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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>&#8220;Arrábida sem carros&#8221;: acesso às praias de Setúbal terá mais restrições já a partir desta quinta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 08:15:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Programa “Arrábida Sem Carros 2026”, aprovado pela Câmara Municipal de Setúbal, vai impor novas restrições à circulação automóvel até 15 de setembro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A época balnear nas praias da Arrábida arranca esta quinta-feira com regras mais apertadas para quem quiser chegar de carro a algumas das zonas balneares mais procuradas de Setúbal. O programa “Arrábida Sem Carros 2026”, aprovado pela Câmara Municipal de Setúbal, vai impor novas restrições à circulação automóvel até 15 de setembro, num ano marcado por riscos naturais, estradas danificadas e maior pressão sobre os acessos às praias.</p>
<p>As limitações abrangem sobretudo os acessos às praias de Albarquel, Figueirinha, Galapos, Creiro e Portinho da Arrábida. A autarquia justifica a decisão com a necessidade de garantir a segurança de pessoas e bens, proteger o património natural da Serra da Arrábida, prevenir riscos e incentivar o uso do transporte público em vez do automóvel particular.</p>
<p>A decisão surge num contexto mais difícil do que em anos anteriores. As tempestades registadas em janeiro e fevereiro agravaram os danos na rede viária costeira, obrigaram à supressão de uma das vias de acesso às praias de Albarquel e da Figueirinha e aumentaram a necessidade de intervenções em estradas e taludes. A isto soma-se a instabilidade do maciço rochoso que mantém encerrada a Rua Círio da Arrábida, entre a Figueirinha e Galapos, desde fevereiro de 2023.</p>
<p><strong>Carros particulares proibidos entre as 07h00 e as 20h00</strong></p>
<p>Entre as principais medidas do programa está a proibição da circulação de viaturas particulares nos acessos às praias de Albarquel e da Figueirinha, todos os dias, entre as 07h00 e as 20h00. Durante esse período, o acesso deverá ser feito através de transporte público, com algumas exceções.</p>
<p>Podem circular moradores, trabalhadores de empresas com atividade nas zonas abrangidas, veículos de emergência e socorro e viaturas com dístico de mobilidade condicionada. Os pedidos de cartão de circulação ou estacionamento autorizado devem ser submetidos através do formulário disponível no portal da Câmara Municipal de Setúbal ou enviados para o endereço eletrónico praias@mun-setubal.pt.</p>
<p>Também os acessos às praias do Portinho da Arrábida, Creiro e Galapos ficam condicionados no mesmo horário, entre as 07h00 e as 20h00. O objetivo é manter condições de segurança, garantir a circulação de veículos de emergência e evitar situações em que o estacionamento irregular bloqueie a passagem.</p>
<p><strong>Mais autocarros para chegar à praia</strong></p>
<p>Para compensar as restrições ao trânsito automóvel, a Câmara Municipal de Setúbal garante um reforço significativo da oferta de transportes públicos em articulação com a Transportes Metropolitanos de Lisboa. As linhas 4470, 4471, 4474 e 4477 serão reforçadas e estão abrangidas pelo passe Navegante.</p>
<p>Durante os fins de semana, a linha 4474, que serve a ligação à Figueirinha, deverá ter frequências de 10 minutos nas horas de maior procura e de 15 minutos nos restantes períodos. De acordo com a autarquia, este reforço só é possível porque a via ficará disponível para a circulação dos transportes públicos em condições de segurança.</p>
<p>O CM refere ainda que, em alguns períodos, as carreiras para as praias poderão circular de 20 em 20 minutos, de 15 em 15 minutos ou até de 10 em 10 minutos nas horas de ponta, consoante a procura e a operação definida.</p>
<p><strong>Estacionamento da Figueirinha fica reservado</strong></p>
<p>A bolsa de estacionamento da Praia da Figueirinha ficará muito limitada durante a época balnear. Este ano, o estacionamento nessa zona será reservado a viaturas dos trabalhadores das concessões balneares, veículos de duas rodas e viaturas com dístico de mobilidade condicionada, até ao limite dos lugares existentes.</p>
<p>Na zona do Creiro continuará a funcionar o transporte público regular, bem como o Parque do Creiro, com cerca de 140 lugares tarifados sob gestão da Associação Baía de Setúbal.</p>
<p>Para quem optar por deixar o carro fora da zona costeira, a Câmara disponibiliza parques gratuitos em vários pontos. Entre as alternativas estão o parque junto ao Alegro Setúbal, com ligação à Figueirinha através da linha 4474, a zona da Várzea, perto do terminal rodoviário e servida pelas linhas 4474 e 4470, e o Mercado Mensal de Azeitão, com acesso à linha 4470 em direção ao Creiro.</p>
<p><strong>“Colocamos a segurança das pessoas em primeiro lugar”</strong></p>
<p>A vice-presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria do Carmo Tiago, defende que a medida resulta das recomendações das entidades responsáveis pela proteção e segurança e que a autarquia optou por não arriscar perante os condicionamentos existentes.</p>
<p>“Esta é uma decisão de responsabilidade. Optámos por seguir as recomendações das entidades de proteção e segurança e não facilitar. A última coisa que queríamos era ter de fechar a circulação a meio da época balnear porque tinha havido um acidente trágico”, afirmou.</p>
<p>A autarca sublinhou ainda que o objetivo é “colocar a segurança das pessoas em primeiro lugar” e, ao mesmo tempo, garantir que os visitantes continuam a poder usufruir das praias da Arrábida.</p>
<p>As intervenções de remoção de terras e estabilização das encostas deverão avançar apenas depois do final da época balnear. Até lá, o acesso às praias de Setúbal será feito com mais restrições, mais transporte público e menos espaço para o automóvel particular.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771820]]></sapo:autor>
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		<title>Há um Twingo elétrico cheio de SAPOS em Lisboa. E pode dar prémios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 08:00:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Marca é parceira oficial da Casa do SAPO powered by Renault Twingo, um espaço de hospitalidade pensado para receber cerca de 400 convidados por dia e que promete ser um dos pontos de encontro do verão lisboeta]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Renault Portugal juntou-se ao SAPO para levar o novo Renault Twingo E-Tech elétrico ao arraial Santos em Santos, que decorre até 19 de julho no Terrapleno de Santos, em Lisboa. A marca é parceira oficial da Casa do SAPO powered by Renault Twingo, um espaço de hospitalidade pensado para receber cerca de 400 convidados por dia e que promete ser um dos pontos de encontro do verão lisboeta.</p>
<p>Com vista privilegiada para o palco principal, serviço de restauração e programação própria, a Casa do SAPO powered by Renault Twingo vai combinar música, futebol, passatempos, convidados especiais e várias surpresas ao longo das próximas semanas. O espaço permitirá acompanhar concertos de alguns dos nomes mais populares da música portuguesa, bem como a transmissão de todos os jogos de Portugal no Mundial de Futebol.</p>
<p>A presença da Renault no evento não se limita à exposição do modelo. A marca preparou duas ativações interativas para aproximar o público do novo Twingo E-Tech elétrico, reforçando o posicionamento do automóvel como uma proposta urbana, descontraída e associada à diversão.</p>
<p><strong>Jogos, SAPO e prémios dentro do Twingo</strong></p>
<p>Na Casa do SAPO, os convidados podem participar no desafio &#8220;Quantos SAPOS estão no Twingo?&#8221;, uma ativação que convida os participantes a adivinhar quantos peluches da mascote SAPO se encontram no interior de um Renault Twingo E-Tech elétrico.</p>
<p>Os vencedores ficam habilitados a receber prémios como bilhetes para festivais de verão, experiências de entretenimento e outras ofertas exclusivas. A iniciativa junta o lado lúdico da marca à identidade do SAPO, num formato pensado para envolver os visitantes de forma simples e imediata.</p>
<p><strong>Escape Twingo leva o modelo ao recinto gratuito</strong></p>
<p>Fora da área de hospitalidade, no recinto geral do festival, a Renault criou também um espaço aberto a todos os visitantes, de entrada gratuita, onde três unidades do novo Renault Twingo E-Tech elétrico são as protagonistas da experiência &#8220;Escape Twingo&#8221;.</p>
<p>Inspirada no conceito dos escape rooms, a ativação desafia os participantes a resolver enigmas e provas cronometradas dentro do universo do Twingo. O objetivo é dar a conhecer o modelo de forma dinâmica e inesperada, traduzindo o ADN urbano e irreverente do automóvel.</p>
<p>Os participantes mais rápidos e eficazes recebem prémios e merchandising exclusivo da marca, numa experiência que combina jogo, descoberta e contacto direto com o novo modelo elétrico da Renault.</p>
<p><strong>Twingo quer conquistar o verão lisboeta</strong></p>
<p>Com esta parceria, a Renault reforça a ligação do Twingo E-Tech elétrico a um público urbano, jovem e descontraído, associando o modelo a um dos eventos mais marcantes da agenda de verão em Lisboa.</p>
<p>Entre concertos, jogos de futebol, desafios, prémios e momentos de convívio, a Casa do SAPO powered by Renault Twingo pretende transformar o novo Twingo E-Tech elétrico num dos protagonistas do arraial Santos em Santos, levando para o Terrapleno de Santos a energia e a irreverência que a Renault quer associar ao modelo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771779]]></sapo:autor>
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		<title>A nova febre do Mundial não vem em saquetas: Enquanto uns colecionam cromos, há quem colecione os novos selos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 07:45:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A corrida aos cromos do Mundial 2026 tem levado milhares de adeptos a procurar as figuras dos seus jogadores favoritos. Mas a paixão pelo futebol e pela Seleção Nacional não ficará apenas guardada nos álbuns: os CTT decidiram eternizar a participação portuguesa no Campeonato do Mundo também através de uma edição especial de selos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A corrida aos cromos do Mundial 2026 tem levado milhares de adeptos a procurar as figuras dos seus jogadores favoritos. Mas a paixão pelo futebol e pela Seleção Nacional não ficará apenas guardada nos álbuns: os CTT decidiram eternizar a participação portuguesa no Campeonato do Mundo também através de uma edição especial de selos.</p>
<p>Os CTT – Correios de Portugal e a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) lançaram uma emissão filatélica comemorativa dedicada ao Mundial 2026, que decorre entre 11 de junho e 19 de julho, numa iniciativa que pretende celebrar a presença da Seleção Nacional naquela que é a maior competição do futebol mundial.</p>
