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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Confiança, coordenação e comunicação clara: o “segredo português” na resposta à pandemia da Covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 17:00:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pandemia da Covid-19 foi a mesma, mas a resposta dos países esteve longe de ser igual. França, Portugal e Brasil enfrentaram o mesmo vírus com modelos de governação muito diferentes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pandemia da Covid-19 foi a mesma, mas a resposta dos países esteve longe de ser igual. França, Portugal e Brasil enfrentaram o mesmo vírus com modelos de governação muito diferentes — e essa diferença ajuda a perceber porque é que algumas respostas pareceram mais coerentes, outras mais rígidas e outras mais fragmentadas.</p>
<p>Num artigo publicado no &#8216;The Conversation&#8217;, Oumaima Omari Harake, investigadora em ciências de gestão na Universidade de Poitiers, compara os três casos e parte de uma ideia simples: numa crise sanitária, não basta ter hospitais, profissionais ou tecnologia. A forma como o sistema é organizado, comunica, decide e se adapta pode ser tão importante como os recursos disponíveis.</p>
<p>Em França, a resposta assentou num comando fortemente centralizado. O Estado e as agências nacionais tiveram um papel dominante, com decisões uniformes para todo o território e recurso a indicadores produzidos por entidades como a Santé publique France. Essa estratégia permitiu agir rapidamente e manter uma linha nacional coerente, mas também expôs fragilidades: dificuldade em adaptar decisões às realidades locais, tensão nos hospitais, sobrecarga de profissionais e críticas de autarcas e responsáveis de saúde sobre a distância entre Paris e o terreno.</p>
<p>Portugal surge na análise com um retrato diferente. O país destacou-se por uma coordenação institucional mais estável, uma comunicação pública mais clara e um nível elevado de confiança dos cidadãos nas instituições. Essa confiança foi particularmente visível na adesão à vacinação e na avaliação positiva da task force responsável pelo processo, frequentemente apontada como um dos exemplos de organização e eficácia durante a crise.</p>
<p>A autora sublinha que o caso português mostra a importância da confiança na ação pública. Quando os cidadãos consideram credível a informação dada pelas autoridades e percebem coerência nas decisões, a adesão às medidas sanitárias tende a ser maior. Em Portugal, essa combinação entre coordenação, comunicação e confiança ajudou a reforçar a resposta, mesmo num contexto de grande incerteza.</p>
<p>O Brasil aparece como o contraste mais evidente. A gestão da pandemia foi marcada por forte fragmentação política, tensões entre o governo federal, os estados e os municípios, e respostas muito desiguais no território. Essa divisão prejudicou a coordenação, enfraqueceu a mensagem pública e contribuiu para uma crise mais instável, com perda de confiança nas instituições e maior dificuldade em aplicar medidas consistentes.</p>
<p>Apesar das diferenças entre os três países, há uma conclusão comum: muito do que funcionou aconteceu no terreno. Profissionais de saúde, equipas locais e comunidades tiveram de improvisar soluções, reorganizar serviços e adaptar regras gerais às condições concretas de cada território. Em Portugal, as áreas dedicadas à Covid-19 nos cuidados de saúde primários ajudaram a separar circuitos de atendimento e a ajustar a resposta às capacidades locais.</p>
<p>A principal lição é que uma crise sanitária não se gere apenas por decreto nem apenas com meios técnicos. Precisa de coordenação entre níveis de poder, comunicação clara, confiança pública e margem para que quem está no terreno adapte as orientações à realidade. A pandemia mostrou que os sistemas mais resilientes são os que conseguem decidir, aprender e corrigir em tempo real.</p>
<p>No fim, a comparação entre França, Portugal e Brasil deixa uma mensagem útil para futuras crises: a eficácia depende menos de fórmulas rígidas e mais da capacidade de articular comando nacional com inteligência local. Portugal, neste retrato, aparece como exemplo de como a confiança pode ser uma ferramenta de saúde pública tão relevante como qualquer outra.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787162]]></sapo:autor>
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		<title>A Volkswagen encontrou uma equipa improvável para trabalhar à sombra de 31 mil painéis solares</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-volkswagen-encontrou-uma-equipa-improvavel-para-trabalhar-a-sombra-de-31-mil-paineis-solares/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 16:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[Volkswagen]]></category>
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					<description><![CDATA[Solução está a ser aplicada na central fotovoltaica que alimenta a fábrica da Volkswagen na Polónia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Volkswagen encontrou uma nova equipa para cuidar da relva de uma das suas instalações industriais na Polónia. Não usa combustível, não faz barulho de motor e trabalha melhor à sombra: são 100 ovelhas, chamadas para substituir corta-relvas mecânicos debaixo de mais de 31 mil painéis solares.</p>
<p>A solução está a ser aplicada na central fotovoltaica que alimenta a fábrica da Volkswagen na Polónia. Segundo o site especializado &#8216;Carscoops&#8217;, a marca trocou máquinas por um rebanho encarregado de manter a vegetação controlada numa área onde os equipamentos tradicionais nem sempre são a opção mais eficiente.</p>
<p>A instalação solar, construída e gerida pela Quanta Energy, tem 18,3 megawatts de capacidade e é apontada como uma das maiores centrais solares industriais instaladas no local de uma fábrica na Europa. Em dias de sol, pode cobrir toda a necessidade elétrica da unidade e, ao longo do ano, assegura cerca de 25% do consumo de eletricidade da fábrica.</p>
<p>A ideia é simples: as ovelhas circulam entre as filas de painéis, comem a erva, ajudam a reduzir a necessidade de maquinaria e aproveitam a sombra criada pela própria infraestrutura solar. Em vez de uma central fotovoltaica tratada como espaço exclusivamente técnico, a Volkswagen quer transformá-la também num projeto de biodiversidade, agricultura local e investigação científica.</p>
<p>O projeto está a ser desenvolvido em cooperação com a Universidade de Ciências da Vida de Poznań e é descrito como um dos primeiros estudos deste tipo, à escala de uma grande central fotovoltaica, realizados na Polónia. Os investigadores querem perceber de que forma estas instalações afetam o bem-estar dos animais, o ecossistema local e se a sombra dos painéis solares ajuda a reduzir o stress térmico das ovelhas.</p>
<p>Para a Volkswagen Poznań, o rebanho serve também como cartão de visita ambiental. Marzena Pillich-Gronska, diretora da fábrica, defende que a central já não fornece apenas eletricidade verde: passou também a apoiar a biodiversidade, a agricultura local e a investigação. A mensagem é evidente: uma infraestrutura industrial pode produzir energia e, ao mesmo tempo, criar algum espaço para a natureza.</p>
<p>A escolha das ovelhas não é apenas pitoresca. Em centrais solares, controlar a vegetação é essencial para reduzir riscos, manter acessos e proteger equipamentos. Os animais conseguem chegar a zonas difíceis para máquinas, fazem o trabalho de forma contínua e evitam parte das emissões, ruído e custos associados à manutenção mecânica.</p>
<p>A Volkswagen já tinha experiências semelhantes nos Estados Unidos. Na fábrica de Chattanooga, no Tennessee, cerca de 50 ovelhas ajudam a manter a vegetação sob 33.600 módulos solares, num projeto que também recorre a burros de guarda para proteger o rebanho de predadores. A marca descreve este pastoreio como uma forma eficiente de controlar ervas, reduzir erosão e aproveitar a sombra dos painéis para proteger os animais do calor.</p>
<p>Na prática, a história junta duas imagens improváveis: uma gigante automóvel, fábricas alimentadas por energia solar e um rebanho a fazer o trabalho que antes cabia a máquinas. É sustentabilidade com um lado rural — e, neste caso, a nova força de trabalho da Volkswagen não precisa de crachá, só de pasto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787181]]></sapo:autor>
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		<title>Presidente da República lamenta morte de militar da Brigada de Trânsito da GNR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 16:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, lamentou hoje a morte em serviço de um militar da Brigada de Trânsito da GNR, na sequência de um atropelamento em Alcobaça, e reconheceu o "sentido de missão no cumprimento do dever".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República, António José Seguro, lamentou hoje a morte em serviço de um militar da Brigada de Trânsito da GNR, na sequência de um atropelamento em Alcobaça, e reconheceu o &#8220;sentido de missão no cumprimento do dever&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Presidente da República manifesta o seu profundo pesar pela morte de Jorge Manuel Fernandes Monteiro, militar da Brigada de Trânsito da Guarda Nacional Republicana (GNR), vítima de atropelamento quando se encontrava em serviço no IC2, no concelho de Alcobaça&#8221;, pode ler-se numa nota publicada no sítio oficial da Presidência da República.</P><br />
