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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>CGD quer manter-se como acionista maioritário do moçambicano BCI (C/ÁUDIO E VÍDEO)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 18:10:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Paulo Macedo, disse hoje em conferência de imprensa que o banco quer manter-se como acionista principal do BCI, o maior banco de Moçambique.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio e vídeo disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 08 mai 2026 (Lusa) &#8211; O presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Paulo Macedo, disse hoje em conferência de imprensa que o banco quer manter-se como acionista principal do BCI, o maior banco de Moçambique.</P><br />
<P>&#8220;Queremos continuar em Moçambique e ser acionistas maioritários do banco enquanto formos bem-vindos pelas autoridades moçambicanas&#8221;, afirmou Paulo Macedo, na sede do banco em Lisboa, na apresentação das contas da CGD do primeiro trimestre de 2026.</P><br />
<P>O BCI é o maior banco de Moçambique e tem uma estrutura acionista liderada pelo grupo CGD (com mais de 60% do capital), contando ainda como acionista com o banco português BPI (35,67%).</P><br />
<P>A CGD tem estado a estudar a possibilidade de pôr o BCI em bolsa, tendo sido este um dos temas falados esta semana na reunião em Maputo entre o presidente da CGD e o Presidente de Moçambique, Daniel Chapo. </P><br />
<P>Hoje, aos jornalistas, Macedo confirmou a intenção de levar o BCI para a bolsa de valores mas acrescentando que é preciso que essa vontade se cruze com a existência de procura pelas ações do banco.</P><br />
<P>Segundo o gestor, para a CGD, cotar o BCI em bolsa e manter uma participação maioritária não se excluem.</P><br />
<P>&#8220;Independentemente de alienar alguma coisa ou não, é para [a CGD] manter a maioria do capital&#8221;, disse Macedo, que faz sempre questão de frisar que isso será assim enquanto for essa &#8220;a vontade das autoridades moçambicanas&#8221;.</P><br />
<P>Em fevereiro, o BPI manifestou vontade de vender a sua posição no moçambicano BCI.</P><br />
<P></P><br />
<P>IM/PE (PVJ) // CSJ</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760782]]></sapo:autor>
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		<title>Associação 27 de Maio considera &#8220;uma vitória&#8221; descoberta de vala com possíveis vítimas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 18:10:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Associação 27 de Maio considerou hoje "uma vitória" a descoberta da vala comum com ossadas de mais de 500 pessoas, possíveis vítimas do 27 de maio de 1977, destacando a "boa vontade" do Presidente angolano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Luanda, 08 mai 2026 (Lusa) &#8212; O presidente da Associação 27 de Maio considerou hoje &#8220;uma vitória&#8221; a descoberta da vala comum com ossadas de mais de 500 pessoas, possíveis vítimas do 27 de maio de 1977, destacando a &#8220;boa vontade&#8221; do Presidente angolano.</P><br />
<P>De acordo com Silva Mateus, os resultados hoje divulgados pelo Governo angolano, no âmbito das ações da Comissão para a Implementação do Plano de Reconciliação em Memória das Vítimas dos Conflitos Políticos (CIVICOP), resultam de um trabalho que se iniciou em fevereiro passado, realçando que a vala já existia desde 1977, mas não tinha uma localização precisa.</P><br />
<P>&#8220;Nós em 1992 e com a criação do PRD [Partido Renovador Democrático] tivemos informações da existência desta vala, foi a partir daí que colocámos lá uma campa memorial e todos os 27 de maio íamos para lá fazer a nossa homenagem&#8221;, disse hoje o responsável à Lusa.</P><br />
<P>Segundo o general reformado, a vala carecia de uma localização exata, mas com a &#8220;perspicácia e paciência&#8221; da CIVICOP a vala foi encontrada.</P><br />
<P>&#8220;Com perspicácia e paciência fomos fazendo cruzamento de informações até que se localizou este sítio e há três meses começámos a escavar aquilo [e] aí estão as ossadas&#8221;, explicou.</P><br />
<P>Argumentou que o resultado agora alcançado &#8220;foi uma vitória&#8221;, porque a comissão &#8220;não foi [criada] de livre espontânea vontade do Presidente da República, apesar de que tudo culminou com a sua boa vontade e seu entendimento&#8221;.</P><br />
<P>Silva Mateus, sobrevivente do 27 de maio e cuja associação é membro da CIVICOP, disse, por outro lado, que as autoridades tinham noção que os acontecimentos do 27 de maio de 1977 &#8220;não poderiam ser escamoteados por muito tempo&#8221;, daí o surgimento da comissão, criada em 2019 pelo Presidente angolano, João Lourenço.</P><br />
<P>&#8220;Porque nós em cada maio fazíamos confusão, dissertações, passeatas e isso incomodava, e o [Presidente da República] João Lourenço, como não queria ter esse incómodo, resolveu, e bem, criar essa comissão que está a trabalhar para os casos de todos os conflitos ocorridos em Angola&#8221;, referiu.</P><br />
<P>O ministro da Justiça e dos Direitos Humanos e coordenador da CIVICOP, Marcy Lopes, anunciou hoje que mais de 500 perfis humanos foram localizados numa vala comum no Cemitério do 14, em Luanda, no âmbito das investigações sobre os acontecimentos de 27 de Maio de 1977.</P><br />
<P>Em entrevista à Televisão Pública de Angola (TPA), Marcy Lopes disse que a localização da vala comum resultou de cinco anos de buscas e pesquisas com recurso a diversos equipamentos tecnológicos.</P><br />
<P>&#8220;Os restos mortais serão encaminhados para exames laboratoriais, com vista à confirmação das identidades e ao apoio às famílias no processo de reconhecimento dos seus entes queridos&#8221;, disse o governante, citado pela TPA.</P><br />
<P>Silva Mateus afirmou que o local agora descoberto &#8220;é a vala central das muitas que existiam&#8221;, acreditando que aí possam estar as ossadas dos artistas angolanos David Zé, Artur Nunes, Urbano de Castro e de outros angolanos mortos naquele período.</P><br />
<P>De acordo com informações da comissão, avançadas pelo Novo Jornal, será divulgada uma lista na Unidade Central de Criminalística, em Luanda, bem como nas restantes províncias do país, para permitir aos familiares efetuar a recolha de amostras de ADN para testes de compatibilidade.</P><br />
<P>Os acontecimentos associados ao 27 de Maio de 1977 foram originados numa alegada tentativa de golpe de Estado contra o Presidente Agostinho Neto, violentamente reprimida com o apoio de tropas cubanas, num ajuste de contas entre dirigentes do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) em que foram detidas e mortas milhares de pessoas, cujo total nunca foi apurado.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760781]]></sapo:autor>
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		<title>Nova ordem energética: Porque é que o mercado global de petróleo e gás nunca mais será o mesmo com a guerra no Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 18:06:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A guerra que envolve o Irão, os Estados Unidos e Israel está a provocar uma transformação estrutural no comércio mundial de petróleo e gás, com impactos que poderão prolongar-se por muitos anos, mesmo que venha a ser alcançado um cessar-fogo duradouro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A guerra que envolve o Irão, os Estados Unidos e Israel está a provocar uma transformação estrutural no comércio mundial de petróleo e gás, com impactos que poderão prolongar-se por muitos anos, mesmo que venha a ser alcançado um cessar-fogo duradouro. A combinação entre destruição de infraestruturas energéticas, interrupções severas nas cadeias logísticas, crescente insegurança marítima e a vulnerabilidade exposta de rotas críticas de abastecimento está a forçar governos, empresas e mercados a repensarem profundamente a arquitetura energética internacional.</p>
<p>Segundo análise publicada pela Newsweek, o actual conflito já é encarado por especialistas como um ponto de viragem histórico para a ordem energética global, sobretudo devido à instabilidade persistente no Estreito de Ormuz, uma das mais importantes artérias marítimas do planeta. Por esta estreita passagem circula aproximadamente um quinto de todo o petróleo bruto comercializado no mundo, tornando qualquer perturbação naquela zona imediatamente relevante para preços, abastecimento e segurança económica à escala global.</p>
<p>Embora uma eventual paz pudesse aliviar parte da pressão militar direta, vários analistas consideram que os danos já causados ultrapassam largamente o impacto conjuntural de um conflito regional. Christian Bueger, especialista em segurança marítima e professor na Universidade de Copenhaga, considera que “é importante compreender que esta guerra constitui um grande ponto de inflexão e, mesmo que as hostilidades terminem, a incerteza marítima e os elevados níveis de risco vão prevalecer”. Na sua leitura, a crise actual acelera tendências já visíveis há anos: a erosão da hegemonia naval norte-americana, a proliferação de sistemas de armas baratos com forte capacidade dissuasora, a militarização de infraestruturas críticas, o crescimento de tácitas híbridas em zonas cinzentas e uma crescente fragmentação geopolítica. Como sintetizou, “o novo normal não se parecerá com o antigo”.</p>
<p>Os reflexos económicos dessa mudança já são evidentes. Um relatório recente da AAA concluiu que os preços dos combustíveis dispararam cerca de 50% desde o início das hostilidades conjuntas dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, no final de Fevereiro. O preço médio nacional da gasolina nos EUA subiu para 4,48 dólares por galão, um aumento diretamente associado à escalada do preço do crude, cujo comércio foi severamente afetado pelo conflito.</p>