<p>A coleção é composta por booklets de selos personalizados inspirados na participação portuguesa e no universo do futebol, reunindo imagens e elementos representativos da equipa das quinas. Ao todo, foram produzidos 30 mil exemplares, cada um contendo 24 selos, disponíveis através dos canais habituais dos CTT.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-771771" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Selos-Mundial.jpg" alt="" width="1559" height="738" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Selos-Mundial.jpg 1559w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Selos-Mundial-300x142.jpg 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Selos-Mundial-900x426.jpg 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Selos-Mundial-768x364.jpg 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Selos-Mundial-1536x727.jpg 1536w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Selos-Mundial-1200x568.jpg 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Selos-Mundial-600x284.jpg 600w" sizes="(max-width: 1559px) 100vw, 1559px" /></p>
<p>Para Guy Pacheco, CEO dos CTT, a iniciativa representa uma forma de preservar um momento marcante da história do desporto nacional. “O selo é, há mais de um século, uma das formas mais duradouras de os CTT fixarem momentos que marcam a vida dos portugueses. Associá-lo à participação da Seleção Nacional no Campeonato do Mundo é, para nós, uma escolha natural: une duas instituições com história longa em Portugal e oferece aos portugueses, e aos colecionadores dentro e fora do país, uma peça que permanecerá como memória do Mundial 2026”, afirma.</p>
<p>Também o presidente da FPF, Pedro Proença, destaca o simbolismo da parceria. “A parceria agora estabelecida com os CTT representa a união de duas das principais marcas portuguesas, como forma de celebrar a participação da Seleção Nacional num Campeonato do Mundo que todos esperamos poder ficar para a história, imortalizando um momento de enorme significado para o futebol português”, sublinha.</p>
<p>A iniciativa procura juntar duas paixões que atravessam gerações: o colecionismo e o futebol. Se os cromos prometem ocupar as conversas e trocas entre adeptos durante o Mundial, os selos pretendem garantir uma recordação mais duradoura de uma competição que Portugal espera transformar numa página memorável da sua história desportiva.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771769]]></sapo:autor>
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		<title>A febre dos cromos do Mundial&#8217;2026 não é só futebol: especialista analisa como também pode ensinar as crianças a comunicar melhor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 07:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Diana Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Diana Moreira, terapeuta da fala, defende que a febre dos cromos pode funcionar como um verdadeiro laboratório natural de comunicação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As cadernetas e os cromos do Mundial voltaram a entrar nos recreios, nas salas de aula e nas conversas entre crianças. Para muitos adultos, a cena é conhecida: listas de repetidos, cromos que faltam, trocas feitas à pressa no intervalo e pequenas negociações em torno de jogadores, seleções e equipas. Mas aquilo que parece apenas uma brincadeira pode ter um valor educativo maior do que parece.</p>
<p>Diana Moreira, terapeuta da fala, defende que a febre dos cromos pode funcionar como um verdadeiro laboratório natural de comunicação. Ao falar sobre a coleção, explicar estratégias de troca, organizar cromos ou conversar com colegas sobre equipas e jogadores, a criança está a mobilizar competências linguísticas e sociais importantes.</p>
<p>“Quando uma criança fala sobre os seus cromos, explica estratégias de troca, organiza a sua coleção ou conversa com os colegas sobre equipas e jogadores, está a utilizar competências linguísticas complexas, sem sequer se aperceber”, explica a terapeuta.</p>
<p><strong>Uma brincadeira que aumenta o vocabulário</strong></p>
<p>Uma das primeiras áreas estimuladas é o vocabulário. Com a coleção, as crianças começam a usar palavras que muitas vezes não faziam parte do seu discurso habitual. Falam de seleções, campeonatos, grupos, eliminatórias, jogadores, avançados, defesas, capitães, estádios, pontuações e classificações.</p>
<p>Mas o impacto não fica limitado ao futebol. As cadernetas também introduzem conceitos ligados à organização, à negociação, à matemática e à geografia. Ao procurar jogadores de diferentes seleções, as crianças contactam com nomes de países, cidades, bandeiras e culturas, ampliando o conhecimento do mundo através de uma atividade que lhes parece apenas divertida.</p>
<p><strong>Trocar cromos obriga a comunicar</strong></p>
<p>O lado mais interessante desta febre está na necessidade de interação. Para completar a coleção, as crianças precisam de perguntar, pedir ajuda, explicar o que procuram, negociar, justificar escolhas, argumentar e ouvir o outro.</p>
<p>Estas competências fazem parte da comunicação funcional trabalhada na terapia da fala. Ao contrário de muitas atividades digitais, nas quais a criança pode ter uma participação mais passiva, a troca de cromos exige comunicação real e presencial.</p>
<p>A criança tem de adaptar o discurso ao colega, perceber intenções, responder de forma adequada e encontrar formas de chegar a acordo. Mesmo quando a negociação parece simples, há ali um treino importante de linguagem, escuta e relação.</p>
<p><strong>Linguagem oral em treino constante</strong></p>
<p>As conversas sobre cromos também ajudam a desenvolver a linguagem oral. Quando uma criança diz que já tem determinado cromo repetido, que troca dois por outro, que lhe falta completar uma equipa ou que quer saber quem é certo jogador, está a construir frases, organizar pensamento e comunicar uma intenção concreta.</p>
<p>Estas pequenas interações treinam a memória verbal, a compreensão oral, a capacidade narrativa, a descrição de acontecimentos e a argumentação. Tudo isto acontece num contexto natural, espontâneo e motivador, sem a sensação de exercício formal.</p>
<p><strong>Atenção, memória e organização</strong></p>
<p>A coleção também estimula competências cognitivas importantes para a aprendizagem. Para avançar numa caderneta, a criança precisa de manter a atenção, procurar informação específica, comparar números, identificar padrões, organizar cromos, planear trocas e memorizar o que ainda falta.</p>
<p>Estas tarefas ativam funções executivas como a atenção sustentada, a memória de trabalho, a organização e o planeamento. São competências essenciais para a escola e para muitas aprendizagens futuras.</p>
<p><strong>O valor social dos cromos</strong></p>
<p>Num tempo em que o excesso de ecrãs preocupa famílias e especialistas, os cromos têm uma vantagem clara: juntam crianças em torno de uma atividade presencial. Nos recreios, criam grupos, conversas, regras próprias, negociações e momentos de partilha.</p>
<p>Para crianças mais tímidas ou com dificuldades de interação, a caderneta pode funcionar como um facilitador social. O tema comum ajuda a iniciar conversas, entrar em grupos e participar numa dinâmica coletiva sem a pressão de inventar um assunto do zero.</p>
<p><strong>Uma oportunidade também para as famílias</strong></p>
<p>Esta aprendizagem não precisa de ficar limitada à escola. Em casa, os pais podem aproveitar o interesse pelos cromos para estimular a linguagem de forma simples e natural.</p>
<p>Conversar sobre jogadores e países, pedir à criança que explique como funciona a coleção, contar os cromos que faltam, organizar os cromos por categorias ou explorar curiosidades sobre as seleções são formas de transformar a brincadeira em mais uma oportunidade de comunicação.</p>
<p>Quando os adultos entram no jogo, multiplicam-se as conversas. E, com elas, surgem novas oportunidades para aprender vocabulário, estruturar frases, fazer perguntas, contar histórias e desenvolver pensamento.</p>
<p><strong>Aprender sem parecer estudo</strong></p>
<p>Para Diana Moreira, a verdadeira riqueza desta febre não está apenas na coleção, mas nas conversas que ela gera. Os cromos criam relações, introduzem vocabulário, promovem negociações e permitem aprendizagens que acontecem sem que as crianças sintam que estão a estudar.</p>
<p>“A verdadeira riqueza desta febre dos cromos não está apenas na coleção. Está nas conversas que gera. Nas relações que cria. No vocabulário que introduz. Nas negociações que promove. Nas aprendizagens que acontecem sem que as crianças sintam que estão a aprender”, reforça a terapeuta.</p>
<p>No fundo, os cromos mostram que brincar também pode ser uma forma poderosa de aprender. Entre um repetido, uma troca e o cromo que falta, as crianças treinam linguagem, comunicação e competências sociais. E fazem-no no melhor contexto possível: enquanto se divertem.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771763]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Prazos, notas e problemas resolvidos: o guia essencial para a candidatura ao ensino superior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 07:15:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Universidades]]></category>
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		<category><![CDATA[ensino superior]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2026, as candidaturas à 1.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior começam a 20 de julho. A 2.ª fase de candidaturas arranca a 24 de agosto e, por fim, a 3.ª fase começa a 22 de setembro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2026, as candidaturas à 1.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior começam a 20 de julho. A 2.ª fase de candidaturas arranca a 24 de agosto e, por fim, a 3.ª fase começa a 22 de setembro.</p>
<p>Anualmente, as candidaturas são organizadas pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES), salientou a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/educacao/dicas/candidaturas-ensino-superior-precisa-saber" target="_blank" rel="noopener">DECO PROteste</a>. Esclareça as principais dúvidas sobre o processo de candidatura ao ensino superior.</p>
<p><strong>Quais os critérios de entrada dos candidatos?</strong></p>
<p>A admissão no curso está limitada pelo número de vagas disponíveis em cada ano e deve considerar os seguintes critérios de escolha:</p>
<p>&#8211; classificação final do ensino secundário (peso não inferior a 40 por cento);<br />
&#8211; resultados nos exames (peso não inferior a 45 por cento);<br />
&#8211; pré-requisitos de seriação, por exemplo, de natureza física, funcional ou vocacional, quando exigidos (peso não superior a 15 por cento). </p>
<p>Para o cálculo da nota de candidatura, deve analisar os critérios adotados por cada estabelecimento de ensino e em cada curso. Toda a informação está disponível online, no site da Direção-Geral do Ensino Superior. A opção “Assistente de escolha de curso” é uma ajuda à qual poderá recorrer.</p>
