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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Espanhol Jaime Siles vence 35.º Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 20:07:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O poeta e filólogo valenciano Jaime Siles venceu o 35.º Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana, que tem como finalidade reconhecer a obra poética completa de um autor vivo, foi hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O poeta e filólogo valenciano Jaime Siles venceu o 35.º Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana, que tem como finalidade reconhecer a obra poética completa de um autor vivo, foi hoje divulgado. </P><br />
<P>O júri reconheceu um poeta que &#8220;incorpora o ideal renascentista do artista completo&#8221;, representando a experiência poética na intersecção da reflexão filosófica e do pensamento crítico, salientou a presidente do Património Nacional de Espanha, Ana de la Cueva.</P><br />
<P>A decisão, tomada por maioria de votos, enfatiza a capacidade de Siles de &#8220;unir o abstrato e o sensorial, com uma expressão próxima do discurso científico&#8221;, e ainda o facto de &#8220;explorar, através da linguagem, um problema fundamental: a identidade e a sua relação com todos os aspetos da natureza humana&#8221;.</P><br />
<P>Este ano, foram recebidas 65 nomeações de 15 países para o prémio que atribui 42.100 euros.</P><br />
<P>Juan Manuel Corchado, reitor da Universidade de Salamanca, salientou que &#8220;Siles é um dos mais notáveis poetas da poesia espanhola contemporânea, com uma obra que abrange tanto a poesia como a reflexão filosófica e literária&#8221;.</P><br />
<P>O reitor recordou que o premiado foi aluno daquela universidade, onde se doutorou em Filologia e onde, durante um período, exerceu funções de professor temporário de Filologia.</P><br />
<P>A poeta e porta-voz do júri, Raquel Lanseros, descreveu as características da poesia de Siles, incluindo as suas raízes greco-latinas clássicas, e destacou que, no seu caso, &#8220;a Antiguidade não é um ornamento, é uma forma de ver o mundo&#8221;.</P><br />
<P>Lanseros referiu ainda a &#8220;essencialização&#8221; como outra das suas características marcantes, referindo-se ao facto de Siles &#8220;ter reduzido os seus versos ao essencial, com poucos adjetivos e uma elevada concentração de significado em cada poema&#8221;, e a &#8220;metarreflexão linguística&#8221;, porque para ele &#8220;a palavra não é meramente um instrumento comunicativo para descrever a realidade, a palavra é a realidade, a única forma possível de realidade&#8221;.</P><br />
<P>Filólogo, tradutor e professor especializado em línguas clássicas, Siles, que nasceu em Valência em 1951, é um dos mais prestigiados poetas da geração espanhola dos anos setenta e foi reconhecido, entre outros, com o Prémio Nacional de Literatura e o Prémio Internacional Geração de 27.</P><br />
<P>Entre os seus livros contam-se &#8220;Canon&#8221;, &#8220;Música de agua&#8221; e &#8220;Himnos tardíos&#8221;, tendo também publicado ensaios e artigos sobre literatura clássica e poesia contemporânea.</P><br />
<P>A sua poesia é caracterizada pelo refinamento formal e pela influência clássica, e evoluiu do &#8220;culturalismo&#8221; para uma poesia &#8220;mais metafísica&#8221;.</P><br />
<P>O prémio será entregue pela rainha Sofia numa cerimónia no último trimestre do ano e inclui ainda a publicação de uma antologia dos seus poemas, conferências académicas e um estudo da sua obra por um professor da Universidade de Salamanca.</P><br />
<P>Desde a sua criação, em 1992, o prémio já foi atribuído a 34 grandes nomes da poesia em língua espanhola e portuguesa.</P><br />
<P>Em 2021, Ana Luísa Amaral tornou-se a terceira autora portuguesa a receber o prémio, depois de Sophia de Mello Breyner (2003) e Nuno Júdice (2013).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768108]]></sapo:autor>
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		<title>MAI critica quem quer instalar teoria do caos sobre a segurança em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 19:54:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Administração Interna criticou hoje "quem quer instalar a teoria do caos" sobre a segurança em Portugal, defendendo que o país continua a ser "muito seguro" graças ao trabalho das forças policiais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Administração Interna criticou hoje &#8220;quem quer instalar a teoria do caos&#8221; sobre a segurança em Portugal, defendendo que o país continua a ser &#8220;muito seguro&#8221; graças ao trabalho das forças policiais.</P><br />
<P>&#8220;Há alguns que querem instalar a teoria do caos. Tudo é mau. Tudo é terrível. Só criminosos. Os imigrantes são os bandidos. O certo é que Portugal é um país muito seguro&#8221;, afirmou Luís Neves, durante uma cerimónia de assinatura de protocolos na área da segurança no concelho de Cascais.</P><br />
<P>O governante considerou que a perceção de insegurança não corresponde à realidade e sublinhou que o país &#8220;mudou para melhor&#8221; nas últimas décadas em matéria de criminalidade.</P><br />
<P>&#8220;Quem não se lembra do que era a criminalidade há 20 anos, há 15, há 10 anos? Hoje as coisas são diferentes para melhor&#8221;, assegurou.</P><br />
<P>Luís Neves defendeu ainda melhores condições para polícias e militares da GNR, lamentando o estado de degradação de algumas instalações.</P><br />
<P>&#8220;Ninguém cria brilho e coesão se tiver instalações onde chove, onde há humidade, onde está frio, onde está calor, onde cheira mal&#8221;, afirmou, garantindo que o Governo pretende melhorar as condições das forças de segurança, embora reconhecendo que o processo &#8220;não se vai resolver nem num ano nem dois&#8221;.</P><br />
<P>O ministro da Administração Interna esteve esta tarde no concelho de Cascais, distrito de Lisboa, com o objetivo de conhecer os projetos e o investimento que a autarquia tem previsto para o município.</P><br />
<P>A visita terminou com uma cerimónia nos Paços do Concelho de Cascais, durante a qual foram assinados seis protocolos de cooperação e memorandos de entendimento, no âmbito da Segurança e Socorro.</P><br />
<P>Em causa estão protocolos no âmbito da vigilância aérea, de cooperação com o Centro Europeu de Riscos Urbanos, com a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, com os corpos de Bombeiros e com a Associação Humanitária de Segurança e Salvamento Aquático.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768107]]></sapo:autor>
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		<title>Passos critica políticos postiços que são como &#8220;prostitutos sem caráter&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 19:16:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho criticou hoje os políticos que, para tentarem agradar a todos ainda mais do que os populistas, se tornam postiços, comparando-os a "prostitutos sem caráter".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho criticou hoje os políticos que, para tentarem agradar a todos ainda mais do que os populistas, se tornam postiços, comparando-os a &#8220;prostitutos sem caráter&#8221;.</P><br />
<P>Numa intervenção de quase 50 minutos na apresentação de um livro, Passos defendeu que a política tem de ter uma dimensão de liderança e criticou o que chamou de &#8220;uma maldição que tomou conta do espaço europeu e também do espaço português&#8221;: &#8220;Os líderes não quererem desagradar a ninguém, o que é uma coisa virtualmente impossível pelo menos durante muito tempo&#8221;.</P><br />
<P>O antigo líder do PSD avisou que quando, com medo do populismo, o político do chamado &#8216;mainstream&#8217; &#8220;lhe veste a casaca para evitar que o populismo chegue com o voto ao palácio e resolve ser mais populista do que o populista, normalmente a história mostra que a coisa não funciona&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O que é autêntico e genuíno sempre se manifesta e de uma forma muito mais eficaz do que o que é postiço e então o postiço fica sem nada: fica sem integridade, fica como um prostituto sem caráter, sem reduto de pensamento, simplesmente vendido ao aplauso que o momento lhe possa fornecer&#8221;, afirmou, sem explicitar a quem dirigia o recado, numa apresentação onde esteve sentado ao lado do líder do Chega, André Ventura,</P><br />
<P>E continuou o alerta: &#8220;Mas a mesma multidão que o aplaude o condena passado muito pouco tempo quando o futuro que não é desejado chega&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se não queremos que esse futuro chegue, se não queremos que esta Europa fluida tome conta do nosso espaço normativo e político, é preciso fazer qualquer coisa e qualquer coisa que nos distinga dos outros&#8221;, disse.</P><br />
<P>Passos voltou à ideia que transmitiu quando era primeiro-ministro de quem nem sempre o mais importante é vencer as eleições.</P><br />
<P>&#8220;Há pessoas que não se importam de perder a defender aquilo em que acreditam e o mundo vive disso: o mundo não vive daqueles que só querem ganhar com as ideias dos outros&#8221;, disse.</P><br />
