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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 06 Jul 2026 15:32:27 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Drones, espaço e flanco oriental: os cinco megaprojetos com que a UE quer reforçar a defesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 15:32:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[defesa]]></category>
		<category><![CDATA[EDPCI]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativas são conhecidas como Projetos Europeus de Defesa de Interesse Comum, ou EDPCI]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia quer lançar cinco megaprojetos de defesa para reforçar as capacidades militares da União Europeia em áreas consideradas críticas: drones e sistemas antidrones, defesa marítima e do fundo do mar, espaço, defesa aérea e antimíssil e proteção do flanco oriental. Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, o valor global associado às ambições financeiras destes projetos pode chegar aos 281 mil milhões de euros.</p>
<p>As iniciativas são conhecidas como Projetos Europeus de Defesa de Interesse Comum, ou EDPCI, e foram apresentadas por Bruxelas como uma forma de permitir que os países europeus desenvolvam em conjunto capacidades militares demasiado complexas, dispendiosas ou estratégicas para serem assumidas isoladamente por cada Estado. A Comissão Europeia confirmou que propôs cinco projetos conjuntos de grande escala, destinados a fortalecer a indústria europeia de defesa e a melhorar a resposta da UE a desafios de segurança comuns.</p>
<p><strong>Uma nova geração de projetos militares europeus</strong></p>
<p>A lógica dos EDPCI é aproximar Estados, indústria e financiamento europeu em torno de capacidades consideradas essenciais para a segurança da Europa. Bruxelas quer reduzir a fragmentação do mercado de defesa, aumentar a produção industrial e criar sistemas interoperáveis entre países, em linha com prioridades também identificadas pela NATO.</p>
<p>Em média, cada projeto junta cerca de 18 Estados-membros. A Ucrânia participa em quatro dos cinco, num sinal da importância que a experiência da guerra tem vindo a assumir na definição das novas prioridades militares europeias. A Reuters refere que os projetos incluem também a participação da Noruega em algumas iniciativas.</p>
<p><strong>Drones e antidrones: a resposta à guerra moderna</strong></p>
<p>O primeiro megaprojeto chama-se DECODER, sigla de Drone and Counter-Drone European Resolve, e pretende acelerar o desenvolvimento, produção e implantação coordenada de sistemas europeus não tripulados e de defesa contra drones.</p>
<p>A iniciativa responde a uma das grandes lições da guerra na Ucrânia: os drones tornaram-se uma ferramenta decisiva de reconhecimento, ataque, vigilância e saturação das defesas inimigas. O objetivo é dotar as forças armadas europeias de sistemas modernos, interoperáveis e adaptáveis a vários domínios operacionais.</p>
<p>O projeto inclui aquisição conjunta de tecnologias, reforço da capacidade industrial e criação de uma rede europeia de centros tecnológicos dedicados a drones. Segundo a proposta citada pela Reuters, o investimento considerado pelos participantes no DECODER situa-se entre 3,5 mil milhões e cinco mil milhões de euros até 2033.</p>
<p><strong>Defesa marítima e proteção dos cabos submarinos</strong></p>
<p>O segundo projeto centra-se na defesa marítima e do fundo do mar. O objetivo é criar uma arquitetura federada capaz de reforçar a capacidade da UE para prevenir, detetar e responder a ameaças no domínio marítimo.</p>
<p>A iniciativa abrange três áreas principais: vigilância e consciência situacional marítima, combate naval e guerra submarina ou do fundo do mar. Uma das prioridades será a proteção de infraestruturas críticas, como portos, plataformas offshore, oleodutos e cabos submarinos.</p>
<p>A importância deste domínio aumentou nos últimos anos, depois de vários incidentes envolvendo infraestruturas submarinas críticas na Europa terem exposto a vulnerabilidade de comunicações, energia e transporte de dados. Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, este projeto poderá mobilizar entre 43 mil milhões e 72 mil milhões de euros até 2045.</p>
<p><strong>Espaço entra no centro da defesa europeia</strong></p>
<p>O terceiro megaprojeto, dedicado ao espaço, pretende reforçar capacidades europeias de alerta antecipado, comunicações por satélite, inteligência, vigilância, posicionamento e navegação.</p>
<p>A proposta inclui investigação para uma constelação multimissão e aquisição conjunta de infraestruturas e produtos de defesa ligados ao uso militar do espaço. O objetivo é permitir à UE maior autonomia estratégica, evitando dependência excessiva de sistemas externos em domínios como comunicações seguras, observação da Terra e deteção precoce de ameaças.</p>
<p>Bruxelas já tinha identificado o chamado Escudo Espacial Europeu como uma das grandes prioridades da política de defesa, a par do escudo aéreo e da defesa contra drones.</p>
<p><strong>Escudo aéreo e antimíssil para ameaças de longo alcance</strong></p>
<p>O quarto projeto é o EU-FIAMD, dedicado à defesa aérea e antimíssil integrada. A ambição é criar uma arquitetura comum que permita combinar sensores, sistemas de alerta, comando e controlo e capacidades de interceção de vários Estados-membros.</p>
<p>Na prática, Bruxelas quer que as soluções nacionais deixem de funcionar como ilhas separadas e passem a integrar uma rede comum, capaz de responder a ameaças aéreas e balísticas com maior rapidez e coordenação.</p>
<p>O projeto deverá seguir requisitos de interoperabilidade compatíveis com a NATO e, segundo os valores citados pelo &#8216;El Economista&#8217;, poderá exigir entre 55 mil milhões e 80 mil milhões de euros até 2040.</p>
<p><strong>Flanco oriental como nova prioridade estratégica</strong></p>
<p>O quinto projeto é o Eastern Flank Watch, pensado para reforçar a segurança da fronteira oriental da União Europeia. A iniciativa tem uma dimensão multidomínio e deverá abranger combate terrestre, defesa contra drones, inteligência, comunicações, mobilidade militar, contramobilidade e defesa aérea.</p>
<p>A prioridade é proteger o território europeu perante ameaças convencionais, híbridas ou de pressão militar na vizinhança da Rússia e da Bielorrússia. A Comissão Europeia já tinha descrito o reforço do flanco oriental e a defesa contra drones como prioridades urgentes, com capacidade inicial prevista para avançar ainda antes do final da década.</p>
<p>Embora o projeto tenha foco geográfico no leste da UE, Bruxelas defende que o benefício é europeu, porque a segurança do flanco oriental protege a integridade de todo o espaço comunitário. Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, esta iniciativa poderá mobilizar entre 60 mil milhões e 100 mil milhões de euros até 2036.</p>
<p><strong>Financiamento europeu ainda é limitado face à escala da ambição</strong></p>
<p>Apesar dos valores potenciais muito elevados, o financiamento europeu inicial é bastante mais modesto. O Programa Europeu da Indústria de Defesa, conhecido como EDIP, tem um orçamento de 1,5 mil milhões de euros e prevê 325 milhões de euros para apoiar a criação e desenvolvimento destes projetos de interesse comum.</p>
<p>Na prática, este financiamento deverá servir como impulso inicial, abrindo caminho a investimento adicional dos Estados-membros, compras conjuntas, fundos futuros e eventual apoio através do próximo Fundo Europeu da Competitividade. A Comissão Europeia deverá participar na coordenação, no acompanhamento de metas e na supervisão dos progressos.</p>
<p><strong>O que falta decidir</strong></p>
<p>Os projetos ainda não estão formalmente concluídos. O Conselho da União Europeia terá agora de debater e aprovar a criação das EDPCI, definindo objetivos, características, países participantes e estimativas de investimento. Só depois de adotada a lista oficial é que estas iniciativas poderão aceder ao financiamento europeu previsto.</p>
<p>A proposta marca, ainda assim, uma mudança de escala na política de defesa europeia. Mais do que programas isolados, Bruxelas quer criar plataformas industriais e militares comuns, capazes de responder a ameaças que nenhum país europeu consegue enfrentar sozinho com a mesma eficácia.</p>
<p>Num contexto de guerra na Ucrânia, pressão sobre as fronteiras orientais, ataques híbridos, vulnerabilidade de infraestruturas críticas e maior incerteza sobre garantias externas de segurança, a UE está a tentar transformar a defesa numa política industrial de grande dimensão. Os cinco megaprojetos agora propostos mostram essa viragem: menos compras dispersas, mais produção conjunta e uma ambição clara de tornar a Europa mais autónoma na sua própria segurança.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785982]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mota-Engil ganha contrato para fornecer 22 autocarros elétricos ao Norte do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 15:21:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[autocarros]]></category>
		<category><![CDATA[Mota-Engil]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Norte]]></category>
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					<description><![CDATA[A REMO – Powered by Mota-Engil foi selecionada pela Transdev, através de um concurso público internacional, para fornecer uma solução integrada de eletrificação da rede Mobiave, que serve os municípios de Vila Nova de Famalicão, Santo Tirso e Trofa. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A REMO – Powered by Mota-Engil, empresa do Grupo Mota-Engil dedicada a soluções de mobilidade verde, foi selecionada pela Transdev, através de um concurso público internacional, para fornecer uma solução integrada de eletrificação da rede Mobiave, que serve os municípios de Vila Nova de Famalicão, Santo Tirso e Trofa. O projeto inclui o fornecimento de 22 autocarros urbanos 100% elétricos e a instalação da respetiva infraestrutura de carregamento inteligente.</p>
<p>A empresa do Grupo Mota-Engil será responsável pela entrega de uma frota de 22 autocarros urbanos de 12 metros, totalmente elétricos, bem como pela implementação de uma infraestrutura com uma potência instalada de 2.600 kVA, preparada para suportar até 30 pontos de carregamento ultrarrápido de 300 kW.</p>
<p>Segundo a empresa, a solução permitirá gerir de forma inteligente a potência disponível, ajustando os ciclos de carregamento às necessidades da operação, com o objetivo de aumentar a eficiência energética, otimizar a utilização da infraestrutura elétrica e assegurar uma maior disponibilidade operacional.</p>
<p>Os autocarros, desenvolvidos em parceria com a HIGER, incluem funcionalidades como portas USB para carregamento de dispositivos móveis e acesso a Wi-Fi a bordo. A solução integra ainda sistemas telemáticos que permitem à Transdev acompanhar a operação em tempo real e otimizar a gestão da frota.</p>
