<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 24 Jun 2026 11:10:28 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Cabaz alimentar volta a aliviar, mas há produtos a subir: pescada, pão de forma e carcaça lideram aumentos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/cabaz-alimentar-volta-a-aliviar-mas-ha-produtos-a-subir-pescada-pao-de-forma-e-carcaca-lideram-aumentos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/cabaz-alimentar-volta-a-aliviar-mas-ha-produtos-a-subir-pescada-pao-de-forma-e-carcaca-lideram-aumentos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:07:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[cabaz alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=780807</guid>

					<description><![CDATA[Apesar do ligeiro alívio, os dados confirmam que a pressão sobre os preços dos alimentos essenciais continua a pesar no orçamento das famílias, sobretudo quando a comparação é feita com o início do ano ou com períodos mais longos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço do cabaz alimentar de produtos essenciais voltou a descer esta semana, depois da subida registada na semana anterior. De acordo com a mais recente análise da DECO PROteste, o conjunto de 63 bens alimentares monitorizados pela associação de defesa do consumidor passou a custar 256,81 euros, menos 0,87 euros face à semana anterior.</p>
<p>A descida surge depois de o cabaz ter registado um aumento na semana passada, invertendo novamente a tendência recente. Apesar do ligeiro alívio, os dados confirmam que a pressão sobre os preços dos alimentos essenciais continua a pesar no orçamento das famílias, sobretudo quando a comparação é feita com o início do ano ou com períodos mais longos.</p>
<p>Segundo os dados divulgados pela DECO PROteste, desde o início de 2026 o preço do mesmo cabaz aumentou 14,98 euros, o equivalente a uma subida de 6,19%. Em comparação com igual período do ano passado, os consumidores pagam atualmente mais 17,88 euros pelo mesmo conjunto de produtos, o que representa um aumento de 7,48%.</p>
<p>A diferença torna-se ainda mais expressiva quando a comparação é feita com o início de 2022, altura em que a organização começou a monitorizar regularmente estes preços. Nessa altura, o mesmo cabaz custava menos 69,11 euros, o que corresponde a uma subida acumulada de 36,82% em pouco mais de quatro anos.</p>
<p>Pescada fresca lidera aumentos da semana</p>
<p>Entre 17 e 24 de junho, a pescada fresca foi o produto com a maior subida percentual face à semana anterior. O preço aumentou 12%, passando para 11,63 euros por quilograma.</p>
<p>O pão de forma sem côdea registou a segunda maior subida semanal, com um aumento de 10%, atingindo os 2,57 euros. Já a carcaça tradicional completou o grupo dos três produtos que mais encareceram, com uma subida de 9%, para 0,21 euros.</p>
<p>Produtos frescos continuam entre os que mais sobem num ano</p>
<p>A comparação com os preços praticados há um ano mostra que os maiores aumentos continuam concentrados sobretudo em produtos frescos.</p>
<p>O carapau lidera a subida anual, com um aumento de 45%, sendo atualmente vendido por 6,07 euros por quilograma. O robalo surge logo a seguir, com uma valorização de 33%, atingindo 10,23 euros por quilograma.</p>
<p>A couve-coração também registou uma subida significativa, custando atualmente 1,76 euros por quilograma, mais 29% do que há um ano.</p>
<p>Carne de novilho, ovos e couve-coração lideram aumentos desde 2022</p>
<p>A análise de longo prazo da DECO PROteste revela que alguns produtos acumulam aumentos particularmente expressivos desde janeiro de 2022.</p>
<p>A carne de novilho para cozer é o produto que mais encareceu no período analisado, registando uma subida acumulada de 126% e atingindo atualmente um preço médio de 13,14 euros por quilograma.</p>
<p>Os ovos mantêm-se entre os produtos com maiores aumentos desde o início da monitorização, com uma valorização acumulada de 84%, custando agora cerca de 2,10 euros.</p>
<p>A couve-coração completa o grupo dos três produtos que mais subiram desde janeiro de 2022, com um aumento acumulado de 77%, sendo atualmente vendida por 1,76 euros por quilograma.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/cabaz-alimentar-volta-a-aliviar-mas-ha-produtos-a-subir-pescada-pao-de-forma-e-carcaca-lideram-aumentos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780807]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Extrema-direita atinge nível histórico na Europa e conquista quase um em cada quatro eleitores</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/extrema-direita-atinge-nivel-historico-na-europa-e-conquista-quase-um-em-cada-quatro-eleitores/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/extrema-direita-atinge-nivel-historico-na-europa-e-conquista-quase-um-em-cada-quatro-eleitores/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:07:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=780764</guid>

					<description><![CDATA[O apoio aos partidos de extrema-direita na Europa atingiu níveis sem precedentes, com quase um em cada quatro eleitores a votar atualmente nestas forças políticas. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O apoio aos partidos de extrema-direita na Europa atingiu níveis sem precedentes, com quase um em cada quatro eleitores a votar atualmente nestas forças políticas. A conclusão resulta de uma análise realizada por mais de 150 cientistas políticos em 31 países europeus, que indica que a percentagem de votos atribuídos à extrema-direita ultrapassou os 23% nas eleições legislativas nacionais mais recentes de cada país. O valor representa uma subida expressiva face aos cerca de 10% registados há uma década e aos aproximadamente 5% observados em meados da década de 1990, evidenciando uma tendência de crescimento contínuo ao longo de várias décadas.</p>
<p>O estudo, coordenado por Matthijs Rooduijn, cientista político da Universidade de Amesterdão, no âmbito da base de dados PopuList, concluiu ainda que quase 30% dos europeus votam atualmente em partidos anti-establishment, também um máximo histórico. Citado pelo jornal britânico The Guardian, Rooduijn afirmou que quando o projeto foi lançado, em 2018, “um em cada quatro europeus votava em partidos populistas, sobretudo de extrema-esquerda e extrema-direita”, acrescentando que agora “um em cada quatro vota em partidos de extrema-direita, na sua maioria populistas”, classificando a mudança como “muito significativa”.</p>
<p>Segundo os investigadores, a aceleração mais expressiva ocorreu entre 2023 e 2025, período em que vários partidos de extrema-direita alcançaram resultados históricos em países de grande dimensão. Em França, o Reagrupamento Nacional (RN) passou de 19% para 37% dos votos e tornou-se a maior força individual no parlamento. Na Áustria, o Partido da Liberdade (FPÖ) subiu de 16% para 29%, enquanto em Portugal o Chega aumentou a sua votação de 7% para 18%. No Reino Unido, o Reform UK passou de 2% dos votos em 2019, quando concorria sob a designação de Partido do Brexit, para 14% em 2024. Já na Alemanha, a Alternativa para a Alemanha (AfD) duplicou a sua votação para 21% nas eleições de 2025, tornando-se pela primeira vez a segunda maior força política do país.</p>
<p>O levantamento mostra também que partidos de extrema-direita participam atualmente em governos de coligação na Croácia, República Checa, Itália e Finlândia, além de sustentarem um executivo minoritário de direita na Suécia. Paralelamente, lideram as sondagens em países como Áustria, Bélgica, França, Alemanha e Reino Unido. Apesar de algumas derrotas recentes, como a perda de representação do Partido da Liberdade de Geert Wilders nos Países Baixos ou a derrota do Fidesz de Viktor Orbán na Hungria, os investigadores sublinham que a tendência geral continua a ser de crescimento. “É importante sublinhar que isto não surgiu de repente. Trata-se de um fenómeno que decorre há décadas e que recentemente acelerou”, afirmou Rooduijn.</p>
<p>Os especialistas identificam vários fatores para explicar esta evolução. Entre eles estão a crescente relevância eleitoral de temas como a imigração, a normalização política e mediática destas formações e a sua capacidade de construir narrativas mobilizadoras. De acordo com Rooduijn, estes partidos tornaram-se particularmente eficazes a apresentar a política como uma disputa entre “heróis e vilões”, contrapondo o povo às elites, aos imigrantes ou a outros grupos considerados externos. O estudo refere ainda que a extrema-direita europeia assenta geralmente em duas características ideológicas centrais: o nativismo, que defende que os países devem ser habitados predominantemente pelos seus grupos nativos, e o autoritarismo, que privilegia uma visão de ordem social baseada numa forte autoridade e em políticas rigorosas de segurança e punição.</p>
<p>A mais recente edição da PopuList identificou 133 partidos de extrema-direita na Europa, face aos 112 registados em 2003. No total, a base de dados contabiliza atualmente 201 partidos populistas, incluindo formações de extrema-direita e extrema-esquerda, contra 165 há pouco mais de duas décadas. Embora os defensores do populismo considerem que estas forças representam uma correção democrática ao dar voz ao descontentamento popular, os investigadores alertam para os riscos que podem surgir quando alcançam o poder. Segundo Matthijs Rooduijn, a experiência de países como a Hungria, a Polónia ou os Estados Unidos demonstra que, quando partidos populistas de extrema-direita governam, “a própria democracia pode ficar sob pressão”, sobretudo através do enfraquecimento de instituições independentes, da justiça, dos meios de comunicação social e dos direitos das minorias.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/extrema-direita-atinge-nivel-historico-na-europa-e-conquista-quase-um-em-cada-quatro-eleitores/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780764]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Nova associação alerta para necessidade de acelerar integração do biometano na rede nacional</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nova-associacao-alerta-para-necessidade-de-acelerar-integracao-do-biometano-na-rede-nacional/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/nova-associacao-alerta-para-necessidade-de-acelerar-integracao-do-biometano-na-rede-nacional/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:05:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ATMAS]]></category>
		<category><![CDATA[biometano]]></category>
		<category><![CDATA[Gonçalo Salazar Leite]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=780804</guid>

