O grupo francês BPCE, dono do Novo Banco, totalizou 2.400 milhões de euros entre janeiro e junho, um aumento de 30% face ao primeiro semestre de 2025, foi anunciado.
De acordo com um comunicado hoje divulgado, as receitas líquidas do grupo cresceram 10% para 13.900 milhões de euros.
O produto bancário aumentou 94% no primeiro semestre, para 687 milhões de euros, incluindo o Novo Banco.
Só no segundo trimestre, o lucro líquido do grupo francês somou 13.900 milhões de euros, um crescimento homólogo de 10%.
Neste período, o produto bancário progrediu 13% para 7.200 milhões de euros, o valor trimestral mais alto de sempre.
“Num contexto económico e geopolítico que continua a ser incerto, este desempenho reflete o nosso compromisso contínuo com os nossos clientes”, afirmou, citado na mesma nota, o presidente executivo do BPCE, Nicolas Namias.
Namias referiu que a integração do Novo Banco no grupo já se reflete nos resultados hoje divulgados e evidencia “os benefícios deste mercado de banca de retalho”.
O Novo Banco totalizou 367,2 milhões de euros de lucro nos primeiros seis meses do ano, uma descida de 15,6% relativamente ao mesmo período de 2025, foi hoje anunciado.
A venda do Novo Banco ao grupo francês BPCE por 6.700 milhões de euros foi concluída em 30 abril.
Com a venda, o Estado português recebeu 1.673 milhões de euros, sendo 906 milhões de euros para o Fundo de Resolução e 766 milhões de euros para a Entidade do Tesouro e Finanças.
Em março, o jornal Eco avançou que os trabalhadores do Novo Banco iam receber, em maio, um bónus de dois salários pela venda, prémio que poderá ter atingido os 25 milhões de euros, segundo referido na imprensa pela comissão de trabalhadores.














