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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Jul 2026 17:23:22 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Aprovada devolução das propinas aos recém-formados que acumula com o IRS Jovem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 17:18:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O parlamento aprovou hoje o projeto de lei do PS que força o Estado a pagar o prémio salarial que devolve as propinas aos recém-formados e garante que o incentivo é acumulável com o regime do IRS Jovem.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O parlamento aprovou hoje o projeto de lei do PS que força o Estado a pagar o prémio salarial que devolve as propinas aos recém-formados e garante que o incentivo é acumulável com o regime do IRS Jovem.</p>
<p>Apesar do voto contra do PSD, CDS-PP e IL, esta iniciativa passou graças aos votos favoráveis do PS e Chega, a que se juntaram os restantes partidos, com a exceção do PCP, que se absteve.</p>
<p>Este projeto de lei foi aprovado no âmbito de um debate que o PS levou hoje a discussão sobre o custo da vida, tendo sido rejeitadas as duas outras iniciativas dos socialistas, um projeto de resolução para travar o aumento do custo de vida e um projeto de lei para impedir a venda de edifícios públicos que poderiam ser usados para habitação.</p>
<p>Com a proposta, o PS recupera uma iniciativa rejeitada em julho de 2025, para contestar o facto de o Governo continuar sem mandar a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) abrir o prazo para os jovens solicitarem ao fisco o pagamento do prémio que lhes é devido.</p>
<p>O incentivo foi criado pelo Governo de António Costa em 2023, por decreto-lei, para que os jovens trabalhadores &#8211; até ao ano em que fazem 35 anos &#8211; possam pedir ao Estado (via AT) a devolução das propinas como reconhecimento da conclusão da licenciatura ou do mestrado.</p>
<p>No projeto, o PS lembra que &#8220;o formulário eletrónico legalmente necessário para a apresentação dos requerimentos referentes aos anos de 2025 e 2026&#8221; ainda não foi disponibilizado, impedindo que &#8220;milhares de potenciais beneficiários&#8221; recebam o incentivo.</p>
<p>Para a bancada socialista, &#8220;não é aceitável que um apoio legalmente previsto permaneça formalmente em vigor e simultaneamente deixe de ser executado por mera via administrativa&#8221;.</p>
<p>Os socialistas pretendem que o prémio fique consagrado &#8220;em lei da Assembleia da República&#8221;, para reforçar &#8220;as garantias da sua execução&#8221; e &#8220;salvar os direitos dos beneficiários que ficaram impedidos de apresentar requerimento nos anos de 2025 e 2026 por razões exclusivamente imputáveis à administração&#8221;.</p>
<p>O projeto de lei prevê que o incentivo &#8220;é pago anualmente durante o número de anos equivalentes ao ciclo de estudos&#8221; que levou &#8220;à atribuição de cada grau académico&#8221; e que a Autoridade Tributária e Aduaneira disponibiliza o formulário todos os anos, até 01 de março, durante pelo menos três meses.</p>
<p>Para garantir que um jovem recebe o prémio e, ao mesmo tempo, continua a usufruir das regras do IRS Jovem, a bancada socialista propõe que fique escrito que &#8220;o prémio salarial de qualificações é cumulável com o regime&#8221; do IRS Jovem.</p>
<p>No ano passado, quando a iniciativa do PS foi chumbada na especialidade, em 10 de julho de 2025, o PSD justificou o voto contra considerando a clarificação do PS uma inutilidade por o acesso ao prémio continuar em vigor.</p>
<p>Entretanto, até ao final de 2025 e até ao momento em 2026, a AT não chegou a abrir um prazo de candidatura ao prémio.</p>
<p>Em 07 de janeiro deste ano, o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, garantiu que &#8220;o Governo tomou a decisão de rever o prémio salarial&#8221; e que apresentaria &#8220;uma nova proposta em breve&#8221;, o que até agora não aconteceu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784844]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal mais quente do que zonas do Norte de África: o contraste invulgar desta onda de calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 17:15:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Enquanto Portugal continental enfrenta um episódio de calor excecional, várias regiões da Tunísia e da Líbia deverão registar temperaturas abaixo da média para esta altura do ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Enquanto Portugal continental enfrenta um episódio de calor excecional, várias regiões da Tunísia e da Líbia deverão registar temperaturas abaixo da média para esta altura do ano. O contraste é invulgar e resulta da circulação atmosférica prevista para os próximos dias, que favorece a chegada de ar muito quente à Península Ibérica e de ar relativamente mais fresco ao Norte de África oriental.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os mapas meteorológicos, citados pelo site tempo.pt, mostram anomalias positivas muito expressivas sobre Portugal continental, ao mesmo tempo que grande parte da Tunísia e do norte da Líbia apresenta valores negativos em relação à média climatológica.</p>
<p class="isSelectedEnd">Isto não significa que o Norte de África vá ter temperaturas baixas em termos absolutos. Em várias zonas, os termómetros deverão continuar a rondar ou ultrapassar os 30 ºC. A diferença é que, para o início de julho, esses valores ficam abaixo do habitual, ao contrário do que acontece em Portugal, onde as temperaturas deverão manter-se muito acima da média.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Portugal mais quente do que zonas do Norte de África</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O contraste entre Portugal e o Norte de África oriental mostra que a origem geográfica de uma massa de ar nem sempre coincide com as zonas onde se registam as temperaturas mais elevadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Neste caso, Portugal continuará sob a influência de uma massa de ar extremamente quente, transportada por uma circulação de leste e sudeste desde o Norte de África até à Península Ibérica.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já sobre a Tunísia e a Líbia, a configuração atmosférica deverá permitir a entrada de uma massa de ar relativamente mais fresca, suficiente para fazer descer as temperaturas abaixo dos valores normais para esta época do ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Assim, enquanto Portugal enfrenta um cenário de calor excecional, algumas regiões do Norte de África terão um início de julho menos quente do que o habitual.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>A diferença entre temperatura absoluta e anomalia térmica</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O ponto central deste episódio está na diferença entre temperatura absoluta e anomalia térmica.</p>
<p class="isSelectedEnd">A temperatura absoluta indica o valor registado no termómetro. Já a anomalia térmica mostra se esse valor está acima ou abaixo do que seria normal para determinada região e época do ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por isso, mesmo com temperaturas acima dos 30 ºC, Tunísia e Líbia podem apresentar anomalias negativas, porque esses valores ficam abaixo da média climatológica para o início de julho.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Portugal, pelo contrário, as temperaturas previstas estão muito acima do normal, sobretudo devido à persistência de uma massa de ar quente instalada sobre o território continental.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Atmosfera mostra comportamento oposto nas duas margens do Mediterrâneo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A diferença entre Portugal e o Norte de África oriental também é visível em altitude. A cerca de 1.500 metros, no nível de 850 hPa, observa-se um padrão muito marcado entre a Península Ibérica e a margem sul do Mediterrâneo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sobre Portugal, instala-se uma massa de ar significativamente mais quente do que o habitual. Sobre a Tunísia e a Líbia, pelo contrário, predomina ar relativamente mais fresco, refletindo-se nas anomalias negativas previstas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este padrão confirma que a atmosfera terá comportamentos distintos nas duas regiões, apesar da proximidade geográfica. De um lado, Portugal continua exposto a calor intenso; do outro, Tunísia e Líbia ficam relativamente protegidas do calor mais extremo.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Calor vai persistir em Portugal</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os modelos meteorológicos indicam que a massa de ar muito quente deverá permanecer sobre Portugal continental durante os próximos dias.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta situação continuará a favorecer temperaturas muito elevadas à superfície, sobretudo no interior, mantendo o país sob um episódio de calor excecional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Enquanto isso, o Norte de África oriental deverá manter valores menos elevados em comparação com o padrão normal da época.</p>
<p>Apesar do contraste invulgar, o calor em Portugal deverá continuar durante vários dias. A evolução do episódio dependerá das próximas atualizações meteorológicas, que permitirão perceber quando a massa de ar quente começará a enfraquecer.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784826]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>BYD Dolphin G DM-i chega a Portugal com 105 km elétricos e preço abaixo dos 25 mil euros sem IVA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 17:07:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Modelo já está disponível no mercado nacional e chega com uma campanha especial de lançamento durante o mês de julho, que inclui a oferta de manutenção durante dois anos ou 30.000 quilómetros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A BYD lançou em Portugal o novo Dolphin G DM-i, um compacto híbrido plug-in desenvolvido para o segmento B europeu e equipado com a tecnologia Super Híbrida DM 5.0 da marca. O modelo já está disponível no mercado nacional e chega com uma campanha especial de lançamento durante o mês de julho, que inclui a oferta de manutenção durante dois anos ou 30.000 quilómetros.</p>

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<p>O novo Dolphin G DM-i combina uma autonomia em modo totalmente elétrico de até 105 quilómetros com uma autonomia total combinada que pode chegar aos 1.040 quilómetros, considerando uma carga completa da bateria e o depósito cheio. Segundo a marca, o consumo ponderado é de 1,4 l/100 km, com emissões de CO2 de 32 g/km.</p>