					<description><![CDATA[Para Gonçalo Salazar Leite, a integração dos gases renováveis na rede deve ser vista numa lógica de complementaridade entre vetores energéticos, e não como substituição da eletricidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova Associação para os gases renováveis (ATMAS) defende acelerar a integração do biometano na rede nacional, apresentando-o como complemento à eletricidade e alternativa para conter custos da transição energética.</p>
<p>Em entrevista à Lusa, o diretor-executivo da recém criada associação, Gonçalo Salazar Leite, afirmou que a rede de gás existente deve ser aproveitada na descarbonização, por estar preparada para receber biometano “sem qualquer alteração”, podendo este gás substituir, a prazo, 60% do gás natural injetado no sistema.</p>
<p>“Nós estimamos que aproveitar a redistribuição de gás e potenciar a produção de biometano custará ao contribuinte um terço do que significaria eletrificar toda esta energia final”, afirmou.</p>
<p>Para Gonçalo Salazar Leite, a integração dos gases renováveis na rede deve ser vista numa lógica de complementaridade entre vetores energéticos, e não como substituição da eletricidade.</p>
<p>“A eletricidade é e será cada vez mais o principal vetor energético do nosso país”, referiu. Contudo, advertiu: “Não podemos eletrificar tudo” sem considerar os custos “para o contribuinte, para o consumidor, para a indústria e para a economia”.</p>
<p>“A rede de gás está paga, funciona bem. O sistema nacional de gás não tem um euro de défice tarifário e nós não somos tão ricos que se possa desaproveitar um ativo energético que já existe, que está a funcionar bem e está preparado para o futuro”, sustentou o diretor-executivo da ATMAS que foi dinamizada inicialmente por operadores das redes de distribuição de gás e conta atualmente com 10 associados e até ao final do ano “espera vir a integrar pelo menos outros tantos”.</p>
<p>Segundo Gonçalo Salazar Leite, o biometano pode ser dirigido à indústria, em particular aos setores intensivos em energia térmica, mas também aos serviços e aos consumidores domésticos.</p>
<p>“Claro que a indústria é prioritária”, afirmou, apontando os casos da cerâmica e do vidro como exemplos de setores em que a eletrificação teria custos de investimento elevados e poderia tornar a energia “muito mais cara no futuro”.</p>
<p>O responsável defendeu ainda que o consumo doméstico deve fazer parte da discussão sobre os gases renováveis, num contexto de preocupação com a acessibilidade da energia.</p>
<p>“O consumo doméstico de gás é francamente mais barato do que o consumo equivalente de eletricidade. E vamos impor esse ónus aos consumidores finais?”, questionou.</p>
<p>“Acreditamos que o biometano pode, e deve, ser dirigido tanto à indústria como aos serviços ou aos consumidores finais”, reforçou.</p>
<p>Questionado sobre os motivos da criação da associação, explicou que “foi lançada neste momento porque o momento assim o exige”, justificando a criação da estrutura com o debate em curso sobre o futuro do sistema energético europeu e nacional.</p>
<p>Segundo o responsável, estão atualmente em discussão leis, planos de financiamento e regulamentos, tanto no contexto europeu como nacional, e as decisões tomadas agora vão condicionar o setor “para as próximas décadas”.</p>
<p>Sobre o Plano de Ação para o Biometano, que aponta para uma meta de 2,7 TWh em 2030, Gonçalo Salazar Leite considerou o objetivo “perfeitamente realista”, mas dependente de maior rapidez na implementação.</p>
<p>Entre as prioridades, apontou a simplificação normativa, a construção de mecanismos de mercado e o reforço do diálogo entre os vários intervenientes.</p>
<p>“O que precisamos é de acelerar a construção de legislação e a implementação que leve a integrar os gases renováveis nas políticas públicas e que permita a aceleração do processo de construção desta indústria”, afirmou.</p>
<p>Atualmente existem três unidades de biometano em funcionamento em Portugal, mais de 50 potenciais projetos identificados pelo LNEG e mais de 70 unidades sinalizadas pela associação que poderão ser construídas “a muito curto prazo”.</p>
<p>“Uma só unidade de todas as que temos neste momento em produção já abastece um terço dos concelhos de Évora, Beja, Olhão e Portimão com gás renovável”, afirmou.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/nova-associacao-alerta-para-necessidade-de-acelerar-integracao-do-biometano-na-rede-nacional/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780804]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>A nova carrinha familiar da Kia chega a Portugal com espaço para tudo — e preço abaixo dos 30 mil euros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-nova-carrinha-familiar-da-kia-chega-a-portugal-com-espaco-para-tudo-e-preco-abaixo-dos-30-mil-euros/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/a-nova-carrinha-familiar-da-kia-chega-a-portugal-com-espaco-para-tudo-e-preco-abaixo-dos-30-mil-euros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:01:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Kia K4 Sportswagon]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=780800</guid>

					<description><![CDATA[Representada em Portugal pela Astara, a Kia vai disponibilizar a nova K4 Sportswagon exclusivamente no nível de equipamento Tech, associado a duas motorizações]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova Kia K4 Sportswagon prepara-se para chegar ao mercado português já em julho, reforçando a presença da marca no segmento C com uma carrinha familiar que combina design, tecnologia, versatilidade e uma afinação dinâmica pensada para a Europa.</p>
<p>Representada em Portugal pela Astara, a Kia vai disponibilizar a nova K4 Sportswagon exclusivamente no nível de equipamento Tech, associado a duas motorizações. A gama nacional inclui o motor 1.0 T-GDi com caixa manual de seis velocidades e a versão 1.0 T-GDi MHEV, com tecnologia mild-hybrid de 48 volts e transmissão automática 7DCT de dupla embraiagem e sete relações.</p>
<p>Na versão 1.0 T-GDi com caixa manual, a nova carrinha da Kia chega ao mercado português por 29.990 euros para clientes particulares, com um preço especial para empresas de 28.330 euros. Já a versão mild-hybrid com transmissão automática 7DCT terá preço de 32.990 euros para particulares e de 30.813 euros para clientes empresariais.</p>
<p>Desenvolvida exclusivamente para o mercado europeu, a K4 Sportswagon posiciona-se no segmento C superior e surge como uma alternativa para famílias e utilizadores profissionais que procuram mais espaço de bagagem e maior polivalência, sem abdicar da tecnologia e do desenho já introduzidos no K4 Hatchback.</p>
<p>“Com o K4 Sportswagon, a Kia expande a versatilidade da gama K4 na Europa com um modelo que combina o pragmatismo do quotidiano, tecnologia avançada e um carácter de condução adaptado às expectativas regionais”, afirma Pablo Martínez Masip, vice-presidente de Produto, Marca e Experiência do Cliente na Kia Europe.</p>
<p>O responsável sublinha ainda que este é “um modelo importante” para a gama de veículos de passageiros da marca e que reflete o foco da Kia em disponibilizar “tecnologias eficientes e acessíveis adaptadas aos clientes europeus”.</p>
<p>No exterior, a K4 Sportswagon aplica a filosofia de design ‘Opposites United’ a uma carroçaria de carrinha, procurando equilibrar forma e funcionalidade. A frente é marcada pela assinatura luminosa Star Map da Kia, enquanto a lateral combina uma linha de tejadilho fluida, uma secção traseira alongada e manípulos das portas traseiras embutidos no pilar C.</p>
<p>Com 4.695 milímetros de comprimento, 1.850 milímetros de largura, 1.435 milímetros de altura e 2.720 milímetros de distância entre eixos, a nova carrinha aposta numa presença visual ampla e numa utilização familiar. Na traseira, as luzes LED em forma de L invertido, os elementos horizontais e o para-choques esculpido reforçam o carácter desportivo do modelo.</p>
<p>O espaço interior é um dos principais argumentos da K4 Sportswagon. A distância entre eixos permite 964 milímetros de espaço para as pernas dos passageiros traseiros, 991 milímetros de espaço para a cabeça à frente e 982 milímetros atrás. A bagageira oferece até 604 litros de capacidade, valor que pode aumentar para 1.439 litros com os bancos traseiros rebatidos.</p>
<p>O habitáculo partilha a arquitetura interior com o K4 Hatchback até ao pilar C, mas acrescenta uma secção traseira específica para responder às necessidades de carga e flexibilidade no uso diário. A proposta combina espaço para passageiros, capacidade de bagagem e soluções de conforto orientadas para viagens longas e utilização familiar.</p>
<p>A bordo, a nova K4 Sportswagon integra o sistema Connect Car Navigation Cockpit, que reúne um painel de instrumentos de 12,3 polegadas, comandos de climatização de 5,3 polegadas e um ecrã tátil de infoentretenimento de 12,3 polegadas. A disposição cria uma interface horizontal ao longo do tablier, orientada para uma utilização mais intuitiva.</p>
<p>A conectividade inclui Apple CarPlay e Android Auto sem fios, carregamento sem fios para telemóveis e atualizações remotas over-the-air. A Kia inclui ainda os Connected Services e a Automotive Content Platform, baseada no sistema webOS da LG, que permite acesso a streaming a bordo e a outras plataformas digitais pagas.</p>
<p>Na condução, a marca privilegiou uma afinação de chassis específica para as estradas europeias, procurando combinar conforto, estabilidade e respostas previsíveis. O desenvolvimento incidiu na estabilidade do eixo traseiro, no controlo lateral e na adaptação dos sistemas eletrónicos à carroçaria Sportswagon.</p>
<p>A direção foi calibrada para oferecer uma resposta progressiva e uma sensação mais consistente ao centro, enquanto o trabalho de afinação teve também em conta a condução em autoestrada e a utilização em viagens longas, cenários particularmente relevantes no mercado europeu.</p>
<p>A nova carrinha estará disponível com um conjunto alargado de sistemas avançados de assistência à condução. Entre os destaques estão o Controlo da Velocidade Inteligente e a Assistência à Prevenção de Colisões Frontais 1.5, concebidos para reforçar a segurança e a assistência ao condutor em diferentes situações de circulação.</p>
<p>A produção da K4 Sportswagon decorre na fábrica da Kia no México, em Pesquería, Nuevo Léon, a mesma unidade onde é produzido o K4 Hatchback destinado à Europa. A marca investiu 150 milhões de dólares em 2023 na adaptação e expansão destas instalações para a produção do K4.</p>
<p>Em atividade desde setembro de 2016, a unidade KMMX tem capacidade anual para até 400 mil veículos e exporta para mais de 190 países. A fábrica integra processos avançados de automatização, incluindo uma secção de carroçaria totalmente robotizada, bem como soluções de sustentabilidade, como um sistema de tratamento de águas de ciclo fechado.</p>
<p>Com a chegada da K4 Sportswagon, a Kia reforça a sua oferta familiar no mercado português com uma carrinha que procura responder a uma procura ainda relevante na Europa: mais espaço, tecnologia de bordo, eficiência e conforto, num formato pensado para o quotidiano, para empresas e para viagens de maior distância.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/a-nova-carrinha-familiar-da-kia-chega-a-portugal-com-espaco-para-tudo-e-preco-abaixo-dos-30-mil-euros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780800]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Estão a explorar os consumidores&#8221;: Trump ameaça investigar petrolíferas por preços da gasolina</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/estao-a-explorar-os-consumidores-trump-ameaca-investigar-petroliferas-por-precos-da-gasolina/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/estao-a-explorar-os-consumidores-trump-ameaca-investigar-petroliferas-por-precos-da-gasolina/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:51:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[petrolíferas]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=780780</guid>

