<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Jul 2026 13:34:33 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Sobe para 97 número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-sobe-para-97-numero-de-portugueses-e-lusodescendentes-mortos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-sobe-para-97-numero-de-portugueses-e-lusodescendentes-mortos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:35:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786360</guid>

					<description><![CDATA[O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana aumentou para 97 e há 59 desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana aumentou para 97 e há 59 desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>Entre os 97 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, em que 83 tinham também a nacionalidade venezuelana, estão 18 crianças e 79 adultos, indicou o MNE.</P><br />
<P>O anterior balanço divulgado na segunda-feira contabilizava 96 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos e 60 desaparecidos.</P><br />
<P>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 3.535 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial do país.</P><br />
<P>Mais de 17 mil pessoas estão desalojadas e 856 edifícios foram danificados ou destruídos, informaram ainda as autoridades venezuelanas.</P><br />
<P>Várias nações, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira, zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes e uma das mais afetadas.</P><br />
<P>Nesse seguimento, o MNE português anunciou que seguirá hoje para Caracas toneladas de ajuda humanitária, ferramentas e duas ambulâncias equipadas, enquanto os operacionais enviados após os sismos regressarão ao país.</P><br />
<P>Concretamente, em comunicado, a diplomacia portuguesa indicou que dois aviões da Força Aérea Portuguesa partem ao início da tarde de hoje de Lisboa, carregando 12 toneladas de material de higiene, abrigo, conforto e saneamento, e 1,5 toneladas de ferramentas e equipamentos de apoio à remoção de escombros, cedidos pela Marinha Portuguesa.</P><br />
<P>Seguem ainda para a Venezuela donativos da Cruz Vermelha, &#8220;incluindo duas ambulâncias totalmente equipadas, que funcionam como unidades móveis de saúde&#8221;, acrescentou, na mesma nota.</P><br />
<P>A ajuda, enviada ao abrigo do Mecanismo Europeu de Proteção Civil, deverá chegar à Venezuela na quarta-feira.</P><br />
<P>Os mesmos aviões trarão de volta a Portugal os operacionais que integraram a Força Operacional Nacional Conjunta (FOCON) e que foram acionados numa primeira fase para apoiar a missão de busca, salvamento e primeiros socorros.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-sobe-para-97-numero-de-portugueses-e-lusodescendentes-mortos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786360]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bomba de 250 quilos da II Guerra Mundial obriga à retirada de milhares de pessoas na Polónia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bomba-de-250-quilos-da-ii-guerra-mundial-obriga-a-retirada-de-milhares-de-pessoas-na-polonia/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/bomba-de-250-quilos-da-ii-guerra-mundial-obriga-a-retirada-de-milhares-de-pessoas-na-polonia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:33:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[II Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Polónia]]></category>
		<category><![CDATA[Wroclaw]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786361</guid>

					<description><![CDATA[Descoberta obrigou à criação de um perímetro de segurança com cerca de 300 metros em redor do local, ao corte de várias ruas e ao desvio de transportes públicos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de três mil pessoas foram retiradas de casa esta terça-feira em Wrocław, na Polónia, depois de ter sido descoberta uma bomba aérea da II Guerra Mundial durante obras de escavação na rua Trzemeska, no bairro de Szczepin.</p>
<p>Segundo informou a Câmara Municipal de Wrocław, o engenho explosivo encontrado pesava cerca de 250 quilos. A descoberta obrigou à criação de um perímetro de segurança com cerca de 300 metros em redor do local, ao corte de várias ruas e ao desvio de transportes públicos.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="pl" dir="ltr">🔴 Przekazujemy komunikat <a href="https://x.com/BiuroPrasoweUMW?ref_src=twsrc%5Etfw">@BiuroPrasoweUMW</a>. <a href="https://t.co/aAYWr4z8Wt">pic.twitter.com/aAYWr4z8Wt</a></p>
<p>&mdash; Wroclaw (@wroclaw_info) <a href="https://x.com/wroclaw_info/status/2074418648811204956?ref_src=twsrc%5Etfw">July 7, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A evacuação começou durante a manhã e foi concluída por volta das 8h50. Todos os residentes e pessoas que se encontravam na zona delimitada foram obrigados a abandonar a área, que foi depois isolada pela polícia, pela guarda municipal e pelos serviços de emergência.</p>
<p>As autoridades disponibilizaram apoio às pessoas que necessitavam de ajuda durante a retirada, incluindo transporte e alojamento temporário. Cerca de 100 residentes recorreram ao ponto de acolhimento criado numa escola da rua Zachodnia. Dois jardins de infância situados nas proximidades também foram evacuados por precaução.</p>
<p>Depois das 9h00, uma patrulha de especialistas entrou no local da obra para avaliar e remover o engenho. A operação terminou com sucesso: a bomba foi isolada, carregada num camião militar e transportada para um campo de treino, onde deverá ser neutralizada em segurança.</p>
<p>A intervenção provocou fortes constrangimentos na zona oeste de Wrocław. O trânsito nas ruas Legnicka e Marchijska foi suspenso, várias linhas da rede municipal de transportes foram desviadas e, durante algumas horas, a ligação entre Nowy Dwór e o centro da cidade ficou fortemente condicionada.</p>
<p>Com o fim da operação, a rua Legnicka foi reaberta ao trânsito e os residentes começaram a regressar gradualmente às suas casas. A autarquia sublinhou que a evacuação foi uma medida preventiva, mas necessária, tendo em conta o risco associado a este tipo de engenhos.</p>
<p>Apesar de terem passado mais de 80 anos desde o fim da II Guerra Mundial, munições não detonadas continuam a ser encontradas com frequência em várias cidades polacas. Wrocław é uma das zonas onde esse risco é particularmente elevado, devido à destruição sofrida durante o Cerco de Wrocław, em 1945.</p>
<p>Nos últimos anos, bombas aéreas, projéteis de artilharia e outras munições antigas têm sido descobertos durante obras de construção, remodelação de vias férreas e intervenções em redes de abastecimento de água. As autoridades lembram que mesmo engenhos corroídos pelo tempo podem continuar a representar perigo mortal.</p>
<p>Cada descoberta obriga, por isso, à aplicação de procedimentos militares rigorosos. Em Wrocław, a operação desta terça-feira voltou a mostrar como os vestígios da guerra continuam escondidos sob o solo urbano, surgindo décadas depois em obras comuns no centro das cidades.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/bomba-de-250-quilos-da-ii-guerra-mundial-obriga-a-retirada-de-milhares-de-pessoas-na-polonia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786361]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Vai de férias de carro elétrico? Carregar em casa antes de sair pode cortar a despesa a meio</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/vai-de-ferias-de-carro-eletrico-carregar-em-casa-antes-de-sair-pode-cortar-a-despesa-a-meio/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/vai-de-ferias-de-carro-eletrico-carregar-em-casa-antes-de-sair-pode-cortar-a-despesa-a-meio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:21:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[elétricos]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Selectra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786355</guid>

					<description><![CDATA[De acordo com a empresa, uma deslocação desta distância pode custar entre 15 e 18 euros quando o carregamento é feito em casa antes da partida]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem vai de férias de carro elétrico pode reduzir de forma significativa o custo da viagem com uma decisão simples: carregar a bateria em casa antes de partir. Segundo cálculos da Selectra, num percurso de cerca de 500 quilómetros — como uma viagem entre o Porto e o Algarve — a diferença entre sair com o veículo carregado e depender sobretudo de postos rápidos pode ultrapassar os 50%.</p>
<p>De acordo com a empresa, uma deslocação desta distância pode custar entre 15 e 18 euros quando o carregamento é feito em casa antes da partida. Já uma viagem assente maioritariamente em carregadores rápidos durante o percurso pode elevar a despesa para valores entre 32 e 40 euros. Para comparação, a mesma viagem num automóvel a gasolina poderá rondar os 59 euros, dependendo do consumo do veículo e do preço dos combustíveis.</p>
<p>A mobilidade elétrica continua, assim, a apresentar custos de utilização mais baixos do que os automóveis a combustão. Mas a Selectra sublinha que a forma como o veículo é carregado tem um peso decisivo no valor final. “O maior fator de poupança numa viagem de carro elétrico não depende apenas do veículo, mas também do planeamento do carregamento”, defendem os especialistas da Selectra Portugal.</p>
<p>Carregar em casa mantém-se como a opção mais económica. Considerando um consumo médio entre 16 e 18 kWh por cada 100 quilómetros e um preço da eletricidade entre 0,18 e 0,21 euros por kWh, percorrer 100 quilómetros pode custar entre 3 e 4 euros. Num automóvel a gasolina, com consumo médio de 6,5 litros por 100 quilómetros e combustível na ordem dos 1,80 euros por litro, o custo pode aproximar-se dos 12 euros para a mesma distância.</p>
<p>A diferença pode ser ainda maior para quem tem tarifário bi-horário e consegue carregar durante as horas de vazio, período em que o preço da eletricidade pode situar-se entre 0,10 e 0,15 euros por kWh. Neste cenário, a poupança face ao carregamento em postos rápidos torna-se mais expressiva.</p>
<p>Os carregadores rápidos e ultrarrápidos continuam a ser importantes em viagens longas, pela conveniência e pela redução dos tempos de espera. No entanto, são também mais caros. Para uma bateria de 60 kWh, uma carga completa em casa pode custar entre 11 e 15 euros, enquanto num carregador rápido poderá ultrapassar os 30 euros, dependendo do operador e das tarifas aplicadas.</p>
<p>Para reduzir a despesa nas férias, a Selectra recomenda sair de casa com a bateria totalmente carregada, programar o carregamento para horários de menor custo, identificar previamente os postos disponíveis ao longo do percurso e recorrer aos carregadores rápidos apenas quando necessário.</p>
<p>A empresa aconselha ainda uma condução mais eficiente, evitando acelerações bruscas e mantendo uma velocidade constante. Este tipo de condução ajuda a aumentar a autonomia da bateria e pode reduzir a necessidade de paragens adicionais para carregamento.</p>
<p>Com milhares de portugueses a prepararem deslocações de verão, o automóvel continua a ser uma das opções preferidas para viagens de longa distância. Para quem conduz um elétrico, a diferença no orçamento pode estar menos no destino e mais na forma como a viagem é preparada antes de sair de casa.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/vai-de-ferias-de-carro-eletrico-carregar-em-casa-antes-de-sair-pode-cortar-a-despesa-a-meio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786355]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Hugo Soares fala em &#8220;momento de viragem&#8221; e avisa que Governo está só &#8220;no início da caminhada&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/hugo-soares-fala-em-momento-de-viragem-e-avisa-que-governo-esta-so-no-inicio-da-caminhada/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/hugo-soares-fala-em-momento-de-viragem-e-avisa-que-governo-esta-so-no-inicio-da-caminhada/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:14:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Soares]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786342</guid>