<p>A operação da rede Mobiave serve diariamente dezenas de milhares de passageiros nos três concelhos, abrangendo uma região com elevada densidade populacional e forte atividade económica.</p>
<p>Além do fornecimento dos veículos e da infraestrutura de carregamento, a REMO ficará responsável pelas soluções de gestão energética e pelos serviços de manutenção preventiva, procurando garantir maior fiabilidade da operação e reduzir os riscos associados à transição para a mobilidade elétrica.</p>
<p>De acordo com Luís Castanheira, CEO da REMO Powered by Mota-Engil, &#8220;este projeto evidencia aquilo que define a atuação da REMO: a capacidade de integrar, numa única solução, todos os elementos necessários para uma operação elétrica eficiente e fiável. Da frota à infraestrutura de carregamento, da gestão inteligente de energia à manutenção, desenvolvemos soluções completas que permitem aos nossos clientes acelerar a sua transição energética e preparar as suas operações para o futuro. É essa abordagem multidisciplinar que transforma a eletrificação num caso de referência para o transporte público na Península Ibérica.&#8221;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785984]]></sapo:autor>
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		<title>Microsoft elimina 4.800 postos de trabalho em nova reestruturação devido à IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 15:02:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Microsoft vai eliminar cerca de 4.800 postos de trabalho, equivalentes a 2,1% da força laboral, numa reestruturação que afetará sobretudo a divisão de videojogos Xbox e que pretende adaptar a empresa ao impacto da Inteligência Artificial (IA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Microsoft vai eliminar cerca de 4.800 postos de trabalho, equivalentes a 2,1% da força laboral, numa reestruturação que afetará sobretudo a divisão de videojogos Xbox e que pretende adaptar a empresa ao impacto da Inteligência Artificial (IA).</p>
<p>A &#8216;gigante&#8217; tecnológica justificou a decisão com a necessidade de &#8220;ajustar recursos, investimentos e esforços&#8221; num &#8220;ambiente tecnológico que evolui a grande velocidade&#8221;, referiu a diretora de recursos humanos da empresa, Amy Coleman.</p>
<p>A executiva sublinhou que as mudanças na forma de desenvolver e utilizar a tecnologia estão a ocorrer &#8220;mais rapidamente do que em qualquer outro momento&#8221; da trajetória da empresa.</p>
<p>No âmbito desta reestruturação, a divisão de videojogos Xbox será uma das mais afetadas, com a saída de cerca de 20% do quadro de pessoal.</p>
<p>A diretora-executiva deste departamento, Asha Sharma, explicou numa mensagem interna que cerca de 1.600 despedimentos serão efetuados de forma imediata, enquanto outros 1.600 ocorrerão de forma progressiva até ao ano fiscal de 2027.</p>
<p>&#8220;Reconheço que uma reestruturação ao longo de um ano acarreta desafios&#8221;, assinalou Sharma.</p>
<p>A redução de pessoal insere-se num processo mais amplo de transformação da tecnológica, que já realizou várias rondas de despedimentos no ano passado, quando eliminou cerca de 9.000 postos de trabalho.</p>
<p>A Microsoft, que hoje registava uma queda de 1,51% na bolsa após a abertura, acumula perdas de cerca de 19% só este ano, num contexto em que os investidores questionam o impacto da IA generativa no negócio.</p>
<p>Ainda assim, nos últimos trimestres, a empresa registou progressos no negócio de computação em nuvem e no LinkedIn, embora outras áreas, como o Windows, os dispositivos Surface e a Xbox, tenham apresentado queda nas receitas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785972]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Plano de contingência dos SMAS Almada foi ativado e criado gabinete de crise</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 15:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O plano de contingência dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Almada foi ativado e criado um gabinete de crise devido às situações de falhas de abastecimento de água no concelho, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O plano de contingência dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Almada foi ativado e criado um gabinete de crise devido às situações de falhas de abastecimento de água no concelho, foi hoje anunciado.</p>
<p>O anúncio foi feito pelo vice-presidente da Câmara Municipal de Almada, no distrito de Setúbal, Filipe Pacheco, no início da reunião pública do executivo.</p>
<p>Nos últimos dias, moradores de várias localidades do concelho têm relatado sucessivas falhas de água, tendo sido lançada uma petição, que conta já com mais de quatro mil assinaturas, na qual são exigidas medidas urgentes para minimizar os impactos da falta de água.</p>
<p>De acordo com o texto, &#8220;há várias semanas que milhares de residentes e comerciantes enfrentam cortes de água recorrentes, muitas vezes durante horas consecutivas e frequentemente em períodos críticos do dia, nomeadamente ao final da tarde e início da noite, quando a maioria das famílias regressa a casa e necessita de utilizar este serviço essencial&#8221;.</p>
<p>A Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR) já pediu, entretanto, esclarecimentos aos SMAS.</p>
<p>O PSD, na oposição no município, anunciou hoje que vai apresentar uma moção de censura à liderança concelhia socialista.</p>
<p>A moção de censura, mesmo que seja aprovada, não é vinculativa e, por isso, não terá qualquer efeito prático na continuidade do executivo, mas o presidente da Comissão Política Concelhia de Almada do PSD e também vereador, Paulo Sabino, espera que seja &#8220;um abre olhos&#8221; para a presidente da autarquia.</p>
<p>A Câmara Municipal de Almada, liderada pela socialista Inês de Medeiros, tem quatro elementos eleitos pelo PS, três pela CDU (PCP-PEV), dois pelo PSD e outros dois eleitos pelo Chega. Em minoria, o PS assinou um acordo de governação com a CDU.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785971]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Trump confirma ter pedido à FIFA reavaliação de cartão vermelho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mundial2026-trump-confirma-ter-pedido-a-fifa-reavaliacao-de-cartao-vermelho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 14:57:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, confirmou hoje ter pedido ao líder da FIFA, Gianni Infantino, a reavaliação do cartão vermelho mostrado ao avançado norte-americano Folarin Balogun, para que possa alinhar no encontro frente à Bélgica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente norte-americano, Donald Trump, confirmou hoje ter pedido ao líder da FIFA, Gianni Infantino, a reavaliação do cartão vermelho mostrado ao avançado norte-americano Folarin Balogun, para que possa alinhar no encontro frente à Bélgica.</p>
<p>&#8220;Pedi uma reavaliação porque não achei que tivesse sido falta&#8221;, declarou Trump durante um evento na Casa Branca.</p>
<p>O Presidente dos Estados Unidos considerou ainda que as regras relativas ao cartão vermelho são injustas e classificou como &#8220;muito duvidosa&#8221; a atuação do árbitro do jogo entre os Estados Unidos e a Bósnia-Herzegovina.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785970]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bruxelas prepara novas regras para futuros membros da UE antes do próximo alargamento</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bruxelas-prepara-novas-regras-para-futuros-membros-da-ue-antes-do-proximo-alargamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 14:48:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A iniciativa surge numa altura em que Montenegro se aproxima da fase final do caminho para aderir ao bloco europeu.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Comissão Europeia está a preparar propostas para reformar o processo de alargamento da União Europeia, numa tentativa de recuperar protagonismo num debate que tem sido cada vez mais conduzido pelos Estados-membros. A iniciativa surge numa altura em que Montenegro se aproxima da fase final do caminho para aderir ao bloco europeu.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo três responsáveis europeus citados pela Euronews, Bruxelas quer evitar que a discussão sobre novas salvaguardas recaia apenas sobre Montenegro, atualmente o país candidato mais avançado. Nas últimas semanas, vários Estados-membros apresentaram documentos de posição com ideias para alterar o processo de adesão.</p>
<p class="isSelectedEnd">O tema do alargamento voltou ao centro da agenda europeia. Cinco dos seis países fundadores da UE defenderam o reforço das salvaguardas existentes para prevenir retrocessos democráticos e violações do Estado de direito, retirando lições do caso da Hungria de Viktor Orbán.</p>
<p class="isSelectedEnd">Alemanha e França também colocaram em cima da mesa propostas de integração gradual dos países candidatos, permitindo que estes sintam benefícios iniciais da adesão antes de se tornarem membros de pleno direito.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Debate estratégico marcado para outubro</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os países da União Europeia preparam-se agora para uma discussão estratégica sobre a reforma do processo de adesão na próxima cimeira de líderes europeus, marcada para outubro. O debate surge depois de uma ronda do presidente do Conselho Europeu, António Costa, pelas 27 capitais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Antes dessa cimeira, a Comissão Europeia quer apresentar propostas que lhe permitam retomar a iniciativa política ou, pelo menos, evitar perder totalmente o controlo da discussão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um porta-voz da Comissão afirmou à Euronews que Bruxelas tomou nota dos contributos apresentados por vários Estados-membros e que também está a trabalhar sobre o tema. O mesmo responsável disse que a Comissão aguarda a discussão estratégica sobre alargamento e reformas prevista para o Conselho Europeu de outubro.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Reformas mais amplas continuam em aberto</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O alcance das propostas ainda está a ser discutido ao mais alto nível político dentro do executivo europeu. Desde o início do ano passado, a Comissão tem previsto apresentar revisões de política pré-alargamento, destinadas a avaliar como funcionaria uma União Europeia com 30 ou mais membros em matéria de orçamento, tomada de decisões e funcionamento interno.</p>