<p>A proposta foi pensada para quem procura um automóvel compacto capaz de circular em modo elétrico nos trajetos diários, mas com a flexibilidade de um híbrido para viagens mais longas. O sistema DM-i combina um motor elétrico dianteiro, uma bateria Blade Battery de 18,3 kWh e um motor a gasolina de 1,5 litros, gerindo automaticamente os modos de condução elétrico e híbrido.</p>
<p>O motor elétrico desenvolve 163 cv e 210 Nm de binário, permitindo ao BYD Dolphin G DM-i acelerar dos 0 aos 100 km/h em 8,3 segundos. A bateria pode ser carregada em corrente alternada a 6,6 kW e em corrente contínua até 39 kW, o que permite passar dos 10% aos 80% em 26 minutos, de acordo com os dados divulgados pela marca.</p>
<p>Apesar das dimensões compactas, com 4.160 mm de comprimento e 1.825 mm de largura, o modelo aposta na versatilidade. A bagageira oferece 425 litros de capacidade, incluindo um compartimento de 45 litros sob o piso, podendo chegar aos 1.225 litros com os bancos traseiros rebatidos.</p>
<p>A gama em Portugal inclui dois níveis de equipamento, Boost e Comfort. A versão Boost conta com ecrã de infoentretenimento de 12,8 polegadas, bancos dianteiros e volante aquecidos, carregamento sem fios para smartphone, saídas de ar traseiras, portas USB traseiras, sistema de som com oito altifalantes e função Vehicle-to-Load, que permite alimentar dispositivos externos.</p>
<p>A versão Comfort acrescenta equipamentos menos habituais no segmento B, como head-up display, teto panorâmico com cortina elétrica, câmara de visão 360 graus, jantes de 18 polegadas, banco do condutor com ajuste elétrico e apoio lombar, além de integração Google no sistema de infoentretenimento.</p>
<p>Em matéria de segurança, o Dolphin G DM-i inclui de série sistemas como controlo de velocidade adaptativo, assistente de saída de faixa, deteção de ângulo morto, alerta de colisão no tráfego cruzado dianteiro com travagem, monitorização do condutor e aviso de abertura de porta.</p>
<p>O novo BYD Dolphin G DM-i está disponível em Portugal a partir de 24.385 euros, valor sem IVA, despesas de legalização, transporte e custos adicionais de pintura. A campanha é válida até 31 de julho nos concessionários aderentes e limitada ao stock existente. A garantia é de seis anos ou 150.000 quilómetros para o veículo e oito anos ou 250.000 quilómetros para a bateria.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784825]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>BdP alerta consumidores sobre entrega de valores a intermediários de crédito</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bdp-alerta-consumidores-sobre-entrega-de-valores-a-intermediarios-de-credito/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 17:06:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco de Portugal (BdP) alertou hoje que os intermediários de crédito não estão autorizados a receber valores dos consumidores pela celebração, execução ou reembolso antecipado dos contratos, podendo, em certos casos, ser remunerados pela prestação de serviços.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco de Portugal (BdP) alertou hoje que os intermediários de crédito não estão autorizados a receber valores dos consumidores pela celebração, execução ou reembolso antecipado dos contratos, podendo, em certos casos, ser remunerados pela prestação de serviços.</p>
<p>Numa nota hoje divulgada, o BdP indicou que na sequência de pedidos de informação &#8220;relacionados com a entrega de valores a intermediários de crédito por parte dos consumidores, esclarece-se que os intermediários de crédito, independentemente da categoria em que atuam, não estão autorizados a receber quaisquer valores dos consumidores, nomeadamente relacionados com a celebração, a execução ou o reembolso antecipado de contratos de crédito&#8221;.</p>
<p>Segundo a instituição, quanto à remuneração pela prestação de serviços de intermediação de crédito, &#8220;as regras aplicáveis variam&#8221;, de acordo com a categoria em que atua o intermediário de crédito e que pode ser &#8220;vinculado, a título acessório ou não vinculado&#8221;.</p>
<p>No caso dos intermediários de crédito vinculados e a título acessório, estes não &#8220;podem exigir aos consumidores quaisquer valores ou contrapartidas económicas (por exemplo, a título de retribuição, comissão ou despesa)&#8221;, sendo &#8220;remunerados exclusivamente pelos mutuantes com quem tenham celebrado contrato de vinculação&#8221;.</p>
<p>Já os intermediários de crédito não vinculados, &#8220;uma vez que são remunerados exclusivamente pelos consumidores, podem receber valores a título de remuneração pelos seus serviços&#8221;.</p>
<p>O BdP alerta, no entanto, que &#8220;estão obrigados a informar previamente os consumidores sobre o preço a pagar pelos serviços&#8221; e que essa informação deve &#8220;constar expressamente do contrato de intermediação de crédito&#8221; que celebram.</p>
<p>Os consumidores podem consultar a categoria em que atua cada intermediário de crédito no registo, no &#8216;site&#8217; do Banco de Portugal.</p>
<p>O BdP aconselha que antes de recorrer aos serviços de um intermediário de crédito, o consumidor deve confirmar se está registado junto do Banco de Portugal e em que categoria.</p>
<p>O consumidor, caso se trate de um intermediário de crédito não vinculado, deve &#8220;informar-se previamente sobre a remuneração a pagar pelos serviços e confirmar que essa informação consta do contrato de intermediação de crédito&#8221;, salientou, aconselhando ainda para que leia atentamente toda a documentação antes de tomar uma decisão.</p>
<p>&#8220;Após a celebração do contrato, o consumidor não deve entregar quaisquer fundos ao intermediário de crédito, para além da remuneração que seja devida pela prestação de serviços de intermediação de crédito, quando se trate de um intermediário de crédito não vinculado&#8221;, rematou o BdP.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784833]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Moedas anunciou dois abrigos para o calor, mas nenhum está disponível ao público</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 17:01:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Lisboa é uma das cidades mais afetadas pelo calor intenso que se faz sentir no país, o que aumenta a importância de espaços de abrigo temporário para pessoas mais vulneráveis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Câmara Municipal de Lisboa anunciou a criação de dois abrigos temporários para proteger a população do calor extremo, mas os espaços indicados pela autarquia ainda não estão disponíveis ao público para esse efeito.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o Jornal de Notícias, a autarquia liderada por Carlos Moedas avançou que tinha preparado dois locais de abrigo temporário: o Pavilhão Manuel Castelbranco, na freguesia de São Vicente, e o Complexo Desportivo Municipal do Casal Vistoso, na freguesia do Areeiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">No entanto, segundo a TSF, que se deslocou aos dois espaços, nenhum dos locais estava aberto ao público como abrigo contra as altas temperaturas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Pavilhão fechado e sem indicação sobre onda de calor</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Pavilhão Manuel Castelbranco encontrava-se fechado, sem qualquer indicação visível sobre a eventual utilização do espaço durante a atual onda de calor.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já no Complexo Desportivo Municipal do Casal Vistoso continuam a decorrer várias atividades. O diretor técnico das instalações disse não estar autorizado a prestar declarações, mas adiantou que não existia qualquer indicação oficial sobre procedimentos específicos relacionados com as temperaturas elevadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Jornal de Notícias, o presidente da Junta de Freguesia do Areeiro afirmou à TSF que não recebeu qualquer indicação do executivo camarário para acolher no pavilhão pessoas que procurem proteção contra o calor.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Outras autarquias avançam com medidas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Enquanto Lisboa enfrenta dificuldades na abertura dos espaços anunciados, outras câmaras municipais adotaram medidas para mitigar os efeitos do calor intenso.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Braga, a autarquia decidiu autorizar o acesso livre às piscinas municipais da Rodovia, da Ponte e das Parretas entre sexta-feira e domingo, devido à subida das temperaturas. A câmara reforçou também a distribuição gratuita de água à população.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Gaia, os trabalhadores municipais com tarefas no exterior estão dispensados do serviço durante a tarde até sexta-feira. Já em Matosinhos, as igrejas vão estar abertas entre as 11h00 e as 18h00 para receber quem procure proteger-se do calor.</p>
<p class="isSelectedEnd">No Porto, os locais climatizados disponibilizados à população são as piscinas municipais da Constituição, de Cartes e Eng. Armando Pimentel, bem como a universidade intergeracional de Ramalde.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Lisboa entre as cidades mais afetadas pelo calor</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Lisboa é uma das cidades mais afetadas pelo calor intenso que se faz sentir no país, o que aumenta a importância de espaços de abrigo temporário para pessoas mais vulneráveis.</p>
<p>As câmaras municipais têm vindo a implementar medidas para responder ao agravamento das temperaturas, mas, no caso da capital, os dois locais anunciados pela autarquia ainda não estavam operacionais para receber a população.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784819]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal dividido entre EUA e China: 33% preferem aproximação a Pequim e 30% a Washington</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-dividido-entre-eua-e-china-33-preferem-aproximacao-a-pequim-e-30-a-washington/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:50:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os dados mostram um país sem alinhamento claro entre as duas maiores potências globais, refletindo uma tendência mais ampla na União Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Os portugueses estão divididos sobre se a Europa deve aproximar-se mais dos Estados Unidos ou da China, num momento de forte tensão geopolítica e comercial entre Bruxelas, Washington e Pequim. Segundo uma sondagem da Public First, realizada em 24 países da União Europeia e partilhada com o POLITICO, 33% dos inquiridos em Portugal defendem uma relação mais próxima com a China, mesmo que isso prejudique os laços com os Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A percentagem dos que preferem reforçar a relação com Washington é ligeiramente inferior: 30% dos portugueses defendem uma maior aproximação aos Estados Unidos, mesmo que isso afete os laços com a China. A maior fatia, no entanto, está entre os indecisos: 37% dos inquiridos em Portugal não escolhem nenhum dos lados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dados mostram um país sem alinhamento claro entre as duas maiores potências globais, refletindo uma tendência mais ampla na União Europeia. A sondagem foi realizada entre 6 e 22 de junho e ouviu 23.970 adultos em 24 países da UE, cerca de mil por país.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Europeus divididos entre Washington e Pequim</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No conjunto dos 24 países analisados, os europeus surgem divididos sobre o caminho que a União Europeia deve seguir. Em oito países, os inquiridos inclinam-se para relações mais fortes com a China. Em nove, a preferência recai sobre os Estados Unidos. Nos restantes sete, as respostas estão praticamente divididas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 14 países, a resposta mais comum foi “não sei”, com mais pessoas a escolherem essa opção do que a apoiarem uma aproximação a Washington ou a Pequim.</p>
