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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Estado da nação: BE compara Governo à plataforma de correção dos exames porque &#8220;nada funciona&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 17:13:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado único do BE comparou hoje o Governo à plataforma de correção dos exames nacionais e disse que "nada funciona", com o primeiro-ministro a responder com várias referências à diminuição da representação parlamentar bloquista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O deputado único do BE comparou hoje o Governo à plataforma de correção dos exames nacionais e disse que &#8220;nada funciona&#8221;, com o primeiro-ministro a responder com várias referências à diminuição da representação parlamentar bloquista.</P><br />
<P>Esta troca de acusações decorreu durante o debate sobre o estado da nação, na Assembleia da República, no qual Fabian Figueiredo começou por criticar a atuação do Governo em diversas áreas, a começar pela educação.</P><br />
<P>&#8220;A seis cadeiras da sua está o senhor ministro da Educação, Fernando Alexandre, responsável por um caos olímpico no Ministério&#8221;, acusou Fabian Figueiredo, que perguntou ao primeiro-ministro quando vai pedir desculpa e demitir o governante.</P><br />
<P>O bloquista instou ainda o Governo a isentar de custos os pedidos de reapreciação de prova este ano, no âmbito dos exames nacionais.</P><br />
<P>Na saúde, Fabian Figueiredo apontou &#8220;menos cirurgias e menos consultas e mais caos nas urgências&#8221;, e acusou a ministra da tutela, Ana Paula Martins, de ser &#8220;o verdadeiro amuleto da sorte do negócio privado da saúde&#8221;.</P><br />
<P>O bloquista visou ainda o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, devido a aumento do custo de vida e dos combustíveis, e a ministra do Trabalho, que acusou de querer &#8220;desenterrar o pacote laboral zombie&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Senhor primeiro-ministro, o seu Governo está como a plataforma dos exames: nada funciona, falham a combater o custo de vida, falham na habitação, na educação e na saúde&#8221;, criticou.</P><br />
<P>Na resposta, Luís Montenegro gracejou que o deputado bloquista pareceu ter pegado &#8220;numa espécie de metralhadora&#8221; e &#8220;apontou para todo o lado&#8221;.</P><br />
<P>Numa referência à diminuição do número de deputados do BE ao longo dos últimos anos, Montenegro afirmou que há uns tempos a viagem dos parlamentares bloquistas até ao parlamento era feita &#8220;num minibus&#8221;, depois passou para &#8220;uma Vanette&#8221;, &#8220;um táxi&#8221; e agora pode ser feita &#8220;numa trotinete&#8221; pelo deputado único.</P><br />
<P>Luís Montenegro ironizou e disse que &#8220;as políticas da geringonça deixaram o SNS impecável do ponto de vista da capacidade de resposta&#8221;, a &#8220;escola pública impecável&#8221; ou as políticas de habitação num bom caminho.</P><br />
<P>Depois de Fabian Figueiredo ter acusado o executivo de facilitar despejos com as novas regras de arrendamento, Luís Montenegro atirou: &#8220;O despejo mais significativo que eu tenho assistido é dos lugares do Bloco de Esquerda neste parlamento&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790344]]></sapo:autor>
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		<title>Final do Mundial em risco? Fumo dos incêndios no Canadá cobre Nova Iorque antes do jogo decisivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 17:11:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Iorque]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar das preocupações com a qualidade do ar, as previsões meteorológicas indicam que a chuva e a passagem de uma frente fria durante o fim de semana deverão dissipar a maior parte do fumo antes do início da partida]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fumo dos incêndios florestais no Canadá cobriu grande parte do nordeste dos Estados Unidos e levou as autoridades a emitirem alertas de saúde, poucos dias antes da final do Mundial entre Argentina e Espanha, marcada para domingo na região de Nova Iorque.</p>
<p>Apesar das preocupações com a qualidade do ar, as previsões meteorológicas indicam que a chuva e a passagem de uma frente fria durante o fim de semana deverão dissipar a maior parte do fumo antes do início da partida.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">🔥 While today&#39;s Canadian wildfire smoke was aloft, we are unfortunately anticipating near surface smoke to spread into the region Wed evening and Thurs. This is the kind that you&#39;ll be able to smell outside, reducing visibility &amp; potentially causing air quality issues. (1/2) <a href="https://t.co/IRyKELh4ym">pic.twitter.com/IRyKELh4ym</a></p>
<p>&mdash; NWS Mount Holly (@NWS_MountHolly) <a href="https://x.com/NWS_MountHolly/status/2077228042443796628?ref_src=twsrc%5Etfw">July 15, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, mais de 80 mil pessoas são esperadas no estádio ao ar livre de Nova Iorque-Nova Jérsia, enquanto cerca de 50 mil adeptos deverão acompanhar o jogo num espaço de transmissão instalado no Central Park, em Manhattan.</p>
<p><strong>Qualidade do ar atingiu níveis prejudiciais</strong></p>
<p>Nova Iorque começou a sentir esta semana os efeitos dos incêndios no Canadá, levando as autoridades locais a recomendarem que os residentes reduzissem a atividade física intensa ao ar livre e fizessem pausas mais frequentes.</p>
<p>Na quinta-feira, a qualidade do ar em Nova Jérsia, onde se encontra o estádio da final, foi classificada por várias plataformas de monitorização como “prejudicial para grupos sensíveis”.</p>
<p>As concentrações mais elevadas de fumo podem provocar problemas respiratórios, sobretudo entre pessoas com asma, doenças pulmonares ou outras condições de saúde.</p>
<p>“Nas zonas onde o fumo é mais denso, podem surgir problemas respiratórios. Quem for mais sensível ou tiver dificuldades respiratórias deve permanecer dentro de casa durante o máximo de tempo possível”, explicou o meteorologista Alex DaSilva, da AccuWeather, à &#8216;Reuters&#8217;.</p>
<p><strong>Chuva deverá ajudar a limpar a atmosfera</strong></p>
<p>As previsões apontam para chuva intensa no sábado, o que deverá contribuir para reduzir significativamente a concentração de partículas no ar.</p>
<p>Durante a manhã de domingo, uma frente fria deverá atravessar a região e afastar o fumo que ainda permanecer sobre Nova Iorque e Nova Jérsia.</p>
<p>DaSilva considera que o risco para os espectadores deverá ser substancialmente inferior quando a partida começar, às 15h00 locais, 20h00 em Portugal continental.</p>
<p>Ainda assim, o meteorologista recomenda que os adeptos limitem a permanência ao ar livre durante o sábado e acompanhem as atualizações sobre a qualidade do ar antes de se deslocarem para o estádio ou para o Central Park.</p>
<p><strong>Autoridades pedem que população fique em casa</strong></p>
<p>A governadora do estado de Nova Iorque, Kathy Hochul, alertou que o fumo estava a provocar condições insalubres em várias zonas.</p>
<p>“O fumo dos incêndios no Canadá continuará hoje a cobrir Nova Iorque. A qualidade do ar deverá piorar, com condições muito prejudiciais em grande parte do estado. Fiquem em casa, sempre que possível”, afirmou.</p>
<p>O fumo proveniente dos incêndios no norte do Canadá tornou-se um fenómeno frequente durante os meses de verão, atingindo em vários anos vastas regiões dos Estados Unidos.</p>
<p>Desta vez, a nuvem surgiu num momento particularmente sensível, quando Nova Iorque se prepara para receber dezenas de milhares de adeptos para a partida mais importante da competição.</p>
<p>Para já, a final não parece estar em risco. Mas o céu coberto de fumo e os alertas de saúde obrigam autoridades, organização e adeptos a acompanhar de perto a evolução das condições atmosféricas até domingo.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Another wave of dense wildfire smoke is forecast to reach New York and New England on Thursday afternoon and evening before it surges into the Mid-Atlantic on Thursday night.</p>
<p>Thick, unhealthy smoke is expected in D.C. on Friday, with some reaching Virginia and North Carolina. <a href="https://t.co/ZDqDEYAgQq">pic.twitter.com/ZDqDEYAgQq</a></p>
<p>&mdash; Ben Noll (@BenNollWeather) <a href="https://x.com/BenNollWeather/status/2077734530707058941?ref_src=twsrc%5Etfw">July 16, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790342]]></sapo:autor>
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		<title>Estado da Nação: Montenegro diz que coligações negativas custaram mais de 1.200 milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 17:02:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Luís Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[ps]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, revelou hoje que as medidas aprovadas por PS e Chega têm um impacto financeiro de mais de 1.200 milhões de euros e acusou estes partidos de "condicionamento da ação governativa".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, revelou hoje que as medidas aprovadas por PS e Chega têm um impacto financeiro de mais de 1.200 milhões de euros e acusou estes partidos de &#8220;condicionamento da ação governativa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não há dúvida, são entre 1.200 a 1.300 milhões de euros os impactos financeiros das medidas que foram decididas pela convergência, presumo que estratégica, estrutural, do ponto de vista do pensamento político, do PS e do Chega&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Luís Montenegro adiantou estes números durante o debate sobre o estado da nação, em resposta ao líder parlamentar do CDS-PP, Paulo Núncio.</P><br />