<p class="isSelectedEnd">Essas revisões acabaram por ficar discretamente suspensas depois de a candidatura da Ucrânia ter tornado o processo mais complexo. O exercício é particularmente sensível entre as capitais europeias, uma vez que mexe na distribuição de poder e de dinheiro dentro da União.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Comissão afirma estar a trabalhar para finalizar a comunicação sobre estas revisões “o mais rapidamente possível”, garantindo que o objetivo é assegurar a maior qualidade possível do documento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, não é claro até que ponto existe disponibilidade política para uma discussão tão ampla, que poderia implicar alterações aos tratados europeus.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Eleições francesas tornam calendário mais sensível</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O momento político é delicado, sobretudo perante as eleições presidenciais francesas previstas para o próximo ano. A votação poderá colocar em disputa direta forças pró-europeias e a direita radical da União Nacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Jordan Bardella, da União Nacional e apontado como um dos favoritos para vencer as presidenciais, tem rejeitado categoricamente a adesão da Ucrânia à União Europeia em várias entrevistas televisivas recentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar das dificuldades políticas, uma reforma mais profunda do processo de adesão poderá acabar por avançar mais cedo ou mais tarde. O objetivo seria manter motivados países como a Ucrânia, incentivando reformas internas e permitindo algum acesso antecipado a benefícios da integração europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao mesmo tempo, a discussão sobre salvaguardas mais fortes para futuros membros já está em curso.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Bruxelas quer evitar retrocessos democráticos depois da adesão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As propostas da Comissão deverão avançar sobretudo no reforço das salvaguardas destinadas a impedir retrocessos democráticos por parte de novos Estados-membros depois de concluído o processo de adesão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o porta-voz da Comissão, Bruxelas está a refletir sobre a forma como estas salvaguardas poderão ser incluídas nos futuros tratados de adesão. O objetivo é garantir que os compromissos assumidos durante as negociações, especialmente os ligados aos “fundamentos” da adesão, continuam a ser cumpridos depois da entrada na União Europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">A preocupação central é evitar que Montenegro seja transformado no campo de ensaio destas novas regras. O tratado de adesão do país começou a ser preparado há poucas semanas, o que aumenta o risco de Podgorica ficar associada ao novo modelo que poderá vir a ser aplicado a futuros alargamentos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um responsável europeu com conhecimento direto do processo disse à Euronews que aplicar estas novas exigências apenas a Montenegro poderia dar a impressão de que o país está a ser penalizado por ter tido bom desempenho. Para esse responsável, o peso da reforma não pode recair todo sobre Montenegro e o processo tem de ser justo.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Estados-membros divididos sobre o papel da Comissão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A reação dos governos europeus à iniciativa da Comissão continua incerta. Algumas capitais poderão ver com bons olhos o regresso de Bruxelas ao centro do debate, enquanto outras poderão interpretar o movimento como uma tentativa de recuperar poder sobre a condução do processo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um segundo responsável europeu citado pela Euronews sublinhou que há muitas ideias em circulação, mas que continuam a ser apenas propostas preliminares. Algumas, acrescentou, nem sequer estão totalmente claras e ainda não existe consenso entre os Estados-membros.</p>
<p class="isSelectedEnd">As salvaguardas não são uma novidade no processo de alargamento da União Europeia. No entanto, o impulso político para reforçar estes mecanismos ganhou força depois da saída de Viktor Orbán do poder, em abril, embora a Comissão já tivesse antes sinalizado a intenção de criar proteções mais fortes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na revisão anual do alargamento de 2025, Bruxelas escreveu que os futuros tratados de adesão teriam de incluir salvaguardas mais robustas contra retrocessos nos compromissos assumidos durante as negociações, bem como exigências para que os novos Estados-membros continuem a proteger e tornar irreversível o seu percurso em matéria de Estado de direito.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Croácia serve de referência para novas salvaguardas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Ao desenhar novos mecanismos de proteção, Bruxelas deverá olhar para experiências anteriores, começando pela adesão da Croácia, o mais recente Estado-membro da UE, que entrou no bloco em 2013.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando Zagreb aderiu, foi criado um mecanismo de monitorização que obrigava a Comissão a acompanhar de perto os compromissos assumidos pela Croácia nas negociações de adesão, incluindo aqueles que tinham de ser cumpridos antes ou até à data da entrada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esse mecanismo incidia sobretudo sobre justiça e direitos fundamentais, com atenção à independência e eficiência do sistema judicial, ao tratamento dos crimes de guerra, à proteção das minorias e a questões relacionadas com refugiados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Tratados de adesão anteriores já incluíam também salvaguardas para problemas económicos graves, violações do funcionamento do mercado interno e falhas na aplicação de legislação em matéria de justiça e assuntos internos, com aplicação durante três anos após a adesão.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Suspensão de fundos e direitos de voto divide capitais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os cinco países fundadores que apresentaram propostas querem ir mais longe. Entre as ideias em discussão está a possibilidade de aplicar sanções rápidas em caso de violações legais, incluindo a suspensão de fundos europeus e até de direitos de voto nos processos de decisão institucional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estas propostas enfrentam resistência significativa. Algumas capitais argumentam que medidas deste tipo podem colidir com o princípio fundamental da igualdade entre Estados-membros e que essa condicionalidade poderia ser vista como uma reabertura do tratado de adesão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outras medidas, mais diretamente ligadas às salvaguardas e menos polémicas entre os governos europeus, passam pela eventual extensão de períodos transitórios, ou seja, derrogações limitadas à plena aplicação do direito da União Europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma das áreas onde estes períodos transitórios poderão ser prolongados diz respeito ao acesso ao mercado de trabalho. Na prática, outros países da UE poderiam manter restrições temporárias à entrada de trabalhadores provenientes de novos Estados-membros.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>EPPO poderá tornar-se obrigatório para novos membros</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Qualquer limitação temporária incluída num tratado de adesão não seria, inevitavelmente, baseada apenas no mérito do candidato. Para evitar que o processo se torne politizado, seriam necessários critérios claros sobre o que constitui retrocesso democrático e um mecanismo objetivo para o avaliar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outra ideia em discussão é tornar obrigatória a participação dos novos Estados-membros na Procuradoria Europeia, conhecida como EPPO. Atualmente, 24 dos 27 países da União Europeia integram este organismo, enquanto a Irlanda e a Hungria já manifestaram interesse em aderir.</p>
<p class="isSelectedEnd">Florian Bieber, coordenador do Balkans in Europe Policy Advisory Group, considera que o reforço das salvaguardas poderá aliviar as preocupações dos países tradicionalmente mais céticos em relação ao alargamento.</p>
<p>Para o especialista, esse efeito poderá aumentar a probabilidade de ratificação de futuras adesões, ao dar garantias adicionais de que os novos membros continuarão vinculados aos compromissos assumidos durante as negociações.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785962]]></sapo:autor>
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		<title>Grupo fechado no TikTok falava em incendiar e usar químicos em escola na Bélgica: seis menores detidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 14:41:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bélgica]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[TikTok]]></category>
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					<description><![CDATA[Polícia local revelou esta segunda-feira que os menores foram detidos em meados de junho, depois de as autoridades terem sido alertadas pela direção da escola]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Seis menores foram detidos na Bélgica por suspeitas de ameaçarem atacar uma escola através de um grupo fechado no TikTok. O caso ocorreu em Hasselt, no leste do país, e envolveu alunos da própria escola visada.</p>
<p>Segundo o &#8217;20 Minutos&#8217;, as mensagens faziam referência à intenção de incendiar o estabelecimento de ensino e de o atacar com substâncias químicas. A polícia local revelou esta segunda-feira que os menores foram detidos em meados de junho, depois de as autoridades terem sido alertadas pela direção da escola.</p>
<p>A administração do estabelecimento de ensino detetou o grupo fechado no TikTok e comunicou o conteúdo das mensagens ao Ministério Público de Limburg. Além das ameaças contra a escola e os seus funcionários, as publicações incluíam referências a tiroteios em escolas, grupos extremistas e episódios violentos da história.</p>
<p>Perante o teor das mensagens, as autoridades abriram uma investigação para identificar os responsáveis e avaliar se existia risco concreto de ataque.</p>
<p><strong>Suspeitos identificados em menos de 24 horas</strong></p>
<p>Com a colaboração de vários fornecedores de internet, os investigadores conseguiram identificar os seis menores, todos estudantes da escola. Os jovens foram detidos sob suspeita de ameaça de ataque.</p>
<p>Segundo a polícia, a intervenção teve como objetivo impedir que a escola pudesse vir a ser alvo de um ataque nos dias seguintes. Os seis menores foram depois presentes a juízes dos tribunais juvenis de Hasselt e Tongeren, ambas localidades da província de Limburg.</p>
<p><strong>Investigação continua aberta</strong></p>
<p>O processo permanece em investigação sob direção da procuradoria local, agora responsável pela unidade de criminalidade juvenil. O chefe da polícia, Philip Pirard, destacou a rapidez da atuação das autoridades, afirmando que os pedidos e mandados necessários foram tratados “com grande rapidez”.</p>
<p>“Graças à colaboração eficaz entre os diversos serviços e organizações, conseguimos identificar e deter os suspeitos em menos de 24 horas”, afirmou o responsável policial.</p>