					<description><![CDATA[Trump disse ainda ter dado instruções ao Departamento de Justiça para “começar imediatamente a investigar isto”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump ameaçou mandar investigar as companhias petrolíferas americanas, acusando-as de manterem os preços da gasolina demasiado elevados apesar da queda recente do crude nos mercados internacionais. A &#8216;Forbes&#8217; escreve que o presidente americano fez a ameaça numa publicação na &#8216;Truth Social&#8217;, durante a madrugada, num momento em que os combustíveis continuam a pesar no bolso dos consumidores depois da guerra com o Irão.</p>
<p>Na mensagem, Trump queixou-se de que as petrolíferas dos Estados Unidos “não estavam a baixar o preço” da gasolina nos postos de abastecimento ao mesmo ritmo da descida do crude. O presidente afirmou que os preços internacionais estavam a “cair vertiginosamente” e acusou as empresas de estarem a explorar os consumidores.</p>
<p><iframe src="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump/116803130747198847/embed" class="truthsocial-embed" style="max-width: 100%; border: 0" width="600" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><script src="https://truthsocial.com/embed.js" async="async"></script></p>
<p>Trump disse ainda ter dado instruções ao Departamento de Justiça para “começar imediatamente a investigar isto”. Não é claro, porém, se já foi aberta uma investigação formal nem se há empresas petrolíferas específicas na mira das autoridades.</p>
<p>A publicação terminou com um aviso direto ao setor. O presidente americano afirmou que os preços da gasolina “é melhor começarem a descer muito mais depressa” do que aquilo que está a observar.</p>
<p>A ameaça surge depois de os preços da gasolina nos Estados Unidos terem começado a recuar, mas ainda se manterem acima dos níveis registados antes da guerra. De acordo com o rastreador da AAA citado pela &#8216;Forbes&#8217;, o preço médio nacional da gasolina estava esta quarta-feira nos 3,93 dólares por galão, o equivalente a cerca de 0,91 euros por litro.</p>
<p>O valor estava ligeiramente acima da média de terça-feira, mas abaixo dos 4,02 dólares por galão registados na semana anterior, cerca de 0,93 euros por litro. Na quinta-feira passada, os preços tinham descido abaixo dos 4 dólares por galão pela primeira vez desde o final de março.</p>
<p>Ainda assim, os combustíveis continuam longe dos níveis anteriores ao conflito. No mês passado, os preços nos postos de abastecimento ultrapassaram os 4,5 dólares por galão, cerca de 1,04 euros por litro, agravando a pressão inflacionista e alimentando críticas sobre o custo de vida.</p>
<p>Durante os últimos meses, a escalada dos preços do petróleo foi associada ao bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irão, uma rota estratégica para o transporte global de energia. Trump tinha insistido várias vezes que os preços cairiam de forma acentuada assim que a guerra terminasse.</p>
<p>Nos mercados internacionais, o crude continuou a recuar esta quarta-feira. O Brent, referência global, caiu mais de 1,8%, para 75,65 dólares por barril, o equivalente a cerca de 66,43 euros.</p>
<p>Nas últimas duas semanas, o preço do Brent desceu quase 20 dólares por barril, cerca de 17,56 euros, à medida que se aproximava um acordo de paz. Depois da assinatura do entendimento provisório, o Irão anunciou que o Estreito de Ormuz estava aberto a toda a navegação, sem cobrança de portagens.</p>
<p>O acordo inclui ainda uma isenção de sanções que permite ao Irão vender petróleo no mercado global, aumentando a expectativa de maior oferta e de alívio nos preços internacionais. A questão agora, como deixa claro a reação de Trump, é saber se essa descida chegará rapidamente aos consumidores nas bombas de gasolina.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/estao-a-explorar-os-consumidores-trump-ameaca-investigar-petroliferas-por-precos-da-gasolina/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780780]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>MBA internacional da Porto Business School regista 81% de empregabilidade em três meses</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mba-internacional-da-porto-business-school-regista-81-de-empregabilidade-em-tres-meses/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/mba-internacional-da-porto-business-school-regista-81-de-empregabilidade-em-tres-meses/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:49:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[MBA]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Business School]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=780790</guid>

					<description><![CDATA[O International MBA da Porto Business School está a afirmar-se como um dos programas de gestão com maior impacto na progressão de carreira dos seus alunos, segundo o Employment Report 2025 relativo à turma de 2024/2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O International MBA da Porto Business School está a afirmar-se como um dos programas de gestão com maior impacto na progressão de carreira dos seus alunos, segundo o Employment Report 2025 relativo à turma de 2024/2025.</p>
<p>O estudo revela que 81% dos participantes encontram emprego ou registam progressão profissional até três meses após a conclusão do programa, através de mudanças de função, setor ou localização geográfica. Este indicador reflete o efeito imediato do MBA na reinvenção de percursos profissionais em contextos nacionais e internacionais.</p>
<p>No plano financeiro, os dados são igualmente expressivos: os alumni reportam um aumento salarial médio de 90%, atingindo uma média anual de 110.508 dólares.</p>
<p>A transformação de carreira vai além do salário. Após o programa, 65% dos alunos mudam de função, 46% transitam para outra área profissional e 24% passam a trabalhar noutro país. No total, 15% realizam aquilo a que o relatório chama “triple jump”, ou seja, mudam simultaneamente de função, setor e geografia.</p>
<p>Um dos movimentos mais marcantes acontece no setor tecnológico. Antes do MBA, 26% dos participantes trabalhavam nesta área; depois do programa, esse valor sobe para 41%, sinal de uma forte reorientação para o digital e para a tecnologia.</p>
<p>Entre as mulheres, que representam metade da turma, a tendência é semelhante: 54% mudam de setor, 59% de função e 24% de país, com 12% a realizarem também o “triple jump”. Neste grupo, a presença no setor tecnológico cresce de 18% para 47% após a conclusão do programa.</p>
<p>O relatório destaca ainda a vertente empreendedora do programa: 9% dos alunos lançaram os seus próprios negócios, sobretudo em áreas como inteligência artificial, SaaS, consultoria digital e inovação em redes sociais.</p>
<p>Para Renata Blanc, diretora do International MBA da Porto Business School, o programa foi desenhado para responder a um mercado em transformação acelerada. A responsável sublinha a combinação entre gestão, tecnologia e competências transversais como liderança, pensamento crítico e agilidade como fatores-chave para acelerar transições de carreira e entrada em setores de elevado crescimento.</p>
<p>Já Carla Silva, diretora de Career Services da mesma instituição, destaca que o objetivo vai além da colocação profissional imediata. A ideia, refere, passa por “construir carreiras com propósito”, com acompanhamento contínuo e uma ligação próxima ao mercado, o que se reflete em progressões mais rápidas e aumentos salariais significativos.</p>
<p>O programa inclui ainda o International MBA Double Degree, que permite a combinação com outro mestrado acreditado, resultando em dois diplomas num percurso integrado, mais curto e orientado para perfis que procuram reforçar competências de gestão sem abdicar da sua especialização técnica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/mba-internacional-da-porto-business-school-regista-81-de-empregabilidade-em-tres-meses/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780790]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Taxa de poupança das famílias estabiliza em 12,3% no primeiro trimestre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/taxa-de-poupanca-das-familias-estabiliza-em-123-no-primeiro-trimestre-ine/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/taxa-de-poupanca-das-familias-estabiliza-em-123-no-primeiro-trimestre-ine/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:38:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=780779</guid>

					<description><![CDATA[A taxa de poupança das famílias estabilizou nos 12,3% do rendimento disponível no primeiro trimestre de 2026, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de poupança das famílias estabilizou nos 12,3% do rendimento disponível no primeiro trimestre de 2026, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p>Segundo o INE, o crescimento do Rendimento Disponível Bruto (RDB), conjugado com o aumento de 1,3% da despesa de consumo final (1,4% no trimestre precedente), determinou uma taxa de poupança das famílias de 12,3%.</p>
<p>Por outro lado, a despesa de consumo final aumentou 1,3%, o que representa uma variação inferior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) à do RDB.</p>
<p>Já a capacidade de financiamento das famílias fixou-se em 4,1% do PIB, idêntica ao trimestre anterior e menos 0,3 p.p. face ao trimestre homólogo. Este resultado &#8220;refletiu principalmente o aumento em 2,0% da poupança, conjugado com o aumento das transferências de capital líquidas, que mais do que compensou o aumento da Formação Bruta de Capital Fixo&#8221;, explica o gabinete de estatísticas.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/taxa-de-poupanca-das-familias-estabiliza-em-123-no-primeiro-trimestre-ine/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780779]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portão fechado a cadeado em escola de Vila Real em protesto contra o calor nas salas de aula</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portao-fechado-a-cadeado-em-escola-de-vila-real-em-protesto-contra-o-calor-nas-salas-de-aula/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/portao-fechado-a-cadeado-em-escola-de-vila-real-em-protesto-contra-o-calor-nas-salas-de-aula/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:29:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[calor extremo]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[vila real]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=780770</guid>

