volta decorreu de forma &#8220;calma e ordenada&#8221;, apesar de uma campanha fortemente polarizada.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781380]]></sapo:autor>
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		<title>Greve na EMEL termina hoje com fiscalização condicionada e trabalhadores já preparam novas formas de luta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 05:45:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Chega esta quinta-feira ao fim a greve parcial de quatro dias dos trabalhadores da Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL), uma paralisação que tem condicionado vários serviços da empresa municipal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega esta quinta-feira ao fim a greve parcial de quatro dias dos trabalhadores da Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL), uma paralisação que tem condicionado vários serviços da empresa municipal e que surge na sequência de um impasse nas negociações salariais entre os trabalhadores e a administração.</p>
<p>A ação de luta arrancou na segunda-feira, 22 de junho, depois de ter sido aprovada em plenário pelos trabalhadores, que exigem a retoma das negociações do caderno reivindicativo da empresa e a apresentação de uma proposta que consideram séria para a valorização salarial dos funcionários.</p>
<p>Apesar do término da greve estar previsto para esta quinta-feira, o processo reivindicativo está longe de encerrado. Os trabalhadores têm já agendado um novo plenário para amanhã, sexta-feira, 26 de junho, junto aos Paços do Concelho, onde deverão avaliar os resultados da paralisação e decidir eventuais novas formas de luta.</p>
<p><strong>Paralisação afetou vários serviços da empresa</strong><br />
A greve decorreu sob a forma de paralisações parciais de duas horas em cada turno de trabalho.</p>
<p>No turno da manhã, a greve realizou-se entre as 10h00 e as 12h00. No turno da tarde, a interrupção ocorreu entre as 15h30 e as 17h30. Os trabalhadores do turno da noite aderiram entre as 18h00 e as 20h00, enquanto o turno da madrugada parou entre as 06h00 e as 08h00.</p>
<p>Durante os períodos da manhã e da tarde foram ainda realizados piquetes e concentrações à porta da sede da EMEL, na freguesia do Lumiar.</p>
<p>Segundo o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP), a greve teve potencial para provocar perturbações significativas em áreas consideradas essenciais da atividade da empresa.</p>
<p><strong>Fiscalização e parques de estacionamento entre os serviços mais afetados</strong><br />
O dirigente sindical Orlando Gonçalves afirmou que a paralisação teria um impacto particularmente relevante na fiscalização do estacionamento e no funcionamento dos parques geridos pela empresa municipal.</p>
<p>O responsável sindical manifestou a expectativa de uma forte adesão dos trabalhadores, sublinhando que a forma como a greve foi organizada amplifica os seus efeitos práticos.</p>
<p>Segundo explicou, por ocorrer a meio dos turnos, a paralisação obriga os funcionários a interromperem as suas tarefas, deslocarem-se para registar a greve e regressarem posteriormente aos seus locais de trabalho, prolongando na prática o período de interrupção da atividade.</p>
<p>Orlando Gonçalves recordou ainda os efeitos observados em anteriores greves na empresa.</p>
<p>“Não houve reboque de carros nem autuações e as cancelas dos parques de estacionamento estavam abertas”, afirmou, ao recordar paralisações anteriores marcadas por uma elevada adesão dos trabalhadores.</p>
<p><strong>Trabalhadores exigem retoma das negociações</strong><br />
A greve foi aprovada durante um plenário realizado a 1 de junho junto à Câmara Municipal de Lisboa, entidade que detém a totalidade do capital da empresa.</p>
<p>Na altura, os trabalhadores decidiram avançar para a paralisação devido ao bloqueio das negociações relacionadas com o caderno reivindicativo apresentado à administração.</p>
<p>Entre as principais exigências está uma revisão salarial considerada adequada à evolução do custo de vida e às condições económicas da empresa.</p>
<p>Os trabalhadores reclamam igualmente o cumprimento de compromissos anteriormente assumidos pela administração, incluindo a implementação das diuturnidades, mecanismo que visa valorizar a antiguidade dos funcionários.</p>
<p><strong>Administração propôs aumento de 25 euros</strong><br />
De acordo com o CESP, o conselho de administração da EMEL apresentou para este ano uma proposta de aumento salarial de 25 euros mensais.</p>
<p>A proposta foi considerada insuficiente pelos trabalhadores, que defendem uma valorização significativamente superior.</p>
<p>Segundo Orlando Gonçalves, os funcionários apontaram como referência um aumento de 150 euros.</p>
<p>O dirigente sindical considerou que a proposta apresentada pela administração está “muito aquém das reais possibilidades” da empresa municipal.</p>
<p>“Mantemos a nossa disponibilidade para o diálogo, mas que seja apresentada uma proposta concreta e digna, e que valorize os trabalhadores”, afirmou.</p>
<p><strong>Sindicato critica prioridades da gestão da empresa</strong><br />
Ao longo do conflito laboral, o sindicato tem contestado os argumentos apresentados pela administração para justificar a impossibilidade de responder às reivindicações salariais.</p>
<p>Segundo Orlando Gonçalves, a administração tem invocado fatores como a conjuntura económica internacional, a guerra e o aumento dos custos dos combustíveis para explicar a sua posição.</p>
<p>O dirigente sindical rejeita essa justificação e acusa a empresa de fazer escolhas orçamentais que não refletem uma prioridade na valorização dos trabalhadores.</p>
<p>Como exemplo, referiu despesas associadas ao patrocínio de eventos desportivos.</p>
<p>“Fez uma opção relativamente ao que fazer com o dinheiro que recebe, que são, em termos orçamentais, mais de 60 milhões. Portanto, a desculpa de que &#8216;não há dinheiro&#8217; não é válida, a maneira como se o gasta é que se põe em causa”, declarou.</p>
<p><strong>Salários e custo de vida em Lisboa no centro das reivindicações</strong><br />
Outra das questões destacadas pelo sindicato prende-se com os níveis salariais praticados na empresa.</p>