<p><strong>Autoridades deixam aviso aos jovens</strong></p>
<p>A polícia pediu aos jovens que estejam atentos aos grupos online em que participam e que denunciem de imediato mensagens que ultrapassem os limites do aceitável.</p>
<p>As autoridades belgas e o Ministério Público sublinharam ainda que a publicação de conteúdos extremistas ou de ameaças é “absolutamente inaceitável” e terá as consequências correspondentes.</p>
<p>O caso volta a colocar em destaque o papel das redes sociais na circulação de ameaças entre menores e a necessidade de escolas, famílias e autoridades acompanharem sinais de radicalização, intimidação ou planeamento de violência em espaços digitais fechados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785959]]></sapo:autor>
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		<title>Nuno Melo diz que &#8220;já se antecipa outra crise política&#8221; e vaticina que PS e Chega vão ter desilusão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 14:36:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do CDS-PP avisou hoje que "já se antecipa outra crise política", mas vaticinou que se os "socialismos e extremismos" se coligarem para deitar o Governo abaixo poderão ter uma nova desilusão nas urnas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do CDS-PP avisou hoje que &#8220;já se antecipa outra crise política&#8221;, mas vaticinou que se os &#8220;socialismos e extremismos&#8221; se coligarem para deitar o Governo abaixo poderão ter uma nova desilusão nas urnas.</p>
<p>Nuno Melo fez hoje a abertura das jornadas parlamentares do PSD/CDS-PP, em Cascais (distrito de Lisboa), que não contam com a presença do líder do PSD e primeiro-ministro, Luís Montenegro, ausente do país para assistir hoje ao jogo da seleção nacional de futebol nos Estados Unidos contra a Espanha.</p>
<p>&#8220;O facto é que já se antecipa por aí outra crise política&#8221;, afirmou o também ministro da Defesa, sem nunca concretizar que cenário concreto pode fazer antever esta crise política.</p>
<p>Numa intervenção em que criticou quer o líder do Chega, André Ventura, quer o secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, o também ministro da Defesa assegurou que o Governo PSD/CDS-PP &#8220;deseja e procura ativamente a estabilidade&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nós sabemos que não governamos com maioria absoluta e realmente eu acho que não governamos com arrogância. Nós falamos, procuramos entendimentos e não somos arrogantes, ninguém nos pode acusar do contrário, mas também sabemos que os socialismos e os populismos se podem aliar outra vez para que venha aí outra crise política&#8221;, disse.</p>
<p>Se as eleições legislativas, apenas previstas para 2029, voltarem a ser antecipadas, Nuno Melo deixou a sua previsão.</p>
<p>&#8220;Se as oposições não quiserem respeitar a vontade dos eleitores outra vez, se não nos quiserem deixar governar, pode bem ser que tenham uma outra grande desilusão&#8221;, disse, referindo-se ao reforço da AD em 2025, face às legislativas de 2024.</p>
<p>O presidente do CDS-PP disse acreditar que os portugueses &#8220;sabem quem cumpriu e quem traiu o mandato que lhes foi confiado&#8221; e defendeu que &#8220;os resultados são o cartão de visita&#8221; da AD, lembrando que esta coligação PSD/CDS-PP &#8220;nunca perdeu eleições legislativas&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785961]]></sapo:autor>
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		<title>Sul da Europa em chamas: fumo tóxico na Grécia, evacuações em França e 15 mil hectares ardidos em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 14:29:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os incêndios continuam a atingir vários países do sul da Europa, num cenário marcado por calor extremo, vento e solos secos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Os incêndios continuam a atingir vários países do sul da Europa, num cenário marcado por calor extremo, vento e solos secos. Portugal, Espanha, França e Grécia estão entre os países mais afetados, com centenas de bombeiros no terreno e milhares de pessoas obrigadas a abandonar as suas casas.</p>
<p class="isSelectedEnd">As chamas já devastaram mais de 190 quilómetros quadrados de terreno nos quatro países, uma área mais de duas vezes superior à de Manhattan. O agravamento da situação surge poucas semanas depois de uma vaga de calor em junho, durante a qual foram registadas milhares de mortes em excesso na Europa.</p>
<p>Segundo o grupo científico World Weather Attribution, esse episódio de calor extremo teria sido “praticamente impossível” sem as alterações climáticas. Apesar da descida das temperaturas em Portugal esta segunda-feira, várias regiões do sul da Europa continuam sob alerta, com previsões de novo agravamento do calor em alguns pontos nos próximos dias.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>França mobiliza 700 bombeiros perto de Perpignan</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No sudoeste de França, perto de Perpignan, cerca de 700 bombeiros, apoiados por meios aéreos especializados, combatem um incêndio descrito pelas autoridades como “gigantesco”. As chamas avançam numa zona remota e de difícil acesso, obrigando à retirada de mais de 10 mil residentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Alimentado pelo vento, pelo calor intenso e por ar excecionalmente seco, o fogo quase triplicou de dimensão desde domingo de manhã. Já consumiu 46 quilómetros quadrados e provocou ferimentos num bombeiro e num residente, segundo as autoridades locais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Trevillach, uma das localidades afetadas, os moradores foram surpreendidos pela rapidez das chamas. Um residente de 53 anos contou que o fogo chegou a cerca de 300 metros das casas e que a velocidade de propagação provocou momentos de quase pânico.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outra moradora, Charlotte Pignol, de 30 anos, relatou que começou a ver fumo por volta das 22h30 e que as chamas se aproximaram durante a noite. Pouco depois da 01h00, alguém da câmara local bateu-lhe à porta para a avisar de que tinha de abandonar a habitação.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Época de incêndios começa mais cedo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As autoridades francesas alertam que a época anual de incêndios começou cerca de um mês mais cedo do que o habitual. O coronel Eric Belgioino, dos serviços de bombeiros franceses, afirmou que as alterações climáticas já estão a fazer sentir os seus efeitos e apelou à população para adotar cuidados redobrados.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Estamos apenas no início de julho”, alertou o responsável, sublinhando que a temporada será longa para os operacionais que combatem as chamas. O pedido às populações é claro: evitar qualquer comportamento que possa provocar novos focos de incêndio.</p>
<p class="isSelectedEnd">Perante o agravamento da situação, a União Europeia anunciou o envio de quatro aviões de combate a incêndios para apoiar os bombeiros no sul de França. Segundo a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, os meios chegam de Chipre e da Suécia para reforçar a resposta junto a Perpignan.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="fr" dir="ltr">Alors que des incendies ravagent le sud de la France, l&#39;Europe se mobilise.</p>
<p>Nous avons déployé quatre avions bombardiers d&#39;eau de notre flotte RescEU.</p>
<p>Ils arriveront aujourd&#39;hui même depuis Chypre et la Suède pour renforcer les pompiers français autour de Perpignan.</p>
<p>L&#39;Europe…</p>
<p>&mdash; Ursula von der Leyen (@vonderleyen) <a href="https://x.com/vonderleyen/status/2074072823010599359?ref_src=twsrc%5Etfw">July 6, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Tour de France sem espectadores numa etapa nos Pirenéus</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O impacto dos incêndios chegou também ao Tour de France. As autoridades francesas anunciaram que a terceira etapa da prova, com passagem pelos Pirenéus, será realizada sem espectadores no território francês.</p>
<p class="isSelectedEnd">A etapa, que liga Espanha a França, ficará limitada à passagem dos ciclistas e dos veículos indispensáveis à organização da corrida. O prefeito regional Pierre Regnault de la Mothe pediu ao público que não se aproxime do percurso nem da zona de chegada.</p>
<p class="isSelectedEnd">O responsável admitiu lamentar a decisão, mas frisou que, pelo menos em França, a etapa terá de decorrer sem público por razões de segurança.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Grécia alerta para fumo tóxico após fogo atingir fábricas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na Grécia, um incêndio florestal atingiu duas fábricas em Salónica, no norte do país, durante o fim de semana. As autoridades ordenaram a evacuação da zona envolvente e recomendaram às famílias que mantivessem as janelas fechadas devido ao risco associado ao fumo.</p>
<p class="isSelectedEnd">O incêndio levantou preocupações adicionais por causa da possibilidade de uma nuvem tóxica resultante da combustão de materiais industriais. A situação obrigou os serviços de emergência a reforçar os avisos à população.</p>
<p class="isSelectedEnd">As imagens captadas nos arredores de Salónica mostraram edifícios queimados, fumo intenso e residentes afetados pela proximidade das chamas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Espanha combate fogo na Costa Brava</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Em Espanha, um incêndio junto à costa nordeste da Costa Brava consumiu mais de 2.200 hectares em dois dias. Os bombeiros alertaram que o combate às chamas deverá ser dificultado pela subida das temperaturas e pela existência de vários pontos quentes ainda ativos dentro do perímetro do incêndio.</p>
<p class="isSelectedEnd">As autoridades espanholas mantêm-se em alerta perante a combinação de calor, vegetação seca e vento. A evolução meteorológica dos próximos dias poderá complicar os trabalhos de consolidação e rescaldo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Tal como em Portugal e no sul de França, várias regiões espanholas reforçaram os avisos de calor devido à nova subida das temperaturas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Portugal controla 80% de incêndio que já destruiu 13 mil hectares</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Em Portugal, os serviços de emergência indicaram que estava controlado cerca de 80% de um incêndio que devastou aproximadamente 13 mil hectares de floresta e mato no norte do país.</p>
<p class="isSelectedEnd">As chamas provocaram uma destruição significativa de área florestal e de vegetação rasteira, numa altura em que o país continua sob atenção devido ao risco agravado de incêndio e ao aumento das temperaturas.</p>