					<description><![CDATA[No portão principal, fechado a cadeado, foram colocadas folhas brancas com palavras de ordem como “Perante temperaturas extremas exigimos orientações claras e atempadas do ministério”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O portão da entrada no Centro Escolar do Douro, em Vila Real, foi esta quarta-feira fechado a cadeado num alegado protesto contra o calor intenso que se faz sentir nas salas de aula, tendo a GNR sido chamada ao local.</p>
<p>Fonte da GNR de Vila Real confirmou à agência Lusa que esta manhã foi chamada à escola básica do primeiro ciclo do Douro, em Andrães, onde foi aberto um segundo portão e as aulas estão a decorrer normalmente.</p>
<p>Os militares vão, agora, lavrar um auto de notícia para dar conhecimento da ocorrência ao Ministério Público.</p>
<p>No portão principal, fechado a cadeado, foram colocadas folhas brancas com palavras de ordem como “Perante temperaturas extremas exigimos orientações claras e atempadas do ministério”.</p>
<p>A Lusa contactou Ana Teixeira, uma encarregada de educação também representante dos pais e que contou que, naquela escola, se têm sentido temperaturas superiores a 30 graus dentro das salas de aula, onde estão uma média de 20 alunos.</p>
<p>“Não há condições para os meninos estarem na escola, já houve inclusive crianças a sentirem-se mal por causa do calor”, disse esta mãe de uma menina de 8 anos.</p>
<p>Ana Teixeira lembrou que, neste final de ano letivo, que termina na terça-feira, se têm registado dias e noites muito quentes.</p>
<p>“Temos temperaturas muito altas, muitos dias seguidos”, apontou. Mesmo sabendo que a situação não vai ser resolvida este ano, acrescentou, os encarregados de educação pedem uma “resolução para o futuro”.</p>
<p>A representante garantiu que a &#8220;escola tem muito boas condições e de inverno não há problema nenhum&#8221;.</p>
<p>&#8220;Mas não faz sentido manter um calendário escolar até tão tarde quando as escolas não têm condições para isso”, referiu.</p>
<p>Quando Elisa Castro chegou esta manhã à escola para deixar o filho de 10 anos já encontrou o edifício aberto. No entanto, acredita que o protesto terá tido como objetivo chamar a atenção para o problema.</p>
<p>Esta mãe contou que a “escola está muito quente para as crianças”.</p>
<p>Contactada pela Lusa, a Câmara de Vila Real disse que, em articulação com os agrupamentos de escolas, acompanha com atenção a situação verificada nos estabelecimentos de ensino, nomeadamente na Escola Básica do Douro, decorrente das temperaturas excecionalmente elevadas registadas nos últimos dias.</p>
<p>A autarquia esclareceu que a escola do Douro dispõe de um sistema de climatização por geotermia instalado desde 2012, concebido de acordo com as condições e exigências técnicas existentes à data.</p>
<p>No entanto, adiantou, “os episódios de calor extremo que se têm verificado colocam desafios acrescidos ao funcionamento dos sistemas existentes”.</p>
<p>“A situação já havia sido previamente identificada e encontra-se a ser acompanhada pelos serviços municipais. Neste âmbito, o município continuará a promover o diálogo com as direções dos agrupamentos escolares, e com as associações de pais e encarregados de educação, para partilhar as soluções que estão a ser equacionadas”, referiu.</p>
<p>Paralelamente, acrescentou, os serviços técnicos municipais têm vindo a avaliar alternativas e eventuais investimentos de melhoria que permitam reforçar a resposta do edifício a episódios de calor extremo.</p>
<p>“Compreendemos a preocupação manifestada pelos pais e encarregados de educação e reconhecemos a importância de garantir condições adequadas de conforto, segurança e bem-estar para os alunos, docentes e demais profissionais da escola”, salientou ainda o município.</p>
<p>Também na escola das Árvores se verificou uma avaria no sistema de ar condicionado, a qual já foi reparada. No entanto, na terça-feira ainda havia duas turmas a ter aulas em locais alternativos, como a biblioteca e a sala dos professores.</p>
<p>Os distritos de Bragança, Guarda e Vila Real estão hoje sob aviso amarelo (o menos grave numa escala de três) devido à previsão de tempo quente, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/portao-fechado-a-cadeado-em-escola-de-vila-real-em-protesto-contra-o-calor-nas-salas-de-aula/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780770]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>EDP, Jerónimo Martins, NOS, Sonae, REN e Altri estão entre as empresas mais sustentáveis do mundo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/edp-jeronimo-martins-nos-sonae-ren-e-altri-estao-entre-as-empresas-mais-sustentaveis-do-mundo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/edp-jeronimo-martins-nos-sonae-ren-e-altri-estao-entre-as-empresas-mais-sustentaveis-do-mundo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:25:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[sustentáveis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=780766</guid>

					<description><![CDATA[Seis empresas portuguesas voltam a destacar-se no panorama global da sustentabilidade, segundo a mais recente edição do ranking World’s Most Sustainable Companies, elaborado pela revista TIME em parceria com a plataforma de dados Statista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Seis empresas portuguesas voltam a destacar-se no panorama global da sustentabilidade, segundo a mais recente edição do ranking World’s Most Sustainable Companies, elaborado pela revista TIME em parceria com a plataforma de dados Statista.</p>
<p>A EDP lidera a representação nacional, ocupando a 10.ª posição entre 750 empresas avaliadas. Seguem-se a Jerónimo Martins, em 128.º lugar, a NOS, em 367.º, a Sonae, em 376.º, a REN, em 483.º, e a Altri, em 495.º.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-780767" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Sem-titulo.jpg" alt="" width="617" height="439" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Sem-titulo.jpg 617w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Sem-titulo-300x213.jpg 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Sem-titulo-600x427.jpg 600w" sizes="(max-width: 617px) 100vw, 617px" /></p>
<p>O ranking analisa mais de 5.800 grandes empresas a nível mundial, selecionando as que apresentam melhor desempenho em indicadores de transparência, responsabilidade corporativa e impacto ambiental e social. A metodologia cruza dados financeiros com métricas de sustentabilidade, procurando identificar as organizações que mantêm práticas consistentes ao longo de toda a cadeia de avaliação.</p>
<p>De acordo com Luísa Jervell, Diretora da Sustentabilidade da NOS, <em>“a</em> inclusão neste grupo restrito de grandes empresas globais reconhece o compromisso contínuo da NOS com a geração de mudança e impacto social. O nosso propósito de aproximar pessoas, empresas e comunidades está intrinsecamente associado à responsabilidade de o fazer de forma ética, inclusiva e ambientalmente responsável. A Sustentabilidade está incorporada na nossa estratégia corporativa e refletida na forma como nos relacionamos com os nossos colaboradores, clientes, parceiros, e comunidades locais.”</p>
<p class="x_MsoNormal">“É com natural apreço que vemos a Altri integrada entre as empresas mais sustentáveis do mundo, num ranking que agrega diferentes rankings e ratings reconhecidos e que se baseia em avaliações independentes. A Altri tem o propósito de ser um ator relevante na sustentabilidade e de contribuir ativamente para a construção de um mundo mais renovável. O seu Compromisso 2030 contém um conjunto muito exigente de parâmetros nos diversos âmbitos do ESG e é com agrado que assistimos ano após ano a uma evolução muito positiva. Enquanto grupo que assenta a sua atividade na floresta e na bioindústria, procuramos diariamente reduzir o nosso impacto, ao mesmo tempo que contribuímos para acelerar a descarbonização da economia e para o incremento da circularidade”, afirmou José Soares de Pina, CEO da Altri.</p>
<p>Num contexto internacional cada vez mais instável, marcado por maior pressão sobre custos, redefinição de políticas climáticas e incertezas energéticas, o tema da sustentabilidade tem vindo a ganhar uma abordagem mais pragmática dentro das empresas. Ainda assim, várias organizações continuam a manter compromissos de longo prazo ligados à transição energética e à redução de emissões.</p>
<p>A edição deste ano sublinha precisamente essa tensão: por um lado, o foco crescente na eficiência operacional; por outro, a perceção de que riscos climáticos e ambientais continuam a representar uma ameaça direta ao negócio.</p>
<p>A lista final das 750 empresas distingue aquelas que conseguem equilibrar desempenho económico com práticas ambientais e sociais consistentes, num exercício que procura refletir a evolução real da sustentabilidade no tecido empresarial global.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/edp-jeronimo-martins-nos-sonae-ren-e-altri-estao-entre-as-empresas-mais-sustentaveis-do-mundo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780766]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>UE quer reduzir com simplificação os encargos fiscais das empresas em 8 mil ME/ano</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ue-quer-reduzir-com-simplificacao-os-encargos-fiscais-das-empresas-em-8-mil-me-ano/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ue-quer-reduzir-com-simplificacao-os-encargos-fiscais-das-empresas-em-8-mil-me-ano/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:24:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=780765</guid>