<P>O chefe de Estado transmite &#8220;as suas mais sentidas condolências à família do militar&#8221; e associa-se &#8220;à dor de quantos o conheceram&#8221;.</P><br />
<P>Seguro reconheceu o &#8220;sentido de missão no cumprimento do dever&#8221; deste militar e expressou &#8220;a sua solidariedade à GNR neste momento de luto&#8221;.</P><br />
<P>Um militar da Brigada de Trânsito (BT) da GNR foi atropelado mortalmente por um veículo no IC2 na sexta-feira à noite, em Redondas, concelho de Alcobaça, confirmou fonte da instituição.</P><br />
<P>O militar estava a controlar o trânsito junto de um camião que se havia incendiado pouco antes e, cerca das 23:20, foi atropelado por um condutor que não parou no local, mas depois regressou e apresentou-se junto das autoridades, tendo sido detido.</P><br />
<P>O condutor apresentava uma taxa de alcoolemia superior a 1,2 gramas por litro, que é considerado um crime punível com pena de prisão.</P><br />
<P>O caso verificou-se ao quilómetro 88 do IC2, perto da localidade de Redondas, freguesia de Turquel, concelho de Alcobaça e, no momento do acidente, o incêndio já estava extinto.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788259]]></sapo:autor>
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		<title>O próximo vírus pandémico pode já estar a circular. A ciência tenta apanhá-lo antes que seja tarde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 16:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[covid 19]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[Todos os anos, os cientistas identificam, em média, dois ou três vírus que nunca tinham sido detetados em humanos. A maioria passa praticamente despercebida... mas há exceções]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os anos, os cientistas identificam, em média, dois ou três vírus que nunca tinham sido detetados em humanos. A maioria passa praticamente despercebida, fica enterrada em artigos científicos ou acaba esquecida. Mas há exceções que mudam a história: o VIH-1, identificado em 1983, abriu caminho à pandemia de SIDA; o SARS-CoV-2, detetado em 2020, desencadeou a pandemia da Covid-19.</p>
<p>A pergunta, por isso, é inevitável: quando surgir o próximo vírus desconhecido num doente — algo que pode acontecer nos próximos meses — como perceber se estamos perante uma curiosidade científica ou diante de uma ameaça capaz de provocar uma crise global? Num artigo publicado no &#8216;The Conversation&#8217;, Mark Woolhouse, professor de epidemiologia das doenças infecciosas na Universidade de Edimburgo, explica como a história dos vírus pode ajudar a antecipar esse risco.</p>
<p>As pandemias podem ter várias origens, mas, nas últimas décadas, os maiores alertas têm vindo sobretudo de vírus com genoma de RNA. Já foram identificadas milhares de espécies deste tipo e poderão existir milhões, embora apenas 239 sejam conhecidas por infetar humanos. A equipa de Woolhouse criou recentemente um catálogo para ajudar a perceber quais merecem maior vigilância.</p>
<p>A gravidade da doença é importante, mas não chega para fazer uma pandemia. Para isso, o vírus tem de conseguir passar de pessoa para pessoa — por contacto físico, partículas no ar, sangue, fezes ou através de mosquitos e carraças. Em cerca de dois terços dos vírus analisados, essa transmissão entre humanos é muito improvável. São vírus zoonóticos: chegam às pessoas sobretudo a partir de animais, como acontece com a raiva.</p>
<p>Esse dado pode parecer tranquilizador, mas os vírus evoluem depressa. É por isso que a gripe das aves preocupa tanto os especialistas. Ainda assim, Woolhouse sublinha um ponto relevante: não há exemplo documentado de um vírus de RNA zoonótico que tenha adquirido, depois, capacidade sustentada de transmissão entre humanos. A raiva, apesar de causar dezenas de milhares de infeções humanas por ano, nunca deu esse salto.</p>
<p>O perigo maior está noutro grupo: vírus que já conseguem circular entre pessoas e que podem tornar-se mais transmissíveis. Foi o que aconteceu com várias variantes do SARS-CoV-2. Outros vírus terão seguido esse caminho em tempos mais antigos, como os associados ao sarampo, à papeira, à rubéola, a constipações e a infeções gastrointestinais.</p>
<p>Há ainda vírus capazes de se transmitir entre humanos, mas que até agora provocaram apenas surtos limitados. O motivo está no chamado número R: se cada pessoa infetada transmite o vírus a poucas outras, a cadeia acaba por desaparecer. Mas esse número pode mudar quando o contexto muda. Um vírus antes confinado a aldeias remotas pode ganhar outra dimensão ao chegar a uma cidade. Foi o que aconteceu com o ebolavírus Zaire na África Ocidental, em 2014.</p>
<p>Segundo o investigador, a lista de vírus com potencial para surtos nunca foi muito longa, mas tem sido um bom indicador de futuras emergências de saúde pública. Nela estavam, por exemplo, o ebolavírus Zaire, os vírus chikungunya, zika e oropouche, transmitidos por insetos, e a mpox, causada por um vírus de DNA. Todos acabaram por estar associados a epidemias de grande escala.</p>
<p>Alguns nomes menos conhecidos também começaram a ganhar atenção. É o caso do hantavírus Andes, associado a um surto recente num navio de cruzeiro, ou do ebolavírus Bundibugyo, referido pelo autor como estando a circular na África Central. Nenhum deles tem, segundo Woolhouse, o perfil típico de um vírus capaz de iniciar uma pandemia global. Mas ajudam a lembrar uma fragilidade recorrente: muitas vezes, os vírus já circulam há semanas antes de serem detetados.</p>
<p>A Covid-19 é um exemplo claro desse problema. Em 2019, a equipa de Woolhouse tinha concluído que os vírus altamente transmissíveis tendem a estar próximos de outros vírus que já se espalham entre humanos, embora surjam de forma independente a partir de animais. Foi precisamente esse o perfil do SARS-CoV-2: muito semelhante ao coronavírus original da SARS, mas adquirido separadamente, provavelmente a partir de morcegos, direta ou indiretamente.</p>
<p>Um ano antes da pandemia, a Organização Mundial da Saúde tinha apontado um coronavírus semelhante ao da SARS como possível candidato à chamada “doença X” — o nome usado para designar uma futura ameaça ainda desconhecida. Por isso, quando a Covid-19 surgiu, a comunidade científica percebeu rapidamente que não se tratava de um vírus qualquer: era, em muitos aspetos, exatamente o tipo de ameaça que já se procurava.</p>
<p>O cenário mais preocupante, explica o autor, seria o aparecimento de um novo vírus aparentado com o sarampo. Nesse caso, a combinação entre novidade, elevada transmissibilidade e circulação humana poderia criar uma emergência global potencialmente mais grave do que a Covid-19.</p>
<p>A grande lição é simples: o mundo não precisa apenas de descobrir novos vírus. Precisa de os detetar mais cedo, compreender rapidamente como se transmitem e avaliar se têm capacidade para escapar ao controlo local. Ganhar semanas pode fazer a diferença entre um surto contido e uma pandemia com impacto profundo em vidas, sistemas de saúde e economias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787167]]></sapo:autor>
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		<title>Tour: Tim Merlier vence ao sprint pelo segundo dia consecutivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 15:43:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ciclista belga Tim Merlier (Soudal Quick-Step) conquistou hoje a segunda vitória consecutiva na 113.ª Volta a França, impondo-se na oitava etapa, em que o esloveno Tadej Pogacar (UAE Emirates) manteve as diferenças na liderança da geral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ciclista belga Tim Merlier (Soudal Quick-Step) conquistou hoje a segunda vitória consecutiva na 113.ª Volta a França, impondo-se na oitava etapa, em que o esloveno Tadej Pogacar (UAE Emirates) manteve as diferenças na liderança da geral.</P><br />
<P>O corredor de 33 anos &#8216;bisou&#8217; hoje nesta edição do Tour, somando o quinto triunfo em etapas na prova francesa no final dos 180,4 quilómetros entre Périgueux e Bergerac, onde se superiorizou ao eritreu Biniam Girmay (NSN) e ao neerlandês Olav Kooij (Decathlon), que foram, respetivamente, segundo e terceiro com as mesmas 3:52.50 horas.</P><br />
<P>O tetracampeão Tadej Pogacar continua a liderar a geral, com 2.42 minutos de vantagem sobre o dinamarquês Jonas Vingegaard (Visma-Lease a Bike), que é segundo à frente do mexicano Isaac del Toro, o colega do camisola amarela que fecha o pódio a 3.27.</P><br />