<p class="isSelectedEnd">As regiões de Espanha e do sul de França reforçaram os alertas de calor para os próximos dias, enquanto Portugal permanece atento ao risco de incêndio depois de vários dias de temperaturas elevadas. A nova vaga de calor deverá avançar para norte e poderá prolongar-se até ao próximo fim de semana.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Focos também atingem Croácia e Albânia</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Além de Portugal, Espanha, França e Grécia, também há registo de incêndios importantes noutras zonas da Europa. Na ilha croata de Hvar, as chamas destruíram centenas de hectares de floresta, vinhas e mato.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na Albânia, as autoridades reportaram danos semelhantes na zona de Tale, onde os incêndios consumiram extensas áreas de vegetação.</p>
<p>A sucessão de fogos em vários países confirma o agravamento do risco no sul da Europa, num contexto marcado por calor extremo, seca, vento e solos cada vez mais vulneráveis.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785945]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mercado força compradores a subir orçamento: 45% da procura de casa já está entre 200 mil e 300 mil euros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mercado-forca-compradores-a-subir-orcamento-45-da-procura-de-casa-ja-esta-entre-200-mil-e-300-mil-euros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 14:24:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[mercado imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[Análise compara a procura registada nos últimos três meses com o mesmo período do ano anterior]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os portugueses estão a procurar casa com orçamentos cada vez mais elevados. Dados do Imovirtual mostram que, pela primeira vez, a faixa entre 200 mil e 300 mil euros passou a concentrar a maior parte das pesquisas por apartamentos e moradias para compra, representando 45% da procura nacional.</p>
<p>A análise, que compara a procura registada nos últimos três meses com o mesmo período do ano anterior, aponta para uma mudança relevante no comportamento dos compradores. A procura por imóveis até 200 mil euros, que há um ano representava 46,9% das pesquisas, caiu para 32,1% do total.</p>
<p>Ainda assim, o interesse por casas mais acessíveis continua a crescer. Segundo o Imovirtual, o volume de pesquisas nesta faixa aumentou 78%, embora já não acompanhe o ritmo de crescimento das gamas de preço superiores.</p>
<p><strong>Faixa dos 200 mil aos 300 mil euros dispara</strong></p>
<p>A maior transformação verifica-se precisamente nos imóveis entre 200 mil e 300 mil euros. Esta faixa registou um crescimento de 227,3% face ao mesmo período do ano anterior, consolidando-se como o intervalo de preço mais procurado pelos utilizadores da plataforma.</p>
<p>Também os segmentos mais elevados apresentam subidas expressivas. A procura por imóveis entre 300 mil e 400 mil euros cresceu 253%, enquanto a faixa entre 400 mil e 500 mil euros avançou 266%. Já os imóveis acima dos 500 mil euros registaram um aumento de 170%.</p>
<p>No conjunto, as casas acima dos 300 mil euros representam já 23% da procura nacional, sinalizando uma concentração crescente nas faixas de preço mais elevadas.</p>
<p><strong>Compradores ajustam expectativas ao mercado</strong></p>
<p>Para o Imovirtual, estes dados refletem uma adaptação dos compradores à realidade atual do mercado imobiliário, marcada por preços elevados e por menor oferta em segmentos mais acessíveis.</p>
<p>“O que estamos a observar é uma adaptação muito clara dos compradores à realidade do mercado. Em vez de abandonarem a procura, muitos estão a reajustar o orçamento disponível para continuarem ativos no mercado”, afirma Sylvia Bozzo, Marketing Manager do Imovirtual.</p>
<p>Segundo a responsável, esta mudança ajuda a explicar o peso crescente das faixas intermédias e mostra que a procura para compra continua ativa, apesar da pressão sobre os preços.</p>
<p><strong>Até 200 mil euros, a procura está mais distribuída pelo país</strong></p>
<p>A distribuição geográfica da procura varia consoante o orçamento disponível. Nos imóveis até 200 mil euros, as pesquisas apresentam uma repartição mais equilibrada pelo território.</p>
<p>Santarém concentra 12% da procura nesta faixa, seguido de Coimbra e Porto, ambos com 11%. Ao nível dos concelhos, destacam-se Coimbra, com 3%, e Lisboa e Ourém, ambos com 2%.</p>
<p>Este perfil sugere que os imóveis mais acessíveis continuam a ser procurados sobretudo fora dos mercados mais pressionados, embora a procura por preços mais baixos permaneça relevante em várias zonas do país.</p>
<p><strong>Porto e Lisboa dominam entre 200 mil e 300 mil euros</strong></p>
<p>Na faixa entre 200 mil e 300 mil euros, Porto e Lisboa concentram mais de metade da procura nacional. O Porto representa 27% das pesquisas, enquanto Lisboa surge logo depois, com 26%. Setúbal ocupa a terceira posição, com 12%.</p>
<p>Entre os concelhos, Vila Nova de Gaia e Sintra lideram, ambos com 7% da procura, seguidos de Gondomar, com 4%.</p>
<p>À medida que os orçamentos aumentam, a procura torna-se cada vez mais concentrada nas áreas metropolitanas. Entre 300 mil e 400 mil euros, Lisboa representa 35% das pesquisas, seguida do Porto, com 24%, e de Setúbal, com 16%.</p>
<p><strong>Acima dos 500 mil euros, Lisboa concentra 65% da procura</strong></p>
<p>Nos imóveis entre 400 mil e 500 mil euros, Lisboa reforça o seu peso, concentrando 45% da procura nacional. Setúbal surge com 21% e Porto com 16%.</p>
<p>Acima dos 500 mil euros, a concentração é ainda mais evidente: Lisboa representa 65% de todas as pesquisas nesta faixa de preço, seguida de Setúbal, com 9%, e Faro, com 7%.</p>
<p>Ao nível dos concelhos, Cascais lidera de forma destacada nos imóveis acima de 500 mil euros, concentrando 29% das pesquisas. Lisboa surge em segundo lugar, com 14%, seguida de Sintra, com 7%.</p>
<p><strong>Tipologia procurada também muda com o orçamento</strong></p>
<p>O perfil dos imóveis procurados varia de acordo com o valor disponível. Até 200 mil euros, predominam os T4, com 28% da procura, seguidos dos T3, com 25%, e dos T2, com 21%. Segundo o Imovirtual, este padrão reflete sobretudo a procura por moradias em mercados mais acessíveis.</p>
<p>Entre 200 mil e 300 mil euros, os T3 dominam, com 37% das pesquisas, seguidos dos T2, com 27%, e dos T4, com 23%. Já entre 300 mil e 400 mil euros, os T4 representam 45% da procura, acompanhados pelos T3, com 33%.</p>
<p>Nos imóveis entre 400 mil e 500 mil euros, os T4 tornam-se claramente dominantes, com 64% das pesquisas. Acima dos 500 mil euros, os T4 continuam a liderar, com 60%, enquanto os T5 ou superiores representam já 25% da procura.</p>
<p><strong>Mercado altera preços e expectativas</strong></p>
<p>Os dados do Imovirtual mostram que a evolução do mercado imobiliário não está apenas a alterar os preços das casas. Está também a transformar os orçamentos com que os portugueses entram na procura por habitação.</p>
<p>Com a faixa entre 200 mil e 300 mil euros a tornar-se dominante e os segmentos acima dos 300 mil euros a ganharem peso, o mercado revela uma adaptação progressiva das expectativas financeiras dos compradores à realidade da habitação em Portugal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785952]]></sapo:autor>
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		<title>Tiago Grila vai responder em tribunal por atropelamento, fuga e condução sem carta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 14:19:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Tiago Grila]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministério Público tinha acusado Tiago Grila, em março, de três crimes: ofensa à integridade física grave por negligência, omissão de auxílio e condução sem habilitação legal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O influencer Tiago Grila vai mesmo a julgamento no processo relacionado com o atropelamento de uma mulher na Amadora, em janeiro de 2024. Segundo avança o &#8216;Correio da Manhã&#8217;, o juiz de instrução decidiu esta segunda-feira levar o caso a julgamento.</p>
<p>O Ministério Público tinha acusado Tiago Grila, em março, de três crimes: ofensa à integridade física grave por negligência, omissão de auxílio e condução sem habilitação legal.</p>
<p>De acordo com a Procuradoria da República da Comarca de Lisboa Oeste, os factos ocorreram a 17 de janeiro de 2024, nas imediações do Bingo da Amadora. A vítima tinha acabado de sair do local e dirigiu-se a uma passagem para peões, aguardando pelo sinal verde para atravessar.</p>
<p>Segundo a acusação, a mulher foi atropelada quando atravessava a passadeira por uma viatura conduzida pelo arguido, de 34 anos. Com o embate, caiu no chão e perdeu os sentidos.</p>
<p>O Ministério Público sustenta ainda que Tiago Grila saiu do veículo, aproximou-se da vítima e permaneceu junto dela durante alguns momentos. Depois, terá regressado à viatura e fugido, sem prestar auxílio e sem chamar o INEM.</p>
<p>A vítima sofreu dores e lesões que afetaram a sua capacidade de trabalho durante mais de um ano. Mais tarde, as autoridades apuraram também que o influencer não tinha documento que o habilitasse legalmente a conduzir o veículo em causa.</p>
<p><strong>Caso ganhou dimensão pública após podcast</strong></p>
<p>A polémica em torno de Tiago Grila ganhou destaque em janeiro de 2025, cerca de um ano depois do atropelamento. No “Podcast do Mestre”, o influencer afirmou que um dos seus segredos era ter “atropelado uma pessoa e fugido”.</p>
<p>O momento tornou-se viral nas redes sociais e levou as autoridades a investigar o caso. Foi então apurado que o atropelamento tinha ocorrido a 17 de janeiro de 2024, junto ao Bingo da Amadora.</p>
<p>Tiago Grila viria depois a afirmar que a declaração no podcast era mentira e que tudo não passava de uma “estratégia de marketing”.</p>
<p><strong>Vítima reconheceu o acidente ao ouvir a declaração</strong></p>
<p>Numa entrevista à &#8216;SIC Notícias&#8217;, a vítima contou que reconheceu a situação ao ouvir a alegada confissão do influencer no podcast. “Revi o acidente todo que tinha passado naquele momento”, recordou.</p>
<p>A mulher descreveu ainda as lesões sofridas nessa noite, referindo que partiu um braço, levou pontos na cabeça e partiu os dentes da frente.</p>
<p>Depois de o caso se tornar público, Tiago Grila declarou-se “surpreendido” por ter sido associado ao atropelamento e rejeitou qualquer ligação ao episódio. Nas redes sociais, escreveu que a associação à sua pessoa era “completamente falsa e descabida”.</p>
<p>Posteriormente, deu várias entrevistas em que negou ter cometido qualquer crime e insistiu na versão de que a afirmação feita no podcast tinha sido uma estratégia de “marketing”.</p>
<p>Com a decisão do juiz de instrução, o caso segue agora para julgamento, onde Tiago Grila terá de responder pelos crimes de que está acusado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785915]]></sapo:autor>
