<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 26 May 2026 10:17:04 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Vodafone faz história no Jamor com transmissão em direto com “fatiamento” de rede 5G</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/vodafone-faz-historia-no-jamor-com-transmissao-em-direto-com-fatiamento-de-rede-5g/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/vodafone-faz-historia-no-jamor-com-transmissao-em-direto-com-fatiamento-de-rede-5g/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 10:17:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Jamor]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Vodafone]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767679</guid>

					<description><![CDATA[No fim de semana em que foi decidido o vencedor da prova rainha do futebol português, a Vodafone Portugal voltou a colocar a sua rede 5G no centro da inovação em transmissão de conteúdos, ao viabilizar uma emissão em direto com recurso à tecnologia de network slicing (fatiamento de rede).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No fim de semana em que foi decidido o vencedor da prova rainha do futebol português, a Vodafone Portugal voltou a colocar a sua rede 5G no centro da inovação em transmissão de conteúdos, ao viabilizar uma emissão em direto com recurso à tecnologia de network slicing (fatiamento de rede), garantindo elevada qualidade de serviço mesmo em cenário de forte congestionamento de utilizadores.</p>
<p>A operação foi realizada em colaboração com a TVI/CNN Portugal, que utilizou três câmaras equipadas com cartões SIM configurados para aceder a uma “fatia” exclusiva da rede móvel 5G standalone da Vodafone. A partir das imediações do Estádio do Jamor, foi possível transmitir em direto, em tempo real, o ambiente de convívio e celebração vivido fora do recinto.</p>
<p>A tecnologia 5G standalone da Vodafone assenta numa infraestrutura com core e hardware dedicados exclusivamente ao 5G, permitindo dividir a rede em segmentos virtuais independentes. Estes “slices” podem ser otimizados para diferentes tipos de serviço, assegurando desempenho prioritário a utilizadores ou aplicações com maiores exigências de dados, mesmo em contextos de elevada concentração de pessoas.</p>
<p>Na prática, esta abordagem permite que, em eventos de grande escala — como jogos decisivos ou concertos — seja possível garantir comunicações mais estáveis, rápidas e fiáveis para serviços críticos ou de transmissão em direto.</p>
<p>O projeto insere-se na estratégia mais ampla da Vodafone de explorar as potencialidades do 5G standalone através de cocriação com clientes e parceiros. Antes desta aplicação no Jamor, a operadora já tinha testado e implementado redes móveis privadas 5G em vários contextos, nomeadamente na indústria, com três fábricas da CIMPOR, no setor energético, com cobertura em 24 localizações da Empresa de Eletricidade da Madeira, na logística, através de uma prova de conceito no Porto de Aveiro, e na defesa, no apoio a exercícios REPMUS envolvendo veículos não tripulados realizados pela Marinha Portuguesa e pela NATO.</p>
<p>No seguimento desta iniciativa, a Vodafone e a TVI/CNN Portugal pretendem replicar o modelo em futuros eventos com grande afluência, apostando numa nova geração de transmissões em direto assentes em redes 5G mais inteligentes, segmentadas e orientadas para necessidades específicas, com ganhos em qualidade, fiabilidade e rapidez.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/vodafone-faz-historia-no-jamor-com-transmissao-em-direto-com-fatiamento-de-rede-5g/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767679]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Companhias aéreas europeias podem perder mais de 1,5 mil milhões de euros com nova taxa climática da UE</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/companhias-aereas-europeias-podem-perder-mais-de-15-mil-milhoes-de-euros-com-nova-taxa-climatica-da-ue/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/companhias-aereas-europeias-podem-perder-mais-de-15-mil-milhoes-de-euros-com-nova-taxa-climatica-da-ue/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 10:16:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767647</guid>

					<description><![CDATA[As maiores companhias aéreas europeias poderão enfrentar custos adicionais superiores a 1,5 mil milhões de euros cada caso a União Europeia avance com o alargamento do regime de comércio de licenças de emissão de carbono aos voos que partem do espaço comunitário.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As maiores companhias aéreas europeias poderão enfrentar custos adicionais superiores a 1,5 mil milhões de euros cada caso a União Europeia avance com o alargamento do regime de comércio de licenças de emissão de carbono aos voos que partem do espaço comunitário. A medida está a ser analisada por Bruxelas no âmbito da revisão do Sistema Europeu de Comércio de Emissões (ETS), considerado um dos principais instrumentos da estratégia europeia de descarbonização.</p>
<p>As projeções elaboradas pela consultora Transition Metrics apontam para impactos particularmente pesados sobre a companhia alemã Lufthansa, o grupo International Airlines Group — proprietário da British Airways — e a Air France-KLM. Segundo a análise, estas empresas poderão enfrentar custos adicionais de 1,8 mil milhões, 1,7 mil milhões e 1,5 mil milhões de euros, respetivamente, já em 2027. No total, cada grupo ultrapassaria os dois mil milhões de euros em encargos relacionados com emissões de carbono.</p>
<p>O impacto financeiro seria significativo nas contas das transportadoras. As estimativas indicam que os custos representariam cerca de 44% dos lucros previstos da Lufthansa para 2025, 23% no caso da IAG e 30% para a Air France-KLM. Jan Ahrens, diretor-geral da Transition Metrics, alertou que os valores “não são triviais” e têm uma dimensão material para o setor. O responsável estimou ainda que um bilhete entre Frankfurt e Pequim poderia encarecer cerca de 100 euros caso as companhias decidam repercutir os custos adicionais sobre os passageiros.</p>
<p>Atualmente, o ETS aplica-se apenas aos voos realizados dentro da União Europeia, o que faz com que companhias focadas no mercado intraeuropeu, como Ryanair, EasyJet ou Wizz Air, suportem encargos climáticos proporcionalmente mais elevados do que rivais concentradas em rotas intercontinentais. A proposta agora em análise prevê estender o regime a todos os voos que descolem da UE, independentemente do destino final.</p>
<p>A discussão ganhou força depois de os esforços internacionais para reduzir as emissões da aviação terem produzido resultados limitados. O sistema internacional Corsia — criado para compensar emissões da aviação civil — continua sem apoio formal de grandes emissores como os Estados Unidos, a China ou a Índia. Bruxelas está agora a avaliar a eficácia desse mecanismo antes de decidir se avança com o alargamento do ETS. Durante um encontro recente com representantes do setor, a responsável europeia para o clima Polona Gregorin admitiu que a Comissão Europeia está a estudar o tema, enquanto um alto funcionário europeu reconheceu que persistem dúvidas sobre a eficácia do Corsia, afirmando que os resultados “não têm correspondido ao padrão de excelência esperado”.</p>
<p>A possibilidade de endurecimento das regras ambientais preocupa profundamente a indústria aeronáutica europeia. Em 2012, quando a União Europeia tentou uma medida semelhante, os Estados Unidos e a China reagiram com forte oposição, levando mesmo a administração de Barack Obama a aprovar legislação para isentar as companhias norte-americanas. Agora, o diretor-executivo do grupo Aerospace, Security and Defence, Vincent de Vroey, teme uma escalada ainda maior, avisando que “voltaremos a ter uma guerra comercial, e pior do que antes”.</p>
<p>A Air France já manifestou oposição frontal à proposta, considerando que um eventual alargamento do ETS aos voos de partida tornaria as companhias europeias menos competitivas face às transportadoras de países terceiros e poderia desencadear retaliações internacionais. Num documento recente, a empresa estima que, até 2030, os custos adicionais possam atingir cerca de 950 milhões de euros face ao atual modelo. Já a associação Airlines for Europe defende que Bruxelas deveria concentrar esforços no reforço do sistema internacional Corsia em vez de avançar unilateralmente com novas obrigações europeias.</p>
<p>Apesar das reservas do setor, fontes comunitárias sublinham que a aviação continua a ser um dos poucos segmentos dos transportes onde as emissões de carbono praticamente não diminuíram nas últimas duas décadas. Um alto responsável europeu admitiu que a União Europeia tem de reconhecer “a complicada geopolítica” associada à medida, mas insistiu que a ausência de progressos ambientais na aviação obriga a uma resposta mais ambiciosa.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/companhias-aereas-europeias-podem-perder-mais-de-15-mil-milhoes-de-euros-com-nova-taxa-climatica-da-ue/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767647]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Imagens mostram Cessna a colidir com parapente na Áustria: mulher escapa com ferimentos ligeiros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/imagens-mostram-cessna-a-colidir-com-parapente-na-austria-mulher-escapa-com-ferimentos-ligeiros/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/imagens-mostram-cessna-a-colidir-com-parapente-na-austria-mulher-escapa-com-ferimentos-ligeiros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 10:10:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Áustria]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[parapente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767673</guid>

					<description><![CDATA[Mulher conseguiu reagir rapidamente e acionou o paraquedas de emergência, o que terá sido determinante para evitar uma tragédia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um acidente aéreo invulgar na Áustria está a gerar forte impacto nas redes sociais depois de uma avioneta Cessna ter colidido em pleno ar com um parapente na cidade de Piesendorf, na região de Pinzgau, numa zona habitualmente frequentada por praticantes desta modalidade. O &#8216;El Mundo&#8217; relata que o embate deixou imagens impressionantes e levantou questões sobre a segurança e a coordenação do tráfego aéreo em áreas partilhadas por diferentes tipos de aeronaves.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="cs" dir="ltr">Letoun Cessna 172 sejmul paraglide.</p>
<p>K nehodě došlo v sobotu 23. května 2026 odpoledne nad oblastí Piesendorf v Salcbursku, nedaleko rakouského Zell am See.</p>
<p>44letá pilotka paraglidu z Horního Rakouska odstartovala z hory Schmittenhöhe směrem na Piesendorf, nad chatou Pinzgauer… <a href="https://t.co/KCwD6I7T2c">pic.twitter.com/KCwD6I7T2c</a></p>
<p>&mdash; Tomáš Richtr (@TomRichtrF1) <a href="https://twitter.com/TomRichtrF1/status/2058791171745353868?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 25, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A vítima é uma mulher de 44 anos que praticava parapente. Apesar da violência da colisão, sofreu apenas ferimentos ligeiros. A asa do parapente ficou completamente destruída após o impacto, deixando a piloto numa situação de grande perigo a vários metros de altura.</p>
<p>Segundo as informações conhecidas, a mulher conseguiu reagir rapidamente e acionou o paraquedas de emergência, o que terá sido determinante para evitar uma tragédia. Depois da queda, foi assistida pelas equipas de socorro, sem que tenham sido reportados ferimentos graves.</p>
<p>A avioneta envolvida no acidente era uma Cessna pilotada por um cidadão austríaco de 28 anos. Apesar da colisão, o piloto conseguiu manter o controlo da aeronave e aterrar em segurança.</p>
<p>As autoridades austríacas abriram uma investigação para apurar as circunstâncias do acidente. Entre as questões em análise estarão a eventual falha de coordenação no espaço aéreo, a visibilidade entre os dois intervenientes e a possibilidade de erro humano.</p>
<p>As imagens do momento da colisão, entretanto divulgadas nas redes sociais e em vários meios internacionais, mostram a violência do impacto e a destruição da asa do parapente. O caso reacendeu a discussão sobre os riscos associados à prática de atividades aéreas em zonas onde convivem avionetas, parapentes e outros aparelhos ligeiros.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/imagens-mostram-cessna-a-colidir-com-parapente-na-austria-mulher-escapa-com-ferimentos-ligeiros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767673]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Dar más notícias é uma competência de liderança e estamos a fazê-lo mal</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/dar-mas-noticias-e-uma-competencia-de-lideranca-e-estamos-a-faze-lo-mal/</link>
					<comments>https://hrportugal.sapo.pt/dar-mas-noticias-e-uma-competencia-de-lideranca-e-estamos-a-faze-lo-mal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 09:59:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767667</guid>