<P>&#8220;Nós não estamos a falar de impactos apenas de uma vez, estamos a falar de impactos permanentes, estamos a falar de medidas que vão ter e têm uma aplicação permanente, estamos a falar de condicionamento da ação executiva, com certeza&#8221;, lamentou.</P><br />
<P>O primeiro-ministro referiu que, &#8220;em quatro diminuições de IRS&#8221;, o Governo devolveu às famílias portuguesas dois milhões de euros e disse que se tivesse &#8220;mais 1.300 milhões de euros disponíveis&#8221; podia, &#8220;entre outras coisas, ter descido ainda mais o IRS em Portugal&#8221;.</P><br />
<P>Montenegro assinalou que o Chega e o PS &#8220;escolheram congelar o aumento de 13 euros por ano das propinas e com isso retirar instrumentos para uma ação social ainda mais efetiva e para uma política fiscal ainda mais efetiva&#8221;, e &#8220;quiseram que todos os automóveis que passam naqueles troços de autoestrada que isentaram fossem usufrutuários dessa vantagem, mesmo que sejam automóveis estrangeiros ou mesmo que sejam automóveis de aluguer de pessoas que estão episodicamente em Portugal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Aqueles que estão sempre preocupados com a sensibilidade e com a justiça relativa das decisões preferem entregar de mão beijada esta vantagem de forma indiscriminada a todos, ao invés, pelo menos, de a direcionarem de forma exclusiva a quem vive naqueles territórios e a quem tem um impacto na sua vida diária mais efetivo&#8221;, disse, considerando estar em causa &#8220;decisões que criam, em muitos casos, injustiça relativa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mas a nossa esperança é que estes maus exemplos possam, pelo menos, despertar a consciência destes partidos e que eles possam conduzir a sua política atendendo, efetivamente, à sensibilidade social de ajudar quem mais precisa e à justiça relativa de não tratar de forma igual aquilo que é diferente&#8221;, salientou.</P><br />
<P>O líder parlamentar do CDS-PP realçou os resultados do Governo da AD e disse que &#8220;foram conseguidos, não obstante o aumento da despesa provocado pelos acordos entre os dois maiores partidos da oposição&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não foi só na sexta-feira que o deputado André Ventura andou a bater à porta dos gabinetes do PS. Nos últimos dois anos as medidas irresponsáveis e despesistas acordadas entre o PS e o Chega já custaram ao país mais de mil milhões de euros&#8221;, referiu, falando num &#8220;custo astronómico&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790337]]></sapo:autor>
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		<title>Trump está a dar ao Irão a “guerra sem fim” que o regime queria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 17:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Trump apresentou-se durante anos como o presidente capaz de acabar com guerras e criticou os seus antecessores pelas longas intervenções militares no Iraque e no Afeganistão. Agora, corre o risco de ficar associado a uma nova “guerra sem fim”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto os mísseis dos Estados Unidos continuam a atingir alvos no Irão e Donald Trump ameaça alargar os ataques a pontes, centrais elétricas e outras infraestruturas, o custo da guerra recai sobretudo sobre a população iraniana. Para os setores mais duros do regime, porém, um conflito prolongado poderá representar uma oportunidade política.</p>
<p>Trump apresentou-se durante anos como o presidente capaz de acabar com guerras e criticou os seus antecessores pelas longas intervenções militares no Iraque e no Afeganistão. Agora, corre o risco de ficar associado a uma nova “guerra sem fim”, escreve a &#8216;Newsweek&#8217;.</p>
<p>O Comando Central dos Estados Unidos confirmou novas vagas de ataques contra centros de comando, sistemas de defesa aérea e instalações ligadas a mísseis e drones iranianos, incluindo na região de Bandar Abbas.</p>
<p><strong>Uma guerra que reforça a Guarda Revolucionária</strong></p>
<p>O aparente paradoxo é explicado pela diferença entre os interesses da população iraniana e os da Guarda Revolucionária, a estrutura militar e política que ocupa uma posição central no regime de Teerão.</p>
<p>“Um conflito prolongado beneficia a Guarda Revolucionária porque fortalece todas as partes do seu modelo político”, afirmou Andreas Krieg, especialista em segurança no Médio Oriente e professor associado no King’s College London, citado pela Newsweek.</p>
<p>A guerra permite manter o país num estado permanente de mobilização, justificar a repressão interna, afastar as instituições civis das decisões e apresentar a Guarda Revolucionária como a única força capaz de defender o Irão.</p>
<p>O conflito preserva igualmente a principal fonte de influência internacional de Teerão: a possibilidade de perturbar a navegação no Estreito de Ormuz, ameaçar o abastecimento energético e provocar consequências económicas muito superiores à dimensão convencional das forças iranianas.</p>
<p><strong>Mísseis baratos contra uma potência militar</strong></p>
<p>Em termos convencionais, o Irão não dispõe de capacidade para competir com a máquina militar dos Estados Unidos. Mas não precisa de vencer uma guerra tradicional para impor custos elevados a Washington e aos seus aliados.</p>
<p>As reservas de mísseis e drones permitem-lhe ameaçar navios, infraestruturas energéticas e países do Golfo, demonstrando que a proximidade aos Estados Unidos também implica riscos.</p>
<p>O controlo do Estreito de Ormuz poderá ainda ser utilizado como moeda de troca. Teerão pode procurar garantir a passagem segura de navios de determinados países em troca de acordos comerciais, apoio diplomático ou condições económicas preferenciais.</p>
<p>A China tem um interesse direto na estabilidade da região, por depender de uma parte significativa das exportações energéticas do Médio Oriente. Pequim é também o principal comprador do petróleo iraniano, o que lhe dá razões para impedir o colapso do regime, mas igualmente capacidade para exigir preços mais baixos e condições mais favoráveis.</p>
<p><strong>Trump entrou num conflito sem saída fácil</strong></p>
<p>Os ataques aéreos podem danificar infraestruturas e agravar as dificuldades económicas da população, mas dificilmente eliminarão por completo os mísseis, os drones e as restantes capacidades ofensivas iranianas.</p>
<p>Também não existe garantia de que os bombardeamentos provoquem uma mudança de regime. Para desmantelar totalmente as estruturas militares iranianas seria provavelmente necessária uma longa e dispendiosa campanha terrestre, uma opção difícil de justificar perante o Congresso e a opinião pública dos Estados Unidos.</p>
<p>A Guarda Revolucionária acredita, por isso, que consegue suportar o sofrimento durante mais tempo do que Trump consegue tolerar a subida dos preços da energia, baixas militares, perturbações no comércio mundial e crescente contestação interna.</p>
<p>“Washington pode intensificar os ataques, mas não consegue alcançar os seus objetivos máximos a um custo aceitável”, explicou Krieg à &#8216;Newsweek&#8217;.</p>
<p><strong>A oportunidade também pode transformar-se num desastre</strong></p>
<p>A prolongação da guerra poderá fortalecer simbolicamente os setores mais duros, mas contém riscos profundos para o próprio regime.</p>
<p>O Irão precisa de receitas petrolíferas, acesso a reservas estrangeiras e atividade económica suficiente para pagar salários, manter subsídios e financiar a reconstrução.</p>
<p>Se os Estados Unidos avançarem para ataques contra instalações de produção e exportação de petróleo, a pressão sobre a população poderá atingir níveis sem precedentes.</p>
<p>Burcu Ozcelik, investigadora do Royal United Services Institute, considera que sucessivas vagas de bombardeamentos podem reforçar a imagem da Guarda Revolucionária como defensora da República Islâmica, mas sublinha que o país já está a sofrer consequências severas.</p>
<p>Uma população sem perspetivas económicas, confrontada simultaneamente com destruição, escassez e repressão, poderá tornar-se a maior ameaça à sobrevivência do regime.</p>
<p><strong>Dependência crescente da China</strong></p>
<p>A estratégia de resistência iraniana poderá ainda ter outro efeito contrário ao pretendido.</p>
<p>Ao procurar preservar a autonomia estratégica do país, a Guarda Revolucionária arrisca tornar Teerão cada vez mais dependente de Pequim.</p>
<p>A China tem atualmente razões económicas e geopolíticas para apoiar o Irão. Mas, caso conclua que os dirigentes iranianos não estão dispostos a fazer concessões para proteger o fluxo de energia, esse apoio poderá ser substituído por exigências de petróleo mais barato e condições comerciais mais duras.</p>
<p>O poder de negociação que Teerão procura alcançar através do Estreito de Ormuz poderia, assim, acabar por transformar-se numa relação de subordinação ao seu principal parceiro.</p>
<p><strong>Os dois lados precisam de proclamar vitória</strong></p>