					<description><![CDATA[O líder parlamentar do PSD afirmou hoje que o país vive "um momento de viragem" e que o Governo está apenas "no início da sua caminhada", criticando o "populismo de direita" do Chega e a "sofreguidão estatizante" do PS.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder parlamentar do PSD afirmou hoje que o país vive &#8220;um momento de viragem&#8221; e que o Governo está apenas &#8220;no início da sua caminhada&#8221;, criticando o &#8220;populismo de direita&#8221; do Chega e a &#8220;sofreguidão estatizante&#8221; do PS.</P><br />
<P>No encerramento das jornadas parlamentares conjuntas PSD/CDS-PP, em Cascais (distrito de Lisboa), Hugo Soares repetiu a mensagem de que &#8220;a moderação e a virtude&#8221; estão nas bancadas e no executivo PSD/CDS-PP, e deixou uma mensagem de confiança na duração da legislatura.</P><br />
<P>&#8220;É bom que tenhamos a consciência que estamos neste momento de viragem e que estamos no princípio da nossa caminhada. Faltam três anos para terminar esta legislatura. Falta mais tempo do que aquele que nós já governamos&#8221;, frisou, numa referência às legislativas previstas apenas para 2029.</P><br />
<P>Num balanço de dois anos de governação a uma semana do debate parlamentar sobre o estado de nação, Hugo Soares defendeu que o Governo pode estar orgulhoso.</P><br />
<P>&#8220;Nos últimos dois anos, lançámos as bases, não desperdiçamos o que vinha de trás, melhoramos aquilo que estava mal (&#8230;) Sabemos que temos que acelerar para acelerar a convergência com a União Europeia, para aumentarmos a nossa competitividade, t para podermos pagar melhores salários&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O líder parlamentar e secretário-geral do PSD defendeu que os próximos três anos são tempo para &#8220;mostrar aos portugueses&#8221; o que será possível fazer nesse período.</P><br />
<P>&#8220;Se até agora fizemos o que fizemos, imaginem o que nós vamos ser capazes de fazer nos próximos três anos com aquilo que já alcançámos&#8221;, disse.</P><br />
<P>Em termos de posicionamento político, Hugo Soares insistiu no esforço de diálogo das bancadas que suportam o Governo em cada diploma, comparando-as até a ginastas.</P><br />
<P>&#8220;Às vezes, dou por mim a pensar que nós somos uma espécie de ginastas que procuramos dentro da espargata possível conseguirmos conciliar aquilo que é a aprovação das peças e da legislação com a otimização das soluções políticas&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>No entanto, defendeu que tal negociação foi sempre sem que a AD tenha cedido nos seus princípios, quer quando chegou a acordo quer quando não chegou, como foi o caso da lei laboral.</P><br />
<P>&#8220;Entre o 8 e o 80, é no meio que está a virtude. É na AD que está a regra mais elementar e que resolve a esmagadora maioria dos problemas, o bom senso. Gostava eu que o PS e o Chega fizessem dela também um princípio da sua atuação política&#8221;, disse, acusando estes dois partidos de &#8220;infantilidade política&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/hugo-soares-fala-em-momento-de-viragem-e-avisa-que-governo-esta-so-no-inicio-da-caminhada/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786342]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ministra do Ambiente e Energia espera que preços dos combustíveis continuem a descer</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ministra-do-ambiente-e-energia-espera-que-precos-dos-combustiveis-continuem-a-descer/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ministra-do-ambiente-e-energia-espera-que-precos-dos-combustiveis-continuem-a-descer/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:12:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Maria da Graça Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786344</guid>

					<description><![CDATA[A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, mostrou-se hoje confiante de que o custo dos combustíveis vai continuar a descer, mas insistiu que o Governo quer perceber como são formados os preços.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, mostrou-se hoje confiante de que o custo dos combustíveis vai continuar a descer, mas insistiu que o Governo quer perceber como são formados os preços.</P><br />
<P>&#8220;Temos esperança que os preços continuem a descer, se tudo correr bem a nível internacional, e queremos ver como é que se vai refletir no preço que as pessoas vão ter que pagar pela gasolina e pelo gasóleo&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Falando aos jornalistas à margem da assinatura de um protocolo, em Évora, a governante lembrou que o Governo pediu a instituições públicas ligadas ao setor &#8220;a clarificação e a transparência necessária&#8221; sobre a formação dos preços dos combustíveis.</P><br />
<P>&#8220;Para nós, mas essencialmente para mostrar às pessoas como é que o processo se efetua&#8221;, frisou.</P><br />
<P>A titular da pasta da Energia explicou que fez este pedido porque, &#8220;quando há um aumento [nos mercados internacionais], há um aumento rápido do preço dos combustíveis&#8221; e que &#8220;depois, quando diminui, demora mais a chegar ao bolso de cada um&#8221;.</P><br />
<P>Maria da Graça Carvalho assinalou que a Entidade Nacional para o Setor Energético (ENSE) já &#8220;indicou que há vários fatores extra, como o transporte, a inflação que aumentou desde que começou a crise até agora e o custo de matérias-primas que aumentaram&#8221;.</P><br />
<P>A ministra disse que vai também pedir à Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) &#8220;um estudo aprofundado&#8221; sobre a formação de preços, &#8220;principalmente na vertente da descida dos preços, para perceber o que é que se está a passar&#8221;.</P><br />
<P>Na semana passada, no parlamento, a ministra do Ambiente e Energia anunciou que o Governo pediu à ENSE para &#8220;olhar&#8221; para a evolução dos preços dos combustíveis, por considerar que estes não estavam a descer ao mesmo ritmo a que tinham subido.</P><br />
<P>Na ocasião, a governante afirmou que o facto de a evolução dos preços dos combustíveis não acompanhar a queda da cotação do petróleo &#8220;não tem razão de ser&#8221; e que o executivo quer perceber &#8220;exatamente porque é que isso está a acontecer&#8221;.</P><br />
<P>Depois, numa resposta à Lusa, a ENSE apontou os custos fixos da refinação e a escassez de armazenagem na Europa como fatores que explicam uma redução mais lenta dos preços dos combustíveis face à descida da matéria-prima.</P><br />
<P>Esta entidade não esclareceu então se já existe uma análise específica em curso, limitando-se a referir que acompanha semanalmente os Preços de Venda ao Público (PVP) e os Preços de Referência (PR) dos combustíveis.</P><br />
<P>A evolução dos preços dos combustíveis passou a estar sob maior atenção depois da subida registada na sequência dos ataques dos EUA e Israel ao Irão, em 28 de fevereiro, e dos receios de perturbações no abastecimento internacional de petróleo relacionados com o estreito de Ormuz.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ministra-do-ambiente-e-energia-espera-que-precos-dos-combustiveis-continuem-a-descer/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786344]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Delta prepara compra de fábrica capaz de produzir 350 milhões de cápsulas de café por ano</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/delta-prepara-compra-de-fabrica-capaz-de-produzir-350-milhoes-de-capsulas-de-cafe-por-ano/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/delta-prepara-compra-de-fabrica-capaz-de-produzir-350-milhoes-de-capsulas-de-cafe-por-ano/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:10:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Azambuja]]></category>
		<category><![CDATA[Delta]]></category>
		<category><![CDATA[Mocoffee Europe]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786341</guid>