					<description><![CDATA[Opinião de Helena Martins, docente e coordenadora da Licenciatura em gestão de Recursos Humanos no Instituto Politécnico de Setúbal e professora convidada na Nova SBE.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
<h1 class="brxe-post-title bm-blog-single-11__post-title"><em style="font-size: 16px;">Por Helena Martins, docente e coordenadora da Licenciatura em gestão de Recursos Humanos no Instituto Politécnico de Setúbal e professora convidada na Nova SBE. Colabora com a Porto Business School no módulo de Comunicação Eficaz e Saúde Mental no Trabalho na Pós-Graduação em Gestão de Pessoas.</em></h1>
</div>
<div id="brxe-tfxagn" class="brxe-block">
<div id="brxe-jnrdez" class="brxe-post-content bm-blog-single-11__post-content">
<p>&nbsp;</p>
<p>Dar más notícias faz parte da liderança. E, no entanto, continua a ser uma das competências mais negligenciadas nas organizações.</p>
<p>Despedimentos, avaliações negativas, reestruturações, erros graves são momentos inevitáveis na vida profissional. Mas há um dado desconfortável que raramente discutimos: muitas pessoas recordam como mais traumática a forma como receberam uma má notícia do que a própria notícia.</p>
<p>Porque quando comunicamos uma decisão difícil, não estamos apenas a transmitir informação. Estamos a moldar a forma como essa pessoa vai viver aquele momento e, muitas vezes, a forma como vai olhar para a organização a partir daí.</p>
<p>E aqui surge um padrão curioso. Alguns líderes evitam, adiam ou suavizam em excesso; outros fazem o oposto: comunicam de forma brusca, quase mecânica, como quem “arranca o penso de uma só vez”, convencendo-se de que estão a ser directos, eficientes, até justos.</p>
<p>Mas ser directo não é o mesmo que ser frio. E eficiência numa conversa difícil não se mede em minutos poupados.</p>
<p>Na área da saúde, onde estas conversas fazem parte do quotidiano, existe um modelo chamado SPIKES, utilizado para estruturar a comunicação de más notícias. Não precisamos de memorizar o acrónimo. Se simplificarmos, há quatro princípios que fazem toda a diferença e que são totalmente aplicáveis ao contexto organizacional.</p>
<ol>
<li><strong>Preparar o contexto não é um detalhe, é parte da mensagem</strong></li>
</ol>
<p>Antes de comunicar, importa perguntar: sou a pessoa certa para dar esta notícia? Faz sentido envolver outra pessoa nesta comunicação ou <strong>tê-la</strong> presente neste momento? Temos um espaço adequado, com privacidade, onde a pessoa possa reagir com dignidade?</p>
<p>Demasiadas vezes, estas conversas acontecem em salas improvisadas, agendas apertadas, ou em chamadas rápidas entre reuniões. O contexto comunica tanto quanto as palavras: um ambiente cuidado transmite respeito; um ambiente negligente amplifica o impacto negativo.</p>
<ol start="2">
<li><strong>Garantir segurança também no trabalho</strong></li>
</ol>
<p>Más notícias não são apenas cognitivas: são emocionais e têm consequências físicas. Quando recebemos más notícias, o corpo reage: tensão, tontura, desorientação, pernas que fraquejam, etc.</p>
<p>Sempre que possível, a pessoa deve estar sentada, num ambiente estável, sem pressão externa. Em contexto remoto, sobretudo ao telefone, este cuidado é ainda mais importante. Imagine que não se certificou de que a pessoa estava num contexto seguro e deu a má notícia enquanto ela estava a conduzir ou a subir umas escadas: as consequências podem ser graves. Nesse sentido, é importante explicar que precisamos de falar com a pessoa e perguntar o que está a fazer naquele momento. Verificar se é oportuno falar, dar indicações específicas para que ligue de volta, ou dar tempo para que pare o carro e fale connosco em segurança, são gestos fundamentais.</p>
<ol start="3">
<li><strong>Clareza com humanidade: dizer, pausar, escutar</strong></li>
</ol>
<p>Um dos maiores erros é confundir clareza com dureza, ou empatia com ambiguidade. Clareza e empatia podem e devem coexistir.</p>
<p>Uma boa prática começa com o chamado “tiro de aviso”: “Tenho uma notícia difícil para partilhar” ou “tenho más notícias”. Este momento permite à outra pessoa preparar-se. Depois, a comunicação deve ser factual e directa, mas não brusca.</p>
<p>“Preciso de falar consigo sobre o projecto em que está envolvida.” <em>(pausa)</em> “Apesar do excelente trabalho da equipa, a empresa cliente decidiu cancelar o projecto.” <em>(pausa)</em></p>
<p>Aqui as pausas não são silêncio incómodo, são espaço para que a informação seja assimilada e para que a pessoa possa reagir à sua maneira, fazendo as perguntas que lhe importam mais. Algumas pessoas querem detalhes sobre os porquês das decisões, outras estão mais focadas no que acontece a seguir e no impacto que essas decisões têm nas suas carreiras, entre muitas outras questões e preocupações específicas àquela pessoa.</p>
<p>O papel do líder não é controlar a reacção, é criar condições para que ela aconteça com segurança. Mais do que transmitir a informação segundo um guião próprio, o objectivo é manter ou reforçar a relação com a outra pessoa – independentemente de se manter ou não o vínculo laboral. Por isso, é importante deixar a pessoa exprimir as suas preocupações e responder-lhes antes de verificar se foi dito tudo o que era necessário.</p>
<ol start="4">
<li><strong>Acompanhar e orientar: o que acontece a seguir</strong></li>
</ol>
<p>Dar a notícia não é o fim da conversa, é o início de outra fase.</p>
<p>Depois do impacto inicial, é fundamental ajudar a pessoa a perceber os próximos passos: quem a vai acompanhar no processo, que apoios existem, quais são os timings, como pode contactar alguém em caso de dúvida. Pequenos elementos de estrutura devolvem um mínimo de controlo num momento de grande incerteza. E isso importa mais do que parece.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um exemplo deste processo:</p>
<p>“Tenho uma notícia difícil para partilhar.” <em>(pausa)</em></p>
<p>“Após o processo de decisão para a posição de coordenação, decidimos avançar com outro candidato.” <em>(pausa)</em></p>
<p>“Sei que estava muito envolvido neste processo e que tinha expectativas em relação a esta oportunidade.” <em>(pausa)</em></p>
<p>“Gostava de lhe dar feedback concreto sobre a decisão e, sobretudo, falar consigo sobre como podemos trabalhar em conjunto para o preparar para futuras oportunidades.” <em>(pausa)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sendo que nestas pausas a pessoa tem sempre a oportunidade de interromper, reagir e guiar a conversa para os pontos que mais lhe importam naquele momento.</p>
<p>Não há dúvidas: dar más notícias é um teste de liderança. Não apenas à capacidade de decidir, mas à capacidade de cuidar enquanto se decide.</p>
<p>Num tempo em que falamos tanto de cultura organizacional e experiência do colaborador, há um momento que revela tudo, quando as coisas correm mal. É aí que as organizações mostram quem são, para além dos valores afixados nas paredes.</p>
<p>Comunicar com humanidade não elimina o impacto de uma decisão difícil. Mas pode evitar que essa decisão se transforme numa ferida desnecessária e numa história que a pessoa vai contar durante anos.</p>
<p>Porque as pessoas podem não escolher o que lhes acontece, mas vão lembrar-se sempre de como foram tratadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://hrportugal.sapo.pt/dar-mas-noticias-e-uma-competencia-de-lideranca-e-estamos-a-faze-lo-mal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Helena Martins, docente e coordenadora da Licenciatura em gestão de Recursos Humanos no Instituto Politécnico de Setúbal e professora convidada na Nova SBE.]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Nuno Moreira da Cruz distinguido com Prémio Mais Inspirador nos Prémios Human Resources</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/nuno-moreira-da-cruz-distinguido-com-premio-mais-inspirador-nos-premios-human-resources/</link>
					<comments>https://hrportugal.sapo.pt/nuno-moreira-da-cruz-distinguido-com-premio-mais-inspirador-nos-premios-human-resources/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 09:57:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767663</guid>

					<description><![CDATA[A segunda edição do Prémio “Mais Inspirador” foi entregue a Nuno Moreira da Cruz, dean Executive Education da Católica Lisbon School of Business and Economics, nos XV Prémios Human Resources.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
<h1 class="brxe-post-title bm-blog-single-11__post-title"><span style="font-size: 16px;">A segunda edição do Prémio “Mais Inspirador” foi entregue a Nuno Moreira da Cruz, dean Executive Education da Católica Lisbon School of Business and Economics, nos XV Prémios Human Resources.</span></h1>
</div>
<div id="brxe-tfxagn" class="brxe-block">
<div id="brxe-jnrdez" class="brxe-post-content bm-blog-single-11__post-content">
<p>Sendo um dos prémios especiais – atribuídos directamente pela redacção de Human Resources e não através da votação dos leitores, como os restantes – Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group, justificou a distinção.</p>
<p>«Há pessoas que gerem. Há pessoas que lideram. E há pessoas que inspiram, que fazem com que quem as ouve queira ser melhor, liderar com mais integridade, e pensar de forma diferente sobre o papel das organizações no mundo.»</p>
<p>O percurso de Nuno Moreira da Cruz passou pela banca, pela BP em várias geografias europeias, e pela Galp, onde foi membro do Conselho de Administração e CEO para Espanha, mas foi «quando cruzou a fronteira entre o mundo empresarial e o académico que a sua influência ganhou uma dimensão diferente, a de quem forma os líderes de amanhã». Na Católica Lisbon, onde hoje é Dean da Executive Education, dedicou-se a ensinar ética empresarial e negócio responsável, «não como disciplinas teóricas, mas como convicções práticas e inadiáveis».</p>
<p>«Para ele, liderar com o coração, dar espaço às pessoas e confiar são os pontos nucleares da liderança, e entender que o ser humano tem de estar no centro da acção, é o que faz toda a diferença», prosseguiu Ricardo Florêncio.</p>
<p>O seu trabalho identifica as cinco marcas do líder responsável: ética, honestidade, autenticidade, capacidade de inspirar e humildade. «Não por acaso, são também as marcas de quem ele próprio é.»</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na impossibilidade de estar presente, o seu filho Miguel recebeu o  galardão.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://hrportugal.sapo.pt/nuno-moreira-da-cruz-distinguido-com-premio-mais-inspirador-nos-premios-human-resources/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767663]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Há seis escolas portuguesas entre as melhores do mundo na Formação de Executivos (uma delas subiu 11 posições e está no top 30)</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/ha-seis-escolas-portuguesas-entre-as-melhores-do-mundo-na-formacao-de-executivos-uma-delas-subiu-11-posicoes-e-esta-no-top-30/</link>
					<comments>https://hrportugal.sapo.pt/ha-seis-escolas-portuguesas-entre-as-melhores-do-mundo-na-formacao-de-executivos-uma-delas-subiu-11-posicoes-e-esta-no-top-30/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 09:55:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767660</guid>