<p>No centro dessa perturbação está precisamente o Irão. Pela sua posição geográfica estratégica junto ao Estreito de Ormuz, Teerão procurou usar essa vantagem como instrumento de retaliação, restringindo tráfego marítimo e aumentando a pressão sobre rotas comerciais vitais. Paralelamente, lançou ataques contra países vizinhos na Península Arábica, regiões que albergam bases militares norte-americanas e são também grandes exportadores de energia. Em resposta, Washington implementou uma espécie de contrabloqueio marítimo fora de Ormuz, restringindo o trânsito de embarcações associadas a portos iranianos ou sujeitas a portagens impostas por Teerão para acesso ao Golfo Pérsico.</p>
<p>Donald Trump foi ainda mais longe ao anunciar uma operação militar de escolta naval para garantir passagem segura a embarcações naquela zona crítica. Contudo, essa missão foi suspensa pouco depois, com a Casa Branca a justificar a decisão com “grandes progressos” nas negociações com Teerão. Ainda assim, o cessar-fogo anunciado há cerca de um mês permanece altamente frágil, com novos ataques entre os dois lados a mostrarem que a instabilidade continua profundamente enraizada.</p>
<p>Brett Erickson, especialista em geopolítica e principal responsável da consultora Obsidian Risk Advisors, traça um cenário particularmente severo. Na sua avaliação, “não estamos a falar de uma disrupção temporária; estamos a falar da remoção de mais de 600 milhões de barris de energia do sistema global, com forte probabilidade de a perda ultrapassar mil milhões antes do fim desta crise”. Sublinha ainda que “isso não se substitui simplesmente”, acrescentando que os ataques diretos a infraestruturas energéticas no Golfo criaram danos cuja recuperação exigirá anos, e não semanas. O resultado, afirma, será uma alteração permanente da base de preços: “os preços não voltam simplesmente a cair; estabilizam num patamar estruturalmente mais elevado, porque o sistema foi arrancado das suas fundações”.</p>
<p>O precedente mais claro desta vulnerabilidade marítima já tinha surgido no Mar Vermelho. Após o ataque surpresa do Hamas contra Israel, no final de 2023, o grupo Ansar Allah — conhecido como Houthis e alinhado com Teerão — iniciou ataques sistemáticos contra navios comerciais em trânsito naquela rota. O impacto foi devastador: o tráfego pelo Canal de Suez caiu cerca de 66%, obrigando navios a contornar África, aumentando custos de transporte, tempos de entrega e pressão inflacionista em cadeias de abastecimento globais. Agora, com Ormuz sob ameaça e com a possibilidade de reentrada dos Houthis no conflito, o receio é de um efeito multiplicador ainda maior.</p>
<p>Erickson alerta que o conflito tornou “inegavelmente claro quão vulnerável o comércio global está a um pequeno número de estrangulamentos marítimos”. E reforça: “não é necessária uma grande guerra naval para os perturbar, e as capacidades da guerra moderna tornaram isso mais fácil do que nunca”. Uma vez incorporado esse risco nos mercados, as consequências são imediatas: seguros marítimos disparam, navios alteram rotas, tempos de trânsito prolongam-se e os custos operacionais aumentam em toda a cadeia. Como recorda, esses custos acabam inevitavelmente por chegar às empresas e, por fim, ao consumidor final.</p>
<p>Perante esta nova realidade, vários países estão a acelerar estratégias de diversificação energética. Karen Young, economista política e investigadora sénior do Centro de Política Energética Global da Universidade de Columbia, descreve a crise como “o maior choque de oferta petrolífera que a economia mundial enfrentou”, prevendo efeitos duradouros. Segundo a especialista, os Estados vão procurar reforçar redundâncias, aumentar reservas estratégicas, apostar mais em recursos domésticos e diversificar cadeias de fornecimento, incluindo nas energias renováveis. Ainda assim, avisa que a consequência mais imediata será clara: energia mais cara para praticamente todos.</p>
<p>No médio prazo, Young antecipa constrangimentos prolongados no tráfego comercial através do Golfo, com efeitos não apenas no crude, mas também no gás natural, no gasóleo, na nafta, no combustível de aviação, nos petroquímicos e nos fertilizantes. Mesmo num cenário otimista, com restabelecimento relativamente rápido dos fluxos até ao final do Verão, os impactos poderão prolongar-se durante pelo menos um ano. Num cenário mais negativo, o mundo poderá enfrentar um choque económico generalizado, com inflação elevada, preços energéticos persistentemente altos e risco acrescido de recessão.</p>
<p>Ao mesmo tempo, os países do Golfo tentam reduzir dependência de Ormuz através de rotas alternativas. A Arábia Saudita dispõe do oleoduto Este-Oeste, entre Abqaiq e Yanbu, no Mar Vermelho, com capacidade operacional de cerca de sete milhões de barris por dia. Os Emirados Árabes Unidos têm o oleoduto Habshan-Fujairah, capaz de transportar entre 1,5 e 1,8 milhões de barris diários. Juntos, estes corredores já permitiram redirecionar uma parte substancial das exportações anteriormente dependentes de Ormuz, reforçando alguma resiliência regional. Contudo, permanecem vulnerabilidades, desde ameaças de drones a exposição acrescida em rotas terrestres e marítimas alternativas.</p>
<p>A guerra está também a redesenhar o mapa político do Golfo. Pela primeira vez desde a invasão iraquiana do Kuwait, os seis Estados do Conselho de Cooperação do Golfo — Bahrein, Kuwait, Omã, Qatar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos — foram diretamente visados por mísseis e drones iranianos. Esse choque abalou profundamente a imagem da região como zona relativamente estável e expôs fraturas internas.</p>
<p>Os Emirados, principal alvo dos ataques iranianos, assumiram uma postura mais agressiva e deram um passo de enorme peso geopolítico ao anunciar a saída da OPEP+, movimento que poderá enfraquecer significativamente a capacidade do cartel de gerir produção e preços globais. Sendo o terceiro maior produtor da organização, responsável por cerca de 13% da produção do grupo, a saída dos Emirados pode reduzir drasticamente a influência coletiva da OPEP nos mercados energéticos.</p>
<p>Esse reposicionamento também acentua divergências com Riade. Enquanto Abu Dhabi adota uma estratégia mais assertiva, diversificando mercados, reforçando capacidade militar e ampliando influência regional, a Arábia Saudita tem privilegiado uma via diplomática de desanuviamento com Teerão. Kuwait, Qatar e, em certa medida, Bahrein seguem uma linha semelhante, defendendo diálogo apesar das diferenças profundas. Já Omã mantém o seu tradicional papel neutral, preservando canais abertos com a República Islâmica.</p>
<p>No plano global, esta nova perceção de risco poderá desencadear uma deslocação maciça de investimento energético para jurisdições consideradas mais seguras, nomeadamente América do Norte, Ásia-Pacífico e América do Sul. A volatilidade, tradicional inimiga de projetos energéticos de longo ciclo, poderá afastar capital do Médio Oriente e redistribuí-lo por mercados vistos como politicamente mais previsíveis.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760772]]></sapo:autor>
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		<title>Sporting vence Cartagena e disputa final da &#8216;Champions&#8217; de futsal pela oitava vez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 18:05:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sporting qualificou-se hoje pela oitava vez para a final da Liga dos Campeões de futsal, ao vencer o Cartagena, nas meias-finais, por 6-5, nas grandes penalidades, após as igualdades 3-3 no prolongamento e 2-2 no tempo regulamentar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sporting qualificou-se hoje pela oitava vez para a final da Liga dos Campeões de futsal, ao vencer o Cartagena, nas meias-finais, por 6-5, nas grandes penalidades, após as igualdades 3-3 no prolongamento e 2-2 no tempo regulamentar.</P><br />
<P>Na cidade italiana de Pesaro, os &#8216;leões&#8217;, campeões europeus em 2018/19 e 2020/21, marcaram os seis penáltis que dispuseram, com o guarda-redes Gonçalo Portugal a defender o &#8216;tiro&#8217; de Muhammad Osamanmusa, permitindo o desempate, com o remate certeiro de Felipe Valério, para o 6-5.</P><br />
<P>O Sporting perdia ao intervalo, por 2-0, com os golos de Waltinho e Francisco Cortés, aos 11 e 17 minutos, respetivamente, e Zicky Té, aos 22 e, Felipe Valério, aos 25, levaram o jogo para o prolongamento, fase em que os &#8216;verdes e brancos&#8217; se adiantaram por Tomás Paçó, aos 44, mas os bicampeões espanhóis igualaram o encontro, no mesmo minuto, por Gonzalo Castejón.</P><br />
<P>No domingo, a partir das 18:00 locais (17:00 em Lisboa), no jogo decisivo da &#8216;Champions&#8217;, ao qual volta três épocas depois, o Sporting, que eliminou nos &#8216;quartos&#8217; o campeão português Benfica, vai defrontar o vencedor do embate entre Palma Futsal, tricampeão europeu em título, e os franceses do Etoile Lavalloise, estreantes nesta fase da principal prova europeia de clubes, marcado para hoje, a partir das 20:30 (19:30).</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760777]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>TC volta a declarar inconstitucional pena acessória de perda da nacionalidade</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tc-volta-a-declarar-inconstitucional-pena-acessoria-de-perda-da-nacionalidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 18:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Constitucional (TC) voltou hoje a declarar inconstitucional, por unanimidade, a criação da pena acessória de perda da nacionalidade no Código Penal, numa segunda versão do decreto do parlamento, por violação dos princípios da igualdade e proporcionalidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Tribunal Constitucional (TC) voltou hoje a declarar inconstitucional, por unanimidade, a criação da pena acessória de perda da nacionalidade no Código Penal, numa segunda versão do decreto do parlamento, por violação dos princípios da igualdade e proporcionalidade.</P><br />