<P>O antigo primeiro-ministro saudou que tenham sido tomadas em Portugal medidas para estancar uma imigração &#8220;considerada excessiva pela generalidade das pessoas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ao ritmo a que as coisas estavam, qualquer dia estaríamos com certeza a falar não do povo português, nem da cultura portuguesa nem de coisa nenhuma&#8221;, afirmou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768106]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador. Carros a hidrogénio: serão a próxima grande revolução ou uma promessa que chega tarde demais?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 19:15:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Durante anos, os carros a hidrogénio foram apresentados como uma espécie de futuro alternativo à gasolina e aos elétricos a bateria: emissões locais quase nulas, abastecimento em poucos minutos e autonomias capazes de rivalizar com os automóveis tradicionais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante anos, os carros a hidrogénio foram apresentados como uma espécie de futuro alternativo à gasolina e aos elétricos a bateria: emissões locais quase nulas, abastecimento em poucos minutos e autonomias capazes de rivalizar com os automóveis tradicionais. Mas a pergunta continua por responder: se a tecnologia já existe, porque é que quase ninguém conduz um carro a hidrogénio?</p>
<p>A primeira ideia a reter dos FCEV (sigla inglesa para veículos elétricos a célula de combustível), segundo o &#8216;Supercar Blondie&#8217;, é simples: um carro a hidrogénio também é um elétrico. A diferença está na forma como produz ou armazena a eletricidade. Num BEV, ou elétrico a bateria, a energia é guardada numa bateria. Num FCEV, a eletricidade é produzida a bordo, através de uma célula de combustível alimentada por hidrogénio.</p>
<p>O funcionamento parece complexo, mas pode ser resumido desta forma: o hidrogénio armazenado no depósito reage com o oxigénio do ar dentro da célula de combustível, produzindo eletricidade para alimentar o motor elétrico. No escape, em vez de gases poluentes, sai sobretudo vapor de água e ar quente.</p>
<p>É esta promessa que tornou o hidrogénio tão apelativo. Os carros podem ser abastecidos em poucos minutos, não dependem de longos tempos de carregamento e, em alguns casos, conseguem autonomias superiores a 600 ou 700 quilómetros. O Toyota Mirai e o Hyundai Nexo são os exemplos mais conhecidos entre os poucos modelos de passageiros que chegaram ao mercado.</p>
<p>Há também vários mitos à volta da tecnologia. Um deles é o risco de explosão. Ao contrário do que muitos imaginam, os carros a hidrogénio não são necessariamente mais perigosos do que os automóveis a gasolina. O hidrogénio é mais leve do que o ar e, em caso de fuga, tende a dispersar-se rapidamente. Outro mito é o de que estes veículos perdem muita autonomia no inverno. A reação química que gera eletricidade também produz calor, que pode ser usado para aquecer o habitáculo.</p>
<p>Mas há uma crítica difícil de contornar: a eficiência. Um carro a hidrogénio pode ser limpo na utilização, mas o processo de produzir, transportar, armazenar e voltar a transformar o hidrogénio em eletricidade implica perdas significativas. Segundo a &#8216;Supercar Blondie&#8217;, apenas cerca de 30% a 40% da energia inicial chega às rodas. Num elétrico a bateria, esse valor pode aproximar-se dos 80%.</p>
<p>É aqui que a grande promessa começa a perder força. O hidrogénio é o elemento mais abundante do universo, mas isso não significa que esteja pronto a usar. Tal como a água do mar não resolve diretamente a falta de água potável, o hidrogénio tem de ser produzido, tratado, comprimido ou liquefeito, transportado e armazenado. Tudo isso custa dinheiro, energia e infraestrutura.</p>
<p>A história mostra que a tecnologia não é nova. Já no século XIX existiam experiências com motores alimentados por hidrogénio e, em 1839, William Grove inventou a primeira célula de combustível. Na era moderna, a General Motors apresentou o Electrovan nos anos 60, muitas vezes apontado como um dos primeiros veículos modernos com célula de combustível. Honda, Toyota, Hyundai, BMW e Mercedes-Benz continuaram a testar ou lançar soluções nas décadas seguintes.</p>
<p>Mesmo assim, o mercado continua muito limitado. Entre os carros de passageiros disponíveis ou próximos do público, a lista é curta: Toyota Mirai, Hyundai Nexo, Honda CR-V e:FCEV, Toyota Crown FCEV e, de forma muito mais restrita, o BMW iX5 Hydrogen, ainda associado a frotas-piloto e demonstrações. Há também projetos comerciais e pesados, como camiões, autocarros e veículos de transporte, onde o hidrogénio parece ter uma oportunidade mais realista.</p>
<p>É também por isso que a cooperação entre Toyota e BMW ganha importância. As duas marcas estão a desenvolver uma nova geração de células de combustível, mais compacta e eficiente. A BMW prevê lançar o seu primeiro modelo de produção a hidrogénio em 2028, enquanto a Toyota deverá aplicar o novo sistema nos seus modelos já existentes. A Alemanha e o Japão têm intensificado a cooperação neste domínio, sobretudo pensando em cadeias de abastecimento, produção de hidrogénio verde e transporte pesado.</p>
<p>O problema, porém, mantém-se: sem postos de abastecimento, os consumidores não compram carros a hidrogénio; sem consumidores, as empresas não têm incentivo para construir postos. É o círculo vicioso que continua a travar a tecnologia no automóvel particular. Em muitos países, já há milhares de pontos de carregamento para elétricos a bateria e a possibilidade de carregar em casa. O hidrogénio exige uma rede própria, mais cara e tecnicamente mais complexa.</p>
<p>Isto não significa que o hidrogénio esteja condenado. Pelo contrário, pode ter um papel importante na descarbonização de setores onde as baterias têm limitações, como camiões de longo curso, autocarros, maquinaria pesada, transporte marítimo, aviação ou armazenamento de energia. A sua densidade energética por quilo continua a ser uma vantagem em aplicações onde o peso das baterias é um obstáculo.</p>
<p>A grande questão é se será a próxima grande revolução nos carros particulares. Por agora, a resposta parece ser não. Os elétricos a bateria ganharam escala, baixaram custos, multiplicaram modelos e beneficiam de uma infraestrutura muito mais desenvolvida. Além disso, a chegada de baterias mais avançadas, incluindo as de estado sólido, pode reduzir ainda mais as vantagens tradicionais do hidrogénio, como autonomia e rapidez de abastecimento.</p>
<p>O hidrogénio pode não ser o substituto direto dos elétricos a bateria, mas também não deve ser visto como uma tecnologia falhada. A promessa inicial talvez tenha sido demasiado ampla. Em vez de colocar um Mirai ou um Nexo em cada garagem, o futuro poderá estar em frotas profissionais, transporte pesado e usos industriais. Ou seja: o hidrogénio pode não ser “a próxima grande coisa” para todos os condutores, mas ainda pode ser decisivo onde as baterias não chegam.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767758]]></sapo:autor>
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		<title>PS vai alterar projeto sobre doadores partidários após falhas apontadas em pareceres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 19:04:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O PS vai alterar o seu projeto sobre transparência dos doadores de partidos, após falhas apontadas pela Entidade das Contas e pela CADA, para que não haja margem para dúvidas quanto à informação "que deve continuar a ser acessível".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PS vai alterar o seu projeto sobre transparência dos doadores de partidos, após falhas apontadas pela Entidade das Contas e pela CADA, para que não haja margem para dúvidas quanto à informação &#8220;que deve continuar a ser acessível&#8221;.</P><br />
<P>À agência Lusa, o deputado do PS Pedro Delgado Alves explicou esta decisão de atualizar o projeto de lei do partido, depois dos pareceres da Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA) e da Entidade das Contas e Financiamentos Políticos (ECFP) terem apontado falhas a este diploma e aos do Livre e BE.</P><br />
<P>&#8220;Em função dos contributos que estamos a receber, iremos atualizar o projeto para que não fique margem para dúvidas quanto ao que deve continuar a ser acessível como era até agora&#8221;, adiantou o deputado socialista.</P><br />
<P>Nesta alteração do projeto, de acordo com Pedro Delgado Alves, o PS terá em conta aquilo que pedem &#8220;as duas principais entidades que vão aplicar a lei&#8221; e que &#8220;partilham preocupações e identificam caminhos mais detalhados para assegurar a transparência&#8221;.</P><br />
<P>Na segunda-feira, a Lusa noticiou que a Entidade das Contas e a CADA apontam falhas nos projetos do PS, Livre e BE para garantir o acesso à identificação dos doadores dos partidos, alertando que não esclarecem que dados devem ser públicos e podem manter restrições.</P><br />