					<description><![CDATA[O Financial Times divulgou o ranking de Executive Education 2026, avaliando escolas de negócio de todo o mundo que dispõem desta oferta formativa. Portugal tem seis escolas de negócios entre as melhores do mundo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
<h1 class="brxe-post-title bm-blog-single-11__post-title"></h1>
<div id="brxe-hlbfas" class="brxe-post-excerpt">
<p>O Financial Times divulgou o ranking de Executive Education 2026, avaliando escolas de negócio de todo o mundo que dispõem desta oferta formativa. Portugal tem seis escolas de negócios entre as melhores do mundo.</p>
</div>
</div>
<div id="brxe-tfxagn" class="brxe-block">
<div id="brxe-jnrdez" class="brxe-post-content bm-blog-single-11__post-content">
<p>No ranking dos programas abertos, a <strong>Nova SBE</strong> subiu 10 posições, passando do 30.º para o 20.º lugar mundial.  <b></b>No critério Future Use, que avalia o nível de confiança e satisfação dos participantes, reflectido na probabilidade de voltarem a escolher a mesma escola para futuros programas, a Escola sobe da 3.ª para a 2.ª posição mundial.  Já no indicador Follow-up, que mede o acompanhamento prestado aos participantes após a conclusão dos programas, a Nova SBE Executive Education sobe ao 6.º lugar no mundo.</p>
<p class="x_MsoNormal">Nos Programas Customizados, a  escola sobe do 15.º para o 9.º lugar global, posicionando-se ao lado de instituições como a London Business School, IMD, INSEAD.</p>
<p class="x_MsoNormal"><span lang="PT" data-olk-copy-source="MessageBody">Já a <strong>Católica Lisbon School of Business and Economics</strong> n</span><span lang="PT">os programas de inscrição aberta, a Católica-Lisbon é a 26.ª melhor escola a nível mundial e a 19.ª melhor europeia, subindo 11 posições face ao ano anterior e alcançando a melhor posição de sempre. É ainda a melhor escola em Portugal nos critérios de Corpo Docente (17ª mundial), Métodos e Materiais de Ensino (24ª mundial) e na Qualidade e Desenho dos Programas (29ª mundial), áreas consideradas fundamentais para o impacto da formação executiva. </span></p>
<p class="x_MsoNormal"><span lang="PT">Nos programas customizados, desenvolvidos em parceria com empresas, a escola ocupa a 52ª posição (média dos últimos três anos), e destaca-se mundialmente nos critérios de Clientes Internacionais (24ª a nível mundial) e nas parcerias estabelecidas com escolas nacionais e internacionais, (35ª mundial).</span></p>
<p>A <strong>Porto Business School</strong> volta também a estar no ranking da Financial Times e alcança a sua melhor posição de sempre, ao subir oito posições na categoria de Open Programs e atingir o 35.º lugar mundial. Desde 2020, a escola acumulou uma progressão de 40 lugares nesta categoria, consolidando uma trajetória de crescimento consistente e de crescente reconhecimento internacional.</p>
<p>Na categoria de Open Programs, dirigida a profissionais e líderes que procuram desenvolver competências críticas para responder aos desafios actuais das organizações, a PBS destaca-se ainda pelo equilíbrio de género no indicador “Female Participants”, com uma distribuição de 50/50.</p>
<p>Na categoria de Custom Programs, dedicada a soluções desenhadas à medida para empresas e organizações, a Porto Business School mantém presença no ranking mundial, posicionando-se no 54.º lugar num dos segmentos mais competitivos da formação executiva internacional. O destaque vai para o oitavo lugar no indicador “Partner Schools”, um dos melhores desempenhos da escola em qualquer indicador do Financial Times, evidenciando a robustez da sua rede académica internacional.</p>
<p>O <strong>Iscte Executive Education </strong>subiu para a 31.ª posição na categoria de programas customizados para empresas, melhorando 13 lugares face ao ano anterior e registando uma das maiores subidas do ranking mundial. O principal destaque vai para a forte dimensão internacional da escola: Top 15 mundial nos indicadores “International Participants (13ª posição)” e “International Location(11ª posição)”.</p>
<p>Já na categoria de programas abertos (Open-enrolment Executive Education), a escola alcança a 51.ª posição mundial, subindo 16 posições relativamente a 2025, a maior subida registada a nível mundial nesta dimensão do ranking, destacando-se particularmente nos indicadores relacionados com impacto, fidelização e dimensão internacional: Top 20 mundial nos indicadores “Follow-up”(19ª posição), “Future Use (19ª posição)” e “Overseas Programmes (18ª posição)”; Top 25 mundial em “Value for Money (23ª posição)”.</p>
<p>A seguir no ranking surge o<strong> ISEG Executive Education</strong>, que alcançou o 48.º lugar mundial em Custom Programs, mantendo-se no Top 50 global entre as melhores escolas de formação executiva à medida para empresas. O ISEG volta ainda a estar representado no ranking de Open Programs, ocupando a 70.ª posição mundial.</p>
<p class="x_MsoNormal">No ranking de Custom Programs, o ISEG<span lang="PT-BR"> destaca-se particularmente pelo desempenho no indicador “Partner Schools”, onde atingiu o 9.º lugar mundial.  </span><span lang="PT-BR">O mesmo ranking destaca ainda o crescimento expressivo da actividade do ISEG Executive Education na área dos programas customizados.</span></p>
<div data-olk-copy-source="MessageBody">Por fim, a última escola portuguesa a aparecer no ranking é a <strong>Católica Porto Business School</strong>, que ocupa no ranking de programas abertos a 85.ª posição mundial. Já no ranking de programas customizados, a escola surge na 99.ª posição mundial ex-aequo.</div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody"></div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody">Entre os indicadores em destaque surge a dimensão internacional: nos programas abertos, a Católica Porto Business School alcança a 21.ª posição mundial em International Location, indicador associado à oferta de programas fora do país e da região de origem, e a 41.ª posição em International Participants, reflectindo a capacidade de atrair participantes de diferentes geografias.</div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody"></div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody">No ranking de programas abertos, a Católica Porto Business School evidencia ainda um desempenho positivo ao nível da diversidade, com 53% de participantes mulheres, um resultado alinhado com as tendências internacionais de diversidade e inclusão na formação executiva.</div>
<p class="x_MsoNormal"><span lang="PT">O Ranking Financial Times Executive Education 2026 seleccionou as 90 melhores escolas do mundo em programas abertos, dirigidos a participantes individuais, e as 100 melhores em programas customizados, desenvolvidos em parceria com empresas e organizações.</span></p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://hrportugal.sapo.pt/ha-seis-escolas-portuguesas-entre-as-melhores-do-mundo-na-formacao-de-executivos-uma-delas-subiu-11-posicoes-e-esta-no-top-30/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767660]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O primeiro Ferrari 100% elétrico chegou — e quer provar que o futuro não imita o passado</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-primeiro-ferrari-100-eletrico-chegou-e-quer-provar-que-o-futuro-nao-imita-o-passado/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/o-primeiro-ferrari-100-eletrico-chegou-e-quer-provar-que-o-futuro-nao-imita-o-passado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 09:54:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ferrari]]></category>
		<category><![CDATA[Ferrari Luce]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767643</guid>

					<description><![CDATA[Ferrari apresentou o Luce, o primeiro modelo 100% elétrico da sua história, mas a verdadeira rutura não está apenas na ausência de motor a combustão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ferrari apresentou o Luce, o primeiro modelo 100% elétrico da sua história, mas a verdadeira rutura não está apenas na ausência de motor a combustão. Está no facto de Maranello ter escolhido não transformar a eletrificação numa cópia silenciosa de um superdesportivo tradicional. Em vez disso, criou um carro de cinco lugares, com quatro portas, 597 litros de bagageira, 1050 cv e uma silhueta que já está a dividir opiniões.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DYxm6TrHEOp/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
<div style="padding: 16px;">
<p>&nbsp;</p>
<div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div>
<div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div>
</div>
</div>
<div style="padding: 19% 0;"></div>
<div style="display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;"></div>
<div style="padding-top: 8px;">
<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
<div style="padding: 12.5% 0;"></div>
<div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;">
<div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div>
</div>
<div style="margin-left: 8px;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div>
<div style="width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg);"></div>
</div>
<div style="margin-left: auto;">
<div style="width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div>
<div style="width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div>
</div>
</div>
<div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DYxm6TrHEOp/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Ferrari (@ferrari)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>O nome significa “luz”, em italiano, e a Ferrari quer apresentá-lo como um sinal de futuro. Mas o Luce chega também como um teste difícil para a marca mais simbólica do mundo automóvel: convencer clientes habituados ao som, ao ritual mecânico e à imagem clássica de um Ferrari de que um elétrico com cinco metros de comprimento, 2260 quilos e portas traseiras de abertura invertida também pode pertencer ao mesmo universo.</p>
<p>A ficha técnica ajuda a perceber a ambição. O Ferrari Luce usa quatro motores elétricos, um por roda, com uma potência máxima de 772 kW, equivalente a 1050 cv. A aceleração dos 0 aos 100 km/h é cumprida em 2,5 segundos, os 200 km/h chegam em 6,8 segundos e a velocidade máxima anunciada é de 310 km/h. A bateria tem 122 kWh de capacidade bruta, arquitetura de 800 V e permite carregamentos até 350 kW. A autonomia indicada é de 530 quilómetros.</p>
<p>Estes números colocam o Luce no território dos superdesportivos elétricos, mas a Ferrari parece ter procurado outro caminho. Em vez de fazer um modelo baixo, de dois lugares e proporções próximas de um carro de motor central, a marca optou por uma arquitetura mais versátil. Segundo a explicação dada pela equipa técnica da Ferrari à &#8216;Top Gear&#8217;, substituir motor e depósito por bateria e motor elétrico num formato tradicional não traria ganhos relevantes em centro de gravidade ou inércia. Ao aumentar a escala do projeto, a marca conseguiu oferecer cinco lugares, uma carroçaria mais funcional e uma bateria integrada na estrutura.</p>
<p>Essa decisão ajuda a explicar o desenho controverso. O Luce é longo, largo e relativamente alto para os padrões emocionais associados à Ferrari: mede 5,026 metros de comprimento, 1,999 metros de largura e 1,544 metros de altura. A distância entre eixos é de 2,961 metros. A carroçaria foi pensada com prioridade à eficiência aerodinâmica, com superfícies suaves, poucas interrupções visuais e uma parte superior em vidro que funciona quase como uma cápsula sobre a estrutura do automóvel.</p>
<p>A Ferrari descreve esta solução como uma forma minimalista, semelhante a uma concha, que se prolonga abaixo da linha de cintura até às extremidades do carro. A marca sublinha que a aerodinâmica moldou a arquitetura do modelo e que as superfícies foram refinadas para serem “suaves, contínuas e ininterruptas”. O resultado, porém, não convenceu todos: a apresentação de um exemplar em azul gerou reações divididas entre os cerca de 2500 espectadores que assistiram remotamente ao evento, com críticas ao desenho exterior e comparações pouco favoráveis com outros elétricos já disponíveis no mercado.</p>
<p>A diferença também passa por quem desenhou o carro. O exterior e o interior contam com a colaboração da LoveFrom, empresa fundada por Jony Ive, antigo responsável máximo de design da Apple, e Marc Newson. A Ferrari apresenta esta parceria como uma visão “não convencional” e multidisciplinar. Na prática, o Luce tenta ser tanto um automóvel de performance como um objeto de design industrial, mais próximo de uma peça tecnológica de luxo do que de um Ferrari clássico reinterpretado.</p>
<p>Por dentro, essa escolha torna-se mais evidente. O habitáculo aposta em vidro, alumínio trabalhado, comandos físicos e uma organização que procura fugir à lógica de ecrãs em excesso. Há cinco lugares, não existe túnel de transmissão a limitar o passageiro central traseiro e a bagageira, com 597 litros, é a maior alguma vez vista num Ferrari. O volante de três raios recupera uma referência histórica da marca, mas é feito em alumínio reciclado e integra 19 peças maquinadas.</p>
<p>A Ferrari tenta também resolver uma das maiores questões emocionais dos elétricos: o som. O Luce não usa, segundo a marca, uma banda sonora artificial gravada ou uma simulação direta de um motor a combustão. Um acelerómetro capta vibrações reais dos componentes elétricos e essas frequências são tratadas e amplificadas, de forma semelhante ao funcionamento de uma guitarra elétrica. O sistema está disponível em determinados modos de condução e pode ser desligado.</p>
<p>A condução foi outro ponto em que a Ferrari quis evitar a sensação de um elétrico genérico. O Luce estreia um sistema chamado Torque Shift Engagement, que usa as patilhas atrás do volante não para simular mudanças, mas para ajustar a entrega de binário e o travão-motor. A ideia é dar ao condutor maior controlo à entrada e à saída das curvas, recuperando parte da interação que normalmente se associa a um carro de combustão, mas sem fingir que existe uma caixa de velocidades tradicional.</p>
<p>O e-Manettino permite escolher entre modos como Range, Tour e Performance, adaptando potência, curva de binário, tração e resposta do veículo. Em modo de maior eficiência, a potência é limitada para favorecer a autonomia; no extremo oposto, o Launch Control liberta a totalidade dos 1050 cv. O sistema de controlo do veículo atualiza alvos 200 vezes por segundo e gere torque vectoring, suspensão ativa, travagem regenerativa e controlo dinâmico das quatro rodas.</p>
<p>Apesar da massa elevada, a Ferrari defende que a integração da bateria na estrutura permitiu baixar o centro de gravidade em cerca de 95 milímetros face ao Purosangue. A carroçaria e o chassis usam 75% de alumínio reciclado, reduzindo emissões associadas à produção, e 95% dos componentes são novos. A bateria, desenvolvida com 15 módulos e 210 células, foi pensada para poder receber futuras tecnologias, numa tentativa de proteger o modelo contra o envelhecimento rápido típico dos elétricos.</p>
<p>O preço ainda não foi oficialmente detalhado pela marca, mas a &#8216;Bloomberg&#8217; já tinha avançado um valor aproximado de 550 mil euros por unidade. As encomendas abriram com a apresentação e a Ferrari sublinha que o Luce não é uma série especial nem uma edição limitada: é um modelo de gama, pensado para conviver com os Ferrari híbridos e com os motores V6, V8 e V12 que continuam no catálogo.</p>
<p>Benedetto Vigna, CEO da Ferrari, resume o projeto como um ato de liderança tecnológica. “Estamos convencidos de que uma empresa demonstra a sua liderança quando tem a coragem de ousar e aceitar o desafio das novas tecnologias. A Ferrari Luce nasceu precisamente deste desafio”, afirmou. O responsável acrescenta que o modelo resulta de mais de 60 novas patentes e de um ecossistema de parcerias tecnológicas.</p>
<p>É aqui que o Luce se torna mais interessante do que uma simples estreia elétrica. A Ferrari não está apenas a apresentar um carro sem emissões locais. Está a tentar criar um novo tipo de objeto dentro da sua própria história: um Ferrari familiar, elétrico, luxuoso, caro, muito rápido e deliberadamente estranho. Pode não ser consensual, e talvez essa seja parte da estratégia. Num mercado onde muitos elétricos de luxo começam a parecer variações do mesmo tema, Maranello decidiu que o seu primeiro elétrico não devia pedir desculpa por ser diferente.</p>
<p>O risco é evidente. Para alguns puristas, um Ferrari sem motor a combustão, sem grito mecânico e com proporções quase monovolume será uma contradição. Para outros, pode ser precisamente o contrário: a prova de que a Ferrari percebeu que a eletrificação não deve limitar-se a trocar pistões por baterias, mas obriga a repensar espaço, som, design, controlo e utilidade. O Luce não tenta ser o Ferrari elétrico que todos esperavam. Tenta ser o Ferrari elétrico que obriga todos a discutir o que ainda pode ser um Ferrari.</p>