<P>Já em 15 de dezembro passado, o TC, também por unanimidade, tinha declarado inconstitucional a primeira versão deste decreto, que nas duas vezes foi aprovado no parlamento com votos a favor de PSD, CDS-PP, Chega e Iniciativa Liberal.</P><br />
<P>Tal como no final do ano passado, também desta vez foi o PS quem, em 07 de abril passado, submeteu ao TC um pedido de fiscalização preventiva da constitucionalidade da alteração do Código Penal para criar a pena acessória de perda de nacionalidade.</P><br />
<P>Esta decisão foi tomada pelo TC uma semana antes do limite do prazo de 25 dias e a relatora do acórdão foi a juíza Mariana Canotilho. Apesar da decisão unânime pelo TC no que repetia à inconstitucionalidade do decreto, a maioria com que foi aprovado, superior a dois terços dos deputados presentes &#8212; PSD, CDS, Chega e Iniciativa Liberal -, permite a sua eventual confirmação no parlamento.</P><br />
<P>Na anterior versão do decreto, estavam previstas penas de quatro anos e crimes praticados nos 10 anos posteriores à aquisição da nacionalidade.</P><br />
<P>Através deste decreto reformulado, pretendia-se incluir no Código Penal a possibilidade de ser aplicada pena acessória de perda de nacionalidade a quem é nacional de outro Estado e seja condenado com pena de prisão efetiva de cinco ou mais anos por um conjunto de crimes, por factos praticados nos 15 anos posteriores ao momento a partir do qual se produziram os efeitos da obtenção da nacionalidade portuguesa.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760775]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Incêndios: Proprietários florestais querem prorrogação de prazo para limpeza até final de junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 17:47:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Proprietários florestais pedem o prolongamento do prazo para a limpeza de terrenos, para prevenir incêndios rurais, pelo menos até ao final de junho, como nas áreas afetadas pelas tempestades, apontando falta de mão-de-obra e aumento de custos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Proprietários florestais pedem o prolongamento do prazo para a limpeza de terrenos, para prevenir incêndios rurais, pelo menos até ao final de junho, como nas áreas afetadas pelas tempestades, apontando falta de mão-de-obra e aumento de custos.</P><br />
<P>&#8220;O Governo, para as zonas afetadas, prorrogou o prazo, para as outras não. O que nós pedíamos é que [&#8230;] se prorrogue também o prazo igual às zonas onde houve a tempestade&#8221;, afirmou Luís Damas, presidente da direção da Federação Nacional de Associações de Proprietários Florestais (FNAPF).</P><br />
<P>Os prazos para os trabalhos de gestão de combustível na rede secundária, no âmbito das medidas de prevenção de fogos rurais, foram estipulados até 31 de maio, em geral, e até 30 de junho, nos concelhos abrangidos por declaração de calamidade, devido às tempestades de janeiro e fevereiro, mediante despacho dos secretários de Estado da Proteção Civil e das Florestas.</P><br />
<P>O dirigente da FNAPF, em declarações à Lusa, salientou que os trabalhos têm em tudo a ver com as condições meteorológicas, que não deixaram fazer antes e, &#8220;como os solos têm muita água, quem cortar agora esses materiais finos à volta das casas&#8221; é capaz &#8220;de ter que fazer essa operação uma vez ou, se calhar, duas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Portanto, e como há muita água no solo disponível, quando vier o calor, esses materiais finos, que todos os anos são limpos, vão rebentar novamente&#8221; e &#8220;depois vão ficar fora da lei porque vai atingir aquela altura que a lei diz que têm que ser cortados&#8221;, considerou.</P><br />
<P>Uma vez que &#8220;está assim o tempo ainda esquisito, as temperaturas baixaram novamente&#8221;, Luís Damas pediu o alargamento do prazo &#8220;para que as pessoas tivessem tempo e não [apanhem] logo a multa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Senão, depois têm que entrar as câmaras. Claro que nenhuma câmara entrou nunca nisso, porque nem elas têm capacidade&#8221;, observou, advogando que, à semelhança do prazo de 30 de junho para as zonas das intempéries, &#8220;devia de ser igual para o país todo&#8221;.</P><br />
<P>Além disso, notou, para muitos proprietários &#8220;não há empresas, nem mão-de-obra, nem capacidade&#8221;, porque &#8220;foi tudo acudir&#8221; às regiões mais afetadas entre o final de janeiro e o início de março pelas depressões Kristin, Leonardo e Marta, e não se compram máquinas &#8220;de um dia para o outro&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As empresas são limitadas nos trabalhos que fazem. E agora vem tudo à mesma altura, ainda por cima, ainda está muita gente a tirar madeira dos incêndios do verão&#8221; passado e &#8220;há muito material lenhoso que ainda tem que ser retirado&#8221;, salientou.</P><br />
<P>Por outro lado, prosseguiu, os proprietários têm que suportar os efeitos dos &#8220;custos dos combustíveis&#8221; que vêm agravar muito &#8220;não só a mão-de-obra, mas as máquinas&#8221; utilizadas nestas operações.</P><br />
<P>&#8220;O combustível subiu muito e está a ser refletido no preço final, ou por hectare, ou à hora de trabalho&#8221;, admitiu Luís Damas, estimando que, &#8220;numa limpeza mecânica, onde o terreno seja mais ou menos plano, pode andar em média entre 200 e 300 euros&#8221; e, &#8220;manualmente, com terrenos inclinados&#8221; e com motorroçadoras, pode &#8220;chegar até aos 1.000, 1.500, depende da situação&#8221;.</P><br />
<P>Para o dirigente da FNAPF, o custo de uma limpeza &#8220;pode ir a 1.500 euros, manualmente&#8221;, mas &#8220;tem a ver também muito com o ajuste&#8221; do tipo de empreitada e há quem possa &#8220;levar 20 euros à hora&#8221;, embora dependa se o trabalho é &#8220;ao hectare ou por orçamento e à hora&#8221;, para fazer ao fim de semana ou ao fim de tarde, nos &#8220;chamados biscates&#8221;.</P><br />
<P>Seja como for, as coimas por falta de limpeza podem ir desde 150 a 1.500 euros, para pessoas singulares, podendo atingir 10 mil em casos específicos e até 25 mil para pessoas coletivas.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760771]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro dos cinco principais bancos cresce 4,9% até março para 1.279 milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 17:41:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os cinco principais bancos a operar em Portugal tiveram lucros agregados de 1.279 milhões de euros de janeiro a março, mais 4,9% do que nos primeiros três meses de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os cinco principais bancos a operar em Portugal tiveram lucros agregados de 1.279 milhões de euros de janeiro a março, mais 4,9% do que nos primeiros três meses de 2025.</P><br />
<P>Segundo contas da Lusa, as cinco maiores instituições financeiras, que representam mais de 80% do sistema bancário, registaram lucros totais de 1.278,9 milhões de euros, o que compara com resultados de 1.218,6 milhões do período homólogo.</P><br />
<P>Os resultados dizem respeito à Caixa Geral de Depósitos (CGD), Millennium BCP, Santander Totta, Novo Banco e BPI.</P><br />
<P>Dos cinco, três registaram uma melhoria nos lucros (CGD, BCP e Novo Banco) e dois um recuo (Santander e BPI).</P><br />
<P>O banco público foi o grupo que apresentou os lucros mais elevados.</P><br />
<P>A CGD &#8211; que este ano celebra 150 anos &#8211; divulgou hoje lucros de 397 milhões de euros no primeiro trimestre, mais 1% do que nos primeiros três meses de 2025, comparando com 393 milhões de euros no mesmo período do ano passado.</P><br />
<P>O BCP apresentou na quarta-feira lucros de 305,8 milhões de euros no primeiro trimestre, mais 25,6% do que nos primeiros três meses de 2025. O banco liderado por Miguel Maya é a instituição com a subida percentual mais elevada.</P><br />
<P>O Novo Banco registou lucros de 200,7 milhões de euros, mais 13,2% do que nos meses de janeiro a março do ano passado.</P><br />
<P>Já o Santander Totta anunciou lucros de 242,4 milhões de euros, uma quebra de 9,8%, e o BPI teve lucros de 133,3 milhões de euros até março, menos 2,4% em termos homólogos.</P><br />
<P>Em relação à margem financeira, que diz respeito à diferença entre os juros cobrados nos empréstimos e os juros pagos nos depósitos, o valor agregado das cinco instituições baixou 1,0%, recuando 21,61 milhões de euros.</P><br />
<P>A margem passou de 2.213,16 milhões de euros nos primeiros três meses de 2025 para 2.191,55 milhões no primeiro trimestre deste ano.</P><br />
<P>A margem da CGD passou para 616,45 milhões, recuando 3,1%.</P><br />
<P>A margem do Santander recuou para 341,8 milhões, descendo 3,5%. </P><br />
<P>A margem do BPI caiu 1,8%, decrescendo para 218,7 milhões de euros.</P><br />
<P>O Novo Banco registou uma quebra de 1,0% na margem, para 276,2 milhões de euros.</P><br />
<P>Dos cinco bancos, apenas um &#8212; o BCP &#8212; obteve uma melhoria na margem financeira, que subiu 2,4%, para 738,4 milhões de euros.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760763]]></sapo:autor>