<p>Segundo o CESP, o salário mínimo atualmente pago na EMEL ronda os mil euros mensais.</p>
<p>O sindicato considera que esse valor se revela insuficiente face ao custo de vida na capital.</p>
<p>Orlando Gonçalves defende que a realidade económica de Lisboa exige uma política salarial mais ambiciosa e ajustada às dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores.</p>
<p><strong>Amanhã realiza-se novo plenário junto à Câmara Municipal</strong><br />
Com o fim da greve previsto para esta quinta-feira, as atenções voltam-se agora para o plenário marcado para amanhã, sexta-feira, a partir das 13h00, junto aos Paços do Concelho.</p>
<p>O encontro servirá para avaliar os resultados da paralisação, reforçar o protesto junto da Câmara Municipal de Lisboa, enquanto acionista única da EMEL, e decidir os próximos passos do movimento reivindicativo.</p>
<p>Os trabalhadores deverão discutir a possibilidade de avançar com novas ações de luta caso não surjam desenvolvimentos nas negociações salariais.</p>
<p>O plenário de 1 de junho contou com a participação de cerca de uma centena de trabalhadores, num universo aproximado de 800 funcionários da empresa.</p>
<p>Com a greve a terminar hoje, permanece a expectativa sobre uma eventual reabertura das negociações entre a administração e os representantes dos trabalhadores, numa altura em que a valorização salarial continua a ser o principal ponto de conflito dentro da empresa municipal responsável pela mobilidade e estacionamento na cidade de Lisboa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780991]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>José Castelo Branco senta-se hoje no banco dos réus: Arranca julgamento por violência doméstica contra Betty Grafstein</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 05:30:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Começa esta quinta-feira, no Tribunal de Sintra, o julgamento de José Castelo Branco, acusado pelo Ministério Público da prática de um crime de violência doméstica contra a mulher, Betty Grafstein.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Começa esta quinta-feira, no Tribunal de Sintra, o julgamento de José Castelo Branco, acusado pelo Ministério Público da prática de um crime de violência doméstica contra a mulher, Betty Grafstein. O processo, que se arrasta há mais de dois anos e que tem sido acompanhado de intensa atenção mediática, entra agora numa nova fase, com a realização da primeira de oito sessões previstas até outubro.</p>
<p>Em causa estão alegações de agressões físicas e verbais contra a joalheira norte-americana, com quem o socialite português está casado desde 1996. A acusação formal foi deduzida pelo Ministério Público em novembro de 2024, após uma investigação iniciada na sequência de uma denúncia que surgiu durante uma estadia do casal em Portugal.</p>
<p>O julgamento deverá prolongar-se até 23 de outubro e promete colocar frente a frente versões radicalmente opostas sobre a relação do casal, ao mesmo tempo que poderá trazer para a esfera pública detalhes inéditos sobre um dos casos mais mediáticos da justiça portuguesa nos últimos anos.</p>
<p><strong>Um caso que começou com uma denúncia em ambiente hospitalar</strong><br />
O processo teve origem em 2024, quando Betty Grafstein se encontrava em Portugal juntamente com José Castelo Branco para participar no batizado de uma neta do socialite.</p>
<p>A situação ganhou contornos judiciais depois de a norte-americana ter dado entrada na CUF Cascais, onde profissionais de saúde terão identificado sinais compatíveis com alegada violência doméstica.</p>
<p>A partir desse momento teve início uma investigação que culminou, meses depois, com a acusação formal do Ministério Público.</p>
<p>Segundo a acusação, José Castelo Branco terá submetido a mulher a comportamentos humilhantes, agressões verbais e episódios de violência física durante a estadia do casal em Portugal, especialmente em unidades hoteleiras onde ambos estiveram alojados.</p>
<p>O arguido nega as acusações.</p>
<p><strong>A testemunha considerada central pela acusação</strong><br />
Entre as testemunhas que deverão assumir maior relevância no julgamento encontra-se Marcella Fernandes, empresária angolana que conviveu de perto com o casal durante a estadia em Portugal.</p>
<p>De acordo com a acusação do Ministério Público, foi através da convivência com Betty Grafstein que a empresária terá começado a aperceber-se de comportamentos considerados preocupantes.</p>
<p>O despacho refere que, a 23 de março de 2024, durante um encontro antes de um jantar com amigos em Lisboa, José Castelo Branco terá gritado com a mulher enquanto a ajudava a vestir-se.</p>
<p>Segundo a acusação, Betty Grafstein estaria a chorar e a queixar-se de dores provocadas por uns sapatos que o marido insistia que utilizasse. O documento refere ainda que, quando o arguido se afastou momentaneamente para procurar outro par de sapatos, a norte-americana terá sussurrado a Marcella Fernandes as palavras: “Help me” (“Ajude-me”).</p>
<p>A testemunha é apontada como uma das pessoas que mais diretamente presenciou a interação entre o casal durante os dias que antecederam a denúncia.</p>
<p><strong>Os alegados episódios descritos pelo Ministério Público</strong><br />
Grande parte da acusação concentra-se nos acontecimentos que terão ocorrido durante a permanência do casal no Hotel Inglaterra, no Estoril.</p>
<p>Segundo o Ministério Público, entre o final de março e meados de abril de 2024 terão ocorrido vários episódios considerados abusivos.</p>
<p>Num deles, José Castelo Branco estaria a maquilhar a mulher e a aplicar perfume quando o produto terá atingido um dos olhos de Betty Grafstein. A acusação sustenta que, perante as lágrimas da mulher, o arguido terá reagido de forma agressiva, dizendo-lhe: “Não chore, vai estragar a maquilhagem”.</p>
<p>O episódio mais grave descrito no processo terá ocorrido entre os dias 18 e 19 de abril de 2024.</p>
<p>De acordo com o Ministério Público, José Castelo Branco terá empurrado Betty Grafstein dentro do quarto onde ambos se encontravam hospedados, provocando a sua queda.</p>