<a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_705627811_1410488217781351_4991629454258096530_n.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_705627811_1410488217781351_4991629454258096530_n-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_705627811_1410488217781351_4991629454258096530_n-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_705627811_1410488217781351_4991629454258096530_n-75x75.jpg 75w" /></a>
<a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_706297156_1410488224448017_2004647049885400146_n.jpg"><img decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_706297156_1410488224448017_2004647049885400146_n-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_706297156_1410488224448017_2004647049885400146_n-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_706297156_1410488224448017_2004647049885400146_n-75x75.jpg 75w" /></a>
<a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_707114476_1410488164448023_2515391805708455061_n.jpg"><img decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_707114476_1410488164448023_2515391805708455061_n-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_707114476_1410488164448023_2515391805708455061_n-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_707114476_1410488164448023_2515391805708455061_n-75x75.jpg 75w" /></a>
<a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_706237372_1410488181114688_413888531826537982_n.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_706237372_1410488181114688_413888531826537982_n-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_706237372_1410488181114688_413888531826537982_n-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_706237372_1410488181114688_413888531826537982_n-75x75.jpg 75w" /></a>
<a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_707079541_1410488227781350_4418716880911924191_n.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_707079541_1410488227781350_4418716880911924191_n-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_707079541_1410488227781350_4418716880911924191_n-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_707079541_1410488227781350_4418716880911924191_n-75x75.jpg 75w" /></a>
<a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_707397960_1410488131114693_416111239629484496_n.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_707397960_1410488131114693_416111239629484496_n-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_707397960_1410488131114693_416111239629484496_n-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/SaveClip.App_707397960_1410488131114693_416111239629484496_n-75x75.jpg 75w" /></a>

]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/o-primeiro-ferrari-100-eletrico-chegou-e-quer-provar-que-o-futuro-nao-imita-o-passado/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767643]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>AESE Business School : Liderança com trajectórias únicas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/aese-business-school-lideranca-com-trajectorias-unicas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/aese-business-school-lideranca-com-trajectorias-unicas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 09:53:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[AESE Business School]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=765542</guid>

					<description><![CDATA[O AESE Executive MBA assume-se como uma referência na formação de executivos em Portugal. Rigor académico, desenvolvimento pessoal e forte componente de liderança humanista são centrais para a definição e atualização constante do programa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O AESE Executive MBA assume-se como uma referência na formação de executivos em Portugal. Rigor académico, desenvolvimento pessoal e forte componente de liderança humanista são centrais para a definição e atualização constante do programa.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para Agostinho Abrunhosa, director do AESE Executive MBA, o factor diferenciador do programa está na sua capacidade de transformar líderes, ajudando-os a pensar de forma mais estratégica, a decidir com maior discernimento e a assumir um impacto mais consciente nas organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">O Método do Caso, as semanas internacionais em Barcelona, Lisboa e Tóquio, o acompanhamento personalizado e a integração transversal da Inteligência Artificial (IA) são alguns dos pilares de um programa pensado para profissionais experientes que procuram, mais do que progressão na carreira, deixar uma marca duradoura nas organizações e na sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qual é o factor diferenciador do AESE Executive MBA?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O que distingue o AESE Executive MBA é a combinação consistente entre desenvolvimento pessoal profundo, rigor académico e impacto real. Na AESE Business School, o MBA promove o desenvolvimento de competências e o conhecimento, como um processo de transformação. A atenção pessoal, o Método do Caso, a experiência do corpo docente, a exigência intelectual e a forte ligação às empresas fazem com que cada participante termine o programa a pensar de forma mais estratégica, com melhor julgamento e maior consciência do seu papel enquanto líder. Acresce a isto uma identidade clara de liderança humanista e ética, que continua a ser lidera um traço distintivo da AESE Business School no contexto nacional e internacional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Método do Caso e as semanas internacionais em Barcelona e Tóquio são atractivos adicionais?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Método do Caso é uma peça incontornável do AESE Executive MBA: obriga os participantes a reflectir, a tomar decisões reais e a defendê- las, em contextos de incerteza, com informação incompleta e sob pressão, exactamente como acontece na vida real. Não se trata de conhecer as respostas certas, mas de aprender no processo e exercitar o decidir melhor. A dimensão internacional complementa este processo. As semanas internacionais – em Lisboa, Barcelona e Tóquio – expõem os participantes a outras culturas de gestão, mercados e estilos de liderança. Essa exposição alarga horizontes e ajuda a relativizar práticas que, muitas vezes, tomamos como universais. Para muitos participantes, estas semanas são momentos de viragem na forma como encaram a sua carreira e o seu papel nas organizações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O AESE Executive MBA é destinado a líderes inconformistas que procuram ter um impacto real, amplo e duradouro nas organizações. Isto traduz-se em quê?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Falamos de líderes que não se contentam com gerir o dia-a-dia. São líderes que questionam, que querem fazer melhor, que procuram deixar uma marca positiva e duradoura nas organizações e na sociedade. No AESE Executive MBA, desafiamos os participantes a sair da zona de conforto, a confrontarem-se com perspectivas diferentes e a elevarem o nível de exigência consigo próprios.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse inconformismo traduz-se em impacto real: decisões mais ponderadas, organizações mais bem lideradas e uma visão mais responsável e completa do papel do gestor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por que razão colocam como destinatários os profissionais com média de 37 anos e cerca de 12 anos de experiência profissional?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Porque é nesta fase intermédia da carreira que o MBA pode ser mais transformador. Profissionais com cerca de 12 anos de experiência já viveram decisões difíceis, já lidera ram pessoas e enfrentaram dilemas reais. Isso enriquece a discussão em aula e torna o Método do Caso mais poderoso. Ao mesmo tempo, estão numa fase em que ainda têm muito caminho pela frente – 20 ou 30 anos de vida activa –, o que lhes permite capitalizar o investimento no AESE Executive MBA. A média etária não é um critério rígido, mas reflecte o momento em que o impacto do programa pode ser maior.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Têm registado um aumento nas inscrições femininas com o objectivo de progredirem na carreira?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sim. Muitas destas profissionais procuram o programa como plataforma para acelerar a progressão, ganhar maior visibilidade e reforçar a sua confiança enquanto líderes. A diversidade de perspectivas que isso traz à sala de aula é extremamente positiva. A AESE Business School beneficia turmas mais equilibradas, porque a qualidade do debate e da aprendizagem colectiva melhora significativamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Existe um acompanhamento personalizado de cada participante?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Esse é um dos pilares do AESE Executive MBA. Através da direcção de programa, dos professores tutores de grupo, do executive coaching individual e de career advisory, cada participante tem espaço para reflectir sobre o seu percurso, as suas ambições e os seus pontos de desenvolvimento. Num programa com profissionais experientes, isto faz toda a diferença: não estamos a formar gestores “em série”, mas sim líderes com trajectórias únicas. Este acompanhamento permite alinhar melhor o investimento no MBA com os objectivos pessoais e profissionais de cada um, potenciando o impacto do programa muito para além da sala de aula.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como são abordadas as potencialidades da IA na óptica da gestão?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No AESE Executive MBA, a IA não é tratada como um tema isolado, mas sim como uma dimensão da gestão moderna. Os participantes trabalham casos e situações onde a IA influencia decisões em áreas como estratégia, marketing, operações, finanças ou inovação. As competências que desenvolvem passam por saber interpretar dados, formular as perguntas certas, compreender riscos e limitações da tecnologia e, sobretudo, liderar equipas e organizações que usam IA de forma responsável e ética. A decisão continua a ser humana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>No geral, como podem os gestores tirar melhor partido da IA?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os gestores tiram melhor partido da IA quando a encaram como uma ferramenta de apoio ao julgamento, e não como um substituto da responsabilidade de decidir ou do pensamento crítico. A IA é extraordinária a processar informação, sintetizar e a gerar opções, mas não define prioridades, não gere pessoas, e não assume consequências.</p>
<p style="text-align: justify;">Um diplomado do AESE Executive MBA aprende essa distinção: usar a tecnologia para aumentar a qualidade das decisões, preservando aquilo que é insubstituivelmente humano – o discernimento, os valores e o sentido de propósito. É essa combinação que procuramos formar e que continua a diferenciar os seus líderes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Testemunhos:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Isabel Escarigo</strong> Managing Director da Human Talent – Serviços de Consultoria. «Frequentar o AESE Executive MBA teve um impacto decisivo na forma como encaro a liderança, a estratégia e o crescimento empresarial. A metodologia prática, centrada na discussão de casos reais, ajudou-me a desenvolver uma visão mais estruturada da gestão e da tomada de decisão. Foi também determinante para ganhar a confiança necessária para criar o meu próprio negócio. 15 anos depois, continuo a reconhecer no percurso da empresa a influência das aprendizagens e da visão estratégica adquiridas na AESE.»</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Paulo Manique</strong>, General Manager Europe da BUSUP.  «Em 2024, concluí o AESE Executive MBA, uma das decisões mais relevantes que tomei para o meu percurso profissional. A metodologia do Método do Caso coloca-nos perante situações reais, com informação incompleta e decisões difíceis, exactamente como acontece no dia-a-dia de qualquer gestor. O confronto de perspectivas em sala, com colegas de contextos muito diversos, é por si só um enorme valor acrescentado. Destaco, também, um corpo docente nacional e internacional de excelência. Recomendo vivamente este programa.» Participantes do AESE Executive MBA</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte do Caderno Especial “</em>MBA, Pós-graduações &amp; formação de executivos<em>”, publicado na edição de Maio (n.º 242</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/aese-business-school-lideranca-com-trajectorias-unicas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765542]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sonae Sierra regista um dos melhores anos da sua história com lucro de 109,8 milhões de euros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sonae-sierra-regista-um-dos-melhores-anos-da-sua-historia-com-lucro-de-1098-milhoes-de-euros/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/sonae-sierra-regista-um-dos-melhores-anos-da-sua-historia-com-lucro-de-1098-milhoes-de-euros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 09:48:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Lucro]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sonae Sierra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767638</guid>