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		<title>Albuquerque diz que Governo deve manter &#8220;postura reformista&#8221; e avançar com o pacote laboral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 17:39:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O chefe do executivo madeirense (PSD/CDS-PP), Miguel Albuquerque, defendeu hoje que o Governo da República deve manter uma "postura reformista" e avançar com as alterações à lei laboral, independentemente da posição manifestada pelos parceiros sociais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chefe do executivo madeirense (PSD/CDS-PP), Miguel Albuquerque, defendeu hoje que o Governo da República deve manter uma &#8220;postura reformista&#8221; e avançar com as alterações à lei laboral, independentemente da posição manifestada pelos parceiros sociais. </P><br />
<P>&#8220;O Governo fez muito bem em avançar com este pacote, [mas] fez muito mal em perder tempo nesta concertação social durante nove meses&#8221;, disse, sublinhando que compete às forças políticas representadas no parlamento decidir sobre a proposta.  </P><br />
<P>&#8220;A democracia funciona assim. Não são as corporações, nem indivíduos que estão há 30 e 40 anos em determinadas corporações que vão dizer como são as leis. Podem ser ouvidos, mas não se demora nove meses&#8221;, sustentou. </P><br />
<P>Miguel Albuquerque, também líder da estrutura regional do PSD, falava à margem da inauguração de um restaurante, no Funchal, onde comentou as negociações sobre a reforma laboral, que terminaram na quinta-feira sem acordo entre o Governo e os parceiros sociais.</P><br />
<P>&#8220;O Governo tem de levar [o projeto] para a frente. O Governo ou tem uma postura reformista, ou não está a fazer nada&#8221;, disse. </P><br />
<P>Albuquerque considera que a proposta apresentada pelo Governo da AD, liderado pelo social-democrata Luís Montenegro, não tem &#8220;nada de extraordinário&#8221; e segue o modelo de legislação adotada pela maioria dos países do norte da Europa, mas enfrenta resistência em Portugal porque &#8220;o país não quer mudar&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Estão a defender uma situação conservadora, de situacionismo, protegendo quem está estabelecido e ignorando que temos de fazer reformas no país para facultar aos jovens, às novas gerações, melhor emprego, empregos mais remunerados, melhores empresas, empresas com mais capacidade, empresas de maior escala, empresas que possam pagar melhores salários&#8221;, argumentou. </P><br />
<P>&#8220;Está tudo orientado para manter os direitos adquiridos e não se pensa nas novas gerações, o que eu lamento&#8221;, reforçou.</P><br />
<P>Na quinta-feira, a ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, assumiu que as negociações sobre a reforma laboral terminaram sem acordo entre o Governo e os parceiros sociais, sublinhando que um dos parceiros &#8212; a UGT &#8212; foi intransigente, mas disse que o executivo quer levar uma iniciativa ao parlamento.</P><br />
<P>Em relação ao texto legislativo que fará chegar à Assembleia da República, a ministra disse que essa versão não corresponderá à última apresentada aos parceiros sociais, mas que irá contar com alguns dos contributos recebidos ao longo da negociação, que não especificou.</P><br />
<P>Quanto à greve geral que a CGTP marcou para o dia 03 de junho, referiu que &#8220;a greve é um direito fundamental dos trabalhadores&#8221;, &#8220;o que não significa obviamente que não seja algo que seja grave do ponto de vista dos seus impactos&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760760]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tribunal Constitucional volta a chumbar perda de nacionalidade por crimes graves</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 17:31:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Constitucional voltou hoje declarar inconstitucional o decreto parlamentar que previa a possibilidade de retirada da nacionalidade portuguesa como pena acessória aplicada a cidadãos naturalizados condenados por determinados crimes graves]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Constitucional voltou esta sexta-feira a declarar inconstitucional o decreto parlamentar que previa a possibilidade de retirada da nacionalidade portuguesa como pena acessória aplicada a cidadãos naturalizados condenados por determinados crimes graves, impondo um novo revés legislativo à maioria de direita que aprovou o diploma na Assembleia da República. A decisão, tomada por unanimidade, representa a segunda rejeição constitucional de uma iniciativa legislativa com este objetivo e assenta, uma vez mais, na conclusão de que a norma viola princípios fundamentais consagrados na Constituição, em particular o princípio da igualdade entre cidadãos portugueses, bem como o princípio da proporcionalidade.</p>
<p>O acórdão, relatado pela juíza conselheira Mariana Canotilho e anunciado pelo presidente do Tribunal Constitucional, José João Abrantes, ao final da tarde de hoje, surge na sequência de um pedido de fiscalização preventiva apresentado por deputados do Partido Socialista. No centro da decisão esteve novamente o entendimento de que o diploma criava um tratamento jurídico diferenciado entre portugueses, ao prever esta sanção apenas para quem adquiriu a nacionalidade por naturalização (e apenas se mantivesse simultaneamente nacionalidade de outro Estado)— excluindo portugueses com nacionalidade originária, ou seja, nascidos em Portugal. Para os juízes do Palácio Ratton, esta distinção configura uma violação do princípio da igualdade perante a lei, ao estabelecer consequências penais distintas para cidadãos com o mesmo estatuto de nacionalidade portuguesa.</p>
<p>A proposta agora chumbada já correspondia a uma versão revista de um diploma anterior, também considerado inconstitucional no final do ano passado. Na tentativa de ultrapassar as objeções levantadas pelo Tribunal Constitucional, os partidos que sustentaram a iniciativa (PSD, Chega, Iniciativa Liberal e CDS-PP) alteraram substancialmente o texto inicial, reduzindo o universo de crimes abrangidos, agravando os requisitos de condenação e alargando o período temporal durante o qual os factos poderiam originar a sanção. Na primeira versão, bastava uma condenação em pena de prisão efetiva igual ou superior a quatro anos por crimes abrangidos pela lei, desde que cometidos nos dez anos posteriores à obtenção da nacionalidade; na reformulação, esse limiar subiu para cinco anos de prisão efetiva e a janela temporal foi estendida para 15 anos após a aquisição da cidadania portuguesa.</p>
<p>Além disso, o novo diploma eliminou vários crimes inicialmente contemplados, retirando da lista ilícitos como violência doméstica, detenção de arma proibida, auxílio à imigração ilegal, lenocínio, tráfico de droga e outras infrações penais que tinham sido incluídas na primeira formulação. Permaneceram, no entanto, crimes considerados de maior gravidade, nomeadamente condutas contra a segurança do Estado, terrorismo, homicídio qualificado, escravidão, tráfico de pessoas, violação e abuso sexual. No caso do crime de associação criminosa, a proposta restringia a aplicação da sanção às situações em que a associação estivesse ligada aos crimes graves previstos no diploma e em que o condenado tivesse posição de chefia ou liderança nessa estrutura.</p>
<p>Apesar dessas alterações, o elemento que o Tribunal Constitucional voltou a considerar decisivo manteve-se intacto: a perda de nacionalidade continuava reservada exclusivamente a portugueses naturalizados com dupla nacionalidade, o que, na ótica do tribunal, perpetuava um quadro sancionatório desigual entre cidadãos portugueses perante factos criminais idênticos. Ao separar portugueses em categorias distintas para efeitos de aplicação de pena acessória, a norma voltou a colidir com os parâmetros constitucionais já anteriormente definidos pelo tribunal.</p>
<p>O chumbo tem impacto direto no processo legislativo, uma vez que o diploma regressa agora ao Parlamento, onde os partidos que o aprovaram terão de decidir se abandonam definitivamente a iniciativa ou se avançam com uma nova reformulação legislativa. Esta segunda rejeição constitucional reforça, contudo, o entendimento jurisprudencial de que qualquer tentativa de associar a perda de nacionalidade a condenações criminais terá de ultrapassar um obstáculo jurídico central: a impossibilidade constitucional de criar diferentes níveis de cidadania portuguesa perante a lei penal.</p>
<p>Paralelamente, importa sublinhar que esta decisão do Tribunal Constitucional incide exclusivamente sobre o decreto relativo à perda de nacionalidade como pena acessória e não afeta as restantes alterações à Lei da Nacionalidade entretanto promulgadas pelo Presidente da República. Mantém-se, por isso, o novo enquadramento legislativo relativo a requisitos de aquisição de nacionalidade, incluindo mudanças nos critérios de elegibilidade, nos impedimentos legais e nas regras aplicáveis aos pedidos de cidadania portuguesa, matérias que seguiram um percurso legislativo distinto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760750]]></sapo:autor>
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		<title>Governo deve levar ao parlamento proposta revista da reforma laboral, garante ministra</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/governo-deve-levar-ao-parlamento-proposta-revista-da-reforma-laboral-ministra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 17:24:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra do Trabalho disse hoje em Torres Vedras que é sua intenção levar ao parlamento a proposta revista na Concertação Social da reforma da legislação laboral, mas a decisão vai ser tomada pelo Governo em Conselho de Ministros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra do Trabalho disse hoje em Torres Vedras que é sua intenção levar ao parlamento a proposta revista na Concertação Social da reforma da legislação laboral, mas a decisão vai ser tomada pelo Governo em Conselho de Ministros.</P><br />
