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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Nova SBE, BPI e Fundação &#8220;la Caixa&#8221; lançam nova edição de programa que liga gestores ao setor social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:26:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Nova SBE, o BPI e a Fundação "la Caixa" vão lançar, em outubro, a 13.ª edição do programa Liderança Social para Gestores, uma iniciativa que desafia executivos com mais de 15 anos de experiência a colaborar diretamente com organizações da economia social.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Nova SBE, o BPI e a Fundação &#8220;la Caixa&#8221; vão lançar, em outubro, a 13.ª edição do programa Liderança Social para Gestores, uma iniciativa que desafia executivos com mais de 15 anos de experiência a colaborar diretamente com organizações da economia social.</p>
<p>Desenvolvido no âmbito da Iniciativa para a Equidade Social, o programa procura reforçar a capacidade estratégica das organizações sociais através da criação de conselhos consultivos compostos por gestores experientes. O objetivo passa por aproximar o setor empresarial da economia social, promovendo a partilha de conhecimento e a capacitação das instituições.</p>
<p>A edição de 2026 mantém o formato intensivo de três dias e meio de formação presencial, organizado em três etapas — <em>Learn, Apply</em> e <em>Engage</em>. Para além da componente formativa, os participantes são convidados a integrar Conselhos Consultivos e a acompanhar as organizações sociais de forma continuada, incentivando relações de longo prazo.</p>
<p>Desde a sua criação, o programa já envolveu mais de 270 participantes ao longo de 12 edições. Destes, cerca de 150 continuam ligados a organizações sociais, quer através dos Conselhos Consultivos, quer em processos de mentoria.</p>
<p>Uma das novidades da próxima edição é a criação de oito bolsas, no valor de mil euros cada, destinadas a profissionais do distrito de Setúbal. A iniciativa pretende incentivar a participação de talento local e reforçar o impacto do programa na região, promovendo uma colaboração mais próxima entre gestores e organizações sociais do território.</p>
<p>Para Miguel Pina e Cunha, diretor académico do programa, a iniciativa aproxima dois setores que têm benefícios mútuos a retirar desta colaboração. &#8220;Ao colocar gestores experientes ao serviço de quem trabalha todos os dias para causas sociais, criamos uma troca de conhecimento que fortalece as instituições e, ao mesmo tempo, transforma a forma como estes profissionais olham para a liderança&#8221;, afirma.</p>
<p>Também Célia Crato, participante e conselheira do programa, destaca o impacto da experiência, considerando que a participação foi &#8220;transformadora&#8221; e reforçou a convicção de que liderar passa por servir os outros e contribuir para uma sociedade melhor.</p>
<p>Já Rita Diniz, gestora do programa, sublinha que a iniciativa continua a criar ligações entre organizações sociais e profissionais do setor privado que dificilmente aconteceriam de outra forma. Segundo a responsável, esta partilha permite às instituições sociais reforçarem as suas competências de gestão, enquanto os gestores regressam às suas organizações com uma visão mais abrangente sobre liderança e impacto social.</p>
<p>Este ano, o programa reforça a aposta no distrito de Setúbal, através da atribuição de bolsas destinadas a profissionais da região.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791767]]></sapo:autor>
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		<title>Luís Neves mantém silêncio e resiste à pressão: Montenegro continua a defender ministro da Administração Interna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:06:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Administração Interna, Luís Neves, continua sem responder publicamente às mais recentes notícias relacionadas com a sua ligação ao empresário da construção civil João Santos Carvalho e às alegadas irregularidades em obras realizadas numa propriedade sua, no concelho de Odemira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Administração Interna, Luís Neves, continua sem responder publicamente às mais recentes notícias relacionadas com a sua ligação ao empresário da construção civil João Santos Carvalho e às alegadas irregularidades em obras realizadas numa propriedade sua, no concelho de Odemira. Apesar da crescente pressão política e mediática, o governante mantém a confiança do primeiro-ministro, Luís Montenegro, que já garantiu publicamente confiar &#8220;plenamente&#8221; no ministro e não dá sinais de estar disposto a afastá-lo do Executivo, mesmo perante as sucessivas exigências da oposição para a sua demissão.</p>
<p>Segundo avança esta terça-feira o <a href="https://www.dn.pt/pol%C3%ADtica/lus-neves-mantm-silncio-e-conta-que-montenegro-fique-surdo-s-presses" target="_blank" rel="noopener">Diário de Notícias (DN)</a>, Luís Neves aposta no silêncio como estratégia para enfrentar a polémica, contando que o apoio de Luís Montenegro seja suficiente para resistir às críticas. O ministro nega ter favorecido João Santos Carvalho, que assume ser seu amigo, na adjudicação de contratos públicos quando liderava a Polícia Judiciária, e rejeita igualmente qualquer irregularidade relacionada com as obras na sua propriedade. Paralelamente, enfrenta ainda um inquérito interno instaurado pela atual direção nacional da Polícia Judiciária para esclarecer as circunstâncias em que um atrelado apreendido numa operação de combate ao tráfico de droga acabou nas instalações da empresa Construbarcelos, pertencente ao empresário.</p>
<p>A pressão política tem sido liderada por André Ventura, que voltou a exigir a saída de Luís Neves do Governo. Depois de ter enviado uma carta ao primeiro-ministro a defender que o ministro não reúne condições para permanecer em funções, o líder do Chega reiterou as críticas numa conferência de imprensa, acusando o governante de estar envolvido em &#8220;suspeitas de atividades ilícitas e criminais, eticamente reprováveis e criminalmente relevantes, e de flagrante abuso de autoridade&#8221;. Ventura apelou igualmente ao Presidente da República, António José Seguro, para que intervenha junto do Governo, sustentando que Luís Neves deveria seguir o exemplo de Miguel Macedo, antigo ministro da Administração Interna que se demitiu durante o caso dos vistos gold, apesar de mais tarde ter sido ilibado pela Justiça. Ainda assim, o DN considera improvável que o chefe de Estado pressione Luís Montenegro a afastar qualquer membro do Executivo, recordando que o primeiro-ministro tem demonstrado uma postura consistente de apoio aos seus ministros quando enfrentam situações politicamente delicadas.</p>
<p>Embora mantenha o respaldo do líder do Governo, Luís Neves começa também a enfrentar críticas dentro do próprio PSD. O conselheiro nacional social-democrata Vitório Rosário Cardoso apelou, através das redes sociais, a um maior escrutínio sobre pessoas próximas do ministro, defendendo que o partido deve impedir qualquer tentativa de captura do Estado por interesses particulares. O dirigente, associado ao setor mais conservador do PSD, criticou ainda a nomeação de pessoas consideradas próximas de Luís Neves para cargos na Administração Interna e voltou a recordar posições anteriores em que desafiava o atual ministro a filiar-se no PSD, afirmando que tal nunca aconteceria devido à sua alegada &#8220;verticalidade socialista&#8221;. Estas declarações contrastam com a solidariedade que vários dirigentes sociais-democratas têm demonstrado relativamente a outros ministros, como Fernando Alexandre, na sequência da polémica dos exames nacionais.</p>
<p>A controvérsia em torno de Luís Neves intensificou-se ao longo das últimas semanas. A 10 de julho, o semanário Nascer do Sol revelou a relação pessoal e profissional entre o ministro e João Santos Carvalho, referindo que a Polícia Judiciária adjudicou contratos no valor de cerca de 1,9 milhões de euros à Construbarcelos durante o período em que Luís Neves dirigia aquela força policial. Dois dias depois, em entrevista à TVI, o ministro garantiu que as obras na sua propriedade se limitavam a intervenções de pequena dimensão, estimando um custo entre 20 e 30 mil euros e assegurando que os trabalhos foram devidamente pagos. No entanto, novas reportagens colocaram em causa esses valores e revelaram que a piscina existente no imóvel não teria o respetivo licenciamento municipal. A situação agravou-se novamente a 17 de julho, quando o Nascer do Sol noticiou que um atrelado apreendido pela Polícia Judiciária numa operação antidroga foi encontrado nas instalações da empresa de João Santos Carvalho, facto que motivou a abertura de um inquérito interno e aumentou a pressão política sobre o ministro, que continua, para já, a contar com o apoio inequívoco de Luís Montenegro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791751]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal atinge máximo histórico de emprego, mas escassez de trabalhadores ameaça crescimento económico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:58:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O mercado de trabalho português atingiu, no verão de 2025, o melhor desempenho dos últimos cinco anos, com a população empregada a ultrapassar os 5,3 milhões de pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de trabalho português atingiu, no verão de 2025, o melhor desempenho dos últimos cinco anos, com a população empregada a ultrapassar os 5,3 milhões de pessoas, o valor mais elevado desde que existem registos comparáveis. Ao mesmo tempo, a taxa de desemprego recuou para 5,8%, o nível mais baixo desde 2020.</p>
<p>Os dados constam do relatório “Mercado de Trabalho em Portugal – Os cinco verões 2021-2025”, divulgado pela EGOR e elaborado com base em dados do INE, IEFP e Banco de Portugal. A análise revela que, entre 2021 e 2025, foram criados cerca de 455 mil empregos adicionais, num período em que a população ativa aumentou aproximadamente 465 mil pessoas.</p>