					<description><![CDATA[Operação foi notificada à Autoridade da Concorrência, que publicou esta terça-feira o anúncio relativo à intenção da empresa do grupo Nabeiro de adquirir o “controlo exclusivo” da fabricante]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Delta quer comprar a Mocoffee Europe, empresa que detém uma fábrica na Azambuja com capacidade para produzir 350 milhões de cápsulas de café por ano. A operação foi notificada à Autoridade da Concorrência, que publicou esta terça-feira o anúncio relativo à intenção da empresa do grupo Nabeiro de adquirir o “controlo exclusivo” da fabricante.</p>
<p>A operação surge numa altura em que a Mocoffee atravessa dificuldades financeiras e tem em curso um Processo Especial de Revitalização, avançado em fevereiro.</p>
<p>A Mocoffee dedica-se ao fabrico de cápsulas de café em regime de ‘private label’, ou seja, produz por encomenda de terceiros, que depois vendem as cápsulas sob as suas próprias marcas. A empresa trabalha no segmento B2B e fabrica cápsulas compatíveis com o sistema Nespresso, não tendo marca própria nem venda direta ao consumidor final.</p>
<p>De acordo com dados publicados no portal Citius, a Mocoffee apresentava dívidas superiores a 23,4 milhões de euros na lista provisória de credores divulgada em março. Parte significativa da exposição é à banca, com créditos reclamados pela Caixa Geral de Depósitos, BCP, Montepio, Crédito Agrícola, Bankinter, Santander e Banco do Brasil.</p>
<p>Na mesma lista, os créditos reclamados pelo Estado rondam os 200 mil euros à Segurança Social e 185 mil euros à Autoridade Tributária. O administrador judicial nomeado pelo tribunal é Jorge Calvete.</p>
<p>A proposta de plano de recuperação da empresa previa a entrada de um novo investidor e a concessão de novo financiamento. O documento apontava para a necessidade de ‘new money’ até pelo menos três milhões de euros, destinado a cobrir necessidades imediatas de fundo de maneio e a estabilizar a operação diária da empresa.</p>
<p>A Mocoffee alertava que a obtenção de novo financiamento era essencial para manter a atividade e criar condições para executar a reestruturação. Sem esse reforço financeiro, a empresa admitia risco de incumprimento generalizado das suas obrigações.</p>
<p>A versão final do plano de revitalização foi entretanto depositada no Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa no final do mês passado. A eventual entrada da Delta surge, assim, num momento crítico para o futuro da fabricante de cápsulas.</p>
<p>A Mocoffee emprega pouco mais de 30 trabalhadores e faturou nove milhões de euros em 2025. A origem da empresa remonta a 1991 e está ligada ao suíço Eric Favre, inventor da cápsula unidose de café e primeiro presidente executivo da Nespresso.</p>
<p>A empresa é atualmente liderada por Ricardo Flores, que passou a ser o maior acionista individual, com 27,04%, depois de ter conduzido um ‘management buyout’ em 2018. Entre os acionistas estão também a brasileira Alpaca Soluções em Digital, com 24%, e a Iberia Holding Group Limited, criada em 2025 e detida por João Lopes, presidente do conselho de administração da Mocoffee, com 20%.</p>
<p>A compra, caso venha a ser aprovada pela Autoridade da Concorrência e concretizada, permitirá à Delta reforçar a sua presença no negócio das cápsulas de café, num segmento de elevado consumo e forte concorrência, mas também assumir uma unidade industrial com capacidade instalada relevante e em processo de recuperação financeira.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/delta-prepara-compra-de-fabrica-capaz-de-produzir-350-milhoes-de-capsulas-de-cafe-por-ano/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786341]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O novo ranking do calor extremo: as cidades onde as temperaturas podem ser mais perigosas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-novo-ranking-do-calor-extremo-as-cidades-onde-as-temperaturas-podem-ser-mais-perigosas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/o-novo-ranking-do-calor-extremo-as-cidades-onde-as-temperaturas-podem-ser-mais-perigosas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 12:57:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786338</guid>

					<description><![CDATA[Conclusão é de um novo estudo da Universidade de Oxford, citado pelo 'The Independent', que avaliou 205 cidades com mais de um milhão de habitantes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As cidades mais ameaçadas pelo calor extremo concentram-se quase todas na Ásia e em África, onde temperaturas muito elevadas se combinam com pobreza, menor acesso a meios de proteção e limitada capacidade de adaptação. A conclusão é de um novo estudo da Universidade de Oxford, citado pelo &#8216;The Independent&#8217;, que avaliou 205 cidades com mais de um milhão de habitantes.</p>
<p>O estudo, publicado na revista científica ‘Sustainable Cities and Society’, analisou o risco urbano associado ao calor a partir de três dimensões: a exposição a temperaturas extremas, a vulnerabilidade das populações e a capacidade de resposta das cidades. A conclusão principal é que o perigo não depende apenas do calor registado, mas também das condições sociais, económicas e urbanas que determinam a forma como as pessoas conseguem enfrentar esses episódios.</p>
<p>A cidade de Al Basrah, no Iraque, surge como a mais exposta ao risco. No conjunto das cidades classificadas com maior perigo, cerca de 95% situam-se no Sul da Ásia, Sudeste Asiático e África Subsariana. Índia, Paquistão, Nigéria e Gana são os países com maior número de cidades com pontuações elevadas de risco.</p>
<p>A lista inclui também destinos turísticos e centros económicos de grande relevância internacional. Cairo, no Egito, Banguecoque, na Tailândia, Hanói, no Vietname, e Jaipur, na Índia, aparecem entre as 50 cidades com maior risco, mostrando que o problema não se limita a zonas pouco conhecidas ou afastadas dos grandes fluxos globais.</p>
<p>Os investigadores afirmam que este é o primeiro ranking globalmente consistente do risco urbano associado ao calor. Ao contrário de avaliações anteriores, que olhavam sobretudo para a intensidade das temperaturas, este estudo cruza o calor com fatores como idade da população, rendimentos, acesso a ar condicionado, cobertura arbórea, vegetação e preço da eletricidade.</p>
<p>Nethmi Jayaratne Kariyawasam, autora principal do estudo e investigadora da Oxford Smith School of Enterprise and the Environment, sublinha que não é apenas a exposição a temperaturas elevadas que determina o risco. Em muitas grandes cidades, sobretudo na Ásia e em África, o calor extremo coincide com elevada vulnerabilidade social e pouca capacidade de resposta, uma combinação que pode ter consequências potencialmente fatais.</p>
<p>Os resultados mostram que algumas das cidades mais quentes do mundo não aparecem necessariamente no grupo de maior risco. Banguecoque, Kuala Lumpur, na Malásia, e Jeddah, na Arábia Saudita, ficam fora dos 10% de cidades com maior risco global, porque dispõem de mais zonas verdes urbanas ou de energia mais acessível, fatores que ajudam a mitigar os efeitos do calor.</p>
<p>O inverso também acontece. Cidades com temperaturas menos extremas podem surgir entre as mais perigosas quando a população tem baixos rendimentos, pouco acesso a refrigeração e vive em zonas com escassa vegetação. Karachi e Faisalabad, no Paquistão, e Kaduna, na Nigéria, estão entre os casos destacados pelo estudo.</p>
<p>A publicação surge numa altura em que a Europa e o Reino Unido enfrentam novos episódios de calor extremo. Em França, uma vaga de calor recorde em junho foi associada a quase 2.000 mortes em excesso, enquanto os meteorologistas alertam para a possibilidade de novas temperaturas extremas no continente.</p>
<p>Radhika Khosla, investigadora da Oxford Smith School e coorientadora do estudo, defende que o planeamento urbano para o calor deve ir além da medição das temperaturas. As cidades precisam de considerar a vulnerabilidade das populações e a capacidade real de resposta, sobretudo porque a procura por ar condicionado está a aumentar em todo o mundo, mas continua fora do alcance financeiro de muitas famílias.</p>
<p>A investigadora alerta ainda para o risco de uma dependência excessiva do ar condicionado, uma solução intensiva em energia que pode agravar o aquecimento global e alimentar um ciclo vicioso. Por isso, os autores defendem uma abordagem mais ampla, com soluções passivas de arrefecimento, mais vegetação, melhor desenho urbano e tecnologias de baixo consumo, como ventoinhas e sistemas de arrefecimento mais eficientes.</p>
<p>Jesus Lizana, professor associado em ciências da engenharia e também coorientador do estudo, considera que esta avaliação oferece uma ferramenta comparável para identificar as cidades onde a adaptação ao calor é mais urgente. Ainda assim, os investigadores alertam que o ranking deve ser lido como instrumento comparativo, não como previsão absoluta.</p>
<p>Os autores sublinham também que as médias por cidade podem esconder desigualdades profundas dentro do mesmo espaço urbano. Moradores de bairros informais, famílias de baixos rendimentos, crianças pequenas e idosos tendem a enfrentar riscos muito superiores aos sugeridos pelos números globais, tornando o calor extremo não apenas uma questão meteorológica, mas também social.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/o-novo-ranking-do-calor-extremo-as-cidades-onde-as-temperaturas-podem-ser-mais-perigosas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786338]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Kiev ataca a “frota-sombra” de Putin: oito navios-tanque russos atingidos numa noite</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/kiev-ataca-a-frota-sombra-de-putin-oito-navios-tanque-russos-atingidos-numa-noite/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/kiev-ataca-a-frota-sombra-de-putin-oito-navios-tanque-russos-atingidos-numa-noite/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 12:42:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[frota-sombra]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786314</guid>