<P>&#8220;A proposta inicial não é com certeza, porque nós durante todo este tempo recebemos contributos muito valiosos e, portanto, aqueles que considerarmos que efetivamente têm merecimento serão incorporados naquilo que era o texto do anteprojeto inicial, mas será o Conselho de Ministros a decidir&#8221;, afirmou Maria do Rosário Palma Ramalho à agência Lusa.</P><br />
<P>Questionada sobre os acordos partidários a estabelecer para viabilizar a proposta de lei, a governante respondeu: &#8220;O Governo é de concertação, concertou durante nove meses e já concertou também no Parlamento muitos diplomas. Vai também negociar este&#8221;.</P><br />
<P>A ministra do Trabalho e da Solidariedade Social falava à margem do Dia Nacional da Segurança Social, assinalado em Torres Vedras.</P><br />
<P>As negociações sobre a reforma laboral terminaram, na quinta-feira, sem acordo entre o Governo e os parceiros sociais e a ministra anunciou que o executivo quer levar uma iniciativa ao parlamento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760749]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Inteligência artificial vai ser &#8220;indispensável&#8221; e &#8220;colega estratégico&#8221; no setor do azeite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 17:17:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Especialistas defenderam hoje num congresso em Moura que a inteligência artificial (IA) vai ser "indispensável" para o setor oleícola nacional no futuro, já equipado com tecnologia de ponta, e o "colega estratégico" dos produtores para tomarem decisões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Especialistas defenderam hoje num congresso em Moura que a inteligência artificial (IA) vai ser &#8220;indispensável&#8221; para o setor oleícola nacional no futuro, já equipado com tecnologia de ponta, e o &#8220;colega estratégico&#8221; dos produtores para tomarem decisões. </P><br />
<P>&#8220;O setor do azeite no Alentejo tem alguns especificidades. Houve um grande investimento tecnológico, há lagares de última geração, já utilizam drones, sensores e a questão é: Já colhemos estes dados, o que fazemos com eles&#8221;, perguntou Miguel Bello, da NOVA School of Business &amp; Economics (NOVA SBE).</P><br />
<P>Em declarações à agência Lusa, à margem do Congresso Nacional do Azeite, realizado hoje em Moura, no distrito de Beja, o especialista respondeu que, no seu entender, &#8220;para o setor específico do azeite a IA é, claramente, o estratega para ajudar a trabalhar toda essa informação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nos últimos 10, 15 anos andámos a implementar esta tecnologia e a ajudar a tomar melhores decisões, mas não vale a pena ter um lagar de última geração se eu não uso toda a informação que tenho para produzir o melhor azeite&#8221;, ilustrou.</P><br />
<P>Segundo Miguel Bello, após terem feito &#8220;esta caminhada da digitalização&#8221; e do &#8220;investimento tecnológico&#8221;, que lhes permite &#8220;ter um conjunto de dados gigantes&#8221;, o que os produtores e empresas do setor necessitam agora é &#8220;de fazer a caminhada de trabalhar essa informação e utilizar a inteligência artificial&#8221;.</P><br />
<P>Isto é, precisam de encarar a IA como &#8220;o colega que lhes prepara a informação, que lhes encontra padrões para conseguir produzir o melhor produto&#8221;, porque este é um setor &#8220;que tem um potencial brutal para a aplicação da inteligência artificial, sustentou o especialista da NOVA SBE ou Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa.</P><br />
<P>Algumas destas ideias foram defendidas por Miguel Bello, um dos oradores do painel &#8220;A inteligência artificial no processo de decisão&#8221;, no âmbito deste congresso integrado na Feira Nacional de Olivicultura &#8212; Olivomoura.</P><br />
<P>Outro dos intervenientes no mesmo debate, Ricardo Santos Lopes, da empresa Capgemini, realçou à Lusa que &#8220;a IA já faz parte do quotidiano&#8221; da sociedade, incluindo do dia-a-dia dos agricultores, e alertou para a rápida evolução desta tecnologia.</P><br />
<P>&#8220;Há uma capacidade evolutiva, há vários domínios que se vão agregando, desde o &#8216;machine learning&#8217; à inteligência artificial generativa&#8221; e, não muito longe no tempo, &#8220;vamos sair do domínio dos ecrãs e conviver com humanoides&#8221;, disse.</P><br />
<P>No setor agrícola, como a fileira do azeite, a IA pode ter um contributo positivo na previsão e melhoria de colheitas, no controlo de pragas, na componente meteorológica associada com sistemas preditivos, exemplificou.</P><br />
<P>&#8220;Com melhores dados conseguimos melhorar a qualidade do azeite e, tudo isto agregado, aumenta a competitividade dos produtos, dos agricultores e alavanca ainda mais uma fileira como a do azeite, extremamente importante. Já representa cerca de 700 milhões de euros no Produto Interno Bruto (PIB) e tem ainda uma fase de crescimento muito evidente&#8221;, argumentou.</P><br />
<P>Manuel Norte Santo, presidente do Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo (CEPAAL), entidade promotora do congresso, enfatizou à Lusa as &#8220;práticas agrícolas inovadoras&#8221; e os &#8220;avanços tecnológicos&#8221; na fileira, mas admitiu que, do que sabe, &#8220;a IA ainda não está a ser aplicada no setor em todo o seu esplendor&#8221;.</P><br />
<P>Ainda assim, &#8220;com a análise de dados imediata, com a possibilidade de decisões mais eficazes e mais rápidas, a IA vai ser uma ferramenta indispensável&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Miguel Bello enfatizou essa importância: &#8220;A IA é o nosso colega estratégico. As pessoas começam a aperceber-se de que esta tecnologia é disruptiva. Acho é que ainda não tiveram a noção de que, provavelmente, é a tecnologia mais disruptiva das nossas vidas&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760748]]></sapo:autor>
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		<title>Campanha da cereja no Fundão pode correr melhor do que nos últimos três anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 17:12:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Fundão, Castelo Branco, 08 de mai de 2026 (Lusa) - A campanha da cereja pode voltar este ano aos valores considerados "normais", ou seja, melhores do que nos últimos três anos, marcados por quebras acentuadas na produção, assim esperam os produtores, como avança Filipe Costa, da Cerfundão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Fundão, Castelo Branco, 08 de mai de 2026 (Lusa) &#8211; A campanha da cereja pode voltar este ano aos valores considerados &#8220;normais&#8221;, ou seja, melhores do que nos últimos três anos, marcados por quebras acentuadas na produção, assim esperam os produtores, como avança Filipe Costa, da Cerfundão.</P><br />
<P>Este dirigente da empresa sediada no Fundão, distrito de Castelo Branco, que embala e comercializa cereja na Cova da Beira, explica à agência Lusa que, caso não se verifiquem tempestades de granizo ou chuvas fortes na região nos próximos tempos, a produção pode resistir, mas nem tudo é certo.</P><br />
<P>&#8220;As chuvas que se anunciam para estes dias, podem provocar fendilhamento nas variedades mais precoces, ou seja, estas primeiras cerejas, as que estão agora em colheita, podem ser prejudicadas&#8221;, esclarece, frisando que, se depois as condições climatéricas ajudarem, as próximas a ser colhidas já terão uma produção normal.  </P><br />
<P>&#8220;Vimos de três anos consecutivos com quebras avultadas de produção, derivadas às variáveis climáticas, tanto na floração, como depois na maturação, devido ao granizo e à precipitação, porque a cereja, nesse aspeto, é um fruto extremamente perecível&#8221;, sublinha.</P><br />
<P>Mas este ano, &#8220;os vingamentos correram bastante bem, ou seja, as condições climáticas que se verificaram, quer ao nível da acumulação de frio, quer depois na altura da floração, foram bastante favoráveis&#8221;.</P><br />
<P>Filipe Costa acredita que &#8220;este ano, no que concerne à Cerfundão, perspetivamos ter quantidade suficiente para fornecer aos supermercados nacionais&#8221;.</P><br />
<P>Tendo em conta a área que a Cerfundão tem instalada, &#8220;a produção pode este ano chegar às 1.200 ou 1.300 toneladas&#8221;, diferente das &#8220;cerca de 700 toneladas, por exemplo, do ano passado, em que registamos uma quebra muito acentuada&#8221;.</P><br />
<P>Filipe Costa não descura, porém, a sabedoria popular que diz que &#8220;as contas se fazem no final da campanha&#8221;, pois &#8220;é preciso ter sempre em conta a variável meteorológica que é imprevisível&#8221;.</P><br />
<P>Certo é que no dia 18 de maio, no tradicional Leilão da Cereja, &#8220;vai haver cereja seguramente&#8221;.</P><br />
<P>O Leilão da Cereja, marca o arranque da campanha a cada ano. É feito na cidade do Fundão, na praça do Município, no qual uma caixa de cereja pode ser arrebatada por 600 euros, ou mais, como aconteceu no último ano, com uma caixa com 33 frutos.</P><br />
<P>Havendo maior quantidade, Filipe Costa concorda que os preços também podem ser mais convidativos para o consumidor, por &#8220;haver um maior equilíbrio entre a oferta e a procura&#8221;.</P><br />
<P>Contudo, &#8220;há que considerar que os custos de produção, que também têm subido significativamente, principalmente a nível da mão de obra, que subiu bastante desde o período do Covid. Mas depois temos também toda a inflação ligada ao contexto geopolítico, da rutura das cadeias de abastecimento, que afeta não só os custos da energia, dos combustíveis, como depois os fatores de produção, ao nível dos fertilizantes e dos produtos que usamos também para prevenir as doenças e as pragas da cultura&#8221;.</P><br />
<P>Para colmatar a falta de mão de obra, a Cerfundão opera com empresas de trabalho temporário, que foram as equipas, mas Filipe Costa ressalva que &#8220;até à altura do período do Covid, tínhamos quase 100% de mão de obra nacional afeta à operação da colheita&#8221;.</P><br />
