Mapa europeu: Há 4 semanas consecutivas que Portugal está no nível máximo de risco. Quase toda a Europa segue a tendência

Portugal está em ‘risco muito elevado’ pela quarta semana seguida, nos mapas do Centro Europeu para Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) sobre decisões de viagens na União Europeia (UE), onde todo o país está pintado a vermelho escuro.

Simone Silva

Portugal está em ‘risco muito elevado’ pela quarta semana seguida, nos mapas do Centro Europeu para Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) sobre decisões de viagens na União Europeia (UE), onde todo o país está pintado a vermelho escuro.

Em causa estão os mapas do ECDC de indicadores combinados, abrangendo as taxas de notificação de casos de covid-19 nos últimos 14 dias, o número de testes realizados e o total de positivos, que são atualizados semanalmente, todas as quintas.

O vermelho escuro é o nível máximo de risco e diz respeito a territórios com taxa cumulativa de notificação de casos de infeção nos últimos 14 dias superior a 500 casos por 100 mil habitantes e a taxa de positividade dos testes de é de 4% ou mais.

Esta situação mantém-se já há quatro semanas consecutivas, com todo o país, incluindo as ilhas que habitualmente registavam valores de incidência mais baixos, a fixarem-se já no patamar máximo de risco.

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Da mesma forma, também quase toda a Europa se situa agora nesse mesmo patamar de risco muito elevado, com praticamente todo o continente pintado de vermelho escuro, à exceção de algumas zonas da Polónia e Bulgária.

Estes mapas da agência europeia seguem um sistema de semáforos sobre a propagação da covid-19 na UE, a começar no verde (situação favorável), passando pelo laranja, vermelho e vermelho escuro (situação mais perigosa, em que Portugal já esteve o ano passado e se encontra agora).

Os mapas servem de auxílio aos Estados-membros sobre as restrições a aplicar às viagens no espaço comunitário. Em meados de junho, o Conselho da UE adotou uma recomendação para abordagem coordenada nas viagens, propondo que vacinados e recuperados da covid-19 não sejam submetidos a medidas restritivas como quarentenas ou testes.

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