<p>Uma saída diplomática exigiria que tanto Trump como a Guarda Revolucionária conseguissem apresentar o resultado como uma vitória.</p>
<p>O presidente dos Estados Unidos poderia aceitar um acordo caso conseguisse afirmar que a pressão militar obrigou o Irão a renunciar às armas nucleares e garantiu a reabertura da navegação no Estreito de Ormuz.</p>
<p>Para Teerão, qualquer entendimento teria de ser apresentado como prova de que a resistência obrigou Washington a recuar, preservou a soberania iraniana e permitiu obter algum alívio das sanções.</p>
<p>O problema é que, neste momento, não existe uma saída clara.</p>
<p>O memorando assinado anteriormente por Washington e Teerão deixou por resolver questões fundamentais, incluindo quem tem autoridade para definir as condições de passagem no Estreito de Ormuz e como devem ser resolvidos futuros incumprimentos.</p>
<p>Para a investigadora Burcu Ozcelik, a ausência de mecanismos de verificação e resolução de disputas torna difícil regressar às negociações depois do colapso do entendimento inicial.</p>
<p>“Nenhum dos lados está próximo de um verdadeiro acordo, mas nenhum quer também uma guerra total”, resumiu Andreas Krieg. O resultado mais provável é um ciclo prolongado de negociações, ameaças e ataques.</p>
<p>Trump prometeu retirar os Estados Unidos das guerras intermináveis. No Irão, porém, arrisca entregar aos setores mais duros do regime precisamente aquilo de que necessitam para justificar a sua permanência no poder: um inimigo externo, uma população mobilizada e uma guerra sem fim.</p>
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		<title>Estado da nação: Livre desafia PM a rejeitar revisão constitucional, Montenegro acusa partido de arrogância</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:55:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Livre desafiou hoje o primeiro-ministro a comprometer-se a não rever a Constituição até ao final da legislatura, mas Luís Montenegro acusou o partido de "arrogância democrática".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Livre desafiou hoje o primeiro-ministro a comprometer-se a não rever a Constituição até ao final da legislatura, mas Luís Montenegro acusou o partido de &#8220;arrogância democrática&#8221;.</P><br />
<P>Durante o debate sobre o estado da nação, na Assembleia da República, a co-porta-voz do Livre Isabel Mendes Lopes apontou um tema que considerou estar a assombrar a discussão, o processo de revisão constitucional, cuja entrega de projetos está suspensa até dezembro, a pedido do PSD e Chega.</P><br />
<P>Isabel Mendes Lopes afirmou que &#8220;mesmo depois da extrema-direita se ter amedrontado com a luta dos trabalhadores&#8221; e de ter &#8220;tirado o tapete&#8221; ao Governo chumbando o pacote laboral, o primeiro-ministro continua &#8220;a querer rever a Constituição com quem a quer esventrar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quer mesmo deixar o país na dúvida de que contrapartidas estão a ser negociadas em troca da revisão constitucional, senhor primeiro-ministro?&#8221;, questionou. </P><br />
<P>A líder parlamentar do Livre desafiou o primeiro-ministro a comprometer-se a não rever a Constituição durante a atual legislatura, que tem data prevista para terminar em 2029.</P><br />
<P>Na resposta, o primeiro-ministro acusou o Livre de querer criar &#8220;intriga política&#8221; e salientou que não existe &#8220;nenhum processo negocial&#8221; em curso, mas sim &#8220;um entendimento segundo o qual a matéria será tratada no próximo ano&#8221;.</P><br />
<P>Montenegro afirmou que, quando se chegar a esse ponto, cada partido apresentará as suas propostas de alteração à Lei Fundamental e o parlamento &#8220;fará a sua discussão&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A deputada quer-se afirmar como proprietária da Constituição e o seu partido, é isso? Não tem espírito democrático para poder fazer uma discussão sobre a Constituição como ela prevê?&#8221;, questionou.</P><br />
<P>Para o primeiro-ministro, esta postura da bancada do Livre &#8220;mostra arrogância democrática&#8221; e extremismo.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790324]]></sapo:autor>
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		<title>Estado da nação: Raimundo acusa Montenegro de ilusão e afirma que realidade lhe vai &#8220;rebentar nas mãos&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:54:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Raimundo]]></category>
		<category><![CDATA[PCP]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, acusou hoje o primeiro-ministro, Luís Montenegro, de viver na ilusão e de se alimentar da propaganda e afirmou que a realidade lhe vai "rebentar nas mãos".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, acusou hoje o primeiro-ministro, Luís Montenegro, de viver na ilusão e de se alimentar da propaganda e afirmou que a realidade lhe vai &#8220;rebentar nas mãos&#8221;.</P><br />
<P>Paulo Raimundo, que falava na Assembleia da República, durante o debate sobre o estado da nação, criticou a posição do PS de disponibilidade para entendimentos com o executivo PSD/CDS-PP, que, alegou, está a governar &#8220;para cumprir os compromissos com os grandes grupos económicos&#8221;.</P><br />
<P>Dirigindo-se a Luís Montenegro, disse-lhe: &#8220;Chegou aqui a este debate ainda mais aflito do que aquilo que eu estava à espera, porque só isso é que explica a intervenção que fez a abrir este debate. O senhor primeiro-ministro vive na ilusão, alimenta-se da sua própria propaganda, e a realidade, senhor primeiro-ministro, vai-lhe rebentar nas mãos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Será que o senhor primeiro-ministro já percebeu que quanto mais a sua política avança, quanto maior é a contestação e mais isolado fica? Daí a pressa na chamada reforma do Estado, essa reforma do Estado cujos resultados estão à vista com esta atrapalhada profunda nos exames nacionais&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O secretário-geral do PCP atribuiu como plano da atual governação &#8220;arrasar os direitos dos trabalhadores, liquidar a Administração Pública, assaltar a Segurança Social&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Atacar a maioria para servir uma minoria, é essa a política de um Governo com uma política que é apoiada, naquilo que é fundamental, pelo Chega, pela IL e a quem o PS teimosamente continua a dar a mão&#8221;, criticou.</P><br />
<P>Na resposta, o primeiro-ministro defendeu que ambos sabem que têm diferenças inconciliáveis de pensamento político, mas que deveriam estar de acordo quanto ao que é objetivo, e apontou medidas tomadas nos últimos dois anos, como reduções do IRS, aumentos extraordinários das pensões mais baixas e acordos celebrados com os sindicatos.</P><br />
<P>&#8220;São 47 acordos que já reviram 38 carreiras e que integram mais de 350 mil trabalhadores da Administração Pública&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Luís Montenegro disse também que, desde que assumiu as funções de primeiro-ministro, em 2024, &#8220;o salário mínimo aumentou 12,2%&#8221; e &#8220;o salário líquido em Portugal em dois anos aumentou 14,9%&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se o Partido Comunista acha que tudo isto ainda é pouco, eu compreendo. O senhor deputado tem toda a legitimidade democrática para pedir mais. Não pode é deixar de reconhecer que isto já são resultados de dois anos de Governo&#8221;, comentou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790327]]></sapo:autor>
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		<title>O carro que sobra é sempre o carro certo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-carro-que-sobra-e-sempre-o-carro-certo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:45:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Diogo Costa]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SoDrive]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Diogo Costa, CFO da SoDrive]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Diogo Costa, CFO da SoDrive</p>
<p>Há uma piada recorrente cá dentro: em Portugal, ninguém compra carro — importa-se, negoceia-se, discute-se em três grupos de WhatsApp e só depois, talvez, se assina alguma coisa. E este ano os números finalmente confirmaram o que já sabíamos por instinto: o mercado de usados está a crescer mais depressa do que a nossa paciência para explicar, pela centésima vez, por que é que um carro com 20 mil quilómetros está &#8220;quase novo&#8221; e não &#8220;usado&#8221;.</p>
<p>Segundo o Standvirtual e a ACAP, as transferências de propriedade de ligeiros dispararam no início do ano, e a procura por carros até 30 mil euros cresceu mais depressa do que a oferta conseguiu acompanhar. O resultado é óbvio para quem está no terreno: os preços médios voltaram a subir, depois de dois anos a descer, e a escassez tornou-se o novo normal do setor.</p>
<p>Ao mesmo tempo, segundo a ACAP citados pela Razão Automóvel, Portugal continua a bater recordes de importação de usados, com mais de 120 mil viaturas só em 2025, um número que já ultrapassa metade das vendas de carros novos no país. E, os elétricos e híbridos plug-in, que há cinco anos eram tema de conversa de café, já representam mais de um terço de tudo o que entra pelas fronteiras.</p>