<P>Neste momento, porém, &#8220;na generalidade das explorações agrícolas, a mão de obra estrangeira ronda os 80 a 90 por cento, gente que é indispensável, quer na colheita do fruto, quer na sua preparação para chegar às cadeias de abastecimento e às prateleiras dos supermercados&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760746]]></sapo:autor>
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		<title>Nova Lei da Nacionalidade: IRN esclarece que pedidos submetidos antes da nova lei mantêm regras antigas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 17:10:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto dos Registos e do Notariado (IRN) veio esclarecer uma das principais dúvidas geradas em torno das recentes alterações à Lei da Nacionalidade, confirmando que os pedidos de nacionalidade portuguesa contam, para efeitos de aplicação da lei, desde a data da sua submissão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto dos Registos e do Notariado (IRN) veio esclarecer uma das principais dúvidas geradas em torno das recentes alterações à Lei da Nacionalidade, confirmando que os pedidos de nacionalidade portuguesa contam, para efeitos de aplicação da lei, desde a data da sua submissão. Na prática, esta clarificação significa que todos os requerimentos apresentados antes da entrada em vigor da nova legislação continuarão abrangidos pelo regime actual, incluindo os prazos mais curtos e as regras ainda em vigor, mesmo que o processamento administrativo venha a ocorrer mais tarde.</p>
<p>A confirmação do IRN surge após dias de incerteza e de forte ansiedade entre requerentes, advogados e solicitadores, sobretudo depois de o Presidente da República, António José Seguro, ter promulgado no domingo as alterações legislativas. Na altura, o chefe de Estado sublinhou “a importância de garantir que os processos pendentes não são – efetivamente – afetados pela alteração legislativa, o que constituiria uma indesejável quebra de confiança no Estado, a nível interno e externo”, deixando claro que a proteção das expectativas legítimas dos candidatos deveria ser salvaguardada.</p>
<p>Foi precisamente nesse contexto que começou a circular uma informação no portal profissional do IRN (plataforma reservada a advogados e solicitadores, através da qual são submetidos pedidos de nacionalidade), indicando que o momento relevante para enquadramento legal do processo é a data de submissão eletrónica. Pouco depois, o próprio instituto emitiu uma nota pública confirmando esse entendimento, dissipando uma parte substancial das dúvidas que se tinham instalado quanto à forma como seria contabilizada a entrada dos processos no sistema.</p>
<p>Este esclarecimento ganha particular relevância porque a nova Lei da Nacionalidade introduz alterações profundas. Entre as mudanças mais significativas está o aumento dos prazos mínimos de residência legal exigidos para requerer nacionalidade portuguesa. Para cidadãos oriundos de países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e da União Europeia, o período sobe de cinco para sete anos. Já para cidadãos de outros países, o prazo passa para dez anos. Trata-se de um endurecimento substancial dos critérios de acesso, que levou muitos candidatos a tentar submeter os seus processos antes da entrada em vigor da nova legislação.</p>
<p>Além disso, a nova lei também aperta as regras aplicáveis a quem nasce em Portugal sendo filho de cidadãos estrangeiros. Até agora, bastava que um dos progenitores residisse no país há pelo menos um ano, independentemente do estatuto legal dessa permanência. Com as novas regras, passa a ser exigido que um dos pais resida legalmente em Portugal há cinco anos, elevando significativamente a fasquia para acesso à nacionalidade por nascimento em território português.</p>
<p>Outro dos pontos centrais da reforma prende-se com novos requisitos de integração e conhecimento do país. Os candidatos à nacionalidade passarão a ter de demonstrar, através de teste ou certificado, que possuem conhecimento suficiente da língua portuguesa, da cultura nacional, da história do país e dos seus símbolos. Será ainda exigida prova de conhecimentos adequados sobre os direitos e deveres fundamentais associados à nacionalidade portuguesa, bem como sobre a organização política do Estado. Acresce uma “declaração solene para adesão aos princípios do Estado de direito democrático”, mecanismo descrito como comparável ao modelo adotado nos Estados Unidos. Estes novos requisitos, no entanto, ainda carecem de regulamentação específica para entrarem plenamente em vigor.</p>
<p>A clarificação agora prestada pelo IRN surge também em resposta a um problema operacional concreto: o aumento abrupto do número de submissões eletrónicas nos últimos dias. O instituto reconheceu que as suas plataformas “registaram níveis de utilização muito elevados, verificando-se um aumento significativo do número de pedidos de nacionalidade submetidos através do canal online”, admitindo que poderão verificar-se “constrangimentos técnicos no processamento subsequente ao pedido”, situação que diz estar a tentar mitigar.</p>
<p>Na prática, isso significa que muitos processos poderão enfrentar atrasos administrativos após submissão, mas o ponto considerado relevante para efeitos legais continuará a ser o momento em que o pedido entrou formalmente no sistema. Este especto é particularmente importante para candidatos que receavam ficar abrangidos pela nova lei apenas porque o IRN demorasse semanas ou meses a confirmar administrativamente a receção do requerimento.</p>
<p>Segundo o advogado Adriano Vieira, esta posição do IRN resolve um impasse que vinha a criar forte insegurança jurídica. O jurista explica ao Público que existem clientes que apresentaram pedidos ainda em 2025 e que só muito mais tarde começaram a receber confirmações formais de processamento. “Pessoas que fizeram submissões em Setembro estão a receber as senhas agora”, afirmou, apontando para atrasos significativos na tramitação. Ainda assim, mostrou alguma cautela quanto à aplicação uniforme deste entendimento, admitindo reservas: “Não sei se as conservatórias vão acatar o entendimento que vem escrito na plataforma do IRN.”</p>
<p>Apesar dessa prudência, o esclarecimento oficial do instituto representa um sinal claro de que o Estado pretende preservar os direitos de quem submeteu o pedido antes da mudança legislativa, evitando que atrasos burocráticos acabem por penalizar requerentes que atuaram dentro do prazo.</p>
<p>Ao promulgar a nova lei, António José Seguro fez ainda questão de deixar uma nota política sobre o diploma, afirmando desejar que alterações desta natureza assentassem “num maior consenso em torno das suas linhas essenciais”, afastando-se de eventuais “marcas ideológicas do momento”. O Presidente defendeu igualmente que futuras mudanças legislativas e novas políticas públicas nesta área devem dar “especial atenção à proteção e à integração de crianças e de menores, nascidos em Portugal”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760733]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Concorrência abre investigação à concentração entre a Better Foods e a Cerealis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 17:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade da Concorrência (AdC) abriu uma investigação aprofundada à operação de concentração entre os grupos Better Foods e Cerealis, que visa integrar as respetivas operações de moagem, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoridade da Concorrência (AdC) abriu uma investigação aprofundada à operação de concentração entre os grupos Better Foods e Cerealis, que visa integrar as respetivas operações de moagem, foi hoje anunciado. </P><br />
<P> A decisão, tomada em 29 de abril, acontece &#8220;uma vez que a operação de concentração notificada suscita sérias dúvidas, à luz dos elementos recolhidos, e em atenção aos critérios definidos no artigo 41.º, quanto à sua compatibilidade com o critério estabelecido no n.º 3 do artigo 41.º do mesmo diploma, no que respeita à maioria dos mercados relevantes identificados&#8221;, sustenta o regulador liderado por Nuno Cunha Rodrigues, em comunicado. </P><br />
<P>Em 16 de dezembro, os grupos Cerealis e Better Foods anunciaram ter chegado a acordo para integrar as respetivas operações de moagem, numa parceria que irá reunir a Cerealis Moagens e as unidades Ceres, Germen, Granel e Carneiro Campos.</P><br />
<P>&#8220;Esta iniciativa pretende reforçar a competitividade e a capacidade industrial do setor moageiro português, num momento de rápida transformação do mercado ibérico&#8221;, sustentavam então a Cerealis e a Better Foods no comunicado divulgado.</P><br />
<P>&#8220;Visa também contribuir para fortalecer a sustentabilidade da indústria nacional da farinha, mantendo a garantia de um abastecimento eficiente, fiável e competitivo num setor essencial para a economia&#8221;, acrescentavam. </P><br />
<P>A Cerealis é um grupo centenário do setor agroalimentar com mais de 760 colaboradores, especializado em produtos derivados da transformação de cereais e detentor de 11 marcas comerciais, entre as quais Nacional, Milaneza e Napolitana.</P><br />
<P>Reclamando a liderança de mercado nas massas alimentícias e farinhas industriais, complementa a sua gama com farinhas culinárias, bolachas, cereais de pequeno-almoço e barras de cereais e transforma anualmente mais de 440.000 toneladas de cereais nos seus quatro centros de produção certificados.</P><br />
<P>O Grupo Better Foods apresenta-se como &#8220;o maior grupo moageiro português&#8221;, produtor de farinhas e ingredientes alimentares, e integra quatro unidades moageiras: Ceres, Germen, Carneiro Campos, localizadas na área do Grande Porto, e a Granel, perto de Lisboa.</P><br />