<p>A classificação final do curso do ensino secundário é calculada até às décimas, sem arredondamento, e convertida para a escala de 0 a 200. Se o acesso ao curso exigir a realização de exames em duas provas de ingresso, cada uma terá o peso de 50% (salvo se a instituição em causa definir uma distribuição diferente). As classificações dos exames nacionais do ensino secundário como provas de ingresso são utilizadas sem arredondamento.</p>
<p><strong>Em que situações posso pedir a reapreciação e reclamação da prova?</strong></p>
<p>Em caso de discordância da classificação atribuída a uma prova de exame, o aluno, se for maior de idade, ou o seu encarregado de educação, se não o for, podem pedir a consulta da prova no dia da publicação da classificação ou no dia útil seguinte. O requerimento para a consulta de prova será disponibilizado online. A escola deve facultar a cópia da prova em formato digital ou em papel, no dia útil seguinte ao fim desse prazo.</p>
<p>Se, após a consulta, o aluno quiser a reapreciação da prova, deve pedi-la com indicação dos motivos nos dois dias úteis seguintes e pagar 25 euros. Nesse caso, o requerimento para o efeito é o Modelo 12, que está disponível online, no portal da Direção-Geral da Educação. A prova é sempre reapreciada na totalidade. Tenha em conta que o resultado da reapreciação pode ser inferior à classificação inicialmente atribuída, mas não pode conduzir à reprovação se o aluno já tiver sido aprovado. Se o requerimento incidir exclusivamente sobre a soma das cotações, não é necessário o pagamento de qualquer quantia.</p>
<p>Do resultado da reapreciação ainda pode haver reclamação, dirigida ao Presidente do Júri Nacional de Exames. Esta deve ser apresentada na escola, no prazo de dois dias úteis após a afixação dos resultados da reapreciação. Caso o resultado da reapreciação ou da reclamação de uma classificação de um exame nacional só seja conhecido após o fim do prazo da candidatura ao ensino superior, e desde que daí resulte a alteração da classificação final, é possível, até três dias após a divulgação:</p>
<p>&#8211; alterar as opções de curso;<br />
&#8211; ou apresentar a candidatura (alunos que só então o possam fazer).</p>
<p><strong>Quem pode candidatar-se?</strong></p>
<p>&#8211; Cidadãos portugueses.<br />
&#8211; Cidadãos nacionais de outro Estado-membro da União Europeia.<br />
&#8211; Familiares de portugueses ou de nacionais de outro Estado-membro, independentemente da nacionalidade.<br />
&#8211; Residentes num Estado-membro há mais de dois anos (contados a 1 de janeiro do ano em que pretendam ingressar no ensino superior), de forma ininterrupta, bem como os filhos que com eles residam.<br />
&#8211; Beneficiários de estatuto de igualdade de direitos e deveres, ao abrigo do tratado internacional entre o Estado Português e o Estado da Nacionalidade do candidato.</p>
<p>Apesar destas regras, os estudantes internacionais devem contactar a instituição de ensino para obter informações sobre um eventual concurso especial para estudantes internacionais.</p>
<p><strong>O que precisa para se candidatar?</strong></p>
<p>&#8211; Ter o ensino secundário concluído ou habilitação equivalente.<br />
&#8211; Ter realizado em 2023, 2024, 2025 ou 2026 os exames nacionais exigidos pelo curso e pela instituição que pretende frequentar.<br />
&#8211; Cumprir os pré-requisitos exigidos por cada curso e cada instituição, se aplicável.</p>
<p>Para a candidatura ao ensino superior em 2026, deve ter a ficha ENES 2026, que poderá obter na escola onde realizou os exames. Nos casos de alteração de classificação de exames por reapreciação ou reclamação, o aluno deve solicitar na escola a nova ficha ENES, mediante devolução da anterior.</p>
<p><strong>Quando são as candidaturas? E quando anunciam os resultados?</strong></p>
<p>Primeira fase &#8211; Candidaturas: entre 20 de julho e 6 de agosto.<br />
Segunda fase &#8211; Candidaturas: entre 24 de agosto e 2 de setembro.<br />
Terceira fase &#8211; Candidaturas: entre 22 e 24 de setembro.</p>
<p><strong>Quais as provas de ingresso fixadas para cada curso?</strong></p>
<p>As provas de ingresso exigidas dependem da própria instituição de ensino, num mínimo de uma e até um máximo de três provas. Podem existir conjuntos alternativos de provas, até um máximo de seis. Para conhecer mais detalhes, consulte o Guia da Candidatura, da DGES.</p>
<p><strong>Quais as classificações mínimas de cada curso?</strong></p>
<p>As classificações mínimas são anualmente fixadas por cada instituição. Os candidatos só podem concorrer a uma instituição caso a nota de candidatura seja igual ou superior à classificação mínima fixada.</p>
<p>Para saber tudo sobre cada instituição e respetivos cursos, consulte o índice de cursos no site da DGES, que inclui todas as instituições de ensino superior públicas e privadas. Visite, ainda, os sites das instituições de ensino superior a que pretende concorrer para conhecer melhor os planos de curso e, assim, fazer a candidatura de forma mais informada e consciente.</p>
<p><strong>Quais os contingentes especiais em cada fase?</strong></p>
<p>Primeira fase</p>
<p>Existe o contingente geral, onde se encaixa a maioria dos candidatos, e os contingentes especiais, aos quais se destina uma determinada percentagem de vagas. Nestes últimos, estão incluídos os seguintes candidatos:</p>
<p>&#8211; candidatos provenientes das regiões autónomas dos Açores e da Madeira, com residência nestas regiões há mais de três anos;<br />
&#8211; candidatos emigrantes portugueses e respetivos familiares;<br />
&#8211; candidatos militares em regime de contrato;<br />
&#8211; candidatos portadores de deficiência, com incapacidade igual ou superior a 60%, confirmada pelo atestado médico de incapacidade multiúso;<br />
&#8211; candidatos beneficiários de ação social escolar, embora existam instituições que não contemplam este contingente prioritário.</p>
<p>Segunda fase</p>
<p>&#8211; Candidatos emigrantes portugueses e respetivos familiares que com eles residam e lusodescendentes.<br />
&#8211; Candidatos portadores de deficiência.</p>
<p>Terceira fase</p>
<p>Não existem quaisquer contingentes especiais.</p>
<p><strong>Como pedir a senha de acesso?</strong></p>
<p>O aluno só pode iniciar a candidatura com recurso à senha de acesso ao portal da DGES. A maioria dos alunos já deve ter a respetiva senha, pois muitas escolas exigiram-na para a inscrição nos exames. A senha de anos anteriores não permite a candidatura para este ano. Pode pedir uma senha até ao final do prazo de candidatura de cada fase do concurso. A mesma senha pode ser usada em qualquer fase.</p>
<p>Quem ainda não a tenha pode obter a senha na plataforma da DGES e seguir as instruções apresentadas. Após a submissão do pedido de senha, será enviada uma mensagem de confirmação para o e-mail indicado.</p>
<p>Clique no link que receber no e-mail, para que seja gerado automaticamente um recibo do pedido de senha, que deve imprimir e entregar na escola secundária ou no gabinete de acesso ao ensino superior para a respetiva certificação. Com esta última, recebe a senha de acesso no e-mail.</p>
<p>Caso o estudante seja menor de idade, o recibo do pedido deve ser assinado pelo encarregado de educação ou por quem exerça a respetiva representação legal.</p>
<p><strong>Como concluir a candidatura?</strong></p>
<p>Quando tiver a senha, pode iniciar a sessão na plataforma da DGES, com recurso à chave móvel digital. Tenha à mão o número de identificação civil (que consta do cartão de cidadão) ou o número interno atribuído pela escola ou pelo Gabinete de Acesso ao Ensino Superior.</p>
<p>O candidato dispõe de seis opções para concorrer, indicadas pela ordem da sua preferência. No decorrer do prazo de candidatura, pode alterar livremente as suas opções.</p>
<p>Sempre que o resultado de uma reapreciação ou reclamação de uma nota de exame só seja conhecido após o prazo de candidatura e dele resulte uma alteração da classificação, é possível alterar as opções nos três dias seguintes à respetiva divulgação.</p>
<p>As colocações resultarão da combinação entre a ordem de preferência e a posição que o candidato assumir nas listas. A cada candidato só pode ser atribuída uma colocação em cada fase do concurso.</p>
<p><strong>Como resolver os problemas com a senha de acesso?</strong></p>
<p>Se não receber a mensagem de confirmação, consulte o estado do pedido na plataforma da DGES.</p>
<p>Se não tiver um número de identificação válido (cartão de cidadão ou número interno atribuído pela escola), deve fazer o pedido no site da DGES.</p>
<p>Se apagar a mensagem de confirmação, deve obter nova senha. Para o fazer, utilize a ferramenta de recuperação da senha e siga as instruções apresentadas. Só pode fazê-lo uma vez por dia.</p>
<p>Se a conta de e-mail ficou inacessível, tem de fazer novo pedido de atribuição de senha.</p>
<p>Se os dados pessoais da ficha estiverem incorretos, peça a correção à escola secundária. A DGES afirma que esta situação não impede, nem prejudica, a candidatura.</p>
<p>Se receber a indicação de que as credenciais de acesso não são válidas, depois de esgotadas todas as confirmações possíveis, deve utilizar a opção de recuperação de senha.</p>
<p><strong>Fui colocado. Qual o prazo para me matricular?</strong></p>
<p>Não existe um prazo legal para a matrícula. O prazo para a apresentação da candidatura é fixado por despacho do presidente da instituição de ensino superior. Por isso, o aluno deve contactá-la assim que as colocações saírem, para conhecer as datas fixadas e os documentos que deve levar. Confirme com a instituição se a matrícula pode ser feita por via eletrónica, presencial, ou de ambas as formas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771773]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Médio Oriente: Ministro israelita considera &#8220;erro grave&#8221; trégua no Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:52:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Segurança Nacional israelita, Itamar Ben Gvir, qualificou hoje como um "grave erro" o acordo de cessar-fogo no Líbano negociado sob a égide dos Estados Unidos, aliado de Israel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Segurança Nacional israelita, Itamar Ben Gvir, qualificou hoje como um &#8220;grave erro&#8221; o acordo de cessar-fogo no Líbano negociado sob a égide dos Estados Unidos, aliado de Israel.</P><br />
<P>&#8220;O cessar-fogo com o Líbano é um grave erro e uma ilusão de conselheiros que arrastam o primeiro-ministro [Benjamin Netanyahu] para más decisões&#8221;, escreveu o ministro e dirigente da extrema-direita nas redes sociais, citado pela agência francesa AFP.</P><br />
<P>Israel e o Líbano concordaram na quarta-feira num cessar-fogo condicionado a uma &#8220;cessação completa&#8221; dos ataques do grupo libanês pró-iraniano Hezbollah, segundo um comunicado conjunto divulgado após conversações lideradas pelos Estados Unidos em Washington.</P><br />