					<description><![CDATA[Ataques foram realizados durante a noite desta segunda-feira pelas Forças de Sistemas Não Tripulados da Ucrânia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As forças ucranianas afirmam ter atingido oito navios-tanque russos que transportavam combustível para a Crimeia ocupada, numa operação noturna destinada a afetar a logística militar de Moscovo na península. Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, os ataques foram realizados durante a noite desta segunda-feira pelas Forças de Sistemas Não Tripulados da Ucrânia.</p>
<p>Robert “Madyar” Brovdi, comandante das Forças de Sistemas Não Tripulados, afirmou que os drones ucranianos atingiram oito navios-tanque pertencentes à chamada “frota-sombra” russa, usada por Moscovo para contornar sanções e manter o transporte de petróleo, gás e combustíveis.</p>
<p>“A frota-sombra está a sair da conversa”, escreveu Brovdi, numa formulação de tom provocatório, ao anunciar a operação. O comandante ucraniano disse que os ataques foram conduzidos por pilotos da unidade Kairos, integrada na 414ª Brigada Separada “Madyar’s Birds”, e enquadrou a ação na “batalha pelo abastecimento de combustível à Crimeia no mar de Azov”.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Ukraine’s Unmanned Systems Forces hit eight Russian shadow fleet tankers in a single night, according to commander Robert “Madyar” Brovdi.</p>
<p>All the vessels are under international sanctions, with a deadweight of around 7,000 tonnes each and a length of roughly 140 meters.</p>
<p>Video:… <a href="https://t.co/v5nqjRkxa7">pic.twitter.com/v5nqjRkxa7</a></p>
<p>&mdash; KyivPost (@KyivPost) <a href="https://x.com/KyivPost/status/2074414966765994193?ref_src=twsrc%5Etfw">July 7, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>De acordo com Brovdi, além dos oito navios-tanque, os drones ucranianos atingiram ainda um navio de carga seca e um ferry. O comandante afirmou que todos os petroleiros visados estavam sob sanções internacionais.</p>
<p>Os navios-tanque terão cerca de 7.000 toneladas de porte bruto, aproximadamente 140 metros de comprimento, e terão sido construídos entre 2006 e 2012. Entre as embarcações identificadas estão a Venus-3, Sanar-1, Sanar-17, Klymena, Teti, Alexei Savrasov e Penelope. A identidade do oitavo navio ainda estará a ser apurada.</p>
<p>A operação não se limitou aos meios navais. Segundo o mesmo responsável ucraniano, as forças de Kiev atingiram 58 alvos militares durante a noite na retaguarda operacional das forças russas nos territórios ocupados. A infraestrutura energética da Crimeia, incluindo instalações de fornecimento de eletricidade e centros logísticos, também terá sido visada.</p>
<p>A extensão total dos danos ainda está a ser avaliada. Brovdi apresentou a operação como parte de uma estratégia mais ampla para enfraquecer o abastecimento de combustível às forças russas estacionadas na Crimeia, península anexada por Moscovo em 2014 e que continua a ser um dos principais pontos logísticos da guerra.</p>
<p>A Ucrânia tem defendido os ataques contra a chamada frota-sombra russa, argumentando que os navios envolvidos no transporte de petróleo, gás e combustível ajudam a financiar diretamente o esforço de guerra de Moscovo. Para Kiev, essas embarcações não podem ser vistas apenas como meios comerciais comuns quando desempenham um papel estrutural no financiamento da invasão.</p>
<p>Numa carta enviada à Organização Marítima Internacional, o vice-primeiro-ministro ucraniano Oleksiy Kuleba sustentou que existem “questões legítimas” sobre se a atividade destes navios pode ser considerada apenas comercial. Segundo Kuleba, a frota-sombra é crítica para a geração de receitas orçamentais da Federação Russa e para a continuação da guerra.</p>
<p>Moscovo acusa Kiev de realizar ataques contra navegação comercial e classificou algumas dessas ações como “terroristas”. A Ucrânia rejeita essa leitura e contrapõe que a própria Rússia atacou dezenas de navios mercantes desde o início da invasão em larga escala, incluindo embarcações turcas e de propriedade alemã.</p>
<p>O caso surge numa altura em que vários países europeus intensificam medidas contra a frota-sombra russa. Reino Unido e França têm intercetado navios suspeitos, enquanto Estados-membros da União Europeia pressionam países como Panamá, Barbados e Camarões a retirarem estes petroleiros dos seus registos, o que facilitaria inspeções ou detenções.</p>
<p>Estimativas da indústria indicam que a frota-sombra russa poderá já ultrapassar os 1.500 navios-tanque, permitindo a Moscovo continuar a exportar petróleo apesar das sanções ocidentais. A ofensiva ucraniana no mar de Azov mostra que Kiev está a tentar atacar não apenas as linhas da frente, mas também a rede económica e logística que sustenta a máquina de guerra russa.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/kiev-ataca-a-frota-sombra-de-putin-oito-navios-tanque-russos-atingidos-numa-noite/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786314]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Fundo de Fundos do Banco Português de Fomento será lançado no outono</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fundo-de-fundos-do-banco-portugues-de-fomento-sera-lancado-no-outono-ministro/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/fundo-de-fundos-do-banco-portugues-de-fomento-sera-lancado-no-outono-ministro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 12:31:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786326</guid>

					<description><![CDATA[O ministro da Economia e da Coesão Territorial anunciou hoje o lançamento do Fundo de Fundos do Banco Português de Fomento, que deverá ocorrer no outono, para mobilizar capital privado e reforçar a capitalização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Economia e da Coesão Territorial anunciou hoje o lançamento do Fundo de Fundos do Banco Português de Fomento, que deverá ocorrer no outono, para mobilizar capital privado e reforçar a capitalização.</p>
<p>Queremos &#8220;lançar o Fundo de Fundos do Banco Português de Fomento, dando continuidade à experiência do Fundo de Capitalização e Resiliência do PRR [Plano de Recuperação e Resiliência]&#8221;, anunciou hoje o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, que falava, em Lisboa, no encerramento da conferência &#8220;Economia sem fronteiras&#8221;, promovida pela NOW.</p>
<p>Esta medida, que integra a estratégia económica do Governo, pretende mobilizar capital privado e reforçar a capitalização do tecido produtivo.</p>
<p>O executivo espera lançar este fundo no próximo outono.</p>
<p>Castro Almeida disse também ser ambição do Governo gerar um &#8220;choque de Inteligência Artificial&#8221; (IA) nas pequenas e médias empresas (PME), tendo a meta de 100.000 trabalhadores com formação em IA nos próximos três anos.</p>
<p>Da estratégia do Governo faz ainda parte a construção de seis médios e grandes parques industriais, no âmbito do PTRR &#8211; Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência, com dimensão entre três e oito quilómetros quadrados (km2), no litoral e interior do país.</p>
<p>Em matéria de fundos, o Governo vai também reprogramar os instrumentos financeiros do Portugal 2030 (PT 202030), reforçando as vertentes de tecnologia e descarbonização, garantindo uma rápida execução.</p>
<p>Por outro lado, o titular da pasta da Economia falou de uma &#8220;reforma profunda do licenciamento empresarial&#8221;.</p>
<p>Neste âmbito, a vistoria prévia será um &#8220;procedimento excecional&#8221;, bastando a comunicação da intenção de iniciar a atividade empresarial, mediante um termo assinado por um técnico.</p>
<p>&#8220;Em vez de legislação avulsa, está a ser preparado um código de licenciamento das atividades económicas, que será apresentado para discussão pública no próximo outono&#8221;, precisou.</p>
<p>A isto soma-se a dinamização do investimento em energia limpa e competitiva, que será o foco prioritário dos fundos europeus, uma vez que a transição energética é uma agenda económica, industrial e tecnológica.</p>
<p>&#8220;Não basta ter ambição, mas a ambição é indispensável para ter sucesso. Precisamos de transformar estabilidade em crescimento e inovação em valor acrescentado&#8221;, apontou Castro Almeida.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/fundo-de-fundos-do-banco-portugues-de-fomento-sera-lancado-no-outono-ministro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786326]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bruxelas recomenda monitorização de composto potencialmente tóxico nos tremoços</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bruxelas-recomenda-monitorizacao-de-composto-potencialmente-toxico-nos-tremocos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/bruxelas-recomenda-monitorizacao-de-composto-potencialmente-toxico-nos-tremocos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 12:29:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786324</guid>