<P>No domingo, a nona etapa, que antecede o primeiro dia de descanso, liga Malemort a Ussel ao longo de 185,5 quilómetros acidentados.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788258]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bernardo Pires é o novo treinador da equipa de basquetebol do Sporting</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bernardo-pires-e-o-novo-treinador-da-equipa-de-basquetebol-do-sporting/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 15:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O português Bernardo Pires é o novo treinador da equipa de basquetebol do Sporting, sucedendo a Luís Magalhães, anunciou hoje o clube lisboeta, sem anunciar a duração do contrato.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O português Bernardo Pires é o novo treinador da equipa de basquetebol do Sporting, sucedendo a Luís Magalhães, anunciou hoje o clube lisboeta, sem anunciar a duração do contrato.</P><br />
<P>Natural de Aveiro, Bernardo Pires, de 32 anos, chega a Alvalade depois de sete anos no Imortal, primeiro como treinador da equipa B e depois do conjunto principal do clube de Albufeira.</P><br />
<P>&#8220;Sem dúvida que é o maior desafio da minha carreira, mas sempre que tenho a oportunidade de subir de nível encaro o desafio como um dos maiores da minha carreira. Naturalmente que, desta vez, treinando um dos melhores, se não o melhor clube de Portugal, inevitavelmente a responsabilidade aumenta, até pela massa associativa&#8221;, disse aos canais de comunicação dos &#8216;leões&#8217;.</P><br />
<P>Bernardo Pires, que como jogador passou por Illiabum e Beira-Mar, revelou que o avô era adepto &#8220;fanático&#8221; do Sporting e que chegar ao clube, além dessa ligação familiar, &#8220;é o culminar de um trajeto difícil, de muitas etapas, muitos anos de trabalho, algumas vezes sem retorno&#8221;, assumindo a responsabilidade de suceder a Luís Magalhães.</P><br />
<P>&#8220;Não sinto pressão por substituí-lo, sinto, sim, gratidão. Conheço-o praticamente desde sempre, porque treinou e trabalhou com o meu pai, andou comigo ao colo e foi meu treinador na formação. Por isso, inevitavelmente, acho que mais do que pressão é gratidão e aquilo que desejo é fazer jus àquilo que o Luís sempre fez pelo clube&#8221;, afirmou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788257]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>E se a chave para travar um Super El Niño fosse&#8230; “branquear” as nuvens: cientistas estudam hipótese polémica</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/e-se-a-chave-para-travar-um-super-el-nino-fosse-branquear-as-nuvens-cientistas-estudam-hipotese-polemica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 15:00:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta passa por injetar pequenas partículas, como sal marinho, na atmosfera para tornar as nuvens mais refletoras]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>E se fosse possível enfraquecer o El Niño antes de este ganhar força? A ideia parece ficção científica, mas está a ser estudada por investigadores que querem perceber se nuvens artificialmente mais brilhantes sobre o Pacífico poderiam reduzir alguns dos efeitos mais extremos deste fenómeno climático.</p>
<p>Segundo o &#8216;Daily Mail&#8217;, a proposta passa por injetar pequenas partículas, como sal marinho, na atmosfera para tornar as nuvens mais refletoras. Na prática, essas nuvens funcionariam como uma espécie de protetor solar natural, devolvendo mais radiação para o espaço e reduzindo o aquecimento que chega às camadas inferiores da atmosfera.</p>
<p>A técnica chama-se “branqueamento de nuvens marinhas” e integra o campo mais amplo da geoengenharia solar. Um estudo publicado na revista &#8216;Science Advances&#8217; analisou precisamente se uma intervenção deste tipo, aplicada de forma localizada no Pacífico, poderia enfraquecer episódios fortes de El Niño. Os autores concluem, com base em simulações, que o método poderia reduzir a intensidade de alguns eventos extremos, embora sublinhem que os riscos e incertezas continuam elevados.</p>
<p>O El Niño é a fase quente de um ciclo climático natural do Pacífico tropical. Quando se intensifica, pode alterar padrões de chuva, vento e temperatura em várias partes do mundo, aumentando o risco de cheias, ondas de calor, secas, incêndios e perdas económicas. A fase oposta, La Niña, está associada ao arrefecimento das águas superficiais no Pacífico central e oriental.</p>
<p>A proposta em estudo não seria espalhar partículas pelo planeta inteiro, mas atuar numa zona específica do oceano, no momento certo. Segundo a Universidade da Califórnia em San Diego, uma intervenção deste tipo, feita antes de um Super El Niño, poderia aumentar em mais de 40% os efeitos de arrefecimento e secura associados a um padrão semelhante ao da La Niña.</p>
<p>A inspiração veio de um episódio real. Os grandes incêndios que atingiram a Austrália em 2019 e 2020 lançaram enormes quantidades de fumo na atmosfera. Estudos anteriores indicaram que essas partículas alteraram nuvens no sudeste do Pacífico e podem ter contribuído para padrões atmosféricos semelhantes aos da La Niña. Os investigadores usaram esse “experimento natural” como ponto de partida para simular o que aconteceria se algo parecido fosse feito deliberadamente com partículas marinhas.</p>
<p>Nas simulações, os cientistas analisaram o que teria acontecido se o branqueamento de nuvens tivesse sido aplicado antes dos episódios fortes de El Niño de 1997 e 2015. O resultado sugeriu que a intervenção poderia ter suavizado o aquecimento no Pacífico equatorial, com maior efeito quanto mais cedo fosse iniciada.</p>
<p>A grande vantagem teórica desta abordagem é que seria temporária e direcionada. Em vez de usar geoengenharia para arrefecer o planeta durante décadas, a técnica poderia ser aplicada apenas para reduzir os picos de variabilidade climática natural. Jessica Wan, autora principal do estudo, defende que essa possibilidade poderia oferecer alguns benefícios da geoengenharia sem exigir uma intervenção permanente.</p>
<p>Mas o tema continua altamente controverso. A maioria dos cientistas continua a defender que a principal forma de reduzir os impactos das alterações climáticas é cortar emissões de gases com efeito de estufa. A geoengenharia, por outro lado, levanta dúvidas sobre efeitos secundários, alterações nos regimes de chuva, impacto nos oceanos, governação internacional e responsabilidade caso uma intervenção beneficie umas regiões e prejudique outras.</p>
<p>Os próprios investigadores reconhecem que um teste real em grande escala seria arriscado. Outras técnicas de geoengenharia, como a injeção de aerossóis na estratosfera, têm sido associadas em estudos a possíveis perturbações nos padrões globais de monções e noutras dinâmicas climáticas. É por isso que a hipótese de “mexer” nas nuvens do Pacífico é vista menos como solução pronta a usar e mais como uma pergunta científica difícil: até que ponto se pode intervir num sistema climático sem criar novos problemas?</p>
<p>Ainda assim, a possibilidade está a ganhar atenção porque os custos de um Super El Niño podem ser enormes. Entre cheias, incêndios, falhas agrícolas, calor extremo e danos em infraestruturas, estes episódios podem ter impacto económico de larga escala. A promessa do branqueamento de nuvens seria reduzir parte dessa violência climática antes de ela se espalhar pelo planeta.</p>
<p>Para já, a ideia continua no domínio das simulações. Não há indicação de que uma intervenção deste tipo esteja prestes a ser aplicada ao atual El Niño. Mas o estudo mostra como a crise climática está a empurrar a ciência para territórios antes impensáveis: não apenas prever o tempo ou adaptar cidades, mas estudar formas de alterar temporariamente o comportamento de um dos grandes motores climáticos da Terra.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787756]]></sapo:autor>
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		<title>Espanhol Marc Marquez vence corrida sprint de MotoGP na Alemanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 15:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O espanhol Marc Marquez (Ducati) venceu hoje a corrida sprint do Grande Prémio da Alemanha de MotoGP, 11.ª prova da temporada, que decorre este fim de semana em Sachsenring.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O espanhol Marc Marquez (Ducati) venceu hoje a corrida sprint do Grande Prémio da Alemanha de MotoGP, 11.ª prova da temporada, que decorre este fim de semana em Sachsenring.</P><br />
<P>Saindo da &#8216;pole-position&#8217;, o campeão do mundo em título liderou a corrida de início ao fim, superando, a exemplo do que sucedeu na qualificação, o seu irmão mais novo, Alex Marquez (Ducati-Gresini), e o italiano Fabio Di Giannantonio (Ducati-VR46).</P><br />
<P>O japonês Ai Ogura (Aprilia-Trackhouse) foi quarto, à frente do seu companheiro de equipa, o espanhol Raul Fernandez, e do atual líder do campeonato, o também espanhol Jorge Martin (Aprilia).</P><br />