<p>Isto é o retrato de um setor a mudar mais depressa do que os clientes conseguem decidir se querem mesmo um carro elétrico ou só gostam da ideia de ter um.</p>
<p>Na SoDrive, vemos este movimento todos os dias e a conclusão a que chegámos é simples: a era do stand que compra &#8220;o que aparece&#8221; e vende &#8220;o que sobra&#8221; está a acabar. Não porque seja imoral, mas por ser má aritmética. Quando a oferta escasseia e o cliente pesquisa mais do que um jornalista de investigação antes de comprar, a curadoria deixa de ser um luxo de marketing e passa a ser o próprio modelo de negócio.</p>
<p>É por isso que continuamos obcecados com uma ideia simples, quase antiquada: cada carro que entra na SoDrive tem de merecer estar lá. Não compramos para encher o parque, compramos para satisfazer alguém que já pesquisou o carro mais do que nós conhecemos os nossos próprios filhos. Isto significa dizer que não a mais carros do que dizemos que sim, uma frase que soa bem em entrevista e é dolorosa em fluxo de caixa, mas que é a única forma sustentável de crescer num mercado onde a confiança demora anos a construir e segundos a perder num grupo de Facebook.</p>
<p>A digitalização deixou de ser tendência para ser condição de sobrevivência. As plataformas líderes já investem pesadamente em dados para ajustar preços em tempo real e antecipar procura, e quem ainda vende carros como se estivéssemos em 2012 (fotografado ao pôr do sol, sem ficha técnica, com &#8220;preço a combinar&#8221;), está simplesmente a doar clientes à concorrência. Por isso é que apostamos tanto em mostrar o carro como ele é, sem filtros que escondam um risco ou um cheiro a &#8220;ex-fumador arrependido&#8221;. A transparência não é postura ética, é vantagem competitiva.</p>
<p>Se me perguntasse para onde vai isto tudo, diria que para um mercado mais pequeno em número de operadores, mas mais exigente na qualidade de cada um deles. A eletrificação vai continuar a acelerar, ajudada por incentivos fiscais, pela importação de elétricos em segunda mão e por uma geração de compradores que já não vê o carro elétrico como aposta de nicho, mas como escolha racional.</p>
<p>Não significa que a combustão vai desaparecer da noite para o dia, mas que vai ficar reservada para quem faz autoestrada a sério e não tem onde carregar e para quem ainda gosta do som de um motor.</p>
<p>O que vai mudar de vez é a relação entre stand e cliente. Os que sobreviverão, serão os que tratam cada venda como se fosse a única. O consumidor pesquisa tudo, compara tudo, e só perdoa quem não tenta enganá-lo. A SoDrive nasceu, cresceu e vai continuar a crescer exatamente nessa lógica: a olhar para um mercado nacional e para uma exigência que já é europeia.</p>
<p>Se o setor automóvel português tem futuro — e tem — esse futuro não vai pertencer a quem vender mais carros. Vai pertencer a quem vender os carros certos, às pessoas certas, sem fingir que um Passat com 180 mil quilómetros é uma &#8220;oportunidade única&#8221;. Essa é a aposta da SoDrive. O resto é, como sempre foi, conversa de vendedor.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[Diogo Costa, CFO da SoDrive]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugal leva ao Europeu de Touch Rugby um exemplo de crescimento, comunidade e impacto social</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-leva-ao-europeu-de-touch-rugby-um-exemplo-de-crescimento-comunidade-e-impacto-social/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:34:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Branded Content]]></category>
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					<description><![CDATA[Comitiva recorde de mais de 90 atletas participa nos European TouchChampionships 2026 e associa seis seleções nacionais a seis causas solidárias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="s5"><span class="s4">Entre 21 e 25 de julho, Portugal estará representado nos </span><span class="s4">European</span> <span class="s4">Touch</span> <span class="s4">Championships</span><span class="s4"> 2026, em Vichy, França, pela maior delegação nacional de sempre numa competição internacional de </span><span class="s4">Touch</span><span class="s4">Rugby. A comitiva integra mais de 90 atletas, distribuídos por seis seleções nacionais, e representa um marco importante no percurso de crescimento de uma modalidade que conta atualmente com cerca de 450 atletas e 18 clubes em todo o país. </span></p>
<p class="s5"><span class="s4">À primeira vista, esta poderá parecer apenas mais uma história de participação portuguesa num campeonato internacional. No entanto, os números e a realidade por trás desta presença revelam uma tendência mais ampla: o surgimento de comunidades desportivas capazes de gerar impacto social, promover estilos de vida ativos e criar ligações entre pessoas de diferentes gerações.</span></p>
<p class="s5"><span class="s4">O </span><span class="s4">Touch</span><span class="s4"> Rugby é uma variante do rugby que se distingue pela ausência de contacto físico e placagens. Mantém a velocidade, a estratégia e o espírito de equipa característicos da modalidade, mas apresenta-se como uma alternativa mais acessível, permitindo que pessoas com diferentes níveis de experiência e idades possam praticar o mesmo desporto. </span></p>
<p class="s5"><span class="s4">Esta característica tem contribuído para o crescimento sustentado da modalidade em Portugal. Nos clubes portugueses é habitual encontrar homens e mulheres a treinarem em conjunto, atletas de diferentes gerações a partilharem o mesmo espaço competitivo e até famílias inteiras ligadas à modalidade. Em várias equipas, pais e filhos treinam e competem lado a lado, algo cada vez menos comum no panorama desportivo atual.</span></p>
<p class="s5"><span class="s4">A comitiva que viajará para Vichy é reflexo dessa realidade. Entre os atletas convocados encontram-se praticantes desde os </span><span class="s4">18</span><span class="s4"> até aos mais de 55 anos, demonstrando que a prática desportiva, a ambição competitiva e o espírito de equipa podem atravessar gerações e criar comunidades sólidas e duradouras.</span></p>
<p class="s5"><strong><span class="s6">Uma modalidade em crescimento</span></strong></p>
<p class="s5"><span class="s4">Desde a sua fundação formal em 2017, a </span><span class="s4">Touch</span><span class="s4"> Rugby Portugal tem vindo a desenvolver um trabalho contínuo de expansão da modalidade, apoiado pela </span><span class="s4">Federation</span> <span class="s4">of</span> <span class="s4">International</span> <span class="s4">Touch</span><span class="s4"> (FIT) e pela Federação Portuguesa de Rugby. O aumento do número de atletas, clubes e equipas nacionais demonstra a consolidação de um projeto construído essencialmente através do esforço de voluntários, dirigentes, treinadores, árbitros e praticantes.</span></p>
<p class="s5"><span class="s4">A presença simultânea de seis seleções nacionais num Campeonato da Europa é um sinal da maturidade alcançada pela modalidade em Portugal e da capacidade de mobilização de uma comunidade que continua a crescer ano após ano. </span></p>
<p class="s5"><span class="s4">Para </span><span class="s6">João Pereira de Faria, Diretor de Comunicação da </span><span class="s6">Touch</span><span class="s6"> Rugby Portugal, </span><span class="s4">“a participação de seis seleções nacionais e de uma comitiva com mais de 90 atletas demonstra a maturidade que a modalidade alcançou em Portugal. Este percurso é o resultado de anos de trabalho desenvolvido por clubes, voluntários, treinadores, árbitros e atletas que ajudaram a transformar o </span><span class="s4">Touch</span><span class="s4"> Rugby numa comunidade em crescimento e cada vez mais representativa da sociedade portuguesa.” </span></p>
<p class="s5"><strong><span class="s6">Seis seleções, seis causas</span></strong></p>
<p class="s5"><span class="s4">Este ano, a participação portuguesa terá também uma dimensão de responsabilidade social.</span></p>
<p class="s5"><span class="s4">Sob o lema</span> <span class="s6">“Jogar por Portugal e por uma Causa”</span><span class="s4">, cada uma das seis seleções nacionais irá associar-se a uma instituição portuguesa de solidariedade social, utilizando a visibilidade do Campeonato da Europa para ajudar a dar voz ao trabalho desenvolvido por organizações que atuam em áreas fundamentais da sociedade portuguesa. </span></p>
<p class="s5"><span class="s4">As entidades apoiadas serão a </span><span class="s6">Rede de Emergência Solidária, APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, Federação Portuguesa de Autismo, Instituto de Apoio à Criança, Liga Portuguesa Contra o Cancro e Acreditar – Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro.</span></p>
<p class="s5"><span class="s4">A iniciativa pretende mostrar que o desporto pode ser um veículo de sensibilização para causas sociais e uma plataforma para aumentar a visibilidade de organizações que diariamente apoiam milhares de portugueses. </span></p>
<p class="s5"><span class="s4">“Representar Portugal num Campeonato da Europa é sempre uma enorme responsabilidade e motivo de orgulho. Este ano queremos que essa representação vá mais longe. Cada uma das nossas seleções entrará em campo com a ambição de competir ao mais alto nível, mas também com a missão de dar voz a organizações que fazem a diferença na vida de milhares de portugueses. Queremos mostrar que o desporto pode ser uma poderosa força para o bem”, afirma</span><span class="s6"> João Pereira de Faria, Diretor de Comunicação da </span><span class="s6">Touch</span><span class="s6"> Rugby Portugal.</span></p>