<P>O grupo foi criado em 2018, como resultado da fusão entre a Ceres e a Germen, mas as suas origens remontam ao século XIX, com a criação da Moagem Ceres.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760741]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PRR: Instituto Património Cultural diz que está em execução 96% do investimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 16:49:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Património Cultural -- Instituto Público indicou hoje que a execução das obras financiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência registou uma "evolução muito positiva" no último ano, com 230 milhões de euros já adjudicados, equivalente a 96% do investimento previsto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Património Cultural &#8212; Instituto Público indicou hoje que a execução das obras financiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência registou uma &#8220;evolução muito positiva&#8221; no último ano, com 230 milhões de euros já adjudicados, equivalente a 96% do investimento previsto.      </P><br />
<P>O andamento da requalificação do património cultural no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) foi divulgado à agência Lusa em resposta a perguntas sobre o relatório da Comissão Nacional de Acompanhamento (CNA), divulgado no final de abril, contendo um conjunto de recomendações para esta área.</P><br />
<P>No relatório, surgem várias áreas com avaliação &#8220;preocupante&#8221;, entre as quais obras de requalificação de museus e teatros.</P><br />
<P>Na resposta sobre este alerta da comissão, o Património Cultural &#8212; Instituto Público (PC-IP) salientou que a CNA do PRR retirou recentemente esta área do nível &#8220;Crítico&#8221;, passando a classificá-la como &#8220;Preocupante&#8221;, &#8220;o que confirma a evolução muito positiva&#8221; registada &#8220;desde há um ano&#8221;.</P><br />
<P>Aquele organismo do Ministério da Cultura, responsável pela gestão e acompanhamento técnico de 88 obras em curso, alvo de intervenções de requalificação ao abrigo do PRR, recorda que, &#8220;a 31 de maio de 2024 estavam adjudicados 30 milhões de euros, e atualmente estão 230 milhões&#8221;, significando 96% do valor total de 243.220.517,94 euros.</P><br />
<P>Entre os equipamentos culturais encerrados para obras estão o Museu Nacional de Arqueologia &#8211; desde abril de 2022, cujas obras de grande dimensão envolvem duas fases, com restauro e reabilitação do edificado para duplicar a área expositiva -, o Museu Rainha D. Leonor, em Beja (encerrado desde 2023), o Museu de Lamego (desde maio de 2025), o Museu Nacional de Arte Antiga (29 de setembro de 2025), o Museu Nacional do Azulejo e o Museu Nacional do Teatro e da Dança, na capital (novembro de 2025), e a Torre de Belém (abril de 2025).</P><br />
<P>Ainda sobre o nível intermédio &#8220;Preocupante&#8221;, agora atribuído, o IP-PC justifica que se &#8220;prende com a por todos reconhecida complexidade própria de obras de reabilitação e restauro na área do património cultural, a par de outros fatores particulares que a CNA do PRR reiteradamente assinala nos seus relatórios&#8221;.</P><br />
<P>O elevado número de obras sob gestão &#8211; 88 operações com mais de 150 empreitadas -, a dispersão, por todo o território nacional, de intervenções que exigem empresas de prestação de serviços especializados, concursos desertos, a inflação e a escassez de mão-de-obra, além da multiplicidade de intervenientes, tutelas e &#8220;donos de obra&#8221;, entre entidades públicas, privadas, Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) e municípios, são os motivos que contribuem para a demora dos processos, segundo o PC-IP.</P><br />
<P>Quando faltam quatro meses para o fim das obras físicas, em 31 de agosto, &#8220;as equipas do Fundo de Salvaguarda do Património Cultural e do Património Cultural, I.P. prosseguem o seu trabalho com toda a dedicação fazendo o acompanhamento dos mais de 600 procedimentos de contratação pública que avançam em todo o país no quadro de execução do investimento&#8221;.</P><br />
<P>O PC-IP é também beneficiário final de 33 operações, correspondentes a 32 equipamentos intervencionados, diferença explicada pelo facto de a Fortaleza de Sagres ser alvo de duas operações, uma dedicada às muralhas e outra ao centro de acolhimento de visitantes. </P><br />
<P>Este organismo do Ministério da Cultura diz &#8220;manter a confiança na concretização das metas definidas: execução a 100 por cento do valor consignado a esta medida: 243.220.517,94 euros&#8221;.</P><br />
<P>No último relatório, a CNA do PRR fala em &#8220;substituição de beneficiários devido a falhas graves no planeamento inicial e demora na elaboração de projetos tecnicamente adequados&#8221;.</P><br />
<P>Aponta ainda &#8220;falta de capacidade técnica e aumento dos custos que levaram a uma redução da ambição das intervenções, que agora se focam apenas em problemas estruturais urgentes sem beneficiar áreas de visitação pública&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A reorganização institucional na área da cultura e a dispersão de competências entre diversas entidades criaram um desalinhamento na governação que gerou constrangimentos operacionais e atrasos significativos na tomada de decisão&#8221;, é notado no relatório.</P><br />
<P>A CNA recomenda que a tutela e o beneficiário da obra reforcem o acompanhamento técnico, dando prioridade às intervenções críticas e estruturantes.</P><br />
<P>Sugere ainda a clarificação das responsabilidades institucionais entre tutela, Património Cultural, municípios, CCDR e demais entidades envolvidas, &#8220;de modo a reduzir bloqueios decisórios, sobreposição de competências e atrasos administrativos&#8221;.</P><br />
<P>Também aconselha que seja assegurada, no final, &#8220;uma prestação pública de contas sobre as alterações introduzidas ao portefólio inicial, identificando quais as obras efetivamente concluídas, as que foram reformuladas, faseadas ou substituídas&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760725]]></sapo:autor>
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		<title>Abril de 2026 foi o 6º mais quente desde 1931</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 16:49:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O passado mês foi o sexto abril mais quente desde 1931, registando uma temperatura máxima de 22,59 graus Celsius (°C), cerca de 3,29°C acima da temperatura normal, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O passado mês foi o sexto abril mais quente desde 1931, registando uma temperatura máxima de 22,59 graus Celsius (°C), cerca de 3,29°C acima da temperatura normal, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
<p>Em abril ocorreram duas ondas de calor: Destacaram-se na primeira as regiões do interior Norte e Centro, vale do Tejo e interior do Alentejo, enquanto em Miranda do Douro e Pinhão as condições de onda de calor prolongaram-se durante quase duas semanas consecutivas.</p>
<p>Os dados do IPMA indicam que o valor médio da temperatura média do ar em abril foi de 16,10°C, correspondendo a uma anomalia de mais 2,12°C face ao período de referência 1991-2020, tornando este o 6.º abril mais quente desde 1931.</p>
<p>A temperatura mínima teve um valor médio de 9,60°C, cerca de 0,95 °C acima da normal.</p>
<p>Quanto a precipitação, o mês passado foi o 10.º abril mais seco desde 1931 e o 4.º mais seco deste século, destaca o instituto.</p>
<p>O total de precipitação mensal acumulado foi de apenas 28,4 mm [litros de chuva por metro quadrado], equivalente a 38% do valor normal para o mês.</p>
<p>Em vários distritos, como Aveiro, Lisboa, Évora, Setúbal, Beja e Faro, a precipitação não ultrapassou um quarto do valor habitual para abril.</p>
<p>As condições quentes e secas contribuíram ainda para uma diminuição significativa da água no solo, com valores inferiores a 40% em todos os distritos do interior Norte e Centro e em grande parte da região Sul.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760687]]></sapo:autor>
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		<title>Ex-secretário-geral da NATO alerta para &#8220;desintegração&#8221; da Aliança e propõe novo bloco europeu de defesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 16:47:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo secretário-geral da NATO e ex-primeiro-ministro da Dinamarca, Anders Fogh Rasmussen, defendeu a criação de uma nova aliança europeia de defesa, alertando que a NATO, na sua configuração atual, já não é suficiente para garantir a segurança do continente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O antigo secretário-geral da NATO e ex-primeiro-ministro da Dinamarca, Anders Fogh Rasmussen, defendeu a criação de uma nova aliança europeia de defesa, alertando que a NATO, na sua configuração atual, já não é suficiente para garantir a segurança do continente perante as crescentes dúvidas quanto ao compromisso dos Estados Unidos.</p>
<p>“Estamos a assistir neste momento à desintegração da NATO, e isso é perigoso”, afirmou Rasmussen ao jornal alemão WELT. O antigo responsável sustenta que as posições assumidas pelo presidente norte-americano Donald Trump levantaram sérias reservas quanto ao empenho dos Estados Unidos no artigo 5.º do Tratado do Atlântico Norte, que consagra o princípio da defesa coletiva, e na proteção da Europa. Perante esse cenário, conclui que “só pode haver uma conclusão para os europeus: temos de estar preparados para agir por conta própria e sermos capazes de defender o nosso continente sozinhos”.</p>
<p><strong>Proposta de uma “coligação dos dispostos”</strong><br />