<P>&#8220;O Alex forçou bastante e esteve muito próximo nas últimas voltas. Mas consegui manter um ritmo constante e acho que foi o que me permitiu vencer. Vamos ver se consigo reeditar amanhã (domingo) no Grande Prémio&#8221;, afirmou o septuplo campeão do mundo de MotoGP.</P><br />
<P>Também conhecido como &#8220;The King of the Ring&#8221; (o Rei de [Sachsen]Ring&#8221;, Marc Marquez confirmou ser intratável no circuito germânico, onde, no domingo, tentará alcançar um 13.º triunfo, o 10.º em MotoGP, que lhe permitiria igualar dois recordes detidos pelo italiano Giacomo Agostini, recordista atual, com 13 triunfos no mesmo circuito, sendo que 10 em MotoGP.</P><br />
<P>No campeonato, Marquez, que conquistou a 19.ª vitória em corridas sprint, um recorde, ganhou 12 pontos e recuperou oito para o líder Jorge Martin, que conta agora com apenas 32 pontos de vantagem.</P><br />
<P></P><br />
<P>VR // VR</P><br />
<P>Lusa/(fim</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788256]]></sapo:autor>
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		<title>CIM do Cávado vai assegurar autocarro entre Viana do Castelo, Esposende e Porto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 14:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comunidade Intermunicipal do Cávado anunciou hoje que assegurará a ligação de autocarro entre Viana do Castelo, Esposende e Porto, após a Auto Viação do Minho deixar de fazer um serviço que ligava o Alto Minho ao Porto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comunidade Intermunicipal do Cávado anunciou hoje que assegurará a ligação de autocarro entre Viana do Castelo, Esposende e Porto, após a Auto Viação do Minho deixar de fazer um serviço que ligava o Alto Minho ao Porto.</P><br />
<P>&#8220;Na sequência da decisão da AV Minho de cessar a exploração do serviço expresso que ligava Melgaço ao Porto e Ponte de Lima [distrito de Viana do Castelo] ao Porto, a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Cávado vai assegurar a ligação entre Viana do Castelo, Esposende e o Porto através de uma carreira regular de transporte público&#8221;, pode ler-se num comunicado enviado hoje às redações.</P><br />
<P>Segundo a CIM do Cávado, &#8220;o serviço expresso agora descontinuado encontrava-se consolidado e era utilizado diariamente por numerosos passageiros provenientes de Melgaço, Ponte de Lima, Viana do Castelo e Esposende, constituindo uma importante ligação ao Hospital de São João, ao IPO do Porto e ao Terminal Intermodal da Asprela&#8221;</P><br />
<P>&#8220;Perante esta decisão, foram promovidos contactos institucionais entre a CIM Cávado, a Área Metropolitana do Porto (AMP) e a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, com o objetivo de encontrar uma solução que permitisse assegurar a continuidade do serviço&#8221;, refere a entidade no comunicado.</P><br />
<P>Porém, &#8220;não tendo sido possível concretizar uma resposta para a totalidade do percurso anteriormente assegurado pela AV Minho, a CIM Cávado decidiu avançar, no âmbito das suas competências, com uma solução que garante a continuidade da ligação entre Viana do Castelo, Esposende e o Porto&#8221;.</P><br />
<P>Assim, &#8220;numa primeira fase, até ao final do mês de julho, será implementada uma Imposição de Serviço Público (ISP), assegurando uma carreira regular com três circulações diárias entre Viana do Castelo e o Porto, com paragem em Esposende&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Serão mantidos os horários, as paragens e os tarifários atualmente praticados nesta ligação, com os bilhetes de &#8220;2 euros para viagens com origem ou destino em Esposende e de 3,90 euros para viagens com origem ou destino em Viana do Castelo, mantendo-se os tarifários atualmente praticados&#8221;.</P><br />
<P>Já a partir de 01 de agosto, &#8220;entrará em vigor a tabela tarifária da CIM Cávado aplicável a esta carreira, bem como os passes mensais nas modalidades social e Passe Gratuito Jovem&#8221;, sendo que &#8220;os passes poderão ser solicitados pelos passageiros nas bilheteiras durante a última semana de julho&#8221;.</P><br />
<P>Com esta medida, &#8220;todos os jovens abrangidos pelo Passe Gratuito Jovem poderão viajar gratuitamente entre Viana do Castelo, Esposende e o Porto&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Numa fase posterior, a carreira será integrada no Contrato de Concessão de Serviço Público de Transporte de Passageiros do Cávado em vigor, processo que dependerá da validação da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) e do visto do Tribunal de Contas&#8221;, esclarece a CIM do Cávado, com sede em Braga.</P><br />
<P> A empresa de transportes Auto Viação do Minho (AV Minho) avisou no seu &#8216;site&#8217; que iria suprimir a partir de 03 de julho duas ligações expresso entre os concelhos de Melgaço e Ponte de Lima e a cidade do Porto.</P><br />
<P> À Lusa, Luiz Costa, responsável pela AV Minho, explicou que a supressão do serviço se prende pela &#8220;falta de rentabilidade do serviço&#8221;.</P><br />
<P>O presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM), António Barbosa, apontou a questões legais para não subsidiar a Auto Viação do Minho para fazer o serviço.</P><br />
<P>&#8220;Esta é uma linha concessionada pelo Estado, o que significa que a CIM não é autoridade de transporte e, ao não o ser, não pode subsidiar qualquer situação deste género&#8221;, respondeu António Barbosa à Lusa em 02 de julho.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788255]]></sapo:autor>
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		<title>Carneiro exige explicações a Montenegro sobre exames e admite Comissão de Inquérito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 14:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PS exigiu hoje explicações sobre os exames nacionais a Luís Montenegro, que considerou "estar a trabalhar para ser um dos piores primeiros-ministros desde o 25 de Abril", admitindo uma Comissão Parlamentar de Inquérito.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Vieira do Minho, Braga, 11 jul 2026 (Lusa) &#8212; O secretário-geral do PS exigiu hoje explicações sobre os exames nacionais a Luís Montenegro, que considerou &#8220;estar a trabalhar para ser um dos piores primeiros-ministros desde o 25 de Abril&#8221;, admitindo uma Comissão Parlamentar de Inquérito.</P><br />
<P>&#8220;Quero neste momento pedir responsabilidades ao primeiro-ministro. O primeiro-ministro não pode continuar a desvalorizar aquilo que é um assunto muito grave para milhares de pessoas. Neste momento, há professores de Matemática que recebem provas de Português, professores de Português que recebem provas de Matemática. E ontem mesmo tivemos conhecimento de que foram dadas instruções aos classificadores para que mesmo que as provas não estejam completas elas sejam classificadas. Isto significa uma fraude ao processo de avaliação&#8221;, denunciou José Luís Carneiro.</P><br />
<P>À chegada a Vieira do Minho, distrito de Braga, para participar no XXII Congresso Federativo do partido, o líder do PS foi também questionado pelos jornalistas sobre a medida hoje anunciada pelo PSD de que os professores vão receber horas extraordinárias como &#8220;reconhecimento pelo esforço extraordinário&#8221; na correção dos exames.</P><br />
<P>&#8220;Estou a chamar o primeiro-ministro para explicar como é que vai garantir a fiabilidade do processo. Os professores não estão à venda. Como é que vai garantir a fiabilidade e a confiabilidade deste processo. Porque o que se passa é demasiadamente grave e todos os portugueses têm de ter consciência disto. Lamentavelmente o primeiro-ministro mostra, mais uma vez, insensibilidade&#8221;, defendeu o secretário-geral do PS.</P><br />
<P>O processo da correção dos exames nacionais tem estado envolto em polémica e denúncias de falhas do sistema informático e já levou o Governo a mexer no calendário e adiar as datas de afixação das notas e da segunda fase.</P><br />
<P>Caso falhem ou faltem as explicações de Luís Montenegro sobre este processo, Carneiro abre a porta à realização de uma Comissão Parlamentar de Inquérito.</P><br />
<P>&#8220;Não podemos deixar de parte a hipótese de uma Comissão de Inquérito, porque as circunstâncias são demasiadamente graves, particularmente para milhares de famílias, milhares de alunos, que andaram doze anos a preparar as suas candidaturas e o seu futuro percurso profissional&#8221;, revelou o líder socialista.</P><br />