<p>Apesar da evolução positiva, o forte desempenho do mercado de trabalho está a colocar uma nova pressão sobre as empresas: a dificuldade crescente em encontrar trabalhadores disponíveis para responder às necessidades de recrutamento.</p>
<p>Segundo a EGOR, Portugal está a entrar numa nova fase em que a escassez de candidatos poderá assumir um caráter estrutural, sobretudo em funções operacionais e sazonais.</p>
<p><strong>Imigração perde força</strong></p>
<p>As perspetivas para 2026 e 2027 apontam para um agravamento da escassez de trabalhadores disponíveis, devido à combinação entre o menor crescimento da imigração e o envelhecimento demográfico.</p>
<p>Os dados analisados pela EGOR mostram que as saídas de trabalhadores estrangeiros aumentaram cerca de 40% em 2024, para aproximadamente 45 mil pessoas no total do ano, o valor mais elevado desde o início da série estatística, em 2015.</p>
<p>Em simultâneo, as entradas de novos trabalhadores estrangeiros diminuíram significativamente na segunda metade de 2024, passando de cerca de 20 mil para 12 mil entradas por mês. Como consequência, o saldo líquido migratório caiu de aproximadamente 17 mil para 7 mil trabalhadores por mês, uma redução de cerca de 59%.</p>
<p>A evolução assume particular relevância tendo em conta que o crescimento recente da população ativa portuguesa esteve fortemente apoiado pela imigração, nomeadamente em setores como a hotelaria, restauração, construção, logística, agricultura e indústria alimentar.</p>
<p><strong>Serviços concentram procura</strong></p>
<p>A descida do desemprego entre 2021 e 2025 ocorreu, assim, em simultâneo com o crescimento da população ativa, demonstrando a capacidade do mercado de trabalho para absorver um número significativo de novos trabalhadores.</p>
<p>No verão de 2025, destacou-se ainda a forte procura por profissionais ligados aos serviços, sobretudo nas áreas do comércio, transportes, alojamento e restauração. São setores diretamente relacionados com a atividade turística e que continuam a concentrar uma parte relevante das oportunidades de emprego.</p>
<p>Para a EGOR, a tendência dos próximos anos poderá traduzir-se numa maior competição entre empregadores, numa pressão crescente sobre os salários e em dificuldades acrescidas no preenchimento de vagas, sobretudo para funções operacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791757]]></sapo:autor>
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		<title>Novobanco distinguido como Melhor Banco para PME em Portugal pela Euromoney</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:48:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O novobanco foi distinguido pela revista Euromoney com o prémio Best Bank for SMEs in Portugal 2026, uma distinção que reconhece a sua oferta dirigida às PME.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novobanco foi distinguido pela revista Euromoney com o prémio Best Bank for SMEs in Portugal 2026, uma distinção que reconhece a sua oferta dirigida às pequenas e médias empresas, a proximidade ao tecido empresarial português e a capacidade de resposta às necessidades deste segmento.</p>
<p>Segundo o banco, o reconhecimento reflete a estratégia desenvolvida no apoio às PME, assente numa combinação entre proximidade comercial, conhecimento especializado dos diferentes setores de atividade, soluções financeiras e investimento na transformação digital da experiência bancária empresarial.</p>
<p>Nos últimos anos, o novobanco tem reforçado a sua atuação junto das empresas portuguesas, apoiando projetos nas áreas do investimento, inovação, internacionalização e transição sustentável. A instituição tem também desenvolvido soluções digitais destinadas a simplificar e agilizar a gestão das operações bancárias por parte das empresas.</p>
<p>“Receber esta distinção da Euromoney é um motivo de grande orgulho para o novobanco. Este prémio reconhece a confiança que as PME portuguesas depositam em nós e o trabalho desenvolvido pelas nossas equipas para apoiar o crescimento e a transformação das empresas”, afirma Mark Bourke, CEO do novobanco.</p>
<p>“Num contexto económico cada vez mais exigente, continuaremos focados em disponibilizar soluções competitivas, especializadas e inovadoras que contribuam para o desenvolvimento sustentável do tecido empresarial português”, acrescenta.</p>
<p>A distinção da Euromoney reforça, segundo o novobanco, o seu posicionamento enquanto parceiro financeiro das empresas em Portugal e o seu papel no apoio ao crescimento, competitividade e internacionalização da economia portuguesa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791748]]></sapo:autor>
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		<title>Justiça trava liberdade do ‘rei Ghob’: homicida condenado por três mortes continua sem autorização para sair da prisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:39:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[rei ghob]]></category>
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					<description><![CDATA[Francisco Leitão, conhecido como o "rei Ghob" ou "rei dos gnomos", continua sem autorização para beneficiar de saídas precárias da prisão, apesar de já ter cumprido metade da pena máxima de 25 anos a que foi condenado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Francisco Leitão, conhecido como o &#8220;rei Ghob&#8221; ou &#8220;rei dos gnomos&#8221;, continua sem autorização para beneficiar de saídas precárias da prisão, apesar de já ter cumprido metade da pena máxima de 25 anos a que foi condenado pelos homicídios de Tânia, Ivo e Joana, cometidos entre 2009 e 2010, em Carqueja, no concelho da Lourinhã. O homicida, condenado em março de 2012, solicita este regime de flexibilização da pena desde, pelo menos, 2023, mas a Justiça continua a negar-lhe essa possibilidade, mantendo-o em reclusão.</p>
<p>Segundo avança esta terça-feira o Correio da Manhã (CM), Francisco Leitão não obteve parecer favorável dos técnicos de reinserção social, apesar do comportamento considerado disciplinado durante o período de reclusão. Depois de ter estado detido no Estabelecimento Prisional da Carregueira, foi recentemente transferido para a prisão de Vale de Judeus, onde trabalha na lavandaria, tratando da roupa de outros reclusos. O homicida recebe apenas a visita da irmã, que permaneceu a viver na conhecida propriedade de Carqueja, apelidada de &#8220;castelo&#8221;, e, embora não seja considerado um preso problemático, também não participa de forma significativa nas atividades promovidas pela instituição prisional.</p>
<p>Os crimes que chocaram o país continuam envoltos em mistério. Francisco Leitão nunca revelou o destino dado aos corpos das três vítimas e a Polícia Judiciária também nunca conseguiu determinar de que forma Tânia, Ivo e Joana foram mortos. As famílias continuam, por isso, privadas da possibilidade de realizar os funerais dos jovens. De acordo com a condenação, Francisco Leitão matou Tânia e Joana — esta última com apenas 16 anos — por ciúmes, uma vez que ambas eram namoradas de rapazes com quem pretendia envolver-se sentimentalmente. Já Ivo foi assassinado depois de se recusar a retomar um relacionamento sexual com o homicida, após o desaparecimento de Tânia. Em 2017, Francisco Leitão voltou a ser condenado, desta vez a 17 anos de prisão, por centenas de crimes de violação.</p>
<p>Conhecido por afirmar que era bruxo, que comunicava com espíritos e que encarnava o diabo, Francisco Leitão utilizava essas alegadas capacidades para intimidar e controlar os jovens que frequentavam a sua propriedade em Carqueja. Segundo a investigação, aproveitava-se da vulnerabilidade das vítimas, oferecendo pequenos presentes e refeições antes de as manipular psicologicamente. Chamava-lhes &#8220;gnomos&#8221;, enquanto se autointitulava &#8220;rei&#8221;, comportamento que acabaria por dar origem à alcunha pela qual ficou conhecido.</p>
<p>Além das penas de prisão, Francisco Leitão foi condenado ao pagamento de 350 mil euros em indemnizações às famílias das vítimas, montante que, segundo o CM, permanece integralmente por liquidar. A mãe de Joana, Maria de Fátima, chegou mesmo a intentar uma ação contra o Estado, procurando obter compensação, mas essa iniciativa acabou por não produzir qualquer resultado. Entretanto, enquanto persistem as dúvidas sobre o paradeiro dos corpos das três vítimas, a Justiça continua a entender que não estão reunidas as condições para conceder ao homicida qualquer saída precária.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791699]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSI em alta com BCP a liderar ganhos e a subir mais de 1,4%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:37:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com o BCP a liderar os ganhos e a subir 1,41% para 1,04 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>   	A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com o BCP a liderar os ganhos e a subir 1,41% para 1,04 euros. </P><br />
<P>	Cerca das 09:25 em Lisboa, o PSI avançava 0,20% para 9.088,56 pontos, com oito empresas a subir e as outras oito a descer a cotação.</P><br />
<P>   	Às ações do BCP seguiam-se as da Teixeira Duarte, CTT e Navigator, que subiam 1,24% para 0,49 euros, 1,13% para 5,82 euros e 0,51% para 3,18 euros respetivamente.   </P><br />
<P>    A Mota-Engil e a EDP Renováveis também se valorizavam, designadamente 0,35% para 4,54 euros e 0,26% para 19,35 euros. </P><br />
<P>	As outras duas empresas que estavam eram a Galp e a Ibersol, que subiam 0,26% para 19,35 euros e 0,11% para 9,13 euros. </P><br />
<P>	Em sentido contrário, a NOS, a Jerónimo Martins e a Altri recuavam 0,99% para 4,82 euros, 0,66% para 16,56 euros e 0,64% para 4,64 euros. </P><br />
<P>	A Sonae, Semapa e EDP baixavam 0,49% para 2,05 euros, 0,24% para 20,60 euros e 0,20% para 5,54 euros. 	</P><br />
<P>	As outras duas empresas que desciam de cotação eram a Corticeira Amorim (-0,15% para 6,52 euros) e a REN (-0,14% para 3,62 euros). </P><br />