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		<title>Almada pondera zonas específicas de abastecimento para mitigar falta de água</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 14:17:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Câmara Municipal de Almada divulgou uma nota na sua página no Facebook indicando que o concelho atingiu em 2026 o maior consumo de água dos últimos 75 anos, com um aumento de 4,3% nos primeiros seis meses deste ano face a 2025]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O município de Almada, no distrito de Setúbal, está a estudar formas de mitigar as sucessivas falhas de água no concelho, ponderando criar zonas de abastecimento em pontos específicos para ajudar a população, disse hoje o presidente dos SMAS.</p>
<p>Luis Palma, que é também vereador da CDU na Câmara Municipal de Almada, liderada pela socialista Inês de Medeiros, falava à comunicação social minutos depois de ter recebido uma delegação de um movimento de cidadãos que hoje se concentrou à porta dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) a exigir a resolução dos sucessivos cortes no abastecimento de água registados no concelho nos últimos dias.</p>
<p>O autarca adiantou que essas medidas serão discutidas ainda hoje numa reunião com a Proteção Civil Municipal.</p>
<p>&#8220;Estamos a viver um momento muito sensível pelo período do ano que é &#8211; estamos no verão -, mas também pelo aumento populacional e com um consumo muito superior à captação que estamos a conseguir&#8221;, explicou.</p>
<p>Por essa razão, indicou, de forma a salvaguardar o fornecimento a todas as habitações e impedir que as mesmas localidades fiquem sobrecarregadas, está em marcha um modelo de distribuição partilhada e alternada.</p>
<p>&#8220;Quando se fala que não há água em Almada&#8230; há água em Almada. Estamos é com dificuldade de abastecer algumas zonas mais sensíveis, nomeadamente a Costa da Caparica, que é uma situação que nos preocupa, e por isso é que nós decidimos fazer uma distribuição equitativa, solidária, por toda a rede&#8221;, disse, adiantando que objetivo é impedir que existam zonas sem água mais de 24 horas.</p>
<p>No domingo a Câmara Municipal de Almada divulgou uma nota na sua página no Facebook indicando que o concelho atingiu em 2026 o maior consumo de água dos últimos 75 anos, com um aumento de 4,3% nos primeiros seis meses deste ano face a 2025.</p>
<p>Segundo a autarquia, a subida representa mais do dobro do crescimento médio anual das últimas décadas, que rondava os 2%, não sendo este crescimento do consumo igual em todo o concelho.</p>
<p>&#8220;Enquanto zonas como o Pragal, Almada, Cacilhas ou a Cova da Piedade viram o consumo estabilizar ou até descer ligeiramente, outras dispararam: a Charneca da Caparica cresceu mais de 15%, a Sobreda e o Lazarim quase 15%, e a Costa de Caparica mais de 14%&#8221;, indicou.</p>
<p>Estes números, sublinhou a autarquia, &#8220;ajudam a perceber a pressão que o sistema de abastecimento está a sentir este ano&#8221;.</p>
<p>Nos últimos dias moradores de várias localidades do concelho têm relatado sucessivas falhas de água, tendo sido lançada uma petição que conta já com mais de quatro mil assinaturas, na qual são exigidas medidas urgentes para minimizar os impactos da falta de água.</p>
<p>Os peticionários pedem ainda uma intervenção urgente para que este problema seja resolvido com a maior brevidade possível e manifestam-se &#8220;profundamente preocupados e indignados perante as frequentes interrupções no abastecimento de água&#8221; que têm afetado parte do concelho, em especial a Costa da Caparica, a Sobreda e os Capuchos.</p>
<p>De acordo com o texto, &#8220;há várias semanas que milhares de residentes e comerciantes enfrentam cortes de água recorrentes, muitas vezes durante horas consecutivas e frequentemente em períodos críticos do dia, nomeadamente ao final da tarde e início da noite, quando a maioria das famílias regressa a casa e necessita de utilizar este serviço essencial&#8221;.</p>
<p>A Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR) pediu esclarecimentos aos SMAS.</p>
<p>O Movimento Futuro da Costa, que se candidatou nas últimas autárquicas, realizou na manhã de hoje uma concentração de protesto junto aos SMAS, enquanto nas redes sociais está a ser anunciada a realização, na quarta-feira, na Costa da Caparica, de um cordão humano silencioso para apelar à resolução urgente do problema.</p>
<p>Segundo dados do Pordata, o concelho de Almada tem atualmente 202.896 habitantes, mais 19.562 em relação a 2021 (últimos censos) e mais 27.651 em relação a 2011.</p>
<p>O PSD, na oposição no município, anunciou hoje que vai apresentar uma moção de censura à liderança concelhia socialista.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785923]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Mais de 15.000 hectares arderam em Portugal nos últimos cinco dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 14:15:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de 15.000 hectares arderam em Portugal nos últimos cinco dias, tendo a área ardida duplicado entre 01 e 05 de julho, revelam dados provisórios do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 15.000 hectares arderam em Portugal nos últimos cinco dias, tendo a área ardida duplicado entre 01 e 05 de julho, revelam dados provisórios do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR).</p>
<p>Consultados pela agência Lusa, os dados do SGIFR indicam que os 4.592 incêndios florestais registados este ano provocaram 30.155 hectares de área queimada e mais de 15.000 arderam entre quarta-feira e domingo.</p>
<p>Segundo o SGIFR, gerido pela Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, os incêndios consumiram mais área na região Centro, num total de 14.244, tendo contribuído para estes números o fogo que começou na madrugada de quinta-feira em Vouzela (Viseu) e que só hoje foi dominado. Na região norte, a área ardida totaliza este ano 11.834.</p>
<p>Em relação ao mesmo período de 2025, a área ardida quase quadruplicou, registando-se este ano a maior desde 2017.</p>
<p>Já os incêndios aumentaram este ano cerca de 70% em relação ao mesmo período de 2025 e verifica-se o maior número de fogos desde 2022.</p>
<p>Os dados do SGIFR indicam ainda que 56% da área ardida se verificou nos dias de risco elevado de incêndio.</p>
<p>Desde a semana passada que Portugal está a registar temperaturas muito elevadas, tendo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocado vários distritos sob aviso vermelho devido ao calor.</p>
<p>O Governo decretou na sexta-feira situação de alerta que está em vigor até às 23:59 de hoje devido ao &#8220;significativo agravamento do risco de incêndios rurais&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785925]]></sapo:autor>
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		<title>Loja da Ikea em Coimbra abre no dia 30 com um formato pioneiro em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 14:15:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[Coimbra, 06 jul 2026 -- Um investimento de três milhões de euros e um formato pioneiro em Portugal resultaram na nova loja da Ikea em Coimbra, que abre no dia 30 e que foi hoje apresentada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um investimento de três milhões de euros e um formato pioneiro em Portugal resultaram na nova loja da Ikea em Coimbra, que abre no dia 30 e que foi hoje apresentada.</p>
<p>&#8220;Este é um formato piloto da Ikea. É o primeiro em Portugal, no mundo [só há] meia dúzia. É um formato que estamos a explorar e é essencialmente uma loja normal, mas reduzida&#8221;, disse hoje o diretor da loja, num evento que decorreu nas novas instalações.</p>
<p>Segundo Guilherme Ribeiro, os clientes vão encontrar, além de aconselhamento e planificação, os produtos considerados mais relevantes da marca.</p>
<p>Contará ainda com uma área circular, onde os clientes terão também a oportunidade de reutilizar produtos que já não queiram, bem como um espaço que, não sendo um restaurante, disponibilizará os &#8220;êxitos mais comuns&#8221; da marca e também mercearia sueca.</p>
<p>Sobre a escolha de Coimbra, Guilherme Ribeiro apontou que &#8220;faz todo o sentido&#8221; do ponto de vista estratégico para a empresa, por ser &#8220;uma cidade vibrante&#8221; e pela sua localização geográfica, permitindo &#8220;apoiar não só a cidade de Coimbra, mas também as municipalidades à volta&#8221;.</p>
<p>A nova loja está localizada no Mondego Retail Park, em Taveiro, considerado &#8220;super relevante na área&#8221; e &#8220;interessante&#8221; para o novo formato que a Ikea vai instalar.</p>
<p>&#8220;Não estamos a obrigar os clientes a virem ter connosco, mas estamos já integrados no meio do Retail Park, onde temos outros concorrentes, e os clientes podem vir por eles próprios&#8221;, referiu.</p>
<p>A nova loja do Ikea abre com uma equipa inicial de 37 funcionários.</p>
<p>Na sua intervenção, a presidente da Câmara de Coimbra considerou que o investimento &#8220;representa mais do que uma loja&#8221;, sublinhando ser &#8220;também um sinal de confiança&#8221; numa cidade e região que se quer afirmar cada vez mais como um território para atrair investimento e criar emprego.</p>
<p>Ana Abrunhosa ressalvou ainda os &#8220;elevados padrões de sustentabilidade e de responsabilidade&#8221; da Ikea na sua cadeia de fornecimento, &#8220;criando oportunidades para que as empresas locais integrem cadeias de valor internacional&#8221;.</p>
<p>&#8220;O vosso investimento representa também novas oportunidades para o tecido empresarial local e regional&#8221;, sustentou.</p>
<p>Já o secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços sublinhou que faltava à Ikea, com lojas a Norte, Lisboa e no Algarve, &#8220;esta ponte para tornar o território mais coeso&#8221;, sendo que é também &#8220;uma grande oportunidade de negócio&#8221;.</p>
<p>Para Pedro Machado, esta atividade &#8220;é um contributo enorme para poder fixar e manter as pessoas com conforto e condições de habitabilidade&#8221;, salientando que o complexo vai servir &#8220;uma região vasta&#8221; e que &#8220;há também uma dimensão da economia circular&#8221;, com fornecedores locais.</p>
<p>&#8220;Bons investimentos significam mercado competitivo, mercado competitivo significa oportunidades para residentes e não residentes&#8221;, disse.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785926]]></sapo:autor>
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		<title>Exames em atraso deverão chegar aos professores até ao final do dia, garante ministro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/exames-em-atraso-deverao-chegar-aos-professores-ate-ao-final-do-dia-ministro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 14:14:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Alexandre]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[ Pela primeira vez este ano, as provas dos 11.º e 12.º anos, que continuam a ser realizadas em papel, estão a ser corrigidas em formato digital, um processo que implica que sejam digitalizadas e só depois distribuídas pelos professores para serem avaliadas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 70% dos exames do secundário estão nas mãos dos professores e os restantes deverão ser distribuídos até ao final do dia, antecipou hoje o ministro da Educação, garantindo que não há classificadores sem provas para corrigir.</p>