<P>José Luís Carneiro lembrou que Luís Montenegro esteve no Mundial de futebol &#8220;quando o país estava em situação de alerta, ou seja, quando a vida das pessoas está em risco&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O primeiro-ministro regressa do [Mundial de] futebol e temos as famílias a viver momentos de profunda angústia, e vemo-lo a responder a uma matéria desta natureza num festival de música. Mostra tudo sobre a insensibilidade de alguém que, do meu ponto de vista, está a trabalhar para ser um dos piores primeiros-ministros desde o 25 de Abril até hoje&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O secretário-geral do PS exigiu ao primeiro-ministro &#8220;que meta a mão na consciência para ter consciência do que se está a passar com as famílias, com os professores, com as escolas e com os diretores das escolas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Do que estamos a falar é de um assunto de uma grande gravidade para milhares e milhares de professores, de pais e de alunos. E o meu dever, como pai, é mesmo de me concentrar, neste momento, naquilo que diz respeito à vida de milhares e milhares de alunos e de professores deste país&#8221;, salientou.</P><br />
<P>O Governo prometeu apresentar a 17 de julho as classificações dos alunos, mas, garante José Luís Carneiro, que &#8220;ficarão muitos assuntos por resolver, nomeadamente a viabilidade das candidaturas de muitos alunos ao ensino superior&#8221;.</P><br />
<P>O líder do PS entende que existe &#8220;uma crise de confiabilidade no modelo de avaliação e na classificação que foi feita pelo Governo e do falhanço que resulta&#8221; da sua atuação, acusando o executivo liderado por Luís Montenegro de estar &#8220;a varrer o lixo para debaixo do tapete&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Porque mesmo que no dia 17 sejam apresentadas as classificações dos alunos, do que estamos a falar é da possibilidade, muito forte, de haver milhares de alunos a pedir revisão de provas. Agora imaginem que pedem a revisão das provas e não aparecem as folhas todas dos exames. Têm consciência da gravidade do que se está aqui a passar?&#8221;, questionou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788254]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Sobe para 110 número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 14:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[(CORREÇÃO)Lisboa, 11 jul 2026 (Lusa) - O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho aumentou para 110 e há 55 desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>(CORREÇÃO)Lisboa, 11 jul 2026 (Lusa) &#8211; O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho aumentou para 110 e há 55 desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE). </P><br />
<P>Entre os 110 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, em que 94 tinham também a nacionalidade venezuelana, estão 20 crianças e 90 adultos, indicou o MNE. </P><br />
<P>O anterior balanço contabilizava 107 portugueses e lusodescendentes mortos e 57 desaparecidos ou incontactáveis. </P><br />
<P>No total, o número de mortos subiu hoje para 4.118, enquanto o de feridos se manteve em 16.740, segundo o mais recente balanço oficial divulgado pelo Governo venezuelano. </P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela. </P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.  </P><br />
<P>(CORRIGE O NÚMERO TOTAL DE MORTOS QUE É DE 4.118 E NÃO 4.228) </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788252]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Energia vermelha, telepatia e espiões: o manual desclassificado mais estranho da CIA</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/energia-vermelha-telepatia-e-espioes-o-manual-desclassificado-mais-estranho-da-cia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 14:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[CIA]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Manual em causa foi criado em 1977 pelo Monroe Institute of Applied Sciences, na Virgínia, e integrava um conjunto de exercícios destinados a desenvolver capacidades mentais avançadas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fechar os olhos por um momento, respirar fundo, imaginar a energia “vermelha” a encher o corpo e executar imediatamente a ação pretendida. Parece uma técnica saída de um manual de autoajuda esotérico, mas fazia parte de um documento usado num programa secreto associado ao Exército dos Estados Unidos durante a Guerra Fria.</p>
<p>Segundo o &#8216;Daily Mail&#8217;, o manual em causa foi criado em 1977 pelo Monroe Institute of Applied Sciences, na Virgínia, e integrava um conjunto de exercícios destinados a desenvolver capacidades mentais avançadas, desde maior foco e gestão da dor até perceção remota, resolução de problemas e aumento de energia física.</p>
<p>O documento, com 21 páginas, foi posteriormente desclassificado e divulgado pela CIA em 2003. Numa das secções, os utilizadores eram ensinados a tentar “carregar” o corpo para obter mais força e velocidade antes de uma atividade intensa, como levantar um objeto pesado ou correr.</p>
<p>A técnica tinha cinco passos simples. Antes da ação física, a pessoa deveria fechar os olhos, inspirar profundamente e concentrar-se em duas ideias ao mesmo tempo: o movimento exato que queria realizar e a imagem de uma energia vermelha forte a preencher todo o corpo. Ao expirar, deveria abrir os olhos e executar imediatamente a ação.</p>
<p>O manual alegava que, com este processo, o utilizador seria capaz de realizar o movimento imaginado com mais força, maior rapidez e melhor coordenação física. A promessa era ambiciosa, mas deve ser lida no contexto dos programas experimentais da época, em que serviços de informação americanos exploraram técnicas de consciência, meditação, som e perceção fora dos limites convencionais da ciência.</p>
<p>A formação fazia parte do chamado Gateway Program, desenvolvido com tecnologia sonora conhecida como Hemi-Sync, criada por Robert Monroe. A ideia era usar frequências de áudio para sincronizar os hemisférios esquerdo e direito do cérebro, colocando o utilizador num estado simultaneamente relaxado e altamente focado.</p>
<p>O manual, porém, avisava que estes exercícios não eram destinados ao público em geral. Os utilizadores deveriam completar primeiro a sessão inicial do Gateway Program antes de tentar aplicar as técnicas. O documento advertia ainda que a utilização sem treino adequado poderia causar efeitos “indesejáveis e descontrolados”.</p>
<p>Além da alegada melhoria de força e velocidade, o programa incluía exercícios para aliviar dor, aumentar concentração, induzir sono reparador, equilibrar emoções e visualizar a recuperação do corpo através de imagens mentais de nervos, músculos e órgãos. Um dos exemplos citados no manual sugeria que repetir mentalmente uma sequência numérica poderia reduzir sinais de dor numa zona específica do corpo.</p>
<p>A parte mais invulgar do programa estava ligada à chamada “visão remota”, ou seja, a suposta capacidade de percecionar objetos, pessoas ou acontecimentos à distância. Esta vertente ficou associada ao Stargate Project, um conjunto de experiências da CIA com indivíduos que alegavam conseguir obter informação sem contacto físico ou visual direto.</p>
<p>O manual de 1977 incluía mesmo uma secção sobre como “perceber eventos e pessoas distantes”, com instruções para limpar a mente e atingir o estado mental considerado necessário para esse tipo de exercício. O documento afirmava que, com prática, a técnica poderia ser usada para observação à distância e até para enviar mensagens a outra pessoa.</p>
<p>As alegações nunca deixaram de ser controversas. Muitos dos resultados atribuídos a estes programas continuam a ser vistos com ceticismo, e a própria história mistura investigação militar, experiências da Guerra Fria e uma forte dose de fascínio por capacidades humanas extraordinárias.</p>
<p>Ainda assim, o manual mostra até onde chegaram algumas experiências americanas durante esse período. Num tempo marcado pela rivalidade com a União Soviética, os Estados Unidos não se limitaram a desenvolver armas, satélites e sistemas de vigilância. Também exploraram a possibilidade de transformar a mente humana numa ferramenta de vantagem estratégica.</p>
<p>Hoje, visto à distância, o documento é sobretudo uma janela para uma época em que ciência, espionagem e imaginação se cruzaram em terrenos pouco convencionais. A promessa de ganhar força em segundos ao imaginar energia vermelha pode soar improvável, mas revela uma pergunta que continua a fascinar: até onde pode o cérebro influenciar o corpo quando é levado ao limite?</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787750]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Anafre exige resposta sobre verbas da tempestade que não chegaram às freguesias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 13:51:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Associação Nacional de Freguesias (Anafre) vai exigir uma resposta sobre verbas destinadas a danos da tempestade Kristin que ainda não chegaram às freguesias e exige que estas autarquias locais não sejam reféns dos municípios, disse hoje o presidente.</P><br />
<P>&#8220;As verbas para as freguesias, para os danos que as freguesias tiveram na tempestade Kristin ainda não chegaram. A Anafre vai exigir ao Governo uma resposta neste sentido&#8221;, disse o presidente da Anafre, Francisco Branco de Brito (PSD/CDS-PP) que falava à agência Lusa no final da reunião do Conselho Geral que decorreu sexta-feira e hoje em Guimarães, no distrito de Braga.</P><br />