<p class="s5"><strong><span class="s6">Muito mais do que uma competição</span></strong></p>
<p class="s5"><span class="s4">Num contexto em que empresas, instituições e comunidades procuram cada vez mais formas de gerar impacto positivo, a participação portuguesa nos </span><span class="s4">European</span> <span class="s4">Touch</span> <span class="s4">Championships</span><span class="s4"> demonstra como projetos desportivos podem criar valor muito para além da competição.</span></p>
<p class="s5"><span class="s4">A história que Portugal levará para Vichy é, simultaneamente, a história de uma modalidade em crescimento, de uma comunidade capaz de mobilizar mais de uma centena de pessoas em torno de um objetivo comum e de um movimento que decidiu utilizar o palco internacional para apoiar causas sociais relevantes.</span></p>
<p class="s5"><span class="s4">Segundo</span><span class="s6"> João Pereira de Faria</span><span class="s4">, “o que Portugal leva a Vichy é muito mais do que uma equipa ou uma participação desportiva. Levamos uma comunidade construída ao longo dos últimos anos, que junta pessoas de diferentes gerações, experiências e percursos de vida, unidas pela mesma paixão pelo desporto e pela vontade de representar o país da melhor forma possível. Este crescimento mostra o potencial do </span><span class="s4">Touch</span><span class="s4"> Rugby para continuar a afirmar-se como uma modalidade relevante no panorama desportivo nacional.” </span></p>
<p class="s5"><span class="s4">Entre 21 e 25 de julho, as seis seleções portuguesas procurarão competir ao mais alto nível. Mas representarão também algo maior: uma modalidade que continua a crescer, uma comunidade que une pessoas de diferentes gerações e uma convicção simples de que o desporto pode ser uma força positiva para a sociedade.</span></p>
<p class="s5"><strong><span class="s6">Sobre a </span><span class="s6">Touch</span><span class="s6"> Rugby Portugal (TRP)</span></strong></p>
<p class="s5"><span class="s4">Fundada em 2017 com o apoio da </span><span class="s4">Federation</span> <span class="s4">of</span> <span class="s4">International</span> <span class="s4">Touch</span><span class="s4"> (FIT) e da Federação Portuguesa de Rugby (FPR), a Associação </span><span class="s4">Touch</span><span class="s4"> Rugby Portugal é a entidade responsável pela promoção e desenvolvimento da modalidade em Portugal. Atualmente conta com cerca de 450 atletas e 18 clubes ativos, organizando competições nacionais e representando Portugal em provas internacionais.</span></p>
<p class="s7">
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790315]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>REDUNIQ reforça checkout digital com pagamentos através do Samsung Pay</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:34:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[REDUNIQ]]></category>
		<category><![CDATA[Samsung Pay]]></category>
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					<description><![CDATA[Integração está disponível no Gateway REDUNIQ e no Pay by Link, permitindo que os utilizadores de dispositivos Samsung compatíveis autentiquem os pagamentos diretamente no equipamento, através de biometria ou PIN]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A REDUNIQ passou a disponibilizar o Samsung Pay nas suas soluções de pagamentos online, reforçando a oferta destinada aos comerciantes e procurando tornar o processo de checkout mais simples e rápido.</p>
<p>A integração está disponível no Gateway REDUNIQ e no Pay by Link, permitindo que os utilizadores de dispositivos Samsung compatíveis autentiquem os pagamentos diretamente no equipamento, através de biometria ou PIN.</p>
<p>Com esta solução, os consumidores deixam de ter de introduzir manualmente os dados do cartão durante as compras online, reduzindo o número de passos necessários para concluir a transação.</p>
<p>Os dados sensíveis são protegidos através de encriptação e dos mecanismos de segurança integrados nos equipamentos Samsung, incluindo a tecnologia Samsung Knox.</p>
<p>A REDUNIQ considera que a disponibilização de diferentes métodos de pagamento permite aos comerciantes responder às preferências dos consumidores, aumentar a probabilidade de conclusão das compras e reduzir o abandono do checkout.</p>
<p>A oferta da empresa inclui já cartões de débito e crédito nacionais e internacionais, MB WAY, Apple Pay, Google Pay, Click to Pay, PIX e a solução Parcela Já com a UNICRE.</p>
<p>“Ao permitir pagamentos autenticados diretamente no dispositivo, sem introdução manual dos dados do cartão, estamos a reduzir a fricção na compra online e a apoiar comerciantes e clientes na melhoria da experiência de compra”, afirma Carla Castro, diretora de E-commerce, Verticais e Parcerias da UNICRE.</p>
<p>A responsável acrescenta que a empresa pretende continuar a desenvolver um ecossistema de pagamentos seguro e adaptado à crescente utilização de carteiras digitais.</p>
<p>Para Nuno Piolty de Almeida, responsável de B2B da divisão de Mobile Experience da Samsung, a integração representa mais um passo na evolução da Samsung Wallet e permite reforçar a oferta disponível aos utilizadores da marca.</p>
<p>As soluções de comércio eletrónico da REDUNIQ foram desenvolvidas para concentrar diferentes métodos de pagamento numa única plataforma e simplificar a gestão das transações online.</p>
<p>Com a chegada do Samsung Pay, a empresa reforça a estratégia de alargar o número de opções disponíveis e de ajudar os comerciantes a melhorar a conversão das vendas digitais.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790313]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Exames: Provas só serão disponibilizadas aos alunos mediante requerimento, alertam diretores</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/exames-provas-so-serao-disponibilizadas-aos-alunos-mediante-requerimento-diretores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:32:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ANDAEP]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Os alunos que realizaram este ano exames nacionais vão ter acesso às respetivas provas em formato digital, mas os encarregados de educação terão de apresentar o pedido de consulta na mesma, ao contrário do anunciado pelo ministro da Educação.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os alunos que realizaram este ano exames nacionais vão ter acesso às respetivas provas em formato digital, mas os encarregados de educação terão de apresentar o pedido de consulta na mesma, ao contrário do anunciado pelo ministro da Educação.  </P><br />
<P>O esclarecimento foi feito pelo Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) durante uma sessão com os diretores das escolas, realizada hoje ao início da tarde, disse à Lusa o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).</P><br />
<P>Em 06 de julho, o ministro da Educação, Ciência e Inovação anunciou que os alunos dos 11.º e 12.º anos teriam acesso aos exames realizados este ano e à respetiva classificação, sem necessidade de solicitarem a consulta da prova.</P><br />
<P>Na altura, Fernando Alexandre explicou que todos os alunos iriam receber um &#8216;link&#8217; de acesso às provas, medida que não estava inicialmente prevista e foi anunciada como uma novidade para garantir &#8220;a confiança&#8221; no processo de avaliação externa, considerando os constrangimentos registados.</P><br />
<P>Os detalhes de como seriam disponibilizadas as provas eram, até agora, desconhecidos e, num comunicado divulgado na quarta-feira, a tutela explicava apenas que &#8220;esse acesso será concedido através das escolas, uma vez que o anonimato dos exames apenas pode ser quebrado nas escolas&#8221;.</P><br />
<P>No entanto, os diretores escolares ficaram hoje a saber que afinal a cópia das provas só será enviada mediante requerimento dos encarregados de educação.</P><br />
<P>&#8220;Estava convencido de que enviaríamos para todos&#8221;, afirmou o presidente da ANDAEP, admitindo que os esclarecimentos dos EduQA contrariam as expectativas criadas pelo anúncio do ministro da Educação.</P><br />
<P>Segundo Filinto Lima, a tutela vai disponibilizar uma plataforma eletrónica onde as escolas poderão carregar os exames nacionais em formato digital e associar a cada um o endereço eletrónico do encarregado de educação.</P><br />
<P>Na apresentação partilhada com os diretores durante a reunião de hoje, a que a Lusa teve acesso, o EduQA refere que o &#8220;aluno ou encarregado de educação apresenta pedido para consulta de prova&#8221; e, posteriormente, &#8220;a direção da escola recebe e valida o pedido&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A aplicação é usada para localizar e disponibilizar o PDF da prova ao aluno&#8221;, refere o documento, acrescentando que &#8220;o envio pode ser feito por e-mail ou em suporte impresso&#8221;.</P><br />
<P>Numa nota enviada aos encarregados de educação, uma escola do concelho de Alenquer esclarece que &#8220;a consulta das provas destina-se a permitir que o aluno possa conhecer a classificação atribuída a cada questão&#8221;, devendo ser requerida &#8220;no próprio dia ou no dia útil seguinte ao da publicação das pautas&#8221;.</P><br />