<p>A acusação sustenta que esse alegado empurrão esteve na origem de lesões consideradas relevantes.</p>
<p><strong>As lesões identificadas na acusação</strong><br />
O despacho do Ministério Público descreve várias lesões que Betty Grafstein apresentava quando foi observada pelos profissionais de saúde.</p>
<p>Entre elas encontram-se um ferimento no antebraço esquerdo, hematomas e equimoses no membro inferior direito, lesões na anca direita e uma fratura da bacia, incluindo uma fratura do grande trocânter direito com destacamento parcial de um fragmento ósseo.</p>
<p>Segundo a acusação, estas lesões provocaram dores significativas à vítima.</p>
<p>Os profissionais de saúde da CUF Cascais que observaram Betty Grafstein deverão também ser chamados a depor ao longo das sessões previstas.</p>
<p><strong>Betty Grafstein poderá testemunhar por videoconferência</strong><br />
Uma das principais incógnitas do julgamento prende-se com a eventual participação direta de Betty Grafstein.</p>
<p>A empresária norte-americana, atualmente com 97 anos, reside nos Estados Unidos e existe a expectativa de que possa prestar declarações por videoconferência.</p>
<p>Nos últimos meses, Betty Grafstein voltou a pronunciar-se publicamente através de vídeos divulgados por pessoas próximas, insistindo que não mentiu relativamente às acusações e reafirmando que foi vítima de violência doméstica.</p>
<p>Caso venha efetivamente a testemunhar, o seu depoimento poderá assumir um peso decisivo no processo.</p>
<p><strong>Roger Basile e círculo próximo poderão ser ouvidos</strong><br />
Além de Marcella Fernandes e dos profissionais de saúde envolvidos no caso, é expectável que sejam também ouvidos familiares e amigos próximos.</p>
<p>Entre eles poderá estar Roger Basile, filho de Betty Grafstein, que ao longo dos últimos dois anos assumiu um papel relevante na proteção dos interesses da mãe.</p>
<p>Amigos do casal e outras pessoas que acompanharam a relação ao longo dos anos poderão igualmente ser chamados a tribunal.</p>
<p><strong>A estratégia da defesa de José Castelo Branco</strong><br />
Do lado da defesa, José Castelo Branco preparou a sua resposta às acusações ao longo dos últimos dois anos.</p>
<p>Entre as testemunhas indicadas encontram-se amigos próximos que acompanharam a vida do casal em Nova Iorque durante largos períodos.</p>
<p>Entre os nomes apontados estão Tiago Azevedo e o marido, Álvaro, que deverão testemunhar sobre a convivência entre José Castelo Branco e Betty Grafstein e sustentar a tese de que o socialite desempenhava um papel fundamental nos cuidados prestados à mulher.</p>
<p>A defesa deverá procurar demonstrar que a relação entre ambos era diferente da retratada na acusação e contestar a interpretação dos factos apresentada pelo Ministério Público.</p>
<p><strong>As declarações sobre um eventual “exílio”</strong><br />
A poucas semanas do início do julgamento, José Castelo Branco voltou a gerar atenção nas redes sociais ao partilhar um excerto de uma entrevista concedida a Manuel Luís Goucha em março de 2024.</p>
<p>Nessa conversa, muito anterior à acusação, o socialite falava da possibilidade de viver longe de Portugal.</p>
<p>“Só vou onde sou desejado”, afirmava.</p>
<p>Na mesma entrevista acrescentava: “Uma rainha vive no seu exílio com toda a dignidade”.</p>
<p>José Castelo Branco descrevia-se ainda como “um cidadão do mundo”, acrescentando que continuava a ser a mesma pessoa independentemente das circunstâncias.</p>
<p>A publicação gerou numerosas reações dos seus seguidores, alguns dos quais defenderam que permanecesse em Nova Iorque em vez de regressar a Portugal.</p>
<p><strong>Muito mais do que um processo criminal</strong><br />
Embora o julgamento tenha como objeto exclusivo a acusação de violência doméstica, nos bastidores existe uma outra disputa que continua a alimentar especulação.</p>
<p>Trata-se da questão patrimonial associada à fortuna de Betty Grafstein.</p>
<p>Como o processo de divórcio ainda não foi concluído, mantém-se o interesse em torno do impacto que a situação poderá ter nos direitos sucessórios e patrimoniais do casal.</p>
<p>Segundo informações tornadas públicas nos últimos meses, alguns bens relevantes ligados à empresária norte-americana já terão sido objeto de alterações de titularidade.</p>
<p>Entre eles encontra-se o palacete de Sintra, que terá passado para o nome do filho através de uma doação.</p>
<p>Também o destino das joias herdadas por Betty Grafstein do seu último marido continua a ser apontado como um tema de potencial conflito entre as partes, embora sem ligação direta ao julgamento criminal que hoje se inicia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778520]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Fim do calor? Temperaturas descem em todo o país e regressam os aguaceiros e trovoadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 05:15:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O cenário contrasta com os dias anteriores e deverá proporcionar uma jornada marcada por temperaturas abaixo da média para a época do ano, maior humidade e um ambiente mais fresco e cinzento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental prepara-se para uma mudança significativa do estado do tempo esta quinta-feira, com uma descida generalizada das temperaturas, aumento da nebulosidade e possibilidade de aguaceiros localmente intensos, acompanhados por trovoadas e granizo em algumas regiões.</p>
<p>De acordo com as previsões do portal especializado <a href="https://lusometeo.com/previsao-diaria/tempo-na-quinta-25-junho-31036/" target="_blank" rel="noopener">LusoMeteo</a>, a circulação da depressão atlântica que se encontra a oeste da Península Ibérica continuará a influenciar as condições meteorológicas ao longo do dia, fazendo sentir de forma mais evidente os seus efeitos sobre o território nacional.</p>
<p>O cenário contrasta com os dias anteriores e deverá proporcionar uma jornada marcada por temperaturas abaixo da média para a época do ano, maior humidade e um ambiente mais fresco e cinzento, tanto no litoral como no interior.</p>
<p><strong>Depressão atlântica reforça influência sobre o território</strong><br />