<P>Lembrando que a Anafre tem sido &#8220;muito crítica&#8221; na forma como o cálculo dos danos foi feito por entender que as freguesias deveriam ter a possibilidade de falar diretamente com as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), Francisco Branco de Brito disse que a associação, &#8220;apesar de já ter solicitado várias vezes&#8221;, não conseguiu ainda chegar a um valor total sobre quanto necessitam as freguesias, mas as estimativas apontam para &#8220;somas avultadas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não deveriam ser os municípios a fazer o levantamento das freguesias. Ainda que em algumas freguesias essa necessidade existisse e que precisem da colaboração do município (&#8230;) as freguesias que tinham capacidade de fazer diretamente [o levantamento com as CCDR] não deviam ficar reféns do município. Neste momento existem muitas freguesias que ainda não receberam qualquer tipo de verba&#8221;, insistiu.</P><br />
<P>Francisco Branco de Brito disse que, para freguesias de pequena dimensão, estas questões e valores não são pequenos e contou o desabafo feito pelo autarca de Meirinhas, concelho de Pombal, nesta reunião do Conselho Geral.</P><br />
<P>&#8220;Tem um fundo de financiamento de freguesias muito, muito baixo e tem cerca de 300 mil euros em prejuízos já contabilizados. É uma verba muito substancial para quem recebe pouco mais de 10 mil euros de fundo de financiamento de freguesias&#8221;, disse o presidente da Anafre.</P><br />
<P>A reunião do Conselho Geral da Anafre, que juntou em Guimarães, de acordo com a organização, mais de 100 autarcas, tinha como ponto principal discutir a proposta sobre a Revisão da Lei das Finanças (LFL) que esta associação fará ao grupo de trabalho criado pelo Governo para o efeito.</P><br />
<P>À Lusa, Francisco Branco de Brito disse que o documento está montado, faltando fechá-lo após introduzir os contributos realçados nesta reunião.</P><br />
<P>&#8220;Queremos fechar a proposta no início desta semana e depois dar nota pública sobre isso. Não está marcada reunião do grupo de trabalho mas falou-se de marcar antes das férias, ou seja em breve&#8221;, referiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788251]]></sapo:autor>
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		<title>Morreu futebolista internacional sul-africano Jayden Adams</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 13:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O internacional sul-africano Jayden Adams, que esteve presente no Mundial2026, morreu aos 25 anos, confirmou hoje o Sindicato dos Jogadores de Futebol Sul-Africanos (SAFPU).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O internacional sul-africano Jayden Adams, que esteve presente no Mundial2026, morreu aos 25 anos, confirmou hoje o Sindicato dos Jogadores de Futebol Sul-Africanos (SAFPU).</P><br />
<P>&#8220;A morte roubou a nossa nação e o mundo de um grande talento. Vamos para sempre relembrar Jayden Adams pela sua humildade, o seu extraordinário talento e a alegria que trouxe ao jogo. Descansa em paz&#8221;, lê-se numa publicação nas redes sociais do SAFPU.</P><br />
<P>A notícia foi inicialmente avançada pela imprensa local, que noticiou que o médio foi encontrado morto em casa, sem avançar as causas.</P><br />
<P>Depois de começar a carreira no Stellenbosch, Jayden Adams esteve no Mamelody Sundowns nas duas últimas temporadas, clube no qual era treinado pelo português Miguel Cardoso.</P><br />
<P>O médio foi utilizado em três encontros no Mundial2026 e tinha 15 internacionalizações pela África do Sul, tendo feito parte da equipa que chegou ao terceiro lugar na Taça das Nações Africanas de 2024.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788250]]></sapo:autor>
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		<title>Livre/Congresso: Oposição pede maior democracia interna e critica &#8220;fechamento do partido&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 13:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As listas S e V à direção do Livre apelaram hoje a uma maior democracia interna e criticaram "o fechamento" do partido, com a última a propor um compromisso escrito entre todas as candidaturas após a eleição deste órgão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As listas S e V à direção do Livre apelaram hoje a uma maior democracia interna e criticaram &#8220;o fechamento&#8221; do partido, com a última a propor um compromisso escrito entre todas as candidaturas após a eleição deste órgão.</P><br />
<P>Estas posições foram assumidas pelas duas listas que se apresentam ao 17.º Congresso do Livre, que decorre este fim de semana em Sintra, Lisboa, e que se opõem à linha maioritária do Grupo de Contacto, encabeçada por Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto.</P><br />
<P>Rodrigo Brito, número um da lista S, considerou que &#8220;o Livre cresceu e isso é uma excelente notícia&#8221; mas avisou que &#8220;crescer por si só não chega, porque uma árvore cresce para cima mas só resiste se crescer para baixo&#8221; e &#8220;criar raízes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O que propomos não é a guarda de um mito fundador mas o crescimento de um coletivo real. Com democracia por dentro e com coragem por fora&#8221;, afirmou o dirigente, que faz parte da atual direção, numa linha minoritária, uma vez que a eleição é feita através do método de Hondt, contando com membros de todas as listas candidatas.</P><br />
<P>Rodrigo Brito pediu &#8220;órgãos que decidam democraticamente&#8221; e avisou que um partido &#8220;não vive apenas no parlamento&#8221; e &#8220;não se fortalece quando a participação é apenas convocada após a decisão tomada&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;O Livre tem que confiar nos seus membros, núcleos, círculos, eleitos, e na inteligência coletiva que o fez nascer&#8221;, apelou.</P><br />
<P>O dirigente pediu ainda &#8220;a coragem de não confundir unidade com silêncio, liderança com concentração de poder, nem eficácia com pressa de decidir&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Livre conquistou espaço, agora tem que ganhar espessura&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Sara Peralta, número dois desta lista, abordou uma das propostas da lista de Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto: a criação da figura de secretário-geral, cargo ao qual se candidata Tomás Cardoso Pereira. </P><br />
<P>&#8220;O Livre não tem um secretário-geral e não deve passar a tê-lo por aclamação direta num congresso eletivo. Mudanças estatutárias fazem-se em lugar próprio, com debate claro e convergência&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Pela lista V, Tiago Mota começou a sua intervenção por alertar que a democracia &#8220;está gravemente doente&#8221; por existir um afastamento cada vez maior entre os cidadãos e a política. </P><br />
<P>&#8220;Lá fora a democracia está doente, o Livre tem que ser o seu antídoto&#8221;, afirmou, apelando a uma maior transparência interna. </P><br />
<P>O dirigente alertou que os estatutos do Livre obrigam o Grupo de Contacto (direção) a organizar uma reunião pública uma vez por mês, algo que não tem acontecido.</P><br />
<P>&#8220;Onde está essa transparência? Quando as reuniões deixam de ser públicas, elas tornam-se o sintoma da doença grave que temos lá fora&#8221;, criticou.</P><br />
<P>Uma das propostas da lista V é a votação de uma &#8220;Moção Estratégica de Compromisso&#8221;, que tenha em conta as várias posições eleitas para este órgão, apelo que foi deixado aos congressistas. </P><br />
<P>Lamentando um &#8220;fechamento do partido&#8221;, Tiago Mota também afirmou que &#8220;a política é muito mais do que o parlamento&#8221; e que o Livre &#8220;só será verdadeiramente grande quando não se limitar a São Bento&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788249]]></sapo:autor>
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		<title>Vasco Vilaça é segundo em Hamburgo e reforça liderança no Mundial de triatlo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 13:05:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O português Vasco Vilaça foi hoje segundo classificado na quinta etapa do Mundial de triatlo, disputada em Hamburgo, na Alemanha, e reforçou a liderança no circuito.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O português Vasco Vilaça foi hoje segundo classificado na quinta etapa do Mundial de triatlo, disputada em Hamburgo, na Alemanha, e reforçou a liderança no circuito.</P><br />
<P>Vilaça, que tem duas vitórias e dois segundos lugares nas quatro etapas que disputou, em Samarkand (1.º), Alghero (1.º), Quiberon (2.º) e Hamburgo (2.º), ficou hoje a três segundos do vencedor, o australiano Matthew Hauser (50.07 minutos).</P><br />