Rasmussen propõe a formalização de uma “coligação dos dispostos”, composta por países europeus prontos e capazes de organizar a defesa do continente de forma autónoma. Na sua perspetiva, nem a União Europeia nem a NATO estão atualmente estruturadas para reforçar um verdadeiro pilar europeu dentro da Aliança Atlântica.</p>
<p>O antigo líder da NATO defende que a Europa precisa de “novos planos de defesa e novas capacidades militares”, além de acelerar a produção de armamento e munições. As declarações levantam dúvidas sobre a viabilidade dos atuais planos regionais de defesa da NATO, considerados a espinha dorsal operacional dos compromissos do artigo 5.º, num cenário de menor envolvimento norte-americano.</p>
<p>De acordo com a proposta apresentada, a participação nessa nova aliança estaria condicionada ao cumprimento de critérios exigentes. “Os países da NATO que atinjam a meta de cinco por cento de despesa em defesa devem poder participar, comprometer-se com uma garantia de segurança semelhante ao artigo 5.º e impedir que Estados individuais bloqueiem operações militares”, afirmou. Acrescentou ainda que deverá existir “um mecanismo para excluir membros que não cumpram estas condições”.</p>
<p><strong>NATO manter-se-ia como pilar central</strong><br />
Apesar das críticas, Rasmussen não defende o abandono da NATO. Pelo contrário, considera que a organização continuará a ser a pedra angular da defesa europeia. “Continuo a acreditar que a NATO permanecerá o pilar da nossa defesa, e a garantia de segurança definitiva é o guarda-chuva nuclear americano”, declarou. Ainda assim, sublinhou que “a defesa convencional é algo que nós, europeus, devemos ser capazes de assegurar por nós próprios”.</p>
<p>Rasmussen defendeu igualmente que a Ucrânia deve ser integrada no futuro quadro europeu de segurança como membro de pleno direito da nova aliança proposta. “Estamos agora também a ver a rapidez com que a Ucrânia desenvolve novas armas e munições”, afirmou, considerando que o país é necessário “como baluarte contra a Rússia”.</p>
<p><strong>Apoios ainda por consolidar</strong><br />
O antigo secretário-geral encontrava-se em Berlim para reuniões com líderes políticos e revelou ter já discutido a ideia, embora sem compromissos firmes até ao momento. “Sim, estou a manter muitas conversas. Até agora, não tenho compromissos firmes. Mas alguém tem de fazer avançar esta questão”, declarou.</p>
<p>Rasmussen acrescentou que “acolheria com muito agrado” uma liderança conjunta do chanceler alemão Friedrich Merz com o Presidente francês Emmanuel Macron, o primeiro-ministro britânico Keir Starmer e a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni na concretização desta iniciativa.</p>
<p><strong>Uma mudança estratégica dolorosa</strong><br />
A posição agora assumida representa uma mudança significativa para um político historicamente associado a uma forte ligação transatlântica. Enquanto primeiro-ministro dinamarquês, Rasmussen apoiou a guerra no Iraque liderada pelos Estados Unidos, e enquanto secretário-geral da NATO defendeu de forma consistente o papel central da liderança americana na Aliança.</p>
<p>Questionado sobre como se sente ao repensar a segurança europeia praticamente sem Washington, respondeu de forma lacónica: “Muito doloroso.” Explicou que, desde a infância, admirava os Estados Unidos e via o país como o líder natural do mundo livre.</p>
<p>Contudo, argumenta que a Europa precisa de ajustar a sua visão estratégica e reduzir a dependência “dos homens fortes deste mundo, de Trump, Putin, Xi Jinping”. Na sua análise, durante demasiado tempo “os europeus dependeram de energia barata da Rússia, de bens baratos da China e de segurança barata dos Estados Unidos. Este modelo já não funciona”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760708]]></sapo:autor>
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		<title>CGD concedeu 450 milhões de euros de crédito à habitação a jovens no 1.º trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 16:39:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Caixa Geral de Depósitos (CGD) concedeu 450 milhões de euros de crédito à habitação a jovens até aos 35 anos no primeiro trimestre, foi hoje comunicado ao mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Caixa Geral de Depósitos (CGD) concedeu 450 milhões de euros de crédito à habitação a jovens até aos 35 anos no primeiro trimestre, foi hoje comunicado ao mercado. </P><br />
<P>&#8220;A Caixa aderiu ao protocolo de financiamento no regime de garantia pública do Estado para clientes até 35 anos na compra da primeira habitação, tendo alcançado uma produção total de 1,9 mil milhões de euros neste segmento, dos quais, aproximadamente 450 milhões de euros no primeiro trimestre de 2026&#8221;, lê-se no comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). </P><br />
<P>A instituição financeira liderada por Paulo Macedo mantém assim a convicção de ser o &#8220;banco de referência dos jovens&#8221; para a compra da sua primeira casa, com garantia do Estado, tendo reforçado, este ano, a sua quota de mercado para 30,8%.</P><br />
<P>A CGD teve lucros de 397 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, mais 1% do que nos primeiros três meses de 2025, divulgou hoje o banco em conferência de imprensa, em Lisboa.</P><br />
<P>A margem financeira (diferença entre juros cobrados nos créditos e juros pagos nos depósitos) caiu 3% para 616 milhões de euros.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760715]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: CGD concedeu 803 moratórias até março no valor de 84 milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 16:25:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Caixa Geral de Depósitos (CGD) concedeu, até março, 803 moratórias de crédito a clientes particulares, no valor de 84 milhões de euros, devido ao mau tempo ocorrido no país, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Caixa Geral de Depósitos (CGD) concedeu, até março, 803 moratórias de crédito a clientes particulares, no valor de 84 milhões de euros, devido ao mau tempo ocorrido no país, foi hoje anunciado. </P><br />
<P>&#8220;Na sequência do elevado impacto das intempéries ocorridas no país, as quais causaram danos significativos e destruição de infraestruturas em várias regiões de Portugal, a Caixa, até março de 2026, concedeu 803 moratórias de crédito a clientes particulares, no valor aproximado de 84 milhões de euros, cerca de 1,9% do universo de elegível&#8221;, lê-se no comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). </P><br />
<P>Portugal foi atingindo por um comboio de tempestades entre o final de janeiro e o início de fevereiro, que provocou enormes prejuízos, sobretudo, na região Centro. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760705]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Provedoria de Justiça avalia medidas de apoio e evacuação de localidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 16:20:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Provedoria de Justiça está a avaliar as medidas de apoio à população e os procedimentos que determinaram a retirada de pessoas de suas casas na sequência do mau tempo, revelou hoje à agência Lusa fonte oficial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Provedoria de Justiça está a avaliar as medidas de apoio à população e os procedimentos que determinaram a retirada de pessoas de suas casas na sequência do mau tempo, revelou hoje à agência Lusa fonte oficial.</P><br />
<P>&#8220;No quadro do seu âmbito de atuação, a Provedoria de Justiça tem vindo a acompanhar as consequências das intempéries que afetaram várias regiões de Portugal no início de 2026. Em particular, foi decidido avaliar a implementação das medidas de apoio às populações e analisar os procedimentos associados aos processos de evacuação&#8221;, refere fonte oficial da Provedoria de Justiça na sequência de um pedido de informação enviado pela Lusa.</P><br />
<P>Segundo a mesma fonte, a intervenção, que &#8220;visa em especial a região Centro do país, inclui recolha e análise de informação, estando em curso a realização de visitas a zonas afetadas e contactos com autoridades locais e outras entidades públicas, bem como organizações da sociedade civil&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Com a atenção especialmente direcionada para a proteção dos direitos fundamentais, o objetivo é perceber a eficácia da atuação das entidades públicas, recolher exemplos de boas práticas e ponderar a formulação de recomendações destinadas a reforçar e a melhorar a resposta pública em situações de catástrofe&#8221;, adianta a Provedoria de Justiça.</P><br />
<P>De acordo com o seu sítio na Internet, o Provedor de Justiça é um órgão do Estado independente, imparcial e de acesso gratuito, que defende as pessoas que vejam os seus direitos fundamentais violados ou se sintam prejudicadas por atos injustos ou ilegais da administração ou de outros poderes públicos.</P><br />
<P>Pelo menos 19 pessoas morreram em Portugal entre o final de janeiro e o início de março na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que fizeram também várias centenas de feridos, desalojados e deslocados. Mais de metades das mortes foram registadas em trabalhos de recuperação.</P><br />
<P>Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, sobretudo nas regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos superiores a cinco mil milhões de euros.</P><br />
<P>O Governo recebeu, entretanto, cerca de 35.900 candidaturas para apoios à reconstrução de habitações e a Estrutura de Missão designada para a recuperação estimou entre 35 mil e 40 mil o número de empresas com danos nas zonas mais atingidas. Três meses após o início das tempestades, cerca de 20 mil clientes continuavam sem serviços fixos de comunicações.</P><br />
<P></P></p>
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