<P>No parecer sobre o projeto do PS, que pretende classificar a origem de donativos partidários como matéria de interesse público, a ECFP considera ambíguo dizer que a proveniência dos donativos é de acesso público, argumentando que a formulação utilizada &#8220;não permite identificar qual é a informação de acesso público&#8221;.</P><br />
<P>A entidade sugere que a lei identifique &#8220;de forma expressa quais os dados pessoais&#8221; que podem ser divulgados, caso &#8220;se pretenda não permitir o acesso a todos os dados pessoais&#8221;, como referem os socialistas na exposição de motivos quando diz querer salvaguardar os dados pessoais &#8220;irrelevantes para o escrutínio do financiamento dos partidos&#8221; como o NIF (Número de Identificação Fiscal) ou o número das contas bancárias.</P><br />
<P>Também a CADA assinala que o projeto dos socialistas não transpõe da exposição de motivos para o corpo da lei quais são os limites da divulgação de dados pessoais dos doadores partidários, permitindo, acrescentam, &#8220;eventuais dúvidas em matérias de proporcionalidade&#8221;.</P><br />
<P>A Entidade das Contas sublinha também que, apesar de haver a intenção de ocultar alguns dados dos doadores, deve manter-se a obrigação de os partidos identificarem expressamente os seus doadores com o nome completo, um elemento de identificação como o NIF, e o valor do montante doado, sob &#8220;pena de comprometer a fiscalização&#8221;.</P><br />
<P>A CADA conclui o parecer sobre as três propostas referindo que não ter qualquer objeção a alterações legislativas que reforcem escrutínio e a transparência e enfatiza que os seus pareceres &#8211; como o que deu origem ao fim da consulta da identidade dos doadores partidários &#8211; &#8220;não têm natureza vinculativa&#8221;.</P><br />
<P>As propostas dos partidos foram apresentadas depois de a ECFP ter deixado de disponibilizar a identidade dos doadores dos partidos, na sequência de um parecer da CADA.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768105]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Violência sexual no Brasil é subnotificada e pode atingir 822 mil casos de violação por ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 18:52:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Brasil pode registar cerca de 822 mil casos de violação por ano, embora apenas uma pequena parcela das vítimas procure as autoridades, segundo o Atlas da Violência 2026 divulgado hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Brasil pode registar cerca de 822 mil casos de violação por ano, embora apenas uma pequena parcela das vítimas procure as autoridades, segundo o Atlas da Violência 2026 divulgado hoje.</P><br />
<P>No estudo aponta-se que, em 2024, foram oficialmente registados 87.545 casos de violação e violação de vulnerável no país, mas, alerta-se, os números reais são muito superiores devido à forte subnotificação desse tipo de crime.</P><br />
<P>O Atlas da Violência 2026 foi elaborado pelo Instituto de Pesquisa Económica Aplicada (IPEA) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. </P><br />
<P>Segundo o relatório, apenas 8,5% das vítimas de violência sexual procuram a polícia e somente 4,2% dos episódios chegam aos sistemas oficiais de saúde. </P><br />
<P>Segundo o estudo, isso dificulta a dimensão exata do problema e compromete a formulação de políticas públicas.</P><br />
<P>Os autores do estudo destacam que a maioria das vítimas notificadas no sistema de saúde é composta por meninas, que representam 86,9% do total dos casos registados.</P><br />
<P>Na faixa de 10 a 14 anos, a violação responde por 45,5% de todas as violências sexuais sofridas.</P><br />
<P>Para os pesquisadores, os dados oficiais representam somente &#8220;a ponta de um iceberg&#8221; de violência contra o corpo feminino no país.</P><br />
<P>Ainda sobre a violência sexual de género, alertam para o &#8220;recrudescimento da cultura &#8216;red pill&#8217; [machismo misógino]&#8221; no ambiente virtual, que tem influenciado negativamente o comportamento juvenil e desvalorizado as meninas brasileiras.</P><br />
<P>&#8220;Essa ideologia difunde a falsa ideia de que os homens estariam sendo prejudicados pelo feminismo e de que as mulheres seriam manipuladoras, interesseiras ou naturalmente inferiores&#8221;, descrevem no relatório.</P><br />
<P>Esse comportamento misógino difundido na manosfera (comunidades online focadas na masculinidade) naturaliza a agressividade masculina e impulsiona formas de sociabilidade distorcida que podem reforçar comportamentos abusivos.</P><br />
<P>No estudo sublinha-se que o combate a esta realidade exige investimentos urgentes em &#8220;letramento [literacia] digital crítico&#8221; e educação para a igualdade de género e &#8220;prevenção da misoginia desde a infância e adolescência&#8221;.</P><br />
<P>O Atlas da Violência 2026 inclui ainda dados sobre a violência contra a mulher no Brasil. </P><br />
<P>Em 2024, 3.642 mulheres foram assassinadas no país, o que representa uma taxa de 3,4 mortes para cada 100 mil mulheres.</P><br />
<P>Esse número indica uma queda de 6,7% em relação a 2023 e uma redução acumulada de 27,7% desde 2014, segundo a série histórica do estudo. </P><br />
<P>&#8220;Apesar desse recuo, o volume absoluto de casos permanece alarmante e evidencia a persistência da violência letal de género no país: entre 2014 e 2024, 46.336 mulheres foram assassinadas no Brasil&#8221;, diz o documento.</P><br />
<P>Ainda sobre os casos de feminicídio, em 2024, 35,2% ocorreu dentro das residências das vítimas. </P><br />
<P>Foram também calculados os &#8220;homicídios ocultos&#8221;, mostrando que a morte de mulheres registada oficialmente em 2024 foi de 3,4 por 100 mil mulheres, mas a taxa estimada sobe para 4,4.</P><br />
<P>&#8220;Homicídios ocultos&#8221; é a expressão usada pelos pesquisadores para registar óbitos por agressão que acabaram classificados indevidamente como Mortes Violentas por Causa Indeterminada. </P><br />
<P>Para chegar à taxa de 4,4 por 100 mil mulheres, os pesquisadores aplicaram a técnica de aprendizagem de máquina (&#8216;machine learning&#8217;) para identificar agressões intencionais que acabaram classificadas erroneamente nos sistemas de saúde estaduais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768097]]></sapo:autor>
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		<title>Câmara de Lisboa transfere verbas para recolha de lixo pelas juntas mas compromete-se a reassumir função</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 18:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou hoje novos contratos entre o município e as 24 freguesias lisboetas para recolha de lixo, com a Câmara a reiterar o compromisso de reassumir "em exclusivo" essa responsabilidade, sem delegar competências.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou hoje novos contratos entre o município e as 24 freguesias lisboetas para recolha de lixo, com a Câmara a reiterar o compromisso de reassumir &#8220;em exclusivo&#8221; essa responsabilidade, sem delegar competências.</P><br />
<P>Em causa estão os contratos de delegação de competências (CDC) para recolha de resíduos indevidamente depositados junto de ecopontos de superfície, ecopontos subterrâneos e vidrões, com a Câmara de Lisboa a disponibilizar a cada freguesia 50 mil euros no 1.º semestre deste ano, num total de 1,2 milhões de euros.</P><br />
<P>A proposta na área da higiene urbana foi viabilizada com os votos contra de PCP e PEV, a abstenção de Livre, BE, PAN e Chega, e os votos a favor de PS, PSD, CDS-PP e IL.</P><br />
<P>Destacando o reforço da &#8220;aliança estratégica&#8221; entre o executivo camarário e as juntas, a vereadora da Higiene Urbana, Joana Baptista (independente indicada pelo PSD), recordou que os contratos CDC para recolha de lixo foram decididos em 2019 como &#8220;uma medida transitória&#8221; e defendeu que agora é preciso finalizá-la, com a Câmara de Lisboa a assumir, &#8220;em exclusivo e na plenitude, uma responsabilidade que é sua&#8221;.</P><br />
<P>Essa estratégia, que foi um compromisso eleitoral da governação PSD/CDS-PP/IL, é também para &#8220;não haver uma manta de retalho de desoneração de responsabilidades&#8221;, afirmou Joana Baptista, considerando que essa delegação de competências &#8220;não faz sentido nenhum, não é bom para as juntas de freguesia e não é bom para a Câmara Municipal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Para o lisboeta não interessa quem limpa, interessa que esteja limpo&#8221;, frisou, considerando que a reforma administrativa de Lisboa, implementada em 2012 e que deu maior capacidade de resposta às freguesias, está &#8220;obsoleta&#8221;, porque &#8220;existem 24 territórios diferentes&#8221; e nem todas as juntas têm o mesmo desempenho e capacidade operacional.</P><br />
<P>Na área da higiene urbana, a Assembleia Municipal de Lisboa (AML) viabilizou também os novos contratos interadministrativos de cooperação para garantir maior eficiência na limpeza das vias e espaço público, celebrados desde 2019 &#8220;face ao fluxo significativo crescente de turistas&#8221;, prevendo-se para o 1.º semestre deste ano a transferência de 4,9 milhões de euros para as 24 juntas de freguesias.</P><br />