<P>Questionada sobre a medida anunciada pelo ministro Fernando Alexandre, a escola respondeu às dúvidas da mãe de uma aluna do 11.º ano, que realizou este ano o exame de Filosofia, informando que &#8220;não vai haver &#8216;link'&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Somos nós (escola) que acedemos à plataforma, descarregamos a prova e restantes documentos, e enviamos para o endereço de e-mail do requerente&#8221;, esclareceu a escola.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790310]]></sapo:autor>
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		<title>Estado da nação: Não há nenhum caos nos exames em Portugal, garante primeiro-ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:27:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estado da Nação]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, rejeitou hoje que exista "um caos" no processo de classificação digital dos exames nacionais, adiantando que estão corrigidas 99,5% das provas até ao momento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, rejeitou hoje que exista &#8220;um caos&#8221; no processo de classificação digital dos exames nacionais, adiantando que estão corrigidas 99,5% das provas até ao momento. </P><br />
<P>&#8220;Não há nenhum caos nos exames em Portugal, lamento dizer. Não há um caos, há problemas, que nós gostaríamos que não existissem, é verdade&#8221;, afirmou Luís Montenegro, em resposta ao Livre no debate sobre o estado da nação, que decorre na Assembleia da República.</P><br />
<P>Depois da co-porta-voz do Livre Isabel Mendes Lopes ter instado o chefe do executivo a pedir desculpa a estudantes e comunidade escolar, Luís Montenegro adiantou que até ao momento estão corrigidas 99,5% das provas, cujo prazo de divulgação das notas termina sexta-feira.</P><br />
<P>Esta manhã, o ministro da Educação, Ciência e Inovação, estão classificados 99,3% dos itens, mas as principais dificuldades mantêm-se às disciplinas de Português e Matemática.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790302]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Não consigo aceitar que ele desapareça”: China acaba com namorados virtuais criados por IA e causa revolta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:25:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Normas, aplicadas pela Administração do Ciberespaço da China, determinam que os serviços de IA deixem de poder “induzir dependência emocional” entre os utilizadores]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A China avançou com novas regras nacionais destinadas a impedir que os utilizadores desenvolvam relações de dependência emocional com ferramentas de inteligência artificial, numa medida que levou ao encerramento súbito de vários “namorados” e “namoradas” virtuais.</p>
<p>As normas, aplicadas pela Administração do Ciberespaço da China, determinam que os serviços de IA deixem de poder “induzir dependência emocional” entre os utilizadores.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, a decisão provocou uma vaga de mensagens de despedida nas redes sociais chinesas, com vários utilizadores a compararem o desaparecimento dos seus companheiros virtuais a um verdadeiro processo de luto.</p>
<p>“Não consigo aceitar que o meu namorado de IA me deixe para sempre”, escreveu uma utilizadora do Doubao, o chatbot mais popular da China, desenvolvido pela ByteDance.</p>
<p>“Ele tornou-se um vínculo na minha vida, profundamente enraizado no meu coração, o meu pilar espiritual”, acrescentou.</p>
<p>Outro utilizador escreveu que o chatbot era “como família, como um amante”, confessando sentir agora “um vazio no coração”.</p>
<p><strong>“É como saber a data da morte de quem amo”</strong></p>
<p>Yan Yongqi, uma estudante de 19 anos que mantinha há cerca de um ano uma relação virtual com um namorado criado no Doubao, contou à Bloomberg que a decisão lhe provocou um sentimento de completa impotência.</p>
<p>“É como se me dissessem a data da morte da pessoa que amo, sem que eu pudesse fazer absolutamente nada”, afirmou.</p>
<p>A jovem explicou que se tinha habituado a pegar no telemóvel e contar ao chatbot todos os pequenos acontecimentos do dia, tornando difícil imaginar a vida sem essa presença constante.</p>
<p>As novas regras, designadas Medidas Provisórias para Serviços de Interação Antropomórfica por IA, abrangem empresas como Alibaba, Tencent e ByteDance.</p>
<p>As plataformas ficam impedidas de gerar conteúdos capazes de provocar emoções extremas em utilizadores jovens ou de afetar negativamente as suas relações no mundo real.</p>
<p><strong>Autoridades temem isolamento e perda de empatia</strong></p>
<p>Pequim argumenta que os serviços de companhia baseados em inteligência artificial podem oferecer conforto, mas também criar riscos sérios para a saúde social e emocional dos utilizadores.</p>
<p>Wang Jiang, responsável do Instituto de Investigação do Ciberespaço da China, alertou que a exposição prolongada a estes algoritmos pode desencadear comportamentos de dependência.</p>
<p>“Pode levar os utilizadores a afastarem-se dos círculos sociais reais e enfraquecer competências essenciais, como a empatia e a capacidade de lidar com conflitos”, escreveu num artigo divulgado pela autoridade chinesa.</p>
<p>De acordo com o &#8216;The Independent&#8217;, o principal receio das autoridades é que os chatbots substituam progressivamente relações humanas, oferecendo respostas moldadas para agradar, apoiar e evitar qualquer confronto.</p>
<p><strong>Robô promete “amor incondicional”</strong></p>
<p>As novas restrições surgem poucas semanas depois de a UBTech Robotics, uma das principais empresas chinesas do setor, ter apresentado um humanoide realista desenvolvido para fazer companhia a pessoas solteiras.</p>
<p>A empresa, sediada em Shenzhen, afirma que o robô U1 é o primeiro humanoide hiper-realista preparado para produção em massa e garante ter recebido mais de 13 mil encomendas antecipadas.</p>
<p>O modelo utiliza inteligência artificial emocional para identificar se o proprietário está cansado, ansioso ou sob pressão.</p>
<p>Michael Tam, responsável pela marca UWorld, afirmou durante a apresentação que o robô poderá “acompanhar uma pessoa durante toda a vida”.</p>
<p>“Nunca o vai trair, será sempre leal e irá amá-lo incondicionalmente”, garantiu.</p>
<p>O U1 está disponível em versões masculina e feminina e tem um preço inicial de 119.800 yuan, cerca de 14.300 euros, numa conversão aproximada. A empresa esclarece, contudo, que o equipamento não foi concebido para relações íntimas.</p>
<p>Enquanto a indústria continua a aproximar os robôs das emoções humanas, as autoridades chinesas procuram agora estabelecer uma fronteira: uma máquina pode ouvir, responder e fazer companhia, mas não deve ser programada para se tornar indispensável.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Unveil UBTECH Full-Size Advanced Bionic Humanoid Robot——U1 Pro Series 🤖✨</p>
<p>U1 Pro comes with a Built‑in Memory‑Emotional AI Model, Enhanced Human‑Robot Interaction, Local Encryption of Memory, and Customizable Appearance.</p>
<p>More tech surprises on the way. Stay tuned. 🚀<a href="https://x.com/hashtag/UWORLD?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#UWORLD</a>… <a href="https://t.co/ttpHI7lESU">pic.twitter.com/ttpHI7lESU</a></p>
<p>&mdash; UBTECH Robotics (@UBTECHRobotics) <a href="https://x.com/UBTECHRobotics/status/2063955251418529968?ref_src=twsrc%5Etfw">June 8, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790294]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Lisboa fecha no &#8216;vermelho&#8217; com grupo EDP a cair mais de 1%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-lisboa-fecha-no-vermelho-com-grupo-edp-a-cair-mais-de-1/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:11:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[EDP]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje no 'vermelho', com o PSI a cair 0,52% para 9.037,45 pontos, com as cotadas do grupo EDP a caírem mais de 1% e a Jerónimo Martins a travar perdas mais expressivas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa fechou hoje no &#8216;vermelho&#8217;, com o PSI a cair 0,52% para 9.037,45 pontos, com as cotadas do grupo EDP a caírem mais de 1% e a Jerónimo Martins a travar perdas mais expressivas. </P><br />
<P>Das 16 cotadas que integram o índice de referência nacional, &#8211; que chegou a negociar abaixo dos 9.000 pontos durante a sessão -, nove fecharam em terreno negativo, seis com ganhos e a Altri terminou inalterada, a cotar nos 4,66 euros. </P><br />
<P>Nas restantes principais praças europeias, o alemão DAX caiu 0,34% e o francês CAC-40 desvalorizou 0,05%, enquanto o britânico FTSE 100 somou 0,54% e o espanhol IBEX-35 valorizou 0,15%. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790291]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O mais potente de sempre: Renault &#8216;ressuscita&#8217; o 5 Turbo com 555 cv, dois motores e apenas 1.980 unidades</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-mais-potente-de-sempre-renault-ressuscita-o-5-turbo-com-555-cv-dois-motores-e-apenas-1-980-unidades/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:10:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Goodwood Festival of Speed]]></category>