<P>A Agência Nacional de Informação (ANI) do Líbano noticiou hoje a ocorrência de ataques aéreos israelitas no sul do Líbano, com vítimas, poucas horas após o anúncio do acordo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771924]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Grupo do Maláui injetou 16,2 ME no capital do ex- Ecobank Moçambique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:50:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo FDH, do Maláui, que passou a liderar o ex-Ecobank Moçambique, injetou quase 1.203,7 milhões de meticais (16,2 milhões de euros) no banco moçambicano, segundo o relatório de disciplina de mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O grupo FDH, do Maláui, que passou a liderar o ex-Ecobank Moçambique, injetou quase 1.203,7 milhões de meticais (16,2 milhões de euros) no banco moçambicano, segundo o relatório de disciplina de mercado.</P><br />
<P>&#8220;No âmbito do processo de integração e fortalecimento da capacidade financeira do banco, o novo acionista procedeu à recapitalização da instituição, permitindo o reforço da sua base da capital e assegurando o cumprimento dos requisitos mínimos regulamentares estabecidos pelo Banco de Moçambique&#8221;, lê-se no documento a que a Lusa teve hoje acesso.</P><br />
<P>No documento acrescenta-se que, até à data de 01 de junho, os acionistas fizeram essa injeção em duas tranches, de 634 milhões de meticais (8,5 milhões de euros) em dezembro e de 569,7 milhões de meticais (7,7 milhões de euros) em janeiro último.</P><br />
<P>Desta forma, o capital social do FDH Bank Moçambique ascendia em janeiro de 2026 a 3.214,5 milhões de meticais (43,1 milhões de euros), 99,14% detido pelo grupo FDH Bank.</P><br />
<P>&#8220;Na sequência da conclusão da transação acionista e da integração no grupo FDH, o banco alterou, em 2026, a sua designbação social de Ecobank Moçambique SA para FDH Moçambique SA, refletindo a nova identidade instituticional e acionista da instituição&#8221;, refere-se ainda no relatório de disciplina de mercado.</P><br />
<P>O FDH Bank confirmou no final de setembro ter concluído a aquisição do Ecobank Moçambique, que passa a liderar, então com uma quota de 98,87%, conforme informação enviada à bolsa de valores do Maláui.</P><br />
<P>De acordo com a informação, o banco FDH concluiu a compra da totalidade da participação do grupo pan-africano Ecobank na instituição, enquanto a posição minoritária restante de 1,13% continuava a ser detida pelo Fundo para o Fomento de Habitação, do Estado moçambicano (que entretanto se reduziu para 0,86%).</P><br />
<P>O processo de transição incluirá &#8220;uma mudança de nome e reformulação da marca, para garantir continuidade e estabilidade para clientes, funcionários e outras partes interessadas&#8221;, referia ainda.</P><br />
<P>&#8220;Esta aquisição representa um marco significativo na estratégia de crescimento regional do FDH Bank Plc e reafirma o forte compromisso do banco em investir na África Austral. Espera-se que ofereça benefícios estratégicos, incluindo expansão de mercado, diversificação de receita, sinergias operacionais e criação de valor a longo prazo&#8221;, lê-se ainda na informação anteriormente enviada à bolsa.</P><br />
<P>A intenção de vender a participação foi oficialmente anunciada em 05 de agosto pelo Ecobank, considerado principal grupo privado de serviços financeiros no continente, presente em 35 países da África subsaariana.</P><br />
<P>&#8220;Esta transação representa uma alteração estratégica na estrutura acionista e na gestão operacional, não se prevendo qualquer perturbação nas operações bancárias, ativos ou colaboradores&#8221;, referia então a instituição financeira pan-africana.</P><br />
<P>Sem adiantar detalhes do investimento envolvido &#8212; tal como não foi feito pelo FDH na informação à bolsa -, o grupo acrescentava que a transação &#8220;obteve todas as aprovações regulatórias necessárias&#8221;.</P><br />
<P>O Ecobank operava até com agências nas principais cidades de Moçambique, desde 2000, tendo sido inicialmente constituído como Novo Banco, adotando a designação atual em 2014, na sequência da aquisição então feita pelo grupo pan-africano.</P><br />
<P>Funcionam em Moçambique 15 bancos comerciais e 12 microbancos, além de cooperativas de crédito e organizações de poupança e crédito, entre outras.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771923]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Seguro de saúde: o que deve confirmar antes de contratar para evitar surpresas na fatura</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/seguro-de-saude-o-que-deve-confirmar-antes-de-contratar-para-evitar-surpresas-na-fatura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:45:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[seguros]]></category>
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					<description><![CDATA[Escolher um seguro de saúde apenas pelo preço pode sair caro quando surge uma doença, uma cirurgia ou a necessidade de acompanhamento médico regular]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Escolher um seguro de saúde apenas pelo preço pode sair caro quando surge uma doença, uma cirurgia ou a necessidade de acompanhamento médico regular. A <a href="https://www.deco.proteste.pt/saude/seguro-saude/dicas/seguro-saude-coberturas-fazem-diferenca-quando-precisa-cuidados-medicos" target="_blank" rel="noopener">DECO PROteste</a> alerta que as apólices podem variar muito nas coberturas, nos capitais anuais, nas exclusões, nas redes médicas e nos períodos de carência, pelo que a comparação deve ir além do valor do prémio.</p>
<p>Os seguros de saúde distinguem-se sobretudo pelo tipo de proteção que oferecem. Algumas apólices incluem apenas coberturas básicas, enquanto outras abrangem áreas como estomatologia, medicamentos, parto, próteses, ortóteses ou tratamentos no estrangeiro. Antes de contratar, o consumidor deve perceber exatamente o que está incluído, o que fica excluído e que parte da despesa poderá continuar a seu cargo.</p>
<p>A cobertura de hospitalização é uma das mais relevantes, por envolver despesas potencialmente elevadas, como cirurgias, internamentos, tratamentos oncológicos, honorários médicos, anestesistas, enfermeiros, exames e diária hospitalar. Embora não exista um capital ideal para todos os casos, capitais anuais demasiado baixos podem revelar-se insuficientes perante uma cirurgia complexa ou um internamento prolongado.</p>
<p><strong>Ambulatório é a cobertura mais usada no dia a dia</strong></p>
<p>Apesar de a hospitalização concentrar os riscos financeiros mais pesados, a cobertura de ambulatório tende a ser a mais utilizada no quotidiano. Normalmente, inclui consultas de clínica geral e especialidades, exames médicos, análises clínicas, tratamentos e pequenas cirurgias.</p>
<p>Esta cobertura pode ser especialmente relevante para pessoas que precisam de acompanhamento médico frequente, como doentes crónicos, e para famílias com crianças. Ainda assim, a DECO PROteste sublinha que há limitações comuns, como subcapitais para fisioterapia, limites anuais para consultas de psiquiatria, exclusões em psicologia fora da rede e copagamentos por ato médico.</p>
<p><strong>O que os seguros de saúde não cobrem</strong></p>
<p>Mesmo os seguros de saúde mais completos não cobrem tudo. Entre as exclusões mais frequentes estão tratamentos estéticos, doenças preexistentes, fertilidade e procriação medicamente assistida, alguns produtos de saúde, medicamentos de venda livre, vacinas, contracetivos, cosméticos, produtos de higiene e terapias alternativas.</p>
<p>As recusas de pagamento por parte das seguradoras podem acontecer por várias razões: a cobertura não foi contratada, o período de carência ainda está ativo, a despesa está excluída do contrato ou faltou uma pré-autorização exigida para determinados exames, tratamentos ou cirurgias.</p>
<p><strong>Seguro barato pode significar mais custos depois</strong></p>
<p>O preço do seguro está geralmente ligado ao número de coberturas, aos capitais contratados, às franquias, aos copagamentos e à dimensão da rede médica. Uma apólice mais barata pode ter menos coberturas, limites mais reduzidos, copagamentos mais elevados e uma rede de hospitais e clínicas mais limitada.</p>
<p>Pelo contrário, um seguro mais completo tende a oferecer capitais superiores, acesso a mais prestadores e menor despesa por ato médico, embora tenha um prémio anual mais elevado. A comparação deve, por isso, ter em conta o perfil de utilização do consumidor e não apenas o preço de entrada.</p>
<p><strong>Estomatologia pode compensar, mas nem sempre</strong></p>
<p>A cobertura de estomatologia pode ser uma mais-valia, sobretudo numa área em que o Serviço Nacional de Saúde tem uma resposta limitada. Pode compensar para quem faz limpezas regulares, tratamentos dentários frequentes ou para famílias com filhos que precisem de ortodontia.</p>
<p>Ainda assim, esta cobertura perde interesse quando o plafond anual é reduzido, quando existem muitas exclusões ou quando a rede da seguradora é limitada. Antes de acrescentar estomatologia à apólice, é importante confirmar que os atos mais relevantes estão abrangidos e que existem clínicas disponíveis na zona de residência.</p>
<p><strong>Períodos de carência impedem uso imediato</strong></p>
<p>Outro ponto essencial são os períodos de carência, que impedem a utilização imediata do seguro em determinadas coberturas. Em consultas e exames, a carência habitual situa-se entre 60 e 90 dias. Na hospitalização, ronda os 90 dias. No parto, pode chegar aos 540 dias.</p>
<p>Este último caso é particularmente relevante, porque o período de carência impede, por norma, que a cobertura seja usada quando a mulher já está grávida no momento da contratação. A cobertura de parto pode incluir parto natural, cesariana, interrupção espontânea de gravidez, diária hospitalar da mãe e do recém-nascido, honorários médicos, sala de operações e medicamentos administrados, mas exclui despesas particulares e com acompanhantes.</p>
<p><strong>Rede médica ou liberdade de escolha</strong></p>
<p>A possibilidade de escolher qualquer médico depende do contrato. Se o seguro funcionar apenas dentro da rede, o consumidor terá de recorrer aos profissionais, hospitais e clínicas convencionados. Nestes casos, os preços são previamente acordados entre a seguradora e o prestador, sendo mais baixos do que os praticados para clientes sem seguro.</p>
<p>Algumas apólices permitem também reembolso, o que dá maior liberdade de escolha. Nessa modalidade, o consumidor paga a totalidade da despesa no momento da consulta ou tratamento e depois apresenta a fatura à seguradora, que devolve a percentagem prevista no contrato. Regra geral, esta opção fica mais cara do que recorrer à rede convencionada.</p>
<p><strong>O que comparar antes de decidir</strong></p>
<p>Antes de contratar um seguro de saúde, o consumidor deve comparar os capitais anuais, exclusões, copagamentos, franquias, períodos de carência, redes médicas, limites de idade para contratação e permanência, cobertura no estrangeiro e necessidade de pré-autorizações.</p>