					<description><![CDATA[A Comissão Europeia adotou hoje um pacote de simplificação fiscal estimando que reduza em oito mil milhões de euros por ano os encargos das empresas na União Europeia (UE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia adotou hoje um pacote de simplificação fiscal estimando que reduza em oito mil milhões de euros por ano os encargos das empresas na União Europeia (UE).</p>
<p>O pacote é composto por duas propostas: uma diretiva &#8216;Omnibus&#8217; Fiscal e a reformulação da legislação sobre cooperação administrativa, e irá modernizar o quadro fiscal direto da UE, mantendo simultaneamente o atual nível elevado de proteção contra a fraude, a evasão e a elisão fiscais.</p>
<p>Com a simplificação das regras fiscais da UE e a redução dos encargos de conformidade para as empresas, o executivo comunitário prevê que as novas regras permitam às empresas da UE poupar cerca de oito mil milhões de euros por ano, dos quais 3,25 mil milhões de euros (ME) em custos administrativos.</p>
<p>No que se refere ao regulamento, Bruxelas quer regras mais simples e eficazes, atualizando disposições ultrapassadas, eliminando regras redundantes ou excessivamente complexas e reforçando a coerência do regime de tributação direta da UE, prevendo poupanças na ordem dos 5,3 mil ME.</p>
<p>A eliminação, também no &#8216;omnibus&#8217;, de obstáculos fiscais para facilitar o investimento e acesso das empresas a financiamento é outra das metas da proposta, em que a Comissão inclui a eliminação das barreiras fiscais à atividade transfronteiriça das empresas, com redução anual de 500 ME em custos.</p>
<p>Já no que a respeita à cooperação administrativa, o objetivo da proposta é eliminar as barreiras aos impostos retidos na fonte e os procedimentos onerosos bem como, por outro lado, estabelecer um padrão mínimo de tributação a nível da UE para impulsionar o investimento em Investigação e Desenvolvimento (I&amp;D) e o crescimento económico, estimando-se que dê um impulso de 0,2% ao ano no Produto Interno Bruto (PIB) da UE.</p>
<p>A proposta de simplificação da diretiva sobre a cooperação administrativa aumenta o limiar de comunicação de informações para as vendas de bens &#8216;online&#8217;, eliminando as obrigações de declaração para mais de dez milhões de vendedores particulares, em especial os que vendem bens em segunda mão, estimando um corte de 678 ME nas despesas das plataformas digitais.</p>
<p>A reformulação simplifica ainda o processo de notificação para os grupos de empresas multinacionais sujeitas a uma taxa mínima de imposto de 15%.</p>
<p>O Parlamento Europeu e o Conselho da UE têm de aprovar o pacote proposto.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ue-quer-reduzir-com-simplificacao-os-encargos-fiscais-das-empresas-em-8-mil-me-ano/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780765]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Até 655 km de autonomia e 646 cv: Zeekr 7GT já tem preço para Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ate-655-km-de-autonomia-e-646-cv-zeekr-7gt-ja-tem-preco-para-portugal/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ate-655-km-de-autonomia-e-646-cv-zeekr-7gt-ja-tem-preco-para-portugal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:23:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Zeekr]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=780754</guid>

					<description><![CDATA[Com preço a partir de 55.450 euros, IVA incluído, o Zeekr 7GT já está disponível para pré-reserva e assume-se como uma das novas apostas da marca no segmento dos elétricos premium]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Zeekr reforça a sua ofensiva no mercado europeu com o novo Zeekr 7GT, um gran turismo 100% elétrico que combina desempenho, tecnologia, conforto e uma abordagem premium pensada para clientes europeus. O modelo foi apresentado na semana passada, em Málaga, Espanha, e tem chegada ao mercado nacional prevista para o verão.</p>
<p>Com preço a partir de 55.450 euros, IVA incluído, o Zeekr 7GT já está disponível para pré-reserva e assume-se como uma das novas apostas da marca no segmento dos elétricos premium. O modelo foi desenvolvido para responder às exigências de condutores que procuram autonomia, rapidez de carregamento, sofisticação interior e comportamento dinâmico adaptado às estradas europeias.</p>

<a href='https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-3.jpg'><img decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-3-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-3-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-3-75x75.jpg 75w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-3-1200x1200.jpg 1200w" /></a>
<a href='https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-2.jpg'><img decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-2-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-2-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-2-75x75.jpg 75w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-2-1200x1200.jpg 1200w" /></a>
<a href='https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-1.jpg'><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-1-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-1-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-1-75x75.jpg 75w" /></a>

<p>Desenvolvido no Centro Global de Design da Zeekr, em Gotemburgo, na Suécia, o 7GT propõe uma nova interpretação do conceito gran turismo. A marca combina uma silhueta baixa e musculada com uma linha de tejadilho fluida, portas sem moldura, puxadores integrados e uma assinatura luminosa dianteira e traseira pensada para reforçar a presença visual do modelo.</p>
<p>A distância entre eixos de 2.900 milímetros contribui para a postura dinâmica e para o espaço interior, enquanto os elementos aerodinâmicos, como o spoiler traseiro, o difusor integrado e a gestão ativa do fluxo de ar, permitem alcançar um coeficiente aerodinâmico de 0,25 Cd. As jantes de 19 ou 20 polegadas completam uma imagem marcada pela combinação entre elegância e desportividade.</p>
<p>No habitáculo, o Zeekr 7GT aposta numa experiência orientada para o conforto e para a tecnologia. Os bancos dianteiros elétricos incluem, de série, funções de aquecimento, ventilação e massagem, enquanto os passageiros traseiros beneficiam de espaço generoso e bancos reclináveis eletricamente.</p>
<p>A componente digital é assegurada por um painel de instrumentos de 13 polegadas, um ecrã central OLED de 15 polegadas e um Head-Up Display de realidade aumentada com 35,5 polegadas. O modelo integra ainda carregamento sem fios de 50 W, conectividade avançada e sistemas de áudio premium Zeekr Sound, disponíveis em configurações até 23 altifalantes e 2.160 W de potência.</p>
<p>A versatilidade também foi tida em conta. O Zeekr 7GT oferece uma bagageira com capacidade até 456 litros, expansível para 1.390 litros com os bancos traseiros rebatidos, além de uma bagageira dianteira com capacidade até 65 litros.</p>
<p>Ao nível tecnológico, o novo elétrico utiliza uma arquitetura eletrónica de elevada capacidade, suportada pelo processador Qualcomm Snapdragon 8295. O sistema de infoentretenimento baseado em Android Automotive inclui navegação inteligente, serviços de entretenimento integrados, atualizações remotas e uma experiência de utilização complementada por comandos físicos colocados em zonas estratégicas.</p>
<p>Na assistência à condução, o Zeekr Assisted Drive reúne funcionalidades de Nível 2, incluindo controlo de velocidade adaptativo inteligente, assistência à manutenção na faixa de rodagem, mudança automática de faixa, reconhecimento de semáforos e estacionamento automático.</p>
<p>Assente numa arquitetura elétrica de 800 V, o Zeekr 7GT estará disponível com diferentes configurações de bateria e motorização. A versão Long Range RWD combina um motor elétrico de 310 kW com uma bateria NMC de 100 kWh, permitindo uma autonomia até 655 quilómetros em ciclo WLTP.</p>
<p>No topo da gama surge a versão Privilege AWD, que associa dois motores elétricos a uma potência combinada de 646 cv e 710 Nm de binário. Nesta configuração, o modelo acelera dos 0 aos 100 km/h em 3,3 segundos e inclui suspensão pneumática ativa, travões de maiores dimensões e elementos exclusivos de design.</p>
<p>O carregamento é outro dos argumentos do novo modelo. O Zeekr 7GT suporta carregamento ultrarrápido em corrente contínua até 420 kW, além de carregamento em corrente alternada até 22 kW, permitindo reduzir os tempos de paragem em viagem.</p>
<p>A dinâmica foi desenvolvida especificamente para a Europa, com afinação do chassis pensada para as estradas do continente. O modelo recorre a uma suspensão dianteira de braços duplos e a um eixo traseiro multilink de cinco braços, procurando combinar precisão de condução, estabilidade e conforto em percursos longos.</p>
<p>A suspensão pneumática ativa permite ajustar automaticamente a altura ao solo em função das condições de utilização, enquanto os diferentes modos de condução adaptam o comportamento do veículo às preferências do condutor.</p>
<p>Com o novo 7GT, a Zeekr procura reforçar a sua presença no segmento premium europeu, apostando num elétrico que cruza autonomia elevada, carregamento rápido, tecnologia embarcada e uma proposta de utilização pensada tanto para o quotidiano como para viagens de longa distância.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ate-655-km-de-autonomia-e-646-cv-zeekr-7gt-ja-tem-preco-para-portugal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780754]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>ANA diz estar alinhada com Estado nos investimentos aeroportuários</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ana-diz-estar-alinhada-com-estado-nos-investimentos-aeroportuarios/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ana-diz-estar-alinhada-com-estado-nos-investimentos-aeroportuarios/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:15:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ANA/Vinci]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=780636</guid>

					<description><![CDATA[A ANA/Vinci afirmou hoje à Lusa que continua empenhada nos investimentos e na conectividade dos aeroportos nacionais, "em alinhamento com o Estado português".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ANA/Vinci afirmou hoje à Lusa que continua empenhada nos investimentos e na conectividade dos aeroportos nacionais, &#8220;em alinhamento com o Estado português&#8221;.</P><br />
<P>Questionada pela Lusa sobre as declarações do primeiro-ministro, Luís Montenegro, relativas à criação de um &#8220;Fundo Soberano de Portugal&#8221; que poderá intervir em setores estratégicos, incluindo infraestruturas aeroportuárias caso os concessionários &#8220;não cumpram as suas obrigações&#8221;, fonte oficial da ANA &#8211; Aeroportos de Portugal não comentou diretamente as afirmações, garantindo apenas que os projetos em curso estão alinhados com o Estado.</P><br />
<P>&#8220;A ANA &#8211; Aeroportos de Portugal continua empenhada no desenvolvimento dos vários projetos de investimento e da conectividade dos aeroportos nacionais, em alinhamento com o Estado português&#8221;, afirmou fonte oficial da concessionária.</P><br />
<P>Na mesma resposta por escrito, a concessionária aeroportuária destacou o projeto de desenvolvimento do novo aeroporto de Lisboa, que, segundo a empresa, &#8220;segue de forma rigorosa em cumprimento do cronograma definido com o Estado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A ANA Aeroportos de Portugal prossegue, assim, o seu propósito enquanto operador de referência, apoiando a economia e aproximando as pessoas&#8221;, acrescentou a mesma fonte.</P><br />
<P>No discurso de encerramento do Congresso do PSD, Luís Montenegro afirmou que o fundo soberano &#8220;será um instrumento de autonomia e intervenção do Estado em setores estratégicos&#8221;.</P><br />
<P>O primeiro-ministro disse ainda que a intenção é que o fundo tenha &#8220;participações acionistas&#8221; para garantir &#8220;um veículo de poupança para as gerações futuras&#8221; e &#8220;um instrumento de efetivar a soberania nacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a falar de participações em áreas como a energia, mas não excluímos a banca, as comunicações ou mesmo a gestão de infraestruturas aeroportuárias, se os concessionários das mesmas não cumprirem as suas obrigações&#8221;, afirmou Montenegro.</P><br />
<P>A ANA tem até 17 de julho para submeter o Relatório Técnico do novo aeroporto de Lisboa, que deverá incluir o planeamento detalhado da construção, a calendarização das obras, a estrutura de subcontratação e o orçamento estimado.</P><br />
<P>No relatório inicial entregue ao Governo em dezembro e publicado em janeiro, a ANA estimou em 8,5 mil milhões de euros o custo de construção do novo aeroporto Luís de Camões, no Campo de Tiro de Alcochete.</P><br />
<P>Segundo o documento, a concessionária prevê financiar 7 mil milhões de euros através da emissão de dívida.</P><br />
<P>A ANA propôs ainda o aumento progressivo das taxas aeroportuárias no Aeroporto de Lisboa entre 2026 e 2030 e o prolongamento da atual concessão por mais 30 anos, até 2092, para assegurar o reembolso do investimento e a sustentabilidade económica da concessão sem apoio financeiro público.</P><br />
<P>O contrato de concessão aeroportuária em vigor foi assinado em 2012 e tem a duração de 50 anos.</P><br />
<P>A ANA prevê a abertura do novo aeroporto de Lisboa em meados de 2037, ou no final de 2036 caso sejam acordadas com o Governo otimizações ao calendário.</P><br />
<P>A ANA &#8212; Aeroportos de Portugal gere os aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Madeira, Porto Santo, Ponta Delgada, Santa Maria, Horta e Flores, bem como o Terminal Civil de Beja.</P><br />
<P>A concessionária passou a integrar a VINCI Airports em 2013, na sequência do processo de privatização.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ana-diz-estar-alinhada-com-estado-nos-investimentos-aeroportuarios/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780636]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: 20 mil marinheiros e 110 mil milhões de euros em carga aguardam passagem por Ormuz</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-20-mil-marinheiros-e-110-mil-milhoes-de-euros-em-carga-aguardam-passagem-por-ormuz/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irao-20-mil-marinheiros-e-110-mil-milhoes-de-euros-em-carga-aguardam-passagem-por-ormuz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:14:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=780711</guid>