<P>&#8220;Tentei forçar a corrida, depois o Hauser atacou e eu ainda quis fechar o espaço, mas não consegui. Foi uma ótima corrida. Cinco segundos lugares em Hamburgo dá um sentimento agridoce&#8221;, explicou Vilaça após a prova.</P><br />
<P>O resultado de hoje deixa Vasco Vilaça reforçado na liderança mundial, com o português a subir aos 3.850 pontos, à frente do brasileiro Miguel Hidalgo (2.599) e do também luso Ricardo Batista (2.471).</P><br />
<P>Nesta etapa, na elite masculina (750 metros natação, 19,8 quilómetros de bicicleta e cinco quilómetros de corrida), Ricardo Batista foi 23.º, a um minuto do vencedor, e o irmão João Nuno Batista, 34.º, a 1.24, enquanto Miguel Tiago Silva não concluiu a prova. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788248]]></sapo:autor>
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		<title>O inimigo escondido no carrinho de compras: os alimentos práticos que podem estar a fazer-nos envelhecer mais depressa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-inimigo-escondido-no-carrinho-de-compras-os-alimentos-praticos-que-podem-estar-a-fazer-nos-envelhecer-mais-depressa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 13:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos ultraprocessados]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Estão nas prateleiras dos supermercados, nas máquinas de venda automática, nas embalagens coloridas e nos menus de refeições rápidas. São baratos, práticos, altamente apelativos — e cada vez mais apontados por especialistas como um dos grandes problemas da alimentação moderna]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estão nas prateleiras dos supermercados, nas máquinas de venda automática, nas embalagens coloridas e nos menus de refeições rápidas. São baratos, práticos, altamente apelativos — e cada vez mais apontados por especialistas como um dos grandes problemas da alimentação moderna. Os alimentos ultraprocessados voltam a estar no centro do debate sobre saúde pública.</p>
<p>Num artigo publicado no &#8216;The Independent&#8217;, vários especialistas defendem que estes produtos estão a contribuir para o declínio da saúde, sobretudo porque ajudam a aumentar o consumo de calorias, açúcar, sal e gordura, muitas vezes sem dar verdadeira saciedade. O tema ganhou novo peso depois de o &#8216;American Journal of Public Health&#8217; ter dedicado uma edição especial aos riscos dos alimentos ultraprocessados para a saúde pública.</p>
<p>A definição mais simples é esta: se a embalagem inclui ingredientes que normalmente não existem numa cozinha doméstica, como emulsionantes, aromatizantes ou determinados aditivos, há uma forte probabilidade de ser um alimento ultraprocessado. A explicação é de Chris Van Tulleken, autor de “Ultra-Processed People”, citado no artigo.</p>
<p>No Reino Unido e nos Estados Unidos, estes produtos já representam mais de metade das calorias consumidas pelos adultos. Entre as crianças, a proporção aproxima-se dos dois terços, segundo Ashley Gearhardt, professora de psicologia na Universidade do Michigan. O problema, dizem os especialistas, não está apenas na presença destes alimentos, mas na forma como foram desenhados para serem difíceis de largar.</p>
<p>A combinação de hidratos de carbono refinados, gordura e sal cria aquilo a que Gearhardt chama o “ponto de prazer”: uma fórmula que estimula o cérebro, aumenta a vontade de continuar a comer e raramente deixa uma sensação de satisfação duradoura. David Cox, neurocientista e autor de “The Age Code”, lembra que o corpo humano evoluiu num ambiente em que as calorias eram escassas. Hoje, porém, esses produtos altamente densos em energia estão disponíveis em permanência.</p>
<p>Segundo os especialistas ouvidos pelo &#8216;The Independent&#8217;, este ambiente alimentar ajuda a explicar porque tantas pessoas consomem mais calorias do que precisam. Com o tempo, essa diferença pode alterar a composição corporal, reduzindo músculo e aumentando gordura visceral, um tipo de gordura interna associado a processos inflamatórios.</p>
<p>A investigação também tem associado o consumo elevado de ultraprocessados a piores resultados de saúde. Entre os riscos referidos estão síndrome metabólica, diabetes, cancro, aumento do índice de massa corporal, alterações da glicemia e da tensão arterial, bem como maior risco de demência e défice cognitivo em pessoas mais velhas. A revista The Lancet publicou recentemente uma série de artigos sobre a expansão global destes alimentos e a sua associação a doenças crónicas não transmissíveis.</p>
<p>Mas nem todos os ultraprocessados têm o mesmo impacto. Gearhardt aponta como principais alvos as bebidas açucaradas, snacks salgados, produtos de pastelaria embalados, carnes processadas e muitos artigos de fast food. São estes, diz, que dominam o ambiente alimentar moderno e aparecem de forma mais consistente associados a maus resultados de saúde.</p>
<p>Reduzir o consumo, no entanto, não é apenas uma questão de força de vontade. Os especialistas sublinham que estes produtos são baratos, convenientes, agressivamente promovidos e muitas vezes mais acessíveis do que alimentos frescos ou pouco processados. Por isso, defendem medidas públicas, como rotulagem mais clara, avisos na frente das embalagens, restrições à publicidade dirigida a crianças e maior investimento para tornar alimentos minimamente processados mais fáceis de comprar.</p>
<p>Para o consumidor, a regra prática é menos sofisticada: olhar para a lista de ingredientes. Alimentos que continuam a parecer comida, com ingredientes simples e reconhecíveis, tendem a ser melhores escolhas. Já produtos que prometem saúde, energia ou conveniência, mas trazem uma longa lista de aditivos, aromatizantes e ingredientes industriais, merecem mais atenção.</p>
<p>A mensagem final não é transformar a alimentação numa fonte permanente de medo. É perceber que o problema deixou de ser ocasional. Quando uma parte tão grande da dieta diária vem de produtos feitos para serem consumidos em excesso, a escolha individual passa a estar a competir com uma máquina alimentar muito bem montada. E é aí que os especialistas querem que o alerta seja levado a sério.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787201]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Galp avança para arbitragem internacional sobre diferendo fiscal em Moçambique</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/galp-avanca-para-arbitragem-internacional-sobre-diferendo-fiscal-em-mocambique/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 12:44:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A portuguesa Galp avançou para arbitragem internacional no ICSID, instituição do Grupo Banco Mundial para resolução de litígios entre investidores e Estados, no diferendo fiscal ligado à venda da sua participação na Área 4 do Rovuma, em Moçambique.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A portuguesa Galp avançou para arbitragem internacional no ICSID, instituição do Grupo Banco Mundial para resolução de litígios entre investidores e Estados, no diferendo fiscal ligado à venda da sua participação na Área 4 do Rovuma, em Moçambique.</P><br />
<P>Segundo informação consultada hoje pela Lusa na página do Centro Internacional para a Resolução de Diferendos relativos a Investimentos (ICSID, na sigla inglesa), o pedido de arbitragem apresentado pela Galp Energia SGPS, Galp Energia Portugal Holdings B.V. e Galp East Africa B.V. contra a República de Moçambique, foi registado em 26 de junho, no processo ARB/26/31.</P><br />
<P>O ICSID, organismo do Grupo Banco Mundial especializado na administração de arbitragens e outros mecanismos de resolução de diferendos entre investidores estrangeiros e Estados, indica na ficha processual que a disputa tem como objeto o &#8220;tratamento fiscal&#8221; aplicado ao investimento no setor do petróleo, gás e mineração.</P><br />
<P>De acordo com a mesma informação, as empresas invocam os acordos bilaterais de promoção e proteção de investimentos celebrados entre Moçambique e os Países Baixos, em 2001, e entre Moçambique e Portugal, em 1995.</P><br />
<P>O processo encontra-se pendente e a última atualização disponibilizada pelo centro refere que o secretário-geral do ICSID registou o pedido para instauração da arbitragem em 26 de junho.</P><br />
<P>O avanço para a arbitragem internacional acontece depois de vários meses de divergências entre a petrolífera portuguesa e a Autoridade Tributária (AT) moçambicana sobre a tributação da venda da participação de 10% da Galp na Área 4 da Bacia do Rovuma, de gás natural, à petrolífera estatal dos Emirados Árabes Unidos ADNOC.</P><br />
<P>Em entrevista à Lusa, no Porto, em dezembro de 2025, o Presidente moçambicano, Daniel Chapo, defendeu uma solução negociada para o diferendo: &#8220;Até agora, com a Galp, nós estamos a dialogar, não é? E eu acho que vamos encontrar alguma solução&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Somos dois países irmãos e, sendo dois países irmãos, o diálogo é que é o caminho certo para a resolução de diferendos, se existirem&#8221;, acrescentou na entrevista, à margem da cimeira entre os dois países.</P><br />