<P>Foi ainda aprovada a renovação dos contratos de delegação de competências para a manutenção de espaços verdes e áreas expectantes, disponibilizando uma verba total de 557 mil euros, distribuída por todas as freguesias, consoante as necessidades de manutenção.</P><br />
<P>Do PS, Mauro Santos disse que os contratos foram elaborados &#8220;de forma unilateral&#8221; e exigiu à Câmara previsibilidade, revisão das verbas e garantia do pagamento atempado, lamentando que a formalização do apoio não seja já para o ano todo.</P><br />
<P>Do PCP, Anna Almeida criticou os contratos CDC como &#8220;vício sistémico&#8221; que &#8220;asfixia&#8221; as juntas, afirmando que &#8220;isto não é descentralização, é instrumentalização financeira&#8221;.</P><br />
<P>Erica Ricardo, do Chega, assinalou a falta de transparência, nomeadamente quanto aos resultados alcançados, sobretudo na área da higiene urbana.</P><br />
<P>Por outro lado, Pedro Bugarin, da IL, reforçou a necessidade de reversão da delegação de competências, considerando que &#8220;não é aceitável que 25 entidades distintas&#8221; &#8212; a Câmara e as 24 freguesias &#8212; tratem da recolha de lixo.</P><br />
<P>A AML aprovou ainda, com os votos contra de Livre e BE, a revogação do contrato com a empresa municipal EMEL (mobilidade e estacionamento) para requalificar a Avenida Infante D. Henrique, com 4,3 milhões de euros, proposta justificada com a obra da extensão da linha do elétrico do Terreiro do Paço até ao Parque Tejo Trancão (elétrico 16) por parte empresa municipal Carris (transporte público).</P><br />
<P>A Câmara considera &#8220;mais profícuo, quer financeira, quer urbanisticamente, a concretização da obra como um todo e por uma única entidade&#8221;, neste caso a Carris, prevendo que a empreitada se inicie no final de 2027, com o arranque do funcionamento do elétrico 16 até Santa Apolónia até 2029, e a 2.ª fase até 2030.</P><br />
<P></P><br />
<P>SSM/MPE // VAM</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768094]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>BCE avalia preparação dos bancos face a riscos de ataques cibernéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 18:41:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Central Europeu (BCE) está hoje a realizar uma reunião com os principais bancos europeus para avaliar a preparação destas instituições financeiras face aos riscos de ataques cibernéticos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco Central Europeu (BCE) está hoje a realizar uma reunião com os principais bancos europeus para avaliar a preparação destas instituições financeiras face aos riscos de ataques cibernéticos. </P><br />
<P>Conforme avançou a Agência France Presse (AFP), na reunião estão a participar diretores de informação ou de risco. </P><br />
<P>&#8220;Há uma série de questões de cibersegurança nas quais temos vindo a trabalhar com os bancos há anos [&#8230;], mas face os avanços da Inteligência Artificial [IA] estas questões precisam de ser avançadas mais rapidamente&#8221;, afirmou, no domingo, o vice-presidente do Conselho de Supervisão do BCE, Frank Elderson, ao Financial Times.</P><br />
<P>Em debate está o modelo de IA Mythos, desenvolvido pela &#8216;startup&#8217; (empresa com rápido potencial de crescimento económico) Anthropic.</P><br />
<P>Este modelo &#8220;consegue descobrir e explorar vulnerabilidades de forma autónoma, com uma velocidade e escala sem precedentes&#8221;, defendeu Elderson. </P><br />
<P>O BCE supervisiona cerca de 111 bancos da zona euro.  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768093]]></sapo:autor>
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		<title>Resposta para fragmentação, polarização e desconfiança está dentro da ONU, diz MNE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 18:23:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal defendeu hoje que a resposta para a "fragmentação, polarização e desconfiança" que o mundo atravessa "está dentro das Nações Unidas", sublinhando tratar-se do único fórum universal onde todos os Estados se reúnem como iguais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal defendeu hoje que a resposta para a &#8220;fragmentação, polarização e desconfiança&#8221; que o mundo atravessa &#8220;está dentro das Nações Unidas&#8221;, sublinhando tratar-se do único fórum universal onde todos os Estados se reúnem como iguais.</P><br />
<P>Num debate de alto nível do Conselho de Segurança das Nações Unidas, sob o tema: &#8220;Defender os propósitos e princípios da Carta da ONU e fortalecer o sistema internacional centrado na ONU&#8221;, o ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) português, Paulo Rangel, saiu em defesa da organização multilateral e do seu trabalho em prol da humanidade.</P><br />
<P>&#8220;Apesar de todas as suas falhas, Portugal acredita que as Nações Unidas mantêm a sua promessa. Num tempo de fragmentação, polarização e desconfiança, a mensagem de Portugal é simples: a resposta não é menos multilateralismo, mas antes um melhor e mais eficaz multilateralismo&#8221;, disse.</P><br />
<P>&#8220;A resposta encontra-se dentro das Nações Unidas. O sistema criado em 1945 não pressupunha o desaparecimento dos conflitos, mas sim que o diálogo deve prevalecer sobre a divisão, a cooperação sobre o confronto e o direito internacional sobre a lei do mais forte&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Rangel sublinhou que a ONU continua a ser a plataforma central para a diplomacia, a mediação, a consolidação da paz, o desenvolvimento e a cooperação, e que, apesar das falhas da organização, nenhum outro sistema se compara em legitimidade, universalidade ou poder de convocação.</P><br />
<P>O ministro enalteceu igualmente as organizações regionais parceiras da ONU, como a União Africana, a União Europeia, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), entre outras, advogando que as mesmas trazem proximidade, legitimidade e experiência e ajudam a prevenir crises, a mediar disputas e a apoiar transições para a paz.</P><br />
<P>Portugal está em campanha para uma vaga de membro não  permanente do Conselho de Segurança, um dos órgãos mais importantes das Nações Unidas, cujo mandato é zelar pela manutenção da paz e da segurança internacional e cujas decisões são vinculativas.</P><br />
<P>A eleição para o biénio 2027/2028 está agendada para 03 de junho e Portugal tem como adversários diretos a Alemanha e a Áustria, numa disputa pelos dois lugares de membros não permanentes atribuídos ao grupo da Europa Ocidental e Outros Estados.</P><br />
<P>Paulo Rangel defendeu que o Conselho de Segurança não deve apenas reagir às crises, mas também prevenir a escalada, abrir espaço político para o diálogo e utilizar as ferramentas mais eficazes, como mediação, bons ofícios e consolidação da paz.</P><br />
<P>&#8220;Para Portugal, a prevenção deve ser central no trabalho do Conselho&#8221;, afirmou, na sede da ONU, em Nova Iorque.</P><br />
<P>Sobre a necessidade de reforma o sistema da ONU e o próprio Conselho de Segurança, o líder da diplomacia portuguesa advogou que um Conselho &#8220;mais eficaz também precisa de ser mais representativo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Apoiamos a expansão quer nas categorias permanentes, quer nas não permanentes, com especial atenção à sub-representação histórica de África. O Conselho deve também refletir melhor a América Latina, as Caraíbas, a Ásia-Pacífico, os Estados árabes, os SIDS (Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento) e os países de pequena e média dimensão, especialmente aqueles que nunca fizeram parte dele&#8221;, defendeu Rangel.</P><br />
<P>&#8220;Essas vozes importam. Se for eleito na próxima semana (&#8230;), Portugal trabalhará para as amplificar. Portugal quer ser uma voz à mesa, uma voz que ressoe a voz deles, a sua voz&#8221;, prometeu.</P><br />
<P>Em geral, quase todos os países da ONU consideram necessário reformar o Conselho de Segurança, mas não há acordo sobre como fazê-lo, com diferentes propostas na mesa há anos, sendo que algumas englobam uma representação africana permanente no Conselho.</P><br />
<P>Portugal já foi membro não permanente do Conselho de Segurança da ONU por três vezes: em 1979-1980, 1997-1998 e 2011-2012.</P><br />
<P>O Conselho de Segurança da ONU é composto por 15 membros (cinco permanentes e 10 não permanentes). Cada membro tem um voto, sendo que os cinco membros permanentes &#8211; China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia &#8211; têm também poder de veto.</P><br />
<P>Os membros não permanentes são eleitos para um mandato de dois anos.</P><br />
<P>Paulo Rangel declarou que a ONU deve também adaptar-se aos desafios atuais, nomeadamente riscos de segurança relacionados com clima, insegurança alimentar, desinformação, guerra urbana, redes criminosas e o impacto das novas tecnologias na paz e na segurança.</P><br />
<P>&#8220;Nenhum destes desafios pode ser enfrentado isoladamente. Nenhum pode ser resolvido fora do multilateralismo&#8221;, disse.</P><br />