					<description><![CDATA[Cerca de 20 mil marinheiros e 110 mil milhões de euros em carga esperam para poder transitar pelo estreito de Ormuz, encerrado durante a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irão, afirmou hoje a seguradora alemã Allianz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 20 mil marinheiros e 110 mil milhões de euros em carga esperam para poder transitar pelo estreito de Ormuz, encerrado durante a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irão, afirmou hoje a seguradora alemã Allianz.</P><br />
<P>Num relatório da empresa divulgado hoje, admite-se que as tensões no Médio Oriente podem aumentar os seguros e consequentemente os custos do comércio marítimo internacional. </P><br />
<P>Ao longo do conflito, a cobertura do seguro marítimo esteve disponível, mas com prémios mais elevados para a carga, segundo o relatório de Segurança e Transporte Marítimo de 2026.</P><br />
<P>O presidente do Conselho de Administração da Allianz Commercial, Thomas Lillelund, disse que o conflito no Médio Oriente e o encerramento do Estreito de Ormuz são apenas os casos mais recentes de uma série de incidentes graves que afectaram os armadores e os operadores de carga. </P><br />
<P>&#8220;A resiliência, a geopolítica e a eficiência devem ser equilibradas num mundo cada vez mais imprevisível, onde o custo da incerteza está a redefinir o sector marítimo&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Cerca de 1.150 navios de carga (com arqueação bruta superior a 100 GT &#8212; unidade de medida que reflete o volume interno total da embarcação), e cerca de 20 mil marinheiros aguardam no Golfo Pérsico o retomar das operações após os recentes avanços diplomáticos, segundo os dados da Allianz.</P><br />
<P>A principal preocupação dos armadores têm sido os risco para as tripulações e para as embarcações que transitam por uma zona de conflito, e não apenas as questões de seguro.</P><br />
<P>Desta forma, de acordo com a empresa alemã, vão ser necessárias fortes garantias de passagem segura mesmo que o acordo Estados Unidos e o Irão se mantenha, o Estreito de Ormuz seja reaberto e a navegação regresse aos níveis da passagem de até 140 navios por dia.</P><br />
<P>Os contactos diplomáticos entre os Estados Unidos e o Irão foram estabelecidos recentemente na Suíça.</P><br />
<P>Hoje, a diplomacia de Islamabad disse que as negociações técnicas entre Washington e Teerão, mediadas pelo Paquistão, devem ser retomadas na próxima semana.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/irao-20-mil-marinheiros-e-110-mil-milhoes-de-euros-em-carga-aguardam-passagem-por-ormuz/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780711]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Os salários mais altos de Portugal: do futebol aos unicórnios, quem ganha milhões por ano</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/os-salarios-mais-altos-de-portugal-do-futebol-aos-unicornios-quem-ganha-milhoes-por-ano/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/os-salarios-mais-altos-de-portugal-do-futebol-aos-unicornios-quem-ganha-milhoes-por-ano/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:14:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=780732</guid>

					<description><![CDATA[Os salários mais altos de Portugal estendem-se muito para lá dos relvados e das grandes empresas cotadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os salários mais altos de Portugal estendem-se muito para lá dos relvados e das grandes empresas cotadas, abrangendo hoje um conjunto diversificado de setores que vão da tecnologia aos fundos de investimento, passando pela advocacia, consultoria, imobiliário e entretenimento. Embora o futebol continue a ocupar os lugares cimeiros da hierarquia remuneratória nacional, a economia digital e os negócios ligados ao capital privado estão a criar novas elites financeiras, muitas vezes assentes não apenas em salários, mas também em prémios, participações acionistas e ganhos de capital.</p>
<p>Segundo uma análise publicada pela <a href="https://www.sabado.pt/dinheiro/detalhe/a-nova-e-a-velha-elite-dos-salarios" target="_blank" rel="noopener">revista Sábado</a>, José Mourinho liderou recentemente a lista dos profissionais mais bem pagos em Portugal, com uma remuneração anual líquida estimada em cerca de quatro milhões de euros durante a sua passagem pelo Benfica, equivalente a aproximadamente seis milhões de euros brutos. No universo empresarial, o presidente do grupo Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos, destacou-se com um rendimento anual bruto de cerca de cinco milhões de euros em 2025. Também António Ramalho, antigo presidente executivo do Novo Banco, deverá receber este ano um prémio superior a sete milhões de euros relacionado com a venda da instituição bancária. A publicação refere ainda que treinadores como Marco Silva e Roberto Martínez integram igualmente o grupo dos profissionais com remunerações mais elevadas do país.</p>
<p>Apesar de Portugal ter registado uma redução da desigualdade salarial nas últimas décadas e de os salários terem crescido acima da inflação desde 2023, os ganhos no topo da pirâmide aumentaram a um ritmo significativamente superior. Nas empresas cotadas em bolsa, a diferença entre a remuneração dos presidentes executivos e a dos trabalhadores médios aumentou substancialmente. Em 2025, Pedro Soares dos Santos recebeu cerca de 217 vezes mais do que o trabalhador médio da Jerónimo Martins. Grande parte destes pacotes remuneratórios inclui componentes variáveis associadas aos resultados das empresas, planos de reforma, prémios de desempenho e outros incentivos destinados a competir por talento num mercado internacional cada vez mais exigente.</p>
<p>Ao lado das estruturas tradicionais de elevados rendimentos, como as grandes sociedades de advogados, auditoras e consultoras estratégicas, surgem os fundadores e gestores dos chamados unicórnios tecnológicos portugueses. Nomes ligados a empresas como Talkdesk, Outsystems, Feedzai, Sword Health ou Tekever acumulam riqueza sobretudo através da valorização das participações acionistas e de mecanismos de atribuição de ações. Nos fundos de capital privado verifica-se uma realidade semelhante: embora os salários possam atingir várias centenas de milhares de euros anuais, os maiores ganhos resultam frequentemente da participação nos lucros dos fundos. O setor imobiliário também continua a gerar rendimentos muito elevados, com consultores experientes a poderem ultrapassar os 300 mil euros anuais em comissões e dirigentes de grandes redes a aproximarem-se dos 500 mil euros por ano.</p>
<p>No setor público, a realidade é bastante diferente. Mesmo os cargos mais bem remunerados do Estado ficam longe dos valores praticados no setor privado. Ainda assim, alguns organismos financeiros e empresas públicas apresentam remunerações superiores às dos titulares dos principais cargos políticos. Paralelamente, o setor do entretenimento continua a produzir algumas das figuras mais bem pagas do país, com Cristina Ferreira a destacar-se entre os profissionais da televisão, combinando funções executivas, presença mediática e receitas publicitárias. A crescente importância das redes sociais e do marketing de influência abriu igualmente novas fontes de rendimento para atores, apresentadores e criadores de conteúdos, reforçando uma tendência em que os maiores ganhos já não dependem exclusivamente do salário mensal, mas da capacidade de transformar notoriedade e participação empresarial em património de longo prazo.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/os-salarios-mais-altos-de-portugal-do-futebol-aos-unicornios-quem-ganha-milhoes-por-ano/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780732]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugueses cortam no destino, mas não nas férias: 73% já desistiram de viajar devido aos preços</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugueses-cortam-no-destino-mas-nao-nas-ferias-73-ja-desistiram-de-viajar-devido-aos-precos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/portugueses-cortam-no-destino-mas-nao-nas-ferias-73-ja-desistiram-de-viajar-devido-aos-precos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:12:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[ConsumerChoice]]></category>
		<category><![CDATA[férias]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=780722</guid>