<p class="isSelectedEnd">A sondagem evidencia o momento difícil que a União Europeia enfrenta. Bruxelas está a implementar um acordo comercial unilateral com a administração de Donald Trump, ao mesmo tempo que lida com sinais de desindustrialização progressiva provocados pelo aumento das exportações chinesas, incluindo veículos elétricos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Seb Wride, responsável pela investigação de opinião da Public First, afirma que os europeus veem o afastamento dos Estados Unidos como algo alcançável e, em alguns países, já como uma preferência maioritária. Em relação à China, a perceção é diferente: a dependência é vista mais como uma necessidade, e os esforços para a reduzir como uma intenção difícil de concretizar.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Seria má altura para as ações de Trump criarem uma escolha entre os EUA e a China — para muitos europeus, os EUA são opcionais, e a China essencial”, afirmou.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Portugal vê China como parceiro comercial mais importante no futuro</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A leitura portuguesa torna-se mais clara quando se olha para a expectativa sobre o principal parceiro comercial da Europa nos próximos dez anos. Em Portugal, 37% dos inquiridos acreditam que a China será o parceiro comercial mais importante da Europa dentro de uma década. Apenas 28% apontam os Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta perceção acompanha a tendência europeia. No conjunto dos países analisados, 43% dos inquiridos esperam que a China seja o parceiro comercial mais importante da Europa dentro de dez anos, enquanto 27% escolhem os Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 23 dos 24 países abrangidos pela sondagem, há mais pessoas a prever que a China ocupará esse papel dominante. A única exceção é a Lituânia, onde os inquiridos favorecem claramente os Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Estados Unidos perdem imagem de aliado fiável no Ocidente europeu</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A sondagem mostra que, na Europa Ocidental, os Estados Unidos já não são vistos como um aliado tão fiável como no passado. Itália e Espanha, por exemplo, surgem no campo dos que preferem uma aproximação à China, com Espanha a apresentar uma posição mais sólida nesse sentido.</p>
<p class="isSelectedEnd">França e Alemanha, dois dos principais pesos políticos e económicos da União Europeia, aparecem em posição incerta, com a maioria dos inquiridos a responder que não sabe qual das duas potências deve ser privilegiada.</p>
<p class="isSelectedEnd">O contexto político ajuda a explicar parte desta mudança. Donald Trump tem feito da crítica às lideranças europeias um tema recorrente da sua presidência. O Presidente norte-americano insultou dirigentes europeus, impôs tarifas unilaterais à União Europeia, retirou tropas dos EUA do continente e chegou a ameaçar anexar a Gronelândia, território soberano da Dinamarca.</p>
<p class="isSelectedEnd">Vários líderes europeus, incluindo o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, e a chefe do Governo dinamarquês, Mette Frederiksen, viram a sua popularidade aumentar depois de confrontarem Trump, sinal de como o Presidente norte-americano é impopular fora dos Estados Unidos. Mesmo aliados tradicionais, como a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, têm vindo a afastar-se dele.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Leste europeu continua mais próximo de Washington</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A tendência, porém, não é uniforme em todo o continente. Na Europa de Leste, onde muitos países continuam a ver os Estados Unidos como garante da ordem do pós-Guerra Fria, a imagem de Washington permanece mais favorável.</p>
<p class="isSelectedEnd">Polónia, Lituânia e Estónia estão entre os países que se mantêm claramente no campo dos Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta divisão revela uma Europa a diferentes velocidades geopolíticas: enquanto parte da Europa Ocidental se mostra mais disponível para repensar a relação com Washington, os países mais próximos da Rússia continuam a valorizar o papel norte-americano como garantia de segurança.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>China é vista como necessidade, não como escolha simples</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar do desgaste da relação com os Estados Unidos, Pequim não surge como uma alternativa simples. As importações chinesas estão a pressionar setores tradicionais da indústria europeia, da química ao automóvel.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Comissão Europeia afirmou, esta semana, que está em conversações com a China para tentar encontrar uma relação comercial mais equilibrada, esperando progressos até outubro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dados da sondagem sugerem que muitos cidadãos europeus encaram a ligação comercial com a China como um facto consumado, mais do que como uma escolha política livre.</p>
<p class="isSelectedEnd">No conjunto dos 24 países, 38% dos inquiridos dizem que reduzir a dependência da China pode parecer uma boa ideia, mas é irrealista. Esta foi a opinião mais comum em todos os países, com exceção da Suécia e da Dinamarca, onde percentagens semelhantes consideram que a União Europeia deve tentar inverter essa dependência.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apenas 26% dos europeus concordam que reduzir a dependência da China seria desejável e possível. Outros 19% entendem que a União Europeia nem sequer deveria tentar cortar essa dependência.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Europa entre pragmatismo económico e tensão geopolítica</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A sondagem da Public First mostra uma Europa dividida entre velhas alianças políticas e novas realidades económicas. Os Estados Unidos continuam a ser um parceiro central em matéria de segurança e política externa, mas a confiança na relação transatlântica foi abalada pela segunda presidência de Donald Trump.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao mesmo tempo, a China é vista por muitos europeus como indispensável do ponto de vista económico, apesar das tensões comerciais, do impacto das exportações chinesas na indústria europeia e da pressão sobre Bruxelas para encontrar uma relação mais equilibrada.</p>
<p>Em Portugal, esta ambivalência é particularmente visível. Há uma ligeira vantagem dos que defendem uma aproximação à China face aos que preferem reforçar os laços com os Estados Unidos, mas a maior percentagem continua entre os indecisos. E, quando se olha para o futuro económico, mais portugueses apontam Pequim do que Washington como parceiro comercial mais importante da Europa nos próximos dez anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784814]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Chega vai votar contra alterações do PSD sobre perda de nacionalidade e lei das burcas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:44:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ O presidente do Chega anunciou hoje que vai votar contra as alterações apresentadas pelo PSD na chamada "lei das burcas" e sobre a criação de pena acessória para perda da nacionalidade, admitindo que estes processos podem cair.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Chega anunciou hoje que vai votar contra as alterações apresentadas pelo PSD na chamada &#8220;lei das burcas&#8221; e sobre a criação de pena acessória para perda da nacionalidade, admitindo que estes processos podem cair.</p>
<p>Estas posições foram transmitidas por André Ventura em conferência de imprensa, no Parlamento, pouco antes de PSD e CDS-PP terem revelado que vão apresentar uma terceira versão do decreto que cria a pena acessória de perda de nacionalidade.</p>
<p>Enquanto o Chega quer confirmar esta sexta-feira, no Parlamento, a totalidade do decreto que foi considerado inconstitucional pelo Tribunal Constitucional, PSD e CDS avançaram agora, em alternativa, com uma nova versão desse diploma, reduzindo o leque de crimes suscetíveis de perda de nacionalidade em relação à anterior versão.</p>
<p>Já no caso da lei das burcas, o PSD apresentou na terça-feira um conjunto de mudanças ao diploma do Chega já aprovado na generalidade, colocando como objetivo a questão da segurança e retirando o foco da ocultação do rosto por motivos religiosos.</p>
<p>Perante estas mudanças propostas, André Ventura frisou que o Chega não as aceitará. E se o Chega votar contra, na prática, vai inviabilizar a aprovação final de qualquer um dos dois processos legislativos.</p>
<p>&#8220;O PSD faz o jogo do PS e mostra que, na verdade, não quer mudar nada na nossa sociedade e no nosso regime legal&#8221;, afirmou.</p>
<p>Interrogado sobre a perspetiva de os dois processos legislativos caírem por falta de entendimento com o PSD, tanto no caso da lei das burcas, como na perda da nacionalidade, André Ventura reagiu: &#8220;Pois, não há nada.&#8221;</p>
<p>&#8220;Mas o PSD é que tem que questionar se prefere ficar sem nada, ou se prefere ficar com o consenso que já foi possível obter na lei da nacionalidade ou na lei das burcas&#8221;, advertiu.</p>