<P>	Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em alta, pendentes de um novo cessar-fogo provisório no Médio Oriente que levou o preço do petróleo a ceder moderadamente, com o barril a alcançar novamente 89 dólares.</P><br />
<P>	O euro valoriza-se 0,07% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1422 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</P><br />
<P>	Hoje, o instituto alemão ZEW publicará os índices de julho, que medem a perceção que têm os grandes investidores e os analistas sobre a situação atual e as expectativas da economia da Alemanha.</P><br />
<P>	Analistas da Link Securities citados pela Efe afirmam que se espera que ambos os índices tenham voltado a melhorar ligeiramente em julho, embora acreditem que o aumento da tensão no Médio Oriente e os últimos aumentos dos preços da energia voltarão a afetar os indicadores em agosto.</P><br />
<P> 	O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, cai 0,77% para 88,53 dólares. </P><br />
<P>	Em sentido contrário, o gás natural para entrega em agosto no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, sobe 0,88% para 59,26 euros por megawatt-hora (MWh).     </P><br />
<P>	O preço da onça de ouro avança 1,56% para 4.070,61 dólares, enquanto o da de prata sobe 4,68% para 59,0649 dólares por onça. </P><br />
<P>	Os futuros do Dow Jones e do Nasdaq, que na segunda-feira fecharam em terreno negativo, registam subidas de 0,31% e 1,16%. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791740]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsas europeias em alta pendentes de um novo cessar-fogo provisório no Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:21:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, pendentes de um novo cessar-fogo provisório no Médio Oriente que levou o preço do petróleo a ceder moderadamente, com o barril a alcançar novamente 89 dólares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, pendentes de um novo cessar-fogo provisório no Médio Oriente que levou o preço do petróleo a ceder moderadamente, com o barril a alcançar novamente 89 dólares.</P><br />
<P>Às 09:00 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a subir 0,13% para 640,41 pontos.                                                                                                     </P><br />
<P>As bolsas de Paris e Frankfurt avançavam 0,08% e 0,15%, bem como as de Madrid e Milão, que subiam 0,30% e 0,47%, respetivamente.</P><br />
<P>Londres era a exceção, já que descia 0,14%. </P><br />
<P>A bolsa de Lisboa invertia a tendência de baixa da abertura, com o principal índice, o PSI, a subir 0,06% para 9.075,74 pontos.    </P><br />
<P>O euro valoriza-se 0,07% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1422 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</P><br />
<P>Hoje, o instituto alemão ZEW publicará os índices de julho, que medem a perceção que têm os grandes investidores e os analistas sobre a situação atual e as expectativas da economia da Alemanha.</P><br />
<P>Analistas da Link Securities citados pela Efe afirmam que se espera que ambos os índices tenham voltado a melhorar ligeiramente em julho, embora acreditem que o aumento da tensão no Médio Oriente e os últimos aumentos dos preços da energia voltarão a afetar os indicadores em agosto.</P><br />
<P> O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, cai 0,77% para 88,53 dólares, e o do West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em setembro, de referência nos Estados Unidos da América (EUA), baixa 0,28% para 82,25 dólares.</P><br />
<P>Em sentido contrário, o gás natural para entrega em agosto no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, sobe 0,88% para 59,26 euros por megawatt-hora (MWh).     </P><br />
<P>O preço da onça de ouro avança 1,56% para 4.070,61 dólares, enquanto o da de prata sobe 4,68% para 59,0649 dólares por onça. </P><br />
<P>Na Ásia, as bolsas fecharam com destacadas subidas, que são de 3,26% no caso do Nikkei de Tóquio, de 1,79% no de Xangai, de 4,81% no de Shenzhen e de 3,56% no caso do Kospi sul-coreano, enquanto o Hang Seng de Hong Kong fechou estável.</P><br />
<P>Os futuros do Dow Jones e do Nasdaq, que na segunda-feira fecharam em terreno negativo, registam subidas de 0,31% e 1,16%. </P><br />
<P>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos continuava a subir, designadamente para 3,157%, depois de ter fechado em 3,149% na sessão anterior.</P><br />
<P>A bitcoin sobe 1,04% para 66.002,60 dólares. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791703]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Governo da Jordânia diz que país foi alvo de drones iranianos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:21:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As Forças Armadas da Jordânia disseram hoje que intercetaram cinco drones lançados pelo Irão que tinham como objetivo atingir o Reino, de acordo com a agência de notícias estatal jordana Petra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As Forças Armadas da Jordânia disseram hoje que intercetaram cinco drones lançados pelo Irão que tinham como objetivo atingir o Reino, de acordo com a agência de notícias estatal jordana Petra.</P><br />
<P>Os militares jordanos afirmaram que a interceção não causou vítimas, nem danos.</P><br />
<P>A Guarda Revolucionária iraniana confirmou no seu portal Sepah News que realizou um ataque que visou um &#8220;complexo que alberga forças terroristas dos Estados Unidos na região de Rukban&#8221;, segundo a agência de notícias AFP.</P><br />
<P>A Jordânia, que tem no seu território forças militares norte-americanas, tem sido um alvo frequente do Irão desde o colapso do acordo de entendimento provisório entre os iranianos e Washington para encerrar a guerra no Médio Oriente, que teve início no final de fevereiro.</P><br />
<P>O Irão atacou hoje instalações norte-americanas de radares e defesa antiaérea em vários países do Golfo, advertindo Washington para &#8220;ataques ainda mais poderosos&#8221;, num conflito que ameaça alargar-se com o envolvimento dos rebeldes Huthis do Iémen.</P><br />
<P>Já o exército dos Estados Unidos anunciou ter concluído a décima noite consecutiva de bombardeamentos contra a República Islâmica, atingindo centros de comando militar e alvos marítimos, com o objetivo de &#8220;reduzir a capacidade do Irão de continuar a atacar navios comerciais que transitam no estreito de Ormuz&#8221;.</P><br />
<P>A Guarda Revolucionária afirmou ter intercetado dois petroleiros pelo estreito de Ormuz, ao largo de Omã, reclamando a autoria de &#8220;explosões que provocaram incêndios significativos a bordo&#8221;.</P><br />
<P>A agência britânica de segurança marítima UKMTO tinha relatado anteriormente que um navio tinha sido atingido por um &#8220;projétil não identificado&#8221; a cerca de 15 quilómetros a nordeste de Limah, em Omã, acrescentando depois que a tripulação abandonou a embarcação.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791702]]></sapo:autor>
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		<title>Uma andorinha não faz a primavera: Generali avisa que a inflação ainda não está vencida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:19:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Generali Investments antecipa uma nova escalada das tensões geopolíticas, mas considera que os efeitos sobre a economia global deverão permanecer moderados. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Generali Investments antecipa uma nova escalada das tensões geopolíticas, mas considera que os efeitos sobre a economia global deverão permanecer moderados. A análise, assinada por Vincent Chaigneau, Head of Research da Generali Investments, surge na sequência de uma série de ataques entre os Estados Unidos e o Irão durante o fim de semana, que continua a pressionar os preços do petróleo.</p>
<p>O cenário central da gestora aponta para uma reescalada contida do conflito, que não deverá comprometer o crescimento global, que permanece estável. No entanto, a redução do tráfego através do Estreito de Ormuz poderá contribuir para manter a inflação acima dos objetivos durante mais tempo.</p>
<p>Neste contexto, a Generali Investments recomenda uma posição neutra na duração das obrigações em euros, mantendo simultaneamente uma pequena posição curta nos Estados Unidos. Para Vincent Chaigneau, a recente desaceleração da inflação nos EUA não é suficiente para alterar de forma significativa as perspetivas, uma vez que &#8220;uma andorinha — um CPI mais suave em junho — não faz a primavera&#8221;.</p>
<p>A análise considera ainda que os riscos de recessão permanecem reduzidos e que o crédito deverá manter-se resiliente, apoiado por fatores técnicos favoráveis, como a oferta limitada prevista para as próximas semanas.</p>
<p>Apesar deste cenário, a Generali Investments reduziu a sua exposição positiva aos mercados acionistas. A decisão não resulta apenas da expectativa de padrões sazonais menos favoráveis à medida que o verão avança, mas também dos sinais de fadiga observados nos mercados.</p>
<p>As ações globais registaram uma forte valorização em abril e maio, mas começam agora a evidenciar sinais de perda de força. Ao mesmo tempo, a dispersão entre ações aumentou significativamente, enquanto a rotação de mercado provocou uma forte queda nas estratégias de momentum durante este mês.</p>
<p>A principal mudança ocorreu no setor tecnológico, onde as empresas de semicondutores entraram num mercado bear após uma forte subida no segundo trimestre.</p>
<p>Para a Generali Investments, o aumento da dispersão não significa necessariamente que esteja iminente uma correção dos mercados. No entanto, tende a indicar uma maior vulnerabilidade e reforça a importância de uma diversificação mais ampla entre setores e geografias.</p>
<p><strong>Investimento em IA continua a suportar crescimento</strong></p>
<p>Entre os fatores positivos, a gestora destaca a continuidade dos planos de investimento em infraestruturas de inteligência artificial. Apesar das preocupações relacionadas com a capacidade de monetização dos grandes modelos de linguagem (LLM), a Generali Investments não identifica sinais de abrandamento no investimento em inteligência artificial, que continua a contribuir para o crescimento global.</p>