A aproximação da depressão atlântica irá favorecer a entrada contínua de uma massa de ar mais fresco e húmido proveniente do oceano.</p>
<p>Após os primeiros sinais de arrefecimento sentidos durante a tarde de quarta-feira, a descida térmica deverá tornar-se mais evidente esta quinta-feira, afetando praticamente todas as regiões do continente.</p>
<p>Além da redução das temperaturas máximas, prevê-se igualmente uma descida das mínimas, contribuindo para um ambiente mais fresco do que o habitual para o final de junho.</p>
<p>O aumento da humidade atmosférica e da nebulosidade será outro dos efeitos mais visíveis da situação meteorológica.</p>
<p><strong>Aguaceiros, trovoadas e granizo em várias regiões</strong><br />
A instabilidade atmosférica continuará presente e poderá originar aguaceiros dispersos em diversas zonas do país.</p>
<p>Embora a precipitação não deva ocorrer de forma generalizada, os aguaceiros que se desenvolverem poderão ser localmente intensos.</p>
<p>Durante a madrugada, as condições serão particularmente favoráveis à ocorrência de precipitação forte no Norte do país, situação que levou à emissão de aviso amarelo por parte do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
<p>Ao longo da tarde, o aquecimento diurno, apesar de mais limitado do que nos dias anteriores, poderá favorecer a formação de novas células de instabilidade, sobretudo nas regiões Norte e Centro.</p>
<p>Existem ainda condições para o desenvolvimento de trovoadas frequentes e queda de granizo, especialmente no Minho durante a madrugada e nas zonas do interior e terras altas durante a tarde.</p>
<p><strong>Céu muito nublado em grande parte do continente</strong><br />
A previsão aponta para períodos de céu muito nublado ou mesmo encoberto em grande parte de Portugal continental.</p>
<p>As abertas deverão ser mais frequentes no Sul, embora sem afastar completamente a possibilidade de ocorrência de aguaceiros ocasionais.</p>
<p>As nuvens baixas deverão persistir em vários pontos do litoral e das regiões de vale, enquanto a formação de nuvens de desenvolvimento vertical poderá tornar o céu particularmente carregado em diversos locais das regiões Norte e Centro.</p>
<p>O resultado será um dia tipicamente marcado por um ambiente húmido, fresco e com pouca presença do sol em muitas áreas do território.</p>
<p><strong>Vento moderado e rajadas fortes nas terras altas</strong><br />
O vento deverá soprar predominantemente de sudoeste, com intensidade fraca a moderada, variando entre 20 e 30 quilómetros por hora.</p>
<p>Nas terras altas, contudo, a intensidade poderá aumentar para valores entre 30 e 40 quilómetros por hora, com rajadas que poderão atingir os 50 a 60 quilómetros por hora.</p>
<p>Nas áreas afetadas por trovoadas, não está excluída a ocorrência de rajadas temporariamente fortes.</p>
<p><strong>Estado do mar mantém-se relativamente calmo</strong><br />
Apesar da instabilidade atmosférica, o mar deverá manter-se relativamente tranquilo ao longo da costa continental.</p>
<p>A ondulação deverá rondar um metro na costa ocidental.</p>
<p>Quanto à temperatura da água do mar, os valores deverão situar-se entre os 17 e os 18 graus na costa Norte, aumentando gradualmente para os 21 e 22 graus na costa sul do Algarve.</p>
<p><strong>Açores com muita nebulosidade e aguaceiros fracos</strong><br />
Nos Açores, o tempo continuará a ser influenciado por um fluxo húmido de noroeste.</p>
<p>A previsão aponta para céu geralmente muito nublado, embora com algumas abertas ao longo do dia.</p>
<p>A nebulosidade deverá ser mais persistente nas ilhas dos grupos Ocidental e Central, onde poderão ocorrer aguaceiros fracos e ocasionais, especialmente nas vertentes expostas a norte.</p>
<p>O vento soprará de noroeste entre 15 e 25 quilómetros por hora, podendo atingir temporariamente os 30 a 35 quilómetros por hora e rajadas até 45 quilómetros por hora nas zonas mais elevadas.</p>
<p>As temperaturas deverão registar uma ligeira descida.</p>
<p>A ondulação não deverá ultrapassar um metro e a temperatura da água do mar deverá rondar os 21 graus.</p>
<p><strong>Madeira mantém ambiente agradável e relativamente quente</strong><br />
No arquipélago da Madeira, o cenário meteorológico será mais estável graças à influência do anticiclone.</p>
<p>Ainda assim, prevê-se a ocorrência de períodos de muita nebulosidade, sobretudo nas vertentes norte e zonas montanhosas da ilha da Madeira, mais expostas ao fluxo de noroeste.</p>
<p>No Funchal, o céu deverá apresentar-se pouco nublado durante grande parte do dia.</p>
<p>Existe possibilidade de aguaceiros fracos nas encostas voltadas a norte e nas áreas montanhosas, enquanto o restante arquipélago deverá manter condições secas.</p>
<p>O vento soprará de noroeste entre 10 e 20 quilómetros por hora, podendo atingir os 30 quilómetros por hora nas terras altas.</p>
<p>As temperaturas máximas deverão situar-se entre os 25 e os 26 graus, proporcionando um ambiente relativamente quente e agradável.</p>
<p>O índice de radiação ultravioleta continuará muito elevado, atingindo o nível 10.</p>
<p>A ondulação deverá manter-se até um metro e a temperatura da água do mar rondará os 22 graus.</p>
<p><strong>Um dia tipicamente fresco para o final de junho</strong><br />
A quinta-feira ficará marcada por uma mudança significativa no padrão meteorológico que dominou os últimos dias.</p>
<p>A combinação entre a influência da depressão atlântica, a entrada de ar mais fresco proveniente do oceano e o aumento da instabilidade atmosférica deverá proporcionar um dia cinzento, húmido e consideravelmente mais fresco em grande parte do território continental.</p>
<p>Além da descida acentuada das temperaturas, a possibilidade de aguaceiros intensos, trovoadas e granizo em algumas regiões faz com que a atenção esteja particularmente voltada para o Norte e Centro do país, onde os fenómenos poderão assumir maior intensidade ao longo do dia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780980]]></sapo:autor>