<P>&#8220;Portugal está pronto para trabalhar com todos os parceiros para reforçar a eficácia, a credibilidade e a legitimidade desta organização&#8221;, sublinhou Rangel.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768092]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pedro Gonçalves pede desculpa por &#8220;uma das piores derrotas&#8221; na história do Sporting</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 18:19:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O médio Pedro Gonçalves pediu hoje desculpa por "uma das piores derrotas na história" do Sporting, na final da Taça de Portugal de futebol, frente ao Torreense, da II Liga, por 2-1, após prolongamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O médio Pedro Gonçalves pediu hoje desculpa por &#8220;uma das piores derrotas na história&#8221; do Sporting, na final da Taça de Portugal de futebol, frente ao Torreense, da II Liga, por 2-1, após prolongamento.</P><br />
<P>&#8220;Depois de pensar e estar mais calmo venho aqui pedir desculpa por uma das piores derrotas na história do clube. Sempre aceitei qualquer crítica, não tenho medo e assumo que não estive ao nível que este clube exige&#8221;, considerou.</P><br />
<P>Numa publicação nas redes sociais, Pedro Gonçalves reconheceu que, &#8220;mentalmente&#8221;, desde a paragem de março para as seleções, não esteve no seu melhor. </P><br />
<P>&#8220;O meu corpo queria mas a minha cabeça andava sempre com um &#8216;travão de mão&#8217; com medo de me lesionar. Parece fácil, mas quem está lá dentro sabe o quão difícil é. Aquele miúdo que saiu de casa sem os pais aos 11 anos, foi para Espanha sozinho e teve um ano sem competir, tinha o sonho de poder estar num Mundial e esse foi um dos meus grandes objetivos este ano&#8221;, escreveu.</P><br />
<P>Pedro Gonçalves, de 27 anos, teve uma época com menos lesões, comparando com a anterior, marcando 15 golos e fazendo nove assistências em 41 jogos, mas acabou por não integrar a lista final da seleção portuguesa para o Mundial2026.</P><br />
<P>&#8220;Sou uma pessoa que gosta de vencer, não me acomodo a nada e tenta sempre melhorar. Seis épocas no clube, sete títulos e seis finais perdidas. É triste ter tão poucos títulos&#8221;, lamentou.</P><br />
<P>Além da surpreendente derrota na final da Taça de Portugal, frente ao Torreense, a primeira equipa do segundo escalão a vencer o troféu, o Sporting, que era bicampeão, terminou a I Liga na segunda posição, foi eliminado nas meias-finais da Taça da Liga.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768090]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Casa Branca como estádio de UFC? Imagens mostram obras de construção para evento no aniversário de Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 18:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Branca]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[UFC]]></category>
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					<description><![CDATA[Trabalhos decorrem no relvado sul da residência presidencial, onde está a ser montada uma estrutura semicircular destinada a acolher o recinto do espetáculo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Casa Branca já começou a preparar a estrutura temporária que vai receber uma noite de combates do UFC integrada nas comemorações do 80º aniversário do presidente americano, Donald Trump. O evento está previsto para 14 de junho e deverá ter cerca de 5.000 espectadores, avança o &#8216;El Mundo&#8217;.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">A closer look at the progress on the White House South Lawn for the UFC Freedom 250 event on June 14th </p>
<p>📸 BryantGarcia/IG <a href="https://t.co/91M0FDkCPB">pic.twitter.com/91M0FDkCPB</a></p>
<p>&mdash; FULL SEND MMA (@full_send_mma) <a href="https://twitter.com/full_send_mma/status/2059109438494245135?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 26, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Os trabalhos decorrem no relvado sul da residência presidencial, onde está a ser montada uma estrutura semicircular destinada a acolher o recinto do espetáculo. Segundo a agência Efe, citada pelo jornal espanhol, as peças foram transportadas da Pensilvânia para Washington antes do início da construção.</p>
<p>A lotação prevista ronda os 5.000 lugares e deverá incluir membros das Forças Armadas, convidados do UFC e convidados da própria Casa Branca.</p>
<p>O combate principal da noite deverá opor o espanhol-georgiano Ilia Topuria, invicto na carreira, ao americano Justin Gaethje, num duelo pela unificação do cinturão dos pesos-leves.</p>
<p>A ligação de Trump ao entretenimento desportivo não é nova. Antes da carreira política, o presidente americano promoveu combates de boxe em Nova Iorque nas décadas de 1980 e 1990 e manteve uma relação prolongada com a WWE, a principal empresa americana de luta livre, que o incluiu no seu Hall of Fame em 2013.</p>
<p>A realização de um evento do UFC na Casa Branca junta, assim, duas dimensões associadas ao percurso público de Trump: a política presidencial e o espetáculo desportivo. O resultado será um dos momentos mais invulgares das celebrações oficiais do seu aniversário, transformando temporariamente o relvado sul da residência presidencial num recinto de artes marciais mistas.</p>
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<p></a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/DVm63hCjCpw/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação partilhada por Ilia Topuria (@iliatopuria)</a></p>
</div>
</blockquote>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768086]]></sapo:autor>
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		<title>Rússia alerta que câmaras inteligentes podem expor localização de líderes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 18:06:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alexander Bortnikov]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[Localização de responsáveis iranianos terá sido obtida através de ‘marcadores’ ou falhas introduzidas em software usado em sistemas de videovigilância]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O chefe do Serviço Federal de Segurança russo, Alexander Bortnikov, afirmou que sistemas de videovigilância podem expor a localização de altos responsáveis políticos, citando alegados incidentes envolvendo dirigentes iranianos em Teerão. As declarações foram feitas esta terça-feira durante uma reunião de responsáveis de segurança de países da Comunidade de Estados Independentes, de acordo com o &#8216;Kyiv Post&#8217;.</p>
<p>Segundo a agência estatal russa &#8216;TASS&#8217;, Bortnikov alegou que a localização de responsáveis iranianos terá sido obtida através de ‘marcadores’ ou falhas introduzidas em software usado em sistemas de videovigilância. O responsável russo apresentou o caso como um exemplo dos riscos associados à dependência de plataformas tecnológicas estrangeiras.</p>
<p>“Um sinal claro e alarmante é a recente eliminação de representantes da liderança de topo do Irão”, afirmou Bortnikov, referindo-se ao que descreveu como ações dos Estados Unidos e de Israel. O chefe do FSB, no entanto, não apresentou provas que sustentem a acusação.</p>
<p>As declarações surgem num momento de maior preocupação em Moscovo com a proteção de infraestruturas estatais contra ciberataques, espionagem e recolha de informações sensíveis. Para Bortnikov, o recurso a tecnologia estrangeira pode criar vulnerabilidades exploradas por serviços de informações ou por agentes externos.</p>
<p>O tema ganha particular peso num contexto em que também têm surgido relatos sobre receios de segurança em torno do próprio Presidente russo. Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, citando informações separadas avançadas pela Important Stories e pela &#8216;CNN&#8217;, Vladimir Putin temerá uma possível tentativa de assassínio, incluindo com recurso a drones, bem como o risco de um golpe dentro da elite política e de segurança russa.</p>
<p>Esses relatos baseiam-se num alegado documento interno, mas a sua autenticidade não foi verificada. Ainda assim, ajudam a enquadrar o tom das declarações de Bortnikov, que apontam para uma crescente ansiedade do aparelho de segurança russo perante ameaças tecnológicas, vigilância digital e ataques de precisão.</p>
<p>O &#8216;Kyiv Post&#8217; refere ainda um outro episódio ligado ao conflito: o Estado-Maior ucraniano afirmou que mísseis de cruzeiro britânicos Storm Shadow foram usados para atingir um centro de comando russo na região ocupada de Lugansk, alegadamente perto de Dovzhansk. As forças ucranianas disseram ter registado vários impactos no quartel-general e prometeram novos ataques. Moscovo ainda não comentou a alegação.</p>
<p>Noutro desenvolvimento, um relatório anterior indicava que a Rússia terá planeado fornecer ao Irão milhares de drones avançados e treinar as suas forças para os utilizar contra forças americanas. A proposta incluiria drones de fibra ótica resistentes a interferências e sistemas guiados por satélite, embora não seja claro se o plano chegou a ser executado.</p>