					<description><![CDATA[A Comissão Europeia recomendou aos Estados-membros que monitorizem a presença de alcaloides quinolizidínicos, um composto natural que pode ser tóxico, nos tremoços e nos seus produtos derivados, anunciou a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia recomendou aos Estados-membros que monitorizem a presença de alcaloides quinolizidínicos, um composto natural que pode ser tóxico, nos tremoços e nos seus produtos derivados, anunciou a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).</p>
<p>A recomendação de Bruxelas surge após as preocupações identificadas pela Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA), que alertou para potenciais riscos para a saúde associados à presença destes compostos nos alimentos.</p>
<p>&#8220;Os alcaloides quinolizidínicos são compostos naturais presentes no tremoço, que podem ter efeitos tóxicos quando ingeridos em quantidades elevadas. A EFSA identificou uma dose de referência para efeitos agudos (0,16 mg/kg de peso corporal), mas sublinhou a insuficiência de dados para avaliar adequadamente os riscos decorrentes da exposição crónica&#8221;, explicou a DGAV.</p>
<p>No entanto, ressalvou que face à limitação de informação disponível não é possível fazer uma caracterização completa do risco.</p>
<p>Ainda assim, concluiu que poderá haver um impacto para determinados grupos de consumidores.</p>
<p>A Comissão Europeia recomendou assim aos Estados-membros a recolha sistemática de dados para monitorizar os níveis deste composto em tremoços e produtos derivados, a identificação de fatores que contribuam para níveis elevados desta substância, bem como a avaliação do impacto dos processos de transformação alimentar na sua concentração.</p>
<p>Esta recomendação abrange não só os tremoços, mas também, entre outros, sementes secas de tremoço, farinha de tremoço, tremoço em conserva e produtos de panificação que contenham este ingrediente.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/bruxelas-recomenda-monitorizacao-de-composto-potencialmente-toxico-nos-tremocos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786324]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Carneiro diz que PS não quer crise política e acusa o Governo de vitimização</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/carneiro-diz-que-ps-nao-quer-crise-politica-e-acusa-o-governo-de-vitimizacao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/carneiro-diz-que-ps-nao-quer-crise-politica-e-acusa-o-governo-de-vitimizacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 12:29:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786322</guid>

					<description><![CDATA[O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, afirmou hoje que o partido não quer uma crise política e acusou o Governo de não cumprir promessas e de se vitimizar quando é escrutinado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, afirmou hoje que o partido não quer uma crise política e acusou o Governo de não cumprir promessas e de se vitimizar quando é escrutinado.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas no concelho de Machico, na Madeira, o socialista disse que o PS &#8220;não quer nenhuma crise política&#8221; e espera que a maioria PSD/CDS-PP dê resposta aos problemas das pessoas.</p>
<p>José Luís Carneiro falava a propósito de declarações proferidas pelo líder do CDS-PP e ministro da Defesa, Nuno Melo, na segunda-feira, sobre uma eventual crise política.</p>
<p>Discursando nas jornadas parlamentares do PSD/CDS-PP, Nuno Melo afirmou &#8220;já se antecipa outra crise política&#8221;, mas vaticinou que se os &#8220;socialismos e extremismos&#8221; se coligarem para deitar o Governo abaixo poderão ter uma nova desilusão nas urnas.</p>
<p>O secretário-geral do PS considerou que &#8220;o Governo tem tido uma atitude relativamente incompreensível [&#8230;] desde que assumiu funções há dois anos&#8221;, apontando que, por um lado, &#8220;promete e não cumpre&#8221;, e, por outro, &#8220;quando lhe fazem o escrutínio sobre aquilo que prometeu e não cumpriu procura vitimizar-se&#8221;.</p>
<p>José Luís Carneiro, que falava à margem de uma viagem para observação de cetáceos, referiu que o executivo liderado por Luís Montenegro &#8220;comprometeu-se em garantir respostas para a saúde&#8221;, mas &#8220;os problemas têm-se vindo a agravar&#8221;, assim como na área da habitação e da economia.</p>
<p>&#8220;Eu compreendo que o Governo queira fugir às suas responsabilidades, mas tem de as assumir e tem de governar o país, porque foi por isso que ganhou as eleições&#8221;, reforçou.</p>
<p>José Luís Carneiro termina hoje uma visita de dois dias à Madeira, dedicada ao tema do Mar.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/carneiro-diz-que-ps-nao-quer-crise-politica-e-acusa-o-governo-de-vitimizacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786322]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>MAI considera graves agressões à PSP no aeroporto de Lisboa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mai-considera-graves-agressoes-a-psp-no-aeroporto-de-lisboa/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/mai-considera-graves-agressoes-a-psp-no-aeroporto-de-lisboa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 12:27:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786321</guid>

					<description><![CDATA[O ministro da Administração Interna, Luís Neves, considerou hoje "particularmente grave" a agressão sofrida por agentes da PSP no aeroporto de Lisboa e alertou que atacar um polícia é o mesmo que atacar a sociedade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Administração Interna, Luís Neves, considerou hoje &#8220;particularmente grave&#8221; a agressão sofrida por agentes da PSP no aeroporto de Lisboa e alertou que atacar um polícia é o mesmo que atacar a sociedade.</p>
<p>&#8220;É uma situação particularmente grave, porque quando se ataca um polícia, ataca-se a sociedade toda, ataca-nos a todos nós. Portanto, é um facto particularmente grave. Espero que haja atenção pelas autoridades para esta situação&#8221;, afirmou o governante.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas, na vila de Vidigueira, no distrito de Beja, após uma reunião na câmara municipal, o ministro da Administração Interna lembrou que, na segunda-feira, emitiu logo uma nota expressando &#8220;um abraço fraterno a quem foi atingido, à própria Polícia de Segurança Pública&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não pode ocorrer este tipo de comportamentos. Este cidadão é estrangeiro, é irlandês, está identificado, está detido, vai ser presente às autoridades judiciárias que farão o seu trabalho&#8221;, revelou.</p>
<p>Luís Neves insistiu em deixar &#8220;duas notas, [uma] de profundo repúdio a qualquer ataque a um polícia e [outra] de grande fraternidade e solidariedade a quem foi alvo&#8221; das agressões.</p>
<p>&#8220;A atividade policial deve ser exercida com toda a robustez, com toda a firmeza, utilizando os meios adequados a fazer parar qualquer tipo de agressão&#8221;, frisou.</p>
<p>O governante indicou que, na segunda-feira, depois desses acontecimentos no aeroporto, houve um outro facto numa estrutura comercial na Amadora&#8221;.</p>
<p>&#8220;Eu vi as imagens. Com valentia, com brio, cumprindo a sua missão, mais um elemento da Polícia de Segurança Pública pôs em causa a sua integridade física para fazer cumprir a lei&#8221;, relatou, agradecendo aos homens e mulheres que integram as forças de segurança.</p>
<p>Na rede social Instagram, o Ministério da Administração Interna (MAI) publicou, na segunda-feira, uma nota em que refere que o ministro Luís Neves &#8220;condena a violenta agressão perpetrada contra elementos da Polícia de Segurança Pública no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa&#8221;, ocorrida nesse dia.</p>
<p>&#8220;Os agentes intervieram na sequência de um incidente envolvendo um passageiro que, alegadamente, já havia agredido outros profissionais no aeroporto (incluindo dois seguranças)&#8221;, pode ler-se.</p>
<p>Durante a intervenção policial, segundo o MAI, &#8220;um dos agentes foi gravemente agredido, tendo sido transportado para o hospital com ferimentos graves&#8221;.</p>
<p>&#8220;O suspeito, de nacionalidade irlandesa, 27 anos, foi detido pela PSP e aguardará nas celas de retenção do COMETLIS a posterior comparência a tribunal&#8221;, disse o ministério no comunicado.</p>
<p>&#8220;Estamos a acompanhar a evolução do estado de saúde do agente ferido, desejando-lhe uma rápida recuperação, e manifesto total solidariedade para com os polícias envolvidos&#8221;, afirmou Luís Neves, citado nessa nota.</p>
<p>Na ocasião, o ministro afiançou que &#8220;as agressões contra elementos das forças de segurança, que diariamente garantem a proteção de todos, são absolutamente inaceitáveis e merecem a firme reprovação do Estado&#8221;.</p>
<p>Segundo o MAI, &#8220;as circunstâncias que estiveram na origem deste incidente encontram-se em investigação pelas autoridades competentes&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/mai-considera-graves-agressoes-a-psp-no-aeroporto-de-lisboa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786321]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Detidas 26 pessoas em megaoperação de combate ao tráfico de droga em Aveiro e Porto</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/detidas-26-pessoas-em-megaoperacao-de-combate-ao-trafico-de-droga-em-aveiro-e-porto/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/detidas-26-pessoas-em-megaoperacao-de-combate-ao-trafico-de-droga-em-aveiro-e-porto/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 12:19:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786319</guid>