					<description><![CDATA[A Sonae Sierra registou em 2025 um dos melhores desempenhos financeiros da sua história, com um resultado líquido comparável de 109,8 milhões de euros, o que representa um crescimento de 12,9% face ao ano anterior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sonae Sierra registou em 2025 um dos melhores desempenhos financeiros da sua história, com um resultado líquido comparável de 109,8 milhões de euros, o que representa um crescimento de 12,9% face ao ano anterior.</p>
<p>A empresa sublinha ainda que reforçou ainda o seu posicionamento como plataforma integrada de real estate, combinando gestão de centros comerciais, investimento imobiliário, promoção residencial e prestação de serviços especializados.</p>
<p>O portefólio sob gestão da Sonae Sierra ultrapassou os 560 ativos, totalizando cerca de 3,3 milhões de metros quadrados de área bruta locável (ABL) em oito países. No final do exercício, o valor global dos ativos geridos ascendia a 6,9 mil milhões de euros.</p>
<p>O retalho manteve-se resiliente, com as vendas dos lojistas a crescerem 4,6% e níveis de ocupação na Europa a atingirem os 99,1%, refletindo a robustez da procura e a capacidade de gestão ativa dos ativos.</p>
<p>Em 2025, a aquisição do negócio de Real Estate Management da Unibail-Rodamco-Westfield na Alemanha foi um dos principais marcos estratégicos, permitindo à Sonae Sierra reforçar a sua presença num dos maiores mercados europeus e alargar a escala da sua operação. Com esta operação, a empresa passou a gerir mais de 560 ativos a nível global, reforçando a sua capacidade de criação de valor para investidores e parceiros.</p>
<p>Outro destaque do ano foi o lançamento de um fundo de investimento imobiliário aberto destinado a investidores de retalho, em parceria com o Crédito Agrícola, reforçando a estratégia de oferta de soluções de investimento de longo prazo.</p>
<p>O segmento residencial assumiu-se como um dos principais vetores de crescimento futuro da empresa. Em Lisboa, o projeto República 5 foi concluído em 2025, com a componente habitacional vendida num curto espaço de tempo e a área de escritórios parcialmente ocupada. Já o projeto Pulse Lisboa continua em desenvolvimento, com 40 unidades residenciais, enquanto no Porto avança a estratégia Build-to-Rent no Carvalhido, com cerca de 200 unidades previstas.</p>
<p>Para o CEO da Sonae Sierra, Fernando Guedes de Oliveira, o desempenho reflete a execução consistente da estratégia.“2025 foi um dos melhores anos da nossa história, refletindo a consistência da nossa estratégia e a disciplina da nossa execução. Este desempenho só foi possível graças ao compromisso e à resiliência das nossas equipas”, afirma.</p>
<p>O responsável sublinha ainda a evolução do posicionamento da empresa: “Reforçámos o nosso foco no core, ampliámos a nossa plataforma nos segmentos de retalho e residencial e consolidámos a empresa como plataforma integrada de imobiliário”.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/sonae-sierra-regista-um-dos-melhores-anos-da-sua-historia-com-lucro-de-1098-milhoes-de-euros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767638]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Detentores de Vistos Gold avançam para guerra judicial contra o Estado português</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/detentores-de-vistos-gold-avancam-para-guerra-judicial-contra-o-estado-portugues/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/detentores-de-vistos-gold-avancam-para-guerra-judicial-contra-o-estado-portugues/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 09:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767629</guid>

					<description><![CDATA[Os detentores de Autorizações de Residência para Investimento, conhecidas como Vistos Gold, estão a organizar uma resposta judicial coordenada contra o Estado português, contestando as recentes alterações ao regime jurídico da nacionalidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os detentores de Autorizações de Residência para Investimento, conhecidas como Vistos Gold, estão a organizar uma resposta judicial coordenada contra o Estado português, contestando as recentes alterações ao regime jurídico da nacionalidade. A iniciativa está a ser preparada pela PAIIR — Associação Portuguesa de Imigração, Investimento e Realocação — que reúne sobretudo cidadãos estrangeiros com Vistos Gold atribuídos ou com processos ainda em curso, defendendo que as novas regras colocam em causa expectativas criadas ao abrigo da legislação anteriormente em vigor.</p>
<p>Segundo avança o <a href="https://expresso.pt/migracoes/2026-05-26-detentores-de-vistos-gold-reunidos-em-associacao-ja-preparam-acao-coordenada-contra-o-estado-24e48dd0" target="_blank" rel="noopener">jornal Expresso</a>, a associação considera que as mudanças aprovadas representam uma violação da confiança legítima de milhares de investidores estrangeiros que decidiram viver, investir ou estabelecer património em Portugal contando com determinadas condições de acesso à nacionalidade portuguesa. Em causa está o novo diploma que alarga de cinco para dez anos — ou sete anos para cidadãos dos PALOP e da União Europeia — o período mínimo de residência legal necessário para iniciar o pedido de nacionalidade. Além disso, a nova legislação deixa de contabilizar o tempo decorrido entre o pedido de residência e a emissão efetiva do cartão, um problema particularmente sensível devido aos atrasos acumulados na Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA).</p>
<p>A PAIIR sustenta que estas alterações afetam princípios fundamentais do Estado de Direito democrático, incluindo “a proteção da confiança legítima, a segurança jurídica, a proporcionalidade e a previsibilidade legislativa”. A associação argumenta ainda que estas garantias são especialmente relevantes em matérias relacionadas com investimento estrangeiro, mobilidade internacional e políticas de atração de talento. Grande parte dos titulares de Vistos Gold afetados são cidadãos norte-americanos, ficando sujeitos ao prazo mais longo previsto na nova lei e podendo enfrentar, na prática, mais quatro ou cinco anos adicionais de espera devido à demora nos processos administrativos.</p>
<p>Perante este cenário, a associação encontra-se a estudar diferentes mecanismos jurídicos para contestar o diploma, incluindo ações coletivas de defesa de interesses homogéneos e eventuais procedimentos arbitrais internacionais ao abrigo de tratados de proteção do investimento estrangeiro. A estratégia jurídica está a ser preparada com o apoio da sociedade de advogados Vieira de Almeida (VdA), uma das maiores firmas portuguesas, que deverá liderar o contencioso tanto nos tribunais nacionais como em instâncias internacionais.</p>
<p>A contestação organizada pelos investidores surge numa altura em que cresce a pressão sobre o Governo relativamente às alterações nas políticas migratórias e de nacionalidade. Já no início de maio tinha sido revelado que mais de 500 detentores de Vistos Gold, maioritariamente cidadãos dos Estados Unidos, ponderavam avançar com uma ação coletiva contra o Estado português. Nessa altura, os investidores terão sido aconselhados pelos seus representantes legais a aguardarem pela regulamentação definitiva da nova lei, prevista para os próximos meses, antes de avançarem formalmente para tribunal.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/detentores-de-vistos-gold-avancam-para-guerra-judicial-contra-o-estado-portugues/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767629]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Emails contradizem versão do MAI sobre primeiro pedido de demissão do secretário-geral adjunto</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-emails-contradizem-versao-do-mai-sobre-primeiro-pedido-de-demissao-do-secretario-geral-adjunto/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-emails-contradizem-versao-do-mai-sobre-primeiro-pedido-de-demissao-do-secretario-geral-adjunto/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 09:35:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767630</guid>

