Mais um recorde. Portugal recebeu 27 milhões de turistas em 2019

Portugal recebeu 27 milhões de turistas no ano passado, a maioria estrangeiros, mais 7,3% do que em 2018. As receitas turísticas ascenderam a 4,28 mil milhões de euros, segundo dados publicados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Ainda assim, apesar de os mercados externos terem vindo em maior número (16,3 milhões), a maior subida foi registada pelos hóspedes nacionais (10,7 milhões). A procura dos portugueses aumentou 7,5%, percentagem que compara com a subida de 7,1% registada pelos estrangeiros.

O Reino Unido manteve-se como o principal mercado emissor, representando 19,2% das dormidas de turistas oriundos do exterior. Neste ano, os hóspedes britânicos aumentaram 5,9% (-2,7% em 2018) e as dormidas cresceram 1,5% (-5,4% em 2018). Seguiram-se os alemães (5,88 milhões) e os espanhóis (5,22 milhões).

No entanto, se tivermos em conta o crescimento, o destaque vai para os Estados Unidos (+29,2%), o Canadá (+27,6%) e a Irlanda (+26%).

Quanto à estada média, os portugueses permaneceram, em média, durante 1,97 noites (-1,2%). Já os estrangeiros ficaram 2,99 noites (-3,6%) nas unidades turísticas. Ou seja, quer os hóspedes nacionais como os internacionais passaram menos noites.

Os proveitos totais aumentaram 7,3% e os de aposento 7,1%. O rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) aumentou 2,0% para 49,4 euros e o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 88,7 euros, aumentando 1,9%.

De acordo com o INE, no último mês do ano passado, o sector do alojamento turístico abriu as portas a 1,6 milhões de hóspedes, que geraram 3,5 milhões de dormidas, correspondendo a variações de +10,2% e +8,2% face ao período homólogo. As dormidas de residentes cresceram 4,6%, e as de não residentes aumentaram 10,4%.

A estada média, no entanto, diminuiu 1,8% (-0,4% no caso dos nacionais e -4,5% de estrangeiros), para 2,23 noites. A taxa líquida de ocupação (31,2%) aumentou 0,9 pontos percentuais.

Neste período, os proveitos totais atingiram os 205,8 milhões de euros, o que equivale a um crescimento de 9,6%. Os proveitos de aposento fixaram-se em 141,1 milhões de euros, mais 9,9%. O RevPAR aumentou 5,0% para 27,9 euros e o ADR atingiu 73,3 euros, aumentando 1,6%.

*Notícia actualizada com mais informação às 11:28

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