					<description><![CDATA[A GNR deteve hoje 21 homens e cinco mulheres suspeitos de pertencer a uma rede de tráfico de droga que atuava nos distritos de Aveiro e Porto, informou aquela força de segurança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A GNR deteve hoje 21 homens e cinco mulheres suspeitos de pertencer a uma rede de tráfico de droga que atuava nos distritos de Aveiro e Porto, informou aquela força de segurança.</p>
<p>Em comunicado, a GNR esclareceu que os suspeitos, com idades entre os 17 e 61 anos, foram detidos durante uma megaoperação policial realizada hoje, no âmbito de uma investigação criminal que decorria há vários meses.</p>
<p>Segundo a GNR, a ação conduzida pelo Núcleo de Investigação Criminal de Oliveira de Azeméis destinava-se ao desmantelamento de uma organização criminosa indiciada pela prática dos crimes de tráfico de estupefacientes, posse de armas de fogo e outros ilícitos conexos.</p>
<p>&#8220;A investigação permitiu identificar uma estrutura criminosa organizada e com significativa capacidade logística, que operava de forma permanente e coordenada, assegurando o abastecimento, transporte, armazenamento e distribuição de substâncias estupefacientes nos distritos de Aveiro e Porto&#8221;, refere a mesma nota.</p>
<p>De acordo com a investigação, a atividade criminosa incidia maioritariamente nos concelhos de Aveiro, Arouca, Estarreja, Vale de Cambra, Albergaria-a-Velha, Oliveira de Azeméis, São João da Madeira, Vila Nova de Gaia e Porto, abastecendo uma vasta rede de consumidores e recorrendo a diversos locais para ocultação, preparação e distribuição do produto estupefaciente.</p>
<p>A Guarda refere ainda que parte da atividade criminosa era desenvolvida em zonas urbanas de elevada concentração populacional e em locais frequentemente utilizados por jovens, incluindo áreas envolventes de estabelecimentos de ensino, procurando explorar a vulnerabilidade dessa população para a angariação de consumidores e expansão da atividade ilícita.</p>
<p>No decurso da operação, que contou com o apoio da PSP, foram cumpridos 11 mandados de detenção, tendo sido realizadas 43 buscas domiciliárias e 44 buscas domiciliárias, envolvendo um elevado dispositivo operacional composto por militares da Guarda de diversas valências.</p>
<p>Durante esta ação foram apreendidos cerca de 40 quilogramas de haxixe, correspondentes a aproximadamente 80 mil doses individuais, entre outro produto estupefaciente e diverso material relacionado com a atividade criminosa.</p>
<p>Segundo a GNR, os detidos serão presentes na quarta-feira, pelas 14:00, no Tribunal Judicial de Santa Maria da Feira, para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação consideradas adequadas.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/detidas-26-pessoas-em-megaoperacao-de-combate-ao-trafico-de-droga-em-aveiro-e-porto/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786319]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Marine Le Pen condenada a prisão com pulseira eletrónica e 15 meses de inelegibilidade</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/marine-le-pen-condenada-a-prisao-com-pulseira-eletronica-e-15-meses-de-inelegibilidade/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/marine-le-pen-condenada-a-prisao-com-pulseira-eletronica-e-15-meses-de-inelegibilidade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 12:05:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Marine le Pen]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786297</guid>

					<description><![CDATA[Líder da extrema-direita francesa tentava anular a proibição de exercer cargos públicos durante cinco anos e uma pena de prisão de quatro anos, aplicadas por um tribunal francês no âmbito de um processo por desvio de fundos do Parlamento Europeu]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Marine Le Pen foi condenada esta terça-feira a três anos de prisão, incluindo um ano de prisão efetiva a cumprir em regime domiciliário com pulseira eletrónica, no processo sobre desvio de fundos do Parlamento Europeu. A líder do Reagrupamento Nacional foi ainda condenada a uma multa de 100 mil euros.</p>
<p>A decisão resulta do recurso apresentado por Le Pen para contestar a condenação de 2025. O tribunal reduziu a pena original, que tinha sido de quatro anos de prisão, dois dos quais efetivos, também passíveis de cumprimento com pulseira eletrónica, além de cinco anos de inelegibilidade para cargos políticos com execução imediata.</p>
<p>No novo acórdão, a dirigente da extrema-direita francesa fica proibida de exercer cargos públicos durante três anos e nove meses. Contudo, apenas 15 meses — um ano e três meses — serão de inelegibilidade efetiva, ficando o restante período suspenso.</p>
<p>Em causa está o uso de fundos do Parlamento Europeu destinados ao pagamento de assistentes parlamentares. A acusação sustentou que parte dessas verbas foi usada para remunerar funcionários que trabalhavam, na prática, para o partido de Marine Le Pen em França.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, as suspeitas remontam a 2013, quando o site francês de investigação &#8216;Mediapart&#8217; revelou que Le Pen tinha contratado dois membros do então Frente Nacional como assistentes parlamentares. Os investigadores concluíram depois que estes casos não eram isolados, mas integravam um sistema mais amplo de falsos empregos.</p>
<p>Em 2023, após uma investigação de sete anos, Le Pen foi enviada para julgamento juntamente com mais de duas dezenas de arguidos por alegado uso indevido de fundos europeus. A dirigente e o partido sempre contestaram as acusações.</p>
<p>O tribunal considerou que foram desviados 1,4 milhões de euros em fundos do Parlamento Europeu entre 2004 e 2016 para pagar colaboradores partidários. A condenação mantém, por isso, o peso judicial do caso, embora o recurso tenha aliviado parte das consequências penais e políticas da sentença inicial.</p>
<p>A decisão deixa ainda em aberto o impacto sobre o futuro político de Marine Le Pen. De acordo com o &#8216;Le Parisien&#8217;, a redução da inelegibilidade pode reabrir a porta a uma eventual candidatura às presidenciais francesas de 2027, cuja primeira volta está marcada para 18 de abril.</p>
<p>Ainda assim, Le Pen já tinha afirmado que não faria uma candidatura condicionada por pulseira eletrónica. Numa entrevista recente, disse que, se fosse impedida de conduzir uma campanha “completamente livre”, essa hipótese teria de ser reconsiderada.</p>
<p>A resposta política da líder do Reagrupamento Nacional deverá ser conhecida ao início da noite, numa entrevista ao canal LCI. Até lá, a leitura principal da decisão é dupla: Marine Le Pen escapa à pena mais pesada da sentença original, mas continua condenada, multada e sujeita a prisão domiciliária com vigilância eletrónica.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/marine-le-pen-condenada-a-prisao-com-pulseira-eletronica-e-15-meses-de-inelegibilidade/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786297]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mau tempo: ASF admite resultados negativos em algumas seguradoras</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mau-tempo-asf-admite-resultados-negativos-em-algumas-seguradoras/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/mau-tempo-asf-admite-resultados-negativos-em-algumas-seguradoras/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:58:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786299</guid>

					<description><![CDATA[O Presidente da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) admitiu hoje que algumas seguradoras tenham resultados negativos devido ao impacto do comboio de tempestades que atingiu Portugal, mas assegurou que o mercado está "robusto".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) admitiu hoje que algumas seguradoras tenham resultados negativos devido ao impacto do comboio de tempestades que atingiu Portugal, mas assegurou que o mercado está &#8220;robusto&#8221;.</p>
<p>Segundo Gabriel Bernardino, que falou durante o Fórum Nacional de Seguros, organizado pelo Eco Seguros, no Porto, apesar de o ano estar a correr bem, &#8220;obviamente, a questão do comboio de tempestades não pode deixar de ser o grande foco do ano&#8221;.</p>
<p>&#8220;É claramente o evento de maior número de sinistros que nós tivemos, a última contagem já ultrapassa os 210 mil sinistros&#8221;, com 1,3 mil milhões de euros de indemnizações, destacou.</p>
<p>O presidente da ASF lembrou que &#8220;os seguros existem para estas ocasiões&#8221;, apontando que &#8220;o setor assegurador, no fim de contas, mostra nestas situações que está capacitado para dar resposta&#8221;.</p>
<p>Ainda assim, tendo em conta os resseguros e lógica de mutualidade, implica que só &#8220;perto de 9% disto é que vai ser assumido pelas empresas em Portugal, portanto, a grande maioria, obviamente, é assumida pelos resseguradores&#8221;.</p>
<p>Bernardino admite, no entanto, &#8220;algumas seguradoras no final do ano com resultados globais perto de zero ou negativos por este impacto, mas não é um impacto, de facto, que leve o mercado a ficar de joelhos, antes, pelo contrário&#8221;.</p>
<p>No fim de contas, disse, &#8220;o mercado mostra-se robusto e isso para nós é, obviamente, muito importante&#8221;.</p>
<p>Quanto à falta de seguros de uma parte significativa dos portugueses para fazer face a estas catástrofes, o presidente da ASF disse que se anda &#8220;há muitos e muitos, não é anos, é décadas, a falar sobre isto&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não vale andarmos a criticar a classe política relativamente a isto. A classe política tem as suas culpas porque não tomou decisões em tempo certo, mas igualmente todos nós temos culpa&#8221;, salientou.</p>
<p>&#8220;Nós, enquanto cidadãos, enquanto empresas, enquanto instituições da sociedade civil, temos também de ter uma voz e uma palavra muito significativa&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não temos tido a capacidade de efetivamente potenciar e tornar isto um assunto central na discussão daquilo que é a resiliência da sociedade portuguesa como um todo, entre os cidadãos e as empresas&#8221;, referiu.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/mau-tempo-asf-admite-resultados-negativos-em-algumas-seguradoras/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786299]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Calor não dá tréguas em julho: Portugal deve continuar acima da média nas próximas semanas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/calor-nao-da-treguas-em-julho-portugal-deve-continuar-acima-da-media-nas-proximas-semanas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/calor-nao-da-treguas-em-julho-portugal-deve-continuar-acima-da-media-nas-proximas-semanas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:54:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo.pt]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786285</guid>