<p>A mensagem de Bortnikov é, por isso, dupla. Por um lado, acusa adversários externos de explorarem tecnologias civis para fins de inteligência e eliminação de alvos. Por outro, reflete a preocupação russa com a vulnerabilidade dos seus próprios dirigentes, infraestruturas e centros de decisão num ambiente de guerra cada vez mais marcado por drones, ciberoperações e vigilância digital.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768079]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: UE prolonga sanções contra a Rússia por violações dos direitos humanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 18:05:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia decidiu hoje prolongar por mais um ano o regime de sanções contra a Rússia por violações dos direitos humanos, que abrange atualmente 72 indivíduos e uma entidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A União Europeia decidiu hoje prolongar por mais um ano o regime de sanções contra a Rússia por violações dos direitos humanos, que abrange atualmente 72 indivíduos e uma entidade.</P><br />
<P>Em comunicado, o Conselho da União Europeia (UE) referiu que, com o prolongamento aprovado pelos 27 Estados-membros, o regime de sanções fica em vigor até 28 de maio de 2027.</P><br />
<P>Este regime visa sancionar responsáveis por &#8220;violações graves dos direitos humanos, repressão da sociedade civil e da oposição democrática e por comprometer a democracia e o Estado de Direito na Rússia&#8221;.</P><br />
<P>No total, o regime abrange 72 indivíduos e uma entidade, incluindo juízes, funcionários do Ministério da Justiça ou personalidades ligadas ao sistema penitenciário russo.</P><br />
<P>&#8220;Os indivíduos e entidade incluídos no regime de sanções da UE estão sujeitos a congelamento de bens. Os cidadãos e empresas da UE estão proibidos de lhes disponibilizar fundos. Os indivíduos estão igualmente sujeitos a uma proibição de viajar, que os impede de entrar ou transitar pelos territórios da UE&#8221;, adiantou o Conselho da UE.</P><br />
<P>No comunicado, a instituição disse que a UE se mantém &#8220;inabalável na condenação das violações dos direitos humanos e da repressão na Rússia&#8221; e está &#8220;profundamente preocupada com a contínua deterioração dos direitos humanos no país&#8221;.</P><br />
<P>Este regime de sanções contra a Rússia foi criado em março de 2024, na sequência da morte do opositor Alexey Navalny.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768080]]></sapo:autor>
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		<title>Mota-Engil prevê que primeiras centrais de biometano estejam a funcionar este ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 17:54:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As cinco primeiras instalações de produção de biometano sustentável por via da purificação de biogás, projeto da Mota-Engil Ambiente e Energia, deverão estar a funcionar este ano, disse hoje, em Coimbra, o administrador executivo (CEO) da empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As cinco primeiras instalações de produção de biometano sustentável por via da purificação de biogás, projeto da Mota-Engil Ambiente e Energia, deverão estar a funcionar este ano, disse hoje, em Coimbra, o administrador executivo (CEO) da empresa.</p>
<p>As cinco instalações, integradas em estações de tratamento de resíduos já existentes &#8212; Coimbra e Aveiro (ERSUC), Leiria (Valorlis), Amarsul (Seixal) e Valorsul (Amadora) representam &#8211; segundo a Mota-Engil Ambiente e Energia &#8212; um potencial de valorização de 600 mil toneladas anuais de resíduos urbanos biodegradáveis e respetiva conversão em biometano, para injeção na rede nacional de gás, num investimento total de 25 milhões de euros (ME).</p>
<p>Na sessão de hoje, que contou com a participação do secretário de Estado Adjunto e da Energia, Jean Barroca, e incluiu uma visita ao local, nas instalações da ERSUC em Coimbra, onde a central de produção de biometano será instalada, Hugo Pereira, CEO da Mota-Engil Ambiente e Energia, classificou o investimento como &#8220;um primeiro passo relevante para o país&#8221;.</p>
<p>&#8220;Mas também um passo distinto nesta atividade (&#8230;) São precisos mais projetos, são precisas mais iniciativas para criar este mercado [do biometano]&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo dados hoje divulgados, as cinco unidades do projeto &#8220;Biometano &#8212; Economia Circular ao Serviço da Descarbonização&#8221; preveem um total de produção de até 170 GWh (Gigawatt-hora) em 2026.</p>
<p>No entanto, e ainda segundo Hugo Pereira, a Mota-Engil Ambiente e Energia está já a trabalhar em outros cinco projetos para o horizonte 2027-2030 (um no Norte, dois no Centro, um no Sul e outro no Alentejo), que permitirão, daqui por quatro anos, atingir os 500 GWh.</p>
<p>Em declarações à Lusa sobre o investimento de 25 ME, Hugo Pereira frisou que se trata de &#8220;investimento da Mota-Engil para desenvolvimento deste setor. Faz parte da nossa estratégia de crescer neste setor do biometano, começámos por estes projetos e temos outros agora em vista&#8221;.</p>
<p>&#8220;É um investimento já relevante, estamos a dar passos firmes e sólidos e penso que vamos ser bem-sucedidos&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Apoiado pelo Fundo Ambiental, através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), em 8,39 ME, o projeto das cinco primeiras unidades de purificação de biogás &#8212; um processo através do qual o dióxido de carbono e os contaminantes são retirados &#8212; permitirá, segundo a empresa promotora, &#8220;a primeira injeção de biometano à escala na rede nacional de gás natural&#8221;.</p>
<p>&#8220;Trata-se de uma mudança estrutural na forma como o biogás gerado a partir da fração orgânica dos resíduos é valorizado em Portugal, estimando-se um volume anual de biogás valorizado de cerca de 20,3 milhões de metros cúbicos&#8221;, adiantou.</p>
<p>Na sua intervenção, o secretário de Estado Adjunto e da Energia lembrou que 9% do consumo em 2030 &#8220;terá de ser de biometano, através destas moléculas verdes injetadas na nossa rede, e 18% até 2040&#8221;, objetivo que Jean Barroca classificou de ambicioso.</p>
<p>O governante admitiu que &#8220;do ponto de vista da energia, muitas vezes, estes projetos não são, por si só, viáveis financeiramente&#8221;, exigindo, argumentou, que &#8220;a tarifa pague parte do investimento inicial&#8221;.</p>
<p>&#8220;E foi por isso que se fez esse despacho, que pede à Direção-Geral de Energia e Geologia que faça o estudo de qual é a estrutura tarifária que permita suportar este tipo de projetos no futuro&#8221;, declarou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768072]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Gouveia e Melo critica perícia de entidade civil a navio militar Mondego e fala em &#8220;processo politizado&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 17:54:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gouveia e Melo]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[marinha]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo chefe militar da Armada Henrique Gouveia e Melo questionou hoje a competência de uma entidade civil para elaborar uma perícia a um navio militar como o Mondego e considerou que o processo dos militares revoltosos "está politizado".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O antigo chefe militar da Armada Henrique Gouveia e Melo questionou hoje a competência de uma entidade civil para elaborar uma perícia a um navio militar como o Mondego e considerou que o processo dos militares revoltosos &#8220;está politizado&#8221;.</p>
<p>&#8220;Este processo está politizado e o que se pretende é ganhar o processo fora dos tribunais&#8221;, disse Henrique Gouveia e Melo, em declarações à agência Lusa.</p>
<p>Em causa está uma notícia veiculada hoje pelo &#8216;Correio da Manhã&#8217; de que uma perícia recente pedida pelo Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC) ao navio no qual 13 militares se recusaram a cumprir uma missão em 2023 concluiu que a embarcação não reunia condições de segurança necessárias.</p>
<p>De acordo com o jornal, a perícia foi elaborada pela empresa de consultores de engenharia Navaltik.</p>
<p>À Lusa, Henrique Gouveia e Melo, que à data dos acontecimentos chefiava a Marinha, afirmou que na altura o departamento operacional indicou que o NRP Mondego teria problemas, mas que não o impedia de continuar a navegar e cumprir missões.</p>
<p>Após os acontecimentos de março de 2023, Gouveia e Melo pediu uma perícia interna independente à Superintendência do Material &#8212; órgão que integra a Direção de Navios, responsável pela manutenção e a gestão do ciclo de vida das unidades navais &#8212; que concluiu &#8220;precisamente a mesma coisa que o departamento das operações&#8221;, ou seja, que as limitações identificadas não colocavam em risco a segurança do navio.</p>
<p>Gouveia e Melo criticou que agora surja uma entidade civil defender que &#8220;a estrutura operacional estava errada e quem faz a análise da área do material da Marinha também estava errada&#8221; e que &#8220;essas duas estruturas se juntaram para mentir&#8221;.</p>