<p>O Ministério da Educação, Ciência e Inovação abriu hoje à comunicação social as portas do centro de operações onde estão a ser processados os exames nacionais do ensino secundário.</p>
<p>Pela primeira vez este ano, as provas dos 11.º e 12.º anos, que continuam a ser realizadas em papel, estão a ser corrigidas em formato digital, um processo que implica que sejam digitalizadas e só depois distribuídas pelos professores para serem avaliadas.</p>
<p>Organizadas em centenas de caixas num armazém em Mem Martins, concelho de Sintra, as mais de 300 mil provas já foram todas digitalizadas, mas ainda há professores que não receberam todos os itens que terão de classificar.</p>
<p>Aos jornalistas, o ministro explicou que cerca de 70% das provas foram distribuídas e as restantes, a aguardar revalidação devido à identificação de algum erro na digitalização, chegariam ainda hoje aos respetivos classificadores.</p>
<p>Ainda assim, nenhum professor continua sem trabalho e, mesmo com alguns itens em falta, todos os classificadores já receberam grande parte do trabalho que terão de concluir até 14 de julho, acrescentou Fernando Alexandre.</p>
<p>Nas antigas instalações do Editorial do Ministério da Educação e Ciência &#8212; entidade entretanto extinta e cujas funções foram assumidas pela Imprensa Nacional Casa da Moeda &#8211;, dezenas de professores continuam a trabalhar diariamente para processar as provas realizadas entre 16 e 26 de junho.</p>
<p>Depois de entregues pelas forças de segurança, todas as folhas de resposta tiveram de ser digitalizadas &#8212; um processo inicialmente mais demorado devido à forma como alguns exames tinham sido acondicionados pelas escolas &#8212; e carregadas na plataforma de processamento e tratamento.</p>
<p>Foi, precisamente, nessa plataforma que ocorreram muitas das falhas técnicas que acabaram por obrigar a tutela a alterar prazos e adiar a segunda fase dos exames nacionais.</p>
<p>Segundo o secretário de Estado Adjunto e da Educação, Alexandre Homem Cristo, o sistema está desenhado para validar, de forma automática, se as provas estão em condições para serem carregadas na plataforma de distribuição e classificação.</p>
<p>No entanto, devido a um erro na programação, essa filtragem não estava a funcionar corretamente e, por isso, alguns professores chegaram a receber, por exemplo, respostas incompletas.</p>
<p>Os governantes asseguram, no entanto, que as equipas do Ministério da Educação estão a acompanhar, em permanência, todas as falhas reportadas, contando atualmente com o apoio técnico de uma consultora externa, e que &#8220;os grandes obstáculos estão todos resolvidos&#8221;.</p>
<p>Devido aos problemas técnicos identificados logo nos primeiros dias do processo, o Governo anunciou, na semana passada, o adiamento da divulgação dos resultados e da segunda fase dos exames nacionais.</p>
<p>Os professores terão agora até 14 de julho para classificar as provas (era até dia 10), e os resultados serão afixados a 17 de julho, em vez de 14 de julho.</p>
<p>A segunda fase dos exames finais nacionais do ensino secundário, que deveria começar a 16 de julho, arranca apenas na tarde de 20 de julho e termina a 24 de julho, em vez de 22 de julho.</p>
<p>Segundo adiantou hoje aos jornalistas, o Ministério da Educação está também a trabalhar numa ferramenta para monitorizar a correção de todos os exames e que permitirá saber quantos itens de resposta são distribuídos a cada professor e acompanhar a conclusão das correções.</p>
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		<title>Venezuela/Sismo: Sobe para 96 número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 14:13:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana subiu para 96 e registam-se 60 portugueses desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana subiu para 96 e registam-se 60 portugueses desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>Entre os 96 cidadãos portugueses mortos, em que 83 tinham também a nacionalidade venezuelana, estão 17 crianças e 79 adultos, indicou o MNE.</P><br />
<P>O anterior balanço divulgado no sábado contabilizava 93 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos e 57 desaparecidos.</P><br />
<P>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 3.342 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira, zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes e uma das mais afetadas.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785935]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Vila Galé compra hotel com 298 quartos no Brasil que terá parque aquático, spa e capacidade para grandes eventos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 13:21:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Vila Galé]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo Vila Galé reforçou a sua presença no Brasil com a aquisição de um hotel na Reserva do Paiva, em Pernambuco, que está a ser totalmente remodelado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo Vila Galé reforçou a sua presença no Brasil com a aquisição de um hotel na Reserva do Paiva, em Pernambuco, que está a ser totalmente remodelado e deverá reabrir como Vila Galé Reserva do Paiva Lifestyle Resort Hotel, Convention, SPA &amp; Beach Club a 15 de outubro de 2026. A inauguração oficial está agendada para 31 de outubro.</p>
<p>Com esta aquisição, o grupo português passa a ser proprietário de dois resorts no estado de Pernambuco, somando cerca de 600 quartos e mais de 1.300 camas. O outro empreendimento é o Vila Galé Cabo de Santo Agostinho Family Beach Resort Hotel Sports Convention &amp; SPA, em funcionamento desde 2009 e atualmente a ser alvo de uma profunda requalificação e ampliação, incluindo novos quartos e mais atrações para famílias e crianças.</p>
<p>O novo Vila Galé Reserva do Paiva está a ser sujeito a uma remodelação integral, que inclui um novo conceito de oferta, três novas piscinas, parque aquático, piscina interior no spa, jacuzzi, projeto de arquitetura paisagística e uma renovada oferta gastronómica, com os restaurantes Inevitável, Massa Fina e Cervejaria Portuguesa, além de um Beach Club.</p>
<p>Localizado a cerca de 20 quilómetros do Aeroporto Internacional de Recife, o resort ficará próximo da Praia do Paiva e contará com 298 quartos e suites, um piso executivo, spa com 600 metros quadrados, academia, piscinas para adultos e crianças, parque aquático, beach club e várias áreas dedicadas ao lazer e bem-estar.</p>
<p>O hotel aposta também no segmento de eventos e turismo de negócios, dispondo de 13 salas para reuniões e conferências. A maior terá capacidade para receber até 1.100 pessoas sentadas, enquanto o foyer poderá acolher receções para cerca de 1.400 convidados.</p>
<p>A operação reforça a estratégia de crescimento da Vila Galé no mercado brasileiro. Atualmente, o grupo conta com 13 hotéis em operação no país e tem em desenvolvimento cerca de 1.200 camas adicionais, distribuídas por vários projetos. Entre eles estão novas unidades em São Luís do Maranhão, Alagoas, Brumadinho, Florianópolis, João Pessoa e Coruripe, além de outros seis projetos em fase de preparação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785916]]></sapo:autor>
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		<title>Startup Leiria recebe maior hackathon europeu de inovação em defesa em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 13:18:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[EUDIS Defence Hackathon]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[startup]]></category>
		<category><![CDATA[Startup Leiria]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia escolheu a Startup Leiria para acolher, em Portugal, o EUDIS Defence Hackathon 2026, que reúne especialistas de oito países para desenvolver soluções tecnológicas para a defesa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="350" data-end="710">A Startup Leiria foi selecionada pela Comissão Europeia para ser a anfitriã, em Portugal, da 5.ª edição do EUDIS Defence Hackathon, uma das principais iniciativas europeias de inovação na área da defesa. O evento realiza-se entre 15 e 17 de outubro e decorrerá em simultâneo em oito países, colocando Leiria no centro da inovação tecnológica aplicada à defesa.</p>
<p data-start="712" data-end="1080">Durante 48 horas, estudantes, engenheiros, investigadores, programadores, startups e pequenas e médias empresas irão trabalhar no desenvolvimento de soluções para desafios reais da defesa europeia. A edição de 2026 será dedicada ao tema &#8220;Autonomia no Campo de Batalha&#8221;, com foco em sistemas autónomos, navegação sem GNSS e coordenação de enxames de drones e robôs.</p>
<p data-start="1082" data-end="1462">Para Vítor Ferreira, CEO da Startup Leiria, esta distinção representa um reconhecimento europeu do trabalho desenvolvido na área das tecnologias dual-use e reforça a posição da região como um polo de inovação. O responsável destaca ainda que a iniciativa permitirá atrair talento e acelerar o desenvolvimento de soluções tecnológicas com potencial de aplicação no setor da defesa.</p>
<p data-start="1464" data-end="1795" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A realização do hackathon enquadra-se na estratégia da Startup Leiria para fortalecer o ecossistema de inovação dual-use, que inclui o programa Defense Accelerator, e reforça a aposta da região de Leiria na indústria da defesa, beneficiando da forte especialização industrial local e da presença de empresas de referência no setor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785928]]></sapo:autor>
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		<title>Porto ganha em movimento, Lisboa ganha em consumo: o retrato do comércio de rua em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 13:16:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[CBRE]]></category>
		<category><![CDATA[HighStreet Footfall]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
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					<description><![CDATA[Conclusão consta do estudo 'HighStreet Footfall', desenvolvido pela CBRE, que analisou a dinâmica do comércio de rua em cinco das principais artérias comerciais de Lisboa e do Porto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rua de Santa Catarina, no Porto, é a rua comercial mais movimentada do país, com uma média de 3.269 passantes por hora, mas Lisboa continua a destacar-se pelo valor gasto e pelas rendas prime mais elevadas. A conclusão consta do estudo &#8216;HighStreet Footfall&#8217;, desenvolvido pela CBRE, que analisou a dinâmica do comércio de rua em cinco das principais artérias comerciais de Lisboa e do Porto.</p>