					<description><![CDATA[Segundo o 'Tempo.pt', a atualização do modelo europeu aponta para temperaturas bastante acima da média em todo o território português nas próximas semanas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Julho começou com a primeira onda de calor generalizada do verão em Portugal continental e, apesar do alívio térmico já sentido em parte do litoral, o calor deverá continuar a marcar o mês. Segundo o &#8216;Tempo.pt&#8217;, a atualização do modelo europeu aponta para temperaturas bastante acima da média em todo o território português nas próximas semanas.</p>
<p>Depois de vários dias com mínimas e máximas extremamente elevadas, já se assiste a uma descida significativa das temperaturas em grande parte da faixa costeira ocidental. No interior, porém, o calor mantém-se intenso e a descida deverá ser mais lenta e gradual ao longo da semana.</p>
<p>O Instituto Português do Mar e da Atmosfera mantém aviso vermelho em quatro distritos — Bragança, Guarda, Castelo Branco e Portalegre — devido à previsão de temperaturas máximas iguais ou superiores a 41 graus, podendo localmente chegar aos 43 graus. Pelo menos sete distritos continuam também sob aviso laranja por tempo quente.</p>
<p>Entre hoje e amanhã deverá verificar-se um alívio térmico mais evidente, sobretudo junto ao litoral. As temperaturas mais elevadas tenderão a concentrar-se no interior e no Algarve, onde o calor deverá persistir com maior intensidade até ao final da semana.</p>
<p>A previsão mensal, contudo, não aponta para uma quebra duradoura do calor. De acordo com o modelo europeu citado pelo &#8216;Tempo.pt&#8217;, julho deverá registar valores acima da média em todo o país, com anomalias térmicas especialmente expressivas no Norte e no interior.</p>
<p>Nas zonas montanhosas do Alto e Baixo Minho e em grande parte dos distritos de Vila Real, Bragança e Guarda, as temperaturas poderão ficar mais de 4 graus acima do normal para julho. Em grande parte do continente, o desvio deverá situar-se entre 3 e 4 graus acima da média climatológica.</p>
<p>Na faixa costeira ocidental, no litoral alentejano, em grande parte do Baixo Alentejo e no Algarve, a previsão aponta para valores entre 2 e 3 graus acima do habitual. Nos arquipélagos, o desvio deverá ser mais moderado, devido ao efeito das brisas marítimas: entre 1,5 e 2 graus acima da média na Madeira e até 1 grau nos Açores.</p>
<p>A evolução da precipitação é mais incerta. A aproximação da canícula, período estatisticamente mais quente e seco do ano, favorece tempo seco, mas a possível chegada de bolsas de ar frio às imediações da Península Ibérica pode criar condições para trovoadas isoladas e irregulares, sobretudo no interior.</p>
<p>Essas trovoadas poderão ser localmente fortes. Apesar de poderem contribuir para uma descida pontual das temperaturas, trazem também risco acrescido de incêndio, especialmente se ocorrer queda de raios em zonas onde o perigo de incêndio se mantenha muito elevado ou máximo.</p>
<p>Na primeira semana completa de julho, deverão predominar bloqueios de altas pressões sobre o centro e norte da Europa, o que tenderá a manter a precipitação abaixo da média em grande parte de Portugal continental. Algumas zonas do interior poderão, ainda assim, registar valores próximos do normal devido à possibilidade de trovoadas.</p>
<p>O episódio de calor não se limitará a Portugal. O &#8216;Tempo.pt&#8217; indica que França e outros países do centro da Europa também poderão enfrentar temperaturas entre 3 e 6 graus acima da média, prolongando uma tendência em que o calor intenso tem sido o principal protagonista da primeira metade do verão.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/calor-nao-da-treguas-em-julho-portugal-deve-continuar-acima-da-media-nas-proximas-semanas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786285]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mundial2026: Registado máximo histórico de tráfego de Internet no jogo Portugal-Espanha</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mundial2026-registado-maximo-historico-de-trafego-de-internet-no-jogo-portugal-espanha/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/mundial2026-registado-maximo-historico-de-trafego-de-internet-no-jogo-portugal-espanha/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:53:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786293</guid>

					<description><![CDATA[A operadora de Internet Exchange DE-CIX registou um máximo histórico no tráfego global de internet durante o jogo entre Portugal e Espanha, para o campeonato do mundo de futebol, na segunda-feira, foi hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A operadora de Internet Exchange DE-CIX registou um máximo histórico no tráfego global de internet durante o jogo entre Portugal e Espanha, para o campeonato do mundo de futebol, na segunda-feira, foi hoje divulgado.</p>
<p>&#8220;O tráfego de internet em todo o ecossistema global de interligação da DE-CIX atingiu um novo máximo histórico de 28,4 terabits por segundo (Tbit/s)&#8221;, refere a empresa em comunicado, detalhando que o pico foi registado às 20:35 de Lisboa, &#8220;durante a partida entre Portugal e Espanha&#8221;.</p>
<p>No documento, a operadora regista que este pico evidencia &#8220;o crescente impacto das transmissões desportivas em direto na infraestrutura da internet em todo o mundo&#8221; e seria o equivalente a transmitir mais de 15 milhões de vídeos da plataforma TikTok em simultâneo ou a ter uma pilha de papel impresso &#8220;aproximadamente 22 vezes mais alta do que o Monte Evereste&#8221;.</p>
<p>A DE-CIX refere que o aumento do tráfego de internet durante os jogos do mundial de futebol masculino ocorre quase de imediato.</p>
<p>&#8220;Milhões de adeptos ligam-se em simultâneo através de smartphones, televisões conectadas, tablets e computadores, gerando picos acentuados de tráfego escassos minutos após o início do jogo&#8221;, diz a empresa, que sublinha que além do &#8216;streaming&#8217;, há também impacto no tráfego devido aos resumos gerados por inteligência artificial (IA), conteúdos personalizados, estatísticas dos jogos em tempo real, atividade nas redes sociais, experiências de segundo ecrã e plataformas interativas de envolvimento dos adeptos.</p>
<p>Citado no documento, o presidente executivo (CEO) da DE-CIX, Ivo Ivanov, apelidou o campeonato do mundo de futebol masculino como &#8220;um dos maiores eventos de &#8216;streaming&#8217; sincronizado do planeta&#8221; e sublinhou que os níveis recorde de tráfego &#8220;demonstram porque é que a interligação de alto desempenho se tornou essencial para oferecer as experiências digitais perfeitas que os utilizadores esperam&#8221;.</p>
<p>O responsável acrescentou que à medida que mais eventos de dimensão mundial são transmitidos por &#8216;streaming&#8217;, o desenvolvimento de infraestruturas de interligação resilientes está a tornar-se &#8220;a base crítica da economia digital global&#8221;.</p>
<p>O jogo entre Portugal e Espanha, para os oitavos de final do torneio, terminou com a vitória do lado espanhol por 1-0, após um golo de Mikel Merino, aos 90+1 minutos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/mundial2026-registado-maximo-historico-de-trafego-de-internet-no-jogo-portugal-espanha/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786293]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Grupo Casais põe robô da Boston Dynamics a trabalhar nas obras em Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/grupo-casais-poe-robo-da-boston-dynamics-a-trabalhar-nas-obras-em-portugal/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/grupo-casais-poe-robo-da-boston-dynamics-a-trabalhar-nas-obras-em-portugal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:50:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Boston Dynamics]]></category>
		<category><![CDATA[casais]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[robô]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786284</guid>