<p>A análise destaca ainda a tendência de flexibilização regulatória, apontando como exemplo a proposta da Comissão Europeia para reduzir os requisitos de capital dos bancos europeus, nomeadamente através do rácio de alavancagem, na sequência de movimentos semelhantes nos Estados Unidos e no Reino Unido.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791700]]></sapo:autor>
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		<title>Fisco acumula mais de 10 mil milhões de euros em dívidas incobráveis e bate novo recorde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) terminou 2025 com 10.445 milhões de euros em dívidas declaradas incobráveis, o valor mais elevado de sempre, prolongando uma tendência de crescimento que dura há uma década.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) terminou 2025 com 10.445 milhões de euros em dívidas declaradas incobráveis, o valor mais elevado de sempre, prolongando uma tendência de crescimento que dura há uma década. O montante representa um aumento de 681 milhões de euros, ou cerca de 7%, face ao ano anterior, sendo que uma parte significativa destas dívidas está concentrada num universo restrito de cerca de 20 mil grandes devedores, responsáveis por 63% do total declarado em falhas.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.jn.pt/nacional/artigo/-fisco-tem-10-mil-milhoes-de-euros-em-dividas-que-nao-consegue-cobrar/18107977" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias (JN)</a>, os dados constam do relatório sobre o combate à fraude e à evasão fiscais e aduaneiras, recentemente entregue no Parlamento. As dívidas são declaradas em falhas quando deixam de existir bens penhoráveis, quando o devedor é desconhecido ou quando se encontra em parte incerta. A Autoridade Tributária explica que o aumento dos montantes incobráveis também resulta de uma alteração na interpretação da lei que prolongou os prazos de suspensão da prescrição das dívidas fiscais. Como consequência, o valor das prescrições caiu de 290 milhões de euros, em 2024, para 114 milhões, em 2025, embora muitas dessas dívidas continuem sem possibilidade de cobrança por inexistência de património penhorável.</p>
<p>No relatório, a AT sublinha que, na maioria dos processos, tanto a dívida como o respetivo devedor são identificados atempadamente, mas a ausência de bens impede qualquer recuperação dos valores em falta. Por esse motivo, a administração fiscal esclarece que &#8220;a declaração da prescrição não revela ineficácia dos serviços&#8221;. Paralelamente, a dívida suspensa — que corresponde aos processos em litígio nos tribunais — ascendia a 8.343 milhões de euros no final de 2025, menos 141 milhões do que no ano anterior, enquanto a dívida ativa, ainda em fase normal de execução, aumentou 167 milhões de euros, fixando-se em 9.161 milhões.</p>
<p>Grande parte destas dívidas encontra-se concentrada nos chamados &#8220;devedores estratégicos&#8221;, categoria que abrangia 21.208 contribuintes no último ano e representava 61% da carteira total da dívida fiscal. Embora correspondessem a apenas 38% da dívida ativa, estes contribuintes concentravam 84% da dívida suspensa e 63% da dívida declarada em falhas, evidenciando uma maior propensão para processos judiciais ou para situações em que a cobrança se torna impossível. Entre os maiores devedores destacam-se empresas de dimensão média, muitas de âmbito regional, ligadas a setores como a indústria, o comércio de ouro, as finanças e a tecnologia, sendo que a maioria entrou entretanto em insolvência ou liquidação.</p>
<p>De acordo com os critérios da Autoridade Tributária, é considerado &#8220;devedor estratégico&#8221; quem acumule uma dívida superior a 500 mil euros numa única direção de Finanças ou superior a 250 mil euros distribuídos por mais do que uma direção de Finanças. Todas as empresas e contribuintes declarados insolventes com dívidas fiscais passam igualmente a integrar automaticamente esta lista, que concentra uma parte significativa dos créditos que o Estado já não consegue recuperar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791690]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sistema de depósito de embalagens Volta atinge os 100 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sistema de Depósito com Reembolso (SDR), chamado Volta, atingiu esta semana os 100 milhões de embalagens de bebidas de uso único devolvidas, com uma taxa de recolha nos 38%, informaram hoje os responsáveis pela infraestrutura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sistema de Depósito com Reembolso (SDR), chamado Volta, atingiu esta semana os 100 milhões de embalagens de bebidas de uso único devolvidas, com uma taxa de recolha nos 38%, informaram hoje os responsáveis pela infraestrutura.</P><br />
<P>Num balanço dos últimos três meses, a SDR Portugal, a entidade responsável pela implementação e gestão do sistema, destaca em comunicado a adesão rápida e crescente dos portugueses a um sistema que está a começar, mas que representa também uma grande mudança de hábitos.</P><br />
<P>No documento, a SDR refere-se também às notícias relacionadas com a higiene urbana em várias cidades do país, com os caixotes de lixo a serem vandalizados (e o lixo espalhado na rua) na procura de embalagens Volta.</P><br />
<P>A SDR Portugal diz estar disponível para trabalhar com os municípios, autoridades e operadores económicos no reforço da rede e adaptação das soluções de recolha, reconhece que são necessárias &#8220;respostas eficazes&#8221;.</P><br />
<P>E alerta que &#8220;problemas pontuais devem ser resolvidos com rapidez, mas não podem sustentar conclusões definitivas sobre uma política pública que acabou de arrancar&#8221;.</P><br />
<P>Casos idênticos ao que está a acontecer em Portugal com os contentores do lixo também foram registados no arranque do sistema em vários países europeus e foram diminuindo à medida que a infraestrutura se expandiu e a devolução da embalagem entrou no quotidiano dos cidadãos, diz.</P><br />
<P>E dá exemplos: Alemanha, Países Baixos, Letónia, Malta ou na Irlanda. Cada cidade optou por soluções diferentes, de sensibilização e adaptação da infraestrutura urbana ou até videovigilância. </P><br />
<P>A Alemanha criou suportes no exterior dos caixotes de lixo para as embalagens SDR, que assim ficam visíveis. E na Letónia a abertura de contentores foi considerada um problema nos primeiros dois anos mas diminuiu bastante com alterações na gestão dos resíduos urbanos.</P><br />
<P>Na Irlanda, o caso mais semelhante a Portugal, o problema tem sido a destruição de contentores e o lixo espalhado. Foram colocados suportes exteriores para embalagens com depósito mas só resolveram o problema em parte. Quase dois anos e meio depois de ter começado, a recolha já ultrapassa os 90% e o lixo urbano caiu para metade.</P><br />
<P>No comunicado, a SDR Portugal sublinha que a evidência científica demonstra que os sistemas contribuem para a redução do abandono dos resíduos e para uma gestão mais eficiente do espaço público. </P><br />
<P>E conclui que a vandalização de contentores é sobretudo um fenómeno urbano e localizado com tendência para diminuir e a comunicação é importante. </P><br />
<P>Vários países reforçaram a mensagem de que colocar embalagens no lixo indiferenciado é o principal fator que origina a procura delas nos contentores.</P><br />
<P>A associação SDR Portugal destaca também que o Volta está a acelerar o cumprimento de metas ambientais. Portugal não está a atingir os objetivos impostos por Bruxelas e nos últimos três anos já pagou multas de 600 milhões de euros, pagas pelo Orçamento do Estado. Dados do primeiro semestre indicam que a recolha para reciclagem estagnou.</P><br />
<P>Portugal foi o 19.º país da União Europeia a adotar o sistema. Atualmente há já mais de 2.500 Pontos volta automáticos, por exemplo em supermercados. A estes juntam-se pontos de recolha manual e uma rede de 50 quiosques.</P><br />
<P>O reforço desta rede é indispensável, diz a associação, apontando que 54% dos resíduos urbanos ainda acabam em aterro.</P><br />
<P>No comunicado, a SDR esclarece ainda que o Volta não usa dinheiros públicos. </P><br />
<P>O investimento inicial foi feito pelos produtores/embaladores e embaladores/distribuidores e o financiamento é assegurado pelas entidades privadas e pelas receitas dos materiais recolhidos.</P><br />
<P>Os depósitos não reclamados (10 cêntimos por embalagem) não constituem lucro para a SDR Portugal nem receita para o Estado. São reinvestidos na operação e melhoria do sistema.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791694]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Armazém humanitário da UNICEF com danos graves após ataque russo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-armazem-humanitario-da-unicef-com-danos-graves-apos-ataque-russo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 07:53:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) alertou hoje que um armazém humanitário localizado na região de Kiev foi atingido no domingo durante um ataque do exército russo, destruindo mantimentos vitais destinados às famílias ucranianas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) alertou hoje que um armazém humanitário localizado na região de Kiev foi atingido no domingo durante um ataque do exército russo, destruindo mantimentos vitais destinados às famílias ucranianas.</P><br />
<P>A organização declarou, num comunicado, que &#8220;um armazém contratado pela UNICEF em Bilogorodka sofreu danos graves em resultado de ataques das Forças Armadas russas&#8221;, sublinhando que &#8220;a extensão total dos danos ainda está a ser avaliada&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;No momento do ataque, o armazém continha mais de 106.000 artigos com um valor estimado em mais de 3,4 milhões de euros&#8221;, explicou.</P><br />
<P>&#8220;Entre os artigos estavam geradores, água potável, &#8216;kits&#8217; de higiene e tanques de armazenamento de água, essenciais para a resposta da UNICEF na Ucrânia, especialmente para crianças e famílias em áreas de combate e para o inverno que se aproxima&#8221;, referiu a organização.</P><br />