					<description><![CDATA[O secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna demissionário, António Pombeiro, contradiz a versão do ministro da Administração Interna sobre o seu primeiro pedido de demissão, justificado já então com irregularidades na SIRESP na gestão de Viegas Nunes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna demissionário, António Pombeiro, contradiz a versão do ministro da Administração Interna sobre o seu primeiro pedido de demissão, justificado já então com irregularidades na SIRESP na gestão de Viegas Nunes.</P><br />
<P>Num esclarecimento na segunda-feira sobre a demissão de António Pombeiro e a nomeação do major-general Paulo Viegas Nunes para o conselho de administração da SIRESP S.A, o gabinete de Luís Neves referia que o secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI) pediu pela primeira vez a exoneração a 28 de abril, antes de ser conhecida a escolha de Viegas Nunes, tendo na altura &#8220;invocado motivos diferentes dos que estão agora em causa&#8221;.</P><br />
<P>Uma troca de emails, a que a Lusa teve acesso, entre António Pombeiro e elementos do gabinete do ministro da Administração Interna, desmentem esta versão do ministro da Administração Interna.</P><br />
<P>No email enviado a 28 de abril para o MAI, António Pombeiro, que pediu novamente a demissão a 22 de maio, solicita a sua exoneração e faz referências diretas a Viegas Nunes, nomeadamente de tentar aproximar o SIRESP da esfera das Forças Armadas, e dá conta de várias situações que envolveram o ex-diretor técnico da empresa Carlos Leitão.</P><br />
<P>No primeiro pedido de demissão, que não seria aceite, o secretário-geral adjunto do MAI demissionário referia que Viegas Nunes no período em que exerceu funções como Presidente da SIRESP S.A. propunha &#8220;uma tentativa de concentração da gestão da rede SIRESP na esfera militar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tal orientação poderia conduzir a um modelo de decisão de natureza corporativa, sem vantagens claras para o MAI, pelo contrário, implicaria uma dependência da área da Defesa na gestão das comunicações críticas do MAI, sem criação de valor operacional relevante&#8221;, escreve no email dirigido à chefe de gabinete do ministro, Joana Araújo, e à adjunta Valentina Marcelino.</P><br />
<P>Para Pombeiro, este conceito apenas permitia a comunicação a &#8220;um conjunto muito reduzido de grupos de conversação da rede&#8221; e evidenciava um &#8220;caráter limitado e não estruturante da solução&#8221;.</P><br />
<P>No email, dá conta que a saída de Viegas Nunes, em março de 2024, decorreu da necessidade de regressar à efetividade de funções no Exército para efeitos de promoção a major-general.</P><br />
<P>Na sequência dessa saída, o diretor técnico Carlos Leitão, responsável por vários projetos financiados pelo PRR, procurou dar continuidade à intenção de aproximar a SIRESP, S.A. da esfera do Exército, o que, segundo Pombeiro, &#8220;viria a ser posteriormente corrigido pela tutela, ao determinar que os sistemas centrais da rede SIRESP deveriam permanecer em infraestruturas do MAI&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-emails-contradizem-versao-do-mai-sobre-primeiro-pedido-de-demissao-do-secretario-geral-adjunto/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767630]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Iberdrola &#124; bp pulse nomeia Julio Martín como Diretor-Geral Adjunto em Portugal e Espanha</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/iberdrola-bp-pulse-nomeia-julio-martin-como-diretor-geral-adjunto-em-portugal-e-espanha/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/iberdrola-bp-pulse-nomeia-julio-martin-como-diretor-geral-adjunto-em-portugal-e-espanha/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 09:20:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Iberdrola | bp pulse]]></category>
		<category><![CDATA[Julio Martin]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767616</guid>

					<description><![CDATA[A Iberdrola &#124; bp pulse anunciou a nomeação de Julio Martín como novo Diretor-Geral Adjunto para Portugal e Espanha, acumulando o cargo com as atuais funções de Diretor de Expansão, que desempenha desde março de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Iberdrola | bp pulse anunciou a nomeação de Julio Martín como novo Diretor-Geral Adjunto para Portugal e Espanha, acumulando o cargo com as atuais funções de Diretor de Expansão, que desempenha desde março de 2025.</p>
<p>Na nova função, Julio Martín ficará responsável pela otimização operacional da rede e pela agilização dos processos de decisão, com o objetivo de reforçar a eficiência, robustez e escalabilidade da infraestrutura, ao mesmo tempo que procura melhorar a experiência dos utilizadores.</p>
<p>Desde a sua entrada na Iberdrola | bp pulse, no final de 2023, o executivo desempenhou várias funções nas áreas Comercial e de Expansão, tendo contribuído para o desenvolvimento de parcerias estratégicas e para o reforço da proposta de valor da rede.</p>
<p>A empresa sublinha que a nomeação reforça a aposta num perfil com experiência internacional na expansão de infraestruturas energéticas e na definição de estratégias de mobilidade elétrica.</p>
<p>Julio Martín construiu a sua carreira na bp, onde durante mais de uma década liderou projetos de expansão em mercados estratégicos e participou na definição da estratégia de mobilidade no México e no Reino Unido. Antes de integrar a Iberdrola | bp pulse, foi responsável pela área de carregamento doméstico no mercado britânico.</p>
<p>Anteriormente, trabalhou também no setor do grande consumo, liderando projetos de inovação, e na área da saúde, onde participou em processos de reestruturação de modelos de negócio comerciais.</p>
<p>A empresa destaca que a sua nomeação reflete a consolidação de uma equipa de direção focada no crescimento da rede e na resposta às novas exigências da mobilidade elétrica na Península Ibérica.</p>
<p>“Espanha e Portugal representam mercados-chave para a descarbonização dos transportes na Europa. Na Iberdrola | bp pulse contamos com o talento e a ambição necessários para impulsionar esta transição. A mobilidade elétrica já é uma realidade e exige uma infraestrutura robusta, acessível e preparada para o futuro. A minha prioridade será continuar a expandir a rede e melhorar a experiência do utilizador”, afirmou Julio Martín.</p>
<p>Julio Martín é licenciado em Engenharia Química pela Universidade Iberoamericana da Cidade do México, com distinção Cum Laude, e possui um MBA pelo Imperial College London.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/iberdrola-bp-pulse-nomeia-julio-martin-como-diretor-geral-adjunto-em-portugal-e-espanha/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767616]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Falhas no serviço de televisão da Meo já estão resolvidas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/falhas-no-servico-de-televisao-da-meo-ja-estao-resolvidas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/falhas-no-servico-de-televisao-da-meo-ja-estao-resolvidas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 09:19:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767618</guid>

					<description><![CDATA[As falhas registadas no serviço de televisão da Meo em algumas zonas do país na segunda-feira foram resolvidas durante a noite, garantiu hoje à Lusa fonte oficial da empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As falhas registadas no serviço de televisão da Meo em algumas zonas do país na segunda-feira foram resolvidas durante a noite, garantiu hoje à Lusa fonte oficial da empresa.</p>
<p>&#8220;A Meo confirma que a afetação parcial sentida ontem [segunda-feira] no serviço de televisão ficou totalmente resolvida ainda durante a noite&#8221;, afirmou a fonte, quando contactada pela Lusa.</p>
<p>Na segunda-feira, a Meo tinha reconhecido uma &#8220;afetação parcial do serviço de televisão&#8221; e adiantado que as suas equipas técnicas estavam &#8220;totalmente empenhadas na resolução da situação&#8221; e que se previa que tudo estivesse ultrapassado &#8220;nas próximas horas&#8221;, segundo uma resposta enviada à Lusa.</p>
<p>De acordo com relatos recolhidos pela agência Lusa, o serviço de televisão através da box Android estava sem funcionar pelas 20:30 de segunda-feira.</p>
<p>O portal Downdetector, plataforma que fornece informações em tempo real sobre vários serviços, tinha registado vários relatos de avaria no serviço de televisão da Meo.</p>
<p>Os primeiros relatos de avaria reportados nesta plataforma foram publicados pelas 18:00 de segunda-feira.</p>
<p>Clientes desta operadora de norte a sul de Portugal continental referiam que estavam sem serviço de televisão e com dificuldade para contactar o serviço de apoio.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/falhas-no-servico-de-televisao-da-meo-ja-estao-resolvidas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767618]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugal e 15 outros países da UE pedem dívida comum através de empréstimos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-e-15-outros-paises-da-ue-pedem-divida-comum-atraves-de-emprestimos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-e-15-outros-paises-da-ue-pedem-divida-comum-atraves-de-emprestimos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 09:18:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767615</guid>

					<description><![CDATA[Portugal e 15 outros países da União Europeia (UE) pediram hoje "um compromisso equilibrado" relativamente ao Quadro Financeiro Plurianual para 2028-2034, o orçamento comunitário a longo prazo, propondo dívida comum através de empréstimos e reembolso gradual do PRR.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal e 15 outros países da União Europeia (UE) pediram hoje &#8220;um compromisso equilibrado&#8221; relativamente ao Quadro Financeiro Plurianual para 2028-2034, o orçamento comunitário a longo prazo, propondo dívida comum através de empréstimos e reembolso gradual do PRR.</p>
<p>&#8220;Deve ser considerada uma forma mais gradual de reembolso do Fundo de Recuperação da UE [que financia os Planos de Recuperação e Resiliência &#8212; PRR], bem como um novo endividamento conjunto para apoio através de empréstimos [&#8230;], enquanto opções para financiar investimentos e bens públicos europeus essenciais para a autonomia estratégica de longo prazo&#8221;, refere a carta divulgada a propósito da reunião dos ministros europeus dos Assuntos Gerais, que decorre hoje em Bruxelas, e à qual a agência Lusa teve acesso.</p>
<p>Para os 16 países, incluindo Portugal, tais ferramentas permitiriam ao Quadro Financeiro Plurianual (QFP) &#8220;responder eficazmente aos desafios e prioridades em evolução da União&#8221;.</p>
<p>Intitulado como &#8220;Amigos da Coesão&#8221;, este grupo de países do sul e leste da UE vinca estar &#8220;pronto para contribuir de forma construtiva para alcançar um compromisso equilibrado que beneficie toda a União Europeia&#8221;.</p>
<p>&#8220;O nosso objetivo comum é alcançar um orçamento que seja simultaneamente moderno e capaz de responder às diferentes necessidades dos Estados-membros e das regiões&#8221;, salienta.</p>
<p>Certo é que, para estes 16 Estados-membros, o próximo orçamento da UE a longo prazo &#8220;deve continuar a assegurar recursos suficientes para políticas decorrentes das obrigações dos Tratados, como a Política de Coesão, a Política Agrícola Comum e a Política Comum das Pescas, que desempenham um papel fundamental na promoção da convergência, do crescimento económico e da segurança alimentar&#8221;.</p>
<p>Ao mesmo tempo, &#8220;o próximo QFP deverá apoiar o reforço da autonomia estratégica da UE e continuar a fortalecer a competitividade da UE, a transição climática e digital, a segurança e defesa, a produtividade e a inovação, bem como garantir uma base sólida para um Mercado Único plenamente integrado&#8221;, devendo ainda &#8220;responder a novos desafios, como os riscos de segurança, as perturbações no comércio global, a transição e segurança energética e a migração, refletindo a situação geopolítica&#8221;, elencam.</p>
<p>Por essa razão, concluem que &#8220;o volume do QFP proposto pela Comissão constitui a base para discutir como responder eficazmente às necessidades financeiras da União&#8221;.</p>
<p>Além de Portugal, a carta foi assinada por Bulgária, República Checa, Estónia, Grécia, Espanha, Croácia, Hungria, Itália, Lituânia, Letónia, Malta, Polónia, Roménia, Eslovénia e Eslováquia.</p>
<p>Em julho de 2025, a Comissão Europeia propôs um novo orçamento da UE a longo prazo, para 2028-2034, de dois biliões de euros, acima dos 1,2 biliões do atual quadro, que inclui mais contribuições nacionais e três novos impostos.</p>
<p>A proposta da assembleia europeia é mais ambiciosa do que a do executivo comunitário, já que Bruxelas propôs 1,15% do rendimento nacional bruto em contribuições nacionais e os eurodeputados agora querem 1,27%, isto sem contar com o reembolso da dívida dos Planos de Recuperação e Resiliência (equivalente a 0,11%).</p>
<p>Ao todo, e mesmo sem incluir tais juros, o QFP proposto pelo Parlamento Europeu ronda os 2,014 biliões, o que se compara aos dois biliões propostos pelo executivo comunitário incluindo o reembolso da dívida, estando então em causa um aumento de cerca de 10%.</p>
<p>A atual presidência do Conselho da UE, ocupada este semestre por Chipre, deverá apresentar até junho a sua caixa de negociação, que deverá ser discutida no Conselho Europeu do final desse mês.</p>
<p>Até novembro, os colegisladores (eurodeputados e países) vão trabalhar nos documentos técnicos e nos processos negociais com vista a um acordo até final do ano, segundo a ambição do Parlamento Europeu.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-e-15-outros-paises-da-ue-pedem-divida-comum-atraves-de-emprestimos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767615]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Maria vai com as outras, vai com todas&#8221;: Marta Temido não poupa críticas a Montenegro e diz que PM hipotecou relação com PS</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/maria-vai-com-as-outras-vai-com-todas-marta-temido-nao-poupa-criticas-a-montenegro-e-diz-que-pm-hipotecou-relacao-com-ps/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/maria-vai-com-as-outras-vai-com-todas-marta-temido-nao-poupa-criticas-a-montenegro-e-diz-que-pm-hipotecou-relacao-com-ps/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 09:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767610</guid>