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		<title>Taiwan agradece críticas ocidentais à operação marítima chinesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 05:15:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Taiwan agradeceu hoje as críticas dos Estados Unidos, Reino Unido, França e Alemanha à recente operação marítima chinesa a leste da ilha, considerando que violou o direito internacional e comprometeu interesses da comunidade internacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Taiwan agradeceu hoje as críticas dos Estados Unidos, Reino Unido, França e Alemanha à recente operação marítima chinesa a leste da ilha, considerando que violou o direito internacional e comprometeu interesses da comunidade internacional.</P><br />
<P>Numa mensagem publicada na rede social X, o secretário-geral do Conselho de Segurança Nacional de Taiwan, Joseph Wu, elogiou a declaração conjunta das representações diplomáticas de facto do Reino Unido, França e Alemanha na ilha, bem como as críticas feitas separadamente pelos Estados Unidos à operação chinesa.</P><br />
<P>&#8220;Uma ordem internacional baseada em regras, o &#8216;status quo&#8217;, a paz e a estabilidade regionais são tudo o que nos importa. A República Popular da China deve pôr fim ao seu expansionismo marítimo&#8221;, escreveu Wu.</P><br />
<P>As declarações surgem cerca de duas semanas e meia após Pequim lançar uma &#8220;operação especial de controlo marítimo&#8221; em águas situadas a leste de Taiwan, em resposta ao anúncio do Japão e das Filipinas de que vão iniciar negociações para delimitar as respetivas zonas económicas exclusivas e plataformas continentais naquela região.</P><br />
<P>Segundo o Governo chinês, a operação visa exercer a &#8220;jurisdição administrativa de controlo marítimo&#8221;, reforçar a capacidade de patrulhamento em águas profundas e de controlo do tráfego em &#8220;zonas marítimas importantes&#8221;, garantir a segurança da navegação e &#8220;salvaguardar os interesses nacionais&#8221;.</P><br />
<P>O ministério da Defesa de Taiwan registou um aumento significativo da atividade marítima chinesa este mês, contabilizando mais de 100 navios oficiais chineses nas imediações da ilha, face aos 44 registados em maio e aos 40 de abril.</P><br />
<P>Num comunicado conjunto invulgar, Reino Unido, França e Alemanha manifestaram na quarta-feira preocupação com a operação chinesa, considerando que representa uma ameaça à estabilidade regional, à liberdade de navegação e à segurança do transporte marítimo internacional.</P><br />
<P>Também um porta-voz do Instituto Americano em Taiwan (AIT), representação de facto dos Estados Unidos na ilha, afirmou que a tentativa de Pequim de reclamar jurisdição sobre águas administradas por Taipé &#8220;de forma pacífica&#8221; há mais de sete décadas &#8220;apenas aumentará as tensões e comprometerá a resolução pacífica das diferenças que a própria China diz procurar&#8221;, segundo declarações citadas pelo jornal Taipei Times.</P><br />
<P>No mesmo sentido, o Conselho para os Assuntos Oceânicos de Taiwan, organismo responsável pela supervisão da Guarda Costeira, sublinhou que a liberdade de navegação e a segurança do transporte marítimo no Estreito de Taiwan são essenciais para o comércio mundial.</P><br />
<P>&#8220;A ordem internacional nas águas que rodeiam Taiwan nunca foi uma questão que diga respeito apenas a Taiwan, mas sim à comunidade internacional&#8221;, afirmou o organismo.</P><br />
<P>Pequim considera Taiwan uma &#8220;parte inalienável&#8221; do território chinês e não exclui o recurso à força para assumir o controlo da ilha. O Governo taiwanês rejeita essa posição e sustenta que apenas os 23 milhões de habitantes de Taiwan podem decidir o seu futuro político.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781379]]></sapo:autor>
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		<title>URGENTE: Sismos causaram 32 mortos e 700 feridos &#8211; ­presidente da Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 05:10:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, disse que os dois sismos que atingiram a região central do país causaram pelo menos 32 mortos e mais de 700 feridos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, disse que os dois sismos que atingiram a região central do país causaram pelo menos 32 mortos e mais de 700 feridos.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento, temos relatos de 32 mortes, sem incluir os números que o estado de La Guaira possa fornecer, e mais de 700 feridos que estamos a receber nas urgências dos hospitais públicos e centros de saúde privados&#8221;, declarou Rodríguez, numa declaração transmitida pela emissora estatal Venezolana de Televisión.</P><br />
<P>A chefe de Estado disse que La Guaira terá sido a região mais afetada e declarou o estado, situado no norte do país sul-americano, perto da capital, como uma &#8220;zona de desastre&#8221;.</P><br />
<P>Rodríguez admitiu que são esperadas mais vítimas mortais, à medida que decorrem os esforços de resgate e salvamento, após os sismos de magnitude 7,5 e 7,2 na escala de Richter, na quarta-feira, com apenas 39 segundos de intervalo.</P></p>
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		<title>Corrida contra o tempo para salvar pessoas afetadas por duplo sismo na Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 04:56:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Centenas de funcionários de equipas de salvamento, agentes da polícia e unidades caninas estão a realizar trabalhos de busca e resgate de pessoas afetadas pelos dois sismos que afetaram a Venezuela.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Centenas de funcionários de equipas de salvamento, agentes da polícia e unidades caninas estão a realizar trabalhos de busca e resgate de pessoas afetadas pelos dois sismos que afetaram a Venezuela.</P><br />
<P>Segundo as autoridades locais os sismos de quarta-feira provocaram o colapso total de pelo menos cinco edifícios em Caracas, quatro deles no leste, e outro nas proximidades do centro da capital.</P><br />
<P>Em Chacao, no leste de Caracas, um município onde reside um importante número de portugueses, o presidente da Câmara Municipal, Gustavo Duque, confirmou aos jornalistas que &#8220;quatro edifícios ruíram e outros seis apresentam danos consideráveis nas estruturas&#8221; nas urbanizações de Los Palos Grandes, Altamira e Bello Campo.</P><br />