<p>O Chega exige que o PSD &#8220;cumpra o que foi negociado em matéria de lei da nacionalidade&#8221; e, nesse sentido, contribua na sexta-feira, em plenário, para a confirmação do decreto chumbado pelo Tribunal Constitucional. E no caso da lei das burcas, o partido de André Ventura recusa alterações ao seu projeto já aprovado na generalidade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784813]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Calor: Valongo limita trabalho na rua até às 12:00 e cria centros de apoio nas 5 freguesias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:37:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Valongo disponibiliza a partir de sexta-feira estruturas nas cinco freguesias do concelho para albergar pessoas devido ao calor e limitou até às 12:00 o trabalho nas ruas aos seus funcionários, revelou hoje o presidente da autarquia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Valongo disponibiliza a partir de sexta-feira estruturas nas cinco freguesias do concelho para albergar pessoas devido ao calor e limitou até às 12:00 o trabalho nas ruas aos seus funcionários, revelou hoje o presidente da autarquia.</p>
<p>Em declarações à Lusa após a reunião do Centro de Comando Operacional Municipal, Paulo Esteves Ferreira antecipou o conjunto de medidas que aplicarão devido ao aviso vermelho anunciado para sexta-feira para vários distritos, entre eles o Porto, e que inclui a sensibilização das pessoas para um comportamento mais responsável, evitando expor-se ao calor entre as 11:00 e as 17:00.</p>
<p>Sobre os locais preparados para receber as pessoas, em Valongo estarão disponíveis o Auditório António Macedo e o edifício da Junta de Freguesia. Em Ermesinde será na Vila Beatriz e no Fórum do Parque Urbano. No caso de Alfena estará o Centro Cultural de Alfena, disse.</p>
<p>No caso de Sobrado, estará disponível o Centro Documental da Bugiada e a Sala das Artes e, na freguesia de Campo, terão o Centro Cultural de Campo e o Museu de Lousa, concluiu.</p>
<p>Em todos esses espaços, garantiu, haverá ar condicionado e estará um elemento da proteção civil, para que no caso de alguém se sentir mal possa ser imediatamente assistido ou solicitado socorro, acrescentou o autarca.</p>
<p>Paulo Esteves Ferreira revelou ainda que os trabalhadores da autarquia que estejam a trabalhar nas ruas ou que andam no exterior só trabalharão até ao meio-dia, prosseguindo, após o almoço, em oficina ou em espaço coberto.</p>
<p>O autarca anunciou também o aumento da vigilância nas serras, por causa do risco de ignição de fogos, bem como a disponibilização do Centro de Recursos para a Inserção Social para acolher, em Ermesinde, aos sem-abrigo nas horas de maior calor.</p>
<p>Estas medidas, garantiu, durarão enquanto vigorarem os avisos vermelho ou laranja.</p>
<p>O aviso vermelho devido ao calor foi alargado até domingo em 10 distritos do litoral e do interior sul do país, anunciou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
<p>Segundo o IPMA, o aviso vermelho, o mais grave numa escala de três, está hoje ativo nos distritos de Portalegre, Évora e Beja, assim como em Santarém e Lisboa, sendo que os últimos dois distritos passam a laranja (o segundo nível) às 23:00 de sexta-feira.</p>
<p>Na sexta-feira, estarão também sob aviso vermelho por causa do calor outros 10 distritos: Viana do Castelo, Porto, Braga, Coimbra, Aveiro, Leiria, Santarém, Portalegre, Évora e Beja. Em todos os casos este nível permanece ativo até às 06:00 de domingo.</p>
<p>O aviso vermelho surge numa altura em que Portugal continental atravessa num período de temperaturas elevadas, com máximas que podem chegar aos 44 graus Celsius (ºC) e mínimas entre os 24ºC e os 28ºC.</p>
<p>Na quarta-feira, a Direção-Geral da Saúde (DGS) divulgou recomendações aos municípios para protegerem as populações das temperaturas elevadas e ondas de calor, alegando o &#8220;papel de proximidade essencial&#8221; que desempenham na preparação e resposta a esses fenómenos.</p>
<p>Segundo a DGS, as autarquias devem garantir, em parceria com várias entidades, a sinalização de pessoas mais vulneráveis, mantendo atualizada essa listagem, assim como realizar contactos preventivos e promover, sempre que possível, visitas domiciliárias.</p>
<p>Já ao nível das medidas comunitárias, a direção-geral aconselha que sejam abertos locais de abrigo temporário (zonas de arrefecimento) e disponibilizada água potável, garantindo o bom funcionamento dos bebedouros públicos, assim como recomenda o prolongamento dos horários de bibliotecas, piscinas e equipamentos climatizados de proximidade.</p>
<p>Para os espaços públicos, é sugerido que sejam reforçadas as zonas de sombra, instaladas estruturas temporárias de sombreamento e arrefecimento, e adaptados os horários dos trabalhos municipais realizados no exterior.</p>
<p>Por causa da onda de calor, os hospitais ativaram o nível mais baixo dos planos de contingência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784811]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Calor: Baião disponibiliza gratuitamente acesso às três piscinas descobertas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/calor-baiao-disponibiliza-gratuitamente-acesso-as-tres-piscinas-descobertas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:34:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Baião decidiu disponibilizar gratuitamente o acesso às três piscinas municipais descobertas do concelho, face às previsões meteorológicas que apontam para temperaturas muito elevadas nos próximos dias, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Baião decidiu disponibilizar gratuitamente o acesso às três piscinas municipais descobertas do concelho, face às previsões meteorológicas que apontam para temperaturas muito elevadas nos próximos dias, foi hoje anunciado.</p>
<p>Em comunicado, a câmara refere que as piscinas serão gratuitas entre sexta-feira e domingo.</p>
<p>A medida abrange as piscinas municipais descobertas de Campelo, Ancede e Santa Marinha do Zêzere e pretende proporcionar à população &#8220;uma forma de minimizar os efeitos das altas temperaturas, incentivando simultaneamente a adoção de comportamentos seguros durante este período de calor intenso&#8221;.</p>
<p>O município apela ainda à população para que siga as recomendações da Direção-Geral da Saúde, para prevenir problemas associados ao calor extremo.</p>
<p>Essas recomendações passam por beber água regularmente, evitar a exposição direta ao sol entre as 11:00 e as 17:00, utilizar protetor solar, chapéu, óculos de sol e roupa leve, permanecer sempre que possível em locais frescos e arejados, evitar esforços físicos intensos durante as horas de maior calor, dar especial atenção às crianças, às pessoas idosas e aos doentes crónicos e nunca deixar crianças, idosos ou animais no interior de viaturas estacionadas.</p>
<p>&#8220;O município de Baião continuará a acompanhar a evolução das condições meteorológicas e apela à colaboração de todos para a adoção de comportamentos responsáveis&#8221;, remata o comunicado.</p>
<p>Segundo o IPMA, o aviso vermelho, o mais grave numa escala de três, está hoje ativo nos distritos de Portalegre, Évora e Beja, assim como em Santarém e Lisboa, sendo que os últimos dois distritos passam a laranja (o segundo nível) às 23:00 de sexta-feira.</p>
<p>Na sexta-feira, estarão também sob aviso vermelho por causa do calor outros 10 distritos: Viana do Castelo, Porto, Braga, Coimbra, Aveiro, Leiria, Santarém, Portalegre, Évora e Beja. Em todos os casos este nível permanece ativo até às 06:00 de domingo.</p>
<p>O aviso vermelho surge numa altura em que Portugal continental atravessa num período de temperaturas elevadas, com máximas que podem chegar aos 44 graus Celsius (ºC) e mínimas entre os 24ºC e os 28ºC.</p>
<p>Na quarta-feira, a Direção-Geral da Saúde (DGS) divulgou recomendações aos municípios para protegerem as populações das temperaturas elevadas e ondas de calor, alegando o &#8220;papel de proximidade essencial&#8221; que desempenham na preparação e resposta a esses fenómenos.</p>
<p>Segundo a DGS, as autarquias devem garantir, em parceria com várias entidades, a sinalização de pessoas mais vulneráveis, mantendo atualizada essa listagem, assim como realizar contactos preventivos e promover, sempre que possível, visitas domiciliárias.</p>
<p>Já ao nível das medidas comunitárias, a direção-geral aconselha que sejam abertos locais de abrigo temporário (zonas de arrefecimento) e disponibilizada água potável, garantindo o bom funcionamento dos bebedouros públicos, assim como recomenda o prolongamento dos horários de bibliotecas, piscinas e equipamentos climatizados de proximidade.</p>
<p>Para os espaços públicos, é sugerido que sejam reforçadas as zonas de sombra, instaladas estruturas temporárias de sombreamento e arrefecimento, e adaptados os horários dos trabalhos municipais realizados no exterior.</p>
<p>Por causa da onda de calor, os hospitais ativaram o nível mais baixo dos planos de contingência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784809]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Lisboa fecha em alta com EDP Renováveis em contraciclo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:23:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje em alta, com o PSI a subir 1,20% para 9.199,84 pontos, com a Sonae SGPS a liderar os ganhos, ao avançar mais de 3%, e a EDP Renováveis em contraciclo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa fechou hoje em alta, com o PSI a subir 1,20% para 9.199,84 pontos, com a Sonae SGPS a liderar os ganhos, ao avançar mais de 3%, e a EDP Renováveis em contraciclo.</p>
<p>Das 16 cotadas que integram o índice de referência nacional, apenas a EDP Renováveis fechou em terreno negativo, ao recuar 1,06% para 14,06 euros.</p>
<p>Nas restantes principais praças europeias, o alemão DAX subiu 2,16%, o britânico FTSE 100 valorizou-se 1,67%, o francês CAC-40 ganhou 1,65% e o espanhol IBEX-35 cresceu 1,37%.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784792]]></sapo:autor>