<p>Pequenas diferenças nas condições da apólice podem representar centenas ou milhares de euros em despesas futuras. Por isso, a escolha deve partir das necessidades reais de saúde do consumidor ou da família, e não apenas do valor mensal ou anual do seguro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771788]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Carros usados até 5.000 euros: oito modelos baratos para quem procura poupar sem abdicar da fiabilidade</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/carros-usados-ate-5-000-euros-oito-modelos-baratos-para-quem-procura-poupar-sem-abdicar-da-fiabilidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ComparaJá]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar de o orçamento parecer limitado, há vários modelos no mercado que se destacam pelo consumo reduzido, manutenção acessível e utilização simples no dia a dia, sobretudo em cidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Comprar um carro usado até 5.000 euros continua a ser possível para quem procura uma solução económica, prática e fiável. Apesar de o orçamento parecer limitado, há vários modelos no mercado que se destacam pelo consumo reduzido, manutenção acessível e utilização simples no dia a dia, sobretudo em cidade.</p>
<p>A seleção do <a href="https://www.comparaja.pt/financas-pessoais/artigos/carros-usados-baratos" target="_blank" rel="noopener">ComparaJá</a> reúne oito opções de carros usados baratos que podem responder a diferentes perfis de condutor, desde pequenos citadinos fáceis de estacionar até modelos mais versáteis para quem precisa de maior conforto ou espaço. Smart ForTwo, Renault Clio, Peugeot 207, Seat Ibiza, Citroën C3, Renault Twingo, Toyota Aygo e Volkswagen Golf estão entre as alternativas apontadas para quem quer comprar um automóvel sem ultrapassar a barreira dos 5.000 euros.</p>
<p><strong>Citadinos pequenos continuam a ser aposta segura</strong></p>
<p>Entre os modelos mais práticos para uso urbano surge o Smart ForTwo, conhecido pelas dimensões reduzidas, facilidade de estacionamento e consumos entre 4 e 5 litros por cada 100 quilómetros. A proposta é especialmente indicada para quem circula sobretudo em cidade e valoriza agilidade, baixos custos de utilização e uma condução simples.</p>
<p>O Renault Twingo é outra opção orientada para a cidade. Lançado em 1993, tornou-se conhecido pelo formato compacto, interior surpreendentemente espaçoso e perfil utilitário. Com consumo médio de cerca de 5 litros por cada 100 quilómetros, surge como uma alternativa acessível para quem procura um carro pequeno, económico e fácil de usar no quotidiano.</p>
<p>Também o Toyota Aygo entra nesta lógica de poupança e mobilidade urbana. Produzido em parceria entre a Toyota e o grupo PSA Peugeot-Citroën, destaca-se pelo consumo médio de cerca de 4 litros por cada 100 quilómetros, pelo desenho jovem e pela facilidade nas deslocações diárias.</p>
<p><strong>Clio, Ibiza e C3 equilibram preço, conforto e utilização diária</strong></p>
<p>Para quem procura um carro usado barato, mas com maior versatilidade, o Renault Clio aparece como uma das opções mais populares. O modelo combina consumos moderados, conforto e equipamento, sendo possível encontrar versões de 2010 com motor 1.5 diesel por menos de 5.000 euros.</p>
<p>O Seat Ibiza também se destaca pela mecânica sólida, imagem mais desportiva e espaço suficiente para passageiros e bagagem. Algumas versões de 2009 apresentam potências na ordem dos 70 cv e consumos de cerca de 7,1 litros por cada 100 quilómetros, mantendo-se como uma presença frequente no mercado de usados.</p>
<p>Já o Citroën C3, sucessor do Saxo, aposta numa condução confortável e em consumos entre 4,3 e 4,7 litros por cada 100 quilómetros, dependendo da motorização. É uma opção a considerar para quem valoriza conforto, estilo e uma utilização equilibrada entre cidade e estrada.</p>
<p><strong>Peugeot 207 e Volkswagen Golf para quem quer mais robustez</strong></p>
<p>O Peugeot 207 continua a ser uma escolha comum entre os usados baratos, com linhas ainda atuais, condução agradável e consumos que podem rondar os 4 litros por cada 100 quilómetros em algumas versões. O modelo é fácil de encontrar no mercado e pode ser uma opção interessante para quem procura um utilitário com boa presença e custos controlados.</p>
<p>O Volkswagen Golf surge como a proposta mais robusta da lista. Conhecido pela durabilidade e fiabilidade, pode ser encontrado em versões de 2006, tanto a gasolina como a diesel. Com consumos médios em torno dos 5 litros por cada 100 quilómetros, continua a ser uma alternativa atrativa para quem procura um usado mais sólido e polivalente.</p>
<p><strong>Como financiar a compra de um carro usado</strong></p>
<p>Depois de escolhido o modelo, a forma de pagamento passa a ser decisiva. O crédito automóvel é uma das soluções mais usadas em Portugal para financiar a compra de carros usados, permitindo financiar até 100% do valor do veículo e pagar em prestações mensais. Em contrapartida, implica juros, encargos de abertura e uma dívida durante o período do contrato.</p>
<p>O crédito pessoal pode ser outra alternativa, embora, em regra, tenha taxas de juro mais elevadas do que o crédito automóvel. A vantagem está na maior liberdade de utilização do montante, uma vez que o financiamento não fica obrigatoriamente associado à compra do veículo.</p>
<p>O renting de usados permite utilizar o carro mediante o pagamento de uma mensalidade, com serviços como manutenção e reparações incluídos. No entanto, limita a escolha do veículo, dos extras e da quilometragem. Já o leasing permite usar o automóvel durante o contrato e comprá-lo no final mediante o pagamento do valor residual, embora o consumidor não seja proprietário da viatura durante esse período.</p>
<p><strong>Comprar em stand ou a particular: o que muda</strong></p>
<p>A compra em stand tende a ser mais cara, mas oferece maior proteção ao comprador, incluindo garantia legal obrigatória e um processo de transferência mais simples. Já a compra a particular pode permitir preços mais baixos, mas exige mais cuidado, porque não existe garantia legal obrigatória, salvo em casos de dolo ou ocultação deliberada de defeitos relevantes.</p>
<p>Para bens em segunda mão vendidos por profissionais, a garantia legal mínima é de três anos, podendo ser reduzida para 18 meses mediante acordo escrito. Durante os primeiros dois anos, presume-se que qualquer defeito já existia no momento da entrega, cabendo ao vendedor provar o contrário.</p>
<p>Antes de pagar sinal, o comprador deve verificar o historial do veículo, confirmar o Documento Único Automóvel, comparar matrícula, chassi e número de motor, consultar registos relevantes e levar o carro a um mecânico independente. Uma inspeção prévia pode custar entre 50 e 100 euros, mas pode evitar despesas muito superiores em reparações inesperadas.</p>
<p><strong>O preço do carro é só o primeiro custo</strong></p>
<p>Comprar um usado barato não significa olhar apenas para o valor pedido pelo vendedor. IUC, seguro automóvel, inspeção periódica, manutenção, pneus, possíveis reparações e combustível devem entrar nas contas antes da decisão final.</p>
<p>No caso de financiamento, a comparação da TAEG entre várias instituições pode fazer uma diferença relevante no custo total do crédito. A escolha mais acertada dependerá do orçamento disponível, do estado do veículo, do perfil de utilização e da importância dada à posse imediata do automóvel.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771811]]></sapo:autor>
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		<title>Moçambique já recebeu 545 repatriados após ataques xenófobos na África do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:25:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Moçambique recebeu na terça-feira, através da fronteira de Ressano Garcia, 545 cidadãos repatriados da África do Sul na sequência dos recentes ataques xenófobos em Mossel Bay, divulgou hoje o Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Moçambique recebeu na terça-feira, através da fronteira de Ressano Garcia, 545 cidadãos repatriados da África do Sul na sequência dos recentes ataques xenófobos em Mossel Bay, divulgou hoje o Governo.</P><br />
<P>Os cidadãos chegaram ao Posto Fronteiriço de Ressano Garcia, na província de Maputo, após serem retirados de Mossel Bay, no Cabo Ocidental, onde centenas de moçambicanos foram afetados por ações xenófobas registadas nos últimos dias.</P><br />
<P>&#8220;À sua chegada ao território nacional, os cidadãos foram submetidos aos procedimentos de registo migratório, triagem sanitária e assistência humanitária&#8221;, refere-se num comunicado do Gabinete de Informação (Gabinfo) divulgado hoje.</P><br />
<P>Segundo o Gabinfo, os repatriados beneficiaram ainda de refeição quente, distribuição de lanche para viagem e encaminhamento para meios de transporte com destino às respetivas zonas de origem. Dos 545 cidadãos recebidos, 337 seguem para a província de Gaza, 105 para a província de Maputo, 78 para Inhambane, 17 para a cidade de Maputo no sul de Moçambique e oito para a província de Manica, centro do país.</P><br />
<P>A operação de receção e encaminhamento envolveu os setores da migração, saúde, assistência social, gestão de riscos e emergências, bem como as missões diplomáticas e consulares moçambicanas na África do Sul. As autoridades indicaram igualmente que, dos 584 cidadãos inicialmente previstos para repatriamento, apenas 545 concluíram a viagem até ao território nacional devido a situações identificadas durante os procedimentos de triagem e controlo migratório.</P><br />
<P>Entre os casos pendentes encontrava-se uma criança retida pelas autoridades sul-africanas para verificação documental e alguns cidadãos que desistiram do processo antes da sua conclusão.</P><br />
<P>&#8220;As autoridades moçambicanas encontram-se a acompanhar os casos pendentes, em coordenação com as autoridades sul-africanas, prestando a necessária assistência consular e garantindo a proteção dos direitos dos cidadãos envolvidos&#8221;, acrescenta-se no comunicado.</P><br />
<P>O repatriamento ocorre depois de as autoridades moçambicanas terem anunciado que pelo menos sete cidadãos morreram e mais de 800 foram afetados por ataques xenófobos em Mossel Bay, mantendo o Governo o acompanhamento da situação e a assistência aos compatriotas afetados naquele país vizinho.</P><br />
<P>A África do Sul tem registado manifestações e tensões sociais visando migrantes, sendo que, no início do mês, uma marcha contra a imigração culminou em ataques a negócios de estrangeiros na província do Cabo Oriental, no este do país.</P><br />
<P>As tensões xenófobas são um problema recorrente na África do Sul. Inúmeras comunidades de imigrantes foram repatriadas pelos próprios países, como Moçambique ou a Nigéria, e a África do Sul foi alvo de críticas internacionais por xenofobia.</P><br />