					<description><![CDATA[Pressão sobre o orçamento familiar também está a influenciar as escolhas para este ano: cerca de 64% dos participantes afirmam que vão optar por destinos mais económicos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aumento dos preços continua a pesar nas decisões de férias dos portugueses. De acordo com o mais recente estudo da ConsumerChoice sobre tendências de consumo nas férias de verão, 73% dos inquiridos admitem já ter desistido de um destino por considerarem que os custos eram demasiado elevados.</p>
<p>A pressão sobre o orçamento familiar também está a influenciar as escolhas para este ano. Cerca de 64% dos participantes afirmam que vão optar por destinos mais económicos, num sinal de que a vontade de viajar se mantém, mas com maior atenção ao custo total da experiência.</p>
<p>O preço surge, assim, como o principal fator de decisão na escolha de um destino de férias. Apesar de os consumidores continuarem a valorizar elementos como a localização, o conforto, a qualidade da experiência e a oferta disponível, o custo final da viagem passou a ocupar um lugar central no planeamento.</p>
<p>Ainda assim, a maioria dos inquiridos não pretende reduzir de forma significativa o orçamento dedicado às férias. Segundo o estudo, 60% prevê manter este ano o mesmo nível de despesa registado no ano passado, o que mostra que viajar continua a ser uma prioridade para muitas famílias portuguesas, mesmo num contexto de maior prudência financeira.</p>
<p>Entre os destinos nacionais, o Algarve continua a dividir opiniões. Para 36% dos participantes, a região está atualmente demasiado cara face ao que oferece, sobretudo quando comparada com outros destinos concorrentes. Em sentido contrário, o Alentejo surge como a região portuguesa preferida para férias, reunindo 21% das preferências.</p>
<p>Esta escolha reforça a atratividade do Alentejo enquanto destino associado a tranquilidade, autenticidade, natureza e experiências menos massificadas. A procura por locais mais calmos também se reflete nas principais fontes de stress apontadas pelos consumidores durante as férias: 24% indicam os gastos elevados como maior preocupação, enquanto 23% referem a confusão e o excesso de turistas.</p>
<p>A forma de pagamento é outro sinal da preocupação com o controlo das despesas. Quatro em cada dez consumidores preferem pagar a totalidade das férias antecipadamente, evitando encargos adicionais e garantindo maior previsibilidade no orçamento disponível.</p>
<p>Apesar da contenção, há áreas onde os portugueses mostram menor disponibilidade para cortar. A alimentação e os restaurantes são a dimensão das férias onde os entrevistados menos admitem reduzir despesas, referida por 30% dos participantes. O conforto do alojamento surge logo a seguir, com 23% das respostas, confirmando que a qualidade da experiência continua a ter peso na decisão.</p>
<p>O estudo revela ainda que a sustentabilidade é cada vez mais relevante no momento de escolher um destino. Para 58% dos inquiridos, as práticas de turismo sustentável assumem um papel importante nas decisões de viagem, refletindo uma maior preocupação com opções mais responsáveis e conscientes.</p>
<p>Num verão marcado pela procura de equilíbrio entre descanso, orçamento e qualidade da experiência, os dados da ConsumerChoice mostram um consumidor mais atento ao preço, mas ainda disponível para investir nas férias, desde que encontre uma proposta ajustada às suas prioridades.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/portugueses-cortam-no-destino-mas-nao-nas-ferias-73-ja-desistiram-de-viajar-devido-aos-precos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780722]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>OE2026: Portugal com défice de 0,7% no arranque do ano</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-oe2026-portugal-com-defice-de-07-no-arranque-do-ano/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-oe2026-portugal-com-defice-de-07-no-arranque-do-ano/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:08:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[INE]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[OE2026]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=780735</guid>

					<description><![CDATA[Portugal arrancou o ano com um défice orçamental de 0,7% do PIB, segundo os dados relativos ao primeiro trimestre divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal arrancou o ano com um défice orçamental de 0,7% do PIB, segundo os dados relativos ao primeiro trimestre divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).</P><br />
<P>&#8220;Considerando os valores trimestrais e não o ano acabado no trimestre, o saldo das AP no 1.º trimestre de 2026 fixou-se em -510 milhões de euros, correspondendo a -0,7% do PIB, o que compara com 0,0% no período homólogo.&#8221;, lê-se no destaque do INE.</P><br />
<P>A receita total cresceu 6%, abaixo do crescimento de 7,9% da despesa total.</P><br />
<P>Olhando para as componentes da receita, &#8220;o crescimento de 5,5% da receita corrente decorre, sobretudo, dos aumentos nas contribuições sociais (7,1%) e nos impostos sobre a produção e importação (4,3%) e, em menor medida, dos acréscimos registados na outra receita corrente (14,4%) e nas vendas (10,7%)&#8221;.</P><br />
<P>A receita de capital subiu 29% devido ao aumento de receita do Plano de Recuperação e Resiliência.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-oe2026-portugal-com-defice-de-07-no-arranque-do-ano/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780735]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Fim das aulas em junho para todos? Diretores querem mudar calendário escolar</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fim-das-aulas-em-junho-para-todos-diretores-querem-mudar-calendario-escolar/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/fim-das-aulas-em-junho-para-todos-diretores-querem-mudar-calendario-escolar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:51:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=780720</guid>

					<description><![CDATA[A Associação Nacional de Diretores dos Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) quer reabrir o debate sobre o calendário escolar e defende que todos os alunos terminem as atividades letivas até à segunda semana de junho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Nacional de Diretores dos Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) quer reabrir o debate sobre o calendário escolar e defende que todos os alunos terminem as atividades letivas até à segunda semana de junho. A proposta surge numa altura em que as elevadas temperaturas registadas em várias regiões da Europa têm levado alguns países a suspender temporariamente as aulas, reacendendo a discussão sobre a adequação do atual modelo português.</p>
<p>Em entrevista à <a href="https://rr.pt/noticia/pais/2026/06/24/diretores-querem-mudar-calendario-aulas-devem-acabar-para-todos-ate-meados-de-junho/475560/" target="_blank" rel="noopener">Rádio Renascença</a>, a associação considera que o atual calendário cria diferenças entre ciclos de ensino, uma vez que os alunos dos anos sujeitos a exames nacionais — 9.º, 11.º e 12.º anos — terminam as aulas nos primeiros dias de junho, enquanto os restantes estudantes encerram o ano letivo mais tarde. Já os alunos do 1.º ciclo e da educação pré-escolar mantêm-se nas escolas até ao final do mês.</p>
<p>O presidente da ANDAEP, Filinto Lima, revelou que a associação lançou recentemente o desafio ao Ministério da Educação para que fosse equacionada a possibilidade de suspender atividades letivas em situações de calor extremo. Apesar de não ter recebido qualquer contacto da tutela sobre esta matéria, o responsável afirmou estar convicto de que o ministério acompanha a situação. Como exemplo, apontou o caso de França, onde as autoridades decidiram encerrar escolas durante alguns dias devido às condições meteorológicas adversas.</p>
<p>No entanto, para Filinto Lima, a discussão deve ir além das ondas de calor. O dirigente defende uma revisão estrutural do calendário escolar, argumentando que o pré-escolar e o 1.º ciclo deveriam passar a terminar as aulas na mesma altura que os restantes níveis de ensino. “Terá de haver este debate com o Ministério da Educação”, sustentou, considerando que uma uniformização beneficiaria o funcionamento das escolas e responderia melhor à realidade educativa atual.</p>
<p>O responsável da ANDAEP argumenta ainda que, nesta fase final do ano letivo, o aproveitamento pedagógico tende a diminuir. “Nestes dias, em junho, os nossos alunos já pouco aprendem e é, muitas vezes, difícil retê-los em contexto de aprendizagem e de sala de aula”, afirmou. Por isso, defende que o Ministério da Educação deve analisar uma alteração do calendário escolar, concluindo que “as aulas deviam terminar para todos os alunos, pelo menos até à segunda semana de junho”.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/fim-das-aulas-em-junho-para-todos-diretores-querem-mudar-calendario-escolar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780720]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugal tem 42.600 empresas exportadoras, mais 6.000 do que há 5 anos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-tem-42-600-empresas-exportadoras-mais-6-000-do-que-ha-5-anos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-tem-42-600-empresas-exportadoras-mais-6-000-do-que-ha-5-anos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[exportadoras]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=780712</guid>