<P>A UNICEF lamentou que este ataque faça parte das noites horríveis que as crianças estão a passar sem dormir, durante as quais &#8220;sirenes de ataque aéreo e explosões prolongam-se durante várias horas em Kiev e na região circundante&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Há vítimas e danos em casas. A UNICEF e os seus parceiros continuam a prestar assistência às crianças e famílias afetadas&#8221;, acrescentou o comunicado.</P><br />
<P>&#8220;A UNICEF está profundamente preocupada com as contínuas mortes e ferimentos de crianças na Ucrânia. Junho registou o maior número mensal de vítimas infantis desde 2022, com sete crianças mortas e 116 feridas&#8221;, disse a organização, referindo que mais duas crianças foram mortas e 50 ficaram feridas na semana passada.</P><br />
<P>Neste sentido, a UNICEF enfatizou que &#8220;os ataques constantes estão também a dificultar a resposta humanitária&#8221;, especificando que &#8220;os danos em depósitos humanitários e os ataques contra o pessoal humanitário estão a impedir a entrega de ajuda vital a crianças e famílias afetadas pelo conflito&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estes ataques precisam parar. As crianças e as instalações humanitárias precisam de ser protegidas. As crianças na Ucrânia, em particular, precisam de uma paz duradoura&#8221;, acrescentou a UNICEF, quando acontece uma escalada dos ataques russos contra Kiev e a falta de progressos na frente diplomática, com os contactos paralisados há várias semanas.</P><br />
<P>A Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791692]]></sapo:autor>
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		<title>Maioria dos portugueses quer Orçamento do Estado para 2027 aprovado e rejeita nova crise política, revela sondagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 07:48:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os dados indicam uma preferência clara pela estabilidade política, com mais de metade dos inquiridos a defender que a oposição deve permitir a aprovação do documento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Orçamento do Estado para 2027 deverá ser viabilizado para evitar uma nova crise política. Essa é a posição da maioria dos portugueses, de acordo com um novo barómetro, realizado numa altura em que faltam cerca de dois meses e meio para a apresentação da proposta orçamental e em que tanto PS como Chega continuam sem revelar qual será o sentido de voto. Os dados indicam uma preferência clara pela estabilidade política, com mais de metade dos inquiridos a defender que a oposição deve permitir a aprovação do documento.</p>
<p>Segundo um barómetro da Intercampus divulgado pelo <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/economia/financas-publicas/orcamento-do-estado/detalhe/barometro-maioria-diz-que-oposicao-deve-deixar-passar-orcamento-para-2027" target="_blank" rel="noopener">Negócios, em parceria com o Correio da Manhã, a CMTV e a NOW</a>, 50,8% dos inquiridos consideram que os partidos da oposição devem viabilizar o Orçamento do Estado para 2027, enquanto 22% defendem que o documento deve ser chumbado. Mais de um quarto dos participantes respondeu que não sabe ou preferiu não responder. Quando questionados sobre qual dos dois maiores partidos da oposição — PS ou Chega — deverá viabilizar o diploma, os resultados revelam uma divisão praticamente equilibrada, embora exista uma ligeira inclinação para o Chega, liderado por André Ventura.</p>
<p>A indefinição mantém-se no plano político. Nas últimas semanas, o secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, afirmou que o partido ainda não tomou uma decisão sobre o OE 2027 e admitiu que um voto contra continua a ser uma possibilidade, embora tenha apontado como condições a defesa da Constituição, a salvaguarda das pensões e o reforço do investimento na Saúde. O contexto parlamentar também se alterou nos últimos meses, com o Chega a afastar-se do Governo ao inviabilizar alterações ao Código do Trabalho propostas pelo Executivo, enquanto o PS acabou por viabilizar a Prestação Social Única (PSU).</p>
<p>O estudo mostra ainda que os portugueses privilegiam claramente a estabilidade governativa caso o Orçamento venha a ser rejeitado. 65,1% dos inquiridos defendem que o Governo deverá apresentar uma nova proposta orçamental, enquanto apenas 20,4% consideram que o chumbo do documento deve conduzir à realização de eleições legislativas antecipadas, refletindo um receio generalizado de uma nova crise política.</p>
<p>O Governo da Aliança Democrática governa atualmente com 91 dos 230 deputados, longe dos 116 necessários para alcançar a maioria absoluta. No atual quadro parlamentar, o Chega é a segunda maior força política, com 60 deputados, à frente do PS, que conta com 58 parlamentares. Para garantir a aprovação do Orçamento do Estado para 2027, o Executivo terá de repetir uma solução semelhante à adotada este ano, obtendo a abstenção socialista, ou conseguir o apoio do Chega, cenário que permanece envolto em incerteza.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791687]]></sapo:autor>
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		<title>Sete anos de prisão para líder de rede de tráfico de bebés na Indonésia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 07:32:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um tribunal da cidade indonésia de Bandung condenou hoje uma mulher a sete anos de prisão, por dirigir uma rede de tráfico de bebés entre a Indonésia e Singapura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um tribunal da cidade indonésia de Bandung condenou hoje uma mulher a sete anos de prisão, por dirigir uma rede de tráfico de bebés entre a Indonésia e Singapura.</P><br />
<P>Lie Siu Luan, cidadã indonésia, foi considerada culpada pelo recrutamento, acolhimento, envio e transferência de vítimas &#8220;para fins de exploração&#8221;, declarou o juiz.</P><br />
<P>Outros membros da mesma rede devem começar a ser julgados esta semana em Bandung, na província de Java Ocidental.  </P><br />
<P>A acusação tinha pedido uma pena de 10 anos de prisão para a mulher de 70 anos, que admitiu ter enviado pelo menos 12 bebés para Singapura e liderado um grupo de 19 pessoas envolvidas na rede de tráfico desmantelada pelas autoridades indonésias no ano passado.</P><br />
<P>De acordo com a acusação, Lie Siu Lan iniciou a operação de tráfico para Singapura após um pedido, em 2022, de um residente da cidade Estado que desejava adotar uma criança sob pagamento de 17 mil dólares de Singapura (11.500 euros).</P><br />
<P>Outra arguida, Astri Fitrinika foi também considerada culpada de uma acusação semelhante e condenada a seis anos e sete meses de prisão.</P><br />
<P>As arguidas foram detidas no ano passado, depois de um dos pais ter denunciado à polícia, na província de Java Ocidental, o rapto do filho recém-nascido.</P><br />
<P>Os membros da rede desempenhavam papéis distintos: alguns eram responsáveis por encontrar os bebés, outros por cuidar das crianças e alguns tratavam dos documentos e dos passaportes.</P><br />
<P>A polícia resgatou vários bebés que estavam sob o controlo da rede na Indonésia antes de serem vendidos.</P><br />
<P>Outros bebés, rejeitados por potenciais clientes em Singapura, já tinham sido vendidos na Indonésia, incluindo a pais adotivos na capital, Jacarta.</P><br />
<P>O tráfico de pessoas é um problema recorrente na Indonésia, um vasto arquipélago composto por mais de 17 mil ilhas.</P><br />
<P>Num dos casos mais graves dos últimos anos, pelo menos 57 pessoas foram encontradas fechadas em jaulas numa plantação de óleo de palma na província de Sumatra do Norte, em 2022.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791676]]></sapo:autor>
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		<title>Israel: Bombardeamento israelita mata família com quatro crianças em Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 07:25:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O exército israelita matou hoje um casal e quatro filhos, de 12, 11, nove e cinco anos, ao bombardear com um drone a casa onde viviam, na Cidade de Gaza, informou o Ministério da Saúde de Gaza.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O exército israelita matou hoje um casal e quatro filhos, de 12, 11, nove e cinco anos, ao bombardear com um drone a casa onde viviam, na Cidade de Gaza, informou o Ministério da Saúde de Gaza.</P><br />
<P>&#8220;As nossas equipas recuperaram os corpos de cinco mártires (uma mãe, um filho e três filhas) após um bombardeamento israelita atingir a casa da família Al Masri, em frente à Câmara de Comércio, no sul da Cidade de Gaza, ao amanhecer do dia de hoje&#8221;, indica um comunicado do serviço de emergência da Defesa Civil do enclave, embora o Ministério da Saúde indique um total de seis vítimas. </P><br />
<P>Segundo a informação prestada pelo Ministério da Saúde de Gaza à agência EFE, no total terão sido seis as vítimas mortais: Firas (pai) e Salsabil (mãe), ambos de 33 anos; Amira, de cinco anos; Salma, de nove anos; Ferial, de 11 anos, e Naim, de 12 anos.</P><br />
<P>De acordo com a Defesa Civil, os bombeiros estiveram no local para impedir que o incêndio de grandes proporções, provocado pelo bombardeamento, se alastrasse às casas vizinhas. </P><br />
<P>Contactado pela EFE, o exército israelita reconheceu o bombardeamento, mas enfatizou que o alvo era um membro do grupo islâmico palestiniano Hamas.</P><br />
<P>Este é o segundo ataque em poucos dias em que as forças armadas israelitas matam uma família e um grande número de crianças.</P><br />
<P>No sábado, o exército também matou cinco membros da família Nasman num outro ataque a uma casa na capital de Gaza. Nesse ataque, além dos pais, a filha de oito anos, Awa, e os filhos, Ibrahim e Yahya, de 15 e 17 anos, também foram mortos.</P><br />
<P>Israel divulgou hoje um comunicado alegando que Adham Nasman, pai das crianças, pertencia à Brigada de Gaza do Hamas.</P><br />