<P>Os incidentes mais graves dos últimos tempos ocorreram no final de 2019, com 18 estrangeiros mortos, segundo dados da organização Human Rights Watch.</P><br />
<P>Moçambique possui cerca de 300.000 cidadãos residentes na África do Sul, com a Presidência tendo avançado antes, em comunicado, que &#8220;milhares&#8221; já regressaram ao país face à violência.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771922]]></sapo:autor>
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		<title>China proíbe entrada de quatro deputados neozelandeses após visita a Taiwan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:19:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A China proibiu a entrada no país de quatro deputados neozelandeses que visitaram Taiwan em maio, uma decisão que Wellington classificou como surpreendente e que Taipé condenou como uma tentativa de intimidação política.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China proibiu a entrada no país de quatro deputados neozelandeses que visitaram Taiwan em maio, uma decisão que Wellington classificou como surpreendente e que Taipé condenou como uma tentativa de intimidação política.</P><br />
<P>Os quatro parlamentares, pertencentes a diferentes partidos políticos da Nova Zelândia, deslocaram-se a Taiwan no início de maio, segundo a rádio pública neozelandesa RNZ.</P><br />
<P>O ministro dos Negócios Estrangeiros da Nova Zelândia, Winston Peters, disse ter ficado &#8220;surpreendido&#8221; com a decisão anunciada pela embaixada chinesa em Wellington e pediu aos diplomatas neozelandeses que abordassem o assunto junto das autoridades chinesas.</P><br />
<P>O gabinete de Peters sublinhou que a visita é compatível com a política de &#8220;Uma Só China&#8221; seguida por Wellington, segundo a qual a Nova Zelândia reconhece a posição de Pequim sobre Taiwan.</P><br />
<P>&#8220;Os membros do parlamento neozelandês são livres de tomar as suas próprias decisões sobre convites para deslocações ao estrangeiro, independentemente do Governo&#8221;, indicou um porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros.</P><br />
<P>Embora não mantenha relações diplomáticas com Taiwan, a Nova Zelândia continua a desenvolver intercâmbios comerciais, económicos e culturais com a ilha, acrescentou o ministério.</P><br />
<P>O Governo taiwanês condenou &#8220;firmemente&#8221; a medida chinesa, afirmando, em comunicado, que Taiwan e a China &#8220;não estão subordinados um ao outro&#8221;.</P><br />
<P>A presidência taiwanesa indicou que os deputados se reuniram durante a visita com a vice-presidente, Hsiao Bi-khim.</P><br />
<P>Uma das parlamentares alvo da proibição, Laura McClure, do partido ACT, classificou a decisão como &#8220;uma forma de intimidação&#8221; contra os representantes eleitos da Nova Zelândia.</P><br />
<P>&#8220;A Nova Zelândia é soberana. Os membros do parlamento têm o direito de representar os seus eleitores e de viajar livremente pelo mundo&#8221;, afirmou à RNZ.</P><br />
<P>Outro participante na visita, o deputado trabalhista Duncan Webb, revelou que os parlamentares tinham sido previamente avisados pela embaixada chinesa de que poderiam enfrentar sanções caso viajassem para Taiwan.</P><br />
<P>A ministra dos Negócios Estrangeiros da Austrália, Penny Wong, manifestou também preocupação com a decisão durante uma audição no Senado australiano.</P><br />
<P>A embaixada chinesa em Wellington afirmou que os quatro deputados ignoraram &#8220;repetidos avisos&#8221; e que a visita teve &#8220;graves consequências políticas&#8221;, constituindo uma &#8220;ingerência&#8221; nos assuntos internos da China.</P><br />
<P>Segundo a RNZ, a missão diplomática indicou ainda que a proibição poderá ser levantada caso os parlamentares apresentem um pedido de desculpas.</P><br />
<P>As relações entre Pequim e Wellington deterioraram-se nos últimos anos, à medida que a China reforçou a sua presença militar e diplomática no Pacífico e o Governo neozelandês, liderado por Christopher Luxon, aprofundou os laços com a Austrália e os Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771921]]></sapo:autor>
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		<title>Ainda sem programa para hoje? Cascais recebe esta tarde uma pedalada para crianças e famílias</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ainda-sem-programa-para-hoje-cascais-recebe-esta-tarde-uma-pedalada-para-criancas-e-familias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:15:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[Kidical Mass]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A iniciativa está marcada para este feriado, às 16h30, com partida junto à EB1 Lombos, no Jardim Constantino]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Kidical Mass regressa a Cascais para a sua 9ª edição, numa pedalada em família pensada para defender percursos mais seguros para as crianças, melhores condições para andar de bicicleta e uma mobilidade mais sustentável nas ruas da freguesia de Carcavelos e Parede.</p>
<p>A iniciativa está marcada para este feriado, às 16h30, com partida junto à EB1 Lombos, no Jardim Constantino, e chegada à EB1 de Carcavelos, perto da Santini. A participação é gratuita e aberta a todos, bastando levar bicicleta, trotinete, skate ou patins, além de capacete, água e energia para participar.</p>
<p><strong>Uma pedalada para crianças, famílias e comunidade</strong></p>
<p>A Kidical Mass é um movimento internacional que junta crianças, famílias e cidadãos em passeios de bicicleta pelas ruas, chamando a atenção para a importância de criar cidades mais amigas dos mais novos.</p>
<p>Em Cascais, o percurso será acompanhado pela polícia e passará por vários pontos da freguesia, incluindo o Externato Miguel Ângelo, o Colégio O Cantinho, a Escola de Santo António e a Estação de Comboios de Carcavelos.</p>
<p><strong>Mais segurança e autonomia para os mais novos</strong></p>
<p>A iniciativa, apoiada pela União das Freguesias de Carcavelos e Parede, pretende promover a autonomia das crianças, incentivar hábitos de mobilidade sustentável e criar um momento de convívio entre famílias, escolas e comunidade local.</p>
<p>Além da vertente de passeio, a Kidical Mass Cascais quer também deixar uma mensagem clara: as crianças devem poder deslocar-se de forma segura, ativa e independente, seja para a escola, para casa ou para os espaços de lazer.</p>
<p><strong>Final com encontro junto ao Mercado de Carcavelos e Santini</strong></p>
<p>Depois da pedalada, os participantes terminam o percurso junto ao Mercado de Carcavelos e à Santini. Quem participar terá ainda direito a um desconto na Santini Carcavelos, através de um código disponibilizado no próprio dia.</p>
<p>A organização incentiva os participantes a levarem cartazes, boa disposição e vontade de pedalar por ruas mais seguras. A palavra de ordem é simples: ocupar a cidade em família e mostrar que a mobilidade das crianças também deve contar.</p>
<p><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fphoto.php%3Ffbid%3D1310834124519160%26set%3Da.274586161477300%26type%3D3&#038;show_text=true&#038;width=500" width="500" height="466" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="true" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share"></iframe></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771816]]></sapo:autor>
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		<title>Combates em Mogadíscio após fracasso nas negociações entre Presidente e oposição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:15:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Confrontos eclodiram durante a madrugada em Mogadíscio, lançando colunas de fumo para o ar, enquanto a polícia da Somália anunciava uma operação em grande escala contra milícias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Confrontos eclodiram durante a madrugada em Mogadíscio, lançando colunas de fumo para o ar, enquanto a polícia da Somália anunciava uma operação em grande escala contra milícias.</P><br />
<P>&#8220;Uma operação de segurança em grande escala conduzida pelas forças de segurança da capital está a chegar ao fim. Esta operação visa neutralizar as milícias fortemente armadas que lançaram ataques com morteiros contra certos bairros da capital&#8221;, escreveu a polícia, em comunicado.</P><br />
<P>Trocas de tiros já tinham ocorrido em Mogadíscio na quarta-feira, com o ex-primeiro-ministro somali Hassan Ali Khaire a afirmar ter sido vítima de um ataque por parte de forças governamentais.</P><br />
<P>O porta-voz da polícia somali, Abdifatah Adan, por sua vez, afirmou que as forças de segurança foram &#8220;atacadas por milícias&#8221;.</P><br />
<P>A Somália voltou a mergulhar numa crise aberta duas semanas depois de o Presidente Hassan Sheikh Mohamud ter sido autorizado a permanecer no cargo, apesar de o mandato ter expirado.</P><br />
<P>Isto após as negociações para a transição do processo político com a oposição terem fracassado.</P><br />
<P>Os acontecimentos precipitaram-se quando a principal coligação da oposição, a Aliança para o Futuro da Somália, anunciou o fracasso das negociações de última hora com o Governo e com a comunidade internacional para tentar resolver a situação.</P><br />
<P>Num comunicado, a aliança denuncia o fracasso das negociações &#8220;devido à recusa&#8221; de Mohamud, já identificado como &#8220;ex-presidente&#8221;, e da sua administração &#8220;em alcançar um acordo político baseado num processo de transição inclusivo, no consenso nacional e na responsabilidade partilhada para ultrapassar o vazio constitucional resultante do fim do mandato presidencial em 15 de maio de 2026&#8221;.</P><br />
<P>Todos os esforços para convocar eleições até essa data fracassaram praticamente antes de começar, por múltiplas razões.</P><br />
<P>Estados separatistas como Puntland e Jubaland romperam o diálogo com o Governo por se oporem às alterações constitucionais promovidas pelo Presidente para incentivar eleições diretas num país que, segundo a oposição, estruturalmente não está preparado para tal.</P><br />
<P>Além disso, persiste a ameaça constante da violência de grupos armados como o al-Shabaab ou o Estado Islâmico. Outro estado separatista, a Somalilândia, foi recentemente reconhecido por Israel numa decisão sem precedentes.</P><br />
<P>Todos estes fatores colocaram o país à beira da fragmentação, enquanto o Presidente se mantém firme no argumento de que a revisão constitucional sob a qual o país funciona atualmente estabelece um novo limite de mandato de cinco anos que, em teoria, lhe permitiria continuar a governar legitimamente para além de meados deste mês.</P><br />
<P>&#8220;O meu mandato e o do Parlamento são de cinco anos. Esperemos até 15 de maio de 2027. A Constituição está em vigor e a eleição será de uma pessoa, um voto&#8221;, declarou Mohamud num fórum público, citado pelo jornal The Daily Somalia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771920]]></sapo:autor>