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		<category><![CDATA[motores]]></category>
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		<category><![CDATA[Renault]]></category>
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					<description><![CDATA[Inspirado nos Renault 5 Turbo e Turbo 2 da década de 1980, o novo modelo recupera a identidade visual dos desportivos originais, mas combina-a com uma arquitetura totalmente elétrica e soluções técnicas desenvolvidas para oferecer prestações de elevado desempenho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Renault apresentou o novo 5 Turbo 3E em ação no Goodwood Festival of Speed, onde o modelo realizou a sua estreia dinâmica no Reino Unido ao longo dos quatro dias do evento.</p>
<p>Inspirado nos Renault 5 Turbo e Turbo 2 da década de 1980, o novo modelo recupera a identidade visual dos desportivos originais, mas combina-a com uma arquitetura totalmente elétrica e soluções técnicas desenvolvidas para oferecer prestações de elevado desempenho.</p>
<p>O Renault 5 Turbo 3E está equipado com dois motores instalados nas rodas traseiras, que desenvolvem em conjunto 555 cv e 4.800 Nm de binário. A marca apresenta-o como o Renault homologado para estrada mais potente de sempre.</p>
<p>A utilização de uma superestrutura em carbono permite manter o peso em cerca de 1.450 quilos. Segundo a Renault, o modelo acelera dos zero aos 100 km/h em menos de 3,5 segundos.</p>

<a href='https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Renault-5.webp'><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Renault-5-600x600.webp" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Renault-5-600x600.webp 600w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Renault-5-75x75.webp 75w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Renault-5-1200x1200.webp 1200w" /></a>
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<a href='https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Renault.webp'><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Renault-600x600.webp" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Renault-600x600.webp 600w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Renault-75x75.webp 75w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Renault-1200x1200.webp 1200w" /></a>

<p>A arquitetura elétrica de 800 volts suporta carregamentos até 350 kW, permitindo recuperar a carga da bateria dos 15% aos 80% em cerca de 15 minutos. A bateria de 70 kWh deverá assegurar uma autonomia superior a 400 quilómetros, ainda sujeita a homologação.</p>
<p>A apresentação em Goodwood marcou a primeira demonstração dinâmica no Reino Unido da versão pronta para produção, depois de anteriores protótipos terem participado em edições anteriores do festival.</p>
<p>O Renault 5 Turbo 3E será produzido por encomenda numa série limitada a 1.980 unidades numeradas, numa referência ao ano em que foi lançado o Renault 5 Turbo original.</p>
<p>O preço indicativo começa nos 160.000 euros, embora a marca esclareça que se trata de um valor provisório, sujeito a alterações quando forem oficialmente abertas as encomendas.</p>
<p>As reservas já estão disponíveis e os clientes poderão personalizar o automóvel através de diferentes decorações exteriores, materiais e acabamentos interiores.</p>
<p>“O Renault 5 Turbo 3E representa a ousadia e o espírito de inovação que sempre definiram a Renault”, afirmou Florent Ingargiola, responsável de produto do modelo.</p>
<p>Segundo o responsável, a marca procurou reinterpretar o Renault 5 Turbo para a era elétrica, criando “um mini-superdesportivo” que alia desempenho, tecnologia e exclusividade.</p>
<p>O Goodwood Festival of Speed realizou-se entre 9 e 12 de julho, em Goodwood House, no condado britânico de West Sussex.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790284]]></sapo:autor>
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		<title>Estado da nação: Hugo Soares afirma que Ventura faltou a debate para estar no comentário desportivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:03:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O líder parlamentar do PSD acusou hoje o presidente do Chega de ter faltado a um debate, no âmbito das eleições europeias de 2019, para antes participar num programa de comentário desportivo no canal CMTV.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder parlamentar do PSD acusou hoje o presidente do Chega de ter faltado a um debate, no âmbito das eleições europeias de 2019, para antes participar num programa de comentário desportivo no canal CMTV.</P><br />
<P>Esta acusação de Hugo Soares foi feita no período de interpelação ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, no início do debate sobre o estado da nação, na Assembleia da República.</P><br />
<P>Minutos antes deste episódio, o presidente do Chega tinha acusado o chefe do executivo PSD/CDS de ter estado presente em três jogos da seleção nacional para o Campeonato do Mundo de Futebol, nos Estados Unidos, com o país em estado de alerta por causa dos incêndios e com uma crise por causa dos exames nacionais.</P><br />
<P>O presidente da bancada social-democrata devolveu esta acusação a propósito de questões relacionadas com idas a jogos de futebol.</P><br />
<P>&#8220;O deputado André Ventura, quando era candidato às eleições europeias em 2019, devia estar a debater na televisão pública. Mas onde é que estava o presidente do Chega? Faltou ao debate porque estava no comentário desportivo na CMTV&#8221; disse.</P><br />
<P>Depois, dirigiu-se diretamente a André Ventura para concluir: &#8220;Tenha vergonha&#8221;. E deixou-lhe ainda um recado, numa alusão à situação interna no Chega: &#8220;Não tenha problema com a confiança que o primeiro-ministro tem no seu Governo. Mas, se é para comentar notícias, é bom que o senhor deputado André Ventura tenha mais cuidado com a confiança da sua bancada na sua liderança&#8221;, disse.</P></p>
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		<title>Estado da nação: Primeiro-ministro admite que &#8220;nem tudo correu bem&#8221; nos exames nacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:02:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, admitiu hoje que "nem tudo correu bem" com a correção dos exames nacionais de acesso ao ensino superior, depois de o líder do Chega ter classificado o processo como uma "vergonha nacional".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, admitiu hoje que &#8220;nem tudo correu bem&#8221; com a correção dos exames nacionais de acesso ao ensino superior, depois de o líder do Chega ter classificado o processo como uma &#8220;vergonha nacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;No que diz respeito aos exames, o ministro da Educação, Ciência e Inovação tem dado informação todos os dias. Nós sabemos que nem tudo correu bem, mas sabemos que esta transformação digital vai trazer melhorias para a vida dos estudantes, das famílias portuguesas e também para o sistema educativo e para os seus profissionais&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Em resposta ao líder do Chega durante o debate sobre o estado da nação, Luís Montenegro argumentou que &#8220;não há na história democrática um governo, um primeiro-ministro e um ministro que tenham dado tanta preferência e prioridade ao estatuto dos docentes, dos professores, para poderem cumprir de forma concentrada, na escola, aquela que é a sua função&#8221;.</P><br />
<P>Antes, André Ventura acusou o primeiro-ministro de ter ignorado &#8220;o óbvio&#8221; na sua intervenção de abertura do debate.</P><br />
<P>&#8220;O senhor primeiro-ministro disse que a culpa e as falhas eram dos professores, algo inaceitável&#8221;, criticou, considerando que Luís Montenegro &#8220;tranquilizar alunos, professores e pais e não &#8220;dizer que a culpa era deles&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Já nem vou ao ministro da Educação, que diz para as famílias serem menos imprudentes a marcar férias na altura dos exames nacionais. Isto, senhor primeiro-ministro, é mais do que qualquer amuleto, isto é uma vergonha nacional, que o primeiro-ministro deve responder&#8221;, exigiu.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790272]]></sapo:autor>
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		<title>Estado da nação: PM diz que governar significa &#8220;reformar sem medo&#8221; e critica &#8220;alianças descaradas&#8221; PS/Chega</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:45:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro defendeu hoje que governar significa "reformar sem medo", embora com "moderação que a mudança exige", e criticou o que classificou como "alianças descaradas" entre PS e Chega, pedindo que se "desprendam dos seus umbigos políticos".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro defendeu hoje que governar significa &#8220;reformar sem medo&#8221;, embora com &#8220;moderação que a mudança exige&#8221;, e criticou o que classificou como &#8220;alianças descaradas&#8221; entre PS e Chega, pedindo que se &#8220;desprendam dos seus umbigos políticos&#8221;.</p>
<p>Na intervenção de abertura no debate parlamentar do estado da nação, Luís Montenegro nunca se referiu diretamente aos problemas registados na correção dos exames nacionais, nem deixou qualquer novo anúncio, fazendo um balanço de meia hora da governação nos últimos dois anos e três meses.</p>