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		<title>Sondagem: 43% dos portugueses aceitam depender da Europa para defesa, mas 34% querem capacidade própria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:22:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Já a dependência de países fora da Europa, como os Estados Unidos, recolhe muito menos apoio entre os portugueses: apenas 14% dos inquiridos consideram aceitável recorrer a ajuda militar externa ao continente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Portugal está entre os países europeus onde é mais aceite depender da Europa para garantir defesa militar, mas também surge no grupo onde mais inquiridos defendem que o país deveria conseguir proteger-se sozinho. Os dados fazem parte de uma sondagem da Public First, realizada em junho em 24 países da União Europeia e partilhada com o POLITICO.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo os dados relativos a Portugal, 43% dos inquiridos consideram aceitável depender da Europa, mas não de países fora do continente, para garantir uma capacidade militar suficiente em caso de ataque. O resultado coloca Portugal em sexto lugar neste indicador, a par da Suécia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao mesmo tempo, 34% dos portugueses defendem que o país deveria ser capaz de se defender por meios próprios. Só a Croácia e a Alemanha surgem à frente de Portugal nesta resposta, o que mostra uma valorização significativa da autonomia nacional em matéria de defesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já a dependência de países fora da Europa, como os Estados Unidos, recolhe muito menos apoio entre os portugueses: apenas 14% dos inquiridos consideram aceitável recorrer a ajuda militar externa ao continente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar desta preferência por uma resposta europeia e de uma expressão relevante de apoio à capacidade própria, a perceção de vulnerabilidade continua elevada. De acordo com a mesma sondagem, 68% dos portugueses dizem que Portugal não está preparado para se defender sozinho.</p>
<p class="isSelectedEnd">O dado revela a distância entre aquilo que muitos inquiridos defendem como objetivo e a confiança real na capacidade militar nacional.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Europeus querem depender menos dos EUA</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A nível europeu, a sondagem aponta para uma tendência semelhante: os cidadãos querem depender menos dos Estados Unidos na área da defesa, mas continuam a ter dúvidas profundas sobre a capacidade dos seus países e da própria Europa para garantir segurança sem apoio externo.</p>
<p class="isSelectedEnd">No conjunto dos 24 países analisados, 40% dos inquiridos consideram aceitável que o seu país dependa da Europa para receber ajuda militar. Em contraste, apenas 14% admitem depender de países fora da Europa, como os Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Anand Menon, diretor da Public First, afirma que os europeus se sentem menos seguros e veem os Estados Unidos como um parceiro menos fiável. A grande dúvida, segundo o responsável, é saber se essa perceção se traduzirá numa verdadeira disponibilidade para aceitar os custos de uma defesa europeia mais autónoma.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre esses custos estão maiores investimentos militares e decisões que nem sempre beneficiariam empresas nacionais de cada país.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Europa dividida sobre a própria capacidade de defesa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da preferência por soluções europeias, os cidadãos da União Europeia estão divididos quanto à capacidade do continente para garantir a própria defesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a sondagem, 41% dos inquiridos dizem que a Europa está preparada para os defender, enquanto 43% consideram que não está.</p>
<p class="isSelectedEnd">As dúvidas são ainda maiores quando a pergunta é colocada ao nível nacional. No conjunto dos países analisados, 58% dos inquiridos dizem que o seu país não está preparado para se defender sozinho. Apenas 27% acreditam que essa capacidade existe.</p>
<p class="isSelectedEnd">O caso português segue esta tendência de insegurança, mas com uma particularidade: Portugal combina uma elevada aceitação da defesa europeia com uma percentagem comparativamente alta de cidadãos que defendem capacidade nacional própria.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Trump aumenta dúvidas sobre compromisso dos Estados Unidos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A sondagem surge num momento de maior tensão sobre o papel dos Estados Unidos na segurança europeia. A administração de Donald Trump tem questionado a garantia de defesa coletiva da NATO, ameaçou anexar a Gronelândia, território dinamarquês, reduziu o conjunto de meios militares norte-americanos disponíveis para a Aliança Atlântica e está a retirar algumas tropas da Alemanha.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao abrigo do Artigo 5.º da NATO, os 32 membros da Aliança, incluindo os Estados Unidos e o Canadá, estão comprometidos a responder caso um dos aliados seja atacado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao mesmo tempo, vários responsáveis dos serviços de informação e chefias militares receiam que a Rússia possa atacar um país europeu até ao final da década.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Casa Branca tem pressionado os países europeus a aumentarem a despesa em defesa e a assumirem uma parte maior do esforço convencional de proteção do continente. O tema deverá estar em discussão na próxima cimeira da NATO, em Ancara.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Europa continua dependente de capacidades norte-americanas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar das dúvidas sobre o compromisso dos Estados Unidos, a maioria dos países europeus continua a comprar sistemas de armas fundamentais aos norte-americanos e a depender de capacidades dos EUA em áreas como informações, meios espaciais e reabastecimento aéreo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, 46% dos inquiridos defendem que os países europeus devem produzir equipamento de defesa dentro da Europa, mesmo que isso implique custos mais elevados.</p>
<p class="isSelectedEnd">No início deste ano, o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, afirmou que quem acreditasse que a Europa poderia defender-se sem os Estados Unidos estava a “sonhar”. A declaração irritou alguns eurodeputados, mas a sondagem mostra que parte da opinião pública partilha preocupações semelhantes.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Países próximos da Rússia sentem maior insegurança</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os países da linha da frente, mais próximos da Rússia, estão entre os que mais duvidam da capacidade de se defenderem sem ajuda externa. É o caso dos Estados bálticos, da Roménia e da Bulgária.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estes governos são fortes defensores da NATO e, na maioria dos casos, querem que os Estados Unidos mantenham tropas na Europa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Finlândia é a principal exceção. É o único país onde uma larga maioria dos inquiridos, 76%, acredita que o país está preparado para se defender sozinho. A Finlândia, recente membro da NATO, tem um sistema robusto de conscrição e forças armadas bem equipadas, treinadas para responder a um eventual ataque russo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 18 países, a maioria dos inquiridos considera aceitável depender da Europa para garantir uma capacidade militar suficiente em caso de ataque.</p>
<p class="isSelectedEnd">Finlândia, França, Polónia, Bulgária, Roménia e Grécia são os únicos países onde a maioria defende que o próprio país deve conseguir combater sozinho.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>França confiante na própria defesa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A confiança francesa não surpreende. França é a única potência nuclear da União Europeia e tem uma longa tradição de capacidade militar autónoma. Vários outros países europeus registaram, entretanto, fortes aumentos na despesa com defesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A União Europeia tem poderes limitados nesta área, mas está a tentar levar os Estados-membros a financiar e comprar armamento em conjunto, numa tentativa de reduzir a fragmentação da indústria militar europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ideia de criar um exército europeu continua a ser discutida, mas permanece distante e incerta.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os instrumentos já lançados está o programa SAFE, no valor de 150 mil milhões de euros, destinado a empréstimos para aquisição de armamento. O programa limita a participação de países que não pertencem à União Europeia, uma restrição que tem irritado os Estados Unidos.</p>
<p>A sondagem revela, assim, uma contradição central na segurança europeia: os cidadãos querem depender menos de aliados externos, mas muitos duvidam que os seus países, ou mesmo a Europa, estejam preparados para assumir sozinhos essa responsabilidade. Em Portugal, essa tensão é particularmente visível: há forte apoio à defesa europeia, uma percentagem relevante quer capacidade própria, mas a maioria considera que o país ainda não está preparado para se defender sozinho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784785]]></sapo:autor>
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		<title>Calor: Câmara do Porto pede a habitantes que se protejam em locais climatizados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:14:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara do Porto apelou hoje a que os habitantes recorram a locais climatizados, como as piscinas municipais, e a espaços com sombra no concelho durante as horas de mais calor, sobretudo entre as 11:00 e as 17:00.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara do Porto apelou hoje a que os habitantes recorram a locais climatizados, como as piscinas municipais, e a espaços com sombra no concelho durante as horas de mais calor, sobretudo entre as 11:00 e as 17:00.</p>
<p>Em termos de locais climatizados, a autarquia relembrou que podem &#8220;constituir uma alternativa durante os períodos de mais calor&#8221; a Piscina Municipal Eng.º Armando Pimentel, a Piscina Municipal da Constituição, a Piscina Municipal de Cartes e ainda a UNIR &#8212; Universidade Intergeracional de Ramalde.</p>
<p>O município aconselhou ainda vários espaços exteriores com sombra como o Parque da Cidade do Porto, o Parque Urbano da Pasteleira, os Jardins do Palácio de Cristal, a Quinta do Covelo, o Parque de S. Roque e o Parque Oriental da Cidade do Porto.</p>
<p>&#8220;Durante as horas de maior calor, a indicação da Proteção Civil é para a permanência, sempre que possível, em locais devidamente climatizados, reduzindo a exposição prolongada às temperaturas extremas. A título de exemplo, recomenda-se a opção por permanecer em centros comerciais, museus, bibliotecas, equipamentos culturais, centros comunitários ou outros edifícios públicos e privados com climatização adequada, sobretudo entre as 11:00 e as 17:00 horas&#8221;, indicou o município em comunicado.</p>
<p>Relativamente aos locais onde são transmitidos os jogos do Campeonato do Mundo de Futebol, na Avenida dos Aliados e na Praça D. João I, a autarquia vai &#8220;regar&#8221; estes espaços antes dos jogos e, durante as transmissões, vai promover uma &#8220;névoa de água&#8221; para &#8220;permitir uma sensação de maior conforto dos adeptos&#8221;.</p>
