Mais, o novo partido político português para apoiar movimentos independentes

Até ao início do Verão pode surgir um novo partido. Vai chamar-se Mais e pretende agregar oficialmente os independentes que concorrem a câmaras, mas estão impedidos de entrar na corrida às legislativas e europeias.

Revista de Imprensa

Até ao início do Verão pode surgir um novo partido. Vai chamar-se Mais e pretende agregar oficialmente os independentes que concorrem a câmaras, mas estão impedidos de entrar na corrida às legislativas e europeias, avança o “Público”.

De acordo com o jornal, Joana Amaral Dias é um dos rostos da comissão instaladora, constituída por 13 membros, que funcionará como um plataforma nacional de apoio a candidaturas de movimentos independentes. «Tenho apoiado este movimento há já algum tempo e realço o trabalho válido que tem feito do ponto de vista da cidadania.Embora considere que tenho uma matriz de esquerda, neste momento conta com o meu apoio», afirma a antiga deputada do Bloco de Esquerda.

Constituída a comissão instaladora, o movimento vai agora lançar-se na recolha das 7500 assinaturas para submeter ao Tribunal Constitucional. Pretendem ter o partido legalizado até ao Verão para poderem preparar as candidaturas quer às presidenciais de Janeiro de 2021 como às eleições autárquicas, previstas para o início de Outubro do próximo ano.

A ex-eurodeputada Ana Gomes, o antigo líder do CDS José Ribeiro e Castro, o ex-candidato presidencial Henrique Neto e o ex-bastonário das Ordem dos Médicos José Manuel Silva são outras figuras conhecidas dos portugueses que têm participado em iniciativas do movimento.

Os fundadores do novo projecto político são os mesmos que, em Maio de 2018, estiveram na origem do lançamento do Movimento Associativo Independente – Mais.

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