<P>&#8220;Temos mais de 500 funcionários a realizar os trabalhos de resgate nas quatro estruturas que ruíram neste município&#8221;, disse Iván Duque precisando que ruíram os edifícios Petúnia, Don Pepe, Altamira Village Hotel &amp; Suite e um outro localizado em Bello Campo.</P><br />
<P>Segundo Iván Duque, &#8220;de momento foram resgatadas, com vida, 18 pessoas&#8221;.</P><br />
<P>Em vários setores do município, por questões de segurança foi restringido o acesso aos jornalistas e a residentes, em particular nas proximidades de edifícios com danos nas estruturas.</P><br />
<P>Por outro lado, ruiu o edifício Marován em San Bernardino, no centro de Caracas, localidade onde vários imóveis teriam sofrido danos importantes.</P><br />
<P>Ainda em Caracas, em Las Delícias, caiu parte da cerâmica das paredes de La Rosita, uma conhecida padaria portuguesa. Mesmo em frente, caíram as paredes de um apartamento, deixando visível o seu interior, num edifício em que uma grande greta levanta questionamentos sobre a segurança dos residentes.</P><br />
<P>Na quarta-feira, as autoridades venezuelanas registaram dois sismos de magnitude 7,1 e 7,5 graus na escala de Richter, com apenas 39 segundos de intervalo, levando milhares de pessoas para as ruas da cidade de Caracas, a capital do país, onde várias zonas ficaram às escuras, caiu o sinal de Internet, as ligações telefónicas ficaram difíceis, e a operadora de telefonia celular Movistar ficou temporariamente sem serviço.</P><br />
<P>Sem avançar com dados sobre vítimas dos sismos, numa mensagem televisiva ao país a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, declarou o estado de emergência nacional e pediu aos médicos, enfermeiras e trabalhadores da área de saúde que acudam aos seus sítios de trabalho para atender emergências.</P><br />
<P>Por outro lado, anunciou o encerramento do Aeroporto Internacional Simón Bolívar de Maiquetía, o principal do país, que serve a capital, devido a &#8220;graves danos na sua infraestrutura&#8221; e suspendeu as aulas nas escolas do país.</P><br />
<P>Os sismos que foram sentidos em todos os estados da Venezuela, em particular no Distrito Capital, La Guaira, Miranda, Falcón, Arágua, Carabobo, Mérida e Nova Esparta.</P><br />
<P>Entretanto, várias regiões de Caracas, já recuperaram o abastecimento elétrico, o serviço de Internet e as comunicações telefónicas, sendo visível nas ruas um inusitado número de viaturas que a população tirou dos estacionamentos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781377]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão acusa NATO de &#8220;cumplicidade&#8221; na guerra travada contra o país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 04:53:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmail Baghai, acusou hoje a NATO de cumplicidade na "guerra de agressão ilegal" lançada contra o Irão pelos Estados Unidos e Israel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmail Baghai, acusou hoje a NATO de cumplicidade na &#8220;guerra de agressão ilegal&#8221; lançada contra o Irão pelos Estados Unidos e Israel.</P><br />
<P>Baghai estava a responder a comentários feitos pelo secretário-geral da NATO, Mark Rutte, que revelou que &#8220;500 aeronaves norte-americanas descolaram de bases americanas em Itália&#8221; durante a guerra.</P><br />
<P>Em entrevista ao canal televisivo norte-americano Fox News, Rutte rejeitou a narrativa de que os aliados europeus dos Estados Unidos não prestaram ajuda durante a guerra com o Irão &#8211; uma queixa recorrente do Presidente norte-americano, Donald Trump -, argumentando que este número relativo a voos realizados a partir de bases em Itália durante a chamada &#8220;Operação Fúria Épica&#8221; é &#8220;um número enorme&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se considerarmos toda a Europa, estamos a falar de entre quatro mil e cinco mil missões de voo&#8221;, sublinhou o secretário-geral da Aliança Atlântica.</P><br />
<P>&#8220;Esta é uma admissão clara e condenatória da cumplicidade activa da NATO numa guerra de agressão ilegal travada contra um Estado-membro soberano da ONU&#8221;, escreveu Esmail Baghai na rede social X.</P><br />
<P>&#8220;O secretário-geral da NATO identificou explicitamente a Itália e a Roménia como participantes na agressão contra o Irão&#8221;, enfatizou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano.</P><br />
<P>&#8220;Estes países, juntamente com todos os outros países europeus que apoiaram a agressão israelo-americana contra o Irão, devem explicar aos seus próprios povos e ao mundo porque é que escolheram tornar-se cúmplices deste ato flagrante de agressão e da perpetração de atrocidades em massa contra o povo iraniano&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A primeira reação por parte do governo surgiu através do Ministério da Defesa italiano, segundo o qual as afirmações de Mark Rutte são enganosas, uma vez que Roma apenas autorizou a utilização das bases norte-americanas em Itália para operações de rotina durante a guerra com o Irão, e não para missões de combate ofensivas.</P><br />
<P>&#8220;É surpreendente que o secretário-geral da NATO, que nada tem a ver com a &#8216;Operação Fúria Épica&#8217;, apresente um relato que transmite uma mensagem completamente enganosa ao confundir os tipos de voos autorizados. Apenas foram autorizadas atividades técnicas e logísticas, não cinéticas, no âmbito dos procedimentos estabelecidos pelos acordos existentes. Sempre que foi apresentado um pedido fora deste âmbito, como é do conhecimento geral, a Itália não concedeu autorização&#8221;, garantiu o Ministério da Defesa, num comunicado.</P><br />
<P>Durante a campanha militar contra o Irão, o governo italiano indicou que permitiria aos Estados Unidos utilizar as suas bases para operações normais e voos logísticos, em conformidade com um tratado bilateral, mas recusou, em março, a autorização para que bombardeiros utilizassem a base aérea de Sigonella, na Sicília.</P><br />
<P>A revelação de Mark Rutte suscitou reações entre os partidos da oposição em Itália, que exigem &#8220;esclarecimentos imediatos&#8221; do governo de extrema-direita liderado pela primeira-ministra, Giorgia Meloni.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781376]]></sapo:autor>