<p>&#8220;A Câmara do Porto continuará a acompanhar permanentemente a evolução da situação meteorológica, adotando as medidas que se revelem necessárias e divulgando atempadamente novas informações à população&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O aviso vermelho devido ao calor foi alargado até domingo em 10 distritos do litoral e do interior sul do país, anunciou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
<p>Segundo o IPMA, o aviso vermelho, o mais grave numa escala de três, está hoje ativo nos distritos de Portalegre, Évora e Beja, assim como em Santarém e Lisboa, sendo que os últimos dois distritos passam a laranja (o segundo nível) às 23:00 de sexta-feira.</p>
<p>Na sexta-feira, estarão também sob aviso vermelho por causa do calor outros 10 distritos: Viana do Castelo, Porto, Braga, Coimbra, Aveiro, Leiria, Santarém, Portalegre, Évora e Beja. Em todos os casos este nível permanece ativo até às 06:00 de domingo.</p>
<p>O aviso vermelho surge numa altura em que Portugal continental atravessa num período de temperaturas elevadas, com máximas que podem chegar aos 44 graus Celsius (ºC) e mínimas entre os 24ºC e os 28ºC.</p>
<p>Na quarta-feira, a Direção-Geral da Saúde (DGS) divulgou recomendações aos municípios para protegerem as populações das temperaturas elevadas e ondas de calor, alegando o &#8220;papel de proximidade essencial&#8221; que desempenham na preparação e resposta a esses fenómenos.</p>
<p>Segundo a DGS, as autarquias devem garantir, em parceria com várias entidades, a sinalização de pessoas mais vulneráveis, mantendo atualizada essa listagem, assim como realizar contactos preventivos e promover, sempre que possível, visitas domiciliárias.</p>
<p>Já ao nível das medidas comunitárias, a direção-geral aconselha que sejam abertos locais de abrigo temporário (zonas de arrefecimento) e disponibilizada água potável, garantindo o bom funcionamento dos bebedouros públicos, assim como recomenda o prolongamento dos horários de bibliotecas, piscinas e equipamentos climatizados de proximidade.</p>
<p>Para os espaços públicos, é sugerido que sejam reforçadas as zonas de sombra, instaladas estruturas temporárias de sombreamento e arrefecimento, e adaptados os horários dos trabalhos municipais realizados no exterior.</p>
<p>Por causa da onda de calor, os hospitais ativaram o nível mais baixo dos planos de contingência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784781]]></sapo:autor>
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		<title>Irlanda avisa que países da UE terão de fazer cedências na negociação orçamental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:13:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro irlandês, Micheál Martin, avisou hoje os países da União Europeia (UE) que terão de fazer "cedências significativas" na negociação do próximo orçamento comunitário a longo prazo, quando as posições ainda estão "diametralmente opostas".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro irlandês, Micheál Martin, avisou hoje os países da União Europeia (UE) que terão de fazer &#8220;cedências significativas&#8221; na negociação do próximo orçamento comunitário a longo prazo, quando as posições ainda estão &#8220;diametralmente opostas&#8221;.</p>
<p>&#8220;A mensagem que transmitiremos aos Estados-membros é clara: será necessário fazer compromissos, caso contrário não teremos um orçamento aprovado até ao final do ano. E esses compromissos terão de ser significativos&#8221;, afirmou Micheál Martin à imprensa europeia, incluindo a Lusa, que esta semana está a visitar a Irlanda no âmbito da presidência irlandesa do Conselho da UE.</p>
<p>&#8220;Neste momento, a nossa tarefa é reduzir e simplificar o quadro de negociação até outubro. Haverá uma reunião extraordinária em novembro dedicada ao orçamento e iremos trabalhar em estreita coordenação com a Comissão Europeia e com [o presidente do Conselho Europeu] António Costa relativamente a esta matéria&#8221;, acrescentou, em declarações na Universidade de Cork, a mais de 200 quilómetros de Dublin.</p>
<p>&#8220;Ele [António Costa] já nos pediu que analisássemos cuidadosamente a questão dos recursos próprios do orçamento e que avaliássemos o que é possível fazer em termos de financiamento&#8221;, acrescentou.</p>
<p>De acordo com Micheál Martin, estas serão &#8220;negociações extremamente difíceis e exigentes, dadas as posições diametralmente opostas de alguns Estados-Membros -incluindo alguns dos maiores países da União &#8211; sobre a questão de saber se o orçamento deve ser mais elevado ou mais reduzido e se devem ser utilizados instrumentos de dívida comum&#8221;.</p>
<p>Arrancam agora os debates sobre o próximo Quadro Financeiro Plurianual.</p>
<p>Em julho de 2025, a Comissão Europeia propôs um orçamento da UE para 2028-2034 de dois biliões de euros, no qual Portugal receberia 33,5 mil milhões de euros.</p>
<p>Entretanto, a presidência cipriota do Conselho da UE (no primeiro semestre deste ano, antes da Irlanda) apresentou uma nova proposta que reduz ligeiramente o orçamento global para 1,94 biliões de euros, mas aumenta a verba destinada a Portugal em cerca de 1,6 mil milhões de euros, elevando-a para aproximadamente 35 mil milhões.</p>
<p>Por sua vez, o Parlamento Europeu defende um orçamento mais ambicioso, de cerca de 2,014 biliões de euros.</p>
<p>As negociações entre os Estados-membros e o Parlamento Europeu vão prosseguir nos próximos meses, para alcançar um acordo até ao final do ano.</p>
<p>Para outubro, está prevista uma proposta revista por parte de presidência irlandesa do Conselho da UE, com mais trabalho nos recursos próprios (receitas) do orçamento comunitário.</p>
<p>A Irlanda vai ocupar, entre julho e dezembro, a presidência rotativa do Conselho da UE, com as atenções focadas num acordo sobre o próximo orçamento plurianual comunitário.</p>
<p>Esta é a oitava presidência irlandesa da UE.</p>
<p>*** A Lusa viajou a convite da presidência irlandesa do Conselho da UE ***</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784779]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: GNR reforça presença no terreno com equipas de outras valências</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/incendios-gnr-reforca-presenca-no-terreno-com-equipas-de-outras-valencias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:10:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Lisboa, 02 jul (Lusa) -- A GNR reforçou o dispositivo de vigilância de incêndios, com recurso aos 230 postos de vigia e a 147 torres de videovigilância, assim como a patrulhamento móvel, incluindo equipas do trânsito e da investigação criminal nesta tarefa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lisboa, 02 jul (Lusa) &#8212; A GNR reforçou o dispositivo de vigilância de incêndios, com recurso aos 230 postos de vigia e a 147 torres de videovigilância, assim como a patrulhamento móvel, incluindo equipas do trânsito e da investigação criminal nesta tarefa.</p>
<p>&#8220;O número de patrulhas regulares diário é 280, ao qual somamos um conjunto de outras valências, como o trânsito, investigação criminal e até, inclusive, algumas patrulhas da Unidade de Controlo Costeiro e Fronteiras, o que pode totalizar até 350 diárias&#8221;, disse à agência Lusa o coronel Ricardo Alves, da GNR, à margem de uma conferência de imprensa na Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).</p>
<p>A GNR tem também no ar três a quatro drones (equipamentos não tripulados) para locais onde há suspeitas de práticas ilegais de ignição de incêndios.</p>
<p>&#8220;Utilizamos com recurso a investigação criminal&#8221;, disse o responsável da GNR, acrescentando que os sistemas de videovigilância, por seu lado, são usados para monitorizar &#8220;áreas com particular interesse&#8221; e com &#8220;risco de incêndio associado&#8221;.</p>
<p>A GNR guarnece ainda &#8220;todos os meios heli dedicados ao ataque inicial&#8221; de fogos, uma função à qual tem mil elementos associados, em regime de escala, referiu.</p>
<p>As Forças Armadas têm também equipas no terreno em ações de sensibilização da população e meios aéreos a sobrevoar o território, em missões de vigilância.</p>
<p>Ao fazer um balanço da situação no terreno em termos de incêndios, o comandante nacional da Proteção Civil, Mário Silvestre, indicou que estão empenhados dois helicópteros da Força Aérea no incêndio de Vouzela, que continua a lavrar numa zona &#8220;bastante complexa&#8221;.</p>
<p>Entre a meia-noite e as 15:00 de hoje, verificaram-se 62 ocorrências, algumas durante a noite, segundo a mesma fonte.</p>
<p>O combate a estes fogos envolveu 1.995 operacionais, 537 meios terrestres 61 meios aéreos.</p>
<p>&#8220;A janela de oportunidade que durante a noite diminui a severidade dos incêndios, esta noite e na próxima, vai ser extremamente reduzida&#8221;, avançou o comandante, com base nas previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
<p>Na conferência de imprensa realizada na ANEPC participaram todos os agentes de proteção civil envolvidos no combate aos incêndios e à onde de calor.</p>
<p>O Governo decretou situação de alerta, que vai vigorar das 00:00 de sexta-feira às 23:59 de segunda-feira, devido ao &#8220;significativo agravamento do risco de incêndios rurais&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784778]]></sapo:autor>
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		<title>Nuno Melo afirma que investir em Defesa &#8220;não é uma questão de opção&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:08:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, afirmou hoje que investir nesta área de soberania "não é uma questão de opção" no contexto atual, considerando que a NATO continua a ser "a melhor aposta".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, afirmou hoje que investir nesta área de soberania &#8220;não é uma questão de opção&#8221; no contexto atual, considerando que a NATO continua a ser &#8220;a melhor aposta&#8221;.</p>
<p>Nuno Melo intervinha num almoço-debate organizado pelo International Club of Portugal, que decorreu num hotel no centro de Lisboa, sob o tema &#8220;O sentido dos investimentos na Defesa em benefício da Economia nacional e do apoio à população civil, num contexto de incerteza geopolítica&#8221;.</p>
<p>Num contexto geopolítico no qual a administração norte-americana diminui o seu investimento e peso na Aliança Atlântica, Nuno Melo salientou que tal obriga a Europa a investir mais nas suas capacidades, depois de anos focada na construção de um Estado social mais reforçado.</p>
<p>&#8220;Muito se especula sobre diferentes possibilidades em relação ao nosso futuro. Há quem defenda um exército europeu, há quem defenda novas instâncias de reflexão e pensamento na Defesa na Europa, mas independentemente da dinâmica e de tudo aquilo que eu lhes refiro, se há dúvida, que pelo menos não tenho, é que a NATO continua a ser a nossa melhor aposta&#8221;, considerou.</p>