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		<title>Frentes frias trazem chuva fraca a Portugal esta quinta-feira: saiba onde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Instabilidade será provocada pela passagem de frentes frias enfraquecidas, associadas à entrada de ar frio de origem polar marítima]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta quinta-feira, deverá ficar marcada pelo regresso de chuva fraca ou chuviscos a várias zonas de Portugal continental, sobretudo no litoral Norte e Centro, de acordo com a previsão do &#8216;Tempo.pt&#8217;. A instabilidade será provocada pela passagem de frentes frias enfraquecidas, associadas à entrada de ar frio de origem polar marítima.</p>
<p>A precipitação não deverá ser intensa, mas poderá surgir em vários períodos do dia. Nas primeiras horas da madrugada, a frente fria que chegou na noite desta quarta-feira deverá continuar a produzir chuva fraca ou chuvisco nos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra e Vila Real. Ao espalhar-se para leste, poderá também abranger zonas do interior de Aveiro e Coimbra, além de áreas do distrito de Viseu.</p>
<p><strong>Mais chuva a partir do meio da manhã</strong></p>
<p>A partir do meio da manhã desta quinta-feira, a previsão aponta para um reforço temporário da atividade frontal. Esta nova vaga deverá voltar a afetar o litoral Norte e Centro, mas poderá estender-se a algumas zonas do interior Norte e Centro.</p>
<p>Mais a sul, também poderão ocorrer períodos de chuva fraca ou chuviscos no litoral Oeste e na Área Metropolitana de Lisboa, incluindo zonas dos distritos de Leiria e Lisboa, relatou o &#8216;Tempo.pt&#8217;.</p>
<p>Apesar do regresso da chuva, os valores acumulados deverão ser baixos. A precipitação prevista é descrita como escassa e pouco frequente, afetando sobretudo as mesmas áreas: litoral Norte e Centro, com maior exposição no Minho.</p>
<p><strong>Norte e Centro com maior probabilidade de precipitação</strong></p>
<p>As regiões mais afetadas deverão ser o litoral Norte e Centro, em especial os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro e Coimbra. O interior Norte, nomeadamente Vila Real, e algumas zonas de Viseu também poderão registar chuva fraca ou chuviscos.</p>
<p>No conjunto do período entre quarta-feira e sábado, Viana do Castelo surge como o distrito com maior precipitação acumulada prevista, até 7 milímetros. Braga deverá somar entre 2 e 4 milímetros, enquanto Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa, Vila Real e Viseu deverão registar valores mais baixos, entre 0,5 e 3 milímetros.</p>
<p><strong>Nortada e descida de temperatura</strong></p>
<p>Além da chuva fraca, a quinta-feira deverá trazer vento de noroeste, com a nortada a intensificar-se temporariamente durante a tarde em várias zonas. As rajadas poderão chegar aos 55 ou 65 km/h no litoral Oeste a sul do Cabo Mondego, nas terras altas do Centro e Sul e no Barlavento Algarvio.</p>
<p>As temperaturas máximas também deverão descer para valores abaixo da média climatológica, devido à entrada de ar frio pós-frontal de origem polar marítima. Ainda assim, esta mudança será temporária, com a estabilidade atmosférica e o calor a ganharem força novamente nos dias seguintes.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>DeepSeek prepara ronda de financiamento de 6,3 mil milhões de euros &#8212; Bloomberg</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:00:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A chinesa DeepSeek está a ultimar uma ronda de financiamento de até 7,4 mil milhões de dólares (6,3 mil milhões de euros), numa das maiores operações de capital de risco de sempre na China, segundo a Bloomberg.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A chinesa DeepSeek está a ultimar uma ronda de financiamento de até 7,4 mil milhões de dólares (6,3 mil milhões de euros), numa das maiores operações de capital de risco de sempre na China, segundo a Bloomberg.</P><br />
<P>De acordo com a agência noticiosa, que cita fontes anónimas, os principais investidores na operação são a gigante tecnológica chinesa Tencent e a fabricante de baterias para veículos elétricos CATL, contando ainda com o apoio de um fundo estatal chinês dedicado ao desenvolvimento da inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>Segundo a mesma fonte, os investidores externos deverão injetar cerca de 30 mil milhões de yuan (3,8 mil milhões de euros), dos quais um terço será assegurado pela Tencent.</P><br />
<P>O fundador da DeepSeek, Liang Wenfeng, deverá contribuir com outros 20 mil milhões de yuan (2,5 mil milhões de euros), elevando o montante total da operação para cerca de 50 mil milhões de yuan (6,4 mil milhões de euros).</P><br />
<P>A concretizar-se, a ronda atribuirá à empresa uma avaliação de aproximadamente 350 mil milhões de yuan (44,5 mil milhões de euros), colocando-a entre as mais valiosas empresas privadas do setor tecnológico chinês.</P><br />
<P>A Bloomberg adianta que a Alibaba participou nas negociações preliminares, mas acabou por não avançar com um investimento.</P><br />
<P>Segundo responsáveis da DeepSeek, a empresa pretende privilegiar a investigação em inteligência artificial em detrimento da rentabilização a curto prazo.</P><br />
<P>Liang Wenfeng afirmou que o objetivo da empresa é expandir as fronteiras da tecnologia e aproximar-se da chamada inteligência artificial geral (AGI), um conceito teórico que descreve sistemas capazes de igualar ou superar as capacidades cognitivas humanas.</P><br />
<P>A estratégia contrasta com a de outras empresas do setor, como a norte-americana OpenAI ou a Anthropic, que têm procurado novas fontes de receita e ponderam operações de mercado para financiar os elevados custos associados ao desenvolvimento da IA.</P><br />
<P>A notícia surge semanas depois de a DeepSeek ter apresentado a versão preliminar e de código aberto do modelo V4, que a empresa afirma oferecer um desempenho comparável ao de modelos norte-americanos em áreas como raciocínio, conhecimento geral e agentes autónomos.</P><br />
<P>A tecnológica ganhou notoriedade internacional no início de 2025 com o lançamento do modelo R1, que demonstrou capacidades semelhantes às de rivais norte-americanos a uma fração do custo.</P><br />
<P>O anúncio surge num contexto de forte concorrência no setor chinês da inteligência artificial, onde empresas como Tencent, Alibaba, ByteDance, MiniMax e Baidu aceleraram o desenvolvimento de novos modelos, impulsionadas pela rivalidade tecnológica entre China e Estados Unidos e pelos esforços de Pequim para reforçar a autossuficiência tecnológica.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771918]]></sapo:autor>
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		<title>Partido no poder vence a maioria das autarquias na Coreia do Sul mas perde Seul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 05:36:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Partido Democrático (PD), no poder na Coreia do Sul, venceu a maioria das disputas nas eleições locais, mas perdeu a câmara de Seul, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Partido Democrático (PD), no poder na Coreia do Sul, venceu a maioria das disputas nas eleições locais, mas perdeu a câmara de Seul, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>Com quase todos os votos contados hoje de manhã, o liberal PD conquistou 12 dos 16 cargos de presidente da câmara e de governador provincial em disputa. O conservador Partido do Poder Popular (PPP) venceu quatro, incluindo a autarquia da capital.</P><br />
<P>O líder do PD, Jung Chung-rae, disse aos jornalistas que a derrota do partido na corrida a Seul foi dolorosa, embora tenha agradecido aos eleitores pelas vitórias noutras eleições de quarta-feira.</P><br />
<P>Os analistas afirmaram que, dado o cenário político favorável, o PD deveria ter ganho a disputa mais crucial, a presidente da Câmara de Seul, para reivindicar uma vitória absoluta nas eleições.</P><br />
<P>O principal rival, o PPP, continua afetado a destituição do ex-Presidente Yoon Suk-yeol, que foi condenado a prisão perpétua por ter brevemente imposto a lei marcial no final de 2024.</P><br />
<P>A agenda de política externa do Presidente Lee Jae-myung irá provavelmente permanecer inalterada. O PD também alargou a maioria parlamentar ao vencer nove das 14 eleições parlamentares suplementares de quarta-feira.</P><br />
<P>Mas ter mais aliados em cargos de presidente da câmara e de governador será também essencial para a governação de Lee, especialmente porque o PPP detém atualmente 14 dos 16 cargos de liderança regional.</P><br />
<P>Lee poderia implementar políticas regionais com mais facilidade e eficácia, o que ajudará os preparativos do partido para as eleições nacionais de 2028, disse Choi Jin, diretor do Instituto de Liderança Presidencial, com sede em Seul.</P><br />
<P>Muita atenção estava focada na corrida à presidência da Câmara de Seul.</P><br />
<P>As sondagens à boca das urnas e os primeiros resultados mostravam o candidato do Partido Democrático, Chong Won-o, à frente do atual presidente da Câmara Oh Se-hoon.</P><br />
<P>Mas Oh, do PPP, ultrapassou Chong dramaticamente esta manhã, à medida que mais votos eram contabilizados.</P><br />
<P>&#8220;O futuro de Seul tornou-se mais risonho&#8221;, disse Oh, no discurso de aceitação.</P><br />
<P>&#8220;Os nossos cidadãos asseguraram que a República da Coreia não se inclinava excessivamente para um lado e preservaram Seul como a última salvaguarda da democracia&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Numa conferência de imprensa separada, Chong reconheceu a derrota, dizendo que aceita o resultado &#8220;com pesar e humildade&#8221;.</P><br />
<P>A disputa entre ambos desencadeou controvérsia na noite de quarta-feira, depois de a comissão eleitoral ter anunciado que a escassez de boletins de voto em algumas mesas de voto de Seul causou a suspensão temporária da votação.</P><br />
<P>O líder do PPP, Jang Dong-hyeok, afirmou que o incidente prejudicou seriamente o direito dos eleitores ao voto, exigindo que as autoridades realizem uma nova eleição dependendo dos resultados da investigação.</P><br />
<P>O PD rejeitou categoricamente as exigências do PPP, dizendo que &#8220;nem sequer merecem ser consideradas&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771917]]></sapo:autor>
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		<title>China acusa OCDE de politizar relatório sobre subsídios industriais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 05:23:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China acusou hoje a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) de politizar um relatório sobre subsídios industriais, após o organismo concluir que as empresas chinesas recebem apoios estatais muito superiores aos dos países membros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China acusou hoje a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) de politizar um relatório sobre subsídios industriais, após o organismo concluir que as empresas chinesas recebem apoios estatais muito superiores aos dos países membros.</P><br />