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		<title>Cabo Verde e Angola destacam importância de &#8220;Lu Olo&#8221; na história de Timor-Leste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 04:20:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente de Cabo Verde, José Maria Neves, e a embaixada de Angola em Timor-Leste manifestaram consternação com a morte, domingo, de Francisco Guterres "Lu Olo", antigo chefe de Estado timorense, destacando a sua importância na história do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente de Cabo Verde, José Maria Neves, e a embaixada de Angola em Timor-Leste manifestaram consternação com a morte, domingo, de Francisco Guterres &#8220;Lu Olo&#8221;, antigo chefe de Estado timorense, destacando a sua importância na história do país.</P><br />
<P>&#8220;Foi com enorme consternação que tomei conhecimento do falecimento de Francisco Guterres Lu Olo&#8221;, afirma José Maria Neves, numa carta enviado ao homólogo timorense, José Ramos-Horta, e hoje divulgada à imprensa.</P><br />
<P>Na carta, o Presidente cabo-verdiano recorda &#8220;Lu Olo&#8221; como uma &#8220;figura incontornável da história&#8221; timorense, enquanto &#8220;obreiro da construção de um Timor-Leste independente e democrático e defensor da reconciliação, da paz e do desenvolvimento sustentável&#8221;.</P><br />
<P>Francisco Guterres &#8220;Lu Olo&#8221;, de 71 anos, que morreu domingo num hospital na Malásia, foi Presidente da República Democrática de Timor-Leste entre 2017 e 2022, tendo também exercido os cargos de presidente da Assembleia Constituinte e do Parlamento Nacional.</P><br />
<P>Na qualidade de presidente da Assembleia Constituinte, &#8220;Lu Olo&#8221; proclamou oficialmente a restauração da independência de Timor-Leste em 20 de maio de 2002, e deu posse a Kay Rala Xanana Gusmão como Presidente da República.</P><br />
<P>Numa outra carta, também enviada à Presidência timorense e hoje divulgada, Angola, através do seu embaixador em Díli, salienta que o legado de &#8220;Lu Olo&#8221; vai permanecer como &#8220;testemunho de coragem, dedicação e compromisso com a liberdade, a democracia e a soberania de Timor-Leste, valores que unem profundamente as nossas nações no seio da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Que a sua memória e legado inspire as novas gerações e fortaleça os ideais de paz, justiça e desenvolvimento de Timor-Leste&#8221;, acrescenta na carta o embaixador de Angola em Timor-Leste, José Andrade de Lemos.</P><br />
<P>O velório de &#8220;Lu Olo&#8221;, também presidente da Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente, começou segunda-feira na sua residência e termina hoje.</P><br />
<P>As cerimónias fúnebres realizam-se sexta-feira.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781375]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lula oferece apoio à Venezuela após sismos e avalia medidas de assistência</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 04:15:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva manifestou "preocupação e consternação" com os efeitos dos sismos que atingiram a Venezuela e garantiu que está a avaliar medidas para apoiar a nação caribeana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva manifestou &#8220;preocupação e consternação&#8221; com os efeitos dos sismos que atingiram a Venezuela e garantiu que está a avaliar medidas para apoiar a nação caribeana.</P><br />
<P>Numa mensagem publicada nas redes sociais na quarta-feira, Lula informou que instruiu o Ministério das Relações Exteriores, juntamente com a embaixada brasileira em Caracas, para avaliar a situação na Venezuela e as possíveis ações de ajuda que o Brasil poderia tomar.</P><br />
<P>O chefe de Estado reafirmou ainda a disponibilidade do país para apoiar o governo da presidente interina venezuelana Delcy Rodríguez na recuperação das áreas afetadas.</P><br />
<P>A reação do presidente brasileiro surgiu depois de Delcy Rodríguez ter declarado o estado de emergência, após dois sismos de magnitude 7,5 e 7,2 terem atingido a região central do país, causando danos materiais que ainda estão a ser avaliados.</P><br />
<P>Rodríguez anunciou, na quarta-feira, o encerramento do Aeroporto Internacional de Maiquetía, que serve Caracas, e cancelou as aulas em todo o país durante vários dias.</P><br />
<P>Num discurso televisivo, Rodríguez disse que o aeroporto, que tem ligações a Portugal, operadas pela companhia de bandeira portuguesa TAP, tinha sofrido &#8220;graves danos nas infraestruturas&#8221; e acrescentou que os serviços de metro e de comboio também foram suspensos.</P><br />
<P>A presidente cancelou ainda todas as atividades que não sejam &#8220;serviços essenciais&#8221; e indicou que houve interrupções nos serviços de eletricidade e água e, nos edifícios danificados, o fornecimento de gás natural foi cortado.</P><br />
<P>&#8220;Pedimos à nossa população que mantenha a calma&#8221;, disse a chefe de Estado. &#8220;Pedimos à união&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A presidente expressou gratidão aos Brasil, Estados Unidos, Panamá, Qatar, Cuba, Nicarágua, Turquia, Jordânia, Barbados, Curaçau, Colômbia, Reino Unido e México, que &#8220;contactaram a Venezuela para oferecer solidariedade e apoio&#8221;.</P><br />
<P>Rodríguez agradeceu ainda à ONU e a organizações financeiras multilaterais, sem especificar quais, que &#8220;já contactaram o Governo venezuelano através de vários canais para expressar a sua solidariedade&#8221;.</P><br />
<P>Nas últimas horas, a Bolívia, El Salvador, Peru e Chile também manifestaram a solidariedade.</P><br />
<P>Até ao momento, não há registo oficial de feridos ou mortos, apesar da Venezuela já ter registado 20 réplicas.</P><br />
<P>No estado de Falcón (noroeste), o governador Victor Clark disse que 32 pessoas foram hospitalizadas e, mais de quatro horas após o terramoto, ainda havia 15 pessoas presas nos escombros.</P><br />
<P>O autarca de Chacao, na região metropolitana de Caracas, Gustavo Duque, reportou possíveis mortes no município.</P><br />