<p>De acordo com a consultora, Santa Catarina lidera em volume de tráfego pedonal, seguida pela Rua Garrett, em Lisboa, com 2.892 pessoas por hora, e pela Rua Augusta, também na capital, com 2.408 passantes por hora. Mais abaixo surgem a Avenida da Liberdade, com 1.267 pessoas por hora, e a zona dos Clérigos, no Porto, com 850 pessoas por hora, valor que reflete o impacto temporário das obras de infraestrutura em curso na Avenida dos Aliados.</p>
<p><strong>Santa Catarina lidera em movimento</strong></p>
<p>O estudo mostra que o Porto concentra volumes elevados de tráfego em zonas comerciais específicas, com destaque para a Rua de Santa Catarina. A artéria portuense surge como a rua com maior fluxo pedonal entre as localizações analisadas, confirmando o seu peso no comércio de rua nacional.</p>
<p>Ainda assim, a CBRE sublinha que o volume de passantes não é suficiente para explicar, por si só, o valor comercial de cada zona. O perfil dos consumidores, o poder de compra, o turismo, a oferta disponível e o posicionamento das marcas são fatores decisivos para interpretar a atratividade de cada rua.</p>
<p><strong>Lisboa mantém vantagem no valor comercial</strong></p>
<p>Apesar de Santa Catarina liderar em tráfego, Lisboa mantém rendas mais elevadas nas principais localizações comerciais. A Rua Augusta e a Rua Garrett registam rendas prime na ordem dos 150 euros por metro quadrado por mês, enquanto a Avenida da Liberdade se situa nos 125 euros por metro quadrado por mês.</p>
<p>No Porto, as rendas atuais rondam os 90 euros por metro quadrado por mês na Rua de Santa Catarina e os 67,5 euros por metro quadrado por mês na zona dos Clérigos. Para a CBRE, esta diferença mostra que o footfall não é tudo e que o valor das ruas comerciais depende também da composição do público e do tipo de consumo gerado.</p>
<p><strong>Ruas com perfis diferentes</strong></p>
<p>A Rua Augusta apresenta uma densidade constante ao longo do dia, sustentada por uma oferta equilibrada entre moda e restauração. Já a Rua Garrett, com uma oferta dividida entre o mass market e o segmento premium, destaca-se também por funcionar como eixo de acesso a zonas de lazer e entretenimento, atingindo o pico de afluência entre as 19h00 e as 20h00.</p>
<p>Na Avenida da Liberdade, o perfil é distinto. A artéria lisboeta reforça o seu posicionamento enquanto polo de luxo, com forte presença de alta joalharia e tráfego crescente ao longo do dia, atingindo o máximo entre as 18h00 e as 19h00.</p>
<p><strong>Turismo e poder de compra ajudam a explicar diferenças</strong></p>
<p>A CBRE identifica vários fatores para justificar o contraste entre o tráfego pedonal e as rendas praticadas. Entre eles estão a maior concentração de fluxo em zonas específicas do Porto face a Lisboa, as diferenças na oferta comercial de cada rua, o poder de compra da população local e a composição do turismo em cada cidade.</p>
<p>Um dos elementos destacados pela consultora é o maior peso do segmento norte-americano no turismo de Lisboa, quando comparado com o Porto, fator que contribui para explicar diferentes níveis de consumo e posicionamento comercial.</p>
<p><strong>Centros comerciais também mostram desempenho positivo</strong></p>
<p>A dinâmica positiva do retalho não se limita ao comércio de rua. Segundo a CBRE, os conjuntos comerciais em Portugal registaram desempenhos positivos nos últimos quatro anos, com evolução favorável em indicadores como tráfego, volume de vendas e taxa de disponibilidade, em comparação com outros mercados europeus.</p>
<p>A consultora associa estes resultados à dinâmica migratória, que tem aumentado a população e, consequentemente, as necessidades de consumo, bem como ao reforço da performance operacional dos ativos comerciais.</p>
<p><strong>Groceries, speciality retail e moda crescem em receita</strong></p>
<p>A CBRE destaca ainda o crescimento da receita por metro quadrado em várias categorias de retalho em Portugal. O setor de groceries lidera a evolução, com um aumento de 83% nos últimos seis anos, entre 2019 e 2025.</p>
<p>Seguem-se o speciality retail, com uma subida de 60%, e a moda, com um crescimento de 35%. Estes dados reforçam, segundo a consultora, a resiliência do setor e a capacidade de adaptação dos operadores às novas dinâmicas de consumo.</p>
<p><strong>Retail parks ganham protagonismo</strong></p>
<p>Para os próximos três anos, a CBRE antecipa uma alteração no pipeline de projetos de retalho, com forte foco nos retail parks. Carlos Récio, Head of Retail da CBRE Portugal, considera que este formato ganhou “um protagonismo sem precedentes” por exigir áreas de influência mais reduzidas, ter custos de construção e operação inferiores e beneficiar de processos de licenciamento mais céleres.</p>
<p>O responsável acrescenta que a entrada de novos operadores no mercado português tem aumentado a procura por este tipo de ativos. Até ao final de 2028, a CBRE projeta a construção e abertura de 180 mil metros quadrados de nova área em retail parks em todo o país.</p>
<p><strong>Investimento em retalho pode chegar aos 850 milhões</strong></p>
<p>A consultora prevê ainda que o investimento imobiliário no setor de retalho possa atingir os 850 milhões de euros em 2026, impulsionado por várias transações de ativos esperadas até ao final do ano.</p>
<p>Para a CBRE, o retalho em Portugal continua a beneficiar de uma combinação entre crescimento do consumo, dinamismo urbano, turismo e evolução dos formatos comerciais. O estudo mostra, porém, que o sucesso de uma rua comercial não se mede apenas pelo número de pessoas que por lá passam, mas também pelo perfil de quem compra, pelo valor gasto e pela capacidade de atrair marcas alinhadas com esse público.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785910]]></sapo:autor>
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		<title>Sem banco por perto? Novo MULTIBANCO + Perto quer chegar a 700 mil pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 13:10:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto resulta de uma colaboração entre o Ministério da Economia e da Coesão Territorial, o Banco de Portugal, a SIBS e a Associação Nacional de Freguesias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo lançou o projeto-piloto MULTIBANCO + Perto, uma iniciativa que pretende levar serviços bancários e de pagamento a populações que vivem em freguesias sem balcões bancários ou caixas automáticos nas proximidades.</p>
<p>O projeto resulta de uma colaboração entre o Ministério da Economia e da Coesão Territorial, o Banco de Portugal, a SIBS e a Associação Nacional de Freguesias, e arrancou na freguesia de Tó, no concelho de Mogadouro, distrito de Bragança.</p>
<p><strong>Levar o banco a quem está longe do banco</strong></p>
<p>A iniciativa nasce para responder a um problema identificado pelo Banco de Portugal no relatório “Avaliação da Cobertura da Rede de Caixas Automáticos e Balcões de Instituições de Crédito”, de 2022. Segundo esse levantamento, cerca de 1.200 freguesias portuguesas não dispõem de serviços bancários a menos de 5, 10 ou 15 quilómetros.</p>
<p>No total, esta falta de cobertura afeta cerca de 740 mil pessoas, aproximadamente 7% da população. A ausência de serviços bancários próximos penaliza os residentes, obriga a deslocações de vários quilómetros para operações simples e afeta também o comércio local.</p>
<p><strong>SmartPOS permitem fazer 90% das operações do MULTIBANCO</strong></p>
<p>O MULTIBANCO + Perto assenta na disponibilização de Terminais de Pagamento Automático Digitais, os SmartPOS, que permitem realizar cerca de 90% das operações disponíveis nos caixas MULTIBANCO tradicionais.</p>
<p>Entre os serviços previstos estão levantamentos de dinheiro, pagamentos de serviços, pagamentos ao Estado, carregamentos de telemóveis, carregamento de títulos de transporte, consulta de saldos e consulta de movimentos.</p>
<p>A solução foi escolhida por permitir maior mobilidade do que um caixa automático tradicional. Os terminais podem ser usados nas juntas de freguesia e, quando necessário, deslocar-se ao encontro de pessoas com mobilidade reduzida ou dificuldades em sair de casa.</p>
<p><strong>Juntas de freguesia terão papel central</strong></p>
<p>As juntas de freguesia serão responsáveis pela gestão da utilização dos Terminais de Pagamento Automático Digitais e pela disponibilização da liquidez necessária para assegurar os levantamentos de dinheiro pedidos pelas populações.</p>
<p>O ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, sublinha que o projeto leva ao interior “um serviço que lhes estava distante”, reforçando a coesão social e territorial.</p>
<p>O governante destaca ainda o papel dos presidentes de junta, considerando que, pela proximidade às populações e conhecimento das realidades locais, são essenciais para identificar necessidades, facilitar o acesso a serviços e resolver problemas do quotidiano.</p>
<p><strong>Bragança foi escolhido por ser o distrito mais afetado</strong></p>
<p>O arranque em Bragança não foi casual. De acordo com o relatório do Banco de Portugal, este é o distrito mais afetado pela falta de serviços bancários. Das suas 236 freguesias, apenas 25 dispõem de serviços bancários e de pagamento nas proximidades.</p>
<p>O projeto-piloto pretende, por isso, testar uma solução que possa ser replicada noutras zonas do país onde o acesso a serviços financeiros básicos continua limitado.</p>
<p><strong>Mértola e Mêda são os próximos passos</strong></p>
<p>Depois do arranque em Tó, o MULTIBANCO + Perto será disponibilizado ainda esta semana nas freguesias de São Miguel do Pinheiro, São Pedro de Solis e São Sebastião dos Carros, Espírito Santo e Santana de Cambas, no concelho de Mértola, distrito de Beja.</p>
<p>Posteriormente, o serviço deverá chegar à freguesia da Coriscada, no concelho de Mêda, distrito da Guarda.</p>
<p><strong>Piloto pode chegar a 30 freguesias</strong></p>
<p>Esta primeira fase do projeto-piloto deverá abranger até 30 freguesias. O objetivo é avaliar a utilização dos SmartPOS, perceber as necessidades das populações e estudar a eventual expansão a outras freguesias que queiram aderir.</p>
<p>O Governo admite que, em alguns casos, a solução futura poderá passar pela instalação de caixas automáticos tradicionais, dependendo da avaliação feita no terreno durante esta fase inicial.</p>
<p><strong>Objetivo é aproximar serviços financeiros da população</strong></p>
<p>O MULTIBANCO + Perto pretende alargar a cobertura dos serviços financeiros e de pagamento, permitindo que quase toda a população portuguesa venha a ter acesso a operações bancárias essenciais de forma segura, moderna e mais próxima.</p>
<p>A iniciativa poderá beneficiar cerca de 700 mil pessoas que atualmente não têm acesso fácil a estes serviços, procurando reduzir desigualdades territoriais e facilitar o quotidiano de quem vive em localidades sem balcões bancários ou caixas automáticos por perto.</p>
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