<p>O antigo chefe militar da Marinha questionou ainda a legitimidade desta entidade civil para fazer uma perícia a um navio de guerra: &#8220;É a mesma coisa que ir pedir à ANAC [Autoridade Nacional da Aviação Civil] para fazer uma auditoria a um F-16&#8221;, argumentou o antigo candidato às eleições presidenciais.</p>
<p>Gouveia e Melo salientou que um navio de guerra não é um navio comercial, e que as embarcações militares têm redundâncias excessivas para que possam sobreviver em situações limite de combate.</p>
<p>Ainda assim, o almirante na reserva realçou que estes militares foram acusados dos crimes de abandono de posto e de insubordinação e que mesmo que a embarcação tivesse problemas de segurança nunca poderiam ter recusado uma missão.</p>
<p>O ex-chefe militar explicou ainda que existem três tipos de manutenção: a preventiva, a corretiva e a preditiva.</p>
<p>A preventiva é feita a partir de determinado número de horas de funcionamento de um equipamento, independentemente de as peças ainda estarem boas. Esta manutenção é a mais cara, mas é feita em sistemas como submarinos ou helicópteros, segundo o militar, por serem sistemas que não podem falhar.</p>
<p>Existe ainda a manutenção corretiva, ou seja, a resolução de um problema apenas quando algo se avaria. Uma vez que todos os equipamentos têm redundâncias, e estão preparados para situações limite, este tipo de manutenção é possível sem limitar a operação de um navio.</p>
<p>Gouveia e Melo mencionou ainda a manutenção preditiva, que consiste em analisar os dados do equipamento e perceber se este se está a começar a &#8220;desviar do padrão normal&#8221;.</p>
<p>O almirante na reserva argumentou que quem analisa estes dados em primeira mão &#8220;é o primeiro escalão de manutenção&#8221;, ou seja, quem está no navio.</p>
<p>&#8220;Esse departamento dentro do navio tinha um engenheiro que não disse nada, tinha um sargento que também não escreveu nada e que de repente parece que o navio está todo podre&#8221;, criticou.</p>
<p>Contada pela Lusa, a Marinha não quis comentar, uma vez que o processo está a decorrer.</p>
<p>A 11 de março de 2023, o NRP Mondego falhou uma missão de acompanhamento de um navio russo a norte da ilha de Porto Santo, na Madeira, após quatro sargentos e nove praças se terem recusado a embarcar, alegando razões de segurança.</p>
<p>Na altura, a Marinha participou o sucedido à Polícia Judiciária Militar (PJM), em Lisboa, no âmbito de inquérito criminal e instaurou processos disciplinares, recentemente reabertos pelo ramo depois de o Supremo Tribunal Administrativo ter considerado ilícitas as sanções aplicadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768061]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Apagão de abril classificado como evento excecional: ERSE revela que consumidores não terão compensações automáticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 17:52:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[apagão ibérico]]></category>
		<category><![CDATA[ERSE]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O apagão afetou todo o território continental, todos os níveis de tensão e cerca de 6,4 milhões de clientes abastecidos pelas redes operadas pela REN e pela E-Redes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ERSE classificou como evento excecional o incidente de grande impacto relacionado com o apagão de 28 de abril de 2025, na sequência dos pedidos apresentados pela REN e pela E-Redes. A decisão significa que a interrupção generalizada de eletricidade não será considerada para efeitos dos indicadores de qualidade de serviço dos operadores de rede e, por isso, não haverá lugar ao pagamento de compensações automáticas aos clientes.</p>
<p>A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos concluiu que o incidente resultou de circunstâncias excecionais associadas ao funcionamento interligado do sistema elétrico ibérico, com origem em Espanha. A ocorrência foi considerada exógena e extraordinária, enquadrando-se nos critérios previstos no Regulamento da Qualidade de Serviço dos setores elétrico e do gás.</p>
<p>Segundo a análise da ERSE, foram cumpridos cumulativamente os quatro critérios necessários para classificar o incidente como evento excecional: baixa probabilidade de ocorrência, degradação significativa da qualidade de serviço, desproporção económica de medidas que pudessem evitar integralmente os efeitos do evento e ausência de imputação aos operadores da rede afetada.</p>
<p>O regulador assinala que, nos últimos 16 anos, não foi identificado qualquer incidente com características comparáveis em termos de extensão geográfica e efeito sistémico. No caso da rede de transporte, a energia não fornecida ascendeu a 55.489,40 MWh, enquanto na rede de distribuição atingiu 42.135 MWh.</p>
<p>O apagão afetou todo o território continental, todos os níveis de tensão e cerca de 6,4 milhões de clientes abastecidos pelas redes operadas pela REN e pela E-Redes. A ERSE considera que a dimensão temporal, a abrangência geográfica e o processo de reposição da rede configuraram uma degradação significativa da qualidade de serviço.</p>
<p>A decisão teve por base o relatório submetido pela REN e pela E-Redes, o parecer técnico da Direção-Geral de Energia e Geologia, os relatórios publicados pelo painel de peritos coordenado pela ENTSO-E e documentação complementar solicitada pelo regulador.</p>
<p>O relatório final do painel de peritos, publicado em 20 de março de 2026, descreveu o apagão como o incidente mais grave ocorrido na Europa nos últimos 20 anos. Para a ERSE, a escala, a rapidez de propagação e a origem externa ao Sistema Elétrico Nacional tornam desproporcionado exigir aos operadores medidas autónomas capazes de evitar integralmente as consequências do evento.</p>
<p>O regulador sublinha que a REN e a E-Redes acionaram os respetivos planos operacionais de contingência logo após o apagão. A REN iniciou a execução do Plano Nacional de Reposição de Serviço, com ativação das centrais com capacidade de arranque autónomo, enquanto a E-Redes mobilizou cerca de 600 operacionais a nível nacional no âmbito do seu plano de atuação em crise.</p>
<p>Apesar de não haver direito a compensações automáticas, a ERSE esclarece que os consumidores podem pedir indemnizações por prejuízos concretos. Esses pedidos dependem, no entanto, de decisões judiciais ou arbitrais e exigem a análise individual das provas e danos alegadamente causados.</p>
<p>O regulador distingue, assim, entre compensações automáticas previstas no Regulamento da Qualidade de Serviço e indemnizações por danos específicos. As primeiras são atribuídas automaticamente quando são ultrapassados limites regulamentares de duração ou número de interrupções, salvo quando o incidente é classificado como evento excecional. As segundas dependem de ação própria intentada pelos consumidores afetados.</p>
<p>Segundo a ERSE, eventuais ações judiciais podem ser apresentadas em Portugal ou em Espanha, dependendo da forma como forem configuradas e das entidades identificadas como responsáveis. No regime português, o direito de indemnização por responsabilidade extracontratual prescreve, em regra, no prazo de três anos a contar da data em que o lesado teve conhecimento do direito que lhe compete.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768063]]></sapo:autor>
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		<title>Baterias de lítio nos aviões: incidente com easyJet mostra por que devem estar sempre acessíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 17:40:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Carregadores portáteis, também conhecidos como power banks, só podem ser transportados na cabine precisamente por representarem risco de incêndio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um voo da easyJet com destino ao aeroporto de Londres Luton chegou quase 16 horas depois da hora inicialmente prevista, após ter sido desviado devido a preocupações relacionadas com um carregador portátil. O caso, relatado pelo &#8216;Business Insider&#8217;, voltou a chamar a atenção para os riscos associados às baterias de lítio transportadas em aviões.</p>
<p>A companhia aérea pediu desculpa aos passageiros pelo desvio e pelo atraso. “Pedimos desculpa por qualquer incómodo causado pelo desvio e consequente atraso”, afirmou um porta-voz da easyJet.</p>
<p>Os carregadores portáteis, também conhecidos como power banks, só podem ser transportados na cabine precisamente por representarem risco de incêndio. Estes dispositivos usam baterias de lítio, as mesmas que alimentam telemóveis, computadores portáteis, câmaras e cigarros eletrónicos.</p>
<p>“Se apresentarem defeitos ou forem danificados, podem provocar um incêndio intenso e difícil de extinguir”, explicou Glenn Bradley, responsável pelas operações de voo da Autoridade de Aviação Civil do Reino Unido.</p>
<p>O risco está associado a um fenómeno conhecido como fuga térmica, uma reação em cadeia que pode provocar um aumento rápido da temperatura, libertação de fumo e, em casos extremos, incêndio.</p>