<P>Questionado sobre as mortes das três crianças e da mãe, um porta-voz do exército afirmou que haviam sido tomadas &#8220;medidas de precaução&#8221; para evitar baixas civis, como o uso de munições de precisão.</P><br />
<P>Na sexta-feira, Israel bombardeou um cortejo fúnebre no campo de refugiados de Nuseirat, matando sete pessoas. </P><br />
<P>Embora alegasse estar a investigar as &#8220;alegações&#8221; de baixas civis no ataque, o exército israelita divulgou um comunicado acusando uma das sete vítimas de pertencer à Jihad Islâmica.</P><br />
<P>Esses ataques seguem um padrão no qual Israel está a aumentar a frequência e a letalidade dos seus bombardeamentos em Gaza, tornando cada vez mais comum que os dias terminem com mais de uma dúzia de mortes, desrespeitando o cessar-fogo em vigor desde outubro de 2025. </P><br />
<P>Desde então, Israel matou mais de 1.150 pessoas em Gaza, segundo o Ministério da Saúde. </P><br />
<P>O número total de mortes subiu para quase 73.300 desde 07 de outubro de 2023, quando Israel lançou a sua ofensiva em retaliação ao ataque de milícias de Gaza no seu território, no qual 1.200 pessoas foram mortas e 251 sequestradas. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791675]]></sapo:autor>
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		<title>China considera limitar exportação de tecnologias de IA e semicondutores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 07:23:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os reguladores chineses estão a estudar o reforço dos controlos às exportações de tecnologias de inteligência artificial e de semicondutores para impedir que avanços considerados estratégicos acabem nas mãos de países ocidentais, noticiou hoje o jornal Financial Times.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os reguladores chineses estão a estudar o reforço dos controlos às exportações de tecnologias de inteligência artificial e de semicondutores para impedir que avanços considerados estratégicos acabem nas mãos de países ocidentais, noticiou hoje o jornal Financial Times.</P><br />
<P>Segundo o jornal britânico, que cita fontes envolvidas nas discussões, organismos liderados pelo ministério do Comércio consultaram algumas das maiores empresas chinesas de IA e de semicondutores sobre formas de impedir que tecnologias avançadas e empresas emergentes de destaque sejam adquiridas por grupos estrangeiros.</P><br />
<P>Entre as empresas consultadas figuram a Alibaba, a ByteDance e a Zhipu. Segundo o FT, Pequim discutiu com estas empresas possíveis limitações à transferência para o exterior de dados essenciais para o treino de modelos de IA, bem como ao descarregamento, por utilizadores estrangeiros, dos pesos (&#8216;weights&#8217;) desses modelos, ou seja, os ficheiros que contêm grande parte do conhecimento adquirido durante o treino.</P><br />
<P>As fontes citadas pelo jornal indicaram que a China continuaria a permitir o acesso de clientes estrangeiros a modelos e serviços chineses de IA, mas poderá restringir algumas formas de descarregamento, implementação ou reutilização desses modelos fora do país.</P><br />
<P>O debate surge numa altura em que empresas como a Moonshot AI, a DeepSeek e a Zhipu aceleram a aposta em modelos de código aberto, uma abordagem que permite a utilizadores e empresas instalar os modelos nos seus próprios servidores e adaptá-los a necessidades específicas, ao contrário do modelo fechado adotado por empresas norte-americanas como a OpenAI ou a Anthropic.</P><br />
<P>A questão ganhou relevância após o recente lançamento do Kimi K3, da Moonshot, um modelo cujo desempenho rivaliza com os sistemas norte-americanos mais avançados, segundo comparações especializadas.</P><br />
<P>O ministério do Comércio terá igualmente solicitado pareceres sobre eventuais restrições destinadas a impedir que fabricantes estrangeiros de semicondutores, entre eles a Qualcomm e a TSMC, produzam &#8216;chips&#8217; avançados com base em projetos desenvolvidos por empresas chinesas como a Huawei, a Alibaba ou a ByteDance.</P><br />
<P>Outra das medidas em estudo diz respeito à aquisição, por grupos estrangeiros, de empresas tecnológicas chinesas, sobretudo nas áreas de agentes de IA. </P><br />
<P>Segundo o FT, Pequim considera existir uma lacuna regulamentar que permitiu a aquisição da Manus pela Meta Platforms por 2.000 milhões de dólares (cerca de 1.750 milhões de euros), operação que as autoridades chinesas mandaram posteriormente desfazer.</P><br />
<P>As novas medidas poderão ser incluídas na próxima revisão do catálogo chinês de tecnologias cuja exportação é proibida ou sujeita a restrições.</P><br />
<P>Os planos das autoridades chinesas surgem após uma semana de intensa atividade no setor da IA, marcada pela realização da Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC), em Xangai, que serviu de montra às ambições de Pequim nesta área.</P><br />
<P>Nesse evento, o Presidente chinês, Xi Jinping, defendeu uma governação global da IA &#8220;precisa e eficaz&#8221;, numa altura em que a China procura reduzir a distância relativamente aos Estados Unidos, apesar das restrições impostas por Washington à exportação de semicondutores avançados.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791674]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Nova infraestrutura de regadio entra em funcionamento: Governo inaugura hoje projeto estratégico para o Alentejo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nova-infraestrutura-de-regadio-entra-em-funcionamento-governo-inaugura-hoje-projeto-estrategico-para-o-alentejo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 07:15:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Campo Maior vive esta terça-feira um dos momentos mais relevantes para o futuro do setor agrícola do concelho com a inauguração da rede de rega do Aproveitamento Hidroagrícola do Xévora (AHX), uma infraestrutura considerada estratégica para o desenvolvimento do Norte Alentejano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Campo Maior vive esta terça-feira um dos momentos mais relevantes para o futuro do setor agrícola do concelho com a inauguração da rede de rega do Aproveitamento Hidroagrícola do Xévora (AHX), uma infraestrutura considerada estratégica para o desenvolvimento do Norte Alentejano. A cerimónia conta com a presença do ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, e assinala a entrada em funcionamento de uma obra que representa um investimento superior a 18,9 milhões de euros e que permitirá levar água a uma área agrícola de 1.560 hectares.</p>
<p>O empreendimento constitui uma das principais apostas na modernização do regadio da região e pretende aumentar a competitividade das explorações agrícolas, criar melhores condições para a produção, estimular o investimento privado e contribuir para combater o despovoamento de um território marcado pelos desafios demográficos. Inserido na bacia hidrográfica do rio Guadiana, o Aproveitamento Hidroagrícola do Xévora é alimentado pela barragem do Abrilongo e foi concebido para assegurar uma distribuição de água eficiente, sustentável e adaptada às necessidades da agricultura moderna.</p>
<p>A autarquia de Campo Maior descreve o Aproveitamento Hidroagrícola do Xévora como um verdadeiro projeto estruturante para a região. A infraestrutura beneficia diretamente uma área agrícola de 1.560 hectares e foi concebida para reforçar a capacidade produtiva do concelho através de um sistema moderno de regadio, considerado essencial para aumentar o valor acrescentado das explorações agrícolas.</p>
<p>Além do impacto direto na agricultura, o projeto pretende dinamizar a economia local, incentivar novos investimentos, criar condições para a instalação de empresas ligadas ao setor agroalimentar e contribuir para a fixação de população num território particularmente afetado pelo envelhecimento e pela perda de habitantes.</p>
<p>A nova rede de rega integra cerca de 44 quilómetros de condutas, 70 hidrantes, 106 bocas de rega e uma estação elevatória, permitindo distribuir água sob pressão de forma eficiente e com um forte aproveitamento da gravidade, reduzindo os consumos energéticos sempre que possível.</p>
<p>O sistema foi desenvolvido para responder às atuais exigências do setor agrícola, proporcionando um abastecimento mais eficaz e uma gestão mais racional dos recursos hídricos, fator considerado cada vez mais importante perante os efeitos das alterações climáticas e da maior pressão sobre a disponibilidade de água.</p>
<p><strong>Projeto foi adaptado para proteger os valores ambientais</strong><br />
O Aproveitamento Hidroagrícola do Xévora sofreu alterações durante o seu desenvolvimento na sequência da Declaração de Impacte Ambiental Favorável Condicionada emitida em 19 de maio de 2022.</p>
<p>A reformulação do projeto procurou compatibilizar as necessidades do regadio com a proteção dos valores ambientais existentes na área de intervenção, tendo igualmente sido realizadas consultas às entidades do Reino de Espanha, dada a proximidade da zona fronteiriça e o enquadramento hidrográfico do empreendimento.</p>
<p>As alterações introduzidas permitiram dar continuidade ao investimento conciliando o desenvolvimento agrícola com as exigências ambientais definidas para a execução da obra.</p>
<p><strong>Obra desenvolvida em três fases</strong><br />
A concretização do Aproveitamento Hidroagrícola do Xévora foi planeada em três fases distintas.</p>
<p>A primeira correspondeu à construção da barragem do Abrilongo, concluída no ano 2000, criando a reserva de água necessária para abastecer todo o sistema.</p>
<p>A segunda fase, agora concluída e inaugurada, incidiu na construção da rede de rega propriamente dita. A empreitada foi adjudicada em 27 de agosto de 2024 e consignada em 14 de janeiro de 2025, permitindo executar toda a infraestrutura de distribuição de água que entra agora em funcionamento.</p>
<p>A terceira fase prevê a construção da estação elevatória destinada a reforçar a eficiência energética e a segurança do sistema, bem como a implementação das medidas de compensação ambiental, incluindo a compensação de quercíneas e as restantes ações previstas na Declaração de Impacte Ambiental.</p>