					<description><![CDATA[A eurodeputada socialista e antiga ministra da Saúde Marta Temido lançou duras críticas ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, acusando-o de agir de forma oportunista e de comprometer a relação de confiança entre o Governo e o PS. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A eurodeputada socialista e antiga ministra da Saúde Marta Temido lançou duras críticas ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, acusando-o de agir de forma oportunista e de comprometer a relação de confiança entre o Governo e o PS. Em entrevista ao podcast “Política com Assinatura”, da Antena 1, Temido comentou a estratégia política apresentada pelo líder do Executivo, que afasta entendimentos governativos quer com o Chega quer com os socialistas, afirmando que Montenegro “é uma Maria vai com as outras, vai com todas, vai com quem lhe parece que lhe dará circunstancialmente maior ganho”.</p>
<p>Para a antiga governante socialista, esta postura política torna impossível construir estabilidade institucional e confiança entre forças partidárias. Marta Temido considerou que o primeiro-ministro “está a hipotecar uma relação de confiança com o PS e está a hipotecar princípios”, apontando como exemplo as políticas de imigração seguidas pelo Executivo. Na entrevista, acusou Luís Montenegro de ter “cavalgado aquilo que é o medo do outro”, defendendo que o Governo não se limitou a corrigir políticas anteriores, mas optou por “radicalizar o discurso” e instrumentalizar receios sociais.</p>
<p>A eurodeputada foi igualmente crítica em relação à revisão laboral promovida pelo Governo, classificando-a como “um erro colossal”. Segundo Temido, a reforma avançou sem apoio sindical e sem que existisse verdadeira pressão social para a sua concretização. “Ninguém pediu esta reforma”, afirmou, acrescentando que o Executivo criou divisões difíceis de ultrapassar ao avançar sem consenso com as estruturas representativas dos trabalhadores.</p>
<p>Apesar das críticas ao atual Governo, Marta Temido reconheceu também falhas dos executivos liderados por António Costa, sobretudo na área da imigração. A socialista admitiu que o PS “não leu a realidade” e não antecipou a rapidez das alterações demográficas e migratórias em Portugal. Segundo explicou, os serviços públicos não conseguiram responder ao crescimento populacional provocado pelo aumento da imigração, reconhecendo que os governos socialistas “perderam o pé face à realidade”. Ainda assim, recusou transformar essas declarações num ataque direto a António Costa, sublinhando que os anteriores executivos tiveram de gerir prioridades muito específicas em diferentes contextos políticos e sociais.</p>
<p>Na análise interna ao PS, Marta Temido falou ainda sobre Pedro Nuno Santos, considerando que o antigo secretário-geral foi prejudicado pela imagem de radicalismo que se colou à sua liderança. A socialista afirmou que Pedro Nuno Santos “é muito menos radical do que aquilo que parece” e sustentou que acabou por ser “vítima da sua forma intempestiva” de comunicar. Temido apontou igualmente a existência de disputas internas alimentadas por “vaidade”, “ego” e “gosto de protagonismo”, defendendo que, dentro dos partidos, “às vezes não são disputas ideológicas, são disputas de território”.</p>
<p>Sobre a atual liderança socialista, Marta Temido mostrou-se alinhada com José Luís Carneiro, defendendo que o secretário-geral conseguiu “pacificar o partido” e reconstruir pontes com a sociedade portuguesa. Considera, no entanto, que o próximo desafio será preparar uma verdadeira alternativa governativa para o futuro ciclo eleitoral. A eurodeputada garantiu também não guardar ressentimentos por ter sido afastada da comissão nacional socialista, afirmando compreender que a decisão foi tomada “pelo partido” e não por pressões internas.</p>
<p>A antiga ministra dedicou ainda parte significativa da entrevista à área da Saúde, manifestando dúvidas sobre o sucesso de um eventual pacto nacional promovido pelo Presidente da República, António José Seguro. Embora considere positiva a iniciativa presidencial, afirmou que o estado atual do setor torna muito difícil alcançar consensos duradouros. Marta Temido criticou ainda o Governo por procurar “alibis” relativamente às Parcerias Público-Privadas na Saúde, insistindo que a legislação permite esse modelo e recordando que foi a própria quem assinou o diploma que regulamenta as PPP no setor.</p>
<p>Apesar das críticas, reconheceu alguns méritos em medidas recentes do Executivo, nomeadamente as alterações ao regime dos médicos tarefeiros, que considera seguirem “no bom sentido”. Ainda assim, insistiu que o Serviço Nacional de Saúde e o INEM continuam incapazes de responder adequadamente com as atuais regras e estruturas. Quanto a um eventual futuro político na liderança do PS, Marta Temido afastou esse cenário de forma categórica, dizendo que liderar o partido “é uma impossibilidade” e descrevendo essa hipótese como “um fato que não é meu”.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/maria-vai-com-as-outras-vai-com-todas-marta-temido-nao-poupa-criticas-a-montenegro-e-diz-que-pm-hipotecou-relacao-com-ps/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767610]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Megaoperação da PJ na empresa Águas de Gaia por suspeitas de fraude</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/megaoperacao-da-pj-na-empresa-aguas-de-gaia-por-suspeitas-de-fraude/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/megaoperacao-da-pj-na-empresa-aguas-de-gaia-por-suspeitas-de-fraude/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 08:55:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767596</guid>

					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária do Porto desencadeou esta terça-feira uma vasta operação de combate ao crime económico relacionada com a empresa municipal Águas de Gaia, numa investigação que envolve suspeitas de fraude de vários milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Judiciária do Porto desencadeou esta terça-feira uma vasta operação de combate ao crime económico relacionada com a empresa municipal Águas de Gaia, numa investigação que envolve suspeitas de fraude de vários milhões de euros e que atinge diferentes períodos da gestão autárquica em Vila Nova de Gaia. A operação inclui mais de 60 buscas domiciliárias e empresariais e prevê a detenção de 15 pessoas fora de flagrante delito.</p>
<p>Segundo revelou o <a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/pj-em-megaoperacao-por-fraude-milionaria-na-empresa-aguas-de-gaia-previstas-15-detencoes" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, a investigação da PJ decorre há mais de um ano e envolve tanto a gestão liderada por Eduardo Vítor Rodrigues, do PS, como anteriores executivos autárquicos do PSD, incluindo o período em que Luiz Filipe Menezes presidiu à câmara. Os inspetores encontram-se esta manhã nas instalações da empresa municipal, onde estarão a recolher documentação considerada essencial para consolidar o processo que será posteriormente apresentado ao juiz responsável pela investigação.</p>
<p>Entre os alvos da operação encontram-se dirigentes da empresa municipal Águas de Gaia, alguns dos quais deverão ser detidos para interrogatório judicial. O principal objetivo das autoridades passa por apreender contratos, registos financeiros e outros elementos documentais que possam sustentar as suspeitas de práticas ilícitas relacionadas com a gestão da empresa e eventuais esquemas fraudulentos de grande dimensão financeira.</p>
<p>O caso surge vários meses depois de o antigo presidente da empresa, Miguel Lemos Rodrigues, ter sido acusado de corrupção, em setembro do ano passado, acabando suspenso de funções. Essa acusação constituiu um dos pontos de partida para o aprofundamento das investigações agora conduzidas pela PJ do Porto, que decidiu avançar para uma das maiores operações realizadas nos últimos anos no âmbito do crime económico ligado ao setor autárquico.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/megaoperacao-da-pj-na-empresa-aguas-de-gaia-por-suspeitas-de-fraude/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767596]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Porto Business School expande rede internacional: Nova abertura em Lisboa, próximas paragens em São Paulo e Luanda</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/porto-business-school-expande-rede-internacional-nova-abertura-em-lisboa-proximas-paragens-em-sao-paulo-e-luanda/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/porto-business-school-expande-rede-internacional-nova-abertura-em-lisboa-proximas-paragens-em-sao-paulo-e-luanda/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 08:48:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Luanda]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Business School]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767588</guid>

					<description><![CDATA[A Porto Business School vai avançar com um novo ciclo de expansão internacional, reforçando a presença em Lisboa e preparando o lançamento de Alumni Chapters em São Paulo e Luanda.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Porto Business School vai avançar com um novo ciclo de expansão internacional, reforçando a presença em Lisboa e preparando o lançamento de Alumni Chapters em São Paulo e Luanda, numa estratégia que pretende aproximar a escola dos principais centros de decisão e consolidar a sua comunidade global.</p>
<p>A primeira etapa desta expansão passa pela capital portuguesa, onde a instituição vai abrir um espaço físico permanente na Avenida Fontes Pereira de Melo e lançar o Alumni Chapter Lisboa. A iniciativa pretende aproximar a escola de empresas, líderes, parceiros e antigos alunos que atuam em setores estratégicos da economia nacional.</p>
<p>Segundo a Porto Business School, esta aposta representa mais do que uma expansão geográfica, assumindo-se como um movimento de fortalecimento da comunidade alumni e de reforço da ligação aos ecossistemas empresariais e de inovação.</p>
<p>O Alumni Chapter Lisboa, lançado oficialmente a 20 de maio, reúne antigos alunos com funções de liderança em áreas como tecnologia, energia, saúde, indústria, serviços financeiros, retalho, empreendedorismo e setor público. O núcleo será dinamizado por Isabel Borgas, da NOS SGPS, Arnaldo Barbosa, da Galp, Filipa Krohn, da RE/MAX Siimgroup, e Luís Lourenço, do Central Pharma Group.</p>
<p>A escola adianta ainda que, já em junho, irá expandir a sua rede internacional com o lançamento dos Alumni Chapters de São Paulo e Luanda, reforçando uma comunidade global “que nasce no Porto, cresce em Lisboa e se projeta para o mundo”.</p>
<p>Citado em comunicado, José Esteves afirma que “Lisboa não é apenas uma nova localização para a PBS. É uma nova plataforma de ambição para a nossa comunidade”. O responsável acrescenta que a estratégia passa por estar “mais próxima dos líderes, das empresas e dos ecossistemas onde se desenham muitas das transformações do país”.</p>
<p>O arranque desta nova fase ficou também marcado pela realização do PBS Boardroom – Executive Breakfast, organizado em parceria com a Cuatrecasas e com o apoio da Amazon Web Services. O encontro reuniu executivos para debater liderança, tecnologia e transformação, contando com a participação de Phil Le-Brun.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/porto-business-school-expande-rede-internacional-nova-abertura-em-lisboa-proximas-paragens-em-sao-paulo-e-luanda/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767588]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>ENTREVISTA: CEO da espanhola XRF gostaria de ter projetos em Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-ceo-da-espanhola-xrf-gostaria-de-ter-projetos-em-portugal/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-ceo-da-espanhola-xrf-gostaria-de-ter-projetos-em-portugal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 08:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767586</guid>