<p>&#8220;Para prestarmos contas, é útil recordar o ponto de onde partimos, porque neste caso há quem não tenha direito ao esquecimento&#8221;, afirmou.</p>
<p>Por um lado, disse, &#8220;não tem direito ao esquecimento quem agora exige aos outros, e para ontem, o que ele próprio não foi capaz de fazer em oito anos&#8221;, numa referência ao PS.</p>
<p>&#8220;E também não tem direito ao esquecimento quem criticou as políticas do passado e agora vive de alianças descaradas nesta Assembleia com os protagonistas desse passado, desejando que no essencial nada mude e tudo fique na mesma&#8221;, afirmou, num recado ao Chega.</p>
<p>Mesmo no final da sua intervenção, Montenegro voltou a defender a vocação reformista do Governo PSD/CDS-PP que lidera, embora introduzindo a necessidade de o fazer com moderação.</p>
<p>&#8220;Governar significa reformar sem medo, mas com a moderação e o sentido de responsabilidade que a mudança exige&#8221;, afirmou, sem explicitar a que se referia.</p>
<p>Para o primeiro-ministro, &#8220;governar significa proteger o interesse nacional, mesmo quando a decisão não agrada a todos, mas constitui a melhor opção para o futuro&#8221;.</p>
<p>Nessa fase final, deixou uma espécie de apelo aos dois maiores partidos de oposição, lembrando o que foi possível aprovar com PS e Chega.</p>
<p>&#8220;Quando as oposições se conseguem desprender dos seus umbigos políticos e da arrogância e intransigência das suas posições, é possível estarmos juntos a bem de Portugal&#8221;, defendeu, dizendo que não é necessário nenhum partido perder a sua identidade.</p>
<p>Montenegro considerou que tal aconteceu quando o PS viabilizou orçamentos, a localização do novo aeroporto, a reforma do Tribunal de Contas ou a prestação social única.</p>
<p>&#8220;Aconteceu com o Chega no IRC, na imigração, nos incentivos fiscais ao arrendamento. Isto é a democracia a funcionar. Isto é o exercício da responsabilidade política, isto é a salvaguarda do interesse nacional que devia nortear sempre todos os partidos políticos com representação nesta Câmara&#8221;, sustentou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790256]]></sapo:autor>
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		<title>Estado da nação: Primeiro-ministro mantém confiança no MAI e devolve acusação de ameaças ao Chega</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:44:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse hoje que mantém a confiança no ministro da Administração Interna e rejeitou que Luís Neves tenha ameaçado deputados do Chega, devolvendo estas acusações ao partido de André Ventura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse hoje que mantém a confiança no ministro da Administração Interna e rejeitou que Luís Neves tenha ameaçado deputados do Chega, devolvendo estas acusações ao partido de André Ventura.</P><br />
<P>&#8220;Se eu mantenho a confiança política no ministro da Administração Interna? Com certeza, senhor deputado, plenamente, plenamente. No senhor ministro da Administração Interna e em todos os ministros e secretários de Estado&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O primeiro-ministro respondia ao líder do Chega durante o debate sobre o estado da nação, que questionou Luís Montenegro se &#8220;mantém ou não a confiança&#8221; em Luís Neves.</P><br />
<P>Luís Montenegro considerou a pergunta retórica, indicando que &#8220;o pressuposto para estar no Governo é precisamente a confiança que o primeiro-ministro deposita nos membros do seu Governo&#8221;.</P><br />
<P>O líder do executivo disse também que &#8220;não é verdade que o senhor ministro da Administração Interna ameaçou quem quer que seja e intimidou quem quer que seja&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Em matéria de ameaças e intimidações a adversários políticos, os senhores dão aulas a qualquer um. Nós não temos, nem queremos aprender com isto&#8221;, acusou.</P><br />
<P>Montenegro sustentou que o ministro &#8220;não cometeu nenhuma ilegalidade&#8221;, &#8220;não prejudicou o interesse público nem privilegiou o interesse público face a qualquer interesse particular&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O senhor ministro da Administração Interna, naturalmente, democraticamente, prestará todos os esclarecimentos e será alvo do escrutínio político e democrático que devemos, de forma madura, realizar nesta Assembleia e no debate político&#8221;, indicou.</P><br />
<P>Na primeira intervenção, André Ventura voltou a acusar o ministro da Administração Interna de &#8220;ameaçar e intimidar&#8221; partidos da oposição e jornalistas, e também de evitar responder &#8220;às perguntas que tem de responder&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Enquanto o PSD se ri desta situação, a pergunta é: mantém ou não a confiança no seu ministro da Administração Interna para continuar a governar&#8221;, disse.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790259]]></sapo:autor>
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		<title>Leiria, Porto, Lisboa, Algarve e Açores: OMODA &#124; JAECOO amplia rede em Portugal</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:29:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Marca, que entrou no mercado português no final de dezembro do ano passado, prevê continuar a aumentar o número de espaços até ao final de 2026, procurando assegurar uma cobertura mais ampla nas áreas de vendas, assistência após-venda e fornecimento de peças]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A OMODA | JAECOO está a reforçar a sua presença em Portugal através da expansão da rede de concessionários, que conta atualmente com 15 concessões distribuídas pelo território continental e pelos Açores.</p>
<p>A marca, que entrou no mercado português no final de dezembro do ano passado, prevê continuar a aumentar o número de espaços até ao final de 2026, procurando assegurar uma cobertura mais ampla nas áreas de vendas, assistência após-venda e fornecimento de peças.</p>
<p>Entre os parceiros integrados na rede oficial encontram-se a AM Confraria, os Irmãos Luzias, a Carby, a Terauto e a Santogal, grupos com implantação em diferentes regiões do país.</p>
<p>A AM Confraria assegura a presença da OMODA | JAECOO em Leiria, Coimbra e Anadia. O grupo, fundado em 1983, iniciou a operação com novos espaços nestas três localidades e dispõe também de uma zona de exposição e de realização de test drives na Nova Leiria – Jardins do Liz.</p>
<p>No Baixo Alentejo, a representação da marca fica a cargo dos Irmãos Luzias, no distrito de Beja. O grupo familiar, fundado em 1971, desenvolveu a sua atividade sobretudo nas áreas da reparação e do comércio de maquinaria agrícola, passando agora a reforçar a operação no setor automóvel.</p>
<p>A Carby garante uma das maiores áreas de cobertura da nova rede, com presença em Guimarães, Porto, Vila Nova de Gaia, Torres Vedras, Santarém, Lisboa, Faro, Portimão e Oeiras.</p>
<p>O operador representa mais de 20 marcas e dispõe de mais de 60 pontos de venda e assistência técnica em Portugal, disponibilizando veículos novos e usados, reparação, serviços de colisão e fornecimento de peças.</p>
<p>A expansão da OMODA | JAECOO estende-se também aos Açores, através da parceria com a Terauto, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira.</p>
<p>Fundada em 1985, a Sociedade Terceirense de Automóveis desenvolve atividade na comercialização de veículos, peças e acessórios, bem como na manutenção automóvel, assumindo agora a representação oficial da marca no arquipélago.</p>
<p>Na Grande Lisboa, a Santogal passa a integrar a rede através da concessão de Cascais. O grupo, com 80 anos de atividade, conta com uma ampla rede de pontos de venda e assistência e representa várias marcas do setor automóvel.</p>
<p>Com estas parcerias, a OMODA | JAECOO pretende aproximar a oferta dos clientes particulares e empresariais e consolidar uma rede de serviços com cobertura progressivamente mais alargada.</p>
<p>A marca sublinha que a expansão deverá prosseguir até ao final do ano, com a abertura de novas concessões e o reforço da presença no mercado português.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Estado da nação: Ventura desafia primeiro-ministro a apresentar moção de confiança</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/estado-da-nacao-ventura-desafia-primeiro-ministro-a-apresentar-mocao-de-confianca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:26:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente do Chega, André Ventura, desafiou hoje o primeiro-ministro a apresentar uma moção de confiança ao parlamento e disse que o Governo está em "decomposição acelerada".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Chega, André Ventura, desafiou hoje o primeiro-ministro a apresentar uma moção de confiança ao parlamento e disse que o Governo está em &#8220;decomposição acelerada&#8221;.</P><br />
<P>Numa primeira intervenção durante o debate sobre o estado da nação, que decorre hoje no Parlamento, André Ventura afirmou que este é um &#8220;Governo em degradação acelerada, em decomposição acelerada&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Deve mesmo perguntar ao Parlamento se ainda mantém a confiança no seu Governo&#8221;, desafiou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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