					<description><![CDATA[Portugal conta hoje com cerca de 42.600 empresas exportadoras, mais 6.527 do que em 2019, segundo a 9.ª edição do estudo “As Empresas Exportadoras em Portugal”, da Informa D&#038;B.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal conta hoje com cerca de 42.600 empresas exportadoras, mais 6.527 do que em 2019, segundo a 9.ª edição do estudo “As Empresas Exportadoras em Portugal”, da Informa D&amp;B. O número tem vindo a crescer de forma consistente ao longo dos últimos cinco anos, com uma taxa média anual superior a 3%.</p>
<p>Apesar deste aumento, a proporção de exportadoras no tecido empresarial mantém-se relativamente estável, entre 10% e 11% desde 2019. Ou seja, o crescimento resulta sobretudo da expansão global do número de empresas em Portugal e não tanto de uma maior propensão exportadora.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-780713" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem1.png" alt="" width="659" height="343" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem1.png 659w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem1-300x156.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem1-600x312.png 600w" sizes="auto, (max-width: 659px) 100vw, 659px" /></p>
<p>Em termos de desempenho, as empresas exportadoras registaram em 2024 um volume de negócios total de 229 mil milhões de euros, cerca de metade do total do tecido empresarial. Deste montante, 95 mil milhões dizem respeito a vendas para mercados externos. No conjunto, estas empresas empregam cerca de um milhão de pessoas, o que corresponde a quase um terço do emprego em Portugal.</p>
<p>A Europa continua a ser o principal destino das exportações nacionais, concentrando 66% do total, enquanto os mercados extracomunitários representam 34%. Ainda assim, estes últimos têm ganho dinamismo: nos últimos anos cresceram a um ritmo superior e, em 2024, já estavam 63% acima dos níveis de 2019.</p>
<p>Em termos de composição, 70% das exportações continuam a ser de bens e 30% de serviços. O peso dos serviços tem vindo a aumentar de forma relevante desde 2020, mas ainda não compensa a quebra registada nas exportações de bens desde 2022.</p>
<p>Já o peso das exportações no PIB tem vindo a recuar ligeiramente. Depois de atingir um máximo de 50% em 2022, desceu para 46% em 2024, de acordo com dados provisórios do INE.</p>
<p>O volume de negócios das exportadoras, depois de um forte crescimento entre 2020 e 2022, estabilizou nos anos seguintes e registou mesmo uma ligeira quebra, num contexto em que as empresas orientadas exclusivamente para o mercado interno ganharam algum dinamismo.</p>
<p>Para a diretora-geral da Informa D&amp;B, Teresa Cardoso de Menezes, esta evolução reflete um tecido empresarial em transformação. “Num contexto global exigente, há setores que estão a emergir na capacidade de fazer negócios com o exterior. São essas tendências que procuramos identificar nesta edição do estudo”, refere.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviços e tecnologia ganham peso no mapa exportador</strong></p>
<p>A estrutura das exportações portuguesas continua a ser dominada por quatro setores: indústrias, serviços empresariais, grossistas e tecnologias da informação e comunicação, que representam 69% das empresas exportadoras.</p>
<p>A indústria mantém a liderança, tanto em número de empresas (21% do total) como em valor exportado, concentrando mais de metade das exportações (53%). Ainda assim, o crescimento recente está a ser puxado sobretudo pelos serviços empresariais e pelas tecnologias da informação e comunicação, que lideram a criação de novas empresas exportadoras desde 2019.</p>
<p>No mesmo período, o número de exportadoras industriais cresceu em média apenas 0,2% ao ano, enquanto o dos grossistas aumentou 1,2%.</p>
<p>A grande maioria das exportadoras são microempresas (72%), o que reflete a estrutura do tecido empresarial nacional. No entanto, a probabilidade de exportar aumenta com a dimensão: exportam 9% das microempresas, 20% das pequenas, 43% das médias e 54% das grandes.</p>
<p>A nível geográfico, o Norte concentra 42% das exportadoras, beneficiando da forte presença industrial e de setores mais orientados para os mercados externos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-780714" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2.png" alt="" width="923" height="479" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2.png 923w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2-300x156.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2-867x450.png 867w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2-768x399.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2-600x311.png 600w" sizes="auto, (max-width: 923px) 100vw, 923px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Um terço exporta de forma regular</strong></p>
<p>O estudo identifica ainda um núcleo mais consistente de empresas exportadoras: cerca de um terço exporta de forma regular, ou seja, mantém vendas ao exterior de pelo menos 5% do volume de negócios ou superior a um milhão de euros ao longo dos anos analisados. Estas empresas são responsáveis por cerca de 80% do total das exportações.</p>
<p>A presença de exportadoras regulares é transversal aos setores, mas mais expressiva na indústria, onde 55% das empresas exportadoras têm esse perfil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais de 12 mil novas exportadoras em 2024</strong></p>
<p>Em 2024, mais de 12 mil empresas exportaram pela primeira vez. Os setores dos serviços empresariais e das tecnologias da informação e comunicação voltam a destacar-se na entrada de novos exportadores, superando indústria e grossistas neste indicador.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-780715" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3.png" alt="" width="870" height="382" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3.png 870w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3-300x132.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3-768x337.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3-600x263.png 600w" sizes="auto, (max-width: 870px) 100vw, 870px" /></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-tem-42-600-empresas-exportadoras-mais-6-000-do-que-ha-5-anos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780712]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mais de 500 pessoas com alta clínica continuam retidas nos hospitais devido a atrasos da justiça</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-500-pessoas-com-alta-clinica-continuam-retidas-nos-hospitais-devido-a-atrasos-da-justica/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-500-pessoas-com-alta-clinica-continuam-retidas-nos-hospitais-devido-a-atrasos-da-justica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:27:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=780698</guid>

					<description><![CDATA[Mais de 500 pessoas que já receberam alta clínica continuam internadas em hospitais portugueses devido a atrasos nos processos judiciais relacionados com a atribuição do estatuto de maior acompanhado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 500 pessoas que já receberam alta clínica continuam internadas em hospitais portugueses devido a atrasos nos processos judiciais relacionados com a atribuição do estatuto de maior acompanhado. A situação está a contribuir para a ocupação prolongada de camas hospitalares por utentes que, apesar de não necessitarem de cuidados clínicos hospitalares, não podem ser transferidos para lares, unidades de cuidados continuados ou outras respostas sociais enquanto não for resolvida a sua situação legal.</p>
<p>Segundo revela a <a href="https://cnnportugal.iol.pt/saude/ministra-saude/ha-mais-de-500-pessoas-retidas-nos-hospitais-devido-a-processos-na-justica-pgr-ja-alertou-governo-para-o-problema/20260624/6a3a7f71d34e28842c857d58" target="_blank" rel="noopener">CNN Portugal</a>, os atrasos estão associados à necessidade de os tribunais nomearem representantes para pessoas que, por motivos de saúde ou comportamentais, não conseguem tomar decisões autonomamente. A Procuradoria-Geral da República (PGR) garante que já alertou o Governo para a urgência de criar uma rede pública de profissionais capazes de assumir a função de acompanhante nos casos em que não existem familiares ou pessoas próximas disponíveis para desempenhar esse papel.</p>
<p>A dimensão do problema foi recentemente destacada pela ministra da Saúde, Ana Paula Martins, durante uma audição parlamentar. Na ocasião, a governante indicou que, no final de abril, existiam 3.493 camas ocupadas indevidamente nas Unidades Locais de Saúde (ULS), incluindo cerca de meio milhar de pessoas que aguardam decisões judiciais relativas ao estatuto de maior acompanhado. A ministra sublinhou ainda que alguns destes processos permanecem pendentes há cerca de um ano. A PGR confirma que a inexistência de uma rede pública de acompanhantes constitui um dos principais fatores de atraso, explicando que “não há medidas de acompanhamento sem acompanhantes” e que a falta dessas figuras impede a conclusão de muitos processos.</p>
<p>Os dados mais recentes da Direção Executiva do SNS apontam para 513 utentes com alta clínica protelada à espera de resolução ao abrigo do Regime Jurídico do Maior Acompanhado. O Hospital Amadora-Sintra lidera a lista, com 97 casos, seguido pelo Hospital de Santo António, com 70, pelo Hospital de Matosinhos, com 59, pela ULS do Médio Ave, com 43, pela ULS Lisboa Ocidental, com 42, e pela ULS de São João, no Porto, com 39. A Direção Executiva do SNS esclarece que estes números correspondem a uma estimativa referente a 31 de maio de 2026 e admite que possam existir diferenças de critérios entre unidades hospitalares na contabilização dos casos.</p>
<p>Criado em 2018, o regime do maior acompanhado pretende garantir apoio a pessoas que, temporária ou permanentemente, não conseguem gerir determinados aspetos da sua vida, sem que isso implique uma interdição total dos seus direitos. Contudo, a tramitação destes processos depende frequentemente da realização de perícias médico-legais, da audição obrigatória do beneficiário e da identificação de uma pessoa idónea para assumir a função de acompanhante. A PGR recorda que, mesmo após a atribuição do estatuto, muitos utentes continuam a aguardar vagas em estruturas adequadas, o que significa que a libertação de camas hospitalares depende não apenas da decisão judicial, mas também da disponibilidade de respostas sociais e de cuidados continuados.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-500-pessoas-com-alta-clinica-continuam-retidas-nos-hospitais-devido-a-atrasos-da-justica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780698]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>WYnova lança soluções de inteligência artificial para empresas com financiamento do PRR</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/wynova-lanca-solucoes-de-inteligencia-artificial-para-empresas-com-financiamento-do-prr/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/wynova-lanca-solucoes-de-inteligencia-artificial-para-empresas-com-financiamento-do-prr/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:17:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Wynova]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=780691</guid>

					<description><![CDATA[A WYnova anunciou o lançamento de uma nova oferta de soluções de inteligência artificial (IA) destinada a empresas com candidaturas aprovadas pela medida Linha IA nas PME, integrada no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) 2030.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A WYnova anunciou o lançamento de uma nova oferta de soluções de inteligência artificial (IA) destinada a empresas com candidaturas aprovadas pela medida Linha IA nas PME, integrada no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) 2030.</p>
<p>A iniciativa pretende ajudar as organizações a transformar o financiamento obtido em projetos concretos que aumentem a produtividade, a eficiência e a competitividade.</p>
<p>A empresa disponibiliza um conjunto de serviços que inclui soluções de IA pré-construídas para responder a desafios operacionais comuns, ferramentas de automação de processos e integração entre sistemas, bem como o desenvolvimento de plataformas personalizadas para necessidades específicas sem resposta disponível no mercado.</p>
<p>&#8220;Em muitos casos, ter um orçamento ou assegurar financiamento é apenas o primeiro passo. O verdadeiro desafio está em transformar a ambição e esse investimento em arquiteturas de solução concretas, capazes de gerar ganhos de produtividade, eficiência e competitividade&#8221;, afirma Tiago Veríssimo, CEO da WYnova.</p>
<p>Para concretizar estes projetos, a tecnológica recorre a uma equipa de engenheiros sénior especializada na combinação de IA generativa, agentes autónomos e automação de processos. A empresa segue um modelo denominado <em>Forward Deployed Engineer</em>, em que o profissional responsável por identificar o problema acompanha também o desenvolvimento da solução.</p>
<p>Segundo Francisco Pinto, CTO e cofundador da WYnova, muitas empresas enfrentam dificuldades na definição de casos de uso, na integração tecnológica, na gestão da mudança e na operacionalização das soluções. &#8220;Nós não substituímos o stack tecnológico dos clientes. Construímos a camada de IA que permite aos colaboradores utilizar os sistemas existentes, como ERP, CRM e plataformas operacionais, de forma mais rápida e inteligente&#8221;, explica.</p>
<p>A WYnova sublinha que a nova oferta surge numa altura em que várias empresas procuram acelerar os seus processos de transformação digital através da adoção de tecnologias de inteligência artificial. A Linha IA nas PME prevê apoios até 300 mil euros por empresa para projetos de investigação industrial e desenvolvimento experimental orientados para o lançamento de novos produtos ou serviços.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/wynova-lanca-solucoes-de-inteligencia-artificial-para-empresas-com-financiamento-do-prr/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780691]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