<p><strong>Investimento ultrapassa os 18,9 milhões e financiamento global ascende a 25 milhões de euros</strong><br />
A construção da rede de rega representou um investimento superior a 18,9 milhões de euros, financiado através do Programa de Desenvolvimento Rural (PDR2020).</p>
<p>A empreitada foi promovida pela Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR), entidade responsável pela concretização deste investimento público.</p>
<p>No conjunto das diferentes fases previstas para o Aproveitamento Hidroagrícola do Xévora, o financiamento global ascende aos 25 milhões de euros, verba que permitirá concluir todas as componentes da infraestrutura hidroagrícola, incluindo os trabalhos ainda previstos para a terceira fase.</p>
<p><strong>Ministro da Agricultura preside à cerimónia</strong><br />
A inauguração arranca durante a manhã no Centro Cultural de Campo Maior, onde decorre a receção dos convidados.</p>
<p>O programa contempla posteriormente uma visita ao perímetro de rega, seguindo-se uma deslocação ao primeiro hidrante da rede, localizado na Herdade dos Azeiteiros, onde será efetuada a abertura simbólica da água e apresentada a componente ambiental do projeto.</p>
<p>A cerimónia prossegue na barragem do Abrilongo, no início da rede de rega, onde estão previstas intervenções do diretor-geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural, José Eduardo Reis, do presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Luís Rosinha, e do ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes.</p>
<p>O programa termina com o descerramento da placa comemorativa da obra e com a bênção da infraestrutura, assinalando oficialmente a entrada em funcionamento de um investimento que pretende marcar uma nova etapa para o regadio, a agricultura e o desenvolvimento económico de Campo Maior e do Norte Alentejano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791516]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump recebe hoje presidente do Líbano para reunião decisiva sobre Hezbollah, Israel e futuro do cessar-fogo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 07:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebe esta terça-feira, na Casa Branca, o homólogo libanês, Joseph Aoun, numa reunião considerada determinante para o futuro da estabilidade no sul do Líbano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebe esta terça-feira, na Casa Branca, o homólogo libanês, Joseph Aoun, numa reunião considerada determinante para o futuro da estabilidade no sul do Líbano. A visita, a primeira de um chefe de Estado libanês a Washington em quase duas décadas, decorre num momento particularmente sensível, com tropas israelitas ainda presentes em território libanês, centenas de milhares de deslocados e negociações em curso para consolidar o cessar-fogo e avançar para a retirada progressiva de Israel. Antes do encontro com Trump, Joseph Aoun reúne-se também com vários responsáveis da Administração norte-americana para discutir a implementação do acordo mediado pelos Estados Unidos e o reforço da soberania libanesa.</p>
<p>Segundo a Reuters, Joseph Aoun pretende apresentar a Donald Trump um plano escrito para o desarmamento do Hezbollah, ao mesmo tempo que solicitará ao Presidente norte-americano que exerça pressão sobre Israel para cumprir o acordo alcançado entre os dois países a 26 de junho. Antes da deslocação a Washington, o chefe de Estado libanês afirmou que irá pedir a Trump que &#8220;exerça a pressão necessária sobre Israel&#8221; para implementar esse entendimento, que prevê o desarmamento progressivo do Hezbollah, a retirada faseada das forças israelitas do sul do Líbano e a criação das condições para relações mais pacíficas entre os dois países. Um responsável libanês citado pela agência considera que Aoun acredita que &#8220;apenas Trump possui a influência necessária&#8221; para convencer Israel a retirar as tropas e permitir ao Líbano recuperar plenamente a sua soberania.</p>
<p>O encontro acontece poucos dias depois de os Estados Unidos terem anunciado que as negociações realizadas em Roma entre representantes libaneses e israelitas produziram resultados positivos e que a execução das primeiras zonas-piloto de retirada israelita deverá arrancar &#8220;nos próximos dias&#8221;. Paralelamente, Joseph Aoun iniciou a visita oficial aos Estados Unidos com reuniões de alto nível, incluindo um encontro com o secretário de Estado, Marco Rubio. De acordo com a Presidência libanesa, ambos defenderam a necessidade de implementar rapidamente o acordo mediado por Washington, começando precisamente pela retirada inicial das forças israelitas do sul do país. Após a reunião, o Departamento de Estado norte-americano elogiou os esforços do Governo libanês para &#8220;reclamar a soberania do Líbano, desarmar o Hezbollah, desmantelar a sua infraestrutura terrorista e avançar para a paz&#8221;.</p>
<p>A deslocação de Joseph Aoun reveste-se igualmente de forte significado político. Trata-se da primeira visita de um Presidente libanês à Casa Branca desde que Michel Sleiman se reuniu com Barack Obama, em 2009. Antigo comandante das Forças Armadas libanesas apoiadas pelos Estados Unidos, Aoun foi eleito Presidente no ano passado, após mais de dois anos de vazio presidencial, num contexto profundamente alterado pela ofensiva israelita de 2024 contra o Hezbollah e pela queda do antigo Presidente sírio Bashar al-Assad, acontecimentos que enfraqueceram significativamente a influência do movimento xiita apoiado pelo Irão. Desde a tomada de posse, o chefe de Estado assumiu como prioridade restaurar o &#8220;monopólio das armas pelo Estado&#8221;, transformando o desarmamento do Hezbollah num dos principais objetivos da sua Presidência.</p>
<p>Contudo, esse objetivo enfrenta fortes obstáculos. O Hezbollah rejeita qualquer processo de negociações diretas entre Beirute e Israel e opõe-se às tentativas de entregar o seu arsenal ao Estado libanês. Por sua vez, Israel mantém que não retirará totalmente as tropas enquanto o grupo armado não for desarmado. A situação agravou-se após o recomeço dos confrontos em março, quando o Hezbollah lançou ataques contra Israel em apoio ao Irão, desencadeando uma nova ofensiva israelita em território libanês. Segundo dados do Ministério da Saúde do Líbano citados pela Reuters, o conflito provocou mais de 4.300 mortos, incluindo centenas de crianças, mulheres e profissionais de saúde, embora os números não distingam entre civis e combatentes.</p>
<p>Apesar das críticas internas, Joseph Aoun tem mantido uma posição firme. O Presidente libanês responsabilizou o Hezbollah por arrastar o país para um novo conflito e defendeu que o Líbano está a ser destruído &#8220;por causa do Irão&#8221;. Também rompeu com décadas de política libanesa ao defender contactos diretos com Israel, uma posição inédita desde as sucessivas invasões israelitas iniciadas em 1978 e que desencadeou duras críticas por parte do Hezbollah e dos seus aliados. Ainda assim, recusou até agora seguir o apelo de Donald Trump para um encontro direto com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu.</p>
<p>A reunião desta terça-feira poderá, assim, tornar-se um momento decisivo para o futuro da segurança regional. Além da retirada das forças israelitas e da aplicação do acordo mediado por Washington, estará em cima da mesa a consolidação do cessar-fogo, o reforço das instituições do Estado libanês, a continuação das reformas económicas prometidas por Joseph Aoun e a definição do papel dos Estados Unidos na estabilização do Líbano, numa altura em que Beirute procura recuperar o controlo efetivo do território e evitar uma nova escalada militar na região.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791537]]></sapo:autor>
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		<title>Chegam 59 milhões de euros para cumprir todos os seus sonhos? Hoje há jackpot no Euromilhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 06:45:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Teste a sua pontaria no Euromilhões uma vez que estão em jogo 50 milhões de euros no sorteio de hoje, depois de, no último sorteio, não ter saído o primeiro prémio a qualquer apostador. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje é terça-feira de 59 milhões de euros, uma &#8216;folga&#8217; no seu orçamento bem desejada, ou a hipótese de umas férias (bem) prolongadas. Teste a sua pontaria no Euromilhões uma vez que estão em jogo 50 milhões de euros no sorteio de hoje, depois de, no último sorteio, não ter saído o primeiro prémio a qualquer apostador. Assim, hoje, à distância de cinco números e duas estrelas, tem a oportunidade de rechear a carteira.</p>
<p>Semanalmente são muitos os que fazem as suas apostas no Euromilhões, na esperança de se tornarem os próximos afortunados deste sorteio, realizado às terças e sextas-feiras à noite em Paris. Com um preço de 2,5 euros por aposta, os jogadores escolhem cinco números e duas estrelas nas apostas simples, ou até 10 números e cinco estrelas nas apostas múltiplas, com o preço a variar consoante o número de apostas realizadas.</p>
<p>As probabilidades de ganhar são ínfimas – uma em 139.838.160. No entanto, um grupo de matemáticos acredita ter encontrado a chave para aumentar essas probabilidades, indica o ’20 Minutos’.</p>
<p><strong>Aumentar as Probabilidades: A Chave Matemática</strong></p>
<p>O Euromilhões segue um formato de lotaria 5/50, onde os jogadores devem escolher cinco números entre 1 e 50. Para calcular as combinações totais possíveis, usa-se a fórmula do coeficiente binomial:</p>
<p>N = 50 números<br />
R = 5 combinações</p>
<p>50C5 = 2.118.760</p>
<p>Isto significa que existem mais de 2 milhões de formas possíveis de combinar os números no Euromilhões. Sem considerar os números, as probabilidades são tão baixas que é mais provável tornar-se presidente do que ganhar o Euromilhões. O primeiro passo é, portanto, reduzir o número de combinações possíveis, onde as matemáticas entram em jogo.</p>