					<description><![CDATA[O Grupo Casais está a reforçar a aposta na transformação digital dos seus estaleiros com a integração do Robot SPOT, da Boston Dynamics.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Casais está a reforçar a aposta na transformação digital dos seus estaleiros com a integração do Robot SPOT, da Boston Dynamics, uma solução de robótica autónoma que promete aumentar a produtividade, reforçar a segurança e melhorar a gestão das obras através da recolha inteligente de dados.</p>
<p>O projeto é desenvolvido e operacionalizado pela TopBIM, empresa do grupo especializada em digitalização, Building Information Modeling (BIM) e suporte digital à construção, e surge como uma resposta a alguns dos principais desafios do setor, entre eles a escassez de mão de obra, a necessidade de reduzir tempos improdutivos e a crescente exigência em termos de qualidade e eficiência.</p>
<p>Segundo o Grupo Casais, a utilização do SPOT permitirá automatizar tarefas de rotina, libertando os técnicos para funções de maior valor acrescentado. Em simultâneo, possibilita uma recolha de informação mais frequente, rigorosa e sistemática, facilitando a identificação precoce de desvios, apoiando a tomada de decisões técnicas e reduzindo retrabalho ao longo da execução da obra.</p>
<p>Para os clientes, esta abordagem traduz-se num maior controlo da qualidade, maior transparência na execução dos projetos, cumprimento de prazos e entrega de ativos com informação técnica mais completa e fiável.</p>
<p>A implementação da tecnologia assenta em três pilares estratégicos. O primeiro é a recolha autónoma de dados, através de laser scan, permitindo captar a realidade da obra e verificar os elementos construídos. O segundo centra-se na segurança, substituindo a intervenção humana em ambientes potencialmente perigosos e na inspeção de zonas de difícil acesso. Já o terceiro passa pela mobilidade do equipamento, que consegue deslocar-se autonomamente, contornando obstáculos e adaptando-se a estaleiros em constante mudança.</p>
<p>O Grupo Casais destaca ainda o potencial da tecnologia na utilização de modelos BIM e Digital Twins. A captura contínua da realidade permite comparar o projeto digital com a obra executada, identificar desvios, planear intervenções e manter um histórico atualizado da evolução da construção. Com a integração das dimensões 4D (tempo) e 5D (custo), o modelo digital torna-se uma ferramenta de apoio à decisão baseada na evolução física da obra.</p>
<p>António Carlos Rodrigues, CEO do Grupo Casais, afirma que &#8220;o SPOT é um símbolo visível da transformação digital e da mudança cultural que o Grupo Casais tem trazido ao setor da construção. A inovação não é um conceito, mas um equipamento que traz rastreabilidade e captura da realidade em 3D, tornando as obras inteligentes, seguras, mais informadas e produtivas.&#8221;</p>
<p>Atualmente, o Robot SPOT encontra-se em fase de projetos-piloto em diferentes obras do Grupo Casais. O plano passa por integrá-lo de forma contínua nas operações em Portugal, onde deverá executar tarefas como levantamentos 360 graus, monitorização do progresso dos trabalhos e apoio às operações de segurança nos estaleiros.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/grupo-casais-poe-robo-da-boston-dynamics-a-trabalhar-nas-obras-em-portugal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786284]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Portugal envia hoje toneladas de ajuda humanitária e operacionais regressam</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-portugal-envia-hoje-toneladas-de-ajuda-humanitaria-e-operacionais-regressam-mne/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-portugal-envia-hoje-toneladas-de-ajuda-humanitaria-e-operacionais-regressam-mne/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:50:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786289</guid>

					<description><![CDATA[As autoridades portuguesas enviam hoje para Caracas toneladas de ajuda humanitária, ferramentas e duas ambulâncias equipadas, enquanto os operacionais enviados após os sismos de 24 de junho regressarão ao país, anunciou o Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades portuguesas enviam hoje para Caracas toneladas de ajuda humanitária, ferramentas e duas ambulâncias equipadas, enquanto os operacionais enviados após os sismos de 24 de junho regressarão ao país, anunciou o Governo.</p>
<p>Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) indicou que dois aviões da Força Aérea Portuguesa partem ao início da tarde de hoje de Lisboa, carregando 12 toneladas de material de higiene, abrigo, conforto e saneamento, e 1,5 toneladas de ferramentas e equipamentos de apoio à remoção de escombros, cedidos pela Marinha Portuguesa.</p>
<p>Seguem ainda para a Venezuela donativos da Cruz Vermelha, &#8220;incluindo 2 ambulâncias totalmente equipadas, que funcionam como unidades móveis de saúde&#8221;, acrescentou, na mesma nota.</p>
<p>A ajuda, enviada ao abrigo do Mecanismo Europeu de Proteção Civil, deverá chegar à Venezuela na quarta-feira.</p>
<p>Os mesmos aviões trarão de volta a Portugal os operacionais que integraram a Força Operacional Nacional Conjunta (FOCON) e que foram acionados numa primeira fase para apoiar a missão de busca, salvamento e primeiros socorros.</p>
<p>&#8220;A resposta à emergência na Venezuela entra agora numa nova fase, de intervenção humanitária&#8221;, refere o comunicado.</p>
<p>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 3.535 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</p>
<p>Entre os mortos, há pelo menos 96 portugueses e lusodescendentes, e outros 60 estão desaparecidos ou incontactáveis.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-portugal-envia-hoje-toneladas-de-ajuda-humanitaria-e-operacionais-regressam-mne/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786289]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Operação Marquês: Juiz com menos de quatro anos de serviço vai julgar Sócrates</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/operacao-marques-juiz-com-menos-de-quatro-anos-de-servico-vai-julgar-socrates/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/operacao-marques-juiz-com-menos-de-quatro-anos-de-servico-vai-julgar-socrates/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:48:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786286</guid>

					<description><![CDATA[O antigo primeiro-ministro José Sócrates vai ser julgado no processo secundário da Operação Marquês por um coletivo presidido por um juiz com menos de quatro anos de serviço, menos do que a regra geral em tribunais centrais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O antigo primeiro-ministro José Sócrates vai ser julgado no processo secundário da Operação Marquês por um coletivo presidido por um juiz com menos de quatro anos de serviço, menos do que a regra geral em tribunais centrais.</p>
<p>Em causa está o processo em que o chefe de Governo entre 2005 e 2011 e o empresário Carlos Santos Silva respondem por três crimes de branqueamento de capitais, cujo julgamento vai decorrer no Tribunal Central Criminal de Lisboa, por um coletivo de três juízes.</p>
<p>Em 28 de julho de 2025, o processo foi distribuído por sorteio ao juiz 18, lugar que era então ocupado por um juiz, Vítor Teixeira de Sousa, que, segundo o Diário da República, foi, em abril de 2026, nomeado pela Assembleia da República, por proposta do PS, vogal do Conselho Superior de Magistratura (CSM), deixando aquele coletivo sem juiz-presidente.</p>
<p>Questionado pela Lusa sobre como será selecionado o substituto de Vítor Teixeira de Sousa, que entre 2021 e 2024 exerceu funções de chefe de gabinete no Governo de António Costa (PS), o CSM esclareceu hoje que &#8220;o juiz que assumirá o processo é o juiz colocado, no âmbito do movimento judicial anual, na vaga de auxiliar de substituição do Juízo [Tribunal] Central Criminal de Lisboa&#8221;.</p>
<p>De acordo com a versão final do movimento divulgada em 03 de julho no &#8216;site&#8217; do CSM, a vaga será ocupada, a partir de 01 de setembro de 2026, por Rúben Vieira, proveniente do Juízo de competência genérica de Serpa, no distrito de Beja.</p>
<p>À data de 31 de dezembro de 2025, o juiz tinha dois anos, 11 meses e 27 dias de serviço na magistratura, indica a mais recente lista de antiguidade dos magistrados judiciais, o que significa que, em setembro, terá menos de quatro anos de experiência.</p>
<p>Em resposta por escrito à Lusa, o CSM reconheceu que &#8220;a colocação em juízos centrais exige, em regra, classificação não inferior a Bom com Distinção e dez anos de serviço&#8221;, mas ressalvou que, &#8220;quando não existam candidatos que reúnam esses requisitos, a lei permite a colocação de juízes que não os preencham&#8221;.</p>
<p>O órgão de gestão dos juízes escusou-se, contudo, a responder se considera adequado que um juiz com menos anos de serviço do que exige a regra geral presida ao julgamento de um antigo primeiro-ministro, alegando que &#8220;não comenta opções individuais de colocação nem faz juízos sobre a adequação de juízes concretos a determinados processos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Todos os juízes exercem funções após concluírem a formação especializada no Centro de Estudos Judiciários. Uma vez colocados nos tribunais, exercem a função jurisdicional com total independência e responsabilidade&#8221;, sublinhou o CSM.</p>
<p>Para já, não há data para o início do julgamento, informou o mesmo órgão.</p>
<p>A separação de processos na Operação Marquês tem na génese a decisão instrutória do processo principal proferida em abril de 2021 pelo juiz Ivo Rosa, à data no Tribunal Central de Instrução Criminal, e que foi sofrendo várias reviravoltas na sequência de diversos recursos.</p>
<p>O julgamento do processo principal, no qual José Sócrates (PS) e Carlos Santos Silva são dois dos 21 arguidos, decorre desde 03 de julho de 2025 no Tribunal Central Criminal de Lisboa, presidido por um outro coletivo de juízes.</p>
<p>Os 21 arguidos respondem por um total de 117 crimes económico-financeiros alegadamente praticados entre 2005 e 2014, incluindo corrupção, e têm negado, em geral, a prática de qualquer ilegalidade.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/operacao-marques-juiz-com-menos-de-quatro-anos-de-servico-vai-julgar-socrates/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786286]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