					<description><![CDATA[O presidente executivo (CEO) da XRF, que usa IA generativa e trabalha na emergência e na defesa, ajudando na tomada de decisões complexas, admite, em entrevista à Lusa, que gostaria de ter projetos em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente executivo (CEO) da XRF, que usa IA generativa e trabalha na emergência e na defesa, ajudando na tomada de decisões complexas, admite, em entrevista à Lusa, que gostaria de ter projetos em Portugal.</p>
<p>Questionado se gostaria de ter projetos em Portugal, até porque a tecnológica espanhola trabalha com a NATO, Gustavo Medina del Rosario, que foi um dos oradores da SIM Conference organizada pela Startup Portugal no Porto, admite que sim.</p>
<p>&#8220;Temos os nossos primeiros exercícios militares e, pessoalmente, adoro Portugal&#8221;, diz, referindo que vem com frequência a Ermelo, Vila Real.</p>
<p>&#8220;Precisamos de encontrar as portas certas para falar sobre o que estamos a fazer e vir aqui para o implementar&#8221; e isso seria &#8220;mais um motivo para vir a Portugal&#8221;, salienta.</p>
<p>Sobre o que faz a XRF.ai (XReality Factory), Gustavo Medina é perentório: &#8220;Ajudamos as pessoas a tomar decisões&#8221;.</p>
<p>&#8220;Trabalhamos para a indústria da defesa, na área da emergência e da segurança&#8221;, com tecnologia de uso dual [defesa e civil], sintetiza, dando um exemplo.</p>
<p>Nos serviços de emergência, por exemplo um caso de incêndio, uma pessoa tem de consultar a previsão meteorológica, quer na Internet ou no &#8216;email&#8217;, depois precisa de ir a outro computador onde está o equipamento de comunicação. A seguir consulta o mapa, depois tem de marcar a localização do incêndio, consultar as posições das pessoas que estão a trabalhar no local, procedimentos, que levam tempo.</p>
<p>&#8220;Os videojogos são mais bem concebidos do que os sistemas de gestão de emergências&#8221; e, &#8220;por isso, criámos um sistema que, tal como um videojogo, exibe todas as informações necessárias para que alguém possa tomar decisões acertadas&#8221;, enfatiza.</p>
<p>Ou seja, &#8220;a nossa tese é que a forma como é apresentada a informação é tão importante como os próprios dados ou a sua qualidade. Como fazemos isso? Temos uma mesa gigante tátil [touchscreen] com um mapa tridimensional. Temos uma aplicação móvel utilizada pelas equipas em campo para receber ordens, comunicar, conversar, e temos uns óculos de realidade virtual que quem os usa fica dentro de um centro de comando e controlo, com todos os ecrãs e o mapa tridimensional&#8221;, explica.</p>
<p>Quem usar os óculos à distância estará na mesma reunião, vendo tudo o que todos veem, observa toda a emergência a desenrolar-se e toma decisões em conjunto com base em todas as informações, detalha.</p>
<p>Nessa reunião, há um avatar, uma inteligência artificial (IA), que sabe de tudo, conhece tudo, a quem se pode pedir todos os dados para que se possa tomar decisões.</p>
<p>No caso de um incêndio florestal, &#8220;uma IA pode simular a evolução que vai ter esse incêndio e dá indicação que daqui a duas horas o incêndio vai chegar a este bairro. Isso é o fazemos na XRF&#8221;, explica.</p>
<p>A tecnológica trabalha sobretudo no setor da defesa: &#8220;A NATO, exército de países na Europa, na América Latina, Ásia e fazemos parte do programa acelerador da NATO DIANA [Defence Innovation Accelerator for the North Atlantic]&#8221;, salienta.</p>
<p>&#8220;Estamos a trabalhar com a NATO para aprender como adaptar o nosso sistema para acrescentar muito mais valor nestes locais onde estamos a trabalhar e a fazer apresentações, a conhecer outras empresas do programa DIANA na Europa e na NATO, a trabalhar em conjunto e a reunir com os ministérios da Defesa de diferentes países&#8221;, refere.</p>
<p>Atualmente, trabalham pouco mais de 40 pessoas na tecnológica, que tem um escritório nas Canárias, Madrid e EUA.</p>
<p>Nos EUA e América Latina estão sobretudo na área da emergência.</p>
<p>Entretanto, &#8220;olhando para leste, temos a Europa, que tem necessidades significativas em todos os aspetos da defesa. Portanto, a nossa estratégia é de resposta a emergências quando olhamos para oeste e de defesa quando olhamos para leste&#8221;, aponta.</p>
<p>Criada há três anos, a XRF tem &#8220;lucrado todos os anos: começámos com 700 mil euros [de receita] no primeiro ano, duplicámos no segundo, quadruplicamos no terceiro e, este ano, esperamos multiplicá-la por oito&#8221;, remata Gustavo Medina.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-ceo-da-espanhola-xrf-gostaria-de-ter-projetos-em-portugal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767586]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PSI em baixa ligeira com Altri a cair quase 6%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/psi-em-baixa-ligeira-com-altri-a-cair-quase-6/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/psi-em-baixa-ligeira-com-altri-a-cair-quase-6/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 08:42:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767585</guid>

					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa ligeira, com a Altri a descer 5,92% para 4,93 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa ligeira, com a Altri a descer 5,92% para 4,93 euros.</p>
<p>Cerca das 09:20 em Lisboa, o PSI mantinha a tendência da abertura e baixava 0,01% para 9.222,72 pontos, com nove empresas a descer, seis a subir e uma a manter a cotação (Semapa em 23,4 euros).</p>
<p>Às ações da Altri seguiam-se as dos CTT e da Teixeira Duarte, que desciam 2,50% para 6,24 euros e 1,01% para 0,44 euros.</p>
<p>A Corticeira Amorim, Navigator e Mota-Engil baixavam 0,45% para 6,63 euros, 0,29% para 3,39 euros e 0,25% para 4,79 euros.</p>
<p>Mais moderadamente, a Ibersol cedia 0,17% para 11,78 euros, bem como a Sonae e o BCP, que recuavam ambos 0,10%, para 1,91 euros e para 0,99 euros.</p>
<p>Em sentido contrário, a Galp, EDP e Jerónimo Martins subiam 1,16% para 19,17 euros, 0,74% para 4,47 euros e 0,32% para 18,78 euros.</p>
<p>As outras três empresas que se valorizavam eram a NOS (0,19% para 5,24 euros), REN (0,14% para 3,60 euros) e EDP Renováveis (0,07% para 14,49 euros).</p>
<p>Na Europa, as principais bolsas abriram hoje mistas, com o preço do petróleo Brent a subir, depois dos ataques lançados pelos EUA ao Irão, que geram dúvidas sobre se ambas as partes conseguirão alcançar em breve um acordo de paz.</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em julho, subia 2,48% para 98,47 dólares.</p>
<p>O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou hoje que o estreito de Ormuz deve permanecer aberto &#8220;de uma forma ou de outra&#8221; e que as negociações com o Irão continuam, mas que resolver as discrepâncias do rascunho inicial levará &#8220;alguns dias&#8221;.</p>
<p>As declarações de Rubio chegaram horas depois de as Forças Armadas dos EUA terem atacado alvos militares no sul do Irão, numa operação qualificada por Washington como uma ação de &#8220;defesa própria&#8221; para proteger as suas tropas perante ameaças das forças iranianas.</p>
<p>O Comando Central dos EUA justificou os ataques como uma medida de legítima defesa, assegurou que a contenção se mantém durante o cessar-fogo vigente e que a operação se dirigiu contra locais de lançamento de mísseis e embarcações que tentavam colocar minas.</p>
<p>Os investidores voltarão a contar hoje com a referência de Wall Street, numa sessão na qual se destaca a publicação por parte da consultora The Conference Board da leitura de maio do seu índice de confiança dos consumidores dos EUA.</p>
<p>Os futuros dos índices de Nova Iorque registam avanços de 0,52% para o Dow Jones e de 0,68% para o Nasdaq.</p>
<p>O euro estava em baixa e descia 0,13% para 1,1629 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/psi-em-baixa-ligeira-com-altri-a-cair-quase-6/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767585]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugueses contornam bloqueios e continuam a apostar ilegalmente em eleições e guerras</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugueses-contornam-bloqueios-e-continuam-a-apostar-ilegalmente-em-eleicoes-e-guerras/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/portugueses-contornam-bloqueios-e-continuam-a-apostar-ilegalmente-em-eleicoes-e-guerras/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 08:40:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767583</guid>

					<description><![CDATA[Os portugueses estão a recorrer a redes privadas virtuais (VPN) e programas automatizados no Telegram para contornar os bloqueios impostos pelas autoridades nacionais a plataformas de apostas ilegais sobre eleições, guerras e acontecimentos geopolíticos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os portugueses estão a recorrer a redes privadas virtuais (VPN) e programas automatizados no Telegram para contornar os bloqueios impostos pelas autoridades nacionais a plataformas de apostas ilegais sobre eleições, guerras e acontecimentos geopolíticos. O fenómeno tem vindo a crescer em torno do Polymarket, plataforma norte-americana baseada em criptoativos que permite apostar em resultados políticos e internacionais, apesar de este tipo de atividade ser proibido pela legislação portuguesa e europeia.</p>
<p>Segundo revela o <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/mercados/criptoativos/detalhe/portugueses-contornam-bloqueios-a-apostas-ilegais-com-vpn-e-bots-do-telegram" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Negócios</a>, o Polymarket ganhou particular notoriedade em Portugal durante as últimas eleições presidenciais, chegando a movimentar cerca de 136 milhões de dólares em apostas relacionadas com a escolha do futuro Presidente da República. Em resposta, o Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ), tutelado pelo Turismo de Portugal, ordenou o bloqueio da plataforma em território nacional e notificou os operadores de Internet para impedirem o acesso ao site. Ainda assim, multiplicam-se nas redes sociais e fóruns online os tutoriais que explicam como ultrapassar essas restrições através de VPN, tecnologia que altera virtualmente a localização do utilizador para países onde o serviço continua acessível.</p>
<p>O próprio Negócios refere ter conseguido aceder à plataforma utilizando uma VPN, confirmando que continua a ser possível apostar apesar das limitações impostas pelo regulador português e das próprias regras internas do Polymarket, que proíbem este tipo de utilização. A plataforma também não exige verificação de identidade no momento da criação de conta. Paralelamente, começaram a ganhar popularidade “bots” do Telegram que replicam automaticamente operações de aposta sem necessidade de entrar diretamente no site. Estes programas cobram normalmente uma comissão sobre os ganhos obtidos pelos utilizadores.</p>
<p>O combate a estas plataformas é ainda dificultado pela sua estrutura descentralizada. O Polymarket funciona através da rede Polygon e utiliza a criptomoeda USDC, uma das maiores “stablecoins” do mercado, operando com recurso a “smart contracts” registados em blockchain e sem depender de um servidor central único. Esta arquitetura tecnológica reduz a capacidade das autoridades para impedir totalmente o acesso, limitando as opções do regulador a bloqueios de domínio e participações criminais. O Turismo de Portugal confirmou ao Negócios que apresentou já uma participação junto do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP), depois de o Polymarket não ter respondido à notificação para cessar atividade em Portugal no prazo de 48 horas.</p>
<p>Além de Portugal, a plataforma encontra-se bloqueada em pelo menos mais 33 países, incluindo França, Reino Unido, Itália e Estados Unidos. Ainda assim, o interesse global por este tipo de apostas continua a crescer, sobretudo em temas geopolíticos. A guerra no Irão tornou-se um dos mercados mais ativos do Polymarket, movimentando biliões de dólares em apostas, enquanto cenários como uma eventual pandemia de hantavírus em 2026 já geraram mais de 13 milhões de dólares em apenas três semanas.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/portugueses-contornam-bloqueios-e-continuam-a-apostar-ilegalmente-em-eleicoes-e-guerras/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767583]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