<P>Edifícios em Manaus, Belém e Macapá, na Amazónia brasileira, foram evacuadas, segundo informações da emissora TV Globo.</P><br />
<P>Os tremores foram também sentidos nas regiões das Caraíbas e do nordeste da Colômbia, mas não houve registo de danos ou feridos. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781374]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump transforma celebrações do 250.º aniversário dos Estados Unidos em comício</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 04:00:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano Donald Trump deu oficialmente início, na quarta-feira à noite, às celebrações do 250.º aniversário dos Estados Unidos com um comício, sobrevoos de bombardeiros, e música de bandas militares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano Donald Trump deu oficialmente início, na quarta-feira à noite, às celebrações do 250.º aniversário dos Estados Unidos com um comício, sobrevoos de bombardeiros, e música de bandas militares.</P><br />
<P>&#8220;Nunca houve nada como os Estados Unidos da América, e juntos estamos a torná-los maiores, melhores, mais fortes e muito mais excecionais do que nunca&#8221;, afirmou Trump, acrescentando que &#8220;ninguém se ri de nós agora&#8221;.</P><br />
<P>O chefe de Estado voltou a destacar o endurecimento na fronteira com o México e a oposição aos direitos das pessoas transgénero, mas foi menos crítico dos democratas do que habitualmente. </P><br />
<P>&#8220;O sonho norte-americano voltou a estar vivo&#8221;, disse, numa referência ao que classificou como &#8220;quatro anos de incompetência&#8221; anteriores ao seu regresso à Casa Branca.</P><br />
<P>O discurso, com menos de meia hora, foi um dos mais curtos da sua carreira política, contrastando com intervenções recentes que ultrapassaram uma hora. </P><br />
<P>Trump prometeu regressar ao palco no dia 04 de julho, apelando: &#8220;O vosso presidente favorito vai falar, por favor apareçam&#8221;.</P><br />
<P>O comício insere-se nas comemorações da fundação de 1776, organizadas como &#8220;A Grande Feira Popular Norte-Americana&#8221;. </P><br />
<P>A presença de Trump foi anunciada depois de vários músicos cancelarem atuações por receio de politização do evento. Entre os que discursaram esteve o secretário dos Transportes, Sean Duffy, que classificou Trump como &#8220;o maior presidente desde George Washington&#8221; (1789-1797).</P><br />
<P>Trump aproveitou para proclamar &#8220;o início da idade dourada da América&#8221; e congratulou-se pela captura, em janeiro, do Presidente Nicolás Maduro, na Venezuela, sem mencionar os sismos que atingiram o país na quarta-feira à noite.</P><br />
<P>O público, limitado a uma secção do Passeio Nacional de Washington, foi animado com bandeiras de cartão distribuídas pelos organizadores e comida típica de feira, entre hambúrgueres e pernas de peru, com muitos dos presentes a usar chapéus &#8220;Make America Great Again&#8221;.</P><br />
<P>As celebrações decorrem num contexto político delicado, com as eleições intercalares de novembro no horizonte. Trump procura convencer os norte-americanos de que deixou para trás a guerra com o Irão, com a reabertura do estreito de Ormuz e a descida dos preços do petróleo.</P><br />
<P>Apesar disso, enfrenta uma taxa de aprovação baixa, de 37%, segundo sondagem da AP-NORC. </P><br />
<P>Os democratas criticam os gastos em projetos como a remodelação da piscina refletora junto ao Memorial de Lincoln, apontando para a vaidade de Trump em vez da criação de um legado nacional.</P><br />
<P>A inflação continua elevada e acima do crescimento salarial, mantendo os juros altos. Investimentos em inteligência artificial impulsionam a economia, mas levantam receios de perda de empregos na classe média.</P><br />
<P>Ainda assim, para muitos, Trump foi a principal atração, com famílias a viajar centenas de quilómetros para assistir ao comício e celebrar o 250.º aniversário do país. </P><br />
<P>&#8220;É uma oportunidade única na vida&#8221;, disse Jacob Wankasky, de Buffalo, Nova Iorque, que interrompeu as férias para ver o Presidente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781373]]></sapo:autor>
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		<title>Timorense Benjamim Corte-Real novo presidente da Assembleia Geral do Instituto Internacional da Língua Portuguesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 03:41:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O timorense Benjamim Corte-Real tomou posse quarta-feira como presidente da Assembleia Geral do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), anunciou aquela instituição da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), com sede em Cabo Verde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O timorense Benjamim Corte-Real tomou posse quarta-feira como presidente da Assembleia Geral do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), anunciou aquela instituição da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), com sede em Cabo Verde.</P><br />
<P>Num discurso, proferido durante a cerimónia, e citado num comunicado divulgado na página do IILP, Benjamim Corte-Real reafirmou o &#8220;compromisso de Timor-Leste com a promoção e valorização da língua portuguesa no contexto multilateral da CPLP&#8221;.</P><br />
<P>O linguista destacou também a &#8220;importância do trabalho conjunto dos estados-membros para o fortalecimento do IILP e para a projeção internacional da língua portuguesa&#8221;.</P><br />
<P>Benjamim Corte-Real substitui no cargo Abigail Tiny Cosme.</P><br />
<P>A sua nomeação ocorreu durante a primeira Assembleia Geral do IILP, novo órgão de funcionamento da instituição, criado no âmbito da revisão dos Estatutos, que reforça os mecanismos de acompanhamento, orientação estratégica e participação dos estados-membros da CPLP na definição de prioridades.</P><br />
<P>Benjamim Corte-Real, doutorado em linguística pela Macquarie University (Austrália) foi diretor do Instituto Nacional de Linguística em Timor-Leste e reitor da Universidade Nacional de Timor-Leste, onde permanece como docente.</P></p>
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