<p>A menos de uma semana na cimeira da Aliança Atlântica, que vai decorrer a 07 e 08 na Turquia, Nuno Melo afirmou que Portugal é &#8220;a frente ocidental da NATO&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nós não estamos a investir apenas em Portugal, nós estamos a investir na nossa capacidade de exercer a soberania, de exercer missões de ação de apoio à população civil, mas defender esta que é uma fronteira ocidental da NATO&#8221;, salientou, lembrando que no mar português passam cabos submarinos dos quais depende a economia global.</p>
<p>Para que fazer essa defesa, continuou, &#8220;a Marinha tem de estar devidamente equipada, a Força Aérea tem de estar devidamente equipada e, na componente terrestre, o Exército tem também grandes exigências que justificam o investimento equivalente&#8221;.</p>
<p>&#8220;Isto não é uma questão de opção. Não é uma questão de opção. (&#8230;) Nós estamos a investir a pensar na paz, mas de forma decidida e decisiva, sem que tenhamos qualquer outra alternativa&#8221;, insistiu.</p>
<p>Nuno Melo sublinhou que Portugal investiu no ano passado cerca de seis mil milhões de euros em Defesa, atingindo os 2,01% do PIB, e que ainda terá 5,8 mil milhões disponíveis no âmbito dos empréstimos europeus SAFE.</p>
<p>Dirigindo-se a uma plateia de empresários, Melo afirmou que está em causa &#8220;a oportunidade de uma geração&#8221;.</p>
<p>&#8220;Façam este caminho connosco e que aproveitem estas oportunidades, não apenas porque lhes vão dar retorno económico ou financeiro, mas porque nós precisamos destas parcerias para podermos assegurar que quando investimos no pilar europeu de Defesa da NATO, Portugal é também uma parcela relevante desse investimento&#8221;, sustentou.</p>
<p>O governante ainda foi questionado por um membro da plateia sobre como está a lidar com &#8220;as pressões&#8221; dos norte-americanos da Lockheed Martin ou dos suecos da Saab para adquirir caças que substituam a atual esquadra de F-16, mas Nuno Melo repetiu que o processo &#8220;ainda não abriu&#8221;.</p>
<p>À margem do almoço-debate, interrogado sobre se Portugal parte como o exemplo de aliado para a cimeira em Ancara, devido ao reforço do investimento em Defesa e à relação positiva que tem mantido com a administração norte-americana, Nuno Melo respondeu: &#8220;Partimos como um aliado que se comporta como um aliado.&#8221;</p>
<p>&#8220;O que é suposto é que um aliado se comporte como um aliado, o que significa honrar compromissos na NATO, estando do lado dos aliados quando os aliados precisam, naquilo em que naturalmente nos possamos rever. E é isso que Portugal é na NATO, é um parceiro e um aliado credível, não apenas em relação aos Estados Unidos, é em relação a qualquer um dos aliados que compõem a NATO&#8221;, acrescentou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784776]]></sapo:autor>
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		<title>Banco de Portugal altera regras para crédito e reduz taxa de esforço para 45%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:02:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco de Portugal reduziu a taxa de esforço recomendada para os créditos de 50% para 45% e alterou a maturidade máxima para 40 anos para jovens até 35 anos, para contratos com avaliação a partir de 01 de agosto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco de Portugal reduziu a taxa de esforço recomendada para os créditos de 50% para 45% e alterou a maturidade máxima para 40 anos para jovens até 35 anos, para contratos com avaliação a partir de 01 de agosto.</p>
<p>O banco central publicou hoje uma nova Recomendação Macroprudencial aplicável aos novos contratos de crédito a consumidores destinados à habitação e ao consumo, cuja principal alteração é a redução do indicador que mede a taxa de esforço em caso de subida de juros de forma acentuada.</p>
<p>Desta forma, o limite do rendimento que é gasto com créditos passa de 50% para 45%.</p>
<p>Além disso foi também determinada a simplificação das exceções a este limite, passando a existir apenas uma que permite que 10% do montante total de créditos concedidos por cada instituição, em cada semestre, tenha uma taxa de esforço superior a 45%.</p>
<p>Por outro lado, as regras das maturidades dos créditos mudam, passando o prazo a ser 40 anos para mutuários com idades inferiores ou iguais a 35 anos, e 35 anos, para mutuários com idade superior a 35 anos.</p>
<p>Anteriormente, até aos 30 anos a maturidade máxima era de 40 anos e dos 30 aos 35 era 37 anos. Esta alteração simplifica os escalões de maturidade, possibilitando também mitigar parcialmente o impacto da redução do limite da taxa de esforço para os mais jovens.</p>
<p>É ainda eliminada a recomendação relativa à maturidade média de 30 anos, mantendo-se limites máximos definidos em função da idade.</p>
<p>É de salientar que as mudanças na taxa de esforço aplicam-se a quem pede crédito, independentemente de ser um empréstimo à habitação ou ao consumo.</p>
<p>Nesta alteração, foi também eliminado o limite de 100% do LTV (rácio entre o montante do empréstimo e o valor do imóvel dado em garantia) aplicável à aquisição de imóveis detidos pelas próprias instituições, passando a aplicar-se, nestes casos, o regime geral.</p>
<p>O BdP determinou igualmente a exclusão da locação financeira de bens imóveis do âmbito de aplicação da Recomendação Macroprudencial, devido às &#8220;caraterísticas distintas face ao crédito à habitação convencional e dada a sua reduzida materialidade no mercado de crédito à habitação&#8221;.</p>
<p>As mudanças aplicam-se aos contratos cuja avaliação de solvabilidade do mutuário ocorra a partir de 01 de agosto de 2026, permitindo que as instituições tenham um período para se ajustarem.</p>
<p>Estas alterações ocorrem num contexto caracterizado pela aceleração dos preços da habitação, pelo crescimento do crédito às famílias e também um aumento do montante médio por contrato, &#8220;sinalizando níveis mais elevados de endividamento dos mutuários&#8221;, explica o banco central.</p>
<p>&#8220;Observa-se ainda a manutenção de um elevado nível de concorrência no mercado de crédito à habitação, um aumento da proporção de compradores de primeira habitação mais jovens, tipicamente associados a rendimentos mais baixos, e um reforço do recurso ao crédito para financiar a aquisição de habitação&#8221;, lê-se em comunicado.</p>
<p>Recorde-se que esta recomendação não é vinculativa, mas as instituições têm de explicar porque é que os limites estão a ser ultrapassados. O governador do BdP já sinalizou, em maio, que quer que as recomendações feitas aos bancos passem a ser vinculativas.</p>
<p>&#8220;Está na hora de regras macroprudenciais serem vinculativas&#8221;, disse Álvaro Santos Pereira, acrescentando que faz esse apelo ao legislador até porque é o que já se passa em muitos países europeus.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784771]]></sapo:autor>
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		<title>Porto aguarda visto do Tribunal de Contas para os transportes gratuitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 15:50:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara do Porto revelou hoje que falta apenas o visto do Tribunal de Contas para avançar com a medida dos transportes públicos gratuitos para portuenses, que espera que seja possível antes do início do ano letivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara do Porto revelou hoje que falta apenas o visto do Tribunal de Contas para avançar com a medida dos transportes públicos gratuitos para portuenses, que espera que seja possível antes do início do ano letivo.</p>
<p>&#8220;O que eu posso dizer é que nós estamos preparados. Falta-nos apenas um pequeno detalhe e esse detalhe é um visto do Tribunal de Contas&#8221;, avançou hoje Pedro Duarte.</p>
<p>O autarca, eleito pela coligação PSD/CDS-PP/IL, falava com os jornalistas à margem de um evento relacionado com o programa de arrendamento acessível do município e relembrou que o compromisso inicial foi de transportes gratuitos a 01 de janeiro de 2027, tendo sido &#8220;alocado um orçamento a entrar em vigor no segundo semestre&#8221; para assegurar a medida caso fosse possível antecipar a gratuitidade para julho.</p>
<p>Questionado se mantêm a expectativa de poder antecipar a medida &#8211; como, por exemplo, para o mês de novembro, em que completa um ano de mandato &#8211; o presidente da autarquia afirmou que sim.</p>
<p>&#8220;Eu espero que muito antes. Aliás, eu não encontro muita justificação para o Tribunal Contra estar a demorar muito mais tempo. E, portanto, se não houver, subterfúgios processuais, eu acho que, ainda durante o verão, vamos poder ter o problema resolvido&#8221;, adiantou.</p>
<p>O social-democrata acredita poder iniciar o ano letivo já com a medida em vigor.</p>
<p>Em abril, o executivo da Câmara do Porto aprovou a proposta de transportes públicos gratuitos, que permitirão aos portuenses viajar por toda a área metropolitana.</p>
<p>De acordo com a proposta, é &#8220;adequado substituir o modelo atualmente em vigor por um título tarifário integrado, associado ao Cartão Porto., com âmbito territorial equivalente ao Passe Metropolitano Andante e acesso aos serviços de transporte público nele integrados&#8221;.</p>
<p>A dotação orçamental prevista para o programa é, &#8220;para o ano de 2026, de um máximo de 10.250.000 euros para o ano de 2027 de 18.700.000 euros e para o ano de 2028 de 1.800.000 euros&#8221;.</p>
<p>De acordo com o estudo de fundamentação do contrato, este &#8220;aponta para uma estimativa preliminar de custo anual máximo aproximado de 20,5 milhões de euros, que corresponde em termos mensais a um custo médio aproximado de 1,71 mihões de euros&#8221;.</p>