<p>Mark Glickman, professor de estatística na Universidade de Harvard, determinou que a única forma de aumentar as probabilidades de ganhar é comprando mais bilhetes para cada sorteio. Em 2021, explicou à CNBC: “Isto deve-se ao facto de que as probabilidades permanecem as mesmas independentemente dos números escolhidos ou se compras um bilhete para cada sorteio.”</p>
<p><strong>Padrões de Combinação Ideal</strong></p>
<p>Segundo a Lottery Codex, existe um padrão ideal que deve ser seguido para aumentar as probabilidades. A combinação de números ímpares e pares parece ser crucial. A tabela elaborada pela Lottery Codex mostra os padrões completos e as suas probabilidades correspondentes:</p>
<p>Combinação de 3 números ímpares e 2 pares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 3 números pares e 2 ímpares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 1 número ímpar e 4 pares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 1 número par e 4 ímpares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 5 números ímpares e nenhum par: 0,025 probabilidades<br />
Combinação de 5 números pares e nenhum ímpar: 0,025 probabilidades</p>
<p>Apesar das probabilidades extremamente baixas, aplicar estratégias matemáticas pode marginalmente aumentar as chances de ganhar no Euromilhões. Comprando mais bilhetes e utilizando combinações equilibradas de números ímpares e pares, os jogadores podem tentar desafiar as probabilidades. No entanto, é essencial lembrar que, em jogos de azar, não há garantias de vitória.</p>
<p><strong>Os números que saem mais e menos</strong></p>
<p>No caso de nenhum jogador ganhar o jackpot, o prémio máximo passa para o sorteio seguinte. Como um sorteio regular, se não houver vencedores do prémio máximo então o jackpot irá continuar a passar para o seguinte até atingir o prémio máximo ou limite de jackpot. O limite de jackpot aumentou de 230 para 240 milhões de euros em julho de 2022.</p>
<p>Assim, se já está a sonhar com o prémio saiba quais são os números que saíram mais vezes até agora e que lhe podem dar acesso ao jackpot.</p>
<p>De acordo com dados disponibilizados pela Santa Casa da Misericórdia, os números que durante os 16 anos em que o concurso está em vigor saíram mais vezes são: o 44 (224 vezes), o 42 (222 vezes), o 23 (221 vezes), além do 19 e 29 (217 vezes). Já nas estrelas ‘aposte’ no 3 (390 vezes) e no 2 (385 vezes).</p>
<p>As estatísticas mostram também que se devem evitar os números 22, 33, 46, 40 e 18, que são os que menos saem desde 2004 – mesmo o 41, 43 e 2 são ‘de evitar’. As estrelas a fugir, seguindo o mesmo raciocínio, são o 10, 11 e o 12.</p>
<p>Ao todo, desde a criação do sorteio, já houve 78 portugueses a entrar para o clube dos euromilionários.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791517]]></sapo:autor>
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		<title>Crise política na Finlândia: Primeiro-ministro esclarece hoje apoio de 35 milhões de euros a projeto imobiliário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 06:45:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro da Finlândia, Petteri Orpo, enfrenta esta terça-feira um dos momentos politicamente mais delicados desde que assumiu funções, ao prestar esclarecimentos no Parlamento sobre a controversa decisão do Governo de apoiar com 35 milhões de euros o projeto Helsinki Garden.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro da Finlândia, Petteri Orpo, enfrenta esta terça-feira um dos momentos politicamente mais delicados desde que assumiu funções, ao prestar esclarecimentos no Parlamento sobre a controversa decisão do Governo de apoiar com 35 milhões de euros o projeto Helsinki Garden, um complexo destinado a acolher eventos desportivos e culturais na capital finlandesa. A oposição exige respostas sobre a forma como foi tomada a decisão, levantando suspeitas de favorecimento político, utilização questionável de dinheiros públicos e eventuais conflitos de interesses.</p>
<p>A polémica dominou a agenda política finlandesa durante as últimas semanas e ganhou maior dimensão devido ao facto de Orpo se ter mantido praticamente afastado do escrutínio público durante o período de férias. Com menos de um ano para as próximas eleições legislativas, os partidos da oposição consideram que o caso representa uma oportunidade para colocar o Governo sob forte pressão política, sobretudo depois de uma sondagem indicar que os cidadãos consideram Petteri Orpo o primeiro-ministro finlandês menos bem-sucedido da história recente.</p>
<p><strong>Projeto de 35 milhões de euros está no centro da polémica</strong><br />
O caso envolve o Helsinki Garden, um projeto desenvolvido há vários anos que prevê a construção de um grande complexo de eventos e desporto junto ao Estádio Olímpico de Helsínquia.</p>
<p>Inicialmente, os promotores solicitaram ao Ministério das Finanças uma garantia estatal para um empréstimo de 110 milhões de euros. No entanto, documentos internos divulgados pela comunicação social finlandesa revelaram que os técnicos do ministério classificaram o investimento como arriscado, alertando para possíveis derrapagens financeiras, atrasos na execução da obra e para a existência de outros projetos semelhantes nas proximidades que poderiam comprometer a viabilidade económica do empreendimento.</p>
<p>Apesar dessas reservas técnicas, o Governo acabou por aprovar um apoio estatal condicionado de 35 milhões de euros, decisão que está agora no centro da controvérsia política.</p>
<p><strong>Ligações políticas alimentam suspeitas</strong><br />
Grande parte das críticas incide sobre o papel desempenhado por Jan Vapaavuori, responsável pelo projeto Helsinki Garden.</p>
<p>Vapaavuori foi presidente da Câmara de Helsínquia, ministro da Economia e vice-presidente do Banco Europeu de Investimento, sendo igualmente membro do Partido da Coligação Nacional, a mesma força política liderada por Petteri Orpo.</p>
<p>Segundo notícias divulgadas pela imprensa finlandesa, Jan Vapaavuori terá continuado a contactar membros do Governo e altos responsáveis políticos, incluindo o próprio primeiro-ministro, depois de os serviços técnicos terem considerado o projeto demasiado arriscado para beneficiar do apoio inicialmente solicitado.</p>
<p>Acresce que Vapaavuori não registou esses contactos no registo oficial de transparência sobre atividades de lobbying, obrigação prevista para este tipo de interações. O responsável admitiu posteriormente que irá atualizar essa informação.</p>
<p>Petteri Orpo rejeita qualquer favorecimento e garante que nem as ligações partidárias nem relações pessoais influenciaram a decisão de conceder os 35 milhões de euros.</p>
<p>Ainda assim, na Finlândia, país que ocupa habitualmente os primeiros lugares dos índices internacionais de perceção da corrupção — surgindo atualmente na segunda posição do índice da Transparency International — até a simples aparência de falta de imparcialidade é suficiente para desencadear um intenso escrutínio político e mediático.</p>
<p><strong>Oposição exige explicações ao primeiro-ministro</strong><br />
Os sociais-democratas lideram as críticas ao Governo.</p>
<p>A vice-presidente do partido, Niina Malm, defende que Petteri Orpo tem a obrigação de esclarecer todas as dúvidas existentes perante o Parlamento.</p>
<p>&#8220;O primeiro-ministro tem a responsabilidade de garantir que a responsabilização parlamentar é respeitada e estas questões sem resposta são particularmente graves, tendo em conta a difícil situação orçamental da Finlândia, sobretudo quando o país está atualmente sujeito ao procedimento por défice excessivo da Comissão Europeia&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo a dirigente social-democrata, compete ao chefe do Governo &#8220;apresentar os factos e dissipar quaisquer suspeitas de conduta antiética&#8221;.</p>
<p>&#8220;Enquanto esta questão não ficar resolvida e Orpo não responder a estas perguntas, uma nuvem de suspeição continuará a pairar sobre todo o projeto&#8221;, acrescentou.</p>
<p><strong>Críticas multiplicam-se entre os partidos</strong><br />
As críticas não se limitam ao Partido Social-Democrata.</p>
<p>O Partido do Centro questiona como foi possível a ministra das Finanças, Riikka Purra, líder do Partido dos Finlandeses, aprovar um apoio de 35 milhões de euros para o Helsinki Garden ao mesmo tempo que promove cortes no financiamento de infraestruturas desportivas noutras regiões do país.</p>
<p>Já a Aliança de Esquerda acusa Petteri Orpo de ter prestado informações falsas ou deliberadamente enganadoras ao Parlamento relativamente ao processo de financiamento, considerando que essa situação poderá justificar a sua demissão.</p>
<p>Também a comunicação social tem alimentado a controvérsia.</p>
<p>Uma investigação conduzida pelo jornal Helsingin Sanomat concluiu que Petteri Orpo prestou &#8220;informações falsas&#8221; sobre o projeto em declarações públicas e que &#8220;os cálculos apresentados pelos promotores não foram verificados antes de o Governo tomar a decisão relativa ao apoio financeiro condicionado&#8221;.</p>
<p>Estas conclusões aumentaram a pressão sobre o executivo numa altura particularmente sensível do ponto de vista político.</p>
<p><strong>Parlamento pode não realizar sessão extraordinária</strong><br />
Apesar dos apelos da oposição para uma convocação extraordinária do Parlamento finlandês, essa decisão depende exclusivamente do presidente do Parlamento, Jussi Halla-aho.</p>
<p>Contudo, Halla-aho pertence precisamente ao Partido dos Finlandeses, parceiro de coligação do Governo liderado por Petteri Orpo, pelo que não é expectável que convoque uma sessão extraordinária do Eduskunta, o Parlamento unicameral composto por 200 deputados.</p>
<p>Ainda assim, Petteri Orpo enfrenta esta terça-feira uma forte pressão política para esclarecer todas as circunstâncias que envolveram o financiamento do Helsinki Garden, numa polémica que ameaça marcar a reta final da legislatura e que poderá assumir um peso significativo no debate político até às eleições parlamentares do próximo ano.</p>
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