<P>O chefe de Estado moçambicano defendeu ainda que a resolução de conflitos através do diálogo era a mesma filosofia que pretendia aplicar ao caso envolvendo a petrolífera portuguesa.</P><br />
<P>&#8220;Vamos encontrar uma solução de certeza absoluta para que possamos, sem margens para dúvidas, ultrapassar a situação e, em função disso, continuarmos a desenvolver os projetos moçambicanos em Portugal e projetos portugueses em Moçambique, por forma a que possamos continuar a trabalhar e criar melhores condições de vida para o povo moçambicano e o povo português&#8221;, declarou.</P><br />
<P>A Lusa noticiou em outubro de 2025 que a AT moçambicana reclamava à Galp 175,9 milhões de dólares (151,5 milhões de euros) no âmbito da operação, advertindo que o valor &#8220;pode vir a subir&#8221;, correndo um processo de execução.</P><br />
<P>Dias depois, a Galp afirmou considerar que não existia fundamento legal para a reclamação fiscal e garantiu estar &#8220;muito, muito empenhada&#8221; em encontrar uma solução com o Governo moçambicano.</P><br />
<P>&#8220;Acreditamos que não há fundamento legal nesta queixa, [&#8230;] estamos muito, muito empenhados em encontrar uma solução com o Governo moçambicano&#8221;, afirmou então o copresidente executivo da empresa João Diogo Silva, durante uma apresentação de resultados a analistas.</P><br />
<P>Na mesma ocasião, o responsável sublinhou que a Galp respeitava as suas obrigações legais e institucionais: &#8220;A Galp está em Moçambique há mais de 65 anos, somos muito, muito, muito presentes no negócio &#8216;downstream&#8217;, é um país que respeitamos totalmente&#8221;.</P><br />
<P>A operação que está na origem do diferendo ficou concluída em março de 2025 e envolveu a venda da participação de 10% da Galp na Área 4 da Bacia do Rovuma, no norte de Moçambique, um dos principais projetos de produção de gás natural do país.</P><br />
<P>A petrolífera portuguesa tinha anunciado anteriormente ter dado formalmente o primeiro passo para resolver o diferendo com o fisco moçambicano através de um tribunal arbitral internacional.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788247]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Autoridades moçambicanas destroem quase 1.700 embalagens de álcool impróprio para consumo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 12:06:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As autoridades moçambicanas na província de Sofala destruíram 1.699 embalagens de bebidas alcoólicas impróprias para consumo, avaliadas em 18,6 mil euros, e admitem instaurar um processo-crime contra a empresa responsável, após análises laboratoriais terem confirmado irregularidades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades moçambicanas na província de Sofala destruíram 1.699 embalagens de bebidas alcoólicas impróprias para consumo, avaliadas em 18,6 mil euros, e admitem instaurar um processo-crime contra a empresa responsável, após análises laboratoriais terem confirmado irregularidades.</P><br />
<P>&#8220;Hoje vamos proceder à incineração destas 1.699 embalagens. Já temos o resultado do laboratório, que diz que este álcool não é próprio para o consumo humano&#8221;, disse o representante da Inspeção-Geral da Segurança Alimentar e Económica (IGSAE) no distrito do Dondo, província de Sofala, Inocêncio Vilimo, citado hoje pela comunicação social local.</P><br />
<P>Segundo o responsável, a bebida destruída está avaliada em cerca de 1,35 milhões de meticais (18,6 mil euros), tendo a empresa proprietária sido notificada para pagar uma multa de 1,2 milhões de meticais (16,5 mil euros) por violação da legislação de proteção da saúde pública em Moçambique.</P><br />
<P>&#8220;O relatório concluiu que houve violação da lei de saúde pública&#8221;, afirmou Inocêncio Vilimo.</P><br />
<P>A operação que culminou com a apreensão das bebidas foi igualmente encabeçada pelo Ministério Público local, que admitiu avançar com um processo cível e criminal contra a empresa.</P><br />
<P>A operação ocorre poucos dias depois de o Presidente moçambicano, Daniel Chapo, ter apelado à recém-criada Inspeção-Geral da Segurança Alimentar e Económica para reforçar a defesa dos consumidores, combater o contrabando, a especulação de preços e a comercialização de produtos que representem riscos para a saúde pública, sem comprometer a atividade dos agentes económicos.</P><br />
<P>Em janeiro, Daniel Chapo promulgou as leis que criaram a Inspeção-Geral do Estado e a Inspeção-Geral da Segurança Alimentar e Económica, no âmbito da reforma dos órgãos de inspeção e fiscalização, com o objetivo de reforçar a transparência, a credibilidade institucional e a proteção dos consumidores.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788246]]></sapo:autor>
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		<title>Qual é o animal mais perigoso que pode encontrar num parque nacional? A resposta não é a que imagina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 12:00:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem caminha pela natureza selvagem do Canadá pode pensar que o maior perigo tem garras, dentes afiados e o tamanho intimidante de um urso.. não é bem assim]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem caminha pela natureza selvagem do Canadá pode pensar que o maior perigo tem garras, dentes afiados e o tamanho intimidante de um urso. Mas um novo estudo sugere que a ameaça mais comum nos parques nacionais canadianos vem de outro animal: o alce-americano, também conhecido como wapiti.</p>
<p>Segundo o &#8216;IFL Science&#8217;, investigadores da Universidade de York, no Reino Unido, analisaram uma base de dados da Parks Canada com quase 3.500 incidentes envolvendo animais, registados entre 2010 e 2023. O objetivo era perceber que espécies estavam mais associadas a encontros agressivos com pessoas e que atividades humanas pareciam aumentar esse risco.</p>
<p>A equipa concentrou-se nas cinco espécies mais frequentemente envolvidas nos incidentes — incluindo ursos e coiotes — e cruzou esses dados com sete tipos de atividades humanas, desde caminhadas a desportos mais radicais. O resultado contraria a imagem clássica do urso como principal ameaça.</p>
<p>Os alces-americanos estiveram envolvidos em cerca de 62% dos encontros agressivos registados. A distância para os restantes animais é grande: os ursos-pardos surgem associados a 14% dos casos, os ursos-negros a 13%, os veados-mula a 7% e os coiotes a apenas 3%.</p>
<p>Também houve surpresa no tipo de atividade mais associado a estes encontros. Não foram os desportos extremos, nem aventuras de maior risco, mas algo muito mais comum: caminhar. De acordo com Holly Landles, investigadora da Universidade de York e primeira autora do estudo, as atividades de baixo impacto foram as que apareceram com maior frequência nos encontros agressivos, independentemente da espécie.</p>
<p>A explicação provável é simples. Uma pessoa a caminhar silenciosamente pode surpreender um animal, sobretudo se este estiver com crias ou se sentir encurralado. Nesses casos, uma reação defensiva pode transformar um passeio aparentemente tranquilo num encontro perigoso.</p>
<p>O estudo também ajuda a identificar combinações de risco mais concretas. Shashank Balakrishna, investigador da Universidade de York e autor sénior do trabalho, refere exemplos como alces-americanos em zonas urbanizadas dentro dos parques ou veados-mula encontrados durante passeios com cães. Esse detalhe pode ajudar os gestores dos parques a decidir onde colocar sinalização, reforçar informação aos visitantes e concentrar medidas de prevenção.</p>
<p>Há, no entanto, limites importantes. A análise baseia-se apenas em incidentes comunicados oficialmente, pelo que o número real de encontros agressivos pode ser diferente. Além disso, a base de dados não incluía sempre informações como o sexo dos animais, o número de pessoas envolvidas ou a duração das atividades, o que torna mais difícil estabelecer uma relação direta de causa e efeito.</p>
<p>Mesmo assim, os investigadores deixam recomendações simples. Fazer-se ouvir ao caminhar, falar em grupo, levar um apito, evitar surpreender animais e manter os cães com trela curta quando há grandes manadas por perto pode reduzir o risco. No caso dos ursos-pardos, anunciar a presença é especialmente importante.</p>
<p>A conclusão não é que os visitantes devam ter medo da natureza. Pelo contrário: conhecer os padrões de risco ajuda humanos e animais a coexistirem melhor. Como lembram os investigadores, ambos perdem quando há encontros agressivos — as pessoas podem ficar feridas e os animais podem acabar abatidos ou removidos.</p>
<p>E há ainda uma nota para relativizar o medo dos grandes animais selvagens: estudos anteriores indicam que uma pessoa tem muito mais probabilidade de ser ferida por um cão do que por um urso. O trabalho foi publicado na revista científica &#8216;Frontiers in Conservation Science&#8217;.</p>
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