<p>A Câmara do Porto prevê que o número de utilizadores estimados de transporte público seja de 59.381, um valor que &#8220;resulta da aplicação da quota modal do transporte público&#8221; calculado pelo diagnóstico feito pelo Plano de Mobilidade Urbana Sustentável (PMUS), ainda em elaboração, que corresponde a 23,5% da população residente estimada em 2025 (252.687).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784769]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Não era o superiate principal, mas roubou as atenções: barco de apoio da herdeira da Walmart parou Marbella</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 15:42:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A operação obrigou a interromper temporariamente o tráfego marítimo e transformou-se num espetáculo improvisado, com dezenas de pessoas a filmarem o momento com os telemóveis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Os turistas que passeavam por Puerto Banús, em Marbella, assistiram a uma manobra pouco comum: um barco de 67 metros a sair lentamente do porto de marcha-atrás. A operação obrigou a interromper temporariamente o tráfego marítimo e transformou-se num espetáculo improvisado, com dezenas de pessoas a filmarem o momento com os telemóveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em causa estava o Kalm, o navio de apoio da multimilionária norte-americana Nancy Walton Laurie, herdeira do império Walmart. O tamanho da embarcação tornava impossível a manobra de rotação dentro do porto, obrigando a tripulação a recuar até chegar a águas abertas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Uma manobra de alta precisão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A saída do Kalm chamou a atenção de visitantes e curiosos nos cais de Puerto Banús. Durante vários minutos, o barco recuou pelo estreito canal de saída do porto, ocupando a única via navegável disponível e obrigando as restantes embarcações a aguardar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Vista de terra, a manobra parecia apenas aparatosa. Mas, do ponto de vista náutico, tratou-se de uma operação complexa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Conduzir um barco com mais de 67 metros em marcha-atrás é muito mais exigente do que fazê-lo em marcha normal. A direção responde de forma diferente e elementos como a grande superestrutura, a plataforma para helicópteros e a grua instalada no convés aumentam o efeito do vento sobre a embarcação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, os propulsores laterais e as hélices gémeas permitiram à tripulação concluir a saída em segurança.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Um barco que trabalha para o luxo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Ao contrário de muitos superiates que costumam atrair atenções pelo luxo a bordo, o Kalm não foi construído para alojar convidados. A sua função é apoiar o gigantesco superiate Kaos, também propriedade de Nancy Walton Laurie e avaliado em cerca de 300 milhões de dólares.</p>
<p class="isSelectedEnd">Enquanto o Kaos está sobretudo orientado para o alojamento e lazer dos convidados, o Kalm transporta os meios que tornam possível esse nível de luxo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A bordo seguem helicópteros, embarcações auxiliares, motos de água, equipamento de mergulho, oficinas de manutenção, combustível, peças sobresselentes e parte da tripulação especializada.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Um gigante de 67 metros</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Construído em 2014 pelo estaleiro neerlandês Damen Shipyards Group, o Kalm mede 67,15 metros de comprimento. O casco é fabricado em aço e a superestrutura combina aço e alumínio, garantindo resistência e capacidade operacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">A embarcação é movida por quatro motores diesel MTU, cada um com cerca de 3.000 cavalos de potência, suficientes para alcançar velocidades próximas dos 22 nós.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Kalm tem ainda uma autonomia aproximada de 8.700 milhas náuticas, o que lhe permite realizar longas travessias sem necessidade de reabastecimento frequente.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Heliporto, centro médico e câmara de descompressão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O equipamento do Kalm aproxima-o mais de uma base logística flutuante do que de um iate tradicional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as instalações estão um heliporto certificado para aeronaves até cinco toneladas, sistemas de reabastecimento para helicópteros, uma grua de grande capacidade para embarcar lanchas, veículos ou submersíveis, um centro profissional de mergulho, uma câmara hiperbárica de descompressão e uma unidade médica preparada para responder a emergências em alto-mar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estas características tornam o navio capaz de apoiar expedições prolongadas longe de qualquer porto.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Já pertenceu a Gabe Newell e Mark Zuckerberg</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A história do Kalm também passou por outros nomes conhecidos. Quando saiu do estaleiro, foi batizado como Dapple e prestou serviço ao iate do empresário Gabe Newell, cofundador da Valve Corporation.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mais tarde, foi adquirido por Mark Zuckerberg, que lhe deu o nome Wingman. Nessa fase, acompanhou o superiate Launchpad em viagens pelo Mediterrâneo, pelo Ártico e pela Polinésia Francesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2025, passou a integrar a frota de Nancy Walton Laurie, recebendo o nome atual.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>O parceiro discreto do megaiate Kaos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A existência do Kalm acompanha uma tendência cada vez mais comum entre os proprietários dos maiores superiates do mundo. Em vez de aumentarem ainda mais o tamanho do barco principal, muitos optam por acrescentar uma segunda embarcação para transportar equipamento técnico e meios de lazer.</p>
<p class="isSelectedEnd">Dessa forma, o Kaos, com 110 metros de comprimento, pode reservar praticamente todo o espaço para os convidados. O megaiate inclui suites para 31 hóspedes, piscina, spa, ginásio, cinema, salão de beleza, clube de praia e um bar inspirado nos clubes londrinos.</p>
<p>Normalmente, é o Kaos que atrai as atenções nos portos onde atraca. Desta vez, porém, foi o Kalm que ficou no centro das atenções, ao sair de marcha-atrás de Puerto Banús numa manobra que bloqueou o porto e se tornou um dos momentos mais comentados entre os visitantes de Marbella.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784760]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Incêndios: Circulação na Linha do Minho restabelecida mas de forma condicionada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 15:39:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[A circulação ferroviária na Linha do Minho entre as estações de Nine e Arentim foi restabelecida nos dois sentidos cerca das 16:20, embora ainda de forma condicionada, disse fonte das Infraestruturas de Portugal (IP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A circulação ferroviária na Linha do Minho entre as estações de Nine e Arentim foi restabelecida nos dois sentidos cerca das 16:20, embora ainda de forma condicionada, disse fonte das Infraestruturas de Portugal (IP).</p>
<p>Segundo a fonte, a circulação faz-se de forma alternada por uma das vias.</p>
<p>A circulação naquela zona estava suspensa desde cerca das 14:45, devido a incêndio florestal.</p>
<p>Segundo a Proteção Civil, as chamas atingiram dois edifícios &#8220;degradados ou devolutos&#8221; na zona da estação ferroviária de Nine, em Vila Nova de Famalicão.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784762]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Incêndios: Melo diz que militares estão prontos para combate em momento &#8220;muito sensível&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 15:28:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Defesa Nacional afirmou hoje que as Forças Armadas estão prontas não apenas para ações de prevenção, mas também combate e "deteção precoce" de incêndios, alertando para o momento "muito sensível" que o país está a viver.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Defesa Nacional afirmou hoje que as Forças Armadas estão prontas não apenas para ações de prevenção, mas também combate e &#8220;deteção precoce&#8221; de incêndios, alertando para o momento &#8220;muito sensível&#8221; que o país está a viver.</p>
<p>À margem de um almoço-debate no International Club of Portugal, que decorreu num hotel no centro de Lisboa, Nuno Melo foi questionado sobre a prontidão das Forças Armadas para ajudar na vaga de calor que atravessa o país e que potencia os riscos de incêndios florestais.</p>
<p>Nuno Melo salientou que nos últimos anos as Forças Armadas têm estado empenhadas em ações de prevenção e rescaldo, contudo, este ano, os militares estarão também presentes em ações de combate.</p>
<p>O ministro da Defesa deu como exemplo a Base Aérea de Monte Real, em Leiria, onde a Força Aérea &#8220;assegura em permanência aeronaves P-3 e C-295, que estarão empenhadas na deteção precoce de incêndios&#8221; e ainda &#8220;com a utilização de um helicóptero Blackhawk já, de forma praticamente imediata, reduzindo-se os circuitos de burocracia para que tudo possa ser mais fluido e mais eficaz&#8221;.</p>
<p>Melo afirmou ainda que &#8220;o Exército subscreveu dezenas de protocolos com autarquias&#8221; e há neste momento &#8220;muitas patrulhas que estão a percorrer o país a detetar focos de incêndio&#8221;.</p>
<p>Questionado sobre se os meios militares estão disponíveis para intervir apenas quando os civis não forem suficientes, Nuno Melo respondeu que não, e voltou a dar como exemplo Monte Real.</p>
<p>&#8220;A deteção precoce feita por aeronaves P-3 ou C-295 levará a que o helicóptero Blackhawk possa sair imediatamente para o ataque sem ter de cumprir toda aquela cadeia burocrática, o que pode significar a diferença entre uma deteção precoce ou um incêndio já consolidado&#8221;, sublinhou.</p>
<p>Nuno Melo realçou que está em causa &#8220;uma forma diferente de agir&#8221; entre entidades militares e civis nesta matéria.</p>
<p>&#8220;Nos últimos dois anos, alterámos a filosofia do Estado em relação à forma complementar como as Forças Armadas podem ajudar no apoio à população civil em diferentes áreas, temos mais homens, mais equipamentos, grande transversalidade, melhor organização&#8221;, enumerou.</p>
<p>Contudo, Nuno Melo salientou que melhor fluidez nos processos &#8220;não significa que as catástrofes não aconteçam, porque acontecem&#8221;.</p>
<p>&#8220;A situação é, de facto, muito sensível e cada pessoa tem que fazer o seu papel, cada pessoa tem que se esforçar para limpar o seu terreno, tem que fazer a sua parte, porque os poderes públicos só por si, em nenhuma circunstância poderão fazer tudo sozinhos&#8221;, apelou.</p>
<p>O Governo declarou hoje situação de alerta devido às altas temperaturas esperadas até segunda-feira, e emitiu despachos de exceção para proibir a utilização de maquinaria em atividades agrícolas.</p>
<p>O primeiro-ministro justificou a situação de alerta decretada pelo Governo &#8220;devido às altas temperaturas que o país enfrenta&#8221; nos próximos dias e afirmou que irá acompanhar &#8220;ao detalhe&#8221; a evolução do estado do tempo.</p>
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