<p>Depois do incidente, a Autoridade de Aviação Civil do Reino Unido defendeu que é necessária “maior sensibilização” dos passageiros, uma vez que os carregadores portáteis apresentam “sérios riscos” de sobreaquecimento ou incêndio.</p>
<p>“Não gostaria de ser o passageiro que colocou a bagagem no lugar errado e acabou com todos os outros passageiros na cidade errada porque o voo foi desviado”, afirmou Jonathan Nicholson, da autoridade britânica.</p>
<p>As companhias aéreas recomendam que as baterias portáteis sejam mantidas visíveis e acessíveis durante o voo. Desta forma, qualquer sinal de fumo, aquecimento anormal ou princípio de incêndio pode ser detetado mais rapidamente pela tripulação.</p>
<p>Nos últimos meses, várias transportadoras e autoridades reforçaram regras. Após um incêndio num compartimento de bagagem de mão em Busan, na Coreia do Sul, em janeiro de 2025, o Ministério dos Transportes do país proibiu o armazenamento de baterias portáteis e cigarros eletrónicos nesses compartimentos.</p>
<p>A Emirates também proibiu os passageiros de transportarem dispositivos com baterias externas, enquanto a Southwest Airlines determinou que estes equipamentos não podem ser guardados em bolsas ou compartimentos de bagagem de mão enquanto estiverem a ser utilizados.</p>
<p>“Viajar de avião é de longe a forma mais segura de viajar, e queremos que assim continue. Fazer as malas de forma segura reduz os riscos”, sublinhou Glenn Bradley.</p>
<p>O alerta para os passageiros é simples: baterias de lítio devem viajar na cabine, acessíveis e protegidas contra danos. Uma regra aparentemente menor pode evitar desvios de rota, atrasos prolongados e riscos de segurança a bordo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768054]]></sapo:autor>
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		<title>Repsol ganha terreno rumo à liderança europeia nos combustíveis renováveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 17:27:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Repsol]]></category>
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					<description><![CDATA[Energética espanhola aumenta assim a sua capacidade de produção de combustíveis renováveis e aproxima-se da finlandesa Neste, líder europeia neste mercado entre as refinadoras]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Repsol iniciou a produção em larga escala de combustíveis 100% renováveis na sua nova unidade de Puertollano, em Ciudad Real, reforçando a aposta num segmento em que os grandes grupos petrolíferos europeus procuram ganhar escala. De acordo com a &#8216;Bloomberg&#8217;, a energética espanhola aumenta assim a sua capacidade de produção de combustíveis renováveis e aproxima-se da finlandesa Neste, líder europeia neste mercado entre as refinadoras.</p>
<p>A nova unidade tem capacidade para produzir 200 mil toneladas por ano de diesel renovável a partir de óleo alimentar usado e outros resíduos da indústria agroalimentar. Segundo a Repsol, o projeto representa um investimento superior a 130 milhões de euros e transforma uma antiga unidade de refinação baseada em matérias-primas fósseis numa instalação capaz de processar resíduos orgânicos para produzir combustíveis de menor pegada carbónica.</p>
<p>A fábrica de Puertollano é a segunda unidade da Repsol dedicada exclusivamente à produção de combustíveis 100% renováveis na Península Ibérica. Junta-se à unidade de Cartagena, que já produz 250 mil toneladas por ano. Com Puertollano, a capacidade combinada da empresa neste tipo de combustíveis passa para 450 mil toneladas anuais.</p>
<p>O combustível produzido em Puertollano será diesel renovável, destinado a automóveis, camiões e navios. A Repsol sublinha que estes combustíveis podem ser usados nos motores atuais e distribuídos através das infraestruturas já existentes, sem necessidade de alterações nos veículos ou nas redes de abastecimento.</p>
<p>Segundo a empresa, a utilização das 200 mil toneladas anuais de combustível renovável produzidas nesta unidade permitirá evitar cerca de 700 mil toneladas de emissões de CO2 por ano, considerando todo o ciclo de vida do produto face aos combustíveis convencionais que substitui.</p>
<p>A Repsol pretende ainda reduzir a pegada carbónica do diesel produzido em Puertollano através da utilização de hidrogénio renovável. Para isso, investiu mais 16 milhões de euros num projeto que substituirá o gás natural, tradicionalmente usado para obter hidrogénio convencional, por biogás produzido a partir de resíduos. A empresa estima que esta solução possa reduzir até 98% a pegada de CO2 do diesel face ao combustível de origem mineral.</p>
<p>“A entrada em produção desta fábrica representa mais um passo no compromisso da Repsol com os combustíveis líquidos de origem renovável e na transformação do nosso complexo”, afirmou Antonio Lorenzo, diretor do complexo industrial da Repsol em Puertollano, citado pela empresa. O responsável defendeu ainda que o projeto reforça a independência energética de Espanha e a criação de emprego qualificado.</p>
<p>A construção da unidade teve impacto direto na economia local. De acordo com a Repsol, foram registadas mais de 650 mil horas de trabalho durante as fases de construção e arranque, com cerca de 80 empresas subcontratadas, a maioria da região, e uma média diária superior a 110 trabalhadores, com picos acima dos 250.</p>
<p>O arranque em Puertollano surge num momento em que os combustíveis renováveis ganham peso na estratégia das petrolíferas europeias. Apesar da eletrificação do transporte ligeiro, setores como o transporte pesado, marítimo e aéreo continuam a procurar soluções capazes de reduzir emissões sem substituir de imediato frotas, motores e infraestruturas.</p>
<p>A Repsol já comercializa o seu Nexa Diesel 100% renovável em mais de 1.600 estações de serviço em Espanha e Portugal. A empresa produz também combustível sustentável de aviação, conhecido como SAF, a partir de resíduos orgânicos no complexo de Puertollano, destinado ao setor aéreo.</p>
<p>O movimento reforça uma tendência clara: as antigas refinarias estão a ser reconvertidas para responder à transição energética, não apenas através da eletrificação, mas também com combustíveis líquidos de menor intensidade carbónica. Para a Repsol, Puertollano passa a ser uma peça central nessa transformação industrial.</p>
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		<title>Bolsa de Lisboa acompanha tendência europeia e fecha em queda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 17:18:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Bolsa de Lisboa]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Das 16 cotadas que integram o índice PSI, 10 desceram, cinco subiram e a REN ficou inalterada em 3,59 euros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa fechou hoje em queda, de 0,31%, para 9.195,51 pontos, acompanhando a tendência europeia, com a Altri e os CTT a liderarem as descidas.</p>
<p>Das 16 cotadas que integram o índice PSI, 10 desceram, cinco subiram e a REN ficou inalterada em 3,59 euros.</p>
<p>As principais praças europeias fecharam hoje maioritariamente em queda, com Paris a recuar 1,03%, Frankfurt 0,80%, Madrid 0,52% e Milão 0,64%. Apenas Londres fechou em território positivo, a subir 0,24%.</p>
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		<title>Irão: Parlamento vai ouvir Rangel sobre declarações de Rubio sobre Lajes a pedido do Livre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 17:17:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O parlamento vai ouvir o chefe da diplomacia portuguesa sobre as declarações do homólogo norte-americano relativas à base das Lajes, depois da comissão de Negócios Estrangeiros ter aprovado o pedido do Livre e chumbado o do PS.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O parlamento vai ouvir o chefe da diplomacia portuguesa sobre as declarações do homólogo americano relativas à base das Lajes, depois da comissão de Negócios Estrangeiros ter aprovado o pedido do Livre e chumbado o do PS.</p>
<p>PS e Livre apresentaram requerimentos para ouvir Paulo Rangel com caráter de urgência, depois de terem sido conhecidas declarações do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, a elogiar Portugal, afirmando que o Governo deu autorização para a utilização da base das Lajes no conflito com o Irão ainda antes de saber qual seria o pedido.</p>
<p>Na reunião da comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, PSD e Chega chumbaram o requerimento do PS, mas os sociais-democratas abstiveram-se na votação do pedido do Livre, viabilizando assim a ida de Rangel ao parlamento.</p>
<p>No início da semana passada, o ministro já se tinha declarado disponível para ser ouvido pela comissão parlamentar e sugeriu até o dia 18 de maio para essa audição, mas tal não foi possível por não estar agendada nenhuma reunião da comissão.</p>
<p>Rangel também anunciou que faria a audição à porta aberta, mas hoje Livre e Iniciativa Liberal defenderam que, pelo menos em parte, devia decorrer sem a presença da imprensa. A decisão cabe aos deputados, que ficaram de avaliar esta matéria posteriormente.</p>
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