<P>Em comunicado, o ministério do Comércio chinês defendeu que os subsídios constituem um instrumento de política económica amplamente utilizado por várias economias, incluindo pelos próprios membros da OCDE, e reiterou a disponibilidade para participar nas discussões sobre normas internacionais nesta matéria.</P><br />
<P>O Governo chinês assegurou ainda que as suas políticas de apoio à indústria cumprem &#8220;rigorosamente&#8221; as regras da Organização Mundial do Comércio e as respetivas obrigações de transparência.</P><br />
<P>Segundo o ministério, o relatório da OCDE recorre a conceitos &#8220;não definidos de forma rigorosa&#8221;, utiliza uma amostra &#8220;enviesada&#8221; e apresenta conclusões &#8220;parciais e arbitrárias&#8221;.</P><br />
<P>Pequim argumentou também que os apoios identificados pelo estudo não assentam em critérios de medição nem em metodologias estatísticas uniformes e afastam-se dos consensos alcançados em fóruns multilaterais, como a OMC.</P><br />
<P>As autoridades chinesas rejeitaram ainda que o aumento da quota de mercado global das empresas chinesas possa ser explicado apenas pelo apoio estatal, alegando que o relatório ignora fatores como economias de escala, eficiência produtiva e modernização tecnológica.</P><br />
<P>A China instou a OCDE a realizar investigações de forma &#8220;objetiva e neutra&#8221;, recolhendo opiniões de todas as partes e recorrendo a dados &#8220;completos, precisos e credíveis&#8221;, ao mesmo tempo que apelou ao organismo para evitar a &#8220;politização&#8221; e a &#8220;instrumentalização&#8221; dos seus relatórios.</P><br />
<P>A reação surge após a OCDE ter apresentado esta semana a base de dados MAGIC (Manufacturing Groups and Industrial Corporations), dedicada ao estudo dos apoios industriais.</P><br />
<P>Segundo o relatório, as empresas chinesas receberam entre 2005 e 2024 níveis de apoio público entre três e oito vezes superiores aos das empresas dos países membros da organização.</P><br />
<P>O estudo conclui ainda que esses subsídios explicam cerca de 60% do aumento da quota das empresas chinesas no mercado mundial durante o período analisado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771915]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Ataques israelitas causam pelo menos oito mortos em Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 05:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos oito pessoas morreram durante a madrugada em ataques aéreos israelitas na Cidade de Gaza, disse um porta-voz da Proteção Civil do território palestiniano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos oito pessoas morreram durante a madrugada em ataques aéreos israelitas na Cidade de Gaza, disse um porta-voz da Proteção Civil do território palestiniano.</P><br />
<P>Cinco e duas pessoas morreram, respetivamente, em ataques a apartamentos no noroeste e sudoeste da Cidade de Gaza, e outra numa operação contra uma casa no campo de refugiados de Al-Shati, na zona oeste da cidade, disse Mahmoud Bassal.</P><br />
<P>Os ataques fizeram ainda pelo menos 15 feridos, acrescentou o porta-voz.</P><br />
<P>Apesar do cessar-fogo em vigor desde outubro, a Faixa de Gaza continua a ser palco de violência, com ataques aéreos israelitas a ocorrerem quase diariamente.</P><br />
<P>Segundo o Ministério da Saúde do território, que está sob a autoridade do movimento islamista palestiniano Hamas, mais de 900 pessoas morreram desde que o cessar-fogo entrou em vigor, após dois anos de guerra que começou a 07 de outubro de 2023, com o ataque sem precedentes do Hamas contra Israel.</P><br />
<P>A primeira fase do cessar-fogo assistiu à libertação dos últimos reféns israelitas em Gaza, sequestrados pelo Hamas, em troca de palestinianos detidos por Israel.</P><br />
<P>Mas a transição para a segunda fase, que visava o desarmamento do Hamas e uma retirada gradual do exército israelita, parece ter estagnado por completo.</P><br />
<P>Na semana passada, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou ter ordenado ao exército que assumisse o controlo de 70% da Faixa de Gaza, em comparação com os 60% que controla atualmente.</P><br />
<P>No final de maio, o recém-nomeado chefe do braço armado do Hamas, Mohammed Odeh, foi morto por um ataque aéreo israelita, 11 dias após o assassínio do antecessor.</P><br />
<P>Também hoje, o exército israelita anunciou ter acionado alertas de ataque aéreo no norte de Israel, perto da fronteira com o Líbano, devido a uma &#8220;infiltração hostil de uma aeronave&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Após o toque das sirenes há pouco, referentes à infiltração de uma aeronave hostil na área de Kfar Yuval, foi identificado um alvo aéreo suspeito&#8221;, escreveu o exército nas redes sociais.</P><br />
<P>&#8220;O incidente terminou. Não houve feridos&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O alerta tinha sido também acionado em Arab al-Aramshe, outra aldeia fronteiriça, pelo mesmo motivo.</P><br />
<P>O exército acabou por anunciar que tinha cometido um erro na identificação do alvo.</P><br />
<P>Israel e o Líbano acordaram na quarta-feira renovar o seu frágil cessar-fogo e criar várias zonas de segurança &#8220;piloto&#8221; dentro do Líbano, nas quais os militantes do movimento armado xiita Hezbollah estariam proibidos de permanecer.  </P><br />
<P>Num comunicado conjunto divulgado pelo Departamento de Estado dos EUA, após uma quarta ronda de negociações, os dois lados afirmaram que o cessar-fogo &#8220;está condicionado à cessação completa de fogo do Hezbollah e à retirada de todos os operacionais do Hezbollah&#8221; das áreas a sul do rio Litani. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771914]]></sapo:autor>
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		<title>Taiwan insta China a reconhecer verdade sobre Tiananmen 37 anos após massacre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/taiwan-insta-china-a-reconhecer-verdade-sobre-tiananmen-37-anos-apos-massacre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 04:26:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder de Taiwan, William Lai Ching-te, apelou hoje à China para que "reconheça a verdade" sobre o massacre de Tiananmen e abra caminho à "reconciliação e ao diálogo", no 37.º aniversário da repressão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder de Taiwan, William Lai Ching-te, apelou hoje à China para que &#8220;reconheça a verdade&#8221; sobre o massacre de Tiananmen e abra caminho à &#8220;reconciliação e ao diálogo&#8221;, no 37.º aniversário da repressão.</P><br />
<P>Numa mensagem publicada na rede social Facebook, Lai afirmou esperar que a China &#8220;enfrente de frente o incidente de 4 de junho de há 37 anos&#8221;, permita à população expressar livremente as suas opiniões e promova uma maior participação dos cidadãos na vida pública.</P><br />
<P>O massacre de Tiananmen ocorreu na noite de 3 para 4 de junho de 1989, quando tropas e tanques do Exército chinês avançaram sobre a Praça Tiananmen e as áreas circundantes, em Pequim, onde estudantes e trabalhadores exigiam o fim da corrupção e reformas políticas.</P><br />
<P>As autoridades chinesas nunca divulgaram um número oficial de vítimas, estimado por diferentes fontes em centenas ou milhares de mortos.</P><br />
<P>Considerado por Pequim um separatista e um agitador, Lai afirmou que milhares de jovens foram então &#8220;abatidos e esmagados sem piedade&#8221; pelas forças militares chinesas.</P><br />
<P>&#8220;O que foi abatido e esmagado não foi apenas a vida e a juventude dos participantes no movimento democrático, mas também o desejo e o esforço de toda uma geração da China para alcançar a liberdade e a democracia&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Segundo o líder taiwanês, um país verdadeiramente grande não deve &#8220;adorar o poder militar&#8221; nem medir a sua força pela capacidade bélica, mas sim acolher opiniões divergentes e ter coragem para enfrentar os episódios mais dolorosos da sua história.</P><br />
<P>&#8220;Só um país que respeita o seu povo, protege a liberdade e pratica a democracia é verdadeiramente digno de respeito&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Atualmente, Taiwan é o único território de língua chinesa onde o massacre de Tiananmen continua a ser assinalado publicamente.</P><br />
<P>Está prevista para hoje uma vigília comemorativa no centro de Taipé, enquanto na China continental qualquer referência ao aniversário permanece sujeita a censura e as tradicionais vigílias realizadas em Hong Kong e Macau continuam proibidas pelas autoridades.</P></p>
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		<title>Maior empresa sul-coreana de defesa suspende produção após explosão mortal</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 04:04:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A principal empresa de defesa da Coreia do Sul, a Hanwha Aerospace, suspendeu todas as operações de produção, hoje e sexta-feira, para investigar a segurança das instalações, após uma explosão que matou cinco pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A principal empresa de defesa da Coreia do Sul, a Hanwha Aerospace, suspendeu todas as operações de produção, hoje e sexta-feira, para investigar a segurança das instalações, após uma explosão que matou cinco pessoas.</P><br />
<P>&#8220;A segurança está em primeiro lugar, antes da produção&#8221;, explicou a subsidiária do gigante Grupo Hanwha, em comunicado, anunciando a paragem das nove fábricas da empresa em todo o país, &#8220;exceto para alguns processos essenciais&#8221;.</P><br />
<P>Esta é a primeira suspensão geral das operações desde a fundação da gigante sul-coreana de defesa, embora já tenha relatado outras duas explosões fatais nas instalações na cidade sul-coreana de Daejeon em 2018 e 2019, de acordo com o jornal local The Korea Herald.</P><br />
<P>A paragem visa esclarecer as causas da explosão ocorrida na segunda-feira na fábrica de Daejeon, onde cinco pessoas morreram e duas ficaram feridas durante operações de desativação de explosivos.</P><br />
<P>A partir de hoje, a empresa vai realizar uma &#8220;inspeção especial&#8221; de segurança em todas as suas instalações no país, com especial atenção para a fábrica afetada e para as unidades em Boeun (nordeste) e Yeosu (sul), onde são manuseados explosivos.</P><br />
<P>&#8220;O objetivo é reduzir os acidentes a zero nestas três fábricas&#8221;, afirmou a empresa, que anunciou também um programa de formação para os colaboradores sobre cenários de acidentes semelhantes, bem como a reestruturação dos planos de resposta a emergências.</P><br />
<P>Após o anúncio, as ações da empresa de defesa estavam a cair 2,62% na Bolsa de Seul às 11:20 (03:20 em Lisboa), uma queda superior à registada pelo principal índice da bolsa sul-coreana, o Kospi, que caía 2,1%.</P></p>
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